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Raymond Ibrahim: Perseguição Muçulmana aos Cristãos

Fonte/Source: “We Are Going to Burn You Alive!” Muslim Persecution of Christians, June 2017 – Raymond Ibrahim


Em Março de 2017 publiquei o artigo “450 ATAQUES COM ÁCIDO CONTRA MULHERES DESDE 2011 — EM LONDRES“. Cito ele porque a seguir você verá que esse padrão — o de jogar ácido no rosto das pessoas — acontece há muito tempo no Egito e agora vem sendo abertamente utilizado nas “no go zones” Muçulmanas em Londres.

O artigo a seguir, dá continuidade ao ““NÓS VAMOS QUEIMAR VOCÊ VIVO!” – PERSEGUIÇÃO MUÇULMANA DE CRISTÃOS”. Na época, optei por não publicá-lo para não ficar muito longo.

Caso ainda não tenha lido os artigos acima, não perca a oportunidade.


Perseguição Muçulmana aos Cristãos: Excertos do Relatório de Junho de 2017

Por Raymond Ibrahim

17 de Janeiro de 2018

Relatório da Perseguição Muçulmana aos Cristãos, Junho de 2017 

Paquistão: um novo caso de blasfêmia foi registrado contra outro Cristão. Depois que Mohammad Irfan se recusou a pagar a conta do reparo a Ishfaq Masih, um Cristão que consertou sua bicicleta, o Muçulmano denunciou o Cristão de blasfemar contra o profeta Islâmico Muhammad, levando à prisão do Cristão. De acordo com o primo de Masih, “durante o argumento, Irfan disse que obedece apenas a um mestre, Profeta Muhammad, ao qual Ishfaq disse que era Cristão e que sua fé se encerra em Cristo. Ao ouvir isso, Irfan protestou que Ishfaq havia blasfemado contra Muhammad. Logo uma multidão se reuniu no local e alguém chamou a polícia, que levou Ishfaq à prisão preventiva. “Mohammad Irfan também reuniu vários outros muçulmanos — incluindo Mohammad Irfan, Mohammad Nawaz, Mohammad Naveed e Mohammad Tahir — os quais afirmaram terem “ouvido Ishfaq Masih dizer palavras depreciativas contra o profeta Muçulmano”. Segundo o advogado do Cristão, apenas uma das quatro “testemunhas” estava realmente presente durante o altercação. Em vez disso, “Irfan havia reunido outros homens, incluindo o queixoso Mohammad Ishfaq, e inventaram a acusação contra Ishfaq Masih que acabou o levando à prisão…  O Boletim de Ocorrência é muito fraco, pois não contém nenhuma palavra blasfema específica que o meu cliente possa alegadamente ter dito… Também mostra que a polícia nem sequer se preocupou em investigar a acusação antes de registrar um caso contra o pobre homem. Esta é a prática rotineira da polícia em casos de blasfêmia, e é uma pena que nada seja feito para impedir esse procedimento.”

Separadamente, depois que um casal Cristão foi assassinado por pregar Cristo entre os Muçulmanos, um Cristão Sul-Coreano foi preso por supostamente também se envolver em “atividades ilegais de pregação.” As autoridades revogaram seu visto e ordenaram que ele deixasse a nação Muçulmana.

 Desprezo e Abuso de Cristãos por Muçulmanos

Paquistão: um trabalhador sanitário Cristão morreu depois que os piedosos médicos Muçulmanos que jejuavam em pleno Ramadã, recusaram-se a tocar o corpo do infiel “imundo”. Irfan Masih, de trinta anos, havia caído inconsciente junto com outros três funcionários sanitários enquanto limpava um bueiro no dia 1 de Junho. Foi levado para um hospital do governo onde os médicos recusaram-se a tratá-lo; morreu horas depois. “Os médicos recusaram-se a tratá-lo porque estavam jejuando e disseram que meu filho era napaak [imundo]”, disse a mãe do falecido. Algumas semanas depois, um tribunal, respondendo às queixas dos funcionários do hospital que acusaram a família e os amigos de Irfan de aterrorizarem o hospital, ordenou à polícia que registrasse uma queixa contra eles. “O hospital montou uma falsa acusação contra nós para se salvar”, explicou um primo do falecido, que também trabalha no saneamento. “Os médicos foram responsáveis ​​pela morte de Irfan, porque ele estaria vivo hoje se não tivessem recusado a tratá-lo imediatamente. Nossa revolta contra os médicos foi natural, mas não danificamos nem roubamos nada do hospital. É uma mentira, e até mesmo a polícia sabe disso. “Um alto funcionário da polícia admitiu que “nós acreditamos que o hospital está fazendo acusações frívolas contra essas pessoas… o hospital está ostensivamente tentando pressionar a família para retirar o caso.”

Egito: Suzan Ashraf Rawy, uma mulher Cristã de 22 anos, foi dada como sequestrada na manhã do dia 5 de Junho ao caminhar até a igreja Ortodoxa Copta em que trabalhava. “Como ela não voltou para casa naquela noite, sua mãe ligou para a igreja”, explicou um líder do setor Cristão. “Foi quando descobriu que Suzan não tinha ido à igreja pela manhã. Supomos que tenha sido sequestrada.” Ela é a terceira mulher Cristã na área de Al Khosous, uma cidade predominantemente Cristã nos arredores do Cairo, desaparecida desde 30 de Maio, quando um Copta acidentalmente disparou e matou um espectador Muçulmano durante uma discussão com outra pessoa. “Desde então, Muçulmanos começaram a atacar a comunidade Cristã da área, especialmente as mulheres”, afirmou o líder Cristão. De acordo com o relatório, “Duas outras jovens Cristãs Coptas desapareceram sem deixar vestígios após o incidente de 30 de Maio. As famílias das mulheres suspeitas de serem sequestradas não receberam comunicação dos supostos sequestradores, disseram as fontes. A área dos Muçulmanos há muito vem desfigurando as mulheres Cristãs por não usarem véus, jogando ácido nelas, mas houve um aumento desses ataques nas últimas semanas, disseram fontes…. O medo tomou conta dos Cristãos Coptas da região, deixaram as mulheres com medo de saírem de suas casas. Uma das reuniões de mulheres na igreja, da qual Rawy participou, foi suspensa até um novo aviso por medo da segurança dos participantes.”

Bangladesh: três homens Muçulmanos estupraram uma menina Católica de 20 anos na aldeia de Madarpur em 18 de Junho. A intensidade dos gritos chamou a atenção dos moradores da aldeia que vieram em seu socorro, fazendo com que os estupradores fugissem. Depois que seus pais apresentaram queixa-crime, começaram a receber mensagens ameaçadoras para retirá-la ou então. “No ano passado, sua família esteve envolvida numa disputa de terra”, diz o relatório. “A violência — um ataque premeditado — também foi testemunhada pela polícia, lançada pelos Muçulmanos que queriam expropriar a terra. A jovem, juntamente com seus pais, foi forçada a deixar a casa para morar numa favela.”

Paquistão: o lar de um jornalista que cobria extensivamente a situação das minorias religiosas na nação muçulmana foi vandalizado. Quando Rana Tanveer, repórter-chefe do The Express Tribune, foi à polícia, eles não registraram uma queixa formal. Alguns dias depois, um veículo não identificado passou intencionalmente por Tanveer, enquanto dirigia a sua motocicleta em Lahore na sexta-feira, 9 de junho. Segundo o relatório: “Tanveer foi submetido a uma cirurgia para tratar uma fratura no osso pélvico no Sábado. Sua recuperação pode levar meses e elo expressou medo por sua segurança, bem como por sua família… Tanveer diz que seu trabalho para expor tratamentos pobre dado às minorias religiosas do país, como os Ahmadis e os Cristãos, o tornou um alvo de extremistas.”


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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Opressão Chique: Nike Oferece “Pro Hijab” Atlético Para Muçulmanas

Fonte/Source: Oppression chic: Nike offers “Pro Hijab” for athletic Muslimas

Opressão Chique: Nike Oferece “Pro Hijab” Atlético Para Muçulmanas

Por ROBERT SPENCER

8 de Março de 2017

A Nike fornecerá suprimentos para apedrejamento de Muçulmanos adúlteros?

A Nike oferecerá uma série de lâminas adequadas para cortar a garganta das Muçulmanas que se atreverem a não usar o hijab?

A Nike oferecerá capuzes Klan para atletas racistas?

“A Nike tem um novo produto para mulheres Muçulmanas: O ‘Hijab Pro'”, de Zahraa Alkhalisi, CNN, 7 de Março de 2017:

PHILADELPHIA (CNN) – A Nike em breve começará a vender um hijab de performance para as atletas Muçulmanas.

O lenço de cabeça chamado de “Nike Pro Hijab”, possui um design pull-on de camada única, feito de poliéster leve e em cores escuras e neutras. Os pequenos orifícios do tecido o tornarão respirável enquanto permanecem opacos, um requisito para mulheres que usam hijab.

A Nike disse que começou a desenvolver o hijab depois que algumas atletas Muçulmanas queixaram-se de usar o lenço de cabeça tradicional durante a competição.

O processo do design levou 13 meses e o produto final estará disponível para venda na temporada de Primavera da Companhia em 2018.

A Nike disse que o hijab já está sendo usado pela figura Emirática patinadora Zahra Lari.

Fiquei excitada e um pouco emocionada ao ver a Nike prototipando um hijab”, disse Lari em comunicado. “Eu tentei tantos hijabs diferentes para o meu desempenho, e…. poucos deles realmente funcionam para mim. Mas, quando o vesti e o experimentei na pista de gelo, fiquei deslumbrada com o ajuste e o peso leve.“…


Nota do Blog:

Eis aqui a tradução de uma parte do artigo mencionado acima, via link, por Robert Spencer:


Dia Mundial Do Hijab: Mulheres Não-Muçulmanas Convidadas A Usar o Hijab Hoje Em Solidariedade Ás Mulheres Muçulmanas

“Hoje, as mulheres de esquerda em toda a Europa e América do Norte podem sinalizar a sua virtude. Mas onde está a sua preocupação com Aqsa Parvez, cujo pai Muçulmano a sufocou com seu hijab depois que ela se recusou a usá-lo? Ou Aqsa e Amina Muse Ali, uma mulher Cristã na Somália que Muçulmanos assassinaram porque ela não estava vestindo o hijab? Ou as 40 mulheres assassinadas no Iraque em 2007 por não usar o hijab; ou Alya Al-Safar, cuja prima Muçulmana ameaçou matá-la e prejudicar sua família porque ela parou de usar o hijab na Grã-Bretanha; ou Amira Osman Hamid, que enfrentou chicotadas no Sudão por se recusar a usar o hijab; ou a garota Egípcia, também chamada Amira, que se suicidou depois de ter sido brutalizada por sua família por se recusar a usar o hijab; ou os professores Muçulmanos e não-Muçulmanos do Colégio Islâmico do Sul da Austrália, que foram informados de que tinham que usar o hijab ou seriam demitidos; ou as mulheres na Chechênia que a polícia disparou com bolas de tinta porque não estavam usando o hijab; ou as mulheres também na Chechênia que foram ameaçadas por homens com rifles automáticos por não usar hijab; ou os professores de uma escola primária na Tunísia que foram ameaçados de morte por não usar hijab; ou as alunas Sírias que eram proibidas de ir à escola a menos que usassem hijab; ou as mulheres em Gaza que o Hamas forçam a usar o hijab; ou as mulheres no Irã que protestaram contra o regime se atrevendo a tirar o hijab legalmente exigido; ou as mulheres de Londres que vândalos Muçulmanos ameaçaram matar se não usassem hijab; ou a jovem Muçulmana anônima que tirou o hijab fora de casa e começou a viver uma vida dupla com medo de seus pais; ou as quinze meninas na Arábia Saudita que foram mortas quando a polícia religiosa não as deixou sair do prédio da escola em chamas por terem tirado seus hijabs em seu ambiente totalmente feminino; ou todas as outras mulheres e meninas que foram mortas ou ameaçadas, ou que vivem com medo de ousar a não usar o hijab?”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

A Mulher É Um Inimigo Perpétuo Do Islã

Foto/Capa: Tradução do texto da foto/capa: “Sim: Eles nos odeiam. Isso precisa ser dito.”

Photo/Cover/Credit: Underpaid Genius — Why Do They Hate Us? – Mona Eltahawy

Fonte/Source: Council of Islamic Ideology declares women’s existence anti-Islamic


A Mulher É Um Inimigo Perpétuo Do Islã

Burka woman 2

Nota do blog: “Texto foi retirado do site  Pakistan Today — PT.  Acesse o link acima.” — “UNDER FAIR USE”

Islamabad é a capital do Paquistão, 
cujo nome em Urdu significa “Morada do Islã”. 

15 de Março/2014  — Reeditado.

By “KHABARISTAN TODAY

Islamabad – Sharia Correspondent:  O Conselho da Ideologia Islâmica (CII) concluiu a reunião no. 192 desta Quinta-feira com a decisão de que as mulheres são anti-Islâmicas e que sua mera existência contradiz a Sharia e a vontade de Alá. De acordo com a decisão, o CII Presidente Maulana Muhammad Khan Shirani observou que a existência das mulheres “desafia as leis da natureza, e para proteger o Islamismo e a Sharia, as mulheres devem deixar de existir o mais rápidamente possível.” O anúncio chegou dois dias após a reunião no.191 do CII, onde apelidaram leis relacionadas à idade mínima para o casamento para que sejam consideradas anti-Islâmias.

Após declararem que as mulheres são anti-Islâmicas, Shirani explicou que havia, na verdade, dois tipos de mulheres — haraam e makrooh. “Podemos dividir todas as mulheres do mundo em duas categorias distintas: as que são haram e aquelas que são makrooh. Agora, a diferença entre haram e makrooh é que a primeira é categoricamente proibida enquanto que a segunda é realmente detestada”, disse Shirani.

Ele foi mais longe para explicar como as mulheres ao redor do mundo podem certificar-se de que sejam promovidas a makrooh ou serem apenas haram. “Qualquer mulher que exercer a sua própria vontade é haram, absolutamente haram, e portanto está conspirando contra o Islã e a Ummah, enquanto que as mulheres que são totalmente subservientes podem alcançar o status de makrooh. “Tal é a generosidade da nossa ideologia, e tal é o esforço de homens Muçulmanos como nós, que são os verdadeiros portadores da igualdade de gênero”, disse o presidente CII acrescentou.

Funcionários disseram ao “Khabaristan Today” que os membros do conselho deliberaram sobre várias referências históricas relacionadas às mulheres e concluiu que cada mulher é uma fonte de “fitna” e um inimigo perpétuo do Islã. Disseram também que restringindo as mulheres como suas subordinadas, na fronteira com o estado de escravidão, o ”Momineen” e os “Mujahideen” podem assim garantir que o Islã continuará a ser a religião de paz, prosperidade e igualdade de gênero.

Respondendo uma pergunta de um dos funcionários, “disse que as normas internacionais de igualdade do gênero não devem ser utilizadas quando contradizem o Islã ou a constituição do Paquistão”, que tinha incorporado o Islamismo e dado a soberania a Alá. “Nós não acreditamos nos ideais Ocidentais, e tudo que contradiz o Islã nunca deve ser dado atenção.” “Em todo o caso, dando às mulheres o status mais elevado, de serem makrooh, somos nós os Muçulmanos que abriram o caminho para a verdadeira Sharia do feminismo complacente”, disse o funcionário.

A reunião CII também aconselhou ao governo que a lei que protege o direito das mulheres do Islã de respirar, também deve ser retirado delas. Se a mulher tem ou não permissão para respirar, isto deve ser deixado para o marido ou tutor masculino, e nenhuma mulher, em circunstância alguma, deve ser autorizada a decidir se pode ou não respirar, disse Shirani . (Ênfase adicionada).

Khabaristan Today

khabaristantoday 

Telling it like it almost never is / Contando como se quase nunca fosse

Email: khabaristantoday@pakistantoday.com.pk.


Nota do Blog: Este artigo é uma sátira feita pelo site Khabaristantoday. Veja o logo acima e nas páginas fontes.  Portanto, para evitar confusão, fica registrado aqui. Nenhuma das fontes emitiram nota sobre isso. 

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

JIHAD E DEPREDAÇÃO — A MISSÃO DOS SUFIS EM KASHMIR

Fonte/Source: No Peace, Only Pieces – The Sufi Mission in Kashmir! | IndiaFacts

Foto/Capa: Estrutura sobrevivente do grande Templo de Mamaleshwara, destruído pelo Santo Sufi Shamsuddin Araqi


JIHAD E DEPREDAÇÃO — A MISSÃO DOS SUFIS EM KASHMIR!

Por Dimple and True Indology

Este artigo foi republicado do blog do autor, com permissão.

23 de Dezembro de 2016

Este artigo examina as atividades iconoclásticas de Dimple Kaul and True Indology Shamsuddin Araki, um dos missionários Sufis mais “pacíficos” de Kashmir, e o seu papel na destruição dos Templos Hindus e Budistas de Kashmir, Ladakh e Gilgit-Baltistan. Continuar lendo JIHAD E DEPREDAÇÃO — A MISSÃO DOS SUFIS EM KASHMIR

Islã 101 — A Guerra do Islã Contra o Mundo

Fonte/Source: Islam 101 — Robert Spencer -JIhad Watch

Photo Cover (Capa) Credit: Alcorão – Uma das cópias mais antigas

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 Islã 101 

A Guerra do Islã Contra o Mundo

Por Gregory M. Davis

Autor:  Religion of Peace? Islam’s War Against the World Produtor/Diretor:  Islam: What the West Needs to Know — An Examination of Islam, Violence, and the Fate of the Non-Muslim World Disponível em PDF (Inglês)http://www.jihadwatch.org/islam101.pdf

Islã 101 disponível em PDF:  Islã 101 em PDF (Português)

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis


O Islã 101 tem como objetivo, educar as pessoas sobre os fundamentos do Islã,  ajudar aos inteirados sobre o assunto a transmitirem a história e os fatos recentes com precisão. Da mesma forma, o livro e o documentário são destinados a servir como explicações concisas dos principais acontecimentos relativos ao Islã e suas implicações para a sociedade ocidental.  Islã 101 expõe a inadequação dos pontos de vista predominantes. Todos devem sentir-se livres para distribuir e/ou reproduzir este trabalho. Continuar lendo Islã 101 — A Guerra do Islã Contra o Mundo

Em Imagens: O Que Um Bombardeio Suicida Islâmico Parece

Fonte / Source:  In Pictures: What an Islamic Suicide Bombing Looks Like – Raymond Ibrahim

Em Imagens:   O Que um Bombardeio Suicida Islâmico Perece 

Por Raymond Ibrahim

 

19 de Dezembro de 2016

FrontPage Magazine

Um homem-bomba Muçulmano entra num prédio e explode a si mesmo e dezenas de outras pessoas inocentes. Ouvimos muitas vezes essas notícias e corremos o risco de ficarmos dessensibilizados. Afinal, os assassinos e os mortos são apenas estatísticas sem nome e sem rosto.

Por isso, porque uma imagem vale mais que mil palavras, abaixo estão várias imagens e vídeos do mais recentes ataque suicida Islâmico: o da Catedral de São Pedro no Cairo, que matou pelo menos 25 fiéis Cristãos — a maioria dos quais eram mulheres e crianças e feriu gravemente mais que o dobro. A maioria dessas fotos não apareceram em nenhuma mídia de língua Inglesa.

AVISO: Algumas destas imagens e vídeos são muito fortes. (Aqueles que podem lidar com elas também podem ver as imagens ainda mais contundentes (e fortes) do bombardeio Islâmico suicida de 2011 de outra igreja, em Bagdá, que deixou cerca de 60 mortos e também dilacerou o corpo do suicida.

Em primeiro lugar, estão os restos mortais do próprio suicida, Mahmoud Shafiq Muhammad Mustafa, que teria cerca de 22 anos de idade e é descrito como sendo afiliado ao Estado Islâmico ou à Irmandade Muçulmana do Egito ou a ambos:

Abaixo está uma foto do homem bomba quando estava vivo (centro) e seu rosto reconstruído (à direita) depois do forense juntá-lo num esforço para combiná-lo com a imagem do centro:

O vídeo a seguir mostra o momento da explosão, começando em torno da marca de 50 segundos. Mahmoud Shafiq, o suicida, aparece entrando no complexo da catedral segundos antes dele, no canto inferior esquerdo do vídeo:

O seguinte é um dos primeiros vídeos a serem filmados dentro da catedral após a explosão. Aviso: Corpos mortos e dispersos aparecem:

Aqui está outro vídeo anterior:

Maridos perderam esposas, esposas perderam maridos, pais perderam filhos e filhos perderam pais naquele dia. Abaixo estão algumas das vítimas infantis de Mahmoud Shafiq (as imagens são difusas, pois são baseadas em quadros fixos de um vídeo):

Esse menino, que aparece com o sangue dos outros (seus pais?) ainda sobre ele, provavelmente nunca esquecerá aquele dia.

Abaixo estão várias fotos de algumas das mulheres que morreram, filmadas em tempos mais felizes. Muito mais pode ser visto aqui. Histórias de perda e luto são muitas em sites Cristãos Árabes. Uma moça morta estava noiva e estava a para se casar em duas semanas; Outra acabara de terminar a faculdade de medicina e estava a caminho de se tornar médica; Uma mãe perdeu seus dois únicos filhos, duas filhas.

Aqui estão alguns dos que estão hospitalizados em estado crítico:

Abaixo está um clipe do vídeo de uma mulher Muçulmana mediana nas ruas do Egito, jubilantemente celebrando o bombardeio da Igreja de São Pedro. Ela grita triunfante “Allahu Akbar!”, e diz que “nosso amado profeta Muhammad está pagando os infiéis [Cristãos] de volta” por rejeitarem o “tawhid” (monoteísmo), que “deve ser proclamado em todos os cantos do Egito!”

O vídeo seguinte retrata Cristãos Coptas em pé, ao redor da Catedral de São Pedro, após o bombardeio, e desafiadoramente proclamando em Árabe o Credo Niceno completo — uma fato, segundo notícias, sem precedentes no Egito Muçulmano, como o Credo repetidamente afirma, o que o Islã (por exemplo, Corão 9:30) considera o ponto alto do shirk, ou blasfêmia: que Jesus Cristo é o Filho de Deus.

Nota do Blog: Infelizmente não consegui baixar o vídeo. Clique neste link para assistir ao vídeo. Imperdível.

This is so powerful After terror attack to Main… – Philip WissaFour

Essa é a consequência, diferentemente daquilo que, de outra forma, muitas vezes é relatado superficialmente na mídia como um “atentado suicida que matou x pessoas” — um fenômeno que continua a crescer nos últimos tempos. Mesmo no Ocidente, o ódio Islâmico pelas igrejas Cristãs está em ascensão. Em Outubro passado, um refugiado Muçulmano Africano invadiu e vandalizou quatro Igrejas em Roma (vídeo de vigilância aqui); Em Setembro, outro refugiado Muçulmano atacou e vandalizou várias Igrejas na Espanha. Houveram vários outros ataques semelhantes nas últimas semanas e meses — para não falar da guerra do Islã contra a cruz que também se espalhou para o Ocidente.

Mesmo nos Estados Unidos, onde o número de Muçulmanos é minúsculo em comparação com partes da Europa, o mesmo ódio pelas igrejas está crescendo. No início deste ano, um homem Muçulmano “fez planos para atirar numa igreja cheia de Cristãos em Detroit, de acordo com registros da corte documentando suas conversas na Internet com um agente do FBI”.

Tudo isso está de acordo com a Regra dos Números do Islã, que sustenta que, na medida em que os números Muçulmanos crescem no Ocidente, também os fenômenos distintamente Islâmicos crescem com juntos — nesse caso, ataques a igrejas Cristãs e adoradores. Atualmente nada muito “espetacular” ocorreu — como o bombardeio da igreja na semana passada no Cairo — mas isso pode ser apenas uma questão de tempo.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Obama na Mesquita de Baltimore cita Muhammad de discurso que endossa o califado e decapitação

Fonte/Source: Obama at Baltimore mosque quoted Muhammad from speech endorsing caliphate and beheading

Obama na Mesquita de Baltimore cita Muhammad de discurso que endossa o califado e decapitação

Por Robert Spencer

09 de Fevereiro de 2016

Disse Obama:

Aquele que quiser entrar no paraíso, ensinou o Profeta Muhammad: ‘deixe-o tratar as pessoas do jeito que ele gostaria de ser tratado”.

Esse dito vem deste hadith:

Foi narrado sob a autoridade de ‘Abd al-Rahman b. Abd Rabbo al-Caaba, que disse:

Entrei na mesquita quando ‘Abdullah b. ‘Amr b. al-`As estava sentado à sombra da Ka’ba e as pessoas reunidas em torno dele. Dirigi-me a elas e sentei-me próximo. (Agora)  disse: eu acompanhei o Mensageiro Alá (ﷺ) em uma viagem. Paramos em um lugar. Alguns de nós começamos a montar nossas tendas, outros começaram a competir uns com os outros no tiro, e outros começaram a pastar seus animais, quando um locutor do Mensageiro de Alá (ﷺ) anunciou que as pessoas deveriam se reunir para a oração, que nos reunissem em torno do Mensageiro de Alá (ﷺ). Disse: Foi o dever de cada Profeta anterior a mim guiar seus seguidores para o qual sabia que era bom para eles e adverti-los contra o que ele sabia que era ruim para eles; mas esta Umma de vocês tem seus dias de paz e (segurança) em início de sua carreira, e em sua última fase de existência será atingida com provações e coisas desagradáveis ​​para você. (Nesta fase da Umma), haverá grandes provações, uma após a outra, cada uma fazendo a anterior diminuir em insignificância. Quando forem atingidos por provações, o crente dirá: Isto vai trazer a minha destruição. Quando (a provação) terminar, serão atingidos com outra provação, e o crente dirá: Isso certamente vai ser o meu fim. Quem quiser ser libertar do fogo e entrar no jardim deverá morrer com fé em Alá e no Último Dia, e deve tratar as pessoas como deseja ser tratado por elas. Aquele que jura fidelidade a um califa deve dar-lhe a promessa da mão e da sinceridade do seu coração (i. E. Submeter-se a ele, tanto externamente, bem como internamente). Deverá obedecê-lo com o melhor de sua capacidade. Se outro homem se apresentar (como um pretendente ao Califado), disputando sua autoridade, eles (os muçulmanos) deverão decapitar o último. O narrador disse: Eu fui para perto dele ( ‘Abdullah b.’ Amr b al-‘As.) E disse: Você pode dizer sob juramento que você ouviu do Mensageiro de Deus (ﷺ)? Ele apontou com as mãos para os seus ouvidos e seu coração e disse: Meus ouvidos ouviram e minha mente reteve. Eu disse a ele: Esse seu primo, Mu’awiya, nos ordenou que consumíssemos injustamente nossa riqueza entre nós e matássemos uns aos outros, enquanto ALá diz: “Ó fiéis, não consumam a sua riqueza entre vós injustamente, a menos que seja um negócio de comum acordo, e não matem a si mesmos. Em verdade, Al é misericordioso com você” (IV. 29). O narrador disse que (ouvindo isso) Abdullah b. ‘Amr b. al-As manteve o silêncio por um tempo e depois disse: obedeça-o na medida em que ele é obediente a Alá; e desobedeça-o em questões envolvendo desobediência a Deus. (Livro Sahih Muslim 20, n. 4546)

Imediatamente após a passagem citada por Obama, vem uma exortação para obedecer o califa e decapitar pretendentes rivais. Incorporado ao mesmo texto que Obama estava usando, vemos endossos de ideias que Obama provavelmente rejeitaria como não tendo nada a ver com o autêntico Islã. É extremamente improvável, é claro, que Obama tenha visto essa passagem, mas o uso (i.e., seus redatores de discursos ‘) dessa citação segue o mesmo padrão quando exorta o verso do Alcorão 05:32: cita seletivamente (embora nenhum Muçulmano o esteja acusando de “cherry-picking”! — ou seja, aquele que só escolhe as melhores partes...), ignorando passagens inconvenientemente violentas que estão ao lado da passagem citada.

Não estaria isso afirmando de forma extrema que Barack Obama, ao sustentar que o Islã ensina a paz, não possa encontrar algumas passagens que são inequivocamente pacíficas, e em vez disso tem busca suas passagens pacíficas em meio a exortações à violência?

Não nos diz algo sobre o Islã como um todo — algo que Obama e o establishment político e a mídia Ocidental nunca irão nos dizer?

Obama at Islamic Society of Baltimore, Allah

Discurso do Obama na última quarta-feira na Sociedade Islâmica de Baltimore:

Então, vamos começar com este fato: Por mais de mil anos, as pessoas têm sido atraídas pela mensagem de paz do Islã. E a própria palavra, Islamismo, vem de salam — paz. A saudação padrão é as-salamu alaikum — que a paz esteja com você. E como tantas religiões, o Islã está enraizado em um compromisso de compaixão, misericórdia, justiça e caridade. Quem quiser entrar no paraíso, o Profeta Muhammad ensinou: “deixe-o tratar as pessoas do jeito que ele gostaria de ser tratado.” (Aplausos). Para os Cristãos, como eu, estou assumindo que parece familiar. (Risos.)


Tradução: Sebastian Cazeiro

A História e a Natureza do Terrorismo ao Longo dos Séculos

Fonte/Source: The History And Nature Of Terrorism Over The Ages | IndiaFacts

A História e a Natureza do Terrorismo ao Longo dos Séculos

rakeshsimha
Rakesh Simha

Por Rakesh Krishnan Simha @SimhaRakesh
Demografia (Perseguição & Proselitismo) | 07/12/2015

Apesar do terrorismo poder paralisar, não conseguem dominar. Até agora, nenhum Estado se dobrou ao terrorismo. Isso é um raio de esperança para as nações do mundo livre.

Outra semana, outro bombardeio. San Bernardino hoje, Bagdá ontem, alguma outra cidade infeliz amanhã. A ironia é que o resultado final é um grande e gordo zero. Enquanto as pessoas inocentes morrem,  terroristas realmente não alcançam algo tangível ou são capturados e muitas vezes executados. A cidade manca de volta ao normal, os terroristas voltam aos seus porões ou fábricas de bombas. Quando e onde tal loucura começou?

indiafact photo 2O terrorismo é uma forma extrema de bullying, sendo a palavra derivada da palavra Latina terrere, literalmente, “fazer tremer“. O uso do terror como meio de dissuasão ou punição, para ganhar poder, existe há milhares de anos. Enquanto os governantes historicamente sempre empregaram o terror para manter seus interesses sob controle, essa tem sido a arma preferida dos fracos.

O terrorismo tem como alvo a mente, porque suas vítimas não têm ideia de onde o próximo golpe virá. Tal como nas peças do autor Inglês Harold Pinter, o terror está sempre à espreita ao redor da esquina.

De acordo com Gerard Chaliand e Arnaud Blin em A História de Terrorismo —

O fato de que os casos mais notórios de terrorismo contemporâneo ter uma dimensão religiosa, não obstante seus objetivos políticos devem servir para nos lembrar de que isso também foi verdade, historicamente, na maioria das formas de terrorismo.

Um dos exemplos mais antigos de terror religioso ou sagrado é a violenta campanha desencadeada pelos Zelotes, um movimento político Judaico do primeiro século, durante um período de 70 anos. Conhecido por sua violenta resistência contra o domínio Romano, os Zelotes se rebelaram contra a sociedade Judaica, autoridades e líderes Judeus.

Os Zelotes possuíam um grupo terrorista conhecido como Sicari (homens violentos), que assassinaram Romanos e líderes Judeus com punhais. Essas ações foram, por vezes, também dirigidas aos cidadãos comuns e em lugares públicos. De fato, o Talmud descreve os Zelotes como biryonim, significando “grosseiro” ou “selvagem”; foram condenados por sua agressividade e relutância em se comprometerem a salvar os sobreviventes da Jerusalém sitiada, e seu militarismo cego.

O fervor dos Zelotes não ajudou a causa Judaica. O terrorismo dos Zelotes causou enorme repercussão em Romana, levando à destruição do Templo Judaico. O exército de Imperador Adriano derrotou os exércitos Judeus e a independência Judaica foi perdida. Jerusalém foi transformada em uma cidade pagã chamada Aelia Capitolina e os Judeus foram proibidos de viver lá. Assim começou a primeira dispersão dos Judeus e a criação da Diáspora.

Instigando a violência

No entanto, no planejado e sistemático uso de longo prazo do terror como arma política, os Nizari Ismailis  ou Assassinos do século 13 d.c. não têm precedente. Era uma Seita Muçulmana de Xiitas entrincheirada em uma centena de fortalezas sobre as montanhas inconquistadas, que se estende do Afeganistão à Síria, sendo Alamut, o Ninho da Águia, no norte da Pérsia, a mais importante. Cada fortaleza era uma “célula”, e as instruções sobre quem deveria ser assassinado era comunicada a essas células por Alamut, o quartel general.

Seus membros seguiam, sem questionar, as ordens de seu líder hereditário, o Imã. Porque acreditavam que se Alá escolheu o Imã, era portanto infalível; não precisava de educação, uma vez que tudo que fazia, não importava o quão estranho pudesse parecer aos mortais, era considerado divinamente inspirado. Seus seguidores aceitavam aparentemente atos irracionais, mudanças frequentes da lei, e até mesmo a reversão dos preceitos mais sagrados como evidência dos planos de Alá para a humanidade.

Apesar da falta de um exército convencional, a seita Ismail exerceu um tremendo poder político através de um sistema altamente sofisticado de terror e assassinato. O modus operandi da seita era matar qualquer um, particularmente líderes ou pessoas poderosas, que de alguma forma se opunham. Eles recrutavam jovens, com uma técnica tortuosa: atraídos para a fortaleza de Alamut, recebiam haxixe e nesse estado delirante eram levados a um belo palácio repleto de jardins e donzelas. Eram informados pelo Imã que estavam tendo um vislumbre do paraíso. E se tivessem sucesso em suas missões, após o qual a morte era inevitável, entrariam de imediato no paraíso, como mártires do Islã.

Chinesas, Persas e fontes Árabes se referem à mesma conta, de como os jovens foram atraídos pela ampla quantidade de haxixe entre outros prazeres terrenos que os aguardavam nos jardins especiais dos “castelos de areia”, fortalezas de culto. O fornecimento constante de haxixe manteve esses jovens obedientes e destemidos. Supostamente, por causa da importância dos narcóticos para os Muçulmanos Ismaelitas, as pessoas ao redor os chamavam de hashshashin, ou seja, “usuários de haxixe“.

Com o passar do tempo, esse nome se transformou na palavra assassino. Como as células terroristas modernas, os Assassinos empregaram uma rede de agentes secretos nos campos e nas cidades dos seus inimigos. Entre eles estavam os Turcos Seljúcidas e os califas em Bagdá (os Assassinos mataram dois califas). A ironia é que fizeram duas tentativas contra a vida de Saladino, que estava lutando contra os Cruzados Cristãos. (Foi sob a liderança de Saladino que os Muçulmanos finalmente capturaram a Palestina). Um motivo pode ter sido por Saladino ser um Curdo, e, portanto, um moderado.

A retaliação dos Mongóis

Durante 200 anos os Assassinos desencadearam o terror no Oriente Médio, que exigiu muito esforço e determinação por parte dos Mongóis para detê-los. Em 1256, um poderoso exército Mongol liderado pelo vingativo Hulagu Khan marchou através da Pérsia. Hulagu, que seguia uma religião que cultuava o céu, e prestes a abraçar o Budismo, estava determinado a impedir os atos de terror no seu império e em outros lugares.

De acordo com Edwin Black, autor de Banking on Baghdad, “Ele simplesmente recusou a se curvar ao Islã ou a qualquer sistema de crença que não fosse a sua. Hulagu sentiu que o Islã era uma afronta à monoteística crença Mongol, onde um Deus onipotente da natureza estava presente em todas as coisas.”.

Indiafact 4O exército de Hulagu era uma máquina militar incrível. Além de soldados, era composta de mil engenheiros Chineses. Um a um, Hulagu invadiu os 100 castelos supostamente impenetráveis dos Assassinos, matando implacavelmente os mestres, soldados, recrutas e até bebês em seus berços. O próprio Imã foi autorizado a implorar por misericórdia. Isso foi negado e as escoltas Mongóis do Imã, o chutaram sem piedade até a morte.

Tal como os Zelotes, que queriam libertar os Judeus, mas precipitou à destruição de Israel, a tentativa dos Assassinos de matar os líderes Mongóis levou o Islã a enfrentar sua mais grave ameaça desde a sua criação.

Os Mongóis marcharam para Bagdá e apontaram contra a cidade lendária, matando pelo menos um milhão de habitantes. Canais de irrigação e infraestrutura econômica foram destruídos de forma irreparável. As instituições políticas, como o califado, que manteve o mundo Muçulmano coeso durante séculos, foram abolidas.

A horda destruiu quase todas as grandes cidades Islâmicas, dizimando populações inteiras. Os Mongóis estavam aparentemente obcecados em destruir toda a Arábia, e poderiam realmente ter conseguido, quando, de repente Hulagu foi chamado de volta à Mongólia para assistir o funeral de seu tio.

A destruição Mongol de Bagdá foi um golpe psicológico , e desde então o Islã nunca mais se recuperou. Marcou o fim da Idade de Ouro Islâmica, durante o qual os Califados haviam estendido o seu domínio a partir da Espanha até a Índia Ocidental, marcado também por muitas realizações culturais e científicas.

Atos irracionais

Os Zelotes e os Assassinos criaram terror e instabilidade atacando os poderosos. Em contraste, os terroristas de hoje atacam o homem na rua porque os governantes estão bem protegidos. Fora isso, os objetivos dos terroristas do século XXI não são fundamentalmente diferentes. As histórias dos Zelotes e Assassinos mostram claramente que o terrorismo não é um desenvolvimento recente.

Invariavelmente, qualquer discussão sobre terror vira e volta para o terrorismo Islâmico. Terror Islâmico é uma grande preocupação para os governos, devido à sua propensão para dar as questões locais um sabor global ou pan-Islâmico. O inverso também é verdadeiro  os Muçulmanos em todo o mundo vão às ruas em protesto contra a intervenção Americana no Iraque e no Afeganistão, e as ações Israelenses na Palestina. Os tumultos Muçulmanos nas ruas de Sidnei, Austrália, são tão bizarros quanto.

Em contraste, os Hindus na Índia não saem por aí matando Budistas por causa da violência Budista contra Hindus em Sri Lanka. Ao contrário, os Hindus Indianos ajudaram os Lankas a eliminar os Tigres de Tamil, que foi o primeiro movimento de guerrilha no mundo a ter um esquadrão suicida. Mais uma vez, durante um período de 10 anos, a partir de meados de 1980, os terroristas Sikhs mataram sistematicamente milhares de Hindus comuns em toda Punjab e Deli, mas não houve um só ato de violência contra Sikhs durante esse período. O único caso de tumulto contra os Sikhs foi conduzido pelo Partido do Congresso, que é liderado por um Cristão Católico.

Essas ilustrações negam a noção  mundialmente aceita,  de que o terrorismo é uma consequência direta da injustiça social, econômica e política, frequente em todo o mundo, reproduzindo em escala global a luta de classe da ideologia Marxista.

Esse é o lugar onde os estúpidos Marxistas e esquerdistas estão como sempre  errados. Intervenções estrangeiras na África, América do Sul e Ásia não produziram Congoleses, Venezuelanos, Hindus, Coreanos ou terroristas Vietnamitas.

GAZA, GAZA STRIP - NOVEMBER 14: Izz ad-Din al-Qassam Brigades, the military wing of Hamas, hold a military parade on the 1st anniversary of Israel's attack on Gaza on 2012, November 14. (Photo by Mustafa Hassona/Anadolu Agency/Getty Images)
GAZA, GAZA STRIP – NOVEMBER 14: Izz ad-Din al-Qassam Brigades

Por outro lado, todos os países Muçulmanos que foram invadidos produziram jihadistas internacionais. Foram terroristas Afegãos, que aumentaram a aposta em Caxemira. Durante o início de 2000, um oficial sênior da célula especial da Polícia de Deli, que luta contra o terror, disse para este escritor que terroristas crescidos em Caxemira eram fáceis de lidar. “Não só era mais fácil combatê-los em confrontos armados, como um tapa era o suficiente para fazê-los chorar como meninas, se nós os capturássemos, “, disse ele. “No entanto, os Afegãos são diferentes. Lutam mesmo depois de perderem uma perna ou um braço. E foram dias de tortura antes deles racharem.

Licença para matar

Uma razão pela qual os Muçulmanos recorrem ao terror religioso é a crença de que é sancionado pela história, ou, pelo menos, por causa do precedente estabelecido. Veja o Império Otomano da Turquia, que desenvolveu o estado de terror a um novo nível. A incrível riqueza, fluindo a partir das províncias, permitiu ao sultão, manter centenas de concubinas além de suas quatro esposas. Quando um sultão morreu, seus muitos filhos rivais geraram guerras civis terríveis, as quais devido à violência, ameaçaram a própria existência do império. A solução: assassinato por atacado.

Edwin Black escreveu no Banking in Baghdad:

O fratricídio tornou-se uma tradição institucional Otomana, endossada por estudiosos Islâmicos do império. Em 1400, o Sultão Mehmed formalmente autorizou tais assassinatos em lei: “Para o bem-estar do Estado, um de meus filhos a quem Deus concede o sultanato, pode legalmente colocar seus irmãos a morte. A maioria dos ulemás (clérigos Corânicos) considera isso admissível.”.

Para os mullahs isso era uma questão de expediente  consentindo o assassinato em massa, tiravam o Sultão das suas costas. Em 1980, quando um jornal Indiano revisou os Versos Satânicos de Salman Rushdie, o clero Islâmico na Ásia do Sul e Irã prontamente passaram fatwas (sentença de morte) contra o escritor, sem sequer se preocupar em ler o livro. Para eles era uma forma conveniente de apaziguar os tumultos Muçulmanos nas cidades Europeias e Asiáticas.

Fechado para Reforma

Enquanto a Europa Cristã medieval teve suas Inquisições, caça às bruxas e queimas na fogueira,  e todas as formas de terrorismo de Estado , — reformas religiosas gradualmente levaram a uma clara separação do Estado e Igreja, conduzindo eventualmente a uma situação onde a religião deixou de ser um motivo de guerra na Europa. Além disso, o Tratado de Vestfália levou ao surgimento do Estado Nação.

Por outro lado, a reforma na Arábia usualmente significava balançar de um extremo ao outro. Em 1700 surgiram os Wahhabis, fanáticos religiosos que eram parte reformadora, parte assaltante Beduíno. Fundada por Mohammad ibn Abd al-Wahab, seus seguidores declararam que todas as formas de Islã organizadas após 950 d.C. eram blasfêmia. Isso incluía ambas as instituições Sunitas e Xiitas.

Proibindo o uso de tabaco e álcool, exigiam uma vida simples, desde um vestido sem traços característicos até o austero comportamento pessoal. Como os puritanos da Europa, que rejeitavam qualquer coisa que dava prazer às pessoas. Por exemplo, os santuários, mesquitas ornamentadas, minaretes elaborados e arcos que são uma característica da arquitetura Islâmica, não eram kosher (preparado de acordo com os preceitos religiosos Judaicos) em sua opinião. Mesquitas Wahabitas eram declarações austeras em pedra, ou lama.

É notável que, enquanto os Wahabitas ridicularizavam a gula e o estilo de vida luxuosa das majestades Muçulmanas contemporâneas, na Turquia e Arábia, nunca desistiram da violenta guerra civil que afetou as pessoas comuns e devastou o país. Massacres de Muçulmanos blasfemos eram comuns. Como exemplo, em 1801, um exército de Wahhabis atacou a cidade Mesopotâmica de Karbala. Mulheres Muçulmanas, crianças, jovens e velhos foram impiedosamente assassinados, depois que os combatentes foram liquidados.

Esqueça o fim, lute até o fim.

Os movimentos de guerrilha do século XX usaram o terror como tática de pressão para levar os governos à mesa de negociações. O militante Islâmico é diferente, e difícil, na medida em que não tem nada a negociar. A luta é até o fim.

Interceptações telefônicas via satélite, por agências de inteligência da Índia, durante os ataques terroristas de Mumbai em Novembro de 2008, mostraram essa faceta do terrorismo Islâmico. Os 10 terroristas que maninham reféns em dois hotéis e um centro Judaico, estavam em constante contato com seus treinadores no Paquistão. Os treinadores exigiam luta até o fim, pedindo-lhes para incendiar todos os lugares a fim de retardar os comandos. Quando um terrorista mortalmente ferido falou com o seu treinador sobre os ferimentos, foi instruído para começar a rezar porque a hora do paraíso havia chegado.

De certa forma, a roda deu uma volta completa, e estamos de volta aos dias dos Assassinos. Os Grandes Imãs do terror estão se escondendo em seus ninhos, desta vez protegidos por governos eleitos, arrecadando fundos, criando instituições de caridade para mascarar suas identidades, e treinando homens e mulheres jovens obcecados com, e hipnotizados pela, a ideia de jihad.

A própria abertura das democracias os torna altamente vulneráveis. O terrorismo prospera ao interromper a liberdade das sociedades livres, paradoxalmente aproveitando-se da livre circulação possível em tais lugares. Prova disso é a série de atentados terroristas na Rússia desde 1991, quando se tornou uma democracia, ao passo que nem mesmo uma mosca poderia atravessar as fronteiras da União Soviética antes disso. Da mesma forma, sob a ditadura Chinesa, os separatistas Muçulmanos Uigures acharam que era impossível atacar lugares como Xangai. Mas, a mão pesada de Pequim engarrafou os Uigures em sua província natal, Xinjiang.

Apesar do terrorismo poder paralisar, não conseguem dominar. Até agora, nenhum Estado se dobrou perante o terrorismo. Isso é um raio de esperança para as nações livres do mundo.

Rakesh Krishnan Simha

Rakesh Krishnan Simha é jornalista e sediado na Nova Zelândia. Escreve sobre assuntos estrangeiros e defesa para a Russia Beyond the Headlines, um projeto do grupo Rossiyskaya Gazeta Group de Moscou, o maior grupo de mídia da Rússia. É membro do conselho consultivo de Diplomacia Moderna baseada na Europa.


Tradução: Sebastian Cazeiro

Muhammad em Medina: De Refugiado a Conquistador

Fonte/Source: Muhammad in Medina: from Refugee to Conqueror | Raymond Ibrahim

Muhammad em Medina: De Refugiado a Conquistador

Por Raymond Ibrahim

3 de Dezembro de 2015

Medina 1
MEDINA

William Kilpatrick escreveu um artigo esperto, relativo ao influxo de migrantes Muçulmanos em países Ocidentais, incluindo a América. Como de costume, quando se trata de compreender o Islã, é preciso olhar para os precedentes históricos,  começando com o próprio profeta Muhammad/Maomé, cujo exemplo, 98% de todos os refugiados que estão entrando nos EUA seguirá. Eis aqui o ponto chave do artigo de Kilpatrick:

No que diz respeito à crise dos refugiados Sírios, os Cristãos são regularmente lembrados de que a Sagrada Família, no passado, era refugiada no Egito. Sim, mas a cultura trazida ao mundo pela Sagrada Família está a mundos de distancia do que foi introduzido seis séculos mais tarde por Muhammad.

Não vamos esquecer de que uma vez a Sagrada Família foi refugiada. Mas no que diz respeito à atual crise, há outra analogia, talvez mais apropriada. Considere: Muhammad e seus seguidores também já foram refugiados. Ele e seu grupo, com cerca de 100 homens, mulheres e crianças, abusaram da hospitalidade e das boas vindas em Meca. De acordo com cronistas Muçulmanos, tiveram de fugir, a fim de evitar a perseguição. Felizmente para Muhammad, os cidadãos mais “iluminados” de Medina estenderam um convite aos Muçulmanos para vir morar na cidade. Não há registros, se ergueram ou não, vários e grandes banners de “bem-vindos, refugiados”, como é de costume hoje em dia nas estações de trem da Europa. Mas, rapidamente experimentaram o mesmo tipo de arrependimento que os Europeus agora estão sentindo. Muhammad gradualmente adquiriu riqueza e convertidos e dentro de uma meia dúzia de anos dominou Medina. Os habitantes de Medina que não foram exilados ou assassinados foram completamente subjugados. Muhammad então usou Medina como plataforma de lançamento para conquistar toda a Arábia. No mesmo século de sua morte, seus seguidores conquistaram quase metade do mundo civilizado.

Além disso, por que Maomé foi “perseguido”, como a hagiografia Islâmica defende? Porque estava dizendo ao povo de Meca como viver suas vidas,  ou seja, para abandonar seus deuses e tradições, e aceitar suas “revelações”, conhecida agora como Sharia. Então, o expulsaram, foi aceito como um “refugiado” em Medina e o resto é história — uma história que continua a se repetir até os dias atuais.

Para mais precedentes históricos, leia “A Europa Deveria Aprender a Lição Islâmica da Etiópia” e ver como a hospitalidade da nação Africana aos discípulos de Maomé terminou.


Tradução: Sebastian Cazeiro

A Lógica da Intolerância Islâmica

Fonte/Source: The Logic of Islamic Intolerance | Raymond Ibrahim

A Lógica da Intolerância Islâmica

Por Raymond Ibrahim

1 de Dezembro de 2015

FrontPage Magazine

Um sermão proferido pelo popular Sheikh Muhammad Salih Al-Munajjid demonstrou claramente por que relativistas e multiculturalistas Ocidentais,  que atualmente dominam a mídia, as universidades e a política, — são incapazes de compreender, muito menos responder, a lógica da intolerância Islâmica.

Saudi Sheikh Muhammad Salih al-Munajjid
Saudi Sheikh Muhammad Salih al-Munajjid

Durante o sermão,          Al-Munajjid disse que “alguns [Muçulmanos] hipócritas” perguntam por que é que “nós [Muçulmanos] não permitimos que eles [os Ocidentais] construam Igrejas, mesmo quando permitem que Mesquitas sejam construídas.” O Sheikh Saudita respondeu dizendo que qualquer Muçulmano que pensa dessa forma é “ignorante” e quer equiparar entre o certo e o errado, entre o Islã e o Kafir [não-Muçulmano], monoteísta e shirk [politeísta], e quer comparar isso com aquilo, e questiona:

Por que nós não construímos Igrejas para eles quando eles constroem Mesquitas para nós? Então nós permitimos isso em troca daquilo? Você quer outro que não seja Alá para ser cultuado? Você equipara entre o certo e o errado? Será que os Templos de Fogo Zoroastro, os Templos Judaicos, as Igrejas Cristãs, os Mosteiros dos Monges, os Templos Budistas e Hindus, se comparam as casas de Alá e as Mesquitas? Então você compara isso com aquilo? E equipara isso com aquilo? Ah! Inacreditável, porque aquele que iguala o Islã e o Kafir [não-Muçulmano], diz Alá: “E quem quer que almeje outra religião, que não seja o Islã, jamais será aceito, e no outro mundo, estará entre os perdedores” (Alcorão 3:85). E o Profeta Muhammad/Maomé disse: Por Ele, em cuja mão está a vida de Muhammad (por Alá), ele que entre os Judeus ou Cristãos ouve sobre mim, mas não afirma sua crença para o qual fui enviado, e morre em seu estado (de descrença), deve estar entre os moradores do Fogo do Inferno.”

Se, como argumenta Muhajjid, um Muçulmano realmente acredita que o Islã é a única religião verdadeira, e que Muhammad é o seu profeta, por que iria permitir que o que é falso, (e, portanto corrupto, canceroso, enganador, etc.) pudesse coexistir ao lado dele? Tal gesto de “tolerância” equivaleria a um Muçulmano que “quer equiparar entre o certo e errado”, como o Sheikh lamenta corretamente.

Realmente, não só o Islã, como o Cristianismo tradicional, afirma que todas as outras religiões estão erradas, mas sob a lei Islâmica, Hindus, e Budistas são tão equivocados que precisam ser guerreados até aceitarem a “verdade”, isto é, até se converterem ao Islã, ou então serão executados (Alcorão 9:5). Quanto aos chamados “Povo do Livro” — Judeus e Cristãos — poderão praticar suas religiões, mas só depois de serem subjugados (Alcorão 9:29) e impedidos de construir ou reformar suas Igrejas e Sinagogas e uma série de outras debilidades que mantém a sua (falsa) prática religiosa e símbolos (Bíblia, Cruz, etc.) suprimidos e fora de vista.

Do ponto de vista do paradigma Islâmico — onde Alá é o verdadeiro Deus e Muhammad seu Mensageiro final — a “intolerância” para com as outras religiões é lógica e difícil de condenar.

O aspecto “altruístico” da “intolerância” Islâmica 
é especialmente importante.

Se você verdadeiramente acredita que só existe uma religião que leva ao paraíso e evita a danação, não é altruístico dividir isso com a humanidade? Ao invés de hipocritamente manter que todas as religiões levam a Deus e a Verdade?

Depois de dinamitar o conceito de diálogo inter-religioso como além de inútil, já que “o que é falso é falso mesmo que um bilhão de pessoas concorde com isso; e a verdade é a verdade — mesmo que apenas um que tenha se submetido a isso [Muçulmano] se mantenha nisso,” o falecido Osama bin Laden escreveu uma vez que “Guerra, animosidade, e ódio — proveniente do Muçulmano para o Infiel — é o fundamento da nossa religião. E nós consideramos isso uma justiça e bondade para com eles” (The Al Qaeda Reader, pgs. 42-43)

Observe a justificação altruística: Isso é uma “justiça e bondade” para travar a jihad contra os não-Muçulmanos, na esperança de que se convertam ao Islã. De acordo com essa lógica, jihadistas sempre serão vistos como “mocinhos” significando que o terrorismo, a extorsão, a jihad-sexual, etc., continuarão sendo racionalizados à distância como repulsivos, mas um meio necessário para fins altruísticos: do fortalecimento de, e da eventual conversão do mundo ao Islã.

Toda essa lógica é estranha para a epistemologia Ocidental pós-moderna, que toma como certo que:

  1. Não há “verdades” objetivas, certamente não no campo da teologia,
  2. E que o propósito final da religião é fazer desta vida, tão pacifica e agradável quanto possível, (é por isso que o “diálogo inter-religioso” no Ocidente não se envolve com a busca da verdade — que de qualquer forma não existe — mas, busca encontrar e ressaltar os diferentes e superficiais pontos comuns entre as diferentes religiões para que todos possam coexistir pacificamente no agora).

Qual é o resultado disso tudo? Por um lado, os Muçulmanos, que acreditam na verdade — isto é, nos ensinamentos do Islã — continuarão atacando o “falso“, ou seja, tudo e todos que forem anti-Islâmicos. E não importa quão violentos sejam os jihadistas Islâmicos — terroristas e assassinos — serão sempre vistos como “mocinhos” e, portanto terão a garantia e o apoio de milhões de Muçulmanos simpatizantes e colaboradores.

Por outro lado, secularistas e multiculturalistas Ocidentais, que acreditam em nada e consideram todas as culturas e religiões iguais, continuarão a respeitar o Islã e a capacitar os Muçulmanos, convencidos de que o terrorismo é uma aberração anti-Islâmica, e que não tem suporte no mundo Muçulmano, e portanto destinado a desaparecer — ou seja, continuarão descrendo em seus próprios olhos.

Essa é a prole 
da união profana entre 
a lógica Islâmica e a falácia Ocidental.

Tradução: Sebastian Cazeiro