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Sufismo Na Índia

Fonte/Source: Sufism in India


Comentário Sobre o “Sufismo Na Índia”

Por Tiao Cazeiro

O artigo a seguir foi traduzido do website Nematollahi Gonabadi order News.

Eis aqui uma breve história dos Dervixes de Gonabadi no Irã para maior compreensão do artigo.

  • Quem são os Dervixes Gonabadi?

Fontes observam que a ordem Gonabadi [Gunabadi] no Irã é um dos três principais ramos da ordem Sufi Nematollahi [Ni’matullahi]. A ordem Gonabadi deriva do nome da cidade de Gonabad, província de Khorasan, onde nasceu o sultão Ali Shah, um dos grandes mestres da ordem.

A ordem Nematollahi Gonabadi é a maior ordem Sufi do Irã, com membros em todo o país, inclusive em grandes cidades como Teerã e Isfahan. Os números variam de mais de 2 milhões de membros (ibid., 7 de setembro de 2011), para pelo menos 5 milhões de membros no Irã. Fontes indicam que os membros da ordem Gonabadi vivem em todo o Irã. A maioria dos Iranianos são seguidores do Islamismo Xiita. Rezam cinco vezes por dia e jejuam durante o mês do Ramadã. Seus rituais incluem a leitura de poesia espiritual.

Os dervixes Gonabadi veem o Sufismo como um meio de vida através do qual se pode encontrar Deus (Alá). Eles se opõem fortemente ao uso de drogas e pregam a tolerância. Talvez mais crucialmente no contexto atual, acreditam que a religião e a política devem ser separadas.

  • Por que Teerã os veem como uma ameaça?

O establishment clerical do Irã se opôs por muito tempo a qualquer grupo que considere uma ameaça ao seu monopólio religioso. Nesta semana, sérios conflitos destacaram tensões entre dervixes e o establishment Iraniano.

Os confrontos entre as forças de segurança Iranianas e os dervixes Gonabadi seguem anos de tensões e perseguições aos dervixes, cujas casas de culto foram destruídas e vários membros detidos. Os dervixes Gonabadi estão no centro dos protestos atuais no Irã.

O líder é o advogado Nurali Tabandeh, de 90 anos de idade, que defendeu vários prisioneiros políticos antes e depois da revolução de 1979. Derviches disseram que a segurança de Tabandeh é a “linha vermelha” deles.

Nota: Para mais informações sobre o líder dos dervixes Gonabadi leia este artigo:  XIISMO, SUFISMO E GNOSTICISMO 

  • Por que traduzi o artigo em questão? E por que sugeri essa breve história dos dervixes Gonabadi?

Simples. O fato deste artigo ter sido publicado no site da Nematollahi Gonabadi order News não deixa dúvidas sobre a veracidade do que você irá ler; portanto, sem uma breve apresentação dos dervixes Gonabadi a coisa toda poderia ficar sem sentido.

  • O que este artigo tem de tão importante?

Ele mostra claramente como o Islã e os Sufis interpretam a invasão da Índia, o maior genocídio da história. Através desse “olhar”, você vai compreender como a história foi e ainda é deturpada; como a supremacia Islâmica funciona e o modo como varrem — toda a monstruosidade que foi a invasão Islâmica da Índia, feita em nome do Islã,  com total intolerância aos não-Muçulmanos e com a descarada cumplicidade dos Sufis, — para debaixo do tapete (mágico) da hipocrisia e do extremo sadismo.

“Os invasores Islâmicos derrubaram inúmeros templos Hindus e inúmeras esculturas e ídolos foram destruídos para sempre; saquearam incontáveis fortalezas e palácios dos reis Hindus; mataram um grande número de homens Hindus e levaram as mulheres Hindus… mas muitos Indianos parecem não reconhecer que os alienígenas Muçulmanos destruíram a evolução histórica da civilização mais avançada mentalmente, da cultura mais ricamente imaginativa e da sociedade mais vigorosamente criativa.”(citado em Khan, p. 179)

Como diz Dr. Bill Warner: “Então, lembra-se do que eu lhe falei sobre a casa do Sufismo, que era um palácio com um cheiro vindo do porão?”

Não perca a oportunidade de ler também o artigo “QUANDO OS MONGÓIS PAGÃOS QUASE EXTERMINARAM O ISLÔ. Você vai entender de uma vez por todas o que realmente aconteceu na Índia e como a verdade é constantemente deturpada em prol de uma agenda globalista psicótica.

Milhões de pessoas foram assassinadas para uma ideologia se sobrepor sobre todas as religiões. O número de vítimas é algo absolutamente monstruoso. E tenha em mente, ao ler o artigo, de que nunca houve uma invasão por parte dos Mongóis na Índia.

E caso você ainda tenha alguma dúvida sobre tudo isso, basta olhar para o que está acontecendo principalmente na Europa, e verá como a jihad está evoluindo para a destruição total de tudo aquilo que não é Muçulmano. Pense nisso!

Nota: O artigo foi traduzido ipsis litteris. Em alguns poucos momentos utilizei o Itálico.


SUFISMO NA ÍNDIA

Fonte: Sufism in India

O Sufismo tem uma história na Índia evoluindo por mais de 1000 anos. [1] A presença do Sufismo tem sido a principal entidade ampliando o alcance do Islã em todo o Sul da Ásia. [2] Após a entrada do Islã no início do século VIII, as tradições místicas Sufis tornaram-se mais visíveis durante os séculos 10 e 11 do Sultanato de Déli. [3] Um conglomerado de quatro dinastias cronologicamente separadas, o início do Sultanato de Déli consistiu de governantes da região Turca e Afegã. [4] Essa influência Persa inundou o Sul da Ásia com o Islã, pensamento Sufi, valores sincréticos, literatura, educação e entretenimento, os quais criaram um impacto duradouro sobre a presença do Islã na Índia até hoje. [5] Pregadores Sufis, comerciantes e missionários estabeleceram-se também no litoral da Bengala e Gujarat através de viagens marítimas e o comércio.

Vários líderes das ordens Sufis, Tariqa, fretaram as primeiras atividades organizadas para introduzir os territórios ao Islã através do Sufismo. Figuras de santo e histórias míticas proporcionaram consolo e inspiração para as comunidades de castas Hindus, frequentemente em aldeias rurais da Índia. [5] Os ensinamentos Sufis sobre a espiritualidade divina, harmonia cósmica, amor e humanidade ressoaram entre as pessoas comuns até os dias de hoje. [6] [7] O seguinte conteúdo fará uma abordagem temática para discutir uma miríade de influências que ajudaram a espalhar o Sufismo e uma compreensão mística do Islã, tornando a Índia em um epicentro contemporâneo para a cultura Sufi atual.

A INFLUÊNCIA DO ISLÃ

Muçulmanos entraram na Índia em 711 sob o comando do Árabe Muhammad bin Qasim, conquistando as regiões de Sindh e Multan. Essa conquista histórica conectou o Sul da Ásia ao império Muçulmano. [8] [9] Simultaneamente, Muçulmanos Árabes foram recebidos ao longo dos portos marítimos Hindustani (Índia) para o comércio e empreendimentos comerciais. A cultura Muçulmana do califado começou a permear a Índia. [10]

Os Muçulmanos conquistaram Multan, a capital de Sindh, e assim expandiram o império Islâmico por toda a Índia.

Essa rota comercial que liga a Índia ao mundo Mediterrâneo e mesmo ao Sudeste Asiático durou pacificamente até 900. [11] Durante este período, o califa Abássida (750-1258) tinha se estabelecido em Bagdá; esta cidade também é o local de nascimento do Sufismo com figuras notáveis ​​como Ali ibn Abu Talib, Hasan al Basri e Rabiah. [12] [13]

A tradição mística do Islã ganhou terreno significativo espalhando-se de Bagdá (Iraque) para a Pérsia, comumente conhecida hoje em dia como Irã e Afeganistão. Em 901, um líder militar Turco, Sabuktigin, estabeleceu um reino Afegão na cidade de Ghaznah. Seu filho, Mahmud, expandiu seus territórios na região do Punjab Indiano em 1027 [14]. Os recursos e as riquezas anexados de Punjab entraram nos cofres Ghazni para expandir ainda mais por todo o Noroeste da Índia. [15] Durante o início do século 11, os Ghaznavids trouxeram estudiosos brilhantes para as fronteiras da Índia, estabelecendo a primeira cultura Muçulmana de inspiração Persa, sucedendo as influências Árabes anteriores. [16]

Em 1151, outro grupo da Ásia Central, conhecido como Ghurids, conquistou as terras dos Ghaznavids — os quais muito pouco fizeram para monitorar suas terras na Índia. [17] Mu’izz al-Din Ghuri, um governador de origem Turca, iniciou uma grande invasão da Índia, estendendo os territórios Ghazni anteriores a Déli e Ajmer. Em 1186, o norte da Índia era indistinguível; uma combinação da cultura cosmopolita de Bagdá, misturada com as tradições Persa-Turcas do tribunal de Ghazná, acelerou o intelectualismo Sufi na Índia. [18] Estudiosos, poetas e místicos da Ásia Central e do Irã se integraram na Índia. Em 1204, os Ghurids estabeleceram governos nas seguintes cidades: Benaras (Varanasi), Kanaug, Rajasthan e Bihar, introduzindo o domínio Muçulmano na região de Bengala. [15]

Uma ênfase na tradução de textos Árabes e Persas (Quran, Hadith corpus, literatura Sufi) em línguas vernáculas ajudou a impulsionar a Islamização na Índia. [19] Particularmente nas áreas rurais, os Sufis ajudaram o Islã a se espalhar generosamente entre as populações politeístas anteriores. Subsequentemente, o consenso geral entre os estudiosos é de que nunca houve conversões forçadas em massa registradas durante esse período de tempo da história inicial. [20] Entre o final do século 12 e o século 13, as irmandades Sufis se consolidaram firmemente no Norte da Índia. [21] O Sufismo chegou à Caxemira quando o Sufi Santo Shai Karman, da cidade Iraniana de Karman, residiu em uma pequena aldeia chamada Sharakawara (baramulla). De Sharakawara, a religião se espalhou para outras aldeias como Pangipora e daí por diante tomaram a iniciativa de difundir o ensino Islâmico entre as pessoas comuns.

SULTANATO DE DÉLI

O período de 1206-1526 é rotulado como o Sultanato de Déli de Raftaar. [17] [22] Este período de tempo consiste em cinco dinastias separadas que governaram as partes territoriais da Índia: o Mamluk ou escravo, Khaljis, Tughlaq, Sayyid e dinastia Lodi. Na história, o Sultanato de Deli geralmente recebe pouca atenção em comparação à Dinastía Mughal. [23] No seu auge, o Sultanato de Déli controlou todo o Norte da Índia, a fronteira Afegã e Bengala. A segurança de suas terras protegeu a Índia das conquistas Mongóis que aterrorizavam o resto da Ásia entre 1206 e 1294. [24] Os Mongóis também conseguiram destruir Bagdá, a capital do califa Abássida, provando que esse reinado de violência não era uma façanha menor. [De acordo com quem?] Quando a invasão Mongol penetrou na Ásia Central, os refugiados escolheram a Índia como um destino seguro. 25] Este movimento histórico pode ser considerado [por quem?] um catalisador significativo do pensamento Sufi na Índia. Scholars, estudantes, artesãos e pessoas comuns chegaram sob a proteção dos governantes Mamelucos, a primeira dinastia no Sultanato de Deli. Em breve, o tribunal teve um influxo imenso de diversas culturas, religiosidades e literatura da Pérsia e da Ásia Central; O Sufismo foi o principal ingrediente em todos os meios. Durante esse período medieval, o Sufismo se espalhou por várias regiões, expandindo-se para o planalto Deccan com a sucessão da dinastia Tughlaq de 1290 a 1388. [17] [26]. Durante esse tempo, os governantes Muçulmanos das dinastias do Sultanato não eram necessariamente do Islã ortodoxo; ainda assim eram considerados poderosos. Os conselheiros dos sultões dinásticos incluindo estudiosos religiosos Muçulmanos (ulemá) e, notavelmente os místicos Muçulmanos (mashai’kh). [27] Embora a prática Sufis raramente tivesse aspirações políticas, o reinado ético decadente da dinastia Sayyid e Lodi (1414 – 1517) exigiu uma liderança renovada. [28]

CULTURA TRADICIONAL

Durante 901-1151, os Ghaznawids começaram a construir numerosas escolas chamadas de madrasa que estavam ligadas e afiliadas às masjids (mesquita). Este movimento em massa estabeleceu a estabilidade nos sistemas educacionais da Índia. [20] Scholars da época promoveram o estudo do Alcorão e hadith, começando pelo Noroeste da Índia. [29] Durante o Sultanato de Déli, o calibre intelectual dos residentes da Índia aumentou várias vezes devido às invasões Mongóis. Vários intelectuais provenientes de regiões como o Irã, o Afeganistão e a Ásia Central começaram a enriquecer a vida cultural e literária da capital de Déli. [30] Entre as elites religiosas existentes durante o período de Sultanato, existiam duas principais classificações. Os ulemás eram conhecidos como estudiosos exclusivamente religiosos que dominaram certos ramos legais Islâmicos de estudo. Orientavam-se pela Sharia e tendiam a ser mais ortodoxos quanto às práticas Muçulmanas. O outro grupo de elites religiosas eram os místicos Sufis, ou fakir. Este era um grupo mais inclusivo que costumava ser mais tolerante às tradições não-Muçulmanas. Embora o compromisso de praticar a Sharia permaneça um fundamento Sufi, os primeiros Sufis na Índia concentraram-se no proselitismo através do serviço e ajuda aos pobres. Durante o Sultanato de Deli, a abordagem mística predominante do Islã não era um substituto da educação nas madrasa nem da escolaridade tradicional. [31] Os ensinamentos do Sufismo só se formou sobre os alicerces da educação nas madrasa. A orientação espiritual do Sufismo apenas procurou refinar a “consciência do divino, intensificando a piedade e inculcando uma atitude humanista.” [31]

SUFI KHANQAH

Uma das razões pelas quais o Islã tornou-se mais favorável na Índia foi devido ao estabelecimento de khanqah (Táriqa). Uma khanqah é comumente definida como um hospício, alojamento, centro comunitário ou dormitório administrado por Sufis. [15] [24] As Khanqahs também eram conhecidas como Jama’at Khana, grandes salões de coleta. [23] Estruturalmente, uma khanqah poderia ser uma grande sala ou ter espaço de habitação adicional. [21] Embora alguns estabelecimentos de khanqahs fossem independentes do financiamento real ou do patrocínio, muitos receberam subsídios fiscais (waqf) e doações de benfeitores para serviços contínuos. [15] [32] Ao longo do tempo, a função das tradicionais khanqahs Sufis evoluiu com o Sufismo solidificado na Índia.

Inicialmente, a vida Sufi nas khanqahs enfatizou um relacionamento próximo e fecundo entre o mestre-professor (sheik) e seus alunos. [31] Por exemplo, os estudantes nas khanqahs oravam, adoravam, estudavam e liam obras juntos. [33] A literatura Sufi tinha mais preocupações acadêmicas do que as obras de jurisprudência e teologia vistas nas madrasas. [31] Havia três categorias principais de trabalhos místicos estudados no sul da Ásia: escrita hagiográfica, discursos do professor e cartas do mestre. [31] Sufis também estudavam vários outros manuais descrevendo o código de conduta, adab (Islã). De fato, o texto (trad.) “O Caminho dos Escravos de Deus da Origem ao Retorno“, escrito por um santo Sufi Persa, Najm al-Din Razi, espalhou-se por toda a Índia durante a vida dos autores. [24] Compartilhando que o pensamento Sufi estava se tornando cada vez mais favorável ao estudo na Índia. Ainda hoje, a literatura mística preservada provou ser inestimável como fonte de história religiosa e social dos Muçulmanos Sufis na Índia. [31]

A outra função principal de uma khanqah era de servir como abrigo comunitário. Muitas dessas instalações foram construídas em vizinhanças Hindus de baixa casta. [23] A Ordem Chishti Sufi na Índia, especialmente, cristalizou as khanqahs como a mais alta forma modesta de hospitalidade e generosidade. [34] Mantendo uma política de “visitantes são bem-vindos”, as khanqahs na Índia ofereceram orientação espiritual, apoio psicológico e aconselhamento gratuito e aberto para todas as pessoas. [15] [21] Os membros das castas espiritualmente famintas e deprimidas foram alimentadas com um serviço de cozinha gratuito e forneceram educação básica. [23] Ao criar comunidades igualitárias dentro dos sistemas de castas estratificadas, os Sufis distribuíram com sucesso seus ensinamentos de amor, espiritualidade e harmonia. Foi este exemplo de fraternidade e equidade Sufi que atraiu as pessoas para a religião do Islã. [23] Logo essas khanqahs se tornaram epicentros sociais, culturais e teológicos para pessoas de todas as origens étnicas e religiosas de ambos os sexos. [15] [35] Através dos humildes serviços de uma khanqah, Sufis apresentaram a verdadeira forma do Islã e forjaram um caminho para conversões voluntárias em grande escala dos Hindustanis de classe baixa. [36]


Source: wikipedia

1-Jafri, Saiyid Zaheer Husain (2006). The Islamic Path: Sufism, Politics, and society in India. New Delhi: Konrad Adenauer Foundation.

2-Schimmel, p.346

3-Schimmel, Anniemarie (1975). “Sufism in Indo-Pakistan”. Mystical Dimensions of Islam. Chapel Hill: University of North Carolina Press. p. 345.

4-Walsh, Judith E. (2006). A Brief History of India. Old Westbury: State University of New York. p. 58.

5-Jafri, Saiyid Zaheer Husain (2006). The Islamic Path: Sufism, Politics, and Society in India. New Delhi: Konrad Adenauer Foundation. p. 4.

6-Zargar, Cyrus Ali. “Introduction to Islamic Mysticism”.

7-Holt, Peter Malcolm; Ann K. S. Lambton; Bernard Lewis (1977). The Cambridge History of Islam. 2. UK: Cambridge University Press. p. 2303. ISBN 978-0-521-29135-4.

8-Schimmel, Anniemarie (1975). “Sufism in Indo-Pakistan”. Mystical Dimensions of Islam. Chapel Hill: University of North Carolina. p. 344.

9-Alvi, Sajida Sultana (2012). Perspectives on Mughal India: Rulers, Historians, Ulama, and Sufis. Karachi: Oxford University Press.

10-Morgan, Michael Hamilton (2007). Lost History: The Enduring Legacy of Muslim Scientists, Thinkers, Artists. Washington D.C.: National Geographic. p. 76.

11-Walsh, Judith E. (2006). A Brief History of India. Old Westbury: State University of New York.

12-Dr. Cyrus Ali Zargar

13-Walsh, Judith E. (2006). A Brief History of India. Old Wesbury: State University of New York. p. 59.

14-Walsh p. 56

15-Alvi

16-Schimmel p. 344

17-Walsh

18-Alvi 46

19-Alvi 10

20-Alvi 9

21-Schimmel 345

22-Morgan 78

23-Aquil

24-Zargar

25-morgan77

26-Aquil 9

27-Aquil 11

28-Aquil 13

29-Alvi 11

30-Alvi 12

31-Alvi 14

32-Schimmel

33-Schimmel 347

34-Schimmel 232

35-Schimmel 231

36-Aquil 16


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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BAT YEOR: “O CALIFADO UNIVERSAL ESTÁ DIANTE DE NÓS”

Fonte/Source: Bat Ye’or: ‘The universal caliphate stands before us’ Read 


Por Tião Cazeiro

Traduzi recentemente um artigo incrível com a historiadora Bat Ye’or intitulado “EURABIA E A TRAIÇÃO À ISRAEL: UMA ENTREVISTA COM BAT YE’OR“. Leitura essencial.

Agora, traduzi e reproduzi abaixo um texto dela  publicado pelo “American Thinker” em 2011.

Bat Ye’or é o pseudônimo de Gisèle Littman, conhecida mundialmente por seus livros sobre a história das minorias religiosas no mundo Muçulmano e a moderna política Europeia. Littman, nasceu em 1933 no Cairo, Egito, e mais tarde tornou-se cidadã Britânica.

Poucos autores nas últimas décadas provocaram um debate tão inflamado. É graças a ela que entramos no mercado de ideias com termos como “dhimmitude” e “Eurabia“, ambos essenciais para entender a natureza política do Islã, o tratamento das minorias não-Muçulmanas e o eixo político-econômico construído nos anos Setenta entre a Europa e o mundo Árabe.


“O Califado Universal Está Diante de Nós”

Por Bat Ye’or

Texto publicado em 2011.

 ‘American Thinker’: Em seu livro “Europe, Globalization, and the Coming of the Universal Caliphate, publicado em 2011, Bat Ye’or atualiza sua análise para demonstrar como a contínua e moralmente grotesca metamorfose Eurabiana está avançando ativamente —através das Nações Unidas, em particular — na busca eterna do Islamismo pela dominação terrena sob a Sharia, ou seja, um Califado Global.

As conclusões de Bat Ye’or nesse trabalho indispensável (pp. 183-185) são reproduzidas a seguir:


Ao escrever este estudo, lembrei-me de uma questão que me incomodou há vinte e cinco anos quando pesquisava “As Cristandades do Oriente entre jihad e dhimmitude” (1991).

Como os povos e estados Cristãos, alguns com exércitos poderosos e as culturas mais ricas de seu tempo, desmoronaram diante do ataque da jihad e dhimmitude a partir do século VII ao XV? Agora, não me pergunto mais essa questão.

O processo de degradação que eu costumava estudar e documentar nas antigas crônicas, tenho visto acontecer na Europa de hoje. Quando examinei o passado vi que estava se repetindo no presente, sob meus próprios olhos. Na verdade, a situação atual é uma reminiscência daquela que seguiu as conquistas Muçulmanas. Manter os funcionários Cristãos em suas posições preservou uma aparência de continuidade. Por trás do nevoeiro, a Islamização pode penetrar em cada estrato das sociedades derrotadas. No entanto, com o tempo, o colapso desse edifício revelou o verdadeiro papel desses pastores, cujo trabalho era fazer cumprir as ordens do califado sobre o seus, sob pena de morte. Faltava um elo essencial na cadeia de eventos: as motivações dos seres humanos que os conduzem numa direção inabalável dentro do caos dos eventos, a rota desviante para um objetivo final. Agora esse link se revelou na mistura de medo, covardia, corrupção, ódio e ambições de curto prazo que, no espaço de quarenta anos, tem levado a Europa ao longo da estrada para a Eurabia, um estágio intermediário para uma mudança ainda mais profunda.

Existe uma moral nessa história? Para as sociedades Judaico-Cristãs, a resposta é afirmativa, porque a Bíblia, o fundamento espiritual dessas sociedades, concede liberdade e dignidade ao homem, bem como seu corolário: responsabilidade. O significado bíblico do bem e do mal tendo penetrado em todos os aspectos do Cristianismo, o último não poderia manter vivo o seu ódio por Israel mais do que o veneno auto infligido.

Ativa na busca de sua própria Islamização, a Europa encorajou a rejeição da Bíblia Hebraica. A lealdade às suas origens foi uma ação de retaguarda travada por defensores heróicos. Pressionados pelos governos, as Igrejas apoiaram a heresia Palestina do Centro de Teologia da Libertação de Sabeel, professando um Cristianismo Marcionita Islamizado, que não só removeu todas as raízes da Bíblia Hebraica, como também despojou o povo Judeu de seu próprio patrimônio eterno e transferiu aos Palestinos. “Palestina Árabe” e a Igreja deixou de ser a nova Israel. Esse movimento majoritário na Europa de hoje é a arma da OIC [Organização da Conferência Islâmica; desde 28 de Junho de 2011, representa todos os 57 estados Muçulmanos, e é o maior bloco de votação nas Nações Unidas]. Cortado de sua base, o Cristianismo pôde, assim, ser recuperado para o Islã. Essa parece ser a missão do Centro Sabeel de Jerusalém e das Igrejas Árabes do Oriente.

Ao lado de um culto de ódio por Israel e a Bíblia, houve outras dinâmicas envolvidas na desintegração da Europa. No entanto, para mim, esse aspecto parece apresentar um dos principais elementos da aliança Europa-OIC, porque a extinção de Israel é essencial para o OCI na conquista do Ocidente Cristão. Israel nasceu da libertação de homens e mulheres da escravidão e com sua liberdade veio a responsabilidade moral — características que são consubstanciais com o significado de Israel desde a antiguidade. A rejeição e até o divórcio cheio de ódio desse espírito de liberdade abriram o caminho para o dhimmitude pregado pelas Igrejas Árabes e para os Cristãos rejeitarem totalmente sua identidade. A renovação das alianças Euro-Árabes formadas por Fascistas e Nazistas deu substância ao culto Palestino, Muçulmano-Cristão de substituição por Israel. A luta contra Israel, inerente à escolha da Palestina, proporcionou a base para a construção de Eurabia. Essa ideologia determinou a negação da jihad e encorajou as políticas autodestrutivas da Islamização moral e ideológica na Europa.

É evidente que tais escolhas, endêmicas nas sociedades Cristãs, representam correntes permanentes que levam inelutavelmente à destruição dos valores Judaico-Cristãos e Iluministas. Determinou a escolha da servidão sobre a liberdade, como a estamos vendo hoje. Porque não se pode comprometer a própria identidade e liberdade, a menos que já seja um escravo… ou um dhimmi.

A Europa perdeu sua aposta. Refém do ódio contra Israel, pensou que poderia salvar a paz por sua rendição ao terrorismo Palestino desde o final da década de 1960. Polindo os instrumentos de sua própria derrota, argumentou que o terrorismo não será derrotado através da opção militar, mas sim através do diálogo, do multilateralismo e do multiculturalismo, o principal argumento do próximo Califado. Ela tem usado inteligentemente esses instrumentos para justificar a estratégia de rendição e para transformar as vitórias militares de Israel em derrotas políticas, correndo para resgatar seus inimigos implacáveis ​​para manter o conflito vivo.

A Palestinização da Europa trouxe o Califado às cidades da Europa. Ele avançou através da negação dos perigos e do ofuscamento da história. Avançou sobre os carpetes dourados dos corredores do diálogo, nas redes de alianças e parcerias, na corrupção de seus líderes, intelectuais e ONGs, particularmente das Nações Unidas. O Califado já está vivo e cresce dentro da Europa, na extinção das liberdades básicas, no controle sobre o pensamento, das opiniões e a cultura, subversão das leis democráticas pela Sharia, fatwas, autocensura e medo — companheiros inseparáveis ​​da dhimmitude.

O Califado universal, para o qual a Europa forneceu um trampolim na ONU, está diante de nós, unindo o poder político e religioso. Ele se estabeleceu como o protetor das massas imigrantes Muçulmanas no mundo e exige que permaneçam firmemente ancorados nas tradições Islâmicas do Alcorão e da Suna, seguindo as leis da Sharia enquanto os Europeus são orientados a abandonar seus valores históricos e até mesmo sua identidade condenada como Islamofobia. Hoje, rumores abafados surgem dos povos da Europa, anunciando aos que criaram essa situação que não escaparão do julgamento da história.


Livros Essenciais da Bat Ye’or:

  1. Eurabia: The Euro-Arab Axis (English Edition)

  2. Understanding Dhimmitude (English Edition)

  3. Europe, Globalization, and the Coming of the Universal Caliphate

Tradutor: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

TRUMP, JERUSALÉM: UM DURO GOLPE NO TERROR

Fonte/Source: PRESIDENT TRUMP’S JERUSALEM MOVE DEALS A BLOW TO TERROR


TRUMP, JERUSALÉM: UM DURO GOLPE NO TERROR

Não Permitiremos Que Terroristas Islâmicos Decidam Onde Colocamos Nossas Embaixadas

Por Daniel Greenfield

8 de dezembro de 2017 

Daniel Greenfield é um jornalista investigativo, autor com foco na esquerda radical e terrorismo Islâmico, e Shillman Journalism Fellow do David Horowitz Freedom Center.


Hamas anunciou que o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel pelo Presidente Trump abriu os “portões do inferno”. Esse parente da Irmandade Muçulmana declarou que a América é um “estado inimigo”.

O chefe da Liga Árabe advertiu que a transferência para Jerusalém “alimentará o extremismo e resultará em violência”. O Ministro dos Negócios Estrangeiros da Jordânia afirmou que poderia “desencadear raiva” e “alimentar a tensão”.

Líderes Muçulmanos “moderados” sobressaem ameaçando violência em nome dos “extremistas”.

A Organização de Cooperação Islâmica (OCI) alertou que o reconhecimento de Jerusalém desencadeará uma cúpula Islâmica e será considerado um “ataque flagrante às nações Árabes e Islâmicas”.

A última vez que a OCI ficou assim tão insana, alguém desenhou Mohammed [sic]. E não foi apedrejado até a morte por isso.

Segundo o embaixador Saudita, isso “aumentará as tensões”. O vice Primeiro Ministro da Turquia Islamista chamou isso de “uma grande catástrofe”. E o líder do maior país Muçulmano na Europa, o Francês Emmanuel Macron “expressou preocupação” de que os Estados Unidos “reconhecerão unilateralmente Jerusalém”.

Líderes e aduladores da OLP, entretanto, deixaram bem claro que agora o falecido processo de paz está verdadeiramente morto.

O chefe da Autoridade Palestina advertiu que reconhecer Jerusalém “destruirá o processo de paz”. O enviado da OLP em (Washington)D.C. ameaçou que isso pode ser o “último golpe letal” e o “beijo da morte na solução dos dois estados”. Um alto assessor da PA afirmou que “acabará com qualquer chance de um processo de paz”.

No dia seguinte, o processo de paz continua vivo e tão morto como sempre foi.

Uma vez que a chance de um processo de paz é quase igual a ser atingido por relâmpagos ao fazer um Royal Flush, essa “chance” não equivale a nada. O processo de paz já estava mais morto que o Drácula há muito tempo. E mesmo um terrorista da OLP deve saber que não pode ameaçar de morte um refém morto.

O único beijo da morte aqui veio do Arafat.

Embora a paz não estivesse morta. Ela nunca esteve viva. Porque uma paz permanente Islâmica é impossível.

“O mundo pagará o preço”, advertiu Mahmoud Habash, Autoridade Palestina e juiz Supremo da Sharia.

Habash não é apenas o “chefão” da lei Islâmica, é também conselheiro Islâmico do líder da Autoridade Palestina. E Abbas, o líder da organização terrorista, estava lá quando Habash fez suas declarações.

Anteriormente, Habash declarou que o Kotel, o Muro Ocidental (ou Muro das Lamentações), remanescente do Templo, “jamais pertencerá aos não-Muçulmanos”. Não pode estar sob a soberania dos não-Muçulmanos”.

Enquanto as advertências oficiais da Autoridade Palestina, a Liga Árabe e várias outras organizações Islâmicas alegam que reconhecer Jerusalém ameaça o processo de paz inexistente, Habash já tinha deixado bem claro que a questão não era a terra, e sim a Jihad.

“A luta por esta terra não é apenas uma luta sobre um pedaço de terra aqui ou ali. De maneira nenhuma. A luta tem simbolismo da santidade, ou bênção. É uma luta entre aqueles que Alá escolheu para o Ribat e aqueles que estão tentando mutilar a terra do Ribat”, declarou Habash.

Nota: [Ribat, trad., Arrábica: significa uma pequena fortaleza construída ao longo de uma fronteira durante os primeiros anos da conquista Muçulmana do norte da África para abrigar voluntários militares, chamado murabitun].

O percepção sobre o Ribat é que os Jihadistas podem ainda não estar prontos para uma vitória definitiva, mas precisam se manter vigilantes para o objetivo final, que o Hadith define como desempenhar o Ribat “contra o meu e o seu inimigo até que ele abandone a sua religião pela nossa religião.”

É isso que está em jogo aqui.

Não se trata de um “pedaço de terra aqui ou ali”, como esclarece o principal juiz da Sharia para a Autoridade Palestina (PA): é uma guerra religiosa. E Israel não é apenas uma guerra religiosa entre Muçulmanos e Judeus, mas um deslocamento de fronteira numa guerra maior entre o Islã e o resto do mundo. É outro território a ser conquistado no caminho para a Europa. E a Europa é outro território a ser conquistado no caminho para a América.

Não pode haver paz numa guerra religiosa. Nem há nada a ser negociado.

“Não é possível comprometer ou negociar Jerusalém”, disse Habash. “Na política, pode haver compromissos aqui e ali… Na política, pode haver negociação. No entanto, em questões religiosas, fé, valores, ética e história, não pode haver compromissos”.

Existe uma linha extremamente fina na teocracia Islâmica entre política e religião. Mas o que Habash está realmente dizendo é que pode haver espaço para negociar quantas vezes por semana o caminhão de lixo vem para pegar o lixo, mas não quem lhe dá as ordens. O supremacismo Islâmico não é negociável.

O juiz Supremo da Sharia advertiu Trump que transferir a embaixada é “uma declaração de guerra contra todos os Muçulmanos”. Por que todos os Muçulmanos? Porque os “Palestinos” são um mito. As conquistas Islâmicas são coletivas.

E não é como se algum líder Muçulmano tivesse discordado.

Por que para eles Jerusalém é um negócio? Não é uma questão de empatia para os “Palestinos”. O Kuwait fez uma limpeza étnica grande no números deles. Eles não são tão bem tratados em outros países Árabes Muçulmanos.

Não é sobre eles. Os colonos Muçulmanos em Israel estão apenas lá como o “Ribat”. Eles são a guarda fronteiriça da conquista Islâmica. Muito parecido com as patrulhas da Sharia nas No Go Zones da Europa ou os Jihadistas na Caxemira, os Rohingya em Myanmar e todas as outras variantes Islâmicas Volksdeutsche de ocupantes colonizadores.

Sunitas podem lutar contra Xiitas. Países Muçulmanos, tribos e clãs podem guerrear uns contra os outros. Mas a terra em que estão guerreando pertence a todos coletivamente.

Nunca poderá pertencer aos não-Muçulmanos. Essa é a essência do Islã, onde conquista é religião.

Isso é verdade para Jerusalém. E para mundo inteiro.

Isso é o que realmente está em jogo na guerra contra Jerusalém. Quando os países se recusam a transferir suas embaixadas para Jerusalém, estão se submetendo à lei da Sharia e ao supremacismo Islâmico. O questão em jogo é a mesma do desendho de Mohammed/Maomé. Não se trata de um “pedaço de terra”. Trata-se de supremacia Islâmica.

A recusa à transferência da embaixada não impede a violência. O terrorismo Islâmico continua reivindicando vidas em Jerusalém. E a violência Islâmica tem sido uma constante antes de Israel libertar Jerusalém ou antes mesmo de existir uma Israel livre. A Liga Árabe, os Jordanianos, os Sauditas e o resto da gangue não estão prometendo o fim da violência. Em vez disso, alertam que, se não obedecermos, a situação irá piorar.

Isso não é diplomacia. É uma crise de reféns.

O Presidente Trump tomou a decisão correta ao se recusar a deixar nossa política externa como refém. Não ganhamos cedendo às ameaças terroristas. 

Ganhamos resistindo a elas. Ou então teremos que viver nossas vidas como reféns do terror Islâmico.

Jerusalém é uma metáfora. Todo país livre tem sua própria Jerusalém. Na América, é a Primeira Emenda. Nossa Jerusalém não é apenas um pedaço de terra, é um valor. E a Jihad Islâmica procura nos intimidar para nos fazer desistir até, como afirma o Hadith, abandonarmos nossa religião pelo Islã.

Transferir a embaixada para Jerusalém fará muito mais pela América do que por Israel.

Os Israelenses já sabem onde está a sua capital. Precisamos lembrar onde deixamos nossa liberdade. Os terroristas Islâmicos ganham quando nos aterrorizam, impondo mais medo, para não fazermos o que é certo.

O Presidente Trump enviou uma mensagem aos terroristas de que a América não será aterrorizada.

As administrações anteriores permitiram que os terroristas decidissem onde colocamos nossa embaixada. Mas Trump deixou claro que não vamos deixar os terroristas Islâmicos decidirem onde colocamos nossas embaixadas, que caricaturas desenharemos ou como vivemos nossas vidas.

Esse é o significado da verdadeira liberdade.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

JERUSALÉM EM 1862: NEM MESQUITAS, NEM PALESTINOS…

Fonte/Source: JERUSALÉM EM 1862: NEM MESQUITAS NEM PALESTINIANOS…
Via Pegida Portugal / Facebook


Por Tião Cazeiro

Robert Spencer, diretor da Jihad Watch, em seu artigo “FÚRIA ÁRABE SOBRE JERUSALÉM É TEATRO ISLÂMICO“, descreve claramente a influência do Mufti de Jerusalém, Hajj Amin al-Husseini Yasir e cita Arafat e a KGB, na fictícia reivindicação Islâmica de Jerusalém.

O artigo (na íntegra) a seguir confirma essa narrativa.


SHALOM ISRAEL
JERUSALÉM EM 1862: NEM MESQUITAS, NEM PALESTINIANOS...

Por shalom-israel.blogspot

 Publicado originalmente em 2 de Marco de 2016

JERUSALÉM vista do Monte das Oliveiras, em Abril de 1862
Uma nova exposição fotográfica em Londres exibe a jornada fotográfica realizada pelo Príncipe de Gales (mais tarde Rei Eduardo VII) no ano 1862, durante 4 meses, nas regiões do Médio Oriente.

E, tal como se esperaria, nenhuns sinais de mesquitas ou de presença activa de “palestinianos” foram traçados naquela jornada, contrariando o mito inventado pelos palestinianos da sua “sempre presença” naquela Terra, com o simples objectivo de justificar a “luta armada” contra os “ocupantes judeus” e cativar as ajudas internacionais.

JERUSALÉM em 1862 – Jardim do Getsemane
Contrariando a tese palestiniana que defende a alegada presença de 1 milhão de “palestinianos”, este documento fotográfico revela a quase inexistência de mesquitas há 150 anos atrás em Jerusalém. A única excepção era na altura o Domo da Rocha, que no entanto sempre se mostra vazia em todas as fotos tiradas nos anos 1800 e no início dos 1900. O Domo da Rocha foi construído originalmente como uma sinagoga judaica, tendo posteriormente sido convertida numa catedral cristã, tendo depois sido conquistada e ocupada pelos muçulmanos que a converteram em mesquita.
DOMO DA ROCHA, Jerusalém, em 1875
Toda a argumentação palestiniana não passa de uma fabricação e de uma grosseira distorção da realidade dos factos.
Os “palestinianos” são uma fabricação ordenada e construída pelo “Grand Mufti Haj Husseini (1889 – 1974), com a invasão em massa de árabes oriundos do Egipto e da Arábia Saudita com o objectivo de fazerem jihad contra os judeus. Os terroristas egípcios ficaram confinados em Gaza, enquanto que os sauditas ocuparam a região da Judéia e da Samaria.
Toda a alegação de que os “palestinianos” perderam terras com a “ocupação judaica” não passa de uma vergonhosa e orquestrada mentira, uma vez que essa gente nem sequer é oriunda daquela terra…
É importante também assinalar que logo que Israel foi declarado como terra a devolver aos judeus, em 1917, durante o mandato britânico, os muçulmanos começaram imediatamente a aparecer de todas as terras árabes à volta com o propósito de matar os judeus. Os primeiros conflitos dos tempos modernos em Israel foram assim iniciados pelos árabes muçulmanos.
Foi nessa altura que, numa atitude dúbia e traiçoeira, as autoridades britânicas começaram a estancar o fluxo de judeus que queriam voltar à sua terra prometida, não impedindo entretanto os árabes de se multiplicarem numa terra que não era originalmente deles. Logo a população árabe se tornou maior que a judaica, não por razões naturais, mas pela verdadeira invasão e ocupação por parte dos árabes muçulmanos consentida pelos ingleses.
Conclui-se que os verdadeiros “ocupantes” da Terra de Israel são realmente os árabes muçulmanos que para ali foram a partir de 1917…
Judeus orando junto ao Muro – 1870
As fotografias patentes nesta exposição realizada no palácio de Buckingham,na galeria da raínha, foram tiradas por Francis Bedford (1815 – 1894), o primeiro fotógrafo na História a acompanhar uma viagem da realeza europeia, numa época de grande esplendor do império britânico.

Shalom, Israel!


Israel Não Está No Oriente Médio

Fonte/Source: Israel Isn’t in the Middle East


Israel Não Está No Oriente Médio

Por Daniel Greenfield

23 de Maio de 2017

FrontPage Magazine

A mídia fake news decidiu cobrir a visita do Presidente Trump exclusivamente em termos de…

  1.  A mão de Melania

  2. Trump afirmando que voltou do Oriente Médio enquanto estava em Israel

As questões envolvendo Arábia Saudita e Israel não importam. Só o sarcasmo superficial é que vale. Todos “sabem” que Israel está no Oriente Médio, desde os anfitriões de talk shows noturnos até os seus colegas de mídia igualmente bem informados.

Exceto que em sua definição original, Israel não está no Oriente Médio. O termo tem sido usado para incluir vários grupos de países. Num extremo, englobaria o Afeganistão. No outro, um território muito menor perto da Índia.

A mídia irônica, na expectativa de mostrar a ignorância do Presidente Trump, só consegue exibir a si mesma.

Mas o presidente Trump estava falando emocionalmente e culturalmente. Israel não está no mesmo espaço cultural da Arábia Saudita. O grande líder Sionista Jabotinsky falou do Sionismo como um movimento para “expandir as fronteiras da Europa até o Eufrates”.

Isso é um pouco simplista. Mas Israel é fundamentalmente diferente de grande parte de uma região em que a civilização foi invadida e destruída por ondas de invasores Muçulmanos. Israel tem uma posição geográfica. Mas culturalmente é a única nação que ainda engloba uma civilização baseada em sua população nativa, ao invés dos invasores Muçulmanos Árabes que destruíram a civilização em todo o Oriente Médio.

Israel é o que o Oriente Médio deveria ser. A Arábia Saudita, de onde Trump tinha chegado, é o que o Oriente Médio é muitas vezes.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Professor de Georgetown, Jonathan Brown, Promove “Discriminação Religiosa” Contra Judeus

Fonte/Source: Georgetown professor Jonathan Brown promotes “religious discrimination” against Jews


Professor de Georgetown, Jonathan Brown, Promove  “Discriminação Religiosa” Contra Judeus

Por PAMELA GELLER

18 de Maio de 2017

A radicalização dos colégios e universidades da nossa nação continua em ritmo acelerado. A propaganda antissemita, de extrema esquerda, já está institucionalizada no meio acadêmico. A retórica mais repulsiva está sancionada sob a aparência de “liberdade de expressão”, enquanto vozes corajosas pela liberdade estão na lista negra. Eu e meus colegas fomos proibidos de falar, na maior parte. E nos raros momentos em que somos convidados, surge um pandemônio violento e cruel. Robert Spencer na Universidade de Buffalo, Milo em Berkeley ou a minha palestra no Brooklyn College demonstram o que enfrentamos. E, no entanto, Linda Sarsour, uma ativista terrorista pró-jihad e cruelmente antissemita, foi convidada para discursar na inauguração da CUNY (Universidade da Cidade de New York), onde estaremos protestando no dia 25 de Maio.

Professor Jonathan Brown é publicamente conhecido pelo seu ódio aos Judeus, com uma longa história de agitação antissemita. Sua esposa é filha do líder Palestino da Jihad Islâmica Sami al-Arian.

“Professor de Georgetown, Jonathan Brown, promove amplo comício pela ‘discriminação religiosa’ contra os Judeus”, Canary Mission, 18 de Maio de 2017:

Jonathan Brown [Jonathan A.C. Brown] demonizou os Judeus Israelenses e o Judaísmo. Sugeriu que o conflito Palestino-Israelense poderia ser resolvido se os “Judeus em Israel” apenas fossem informados de que “não estão autorizados a tomar as coisas que não lhes pertencem”.

Em Fevereiro de 2017, Brown se viu envolvido em controvérsias depois de ser acusado de apoiar o sexo não-consensual e a escravidão nos primórdios do Islã. O incidente é detalhado mais adiante neste perfil.

Brown endossou ataques ao movimento de Boicote, Desinvestimento, Sanções (BDS) contra Israel, sob o disfarce de apoio aos “direitos humanos”.

Brown é titular e Professor Associado de Civilização Islâmica na Georgetown University (Georgetown), e Presidente da Alwaleed bin Talal de Civilização Islâmica da Escola de Georgetown de Serviço Exterior (SFS). Brown é também Diretor do Centro Príncipe Alwaleed bin Talal para a Compreensão MuçulmanoCristã da Universidade de Georgetown (CMCU), parte integrante da SFS. O CMCU é conhecido por suas ligações com o governo Saudita.

Brown é genro de Sami Al-Arian, ex-Professor da Universidade do Sul da Flórida (USF), que foi revelado em 2006 como líder da Jihad Islâmica Palestina (PIJ), uma organização terrorista especialmente designada. O governo dos Estados Unidos deportou Al-Arian para a Turquia em 2015. A esposa de Brown, Laila Al-Arian, é produtora sênior da Al-Jazeera.

Demonizando Judeus Israelenses

Em 26 de Fevereiro de 2015, num simpósio multi-denominacional produzido pela Organização de Estudos de Política (PSO) intitulado: “Política Religiosa No Oriente Médio: A Dimensão Religiosa Do Conflito Israel-Palestina” — Brown disse: “O problema é que a criatura político Israelense, o establishment político Israelense, não disse aos Judeus em Israel que eles não têm permissão para tomar as coisas que não lhes pertencem e isto é, eu acho, um problema fundamental… se você puder dizer às pessoas que a sua crença religiosa não lhe dá o direito de tomar as posses de outra pessoa. Ok? Então, se isso fosse estabelecido, acho que mudaria completamente, você sabe, a realidade em 180 graus.”

Promovendo A Segregação Baseada Na Fé

Em 26 de Fevereiro de 2015, no simpósio acima mencionado, Brown sugeriu que os Americanos teriam que superar sua “alergia à idéia de discriminação religiosa” se quisessem prever um fim realista para o conflito entre Israelenses e Palestinos. Brown continuou dizendo que, mesmo no contexto de um Estado democrático totalmente secular, seria “absolutamente desastroso” para os Muçulmanos Palestinos ou Cristãos Palestinos se “um Judeu tivesse permissão” para entrar nos lugares sagrados de outras religiões “e começar a orar no local”. Brown disse que “precisamos aceitar que” Jerusalém pode ter que se tornar uma “cidade muito dividida sob algum tipo de controle internacional ou… externo”.

Mais tarde, Brown destacou a percepção Palestina de estar sendo “invadida” pelos Judeus Israelenses e assumiu como fato que uma “noção clara de fronteiras e separações estáveis” levaria a uma “atmosfera cosmopolita” e ajudaria a “construir confiança”.

No início do simpósio, Brown disse: “não quero dizer que não se trata de uma questão religiosa, porque penso que isso está muito claro — especialmente da perspectiva Judaica e Cristã, — Mas acho que, na verdade, do ponto de vista Árabe/Muçulmano nem tanto.”

Brown argumentou que “se você pudesse simplesmente apagar a religião da mente dos Palestinos, ainda teriam todos os problemas que têm agora” e “o problema ainda não seria resolvido”. Brown também afirmou que a disposição dos fundamentalistas Islâmicos para lutar ao lado dos Árabes seculares contra Israel mostrou que os fundamentos do conflito não eram religiosos.

Brown mais tarde afirmou: Acho que a religião é a superestrutura e as questões não resolvidas sobre controle e usurpação de direitos e terra e poder e direitos— esses são os verdadeiros problemas”.

Apresentando BDS Como Um Dever Muçulmano

Em 4 de Novembro de 2016, num podcast intitulado Congruência Difusa: A Experiência Americana Muçulmana“, Brown insinuou que os Muçulmanos têm a responsabilidade religiosa de promover o BDS. Depois de listar as várias afiliações religiosas, culturais e profissionais de algumas pessoas que apóiam o BDS — destacando especialmente alguns Judeus, — Brown prosseguiu dizendo: “Quem são os que estão indo contra o BDS e o enfraquecendo agora? São os jovens Muçulmanos. Pense nessa desgraça.” (7:20).

Brown fez esses comentários com o intuito de acabar com o projeto de diálogo Judeu-Muçulmano conhecido como a Iniciativa de Liderança Muçulmana (MLI), que foi fundada pelo Imam Abdullah Antepli, o primeiro capelão Muçulmano da Universidade Duke. MLI é um programa educativo para Muçulmanos Americanos para “entenderem por que os Judeus acreditam no que acreditam, como os Judeus vêem sua história, por que os Judeus são tão apegados a esta disputa de terra (Israel) — e assim se envolver melhor com os Judeus Americanos”. Para Antepli, “MLI tem como objetivo colocar os principais Judeus Americanos em conversa com seus homólogos Muçulmanos”.

Brown disse não ter nenhum problema com os jovens Muçulmanos “dialogando” com Judeus ou Sionistas “em qualquer lugar”. No entanto, disse que, uma vez que os organizadores “insistiram” que o programa fosse realizado em Israel, “deveria revelar qual é o verdadeiro objetivo… interromper o boicote, já que estão lá.”

Exigindo Que Israel Entregue o “Poder”

No mesmo podcast, após argumentar que a segregação religiosa é um pré-requisito necessário para confiar na construção, Brown argumentou que a base para o conflito Árabe-Israelense é realmente política, causada por um desequilíbrio de poder e recursos.

Brown argumentou que se um grupo tem “poder armado … recursos e poder internacional” e outro grupo não, então “até que esse desequilíbrio seja corrigido, de alguma forma, não haverá uma solução.” Brown disse que “não pode haver relações pacíficas ou resolver um conflito antiquíssimo a menos que o partido que está no poder se renda — até que você tenha algum tipo de distribuição equitativa.”

Em suas observações de encerramento, Brown respondeu a um pedido em relação à sua solução para a divisão religiosa-psicológica entre as partes. Brown hipotetizou que “teoricamente para um Islamista”, como “alguém da Jihad Islâmica Palestina (PIJ)“, afirmará que seus objetivos religiosos poderiam ser o de “estabelecer um estado Islâmico aqui” e “implementar a Lei Sharia” e “conduzir todos os Judeus para o fundo do mar.”

Desafiando “Liberdade” e “Consentimento”

Em 7 de Fevereiro de 2017, os comentários de Brown numa palestra intitulada “O Islã e o Problema da Escravidão” foram manchetes nacionais. Múltiplos meios de comunicação acusaram Brown de falar a favor da escravidão e do estupro — um afirmação que Brown negou. A controvérsia começou com um post no blog do escritor freelance Umar Lee, que participou da palestra de Brown.

Em 8 de Fevereiro de 2017, foi relatado que Brown tinha ejetado o jornalista conservador Andrew Harrod da sala de aula, antes do início das observações formais de Brown. Brown referenciou a ejeção no início de sua palestra — e ridicularizou publicamente o repórter ejetado.

Abaixo, uma seleção das declarações controversas feitas por Brown durante a palestra e o período de perguntas e respostas que se seguiram:

Em resposta a um questionador que caracterizou a escravidão imposta como um “erro”, Brown disse: “Se você é Muçulmano, o profeta de Deus [sic]… teve escravos. Ele tinha escravos. Não há como negar isso. Você é mais moralmente maduro do que o profeta de Deus? Não, você não é.”

Brown também disse: “A escravidão não pode ser tratada como um mal moral em si mesma, porque ‘escravidão’ não significa nada. O mal moral são formas extremas de privação de direitos e formas extremas de controle e formas extremas de exploração. Eu não acho que seja moralmente mau possuir alguém, porque nós possuímos muitas pessoas ao nosso redor e somos possuídos por pessoas”.

Em 9 de Agosto de 2015 — de acordo com uma captura de tela de 11 de Fevereiro de 2017 no Twitter — Brown disse no Facebook: “Acho que as pessoas têm um monte de coisas misturadas em suas mentes, formando uma espécie de sopa de indignação com a qual não conseguem lidar. Acho que é preciso proceder de maneira ordenada. 1) A escravidão é, em geral, permitida pela lei Islâmica. 2) É muito possível (e de fato aconteceu) declarar que a escravidão não é mais permissível seja devido as falhas consistentes no tratamento de escravos ou da decisão dos governos para o bem comum da comunidade Muçulmana. 3) Mas não é possível dizer que a escravidão seja inerentemente, absolutamente, categoricamente imoral em todos os tempos e lugares, uma vez que foi permitido pelo Alcorão e pelo Profeta. 4) As mulheres escravas não têm uma agência que controle o acesso sexual, para que seu dono possa fazer sexo com elas.”

Explicando Sexo Não Consensual

Durante sua palestra em 7 de Fevereiro de 2017, Brown desafiou os padrões modernos de moralidade que definem os seres humanos como “agentes autônomos” e ditam que “a condição sine qua non do sexo moralmente correto é o consentimento”.

Brown continuou dizendo: “Durante a maior parte da história humana, os seres humanos não pensaram no consentimento como a característica essencial da atividade sexual moralmente correta. E em segundo lugar, nós fetichizamos a ideia de autonomia na medida em que nos esquecemos —novamente, quem é realmente livre? Somos realmente pessoas autônomas? O que significa autonomia?”

Brown então continuou: “Temos essa obsessão com a ideia de autonomia” — e procedemos equiparando a servidão daqueles pressionados à escravidão sexual ou servindo como concubinas aos indivíduos sujeitos à obrigações familiares voluntariamente assumidas, decorrentes do casamento.

Retornando às Declarações Controversas

Em 17 de Fevereiro de 2017, Brown defendeu suas declarações, no Washington Post, afirmando: “Essas pessoas que me criticam não sabem a diferença entre o passado e o presente. A conversa que fiz foi uma descrição histórica.”

Em 16 de Fevereiro de 2017, Brown escreveu um artigo para a revista online Muslim Matters, onde explicou suas declarações. Lá, Brown escreveu: “Como Muçulmano, hoje posso dizer enfaticamente que a escravidão é errada e que o Islã proíbe isso… é fácil para mim dizer isso olhando para trás sobre a escravidão na história Americana, porque nossa escravidão Americana foi uma manifestação de absoluta dominação de um ser humano sobre outro que é, na minha opinião, um erro universal no tempo e no espaço”.

Em 11 de Fevereiro de 2017, Brown tuitou: “O Islã como uma fé e eu como uma pessoa condenamos escravidão, estupro e concubinato”.

BDS

O movimento BDS foi fundado em 2005 por Omar Barghouti e afirma que “trabalha para acabar com o apoio internacional à opressão de Israel contra os Palestinos e pressionar Israel a cumprir o direito internacional”.

As iniciativas do BDS incluem forçar instituições e indivíduos a se desfazerem de empresas afiliadas a Israel, boicotes acadêmicos, manifestações anti-Israel e protestos.

A realização mais notável do movimento foi a infiltração nos campus universitários através de lobby visando as “resoluções do BDS”. Nestes casos, com apoio das filiais universitárias anti-Israel, os governos estudantis se reuniram para votar em alguma forma de boicote — ou desinvestimento em — Israel e entidades afiliadas a Israel. Estas resoluções, embora não obrigatórias, foram aprovadas pelos governos estudantis em vários campus Americanos.

A atividade de BDS é frequentemente agressiva e disruptiva. Observou-se que as universidades que aprovam as resoluções do BDS vêem um aumento acentuado de incidentes antissemitas nos campus. Em 2013, quando o governo estudantil da Universidade da Califórnia Santa Barbara (UCSB) debateram uma resolução do BDS, relatórios emergiram relatando ameaças violentas e gente cuspindo em estudante vestindo um colar com a estrela de David. Como resultado, o governo estudantil optou pela “votação secreta”, a fim de garantir a sua própria segurança.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Esquerdista Islandês Envenena Robert Spencer

Fonte/Source: Icelandic Leftist poisons Robert Spencer


Esquerdista Islandês Envenena Robert Spencer

Por ROBERT SPENCER

16 de Maio de 2017

Na última Quinta-feira, dei uma palestra sobre a ameaça da jihad no Grand Hotel, em Reykjavik, Islândia. Pouco tempo depois, um jovem Esquerdista Islandês expressou sua desaprovação ao que eu disse me envenenando.

Aconteceu depois do evento, quando meu chefe de segurança, os organizadores do evento, e Christine Williams, escritora da Jihad Watch, que também foi convidada para falar, foram comigo a um restaurante local para celebrar o sucesso da noite.

Fui rapidamente reconhecido nesse estabelecimento aglomerado de Reykjavik. Um jovem Islandês me chamou pelo nome, apertou minha mão e disse que era um grande fã. Pouco depois, um outro cidadão daquela terra famosa e gentil também me chamou pelo nome, apertou minha mão e disse: “Vá se foder!”.

Recebemos essa maravilhosa saudação Islandesa como um sinal para irmos embora. Mas o dano já tinha sido feito. Cerca de quinze minutos depois, quando voltei para o meu quarto no hotel, comecei a sentir dormência no meu rosto, mãos e pés. Comecei a tremer e a vomitar. Meu coração estava acelerando perigosamente. Passei a noite num hospital de Reykjavik.

O que tinha acontecido rapidamente se tornou claro, e logo foi confirmado por um teste no hospital: um desses Islandeses locais que se aproximou de mim — provavelmente aquele que disse que era um grande fã, porque estava muito mais perto de mim do que o sujeito do “Vá se foder!” — tinha colocado alguma droga na minha bebida. Eu não estava e não estou tomando nenhum outro medicamento, e por isso não havia qualquer outra explicação de como essas coisas tinham chegado à minha corrente sanguínea.

Durante vários dias, depois disso, fiquei doente, mas fui à delegacia de Reykjavik e dei-lhes um caso maior do que tinham visto há algum tempo. O policial com quem falei tomou medidas imediatas para identificar e localizar os principais suspeitos e obter o vídeo de vigilância do restaurante.

A Islândia é um país pequeno. Todo mundo se conhece. E assim, fui rapidamente capaz de descobrir a identidade, o número de telefone e a página no Facebook do principal suspeito, o jovem que afirmou ser um “grande fã”. Não pretendo chamá-lo. A polícia Islandesa entrará em contato com ele em breve, caso ainda não o tenha feito.

No entanto, olhei a sua página do Facebook, e como previa, não achei nada que pudesse indicar que ele realmente era um “grande fã” do meu trabalho, ou que tivesse qualquer ponto de vista fora do convencional — e sim, a cortesia das elites políticas e de mídia da Islândia, dominadas inteiramente pela Esquerda.

O cenário mais provável é que este jovem, ou quem me drogou, ouviu que um notório “racista” estava vindo para Reykjavik, por acaso me viu no restaurante, e decidiu me dar uma lição com algumas das drogas ilegais que são tão abundantes em Reykjavik como em qualquer outro lugar.

Eu deveria ter previsto isso. Afinal, minha visita desencadeou uma tormenta de insultos na imprensa Islandesa, todos baseados pontos de discussão dos Esquerdistas Americanos. Cada história sobre a minha visita tinha os mesmos elementos: o aviso de que o SPLC (Centro Legal da Pobreza do Sul) afirma que eu provoco o “discurso de ódio”, o qual é um julgamento subjetivo usado para barrar divergências da linha do establishment; o fato de que fui banido da Grã-Bretanha, sem menção aos principais detalhes de que fui banido por dizer que o Islã tem doutrinas de violência (que é o mesmo que ser banido por dizer que a água é molhada) e pelo crime de apoiar Israel; e a falsa alegação que eu incitei o assassino em massa Norueguês Anders Breivik para matar (na verdade, não sou mais responsável pelos assassinatos de Breivik do que os Beatles pelo Charles Manson). Após o evento, um artigo ainda apresentou uma grande foto de Breivik, mas nada do que eu disse naquela noite foi mencionado.

Nenhum dos meios de comunicação Islandeses que publicou uma história sobre a minha vinda ou sobre o evento em si, me contatou para comentar, muito menos para refutar as acusações que fizeram contra mim. Uma emissora de TV fez uma entrevista comigo em que o entrevistador se recusou a acreditar que eu não me sentia responsável pelos assassinatos de Breivik, e me perguntou sobre isto repetidamente.

Após o evento, os artigos na imprensa Islandesa incluíam citações dos 50 manifestantes, mas nenhum incluiu uma única citação sequer ou descrição de qualquer coisa que realmente tivéssemos dito. Ninguém citou nenhum dos 500 corajosos Islandeses que desafiaram o ódio das elites politicamente corretas e foram ao Grand Hotel para ouvir Cristine Williams e eu — um número incrivelmente grande num país de 300 mil pessoas.

Está claro: a jihad e a Islamização não são assuntos que os políticos Islandeses e os formadores de opinião da mídia querem que os Islandeses discutam.

Essa é a razão pela qual deve ser discutido.

Entretanto, aprendi uma lição. A lição que aprendi foi que a demonização da mídia daqueles que discordam da linha Esquerdista é a incitação direta à violência. Ao me retratarem e a outros que levantam questões legítimas sobre o terror da Jihad e a opressão da Sharia como Islamistas racistas e intolerantes, sem nos permitir uma audiência justa, os meios de comunicação da Islândia e do resto do Ocidente estão ativamente colocando em perigo aqueles que ousam discordar. O SPLC (Centro Legal da Pobreza do Sul), o Conselho de Relações Americano-Islâmicas (CAIR), o Centro para o Progresso Americano e o resto que dedicam tanto dinheiro, tempo e atenção para demonizar os “Islamofóbicos” estão pintando alvos enormes em nossas costas.

Claro, pensam que estão fazendo algo nobre. A Esquerda não somente preenche com ódio aqueles que sofrem lavagem cerebral, mas o faz enquanto retrata seus inimigos como os incitadores de ódio, de tal forma que os Esquerdistas violentos, como o jovem que me drogou, sentem-se justos, mesmo quando vitimam e brutalizam os conservadores.

Não há dúvida: estou certo de que quem me envenenou na Islândia foi embora feliz com o que tinha feito. Se comentou com alguém o que ele fez, tenho certeza que foi saudado como herói. Também estou ciente de que muitos dos que lerem isso ficarão felizes com o fato de eu ter ficado gravemente doente. Isto em si é um sinal de quão degenerada e do mal a Esquerda se tornou.

Por todo o Ocidente, enquanto os estudantes de Esquerda provocam e ameaçam fisicamente palestrantes conservadores e os porta-vozes da Esquerda se entregam à retórica mais histérica para difamar seus inimigos, políticos se acovardam com medo e recusam-se a discutir essas questões, garantindo apenas que os problemas que identifiquei quando falei em Reykjavik continuarão a crescer na Islândia e em outros lugares.

À medida que subiam ao poder na Alemanha, os Nazistas doutrinavam seus jovens seguidores com a mesma mensagem: aqueles que se opõem a nós são maus. Aqueles que os brutalizam estão fazendo uma grande coisa. A demonização dos oponentes da Esquerda, hoje em dia, vai levar a exatamente a mesma coisa. E já aconteceu comigo, na bela Reykjavik.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

“HOMEM DE PELE ESCURA” ATACA, DESTRÓI CRUCIFIXO, E CAUSA MAIS DE US$ 16.000 EM DANOS

Fonte/Source:Video from Austria: “Dark-skinned man” attacks, destroys crucifix, does over $16,000 in damage


“HOMEM DE PELE ESCURA” ATACA, DESTRÓI CRUCIFIXO, E CAUSA MAIS DE US$ 16.000 EM DANOS

Por ROBERT SPENCER

10 de MAIO de 2017

O relatório abaixo menciona que a nacionalidade do atacante e o status de cidadania não são conhecidos, e identifica o atacante apenas como um “homem de pele escura.” E também identifica o agressor como mentalmente doente. A Áustria tem tido doentes mentais não-Muçulmanos durante séculos. Eles geralmente não atacam e nem destroem crucifixos.

Se, no entanto, este agressor for um Muçulmano, como é identificado no título do vídeo do YouTube, tem motivos suficientes para justificar o ataque sem necessariamente estar mentalmente doente. O Alcorão diz que Jesus não foi realmente crucificado (4: 157), e um hadith revela Muhammad predizendo que Jesus voltará no fim do mundo e quebrará a cruz, pois é um insulto ao poder de Alá dizer que ele teria permitido que um de seus profetas fosse crucificado:

Narrou Abu Huraira: O Apóstolo de Alá disse: “Por Aquele em Cujas Mãos minha alma está, filho de Maria [Jesus] descerá brevemente entre vós [Muçulmanos] como um governante justo e quebrará a Cruz e matará o porco e abolirá a Jizya [Um imposto cobrado aos não-Muçulmanos, que estão sob proteção, do governo Muçulmano]. Então haverá abundância de dinheiro e ninguém aceitará presentes de caridade. (Bukhari 3,34,425)

Os Muçulmanos têm às vezes interpretado isso no sentido de que, não apenas as cruzes serão destruídas no tempo final, mas que deveriam ser destruídas agora. Na Espanha, em 2015, Muçulmanos invadiram uma igreja, pintaram “Alá” na parede e destruíram o crucifixo. No Paquistão em 2014, Muçulmanos destruíram uma igreja que estava em construção, e profanaram a cruz. Quando o Estado Islâmico (ISIS) ocupou Mosul, fizeram da destruição de todas as cruzes na cidade uma prioridade máxima.

O Islã não é uma raça e há Muçulmanos de todas as raças, mas a Europa está ocupada trazendo um grande número de “refugiados” Muçulmanos, entre os quais há um número conhecido de jihadistas. Muitos destes serão “homens de pele escura” que consideram a cruz como uma ofensa a Alá, e o crucifixo nada mais do que um ídolo. Alguns deles pensam que podem agradar a Alá, destruindo tais abominações.

“VÍDEO do Stmk! Um Homem Bate Brutalmente Na Cruz De Jesus”, traduzido do “VIDEO aus der Stmk! Mann schlägt brutal auf Jesuskreuz ein, ” Wochen Blick, 9 de Maio de 2017:

Um vídeo postado no Facebook mostra o horror: no vídeo, um homem com uma vara de madeira golpeia uma imagem de Jesus na cruz, repetidamente e sem oponentes.

A gravação deve ter sido feita na Terça-feira “em St. Marein perto de Graz em frente ao NMS e Volksschule segundo Schulende”, de acordo com o usuário do Facebook que publicou o vídeo!

Nacionalidade ainda desconhecida…

Muitos usuários acham que no vídeo um homem de pele escura pode ser reconhecido. Os antecedentes de sua cidadania e nacionalidade ainda não são conhecidos.

“O que você acha?”, pergunta o usuário. Os usuários do Facebook estão chocados; o vídeo dessa mulher já foi compartilhado mais de 1.000 vezes. Segundo relatos do jornal, “Unser Tirol 24” tem 37 anos de idade.

Danos materiais mais de 15.000 euros…

“O homem de 37 anos de idade do distrito de Weiz quebrou o presbitério de St. Marein. Estilhaçou várias janelas artisticamente criadas e no caminho ainda danificou diversos vasos de flores. Depois golpeou uma imagem de Jesus na crus com uma vara de madeira e a destruiu. Em seguida, quebrou as duas portas de vidro da reitoria com um dos tubos do órgão (instrumento musical)”, relata o jornal.

Os detetives, que tinham sido informados por testemunhas, dominaram o homem aparentemente insano e o levaram preso. Levaram-no para um hospital. Os danos materiais estão atualmente estimados em mais de 15.000 euros….


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Clérigo Muçulmano Saudita Exige Que a FIFA Proíba Jogadores De Fazerem o Sinal Da Cruz

Fonte: Saudi Muslim cleric demands FIFA ban players from making sign of the cross


Clérigo Muçulmano Saudita Exige Que a FIFA Proíba Jogadores De Fazerem o Sinal Da Cruz

Por CHRISTINE WILLIAMS

11 de Maio de 2017

Muhammad Alarefe, um proeminente líder religioso Saudita, exigiu que a Fifa, a federação internacional de futubol, instruísse os jogadores para não fazer o sinal Cristão da cruz.

Para muitos Cristãos, sua fé profunda, pessoal e pacífica é inextricável de todos os aspectos de sua vida. Fazer o sinal da cruz — ou de qualquer outro gesto religioso — não deve representar um problema ou uma ameaça a ninguém, mas para o líder da supremacia Islâmica Muhammad Alarefe e a sua classe, qualquer expressão religiosa fora do Islã representa uma ameaça, especialmente porque a FIFA tem muito prestígio.

Esperemos que a FIFA honre as liberdades religiosas de seus talentosos jogadores e rejeite as exigências de Muhammad Alarefe. Se a FIFA se submeter à exigência de Alarefe, também deverá proibir igualmente a oração Muçulmana no campo e arredores.

Em Fevereiro, a equipe de futebol do Real Madrid removeu a cruz de seu logotipo para não ofender os Muçulmanos.

Discriminar contra os valores Cristãos e tentar sufocar o Cristianismo — uma fé fundacional na evolução dos entendimentos modernos dos direitos humanos e da formação dos princípios democráticos Ocidentais — não é nada de novo. O mais preocupante é que a discriminação contra os Cristãos, enquanto prestam subserviência aos Muçulmanos, está sendo apresentada como norma para a próxima geração.

O Centro Americano de Direito e Justiça informou em 2015 que:

Colégios públicos e universidades estão tirando as luvas quando se trata de estudantes Cristãos em seus campus. Passaram-se os dias de desprezo discreto contra os Cristãos; agora está aberta a temporada de caça à fé. Uma flagrante discriminação anti-Cristã é a nova norma.

Correção: não “está aberta temporada de caça à fé”, mas especificamente da fé Cristã.

Além disso, a doutrinação Islâmica nas escolas públicas está em pleno andamento, com a ávida colaboração e ajuda do grupo (CAIR) – Conselho de Relações Islâmico-Americanas ligado ao Hamas.

Clérigo Muçulmano Saudita Exige Que a FIFA Proíba Jogadores De Fazerem o Sinal Da Cruz“, de Ali Waked, Breitbart, 9 de Maio de 2017:

TEL AVIV – Muhammad Alarefe, um proeminente líder religioso Saudita, exigiu que a Fifa, a federação internacional de futebol, instruísse os jogadores a não fazer o sinal Cristão da cruz.

Alarefe escreveu em sua conta no Twitter: “Eu vi vídeo clipes de atletas, jogadores de futebol correndo, chutando e quando ganham fazem o símbolo da cruz no peito, e a minha pergunta é se as regras da FIFA proíbem isso”.

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د. محمد # العريفي ✔ @MohamadAlarefe

رأيت مقاطع لرياضيين “كرة قدم, سباق جري, رمي سهام,”

إذا فاز أحدهم أشار لصدره إشارة الصليب!

سؤالي:

أليس نظام فيفا يمنع الإشارات الدينية?

9h46 – 5 de Maio de 2017

993 993 Retweets 2,015 2,015 likes

Os usuários de mídia social ficaram divididos sobre a questão, com alguns apoiando o comentário de Alarefe e outros rindo, e dizendo, já que perguntou por que não tomou qualquer posição contra os jogadores de futebol Muçulmanos que se ajoelham para rezar quando ganham ou marcam um gol.

O Sultão Alhusni escreveu: “Não posso mentir. Mohamed Salah (um jogador de futebol Egípcio que joga na Europa) e outros se ajoelham para orar quando marcam um gol e ninguém os castiga. Deixe o esporte para aqueles que lidam com ele.”

5 de Maio

حصه العون بنت الوطن ✔ @hesshalown

@MohamadAlarefe نعم شيخنا الجليل لكن انظمتهم لا تطبق الا على المسلمين فقط وللاسف لم نجد من يحتج على هذا التمييز والكل صامت صمت القبور

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سلطان الحسني @ dremer_88

@hesshalown @MohamadAlarefe ما يجوز الكذب .. محمد صلاح وغيره من المسلمين في الملاعب الاروبية يحتفلون بالسجود بعد تسجيلهم الاهداف ولم يعاقبوا .. اقول خلوا الرياضه لاهلها

10:39 – 5 de Maio de 2017

21 21 Retweets 42 42 likes

Sam, outro usuário de mídia social, escreveu: “A cruz é um dos símbolos dos veículos que viajamos, então qual é o problema se aparece no campo, ou será que, o que é permitido num lugar e proibido em outro? Esquisito.”

5 de Maio

تحمية تواصل ✔ @twasulnews

🔴 «العريفي»: لماذا لا يمنع «فيفا» إشارات التصليب في الملاعب? Http://twasul.info/793102 # محمد_العريفي # العريفي # الملاعب # السعودية pic.twitter.com/657wwIIr6p

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Ɑ̷̜Lм̷̤̜̈ Al @ sam147147

@twasulnews العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية العربية

1:40 AM – 6 de Maio de 2017

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Fahd Alarawi escreveu, “Ótimo, Alarefe tornou-se um comentarista esportivo. Quando há tempo livre, nos envolvemos em coisas que não entendemos.”

5 de Maio

تحمية تواصل ✔ @twasulnews

🔴 «العريفي»: لماذا لا يمنع «فيفا» إشارات التصليب في الملاعب? Http://twasul.info/793102 # محمد_العريفي # العريفي # الملاعب # السعودية pic.twitter.com/657wwIIr6p

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فهد العروي @tvip_f

@twasulnews احلى يالعريفي صاير محلل رياضي😂

الفاضي يعمل قاضي😁 # محمد_العريفي

12h26 AM- 6 de Maio de 2017

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Outro usuário de mídia social escreveu: “Respeitado Sheik, infelizmente as regras deles só são aplicadas aos Muçulmanos, e infelizmente ninguém protesta sobre isso — ao contrário, ficam mudos como um túmulo”.

5 de Maio

د. محمد # العريفي ✔ @MohamadAlarefe

رأيت مقاطع لرياضيين “كرة قدم, سباق جري, رمي سهام, ..”

إذا فاز أحدهم أشار لصدره إشارة الصليب!

سؤالي:

أليس نظام فيفا يمنع الإشارات الدينية?

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حصه العون بنت الوطن ✔ @hesshalown

@MohamadAlarefe نعم شيخنا الجليل لكن انظمتهم لا تطبق الا على المسلمين فقط وللاسف لم نجد من يحتج على هذا التمييز والكل صامت صمت القبور

10:35 AM – 5 de Maio de 2017

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Win Al Fahad escreveu ao Sheik: “É como se você estivesse agora chamando a FIFA para proibir os jogadores Muçulmanos de curvarem-se a Alá e levantar suas mãos em oração para o céu. A FIFA proíbe o uso da religião, da política e do racismo no esporte”.

5 de Maio

ابراهيم العطوي @ ibraheam202

@MohamadAlarefe حتى المسلمين لما يسجلو او يفوزو يسجدو شكر لله

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فهد محمد العوين @alowinfahad

@ Ibraheam202 @MohamadAlarefe كأنك بهذا تدعو الفيفا لمنع اللاعبين المسلمينمن السجود لله ورفع أيديهم لله شكرا

الفيفا يمنع توظيف الدين والعنصرية والسياسة في الرياضة.

1h01 PM – 5 de Maio de 2017

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Ibrahim Alatwi respondeu a Al Fahad, dizendo: “E ninguém diz nada (aos jogadores Muçulmanos que rezam) portanto os Cristãos estão autorizados a marcar a cruz no peito. A FIFA não faz distinção entre um jogador e outro”.

6 de Maio

ابراهيم العطوي @ ibraheam202

@ Turki3nzi @alowinfahad @MohamadAlarefe انا احدثك على نظام عالمي اللي هو الفيفا

نظام لا يفرق بين مسلم وكافر من ناحية القوانين مثلما احنا المسلمين نسجد عند الفرح

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ابراهيم العطوي @ ibraheam202

@ Turki3nzi @alowinfahad @MohamadAlarefe ولا يتكلم علينا احد فيحق للنصارى ايضا الشارة الى صدورهم باشارة الصليب

فالفيفا لا يفرق بين هذا وذاك

10:54 AM – 6 de Maio de 2017

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Abu Lil repreendeu o erudito religioso, escrevendo: “Saia do nosso esporte que une Cristãos, Sunitas e Xiitas numa equipe com seus corações um sobre o outro. Todos devem lidar com sua religião e deixe-nos ser. Que a FIFA seja abençoada.”

5 de Maio

د. محمد # العريفي ✔ @MohamadAlarefe

رأيت مقاطع لرياضيين “كرة قدم, سباق جري, رمي سهام,..”

إذا فاز أحدهم أشار لصدره إشارة الصليب!

سؤالي:

أليس نظام فيفا يمنع الإشارات الدينية?

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✍ابو ليل☞ @ M0503996767

@MohamadAlarefe @hesshalown انتم اطلعوا من رياضتنا اليت

10:42 AM – 5 de Maio de 2017
7 7 Retweets 15 15 likes

Outro usuário da mídia social, Capitano, respondeu ao Sheik com sarcasmo, dizendo: “O que você está fazendo?” O regime do ISIS proíbe fazer o sinal da cruz em si mesmo; quando al-Baghdadi for eleito presidente da Fifa, discutiremos o pedido do respeitado Sheik.”

5 de Maio

د. محمد # العريفي ✔ @ MohamadAlarefe….


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: O Problema Não É O Estado Islâmico, Mas O Ódio Islâmico

Fonte: The Problem Is Not the Islamic State but Islamic Hate – Raymond Ibrahim


O PROBLEMA NÃO É O ESTADO ISLÂMICO, MAS O ÓDIO ISLÂMICO

Por Raymond Ibrahim

10 de Maio de 2017

FrontPage Magazine

Uma mentira esconde a verdade. E as verdades desagradáveis quando camufladas nunca têm a chance de serem reconhecidas, enfrentadas e aprimoradas. Por causa deste simples truísmo, uma das maiores mentiras da nossa época, — que a violência cometida em nome do Islã nada tem a ver com o Islã — tem feito de um Islã intrinsecamente fraco o flagelo do mundo moderno, sem sinais de alívio no horizonte.

É, portanto, útil expor a principal estratégia usada pelos mentirosos do governo, mídia e meio acadêmico: 1) ignorar os relatórios diários genéricos, mas crônicos, da violência Muçulmana contra não-Muçulmanos em todo o mundo; 2) para abordar apenas a violência Muçulmana espetacular, que por ser quase sempre cometida por grupos jihadistas profissionais, pode ser retratada como um problema finito, temporal e localizado: derrote esse “grupo terrorista” e o problema desaparece.

A título de exemplo, considere o enfoque Islâmico das igrejas Cristãs. No mês passado, depois que duas igrejas Egípcias foram bombardeadas, deixando 51 fiéis mortos, todos se apressaram em apontar que algo chamado “ISIS” — que, claro, “tem nada a ver com o Islã” — foi o responsável.

No domingo de Páscoa, 2016, a mais de 3.000 milhas de distância do Egito, no Paquistão, aproximadamente 70 Cristãos foram mortos num ataque a bomba, também visando especificamente as celebrações da Páscoa. Então nos disseram que algo chamado “Talibã” — e que também “tem nada a ver com o Islã” — assumiu a responsabilidade.

Enquanto isso, cerca de 3.000 milhas a oeste do Egito, na Nigéria, os Cristãos também estão sob ataque. , 11.500 Cristãos foram mortos e 13.000 igrejas destruídas. De acordo com a narrativa oficial, algo chamado “Boko Haram” foi o responsável. Este é outro grupo que bombardeia habitualmente igrejas durante o Natal e a Páscoa; outro grupo que, nos foi dito, “tem nada a ver com o Islã”, mas é um problema finito, temporal, localizado: derrote-o e o problema desaparece.

Cerca de 5.000 milhas a oeste da Nigéria, nos Estados Unidos, os Americanos foram informados de que algo chamado “al-Qaeda” atacou e matou 3.000 de seus compatriotas em 11 de Setembro; derrotando aquele grupo finito cessaria o terror. Seu líder, Osama bin Laden, foi morto e a vitória proclamada em alta voz — até que uma manifestação ainda mais selvagem chamada “Estado Islâmico (ISIS)” entrou em cena e foi mais longe do que a Al Qaeda poderia ter sonhado.

O problema não é apenas os mentirosos da mídia, do governo e do meio acadêmico que se recusam a ligar os pontos, e ainda insistem em tratar cada um dos grupos acima mencionados como grupos díspares e finitos com diferentes motivações “políticas” ou “territoriais” — e que nenhum deles tem a ver com o Islã. A questão mais importante é que os Muçulmanos comuns, que não são chamados de “ISIS”, “Taliban”, “Boko Haram” ou “Al-Qaeda” cometem atos semelhantes — e muito mais frequentemente —, embora raramente sejam mencionados pela grande mídia para que as pessoas comecem a conectar os pontos.

Assim, embora o ISIS tenha reivindicado o bombardeio da igreja Egípcia antes da Páscoa, são os imams Egípcios que todos os dias “pregam o ódio e a violência contra os Cristãos em público via alto-falantes”; são os Muçulmanos comuns que perseguem os Cristãos “a cada dois ou três dias“; todos os dias Muçulmanos tumultuam e matam sempre que um rumor surge de que uma igreja que será construída, ou que um menino Copta “blasfemou” contra Muhammad, ou que um homem Cristão está namorando uma mulher Muçulmana. Em suma, todos os dias, e são os Muçulmanos comuns — e não o “ISIS” — que fazem com que o Egito seja a 21ª pior nação do mundo para os Cristãos.

Da mesma forma, embora o Talibã tenha assumido o bombardeio da Páscoa de 2016, são Muçulmanos do cotidiano que discriminam, perseguem, escravizam, violam e assassinam os Cristãos quase todos os dias no Paquistão, tornando-o a quarta pior nação do mundo para um Cristão. E, embora Boko Haram seja sempre culpado pelos ataques mais espetaculares contra os Cristãos e suas igrejas, são os Muçulmanos comuns, incluindo os pastores Muçulmanos Fulani, que fazem da Nigéria a 12ª pior nação do mundo para os Cristãos.

Esta é a verdadeira questão. Embora os meios de comunicação possam nomear os grupos terroristas responsáveis ​​por ataques especialmente espetaculares, poucos ousam reconhecer que os Muçulmanos em geral se envolvem em atos de violência e intolerância semelhantes contra os não-Muçulmanos em todo o mundo. De fato, os Muçulmanos — de todas as raças, nacionalidades, línguas e circunstâncias sócio-políticas e econômicas, dificilmente apenas “grupos terroristas” — são os responsáveis ​​pela perseguição de Cristãos em 40 das 50 nações mais pobres do mundo. Consequentemente, o que os grupos “terroristas” e “militantes” extremistas estão fazendo é apenas a ponta notável do iceberg do que os Muçulmanos estão fazendo em todo o mundo. (Veja “Perseguição Muçulmana de Cristãos“, relatórios que venho compilando todos os meses desde Julho de 2011 e testemunhando a discriminação ininterrupta, a perseguição e carnificina cometidas “todos os dias” pelos Muçulmanos contra os Cristãos. Cada relatório mensal contém dezenas de atrocidades, a maioria das quais se tivesse sido cometidas pelos Cristãos contra os Muçulmanos teriam recebido cobertura da mídia 24 horas por dia durante 7 dias.

É preciso repetir: Os meios de comunicação além de não estarem cobrindo a realidade sobre o Islã, fingem que os ataques espetaculares cometidos por grupos Islâmicos contra não-Muçulmanos são finitos, localizados, e o mais importante, “têm nada a ver com o Islã”. Eles estão camuflando o Islã ao não relatar a perseguição diária que os não-Muçulmanos sofrem nas mãos de Muçulmanos comuns — indivíduos Muçulmanos, multidão de Muçulmanos, polícia Muçulmana e governos Muçulmanos (incluindo os “amigos e aliados” mais próximos da América) — e dificilmente apenas de “terroristas” Muçulmanos. Eles não se atrevem a conectar os pontos e muito menos oferecer um quadro holístico que não envolva apenas esse ou aquele grupo, mas o Islã como um todo.

Por consequência, o mundo continuará sofrendo com a agressão Islâmica. Não somente essas mentiras permitiram que inúmeros inocentes fossem perseguidos e esquecidos no mundo Muçulmano, mas permitiram que as mesmas perseguições penetrassem na América e na Europa, mais recentemente através da imigração em massa.

O fato permanece: uma verdade desagradável deve ser reconhecida antes que ela possa ser aprimorada. Pode ser difícil reconhecer uma verdade repugnante — que o Islã, e não o “Islã radical”, promove o ódio e a violência contra os não-Muçulmanos, — mas qualquer coisa a menos continuará a alimentar a mentira, isto é, continuará em suma, a alimentar a jihad e o terror.

Resumindo, o problema não é tanto o “Estado Islâmico”; é o ódio Islâmico. A primeira é apenas uma das muitas manifestações temporais e históricas da segunda, que, como parte integrante do Islã, transcende o tempo e o espaço.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis