Arquivo da tag: Londres

A Capital Judaica Prestes A Votar No Partido Trabalhista

Fonte/Source: The UK’s Jewish capital is about to vote for Jeremy Corbyn’s Labour Party


Um execelente artigo para você compreender como as forças políticas estão se movimentando em Londres. É uma ótima aula, independentemente do seu posicionamento político. 


A Capital Judaica Do Reino Unido Está Prestes A Votar No Partido Trabalhista De Jeremy Corbyn

Por

Nota: Caso queira assistir ao vídeo com Ken Livingstone defendendo o Nazismo em entrevista realizada no metrô de Londres clique no link. Por razões técnicas não é possível abrir este vídeo nesta plataforma: Ken Livingstone defends Nazi comments in tube interview

    • Mais Judeus do Reino Unido vivem em Barnet do que em qualquer outro lugar.
    • O bairro provavelmente elegerá um conselho Trabalhista pela primeira vez na história.
    • Em 2017, o Partido Trabalhista foi perseguido por reivindicações de antissemitismo.

As previsões de um banho de sangue nos Conservadores de Theresa May nas eleições do conselho de Londres em Maio incluem a probabilidade de Barnet, local do antigo distrito eleitoral de Margaret Thatcher, se tornar vermelho pela primeira vez desde a sua formação em 1965.

Mas outra característica interessante da ascendência do Partido Trabalhista nesse bairro do norte de Londres, é que lá moram mais Judeus do que em qualquer outra área do governo local no Reino Unido. Uma vitória em Barnet poderia ser uma conquista simbólica para o partido de Jeremy Corbyn, que foi arruinado por uma série de controvérsias de natureza antissemítica nos últimos anos.

O município quase sempre elegeu deputados do Partido Conservador (Tory), e o conselho sempre foi controlado pelos Conservadores, exceto por oito anos, quando ainda era o maior partido, mas formou uma oposição à coalizão Trabalhista/ Liberal Democrata.

Mas agora os Conservadores estão se preparando para perder em Barnet, de acordo com Lord Hayward, um analista político, que falou ao Evening Standard.

E isso vai contra o pano de fundo das repetidas alegações de antissemitismo pela Momentum, a rede de campanha e máquina de apoio de Jeremy Corbyn. Sem mencionar as controvérsias de alta visibilidade em 2016, quando o amigo de Corbyn, Ken Livingstone, insistiu publicamente que Adolf Hitler era Sionista, e o deputado de Bradford, Naz Shah, foi suspenso depois de sugerir no Facebook que Israel deveria ser “deslocado” para os EUA.

Então, como essa nuvem de acusações antissemitas pode carregar os 14% dos 360 mil habitantes Judeus de Barnet?

“Isso afeta as pessoas”, disse Barrow Rawlings, o líder Trabalhista de Barnet, à IBTimes Reino Unido.

“Existem pessoas preocupadas com o antissemitismo que podem não votar [no partido Trabalhista] nacionalmente até terem visto o partido Trabalhista nacional tomando mais ações — mas isso não é necessariamente refletido localmente onde os Judeus estão mais envolvidos politicamente em todas as partes.

“Barnet é peculiar”, acrescentou. “Barnet Momentum [a base propensa da campanha de Corbyn] foi possivelmente a única filial da Momentum que pedia que Ken Livingstone fosse expulso da festa.”

Embora existam muitos Judeus membros do Partido Trabalhista de cima a baixo no país, a demografia impõe que sua presença seja sentida mais fortemente em Barnet. Na verdade, o Rabino Danny Rich, Chefe Executivo do Judaísmo Liberal, estará representando o distrito de West Finchley para o partido local em Maio.

Em Junho de 2016, uma comissária de Corbyn, Shami Chakrabarti, conduziu uma investigação sobre acusações de antissemitismo dentro do partido Trabalhista, concluindo que o partido não estava “invadido pelo antissemitismo, Islamofobia ou outras formas de racismo“, enquanto reconhecia uma “atmosfera ocasionalmente tóxica.”

As revelações de Chakrabati foram recebidas com indiferença por setores da comunidade Judaica. E houve raiva genuína quando ela foi nomeada para a Câmara dos Lordes por Jeremy Corbyn um mês depois. Marie van der Zyl, vice-presidente do principal órgão do Reino Unido que representa os Judeus, chamou isso de “dissimulação por causa do escândalo de título de nobreza”.

O movimento trabalhista Judaico foi convidado a contribuir com essa história.

Comunidades Judaicas em Londres em Proporção à população

london map religion jewish
London boroughs and their Jewish populations (source: London Assembly) Josh Robbins

A Oportunidade do Partido Trabalhista em Londres

O Evening Standard reportou Lord Hayward dizendo que os Tories poderiam perder quatro de seus nove bairros Londrinos em Maio. Estão perdendo suas heranças tradicionais nos bairros periféricos.

“Lugares como Barnet estão se tornando mais Londrinos e menos Condados Domésticos”, disse Rawlings, antes de citar um recente estudo da Shelter, que afirmou que havia mais pobreza infantil na periferia de Londres do que no centro.

Como membro dessa espécie cada vez mais rara — um Londrino nascido em Londres — Rawlings vinha observando a mudança da cidade enquanto fazia sua própria homenagem particular à tradição, tornando-se um conselheiro Trabalhista de terceira geração, seguindo os passos do pai e do avô.

Mesmo antes do resultado do referendo sobre o Brexit, a estrela do Partido Trabalhista estava aumentando em Barnet: o partido conquistou 30 dos 63 assentos nas eleições locais de 2014, quase arruinando o poder dos Tories.

A confirmação de que a maré estava virando na capital chegou em Maio de 2016 com Sadiq Khan castigando severamente Zac Goldsmith nas eleições para Prefeito de Londres.

Rawlings elogiou o resultado por provar que: “Londres está madura o suficiente para eleger um membro da classe trabalhadora, um prefeito Muçulmano; confiante o suficiente para aceitar que ser um Londrino pode significar muitas coisas diferentes.”

Zac Goldsmith Sadiq Khan
Sadiq Khan (right) trounced Zac Goldsmith (left) in the London Mayoral elections Getty

Acrescente a essa maré, o desgosto da capital por ser arrastada para fora da União Europeia pelas províncias, juntamente com a coalescência na mente das pessoas com relação à marca Brexit e Tory, não é surpresa que os três deputados azuis (Conservadores) de Barnet tiveram resultados parecidos na eleição geral de 2017. A ex-ministra Theresa Villiers viu a sua maioria reduzida de mais de 7.500 para 353.

As conjecturas de Rawlings de que o cheiro do antissemitismo em torno do Partido nacional “pode ​​ser a razão pela qual temos três Conservadores marginais [vitórias] em vez de três Trabalhistas.”

Porém, olhando à frente até Maio, o partido Trabalhista de Barnet está tentando lidar com a expectativa de que vencerá no bairro pela primeira vez em mais de 60 anos de tentativas.

Rawlings acredita que as promessas em torno da habitação, policiamento, meio ambiente e as Artes irão conquistar os eleitores locais, independentemente de raça ou religião, embora exista o cuidado com a expectativa de que o Partido Trabalhista triunfará e alertará contra a complacência.

“Estamos numa boa posição, mas ainda não ganhamos”, disse ele. “Você não ganha até o dia e tudo pode acontecer.”

“Eu quero que Barnet se sinta como um lugar otimista — estou ansioso.”


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Anúncios

LONDRES: O CONLUIO DA ESQUERDA COM O ISLAM

Fonte/Source: Acid Attack Threats Make Parts of London ‘No Go Areas’


Por Tião Cazeiro

Ainda ontem traduzi um artigo do Liam Deacom intitulado “Ataque Com Ácido e ‘No Go Zones’ em Londres” e fiz um breve comentário sobre o conluio da esquerda com o Islam. Agora, neste artigo da Pamela Geller vocês verão que ela irá confirmar tudo que eu disse ontem porque é totalmente lógico, mérito nenhum, nenhuma bola de cristal.

O que a esquerda está fazendo com a população, ouça bem, é  monstruoso e irão ser julgados em breve. A irritação é geral e os Ingleses estão reagindo do jeito deles, vide Tommy Robinson, Britain First com a Jayda Fransen, Douglas Murray e a Henry Jackson Society, Breitbart London News entre outros.

O Islam está usando ataques com ácido para criar as ‘No Go Zones’ no Reino Unido, como fizeram e ainda fazem na Suécia. Estão criando espaços e isso vai acabar mal, a Inglaterra não é a Suécia apesar de tudo.


Ameaças De Ataque Com Ácido Fazem Parte Das ‘No Go Zone’ De Londres

Por Geller Report 

 22 de Dezembro de 2017

Várias regiões de Londres agora podem ser consideradas como “No Go Zones” porque Muçulmanos hipnotizados pela Sharia  não hesitariam em jogar ácido nos rostos dos visitantes que não cumprem as regras Islâmicas rigorosas de vestimenta e comportamento.

A esquerda gosta de zombar da ideia toda sobre as ‘No Go Zones’ e as chamam de invenções da imaginação anti-Muçulmana.

Ouçam este sobrevivente de um ataque de ácido no Reino Unido contando a sua história em Julho de 2017:

Nota do blog: o artigo que a Pamela Geller se refere é praticamente o mesmo que traduzi ontem: “Ataque Com Ácido e ‘No Go Zones’ em Londres

Infelizmente não está legendado…


COMPRE AGORA

TAMIMI: “Somos Muçulmanos Na Europa, E Não Muçulmanos Europeus”

Fonte/Source: Tamimi: “We are Muslims in Europe, not European Muslims”

TAMIMI: “Somos Muçulmanos Na Europa, E Não Muçulmanos Europeus”

Por Tião Cazeiro

24 de Março de 2017

Robert Spencer escreveu um artigo em Agosto de 2006 dizendo o seguinte:

“Me pergunto se os dhimmis das populações não-Muçulmanas da Eurábia entendem a diferença. Tamimi, o qual a duplicidade foi desmascarada, também reiterou seu apoio ao martírio suicida jihadista.”

Dr. Azzam Tamimi, um radical Muçulmano estacionado na Inglaterra, pareceu apoiar o atentado suicida de ontem, quando afirmou que morrer por suas crenças era “justo”. Tamimi disse, — diante de uma multidão de 8.000 pessoas na convenção ExpoIslamia em Manchester, — que defender seus princípios é o “maior ato de martírio”.

Tamimi, de 51 anos, afirmou que a guerra ao terrorismo era uma guerra contra o Islã. “Somos Muçulmanos na Europa, não Muçulmanos Europeus“, acrescentou. A multidão irrompeu em urros e aplausos quando disse que Israel havia sido derrotado pelo Hezbollah. ” [Ênfase adicionada]

Enquanto isso…

O ‘prefeitinho’ Muçulmano de Londres, Sadiq Khan, cria força tarefa para prender todos aqueles que “irritam” os Muçulmanos online. Muçulmanos são obcecados em calar qualquer crítica ao Islã, o que na verdade é uma das táticas para impor a Sharia em novas terras…

O site do Conservativehome lista outras preocupações (com relação ao prefeitinho), incluindo:

  • Em carta ao The Guardian na sequência dos atentados terroristas de 7/7 em Londres, culpa o governo Britânico pelo terrorismo;
  • Sua defesa legal de Zacarias Moussaoui, um terrorista do 11 de Setembro que confessou ser membro da Al Qaeda;
  • Seu capítulo num livro, intitulado “Ações contra a Polícia”, aconselhando sobre como fazer acusações contra a polícia por “racismo”. A mesma força policial que o Sr. Khan como prefeito de Londres iria exercer autoridade;
  • Sua defesa do extremista Islâmico Azzam Tamimi. Quando o Dr. Tamimi disse à multidão que a publicação de caricaturas do Profeta Muhammed “faria o mundo tremer” e previu “Fogo … em todo o mundo se não pararem”, Sr. Khan, que compartilhou uma plataforma com Tamimi descartou as ameaças como “linguagem florida”;
  • Sua plataforma compartilhada com Suliman Gani, um Imã do sul de Londres, que exigiu subserviência feminina aos homens, e pediu a fundação de um Estado Islâmico.

Completando o raciocício…

“O terrorista Islâmico que atacou Westminster na Quarta-feira era um Muçulmano convertido que possivelmente foi radicalizado na prisão; tinha vivido em várias áreas do Reino Unido, e era conhecido por atividade Islâmica radical.

khalid Masood, 52, passou algum tempo em Birmingham, East London e em Luton, antes de assassinar quatro pessoas no centro de Londres. Depois de morto a tiros, o Estado Islâmico (ISIS) o descreveu como um de seus “soldados”. — Westminster Killer was Muslim Convert, Lived in Several Extremism Hotspots

O padrão utilizado pelo terrorista é o mesmo que estamos vendo ao redor do mundo, ou seja, atropelamento, faca, locais públicos de alta visibilidade etc.

Entretanto, o colunista da BBC Simons Jenkins, criticou o posicionamento da mídia neste vídeo, infelizmente não legendado em Português.

“A BBC fez uma escolha, deram preferência ao terrorista”. O colunista Simon Jenkins critica a cobertura dada ao ataque pela mídia.

A cada dia que passa a BBC deixa claro um firme compromisso com a subserviência e a desinformação.

Nesse vídeo, o colunista Simon Jenkins afirma que dar proeminência aos terroristas ajuda e complica ainda mais a situação, e que o incidente deveria ser tratado com um crime e não como terrorismo. Compara o incidente com os atentados do IRA, PLO etc.; diz que Masood “era um doido, que enlouqueceu e pegou uma faca” etc., um caso como outros que acontecem em Londres e em outros lugares….

Sério? Simon Jenkins realmente vive num outro planeta.  Sem ofensa, mas por trás desse raciocínio, se puxarmos a linha, encontraremos camadas e camadas de comprometimento político, os quais estão propositalmente deixando a população Britânica completamente indefesa, o que acarretará em mais mortes, em mais terrorismo ao longo dos anos.

Jenkins assume a postura de que é melhor não irritar para não aumentar…  e isto é covardia, isto é desinformação, isto é não querer enchergar a realidade, ou seja, a jihad global. Estamos em guerra e a jihad não vai parar, irritando ou não, com ou sem medo.

Duas “detenções significativas” feitas durante a noite associadas aos assassinatos da jihad em Londres

24 de Março de 2017 —  Por Robert Spencer — Two “significant arrests” made overnight in association with London jihad murders

“O nome de nascimento do perpetrador do atentado terrorista de Quarta-feira no centro de Londres é Adrian Russell Ajao, disse o mais antigo policial Britânico de contraterrorismo.

Nove pessoas permanecem sob custódia e uma mulher foi libertada sob fiança”.  Este parece ter sido um enredo de grande escala. E mais em andamento.

Uma mulher de 39 anos foi presa em um endereço na noite de Quinta-feira em East London, sob suspeita de preparação de atos terroristas, disse a polícia. Uma mulher, que não foi nomeada, está sob custódia da Polícia e da Evidência Criminal (PACE).

Seis pessoas  — duas mulheres e quatro homens, com idades variando de 21 a 28 — foram presas em dois endereços em Birmingham, uma cidade no centro da Inglaterra. Os seis também foram mantidos sob suspeita de preparação de atos terroristas.

Outro homem, 58, também foi preso sexta-feira pela manhã em outro endereço em Birmingham, e realizado sob a mesma acusação ….”

Óbvio que a polícia não está inventando esses dados, portanto não se trata aqui de “um doido, que enlouqueceu e pegou uma faca etc.” como quer acreditar o colunista Simon Junkins. Estamos vendo os ingredientes de um ataque orquestrado.

E mais…

Repórter da NBC teme que o ataque jihadista em Londres venha “pôr vento nas velas” do “movimento de direita”.

23 de Março de 2017 — Por Robert Spencer

“Os meios de comunicação do establishment não estão preocupados com os ataques terroristas jihadistas no Ocidente. O establishment não está preocupado com as pessoas mortas nos massacres da jihad. Os meios de comunicação do establishment só querem que você não pense mal do Islã e para não começar a apoiar os “movimentos de direita” que ameaçam a hegemonia das elites políticas.” — NBC reporter fears London jihad attack will “put wind in the sails” of the “right-wing movement”

Conclusão…

“De acordo com a Primeira Ministra Theresa May, o terrorista de Westminster Khalid Masood era uma “figura periférica”, e aparentemente há muitos outros Muçulmanos na Grã-Bretanha que são ainda mais violentos e perturbados do que Khalid Masood, e por isso não havia nenhuma questão de mantê-lo sob vigilância.

Esse é o plano do Estado Islâmico (ISIS) para subjugar a aplicação da lei, com muitos ataques e complôs até que o sistema inteiro entre em colapso. Parece que este plano está funcionando bem no Reino Unido.” — Robert Spencer.

Khalid Masood converteu-se ao Islamismo, e portanto, do ponto de vista de Tamimi, deixou de ser um cidadão Britânico.

Somos Muçulmanos na Europa, não Muçulmanos Europeus

Dito pelo Dr. Azzam Tamimi diante de 8.000 pessoas na convenção ExpoIslamia em Manchester, com direito a urros e aplausos frenéticos.

Portanto, Masood era um Muçulmano no Reino Unido e não um Muçulmano Britânico, de acordo com Tamimi.

Criticar a mídia pela enorme cobertura que deu a um suposto — crime comum perpetrado por um cidadão Britânico — demonstra o quanto, uma parte da mídia, desinforma.

Ideias têm consequencias.


 

450 ATAQUES COM ÁCIDO CONTRA MULHERES DESDE 2011 — EM LONDRES

Photo-Cover/Credit: Acid attack victim gives beauty tips in emotional video

Fonte/Source: 450 acid attacks against women since 2011 – in LONDON – Geller Report


Por Tião Cazeiro

Em meu último artigo, — Ataque Com Ácido: Oculto e em Ascensão, — o qual me deixou muito nervoso diante de tanta brutalidade demoníaca, comentei que havia decidido desde o início não expor fotografias de mulheres ou meninas deformadas pela violencia Muçulmana sem limite em várias partes do mundo entre outros. Disse também que poderia estar errado, mas era o que eu sentia no momento. Entretanto, pensando com calma, depois da tempestade, compreendi e resolvi seguir a Pamela Geller.

Nesse artigo, critiquei também a postura da “grande mídia” pelas reportagens superficiais, nunca mostrando a realidade. ou o que está por trás. Pamela Geller não tem medo de charmar uma espada de espada, cita o nome dos perpetradores e ponto final. O artigo a seguir mostra isso. Pamela diz a verdade enquanto a mídia divulga estatísticas e abobrinhas.

Mas a lição é que essa estrema violência precisa ser exposta, inclusive para ajudar as vítimas financeiramente e é o que farei.

E principalmente para que isso não aconteça no Brasil.

Vídeo de Reshma Quereshi destina-se a ensinar espectadores muito mais do que apenas dicas de beleza — e espera aumentar a consciência sobre a frequência horrível de ataques com ácido

Para acessar o vídeo da Indiana Reshma Quereshi clique neste link: Acid attack victim gives beauty tips in emotional video

Para as pessoas interessadas em fazer doações recomendo o site da Índia:  The world’s first job portal for acid attack survivors. #SkillsNotScars — makelovenotscars.org

Este vídeo faz parte da campnha  makelovenotscars.org mencionado acima. Vídeo legendado em Inglês. Infelizmente não tenho como traduzi-lo.


450 ATAQUES COM ÁCIDO CONTRA MULHERES DESDE 2011 — EM LONDRES

Por Pamela Geller 

17 de Março de 2017

Como observei hoje cedo, os ataques com ácido são uma marca registrada de homens Muçulmanos irados do Paquistão, onde mulheres foram desfiguradas em ataques com ácido por crimes como rejeitar uma proposta de casamento ou ser estuprada. Agora tem havido uma onda de tais ataques em Berlim. Sete em cada dez vítimas em Londres são do sexo masculino, em crimes relacionados à gangues. Mas que deixam 30%, ou 450 vítimas do sexo feminino. Isto é, sem dúvida, uma consequência da Islamização da Grã-Bretanha.

Houve 450 Ataques Com Ácido Desde 2011 Em… Londres“, por Christine Rousselle, Townhall, 16 de março de 2017 (Agradecimentos à The Religion of Peace):

Os números são de cair o queixo. Anunciados no início desta semana, mostram que houve 1.500 ataques com ácido em Londres de 2011 a 2016. E o que é mais perturbador, a frequência de ataques parece estar aumentando — 2016 por si só representaram 431 ataques em comparação com 261 em 2015. Ao todo no Reino Unido, esses ataques aumentaram 50% na última década.

Ao contrário do resto do mundo, onde as vítimas de ataques com ácido são principalmente mulheres, estima-se que 7 a cada 10 vítimas de ataques com ácido em Londres sejam do sexo masculino. Acredita-se que estejam conectados com a atividade de gangues. Um ex-membro da uma gangue disse que os ataques com ácido tornaram-se “aceitáveis” devido à facilidade de adquirir os componentes necessários para criar a arma.

Jaf Shah, diretor executivo do grupo de apoio Acid Survivors Trust International (ASTI), disse ao Guardian: “Olhando para os dados em geral, há uma probabilidade bastante grande de que uma alta porcentagem dos incidentes são os ataques do macho-em-macho E com maior probabilidade de estarem relacionados com gangues ….

Pamela Geller é Presidente da American Freedom Defense Initiative (AFDI), editora de PamelaGeller.com e autora de The Post-American Presidency: A Guerra de Obama na América e Parar a Islamização da América: Um Guia Prático para a Resistência.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis