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Muhammad, o Profeta Branco com Escravos Negros

Fonte/Source: Dr David Wood Interview — David Wood – Maomé: O Profeta Branco com Escravos Negros

Nota: Não consegui identificar o nome do tradutor do vídeo mencionado acima para dar o crédito. 


Por Tiao Cazeiro

7 de Fevereiro de 2018

Dr. David Wood, um sujeito que além de brilhante é simpatisíssimo,  disse em entrevista ao ChristianReporter News que “nós somos a primeira geração em 1400 anos a ter acesso às traduções do Sahih al-Bukhari”, (sahih significa autêntico ou correto), o qual é composto por 97 livros. Esses livros consolidaram o hadith como a segunda fonte de jurisprudência Islâmica mais importante depois do Alcorão.

David, como é mais conhecido, é PhD em Filosofia pela Fordham University, um dos principais ativistas anti-Islã da atualidade e considerado por Robert Spencer como simplesmente “brilhante”.

David conta que foi só nos anos 90 que as traduções de Sahih al-Bukhari ficaram disponíveis ao público. E mais, se Muhammad Ali e Malcom X, — que se converteram ao Islamismo nos anos 60, — tivessem tido acesso a essas traduções na época, jamais teriam se convertido ao Islamismo, porque o que foi revelado sobre o escravismo é absolutamente monstruoso.

Alguns exemplos:

Muhammad dizia que Satã parece com um homem negro; Muhammad possuiu, comprou, vendeu etc. escravos negros Africanos; os seguidores de Muhammad institucionalizaram a escravidão dos negros Africanos etc. Um detalhe importante, Muhammad era branco como a neve.

Embora este vídeo já tenha sido legendado, resolvi publicar uma parte do texto para atender a sugestão de um amigo. De qualquer forma, ao final deste artigo, deixarei vocês com o vídeo.


‘Muhammad, o Profeta Branco com Escravos Negros’
Por David Wood
Sahih al-Bukhari 6161:

Narrou Anas bin Malik: O Mensageiro de Alá estava em viagem e tinha um escravo negro chamado Anjasha, e ele estava dirigindo os camelos (muito rápido e havia mulheres naqueles camelos).

O Mensageiro de Alá disse: “Waihaka, O Anjasha! Dirija lentamente os camelos com os vasos de vidro (as mulheres)!”

O excerto a seguir é sobre um escravo negro que foi morto a tiros ao descarregar a bagagem de Muhammad.

Sunan an-Nasai 3858:

Foi narrado que Abu Hurairah disse: “Estávamos com o Mensageiro de Alá (Muhammad ou Maomé) no ano de Khaibar, e não recebemos nenhum espólio de guerra, exceto riqueza, bens e roupas.

Então um homem de Banu Ad-Dubaib, chamado Rifa’ah bin Zaid, deu ao Mensageiro de Alá um escravo negro chamado Mid’am. O Mensageiro de Alá partiu para Wadi al-Qura. Quando estávamos em Wadi al-Qura, enquanto Mid’am descarregava a bagagem do Mensageiro de Alá, uma flecha veio e o matou. Pessoas disseram: ‘Parabéns! Você vai ao Paraíso’, mas o Mensageiro de Alá disse: ‘Por Aquele em Cuja Mão está a minha alma! O manto que ele tirou do espólio de guerra no dia de Khaibar está queimando ele com fogo.’”

Só para esclarecer, Muhammad fez sexo com uma garota de nove anos, roubou caravanas e decapitou centenas de Judeus, mas ele é bom. Seu escravo negro, ao contrário, pegou um manto antes que os despojos tivessem sido divididos, e por isso foi para o inferno. Bem-vindo ao Islã.

Em “Provisions of the Afterlife“, páginas 30-31, Ibn Qayyin Al-Jawziyya lista 28 dos escravos masculinos de Muhammad e 12 de suas escravas. Alguns desses escravos eram negros, outros não. Muhammad renomeou um dos seus escravos negros “Safina”, que significa “Navio”. Chamou seu escravo de “Navio” porque podia pôr excesso de carga no escravo como num navio e o fazer carregar tudo.

Muhammad aparentemente pensava que os escravos negros valiam menos que os escravos Árabes, uma vez que trocou dois de seus escravos negros por um escravo Árabe que queria libertar porque o escravo Árabe se converteu ao Islamismo.

Sabemos que Muhammad fez sexo com suas escravas, porque acabou engravidando uma delas. Mas não se preocupe. Um líder branco que engravida uma escrava só é assustador quando acontece com Thomas Jefferson.

Encontramos o pior cenário de Muhammad em Sahih al-Bukhari 7142:

Narrou Anas bin Malik: O Mensageiro de Alá disse: “Você deve ouvir e obedecer seu Imam, mesmo que ele seja um escravo Etíope cuja cabeça se pareça com uma passa.”

Muhammad dá um exemplo semelhante em Sahih Muslim 3138, onde ordena seus seguidores a obedecerem seu líder, mesmo que seja um escravo negro mutilado. Assim, o pior líder possível de uma comunidade de Muçulmanos, segundo Muhammad, seria um escravo negro. Por uma questão de clareza, devo salientar que a mulher é excluída da hierarquia de possíveis líderes. Muhammad disse que uma nação nunca será bem sucedida com uma mulher como líder.

Mas o pior ainda está por vir.

Muhammd diz aos seus seguidores com quem Satanás parece em Ibn Ishaq, p. 243.

O apóstolo disse: “Quem quiser ver Satanás basta olhar para Nabtal ibn al-Harith!” Ele era um homem negro, robusto, com longos cabelos brilhantes, olhos inflamados e bochechas escuras e coradas. “Qual de vocês é o Profeta?” “Este cara branco.” “Com quem Satanás parece?” “Com aquele cara negro.”

Agora, como pode uma religião que foi inaugurada por um profeta branco que tinha escravos negros e se referia aos Etíopes como “cabeças de passas” e disse que Satanás parece com um homem negro obter a reputação que tem hoje em dia entre os Muçulmanos Afro-Americanos?

Bem, aqui está o Ocidente, há uma atmosfera geral de ignorância sobre o Islã. As pessoas não conhecem os fatos mais básicos sobre Muhammad e o Alcorão. E isso permite que os pregadores Muçulmanos digam o que quiserem sobre o Islã, porque ninguém irá corrigi-los.

E assim, se um pregador Muçulmano estiver falando com uma mulher interessada nos direitos das mulheres, “Muhammad foi um campeão dos direitos das mulheres!” (Vide Linda Sarsour…)

Se estiver falando com alguém que tem grande consideração pela ciência, “O Alcorão é uma obra-prima científica, cheia de idéias científicas milagrosas que só foram verificadas séculos mais tarde“.

Se estiver falando com alguém que está preocupado com a justiça racial, “o Islã é a religião que liberta os escravos e estabelece a igualdade racial“, é um absurdo… é realmente um absurdo.

Mas as pessoas se convertem ao Islã porque acreditam no que é dito e não se interessam em ler as fontes Muçulmanas para ver se a história do pregador confere.

Agora, para aqueles que compraram esse desastre, para aqueles que acreditaram no pregador Muçulmano quando ele disse: “Ei, se você realmente quiser enfiar isso nos brancos, você precisa se converter ao Islã
(nota: aqui o David se refere aos pregadores que converteram alguns negros Americanos como Muhammad Ali etc., e em seguida ironiza) — a religião de um homem branco que comprou, vendeu e trocou escravos Africanos e cujos seguidores institucionalizaram a escravidão negra Africana séculos antes dos Europeus se juntarem e que continuam a escravizando os negros Africanos até hoje…

Se você se apaixonou por isso… Eu digo e direi isso novamente. Você foi ludibriado, feito de trouxa, você foi enganado, sacaneado, se desviou! enlouqueceu!” — Nota: Este excerto em negrito que você acabou de ler faz parte de um discurso de Malcom-X, o qual David Wood usou para ironizar os Negros Americanos iludidos com o Islã.

Imagem relacionada
Pillsbury Doughboy

Isso é o que esses profetas brancos com escravos negros fazem. Mas agora que você viu o que as fontes Muçulmanas dizem, agora que você sabe que você foi enganado, você tem uma escolha. Você pode deixar o Islã ou continuar servindo um homem cujas descrições em suas fontes mais confiáveis ​​o tornam completamente indistinguível de um Pillsbury Doughboy cujos ensinamentos legitimaram a escravidão racial por catorze séculos.

 

Imagem relacionadaBasta lembrar que, se você continuar honrando um comerciante de escravos que é tão escuro como o recheio de um Twinkie e que tinha escravos negros e chamou os Etíopes de “cabeça de passas” e disse que Satanás parece com um homem negro, você não é um guerreiro da liberdade, ou um guerreiro da justiça social, ou campeão dos direitos civis. Você é o último Uncle Tom.

Imagem relacionada

E no caso de você querer saber o quão sério eles levam a brancura de Muhammad no mundo Muçulmano, vou deixar você com uma citação de Ash-Shifa, um dos livros mais populares e respeitados do Islã sobre a vida e os ensinamentos de Muhammad.

Ahmad ibn Sulayman, companheiro de Sahnun, disse que quem falar que o Profeta era negro será morto. O Profeta não era negro.

Pena de morte para quem chamar Muhammad de homem negro.


 

Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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TV Alemã: ‘Mulher Ensina Menino a Rezar para Alá’

Fonte/Source: German state TV series features woman teaching boy how to pray to Allah


Diante do que vem acontecendo no Brasil este artigo até que não diz muita coisa, e se acontecer o mesmo por aqui será em horário nobre, numa dessas novelas de grande audiência da Globo. Claro, nada a ver com o Islam.


Série De TV Estatal Alemã Apresenta Mulher Ensinando Menino Como Rezar para Alá

POR ROBERT SPENCER

15 de Janeiro de 2018

Quando foi a última vez que uma série de TV estatal Alemã apresentou instruções sobre a oração Cristã? Minha aposta é nunca. Multiculturalismo = Supremacismo Islâmico. A TV estatal Alemã está trabalhando para preparar o povo Alemão para o seu futuro.

Para os não versados na língua Inglesa, por favor, leia a tradução a seguir antes de assistir ao vídeo.

Tradução do vídeo:

— Paul, eu tenho que te dizer uma coisa muito importante. Eu já falei pra você sobre Deus, que vive no céu, e sempre nos observa. Mas existe um outro Deus, e ele se chama Alá (ou Allah), diz isso, Alá.
— Alá.
— E a partir de hoje eu quero que Deus… a partir de hoje vamos dizer “Alá” …que Alá se torne muito mais importante em nossas vidas, que a gente reze para Alá e sejamos gratos por tudo que temos e por sermos afortunados e tudo o mais, você compreende isso?
E nós temos que seguir as regras.
Há muitos anos, Alá falou com um homem na terra e disse a ele como as pessoas têm que viver na terra para serem felizes. Esse homem foi chamado de Muhammad. Ele escreveu tudo num livro, e esse livro se chama Alcorão. Eu sei que neste momento você não está entendendo tudo porque você ainda é uma criança. Mas é exatamente por você ainda ser uma criança que você é Muçulmano. Toda criança é Muçulmana. Sim, cada criança é um Muçulmano. Mas eu ainda não sou uma Muçulmana. Agora isso é muito importante…

A partir desse ponto, ela recita um testemundo em Árabe, a seguir:

O testemunho de fé (Shahada): Eu testemunho “La ilaha illa Allah, Muhammad rasoolu Allah.”

— Você quer saber o que eu acabei de dizer?
Paul balança a cabeça confirmando que sim.
— “Eu testemunho que não existe deus além de Alá e eu testemunho que Muhammad e o Mensageiro (Profeta) de Alá.”
Você vai entender isso mais tarde. Agora eu vou tomar um banho porque preciso fazer isso, porque agora eu sou uma Muçulmana (Muslima).


“Será que é isso mesmo? Propaganda Brutal do Estado Alemão para encorajar as crianças a serem Muçulmanas?”, por Eeyore, Vlad Tepes, 13 de Janeiro de 2018 (Agradecimento à The Religion of Peace):

Enquanto estamos aguardando uma resposta sobre isso, o que está abaixo é definitivamente uma propaganda da TV estatal para que os Muçulmanos ilegais se tornem vítimas de alguma forma, depois que assassinam os Alemães.

UPDATE: De Oz-Rita:

E não, não é uma sátira!

Série da TV estatal Alemã: “Lindenstraße” Episode 1084 “Islã”

Murat (Erkan Gündüz fica surpreso com o empenho de Lisa (Santje Peplow) defendendo o Islã.

Esse pequeno vídeo schmaltzy foi uma cena de uma série da TV estatal Alemã, transmitida em 2006, um ano após Angela Merkel se tornar chanceler, e quando ainda fingia para a Alemanha que era uma “Conservadora”. Em seguida ela conheceu Sorros [sic] (George Soros), Erdogan, Obama etc. … e o resto, como dizem, é história. O número de Muçulmanos na Alemanha era de cerca de 3,3 milhões. Embora as estatísticas exatas hoje sejam pouco confiáveis, uma estimativa conservadora de mais de 4,7 milhões de Muçulmanos a partir de 2015 é considerada conservadora.

A série foi chamada de “Lindenstrasse” e a jovem que se “converteu” — ou “reverteu” como dizem os Muçulmanos — desempenhou o papel de uma jovem mãe, Lisa, noiva de um Muçulmano Turco, Murat, que estava trabalhando muito para ganhar o dinheiro para bancar o casamento. Eu assisti aquele episódio e alguns que se seguiram, até chegar perto de uma overdose de sacarina. Você tem uma amostra disso no vídeo acima.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

‘SIM, ELES NOS ODEIAM. ISTO DEVE SER DITO’

 Fonte/Source: Fiqh-us-Sunnah, Volume 1: Purification


‘SIM, ELES NOS ODEIAM. ISTO DEVE SER DITO’

 Por Tião Cazeiro

23 de Dezembro de 2017

“O diabo mora nos detalhes”, diz um velho provérbio. 


Alcorão: 33.50
“Ó Profeta, em verdade, tornamos lícitas,
para ti as esposas que tenhas dotado,
assim como as que a tua mão direita possui (cativas),
que Alá tenha feito cair em tuas mãos,
as filhas de teus tios e tias paternas,
as filhas de teus tios e tias maternas,
que migraram contigo, bem como toda a mulher fiel
que se dedicar ao Profeta, por gosto,
e uma vez que o Profeta queira desposá-la;
este é um privilégio exclusivo teu,
vedado aos demais fiéis.
Bem sabemos o que lhes impusemos (aos demais),
em relação às suas esposas
e às que suas mãos direita possuem (cativas),
a fim de que não haja
inconveniente algum para ti.
E Alá é Indulgente, Misericordioso.” [Ênfase adicionada]

Nota: O versículo acima foi trasncrito — ipsis litteris, exceto a ênfase adicionada,—  do site da Comunidade Islâmica da Web. 

Leiam os hadiths abaixo e percebam outros detalhes

Tradução: ‘SIM, ELES NOS ODEIAM. ISTO DEVE SER DITO’

Esse texto foi transcrito do site Islambasics.com. 


A Sharia dividiu a água em quatro tipos:

-1- água mutlaq, [trad., absoluto, ilimitado, irrestrito]

-2- água usada (para purificação),

-3- água misturada com elementos puros e

-4- água misturada com elementos impuros. Devemos discutir cada um deles separadamente.


Volume 1, Página 6b: Tipos de impurezas

Najasah refere-se à substâncias impuras que o Muçulmano deve evitar e lavar em caso de contaminação de suas roupas, corpo e assim por diante. Diz Alá no Alcorão: “Purifique suas vestes” (alMudathar 4); e “Alá ama aqueles que se arrependem e se purificam” (al-Baqarah 222). O Mensageiro de Alá também disse: “A pureza é metade da fé”.

Volume 1, Página 9a: Vômitos de uma pessoa, urina e excremento

Há um consenso entre os estudiosos de que esses objetos são impuros. Mas, uma pequena quantidade de vômito (comumente entendido como uma pequena quantidade de líquido) e a urina de bebês do sexo masculino em fase de amamentação é negligenciada e perdoada. Basta apenas salpicar água sobre a urina de um bebê do sexo masculino em fase de amamentação. [Ênfase adicionada]

Isto é baseado no hadith de Umm Qais:

Ela veio ao Mensageiro de Alá com seu filho ainda não desmamado. Depois de um tempo, o bebê urinou no colo do Profeta. O Profeta, que a paz esteja com ele, pediu um pouco de água e salpicou sobre suas roupas, mas não as lavou completamente. [Ênfase adicionada]

Isto é mencionado por al-Bukhari e Muslim:

‘Ali narrou que o Mensageiro de Alá disse: “A urina de um bebê do sexo masculino deve ser salpicada com água. A urina de um bebê do sexo feminino deve ser lavada completamente“.

Diz Qatadah: “Isto se refere a um bebê do sexo masculino que ainda não começou a comer. Se ele já come, então a roupa deve ser lavada completamente”. [Ênfase adicionada]

Este hadith é mencionado por Ahmad, Abu Dawud, at-Tirmizhi e Ibn Majah. Em al-Fath, Ibn Hajr diz que segue sahih.

Basta salpicar desde que o menino ainda esteja amamentando. Se ele já come alimentos sólidos, sua urina deve ser lavada das roupas e do corpo. Não há desacordo sobre este último ponto. Talvez o motivo dessa isenção para a urina do bebê masculino seja porque as pessoas tendem a carregar seus bebês do sexo masculino a todos os lugares, e seria difícil limpar as roupas devido a urinação frequente. [Ênfase adicionada]

Volume 1, Página 11a: Urina e fezes de animais permitidos para serem ingeridos 

Ambos são considerados impuros. Ibn Mas’ud relatou que o Mensageiro de Alá, que a paz esteja com ele, foi responder o chamado da natureza. Ele pediu ‘Abdullah ibn Mas’ud para trazer três pedras. “Abdullah disse:” Eu não consegui encontrar três pedras, mas encontrei duas pedras e esterco animal e as trouxe para ele. Ele pegou as duas pedras e jogou fora o estrume dizendo: “É impuro”.

O hadith é mencionado por al-Bukhari, Ibn Majah e Ibn Khuzaimah. Em uma narração, afirma: “É impuro. É o estrume de um jumento”. No entanto, uma pequena quantidade disso é perdoada, pois é muito difícil se proteger completamente. Al-Waleed ibn Muslim diz: “Eu disse a al-Auza’i, ‘E sobre a urina dos animais cuja carne é imprópria, como a mula, o jumento e o cavalo?’ Ele disse que costumavam entrar em contato com esses durante suas batalhas, mas que não lavavam de seus corpos ou roupas. Quanto à urina e fezes de animais cuja carne é permitida, Malik, Ahmad e um grupo de Shaifiyyah dizem que são puros. Comentando sobre o assunto, Ibn Taimiyyah diz: “Nenhum dos companheiros considerou impuro. Na verdade, a afirmação de que é impuro é de origem recente e não das primeiras gerações dos companheiros”. [Ênfase adicionada]

Clique na imagem para ler o artigo “SAUDITAS FECHAM LOJA DE URINA DE CAMELO: PROPRIETÁRIO VENDIA SUA PRÓPRIA URINA”

Disse Anas: “Um grupo de pessoas das tribos de Ukul ou Uraina chegou a Medina e ficou doente do estômago. O Profeta ordenou-lhes que conseguissem leite de camelo fêmea e bebessem uma mistura de leite e urina”. Este hadith é mencionado por Ahmad, al-Bukhari e Muslim, e indica a urina de camelo como sendo pura. Portanto, por analogia, a urina de outros animais permitidos também podem ser consideradas puras. Diz Ibn al-Munzhir, “Aqueles que afirmam que isso só era permitido para essas pessoas estão incorretos. A especificação só é confirmada por algumas provas específicas”. Ele também diz: “Os estudiosos permitem, sem qualquer objeção, a venda de fezes de ovelhas e o uso da urina de camelo em seus remédios, tanto no passado como no presente, novamente sem qualquer objeção. Isso mostra que são considerados puros.” Diz ash-Shaukani: “Aparentemente, a urina e as fezes de todos os animais vivos permitidos para alimentação são puras.” Não há nada que prove o contrário. [Ênfase adicionada]


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

QUANDO E POR QUE O OCIDENTE COMEÇOU A ‘DEMONIZAR’ MUHAMMAD

Fonte/Source: When and Why the West Began to ‘Demonize’ Muhammad


QUANDO E POR QUE O OCIDENTE COMEÇOU A ‘DEMONIZAR’ MUHAMMAD

Por Raymond Ibrahim

22 de Janeiro de 2017

PJ Media

Para entender qualquer fenômeno, deve-se primeiro compreender suas raízes. Infelizmente, não só todas as discussões sobre o conflito entre o Islã e o Ocidente tendem a limitar-se à era moderna, como também quando o passado e as origens são aludidas a antítese da realidade é apresentada: ouvimos que o Ocidente — um anacronismo para a Europa, ou melhor ainda, a Cristandade — começou o conflito, demonizando intencionalmente os Muçulmanos pacíficos e tolerantes e seu profeta para justificar suas aspirações “coloniais” no Oriente, que supostamente começaram com as Cruzadas.

O autor mais vendido sobre o Islam e o Cristianismo, Karen Armstrong, resume a visão padrão:

“Desde as Cruzadas, as pessoas no Ocidente veem o profeta Muhammad como uma figura sinistra… Os monges eruditos da Europa estigmatizaram Muhammad como um líder guerreiro cruel que estabeleceu a falsa religião do Islã pela espada. Eles também, com inveja mal disfarçada, o repreendeu como ganancioso e pervertido sexual numa época em que os papas tentavam impor celibato ao clero relutante.”

Que nada poderia estar mais longe da verdade é um eufemismo. Desde as primeiras referências Cristãs aos Muçulmanos no século VII, ao apelo do Papa Urbano à Primeira Cruzada, mais de quatro séculos depois, os “Sarracenos” e seu profeta foram consistentemente abominados.

Assim, escrevendo por volta de 650, John de Nikiu, Egito, disse que os “Muçulmanos” — o Copta é, aparentemente, o primeiro não-Muçulmano a registrar essa palavra — não eram apenas “inimigos de Deus”, mas adeptos da “detestável doutrina da besta”, isto é, Mohammad [sic]”[i] O pergaminho mais antigo que alude a um profeta guerreiro foi escrito em 634 — apenas dois anos após a morte de Muhammad. Ele descreve um homem perguntando a um culto escriba Judeu o que ele sabe sobre “o profeta que apareceu entre os Sarracenos”. O homem idoso, “com muitos gemidos”, respondeu: “Ele está iludindo. Para que os profetas chegam com espadas e carruagens? De fato, esses eventos de hoje são obras da confusão… Você encontrará nada de verdadeiro no dito profeta, exceto o derramamento de sangue humano.”[ii] Outros confirmaram que “não havia verdade para ser encontrada no profeta, apenas o derramamento do sangue dos homens. Ele diz também que tem as chaves do paraíso, o que é incrível.”[iii]

Muhammad é pela primeira vez mencionado pelo nome em um fragmento Siríaco, também escrito em torno de 634; embora apenas as frases dispersas são inteligíveis, todas giram em torno do derramamento de sangue: “muitas aldeias [em Homs] foram devastadas pela matança [dos seguidores] de Muhammad e muitas pessoas foram assassinadas e [levadas] como prisioneiras de Galiléia a Beth… “Cerca de dez mil” pessoas foram massacradas nas “proximidades de Damasco…”[iv] Escrevendo por volta de 640, Thomas Presbyter menciona Muhammad:

“houve uma batalha [Adjnadyn?] entre os Romanos e os Árabes de Muhammad na Palestina, doze milhas a leste de Gaza. Os Romanos fugiram… Cerca de 4.000 aldeões pobres da Palestina foram mortos no local… Os Árabes devastaram toda a região”; eles até “escalaram a montanha de Mardin e mataram muitos monges lá nos mosteiros de Qedar e Bnata”.

Uma homilia Copta, também escrita por volta de 640, aparentemente é o primeiro registro associando os invasores com uma (embora hipócrita) religiosidade. Ela aconselha aos Cristãos a jejuarem, mas não “como os opressores Sarracenos, que se entregam à prostituição, ao massacre e levam ao cativeiro os filhos dos homens, dizendo: “nós dois jejuamos e rezamos”. [V]

Ao final do sétimo e início do século VIII, Cristãos cultos começaram a examinar as reivindicações teológicas do Islamismo. A imagem dos Muçulmanos foi de mal a pior. O Alcorão — aquele “pequeno livro mais desprezível e mais inepto do Árabe Muhammad” — visto como “cheio de blasfêmias contra o Altíssimo, com toda a sua feia e vulgar imundície”, particularmente a pretensão de que o céu equivale a um “bordel sexual” [sic], citando Nicetas Byzantinos, do século VIII, que possuía e estudou de perto uma cópia dele. Alá foi denunciado como uma divindade impostora, para ser específico, Satanás: “Eu anatematizo (excomungo) o Deus de Muhammad”, observa um rito canônico bizantino. [Vi]

Porém foi o próprio Muhammad — a fonte do Islam — que especialmente escandalizou os Cristãos: “O caráter e a história do Profeta genuinamente chocou a todos; ficaram indignados por ser aceito como uma figura venerada.”[vii] De tempos em tempos, nada é tão condenado, Muhammad aos olhos dos Cristãos, quanto a sua própria biografia, escrita e venerada pelos Muçulmanos. Por exemplo, depois de proclamar que Alá permitiu aos Muçulmanos quatro esposas e concubinas ilimitadas (Alcorão 4:3), declarou mais tarde que Alá tinha entregado uma nova revelação (Alcorão 33: 50-52) oferecendo a ele, apenas ao profeta, uma dispensa para dormir e se casar com tantas mulheres quanto quisesse. Em resposta, ninguém menos que sua esposa favorita, Aisha, a “Mãe dos Fiéis”, fez um comentário espirituoso: “Eu sinto que o teu Senhor se apressa em cumprir suas vontades e desejos.” [Viii]

Com base, nessa época, em fontes Muçulmanas, os primeiros escritores Cristãos de origem Semítica — entre eles principalmente São João de Damasco (c. 676) — articulou vários argumentos contra Muhammad que permanecem no cerne de todas as polêmicas Cristãs contra o Islam até hoje. [ix] O único milagre que Muhammad realizou, argumentaram, foi invadir, matar e escravizar aqueles que se recusaram a submeter-se a ele — um “milagre que até assaltantes comuns e bandidos da estrada podem realizar”. O profeta claramente colocou qualquer palavra que melhor lhe servisse na boca de Deus, assim “simulando uma revelação para justificar sua própria indulgência sexual” [x]; tornou sua religião atraente e justificou seu próprio comportamento, aliviando os códigos sexuais e morais dos Árabes e fundindo a noção de obediência a Deus com a guerra para engrandecer a si mesmo com saque e escravos.

Talvez o mais importante seja a negação e a guerra de Muhammad sobre todas as coisas distintamente Cristãs — a Trindade, a ressurreição e a “cruz, que eles abominam” — provou aos Cristãos que ele era o agente de Satanás. Em suma, “o falso profeta”, “o hipócrita”, “o mentiroso”, “o adúltero”, “o precursor do Anticristo” e “a Besta”, tornaram-se epítetos tradicionais para Muhammad entre os Cristãos por mais de mil anos, começando no final do século VII. [xi] Na verdade, para pessoas politicamente corretas ou excessivamente sensíveis que consideram qualquer crítica ao Islamismo “Islamofobia”, a grande quantidade e o conteúdo cáustico de mais de um milênio de escritos Ocidentais sobre Muhammad pode ser muito extraordinário para ser acreditado.

Até os historiadores modernos beneficentes, como o Norman Daniel de Oxford — que de forma cavalheira deixa as palavras mais severas contra Muhammad em seu latim original na sua pesquisa sobre as atitudes Cristãs primitivas para com o Islã — deixa isso claro: “Os dois aspectos mais importantes da vida de Muhammad, acreditavam os Cristãos, eram sua licença sexual e o uso da força para estabelecer sua religião”; para os Cristãos, a fraude foi o montante da vida de Muhammad… Muhammad foi o grande blasfemo, porque fez a religião justificar o pecado e a fraqueza”; devido a tudo isso, “não pode haver dúvida sobre a extensão do ódio Cristão e a desconfiança de Muçulmanos.”

Mesmo as reivindicações teológicas por trás da jihad foram examinadas e ridicularizadas. Em sua entrada por volta de 629/630, Theophanes o Confessor, escreveu:

“Ele [Muhammad] ensinou aos seus súditos que aquele que mata um inimigo ou é morto por um inimigo vai para o Paraíso [Alcorão 9:111]; e disse que nesse paraíso era permitido comer e beber e ter relações sexuais com mulheres, e tinha um rio de vinho, mel e leite e que as mulheres não eram como as daqui, mas diferentes, e que a relação sexual era de longa duração e o prazer contínuo; e outras coisas cheias de libertinagem e estupidez”. [xii]

Da mesma forma, em uma correspondência com um associado Muçulmano, o Bispo Theodore Abu Qurra (c.750), um Cristão Árabe, ironizou:

“Já que você diz que todos aqueles que morrem na guerra santa [jihad] contra os infiéis vão para o céu, você deve agradecer aos Romanos por matarem tantos de seus irmãos”. [xiii]

Em suma, a narrativa generalizada de que as visões Europeias de Muhammad como uma “figura sinistra”, um “cruel senhor da guerra” e um “ganancioso e pervertido sexual” começaram como pretexto para justificar a cruzada do século XI, que é a fonte de todas as desgraças entre o Islam e o Ocidente — é uma absoluta mentira. Quanto mais cedo, mais pessoas no Ocidente entenderem isso — compreenderão as raízes da animosidade — mais cedo a verdadeira natureza do conflito atual (ou melhor, em andamento) se tornará clara.

———————–

[i] Donner, Fred (ed), The Expansion of the Early Islamic State, 2008, 122.

[ii] Ibid., 115

[iii] Hoyland, Robert G, Seeing Islam as Others Saw It, 1997, 57.

[iv] Ibid., 117.

[v] Ibid., 119-121.

[vi] Bonner, Michael (ed), Arab-Byzantine Relations in Early Islamic Times, 2004, 217-226; see also John Tolan, Saracens, 2002, 44.

[vii] Daniel, Norman,  Islam and the West: The Making of an Image, 1962, 67.

[viii] Sahih Bukhari 6:60:311.

[ix] Muitos acadêmicos modernos retratam esse fato — que as polêmicas feitas pela primeira vez contra o Islam continuaram sendo feitas com pouca variação séculos mais tarde — como prova de que os Cristãos medievais copiaram e imitaram os primeiros argumentos contra o Islam sem muita reflexão. Pelo contrário, porque essas polêmicas anteriores eram tão abrangentes e bem pensadas, continuam a ser citadas até hoje por ex-Muçulmanos como motivo para apostatar. [Daniel, 4.

[xi] All quotes from John of Damascus, in Bonner, 217-226.

[xii] The Chronicle of Theophanes, trans. Cyril Mango, 1997, 465.

[xiii] Bonner, 223


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: TRUMP, JIHAD E DÉCADAS DE DOUTRINAÇÃO

Fonte/Source: Will the Return of “Jihad” to Intelligence Trump Decades of Indoctrination?


TRUMP, JIHAD E DÉCADAS DE DOUTRINAÇÃO

Por Raymond Ibrahim

20 de Dezembro de 2017

Raymond Ibrahim é um Shillman Fellow no David Horowitz Freedom Center.

FrontPage Magazine 

Será que o retorno da “Jihad” ao serviço de Inteligência do EUA irá superar décadas de doutrinação?

A nova estratégia de segurança nacional do Presidente Trump está pronta para retornar às discussões relevantes para a compreensão do terrorismo Islâmico — como a “jihad” — que foi expurgada do léxico das comunidades de Inteligência e Defesa, principalmente sob a administração Obama. De acordo com o novo documento de estratégia, “As principais ameaças transnacionais que os Americanos enfrentam são as dos terroristas jihadistas e organizações criminosas transnacionais”; o documento também promete “investigar as ameaças até a fonte, para que os terroristas jihadistas sejam impedidos antes de chegarem às nossas fronteiras”.

Isso é significativo em vários níveis — o primeiro, tão básico como “conhecer o inimigo”, foi recusado pelo ex-presidente Obama. Em 2011, foi relatado que “o governo Obama estava retirando todos os materiais de treinamento utilizados pelas comunidades de segurança pública e segurança nacional, a fim de eliminar todas as referências ao Islam que alguns grupos Muçulmanos alegavam serem ofensivas”. Um funcionário de Obama explicou a lógica: “Eu quero que isso fique perfeitamente claro: os materiais de treinamento que retratam o Islam como uma religião violenta ou com tendência à violência estão errados, são ofensivos e são contrários a tudo que este presidente, este procurador-geral e o Departamento de Justiça representa. Eles não serão tolerados.”

Nota-se, no entanto, que a paralisia politicamente correta induzida que Obama defendeu já estava bem entrincheirada antes dele. Falando em 2006 durante a administração de George W. Bush, William Gawthrop, um ex-funcionário do Pentágono, disse que “o grupo de Serviço sênior do Departamento de Defesa não incorporou em seu currículo um estudo sistemático sobre Muhammad como líder militar ou político. Como consequência, ainda não temos uma compreensão aprofundada da doutrina de guerra estabelecida por Muhammad, como isso pode ser aplicado hoje por um número crescente de grupos Islâmicos, ou como isso pode ser combatido.”

Da mesma forma, um memorando do governo de 2008 que também surgiu na era Bush advertiu contra “ofender”, “insultar” ou ser “conflituoso” para com os Muçulmanos: “Nunca use o termo “jihadista” ou “mujahideen” na conversa para descrever terroristas. Um mujahed, um guerreiro sagrado, é uma caracterização positiva no contexto de uma guerra justa. Em Árabe, jihad significa “esforçar-se no caminho de Deus” e é usada em muitos contextos além da guerra. Chamar os nossos inimigos jihadistas e seu movimento de jihad global involuntariamente legitima suas ações“.

É desnecessário dizer que tais instruções estavam e estão erradas em vários níveis. Jihad é a antítese da Guerra Justa; o primeiro por natureza é agressivo, o último defensivo. A afirmação de que a jihad significa literalmente “esforçar-se… e é usada em muitos contextos além das atividades de guerra” é tão falso como alegar que as palavras “namorado” e “namorada” literalmente indicam um amigo de um gênero ou outro e nada mais: uma vez que como “namorado/namorada” implica um tipo muito específico de amizade aos ouvidos Ocidentais, e da mesma forma a “jihad” implica um tipo de esforço muito específico aos ouvidos Muçulmanos — guerra armada contra o infiel para tornar o Islam supremo. Finalmente, a afirmação de que “chamar nossos inimigos de jihadistas… legitima suas ações” é absolutamente tolo: Muçulmanos raramente esperam pelos Americanos — “infiéis” — para conferir ou recusar a legitimidade Islâmica em qualquer coisa. Eles têm suas próprias escrituras Islâmicas, leis e clérigos para isso.

Despidos de todas as palavras ao lidarem com o Islam, como podem os analistas entenderem as motivações, as táticas, as estratégias, os objetivos e uma infinidade de outras considerações jihadistas? Longe de absorver os conselhos mais básicos sobre a guerra, — como o velho dictum de Sun Tzu, “Conheça o seu inimigo” — o governo dos EUA não conseguiu sequer reconhecer o inimigo.

E parece que nada mudou, pelo menos no Legislativo. Há cinco meses, com o placar de 208-217, a Câmara dos Deputados derrubou uma emenda que exigiria que o Departamento de Defesa realizasse “avaliações estratégicas sobre o uso da doutrina religiosa Islâmica violenta ou não-ortodoxa para investigar a comunicação extremista ou terrorista e sua justificativa”. A justificativa racional dada por aqueles que votaram contra é familiar: Jamie Raskin (D-MD) disse que” os assassinos terroristas usaram doutrinas e conceitos religiosos de todas as principais religiões da terra… Concentrar-se no (Islam) exacerba o problema ao fomentar o mito de que o fanatismo religioso e o terrorismo pertence unicamente aos charlatães e os predadores do Islam”. Pramila Jayapal (D-WA) denunciou a incapacidade da emenda de “aplicar sua fiscalização arbitrária igualmente”, e por “inclu[indo] avaliações de terrorismo supremacista Branco ou terrorismo cometido contra clínicas de aborto e médicos.”

Mas como Clifford Smith observa: “Enquanto provavelmente poucas pessoas do exército dos EUA irão se deparar com um ativista racista ou antiaborto irritado e armado durante a missão, os Islamistas radicais fazem disso o seu negócio para matar os Americanos em quase todos os cantos do mundo… É insustentável dizer que todas as religiões são iguais ou que todas as religiões têm tendências ideológicas igualmente ameaçadoras em todos os pontos na história.”

Seja como for; o fato de que a maioria da Câmara dos Deputados rejeitou uma emenda realista e de bom senso, é um lembrete de que continuar ignorando a ideologia jihadista enxergando apenas o terrorismo genérico continua transcendendo as atividades do Obama e permeando uma parcela significativa da sociedade Americana — incluindo, sem dúvida, a comunidade de Inteligência.

O retorno de uma terminologia relevante para a questão do terrorismo Islâmico é certamente um passo na direção certa; sobre isso não há dúvida. No entanto, assim como Obama foi um homem que não criou, mas defendeu a abordagem politicamente correta do Islam, o futuro dirá se o esforço solitário do Presidente irá superar décadas de doutrinação.


Tadução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

SPENCER: KHAYBAR, KHAYBAR

Fonte/Source: Spencer: Khaybar, Khaybar

Photo/Cover (Edited) Credit: PAMELA HALL PHOTOGRAPHY


“Khaybar, Khaybar” está sendo cantada novamente, e agora nos protestos contra o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel. Mas o que significa e o que realmente está por trás disso?

Uma coisa é certa, “Khaybar, Khaybar” transcende o fato de Jerusalém ser ou não a capital de Israel. Vamos ao artigo…


SPENCER: KHAYBAR, KHAYBAR

POR ROBERT SPENCER

Publicado originalmente em 9 de Agosto de 2006

No FrontPage Magazine esta manhã, apresentei alguns antecedentes históricos para os eventos atuais:

Enquanto o Hizballah disparava os foguetes Khaibar-1 contra Israel, manifestantes no Kuwaiti recentemente cantavam: “Khaybar, Khaybar, ya Yahoud, jaish Muhammad sa yaoud” — isto é, “Khaybar, Khaybar, ó Judeus, o exército de Muhammad retornará”. (O Kuwait Times traduziu como “Khaybar, Khaybar, ó Sionistas, o exército de Muhammad está chegando” [sic], mas isso provavelmente está higienizado para consumo Ocidental: é improvável que os manifestantes tenham cantado “Sionistas” em vez de “Judeus” — o primeiro não rima em Árabe como o último, e o canto com “Judeus” é bastante comum.) Enquanto isso, na Quinta-feira passada, o Grande Ayatollah Mohammed Hussein Fadlallah, principal clérigo Xiita do Líbano, elogiou o Hizballah por travar uma “nova batalha de Khaibar”.

Relatando as observações de Fadlallah, a AP notou que “em Khaibar, nome de um oásis na atual Arábia Saudita, o profeta do Islã, Muhammad, ganhou uma batalha contra os Judeus no ano 629.” A realidade era um tanto diferente. Como eu explico em meu próximo livro, The Truth About Muhammad (que será lançado em 9 de Outubro pela Regnery Publishing), Muhammad não respondeu a qualquer provocação quando liderou uma força Muçulmana contra o oásis de Khaybar, habitada por Judeus — muitos dos quais ele tinha anteriormente expulsado de Medina.

Um dos Muçulmanos se lembrou mais tarde: “Quando o apóstolo atacava um povoado, esperava até o amanhecer. Se ouvisse um chamada à oração, aguardava; Se não ouvisse atacava. Chegamos a Khaybar de noite, e o apóstolo passou a noite ali; e quando amanheceu, não ouviu o chamado à oração, então cavalgou e nós cavalgamos com ele. “Nós nos encontramos com os trabalhadores de Khaybar saindo pela manhã com suas espadas e cestas. Quando viram o apóstolo e o exército, gritaram, “Muhammad com sua força”, se viraram e fugiram. O apóstolo disse: “Allah Akbar! Khaybar está destruída. Quando chegamos na praça do povoado era uma manhã ruim para aqueles que foram avisados​. — [1]

O avanço Muçulmano era inexorável. “O apóstolo”, de acordo com o primeiro biógrafo de Muhammad, Ibn Ishaq, “confiscou a propriedade peça por peça e conquistou os fortes um a um quando lá chegou”. [2] Outro biógrafo de Muhammad, Ibn Sa “relata que a batalha foi feroz: os “politeístas” ¦ mataram um grande número de Companheiros de [Muhammad] e ele também mandou matar um grande número deles. “¦Ele matou noventa e três homens dos Judeus”¦” [3] Muhammad e seus homens ofereceram a oração fajr, a oração do alvorecer Islâmico, antes da luz do dia, e então entrou em Khaybar. Os Muçulmanos imediatamente se propuseram a localizar a riqueza dos habitantes. Um líder Judeu de Khaybar, Kinana bin al-Rabi, foi levado diante de Muhammad; achavam que Kinana era o encarregado do tesouro das tribos Judaicas da Arábia, a Banu Nadir. Kinana negou, disse que não sabia onde estava o tesouro, mas Muhammad o pressionou: “Você sabe que se descobrirmos que você sabe onde está, eu vou matar você?” Kinana disse que sim, sabia disso.

Uma parte do tesouro foi encontrada. Para encontrar o resto, Muhammad deu ordens sobre Kinana: “Torture-o até que você extraia o que ele tem”. Um dos Muçulmanos construiu uma fogueira no peito de Kinana, mas Kinana não entregava seu segredo. Já quase morto, um dos Muçulmanos o decapitou. [4] A esposa de Kinana foi levada como recompensa de guerra; Muhammad a reivindicou para si e preparou apressadamente uma cerimônia de casamento naquela noite. Mais tarde, naquela noite, ele parou a caravana dos Muçulmanos de Khaybar, a fim de consumar o casamento. [5]

Muhammad concordou em deixar o povoado de Khaybar ir para o exílio, permitindo-lhes manter a maior parte de sua propriedade, o que pudessem transportar. [6] O Profeta do Islã, entretanto, ordenou que deixassem para trás todo o seu ouro e prata. [7] Ele tinha a intenção de expulsar a todos, mas alguns, que eram fazendeiros, o imploraram para permitir que os deixassem ficar caso lhe dessem a metade do seu rendimento anualmente. [8] Muhammad concordou: “Eu permitirei que você continue aqui, enquanto nós assim desejarmos”. [9] Ele os advertiu: “Se quisermos expulsá-lo, nós o expulsaremos”. [10] Eles já não tinham nenhum direito que não dependia da boa vontade e tolerância de Muhammad e dos Muçulmanos. E, de fato, quando os Muçulmanos descobriram alguns tesouros, que alguns dos Judeus de Khaybar havia escondido, ele ordenou que as mulheres da tribo fossem escravizadas e confiscassem as “terras” dos perpetradores. [11] Um hadith observa que “o Profeta matou os guerreiros deles, a sua prole e as mulheres foram levadas como cativas”. [12]

Durante o califado de Umar (634-644), os Judeus que permaneceram em Khaybar foram banidos para a Síria e o resto de suas terras foram confiscadas. [13]

Assim, quando os jihadistas modernos invocam Khaybar, estão fazendo muito mais do que apenas lembrando os dias de glória do Islã e seu profeta. Eles estão recordando uma invasão agressiva e um ataque-surpresa realizado por Muhammad, que resultou na erradicação definitiva da presença Judaica—outrora considerável — na Arábia. Para os jihadistas, Khaybar significa a destruição dos Judeus e a apreensão de seus bens pelos Muçulmanos.

O fato de Khaybar estar sendo repetidamente invocada hoje em dia como um modelo histórico pelo Hizballah deveria ser motivo de grave preocupação para os analistas Ocidentais e formuladores de políticas. Deveria desempenhar um papel significativo nas discussões sobre se e como um cessar-fogo deve ser perseguido, e quanto do Hizballah pode ser tolerado indefinidamente no Líbano.

O problema é que a maioria dos analistas Ocidentais ainda estão comprometidos dogmaticamente com a proposição de que o Islã não tem nada, ou nada importante, a ver com a atual inquietação global, consequentemente se recusam a considerar tais dados.

Os custos dessa cegueira intencional não farão nada além de continuar a subir.


[1] Ibn Ishaq, The Life of Muhammad: A Translation of Ibn Ishaq’s Sirat Rasul Allah, A. Guillaume, translator, Oxford University Press, 1955. P. 511.

[2] Ibid.

[3] Ibn Sa”˜d, Kitab Al-Tabaqat Al-Kabir, S. Moinul Haq and H K. Ghazanfar, translators, Kitab Bhavan, n.d. Vol. II, pp. 132-133.

[4] Ibn Ishaq, p. 515.

[5] Muhammed Ibn Ismaiel Al-Bukhari, Sahih al-Bukhari: The Translation of the Meanings, translated by Muhammad M. Khan, Darussalam, 1997, vol. 1, book 8, no. 371.

[6] Ibn Sa”˜d, vol. II, p. 136.

[7] Ibn Sa”˜d, vol. II, p. 137.

[8] Bukhari, vol. 4, book 57, no. 3152.

[9] Imam Muslim, Sahih Muslim, translated by Abdul Hamid Siddiqi, Kitab Bhavan, revised edition 2000. Book 10, no. 3761.

[10] Ibn Ishaq, p. 515.

[11] Ibn Sa”˜d, vol. II, p. 137.

[12] Bukhari, vol. 5, book 64, no. 4200.

[13] Ibn Sa”˜d, vol. II, p. 142.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

DHIMMITUDE

Fonte/Source: Dhimmi, Dhimmitude, Jizya. A humilhante vida de um não muçulmano regido pela lei islâmica (Sharia)

Artigo reeditado por Tião Cazeiro em 12/12/2017


Dhimmitude

 Por José Atento – Lei Islâmica em Ação

25 de Junho de 2016

Dhimmi, Dhimmitude, Jizya 
A Humilhante Vida De Um Não-Muçulmano 
Regida Pela Lei Islâmica (Sharia)
Você já se perguntou o que levou as populações Cristãs do Oriente Médio, Norte da África e Balcãs a adotarem o Islamismo? Foi a dhimmitude
Dhimmitude é um termo que significa o status social, político e religoso de terceira-classe ao qual Cristãos e Judeus devem ser submetidos quando regidos pela lei Islâmica Sharia. Apenas o Cristãos e Judeus mais fervorosos foram capazes de resistir às humilhações e pogroms. Para muitos, era melhor se juntar aos Muçulmanos opressores, tornando-se um deles.
Durante as guerras de conquista (jihad Islâmica), Muhammad/Maomé impunha um regime econômico baseado na pilhagem das tribos conquistadas. Mas, ao se tornarem Muçulmanos, as tribos não podiam ser pilhadas novamente. Com a conquista dos Judeus que tinham sido exilados pelo próprio Maomé no Oásis de Kaybar, e mais tarde com a sua incursão contra a cidade Cristã de Tabuq, Maomé criou um novo modelo econômico baseado na taxação contínua dos Judeus e Cristãos, sem contudo forçá-los imediatamente a se converterem ao Islamismo. O imposto é como estabelecido no Alcorão 9:29:
“Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no Último Dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, e que não reconhecem a Religião da Verdade (Islã), mesmo que sejam do Povo do Livro (primordialmente Cristãos e Judeus), até que paguem o imposto tributo jizya em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados.
 
“[Outra tradução diz:] “paguem o imposto em reconhecimento da nossa superioridade e do seu estado de sujeição”.
 É importante ressaltar alguns aspectos inerentes a esse verso (surata). O primeiro é que ele implica a conquista do cafre (káfir, não Muçulmano). A segunda, é a cobrança do imposto em sí. A terceira, é o modo da cobrança: humilhando o cafre, deixando claro que quem manda são os Muçulmanos.
Cristão pagando a jizya em total humilhação

Alguns anos mais tarde, o segundo califa, Umar, impôs condições de conduta aos cristãos conquistados pela jihad Islâmica, além do pagamento da Jizya. Este conjunto de condutas são chamadas de Condições de Umar (algumas vezes também referidas como Pacto ou Tratado de Umar). Estas condições estabelecem que se qualquer uma das condutas estabelecidas forem desrespeitadas, os Cristãos ou Judeus deixam de ser “protegidos” (tendo como escolha se converterem ao Islamismo ou serem mortos).

As Condições de Umar codificadas pela Sharia recebem o nome de dhimma (soa como zima). Aqueles que a aceitam (seja por bem ou por mal) são os dhimmis ou zimis (ذمي).

A palavra dhimmi é Árabe e significa “protegido.” Mas, na verdade, o verdadeiro significado de dhimmi é um “infiél” que é tolerado desde que abrace seu status de inferioridade, aceite seus direitos limitados, e pague a jizya. A jizya é um “imposto de proteção.” A pergunta que se segue é: mas proteção contra quem?

Dhimmi, então, foi o nome que os conquistadores Árabes Muçulmanos deram para as populações não-Muçulmanas nativas das terras conquistadas militarmente, que se renderam à dominação Muçulmana dentro de um tratado dhimma. Como as conquistas Islâmicas se expandiram sobre vastos territórios na África, Europa e Ásia, por mais de um milênio (638-1925), vários povos foram dhimmis. Por exemplo, os portugueses foram dhimmis por 500 anos,  cidadãos de terceira-classe subjgados na sua própria terra. Todos estes povos foram governadas pelo mesmo arcabouço legal, com base na Sharia.

Existiram variações, por exemplo, a jizya cobrada pelos Turcos-Otomanos não era dinheiro, mas sim o filho primogênito das famílias Cristãs, regime este conhecido como devshirme (do Turco devşirme).

A vida humilhante pela qual os dhimmis eram submetidos foi a principal causa que levou as civilizações Cristãs no Oriente Médio e Norte da África e, pouco a pouco, se converterem ao Islamismo, podendo, deste modo, viver uma vida com direitos iguais aos dos Muçulmanos. Isso, obviamente, contradiz o verso corânico (2:256) “não existe compulsão na religião.” Bem, na verdade, nós sabemos que este verso, como outros 118 versos do Alcorão, foram ab-rogados pelo Verso da Espada (9:5).

Em 1983, a historiadora Egípcia e Britânica Bat Ye’or cunhou o termo Dhimmitude para indicar esta vida de restrições às quais os Judeus e Cristãos devem ser submetidos segundo a Sharia. O termo dhimmitude contém um conceito histórico, abrangendo todos os aspectos demográficos, étnicos e religiosos do sistema político.

O termo dhimmi tem sido aplicado também para indicar aqueles que, mesmo estando livres da Sharia, adotam uma posição de subserviência que os leva a se manterem em silêncio, ou mesmo a defenderem, os ataques às suas tradições e valores. Esse é o caso dos apologistas do islamismo bem como daqueles que projetam os seus valores sobre o islamismo para se “sentirem bem.”
Cristãos da Síria sendo forçados a dhimmitude pela Al-Qaeda
O vídeo abaixo, de 5 minutes, traz o Dr. Bill Warner, do Centro de Estudo do Islão Político, explicando sobre o que significa ser um dhimmi, um cidadão de terceira-classe, sob a lei Islâmica.
Vídeo legendado em Português. Faça o ajuste no setting  do vídeo.

Este outro vídeo mostra como a dhimmitude leva ao extermínio das culturas nativas.
Veja o Imame Abu Ishaq Al Hewey explicar sobre a o tratamento dos povos conquistados pelo islão.
Veja também este outro vídeo, que mostra um imame Britânico explicando sobre a necessidade de se aplicar a dhimmitude nos dias de hoje.

Leitura complementar: Islã, o aniquilador de civilizações.

Leitura complementar: “Como se atreve?” A natureza supremacista das ‘queixas’ dos muçulmanos.


Referências sobre o assunto:

  1. Bat Ye’or (1996). The Decline of Eastern Christianity under Islam. From Jihad to Dhimmitude. Seventh-Twentieth Century. Madison/Teaneck, NJ: Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses. ISBN 0-8386-3688-8.
  2. Bat Ye’or (2003). Islam and Dhimmitude. Where Civilizations Collide. Madison/Teaneck, NJ: Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses. ISBN 0-8386-3943-7.
  3. Bat Ye’or   ISLAM AND DHIMMITUDE. Where Civilizations Collide  Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses (2002)
  4. Bat Ye’or      The Dhimmi:   Jews and Christians under Islam  Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses
  5. Bostom, Andrew, ed. (2005). The Legacy of Jihad: Islamic Holy War and the Fate of Non-Muslims. Prometheus Books. ISBN 1-59102-307-6.

ESTADO ISLÂMICO JURA MASSACRAR CRISTÃOS: “ALÁ DEU ORDENS PARA MATAR TODOS OS INFIÉIS”

Fonte/Source:  Islamic State vows to massacre Christians: “Allah gave orders to kill every infidel”


Nota do blog: Estou revendo alguns artigos “antigos” interessantes e reeditando. Alguns são impressionantes, como este…


ESTADO ISLÂMICO JURA MASSACRAR CRISTÃOS: 
"ALÁ DEU ORDENS PARA MATAR TODOS OS INFIÉIS"

Por Robert SPencer

22 de Fevereiro de 2017

“O narrador continuou dizendo que os Cristãos não eram mais considerados  ‘Dhimmis’ — um termo usado no Islã referente aos não-Muçulmanos que gozam de um grau de proteção estatal. Em vez disso, o grupo descreve os Cristãos Egípcios como “infiéis que estão capacitando o Ocidente contra nações Muçulmanas”.

Essa é a lei Islâmica: os Cristãos, entre outras “Pessoas do Livro” podem gozar da “proteção” do Estado Islâmico caso se submetam, paguem a jizya e aceitem outras regulamentações humilhantes e discriminatórias projetadas para garantir que se “sintam subjugados” (Qur’an 9:29).

Mas, se violarem esse contrato de “proteção”, se tornarão kuffar harbi, infiéis em guerra com o Islã, e suas vidas são confiscadas.

Mas será que Alá deu ordens para matar todos os infiéis? Variações sobre a declaração “mate-os onde quer que os encontre” estão no Alcorão: 2: 191, 4:89 e 9: 5.

“’Alá deu ordens para matar todos os infiéis’, ISIS promete massacrar os Cristãos em vídeo arrepiante”, por Sofia Petkar, Express, 21 de Fevereiro de 2017:

“Os militantes do ISIS no Egito ameaçaram aumentar os ataques contra os Cristãos no país, prometendo “libertar” o Cairo, em um novo vídeo assustador….

No clipe de 20 minutos, o grupo escolheu proeminentes Cristãos Egípcios, identificando o Papa Copta e um número de empresários ricos como “presas preferidas” do grupo.

A filmagem apresenta um jihadista mascarado, identificado como Abu Abdallah al-Masri, que promete ver a libertação dos Islâmicos presos quando o grupo tomar o controle da capital.

Al-Masri — que significa “O Egípcio” — foi o nome de guerra que o ISIS deu ao militante por trás do atentado suicida na Catedral de São Marcos.

No vídeo, o militante é visto agarrado a um rifle de assalto num campo de trigo.

Ele diz: “Finalmente, aos meus irmãos em cativeiro: alegre-se, você que acredita, não hesite ou lamente. Juro por Alá que em breve libertaremos o Cairo e o libertaremos do cativeiro.”

“Vamos chegar com explosivos, juro que vamos, por isso, você que acredita, alegre-se.”

O narrador continua dizendo que os Cristãos não são mais “Dhimmis” — um termo usado no Islã em referência aos não-Muçulmanos que gozam de um grau de proteção do Estado.

Em vez disso, o grupo descreve os Cristãos Egípcios como “infiéis que estão capacitando o Ocidente contra nações Muçulmanas”.

Um dos militantes, portando um rifle de assalto AK-47, diz no vídeo: “Alá deu ordens para matar todos os infiéis.”

“Oh, adoradores da cruz, os soldados do estado estão observando você”, diz outro militante mascarado — identificado como Abu Zubair al-Masri.

O vídeo também contém o novo logotipo do grupo — “Estado Islâmico no Egito” — em oposição à “Província do Sinai”, o nome original para a presença do ISIS no país.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Os Hábitos Sexuais Perversos do Profeta – Parte 5

Fonte/Source: The Perverse Sexual Habits of the Prophet

Photo Cover Credit: Michael Gordon – Bathing Beauties


"Isto é proveniente de seus próprios livros, 
Ó Muçulmanos!"

Um relato do Padre Zakaria Botros

Por Raymond Ibrahim

Jihad Watch

Finalizamos o episódio anterior com o Padre Copta comentando a predileção de Muhammad por mulheres menstruadas — apesar de que o próprio Alcorão (como colocou Padre Botros, “suas próprias palavras“) proibiu que os homens se aproximem de mulheres menstruadas.

Aqui, nesta última parte, o sacerdote examina a infidelidade de Muhammad com relação às suas esposas (embora alguém possa pensar que o plural torna a noção de fidelidade discutível), seu comportamento sexual explorador e sua dependência da linguagem bastante obscena.

Primeiro, o Padre Botros passou algum tempo discutindo a conhecida história em que o profeta havia traído sua esposa Hafsa com uma escrava-menina (Infelizmente, não se pode capturar a hilaridade com que o padre relatou este conto).

Em suma, depois de enviar Hafsa para visitar seu pai, ela, a meio caminho, percebeu que era “seu dia” — isto é, o dia em que, de todas as suas esposas, Muhammad a visitaria para ter “relações conjugais”. Ela retornou correndo (Padre Botros acrescentou: “Ela o conhecia bem: se ela não estivesse lá, no seu dia, ele ficaria louco e pegaria a primeira mulher que passasse!”).

De fato, Hafsa pegou Muhammad com uma escrava-menina em sua própria cama. Muhammad rapidamente expulsou a escrava e disse a Hafsa que mantivesse isso entre eles, e que doravante, dispensaria a escrava.

Em vão: Hafsa falou demais e logo todas as esposas de Muhammad revoltaram-se contra o seu incessante flerte; como disse o Padre Botros: “Quando as coisas se tornaram críticas, Muhammad soltou uma “nova revelação” sobre elas; então lançou a sura al-tahrim (66:1-11), onde Alá supostamente castiga Muhammad por tentar agradar suas esposas não dormindo por aí, ameaçando as esposas para que entrem na linha, a fim de que o profeta não se divorcie delas — de fato, caso contrário irão pro inferno.”

Em seguida, olhando para a telão, o Padre Botros perguntou: “Imagine, prezada senhora, se o seu marido lhe pedisse para sair com uma incumbência, e de repente você retorna e encontra o seu marido na cama com outra mulher. Que tipo de homem ele pareceria aos seus olhos? Mesmo assim, ainda consegue ser pior: é o seu profeta, a quem todos vocês exaltam como o ser humano mais perfeito, para ser emulado servilmente!”

Ele então indicou que “a inteligente menina Aisha conheceu [Muhammad] bem”: sempre que tais versículos eram revelados, salvando Muhammad, Aisha com frequência observava que “Na verdade, seu senhor [Alá] rapidamente satisfaz seus caprichos e desejos” (e.g., al-Siyuti v.6, p.629).

Em seguida, o padre narrou um episódio retratando como o profeta explorava sexualmente uma mulher “retardada”. De acordo com 23 fontes (por exemplo, Sahih Muslim vol.4, p.1812), uma retardada chegou até Muhammad dizendo: “Ó profeta de Alá! Eu tenho algo para você.” Ele clandestinamente se encontrou com ela e dela tirou esse “algo”.

Padre Botros ainda adicionou: “Temo agora que muitos fiéis irão querer implementar essa suna — não façam isso, rapazes, isso é apenas para ilustrar…”. Muçulmanos, ouçam bem: não me odeiem por revelar tudo isso a vocês; não fiquem à espreita para me matar. Estou apenas revelando o que os seus próprios livros contêm . Como sempre, esperamos humildemente os grandes sheiks e ulemás, para resolver essas questões e nos mostrar onde erramos.”

Em seguida, o Padre Botros discutiu o tipo de língua abominável que Muhammad — o “maior exemplo” — empregava: “Desculpa, sinto muito por revelar a você o tipo de linguagem desprezível que Muhammad usava, também tenho vergonha de mencionar. Na verdade, seu profeta disse que uma das palavras mais obscenas em Árabes — o equivalente a palavra “f-word” (sic) (em Inglês; o mesmo que “fuck” ) [trad. foda, porra! etc.) [neste ponto ele aconselhou aos espectadores Árabes a pesquisar a palavra no Google para entender o que ele está falando].”

Recusando-se a pronunciar ou soletrar essa palavra, que o padre afirma constar em 67 livros, incluindo Sahih Bukhari, o texto contendo essa palavra, “inkat-ha” (em Árabe) — ou, no contexto, Muhammad perguntando a um homem a respeito de uma mulher, se ele “f***** her” (sic) [trad. fodeu ela)— foi exposto na telão para que todos vissem.

Em seguida, “Rápido! tira essa imundície daí! O que vocês, Muçulmanos, fariam se o Sheik de al Azhar (principal instituição do Islã Sunita, Egito) andasse por aí usando essa linguagem? Pior — é o seu profeta, a “maior criação”.

O co-apresentador ex-Muçulmano perguntou se Muhammad usava alguma outra língua imunda, e o padre respondeu: “Rapaz, ele sempre usou; infelizmente este programa é muito curto para listar todas”.

De acordo com Qaid al-Qadir (v.1, p.381), Muhammad disse aos Muçulmanos para reprimir os infiéis insolentes dizendo coisas como — mais uma vez, ele não pronunciou, mas o texto apareceu na telão — “Vá morder o clitóris da sua mãe” ou, de acordo com Zad al-Mi’ad (v.3, p305), “Vá morder o pênis do seu pai!”

E assim, mais uma vez, balançando a cabeça demonstrando total decepção: “Ôh! Profeta de Alá… Profeta de Alá… Gostaria que você tivesse ouvido o conselho do seu senhor Jesus:

“O homem bom, 
do bom tesouro do seu coração tira o bem; 
e o homem mau, 
do seu mau tesouro tira o mal; 
pois do que há em abundância no coração, 
disso fala a boca.” 
Lucas 6:45.

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Os Hábitos Sexuais Perversos do Profeta – Parte 4

Fonte/Source: The Perverse Sexual Habits of the Prophet


"Isto é proveniente de seus próprios livros, 
Ó Muçulmanos!"
Um relato do Padre Zakaria Botros

Por Raymond Ibrahim

Jihad Watch

Mais uma vez no início do programa, o Padre Botros narrou um famoso trecho de Ibn Taymiyya sobre como distinguir o verdadeiro do falso profeta. Taymiyya afirmou que há muitos falsos profetas, como Musailima “o mentiroso”, que muitos desses chamados profetas eram, de fato, “possuídos”, e que a única maneira de determinar a autenticidade de qualquer profeta é examinando sua biografia (sira) e suas ações, para ver se ele é considerado digno do título.

Depois de ler uma longa citação, Padre Botros concluiu com um, “Bom para você, Ibn Taymiyya! Você ao menos sabia muito.”

Os espectadores então receberam o aviso habitual: “Este programa é apenas para adultos! Jovens e crianças, por favor retirem-se agora. “Ele então exortou os espectadores a terem em mente, durante a narração sobre Muhammad, que “esse é o profeta que você segue. Tenha isso em mente, ô! Muçulmano!”

Padre Botros então lamentou que, durante 1400 anos, barreiras foram erguidas em torno de Muhammad para que ninguém — Muçulmano ou infiel — pudesse criticar a sua vida: “Mas chegou a hora, meus amigos; a barreira está quebrada!”

Em seguida, recapitulou os últimos três episódios que tratavam dos hábitos sexuais de Muhammad — incluindo (mas não limitado à) chupar as línguas de meninos e meninas, beijando os seios de sua filha Fátima, “cobiçando” meninas de 2-3 anos, deitando com uma mulher morta, inclinações homossexuais, recebendo revelações vestido com roupas femininas, copulando com nove mulheres seguidas sem se lavar entre uma e outra (e ainda se gabando disso), saudando pessoas enquanto nu e proclamando que copulará com Maria mãe de Jesus no céu. (quanto ao último, o padre, com um semblante enojado disse: “Vamos, cara, caia na real.”)

E então começou este episódio dizendo que não menos que 34 livros, incluindo Tafsir de al-Qurtubi e Sahih Muslim, registram que Muhammad costumava “acariciar” — Botros franziu as sobrancelhas diante da telão — “beijar e fazer sexo durante o jejum [Ramadan], embora tenha proibido isso aos outros.”

Disse o co-apresentador ex-Muçulmano: “Interessante. Mas sabemos que os profetas têm dispensas especiais: Você tem algo mais explícito?”

Padre Botros: “Tudo bem. Que tal isto: o profeta costumava visitar [copular com] suas mulheres quando elas estavam menstruando — sinto muito por este tópico repugnante! Me perdoa, pessoal!”

Ele então mencionou que o principal problema com relação a isso é que o Alcorão (2: 222) — “as próprias palavras de Muhammad”, como demonstrou, proibiu os Muçulmanos de se aproximarem das mulheres menstruadas.

E aí prosseguiu citando alguns hadiths, afirmando que Muhammad teve relações sexuais livremente com mulheres menstruadas, inclusive narrado por Sahih Bukhari (v. 5, p. 350), que dizia que se Muhammad desejasse uma mulher menstruada, ele a enrolava com um lençol e prosseguia com seus afazeres, para o qual o sacerdote gritou:

“Vamos lá, cara! Você não conseguiu encontrar nenhuma das suas 66 mulheres? Tinha que ser com a que está menstruando?”

Então, olhando fervorosamente para a câmera: “Fala sério, pessoal: vocês não se envergonham dessas coisas? Eu sei que estou — apenas mencionando eles (os hadiths). É esse o seu “profeta” — o “homem exemplar”?

Em seguida leu um hadith, narrado por Aisha, incluído nos seis canônicos, onde a jovem esposa do profeta relata que, sempre quando menstruava, caso o profeta “a desejasse”, ele a “comandava” a fazer sexo com ele, ao qual o padre exclamou: “Comandava! Isso é estupro! Quem é esse personagem você está seguindo?”

Dando sequência, lendo vários outros hadiths, todos demonstrativos das tendências sexuais de Muhammad com mulheres menstruadas — o que o Alcorão proíbe — acrescentou: “Pessoal, se é assim que o” Profeta de Deus” se comporta, o que podemos esperar do homem comum?”

Nesse momento o co-apresentador perguntou: “Bem, será que outros homens se comportam desse jeito?”
Padre Botros: “Claro, o profeta sempre foi generoso com os seus seguidores, dando a eles uma saída de escape. De acordo com oito compilações do hadith, Ibn Abbas narra que Muhammad afirma que se um homem não puder se ajudar e copular com a esposa menstruada, tudo o que ele tem a fazer é pagar um dinar em reparação; se ele dormir com ela no final do ciclo, quando ela não estiver sangrando muito, ele só precisa pagar meio dinar — um desconto!” [dizendo “desconto” em Inglês e rindo].

Perguntou o co-apresentador ex-Muçulmano: Como você mencionou, dado que Muhammad tinha tantas mulheres, por que ainda sentiu necessidade de recorrer exatamente àquelas que estavam menstruadas?”

Padre Botros: “Ahhhh. Percebo que você está conectando os pontos sabiamente. Pelo simples motivo, meu amigo, é que Muhammad costumava gostar de cheirar”, nesse ponto o padre imitou, sniff, sniff — “sangue de menstruação”. Em seguida citou al-Siyuti, onde Aisha narra que Muhammad ordenou “Venha aqui!”, e ela respondeu: “Mas estou menstruando, ó profeta de Deus”. Então ele disse: “Exponha as suas coxas”; ela obedeceu e “ele prosseguiu colocando a bochecha e o peito nas coxas dela.”

Padre Botros: “Me ajuda, pessoal! Como um comportamento tão perverso vem de um profeta — o “maior modelo de comportamento?”

Ele então leu um hadith, de Sahih Bukhari (v.6, p.2744), narrado por Aisha, onde ela diz que, durante a menstruação, o profeta costumava colocar a cabeça nas coxas dela e recitar o Alcorão.

Padre Botros: “Enquanto recitava o Alcorão!”

Continuando, leu um texto de Ahkam al-Koran (v.3, p.444), onde uma mulher declarou que costumava recolher água de um poço que tinha, não apenas sangue de menstruação, mas carne de cachorro e toda sorte de imundice, e dava para Muhammad beber.
Padre Botros: “O que aconteceu com o verso do Alcorão 2: 222?! Mesmo o “selo dos profetas” pode beber dessa água tão imunda?”

Então, balançando a cabeça e com os olhos baixos: “Oh! Muhammad, Muhammad, Muhammad…”.


Os Hábitos Sexuais Perversos do Profeta – Parte 5


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis