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PARIS: Zona de Recrutamento Para o Estado Islâmico (ISIS) 

Fonte/Source: Paris suburb becomes jihadi breeding ground and recruitment zone for the Islamic State


Por Tiao Cazeiro

Em Julho de 2015, Robert Spencer publicou o artigo “ESTADO ISLÂMICO (ISIS) PROMETE “ENCHER AS RUAS DE PARIS COM CADÁVERES” dizendo o seguinte:

“Eles amam a morte “como você ama a vida.” Eles são os inimigos da vida, da criação e da criatividade, do amor, da arte e da civilização. Tudo o que eles adoram é a morte, a dor e destruição. Eles são a quintessência da força do mal.”

Os violentíssimos ataques que sucederam em seguida na França  deixaram claro que o ISIS cumpre o que promete.

Agora, vemos em Trappes, uma comuna Francesa na região administrativa da Île-de-France, no departamento de Yvelines, a existência de “no-go zones” Islâmicas, utilizadas pelo ISIS para recrutamento e criação de ações jihadistas.

Claro, nada a ver com o “povo das necessidades especiais,” só um Islamofóbico, racista, fanático de extrema-direita poderia imaginar esse tipo de coisa.

Alcorão 8.12  
"E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: 
Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!"
Subúrbio De Paris Virou Terreno De Criação De Jihad E Zona De Recrutamento Para O Estado Islâmico 

POR CHRISTINE DOUGLASS-WILLIAMS

16 de Fevereiro de 2018

“Marcada como “no-go zone” pelas autoridades”, Trappes, um subúrbio de Paris, foi além e se tornou “um terreno de recrutamento para o Estado Islâmico (ISIS)…  terreno fértil para os jihadistas… imensamente imune às leis Francesas… onde a linha dura do Salafismo e do Wahhabismo são amplamente praticados.”

A integração é um empreendimento inútil para os supremacistas Islâmicos que vêem a França (e outras nações Ocidentais) como uma Casa da Guerra para ser subvertida em Casa do Islã. Isso tornou-se mais evidente quando o líder Francês, Emmanuel Macron, afirmou que “tentaria definir as relações entre o Islã e o Estado.” Suas palavras foram confrontadas com espantoso desrespeito e repreensão por parte do líder representante dos Muçulmanos na França, Ahmet Ogras, presidente do Conselho Francês da Fé Muçulmana. Com plena insolência supremacista Islâmica, ordenou ao líder Francês para “não se intrometer na organização do Islã.”

O Islamismo certamente “interferiu na organização da França”, aterrorizando sua população com ataques jihadistas e ameaças por mais.

Como um homem que rendeu continuamente aos Muçulmanos, Macron aceitou a repreensão humilhante de Ogras; declarou em Outubro de 2016 que “nenhuma religião é hoje um problema na França”. A fraqueza e o apaziguamento diante dos supremacistas Islâmicos apenas os encoraja, como Macron está descobrindo.

Agora, a situação no subúrbio de Trappes é sombria. As condições irão se deteriorar ainda mais e a ameaça jihadista se espalhará, a menos que as autoridades reprimam rapidamente, apesar das ameaças jihadistas e das repreensões da supremacia Islâmica.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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Raymond Ibrahim: o ódio por trás das lágrimas Muçulmanas indignadas

Fonte/Source: The Hate behind Muslim Tears and Outrage – Raymond Ibrahim


O ódio por trás das lágrimas Muçulmanas indignadas

 POR RAYMOND IBRAHIM

16 de Fevereiro de 2018

FrontPage Magazine

A sensação de supremacismo permeia tudo na vida do supremacista Muçulmano — mesmo aquelas coisas que os meios de comunicação Ocidentais retratam como louváveis, humanitárias ou compreensíveis.

Considere a violação e estrangulamento de Zainab Ansari, uma menina Muçulmana de oito anos, cujo corpo mutilado foi encontrado no lixo em Janeiro último no Paquistão. O trágico incidente provocou indignação em massa na nação Muçulmana. Celebridades famosas e dezenas de milhares de outros Paquistaneses “expressaram seu choque nas mídias sociais usando o hashtag ‘justiceforZainab‘”; multidões irritadas atacaram a polícia e os edifícios do governo, deixando pelo menos dois mortos e muitos feridos; clérigos Islâmicos alertaram as autoridades governamentais para apresentarem o assassino instantaneamente, demitirem-se — ou então. “Podemos pegar esse animal e puni-lo publicamente?” é a questão que “resumiu a exasperação de muitas pessoas por falta de progresso na busca do assassino.”

É desnecessário dizer que a indignação sentida pelos Paquistaneses quanto ao destino dessa menina desafortunada, e o desejo de ver a justiça concedida a seu estuprador assassino, é apreciável. O problema, no entanto, é que essa indignação se baseia inteiramente no fato de que ela era Muçulmana. Muitas jovens Cristãs foram e continuam sendo estupradas, mutiladas e assassinadas — entretanto os Paquistaneses respondem com um silêncio ensurdecedor.

Zainab Ansari

A seguir, uma breve lista (e longe de estar completa) dessas meninas Cristãs não lamentadas:

Nisha, 9, foi sequestrada por Muçulmanos, estuprada por uma gangue, assassinada por golpes repetidos em sua cabeça e depois jogada em um canal.

Lubna, 12 anos, foi sequestrada, estuprada por uma gangue e assassinada por um grupo de Muçulmanos.

Muqadas, 12, foi emboscada em um campo perto de sua casa; o post mortem revelou que ela tinha sido “violada em grupo e depois estrangulada por cinco homens.”

Shazia, de 12 anos, foi escravizada, estuprada e assassinada por Chaudhry Naeem, um rico advogado Muçulmano, que foi absolvido no tribunal.

“É vergonhoso”, explicou as fontes locais do Paquistão ao discutir a violação brutal de outra garota Cristã de 9 anos. “Tais incidentes ocorrem frequentemente. As meninas Cristãs são consideradas produtos para serem danificados no lazer. Abusar delas é um direito. De acordo com a mentalidade da comunidade [Muçulmana], isso nem sequer é um crime. Os Muçulmanos as consideram como espólios da guerra (ênfase adicionada).”

Nem os meninos Cristãos  tampouco são poupados. Enquanto estavam em um bairro Cristão no Paquistão, um grupo de homens Muçulmanos sequestrou um menino de 7 anos; revezaram-se durante o estupro, antes de estrangular o menino e jogaram o corpo em um campo — assim como Zainab. O corpo de outro menino Cristão, Samuel Yaqoob, de 11 anos, também foi encontrado perto de um esgoto… com marcas de torturas horrorosas, com a arma do crime perto. Seu nariz, lábios e barriga foram cortados, e sua família dificilmente pôde reconhecê-lo porque o corpo estava muito queimado. “A autópsia encontrou” 23 feridas por uma arma afiada “e indicações de “sodomia.”

Explicando tais incidentes, Wilson Chowdhry, presidente da Associação Cristã Paquistanesa Britânica, disse: “Partes da cultura Paquistanesa têm uma forte componente de pederastia homossexual, e os meninos minoritários Cristãos entre outros são especialmente suscetíveis a estupros e abusos por causa da impotência de sua comunidade e  o status desprezado deles” (ênfase adicionada).

E esse é o ponto. Como “infiéis”, os Cristãos no Paquistão são amplamente vistos como “intocáveis“, servindo apenas para recolher os “excrementos dos Muçulmanos“, portanto são regularmente tratados como animais. Excluindo as famílias das vítimas e as comunidades Cristãs vizinhas, praticamente ninguém — uma nação com 99% de maioria Muçulmana — se importa quando Cristãos e seus filhos são atacados selvagemente e assassinados, da mesma forma como a Muçulmana Zainab foi.

Nenhum dos assassinatos com estupro de crianças Cristãs mencionados acima gerou um escândalo nacional; nenhum deles foi seguido por tweets em massa e hashtags, celebridades ultrajadas, revoltas em massa, tumultos fatais ou ameaças aos funcionários e policiais. Nem ganharam sua própria página de Wikipédia, da maneira como fizeram com Zainab.

Não surpreende que enquanto o assassino de Zainab foi pego dias após o incidente, os assassinos dos filhos Cristãos acima mencionados nunca foram “encontrados.”

É devido precisamente a essa indiferença que estupradores e assassinos tendem a perseguir crianças Cristãs: se a sociedade não se importa, a polícia não incomodará, e assim eles escapam — quando não como heróis por prestarem um serviço ao Islã. Depois de explicar que “a conversão forçada ao Islamismo de mulheres de grupos minoritários religiosos através do estupro e sequestro atingiu um estágio alarmante” no Paquistão; a Comissão Asiática de Direitos Humanos elaborou este relatório de 2011:

A situação piora com a polícia que sempre acompanha os grupos Islâmicos e trata grupos minoritários como formas de vida humilde. O lado obscuro da conversão forçada ao Islã… envolve também os elementos criminosos envolvidos em estupro e sequestro que em seguida justificam seus crimes hediondos forçando as vítimas a se converterem ao Islã. Os fundamentalistas Muçulmanos oferecerem, com prazer, abrigo a esses criminosos e usam como desculpa a ideia de que estão prestando um ótimo serviço à causa sagrada para aumentar a população Muçulmana.

A polícia no Paquistão praticamente não só nada faz para combater essa “jihad”, como às vezes são os próprios culpados. Em um outro exemplo, um “menino Cristão foi sequestrado, estuprado, torturado e morto por um policial; seu corpo também foi despejado em um canal.”

Com frequência, no entanto, polícia e outras autoridades incluindo imams locais simplesmente se alinham com os assassinos sempre que as famílias das vítimas Cristãs fazem muito barulho exigindo “justiça” — isto é, quando os “dhimmis” ficam muito atrevidos, pois de acordo com a lei Islâmica os mesmos precisam “conhecer o seu lugar” e agradecer para que, como infiéis indesejáveis ​​e vulneráveis, sejam atribuídas qualquer medida de tolerância.

Por exemplo, outra menina Cristã de 12 anos, conhecida como “Anna” foi estuprada por uma gangue durante oito meses, forçada a se converter, e “casou-se” com o seu agressor Muçulmano, mas depois escapou. Em vez de ver a justiça sendo feita, ela e sua família Cristã foram relatadas pela última vez como “escondidas dos estupradores e da polícia.” Da mesma forma, depois que uma criança de 2 anos foi violentamente estuprada porque seu pai Cristão recusou a conversão ao Islã — deixando sua anatomia permanentemente desfigurada apesar de passar por cinco cirurgias — ela e sua família esconderam-se por terem feito um “grande estardalhaço” do incidente.

O viés Muçulmano sobre quem importa (colegas Muçulmanos) e quem não (todos os outros) é regularmente despercebido no Ocidente. Por exemplo, a obrigação Muçulmana de pagar o zakat (traduzido várias vezes como “caridade”) é sempre aclamada no Ocidente como um reflexo do lado “humanitário” do Islã — mesmo que a lei Islâmica dominante insista que tal “caridade” só vai ajudar os Muçulmanos, nunca o odiado infiel….

Mesmo quando Muçulmanos saem massacrando na América — como o bombardeiro do metrô de Nova York ou esfaqueador do Estado de Ohio, — a mídia corre para sugerir que tudo não passa de indignação com a situação dos Muçulmanos que sofrem (sempre os Rohinyas em Myanmar), levando esses homens ao limite em busca de “justiça” (não importando se suas vítimas Americanas tenham nada a ver com a política de Mianmar).

Uma explicação mais apropriada é que eles simplesmente odeiam infiéis, como se viu no fato de que a Somália, onde Abdul Raza, o esfaqueador do Estado de Ohio nasceu e cresceu, é considerada a segunda maior nação Muçulmana do mundo para ser Cristão (o que certamente é muito significativo, já que 40 das absolutas piores 50 nações são Muçulmanas). Embora os Cristãos possam ser essencialmente decapitados em público na Somália, tal “injustiça” contra seus próprios compatriotas nunca pareceu incomodar o suposto “coração sangrento” de Abdul.

O Islã é responsável por este viés: o Alcorão pede aos Muçulmanos que sejam “fortes contra os infiéis, misericordiosos entre eles [48:29]”; A doutrina Islâmica sustenta que os Muçulmanos são superiores aos não-Muçulmanos — que são comparados a cães e gado. Por isso, pouco se importam quando infiéis subumanos são estuprados e assassinados, ficam irritados ao ver as minorias infiéis agitando por igualdade com os Muçulmanos — e tornam-se completamente assassinos vendo infiéis realmente dominando os Muçulmanos.

Desse ponto, muitos poderão começar a entender a queixa Muçulmana máxima: Israel. Se as minorias Cristãs impotentes e oprimidas no mundo Muçulmano ainda são tratadas cruelmente, como os Muçulmanos devem se sentir sobre os Judeus — os descendentes de porcos e macacos, de acordo com o Alcorão — exercitando poder e autoridade sobre os demais Muçulmanos? Indignação absoluta.

É claro que, se as queixas contra Israel fossem realmente sobre justiça universal e Palestinos deslocados, os Muçulmanos ficariam ainda mais atormentados pelo fato de que milhões de Cristãos estão sendo deslocados em nome da jihad e geralmente tratados de tal maneira que faz com que ser Palestino pareça algo invejável.

Desnecessário dizer que eles não estão ressentidos — e não estarão tão cedo; porque os ressentimentos Muçulmanos se baseiam no que machuca os Muçulmanos, nunca no que machuca os infiéis — ao contrário.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

 

Raymond Ibrahim: TRUMP, JIHAD E DÉCADAS DE DOUTRINAÇÃO

Fonte/Source: Will the Return of “Jihad” to Intelligence Trump Decades of Indoctrination?


TRUMP, JIHAD E DÉCADAS DE DOUTRINAÇÃO

Por Raymond Ibrahim

20 de Dezembro de 2017

Raymond Ibrahim é um Shillman Fellow no David Horowitz Freedom Center.

FrontPage Magazine 

Será que o retorno da “Jihad” ao serviço de Inteligência do EUA irá superar décadas de doutrinação?

A nova estratégia de segurança nacional do Presidente Trump está pronta para retornar às discussões relevantes para a compreensão do terrorismo Islâmico — como a “jihad” — que foi expurgada do léxico das comunidades de Inteligência e Defesa, principalmente sob a administração Obama. De acordo com o novo documento de estratégia, “As principais ameaças transnacionais que os Americanos enfrentam são as dos terroristas jihadistas e organizações criminosas transnacionais”; o documento também promete “investigar as ameaças até a fonte, para que os terroristas jihadistas sejam impedidos antes de chegarem às nossas fronteiras”.

Isso é significativo em vários níveis — o primeiro, tão básico como “conhecer o inimigo”, foi recusado pelo ex-presidente Obama. Em 2011, foi relatado que “o governo Obama estava retirando todos os materiais de treinamento utilizados pelas comunidades de segurança pública e segurança nacional, a fim de eliminar todas as referências ao Islam que alguns grupos Muçulmanos alegavam serem ofensivas”. Um funcionário de Obama explicou a lógica: “Eu quero que isso fique perfeitamente claro: os materiais de treinamento que retratam o Islam como uma religião violenta ou com tendência à violência estão errados, são ofensivos e são contrários a tudo que este presidente, este procurador-geral e o Departamento de Justiça representa. Eles não serão tolerados.”

Nota-se, no entanto, que a paralisia politicamente correta induzida que Obama defendeu já estava bem entrincheirada antes dele. Falando em 2006 durante a administração de George W. Bush, William Gawthrop, um ex-funcionário do Pentágono, disse que “o grupo de Serviço sênior do Departamento de Defesa não incorporou em seu currículo um estudo sistemático sobre Muhammad como líder militar ou político. Como consequência, ainda não temos uma compreensão aprofundada da doutrina de guerra estabelecida por Muhammad, como isso pode ser aplicado hoje por um número crescente de grupos Islâmicos, ou como isso pode ser combatido.”

Da mesma forma, um memorando do governo de 2008 que também surgiu na era Bush advertiu contra “ofender”, “insultar” ou ser “conflituoso” para com os Muçulmanos: “Nunca use o termo “jihadista” ou “mujahideen” na conversa para descrever terroristas. Um mujahed, um guerreiro sagrado, é uma caracterização positiva no contexto de uma guerra justa. Em Árabe, jihad significa “esforçar-se no caminho de Deus” e é usada em muitos contextos além da guerra. Chamar os nossos inimigos jihadistas e seu movimento de jihad global involuntariamente legitima suas ações“.

É desnecessário dizer que tais instruções estavam e estão erradas em vários níveis. Jihad é a antítese da Guerra Justa; o primeiro por natureza é agressivo, o último defensivo. A afirmação de que a jihad significa literalmente “esforçar-se… e é usada em muitos contextos além das atividades de guerra” é tão falso como alegar que as palavras “namorado” e “namorada” literalmente indicam um amigo de um gênero ou outro e nada mais: uma vez que como “namorado/namorada” implica um tipo muito específico de amizade aos ouvidos Ocidentais, e da mesma forma a “jihad” implica um tipo de esforço muito específico aos ouvidos Muçulmanos — guerra armada contra o infiel para tornar o Islam supremo. Finalmente, a afirmação de que “chamar nossos inimigos de jihadistas… legitima suas ações” é absolutamente tolo: Muçulmanos raramente esperam pelos Americanos — “infiéis” — para conferir ou recusar a legitimidade Islâmica em qualquer coisa. Eles têm suas próprias escrituras Islâmicas, leis e clérigos para isso.

Despidos de todas as palavras ao lidarem com o Islam, como podem os analistas entenderem as motivações, as táticas, as estratégias, os objetivos e uma infinidade de outras considerações jihadistas? Longe de absorver os conselhos mais básicos sobre a guerra, — como o velho dictum de Sun Tzu, “Conheça o seu inimigo” — o governo dos EUA não conseguiu sequer reconhecer o inimigo.

E parece que nada mudou, pelo menos no Legislativo. Há cinco meses, com o placar de 208-217, a Câmara dos Deputados derrubou uma emenda que exigiria que o Departamento de Defesa realizasse “avaliações estratégicas sobre o uso da doutrina religiosa Islâmica violenta ou não-ortodoxa para investigar a comunicação extremista ou terrorista e sua justificativa”. A justificativa racional dada por aqueles que votaram contra é familiar: Jamie Raskin (D-MD) disse que” os assassinos terroristas usaram doutrinas e conceitos religiosos de todas as principais religiões da terra… Concentrar-se no (Islam) exacerba o problema ao fomentar o mito de que o fanatismo religioso e o terrorismo pertence unicamente aos charlatães e os predadores do Islam”. Pramila Jayapal (D-WA) denunciou a incapacidade da emenda de “aplicar sua fiscalização arbitrária igualmente”, e por “inclu[indo] avaliações de terrorismo supremacista Branco ou terrorismo cometido contra clínicas de aborto e médicos.”

Mas como Clifford Smith observa: “Enquanto provavelmente poucas pessoas do exército dos EUA irão se deparar com um ativista racista ou antiaborto irritado e armado durante a missão, os Islamistas radicais fazem disso o seu negócio para matar os Americanos em quase todos os cantos do mundo… É insustentável dizer que todas as religiões são iguais ou que todas as religiões têm tendências ideológicas igualmente ameaçadoras em todos os pontos na história.”

Seja como for; o fato de que a maioria da Câmara dos Deputados rejeitou uma emenda realista e de bom senso, é um lembrete de que continuar ignorando a ideologia jihadista enxergando apenas o terrorismo genérico continua transcendendo as atividades do Obama e permeando uma parcela significativa da sociedade Americana — incluindo, sem dúvida, a comunidade de Inteligência.

O retorno de uma terminologia relevante para a questão do terrorismo Islâmico é certamente um passo na direção certa; sobre isso não há dúvida. No entanto, assim como Obama foi um homem que não criou, mas defendeu a abordagem politicamente correta do Islam, o futuro dirá se o esforço solitário do Presidente irá superar décadas de doutrinação.


Tadução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

OS BASTIDORES DE OBAMA E HEZBOLLAH

Fonte/Source: The secret backstory of how Obama let Hezbollah off the hook

Ilustrações de Daniel Zender


Este artigo publicado hoje no POLITICO.com é um choque de ‘220 Volts’ de realidade. Você vai conhecer como funciona o terrorismo Islâmico no tráfico internacional de drogas para alavancar a causa Islâmica e a sua relação com líderes políticos. O Islã proíbe as drogas com pena de morte, mas só que o usuário é o infiel, o Kafir, e para destruí-lo tudo pode, tudo é permitido. — Tião Cazeiro


A História Secreta De Como Obama Deixou O Hezbollah Fora Do Alcance

Uma ambiciosa força-tarefa do Estados Unidos que atacava o empreendimento criminoso de bilhões de dólares do Hezbollah abandonou o projeto às pressas para atender os desejos da Casa Branca por um acordo nuclear com o Irã.

Por Josh Meyer

18 de Dezembro de 2017

PARTE I

UMA AMEAÇA GLOBAL EMERGE

Como o Hezbollah se voltou ao tráfico de cocaína e lavagem de dinheiro através de carros usados ​​para financiar sua expansão.

Determinados em garantir um acordo nuclear com o Irã, a administração Obama descarrilhou uma ambiciosa campanha de aplicação da lei visando o tráfico de drogas pelo grupo terrorista Hezbollah, apoiado pelo Irã, mesmo quando estava canalizando cocaína para os Estados Unidos, de acordo com uma investigação do POLITICO.com (magazine).

A campanha, denominada Projeto Cassandra, foi lançada em 2008, depois que o Drug Enforcement Administration (DEA) acumulou evidências de que o Hezbollah se transformou, de uma organização militar e política focada no Oriente Médio, em um sindicato internacional do crime que alguns pesquisadores acreditam estar faturando US$1bilhão por ano com drogas e tráfico de armas, lavagem de dinheiro e outras atividades criminosas.

Ao longo dos próximos oito anos, os agentes que trabalharam numa instalação secreta do DEA em Chantilly, Virgínia, usaram escutas telefônicas, operações secretas e informantes para mapear as redes ilícitas do Hezbollah, com a ajuda de 30 agências do EUA e agências de segurança estrangeiras.

Seguiram os embarques de cocaína, alguns da América Latina para a África Ocidental e para a Europa e o Oriente Médio e outros através da Venezuela e do México para os Estados Unidos. Rastrearam um rio de dinheiro sujo enquanto era lavado, entre outras táticas, comprando carros usados ​​Americanos e os enviando para a África. E com a ajuda de algumas testemunhas cooperantes, os agentes traçaram a conspiração, os quais acreditam, chega ao círculo mais íntimo do Hezbollah e seus patrocinadores estaduais no Irã.

Mas à medida que o Projeto Cassandra alcançou o topo da hierarquia da conspiração, funcionários da administração Obama lançaram uma série cada vez mais insuperável de barreiras, de acordo com as entrevistas feitas com dezenas de participantes que, em muitos casos, falaram pela primeira vez sobre os eventos envoltos em segredo, sobre uma revisão dos documentos do governo e registros judiciais. Quando os líderes do Projeto Cassandra buscaram a aprovação das investigações, processos, prisões e sanções financeiras significativas, funcionários dos departamentos de Justiça e Tesouraria atrasaram, impediram ou rejeitaram seus pedidos.

O Departamento de Justiça declinou os pedidos do Projeto Cassandra e outras autoridades para denunciar acusações criminais contra grandes players, como o enviado de alto nível do Hezbollah ao Irã, um banco Libanês que alegadamente lavou bilhões em supostos lucros de drogas e um player central de uma célula baseada nos EUA, da força Quds paramilitar Iraniana. E o Departamento de Estado rejeitou pedidos para atrair alvos de alto valor para países onde poderiam ser presos.

15 de Dezembro de 2011

Hezbollah está vinculado a um esquema de lavagem de US$483.142.568

O dinheiro, supostamente lavado através do Banco Libanês Canadense e duas casas de câmbio, envolveu cerca de 30 compradores de automóveis dos EUA — clicando na imagem abaixo você terá acesso ao documento completo, em Inglês).

David Asher — Especialista em finanças ilícitas dos Estados Unidos enviado do Pentágono ao Projeto Cassandra para atacar a alegada empresa criminosa do Hezbollah.

“Esta foi uma decisão política, foi uma decisão sistemática”, disse David Asher, que ajudou a estabelecer e supervisionar o Projeto Cassandra como analista de finanças ilícitas do Departamento de Defesa. “Eles destruíram, em série, todo esse esforço que foi muito bem apoiado, e recursos, e foi feito de cima para baixo”.

A história incalculável do Projeto Cassandra ilustra a imensa dificuldade em mapear e combater as redes ilícitas numa época em que o terrorismo global, o tráfico de drogas e o crime organizado se fundiram, mas também à medida em que as agendas concorrentes entre agências governamentais — e a mudança de prioridades nos mais altos níveis — pode atrasar anos de progresso.

Enquanto a perseguição pode ser mantida em segredo, desde hotéis de luxo da América Latina até parques de estacionamento na África, bancos e campos de batalha do Oriente Médio, o impacto não pode: neste caso, cargas de cocaína de várias toneladas entrando nos Estados Unidos, e centenas de milhões de dólares por uma organização designada pelos EUA como  terrorista e com vasto alcance.

Obama tomou posse em 2009 prometendo melhorar as relações com o Irã como parte de uma aproximação mais ampla com o mundo Muçulmano. Na campanha, afirmou repetidamente que a política da administração Bush, de pressionar o Irã para estancar o programa nuclear ilícito, não estava funcionando e que iria se aproximar de Teerã para reduzir as tensões.

John Brennan — Conselheiro contraterrorismo da Casa Branca de Obama, que se tornou diretor da CIA em 2013.  Nota do blog: Brennan já havia se convertido ao Islamismo.

O homem que se tornaria o principal assessor de contraterrorismo de Obama e depois diretor da CIA, John Brennan, foi mais longe. Recomendou num documento programático que “o próximo presidente terá a oportunidade de estabelecer um novo curso para as relações entre os dois países”, através não apenas de um diálogo direto, mas de “maior assimilação do Hezbollah no sistema político do Líbano.”

Em Maio de 2010, Brennan, então assistente do presidente para a segurança interna e antiterrorismo, confirmou em discurso que a administração procurava formas de construir “elementos moderados” no Hezbollah.

“O Hezbollah é uma organização muito interessante”, disse Brennan numa conferência em Washington, dizendo que evoluiu de “organização puramente terrorista” para uma milícia e, finalmente, um partido político com representantes no Parlamento e Gabinete Libaneses, de acordo com um relatório da Reuters .

“Há, certamente elementos do Hezbollah que são verdadeiramente uma preocupação para nós, o que eles estão fazendo”, disse Brennan. “E o que precisamos fazer é encontrar maneiras de diminuir sua influência dentro da organização e tentar construir elementos mais moderados.”

Na prática, a vontade da administração de imaginar um novo papel para o Hezbollah no Oriente Médio, combinada com o desejo de uma solução negociada para o programa nuclear do Irã, traduziu-se numa relutância em avançar agressivamente contra os principais agentes do Hezbollah, de acordo com os membros do Projeto Cassandra entre outros.

Ali Fayad — (aka Fayyad). Comerciante de armas baseado na Ucrânia suspeito de ser um operador do Hezbollah movimentando grandes quantidades de armas para a Síria.

O negociante de armas Libanês, Ali Fayad, um suspeito, e alto funcionário do Hezbollah, que os agentes acreditavam que se reportava ao Presidente Russo Vladimir Putin como um fornecedor chave de armas para a Síria e o Iraque, foi preso em Praga na primavera de 2014. Mas durante quase dois anos, quando Fayad esteve sob custódia, top funcionários da administração Obama se recusaram a exercer uma séria pressão sobre o governo Tcheco para extraditá-lo aos Estados Unidos, mesmo quando Putin pressionava agressivamente contra isso.

Fayad, que tinha sido indiciado nos tribunais dos Estados Unidos por acusações de planejar assassinatos de funcionários do governo dos EUA tentando fornecer apoio material a uma organização terrorista e tentando adquirir, transferir e usar mísseis antiaéreos, foi enviado para Beirute. Funcionários dos EUA acreditam que ele agora está de volta aos negócios, e ajudando a armar militantes na Síria e em outros lugares com armas pesadas da Rússia.

26 de Março de 2014
Acusação de Ali Fayad
A acusação alega que Fayad, juntamente com seus co-conspiradores, concordou em fornecer às FARC armas para matar oficiais dos EUA e Colombianos.

Os membros do Projeto Cassandra dizem que funcionários da administração também bloquearam ou minaram seus esforços para perseguir outros agentes do alto escalão do Hezbollah, incluindo um, apelidado de ‘Ghost’ (trad., fantasma), permitindo que permanecesse ativo apesar de ter sido acusado por alguns anos. Pessoas familiarizadas com seu caso dizem que o Ghost foi um dos maiores traficantes de cocaína do mundo, inclusive para os EUA, e também um importante fornecedor de armas convencionais e químicas para uso do Presidente Sírio, Bashar Assad, contra seu povo.

Abdallah Safieddine — O enviado de longa data do Hezbollah ao Irã, que supostamente supervisionou o “Componente de Negócios” do grupo envolvido no tráfico internacional de drogas.

E quando os agentes do Projeto Cassandra e outros investigadores procuraram repetidamente investigar e processar Abdallah Safieddine, o enviado de longa data do Hezbollah ao Irã, que o consideraram o pivô da rede criminal do Hezbollah, o Departamento de Justiça recusou, de acordo com quatro ex-funcionários com conhecimento completo sobre os casos.

A administração também rejeitou os esforços repetidos dos membros do Projeto Cassandra para processar a ala militar do Hezbollah, como uma empresa criminosa em curso, sob o estatuto federal do crime organizado estilo Máfia, dizem os membros da força-tarefa. E eles alegam que os funcionários da administração se recusaram a designar o Hezbollah como “uma organização criminosa transnacional significativa” e bloquearam outras iniciativas estratégicas que dariam à força tarefa ferramentas jurídicas adicionais, dinheiro e mão-de-obra para lutar contra ela.

Os ex-funcionários da administração Obama recusaram-se a comentar casos individuais, mas observaram que o Departamento de Estado condenou a decisão Tcheca de não entregar Fayad. Vários deles, falando sob anonimato, disseram que foram orientados por objetivos políticos mais amplos, incluindo a escalada do conflito com o Irã, restringindo o seu programa de armas nucleares e liberando pelo menos quatro prisioneiros Americanos detidos por Teerã e que alguns esforços de aplicação da lei foram, sem dúvida, limitados por essas preocupações.

Mas os antigos funcionários negaram que tivessem interrompido qualquer ação contra o Hezbollah ou seus aliados Iranianos por razões políticas.

“Houve um padrão consistente de ações contra o Hezbollah, tanto por sanções difíceis quanto por ações de aplicação da lei antes e depois do acordo do Irã”, disse Kevin Lewis, porta-voz de Obama que trabalhou na administração da Casa Branca e no Departamento de Justiça.

Lewis, falando pelo governo Obama, forneceu uma lista de oito prisões e processos judiciais como prova. Ele fez uma nota especial de uma operação em Fevereiro de 2016 onde autoridades Europeias detiveram um número não divulgado de supostos membros de uma unidade especial de negócios do Hezbollah que o DEA diz que supervisionavam e tráfico de drogas e outras empresas criminosas de criação de negócios.

Os funcionários do projeto Cassandra, no entanto, observaram que as prisões Europeias ocorreram após as negociações com o Irã terem terminado e disse que a força-tarefa iniciou as parcerias multinacionais por conta própria, após verem seus casos, durante anos, sendo derrubados pelos departamentos de Justiça e do Estado e outras agencias dos EUA.

O Departamento de Justiça, nunca arquivou acusações criminais correspondentes dos EUA contra suspeitos presos na Europa, incluindo um proeminente empresário Libanês formalmente designado pelo Departamento do Tesouro por usar seus “vínculos diretos com os elementos comerciais e terroristas de Hezbollah” para lavar os envios a granel de dinheiro ilícito à organização em toda a Ásia, Europa e Oriente Médio.

Um antigo alto funcionário de segurança nacional do governo Obama, que desempenhou um papel nas negociações nucleares do Irã, sugeriu que os membros do Projeto Cassandra estavam apenas especulando que seus casos estavam sendo bloqueados por razões políticas. Outros fatores, incluindo a falta de evidências ou preocupações sobre interferência com operações de inteligência, poderiam estar em jogo.

“E se a CIA ou o Mossad tivessem uma operação de inteligência em curso dentro do Hezbollah e estivessem tentando perseguir alguém… contra quem tivemos uma coleção impecável [de inteligência], o DEA não poderia saber disso?”, disse o funcionário. “Tenho a sensação de que pessoas que não sabem o que está acontecendo num universo mais amplo estão se agarrando às migalhas”.

O funcionário acrescentou: “O mundo é muito mais complicado do que visto através da lente estreita do tráfico de drogas. Então, você não vai deixar a CIA dominar o poleiro, e certamente também não vai deixar o DEA fazer isso também. Uma abordagem sobre qualquer coisa tão complicada como o Hezbollah terá que envolver [processos] interagências, porque o Departamento de Estado tem um pedaço da torta, a comunidade de inteligência tem, o Tesouro tem, e o DOD também tem”.

No entanto, outras fontes independentes do Projeto Cassandra confirmaram muitas das alegações em entrevistas com a POLITICO e, em alguns casos, em comentários públicos.

Um funcionário do Tesouro da era de Obama, Katherine Bauer, num testemunho escrito pouco percebido apresentado em Fevereiro passado ao Comitê de Relações Exteriores da Câmara, reconheceu que “sob a administração Obama… essas investigações [relacionadas ao Hezbollah] foram abafadas por medo de balançar a barco com o Irã e comprometer o acordo nuclear”.

16 de Fevereiro de 2017
Katherine Bauer testemunha da Câmara dos Assuntos Externos
Ex-funcionário do Tesouro critica o governo Obama.

Como resultado, alguns agentes do Hezbollah não foram perseguidos através de prisões, acusações ou designações do Tesouro que teriam bloqueado seu acesso aos mercados financeiros dos EUA, de acordo com Bauer, um funcionário de carreira do Tesouro, que serviu brevemente em seu Escritório de Financiamento do Terrorismo como um assessor sênior de política para o Irã antes de sair no final de 2015. E outros “facilitadores do Hezbollah” presos na França, na Colômbia, na Lituânia não foram extraditados — ou indiciados — nos EUA, ela escreveu.

Bauer, em entrevista, recusou-se a elaborar seu testemunho.

David Asher — Um especialista em finanças ilícitas dos EUA, enviada do Pentágono ao Projeto Cassandra para atacar a suposta empresa criminosa do Hezbollah.

David Asher, por um lado, disse que os funcionários da administração Obama expressaram sua preocupação sobre alienar Teerã antes, durante e depois das negociações do acordo nuclear do Irã. Isso era, disse ele, parte de um esforço para “tornar ineficaz, bloquear o recebimento de fundos e minar as investigações envolvendo o Irã e o Hezbollah”, disse ele.

“Quanto mais próximos chegávamos ao [acordo do Irã], mais essas atividades se afastavam, disse Asher. “Tanto da capacidade, seja nas operações especiais, seja na aplicação da lei, seja nas designações [Tesouraria] — até mesmo na qualidade do pessoal designado para essa missão — foram drenados assiduamente, quase até a última gota, até o final da administração Obama”.

Com muita fanfarra, Obama anunciou o acordo final sobre a implementação do acordo com o Irã em 17 de Janeiro de 2016, no qual Teerã prometeu suspender os esforços para construir um programa de armas nucleares em troca de libertação de sanções econômicas internacionais incapacitantes.

John “Jack” Kelly — agente do DEA que supervisiona os casos do Hezbollah na Divisão de Operações Especiais, e que nomeou a força-tarefa do Projeto Cassandra após confrontos com outras agências dos EUA sobre os links de terrorismo do Hezbollah.

Em meses, disseram os funcionários da força-tarefa, o Projeto Cassandra estava quase morto. Alguns dos funcionários mais importantes, incluindo Jack Kelly, o agente de supervisão veterano do DEA que criou e liderou a força-tarefa, foi transferido para outras atribuições. E o próprio Asher deixou a força-tarefa muito antes disso, depois que o Departamento de Defesa disse que seu contrato não seria renovado.

Como resultado, o governo dos EUA perdeu a visão não só do tráfico de drogas e outras atividades criminosas em todo o mundo, mas também das conspirações ilícitas do Hezbollah com altos funcionários dos governos Iraniano, Sírio, Venezuelano e Russo — até os Presidentes Nicolas Maduro, Assad e Putin, de acordo com ex-membro da força-tarefa e outros funcionários atuais e antigos dos EUA.

         Nicolas Maduro, Vladimir Putin e Bashar Assad

A paralização do Projeto Cassandra também prejudicou os esforços dos EUA para determinar o quanto de cocaína vindo de várias redes afiliadas ao Hezbollah estava entrando nos Estados Unidos, especialmente via Venezuela, onde dezenas de altos funcionários civis e militares estavam sendo investigados por mais de uma década. Recentemente, o governo Trump designou o vice-presidente do país, um aliado íntimo do Hezbollah e da descendência Libanesa-Síria, como um pivô mundial de narcóticos.

Enquanto isso, o Hezbollah — em aliança com o Irã — continua prejudicando os interesses dos Estados Unidos no Iraque, na Síria e em todo o mundo, da América Latina a África, incluindo o fornecimento de armas e treinamento para milícias Xiitas antiamericanas. E Safieddine, o “Ghost” (fantasma) e outros associados continuam desempenhando  papéis centrais no tráfico de drogas e armas — acreditam as autoridades atuais e antigas.

“Eles eram uma organização paramilitar com importância estratégica no Oriente Médio, e nós assistimos que se tornaram um conglomerado criminoso internacional gerando bilhões de dólares com as atividades mais perigosas do mundo, incluindo programas e exércitos de armas químicas e nucleares porque acreditam que a América é o seu inimigo jurado,” Disse Kelly, agente supervisor do DEA e coordenador principal de seus casos do Hezbollah.

“Se estão violando os estatutos dos Estados Unidos”, perguntou, “por que não podemos levá-los à justiça?”

31 de maio de 2017
Acusação de Samer El Debek
De aproximadamente 2008 a 2015, Debek teria recebido treinamento militar — treinamento de vigilância, explosivos e armas de fogo.

Kelly e Asher estão entre os funcionários envolvidos no Projeto Cassandra, que foram contatados em segredo pela administração Trump e pelos Republicanos do Congresso, que disseram que um relatório especial da POLITICO, de 24 de Abril, sobre as concessões escondidas do Barack Obama contra o Irã levantou questões urgentes sobre a necessidade de ressuscitar os programas-chave de aplicação da lei para combater o Irã.

Isso não será fácil, de acordo com o ex-membro do Projeto Cassandra, mesmo com o recente voto do Presidente Donald Trump de reprimir o Irã e o Hezbollah. Eles disseram que tentaram manter o projeto em apoio a vida, na esperança de que seja revivido pela próxima administração, mas a perda de pessoal-chave, cortes orçamentários e investigações descartadas são apenas alguns dos muitos desafios complicados pela passagem de quase um ano desde que Trump assumiu o cargo.

“Você não pode deixar essas coisas se desintegrarem”, disse Kelly. “Fontes evaporam. Quem sabe se podemos encontrar todas as pessoas dispostas a servirem de testemunha?”

Derek Maltz — Oficial sênior do DEA que, como chefe da Divisão de Operações Especiais, pressionou pelo apoio ao Projeto Cassandra e suas investigações.

Derek Maltz, que supervisionou o Projeto Cassandra como chefe da Divisão de Operações Especiais do DEA por nove anos, terminando em Julho de 2014, colocou desta forma: “Certamente existem alvos que as pessoas sentem que poderiam ter sido indiciadas e não foram. Certamente, há um argumento a ser feito para que, se amanhã, todas as agencias fossem convidadas a se juntarem e sentarem numa sala e colocarem todas as provas sobre a mesa contra todos esses bandidos, com certeza poderia haver um monte de acusações.”

Mas Maltz disse que o dano causado por anos de interferência política será difícil de reparar.

“Não há dúvida em minha mente agora, que o foco era esse acordo do Irã e nossa iniciativa era como uma mosca na sopa“, disse Maltz. “Nós fomos o trem que descarrilhou”.

O projeto Cassandra teve suas origens numa série de investigações lançadas nos anos após os ataques do 11 de Setembro, que conduziram, através de seus próprios caminhos tortos, ao Hezbollah como suspeita de ser um empreendimento global criminoso.

Operação Titã — Uma investigação conjunta com as autoridades Colombianas numa aliança global de lavagem de dinheiro e tráfico de drogas entre traficantes Latino-Americanos e operadores Libaneses.

Operação Titã, em que o DEA trabalhou com as autoridades Colombianas para explorar uma aliança global entre lavadores de dinheiro Libaneses e conglomerados Colombianos de tráfico de drogas, era uma. A Operação Perseus, visando sindicatos Venezuelanos, era outra. Ao mesmo tempo, os agentes do DEA na África Ocidental estavam investigando o fluxo suspeito de milhares de carros usados ​​de concessionárias dos EUA para estacionamentos em Benin.

Enquanto isso, no Iraque, os militares dos EUA estavam investigando o papel do Irã para equipar as milícias Xiitas com dispositivos explosivos improvisados ​​de alta tecnologia conhecidos como Penetradores Explosivamente Formados, ou EFPs, que já haviam matado centenas de soldados dos EUA.

Todos esses caminhos eventualmente convergiram ao Hezbollah.

Isso não foi uma surpresa, dizem os agentes. Durante décadas, o Hezbollah — em estreita cooperação com a inteligência Iraniana e a Guarda Revolucionária — trabalhou com militantes em comunidades Libanesas em todo o mundo para criar uma rede de empresas que eram há muito, suspeitas de serem frentes para o mercado negro. Ao longo das mesmas rotas que transportavam frangos congelados e produtos eletrônicos de consumo, essas empresas movimentavam armas, dinheiro lavado e até peças adquiridas para os programas ilícitos de mísseis nucleares e balísticos do Irã.

Ao perseguir suas investigações, os agentes do DEA descobriram que o Hezbollah estava redobrando todos esses esforços, trabalhando com urgência para levantar dinheiro, e muito disso, para reconstruir a fortaleza do Líbano do Sul depois da guerra em 2006 depois que Israel reduziu a escombros.

Datado de sua criação no início dos anos 80, o Hezbollah, que se traduz em “Festa de Deus” [sic], também se envolveu com o “narcoterrorismo”, cobrando uma tarifa dos traficantes de drogas e outros fornecedores de mercado negro que operavam em território que controlavam no Líbano e em outros lugares. Agora, com base na extensa rede de informantes do DEA, agentes secretos e escutas telefônicas, parece que o Hezbollah mudou de tática e se envolveu diretamente no comércio global de cocaína, de acordo com entrevistas e documentos, incluindo uma avaliação confidencial do DEA.

“Foi como se eles tivessem ligado um motor”, disse Kelly à POLITICO. “De repente, reverteram o fluxo de toda a atividade do mercado negro que estavam taxando há anos e assumiram o controle da operação”.

Operando como uma família do crime organizado, os operários do Hezbollah identificam empresas que podem ser rentáveis ​​e úteis como coberturas para o tráfico de cocaína e compram participações financeiras nelas, disse Kelly e outros. “E se o negócio for bem-sucedido e adequado às suas necessidades atuais”, disse Kelly, “eles passam de proprietários parciais para proprietários majoritários, para parceria completa ou aquisição”.

O Hezbollah até criou uma unidade financeira especial chamada de “Componente de Assuntos de Negócios”, para supervisionar a operação criminosa em expansão, e foi administrada pelo terrorista mais procurado do mundo depois de Osama bin Laden, um comandante militar notoriamente cruel do Hezbollah chamado Imad Mughniyeh, de acordo com entrevistas e documentos do DEA.

Imad Mughniyeh — um mentor do Hezbollah que supervisionou as operações internacionais, diz o DEA, seu tráfico de drogas, como chefe da ala militar, a Organização Jihad Islâmica.

Mughniyeh tinha sido durante décadas o rosto público do terrorismo para os Americanos, orquestrando o infame ataque que matou 241 fuzileiros navais dos EUA em 1983 em seus quartéis no Líbano e dezenas de Americanos em ataques à embaixada dos EUA em Beirute nesse ano e um anexo no ano seguinte. Quando o Presidente Ronald Reagan respondeu aos ataques retirando as tropas de manutenção da paz do Líbano, o Hezbollah conquistou uma grande vitória e saltou para a vanguarda do movimento de resistência Islâmica contra o Ocidente.

Ao longo dos próximos 25 anos, o apoio financeiro e militar do Irã ao Hezbollah permitiu que acumulassem um exército com dezenas de milhares de soldados de infantaria, armamentos mais pesados ​​do que a maioria dos estados-nação e aproximadamente 120,000 foguetes e mísseis balísticos que poderiam atacar os interesses de Israel e dos EUA na região com precisão devastadora.

Hezbollah tornou-se um especialista em soft power, também. Forneceu comida, assistência médica e outros serviços sociais para refugiados famintos no Líbano, devastado pela guerra, ganhando credibilidade na área. Em seguida, evoluiu para um poderoso partido político, lançando-se como o defensor dos pobres, principalmente Libaneses Xiitas contra as elites Cristãs e Sunitas e Muçulmanas. Mas, mesmo quando o Hezbollah estava se mudando para a política dominante Libanesa, Mughniyeh estava supervisionando uma expansão secreta de sua ala terrorista, a organização da Jihad Islâmica. Trabalhando com agentes de inteligência Iranianos, a Jihad Islâmica continuou atacando alvos Ocidentais, Israelenses e Judeus em todo o mundo e conduziu vigilância sobre outros — inclusive nos Estados Unidos — se preparando para futuros ataques.

O Hezbollah deixou os Estados Unidos de lado, o que claramente foi uma decisão estratégica para evitar a retaliação dos Estados Unidos. Mas até 2008, o governo Bush chegou a acreditar que a Jihad Islâmica era a organização terrorista mais perigosa do mundo, capaz de lançar ataques instantâneos, possivelmente com armas nucleares químicas, biológicas ou de baixo grau, que enfraqueceriam as do 11 de Setembro.

Ao financiar o terrorismo e as operações militares através do tráfico mundial de drogas e do crime organizado, a unidade de negócios de Mughniyeh dentro da Jihad Islâmica tornou-se a encarnação do tipo de ameaça que os Estados Unidos estavam lutando para resolver no mundo pós-11 de Setembro.

O DEA acreditou que era lógico a agencia de segurança nacional dos EUA liderar um esforço interagências para ir atrás das redes de tráfico de drogas de Mughniyeh. Mas, dentro do múltiplo dispositivo de segurança nacional dos EUA, essa era uma asserção questionável e problemática.

Estabelecido pelo Presidente Richard Nixon em 1973 para reunir os vários programas antidrogas no âmbito do Departamento de Justiça, o DEA era uma das mais novas agências de segurança nacional dos EUA.

E enquanto o DEA rapidamente se mostrou habilitado para trabalhar no cenário global — especialmente em parcerias com países infestados de drogas desesperados por ajudar os EUA como a Colômbia — poucas pessoas no governo dos EUA pensaram nisso como uma força legítima de contraterrorismo.

Viktor Anatolyevich Bout — O negociante de armas de Vladimir Putin, conhecido como “Senhor da Guerra”. Condenado por conspiração por vender milhões de dólares em armas aos narcoterroristas Colombianos…

Nos últimos anos da administração Bush, porém, o DEA ganhou o apoio dos altos funcionários para derrubar dois grandes traficantes de armas internacionais, um Sírio chamado Monzer al-Kassar e o “Senhor da Guerra” Russo, Viktor Bout. E graças ao apoio dos Republicanos no Congresso, tornou-se o beneficiário de uma nova lei federal que capacitou seu grupo de agentes de operações especiais de armas de assalto.

O estatuto permitiu que os agentes do DEA operassem praticamente em qualquer lugar, sem a permissão necessária de outras agências dos EUA. Tudo o que eles precisavam fazer era conectar os suspeitos de drogas ao terrorismo, e então poderiam prendê-los, levá-los de volta aos Estados Unidos e lançá-los num esforço para penetrar “os níveis mais altos das organizações criminosas mais importantes e notórias do mundo”, como o  — chefe das operações especiais Derek Maltz.

À medida que crucificavam as quantidades maciças de inteligência no Centro de Operações Contra o Narcoterrorismo do DEA em Chantilly, Virgínia, os agentes da Operação Titã, Perseus e os outros casos começaram a conectar os pontos e mapear os contornos de uma empresa criminosa abrangente.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

BRASIL: 40.000 TERRORISTAS EM 20 ANOS

BRASIL: 40.00O TERRORISTAS EM 20 ANOS

Por Tião Cazeiro

16 de Dezembro de 2017

Na foto, a direita, vemos o Xeique Mohammad Al-Arifi, professor na Universidade Rei Saud e notório promotor da Jihad e do Wahabismo (e banido da Grã-Bretanha!). Este xeique visitou a Liga Juventude Islâmica Mesquita do Pari (LJIMP), localizada na cidade de São Paulo, fato este noticiado pela própria página do Facebook da LJIMP, dia 26 de Janeiro de 2016 (leia aqui e aqui). (Agradecimento à Lei Islâmica em Ação).

A famosa ativista Libanesa-Americana, Brigitte Gabriel, estima que mais de 20% dos Muçulmanos no mundo são radicais e que é praticamente impossível identificar esse grupo do restante da população Muçulmana.

De fato, a maioria dos experts não concordam com esse número. De qualquer forma, Raymond Ibrahim, autor do best seller Al Qaeda Reader entre outros, e expert em Oriente Médio e Islamismo, explica isso muito bem no vídeo inserido no final deste artigo.

Mas primeiro, vou adiantar aqui uma pequena parte do vídeo, para podermos raciocinar a partir de um detalhe importantíssimo que mostrarei mais adiante. Raymond diz o seguinte:

“Ninguém sabe ao certo, mas podemos fazer alguns cálculos conservadores. Há aproximadamente 1.5 bilhão de Muçulmanos no mundo. Mas quantos são Islamistas? (Radicais Islâmicos ou terroristas) …. Se apenas 10% forem Islamistas, e a porcentagem provavelmente é maior, temos então 150 milhões de pessoas. Entre elas, quantas estão dispostas a tomarem atitudes violentas parar avançar a causa Islâmica?

“Estamos falando aqui da Al Qaeda, Estado Islâmico, Talibã, Hamas, Hezbollah, Boko Haram, Al-Shabaad entre outros grupos que enviam homens-bomba aos mercados, explodem carros-bomba em funerais, jogam ácido no rosto de garotas que vão à escola, assassinam irmãs ou filhas que desafiam a vontade do pai ou do irmão ou lançam aviões sequestrados em edifícios etc.”

“Este é um número muito difícil de ser ignorado. Então vamos novamente ser cautelosos e estimar que a porcentagem seja apenas 2% sobre esses 150 milhões. Ainda assim são 3 milhões de pessoas, 3 milhões de terroristas em potencial organizados por uma ideologia em comum e apoiados por muitas outras. A boa notícia é que centenas de milhares de Muçulmanos não são Islamistas radicais.”

Nota: Alguns autores discordam do termo “Islamista”, porque consideram que o Alcorão per se já é radical. De qualquer forma ela ajuda aos que ainda não estão familiarizados com o Islã.

Estou citando isso tudo porque um detalhe passou despercebido por muitos no vídeo publicado pela Mesquita Brasil. Quando o presidente da SBM, Sociedade Beneficente Muçulmana do Brasil, Nasser Fares, anuncia os projetos do Islamismo para os próximos 20 anos, além das cinco escolas Islâmicas e outras mesquitas que pretende criar em São Paulo, e a ampliação da divulgação do Islã no Brasil, esse detalhe surge como uma bomba, a meta de conseguir 20 milhões de Muçulmanos nos próximos 20 anos. Assista ao vídeo.

Uma perguntinha ligeira, de onde vem o financiamento para montar esse exército? Arábia Saudita?

Se a princípio calcularmos 10% de Islamistas ou radicais, teremos 2 milhões deles no Brasil em 20 anos. Mesmo sendo cauteloso e estimando a porcentagem em 2% apenas sobre esses 2 milhões, teremos 40.000 terroristas no nosso Brasil em 20 anos, prontos para explodir não só shopping centers como um estágio de futebol através de drones como vários jornais da Europa já estão noticiando. E mais, é permitido que cada Muçulmano tenha 4 mulheres, e em alguns casos chegam a ter 20 filhos numa única ‘família e apoiados na previdência social, como acontece na Europa.

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O que fazer diante desses números? Qual o caminho mais curto para resolver esse problema rapidamente? Por que a sociedade se comporta como um avestruz, enfiando a cabeça no buraco?

O Brasil é o segundo maior país Cristão do mundo e o Islã já assassinou mais de 60 milhões de Cristãos ao longo de treze séculos. Será que isso ainda não é o suficiente?

Robert Spencer, Diretor da Jihad Watch, provavelmente o scholar mais famoso do mundo hoje em dia, em seu vídeo “Por que o ISIS ameaçou decapitar o ‘Papa do Islã‘?” disse o seguinte:

“….. Agora o Estado Islâmico (ISIS) pediu a cabeça do papa. Se esse papa perdesse a cabeça alguém iria notar? Ele é uma desgraça para a igreja, para a civilização Judaico-Cristã e para o mundo o livre.”

Quem disse que a população Brasileira não tem o poder e o direito de rejeitar o Islã no Brasil? De fechar as mesquitas, de expulsar do país aquilo que o irá destruir, como está acontecendo na Europa por exemplo. Sim, existem muitos Muçulmanos pacíficos, mas o Islã Político é um problema, assim como o Nazismo entre outros.

Benjamin Netanyahu: 
“Nós Já Vimos Isso Antes. 
Há Uma Raça Superior; 
Agora Há Uma Fé Superior.”

Há mais de treze séculos o Islã persegue Cristãos e Judeus entre outros, impiedosamente. O Islã invadiu o Brasil e está impondo uma agenda que muitos classificam como um “empreendimento paramilitar totalitário” com vistas a transformar o Brasil numa ‘República Islâmica’ onde Cristãos e Judeus se não forem assassinados terão que submeter-se à Sharia e viver subjugados à dhimmitude. E aqueles que não acreditam nisso estão redondamente desinformados, não conhecem a história do Islã e sua missão universal de converter a todos pela persuasão ou pela força (militar).

O Islã não se integra às sociedades que os recebem; não existe Muçulmano Brasileiro e sim Muçulmano no Brasil. É uma invasão a longo prazo e irão tomar o poder custe o que custar e o tempo que levar. Até onde eu sei, ninguém conseguiu monitorar as mesquitas e o que é ensinado nelas. Tudo acontece nelas, é o quartel general.

Advogados, Juristas, Políticos, Filósofos, intelectuais, líderes religiosos etc. que percebem o que estou dizendo, aliás, o que o mundo todo está alertando, que o Islã está antagonizando o mundo inteiro, precisam ajudar o Brasil, precisam colaborar parar afastar de vez esse conluio da esquerda com o Islã, e assessorar o país para que as mesquitas e o ensino religioso Islâmico sejam proibidos de uma vez por todas no Brasil ou o futuro será o desastre.

Não podemos deixar para depois, para quando não tiver mais solução. Não vamos deixar a conta para as futuras gerações, elas com certeza irão julgar a nossa covardia.

 

TRUMP, JERUSALÉM: UM DURO GOLPE NO TERROR

Fonte/Source: PRESIDENT TRUMP’S JERUSALEM MOVE DEALS A BLOW TO TERROR


TRUMP, JERUSALÉM: UM DURO GOLPE NO TERROR

Não Permitiremos Que Terroristas Islâmicos Decidam Onde Colocamos Nossas Embaixadas

Por Daniel Greenfield

8 de dezembro de 2017 

Daniel Greenfield é um jornalista investigativo, autor com foco na esquerda radical e terrorismo Islâmico, e Shillman Journalism Fellow do David Horowitz Freedom Center.


Hamas anunciou que o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel pelo Presidente Trump abriu os “portões do inferno”. Esse parente da Irmandade Muçulmana declarou que a América é um “estado inimigo”.

O chefe da Liga Árabe advertiu que a transferência para Jerusalém “alimentará o extremismo e resultará em violência”. O Ministro dos Negócios Estrangeiros da Jordânia afirmou que poderia “desencadear raiva” e “alimentar a tensão”.

Líderes Muçulmanos “moderados” sobressaem ameaçando violência em nome dos “extremistas”.

A Organização de Cooperação Islâmica (OCI) alertou que o reconhecimento de Jerusalém desencadeará uma cúpula Islâmica e será considerado um “ataque flagrante às nações Árabes e Islâmicas”.

A última vez que a OCI ficou assim tão insana, alguém desenhou Mohammed [sic]. E não foi apedrejado até a morte por isso.

Segundo o embaixador Saudita, isso “aumentará as tensões”. O vice Primeiro Ministro da Turquia Islamista chamou isso de “uma grande catástrofe”. E o líder do maior país Muçulmano na Europa, o Francês Emmanuel Macron “expressou preocupação” de que os Estados Unidos “reconhecerão unilateralmente Jerusalém”.

Líderes e aduladores da OLP, entretanto, deixaram bem claro que agora o falecido processo de paz está verdadeiramente morto.

O chefe da Autoridade Palestina advertiu que reconhecer Jerusalém “destruirá o processo de paz”. O enviado da OLP em (Washington)D.C. ameaçou que isso pode ser o “último golpe letal” e o “beijo da morte na solução dos dois estados”. Um alto assessor da PA afirmou que “acabará com qualquer chance de um processo de paz”.

No dia seguinte, o processo de paz continua vivo e tão morto como sempre foi.

Uma vez que a chance de um processo de paz é quase igual a ser atingido por relâmpagos ao fazer um Royal Flush, essa “chance” não equivale a nada. O processo de paz já estava mais morto que o Drácula há muito tempo. E mesmo um terrorista da OLP deve saber que não pode ameaçar de morte um refém morto.

O único beijo da morte aqui veio do Arafat.

Embora a paz não estivesse morta. Ela nunca esteve viva. Porque uma paz permanente Islâmica é impossível.

“O mundo pagará o preço”, advertiu Mahmoud Habash, Autoridade Palestina e juiz Supremo da Sharia.

Habash não é apenas o “chefão” da lei Islâmica, é também conselheiro Islâmico do líder da Autoridade Palestina. E Abbas, o líder da organização terrorista, estava lá quando Habash fez suas declarações.

Anteriormente, Habash declarou que o Kotel, o Muro Ocidental (ou Muro das Lamentações), remanescente do Templo, “jamais pertencerá aos não-Muçulmanos”. Não pode estar sob a soberania dos não-Muçulmanos”.

Enquanto as advertências oficiais da Autoridade Palestina, a Liga Árabe e várias outras organizações Islâmicas alegam que reconhecer Jerusalém ameaça o processo de paz inexistente, Habash já tinha deixado bem claro que a questão não era a terra, e sim a Jihad.

“A luta por esta terra não é apenas uma luta sobre um pedaço de terra aqui ou ali. De maneira nenhuma. A luta tem simbolismo da santidade, ou bênção. É uma luta entre aqueles que Alá escolheu para o Ribat e aqueles que estão tentando mutilar a terra do Ribat”, declarou Habash.

Nota: [Ribat, trad., Arrábica: significa uma pequena fortaleza construída ao longo de uma fronteira durante os primeiros anos da conquista Muçulmana do norte da África para abrigar voluntários militares, chamado murabitun].

O percepção sobre o Ribat é que os Jihadistas podem ainda não estar prontos para uma vitória definitiva, mas precisam se manter vigilantes para o objetivo final, que o Hadith define como desempenhar o Ribat “contra o meu e o seu inimigo até que ele abandone a sua religião pela nossa religião.”

É isso que está em jogo aqui.

Não se trata de um “pedaço de terra aqui ou ali”, como esclarece o principal juiz da Sharia para a Autoridade Palestina (PA): é uma guerra religiosa. E Israel não é apenas uma guerra religiosa entre Muçulmanos e Judeus, mas um deslocamento de fronteira numa guerra maior entre o Islã e o resto do mundo. É outro território a ser conquistado no caminho para a Europa. E a Europa é outro território a ser conquistado no caminho para a América.

Não pode haver paz numa guerra religiosa. Nem há nada a ser negociado.

“Não é possível comprometer ou negociar Jerusalém”, disse Habash. “Na política, pode haver compromissos aqui e ali… Na política, pode haver negociação. No entanto, em questões religiosas, fé, valores, ética e história, não pode haver compromissos”.

Existe uma linha extremamente fina na teocracia Islâmica entre política e religião. Mas o que Habash está realmente dizendo é que pode haver espaço para negociar quantas vezes por semana o caminhão de lixo vem para pegar o lixo, mas não quem lhe dá as ordens. O supremacismo Islâmico não é negociável.

O juiz Supremo da Sharia advertiu Trump que transferir a embaixada é “uma declaração de guerra contra todos os Muçulmanos”. Por que todos os Muçulmanos? Porque os “Palestinos” são um mito. As conquistas Islâmicas são coletivas.

E não é como se algum líder Muçulmano tivesse discordado.

Por que para eles Jerusalém é um negócio? Não é uma questão de empatia para os “Palestinos”. O Kuwait fez uma limpeza étnica grande no números deles. Eles não são tão bem tratados em outros países Árabes Muçulmanos.

Não é sobre eles. Os colonos Muçulmanos em Israel estão apenas lá como o “Ribat”. Eles são a guarda fronteiriça da conquista Islâmica. Muito parecido com as patrulhas da Sharia nas No Go Zones da Europa ou os Jihadistas na Caxemira, os Rohingya em Myanmar e todas as outras variantes Islâmicas Volksdeutsche de ocupantes colonizadores.

Sunitas podem lutar contra Xiitas. Países Muçulmanos, tribos e clãs podem guerrear uns contra os outros. Mas a terra em que estão guerreando pertence a todos coletivamente.

Nunca poderá pertencer aos não-Muçulmanos. Essa é a essência do Islã, onde conquista é religião.

Isso é verdade para Jerusalém. E para mundo inteiro.

Isso é o que realmente está em jogo na guerra contra Jerusalém. Quando os países se recusam a transferir suas embaixadas para Jerusalém, estão se submetendo à lei da Sharia e ao supremacismo Islâmico. O questão em jogo é a mesma do desendho de Mohammed/Maomé. Não se trata de um “pedaço de terra”. Trata-se de supremacia Islâmica.

A recusa à transferência da embaixada não impede a violência. O terrorismo Islâmico continua reivindicando vidas em Jerusalém. E a violência Islâmica tem sido uma constante antes de Israel libertar Jerusalém ou antes mesmo de existir uma Israel livre. A Liga Árabe, os Jordanianos, os Sauditas e o resto da gangue não estão prometendo o fim da violência. Em vez disso, alertam que, se não obedecermos, a situação irá piorar.

Isso não é diplomacia. É uma crise de reféns.

O Presidente Trump tomou a decisão correta ao se recusar a deixar nossa política externa como refém. Não ganhamos cedendo às ameaças terroristas. 

Ganhamos resistindo a elas. Ou então teremos que viver nossas vidas como reféns do terror Islâmico.

Jerusalém é uma metáfora. Todo país livre tem sua própria Jerusalém. Na América, é a Primeira Emenda. Nossa Jerusalém não é apenas um pedaço de terra, é um valor. E a Jihad Islâmica procura nos intimidar para nos fazer desistir até, como afirma o Hadith, abandonarmos nossa religião pelo Islã.

Transferir a embaixada para Jerusalém fará muito mais pela América do que por Israel.

Os Israelenses já sabem onde está a sua capital. Precisamos lembrar onde deixamos nossa liberdade. Os terroristas Islâmicos ganham quando nos aterrorizam, impondo mais medo, para não fazermos o que é certo.

O Presidente Trump enviou uma mensagem aos terroristas de que a América não será aterrorizada.

As administrações anteriores permitiram que os terroristas decidissem onde colocamos nossa embaixada. Mas Trump deixou claro que não vamos deixar os terroristas Islâmicos decidirem onde colocamos nossas embaixadas, que caricaturas desenharemos ou como vivemos nossas vidas.

Esse é o significado da verdadeira liberdade.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

JUIZ PEDE PRISÃO DE CRISTINA KIRCHNER

Fonte/Source: New moderate Iran’s foreign policy top dog “approved” 1994 jihad bombing of Jewish center in Argentina


Por Tião Cazeiro

Em 2 de Junho de 2014 traduzi e publiquei este artigo do Robert Spencer, diretor da Jihad Watch, sobre o ataque terrorista à Amia (Associação Mutual Israelita Argentina), um artigo muito informativo, veja:  MINISTRO IRANIANO APROVOU ATAQUE MONSTRUOSO A UM CENTRO JUDAICO NA ARGENTINA EM 1994.

Hoje, o  Deputado Jair Bolsonaro enviou o tuiter abaixo com uma mensagem muito importante e bem-vinda.

Aproveito a oportunidade para mostrar a reação da bancada do PT na Cãmara a seguir…


A Bancada do Partido dos Trabalhadores na Câmara dos Deputados manifesta preocupação com as graves ameaças ao Estado de Direito na Argentina. Causa-nos espanto o modo autoritário com que o presidente Maurício Macri e o seu grupo político lidam com a oposição política, o Ministério Público, a imprensa e os movimentos sociais e sindicais.
Faz parte desse contexto autoritário o ativismo judicial de alguns magistrados que, a exemplo do que ocorre no Brasil, utilizam sem justificativa consistente o recurso das prisões preventivas e promovem espetáculos midiáticos para interditar a ação política da oposição.
Por conta disso, os deputados e deputadas do PT solidarizam-se com a ex-presidente e agora senadora Cristina Fernández de Kirchner, claramente perseguida pelo juiz Claudio Bonadio, que nesta quinta-feira solicitou o impedimento de suas funções legislativas e a sua prisão preventiva.
O que se vê em curso na Argentina é a mesma estratégia usada pela direita em outros países da América Latina: se valem do lawfare e dos canhões midiáticos para assassinar reputações e alijar da disputa presidencial de 2019 os principais nomes da oposição e das forças de esquerda e progressistas em geral.
Essa estratégia provoca a corrosão do Estado de Direito e a violação dos princípios fundamentais da democracia e da soberania nacional, uma vez que é notória a submissão da direita neoliberal no continente aos interesses externos das grandes potências.
Brasília, 7 de dezembro de 2017

Carlos Zarattini (PT-SP), líder do partido na Câmara  dos Deputados


Eis aqui na íntegra, o artigo do Robert Spencer que traduzi para este blog…


Ministro Iraniano Aprovou Ataque Monstruoso A Um Centro Judaico Na Argentina Em 1994.

Por Robert Spencer

2 de Jundo de 2017

Ali Akbar Velayati
Ali Akbar Velayati

Novo Ministro “Moderado” e “Top Dog” da Política Externa do Irã aprovou o ataque Jihadista a um centro Judaico na Argentina em 1994. 

Como devem rir de Obama e Kerry em Teerã. “Novo Chefe da Política Externa Iraniana” Aprovou o “ataque à bomba de 1994”, de Adam Kredo para o Washington Free Beacon, 3 de Janeiro:

Um político Iraniano conhecido por sua atuação no planejamento e aprovação do atentado terrorista em 1994 a um centro Judaico na Argentina foi oficialmente nomeado para dirigir a política externa do Irã, um posto anteriormente ocupado pelo atual presidente Hassan Rouhani.

Ali Akbar Velayati, um membro de longa data do regime e que serve como conselheiro sênior de política externa do líder supremo Iraniano aiatolá Ali Khamenei foi recentemente escolhido para dirigir o “Centro de Pesquisa Estratégica (CSR) do Irã”, um “think tank” intimamente ligado ao “Conselho de Conveniência (Expediency)” do Irã , um órgão governamental poderoso que se reporta diretamente ao aiatolá Khamenei.

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Autoridades Argentinas acusaram Velayati de planejar e aprovar o ataque terrorista à Amia (Associação Mutual Israelita Argentina)ataque este orquestrado pelo Irã, que matou 85 pessoas e continua a ser o mais mortífero ataque terrorista na Argentina.

A ascensão de Velayati ao escalão superior do Irã, controlando a máquina da política externa levou alguns observadores a criticar Rouhani por elevar radicais extremistas, apesar das promessas de agir como um “reformador moderado”.

O envolvimento de Velayati com o atentado à AMIA foi revelado através das investigações realizadas pelo Procurador-Geral Argentino Alberto Nisman em 2006, que foi proibido pelo seu governo de discutir suas descobertas com o Congresso dos EUA.

Velayati foi membro do comitê secreto Iraniano que se reuniu em 1993 para projetar o ataque ao centro Judaico AMIA em Buenos Aires, de acordo com Nisman, acusação que contou com o depoimento de um ex-oficial da inteligência Iraniana.

“No que diz respeito à comissão” e seu papel na decisão de realizar o ataque à AMIA, [o oficial de inteligência] afirmou que essa decisão foi tomada sob a direção de Ali Khamenei, e que os outros membros do comitê foram [o então presidente  Iraniano Ali Akbar Hashemi ], Rafsanjani, Mir Hejazi , Rouhani, Velayati e Fallahijan”, disse a acusação.

Um juiz Argentino emitiu um mandado de captura internacional contra Velayati em 2006 por seu papel no planejamento do ataque terrorista…


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis


ISIS Promete Jihad Massacre na Copa Do Mundo

Fonte/Source: Islamic State promises jihad massacre at World Cup


ISIS Promete Jihad Massacre na Copa Do Mundo

POR ROBERT SPENCER

4 de Dezembro de 2017

Mesmo que não a retirem, a ameaça serve para “aterrorizar os inimigos de Alá” (Alcorão 8:60).


Inglaterra jogará em estádio ameaçado — com slogan ‘nos aguardem’ — pelo Estado Islâmico (ISIS) nas finais da Copa do Mundo”, de Andrew Gilpin e Dave Burke, Mirror, 1 de Dezembro de 2017 (agradecimentos ao The Religion of Peace):

A Inglaterra se prepara para jogar uma de suas partidas da Copa do Mundo num estádio Russo que aparece numa arrepiante campanha de propaganda do ISIS.

Os malditos jihadistas divulgaram no início deste ano uma imagem com um terrorista empunhando uma submetralhadora e uma bomba, com a Arena Volgograd do sul da Rússia em segundo plano.

E uma mensagem com as seguintes palavras “nos aguardem” embaixo de uma figura sinistra.

O estádio receberá Gareth Southgate quando enfrentarem a Tunísia no dia 18 de Junho, revelou o sorteio da Copa do Mundo de hoje.

Embora o Volgograd não seja uma área que o Ministério do Interior aconselha aos fãs de futebol para não visitarem, alertou aos adeptos para antes de viajarem ao torneio, observarem as recomendações das agências de viagem.

A imagem, compartilhada em todos os canais pro-ISIS, no aplicativo de mensagens criptografadas Telegram, apresentou um trecho de um verso Alcorânico, manipulado pelos seguidores do ISIS, pedindo aos companheiros jihadistas para aproveitarem todas as oportunidades para atacar mortalmente os EUA e a Rússia.

Grupos ligados ao ISIS inundaram as redes sociais com a imagem, e com fotografias horrorosas manipuladas  com a estrela da Argentina Lionel Messi e o Brasileiro Neymar.

Messi, a estrela do Barcelona, aparece decapitado e Neymar é retratado de joelhos, chorando, com o terrorista em pé ao lado deles com uma faca na mão.

A imagem foi feita e distribuída pela pro-ISIS Wafa Media Foundation….


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Cruz Vermelha Exige Remoção De Crucifixos…

Fonte/Source:Red Cross Demands Branches Remove Crucifixes to Be More Secular


Por Tião Cazeiro

A Cruz Vermelha, — assim como a Solidaris, um fundo de seguro saúde socialista da Valônia, Bélgica, que retirou a cruz da mitra de São Nicolau, — e muitas outras organizações na Europa, estão facilitando o trabalho dos supremacistas Islâmicos.
Muçulmanos odeiam a cruz, de acordo com o Alcorão, que nega a morte de Jesus na cruz (4: 157), e no momento em que tomarem o poder na Bélgica, os dhimmis  já terão removido preventivamente todas as cruzes por precaução, para não irritá-los.

Alcorão 4:157
"E por dizerem: 
Matamos o Messias, 
Jesus, filho de Maria, o Mensageiro de Deus, 
embora não sendo, na realidade, 
certo que o mataram, nem o crucificaram, 
senão que isso lhes foi simulado. 
E aqueles que discordam, quanto a isso, 
estão na dúvida, 
porque não possuem conhecimento algum, 
abstraindo-se tão-somente em conjecturas; 
porém, o fato é que não o mataram."

 Cruz Vermelha Exige Remoção De Crucifixos Para Ser Mais Secular

Por Chris Tomlinson

4 Dezembro de 2017 

Voluntários criticaram a beneficente Cruz Vermelha depois de receberem um comunicado pedindo para removerem os crucifixos das paredes das filiais, porque a organização quer se tornar mais secular.

As filias da organização de ajuda internacional da Bélgica receberam um e-mail do Comitê Provincial da Cruz Vermelha em Liège para remover todos os crucifixos. André Rouffart, presidente da Cruz Vermelha em Verviers, disse: “Nos pediram para respeitar os princípios da Cruz Vermelha”, e não distinguir entre raça ou crença religiosa, como reporta 7sur7.

Rouffart disse que voluntários e outros membros reclamaram sobre a decisão, mas minimizou o problema, dizendo: “Acho que é uma tempestade numa xícara de chá”.

Vários voluntários conversaram com a emissora Belga RTL e expressaram hostilidade ao movimento, com um deles dizendo: “Deixe as coisas permanecerem como estão. Costumamos dizer “Feriados de Natal”, agora são “Feriados de inverno”. O mercado de Natal em Bruxelas tornou-se “Prazer de Inverno”.

“Para uma certa parte da população — por causa dos Muçulmanos — as cruzes foram removidas das casas da Cruz Vermelha e, mais particularmente, na de Verviers,” acrescentou o voluntário.

Tradução do Twitter acima: “A Cruz Vermelha que sempre foi tão respeitada está agora reforçando a tirania do Politamente Correto.”

A ordem segue uma sugestão de remoção de uma cruz na França que estava localizada acima de uma estátua de São João Paulo II em Ploërmel, Bretanha. O movimento provocou indignação entre muitos o que levou o governo Polonês e Húngaro a se oferecerem para ficar com a cruz.

“Tais medidas devem ser consideradas como tentativas de acabar com a civilização e a cultura do continente”, comentou o ministro das Relações Exteriores da Hungria, Péter Szijjártó.

Tradução do Twitter acima: Depois que a França ordenou a remoção da cruzes, a Hungria perguntou: “Será que qualquer um tem o direito de liberdade de expressão exceto os Cristãos?”

Na Irlanda, o sacerdote Católico Padre Desmond O’Donnell pediu aos Cristãos para abandonar completamente a palavra “Natal”, dizendo que a comercialização do feriado substituiu o significado Cristão original.

Enquanto as velhas tradições de Natal estão sendo substituídas, outros emergem — incluindo barreiras antiterrorismo envoltas em papel de embrulho de Natal e arcos vermelhos brilhantes na cidade de Bochum, na Alemanha, para evitar ataques terroristas Islâmicos radicais como o massacre na Feira de Natal de Berlim em Dezembro de 2016.


Tradução; Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

ISIS AMEAÇA MASSACRAR NOVA IORQUE

Fonte/Source: Islamic State Santa poster threatens Christmas jihad massacre in Times Square


ISIS AMEAÇA MASSACRAR NOVA IORQUE NA NOITE DE NATAL

Por Robert Spencer

27 de Novembro  de 2017

Alá diz que irá atacar os incrédulos 
(Alcorão 3:151)
 e pede aos Muçulmanos para fazerem o mesmo 
(Alcorão 8:60). 
O Estado Islâmico está obedecendo este apelo.

“Poster Propaganda Do Estado Islâmico (Isis) Promete Massacre Na Noite De Natal Da Time Square Em Nova Iorque “, por Bridget Johnson, PJ Media, 27 de novembro de 2017:

“Um militante do ISIS lançou nas redes sociais do grupo um assombroso poster do Papai Noel olhando em direção a Times Square com uma caixa de dinamite ao seu lado.

A imagem mostra Papai Noel segurando um saco vermelho volumo diante da Time Square em noite repleta de pedestres.

“Nos encontraremos em Nova Iorque durante a festa de Natal… em breve”, diz o texto na imagem.

Este posters segue uma série de outros posters de propaganda fazendo ameaças durante o período de férias na Europa, com uma mão segurando uma faca sangrenta diante de um mercado no bairro da Torre Eiffel e um jihadista vestido com uma balaclava preta em pé diante do Papai Noel da Regent Street em Londres.

A Wafa’ Media Foundation, apoiada pelo ISIS, lançou inúmeras ameaças contra o feriado e contra o Vaticano. Em uma mensagem aos outros jihadistas na semana passada, o grupo observou que “a festa dos cruzados está próxima.”

Em outro caso, a Wafa’ circulou um cartaz que descrevia um veículo que se movia em direção ao Vaticano com um arsenal de armas, prometendo um ‘Natal Sangrento.’


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis