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LÍDER DO HAMAS SE ENFURECE COM DESIGNAÇÃO: “TERRORISTA GLOBAL”

Fonte/Source: Hamas enraged by designation of its top dog as “global terrorist”: “dangerous violation of international law”

Hamas Se Enfurece Com A Designação De Seu Principal Líder Como “Terrorista Global”: “Violação Perigosa Do Direito Internacional”

 POR ROBERT SPENCER

 1 de Fevereiro de 2018

Essa não é uma “violação perigosa do direito internacional”. Você quer uma “violação perigosa do direito internacional”? Eu lhe darei uma “violação perigosa do direito internacional”. Que tal explodir civis em ônibus e pizzarias? Isso é uma “violação perigosa do direito internacional”? Que tal assassinar uma família que está desfrutando um jantar Shabbat silencioso em casa enquanto um dorme na cama durante a noite? Isso soa como uma “violação perigosa do direito internacional” para você, Barhoum? Não? Que tal distribuir doces para celebrar todos esses assassinatos e celebrar os assassinos como heróis, nomeando escolas em homenagem a eles e construindo monumentos para eles? Isso poderia ser uma “violação perigosa do direito internacional”? Que tal apresentar na estação de TV oficial programas infantis encorajando crianças a cometerem assassinatos em massa? Existem “violações perigosas do direito internacional” nesses programas? Bem, continue procurando, Fawzi. Tenho certeza de que você encontrará uma, eventualmente.

Hamas protesta fortemente depois que os EUA designou seu líder como “terrorista global”, por Patrick Goodenough, CNS News, 1 de Fevereiro de 2018:

(CNSNews.com) — A administração do Trump designou o líder do Hamas, Ismail Haniyeh, como um “terrorista global especialmente designado” (SDGT), visando o chefe de um grupo Palestino violento que tentou limpar sua imagem.

O Hamas classificou a manobra de “uma violação perigosa do direito internacional” e disse que não impediria o grupo de “liberar sua terra e lugares sagrados.”

A especialmente designada “designação de terrorista global” ocorre sob a ordem executiva 13224, uma ferramenta pós-11 de Setembro projetada para interromper o financiamento aos terroristas. Americanos estão proibidos de se envolverem em transações com SDGTs, e os bens que possam ter nos EUA estão congelados.

A designação de Haniyeh foi anunciada na Quarta-feira por Nathan Sales, coordenador do Departamento de Estado para o contraterrorismo, enquanto dirigia uma conferência do Instituto de Estudos de Segurança Nacional em Tel Aviv.

“Haniyeh é o presidente do escritório político do Hamas”, disse ele. “Ele também está intimamente ligado às operações terroristas do grupo, incluindo ataques a cidadãos Israelenses. Haniyeh é membro do Hamas desde a década de 1980 e cresceu nas fileiras em grande parte defendendo continuamente o terrorismo contra Israel.”

Sales observou que tão recentemente como no mês passado, Haniyeh pediu uma nova revolta (intifada) contra Israel. Haniyeh emitiu o apelo depois que o Presidente Trump reconheceu Jerusalém como a capital de Israel.

“Seus apelos para uma Intifada, renovados no último mês, mostram o quão importante é a designação de hoje”, disse Sales.

“Não nos distrairemos com os esforços do Hamas para obscurecer sua verdadeira e sangrenta natureza.”

Respondendo à designação de Quarta-feira de Haniyeh, o porta-voz do Hamas, Fawzi Barhoum, disse que o movimento foi mais uma prova do “viés Americano” com relação a Israel, fornecendo “cobertura” para os crimes Israelenses e encorajando ataques aos “símbolos” do povo Palestino.

Barhoum também classificou a decisão como uma “violação perigosa do direito internacional” sobre a qual ele disse, que os Palestinos têm “o direito de se defender e resistir à ocupação e escolher sua liderança.”

Disse que o Hamas acredita que o momento da manobra dos EUA mostra que está tentando combater a liderança do Hamas, enquanto trabalhamos para “abortar” o novo “negócio do século”, o plano de paz do Oriente Médio, que Trump ainda está para revelar.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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Raymond Ibrahim: TRUMP, JIHAD E DÉCADAS DE DOUTRINAÇÃO

Fonte/Source: Will the Return of “Jihad” to Intelligence Trump Decades of Indoctrination?


TRUMP, JIHAD E DÉCADAS DE DOUTRINAÇÃO

Por Raymond Ibrahim

20 de Dezembro de 2017

Raymond Ibrahim é um Shillman Fellow no David Horowitz Freedom Center.

FrontPage Magazine 

Será que o retorno da “Jihad” ao serviço de Inteligência do EUA irá superar décadas de doutrinação?

A nova estratégia de segurança nacional do Presidente Trump está pronta para retornar às discussões relevantes para a compreensão do terrorismo Islâmico — como a “jihad” — que foi expurgada do léxico das comunidades de Inteligência e Defesa, principalmente sob a administração Obama. De acordo com o novo documento de estratégia, “As principais ameaças transnacionais que os Americanos enfrentam são as dos terroristas jihadistas e organizações criminosas transnacionais”; o documento também promete “investigar as ameaças até a fonte, para que os terroristas jihadistas sejam impedidos antes de chegarem às nossas fronteiras”.

Isso é significativo em vários níveis — o primeiro, tão básico como “conhecer o inimigo”, foi recusado pelo ex-presidente Obama. Em 2011, foi relatado que “o governo Obama estava retirando todos os materiais de treinamento utilizados pelas comunidades de segurança pública e segurança nacional, a fim de eliminar todas as referências ao Islam que alguns grupos Muçulmanos alegavam serem ofensivas”. Um funcionário de Obama explicou a lógica: “Eu quero que isso fique perfeitamente claro: os materiais de treinamento que retratam o Islam como uma religião violenta ou com tendência à violência estão errados, são ofensivos e são contrários a tudo que este presidente, este procurador-geral e o Departamento de Justiça representa. Eles não serão tolerados.”

Nota-se, no entanto, que a paralisia politicamente correta induzida que Obama defendeu já estava bem entrincheirada antes dele. Falando em 2006 durante a administração de George W. Bush, William Gawthrop, um ex-funcionário do Pentágono, disse que “o grupo de Serviço sênior do Departamento de Defesa não incorporou em seu currículo um estudo sistemático sobre Muhammad como líder militar ou político. Como consequência, ainda não temos uma compreensão aprofundada da doutrina de guerra estabelecida por Muhammad, como isso pode ser aplicado hoje por um número crescente de grupos Islâmicos, ou como isso pode ser combatido.”

Da mesma forma, um memorando do governo de 2008 que também surgiu na era Bush advertiu contra “ofender”, “insultar” ou ser “conflituoso” para com os Muçulmanos: “Nunca use o termo “jihadista” ou “mujahideen” na conversa para descrever terroristas. Um mujahed, um guerreiro sagrado, é uma caracterização positiva no contexto de uma guerra justa. Em Árabe, jihad significa “esforçar-se no caminho de Deus” e é usada em muitos contextos além da guerra. Chamar os nossos inimigos jihadistas e seu movimento de jihad global involuntariamente legitima suas ações“.

É desnecessário dizer que tais instruções estavam e estão erradas em vários níveis. Jihad é a antítese da Guerra Justa; o primeiro por natureza é agressivo, o último defensivo. A afirmação de que a jihad significa literalmente “esforçar-se… e é usada em muitos contextos além das atividades de guerra” é tão falso como alegar que as palavras “namorado” e “namorada” literalmente indicam um amigo de um gênero ou outro e nada mais: uma vez que como “namorado/namorada” implica um tipo muito específico de amizade aos ouvidos Ocidentais, e da mesma forma a “jihad” implica um tipo de esforço muito específico aos ouvidos Muçulmanos — guerra armada contra o infiel para tornar o Islam supremo. Finalmente, a afirmação de que “chamar nossos inimigos de jihadistas… legitima suas ações” é absolutamente tolo: Muçulmanos raramente esperam pelos Americanos — “infiéis” — para conferir ou recusar a legitimidade Islâmica em qualquer coisa. Eles têm suas próprias escrituras Islâmicas, leis e clérigos para isso.

Despidos de todas as palavras ao lidarem com o Islam, como podem os analistas entenderem as motivações, as táticas, as estratégias, os objetivos e uma infinidade de outras considerações jihadistas? Longe de absorver os conselhos mais básicos sobre a guerra, — como o velho dictum de Sun Tzu, “Conheça o seu inimigo” — o governo dos EUA não conseguiu sequer reconhecer o inimigo.

E parece que nada mudou, pelo menos no Legislativo. Há cinco meses, com o placar de 208-217, a Câmara dos Deputados derrubou uma emenda que exigiria que o Departamento de Defesa realizasse “avaliações estratégicas sobre o uso da doutrina religiosa Islâmica violenta ou não-ortodoxa para investigar a comunicação extremista ou terrorista e sua justificativa”. A justificativa racional dada por aqueles que votaram contra é familiar: Jamie Raskin (D-MD) disse que” os assassinos terroristas usaram doutrinas e conceitos religiosos de todas as principais religiões da terra… Concentrar-se no (Islam) exacerba o problema ao fomentar o mito de que o fanatismo religioso e o terrorismo pertence unicamente aos charlatães e os predadores do Islam”. Pramila Jayapal (D-WA) denunciou a incapacidade da emenda de “aplicar sua fiscalização arbitrária igualmente”, e por “inclu[indo] avaliações de terrorismo supremacista Branco ou terrorismo cometido contra clínicas de aborto e médicos.”

Mas como Clifford Smith observa: “Enquanto provavelmente poucas pessoas do exército dos EUA irão se deparar com um ativista racista ou antiaborto irritado e armado durante a missão, os Islamistas radicais fazem disso o seu negócio para matar os Americanos em quase todos os cantos do mundo… É insustentável dizer que todas as religiões são iguais ou que todas as religiões têm tendências ideológicas igualmente ameaçadoras em todos os pontos na história.”

Seja como for; o fato de que a maioria da Câmara dos Deputados rejeitou uma emenda realista e de bom senso, é um lembrete de que continuar ignorando a ideologia jihadista enxergando apenas o terrorismo genérico continua transcendendo as atividades do Obama e permeando uma parcela significativa da sociedade Americana — incluindo, sem dúvida, a comunidade de Inteligência.

O retorno de uma terminologia relevante para a questão do terrorismo Islâmico é certamente um passo na direção certa; sobre isso não há dúvida. No entanto, assim como Obama foi um homem que não criou, mas defendeu a abordagem politicamente correta do Islam, o futuro dirá se o esforço solitário do Presidente irá superar décadas de doutrinação.


Tadução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

TRUMP, JERUSALÉM: UM DURO GOLPE NO TERROR

Fonte/Source: PRESIDENT TRUMP’S JERUSALEM MOVE DEALS A BLOW TO TERROR


TRUMP, JERUSALÉM: UM DURO GOLPE NO TERROR

Não Permitiremos Que Terroristas Islâmicos Decidam Onde Colocamos Nossas Embaixadas

Por Daniel Greenfield

8 de dezembro de 2017 

Daniel Greenfield é um jornalista investigativo, autor com foco na esquerda radical e terrorismo Islâmico, e Shillman Journalism Fellow do David Horowitz Freedom Center.


Hamas anunciou que o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel pelo Presidente Trump abriu os “portões do inferno”. Esse parente da Irmandade Muçulmana declarou que a América é um “estado inimigo”.

O chefe da Liga Árabe advertiu que a transferência para Jerusalém “alimentará o extremismo e resultará em violência”. O Ministro dos Negócios Estrangeiros da Jordânia afirmou que poderia “desencadear raiva” e “alimentar a tensão”.

Líderes Muçulmanos “moderados” sobressaem ameaçando violência em nome dos “extremistas”.

A Organização de Cooperação Islâmica (OCI) alertou que o reconhecimento de Jerusalém desencadeará uma cúpula Islâmica e será considerado um “ataque flagrante às nações Árabes e Islâmicas”.

A última vez que a OCI ficou assim tão insana, alguém desenhou Mohammed [sic]. E não foi apedrejado até a morte por isso.

Segundo o embaixador Saudita, isso “aumentará as tensões”. O vice Primeiro Ministro da Turquia Islamista chamou isso de “uma grande catástrofe”. E o líder do maior país Muçulmano na Europa, o Francês Emmanuel Macron “expressou preocupação” de que os Estados Unidos “reconhecerão unilateralmente Jerusalém”.

Líderes e aduladores da OLP, entretanto, deixaram bem claro que agora o falecido processo de paz está verdadeiramente morto.

O chefe da Autoridade Palestina advertiu que reconhecer Jerusalém “destruirá o processo de paz”. O enviado da OLP em (Washington)D.C. ameaçou que isso pode ser o “último golpe letal” e o “beijo da morte na solução dos dois estados”. Um alto assessor da PA afirmou que “acabará com qualquer chance de um processo de paz”.

No dia seguinte, o processo de paz continua vivo e tão morto como sempre foi.

Uma vez que a chance de um processo de paz é quase igual a ser atingido por relâmpagos ao fazer um Royal Flush, essa “chance” não equivale a nada. O processo de paz já estava mais morto que o Drácula há muito tempo. E mesmo um terrorista da OLP deve saber que não pode ameaçar de morte um refém morto.

O único beijo da morte aqui veio do Arafat.

Embora a paz não estivesse morta. Ela nunca esteve viva. Porque uma paz permanente Islâmica é impossível.

“O mundo pagará o preço”, advertiu Mahmoud Habash, Autoridade Palestina e juiz Supremo da Sharia.

Habash não é apenas o “chefão” da lei Islâmica, é também conselheiro Islâmico do líder da Autoridade Palestina. E Abbas, o líder da organização terrorista, estava lá quando Habash fez suas declarações.

Anteriormente, Habash declarou que o Kotel, o Muro Ocidental (ou Muro das Lamentações), remanescente do Templo, “jamais pertencerá aos não-Muçulmanos”. Não pode estar sob a soberania dos não-Muçulmanos”.

Enquanto as advertências oficiais da Autoridade Palestina, a Liga Árabe e várias outras organizações Islâmicas alegam que reconhecer Jerusalém ameaça o processo de paz inexistente, Habash já tinha deixado bem claro que a questão não era a terra, e sim a Jihad.

“A luta por esta terra não é apenas uma luta sobre um pedaço de terra aqui ou ali. De maneira nenhuma. A luta tem simbolismo da santidade, ou bênção. É uma luta entre aqueles que Alá escolheu para o Ribat e aqueles que estão tentando mutilar a terra do Ribat”, declarou Habash.

Nota: [Ribat, trad., Arrábica: significa uma pequena fortaleza construída ao longo de uma fronteira durante os primeiros anos da conquista Muçulmana do norte da África para abrigar voluntários militares, chamado murabitun].

O percepção sobre o Ribat é que os Jihadistas podem ainda não estar prontos para uma vitória definitiva, mas precisam se manter vigilantes para o objetivo final, que o Hadith define como desempenhar o Ribat “contra o meu e o seu inimigo até que ele abandone a sua religião pela nossa religião.”

É isso que está em jogo aqui.

Não se trata de um “pedaço de terra aqui ou ali”, como esclarece o principal juiz da Sharia para a Autoridade Palestina (PA): é uma guerra religiosa. E Israel não é apenas uma guerra religiosa entre Muçulmanos e Judeus, mas um deslocamento de fronteira numa guerra maior entre o Islã e o resto do mundo. É outro território a ser conquistado no caminho para a Europa. E a Europa é outro território a ser conquistado no caminho para a América.

Não pode haver paz numa guerra religiosa. Nem há nada a ser negociado.

“Não é possível comprometer ou negociar Jerusalém”, disse Habash. “Na política, pode haver compromissos aqui e ali… Na política, pode haver negociação. No entanto, em questões religiosas, fé, valores, ética e história, não pode haver compromissos”.

Existe uma linha extremamente fina na teocracia Islâmica entre política e religião. Mas o que Habash está realmente dizendo é que pode haver espaço para negociar quantas vezes por semana o caminhão de lixo vem para pegar o lixo, mas não quem lhe dá as ordens. O supremacismo Islâmico não é negociável.

O juiz Supremo da Sharia advertiu Trump que transferir a embaixada é “uma declaração de guerra contra todos os Muçulmanos”. Por que todos os Muçulmanos? Porque os “Palestinos” são um mito. As conquistas Islâmicas são coletivas.

E não é como se algum líder Muçulmano tivesse discordado.

Por que para eles Jerusalém é um negócio? Não é uma questão de empatia para os “Palestinos”. O Kuwait fez uma limpeza étnica grande no números deles. Eles não são tão bem tratados em outros países Árabes Muçulmanos.

Não é sobre eles. Os colonos Muçulmanos em Israel estão apenas lá como o “Ribat”. Eles são a guarda fronteiriça da conquista Islâmica. Muito parecido com as patrulhas da Sharia nas No Go Zones da Europa ou os Jihadistas na Caxemira, os Rohingya em Myanmar e todas as outras variantes Islâmicas Volksdeutsche de ocupantes colonizadores.

Sunitas podem lutar contra Xiitas. Países Muçulmanos, tribos e clãs podem guerrear uns contra os outros. Mas a terra em que estão guerreando pertence a todos coletivamente.

Nunca poderá pertencer aos não-Muçulmanos. Essa é a essência do Islã, onde conquista é religião.

Isso é verdade para Jerusalém. E para mundo inteiro.

Isso é o que realmente está em jogo na guerra contra Jerusalém. Quando os países se recusam a transferir suas embaixadas para Jerusalém, estão se submetendo à lei da Sharia e ao supremacismo Islâmico. O questão em jogo é a mesma do desendho de Mohammed/Maomé. Não se trata de um “pedaço de terra”. Trata-se de supremacia Islâmica.

A recusa à transferência da embaixada não impede a violência. O terrorismo Islâmico continua reivindicando vidas em Jerusalém. E a violência Islâmica tem sido uma constante antes de Israel libertar Jerusalém ou antes mesmo de existir uma Israel livre. A Liga Árabe, os Jordanianos, os Sauditas e o resto da gangue não estão prometendo o fim da violência. Em vez disso, alertam que, se não obedecermos, a situação irá piorar.

Isso não é diplomacia. É uma crise de reféns.

O Presidente Trump tomou a decisão correta ao se recusar a deixar nossa política externa como refém. Não ganhamos cedendo às ameaças terroristas. 

Ganhamos resistindo a elas. Ou então teremos que viver nossas vidas como reféns do terror Islâmico.

Jerusalém é uma metáfora. Todo país livre tem sua própria Jerusalém. Na América, é a Primeira Emenda. Nossa Jerusalém não é apenas um pedaço de terra, é um valor. E a Jihad Islâmica procura nos intimidar para nos fazer desistir até, como afirma o Hadith, abandonarmos nossa religião pelo Islã.

Transferir a embaixada para Jerusalém fará muito mais pela América do que por Israel.

Os Israelenses já sabem onde está a sua capital. Precisamos lembrar onde deixamos nossa liberdade. Os terroristas Islâmicos ganham quando nos aterrorizam, impondo mais medo, para não fazermos o que é certo.

O Presidente Trump enviou uma mensagem aos terroristas de que a América não será aterrorizada.

As administrações anteriores permitiram que os terroristas decidissem onde colocamos nossa embaixada. Mas Trump deixou claro que não vamos deixar os terroristas Islâmicos decidirem onde colocamos nossas embaixadas, que caricaturas desenharemos ou como vivemos nossas vidas.

Esse é o significado da verdadeira liberdade.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

FÚRIA ÁRABE SOBRE JERUSALÉM É TEATRO ISLÂMICO

Fonte/Source: Robert Spencer at Breitbart: Arabs’ Rage Over Jerusalem is Islamic Theater


FÚRIA ÁRABE SOBRE JERUSALÉM É TEATRO ISLÂMICO

 POR ROBERT SPENCER

8 Dezembro de 2017

Exibicionismo jihadista apoiado em propaganda fictícia. Publicado também na BreitBart.

RANCOIS XAVIER MARIT/AFP/Getty Images

O Presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, insiste que Jerusalém é a “capital eterna do estado da Palestina” depois que o Presidente Donald Trump reconheceu a cidade como a Capital de Israel.

Nunca existiu um estado Palestino, mas Abbas insiste nesta afirmação, que Jerusalém é a terceira cidade sagrada do Islã, depois de Meca e Medina.

Além disso, Jerusalém e o Monte do Templo são menos importantes para o Islã do que o ódio antissemita dos Muçulmanos à Israel.

A famosa Viagem noturna de Muhammad (Isra e Miraj) é a base da reivindicação Islâmica de Jerusalém como cidade sagrada Islâmica. No entanto, essa viagem nunca é mencionada no Alcorão, e também não é Jerusalém. O primeiro verso da Sura 17 diz que Alá decolou Muhammad da “Mesquita Sagrada” em Meca “para a Mesquita [al-aqsa] mais distante.” Não havia mesquita em Jerusalém nesse tempo (caso a cronologia tradicional sobre o Alcorão tenha alguma credibilidade), então a mesquita “mais distante” provavelmente não era realmente a que agora chamamos de Jerusalém. A tradição Islâmica, no entanto, está convicta de que essa mesquita está em Jerusalém.

De acordo com a tradição Islâmica, a descrição da visão de Muhammad inicia quando o anjo “Gabriel veio e me  agitou com o pé”. Logo “um animal branco que era menor do que uma mula e maior do que um burro foi trazido para mim.” Este era o Buraq, que Muhammad descreveu mais à frente como “metade mula, metade burro, com asas em ambos os lados, com as quais impulsionaram seus pés”.

Buraq levou Muhammad ao Monte do Templo, e de lá Muhammad foi levado para o próprio céu, onde encontrou os outros profetas e recebeu do próprio Alá a ordem de que os Muçulmanos deveriam rezar cinco vezes ao dia. Mais tarde, Muhammad pareceu ter recuado da afirmação de que essa era uma jornada corporal. Sua esposa, Aisha, explicou: “O corpo do apóstolo permaneceu onde estava, mas Alá removeu seu espírito durante a noite”.

Essa lenda fantástica, que foi divulgada pela primeira vez no final do século VIII, mais de 150 anos após a data tradicional da morte de Muhammad, é toda a base para a reivindicação Islâmica de Jerusalém. Nunca foi uma cidade importante para o Islã até que um homem decidiu fazê-la como resposta ao Sionismo.

Esse homem era o Mufti de Jerusalém, Hajj Amin al-Husseini, que morou em Berlim durante a Segunda Guerra Mundial e recrutou Muçulmanos para servir como soldados aos Nazistas. O Mufti também fez transmissões em Árabe para países Muçulmanos, citando as passagens antissemitas do Alcorão, justificando a perseguição Nazista aos Judeus.

Após a guerra, o Mufti arrecadou dinheiro em todo o mundo Islâmico para financiar a remodelação da Cúpula da Rocha que domina o horizonte de Jerusalém, plaqueando a cúpula com ouro, e trabalhou assiduamente obrigando os Muçulmanos a exagerar a importância de Jerusalém para o Islã, promovendo um movimento antissionista.

O seu sucesso pode ser visto pela indignação que o anúncio de Trump causou. Porém, como tantas outras indignações Palestinas, elas não se baseiam em fatos, mas em propaganda. Os Palestinos afirmam etnicidade e nacionalidade sem base histórica, ambas foram tramadas por Yasir Arafat e a KGB como arma contra Israel, para ter uma “capital” tão ficcional como eles.

Mas a fúria que exibem como resposta ao anúncio do Trump, infelizmente, é real.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

“Trump reconhece Jerusalém como a capital de Israel”

Fonte/Source: Trump recognizes Jerusalem as Israel’s capital, starts embassy move


Trump reconhece Jerusalém como a capital de Israel, e inicia a transferência da embaixada

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O Presidente dos EUA desafia os avisos de líderes Árabes e mundiais, diz que o movimento não afeta o processo de paz e endossa uma solução de dois estados se ambas as partes concordarem.


WASHINGTON – Desafiando sérias advertências mundiais, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta quarta-feira rompeu com décadas de EUA e política internacional ao reconhecer Jerusalém como a capital de Israel.

Apesar dos apelos urgentes dos líderes Árabes e Europeus e do risco de protestos e violência antiamericana, Trump declarou que estava encerrando uma abordagem que há décadas não conseguiu avançar nas perspectivas de paz. Ele também, pela primeira vez, aprovou o conceito de “solução de dois estados” para Israel e os Palestinos, desde que ambos os lados concordem com isso.

“Eu determinei que é hora de reconhecer oficialmente Jerusalém como a capital de Israel”, disse em discurso na Casa Branca, chamando-o de “atrasado” e no melhor interesse dos Estados Unidos. Ele disse o reconhecimento confirmou o “óbvio” de que Jerusalém é a sede do governo de Israel, apesar do status disputado que é um dos elementos-chave do conflito Israelense-Palestino.

“Isso é nada mais, nada menos que o reconhecimento da realidade”, disse ele.

Trump também ordenou que o Departamento de Estado comece o processo de transferência da embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém, conforme exigido pela lei dos EUA. Funcionários disseram, no entanto, que o movimento levará anos para ser completado.

Trump afirmou que sua decisão não comprometeria as fronteiras geográficas e políticas da cidade, que ainda serão determinadas por Israel e Palestinos.

O Primeiro-Miinistro Benjamin Netanyahu elogiou Trump, dizendo que Israel estava “profundamente grato”.

“Este é um dia histórico”, disse Netanyahu em uma mensagem de vídeo. “Estamos profundamente gratos pelo presidente por sua decisão corajosa e justa de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e preparando-se para a abertura da embaixada dos EUA aqui”.

Netanyahu disse que o movimento reflete o “compromisso de Trump com uma verdade antiga, mas duradoura, cumprir suas promessas e promover a paz”.

O principal negociador Palestino, Saeb Erekat, disse que a decisão de Trump de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel “desqualificou os Estados Unidos da América a desempenhar qualquer papel em qualquer processo de paz”.

Turquia liderou a oposição Muçulmana com o Ministro das Relações Exteriores, Mevlut Cavusoglu, dizendo que isso é contra o direito internacional.

“Condenamos a declaração irresponsável da administração dos EUA confirmando que reconhece Jerusalém como a capital de Israel e que vai mudar a embaixada dos EUA em Israel para Jerusalém”, escreveu no twitter. “Esta decisão é contra o direito internacional e as resoluções relevantes da ONU”.

Mesmo os aliados mais próximos da América na Europa questionaram a sabedoria da radical saída de Trump da posição passada dos EUA, que era cuidadosamente neutra sobre a soberania da cidade.

“Esta é uma decisão lamentável que a França não aprova e vai contra o direito internacional e todas as resoluções do Conselho de Segurança da ONU”, disse o Presidente Francês, Emmanuel Macron.

O chefe da ONU, Antonio Guterres, falou contra o que ele chamou de “medidas unilaterais” que põem em perigo a perspectiva de paz entre Israelenses e Palestinos.

“Neste momento de grande ansiedade, quero deixar claro: não há alternativa para a solução de dois estados. Não há Plano B “, disse ele, sem mencionar o discurso de Trump.

O secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, disse que o trabalho de transferência da embaixada começará imediatamente.

“Nós consultamos muitos amigos, parceiros e aliados antes do Presidente tomar sua decisão. Acreditamos firmemente que há uma oportunidade para uma paz duradoura “, disse em comunicado.

No entanto, disse também que os EUA estavam se preparando para a agitação em resposta à decisão.

“A segurança dos Americanos é a maior prioridade do Departamento de Estado, e em conjunto com outras agências federais, implementamos planos de segurança robustos para proteger a segurança dos Aamericanos nas regiões afetadas”, disse Tillerson.

Diante do discurso de Trump, líderes Árabes e Muçulmanos falaram sobre o potencial de violência. Em Gaza, centenas de manifestantes Palestinos queimaram bandeiras Americanas e Israelenses. Eles também acenaram bandeiras e banners Palestinos proclamando Jerusalém como sua “capital eterna”, linguagem que os Israelenses usam de maneira semelhante para a sua nação.

Jerusalém inclui o terreno mais sagrado do Judaísmo. É também o lar do santuário mais antigo do Islã e dos principais locais Cristãos, e qualquer dano percebido às reivindicações Muçulmanas à cidade desencadeou protestos no passado, na Terra Santa e além.

O consulado Americano em Jerusalém ordenou que o pessoal dos EUA e suas famílias evitassem visitar a Cidade Velha de Jerusalém ou a Cisjordânia e exortou os cidadãos Americanos em geral a evitar lugares com maior presença policial ou militar.

O hospital de Jerusalém, Shaare Zedek, disse à equipe da sala de emergência que se preparasse para a possível violência que poderia sair após o discurso na noite de quarta-feira.

Os funcionários foram convidados a ficar “de plantão” nos próximos três dias em antecipação ao aumento das baixas em confrontos em e em torno de Jerusalém.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis


 

Rei Saudita: “Flagrante Provocação Aos Muçulmanos Em Todo O Mundo”

Fonte/Source: Saudi King: Moving embassy to Jerusalem “a flagrant provocation of Muslims, all over the world”


Por Robert Spencer

Rei Saudita: Transferir A Embaixada Para Jerusalém É “Uma Flagrante Provocação Aos Muçulmanos Em Todo O Mundo”

5 de Dezembro de 2017

E o chefe da “Palestina” Mahmoud Abbas “advertiu sobre as consequências perigosas que tal decisão teria no processo de paz e para a paz, segurança e estabilidade da região e do mundo”.

Eles estão alertando: “Não faça isso, ou os Muçulmanos matarão pessoas”. É apenas mais um tipo de intimidação violenta que nenhuma pessoa livre, incluindo o Trump, deve ceder, pois agindo assim só encorajará ainda mais esse tipo de coisa.

Tradução: Tião Cazeiro – Muhammad e os Sufis


Reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel por Trump é criticado até mesmo por aliados dos EUA, BBC, 6 de Dezembro de 2017

….

Aliada dos Estados Unidos, a Arábia Saudita classificou a decisão de Trump de uma “flagrante provocação aos muçulmanos de todo o mundo”.

O representante dos palestinos no Reino Unido, Manuel Hassassian, disse à BBC que a medida será o “beijo da morte” nas negociações de paz baseadas no reconhecimento de dois Estados (um israelense, que já existe, e um palestino, que ainda não foi criado, embora seja uma demanda histórica do mundo islâmico).

O Egito, outro aliado dos EUA, também se opôs à decisão. O presidente, Abdul Fattah al-Sisi, fez um apelo para que Trump “não complique a situação na região”.

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, infirmou que o país pode vir a cortar laços com Israel. O rei da Jordânia, Abdullah 2º, disse por sua vez que a decisão do presidente americano “prejudicará os esforços para a retomada do processo de paz”.

O líder do Hamas, Ismail Haniya, convocou a comunidade muçulmana a fazer protestos na sexta. Já a China alertou para uma escalada da tensão no Oriente Médio.

Leia o artigo completo da BBC clicando aqui.


 

57 Líderes Muçulmanos Enviam Carta ao Trump…

Fonte/Source: 57 Muslim leaders send letter to Trump warning him not to move U.S embassy to Jerusalem


Tradução do Twitter acima:

Desde o século X a.C., séculos antes de Muhammad conjurar seu grande esquema, Jerusalém era a cidade mais sagrada, foco e centro espiritual dos Judeus. Jerusalém nem sequer é mencionada no Alcorão


57 Líderes Muçulmanos Enviam Carta ao Trump Alertando Para Não Transferir A Embaixada Dos EUA Para Jerusalém

Por Pamela Geller

5 de Dezembro de 2017


Ódio Islâmico ao Judeu — é o dogma central do Islã.

A Organização para a Cooperação Islâmica (OCI), 56 países mais a Autoridade Palestiniana, estão muitíssimo por trás dessa jihad contra os Judeus.

A OCI é uma das maiores organizações intergovernamentais do mundo. Abrange 56 estados Muçulmanos mais a Autoridade Palestiniana.

Distribuído em quatro continentes, afirma falar em nome da ummah (a comunidade Muçulmana universal), que totaliza cerca de 1,3 bilhão. A missão da OCI é unir todos os Muçulmanos do planeta enraizando-os no Alcorão e Suna — o núcleo da civilização e dos valores Islâmicos tradicionais.

Visa fortalecer a solidariedade e a cooperação entre todos os seus membros, a fim de proteger os interesses dos Muçulmanos em todos os lugares e galvanizar a ummah num corpo unificado. A OIC é uma organização única — que não tem equivalente no mundo. Ela une a força religiosa, econômica, militar e política de 56 estados. — (Bat Ye’or)

ABBAS PEDE AOS LÍDERES MUNDIAIS PARA EVITAREM O PLANO TRUMP

Jerusalém Online, 5 de Dezembro de 2017 (Agradecimentos ao Mark):

O Presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, contatou o Papa e uma série de outros líderes mundiais, incluindo o Presidente Russo, Vladimir Putin, solicitando para que intervenham e impeçam os EUA de transferirem sua embaixada para Jerusalém. Enquanto isso, o Rei de Marrocos enviou uma carta ao Trump assinada por 57 países Árabes e Muçulmanos alertando sobre as consequências do movimento.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Katie Hopkins: Fica Furiosa e Contra-Ataca

Fonte/Source: Katie Hopkins: Get Furious and Fight Back


Katie Hopkins:
Fica Furiosa e Contra-Ataca

“Este é o nosso tempo. Não se torne como o Reino Unido”.

Nota do Editor: Seguem abaixo o vídeo e a transcrição dos comentários feitos pela Katie Hopkins no David Horowitz Freedom Center, na Semana da Restauração, 2017. Este evento foi realizado entre os dias 16 e 19 de Novembro no Breakers Hotel em Palm Beach, Florida.
Hopkins é uma colunista incendiária, provocadora e uma locutora que despreza o politicamente correto e prol da verdade sobre a migração Muçulmana, política e mais.

Nota do tradutor: ‘Londonistan’ significa um nome informal para Londres, considerada por alguns como uma base para Islamitas radicais; diferente de ‘Londoner’ que significa Londrino, um nativo ou habitante de Londres.

A transcrição original deste discurso dificultou a tradução e por vezes ficou difícil de organizar. Provavelmente pela alta voltagem emocional da Katie durante o discurso. A Katie tem um jeito especial de se expressar. De qualquer forma, leia com calma, é um texto muito informativo. Peço desculpas por eventuais erros de tradução e comentários a respeito serão bem-vindos.

Inseri um vídeo no final do artigo, — divulgado hoje no Twitter (em Inglês), — para mostrar o protesto que a extrema-esquerda fez  contra outro discurso da Katie Hopkins numa igreja em Londres. Grato pela atenção e espero que gostem.

Katie Hopkins: Olá. Muito obrigado por me receber. É um prazer estar aqui — não sei se — entre pessoas que estão preparadas para lutar pelo seu país, e eu realmente aprecio a oportunidade de estar aqui. Gostaria de esclarecer algumas coisas, antes de começar. Primeiro, eu não sou o Milo (Yiannopoulos), e nem menos ofensiva, eu sou a mãe do Milo, e também, para que fique registrado, algumas pessoas do lado democrático das coisas dizem que eu sou uma Ellen DeGeneres de merda. Eu também não sou ela. Na verdade, nem sou gay. Eu apenas uso cabelos curtos. São duas coisas diferentes. Eu sou uma mulher heterossexual, branca e conservadora, com um marido e três crianças com menos de 13 anos, e de onde venho, lá de Blighty, praticamente me torna uma espécie ameaçada de extinção. Estou na lista de extinções, na lista de animais que estão na iminência de serem extintos. Estou lá com o rinoceronte-negro, e ele tem uma vantagem porque é negro. A vida do negro é importante, pessoas.

(nota: para que não haja dúvida sobre a última frase, muito menos sobre a tradução, eis aqui o texto original: ‘Black lives matter, people.’ Referindo-se ao movimento ativista internacional Black Lives Matter.

Na verdade, a ameaça contra mim tornou-se recentemente um pouco mais real. Eu mesma fui atacada, suponho, como muitos de nós temos. Só na semana passada, uma encantadora senhora me chamou de Madihah ****(sic); se eu entendi errado, não pedirei desculpas, — ela e seu parceiro são Britânicos, é claro — **** (sic); eles estavam no tribunal e foram considerados culpados por conspiração, por cometerem atos de terrorismo contra cidadãos do Reino Unido, um dos quais era para me decapitar. Sim. Sim, senhoras e senhores, a Miss Extremista Islâmica 2017 estava namorando um jihadi, e para presente de casamento, queriam a minha cabeça num prato. Eu estava no topo da lista porque sou a maior cachorra da Grã-Bretanha. Sim, eu sou. Ela comprou uma faca de caça. Ela comprou um manequim de plástico para praticar suas habilidades nas punhaladas, e conversaram sobre o glorioso dia no WhatsUp, e num exemplo raro, a polícia Britânica realmente fez o trabalho pelo qual são pagos para realizar, em vez de ficar apaziguando a maior parte da máfia ou a polícia no meu Twitter, ela foi declarada culpada e detida. Tudo bem. Ela está presa e é melhor se acostumar com a prisão para o qual ela foi enviada.

Eu vivo lutando por mais um dia, e então aqui estou, e minha mensagem para você ressoa com o que os meus meninos estavam falando. Eu estava pensando que eles são um pouco parecidos, como os três macacos sábios, não são? Exceto que eles ouvem, eles veem, e eles dizem isso, então, agradeço a Deus por eles; mas minha mensagem é simples. Não permita que este grande país se torne o Reino Unido. Não permita que os Estados Unidos desmoronem como a Europa. Olhe para nós, permita que sejamos um alerta; seja melhor do que nós. Eu assisti meu país desmoronar e eu quero avisar aos outros antes que eles deixem seu país fazer o mesmo, e acredite em mim, eu amo o meu país. Não sou rápida para discutir sobre isso. Fui patrocinada durante a universidade pelo Corpo de Inteligência. Eu passei pela Real Academia Militar de Sandhurst para servir meu país como uma oficial do exército. Nós éramos como uma tropa de 32 meninas; saímos como 8 homens mais ou menos. Isso! Ainda está lá, mas não funciona muito bem, e eu queria ser a primeira mulher general, mas minha epilepsia acabou impedindo. É por isso que também uso cabelos curtos, mas isso me levou à mídia, e minha luta continua, e essa luta é real.

O Reino Unido hoje é um lugar que poucos de nós reconhecemos. Recebo cartas e e-mails — realmente perturbadores — de pessoas com 60 até 70 anos de idade que lutam para entender o país que amam. Como minha mãe e meu pai; eles me perguntam: “O mundo ficou louco? Como isso tudo vai acabar? Onde isso parar?” Alguns deles me enviam e-mails para dizer que estão felizes por estarem velhos, porque partirão em breve, e não terão que esperar pelo dia que seu país irá desmoronar de vez. Essas são mensagens difíceis de ler, e são mensagens muito difíceis para responder, e acredite em mim, eu estou cautelosa para não pintar uma imagem depressiva. Eu não vim aqui para fazer parte do medo. Eu não vim aqui para falar mal do meu país ou para evitar de mostrar o melhor da Grã-Bretanha, mas existem algumas verdades nuas e cruas, e creio que é o meu dever contar. É mais provável que você seja estuprado em Londres do que em Nova Iorque. É mais provável que seja atacado com ácido na cara por um motociclista no leste de Londres do que em Islamabad, e quando se trata de terror, o chefe do MI5 UK (Serviço de Segurança Britânico) disse que agora o risco está impossível de conter ou controlar. [Meu Deus!]

Sete policiais em áreas controladas por Muçulmanos no Reino Unido me enviaram e-mails e alegaram que o ímã local da mesquita é responsável pela seleção de policiais que ele permitirá policiar em seu bairro.
Além do programa implacável de apaziguamento por parte do establishment, eles continuamente parecem colocar a vida do jihadista e da máfia Muçulmana à frente da vida de nossas próprias filhas; no último concurso de recrutamento para ingressar na polícia, machos Britânicos brancos foram excluídos do treinamento de preparação para o dia do recrutamento. Se você for branco e masculino, será impedido de comparecer. Se você for gay ou étnico ou negro ou qualquer outra minoria, então você poderá se candidatar, e eu não tenho nada contra essas pessoas, mas no Reino Unido, a discriminação contra os brancos é institucionalizada e sistêmica. Solicitei um lugar para o meu marido apenas para ver se ele seria chamado. Ele é um homem e é branco, e eles disseram não; entretanto, sem um crachá de minoria para apresentar ou um crachá de raça, você fica sem motivo para solicitar uma reparação neste país.

O Reino Unido agora é formado por dois territórios distintos. Existe o Londonistan e o resto do Reino Unido, Londres e o resto do Reino Unido. Se você pegar a Grã-Bretanha e colocá-la de lado, fica muito parecida com um bebê Americano. Londres é Clinton. Londres é a Califórnia, as partes ruins e todas as partes boas que vejo estão aqui hoje. Londres é a Nova Iorque de Bill de Blasio, e ele é um completo babaca, se é que alguma vez conheci um. Ele pode ser alto, mas ele é o homem mais baixo que eu conheço. E então, há um lugar melhor; Há um lugar chamado o resto do Reino Unido. Há um lugar onde os Britânicos que trabalham duro querem ter um bom dia de trabalho para pagar um dia justo. Eles querem cuidar de suas famílias. Eles querem amar o seu país. Eles vão lutar pelo seu país. Eles apoiam o Trump. Eles votaram no Brexit. Ocasionalmente, queremos ter um churrasco com nossas famílias, mas não podemos porque nunca para de chover. É um bom lugar e é o lugar de onde venho. É o lugar onde vivo com o meu adorável marido, é o lugar onde vivo com meus filhos, e é o lugar onde moro. Moro em um lugar chamado o resto do Reino Unido, e aqui as pessoas ficaram cansadas de falar porque simplesmente não vale a pena o aborrecimento.

Existe uma massa silenciando os pensamentos dos que apoiam o Brexit, nos consideram como deploráveis, racistas ou estúpidos ou errados. Estamos presos, intimidados para calar, mas eles ainda estão lá, e há um estridente rumor de descontentamento no estado de Londonistan, e essa guerra silenciosa das gangues está ficando cada vez mais barulhenta. Nossa vitória com o Brexit foi exatamente como a vitória do Trump, na ocasião fui entrevistada na CNN e disse, com uma semana de antecedência, que ele iria ganhar, e isso foi muito bom; quando estamos juntos, nossas vozes são baixos rumores que se tornam um trovão onipotente e nossas vozes são ouvidas. Os rumores silenciosos se transformam em rugido, e não estamos sozinhos. Em toda a Polônia, Itália, Áustria, Alemanha, as vozes dos descontentes estão subindo para rejeitar a agenda globalista das pessoas que estão gerenciando o declínio da Europa e nos deixando cair.

Sebastian Kurz, (Líder do Partido PopularAustríaco), e ele ainda tem uma aparência melhor que a do Canadense Justin Trudeau, segura essa, seu bunda-mole de merda (se referindo a Justin Trudeau). A AFD (Alternativa para a Alemanha), a enorme passeata de patriotas na Polônia recentemente em apoio ao orgulho nacional; você pode sentir a determinação das pessoas com quem falo. Eu posso sentir as possibilidades. Há esperança. Nós não precisamos assistir o nosso país desmoronar e existem coisas que todos podemos realizar. Há três coisas que eu gostaria rapidamente de mencionar, se me permite.

Em primeiro lugar, muito importante, repetindo o que os rapazes estavam falando, devemos rejeitar a narrativa, resistir à narrativa. Só porque alguém disse isso e está de uniforme ou tem um crachá não significa que isso seja verdade. Quando estamos assustados, uma narrativa forte pode ser reconfortante, como quando somos pequenos e coisas ruins acontecem e você corre e conta ao seu professor, é a mesma coisa depois do terror. Buscamos alguém de uniforme para nos dizer o que fazer. Esses dias no Reino Unido, disseram para correr, se esconder, e divulgar. Meu avô lutou na guerra. Essas não foram ordens que ele pudesse reconhecer, e nas nossas tranquilas e calmas ruas, quando a ameaça é neutralizada e outro terrorista é derrubado, a máquina da mídia entra em ação e é aterrorizante observar. “Estamos unidos; não seremos intimidados; os terroristas nunca vencerão” — repetidas constantemente pelo Prefeito Muçulmano, pelo Primeiro-Ministro, pelo Chefe da Polícia — o mantra da aceitação multicultural, o mesmo roteiro, a mesma coisa o tempo todo, a cada momento. “Estamos unidos; não seremos intimidados; estamos de pé, ombro a ombro”, e a mídia corre ao redor com suas câmeras mostrando pessoas bebendo chá, como se isso fosse resolver o problema.

A verdade dos fatos difere dessa fabricação. Não estamos unidos. Nossas filhas foram largadas esmagadas na calçada. Algumas foram desmembradas, algumas sob um caminhão, como as imagens que você viram das bicicletas dos Argentinos espalhadas pela ciclovia em Nova Iorque. Nós não estamos caminhando normalmente. Mães e pais estão enterrando suas filhas. Um menino que conheci escreveu — ele está aprendendo a usar suas pernas novamente, depois que elas foram quebradas no ataque a Manchester. Ele não tem mais uma vida normal. Outros parecem continuar normalmente, existe outra alternativa? O quê? Se escondendo em sua casa? Está derrotado? Não é normal construir paredes em pontes de anéis de aço ao redor dos mercados de Natal. Se isso significa medo de perder, eu odiaria ver o terror ganhar. [Ah, sim!] Chega de luzes de velas. Chega de hashtags. Chega de gestos em forma de coração no céu. Chega de ligar e desligar as luzes da Torre Eiffel. Sou epilética, luzes piscando não me fazem nenhum favor. Eu escrevi tudo isso, você sabe, na minha coluna online. Eu escrevo para o Dailymail.com e fui no programa do Tucker Carlson. Ele fez a sua melhor cara confusa, e eu sou como Tucker, para com isso. Tucker, você é meu amigo, você não precisa fazer cara confusa apenas porque estamos na televisão; e pelo crime naquela coluna, por aquela **** (sic) que eu disse, fui denunciada à Polícia Metropolitana Britânica por crimes de ódio e incitação à violência contra os Muçulmanos. Podemos rejeitar a narrativa.

Dois, podemos nos comprometer a nos armar, não apenas com a ajuda da NRA (National Rifle Association). Infelizmente, no Reino Unido, não temos o luxo da Segunda Emenda. Nossa polícia em nossas ruas está armada com a equivalência de um spray Clorox e um Band-Aid. Alguns até têm uma carta de sua mãe os desculpando pelos jogos. Mas podemos armar-nos com informações, informações que encontramos mais próximas da fonte — e não informações alimentadas através dos filtros liberais do Google ou nos California Fruit Loops do Facebook. Devemos procurar nossas próprias verdades. Passei 48 horas no campo de migrantes em Calais, na França — chamado de selva, e me parece bastante apropriado — onde migrantes Africanos se escondem como crianças e requerentes de asilo lutam contra gás lacrimogêneo e cercas de aço, para entrar nos caminhões que atravessam da França para Dover, para penetrar no Reino Unido. Meu fotógrafo foi linchado. Sua câmera foi roubada, sua carteira foi roubada. Ele foi muito espancado e depois foi para casa, porque estava muito machucado. Eu tive um braço deslocado. Eles vieram contra nós com barras de aço. Fomos colocados na parte de trás de uma van e removidos do acampamento por segurança

Voltei no dia seguinte. As pessoas envolvidas com os trabalhos de caridade pediram para eu me cobrir, os faça-o-bem, os democratas, esse tipo de gente. Eles me disseram para cobrir meus ombros porque era ofensivo aos Muçulmanos. Então eu retirei, e eles também não gostaram muito dos meus seios pequenos. Conheci uma senhora com um garotinho, eu estava tentando encontrar uma história mais calma, mulheres reais, problemas reais, e assim seu garotinho — era o primeiro filho que eu tinha visto no acampamento, e ela me convidou para o seu pequeno alojamento na caravana, quando eu percebi que o garotinho era, de fato, uma pequena menina, exceto que ela se vestia como um menino, de modo que, durante a noite, os homens migrantes não viessem e tentassem roubá-la, e eu aprendi uma grande lição com isso. Eu era ingênua. Os migrantes não estão em busca de uma nova vida e nem abandonam a sua vida antiga; eles a trazem consigo. Sim, todos os velhos conflitos da antiga casa. Os Eritreus odeiam os Somalis, que odeiam os Afegãos, que não falam com os Líbios e ainda estão em guerra. Eles estão chegando e não iniciarão uma nova vida, trazem consigo os conflitos, os mesmos conflitos de casa.

Passei 48 horas na cabine de um grande caminhão de transporte porque queria entender os perigos que as pessoas sofrem fazendo a travessia. Eu sempre disse que um dia alguém morreria fazendo essa travessia porque nossos caminhoneiros estão em risco. A vida dos caminhoneiros Britânicos está em risco e, de fato, um já morreu e eu abri meus olhos novamente. Todas essas paradas de caminhão são comandadas por mafias, movimentos de migrantes etiquetados, organizados, controlados, lucrativos. Funcionários do porto são pagos para fechar os olhos diante da travessia de migrantes. É muito mais sistemático do que imaginamos. Eu viajei para a Líbia, fui à costa sul da Itália para me juntar aos migrantes que atravessam pelo Mediterrâneo. Você descobrirá que há barcos voluntários, Save the Children (Salve as Crianças); só porque eles se chamam Save the Children não significa que estejam salvando. É praticamente um serviço de travessia, e para ser completamente honesta com você, para ser ainda mais transparente, eu preferiria que fosse um serviço normal de passageiros. Centenas de milhares de homens migrantes, plenamente conscientes de seus direitos, contratando hospedagem em hotéis locais, pagando 35 euros por dia, uma soma que os habitantes locais não ganham, e quando viajei e conversei com esses homens nesses hotéis, eles estavam bloqueando a estrada na aldeia local no sul da Itália, porque o seu Wi-Fi estava muito lento. O arroz que foi servido estava muito pastoso, e eles protestaram pelos seus direitos. Essas são as pessoas que estão chegando.

Eu encontrei com uma mulher no asfalto, na beira da calçada, no calor, e ela parecia doente. Ela disse que estava mal. Ela estava lá para atender os motoristas à medida que passavam. Ela foi traficada para essa vida, e essas pessoas do faça-o-bem, lembre-se disso, pensam que estão salvando vidas. Eles não estão salvando vidas, estão destruindo vidas enquanto fingem fazer o bem, e andei pelos subúrbios, em áreas no-go zones (área controlada por Muçulmanos/Sharia) da Suécia, porque o Trump disse que a Suécia já era, e a mídia o crucificou por isso. Zombaram dele implacavelmente. Posso confirmar, em primeira mão, a Suécia acabou. Uma mulher idosa me agarrou. Ela só tinha como linguagem o Árabe. Ela me agarrou por ambos os braços: “cabelo errado, rosto errado, rosto errado, lugar errado”, ela estava preocupada comigo. Ela é uma senhora gentil. Eu era a única mulher branca, a única mulher, a única branca em toda a área da Suécia em que eu estava, onde as pessoas já não iam, e ela estava preocupada com minha segurança. No-go zone, a Suécia caiu nãos mãos dos migrantes, e os Somalis ainda lutam contra os Eritreus, que ainda lutam contra os Afegãos, como fizeram no campo de Calais, e enquanto eu estava lá, duas granadas de mão foram encontradas apenas numa lixeira perto da delegacia de polícia, e uma semana depois, um Muçulmano pegou um caminhão e o jogou em cima dos pedestres de um shopping center comercial, como você deve lembrar. Uma das vítimas era uma garota de 11 anos. É curioso, sabe, como os corpos das nossas filhas mortas pelo terrorismo Islâmico nunca entram nas primeiras páginas da mídia.

Entrevistei uma garota que morava num subúrbio esquecido porque era tudo que ela podia pagar. Ela não pode sair à noite. Ela não saía de casa. Ela foi roubada, mas a polícia não pode vir porque seus carros foram saqueados e incendiados. Ela disse que já não tinha permissão para transportar spray de pimenta para se defender porque uma menina, que foi atacada por uma gangue de Muçulmanos, acidentalmente lançou o spray de pimenta no cara errado e foi processada pela GBH. Sentada num local escuro em sua casa, ela nem me permitiu tirar uma foto de seu rosto com a câmera por medo de represálias pelas feministas Suecas, que apoiam os homens migrantes a todo custo. No jogo de Top Trumps (um jogo grátis online), na edição da vítima, se você for um migrante, você ganha sempre.

As feministas Suecas — na verdade, as feministas como um todo — nunca foram tão decepcionantes. Eu não entendo como elas apoiam as mulheres, e eu conheci o chefe da estação de bombeiros mais forte da Suécia, o qual era excepcionalmente bonito — vou te dizer uma coisa —, mas antes de falar sobre isso, ele estava nesse momento colocando uma cerca maior em torno da estação para impedir que os migrantes vandalizassem o motor, os motores de incêndio, e para impedir que entrem e roubem o equipamento de ponta que eles gostam de roubar. Perguntei-lhe se paredes como esta representam o nosso futuro, e ele me olhou de um jeito realmente estranho. Ele ficou surpreendido. Ele disse que “não, é tarde demais para isso. Já não construímos paredes para manter as pessoas afastadas.” E foi mais longe ainda, “construímos paredes para manter as pessoas que amamos”, e isso — ainda me dá arrepios até hoje, de verdade — e essas são as minhas verdades. Elas vêm diretamente da boca de homens e mulheres que vivem essas coisas todos os dias, sem filtro, sem lente, sem censura, sem ranking do Google, sem New York Times. A minha próxima parada? Vou me juntar aos fazendeiros brancos da África do Sul que estão sistematicamente desaparecendo do país por conta dos negros de lá, e dessa forma, encontramos nossas próprias verdades.

Se pudermos resistir à narrativa, se pudermos, apenas falando com pessoas que conhecemos, médicos, enfermeiros, professores, pessoas na rua, pessoas que têm problemas, podemos encontrar nossas próprias verdades. Conheceremos a história das pessoas que terão o poder e, finalmente, o terceiro braço dessa coisa é que temos que ter coragem moral para lutar. De alguma forma, temos que encontrar forças para resistir aos ataques constantes que enfrentamos, e Trump é o mestre Jedi nesse jogo. Eu o amo. Sabemos o que é ser condenado ao ostracismo por amigos que não gostam de nossas opiniões. As pessoas podem ser indecentes. A mídia pode ser implacável, mas todos precisamos encontrar a coragem moral para se manter forte.

Eu tenho minhas próprias batalhas, é claro. Tenho a Sra. ****, que vê minha cabeça como um prêmio. Eu tenho o prefeito Muçulmano baixinho de Londonistan, que é tão útil como um bule de chocolate. Há uma versão mais rude dele, que envolve um pirulito em forma de pênis, mas isso não seria correto para esta ocasião. Eu tenho um prefeito Muçulmano que não suporto. Ele gastou 1,7 milhões de libras em força policial online contra o ódio para policiar a minha atividade no Twitter. Fui presa por conta do que escrevo. Fui entrevistada sob cautela pelo comando de grandes crimes e homicídio por conta de uma coluna num jornal, e fui encaminhada ao Crown Prosecution Service pelo meu comentário sobre a vida, porque uma denúncia foi feita pela Sociedade para Advogados Negros. Estou ansiosa para conhecer um dia a Sociedade para Advogados Brancos.

Minha família se retrata ao Serviço Social de forma bastante regular. As pessoas acreditam que irão tirar os meus filhos de mim e que com isso irão calar a minha boca. A última vez que o Serviço Social ligou e disse que tinha uma queixa, eu disse que os meus filhos estavam em casa e que meu marido acabou de fazer uma salada de camarão porque os camarões são considerados chiques na minha família e aí o cara disse ****(sic) isso não ajuda nem um pouco. Não, não ajuda, e é um processo vexatório, é claro, nunca fica longe da minha porta, mas não estou reclamando. Não tenho autopiedade. Eu me coloquei lá fora; Eu tenho que chupar isso. Se eu não gostar, eu posso chegar em casa, sentar no meu sofá, calar a boca e me tornar vegetariana, e isso não vai acontecer.

Mas a resistência é a chave, e quando atacamos, precisamos ser como uma flecha e sentir a crítica caindo ao redor de si. Você sabe que recebo muitos e-mails de jovens de 16, 17 anos de idade que sentem que já não têm voz na escola. Eles não podem dizer se são partidários do Brexit ou se são um dos membros do Gays apoiando o Trump. Eles não podem falar, e eu digo para eles fazerem como se estivessem mergulhando numa piscina. Sinta a água passando por você. Imagine que é a crítica que passa ao seu redor e continue avançando. Podemos continuar avançando. Os liberais que rejeitam o Brexit ou tentam desacreditar o Trump, iluminaram a nossa determinação de ter sucesso. Eles são Frankensteins e nós somos o seu monstro, e nós somos grandes e nós somos maus e estamos chegando neles. Eles têm razão de ter medo.

Nós podemos fazer isso. Sim, nós podemos. Se eu fosse negra, isso funcionaria muito melhor. Podemos nos comprometer a recusar a narrativa. Podemos nos comprometer a nos armar com nossas verdades, sem o filtro liberal, e podemos nos comprometer de ter coragem moral sob ataque para continuar avançando. Essa é a nossa hora. Não se torne como o Reino Unido. Fique furioso e lute, contra-ataque. Muito obrigado.


Protesto realizado pela extrema-esquerda contra outro discurso da Katie Hopkins numa igreja em Londres.

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

NYC: MUÇULMANOS REZAM NAS RUAS E FECHAM SUPERMERCADOS EM PROTESTO CONTRA A PROIBIÇÃO DE VIAJAR DO TRUMP

Fonte/Source: NYC: Muslims pray in the streets and close grocery stores to protest Trump’s travel ban – The Geller Report

NYC: MUÇULMANOS REZAM NAS RUAS E FECHAM SUPERMERCADOS EM PROTESTO CONTRA PROIBIÇÃO DE VIAJAR DO TRUMP

Por Pamela Geller

3 de Fevereiro de 2017

Alguns dos manifestantes estavam gritando “Allahu akbar”. Eles querem fazer de Nova York uma Sana’a? Qual é o propósito dessas manifestações, se não intimidar as pessoas a pensarem que é errado resistir à imigração Muçulmana maciça e irrestrita e ao próprio terror da jihad?

Se os Muçulmanos nos Estados Unidos são tão bem assimilados, por que todo esse ressentimento partidário, reclamações, processos judiciais e demandas por acomodação, etc.? Sem mencionar o ódio Islâmico aos Judeus e o apoio por uma guerra contra Israel.

A única diferença entre a América e a Europa é o número de Muçulmanos. Quanto maior a população Muçulmana, mais restritiva, hostil e violenta será — mais informações sobre a imigração Muçulmana aqui.

Centenas rezam nas ruas e fecham supermercados em protesto contra a proibição de viajar de Trump”, por Will Kirby, Express, 3 de fevereiro de 2017:

Mais de mil proprietários de lojas Americanas Iemenitas fecharam seus negócios hoje e viajaram para Brookyn Borough Hall para rezar, protestar e dar apoio aos afetados pela controversa proibição de viagem do presidente Trump.

O qual está sendo descrito como a ‘Greve de Bodega‘, milhares de imigrantes Iemenitas estão se manifestando contra a proibição de entrada em grande escala nos EUA por Trump.

A palavra Espanhola “Bodega” é literalmente traduzida como “loja de vinhos” e é uma gíria usada em Nova York para lojas de conveniência, e os organizadores da greve afirmam que há cerca de 6.000 Bodegas de propriedade Iemenita em toda a cidade.

Os fechamentos começaram ao meio-dia (5.00pm GMT) e continuarão por oito horas.

Uma página no Facebook criada para a greve afirma: “O fechamento das mercearias e bodegas será um show público para mostrar o papel vital que esses merceeiros e suas famílias desempenham no tecido econômico e social de Nova York.

“Durante este período, os proprietários de supermercados irão passar um tempo com suas famílias e entes queridos para apoiarem uns aos outros; Muitas dessas famílias foram diretamente afetadas pela proibição “.

O Presidente Trump assinou uma ordem executiva proibindo a imigração para os EUA de sete países “Muçulmanos”. Isso levou a protestos em toda a América e, agora no Reino Unido.

Debbie Almontaser, organizadora de greve e membro do Conselho da Rede de Comunidade Muçulmana, disse: “Originalmente, nós consideramos começar o fechamento às 8 da manhã, mas os merceeiros deixaram claro que não estariam dispostos a fecharem se isso significasse que seus clientes regulares ficariam sem o seu café da manhã.

“Mesmo quando suas vidas foram viradas de cabeça para baixo, se recusaram a interromper as vidas das mesmas pessoas que servem diariamente.”

Sulaiman Alaodyi, de 24 anos, que trabalha no caixa da Best and Tasty Deli, no bairro do Bronx, disse que esta foi a primeira vez que a loja fechou suas portas desde que foi inaugurada há nove meses.

“Queremos enviar uma mensagem de que estamos aqui.

“Nós vamos sair e apoiar todos os nossos irmãos e irmãs que estão detidos em aeroportos e em outros países que não podem voltar.

“Isso não é justo.”…


Pamela Geller é Presidente da American Freedom Defense Initiative (AFDI), Editora da PamelaGeller.com e Autora do livro: The Post-American Presidency: A Guerra de Obama na América e Parar a Islamização da América: Um Guia Prático para a Resistência.


OBAMA LIBEROU US$ 221 MILHÕES AOS PALESTINOS NAS ÚLTIMAS HORAS

Fonte/Source: Report: Obama Gave $221 Million to Palestinians in Last Hours


OBAMA LIBEROU US$ 221 MILHÕES AOS PALESTINOS NAS ÚLTIMAS HORAS

on the West Front of the U.S. Capitol on January 20, 2017 in Washington, DC. In today's inauguration ceremony Donald J. Trump becomes the 45th president of the United States.
Na frente Ocidental do Capitólio dos EUA em 20 de Janeiro de 2017 em Washington, DC. Na cerimônia de inauguração de hoje, Donald J. Trump se torna o 45º presidente dos Estados Unidos.

Por JOEL B. POLLAK

23 de Janeiro de 2017

A Associated Press informou na Segunda-feira que o ex-Presidente Barack Obama liberou US$ 221 milhões em financiamento Americano para a Autoridade Palestina na manhã de Sexta-feira, 20 de Janeiro — poucas horas antes dele deixar o cargo.

Detalhes da AP:

Um funcionário do Departamento de Estado e vários assessores do Congresso dizem que a administração cessante informou formalmente ao Congresso que gastaria o dinheiro na Sexta-feira de manhã, pouco antes de Donald Trump se tornar presidente.

Mais de US$ 227 milhões em financiamento à assuntos externos foram liberados na época, incluindo US$ 4 milhões destinados a programas de mudança climática e US$ 1,25 milhões para organizações da ONU.

Pelo menos dois legisladores do Partido Republicano questionaram e suspenderam os fundos aos Palestinos. Questionamentos do Congresso são geralmente respeitados pelo poder Executivo, mas não são juridicamente vinculativos.

Esta não foi a primeira vez que Obama concedeu fundos à Autoridade Palestina, contrariando o Congresso. Em 2012, por exemplo, desbloqueou quase US$ 200 milhões que foram congelados em resposta às ações unilaterais dos Palestinos nas Nações Unidas, usando uma renúncia legal incluída na Lei de Responsabilidade Civil Palestina.

Os Republicanos têm exigido cada vez mais o bloqueio ou o cancelamento de fundos destinados à Autoridade Palestina, não só por causa de movimentos diplomáticos unilaterais em direção a um estado independente, mas também por evidências crescentes de que os fundos são usados ​​para incitar a violência e proporcionar recompensas financeiras aos terroristas.

A Autoridade Palestiniana prevê indenizações às famílias de prisioneiros terroristas encarcerados em prisões Israelitas, bem como àqueles que se mataram em ataques contra civis Israelitas. O total alocado pelo orçamento da Autoridade Palestina destinados à “Proteção das Famílias dos Mártires” era de cerca de 175 milhões de dólares em 2016 e um montante adicional de 140 milhões de dólares seria atribuído aos pagamentos a prisioneiros e ex-prisioneiros.

O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, também estava entre os primeiros líderes mundiais que o presidente Obama convocou depois de assumir o cargo em Janeiro de 2009.

Joel B. Pollak é Editor Sênior na Breitbart News. Foi nomeado como umas das “mais influentes” pessoas nos meios de comunicação em 2016. Seu novo livro, COMO TRUMP VENCEU: A HISTÓRIA REAL DE UMA REVOLUÇÃO,  já está disponível através da Regnery. Siga-o no Twitter no @joelpollak.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis