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Prefeito de Londres Sadiq Khan: ‘Parar E Revistar’

Fonte/Source: London Mayor Flips on ‘Stop and Search’ After Breitbart Exposé of Capital Crime Epidemic


Segundo Robert Spencer, o prefeito Muçulmano de Londres participou de uma conferência com o seu amigo jihadista Sajeel Shahid de Londres, que treinou um dos terroristas suicidas do bombardeio de 7 July 2005 em Londres. — London’s Muslim mayor shared platform with London jihadi’s friend who trained 7/7 jihad bombers

“O Sr. Khan falou em uma conferência em 2003 ao lado de Yasser al-Sirri, que havia sido condenado à morte no Egito por uma tentativa de assassinato político, enquanto outro palestrante era Sajeel Abu Ibrahim, mais conhecido como Sajeel Shahid. Shahid comandou ataques contra as tropas Britânicas e dirigiu um campo de treinamento no Paquistão, onde terroristas conhecidos aprenderam a fazer bombas e a disparar granadas propulsionadas por foguete.”

“Um porta-voz de Sadiq Khan disse que: “Essa é uma história antiga.“”

Esse é o prefeitindo Muçulmano de Londres. Vamos ao artigo…


Prefeito De Londres Resgata ‘Parar E Revistar’ Após Breitbart Expor Epidemia de Crime Capital

Por LIAM DEACON

11 de Janeiro de 2018

O Prefeito de Londres, Sadiq Khan, fez uma reviravolta na sua promessa de campanha para acabar com o “parar e revistar”, afirmando que sua Polícia Metropolitana “aumentará significativamente” seu uso dos poderes para tentar reprimir o problema crescente de ataques com faca na cidade.

Antes de ser eleito em 2015, Khan prometeu “fazer tudo o que estiver ao meu alcance para proibir o ‘parar e revistar’” caso se torne Prefeito. Na Quinta-feira, no entanto, admitiu que era uma “ferramenta vital para a polícia manter nossas comunidades seguras.”

A mudança de tom ocorre pouco mais de uma semana depois que os dados revelaram níveis crescentes de crimes violentos em Londres no ano passado — homicídios cresceram 27,1%, com homicídios juvenis em 70% e violência séria juvenil em 19%.

Os assaltos também aumentaram 33,4 por cento e os arrombamentos em 18,7 por cento sob a guarda de Khan em 2016/7.

Parte do problema remonta a 2014, quando Theresa May, Secretária do Interior, prometeu reduzir o uso do ‘parar e revistar’, alegando que a prática enfraqueceu as relações com as comunidades minoritárias.

O Prefeito esteve sob pressão adicional desde a Véspera de Ano Novo, quando quatro jovens foram esfaqueados na capital em incidentes não relacionados numa única noite.

Escrevendo ao Evening Standard nesta Quinta-feira, o Khan reconheceu a “tendência preocupante do aumento de crime violento em toda a Grã-Bretanha”, acrescentando:

“Eu e a Comissária do Met, Cressida Dick, estamos totalmente de acordo de que o Met deve continuar trabalhando para impedir os crimes violentos.”

“Os Londrinos verão uma dura repressão ao longo de 2018. Isso incluirá um aumento significativo no uso do ‘parar e revistar’ pela polícia em toda a nossa cidade.”

Continuou: “Eu sei, por experiência pessoal, que quando mal praticado, o ‘parar e revistar’ pode causar tensões comunitárias. Mas, quando baseado em informações de inteligência, geograficamente focada e realizada profissionalmente, é uma ferramenta vital para a polícia manter nossas comunidades seguras.

“Nunca devemos esquecer que são comunidades étnicas negras, Asiáticas (geralmente Muçulmanas) e minoritárias (BAME) que mais sofrem com os ataques com facas — quase seis em cada 10 jovens vítimas masculinas pertencem a essas comunidades.”


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhamamd e os Sufis

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Jess Phillips Apoia Lily Allen Defendendo Gangues De Estupro Muçulmanas

Fonte/Source: Labour’s Jess Phillips Sides With Lily Allen in Defending Muslim Rape Gangs


Lily Allen é uma cantora talentosa. É uma pena que isto esteja acontecendo com ela. Agora, a esquerda liberal Britânica aproveitou a situação, a ingenuidade da cantora, para mostrar todo o seu veneno.


A Parlamentar Trabalhista Jess Phillips Apoia Lily Allen Defendendo Gangues De Estupro Muçulmanas

Por JACK MONTGOMERY

8 de Janeiro de 2018

A parlamentar trabalhista, Jess Phillips, saiu em defesa da cantora Lily Allen, depois que ela comentou que as vítimas de gangues de assédio sexual infantil teriam sido “estupradas ou abusadas por alguém em algum momento” mesmo se as gangues de assédio Muçulmanas não estivessem presentes no Reino Unido.

Indagada se as vítimas, que eram da classe trabalhadora e em sua maioria brancas, teriam sido assediadas se os perpetradores não estivessem presentes no país, Allen afirmou: “Na verdade, há uma forte possibilidade de que elas teriam sido estupradas e abusadas por alguém em algum momento. Este é o tipo de problema.”

A celebridade então tentou desviar a atenção sobre o assunto das gangues de assédio sexual dizendo que as pessoas deveriam se preocupar com um outro tipo de agressor — “homens que fazem sexo com suas enteadas duas vezes por semana durante anos a fio… vizinhos, tios, jardineiros, sacerdotes, gerentes de restaurantes de Fast food que fazem isso repetidamente” — os quais ela caracterizou como 100 por cento “machos brancos Britânicos.!

Os comentários de Allen provocaram uma reação muito forte nas mídias sociais que a viram bloquear sua conta do Twitter, — mas Jess Phillips disse que a “atitude” dela foi “inspiradora”.

“Assistir a Lily Allen e a Stella Creasy firmes e mantendo a mesma atitude nos últimos dias é inspirador para aqueles que precisam de resiliência”, ela tuitou, referindo-se  à cantora e a um de seus colegas parlamentares.

“Oh em prol dos dias do discurso sensato, onde as questões poderiam ser exploradas”, ela reclamou.

Jess Phillips, da esquerda liberal, não é estranha à controvérsia, tendo indignamente descartado o assalto sexual em massa de mulheres Alemãs por homens migrantes na Colônia,  na Véspera de Ano Novo, em 2015.

A parlamentar afirmou que não houve nada de impressionante nos ataques, alegando que um comportamento semelhante é visto na “rua Broad em Birmingham, todas as semanas, onde as mulheres são atraídas e agredidas.”

Sugeriu que as pessoas não deveriam julgar rapidamente os migrantes Norte-Africanos e do Oriente Médio como responsáveis pelos ataques na Colônia, dizendo que as pessoas na Grã-Bretanha “devem ter cuidado neste país, antes de descansarmos sobre os nossos louros, quando duas mulheres são assassinadas todas as semanas.”

A BBC relatou a reação contra as observações dela na época, citando membros do público, incluindo Harry Yorke dizendo que compara os ataques de estupro de migrantes na Colônia com os da rua Broad em Birmingham, como “lixo total e falso”, e James Wilby, que o chamou de “completamente insano”.


Tradução: Tião Cazeiro  – Muhammad e os Sufis

O ISLAM TEM PRIVILÉGIOS ESPECIAIS NO REINO UNIDO

Fonte/Source: Islam has special privileges in the UK: Muslims have been bullying Britain and the leftists are their helpers


O Islam Tem Privilégios Especiais No Reino Unido: Britânicos Sofrem Bullying Por Parte Dos Muçulmanos E A Esquerda É Cúmplice

POR SHAZIA HOBBS

19 de Dezembro de 2017

Javaria Saeed, ex-agente de contraterrorismo da Polícia Metropolitana de Londres e Muçulmana praticante.
"ISLAMOFOBIA" 
UMA PALAVRA CRIADA POR FASCISTAS 
E USADA POR COVARDES 
PARA MANIPULAR IDIOTAS 
— Andrew Cummins —

Eu não fico mais chocada ou surpresa ao ouvir histórias de homens e mulheres da polícia, que enfrentam ações disciplinares por criticarem o Islã. Homens e mulheres que têm um registro de trabalho impecável, mas que de repente se veem perdendo tudo por dizerem que carne halal é incorreto, por dizerem que os tribunais da Sharia devem ser fechados. Isso deveria ser uma notícia chocante e deveria ser uma notícia importante, quando pessoas que supostamente deveriam  no servir e proteger, arriscam perder seus empregos por “insultarem o Islã”. Suponho que devemos voltar ao início para descobrir como chegamos aqui.

Quando meu pai chegou ao Reino Unido no final dos anos 60, ele não teve interesse em receber tratamento especial, estava feliz por ter chegado à terra livre. Onde o dinheiro realmente crescia em árvores e as mulheres eram mais acessíveis do que quando estava no Paquistão. Aquilo que ele não amava em sua nova casa, além do frio, era melhor do que a pobreza que ele havia deixado para trás. Será que ele queria que a sua nova casa fosse governada pela Sharia? Não! Isso foi no final da década de 60, lembre-se, foi o Irã e o Afeganistão que foram lentamente controlados pelo Islã. Foi no Irã e no Afeganistão que as mulheres protestaram contra a imposição do véu (hijab) e todas as outras restrições que as forças Islâmicas exercem sobre mulheres e homens.

Voltando rapidamente para o Reino Unido, é óbvio que a Sharia está se aproximando da vida cotidiana. A Comissão dos Assuntos Internos lançou um inquérito sobre os tribunais da Sharia que operam no Reino Unido; alguns dizem que existem 80 tribunais da Sharia, embora devido à sua natureza secreta, o número verdadeiro é desconhecido. O fato de que há um inquérito mostra que existe um problema; embora os Muçulmanos encarregados do inquérito o tornem inútil, pois sem dúvida não encontrarão nada de errado com a Sharia, se aplicado no “contexto” e algo a ver com “nuance”.

Ouço muitas pessoas falarem que estão com muito medo de revelar sua identidade nas mídias sociais, usam contas anônimas por medo de perder o emprego por criticar o Islã, e ouço muitas pessoas que pensam que as mesmas estão exagerando e por isso as chamam de racistas e islamofóbicas. Li histórias em jornais, histórias como a da Javaria Saeed, uma ex-oficial antiterrorista da Polícia Metropolitana e Muçulmana praticante, que reclamou com os seus chefes sobre alguns de seus colegas oficiais Muçulmanos. Esses oficiais Muçulmanos não viram nada de errado com a MGF (mutilação genital feminina) e também aconselhavam as mulheres Muçulmanas que sofrem de violência doméstica a irem aos tribunais da Sharia em vez de denunciar à Polícia. A menos que o abuso fosse realmente violento, e como eles determinam se o abuso é “realmente violento” não ficou claro.

Em Agosto do ano passado, fui convidada, juntamente com muitos outros, a falar num evento organizado pela Anne Marie Waters, da Sharia Watch UK. Um evento em que falei sobre como o Islam mata mulheres — matam não apenas fisicamente, mas mental e emocionalmente. Isso não é uma mentira, e só precisamos olhar para os países Muçulmanos para ver como as mulheres são punidas. Sabemos no Reino Unido que as mulheres Muçulmanas também são punidas, nós temos leis para protegê-las do casamento forçado, da MGF, VHB (hepatite B), e já existe comentários a respeito do breast ironing  para criminalizá-lo também. A única coisa que esses atos malignos tem em comum é a religião, alguns argumentam e dizem que é cultural, e eu digo que é religião.

Nota: breast ironing —(algo como passar os seios a ferro, em Inglês) uma prática abusiva de “achatamento” dos seios de meninas, com o corpo em desenvolvimento, para “protegê-las” do estupro e do assédio sexual.

Africanos, Egípcios, índios, Paquistaneses e Indonésios, para citar alguns, realizam a MGF, são culturas completamente diferentes, mas a religião é o denominador comum.

Anne Marie teve problemas com a polícia. Ela não conseguiu manter o evento fora de Westminster, informaram, então ela escolheu outro local, o qual também não era adequado, pois precisaria de uma permissão. Parecia que não havia nada além de obstáculos em seu caminho, com os responsáveis esperando que ela cancelasse o evento. Anne Marie é uma mulher forte e se recusou a recuar e, eventualmente, desistiram e permitiram que ela realizasse o evento fora de Westminster, sua primeira escolha de local.

Se você quiser marchar em prol da Sharia e do Califado no Reino Unido, não haverá nenhum obstáculo em seu caminho. Em vez disso, a polícia irá caminhar ao seu lado para protegê-lo contra qualquer reação. Durante a marcha, você poderá acenar a bandeira do Estado Islâmico (ISIS), e isso também não será controlado. Proteste contra a Sharia e zombe do Islã e você poderá ser preso.

Você também poderá carregar banners e segurar cartazes pedindo pela “Morte dos Soldados Britânicos”. Isto também é permitido e irão conceder-lhe um passe gratuito. Proteste contra os rituais diabólicos e bárbaros, com os quais o Islam mata mulheres, apedreja, chicoteia, decapita, e você será acusado de “crime de ódio”.

Será que sou a única que consegue ver a estupidez nisso tudo? Será que sou a única que consegue ver os padrões duplos que existem na sociedade Britânica? Lute pela cultura Britânica e pelas leis Britânicas, e você será difamado como Islamofóbico, racista e fascista. Marche para que o Reino Unido se torne um Califado e que a Sharia governe e deixarão você livre para fazê-lo todos os dias, se quiser, sem problema algum e sem ser molestado.

Mas quando temos um Primeiro-Ministro que usa o véu (hijab) quando se encontra com líderes Muçulmanos eu pergunto, seria de se admirar que o país esteja no estado em que se encontra? Que mensagem isso passa?

O Islam tem privilégios especiais no Reino Unido, e qualquer pessoa que discorda ou desafia é acusada de racismo. O racismo contra uma ideia, uma religião não é possível, mas como eu disse, o Islamismo tem privilégios especiais, então você pode ser racista em relação a isso, e se você argumenta que não é possível, então você é um islamofóbico.

Será que o Judaísmo recebe esse mesmo tratamento especial, por exemplo? Prendemos aqueles que falam contra o povo Judeu? Não! Todas as outras religiões têm que aturar e lidar com isso; o Cristianismo é ridicularizado e com razão, assim como a Igreja Católica e o escândalo do abuso sexual infantil. Muitos Católicos abandonaram a sua fé, recusaram-se a ir à capela e a missa depois do escândalo que abalou sua religião, estão enojadas pelo estupro de crianças e encobrimento do caso.

As mesquitas não estão imunes desse abuso, e ouvimos falar de molvis (Muçulmano doutor em lei) e imams que abusaram e estupraram crianças deixadas à sua disposição, confiadas ​​pelos pais para ensinar-lhes o Alcorão e não abusar dessa confiança explorando sexualmente e violando seus filhos. Falamos sobre isso tão livremente quanto o abuso do sacerdote Católico? Não, não falamos, porque apenas uma religião tem privilégios especiais, o resto não.

Nós temos o Partido Trabalhista, com um bando de membros que flagrantemente odeiam os Judeus, e tudo o que precisam fazer é pedir desculpas e seguir em frente. Imagine se o partido Tory odiasse abertamente os Muçulmanos. Poderiam pedir desculpas e seguir em frente? Você nunca ouvirá o fim disso.

Alguns riem e dizem que o medo não é racional e que os Muçulmanos não querem que o Islã ocupe o Reino Unido. Esses são os esquerdistas Islâmicos amorosos e apaziguadores de votos e os iludidos.

A Grã-Bretanha está se tornando como o Irã e o Afeganistão nos anos 60, quando os Islamistas estavam assumindo o controle. A Sharia está crescendo de forma imperceptível na vida cotidiana e há muitos agentes para silenciar rapidamente aqueles que falam sobre isso.

Temos um conselheiro trabalhista que exige que uma escola mude sua política uniforme para permitir que uma criança de 4 anos use um hijab; nós prendemos aqueles que colocam bacon nas alças das portas das mesquitas e damos a eles sentenças mais longas do que para aqueles que mutilam a vagina de suas filhas, e nem mesmo prendermos aqueles que forçam a MGF em suas filhas.

Recentemente, teve um artigo nos jornais sobre a polícia ter medo de fazer qualquer coisa sobre a MGF por medo de ser chamada de racista. Permitir que as vaginas de meninas sejam mutiladas por medo de serem chamados por um nome? Não proteger essas pequenas meninas de um sofrimento para a vida toda, por medo de ser chamados por um nome?

Os pregadores do ódio que são banidos do Paquistão recebem vistos para viajar para o Reino Unido e espalhar o ódio nas mesquitas. Essas visitas são anunciadas pelo Facebook e outras plataformas de redes sociais. Nessas mesquitas, eles podem pregar aos seus companheiros o ódio contra os kaffirs (infiéis), os Judeus e o Ocidente. Durante todo o tempo devem estar rindo da estupidez do nosso governo.

Não há absolutamente nada de errado em ter medo de uma religião que exige a sua morte por ousar deixá-la, que o pendura num guindaste por ser gay, que apedreja até a morte por ser estuprada.

Me chame de islamofóbica o quanto quiser, não me impedirá de falar sobre como o governo está sendo intimidado pelos Muçulmanos, eu não quero ser governada pela Sharia e eu sei que existem milhões de outros como eu, Muçulmanos e não-Muçulmanos, que concordam. Eles não podem silenciar a todos.


Shazia Hobbs cresceu em Glasgow com sua mãe Escocesa branca, seu pai Paquistanês, sua primeira esposa Paquistanesa e oito das 11 crianças das duas mulheres. A novela de estréia de Shazia Hobbs, The Gori’s Daughter, já está disponível na Amazon.

A novela biográfica de Shazia, The Gori’s Daughter at Amazon (Kindle & Paperback)

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

 

Reino Unido: Mãe Convertida Ao Islã, É Assassinada Pelo Marido Muçulmano Por Usar Roupas Ocidentais

Fonte/Source: UK: Mother converts to Islam, is murdered by her Muslim husband for wearing Western clothes

Photo Cover Credit: Pamela Geller Report


Reino Unido: Mãe Convertida Ao Islã, É Assassinada Pelo Marido Muçulmano Por Usar Roupas Ocidentais

 Por Robert Spencer

17 de Novembro de 2017

Reino Unido: vítimas do crescente crime contra a honra.

Esse é o resultado da cultura de violência criada pelos ensinamentos religiosos, que dizem aos homens para espancar as mulheres por quem “temem a desobediência” (Alcorão 4:34). É também um resultado de uma cultura que aceita o crime contra a honra. Muçulmanos cometem 91% dos crimes contra a honra no mundo.

A Autoridade Palestina concede perdões ou suspende sentenças aos assassinatos em nome da honra. Mulheres Iraquianas pediram sentenças mais duras aos assassinatos Islâmicos em nome da honra, das quais se livram com muita facilidade. A Síria em 2009 descartou uma lei que limitava a duração das sentenças por homicídios em nome da honra, mas “a nova lei diz que um homem ainda pode se beneficiar das circunstâncias atenuantes em crimes de paixão ou contra a honra”, desde que tenha pena de prisão de pelo menos dois anos em caso de assassinato”.

Em 2003, o Parlamento Jordano rejeitou por motivos Islâmicos uma disposição destinada a endurecer as penas por homicídios contra a honra. Al-Jazeera informou que “Islamistas e conservadores disseram que as leis violavam tradições religiosas e poderiam destruir famílias e valores”.

Enquanto o encorajamento fornecido pela lei Islâmica ao crime contra a honra não for reconhecido e confrontado, mais mulheres sofrerão.

“Jovem Mãe Convertida ao Islã Assassinada a Marteladas por Voltar ao Estilo de Vida Ocidental”, de Virginia Hale, Breitbart, 17 de Novembro de 2017 (Agradecimentos à Ken):

Uma jovem mãe convertida ao Islã foi brutalmente assassinada pelo marido, que a impediu de ver familiares e amigos depois de começar a usar novamente suas roupas Ocidentais, um tribunal Britânico ouviu.

Akshar Ali atingiu Sinead Wooding com um martelo e a esfaqueou repetidamente, antes de despejar e incendiar o corpo da mãe de quatro crianças numa floresta, disse o promotor Nicholas Campbell QC à Leeds Crown Court.

A Sra. Wooding estava em processo de conversão ao Islã e havia mudado seu nome para Zakirah quando conheceu o Sr. Ali, de 27 anos, que trabalhava numa tenda de alimentação no mercado interno de Leeds, de acordo com o Times.

Casaram-se numa cerimônia Islâmica no início de 2015, mas o júri ouviu que seu relacionamento era “volátil” e às vezes violento, com argumentos sobre a constante visita de Wooding, de 26 anos aos familiares e amigos de quem seu marido a “proibia” de ver.

O Sr. Campbell disse que a Sra. Wooding tinha começado a usar roupas Ocidentais, do dia-a-dia, antes de ser assassinada em 11 de Maio numa festa realizada na casa do amigo do marido, Yasmin Ahmed, que junto com o Sr. Ali, negam o assassinato.

Depois que o casal teve uma discussão, os convidados ouviram um estrondo da cozinha, momento em que a Sra. Ahmed foi verificar.

Ela voltou e disse que a Sra. Wooding havia esbarrado contra uma porta, mas que estava tudo bem, e pouco tempo depois relatou aos convidados que a jovem mãe tinha deixado a casa.
“Na verdade, Sinead Wooding não saiu da propriedade com vida”, disse Campbell, dizendo ao tribunal que ela primeiro estava incapacitada — sofrendo de uma fraturada craniana após repetidos golpes na cabeça por um martelo de unha — e em seguida assassinada após ter sido “apunhalada várias vezes”.

“Se ela estivesse consciente naquele momento, teria sido impedida de chorar”, disse Campbell ao júri, que o sangue encontrado nas paredes e chão da adega da Sra. Ahmed correspondia ao DNA da Sra. Wooding.

“Ela foi apunhalada várias vezes com pelo menos um instrumento afiado, quase definitivamente uma faca”.

Seu corpo foi supostamente mantido na adega por dois dias, e depois “embrulhado [e] amarrado com fio” antes que duas pessoas fossem vistas, por um vizinho, transportando um corpo durante a noite… “.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

450 ATAQUES COM ÁCIDO CONTRA MULHERES DESDE 2011 — EM LONDRES

Photo-Cover/Credit: Acid attack victim gives beauty tips in emotional video

Fonte/Source: 450 acid attacks against women since 2011 – in LONDON – Geller Report


Por Tião Cazeiro

Em meu último artigo, — Ataque Com Ácido: Oculto e em Ascensão, — o qual me deixou muito nervoso diante de tanta brutalidade demoníaca, comentei que havia decidido desde o início não expor fotografias de mulheres ou meninas deformadas pela violencia Muçulmana sem limite em várias partes do mundo entre outros. Disse também que poderia estar errado, mas era o que eu sentia no momento. Entretanto, pensando com calma, depois da tempestade, compreendi e resolvi seguir a Pamela Geller.

Nesse artigo, critiquei também a postura da “grande mídia” pelas reportagens superficiais, nunca mostrando a realidade. ou o que está por trás. Pamela Geller não tem medo de charmar uma espada de espada, cita o nome dos perpetradores e ponto final. O artigo a seguir mostra isso. Pamela diz a verdade enquanto a mídia divulga estatísticas e abobrinhas.

Mas a lição é que essa estrema violência precisa ser exposta, inclusive para ajudar as vítimas financeiramente e é o que farei.

E principalmente para que isso não aconteça no Brasil.

Vídeo de Reshma Quereshi destina-se a ensinar espectadores muito mais do que apenas dicas de beleza — e espera aumentar a consciência sobre a frequência horrível de ataques com ácido

Para acessar o vídeo da Indiana Reshma Quereshi clique neste link: Acid attack victim gives beauty tips in emotional video

Para as pessoas interessadas em fazer doações recomendo o site da Índia:  The world’s first job portal for acid attack survivors. #SkillsNotScars — makelovenotscars.org

Este vídeo faz parte da campnha  makelovenotscars.org mencionado acima. Vídeo legendado em Inglês. Infelizmente não tenho como traduzi-lo.


450 ATAQUES COM ÁCIDO CONTRA MULHERES DESDE 2011 — EM LONDRES

Por Pamela Geller 

17 de Março de 2017

Como observei hoje cedo, os ataques com ácido são uma marca registrada de homens Muçulmanos irados do Paquistão, onde mulheres foram desfiguradas em ataques com ácido por crimes como rejeitar uma proposta de casamento ou ser estuprada. Agora tem havido uma onda de tais ataques em Berlim. Sete em cada dez vítimas em Londres são do sexo masculino, em crimes relacionados à gangues. Mas que deixam 30%, ou 450 vítimas do sexo feminino. Isto é, sem dúvida, uma consequência da Islamização da Grã-Bretanha.

Houve 450 Ataques Com Ácido Desde 2011 Em… Londres“, por Christine Rousselle, Townhall, 16 de março de 2017 (Agradecimentos à The Religion of Peace):

Os números são de cair o queixo. Anunciados no início desta semana, mostram que houve 1.500 ataques com ácido em Londres de 2011 a 2016. E o que é mais perturbador, a frequência de ataques parece estar aumentando — 2016 por si só representaram 431 ataques em comparação com 261 em 2015. Ao todo no Reino Unido, esses ataques aumentaram 50% na última década.

Ao contrário do resto do mundo, onde as vítimas de ataques com ácido são principalmente mulheres, estima-se que 7 a cada 10 vítimas de ataques com ácido em Londres sejam do sexo masculino. Acredita-se que estejam conectados com a atividade de gangues. Um ex-membro da uma gangue disse que os ataques com ácido tornaram-se “aceitáveis” devido à facilidade de adquirir os componentes necessários para criar a arma.

Jaf Shah, diretor executivo do grupo de apoio Acid Survivors Trust International (ASTI), disse ao Guardian: “Olhando para os dados em geral, há uma probabilidade bastante grande de que uma alta porcentagem dos incidentes são os ataques do macho-em-macho E com maior probabilidade de estarem relacionados com gangues ….

Pamela Geller é Presidente da American Freedom Defense Initiative (AFDI), editora de PamelaGeller.com e autora de The Post-American Presidency: A Guerra de Obama na América e Parar a Islamização da América: Um Guia Prático para a Resistência.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

REINO UNIDO PÕE ANTI BURCA DE 15 ANOS NO PROGRAMA ANTITERRORISMO

Fonte/Source:  UK Puts 15-Year-Old Burqa Opponent on Anti-Terror Programme — Breaitbart News

Photo Cover: AFP PHOTO / Carl de Souza (Crédito da foto: CARL DE SOUZA / AFP / Getty Images) Getty

As mulheres Muçulmanas manifestam-se a favor da lei da Sharia durante um protesto em frente à 10 Downing Street, em Londres, em 21 de março de 2011. Diz um cartaz: A SHARIA VAI DOMINAR O MUNDO

REINO UNIDO PÕE ANTI BURCA DE 15 ANOS NO PROGRAMA ANTITERRORISMO

Por LIAM DEACON

04 de Janeiro de 2017

Um estudante Britânico de 15 anos que pensava que as “mulheres Muçulmanas não deveriam ter permissão para vestir o niqab” foi identificado como um potencial terrorista e passou pelo mais rígido programa de desradicalização do governo.

Channel é parte do esquema Prevent e é reservado para os casos mais graves de radicalização, visando “indivíduos em risco de serem atraídos para o extremismo violento” e o terrorismo.

O menino não identificado, que vem de uma área predominantemente branca, foi obrigado a passar um tempo com um Imã (autoridade religiosa do Islamismo), bem como visitar Mesquitas além de um “projeto multi fé”, onde ele foi registrado como voluntário.

O funcionamento do Channel é geralmente mantido em segredo, mas as autoridades tomaram a decisão incomum de divulgar o ataque do aluno branco depois que os ativistas alegaram que o Prevent era “racista” e que “injustamente atacam Muçulmanos”.

A polícia disse ao The Yorkshire Post que o menino foi detido depois de ter feito comentários na escola sobre Muçulmanos “tentando assumir o controle do país” e ter sido “insistente nos seus pontos de vista sobre o que os Muçulmanos devem ou não ser autorizados a usar.”

A cobertura completa do rosto é proibida ou restrita em grande parte da Europa Continental, e uma pesquisa realizada em Setembro passado revelou que o público Britânico apoiou a proibição da burca por dois a um.

Descrevendo o processo em que o adolescente de West Yorkshire foi encaminhado para o Channel, o detetive superintendente Nik Adams, coordenador regional da região Nordeste do Prevent, disse que ele mostrou uma “vulnerabilidade genuina”.

“Ele estava dizendo que as mulheres Muçulmanas não deveriam ter permissão para usar o niqab e tinha a cabeça cheia de disparates sobre Muçulmanos tentando tomar o controle do país”, acrescentou.

Apesar de supostamente ajudarem a deter vários terroristas, e a França e a Alemanha planejarem esquemas similares, o Prevent foi atacado implacavelmente no Reino Unido.

O Sindicato Nacional dos Professores pediu a sua eliminação e a União Nacional de Estudantes afirma que é “racista” e trabalhou com os Islâmicos para organizar workshops que instruia os estudantes a “resistir“.

Até mesmo o Comité de Assuntos Internos do Parlamento considerou-o como “tóxico” e discriminatório em relação aos Muçulmanos. Em Abril, o relator especial das Nações Unidas (ONU) sobre o direito à liberdade de reunião interveio alegando que criou um “espectro do Big Brother”.

No entanto, em 2011, o Prevent foi atualizado para torná-lo explicitamente claro sobre a segmentação de todas as formas de radicalização, não apenas o extremismo Islâmico.

Fontes insistem que o caso do estudante é “bastante típico” no trabalho do Prevent, e desde o mês passado, uma em cada dez referências tinha ligações com a “extrema-direita” nacional. Em Yorkshire, as referências de “extrema-direita” representam quase 50% do seu número de casos e 30% do número de casos no East Midlands.

O detetive superintendente Adams disse ao Yorkshire Post que recentemente houve um foco renovado sobre a “extrema-direita”.

Ele admitiu que a “extrema-direita” era predominantemente conhecida por protestos de rua, prejudicando a “coesão comunitária”, em vez de terrorismo, mas disse que as coisas mudaram desde o assassinato de Joe Cox por um simpatizante Nazista em Junho.

“Historicamente, o que você vê na extrema-direita é a desordem pública, o protesto público, que teve um impacto sobre a coesão da comunidade, o senso de bem-estar e pertencimento das pessoas”, disse ele.

Acrescentando: “Embora não estamos olhando a inteligência para sugerir que temos um número crescente de Thomas Mairs, é uma preocupação que se deixarmos inexplorada e incontestada haverá o risco real de que isso [possa] crescer e que podemos ver mais incidentes.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Por que vou me unir ao PEGIDA em Birmingham

Fonte/Source: PEGIDA UK – Why I’m Joining PEGIDA in Birmingham on 6th February

Nota: PEGIDA  Patriotas Europeus contra a Islamização do Ocidente.

Por que vou me unir ao PEGIDA em Birmingham no dia 6 de Fevereiro

29 de Janeiro de 20016

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É muito mais provável que você encontre homens de meia idade passando o tempo com suas famílias, jogando golfe, pescando ou assistindo futebol num sábado à tarde do que tomando as ruas em protesto. E quem pode culpa-los? A vida pode realmente ser confortável e agradável.

Mas poucos deles percebem a ameaça existencial que desafia a nossa sociedade, e se percebessem iriam se sentir tão à vontade?

Esqueça o terror e o assassinato, embora para aqueles de nós que vivem nas cidades, essas ameaças agora fazem parte da nossa vida diária. A evolução demográfica terá um efeito profundo sobre este país e sua cultura ao longo das próximas décadas. Não agir agora só vai acelerar o desaparecimento do Reino Unido e levar a uma metamorfose irrevogável do nosso país em algo menos tolerante, menos democrático e mais desigual do que é hoje. Uma cultura enraizada em sua herança Cristã e encorajada pelo espírito do Iluminismo está correndo o risco de sucumbir a uma ideologia supremacista, os agentes que temos literalmente convidado para dentro de nossas vilas e cidades.

24-PEGIDA-AFP-Getty

O Islã já está produzindo um efeito pernicioso na sociedade. A autocensura da mídia em grande escala. Representações de Maomé não são mostradas, supostamente para não ofender, mas na realidade é porque jornalistas e empresas de radiodifusão têm medo de serem alvos de massacres ao estilo Charlie Hebdo. O estupro e o abuso sistemático de milhares de meninas brancas vulneráveis ​​ não foram coibidos, porque os assistentes sociais e a polícia estavam com muito medo de serem acusados de racismo ou de “Islamofobia”. O culto ao multiculturalismo tem sido imposto sobre nós, o que torna impossível a defesa do que é decente e verdadeiro.

A crítica ao Islã se tornou “discurso de ódio”; Aqueles que levantam questões legítimas sobre a ideologia são marcados como ‘Islamofóbicos’. Se você está na escola poderá ser chamado de racista, seus registros irão mostrar isso e você será penalizado e condenado ao ostracismo e suas perspectivas estarão limitadas. Pior ainda, você poderá ser processado por “crime de ódio”.

Os Judeus da França, entre muitos outros países da Europa Ocidental, estão sendo submetidos a um número crescente de ataques antissemitas, e muitos fogem para Israel, acreditando que a Europa já não é mais um lar seguro. Enquanto isso, a grande mídia aprecia conectar isso ao ressurgimento da “extrema direita”, mas na realidade é devido ao antissemitismo, que é inerente ao Islamismo e endêmico em todas as nações Islâmicas.

FILE - In this Dec. 15, 2014 file photo thousands of participants of a rally called 'Patriotic Europeans against the Islamization of the West' (PEGIDA) gather in Dresden, eastern Germany. The group said Sunday Jan. 18, 2015 it is calling off a rally planned next week in the city of Dresden because of a threat against one of its organizers. The group calling itself PEGIDA, or Patriotic Europeans against the Islamization of the West, has organized rallies every Monday in the eastern German city. Last week's event drew the biggest crowd yet, with police estimating some 25,000 people attended. It called on supporters to instead hang flags out of their windows and light candles on Monday evening. Banner reads : Nonviolent and United against Faith Wars on German soil. AP Photo/Jens Meyer)
AP Photo/Jens Meyer)

Os recentes problemas em toda Alemanha, Suécia, França entre outros países Europeus já deixaram muito claro o que esperar dos migrantes Muçulmanos, largados numa cultura alienígena, cujas normas de conduta eles não têm conhecimento ou optaram por ignorar.

Enquanto a Alemanha pode ter aberto as portas para mais de um milhão de migrantes do Oriente Médio, é preciso lembrar que dentro de poucos anos todas essas pessoas — a maioria das quais são jovens e do sexo masculino — terão o direito de vir para o Reino Unido; terão acesso aos benefícios previdenciários; terão a liberdade de impor sua cultura retrógrada, e seus costumes, sobre uma população muito assustada e subjugada para reagir contra isso. Em tal situação, a perspectiva para as nossas crianças e mulheres é muito sombria. Em poucos meses, o influxo continuará, uma vez mais, com previsões de 2-3 milhões de Muçulmanos em direção à Europa num futuro muito próximo.

Na educação temos visto o escândalo chamado Trojan Horse, em Birmingham, mas o pior, em muitos aspectos, é até que ponto os nossos próprios filhos estão sendo doutrinados.

Nota: Trojan Horse, ou seja, Operação Cavalo de Tróia, refere-se a uma tentativa organizada, por um número de indivíduos associados, para introduzir o Islamismo  em várias escolas de Birmingham, Inglaterra.

São ensinados de que o Islã é uma “religião de paz”, doutrinados para aprender os Cinco Pilares do Islã e podem até ser levados a uma mesquita e forçados a orar de joelhos para Alá — que simbolismo! Uma visão inofensiva de paz e serenidade é alimentada, completamente desprovida de verdade e da realidade do que constitui o Islã e as sociedades que o promovem. O Islã é colocado num pedestal enquanto sua própria cultura, religião e história são deformadas e ignoradas.

O Islã é em essência uma ideologia profundamente misógina, por isso não deve ser visto com surpresa quando migrantes Muçulmanos estupram meninas e mulheres Europeias. O que é profundamente chocante é a forma de como os meios de comunicação têm acobertado esses ataques, tentando nos manter acreditando que a utopia multicultural criada por nossos políticos está viva e bem. O influxo de Muçulmanos para este país tem visto o aumento de mutilação genital feminina, assassinatos “de honra”, casamento entre primos em primeiro grau — associado à maior incidência de defeitos congênitos de nascença — e a supressão e opressão de mulheres dentro de nossas fronteiras. A poligamia é essencialmente financiada pelo Estado, e os tribunais da Sharia estão operando em paralelo com o sistema legal Britânico, perpetuando assim a desigualdade feminina.

Tudo isso poderia não ser um problema se tivéssemos uma classe política educada, que tivesse conhecimento do seu próprio patrimônio cultural, que tivesse a capacidade de evitar a propaganda e ver o Islã como realmente é.

Mas nós não. Temos políticos fracos, mais interessados ​​em seus próprios interesses e em reeleição do que em apoiar os descendentes daqueles que se esforçaram para fazer do Reino Unido o que é e morreram para defendê-lo. Temos parlamentares iludidos que não entendem os dogmas do Islã, nem os escritos suprematistas, totalitários, violentos dos textos canônicos os quais exortam Muçulmanos a cometerem atos terríveis e a subverterem as sociedades daqueles que não são Muçulmanos. E só nesta semana temos Trevor Phillips, ex-chefe da Comissão de Igualdade e Direitos Humanos, dizendo que os Muçulmanos são diferentes e que nós simplesmente não podemos esperar que se integrem ou adotem nossos valores.

epa04493686 People march with a banner reading 'nonviolent and united against religious wars on German soil! Pegida' during a protest of right-wing initiative PEGIDA ('Patriotische Europaeer gegen die Islamisierung des Abendlandes', lit: 'Patriotic Europeans against Islamization of the Occident') in Dresden, Germany, 17 November 2014. PEGIDA claims to be against religious fanatism in any form, left-wing initiatives say the PEGIDA is promoting a hatred towards Islam and saylum seekers. EPA/MATTHIAS HIEKEL
EPA/MATTHIAS HIEKEL

Por isso, precisamos do PEGIDA UK (Reino Unido). Precisamos apoiar aqueles indivíduos corajosos como Tommy Robinson, Paul Weston e Marie Anne Waters que colocaram suas cabeças acima do parapeito, na tentativa de sensibilizar o público para essas questões. Nós precisamos dizer aos nossos políticos traidores que pensamos na dizimação que estão trazendo para este país, e os problemas incomensuráveis que resultarão se a situação continuar do jeito que está. Também precisamos educar nossos concidadãos, levantar questões que a mídia tem medo de discutir. Nós precisamos confrontar a extrema Esquerda, que está preparada para por o nosso país de joelhos, numa tentativa de derrubar o governo e o Estado de Direito.

É por isso que devemos marchar, e é por isso que PEGIDA UK (Reino Unido) merece o nosso apoio.

Por que não abrir mão de algumas horas numa tarde de inverno sombrio, dado o que está em jogo? Você pode até achar o ar fresco, e camaradagem vai te fazer bem.

Marchar no dia 06 de fevereiro é apenas um pequeno esforço, mas um que é vital para a salvaguarda do Reino Unido e do legado que nós deixaremos para os nossos filhos e netos.


Tradução: Sebastian Cazeiro