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Raymond Ibrahim: o ódio por trás das lágrimas Muçulmanas indignadas

Fonte/Source: The Hate behind Muslim Tears and Outrage – Raymond Ibrahim


O ódio por trás das lágrimas Muçulmanas indignadas

 POR RAYMOND IBRAHIM

16 de Fevereiro de 2018

FrontPage Magazine

A sensação de supremacismo permeia tudo na vida do supremacista Muçulmano — mesmo aquelas coisas que os meios de comunicação Ocidentais retratam como louváveis, humanitárias ou compreensíveis.

Considere a violação e estrangulamento de Zainab Ansari, uma menina Muçulmana de oito anos, cujo corpo mutilado foi encontrado no lixo em Janeiro último no Paquistão. O trágico incidente provocou indignação em massa na nação Muçulmana. Celebridades famosas e dezenas de milhares de outros Paquistaneses “expressaram seu choque nas mídias sociais usando o hashtag ‘justiceforZainab‘”; multidões irritadas atacaram a polícia e os edifícios do governo, deixando pelo menos dois mortos e muitos feridos; clérigos Islâmicos alertaram as autoridades governamentais para apresentarem o assassino instantaneamente, demitirem-se — ou então. “Podemos pegar esse animal e puni-lo publicamente?” é a questão que “resumiu a exasperação de muitas pessoas por falta de progresso na busca do assassino.”

É desnecessário dizer que a indignação sentida pelos Paquistaneses quanto ao destino dessa menina desafortunada, e o desejo de ver a justiça concedida a seu estuprador assassino, é apreciável. O problema, no entanto, é que essa indignação se baseia inteiramente no fato de que ela era Muçulmana. Muitas jovens Cristãs foram e continuam sendo estupradas, mutiladas e assassinadas — entretanto os Paquistaneses respondem com um silêncio ensurdecedor.

Zainab Ansari

A seguir, uma breve lista (e longe de estar completa) dessas meninas Cristãs não lamentadas:

Nisha, 9, foi sequestrada por Muçulmanos, estuprada por uma gangue, assassinada por golpes repetidos em sua cabeça e depois jogada em um canal.

Lubna, 12 anos, foi sequestrada, estuprada por uma gangue e assassinada por um grupo de Muçulmanos.

Muqadas, 12, foi emboscada em um campo perto de sua casa; o post mortem revelou que ela tinha sido “violada em grupo e depois estrangulada por cinco homens.”

Shazia, de 12 anos, foi escravizada, estuprada e assassinada por Chaudhry Naeem, um rico advogado Muçulmano, que foi absolvido no tribunal.

“É vergonhoso”, explicou as fontes locais do Paquistão ao discutir a violação brutal de outra garota Cristã de 9 anos. “Tais incidentes ocorrem frequentemente. As meninas Cristãs são consideradas produtos para serem danificados no lazer. Abusar delas é um direito. De acordo com a mentalidade da comunidade [Muçulmana], isso nem sequer é um crime. Os Muçulmanos as consideram como espólios da guerra (ênfase adicionada).”

Nem os meninos Cristãos  tampouco são poupados. Enquanto estavam em um bairro Cristão no Paquistão, um grupo de homens Muçulmanos sequestrou um menino de 7 anos; revezaram-se durante o estupro, antes de estrangular o menino e jogaram o corpo em um campo — assim como Zainab. O corpo de outro menino Cristão, Samuel Yaqoob, de 11 anos, também foi encontrado perto de um esgoto… com marcas de torturas horrorosas, com a arma do crime perto. Seu nariz, lábios e barriga foram cortados, e sua família dificilmente pôde reconhecê-lo porque o corpo estava muito queimado. “A autópsia encontrou” 23 feridas por uma arma afiada “e indicações de “sodomia.”

Explicando tais incidentes, Wilson Chowdhry, presidente da Associação Cristã Paquistanesa Britânica, disse: “Partes da cultura Paquistanesa têm uma forte componente de pederastia homossexual, e os meninos minoritários Cristãos entre outros são especialmente suscetíveis a estupros e abusos por causa da impotência de sua comunidade e  o status desprezado deles” (ênfase adicionada).

E esse é o ponto. Como “infiéis”, os Cristãos no Paquistão são amplamente vistos como “intocáveis“, servindo apenas para recolher os “excrementos dos Muçulmanos“, portanto são regularmente tratados como animais. Excluindo as famílias das vítimas e as comunidades Cristãs vizinhas, praticamente ninguém — uma nação com 99% de maioria Muçulmana — se importa quando Cristãos e seus filhos são atacados selvagemente e assassinados, da mesma forma como a Muçulmana Zainab foi.

Nenhum dos assassinatos com estupro de crianças Cristãs mencionados acima gerou um escândalo nacional; nenhum deles foi seguido por tweets em massa e hashtags, celebridades ultrajadas, revoltas em massa, tumultos fatais ou ameaças aos funcionários e policiais. Nem ganharam sua própria página de Wikipédia, da maneira como fizeram com Zainab.

Não surpreende que enquanto o assassino de Zainab foi pego dias após o incidente, os assassinos dos filhos Cristãos acima mencionados nunca foram “encontrados.”

É devido precisamente a essa indiferença que estupradores e assassinos tendem a perseguir crianças Cristãs: se a sociedade não se importa, a polícia não incomodará, e assim eles escapam — quando não como heróis por prestarem um serviço ao Islã. Depois de explicar que “a conversão forçada ao Islamismo de mulheres de grupos minoritários religiosos através do estupro e sequestro atingiu um estágio alarmante” no Paquistão; a Comissão Asiática de Direitos Humanos elaborou este relatório de 2011:

A situação piora com a polícia que sempre acompanha os grupos Islâmicos e trata grupos minoritários como formas de vida humilde. O lado obscuro da conversão forçada ao Islã… envolve também os elementos criminosos envolvidos em estupro e sequestro que em seguida justificam seus crimes hediondos forçando as vítimas a se converterem ao Islã. Os fundamentalistas Muçulmanos oferecerem, com prazer, abrigo a esses criminosos e usam como desculpa a ideia de que estão prestando um ótimo serviço à causa sagrada para aumentar a população Muçulmana.

A polícia no Paquistão praticamente não só nada faz para combater essa “jihad”, como às vezes são os próprios culpados. Em um outro exemplo, um “menino Cristão foi sequestrado, estuprado, torturado e morto por um policial; seu corpo também foi despejado em um canal.”

Com frequência, no entanto, polícia e outras autoridades incluindo imams locais simplesmente se alinham com os assassinos sempre que as famílias das vítimas Cristãs fazem muito barulho exigindo “justiça” — isto é, quando os “dhimmis” ficam muito atrevidos, pois de acordo com a lei Islâmica os mesmos precisam “conhecer o seu lugar” e agradecer para que, como infiéis indesejáveis ​​e vulneráveis, sejam atribuídas qualquer medida de tolerância.

Por exemplo, outra menina Cristã de 12 anos, conhecida como “Anna” foi estuprada por uma gangue durante oito meses, forçada a se converter, e “casou-se” com o seu agressor Muçulmano, mas depois escapou. Em vez de ver a justiça sendo feita, ela e sua família Cristã foram relatadas pela última vez como “escondidas dos estupradores e da polícia.” Da mesma forma, depois que uma criança de 2 anos foi violentamente estuprada porque seu pai Cristão recusou a conversão ao Islã — deixando sua anatomia permanentemente desfigurada apesar de passar por cinco cirurgias — ela e sua família esconderam-se por terem feito um “grande estardalhaço” do incidente.

O viés Muçulmano sobre quem importa (colegas Muçulmanos) e quem não (todos os outros) é regularmente despercebido no Ocidente. Por exemplo, a obrigação Muçulmana de pagar o zakat (traduzido várias vezes como “caridade”) é sempre aclamada no Ocidente como um reflexo do lado “humanitário” do Islã — mesmo que a lei Islâmica dominante insista que tal “caridade” só vai ajudar os Muçulmanos, nunca o odiado infiel….

Mesmo quando Muçulmanos saem massacrando na América — como o bombardeiro do metrô de Nova York ou esfaqueador do Estado de Ohio, — a mídia corre para sugerir que tudo não passa de indignação com a situação dos Muçulmanos que sofrem (sempre os Rohinyas em Myanmar), levando esses homens ao limite em busca de “justiça” (não importando se suas vítimas Americanas tenham nada a ver com a política de Mianmar).

Uma explicação mais apropriada é que eles simplesmente odeiam infiéis, como se viu no fato de que a Somália, onde Abdul Raza, o esfaqueador do Estado de Ohio nasceu e cresceu, é considerada a segunda maior nação Muçulmana do mundo para ser Cristão (o que certamente é muito significativo, já que 40 das absolutas piores 50 nações são Muçulmanas). Embora os Cristãos possam ser essencialmente decapitados em público na Somália, tal “injustiça” contra seus próprios compatriotas nunca pareceu incomodar o suposto “coração sangrento” de Abdul.

O Islã é responsável por este viés: o Alcorão pede aos Muçulmanos que sejam “fortes contra os infiéis, misericordiosos entre eles [48:29]”; A doutrina Islâmica sustenta que os Muçulmanos são superiores aos não-Muçulmanos — que são comparados a cães e gado. Por isso, pouco se importam quando infiéis subumanos são estuprados e assassinados, ficam irritados ao ver as minorias infiéis agitando por igualdade com os Muçulmanos — e tornam-se completamente assassinos vendo infiéis realmente dominando os Muçulmanos.

Desse ponto, muitos poderão começar a entender a queixa Muçulmana máxima: Israel. Se as minorias Cristãs impotentes e oprimidas no mundo Muçulmano ainda são tratadas cruelmente, como os Muçulmanos devem se sentir sobre os Judeus — os descendentes de porcos e macacos, de acordo com o Alcorão — exercitando poder e autoridade sobre os demais Muçulmanos? Indignação absoluta.

É claro que, se as queixas contra Israel fossem realmente sobre justiça universal e Palestinos deslocados, os Muçulmanos ficariam ainda mais atormentados pelo fato de que milhões de Cristãos estão sendo deslocados em nome da jihad e geralmente tratados de tal maneira que faz com que ser Palestino pareça algo invejável.

Desnecessário dizer que eles não estão ressentidos — e não estarão tão cedo; porque os ressentimentos Muçulmanos se baseiam no que machuca os Muçulmanos, nunca no que machuca os infiéis — ao contrário.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

 

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Afeganistão: Jihadistas Islâmicos matam 63 e Ferem 151

Fonte/Source: Afghanistan: Islamic jihadis murder 63, wound 151 with bomb hidden in ambulance


Por Tiao Cazeiro

O ‘povo das necessidades especiais’ já declarou publicamente a meta de obter 20 milhões de novos fiéis Muçulmanos em 20 anos, para se tornar a terceira maior religião do Brasil.

Na introdução do artigo a seguir, Robert Spencer faz uma pergunta interessante e muito pertinente com relação ao Brasil: Quer saber como o Brasil será daqui a 20 anos? Assim.


Afeganistão: Jihadistas Islâmicos matam 63 e Ferem 151 Com Bomba Escondida Em Ambulância

POR ROBERT SPENCER

27 de Janeiro de 2018


Quer saber como a Europa será daqui a 20 anos? Assim.

Grande explosão deixa pelo menos 63 mortos e 151 feridos depois que uma bomba escondida em uma ambulância explodiu em Cabul“, de Toby Meyjes, Mirror, 27 de janeiro de 2018:

Uma poderosa explosão deixou pelo menos 63 mortos e 151 feridos depois que uma ambulância repleta de explosivos foi detonada perto de uma delegacia de polícia.

A explosão aconteceu pouco antes das 13 horas em Cabul, Afeganistão, numa área densamente povoada e que continha muitos edifícios administrativos, incluindo uma sede da polícia.

O Ministério da Saúde Pública confirmou que pelo menos 63 pessoas foram mortas e 151 feridas após o ataque terrorista.

O Taliban assumiu a responsabilidade pela explosão,  de acordo com a 1 TV. [sic]

De acordo com relatos, o motorista de uma ambulância passou por um posto de controle depois que dizer à polícia que estava carregando um paciente.

Mas a polícia suspeitou quando o veículo chegou ao segundo posto de controle, onde a bomba explodiu.

O Talibã reivindicou a responsabilidade pela explosão uma semana depois de reivindicar um ataque ao Hotel Intercontinental em Cabul, onde mais de 20 pessoas foram assassinadas.

“É um massacre”, disse Dejan Panic, coordenador no Afeganistão para o grupo de ajuda Italiano Emergency, que administra um hospital de traumatologia localizado nas proximidades.

Em uma mensagem no Twitter, o grupo disse que só para esse hospital foram levados mais de 50 feridos.

Mirwais Yasini, membro do parlamento que estava perto quando a explosão aconteceu, disse que uma ambulância aproximou-se do posto de controle, perto de um escritório do High Peace Council e várias embaixadas estrangeiras, e em seguida explodiu….


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

AULAS DE ÁRABE ULTRAPASSAM INGLÊS E FRANCÊS NA SUÉCIA

Fonte/Source: Arabic Classes Overtakes English and French in Sweden


Na Alemanha, um tradutor Árabe disse que os migrantes Muçulmanos “querem que a Alemanha seja Islamizada. Desprezam o nosso país e os nossos valores.”

Diante disso, os dhimmis Alemães agora partem para o aprendizado da língua Árabe.


AULAS DE ÁRABE ULTRAPASSAM INGLÊS E FRANCÊS NA SUÉCIA

Por CHRIS TOMLINSON

17 de Janeiro 2018

Aulas de língua Árabe para adultos estão se tornando cada vez mais populares na Suécia, como diz uma importante federação de educação de adultos:  estudantes estão aprendendo mais Árabe do que Inglês ou Francês.

Paula Bronstein/Getty Image

A associação educacional Sueca Folkuniversitetet, que se concentra em cursos de línguas para adultos e projetos com “ênfase internacional”, viu um aumento no número de adultos interessados ​​em aprender Árabe, relatou a Sveriges Radio.

Anas Idlibi, que ensina o Árabe nos campi em Kristianstad e Hässleholm, disse que o número de aulas de Árabe aumentou drasticamente desde que começou a ensinar na associação.

“Comecei há dois anos com apenas um curso e agora receberemos nove cursos no próximo semestre”, disse Idlibi.

De acordo com Idlibi, uma das razões para o aumento dos alunos veio de profissionais como assistentes sociais e outros que lidam com migrantes recém-chegados.

“Temos pessoas que trabalham com serviços de integração, sociais e de emprego. Eles podem precisar de Árabe para serem mais eficazes em seus empregos”, disse ele.

Cristina Boldrini Tisci, que também trabalha no Folkuniversitetet em Kristianstad no departamento de negócios, disse que pensou que o motivo do aumento foi o aumento de migrantes de países de língua Árabe que vieram para a Suécia nos últimos anos.

“Talvez devêssemos aprender mais sobre a cultura Árabe para poder socializar. Então, está ficando maior e há mais interesse”, disse ela.

No tuite acima: “Político Verde: é hora de aprender Árabe e parar de se preocupar com a migração.”


Durante o auge da crise dos migrantes na Alemanha, o político de esquerda do Partido Verde Volker Beck argumentou que os Alemães deveriam aprender o Árabe para ajudar os migrantes recém-chegados a se integrarem. Beck foi fortemente criticado por outros políticos por suas observações e foi criticado pelas mídias sociais.

Apesar da reação contra os comentários de Beck, a língua Árabe conseguiu encontrar um caminho na vida Alemã.

Na véspera de Ano Novo, a política de migração anti-massa para a Alemanha (AFD), Beatrix von Storch, foi temporariamente suspensa do Twitter depois de comentar sobre o policial de Colônia lançando mensagens em Árabe em sua conta no Twitter dizendo: “Que diabos está acontecendo nesse país? Por que um site oficial da polícia está tuitando em Árabe? Você acha que isso irá apaziguar as hordas bárbaras e violentas dos homens Muçulmanos? ”


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

“LIMPE O NOSSO EXCREMENTO TODOS OS DIAS OU MORRA”

“LIMPE O NOSSO EXCREMENTO TODOS OS DIAS OU MORRA”: PERSEGUIÇÃO MUÇULMANA AOS CRISTÃOS — AGOSTO DE 2017”

Por Raymond Ibrahim

16 de Janeiro de 2018

Gatestone Institute

Um documento elaborado por membros da comunidade Cristã global que se reuniu no 3º Fórum Internacional Cristão realizado em Moscou, detalhou como nos últimos 10 anos a população Cristã do Oriente Médio diminuiu em 80% e advertiu que, a menos que as tendências atuais sejam revertidas, o Cristianismo “desaparecerá” de suas antigas terras em alguns anos. Por volta do ano 2000, havia 1,5 milhão de Cristãos no Iraque, enquanto hoje há apenas 100 mil, aproximadamente uma queda de 93%, observa o documento. Na Síria, as maiores cidades “perderam quase toda a população Cristã.”

Outros ativistas e especialistas ofereceram estatísticas igualmente sombrias. O Centro para o Estudo do Cristianismo Global no Seminário Teológico de Gordon-Conwell em Hamilton, Massachusetts, já tinha previsto anteriormente que, até 2025, a porcentagem de Cristãos no Oriente Médio — que em 1910 era 13,6 por cento — poderia diminuir em torno de três por cento.

Os Cristãos que procuram retornar às áreas do Iraque e da Síria liberadas do Estado Islâmico (ISIS) continuam enfrentando desafios e discriminação das comunidades locais Muçulmanas e Curdas. Andrew White, também conhecido como o “pastor de Bagdá”, disse anteriormente que “A hora derradeira chegou, não sobrará nenhum Cristão. Alguns dizem que os Cristãos devem permanecer para manter sua presença histórica, mas tornou-se muito difícil. O futuro da comunidade é muito limitado.”

Outros, como o ex-Republicado Frank Wolf (R-Va.), são mais otimistas: “Agora é a hora. Temos uma administração que está aberta para fazer alguma coisa”, disse em referência ao governo Trump.

Enquanto isso, o ISIS continuou alimentando grandes esperanças. Em um vídeo lançado pela organização terrorista em Agosto, um extremista destruiu uma foto do Papa Francisco e do Papa Emérito Papa Bento XVI, enquanto dizia: “Lembre-se disso, você é um kuffar (“infiéis” ou “não-Muçulmanos”) — nós chegaremos à Roma, inshallah [se Alá quiser].” O narrador do vídeo também prometeu que “Depois de todos os seus esforços, a religião da cruz será destruída. A inimizade dos cruzados em relação aos Muçulmanos só serviu para encorajar uma geração de jovens”. Quando indagado sobre isso, o alto assessor de Francisco disse: “O Papa Francisco não alterou nada em sua agenda, nem irá mudar. Além disso, continuará a fomentar o diálogo, criando pontes, defendendo a paz. Com Muçulmanos e Cristãos.”

O levantamento de Agosto sobre a perseguição Muçulmana aos Cristãos em todo o mundo inclui, mas não está limitado, às seguintes informações:

Massacre Muçulmano de Cristãos 

PAQUISTÃO: Javid Masih, um Cristão que se vendeu à escravidão para uma família Muçulmana por dois anos porque queria comprar uma casa para a sua família, foi regularmente abusado, impedido de ir à igreja e finalmente assassinado em Agosto. Quando o contrato de dois anos estava prestes a acabar e Javid já havia dito a um parente que estava ansioso para se casar, foi informado que: “Não há como você ser ver livre de nós e deixar este lugar.” Quando seu mandato terminou e ele pediu por sua liberdade, foi severamente reprimido pelos filhos da família:

“Você é um Chura imundo [palavra depreciativa que significa coisa sem valor], como ousa pedir sua liberdade. Sua vida é nossa. Você vai limpar nossos excrementos todos os dias de sua vida a partir de agora ou você e sua família irão morrer.”

Em seguida, “foi agarrado pelos irmãos, amarrado, espancado e cuspido por um dia inteiro. Ele nunca contou a sua família sobre isso, porque estava com vergonha e tinha medo das repercussões sobre sua família caso se envolvessem. Outros funcionários tiverem que assistir a tortura brutal de Javed para inculcar a sensação de medo entre eles.

“Continuou escravizado, mas sua produtividade caiu, e a família Muçulmana decidiu acabar com ele. Envenenaram e o deixaram na frente da casa de sua família; quando sua mãe viúva implorou para que o levassem ao hospital, cuspiram nela. Ele morreu; e a polícia relatou a morte como “suicídio”.

Wilson Chowdhry, Presidente da Associação Cristã Paquistanesa Britânica, disse: “Apesar das leis contra a escravidão no Paquistão, o trabalho servido prolifera e está destruindo a vida de muitos Cristãos. A Lei do Trabalho Forçado (Abolição) Decreto 1992 não vale a pena o papel em que está escrito e a apatia dos governos para impor a lei ilustra o baixo valor atribuído aos Cristãos e outras minorias… Há uma taxa de suicídio muito pequena no Paquistão de cerca de 300 vítimas ao longo de dois anos, os Paquistaneses são resistentes. É inconcebível que Javed tenha cometido suicídio quando não expressou tal desejo a qualquer um que conhecesse e permaneceu estóico por dois anos, apesar da dor que lhe foi infligida.”

Outro homem Cristão, um prisioneiro que tentaram convertê-lo, mas rejeitou o Islã, foi encontrado morto “sob circunstâncias misteriosas sob custódia policial”, diz um relatório. Indaryas Ghulam, 38, estava entre os 42 Cristãos presos pelo linchamento de dois Muçulmanos associados a um ataque na igreja em 2015 que matou quase 20 Cristãos e feriu 70. Indaryas negou envolvimento no linchamento e era um dos prisioneiros prometidos de “liberação em troca da renúncia ao Cristo. Ele poderia ter salvado sua vida, mas decidiu testemunhar sua fé até a morte… A administração da prisão atribuiu sua morte à má saúde; tinha tuberculose. Mas sua esposa Shabana e sua filha Shumir, que viram o corpo, disseram que tinha queimaduras e cortes em todos os lugares, sinais claros de tortura e da brutalidade a que havia sido submetido. Além disso, acrescentam que, embora estivesse gravemente doente, nunca recebeu cuidados médicos adequados atrás das grades.”

Ataques Muçulmanos À Liberdade Cristã

IRÃ: Cerca de quinhentos Muçulmanos convertidos ao Cristianismo enfrentaram perseguição e fugiram do Irã para a Turquia em busca de asilo, revela o relatório de Agosto. Um jovem converso que disse que não poderia ser quem ele queria ser se permanecesse Muçulmano, acrescentou que agora está se sentindo “confortável” como um Cristão. Outro disse: “Eu mudei de religião porque não vi nada no Islã. Tudo que vi estava errado. É fato que o governo do Irã é Islâmico, contudo nossa juventude está sendo executada. No Iraque, a mesma coisa… Lá está o ISIS matando pessoas em nome do Islã, e as pessoas vulneráveis ​​estão sendo decapitadas. Fugiram para a Turquia e nós viemos para a Turquia. É por isso que não vi nada de bom no Islã. “A Open Doors USA, que monitora a perseguição Cristã em todo o mundo, confirma que “os convertidos ao Cristianismo vindo do Islã constituem o maior grupo de Cristãos e experimentam a maior perseguição.”


Para mais informações (em Inglês) sobre os países envolvidos com a perseguição Muçulmana aos Cristãos acesse este link: Raymond Ibrahim.  O site disponibiliza um relatório sobre os casos de perseguição mundial desde Julho de 2011.

A perseguição aos Cristãos no mundo Islâmico tornou-se endêmica. Por conseguinte, o relatório sobre a “perseguição Muçulmana aos Cristãos” foi desenvolvido para reunir alguns — de modo algum todos — os casos de perseguição que se emergem a cada mês, cem dois propósitos:

  1. Documentar o que a grande mídia não faz: a perseguição habitual, senão crônica, aos Cristãos.
  2. Mostrar que tal perseguição não é “aleatória”, mas sistemática e inter-relacionada — e  que está enraizada em uma visão de mundo inspirada na Sharia Islâmica.

Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

A EUROPA ESTÁ SE MATANDO 

 A EUROPA ESTÁ SE MATANDO 

Por PAT CONDELL

15 de Janeiro de 2018


Este vídeo está censurado e indisponível na Alemanha.
Você pode encontrar todos os vídeos do Pat Condell sem censura no BitChute e noYouTube.

Pat Condell Website: GODLESS COMEDY

Quando se trata de Pat Condell a melhor coisa a fazer é ficar calado e ouvir o que ele tem a dizer.

Absolutamente genial.

Nota: Não consegui localizar o nome do tradutor deste vídeo para dar o devido crédito.

A SOLUÇÃO PARA PARAR O ISLAM

Fonte/Source: Iranian-American Human Rights Activist Warns of Devious Islamic Threat That Will Topple the U.S. Constitution.


A SOLUÇÃO PARA PARAR O ISLAM

POR TIAO CAZEIRO

9 de Janeiro de 2017

Aynaz “Anni” Cyrus

Neste artigo, Aynaz “Anni” Cyrus apresenta uma ‘solução para parar o Islam‘ através de um poderoso e humanístico plano.

Este vídeo infelizmente não está legendado em Português.

O artigo está divido em duas partes. Na primeira, — para quem ainda não a conhece, — apresentarei Aynaz, uma pessoa absolutamente bonita, adorável e muito forte. Na segunda, vou mostrar a solução para parar o Islam, sugerida por Aynaz.

O texto a seguir foi retirado do próprio site da Aynaz e inseri apenas o relevante.


Live Up to Freedom

Sobre a autora Aynaz “Anni” Cyrus

Aynaz ficou noiva quando criança em seu país de origem, o Irã. Seu pai é um sheik e sua mãe uma professora de Alcorão.

Foi abusada e presa quando adolescente. Escapou para a América e agora defende mulheres e meninas que sofrem sob a lei Sharia.

Sua missão é trazer esperança e cura para mulheres e meninas que tiveram a infelicidade de serem expostas à praga da ideologia Islâmica. Ela experimentou, in loco, os horrores de viver sob a teocracia Islâmica no Irã.

Aynaz “Anni” Cyrus é uma Iraniana que rejeitou o Islam e fugiu do Irã para a América legalmente na adolescência. Foi para os Estados Unidos após vários anos de perseguição, tortura e prisão.

Aynaz foi chicoteada ao todo 109 vezes em várias ocasiões. Foi também estuprada, espancada, torturada e vítima de vários horrores quando vivia sob a mão pesada do Islam; foi encarcerada 12 vezes antes de chegar aos 14 anos de idade pelo simples motivo de cantar em público, sem perceber, que os cabelos estavam à vista sob o seu hijab.

Aynaz conhece profundamente a séria situação das mulheres Muçulmanas que vivem sob a Lei Sharia. Testemunhou o suicídio de mulheres, desesperadas por não poderem abandonar o Islam, e viu o seu melhor amigo ser selvagemente sodomizado por guardas na prisão; sem dúvida alguma está muito familiarizada com a horrorosa perseguição imposta pela crueldade do Islamismo.

Aynaz foi vendida para casar quando muito jovem e o divórcio foi negado pelo seu marido, um homem violento e abusivo, simplesmente por ser mulher. Ela jurou escapar e se tornar uma voz para aquelas mulheres silenciadas, oprimidas e crianças que vivem num pesadelo diário, coisa que a maioria de nós não tem a mínima noção do que isso representa.

Finalmente, tomou coragem e fugiu da opressão, agora vive como cidadã Americana e faz da sua vida uma missão, para levar a todos a verdade sobre a ameaça do Islamismo, que o politicamente correto e a parcialidade da mídia ignoram.

Aynaz trabalha para proteger e defender os direitos das mulheres e meninas sob a opressão da Lei Sharia em todos os lugares. Luta para aumentar a conscientização sobre sua situação através de vídeos virais informativos, entrevistas de rádio, postagens em blogs e em seu website “Live Up To Freedom”.

A crítica de Aynaz ao Islam e os esforços para conscientizar as pessoas sobre a violenta ideologia Islâmica resultaram em ameaças de morte no exterior e nos Estados Unidos. No entanto, continua trabalhando, com espírito inabalável, sempre franca e corajosa, como uma leoa atravessando o Serengeti.

Com base no conhecimento e na experiência de primeira mão, ela se manifesta contra práticas como mutilações genitais femininas, homicídios de honra e aplicações da Lei da Sharia que justificam o espancamento, o apedrejamento e o estupro.

O intelecto e a astúcia de Aynaz foram ignorados quando jovem no Irã, apesar de serem classificados como “excepcionais” num exame nacional de inteligência e escolástica. Foi negada a ela a oportunidade de cursar o ensino médio. Mas, através da força de vontade e tenacidade, não permitiu que isso a impedisse. Hoje ela é uma especialista em gráficos e desenvolvedora de website, e produtora de rádio digital.

Além de vídeos no Facebook e YouTube, alguns de seus trabalhos mais impressionantes é a produção do programa online The Glazov Gang com Jamie Glazov, além de manter o seu próprio show online “The Unknown“, onde educa e informa sobre a realidade do Islam e as ameaças que os Americanos e defensores da liberdade enfrentam.

Além de manter seu site ‘Live Up to Freedom’, possui um espaço aéreo regular na rede LUTF. Você pode ouvi-la todos os Sábados no show. Visite o site ‘Live Up to Freedom’ para obter mais informações.

Aynay é uma mulher extremamente corajosa; defensora da verdade, que continua trabalhando incansavelmente para ajudar as pessoas oprimidas sob a ameaça da Lei Sharia. — (Cyrus, A., 2016).


A SOLUÇÃO PARA PARAR O ISLAM”

Uma ideia simples e muito bem-vinda, principalmente de alguém que sabe o que está falando. Na verdade não é uma ideia nova, mas a atitude e o incentivo sim.

Em suma, no vídeo, Aynaz pede a todos que leiam o Alcorão, principalmente as quatro suras chamadas de Surah An-Nisa, “A Mulher”.  De acordo com ela, — que tem uma mãe professora de Alcorão — essas suras reduzem a mulher ao absoluto nada. Leia:

Surah An-Nisa 4:3 — “Se temerdes ser injustos no trato com os órfãos, podereis desposar duas, três ou quatro das que vos aprouver, entre as mulheres. Mas, se temerdes não poder ser equitativos para com elas, casai, então, com uma só, ou conformai-vos com o que tender à mão. Isso é o mais adequado, para evitar que cometais injustiças.”

O trecho marcado em vermelho, é conhecido em Inglês como: “those your right hand possesses” traduzido como “aquelas que a sua mão direita possui”. Esta frase é conhecida mundialmente como “as mulheres cativas que você possui”. Em outras palavras, ‘escravas sexuais‘. Isto é dito por todos os scholars como Raymond Ibrahim, Robert Spencer etc.

Eis aqui o texto em Inglês para quem quiser conferir, incluindo o link: Quran.com online.

SAHIH INTERNATIONAL (Surah An-Nisa 4:3)— “And if you fear that you will not deal justly with the orphan girls, then marry those that please you of [other] women, two or three or four. But if you fear that you will not be just, then [marry only] one or those your right hand possesses. That is more suitable that you may not incline [to injustice].”

Aynaz menciona ainda que quando muito jovem questionou porque Alá só se comunicava em Árabe e não em outra língua, “ele deveria saber muitas línguas, já que criou o mundo”; questionou também por que Alá criou a mulher para ser explorada sexualmente, estuprada, espancada, anulada etc. Claro, ela foi punida por isso.

Concluindo, ela tem razão e essa ideia gerou um artigo no site do Robert Spencer, porque é óbvio e simples. Todos precisam ler o Alcorão para ver o que Alá e o seu mensageiro Muhammad(Maomé) obrigam aos seus seguidores.

É um livro que todas as pessoas precisam ter pois só assim compreenderão o que milhares de pessoas estão dizendo ao redor do mundo, que o Islam é uma ideologia extremamente violenta e que prega o ódio e a perseguição aos Judeus, Cristãos e demais religiões. O Islamismo tem como missão dominar o mundo todo, subjugando todos aqueles que não se converterem ao Islam, ou então terão que pagar a Jizya (imposto de proteção) para não morrer.

O Alcorão vendido no Brasil é traduzido como “Deus” ao invés de “Alá”. O correto é “Alá”, pois de acordo com o próprio Alcorão: “Não há Deus senão Alá“.  A sura a seguir pode ser visualizada online aqui. A única alteração que fiz foi inserir ‘Alá’ ao invés de ‘Deus’ para ficar como deve ser.

Este texto rejeita totalmente o Cristianismo. 

Alcorão 4.171  
"Ó adeptos do Livro, 
não exagereis em vossa religião 
e não digais de Alá senão a verdade. 
O Messias, Jesus, filho de Maria, 
foi tão-somente um mensageiro de Alá e Seu Verbo, 
com o qual Ele agraciou Maria por intermédio 
do Seu Espírito. 
Crede, pois, em Alá e em Seus mensageiros 
e não digais: Trindade! 
Abstende-vos disso, que será melhor para vós; 
sabei que Alá é Uno. Glorificado seja! 
Longe está a hipótese de ter tido um filho. 
A Ele pertence tudo quanto há nos céus e na terra, 
e Alá é mais do que suficiente Guardião."

Finalizando, eis aqui três sugestões para você adquirir um Alcorão.  Duas em Português e uma em Inglês do sensacional Dr. Bill Warner, diretor e fundador do Political Islam.

Assim você ajuda o blog a prosseguir produzindo artigos de alta qualidade para conscientizar a sociedade Brasileira.

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Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Por Que Os Iranianos Estão Finalmente Protestando Contra O Islam

Fonte/Source: Why Iranians Are Ultimately Protesting Against Islam – Raymond Ibrahim


Por Que Os Iranianos Estão Finalmente Protestando Contra O Islam

Por Raymond Ibrahim

4 de Janeiro de 2018

FrontPage Magazine

O que deu início em 28 de Dezembro, via protestos locais contra os altos preços dos alimentos em uma cidade ao norte de Mashhad, no Iran, se transformou em um protesto em massa mobilizando algumas centenas de milhares de Iranianos em cerca de duas dúzias de cidades, inclusive, e especialmente, Teerã, a sede do governo. Até agora, mais de 20 manifestantes foram mortos e muitas centenas foram presas no que foi amplamente descrito como “a crise interna mais grave que o país enfrentou nesta década.”

Os protestos evoluíram de tópicos mundanos sobre a economia a tópicos mais existenciais relacionados à liderança Islâmica. Dizem que centenas de milhares de manifestantes foram ouvidos gritando: “Nós não queremos uma República Islâmica”, e invocando bênçãos sobre o Reza Shah, o fiel reformador secularista e político que muito fez para Ocidentalizar o Iran até seu filho e sucessor, Muhammad Reza Shah ser deposto durante a Revolução Islâmica de 1979. Segundo a mídia do Oriente Médio, mulheres — como Maryam Rajavi — estão liderando os protestos atuais (e simbolicamente rejeitando as imposições Islâmicas removendo os seus hijabs publicamente).

Até o regime Iraniano percebe a inquietação atual como uma revolta contra o Islam. Em suas declarações iniciais depois que as primeiras manifestações entraram em erupção, o líder supremo, Aiatolá Khamenei, disse: “Todos os que estão contra a República Islâmica… juntaram forças para criar problemas para a República Islâmica e a Revolução Islâmica” (observe o adjetivo recorrente e revelador “Islâmica”).

Mesmo assim, “a mídia tradicional” vê a crescente pobreza e a frustração pela falta de liberdades sociais como os únicos motivos por trás da agitação atual. O que não percebem é que, se o Islam não se destina a ser “algo espiritual” praticado em privacidade, mas sim um sistema completo de governança, permeando toda a vida privada e social, os protestos em curso no Iran, enquanto giram ostensivamente em torno de questões econômicas, sociais e políticas, são em última análise protestos contra os ensinamentos Islâmicos com relação a questões econômicas, sociais e políticas, que a República Islâmica do Iran impôs à população desde que chegou ao poder em 1979.

Isso é evidente mesmo no novo grito de guerra dos manifestantes — “Morte ao Ditador” — em referência ao próprio líder supremo, Ayatollah Ali Khamenei. Por sua própria natureza, a lei Islâmica — tanto Sunita quanto Xiita — exige um governo ditatorial. Contanto que um califa, sultão ou emir governe a sociedade de acordo com a Sharia, Muçulmanos devem obedecer a ele — mesmo que seja um personagem desprezível e cruel.

Depois de examinar uma série de regras Islâmicas de exegetas competentes, bem como uma série de declarações atribuídas ao profeta Muçulmano Muhammad e no Alcorão, sobre a importância dos Muçulmanos seguirem a lei Islâmica — que é a única questão relevante quando os Muçulmanos devem ou não procurar derrubar seu governante —Ayman al-Zawahiri escreve,

“Em suma: É proibido derrubar um tirano, mas é um dever derrubar um infiel. Se o governante é despótico, torna-se ilegal que um Muçulmano reúna outros Muçulmanos para condená-lo, porque se o fizerem, se tornarão em agressores e o sultão terá a incumbência de lutar contra eles (The Al Qaeda Reader, p. 122).

Como acontece, a opressão social em questão no Irã via protestos — desde o status de segunda classe para mulheres até a proibição de todas as formas de expressão crítica ao Islã, seu profeta e seu representante na terra — é obrigatório pela lei islâmica, consequentemente tornando os manifestantes em “agressores”.

Mas até mesmo os aspectos econômicos dos protestos são em grande parte subprodutos das aspirações Islâmicas. Como disse Donald Trump na sexta-feira passada, finalmente o povo Iraniano está esperto e entendendo como o dinheiro e a riqueza estão sendo roubados e desperdiçados pelo terrorismo. De fato, o sofrimento econômico das pessoas chegou em um momento em que o regime se tornou rico — especialmente através de Barack Obama, dando-lhes mais de US$ 100 bilhões como parte de um acordo nuclear. O motivo da disparidade é que o regime tem e continua gastando grande parte de sua riqueza na tentativa de realizar seus ideais Islâmicos declarados; isto é, prefere apoiar o Hezbollah (atualmente a organização terrorista mais rica de acordo com a Forbes) e o Hamas (terceiro mais rico), contra o inimigo “infiel” do Islan, Israel, em nome e para a maior glória de Alá, em vez de alimentar seu povo.

Aliás, porque o direito de protesto é um dado no Ocidente e, portanto, ocorre com frequência — inclusive em questões triviais e/ou até absurdas, como quando estudantes universitários planejaram um “sh*t-in“, ocupando banheiros como forma de exigir mais “instalações neutras no que se refere ao gênero” — as graves consequências dos atuais protestos no Iran podem ser facilmente subestimadas. Objetivamente falando, são indicativos de quão fartos os Iranianos estão — e os riscos fatais que estão dispostos a correr — o que, sem surpresa, também remonta ao Islam:

“Manifestantes também podem enfrentar a pena de morte quando os casos forem julgados, de acordo com o chefe do Tribunal Revolucionário de Teerã, informou a AP. A agência de notícias semioficial de Tasnim do Iran citou Mousa Ghazanfarabadi dizendo: “Obviamente, uma de suas acusações pode ser Moharebeh”, ou travar uma guerra contra Deus [Alá], o qual é uma ofensa com pena de morte no Irã.

Moharebeh é precisamente o que al-Zawahiri se refere no trecho acima: a única razão legítima para derrubar um governante Islâmico é o fracasso de governar de acordo com o Islan —do qual Khamenei e seu regime dificilmente poderão ser acusados (visto pelo prisma Xiita, que é o caso). Procurar destituí-lo porque é pessoalmente corrupto, despótico, cruel ou gastando mais dinheiro na jihad do que em alimentação é proibido e transforma os manifestantes em agressores contra Alá, um crime digno de punição, incluindo a morte.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

ISIS promete atacar na Véspera de Ano Novo

Fonte/Source: ISIS vows New Year’s Eve attacks, says “We’re going to fight until we rule the whole world by the Sharia”


ISIS promete atacar na Véspera de Ano Novo, e diz: “Vamos lutar até governarmos o mundo inteiro pela Sharia”

POR ROBERT SPENCER

26 de Dezembro de 2017

Não que isso tenha alguma coisa a ver com o ….

“ISIS Promete Matar Pessoas Bêbadas Celebrando Na Véspera De Ano Novo Em Todo O Mundo Em Seu Primeiro Vídeo na Somália”, por Tom O’Connor, Newsweek, 26 de Dezembro de 2017:

A filial do Estado Islâmico (ISIS) na Somália lançou seu primeiro vídeo no final da segunda-feira, fazendo ameaças horríveis aos que celebrarem o Ano Novo bêbados.

O vídeo de estreia, com quase oito minutos e meio, mostra uma árvore de Natal, champanhe rolando e pessoas contando os minutos finais para o Ano Novo. Em vez de gritos de “Feliz Ano Novo”, no entanto, após contarem “um”, surgi um homem gritando “Allahu Akbar” [Deus é maior] e sons de violência que o grupo militante notoriamente causa e inspira em todo o mundo. Um narrador acenou aos partidários do ISIS para se aproveitarem de pessoas intoxicadas e das grandes reuniões para o Ano Novo como “uma nova oportunidade” para perpetrar morte e destruição.

“Esta mensagem é para os irmãos que vivem entre os kuffar [infiéis]. Você não sente a dor dos irmãos Muçulmanos no Iraque, Síria, Iêmen, Somália, Birmânia e Palestina? O profeta-salla Allahu ‘alayhi wa-sallam [que as bençãos de Alá e a paz estejam sobre ele] — disse: ‘O kafir [infiel] e seu assassino nunca se juntarão no inferno.’ Significando que matar um kafir é o seu ingresso para escapar do jahenim [inferno]”, um homem não identificado, mascarado, disse para a câmera enquanto segurava o que parecia ser um rifle de assalto Kalashnikov.

E, finalmente, saibam disso, o Estado Islâmico está aqui para ficar. Nós vamos lutar e continuar lutando até governarmos o mundo inteiro pela Sharia e essa bandeira negra de la ilaha illa Allah [Não há Deus senão Alá]. Nós nos levantaremos de Washington a Moscou, da Europa à China e não há nada que poderá nos impedir acrescentou, antes de citar um verso do Alcorão.

Zombando da tradição de bebida alcoólica na comemoração do final de ano, o ISIS copiou imagens de um vídeo viralizado do YouTube, carregado no ano passado por um segurança Canadense que amarrou uma câmera GoPro em seu peito, enquanto lidava com clientes entrando e saindo do The Gatsby Soundhouse and Bar em Londres, Ontário. O autor do vídeo não estava imediatamente disponível para comentários quando a Newsweek tentou contatá-lo.

No clip da Somália, o ISIS também ordenou repetidamente que a rede de apoio global do grupo os “caçassem” e mirassem no clero Cristão, incluindo o Papa Francisco. Instruiu os espectadores para “atacarem suas igrejas no Oriente e no Ocidente”. Mostrou imagens de um indivíduo montando um rifle de precisão sobre um telhado com vista para o centro de Denver, Colorado e cenas da cidade de Nova York, onde o mais recente ataque inspirado no ISIS ocorreu no início deste mês…


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

GEERT WILDERS DISCURSA EM PRAGA

Fonte/Source: GEERT WILDERS DISCURSA EM PRAGA


GEERT WILDERS DISCURSA EM PRAGA

16 de Dezembro de 2017

Caros amigos, estou muito feliz por estar aqui em Praga, uma das cidades mais bonitas da Europa.

Agradeço ao Tomio Okamura e ao SPD por me convidarem.

Sua grande vitória eleitoral em Outubro passado, na República Tcheca, encorajou a todos.

Parabéns Tomio! Parabéns SPD! Vida longa aos Patriotas Tchecos!

Estou especialmente honrado por ter sido convidado a dirigir tantos patriotas Tchecos aqui esta noite.

Deixe-me contar-lhe um pequeno segredo: os Tchecos são uma das minhas pessoas favoritas na Europa.

Vocês são uma nação de heróis!

Basta pensar em Jan Komensky, o grande filósofo que também morou na Holanda. Era um grande Europeu, e onde quer que fosse, continuava escrevendo em Tcheco e permanecia um Tcheco acima de tudo.

Nunca esqueçamos de sua grande lição: somente ao permanecer o que somos, podemos ser verdadeiros Europeus!

Quando penso nos Tchecos, também penso em Thomas Masaryk, o libertador da sua terra, o seu próprio George Washington.

Ele zombou das nossas chamadas elites intelectuais, que estão ansiosas para mudar o mundo, mas também arrogantes para ver a sabedoria nas tradições e valores conservadores.

Sua grande lição é a seguinte: Respeite a sabedoria das pessoas. Respeite a sabedoria de nossos antepassados.

Nossos valores nacionais, nossas tradições, nossa identidade, nos fazem quem somos.

E nunca vamos desistir deles!

Quando penso nos Tchecos, penso em Jan Palach, herói da Primavera de Praga de 1968.

Jan Palach recusou-se a viver sob uma ditadura totalitária.

Em vez de viver sob o jugo do totalitarismo, preferia morrer pela liberdade.

Esse legado, nós apoiamos! Todos nós!

Palach transformou a palavra “Tcheco” em sinônimo de bravura.

Ele não está morto, o espírito dele vive! Nós nunca vamos trair isso!

Nós também queremos viver em liberdade e permaneceremos quem somos.

Meu partido quer retirar os Países Baixos da União Europeia. Nosso lema é o Nexit!

Defendemos os estados-nação soberanos e independentes porque o estado-nação é o lar de nossa democracia e somente os estados-nação podem proteger a nossa identidade nacional.

E não temos medo de deixar isso bem claro: a União Europeia é um monstro! Queremos um futuro sem ela!

É claro que países individuais podem cooperar bilateralmente ou mesmo multilateralmente se considerarem que isso é benéfico.

Mas rejeitamos todo o supranacionalismo. Porque prejudica nossa soberania nacional, nossa identidade nacional, nossa democracia e liberdade, nossos valores.

Hoje, Bruxelas quer nos inundar com imigrantes do Terceiro Mundo. Principalmente de países Islâmicos.

Quer distribuir esses imigrantes em todos os estados-membros da União Europeia. O resultado será um desastre.

Diluirá a identidade Judaico-Cristã e humanista de nossas nações.

A República Tcheca e os outros países de Visegrad rejeitam esse plano maléfico da União Europeia.

Eles — você — defendem a Europa e sua civilização.

E nós o apoiamos em sua corajosa resistência contra a União Europeia!

Porque, como você, queremos permanecer o que somos: Livre, independente, soberano!

Nações orgulhosas com uma civilização Judaico-Cristã e humanista.

Para sempre livre, para sempre civilizado.

Meus amigos,

Juntos, devemos nos opor às elites cosmopolitas.

Porque essas elites não representam as pessoas e estão vendendo o estado-nação.

Juntos, devemos nos opor ao totalitarismo Islâmico. Porque a nossa civilização não é Islâmica.

Está enraizada no legado de Jerusalém, Atenas e Roma! E não, jamais, em Meca!

Bruxelas está processando você. As elites cosmopolitas estão processando a República Tcheca, a Polônia e a Hungria porque querem que seu país seja Islamizado da mesma forma que a Europa Ocidental.

Isso é um escândalo! Porém você não está sozinho!

Eu estou com você.

Todos os nossos amigos aqui estão com você.

Queremos o mesmo que você:

Queremos permanecer donos da nossa própria casa.

Juntos, simbolizamos a chama da liberdade que não pode ser extinguida.

Aqui estamos, unidos na luta pela liberdade! Nós somos a vanguarda da nova Europa!

Você não quer na República Tcheca o que acontece hoje na Europa Ocidental.

O que está acontecendo é terrível. Novos números sobre a crescente população Muçulmana na União Europeia acabam de ser publicados pelo renomado Pew Research Center.

A menos que haja mudanças radicais nas políticas atuais em relação à imigração, mais de 30% da Suécia será Islâmica em meados deste século, e quase 20% na Alemanha e França.

Você tem razão em não querer isso aqui.

Nós, na Europa Ocidental, cometemos um erro terrível. Nas últimas quatro décadas, permitimos a entrada de milhões de imigrantes, muitos deles de países Islâmicos.

E, embora nem todos os imigrantes sejam culpados, a imigração em massa levou a um desastre:

A criminalidade cresceu, a violência contra as mulheres se multiplicou, o antissemitismo aumentou, e ataques terroristas ocorreram em todos os lugares.

Você não quer isso aqui! Você diz: não! Nunca! Ne! Nikdy!

Você não quer bairros governados pela Sharia, onde os Tchecos já não se sentem seguros! Não queremos mesquitas, imãs, alimentos halal, desigualdade de homens e mulheres, não queremos a lei da Sharia Islâmica bárbara em nossa terra.

O Islamismo não é uma religião, mas uma ideologia totalitária.

Se você deixar o Islã, você será morto. O Islamismo quer dominar a nossa sociedade e é como uma ideologia incapaz e avessa à assimilação. O Islã significa dominação, violência e terror para Cristãos, Judeus, mulheres, apóstatas e, na verdade, todos que não são Islâmicos. A lei Islâmica da Sharia e a liberdade são 100% incompatíveis. Em nenhum outro lugar do mundo, em nenhum país onde o Islamismo é dominante, existe liberdade.

Então, minha proposta é: chega!

Chega de violência, Chega de ódio, Chega de terror e chega de Islã. Se você gosta do Islã e quer mais mesquitas ou imãs ou alimentos halal e se você quiser viver de acordo com a lei total da Sharia, você pode ter isso. Mas não aqui, melhor se mudar para a Arábia Saudita ou o Irã. Aqui não. Este é o nosso país. Você concorda comigo?

No passado, os Tchecos desempenharam um papel importante na proteção da Europa contra o Islã.

Foi o seu Rei, Ludvik, o Rei da Boêmia e a Hungria, que morreram lutando contra os Otomanos em Mohacs.

Os Boêmios também estiveram proeminentemente presente no cerco de Viena.

Você era um baluarte do Ocidente contra os Otomanos. E nós, no Ocidente, devemos a nossa liberdade!

E hoje você mais uma vez resiste à política de asilo da União Europeia e à Islamização da Europa. E eu lhes digo isto: Obrigado, meus amigos Tchecos, obrigado Visegrad! Sua resistência nos inspira!

Infelizmente, se nada acontecer, o pior ainda está por vir.

A população Africana deve crescer de seus atuais 1 bilhão para 4 bilhões até o final do século. Um terço dos Africanos quer se mudar para o exterior e muitos querem vir para a Europa.

Não pararmos isso, milhões estarão em nosso caminho, nos tornaremos uma província da África, seremos Islamizados, nosso povo se tornará uma minoria e nossa população será substituída.

Mas a nossa resposta é clara: não! Nunca! Ne! Nikdy!

Portanto, nossos países devem adotar uma estratégia totalmente nova.

Devemos ter a coragem de introduzir proibições de viagem, como o Presidente Trump fez nos EUA.

Devemos ter a coragem de enviar todos os barcos com migrantes ilegais de volta, como a Austrália está fazendo.

Devemos ter a coragem de restringir a imigração legal em vez de expandi-la, mesmo que algumas vezes tenhamos que construir um muro, como fizeram os corajosos Húngaros.

Devemos ter a coragem de repatriar imigrantes ilegais. E a coragem de desislamizar e não ser útil à ideologia do Islamismo.

Em vez de ser suave, a Europa deve endurecer.

Não há outra alternativa. Se falharmos, deixaremos de existir.

Se não tivermos a coragem de fazer as coisas que acabei de mencionar, vamos perecer.

Porque enfrentamos uma crise existencial.

Meus amigos, o grande conflito de nossa época, o grande confronto à nossa frente é o conflito entre globalismo e patriotismo, entre supranacionalismo e identidade.

E neste conflito, “Liberdade” é o nosso slogan! Svoboda !! (trad., Liberdade)

Viva a República Tcheca!

No espírito de nossos heróis nacionais, defenderemos o alto castelo da liberdade e da democracia.

E nós vamos vencer!

Porque somos patriotas!

Juntos, somos o vento da mudança que agitará a velha ordem!

E restaurar a Europa para os Europeus!!

Obrigado.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

BRASIL: 40.000 TERRORISTAS EM 20 ANOS

BRASIL: 40.00O TERRORISTAS EM 20 ANOS

Por Tião Cazeiro

16 de Dezembro de 2017

Na foto, a direita, vemos o Xeique Mohammad Al-Arifi, professor na Universidade Rei Saud e notório promotor da Jihad e do Wahabismo (e banido da Grã-Bretanha!). Este xeique visitou a Liga Juventude Islâmica Mesquita do Pari (LJIMP), localizada na cidade de São Paulo, fato este noticiado pela própria página do Facebook da LJIMP, dia 26 de Janeiro de 2016 (leia aqui e aqui). (Agradecimento à Lei Islâmica em Ação).

A famosa ativista Libanesa-Americana, Brigitte Gabriel, estima que mais de 20% dos Muçulmanos no mundo são radicais e que é praticamente impossível identificar esse grupo do restante da população Muçulmana.

De fato, a maioria dos experts não concordam com esse número. De qualquer forma, Raymond Ibrahim, autor do best seller Al Qaeda Reader entre outros, e expert em Oriente Médio e Islamismo, explica isso muito bem no vídeo inserido no final deste artigo.

Mas primeiro, vou adiantar aqui uma pequena parte do vídeo, para podermos raciocinar a partir de um detalhe importantíssimo que mostrarei mais adiante. Raymond diz o seguinte:

“Ninguém sabe ao certo, mas podemos fazer alguns cálculos conservadores. Há aproximadamente 1.5 bilhão de Muçulmanos no mundo. Mas quantos são Islamistas? (Radicais Islâmicos ou terroristas) …. Se apenas 10% forem Islamistas, e a porcentagem provavelmente é maior, temos então 150 milhões de pessoas. Entre elas, quantas estão dispostas a tomarem atitudes violentas parar avançar a causa Islâmica?

“Estamos falando aqui da Al Qaeda, Estado Islâmico, Talibã, Hamas, Hezbollah, Boko Haram, Al-Shabaad entre outros grupos que enviam homens-bomba aos mercados, explodem carros-bomba em funerais, jogam ácido no rosto de garotas que vão à escola, assassinam irmãs ou filhas que desafiam a vontade do pai ou do irmão ou lançam aviões sequestrados em edifícios etc.”

“Este é um número muito difícil de ser ignorado. Então vamos novamente ser cautelosos e estimar que a porcentagem seja apenas 2% sobre esses 150 milhões. Ainda assim são 3 milhões de pessoas, 3 milhões de terroristas em potencial organizados por uma ideologia em comum e apoiados por muitas outras. A boa notícia é que centenas de milhares de Muçulmanos não são Islamistas radicais.”

Nota: Alguns autores discordam do termo “Islamista”, porque consideram que o Alcorão per se já é radical. De qualquer forma ela ajuda aos que ainda não estão familiarizados com o Islã.

Estou citando isso tudo porque um detalhe passou despercebido por muitos no vídeo publicado pela Mesquita Brasil. Quando o presidente da SBM, Sociedade Beneficente Muçulmana do Brasil, Nasser Fares, anuncia os projetos do Islamismo para os próximos 20 anos, além das cinco escolas Islâmicas e outras mesquitas que pretende criar em São Paulo, e a ampliação da divulgação do Islã no Brasil, esse detalhe surge como uma bomba, a meta de conseguir 20 milhões de Muçulmanos nos próximos 20 anos. Assista ao vídeo.

Uma perguntinha ligeira, de onde vem o financiamento para montar esse exército? Arábia Saudita?

Se a princípio calcularmos 10% de Islamistas ou radicais, teremos 2 milhões deles no Brasil em 20 anos. Mesmo sendo cauteloso e estimando a porcentagem em 2% apenas sobre esses 2 milhões, teremos 40.000 terroristas no nosso Brasil em 20 anos, prontos para explodir não só shopping centers como um estágio de futebol através de drones como vários jornais da Europa já estão noticiando. E mais, é permitido que cada Muçulmano tenha 4 mulheres, e em alguns casos chegam a ter 20 filhos numa única ‘família e apoiados na previdência social, como acontece na Europa.

Resultado de imagem para drone used by terrorist

O que fazer diante desses números? Qual o caminho mais curto para resolver esse problema rapidamente? Por que a sociedade se comporta como um avestruz, enfiando a cabeça no buraco?

O Brasil é o segundo maior país Cristão do mundo e o Islã já assassinou mais de 60 milhões de Cristãos ao longo de treze séculos. Será que isso ainda não é o suficiente?

Robert Spencer, Diretor da Jihad Watch, provavelmente o scholar mais famoso do mundo hoje em dia, em seu vídeo “Por que o ISIS ameaçou decapitar o ‘Papa do Islã‘?” disse o seguinte:

“….. Agora o Estado Islâmico (ISIS) pediu a cabeça do papa. Se esse papa perdesse a cabeça alguém iria notar? Ele é uma desgraça para a igreja, para a civilização Judaico-Cristã e para o mundo o livre.”

Quem disse que a população Brasileira não tem o poder e o direito de rejeitar o Islã no Brasil? De fechar as mesquitas, de expulsar do país aquilo que o irá destruir, como está acontecendo na Europa por exemplo. Sim, existem muitos Muçulmanos pacíficos, mas o Islã Político é um problema, assim como o Nazismo entre outros.

Benjamin Netanyahu: 
“Nós Já Vimos Isso Antes. 
Há Uma Raça Superior; 
Agora Há Uma Fé Superior.”

Há mais de treze séculos o Islã persegue Cristãos e Judeus entre outros, impiedosamente. O Islã invadiu o Brasil e está impondo uma agenda que muitos classificam como um “empreendimento paramilitar totalitário” com vistas a transformar o Brasil numa ‘República Islâmica’ onde Cristãos e Judeus se não forem assassinados terão que submeter-se à Sharia e viver subjugados à dhimmitude. E aqueles que não acreditam nisso estão redondamente desinformados, não conhecem a história do Islã e sua missão universal de converter a todos pela persuasão ou pela força (militar).

O Islã não se integra às sociedades que os recebem; não existe Muçulmano Brasileiro e sim Muçulmano no Brasil. É uma invasão a longo prazo e irão tomar o poder custe o que custar e o tempo que levar. Até onde eu sei, ninguém conseguiu monitorar as mesquitas e o que é ensinado nelas. Tudo acontece nelas, é o quartel general.

Advogados, Juristas, Políticos, Filósofos, intelectuais, líderes religiosos etc. que percebem o que estou dizendo, aliás, o que o mundo todo está alertando, que o Islã está antagonizando o mundo inteiro, precisam ajudar o Brasil, precisam colaborar parar afastar de vez esse conluio da esquerda com o Islã, e assessorar o país para que as mesquitas e o ensino religioso Islâmico sejam proibidos de uma vez por todas no Brasil ou o futuro será o desastre.

Não podemos deixar para depois, para quando não tiver mais solução. Não vamos deixar a conta para as futuras gerações, elas com certeza irão julgar a nossa covardia.