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A EUROPA ESTÁ SE MATANDO 

 A EUROPA ESTÁ SE MATANDO 

Por PAT CONDELL

15 de Janeiro de 2018


Este vídeo está censurado e indisponível na Alemanha.
Você pode encontrar todos os vídeos do Pat Condell sem censura no BitChute e noYouTube.

Pat Condell Website: GODLESS COMEDY

Quando se trata de Pat Condell a melhor coisa a fazer é ficar calado e ouvir o que ele tem a dizer.

Absolutamente genial.

Nota: Não consegui localizar o nome do tradutor deste vídeo para dar o devido crédito.

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RAYMOND IBRAHIM

RAYMOND IBRAHIM é um autor amplamente publicado, palestrante e expert em Oriente Médio e Islamismo. Seus livros incluem: The Al Qaeda Reader (Doubleday, 2007), Crucified Again: Exposing Islam’s New War on Christians (Regnery, 2013), e Sword and Scimitar: Thirteen Centuries of War between Islam and the West (será lançado pela Da Capo Press em 2018).


Traduzido por: tradutoresdedireita.org
Tradução: Hélio Costa Jr.
Revisão: Luiz Felipe Costa

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Robert Spencer: Por Que Judeus e Cristãos Precisam Se Unir Contra a Jihad Global

Photo/Cover:  worldmediamonitoring.com

Fonte/Source: Robert Spencer: Why Jews and Christians Must Unite In Defense Against the Global Jihad


Robert Spencer: Por Que Judeus e Cristãos Precisam Se Unir Contra a Jihad Global

Por Robert Spencer

1 de Março de 2013 (Reeditado em 21/11/17)


Ao longo do Atlas Shrugs (website da ativista Pamela Geller), expliquei por que Judeus e Cristãos (e todas as outras) precisam se unir em defesa da liberdade contra a jihad global e a supremacia Islâmica. Que é também o tema do meu breve discurso no vídeo acima, realizado no último Domingo em Santa Mônica, Califórnia, na Festa de Purim da Coalizão Criativa Sionista.

Domingo à noite em Los Angeles, tive a grande honra de receber o Prêmio Shushan como Righteous Gentile (vide nota abaixo) pela Coalizão Criativa Sionista, um novo grupo digno de nota e dedicado a defesa de Israel. Num momento em que a esquerda Cristã corre para imitar o zeitgeist (tr., espírito de época, espírito do tempo ou sinal dos tempos) condenando Israel e iniciando, ao estilo Nazista, boicotes aos interesses Judaicos, é útil recordar por que uma aliança Judaico-Cristã pode ser essencial nesse momento para a sobrevivência do mundo livre.

Nota do blog:  Definição de Righteous Gentile (The Righteous Among The Nations) — Pessoas não-Judias que, durante o Holocausto, arriscaram suas vidas para salvar Judeus da perseguição Nazista. De acordo com Paul Schnee: Na verdade, Robert Spencer tem sido muito bem-sucedido conscientizando os Estados Unidos sobre o verdadeiro significado e a agenda dos praticantes da “religião de paz”, Islã. Tanto que agora vive em local sigiloso.

A história da relação do Cristianismo com o Judaísmo, é marcada por inúmeros incidentes por antagonismo e coisas piores. Leia as histórias da Europa Medieval Católica e da Rússia Ortodoxa sob os czares, me faz sentir vergonha, por dividir a mesma fé com os perseguidores; ao mesmo tempo, enquanto a Igreja Católica e outros membros Cristãos têm no nível mais alto nível rejeitado o antissemitismo e as interpretações do Novo Testamento que sustentam isso, o antissemitismo Islâmico continua profundamente enraizado no Alcorão e na Suna, e nenhuma autoridade Islâmica mostra qualquer inclinação para reexaminar o tema.

Além disso, o Islã visualiza o mesmo destino para ambos Judeus e Cristãos. A lei Islâmica designa para ambos o status de dhimmi: a subjugação institucionalizada que o Alcorão determina ao “Povo do Livro” (cf. 9:29). Os dhimmis são proibidos de ter autoridade sobre os Muçulmanos, portanto são relegados aos serviços mais subalternos da sociedade; são proibidos de construir novas casas para o culto ou reparar as antigas, consequentemente as suas comunidades estarão sempre em perpetuo estado de declínio; precisam se submeter a inúmeras outras humilhações e regulamentos discriminatórios,  e acima de tudo, pagar a jizya, — o imposto que o Alcorão prescreve como a mais viva manifestação de submissão às regras Muçulmanas impostas aos não-Muçulmanos.

Os patrões Muçulmanos dos dhimmis ao longo da história, trabalharam semeando o antagonismo entre os vários grupos de dhimmis, para assegurar que jamais se organizem contra seus opressores. Um exemplo moderno disso aconteceu em 2007, quando Ingrid Mattson que na ocasião era a Presidente da Sociedade Islâmica da América do Norte. Este grupo, que tinha admitido ligações com o Hamas e a Irmandade Muçulmana, disse numa palestra na Kennedy School of Government em Harvard, que os ‘direitistas Cristãos são aliados muito perigosos dos Judeus Americanos, porque eles [os Cristãos] são realmente antissemitas. Eles não gostam de Judeus.

Mattson não mencionou que o próprio livro sagrado dela (o Alcorão), afirma que Alá transformou os Judeus em macacos e porcos (2:63-65; 5:59-60; 7:166), e designa Judeus como “os mais veementes em hostilidade da humanidade para com aqueles que acreditam” (5:82), ou diz que estão sob a maldição de Alá (9:30), ou devem ser combatidos e subjugados (9:29).  Ela também sequer se dignou a observar que o Novo Testamento, ao mesmo tempo que contém passagens que foram usadas para justificar o antissemitismo (embora nenhuma dessas passagens prescreva ou justifique qualquer violência) não possui nenhuma¦veemente hostilidade.

O que Mattson estava tentando fazer não era advertir os Judeus sobre uma ameaça real por pura bondade do seu coração, mas para semear a discórdia entre as duas comunidades visadas pelos jihadistas, de forma a afastar a formação de uma frente unida. E Mattson é uma entre muitas, e seus esforços estão funcionando demasiadamente bem: alguns Cristãos estão tratando os Judeus hoje em dia, com um renovado antissemitismo disfarçado de indignação moral contra Israel, e alguns Judeus vêem os Cristãos com tanta suspeita que acabam não enxergando um genuíno aliado.

Tudo isso faz com que uma frente unida se torne ainda mais necessária. A pioneira historiadora Bat Ye’or tem enfatizado isso em seus escritos, e defendendo recentemente o seu ponto de vista, é a prova concreta de que o imperativo Islâmico de subjugar Judeus e Cristãos como dhimmis não é (como alegam frequentemente os apologistas Islâmicos hoje em dia) uma relíquia de um passado distante, para nunca mais ser revivido; ao contrário, Muçulmanos da Bósnia, Egito, Síria e Paquistão vêm nos últimos anos pedindo a sua reimposição.

Os elementos da lei Islâmica que pedem a jihad contra Judeus e Cristãos de modo a subjugá-los sob a lei Sharia ainda estão vivos e formam uma grande parte dessa lei; elas não foram reformadas ou rejeitadas.

Judeus e Cristãos têm uma Escritura em comum e, de várias maneiras, uma perspectiva comum. Nós somos os filhos e herdeiros da maior civilização que o mundo conheceu.

E hoje, se não nos unirmos, seguramente seremos pendurados separadamente.


Tradução: Tião Cazeiro – Muhammad e os Sufis

REINO UNIDO: CHAMADA ISLÂMICA À ORAÇÃO REALIZADA NA HISTÓRICA CATEDRAL DE GLOUCESTER

Fonte/Source: UK: Islamic call to prayer held inside historic Gloucester Cathedral


REINO UNIDO: CHAMADA ISLÂMICA À ORAÇÃO REALIZADA NA HISTÓRICA CATEDRAL DE GLOUCESTER

POR ROBERT SPENCER

19 de Janeiro de 2017

Isso está sendo comemorado como um ato “inclusivo”. Quando o Credo Niceno será recitado dentro de uma Mesquita? Ou será que os atos “inclusivos”, como sempre, vão somente numa direção?

Será que as pessoas “inclusivas” na Catedral de Gloucester percebem que — agora que a profissão Islâmica de fé, a qual faz parte do chamado Islâmico à oração, foi recitada na Catedral, de acordo com abundantes precedentes, — agora é uma Mesquita?

Quando Mehmet o Conquistador quis transformar a Catedral de Santa (Hagia) Sophia em Constantinopla numa Mesquita, mandou um muezzin recitar a profissão de fé do púlpito. Portanto, agora é a Mesquita Gloucester.

“Indignação com o CHAMADO À ORAÇÃO Islâmica realizado na CATEDRAL Britânica,” Express, 19 de Janeiro de 2017:

Um ambiente de indignação se formou depois que a chamada Islâmica à oração foi realizada dentro de uma das Catedrais mais históricas da Grã-Bretanha.

A tradicional invocação Muçulmana ao culto foi realizada na frente de 1.000 pessoas no lançamento de uma Exposição de Fé multicultural na Catedral de Gloucester.

O imã Hassan da Mesquita local de Masjid-e-Noor foi convidado pelos líderes da Igreja a realizá-lo na Chapter House da Catedral do século XI.

Muitos fiéis receberam o ato “inclusivo”, mas alguns tradicionalistas questionaram por que um “Deus diferente” deveria ser adorado numa casa icônica Cristã.

Um clipe do convite à oração foi inicialmente compartilhado na página do Facebook da catedral, mas depois retirado como “inadequado” à medida que as tensões aumentavam.

Um post no tópico removido por Isabel Farmer disse: “É maravilhoso ser multicultural, mas a fé é separada.”

“Nunca devemos adorar outros Deuses n casa construída para o nosso salvador.”

“Meus antepassados ​​construíram essa Catedral e permitir que um Muçulmano praticante reze a outro Deus é insanamente ingênuo. O que você pensou que pudesse ser feito? Incentivá-los a conversão?”

“É por isso que a Inglaterra está em queda. Cultura e Raça nada têm a ver com o primeiro mandamento visto que Deus criou todas as raças e Ele se preocupa apenas com as almas.”

“Cristãos, fiquem firmes. Tragam as pessoas à fé, dizendo-lhes a verdade.”

“Deus é o mesmo ontem, hoje, para sempre, então pare com o apelo multicultural e abra um livro de história e uma Bíblia para si mesmo.”…


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Estudantes da Columbia University apoiam a mutilação genital feminina

Excertos por Pamela Geller 

 

03 de Janeiro de 2017

Estes excertos mostram muito bem o grau de submissão, inconsciente, com relação a imposição da Sharia nos Estados Unidos da América e no mundo.

As universidades estão bombardeando a cabeça das alunos. O Islã está intenso e a esquerda dando todo apoio.

Criticar ou não criticar, eis a questão. Se apoiar a mutilação genital feminina será criticado. Se não apoiar será criticado também. Só resta ficar em cima do muro e dizer que aceita os costumes alheios.

Aos poucos, vão aceitando este absurdo que nada mais é do que tirar o prazer sexual da mulher. O Islã odeia a mulher. O mundo todo fala disso, não estou inventando nada. Está escrito no Alcorão.

A mulher é um inimigo perpétuo do Islã

islam-women eles nos detestam

Tradução do texto da foto: “Sim: Eles nos odeiam. Isso precisa ser dito”

Vamos aos excertos de Pamela Geller:

“O grupo de defesa dos direitos humanos, a American Freedom Defense Initiative (AFDI), revelou hoje uma pesquisa alarmante divulgada em vídeo,  — filmado na Universidade de Columbia, uma escola da Ivy League e um dos principais centros de ensino superior da nação, — que a maioria dos estudantes estão dispostos a tolerar a mutilação genital feminina.

“A presidente da AFDI, Pamela Geller, observou: “Os alunos foram questionados se a Planned Parenthood deveria financiar e apoiar a mutilação genital feminina (MGF). A MGF envolve a remoção parcial ou total do clitóris causando lesões nos órgãos genitais femininos por razões não médicas. Ela não tem benefícios para a saúde de meninas e mulheres, e remove toda a possibilidade de prazer sexual. É o pior tipo de misoginia. Os procedimentos podem causar sangramento severo e problemas de urinar, e mais tarde cistos, infecções, bem como complicações no parto e aumento do risco de mortes de recém-nascidos.”
"Hipócritas e enganadores afirmam que a mutilação genital feminina é um fenômeno cultural e não religioso, a MGF é um fenômeno ISLÂMICO e só é encontrado no interior, ou em áreas adjacentes, das comunidades Muçulmanas.
Mais de 200 milhões de meninas e mulheres vivas hoje foram cortadas em 30 países na África, Oriente Médio e Ásia, onde a MGF está concentrada."
 Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Bill Warner em Vídeos Legendados

Political Islam Website

CSPI International no FACEBOOK


Vídeos Legendados em Português

Legendas: infielatento.blogspot.com

As Pessoas Mais Desprezadas do Mundo

Photo/Cover Credit: (MOHAMMED ABED/AFP/Getty Images)

Fonte/Source: The Most Despised People in the World – Political Islam

Nota do Blog:

Veja como este artigo, escrito por Bill Warner em 2013, analisa brilhantemente o passado, o presente e o futuro da civilização mundial. Ao longo dos últimos 1400 anos, para a glória do Islã político, cerca de 270 milhões de infiéis (não-muçulmanos) foram mortos. Na África morreram mais de 120 milhões de Cristãos e Animistas ao longo desse período. Os Judeus se tornaram dhimmis permanentes no mesmo período. O zoroastrismo foi eliminado da Pérsia. Metade da gloriosa civilização Hindu foi aniquilada, 80 milhões de Hindus mortos. Esse é o tamanho do desastre e que infelizmente não é ensinado. No Brasil, por exemplo, os partidos de esquerda querem o Ensino Islâmico nas escolas.

As Pessoas Mais Desprezadas do Mundo

Por Bill Warner

5 de dezembro de 2013

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Dr. Bill Warner, PHD, Diretor e Fundador do Centro para Estudo do Islã Político (CSPI)

O grupo mais perseguido no mundo hoje em dia são os Cristãos. Cristãos na Nigéria, Egito, Síria e em outras nações são assassinados, estuprados, sequestrados, escravizados e perseguidos diariamente. A razão para a grande maioria de toda essa violência é que são Cristãos entre Muçulmanos.

Mas os abusos não param com a violência. Os perpetradores de violência são medidos em milhares, mas o maior abuso está nas mãos de quem deveria exigir o fim da violência. O silêncio em face dessa perseguição é a negação e a justificação. Os perseguidores são poucos, mas os que negam, estão na casa dos bilhões.

Os Cristãos são intimados a cuidar de todas as pessoas perseguidas, mas, em particular, devem  cuidar de seus próprios irmãos e irmãs. Eles conseguem ignorar a perseguição fazendo boas ações, como cuidar dos pobres. Os Cristãos têm compaixão, mas não têm coragem para enfrentar o inimigo que quer matá-los. Em Nashville, Tennessee, (a fivela do cinto da Bíblia), o esporte indoor favorito daqueles que deveriam lidar com o inimigo, o Islã, é ir ao evento da Família de Abraão e construir pontes de diálogos onde dançam ao som dos Muçulmanos. Não há nenhum problema encontrar-se com o Islã, mas as regras de engajamento são de que nada vai ser dito que ofenda o Islã.

Na parábola do Bom Samaritano, um homem está ferido à beira da estrada. Dois líderes religiosos passam por ele pelo outro lado da estrada. Eles não prejudicam o homem ferido, simplesmente o ignoram. Isso é a mesma coisa que os líderes Cristãos fazem nos diálogos com a Família de Abraão. Eles se encontram com os Muçulmanos que aderem a uma doutrina que inclui matar os Cristãos. Mas, os líderes não trarão a perseguição até eles. A resposta da liderança Cristã ao assassinato de seus irmãos e irmãs é o silêncio. Eles passam pelo outro lado da estrada. Quem cala consente.

Mas os Cristãos não são os únicos que negam. Normalmente, os Judeus são rápidos em avançar na área da caridade e apoio às vítimas, mas não é bem assim com os Cristãos perseguidos. Parte dessa negação pode ser devido a uma aversão ao Cristianismo, mas os Judeus não são mais rápidos em ajudar a si próprios.

Se você visitar o site thereligionofpeace.com irá encontrar um banco de dados incrível sobre os ataques jihadistas desde 9/11. O número atual de ataques está acima de 22.000. É muito instrutivo analisar os dados e ver quais são as quatro principais nações atacadas pela jihad. Quando você coloca os dados numa base per capita, você obtém os seguintes países: Israel, Tailândia, Filipinas e Índia. Ou pela religião: Judeus, Budistas, Cristãos e Hindus. Então os Judeus são as vítimas da violência Islâmica, mas os Judeus da América adoram frequentar os eventos da Família Abraão e serem tão silenciosos quanto os Cristãos.

Mas, e quanto ao grupo vitimado, mas sensível — o negro Americano? Vítim-ologia é o dogma de uma miríade de grupos de “direitos civis” negros com seus altos sacerdotes racistas oportunistas como Al Sharpton. Os Cristãos mais perseguidos estão na África. Mas os charlatões dos direitos civis da América adoram conviver ao lado de Muçulmanos como irmãos. E todos os mortos Africanos? Não é um problema para os Afro-Americanos.

É surpreendente como muitos Budistas estão sendo assassinados pela jihad, mas é uma surpresa que Budistas nunca falam sobre isso? E a não ser por alguns ativistas Hindus, nem uma palavra se ouviu da comunidade Hindu sobre a morte deles pela jihad.

Os mortos nas Filipinas são Católicos e o que o Papa Francis diz sobre o Islã? Ele diz,

Confrontado com episódios desconcertantes do violento fundamentalismo, o nosso respeito para com os verdadeiros seguidores do Islã deve nos levar a evitar generalizações odiosas, pois o autêntico Islã e a leitura adequada do Alcorão se opõem a todas as formas de violência.

Ah, entendo. Mais de 1400 anos de mortes de Cristãs pelas mãos dos jihadistas significa que eles não eram os verdadeiros Muçulmanos e que os mais de 22.000 ataques jihadistas desde 11/09 não são autênticos. A aniquilação do Cristianismo na Turquia, Oriente Médio e África não é o resultado de “leitura correta do Alcorão”. O Papa é o candidato perfeito ao pensamento mágico e a compaixão idiota. E observe esse pequeno refrão do discurso de ódio: “evitar generalizações odiosas”. Papa Francis, você quer dizer generalizações, tais como conclusões que resultam da leitura do Alcorão, da Sunna, da Sharia e de 1400 anos de história de assassinato de todos os tipos de Kafirs (não-Muçulmanos)?

Mas, à sua maneira, o Papa Francis é o líder de todos os Cristãos. Acontece que ele tem um vestuário mais elaborado enquanto pratica a negação.

Assim, verifica-se que os Cristãos não são o grupo mais desprezado de pessoas no mundo. É apenas o maior subgrupo. O grupo mais desprezado no mundo é a vítima do Islã. Seja uma congregação Cristã morta, um apóstata assassinado, uma mulher Muçulmana triste com a FGM (mutilação genital feminina), ou qualquer outra vítima da jihad, ninguém vai falar abertamente pela vítima e contra o autor do crime. Todos os líderes compartilham a vergonha de serem covardes e ignorantes praticando a compaixão idiota.

Como isso vai parar? Bem, ser gentil não vai ajudar, porque se gentileza funcionasse, o problema estaria resolvido. A chave para a nossa resposta é que nós temos superioridade moral. Temos de nos opor ao opressor, o Islamismo, e ficar com os oprimidos — Cristãos, Judeus, Hindus, Budistas e todos os outros oprimidos pela jihad. Os nossos adversários, os que negam, apoiam o opressor, o Islamismo, e ignoram e suprimem o destino das vítimas. Os que negam são nefastos, ponto.

Se você é um Cristão, obtenha alguns aliados, e crie um programa sobre a igreja perseguida. O programa poderia trazer alguns Cristãos perseguidos, como os Coptas, para falar com as classes da Escola Dominical ou fazer um estudo de longo prazo sobre o holocausto Armênio na Turquia no século 20. Quando você assumir a liderança, não peça permissão ou faça um pedido. Faça exigências e se essas exigências não forem cumpridas, então alguma forma de protesto dentro de sua igreja deve ser criada.

Levante-se durante os serviços e proteste, distribua panfletos, faça o que for preciso até que a “liderança” se comprometa a não passar pelo outro lado da estrada e negligenciar os Cristãos mortos. Ressaltar a posição moral deles é errado e hostil. Não seja tímido. Peça-lhes para usarem as escrituras para justificar moralmente a negação e a ignorância deles. Seja respeitoso, mas firme e não pare até o bem prevalecer.

Essa é uma batalha moral e se você não é um Cristão, deve fazer o mesmo em outros locais. Um espaço possível é a mídia local. Faça exigências para que reconheçam as vítimas da jihad e, se elas não forem cumpridas, faça um protesto. Protesto público é uma ferramenta poderosa para mudança. Temos que reconhecer a maior tragédia de direitos humanos do mundo. Ser gentil é o caminho para a aniquilação civilizacional.

Bill Warner, Diretor do Centro para o Estudo do Islã Político.
Permalink: http://politicalislam.com/the-most-despised-people-in-the-world/
Copyright © 2013 CBSX, LLC, politicalislam.com
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www.politicalislam.com


Tradução: Sebastian Cazeiro

Menina Muçulmana em Idade Pré-Escolar Segura uma Faca e Diz “Eu Quero Esfaquear um Judeu”

Fonte/Source: Muslim preschool girl holds knife, says “I want to stab a Jew”

Menina Muçulmana em Idade Pré-Escolar Segura uma Faca e Diz “Eu Quero Esfaquear um Judeu”

Por Robert Spencer

27 de Outubro de 2015

Criada em uma cultura de ódio e sede de sangue, o que ela vai ser quando crescer? Observe também que seu pai, um professor, ficou sem dúvida emocionado diante da pequena exibição de selvageria. Com quais valores ele está imbuindo seus alunos?

“Menina Palestino-Jordaniana em idade Pré-escolar segura uma faca e diz: “Eu quero esfaquear um Judeu”, MEMRI, 16 de Outubro de 2015:

                Um vídeo postado recentemente no Facebook mostra uma pequena menina, chamada Rahf, segurando uma faca grande e declarando: “Eu quero esfaquear um Judeu”.  O pai, Abdulhaleem Abuesha,  um professor do campo de refugiados Madaba na Jordânia, encoraja dizendo: “Oh, você é tão forte!” O vídeo foi postado no Facebook, na página de Abuesha no dia 16 de Outubro. Essa página também divulga um foto de um pequeno menino  presumidamente seu filho segurando uma faca grande e sorrindo para a câmera.

Eis os excertos:

Rahf, menina Palestino-Jordaniana, segurando uma faca de Chefe: Eu quero esfaquear um Judeu.

Adulto ao fundo: Por que você quer esfaquear um Judeu?

Rahf. Porque ele roubou as nossas terras.

Adulto ao fundo: Oh, você é tão forte! É a vontade de Alá, minha querida…


Tradução: Sebastian Cazeiro

“Sequestrar Mulheres” e “Destruir Igrejas” — isto é o “Verdadeiro Islã” — Grande Aiatolá Iraquiano

Fonte/Source: “Abducting Women” and “Destroying Churches” is “Real Islam”—Iraqi Grand Ayatollah | Raymond Ibrahim

"Sequestrar Mulheres" e "Destruir Igrejas" 
- isto é o “Verdadeiro Islã" -  
Grande Aiatolá Iraquiano

Por Raymond Ibrahim Continuar lendo “Sequestrar Mulheres” e “Destruir Igrejas” — isto é o “Verdadeiro Islã” — Grande Aiatolá Iraquiano

TV Hamas: Menino “Palestino” quer ser Engenheiro “para que eu possa explodir os Judeus”

Fonte/Source: Hamas TV: “Palestinian” boy wants to become engineer “so that I can blow up the Jews”

TV Hamas: Menino “Palestino” quer ser Engenheiro “para que eu possa explodir os Judeus”
Por Robert Spencer – Jihad Watch

16 de Setembro de 2015

As crianças deles são criadas para amar o ódio e a violência, enquanto as nossas são constantemente propagandeadas pela ideia, que realmente detestável, é a oposição a esse ódio.

“Crianças na TV Hamas: Nós Queremos Declarar Jihad e Explodir os Judeus”, MEMRI, 4 de Setembro de 2015:

Em um programa infantil do canal Al-Aqsa da TV Hamas, crianças vestindo uniforme militar, foram indagas sobre o que gostariam de ser quando crescer. Uma das crianças disse que gostaria de ser engenheira, “assim poderia explodir os Judeus.” A outra recitou um poema: “Eu irei libertar [Jerusalém] dos Judeus por meio das Brigadas de Al-Qassam.”

Seguem excertos:

Menina Palestina, apresentadora do programa: Quem te ensinou esse poema, Muhammad?
Criança Palestina, Muhammad Ali Zakariya Al-Astal: Mamãe.
Menina Palestina, apresentadora do programa: E quem descobriu seu talento para a poesia?
Muhammad Ali Zakariya Al-Astal: Mamãe.
Menina Palestina, apresentadora do programa: Mamãe… Que Alá conceda longa vida a essa mãe, Muhammad. Ok, Muhammad, vamos ouvir o poema
Muhammad Ali Zakariya Al-Astal: Oh Jerusalém, vou resgatar-lhe com minha alma e meu sangue. Eu irei libertar você dos Judeus por meio das Brigadas de Al-Qassam, é claro. Eu trago boas novas para nossos prisioneiros: A Salvação está próxima.
[…]
Menina Palestina, apresentadora do programa: O que você quer ser quando crescer, Muhammad?
Muhammad Ali Zakariya Al-Astal: [Um membro] das Brigadas Al-Qassam.
Menina Palestina, apresentadora do programa: das Brigadas de Al-Qassam? Bem. E você, Zakariya, o que você gostaria de ser?
Criança Palestina, convidada do programa, Zakariya: Um engenheiro.
Menina Palestina, apresentadora do programa: Um engenheiro? Por que você quer se tornar um engenheiro?
Criança Palestina, , Zakariya: Para que eu possa explodir os Judeus.
Menina Palestina, apresentadora do programa: Você quer explodir os Judeus? Não, nós queremos explodir os sionistas. Você quer dizer a ocupação, certo? Ok, então é por isso que você quer se tornar um engenheiro?
[…]
Wissam, o que você gostaria de dizer a estas duas crianças?
Wissam, criança convidada pela apresentadora: Continue apoiando a Jihad, e se Alá quiser, quando você crescer, vai participar da resistência contra os Judeus…
Menina Palestina, apresentadora do programa: A ocupação…
Wissam: …bombe a ocupação, e a mesquita de Al-Aqsa será liberada.
Menina Palestina, apresentadora do programa: Se Alá quiser.


Tradução: Sebastian Cazeiro