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Muhammad, o Profeta Branco com Escravos Negros

Fonte/Source: Dr David Wood Interview — David Wood – Maomé: O Profeta Branco com Escravos Negros

Nota: Não consegui identificar o nome do tradutor do vídeo mencionado acima para dar o crédito. 


Por Tiao Cazeiro

7 de Fevereiro de 2018

Dr. David Wood, um sujeito que além de brilhante é simpatisíssimo,  disse em entrevista ao ChristianReporter News que “nós somos a primeira geração em 1400 anos a ter acesso às traduções do Sahih al-Bukhari”, (sahih significa autêntico ou correto), o qual é composto por 97 livros. Esses livros consolidaram o hadith como a segunda fonte de jurisprudência Islâmica mais importante depois do Alcorão.

David, como é mais conhecido, é PhD em Filosofia pela Fordham University, um dos principais ativistas anti-Islã da atualidade e considerado por Robert Spencer como simplesmente “brilhante”.

David conta que foi só nos anos 90 que as traduções de Sahih al-Bukhari ficaram disponíveis ao público. E mais, se Muhammad Ali e Malcom X, — que se converteram ao Islamismo nos anos 60, — tivessem tido acesso a essas traduções na época, jamais teriam se convertido ao Islamismo, porque o que foi revelado sobre o escravismo é absolutamente monstruoso.

Alguns exemplos:

Muhammad dizia que Satã parece com um homem negro; Muhammad possuiu, comprou, vendeu etc. escravos negros Africanos; os seguidores de Muhammad institucionalizaram a escravidão dos negros Africanos etc. Um detalhe importante, Muhammad era branco como a neve.

Embora este vídeo já tenha sido legendado, resolvi publicar uma parte do texto para atender a sugestão de um amigo. De qualquer forma, ao final deste artigo, deixarei vocês com o vídeo.


‘Muhammad, o Profeta Branco com Escravos Negros’
Por David Wood
Sahih al-Bukhari 6161:

Narrou Anas bin Malik: O Mensageiro de Alá estava em viagem e tinha um escravo negro chamado Anjasha, e ele estava dirigindo os camelos (muito rápido e havia mulheres naqueles camelos).

O Mensageiro de Alá disse: “Waihaka, O Anjasha! Dirija lentamente os camelos com os vasos de vidro (as mulheres)!”

O excerto a seguir é sobre um escravo negro que foi morto a tiros ao descarregar a bagagem de Muhammad.

Sunan an-Nasai 3858:

Foi narrado que Abu Hurairah disse: “Estávamos com o Mensageiro de Alá (Muhammad ou Maomé) no ano de Khaibar, e não recebemos nenhum espólio de guerra, exceto riqueza, bens e roupas.

Então um homem de Banu Ad-Dubaib, chamado Rifa’ah bin Zaid, deu ao Mensageiro de Alá um escravo negro chamado Mid’am. O Mensageiro de Alá partiu para Wadi al-Qura. Quando estávamos em Wadi al-Qura, enquanto Mid’am descarregava a bagagem do Mensageiro de Alá, uma flecha veio e o matou. Pessoas disseram: ‘Parabéns! Você vai ao Paraíso’, mas o Mensageiro de Alá disse: ‘Por Aquele em Cuja Mão está a minha alma! O manto que ele tirou do espólio de guerra no dia de Khaibar está queimando ele com fogo.’”

Só para esclarecer, Muhammad fez sexo com uma garota de nove anos, roubou caravanas e decapitou centenas de Judeus, mas ele é bom. Seu escravo negro, ao contrário, pegou um manto antes que os despojos tivessem sido divididos, e por isso foi para o inferno. Bem-vindo ao Islã.

Em “Provisions of the Afterlife“, páginas 30-31, Ibn Qayyin Al-Jawziyya lista 28 dos escravos masculinos de Muhammad e 12 de suas escravas. Alguns desses escravos eram negros, outros não. Muhammad renomeou um dos seus escravos negros “Safina”, que significa “Navio”. Chamou seu escravo de “Navio” porque podia pôr excesso de carga no escravo como num navio e o fazer carregar tudo.

Muhammad aparentemente pensava que os escravos negros valiam menos que os escravos Árabes, uma vez que trocou dois de seus escravos negros por um escravo Árabe que queria libertar porque o escravo Árabe se converteu ao Islamismo.

Sabemos que Muhammad fez sexo com suas escravas, porque acabou engravidando uma delas. Mas não se preocupe. Um líder branco que engravida uma escrava só é assustador quando acontece com Thomas Jefferson.

Encontramos o pior cenário de Muhammad em Sahih al-Bukhari 7142:

Narrou Anas bin Malik: O Mensageiro de Alá disse: “Você deve ouvir e obedecer seu Imam, mesmo que ele seja um escravo Etíope cuja cabeça se pareça com uma passa.”

Muhammad dá um exemplo semelhante em Sahih Muslim 3138, onde ordena seus seguidores a obedecerem seu líder, mesmo que seja um escravo negro mutilado. Assim, o pior líder possível de uma comunidade de Muçulmanos, segundo Muhammad, seria um escravo negro. Por uma questão de clareza, devo salientar que a mulher é excluída da hierarquia de possíveis líderes. Muhammad disse que uma nação nunca será bem sucedida com uma mulher como líder.

Mas o pior ainda está por vir.

Muhammd diz aos seus seguidores com quem Satanás parece em Ibn Ishaq, p. 243.

O apóstolo disse: “Quem quiser ver Satanás basta olhar para Nabtal ibn al-Harith!” Ele era um homem negro, robusto, com longos cabelos brilhantes, olhos inflamados e bochechas escuras e coradas. “Qual de vocês é o Profeta?” “Este cara branco.” “Com quem Satanás parece?” “Com aquele cara negro.”

Agora, como pode uma religião que foi inaugurada por um profeta branco que tinha escravos negros e se referia aos Etíopes como “cabeças de passas” e disse que Satanás parece com um homem negro obter a reputação que tem hoje em dia entre os Muçulmanos Afro-Americanos?

Bem, aqui está o Ocidente, há uma atmosfera geral de ignorância sobre o Islã. As pessoas não conhecem os fatos mais básicos sobre Muhammad e o Alcorão. E isso permite que os pregadores Muçulmanos digam o que quiserem sobre o Islã, porque ninguém irá corrigi-los.

E assim, se um pregador Muçulmano estiver falando com uma mulher interessada nos direitos das mulheres, “Muhammad foi um campeão dos direitos das mulheres!” (Vide Linda Sarsour…)

Se estiver falando com alguém que tem grande consideração pela ciência, “O Alcorão é uma obra-prima científica, cheia de idéias científicas milagrosas que só foram verificadas séculos mais tarde“.

Se estiver falando com alguém que está preocupado com a justiça racial, “o Islã é a religião que liberta os escravos e estabelece a igualdade racial“, é um absurdo… é realmente um absurdo.

Mas as pessoas se convertem ao Islã porque acreditam no que é dito e não se interessam em ler as fontes Muçulmanas para ver se a história do pregador confere.

Agora, para aqueles que compraram esse desastre, para aqueles que acreditaram no pregador Muçulmano quando ele disse: “Ei, se você realmente quiser enfiar isso nos brancos, você precisa se converter ao Islã
(nota: aqui o David se refere aos pregadores que converteram alguns negros Americanos como Muhammad Ali etc., e em seguida ironiza) — a religião de um homem branco que comprou, vendeu e trocou escravos Africanos e cujos seguidores institucionalizaram a escravidão negra Africana séculos antes dos Europeus se juntarem e que continuam a escravizando os negros Africanos até hoje…

Se você se apaixonou por isso… Eu digo e direi isso novamente. Você foi ludibriado, feito de trouxa, você foi enganado, sacaneado, se desviou! enlouqueceu!” — Nota: Este excerto em negrito que você acabou de ler faz parte de um discurso de Malcom-X, o qual David Wood usou para ironizar os Negros Americanos iludidos com o Islã.

Imagem relacionada
Pillsbury Doughboy

Isso é o que esses profetas brancos com escravos negros fazem. Mas agora que você viu o que as fontes Muçulmanas dizem, agora que você sabe que você foi enganado, você tem uma escolha. Você pode deixar o Islã ou continuar servindo um homem cujas descrições em suas fontes mais confiáveis ​​o tornam completamente indistinguível de um Pillsbury Doughboy cujos ensinamentos legitimaram a escravidão racial por catorze séculos.

 

Imagem relacionadaBasta lembrar que, se você continuar honrando um comerciante de escravos que é tão escuro como o recheio de um Twinkie e que tinha escravos negros e chamou os Etíopes de “cabeça de passas” e disse que Satanás parece com um homem negro, você não é um guerreiro da liberdade, ou um guerreiro da justiça social, ou campeão dos direitos civis. Você é o último Uncle Tom.

Imagem relacionada

E no caso de você querer saber o quão sério eles levam a brancura de Muhammad no mundo Muçulmano, vou deixar você com uma citação de Ash-Shifa, um dos livros mais populares e respeitados do Islã sobre a vida e os ensinamentos de Muhammad.

Ahmad ibn Sulayman, companheiro de Sahnun, disse que quem falar que o Profeta era negro será morto. O Profeta não era negro.

Pena de morte para quem chamar Muhammad de homem negro.


 

Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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O Islã e a “Grande Mídia” – VIII

Foto/Capa: O berço de ‘guerreiros santos’ na Alemanha

O Islã e a “Grande Mídia” – VIII

Por Tião Cazeiro

O artigo intitulado “O berço de ‘guerreiros santos’ na Alemanha”, escrito pela correspondente Graça Magalhães-Ruether e publicado no dia 29 de Novembro no jornal O GLOBO, não expressa aquilo que realmente a sociedade precisa saber.

Ou por ignorância ou por desinformação em prol de uma agenda Islâmica no Brasil.

Cuspert o berço 2
Rapper Denis Cuspert (Deso Dogg)

Observe bem a foto acima. O que você realmente vê?  

 Eu vejo um ex-rapper chamado Denis Cuspert, conhecido como Deso Dogg, morto em Outubro deste ano na Síria, por conta de um ataque aéreo dos Estados Unidos.

Convertido ao Islã, assim como Muhammad Ali (Cassius Clay), não tinha a menor ideia de que foi o Islã, e não algum extraterrestre, que massacrou 120 milhões de pessoas, seus brothers, na África.

Além disso, perceba que o ex-rapper está com o dedo indicador em riste, um dos símbolos do Estado Islâmico (ISIS). E mais, Cuspert está lento os textos sagrados do Islã. Sim, ele está lendo Quranic Tafsiir, ou Exegese Corânica (Tafsir/Interpretação do Alcorão). Se ampliar bem a imagem verá o nome na capa do livro. Aliás, um livro bem grosso.

A foto foi muito bem pensada. Com uma mensagem subliminar, ou seja: Leia o Alcorão e junte-se ao Estado Islâmico (ISIS).

Eis alguns excertos do artigo “O berço de ‘guerreiros santos’ na Alemanha: 

Sentimento de exclusão social por parte da juventude muçulmana é explorado por Imãs extremistas

Veja bem, a frase culpa as sociedades da (Europa, Estados Unidos, etc.) por excluir a juventude Muçulmana, o que não é verdade. Acusa e culpa os Imãs extremistas, desassociando os mesmos, da imagem de um “Islã moderado” que jamais faria isso. Não menciona a causa, a razão por trás de tudo isso, aquilo que dá a liga, ou seja, os ensinamentos violentos de Muhammad/Maomé no Alcorão.

Milhares de jovens deixam a vida confortável na Europa para aderir ao Estado Islâmico, onde fazem treinamento de guerra, para depois morrer em um atentado suicida, como os ataques de Paris no último dia 13.”

Veja, “milhares de jovens” pode significar que não-Muçulmanos também estão envolvidos, o que não é verdade. Veja o caso do rapper, ele se converteu.  Só assim você seria aceito pelo ISIS. A conversão não é algo fácil, vai depender muito do sujeito. Portanto, a maioria esmagadora é Muçulmana. E se deixou a “vida confortável na Europa” é porque não foram rejeitados pela sociedade.

Quatro dos cem templos muçulmanos de Berlim estão sendo investigados pelas autoridades. Entre eles está a Al-Nur, onde as pregações do ódio radicalizaram Denis Cuspert, berlinense que deixou uma carreira bem sucedida de rapper para aderir ao EI.

A mesquita de Al-Nur está sendo investigada porque radicalizou Denis Cuspert, um bem sucedido rapper (?). O artigo menciona também que em Hamburgo, fecharam a mesquita al-Quds (Taiba), onde nos anos 90 o egípcio Mohammed Atta se radicalizou para, em 2001, praticar o atentado contra o World Trade Center. Dezenas de outras mesquitas estão na lista.

Considere: Mesquitas foram fechadas por conta de nomes famosos. Dezenas de outras Mesquitas estão na lista. A ideia de que algumas Mesquitas radicalizam e outras não, mantém acesa a esperança no Islã moderado, aquele que jamais “radicalizará” alguém. Tudo isso mostra que algo está profundamente errado.

  • A ideia de que a sociedade marginaliza as comunidades Muçulmanas é totalmente falsa. Basta ver que a mesma sociedade que agora está sendo acusada, permitiu a construção de cem templos só em Berlim. Quantas Igrejas existem na Arábia Saudita, terra de Muhammad?
  • A ideia de que imãs radicalizam é ridícula. A verdadeira natureza do Islã, ou seja, os ensinamentos violentos prescritos no Alcorão é em si absolutamente radical. É violência pura contra o Kafir, o não-Muçulmano porque o Alcorão questiona a veracidade do Cristianismo, etc.
Alcorão 09:30  
E dizem os Judeus: Uzair é o filho de Deus; 
e dizem os Cristãos: O Messias é filho de Deus; 
Essas são as palavras de suas bocas; 
Eles imitam o ditado daqueles que descreram antes; 
que Alá os destrua; 
como eles são falsos!

Nota: De acordo com Robert Spencer, os Judeus nunca disseram que Uzair é o filho de Deus. Fonte: Video: Robert Spencer on the theological aspects of Islam that lead to jihad

      Alcorão:3:151         
Infundiremos terror nos corações dos incrédulos, 
por terem atribuído parceiros a Alá, 
sem que Ele lhes tivesse conferido 
autoridade alguma para isso. 
Sua morada será o fogo infernal. 
Quão funesta é a morada dos iníquos!

Continuando…

O artigo menciona uma professora de religião chamada Lamya, “alemã filha de imigrantes sírios”, que diz o seguinte:

Segundo Lamya Kaddor, autora do livro “Zum Toten Bereit” (“Pronto para matar”, em tradução livre), o papel dos europeus — descendentes de imigrante e convertidos — nas tropas do Estado Islâmico, é cada vez maior. “

Cinco dos meus alunos de religião desapareceram um dia, sendo mais tarde localizados na Síria, para onde tinham ido lutar com o EI (Estado Islâmico). Fiquei perplexa, tentando descobrir as possíveis causas. Em todos eles havia uma sensação de exclusão, déficit emocional ou simplesmente a falta de amor na família, o que fez deles vítimas fáceis de mesquitas radicais – disse a escritora de 37 anos.”

Depois de ter traduzido tantos artigos de pessoas de extrema competência e lisura, ouvir alguém dizer que o papel dos Europeus nas tropas do ISIS é cada vez maior me deixa muito irritado.

O Islã está invadindo a Europa. Ponto. 
Não existe Muçulmano Europeu 
e sim Muçulmano na Europa.  
E isso é dito pelos próprios Muçulmanos. Ponto. 
Portanto, é um erro dizer que 
o papel dos Europeus 
— descendentes de imigrante e convertidos —
nas tropas do ISIS é cada vez maior. 
Isso deprecia a Europa. 
Um absurdo!

De qualquer forma, a ideia de um Imã que atrai como um imã me parece fantasiosa. Aquela coisa tipo “lobo mau” que pega as criancinhas pra fazer mingau, etc.

O que acontece, é que esses homens, com idade ideal para a guerra, vêem no ISIS exatamente aquilo que está escrito no Alcorão. Algo em torno de 30.000 “guerreiros santos”, Muçulmanos voluntários, segue os textos sagrados, da mesma forma como fez o falecido Deso Dog, ex-rapper Cuspert. Radicalizar 30.000 deve ser tarefa árdua para alguns Imãs não é mesmo?

O Alcorão proíbe o Muçulmano de fazer amizade, — se não for por conveniência ou sobrevivência, — com o kafir, não-Muçulmano. Assim, quando vêem no ISIS aquilo que leram no Alcorão, fica fácil para um Imã orientar e conduzir o novo guerreiro ao lugar exato para se explodir em nome de Alá.

O artigo ainda menciona o psicólogo e especialista em Islã Ahmad Mansour que diz que…

os problemas que levam os jovens a aderirem a jihad são mais psicológicos do que socioeconômicos. Cerca de 40% dos novos jihadistas sofrem de depressão e descobre a ideologia como conteúdo para preencher uma vida que julgam vazias. O aspecto da violência só se torna presente mais tarde.”

Eu não acredito nisso. Pode haver algum elemento aqui ou ali, mas não justifica de fato o que está acontecendo no mundo. Uma Jihad Global está em pleno andamento. Impulsionada pelos textos sagrados do Islã.

O artigo menciona outra pérola:

Um dia, Reda descobriu a religião por meio de imãs extremistas, que o submeteram a uma lavagem cerebral, diz o pai. Depois disso, ele perdeu o interesse por tudo: a discoteca, as garotas e o estudo.”

Para um não-Muçulmano isso é incompreensível, mas para um Muçulmano a coisa pega. Quando entra em contato com o que realmente o Islã representa e aprende que, para o Islã, Muhammad é o homem perfeito e que antagoniza o mundo todo, o sujeito muda de cor.

Um Imã, não é o elemento radicalizador. O aluno quando alcança um determinado nível, automaticamente se torna a imagem de Muhammad. O sujeito perde a liberdade de consciência. Passa a ser o que está escrito no Alcorão. É proibido questionar os textos. Esse encontro com Muhammad faz do jovem guerreiro, um caso muito sério.

Na mesma página, o jornal O GLOBO menciona outro artigo intitulado “Na radicalização na Europa, alguns padrões” da correspondente Vivian Oswald.

Mesmo assim, podemos dizer que política, mazelas sociais e a crença em um futuro diferente os motiva.” Katherine Brown, do Departamento de Estudos de Defesa do King´s College London e membro da Rede de Estudos Islâmicos.

Como vêem, em nenhum momento, o jornal O GLOBO e seus correspondentes mencionam a verdadeira causa. Aquilo que realmente justifica e premia a Jihad Global contra o kafir, o não-Muçulmano. Pura violência antagonizando o mundo todo.

Os ensinamentos violentos, prescritos no Alcorão, contra Cristãos, Judeus e demais kafirs (não Muçulmanos), são omitidos. Culpam a sociedade, a política, as mazelas sociais e até a crença em um futuro diferente. Ou seja, quando o Islã dominar o mundo e instalar a dhimmittude através da Sharia a paz reinará(?).

Alcorão 5:33 
“O castigo, para aqueles que lutam contra Alá 
e contra o Seu Mensageiro Muhammad 
e semeiam a corrupção na terra, 
é que sejam mortos, ou crucificados, 
ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos,
ou banidos...”
O historiador, filósofo pioneiro e jurista teórico, Ibn Khaldun (1332-1406), 
observou em seu famoso “Muqaddimah”, 
a primeira obra de teoria histórica que:    
“Na comunidade muçulmana, 
a guerra santa é um dever religioso 
por causa do universalismo da missão muçulmana 
e (da obrigação de) converter a todos ao Islã        ou pela persuasão ou pela força".