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A Capital Judaica Prestes A Votar No Partido Trabalhista

Fonte/Source: The UK’s Jewish capital is about to vote for Jeremy Corbyn’s Labour Party


Um execelente artigo para você compreender como as forças políticas estão se movimentando em Londres. É uma ótima aula, independentemente do seu posicionamento político. 


A Capital Judaica Do Reino Unido Está Prestes A Votar No Partido Trabalhista De Jeremy Corbyn

Por

Nota: Caso queira assistir ao vídeo com Ken Livingstone defendendo o Nazismo em entrevista realizada no metrô de Londres clique no link. Por razões técnicas não é possível abrir este vídeo nesta plataforma: Ken Livingstone defends Nazi comments in tube interview

    • Mais Judeus do Reino Unido vivem em Barnet do que em qualquer outro lugar.
    • O bairro provavelmente elegerá um conselho Trabalhista pela primeira vez na história.
    • Em 2017, o Partido Trabalhista foi perseguido por reivindicações de antissemitismo.

As previsões de um banho de sangue nos Conservadores de Theresa May nas eleições do conselho de Londres em Maio incluem a probabilidade de Barnet, local do antigo distrito eleitoral de Margaret Thatcher, se tornar vermelho pela primeira vez desde a sua formação em 1965.

Mas outra característica interessante da ascendência do Partido Trabalhista nesse bairro do norte de Londres, é que lá moram mais Judeus do que em qualquer outra área do governo local no Reino Unido. Uma vitória em Barnet poderia ser uma conquista simbólica para o partido de Jeremy Corbyn, que foi arruinado por uma série de controvérsias de natureza antissemítica nos últimos anos.

O município quase sempre elegeu deputados do Partido Conservador (Tory), e o conselho sempre foi controlado pelos Conservadores, exceto por oito anos, quando ainda era o maior partido, mas formou uma oposição à coalizão Trabalhista/ Liberal Democrata.

Mas agora os Conservadores estão se preparando para perder em Barnet, de acordo com Lord Hayward, um analista político, que falou ao Evening Standard.

E isso vai contra o pano de fundo das repetidas alegações de antissemitismo pela Momentum, a rede de campanha e máquina de apoio de Jeremy Corbyn. Sem mencionar as controvérsias de alta visibilidade em 2016, quando o amigo de Corbyn, Ken Livingstone, insistiu publicamente que Adolf Hitler era Sionista, e o deputado de Bradford, Naz Shah, foi suspenso depois de sugerir no Facebook que Israel deveria ser “deslocado” para os EUA.

Então, como essa nuvem de acusações antissemitas pode carregar os 14% dos 360 mil habitantes Judeus de Barnet?

“Isso afeta as pessoas”, disse Barrow Rawlings, o líder Trabalhista de Barnet, à IBTimes Reino Unido.

“Existem pessoas preocupadas com o antissemitismo que podem não votar [no partido Trabalhista] nacionalmente até terem visto o partido Trabalhista nacional tomando mais ações — mas isso não é necessariamente refletido localmente onde os Judeus estão mais envolvidos politicamente em todas as partes.

“Barnet é peculiar”, acrescentou. “Barnet Momentum [a base propensa da campanha de Corbyn] foi possivelmente a única filial da Momentum que pedia que Ken Livingstone fosse expulso da festa.”

Embora existam muitos Judeus membros do Partido Trabalhista de cima a baixo no país, a demografia impõe que sua presença seja sentida mais fortemente em Barnet. Na verdade, o Rabino Danny Rich, Chefe Executivo do Judaísmo Liberal, estará representando o distrito de West Finchley para o partido local em Maio.

Em Junho de 2016, uma comissária de Corbyn, Shami Chakrabarti, conduziu uma investigação sobre acusações de antissemitismo dentro do partido Trabalhista, concluindo que o partido não estava “invadido pelo antissemitismo, Islamofobia ou outras formas de racismo“, enquanto reconhecia uma “atmosfera ocasionalmente tóxica.”

As revelações de Chakrabati foram recebidas com indiferença por setores da comunidade Judaica. E houve raiva genuína quando ela foi nomeada para a Câmara dos Lordes por Jeremy Corbyn um mês depois. Marie van der Zyl, vice-presidente do principal órgão do Reino Unido que representa os Judeus, chamou isso de “dissimulação por causa do escândalo de título de nobreza”.

O movimento trabalhista Judaico foi convidado a contribuir com essa história.

Comunidades Judaicas em Londres em Proporção à população

london map religion jewish
London boroughs and their Jewish populations (source: London Assembly) Josh Robbins

A Oportunidade do Partido Trabalhista em Londres

O Evening Standard reportou Lord Hayward dizendo que os Tories poderiam perder quatro de seus nove bairros Londrinos em Maio. Estão perdendo suas heranças tradicionais nos bairros periféricos.

“Lugares como Barnet estão se tornando mais Londrinos e menos Condados Domésticos”, disse Rawlings, antes de citar um recente estudo da Shelter, que afirmou que havia mais pobreza infantil na periferia de Londres do que no centro.

Como membro dessa espécie cada vez mais rara — um Londrino nascido em Londres — Rawlings vinha observando a mudança da cidade enquanto fazia sua própria homenagem particular à tradição, tornando-se um conselheiro Trabalhista de terceira geração, seguindo os passos do pai e do avô.

Mesmo antes do resultado do referendo sobre o Brexit, a estrela do Partido Trabalhista estava aumentando em Barnet: o partido conquistou 30 dos 63 assentos nas eleições locais de 2014, quase arruinando o poder dos Tories.

A confirmação de que a maré estava virando na capital chegou em Maio de 2016 com Sadiq Khan castigando severamente Zac Goldsmith nas eleições para Prefeito de Londres.

Rawlings elogiou o resultado por provar que: “Londres está madura o suficiente para eleger um membro da classe trabalhadora, um prefeito Muçulmano; confiante o suficiente para aceitar que ser um Londrino pode significar muitas coisas diferentes.”

Zac Goldsmith Sadiq Khan
Sadiq Khan (right) trounced Zac Goldsmith (left) in the London Mayoral elections Getty

Acrescente a essa maré, o desgosto da capital por ser arrastada para fora da União Europeia pelas províncias, juntamente com a coalescência na mente das pessoas com relação à marca Brexit e Tory, não é surpresa que os três deputados azuis (Conservadores) de Barnet tiveram resultados parecidos na eleição geral de 2017. A ex-ministra Theresa Villiers viu a sua maioria reduzida de mais de 7.500 para 353.

As conjecturas de Rawlings de que o cheiro do antissemitismo em torno do Partido nacional “pode ​​ser a razão pela qual temos três Conservadores marginais [vitórias] em vez de três Trabalhistas.”

Porém, olhando à frente até Maio, o partido Trabalhista de Barnet está tentando lidar com a expectativa de que vencerá no bairro pela primeira vez em mais de 60 anos de tentativas.

Rawlings acredita que as promessas em torno da habitação, policiamento, meio ambiente e as Artes irão conquistar os eleitores locais, independentemente de raça ou religião, embora exista o cuidado com a expectativa de que o Partido Trabalhista triunfará e alertará contra a complacência.

“Estamos numa boa posição, mas ainda não ganhamos”, disse ele. “Você não ganha até o dia e tudo pode acontecer.”

“Eu quero que Barnet se sinta como um lugar otimista — estou ansioso.”


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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O SONHO DO CALIFADO ACABOU, POR ENQUANTO

Fonte/Source: Robert Spencer in FrontPage: ISIS: The Caliphate Dream Is Over


Robert Spencer: ISIS: O Sonho do Califado Acabou

Por ROBERT SPENCER

13 de Dezembro de 2017

Mas a matança não. Meu mais recente artigo no FrontPage:

Primeiro-Ministro Iraquiano, Haider al-Abadi,

O califado está morto.

No Sábado passado, o Primeiro-Ministro Iraquiano, Haider al-Abadi, anunciou que o Estado Islâmico (ISIS) tinha sido expulso do Iraque:

Hoje, nossas tropas conseguiram limpar as ilhas de Nínive e Anbar por completo, e elas (as forças) estão agora controlando completamente as fronteiras Iraquianas-Sírias. Essas vitórias não são apenas para os Iraquianos, embora os próprios Iraquianos tenham alcançado tais vitórias com seus sacrifícios. Mas as vitórias são para todos os Árabes, Muçulmanos e o mundo… Iraquianos honoráveis, sua terra foi completamente liberada … A bandeira do Iraque está tremulando alto hoje em todo o território Iraquiano e no ponto mais distante da fronteira.

Com isso, o principal pedido do Estado Islâmico sobre a fidelidade dos Muçulmanos em todo o mundo e a razão pela qual foi capaz de atrair 30 mil Muçulmanos de 100 países para o Iraque e a Síria para se juntar a ele, desapareceu.

Em 29 de Junho de 2014, o grupo que até então chamou a si mesmo de Estado Islâmico do Iraque e Levante, ou Shams em Árabe (daí os acrônimos sinônimos ISIL e ISIS) anunciou que estava formando um novo califado — o único governo unificado de todos os Muçulmanos, de acordo com o pensamento Muçulmano Sunita — e, em seguida, deixaria cair a segunda metade do seu nome e se chamaria simplesmente o Estado Islâmico.

Essa reivindicação para constituir um novo califado tornou-se a base do seu apelo aos Muçulmanos em todo o mundo, que viajaram em números sem precedentes ao Iraque, a Síria e a Líbia para se juntar ao grupo. Uma vez que declarado o novo califado, o Estado Islâmico rapidamente começou a consolidar seu poder sobre as grandes extensões do Iraque e da Síria que controlava — em seu apogeu, uma área maior do que o Reino Unido, com uma população de oito milhões de pessoas. Desconsiderando alegremente a unanime condenação mundial de suas pretensões para com o mundo, prosseguiu montando os adornos de um estado: moeda, passaportes e similares. O controle dos poços de petróleo no Iraque rapidamente lhe deu uma fonte de riqueza estável e importante. Organizaram uma força policial, montaram um exército de mais de 100 mil guerreiros e se tornaram o grupo terrorista jihadista mais rico do mundo (e o mais bem equipado).

A incapacidade ou a falta de vontade do mundo para esmagar esse estado desonesto em 2014, 2015 e 2016 permitiu a criação do califado. O califado na teologia Islâmica é a nação Islâmica, incorporando a unidade supranacional da comunidade Muçulmana em todo o mundo sob um único líder, o califa ou “sucessor” — ou seja, o sucessor de Muhammad como o líder espiritual, político e militar dos Muçulmanos.

O califa é considerado o símbolo e o centro da unidade dos Muçulmanos em todo o mundo. Na teologia Islâmica tradicional, os Muçulmanos em todo o mundo constituem uma única comunidade (umma), e legitimamente são cidadãos do califado Islâmico. O califa, como sucessor de Muhammad, é a única autoridade terrena a quem os Muçulmanos devem obediência.

Em ‘A Confiança do Viajante’, um manual da lei Islâmica que a prestigiada e influente universidade Islâmica do Cairo, Al-Azhar (onde Barack Obama fez seu discurso de divulgação ao mundo Islâmico em Junho de 2009) certifica como em conformidade com “a prática e a fé da comunidade Sunita ortodoxa” explica ainda por que o califado é tão fundamental para os Muçulmanos em todo o mundo (ou pelo menos para os Sunitas, que representam de oitenta e cinco a noventa por cento dos Muçulmanos do mundo; os Xiitas têm uma idéia muito diferente da autoridade dentro da comunidade Muçulmana ).

O califado, segundo o manual da Sharia, é “obrigatório per se e a pré-condição necessária para centenas de decisões… estabelecidas por Alá, o Altíssimo, para governar e orientar a vida da comunidade Islâmica”. Ele cita o estudioso Islâmico Abul Hasan Mawardi explicando que o papel do califa é “preservar a religião e administrar esses assuntos mundanos”.

O califado é uma “obrigação comunal”, segundo ‘A Confiança do Viajante’, “porque a comunidade Islâmica precisa de um governante para defender a religião, defender a suna, socorrer os oprimidos dos opressores, cumprir os direitos e os recuperar para quem eles pertencem.” A suna “é o que é estabelecido pelo Alcorão e o exemplo de Muhammad como prática aceitável para os Muçulmanos.

E mais, apenas o califa está autorizado a declarar a jihad ofensiva. ‘A Confiança do Viajante’ declara que o califa “faz guerra aos Judeus, aos Cristãos e aos Zoroastrianos… até que se tornem Muçulmanos ou (os não-Muçulmanos) terão que pagar o imposto de proteção”.

Essa jihad é uma obrigação para a comunidade Muçulmana como um todo, da qual os Muçulmanos individuais são perdoados se outros Muçulmanos a estiverem executando. Mas a jihad torna-se uma obrigação para cada Muçulmano quando uma terra Muçulmana é atacada — isso é uma jihad defensiva e não requer califa. Todas as jihads, portanto, desde 1924, até o 11 de Setembro, foram classificadas como defensivas, e seus perpetradores e defensores as justificam referenciando uma longa lista de ressentimentos. Entretanto, uma vez que um califa esteja no poder, nenhuma justificação é necessária: o califa é obrigado a declarar a jihad — e, portanto, os não-Muçulmanos podem esperar que com a chegada do califado do Estado Islâmico, haverá ainda mais jihad do que já houve.

Os jihadistas do Estado Islâmico persuadidos e treinados em batalhas continuarão cometendo assassinatos jihadistas em massa nos países Ocidentais, e estes idiotamente os têm deixado retornar. Mas a reivindicação sobre os Muçulmanos ao redor do mundo foi repudiada sem dúvida pela vitória do Exército Iraquiano. O sonho do califado acabou. Por enquanto.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

JERUSALÉM EM 1862: NEM MESQUITAS, NEM PALESTINOS…

Fonte/Source: JERUSALÉM EM 1862: NEM MESQUITAS NEM PALESTINIANOS…
Via Pegida Portugal / Facebook


Por Tião Cazeiro

Robert Spencer, diretor da Jihad Watch, em seu artigo “FÚRIA ÁRABE SOBRE JERUSALÉM É TEATRO ISLÂMICO“, descreve claramente a influência do Mufti de Jerusalém, Hajj Amin al-Husseini Yasir e cita Arafat e a KGB, na fictícia reivindicação Islâmica de Jerusalém.

O artigo (na íntegra) a seguir confirma essa narrativa.


SHALOM ISRAEL
JERUSALÉM EM 1862: NEM MESQUITAS, NEM PALESTINIANOS...

Por shalom-israel.blogspot

 Publicado originalmente em 2 de Marco de 2016

JERUSALÉM vista do Monte das Oliveiras, em Abril de 1862
Uma nova exposição fotográfica em Londres exibe a jornada fotográfica realizada pelo Príncipe de Gales (mais tarde Rei Eduardo VII) no ano 1862, durante 4 meses, nas regiões do Médio Oriente.

E, tal como se esperaria, nenhuns sinais de mesquitas ou de presença activa de “palestinianos” foram traçados naquela jornada, contrariando o mito inventado pelos palestinianos da sua “sempre presença” naquela Terra, com o simples objectivo de justificar a “luta armada” contra os “ocupantes judeus” e cativar as ajudas internacionais.

JERUSALÉM em 1862 – Jardim do Getsemane
Contrariando a tese palestiniana que defende a alegada presença de 1 milhão de “palestinianos”, este documento fotográfico revela a quase inexistência de mesquitas há 150 anos atrás em Jerusalém. A única excepção era na altura o Domo da Rocha, que no entanto sempre se mostra vazia em todas as fotos tiradas nos anos 1800 e no início dos 1900. O Domo da Rocha foi construído originalmente como uma sinagoga judaica, tendo posteriormente sido convertida numa catedral cristã, tendo depois sido conquistada e ocupada pelos muçulmanos que a converteram em mesquita.
DOMO DA ROCHA, Jerusalém, em 1875
Toda a argumentação palestiniana não passa de uma fabricação e de uma grosseira distorção da realidade dos factos.
Os “palestinianos” são uma fabricação ordenada e construída pelo “Grand Mufti Haj Husseini (1889 – 1974), com a invasão em massa de árabes oriundos do Egipto e da Arábia Saudita com o objectivo de fazerem jihad contra os judeus. Os terroristas egípcios ficaram confinados em Gaza, enquanto que os sauditas ocuparam a região da Judéia e da Samaria.
Toda a alegação de que os “palestinianos” perderam terras com a “ocupação judaica” não passa de uma vergonhosa e orquestrada mentira, uma vez que essa gente nem sequer é oriunda daquela terra…
É importante também assinalar que logo que Israel foi declarado como terra a devolver aos judeus, em 1917, durante o mandato britânico, os muçulmanos começaram imediatamente a aparecer de todas as terras árabes à volta com o propósito de matar os judeus. Os primeiros conflitos dos tempos modernos em Israel foram assim iniciados pelos árabes muçulmanos.
Foi nessa altura que, numa atitude dúbia e traiçoeira, as autoridades britânicas começaram a estancar o fluxo de judeus que queriam voltar à sua terra prometida, não impedindo entretanto os árabes de se multiplicarem numa terra que não era originalmente deles. Logo a população árabe se tornou maior que a judaica, não por razões naturais, mas pela verdadeira invasão e ocupação por parte dos árabes muçulmanos consentida pelos ingleses.
Conclui-se que os verdadeiros “ocupantes” da Terra de Israel são realmente os árabes muçulmanos que para ali foram a partir de 1917…
Judeus orando junto ao Muro – 1870
As fotografias patentes nesta exposição realizada no palácio de Buckingham,na galeria da raínha, foram tiradas por Francis Bedford (1815 – 1894), o primeiro fotógrafo na História a acompanhar uma viagem da realeza europeia, numa época de grande esplendor do império britânico.

Shalom, Israel!


57 Líderes Muçulmanos Enviam Carta ao Trump…

Fonte/Source: 57 Muslim leaders send letter to Trump warning him not to move U.S embassy to Jerusalem


Tradução do Twitter acima:

Desde o século X a.C., séculos antes de Muhammad conjurar seu grande esquema, Jerusalém era a cidade mais sagrada, foco e centro espiritual dos Judeus. Jerusalém nem sequer é mencionada no Alcorão


57 Líderes Muçulmanos Enviam Carta ao Trump Alertando Para Não Transferir A Embaixada Dos EUA Para Jerusalém

Por Pamela Geller

5 de Dezembro de 2017


Ódio Islâmico ao Judeu — é o dogma central do Islã.

A Organização para a Cooperação Islâmica (OCI), 56 países mais a Autoridade Palestiniana, estão muitíssimo por trás dessa jihad contra os Judeus.

A OCI é uma das maiores organizações intergovernamentais do mundo. Abrange 56 estados Muçulmanos mais a Autoridade Palestiniana.

Distribuído em quatro continentes, afirma falar em nome da ummah (a comunidade Muçulmana universal), que totaliza cerca de 1,3 bilhão. A missão da OCI é unir todos os Muçulmanos do planeta enraizando-os no Alcorão e Suna — o núcleo da civilização e dos valores Islâmicos tradicionais.

Visa fortalecer a solidariedade e a cooperação entre todos os seus membros, a fim de proteger os interesses dos Muçulmanos em todos os lugares e galvanizar a ummah num corpo unificado. A OIC é uma organização única — que não tem equivalente no mundo. Ela une a força religiosa, econômica, militar e política de 56 estados. — (Bat Ye’or)

ABBAS PEDE AOS LÍDERES MUNDIAIS PARA EVITAREM O PLANO TRUMP

Jerusalém Online, 5 de Dezembro de 2017 (Agradecimentos ao Mark):

O Presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, contatou o Papa e uma série de outros líderes mundiais, incluindo o Presidente Russo, Vladimir Putin, solicitando para que intervenham e impeçam os EUA de transferirem sua embaixada para Jerusalém. Enquanto isso, o Rei de Marrocos enviou uma carta ao Trump assinada por 57 países Árabes e Muçulmanos alertando sobre as consequências do movimento.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Netanyahu: Irã e o “Compromisso Implacável de Assassinar Judeus”

Fonte/Source: PM likens Iran to Nazi Germany in its ‘commitment to murder Jews’


Netanyahu: O Irã Compartilha com os Nazistas da Alemanha o “Compromisso Implacável de Assassinar Judeus”

 Por Raphael Ahrencorrespondente diplomático do The Times of Israel

 4 de Dezembro de 2017

Porém, falando ao Fórum Saban, Netanyahu diz que Israel será o “primeiro da fila” para restaurar os laços com o Irã assim que o regime do Ayatollah Khamenei cair.

O Primeiro-Ministro Benjamin Netanyahu no Domingo comparou o Irã à Alemanha Nazista, apontando para o Irã e o acusando pelo “compromisso implacável para assassinar Judeus”. Ao mesmo tempo, Netanyahu disse que Israel seria o primeiro país a restabelecer relações com o Irã quando o regime do aiatolá Ali Khamenei cair.

Transmitido em vídeo para o Fórum Saban do Brookings Institute em Washington, Netanyahu referiu-se ao Príncipe Saudita e Ministro da Defesa, Mohammed Bin Salman, chamando o líder supremo do Irã, de “o novo Hitler do Oriente Médio“, o qual precisa ser impedido.

“Obviamente, existem algumas diferenças importantes entre a Alemanha Nazista e a República Islâmica do Irã”, disse Netanyahu. “Mas ambos os regimes têm duas coisas importantes em comum. Primeiro, um compromisso implacável de impor a tirania e o terror. E em segundo lugar, um compromisso implacável para assassinar Judeus”.

Há cerca de 20 mil Judeus atualmente vivendo no Irã.

Netanyahu continuou falando sobre um novo livro que está lendo a respeito da Segunda Guerra Mundial, que condena as chamadas políticas de apaziguamento dos políticos Britânicos que acreditavam que Hitler não era uma ameaça como se dizia.

“Hipocrisia”, Netanyahu citou o autor do livro, Victor Davis Hanson, “é o leite materno da tirania”.

“Tenho certeza de que muitos de vocês ouviram o eloquente e persuasivo Ministro das Relações Exteriores do Irã, explicando com encanto que o Irã é um poder moderno. E que não guarda ódio contra ninguém. Certo”, disse Netanyahu sarcasticamente.

Dirigindo-se a Mohammad Zarif diretamente, disse que Zarif deveria contar isso aos jornalistas torturados e aos estudantes baleados nas ruas do Irã, “centenas de milhares” mortos pelas proxies Iranianas na Síria, incluindo Judeus na Argentina, cujos entes queridos foram mortos por terroristas Iranianos, e aos Israelenses que são “rotineiramente condenados à aniquilação pelos líderes fanáticos do Irã”.

“Eu falei tantas vezes sobre o Irã porque li a história”, continuou Netanyahu. “Quando os tiranos pedem a destruição do meu povo, eu acredito neles. Não me dou ao luxo de ignorar as ameaças de genocídio”.

O Primeiro-Ministro continuou comentando sobre a política de Israel de não permitir que o Irã adquira armas nucleares e se entrincheire militarmente na Síria. O acordo nuclear do Irã de 2015, conhecido como Plano Integrado de Ação Conjunta, permitirá que Teerã produza um arsenal de armas nucleares dentro de uma década, disse ele.

“O Presidente [dos EUA] Trump criou uma oportunidade para corrigir as grandes falhas do JCPOA.  Exorto a todos, da comunidade política, para ajudar aos que estão no comando das capitais da Europa e no Capitólio para aproveitar esta oportunidade”, afirmou.

“Meus amigos, um dia o regime Iraniano irá cair. Mães e pais Iranianos se alegrarão nas ruas. Israel será o primeiro da fila para reatar as relações e reconstruir nossa parceria”, continuou. “Esse é apenas um dos motivos por estar tão esperançoso quanto ao nosso futuro. Hoje Israel é muito mais bem-vindo do que antes pelas nações do mundo. Nossa economia está crescendo. Nossas relações estrangeiras estão florescendo. Nosso exército está mais poderoso do que nunca”.

Netanyahu acrescentou: “Quando olho para frente, 50 ou 100 anos, acredito que Israel será abraçado por seus vizinhos Árabes abertamente e não em segredo, como é feito hoje”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Robert Spencer: Por Que Judeus e Cristãos Precisam Se Unir Contra a Jihad Global

Photo/Cover:  worldmediamonitoring.com

Fonte/Source: Robert Spencer: Why Jews and Christians Must Unite In Defense Against the Global Jihad


Robert Spencer: Por Que Judeus e Cristãos Precisam Se Unir Contra a Jihad Global

Por Robert Spencer

1 de Março de 2013 (Reeditado em 21/11/17)


Ao longo do Atlas Shrugs (website da ativista Pamela Geller), expliquei por que Judeus e Cristãos (e todas as outras) precisam se unir em defesa da liberdade contra a jihad global e a supremacia Islâmica. Que é também o tema do meu breve discurso no vídeo acima, realizado no último Domingo em Santa Mônica, Califórnia, na Festa de Purim da Coalizão Criativa Sionista.

Domingo à noite em Los Angeles, tive a grande honra de receber o Prêmio Shushan como Righteous Gentile (vide nota abaixo) pela Coalizão Criativa Sionista, um novo grupo digno de nota e dedicado a defesa de Israel. Num momento em que a esquerda Cristã corre para imitar o zeitgeist (tr., espírito de época, espírito do tempo ou sinal dos tempos) condenando Israel e iniciando, ao estilo Nazista, boicotes aos interesses Judaicos, é útil recordar por que uma aliança Judaico-Cristã pode ser essencial nesse momento para a sobrevivência do mundo livre.

Nota do blog:  Definição de Righteous Gentile (The Righteous Among The Nations) — Pessoas não-Judias que, durante o Holocausto, arriscaram suas vidas para salvar Judeus da perseguição Nazista. De acordo com Paul Schnee: Na verdade, Robert Spencer tem sido muito bem-sucedido conscientizando os Estados Unidos sobre o verdadeiro significado e a agenda dos praticantes da “religião de paz”, Islã. Tanto que agora vive em local sigiloso.

A história da relação do Cristianismo com o Judaísmo, é marcada por inúmeros incidentes por antagonismo e coisas piores. Leia as histórias da Europa Medieval Católica e da Rússia Ortodoxa sob os czares, me faz sentir vergonha, por dividir a mesma fé com os perseguidores; ao mesmo tempo, enquanto a Igreja Católica e outros membros Cristãos têm no nível mais alto nível rejeitado o antissemitismo e as interpretações do Novo Testamento que sustentam isso, o antissemitismo Islâmico continua profundamente enraizado no Alcorão e na Suna, e nenhuma autoridade Islâmica mostra qualquer inclinação para reexaminar o tema.

Além disso, o Islã visualiza o mesmo destino para ambos Judeus e Cristãos. A lei Islâmica designa para ambos o status de dhimmi: a subjugação institucionalizada que o Alcorão determina ao “Povo do Livro” (cf. 9:29). Os dhimmis são proibidos de ter autoridade sobre os Muçulmanos, portanto são relegados aos serviços mais subalternos da sociedade; são proibidos de construir novas casas para o culto ou reparar as antigas, consequentemente as suas comunidades estarão sempre em perpetuo estado de declínio; precisam se submeter a inúmeras outras humilhações e regulamentos discriminatórios,  e acima de tudo, pagar a jizya, — o imposto que o Alcorão prescreve como a mais viva manifestação de submissão às regras Muçulmanas impostas aos não-Muçulmanos.

Os patrões Muçulmanos dos dhimmis ao longo da história, trabalharam semeando o antagonismo entre os vários grupos de dhimmis, para assegurar que jamais se organizem contra seus opressores. Um exemplo moderno disso aconteceu em 2007, quando Ingrid Mattson que na ocasião era a Presidente da Sociedade Islâmica da América do Norte. Este grupo, que tinha admitido ligações com o Hamas e a Irmandade Muçulmana, disse numa palestra na Kennedy School of Government em Harvard, que os ‘direitistas Cristãos são aliados muito perigosos dos Judeus Americanos, porque eles [os Cristãos] são realmente antissemitas. Eles não gostam de Judeus.

Mattson não mencionou que o próprio livro sagrado dela (o Alcorão), afirma que Alá transformou os Judeus em macacos e porcos (2:63-65; 5:59-60; 7:166), e designa Judeus como “os mais veementes em hostilidade da humanidade para com aqueles que acreditam” (5:82), ou diz que estão sob a maldição de Alá (9:30), ou devem ser combatidos e subjugados (9:29).  Ela também sequer se dignou a observar que o Novo Testamento, ao mesmo tempo que contém passagens que foram usadas para justificar o antissemitismo (embora nenhuma dessas passagens prescreva ou justifique qualquer violência) não possui nenhuma¦veemente hostilidade.

O que Mattson estava tentando fazer não era advertir os Judeus sobre uma ameaça real por pura bondade do seu coração, mas para semear a discórdia entre as duas comunidades visadas pelos jihadistas, de forma a afastar a formação de uma frente unida. E Mattson é uma entre muitas, e seus esforços estão funcionando demasiadamente bem: alguns Cristãos estão tratando os Judeus hoje em dia, com um renovado antissemitismo disfarçado de indignação moral contra Israel, e alguns Judeus vêem os Cristãos com tanta suspeita que acabam não enxergando um genuíno aliado.

Tudo isso faz com que uma frente unida se torne ainda mais necessária. A pioneira historiadora Bat Ye’or tem enfatizado isso em seus escritos, e defendendo recentemente o seu ponto de vista, é a prova concreta de que o imperativo Islâmico de subjugar Judeus e Cristãos como dhimmis não é (como alegam frequentemente os apologistas Islâmicos hoje em dia) uma relíquia de um passado distante, para nunca mais ser revivido; ao contrário, Muçulmanos da Bósnia, Egito, Síria e Paquistão vêm nos últimos anos pedindo a sua reimposição.

Os elementos da lei Islâmica que pedem a jihad contra Judeus e Cristãos de modo a subjugá-los sob a lei Sharia ainda estão vivos e formam uma grande parte dessa lei; elas não foram reformadas ou rejeitadas.

Judeus e Cristãos têm uma Escritura em comum e, de várias maneiras, uma perspectiva comum. Nós somos os filhos e herdeiros da maior civilização que o mundo conheceu.

E hoje, se não nos unirmos, seguramente seremos pendurados separadamente.


Tradução: Tião Cazeiro – Muhammad e os Sufis

Israel Não Está No Oriente Médio

Fonte/Source: Israel Isn’t in the Middle East


Israel Não Está No Oriente Médio

Por Daniel Greenfield

23 de Maio de 2017

FrontPage Magazine

A mídia fake news decidiu cobrir a visita do Presidente Trump exclusivamente em termos de…

  1.  A mão de Melania

  2. Trump afirmando que voltou do Oriente Médio enquanto estava em Israel

As questões envolvendo Arábia Saudita e Israel não importam. Só o sarcasmo superficial é que vale. Todos “sabem” que Israel está no Oriente Médio, desde os anfitriões de talk shows noturnos até os seus colegas de mídia igualmente bem informados.

Exceto que em sua definição original, Israel não está no Oriente Médio. O termo tem sido usado para incluir vários grupos de países. Num extremo, englobaria o Afeganistão. No outro, um território muito menor perto da Índia.

A mídia irônica, na expectativa de mostrar a ignorância do Presidente Trump, só consegue exibir a si mesma.

Mas o presidente Trump estava falando emocionalmente e culturalmente. Israel não está no mesmo espaço cultural da Arábia Saudita. O grande líder Sionista Jabotinsky falou do Sionismo como um movimento para “expandir as fronteiras da Europa até o Eufrates”.

Isso é um pouco simplista. Mas Israel é fundamentalmente diferente de grande parte de uma região em que a civilização foi invadida e destruída por ondas de invasores Muçulmanos. Israel tem uma posição geográfica. Mas culturalmente é a única nação que ainda engloba uma civilização baseada em sua população nativa, ao invés dos invasores Muçulmanos Árabes que destruíram a civilização em todo o Oriente Médio.

Israel é o que o Oriente Médio deveria ser. A Arábia Saudita, de onde Trump tinha chegado, é o que o Oriente Médio é muitas vezes.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Professor de Georgetown, Jonathan Brown, Promove “Discriminação Religiosa” Contra Judeus

Fonte/Source: Georgetown professor Jonathan Brown promotes “religious discrimination” against Jews


Professor de Georgetown, Jonathan Brown, Promove  “Discriminação Religiosa” Contra Judeus

Por PAMELA GELLER

18 de Maio de 2017

A radicalização dos colégios e universidades da nossa nação continua em ritmo acelerado. A propaganda antissemita, de extrema esquerda, já está institucionalizada no meio acadêmico. A retórica mais repulsiva está sancionada sob a aparência de “liberdade de expressão”, enquanto vozes corajosas pela liberdade estão na lista negra. Eu e meus colegas fomos proibidos de falar, na maior parte. E nos raros momentos em que somos convidados, surge um pandemônio violento e cruel. Robert Spencer na Universidade de Buffalo, Milo em Berkeley ou a minha palestra no Brooklyn College demonstram o que enfrentamos. E, no entanto, Linda Sarsour, uma ativista terrorista pró-jihad e cruelmente antissemita, foi convidada para discursar na inauguração da CUNY (Universidade da Cidade de New York), onde estaremos protestando no dia 25 de Maio.

Professor Jonathan Brown é publicamente conhecido pelo seu ódio aos Judeus, com uma longa história de agitação antissemita. Sua esposa é filha do líder Palestino da Jihad Islâmica Sami al-Arian.

“Professor de Georgetown, Jonathan Brown, promove amplo comício pela ‘discriminação religiosa’ contra os Judeus”, Canary Mission, 18 de Maio de 2017:

Jonathan Brown [Jonathan A.C. Brown] demonizou os Judeus Israelenses e o Judaísmo. Sugeriu que o conflito Palestino-Israelense poderia ser resolvido se os “Judeus em Israel” apenas fossem informados de que “não estão autorizados a tomar as coisas que não lhes pertencem”.

Em Fevereiro de 2017, Brown se viu envolvido em controvérsias depois de ser acusado de apoiar o sexo não-consensual e a escravidão nos primórdios do Islã. O incidente é detalhado mais adiante neste perfil.

Brown endossou ataques ao movimento de Boicote, Desinvestimento, Sanções (BDS) contra Israel, sob o disfarce de apoio aos “direitos humanos”.

Brown é titular e Professor Associado de Civilização Islâmica na Georgetown University (Georgetown), e Presidente da Alwaleed bin Talal de Civilização Islâmica da Escola de Georgetown de Serviço Exterior (SFS). Brown é também Diretor do Centro Príncipe Alwaleed bin Talal para a Compreensão MuçulmanoCristã da Universidade de Georgetown (CMCU), parte integrante da SFS. O CMCU é conhecido por suas ligações com o governo Saudita.

Brown é genro de Sami Al-Arian, ex-Professor da Universidade do Sul da Flórida (USF), que foi revelado em 2006 como líder da Jihad Islâmica Palestina (PIJ), uma organização terrorista especialmente designada. O governo dos Estados Unidos deportou Al-Arian para a Turquia em 2015. A esposa de Brown, Laila Al-Arian, é produtora sênior da Al-Jazeera.

Demonizando Judeus Israelenses

Em 26 de Fevereiro de 2015, num simpósio multi-denominacional produzido pela Organização de Estudos de Política (PSO) intitulado: “Política Religiosa No Oriente Médio: A Dimensão Religiosa Do Conflito Israel-Palestina” — Brown disse: “O problema é que a criatura político Israelense, o establishment político Israelense, não disse aos Judeus em Israel que eles não têm permissão para tomar as coisas que não lhes pertencem e isto é, eu acho, um problema fundamental… se você puder dizer às pessoas que a sua crença religiosa não lhe dá o direito de tomar as posses de outra pessoa. Ok? Então, se isso fosse estabelecido, acho que mudaria completamente, você sabe, a realidade em 180 graus.”

Promovendo A Segregação Baseada Na Fé

Em 26 de Fevereiro de 2015, no simpósio acima mencionado, Brown sugeriu que os Americanos teriam que superar sua “alergia à idéia de discriminação religiosa” se quisessem prever um fim realista para o conflito entre Israelenses e Palestinos. Brown continuou dizendo que, mesmo no contexto de um Estado democrático totalmente secular, seria “absolutamente desastroso” para os Muçulmanos Palestinos ou Cristãos Palestinos se “um Judeu tivesse permissão” para entrar nos lugares sagrados de outras religiões “e começar a orar no local”. Brown disse que “precisamos aceitar que” Jerusalém pode ter que se tornar uma “cidade muito dividida sob algum tipo de controle internacional ou… externo”.

Mais tarde, Brown destacou a percepção Palestina de estar sendo “invadida” pelos Judeus Israelenses e assumiu como fato que uma “noção clara de fronteiras e separações estáveis” levaria a uma “atmosfera cosmopolita” e ajudaria a “construir confiança”.

No início do simpósio, Brown disse: “não quero dizer que não se trata de uma questão religiosa, porque penso que isso está muito claro — especialmente da perspectiva Judaica e Cristã, — Mas acho que, na verdade, do ponto de vista Árabe/Muçulmano nem tanto.”

Brown argumentou que “se você pudesse simplesmente apagar a religião da mente dos Palestinos, ainda teriam todos os problemas que têm agora” e “o problema ainda não seria resolvido”. Brown também afirmou que a disposição dos fundamentalistas Islâmicos para lutar ao lado dos Árabes seculares contra Israel mostrou que os fundamentos do conflito não eram religiosos.

Brown mais tarde afirmou: Acho que a religião é a superestrutura e as questões não resolvidas sobre controle e usurpação de direitos e terra e poder e direitos— esses são os verdadeiros problemas”.

Apresentando BDS Como Um Dever Muçulmano

Em 4 de Novembro de 2016, num podcast intitulado Congruência Difusa: A Experiência Americana Muçulmana“, Brown insinuou que os Muçulmanos têm a responsabilidade religiosa de promover o BDS. Depois de listar as várias afiliações religiosas, culturais e profissionais de algumas pessoas que apóiam o BDS — destacando especialmente alguns Judeus, — Brown prosseguiu dizendo: “Quem são os que estão indo contra o BDS e o enfraquecendo agora? São os jovens Muçulmanos. Pense nessa desgraça.” (7:20).

Brown fez esses comentários com o intuito de acabar com o projeto de diálogo Judeu-Muçulmano conhecido como a Iniciativa de Liderança Muçulmana (MLI), que foi fundada pelo Imam Abdullah Antepli, o primeiro capelão Muçulmano da Universidade Duke. MLI é um programa educativo para Muçulmanos Americanos para “entenderem por que os Judeus acreditam no que acreditam, como os Judeus vêem sua história, por que os Judeus são tão apegados a esta disputa de terra (Israel) — e assim se envolver melhor com os Judeus Americanos”. Para Antepli, “MLI tem como objetivo colocar os principais Judeus Americanos em conversa com seus homólogos Muçulmanos”.

Brown disse não ter nenhum problema com os jovens Muçulmanos “dialogando” com Judeus ou Sionistas “em qualquer lugar”. No entanto, disse que, uma vez que os organizadores “insistiram” que o programa fosse realizado em Israel, “deveria revelar qual é o verdadeiro objetivo… interromper o boicote, já que estão lá.”

Exigindo Que Israel Entregue o “Poder”

No mesmo podcast, após argumentar que a segregação religiosa é um pré-requisito necessário para confiar na construção, Brown argumentou que a base para o conflito Árabe-Israelense é realmente política, causada por um desequilíbrio de poder e recursos.

Brown argumentou que se um grupo tem “poder armado … recursos e poder internacional” e outro grupo não, então “até que esse desequilíbrio seja corrigido, de alguma forma, não haverá uma solução.” Brown disse que “não pode haver relações pacíficas ou resolver um conflito antiquíssimo a menos que o partido que está no poder se renda — até que você tenha algum tipo de distribuição equitativa.”

Em suas observações de encerramento, Brown respondeu a um pedido em relação à sua solução para a divisão religiosa-psicológica entre as partes. Brown hipotetizou que “teoricamente para um Islamista”, como “alguém da Jihad Islâmica Palestina (PIJ)“, afirmará que seus objetivos religiosos poderiam ser o de “estabelecer um estado Islâmico aqui” e “implementar a Lei Sharia” e “conduzir todos os Judeus para o fundo do mar.”

Desafiando “Liberdade” e “Consentimento”

Em 7 de Fevereiro de 2017, os comentários de Brown numa palestra intitulada “O Islã e o Problema da Escravidão” foram manchetes nacionais. Múltiplos meios de comunicação acusaram Brown de falar a favor da escravidão e do estupro — um afirmação que Brown negou. A controvérsia começou com um post no blog do escritor freelance Umar Lee, que participou da palestra de Brown.

Em 8 de Fevereiro de 2017, foi relatado que Brown tinha ejetado o jornalista conservador Andrew Harrod da sala de aula, antes do início das observações formais de Brown. Brown referenciou a ejeção no início de sua palestra — e ridicularizou publicamente o repórter ejetado.

Abaixo, uma seleção das declarações controversas feitas por Brown durante a palestra e o período de perguntas e respostas que se seguiram:

Em resposta a um questionador que caracterizou a escravidão imposta como um “erro”, Brown disse: “Se você é Muçulmano, o profeta de Deus [sic]… teve escravos. Ele tinha escravos. Não há como negar isso. Você é mais moralmente maduro do que o profeta de Deus? Não, você não é.”

Brown também disse: “A escravidão não pode ser tratada como um mal moral em si mesma, porque ‘escravidão’ não significa nada. O mal moral são formas extremas de privação de direitos e formas extremas de controle e formas extremas de exploração. Eu não acho que seja moralmente mau possuir alguém, porque nós possuímos muitas pessoas ao nosso redor e somos possuídos por pessoas”.

Em 9 de Agosto de 2015 — de acordo com uma captura de tela de 11 de Fevereiro de 2017 no Twitter — Brown disse no Facebook: “Acho que as pessoas têm um monte de coisas misturadas em suas mentes, formando uma espécie de sopa de indignação com a qual não conseguem lidar. Acho que é preciso proceder de maneira ordenada. 1) A escravidão é, em geral, permitida pela lei Islâmica. 2) É muito possível (e de fato aconteceu) declarar que a escravidão não é mais permissível seja devido as falhas consistentes no tratamento de escravos ou da decisão dos governos para o bem comum da comunidade Muçulmana. 3) Mas não é possível dizer que a escravidão seja inerentemente, absolutamente, categoricamente imoral em todos os tempos e lugares, uma vez que foi permitido pelo Alcorão e pelo Profeta. 4) As mulheres escravas não têm uma agência que controle o acesso sexual, para que seu dono possa fazer sexo com elas.”

Explicando Sexo Não Consensual

Durante sua palestra em 7 de Fevereiro de 2017, Brown desafiou os padrões modernos de moralidade que definem os seres humanos como “agentes autônomos” e ditam que “a condição sine qua non do sexo moralmente correto é o consentimento”.

Brown continuou dizendo: “Durante a maior parte da história humana, os seres humanos não pensaram no consentimento como a característica essencial da atividade sexual moralmente correta. E em segundo lugar, nós fetichizamos a ideia de autonomia na medida em que nos esquecemos —novamente, quem é realmente livre? Somos realmente pessoas autônomas? O que significa autonomia?”

Brown então continuou: “Temos essa obsessão com a ideia de autonomia” — e procedemos equiparando a servidão daqueles pressionados à escravidão sexual ou servindo como concubinas aos indivíduos sujeitos à obrigações familiares voluntariamente assumidas, decorrentes do casamento.

Retornando às Declarações Controversas

Em 17 de Fevereiro de 2017, Brown defendeu suas declarações, no Washington Post, afirmando: “Essas pessoas que me criticam não sabem a diferença entre o passado e o presente. A conversa que fiz foi uma descrição histórica.”

Em 16 de Fevereiro de 2017, Brown escreveu um artigo para a revista online Muslim Matters, onde explicou suas declarações. Lá, Brown escreveu: “Como Muçulmano, hoje posso dizer enfaticamente que a escravidão é errada e que o Islã proíbe isso… é fácil para mim dizer isso olhando para trás sobre a escravidão na história Americana, porque nossa escravidão Americana foi uma manifestação de absoluta dominação de um ser humano sobre outro que é, na minha opinião, um erro universal no tempo e no espaço”.

Em 11 de Fevereiro de 2017, Brown tuitou: “O Islã como uma fé e eu como uma pessoa condenamos escravidão, estupro e concubinato”.

BDS

O movimento BDS foi fundado em 2005 por Omar Barghouti e afirma que “trabalha para acabar com o apoio internacional à opressão de Israel contra os Palestinos e pressionar Israel a cumprir o direito internacional”.

As iniciativas do BDS incluem forçar instituições e indivíduos a se desfazerem de empresas afiliadas a Israel, boicotes acadêmicos, manifestações anti-Israel e protestos.

A realização mais notável do movimento foi a infiltração nos campus universitários através de lobby visando as “resoluções do BDS”. Nestes casos, com apoio das filiais universitárias anti-Israel, os governos estudantis se reuniram para votar em alguma forma de boicote — ou desinvestimento em — Israel e entidades afiliadas a Israel. Estas resoluções, embora não obrigatórias, foram aprovadas pelos governos estudantis em vários campus Americanos.

A atividade de BDS é frequentemente agressiva e disruptiva. Observou-se que as universidades que aprovam as resoluções do BDS vêem um aumento acentuado de incidentes antissemitas nos campus. Em 2013, quando o governo estudantil da Universidade da Califórnia Santa Barbara (UCSB) debateram uma resolução do BDS, relatórios emergiram relatando ameaças violentas e gente cuspindo em estudante vestindo um colar com a estrela de David. Como resultado, o governo estudantil optou pela “votação secreta”, a fim de garantir a sua própria segurança.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Rejuvenescer A Economia Europeia: O Papel Das Finanças Islâmicas

Fonte/Source: Rejuvenating the European Economy: The Role of Islamic Finance | The World Financial Review | Empowering communication globally

 Rejuvenescer A Economia Europeia: O Papel Das Finanças Islâmicas

Por Tião Cazeiro

29 de Março de 2017

Tradução: A Sharia dominará o mundo / Muçulmanos, levantem-se e instaurem a Sharia

A ideia aqui é comentar alguns excertos de um artigo escrito em Março de 2016 por Sohail Jaffer e publicado no The World Financial Review

Não se trata de uma análise financeira, e sim de uma comparação do sistema financeiro Islâmico com o pensamento Islâmico contido nos textos sagrados do Islã.

“É inconcebível”, disse ele, “que o pensamento que guardamos como o mais sagrado deva fazer com que toda a umma [Mundo Islâmico] seja uma fonte de ansiedade, perigo, matança e de destruição para o resto do mundo. Impossível!” —Presidente do Egito Al-Sisi: O “Pensamento” Islâmico está “Antagonizando o Mundo Todo”.

O antagonismo Islãmico global é um fato que ninguém em sã consciência pode negar. Entretanto, nem mesmo o genocídio de Cristãos no Oriente Médio pesa na balança do gerenciamento de controle de riscos das instituições financeiras.

Obs.: [Ênfase adicionada nos excertos]

Rejuvenescer A Economia Europeia: O Papel Das Finanças Islâmicas

O título em si, o qual mantive neste artigo, já demonstra que ao invés de rejuvenescer a Europa, o Islã a está destruindo, e o que estamos vendo hoje em dia é só o começo. Não da vitória do Islã, mas do suicídio Europeu.

Ok, ok, eu sei: “Enquanto houver um louco, um poeta e um amante haverá sonho, amor e fantasia. E enquanto houver sonho, amor e fantasia, haverá esperança.” — Shakespeare.

Comentando a queda acentuada dos preços das ações dos bancos Europeus nas primeiras semanas de 2016, que descreveu como uma “preocupação”, o FMI aconselhou que “um setor bancário robusto é necessário para apoiar o investimento e a recuperação econômica”. Em muitos aspectos, idealmente posicionado para reforçar o rejuvenescimento da economia Europeia”. As finanças Islâmicas estão, em muitos aspectos, idealmente posicionadas para reforçar o rejuvenescimento da economia Europeia.

A palavra “dhimmittude” vem de dhimmi, uma palavra Árabe que significa “protegido “. Dhimmittude significa o sistema Islâmico de governança utilizado nas populações conquistadas pelas guerras da Jihad. Em outras palavras, é igual ao sistema utilizado pela máfia. Você paga uma taxa de proteção (jizya) para se manter vivo.

Uma delas [razões] é que as economias Islâmicas no Oriente Médio e no Sudeste Asiático continuam a ser uma importante fonte de liquidez que procura oportunidades de investimento diversificadas para além das suas regiões de origem.”

Veja o Robert Spencer (Jihad Watch) diz a respeito:

Hijrah, ou jihad pela emigração, é, de acordo com a tradição Islâmica, a migração ou viagem de Muhammad e seus seguidores de Meca para Yathrib, mais tarde renomeada por ele como Medina, no ano 622 d.C. Foi depois da Hijra que Muhammad pela primeira vez se tornou não apenas um pregador de ideias religiosas, mas um líder político e militar. Foi isso que ocasionou suas novas “revelações” exortando seus seguidores a cometerem violência contra os incrédulos.

Emigrar pela causa de Alá — ou seja, mudar para uma nova terra para ampliar o Islã, é considerado no Islã como um ato altamente meritório. “E quem emigrar pela causa de Alá encontrará na terra muitos lugares e abundância“, diz o Alcorão:

"Mas quem migrar pela causa de Alá, achará, na terra, amplos e espaçosos refúgios. E quem abandonar seu lar, migrando pela causa de Alá e de Seu Mensageiro, e for surpreendido pela morte, sua recompensa caberá a Alá, porque é Indulgente, Misericordiosíssimo.” — Alcorão (4:100)

O status exaltado de tais emigrantes levou um grupo de jihadistas Britânicos à notoriedade (e a prisão pelo governo), há alguns anos atrás, por comemorarem o ataque de 11 de Setembro se autodenominando Al- Muhajiroun: Os Emigrantes.

Oitocentos mil refugiados Muçulmanos em apenas um ano (2015). Isso transformará a Alemanha e a Europa, para sempre, sobrecarregando as economias de suas nações mais ricas e alterando a paisagem cultural para além do reconhecimento. No entanto, o debate público sério que precisa ser feito sobre esta crise é vaiado pelo nonsense vulgar: o Washington Post na Quarta-feira publicou uma peça inflamatória e irresponsável comparando aqueles preocupados com esse influxo Muçulmano maciço na Europa, com os Nazistas em 1930, prontos para incinerar Judeus aos milhões. A estrela de Hollywood Emma Thompson acusou as autoridades Britânicas de racismo por não terem recebido mais refugiados — como se as autoridades Britânicas ainda não tivessem feito o suficiente para destruir própria a nação.  Robert Spencer in FrontPage: The Hijrah Into Europe

“Talvez mais significativo, para a aplicação a longo prazo das finanças Islâmicas à economia real, é que os princípios de financiamento em conformidade com a Sharia estão muito alinhados com o investimento que a Europa precisa para construir uma recuperação econômica sustentável e inclusiva….. De acordo com um briefing do Banco Mundial, “as finanças Islâmicas são financiadas por ações, apoiadas por ativos, éticas, sustentáveis, ambientalmente e socialmente responsáveis. Promove a partilha de riscos, liga o sector financeiro à economia real e dá ênfase à inclusão financeira e ao bem-estar social.

No excerto acima, a única frase que condiz com a realidade do Oriente Médio é esta: “em conformidade com a Sharia”, o restante, ou seja, “investimento que a Europa precisa”, “liga o setor financeiro à economia real e dá ênfase à inclusão financeira e ao bem-estar social”, etc., qualquer pessoa lúcida é capaz de perceber que existe algo a mais nessa história.

Quero que Londres fique ao lado de Dubai e Kuala Lumpur como uma das grandes capitais das finanças Islâmicas em qualquer lugar do mundo” — David Cameron, Primeiro Ministro, Grã-Bretanha.

Mas os críticos dizem que as ambições Britânicas de atrair investimentos de países, empresas e indivíduos Muçulmanos estão estimulando o estabelecimento gradual de um sistema financeiro paralelo baseado na lei Islâmica da Sharia. O Tesouro também disse que algumas questões com relação ao ‘sukuk’, o bônus Islâmico, podem exigir que o governo restrinja seus negócios com empresas de propriedade Israelense para atrair dinheiro Muçulmano.  — Britain: “A World Capital for Islamic Finance”

Eis aqui realidade:

Alcorão 98:6 “Honestamente falando, aqueles que não creem (na religião Islâmica, no Alcorão e no Profeta Maomé/Muhammad) entre eles o Povo do Livro (Judeus e Cristãos) e demais descrentes, terão que aceitar o Fogo do Inferno. Eles são as piores criaturas”.

“Como as finanças Islâmicas estão ganhando um crescente reconhecimento global por seus altos padrões éticos e de governança, estão posicionadas idealmente para atender às crescentes demandas de oportunidades de investimento socialmente responsável (SRI). No contexto Europeu, não se trata apenas de investimentos que evitem sectores proscritos, como o álcool, as armas, os jogos de azar e o entretenimento para adultos. Muito mais significativo, hoje, é a força da demanda entre mutuários e investidores por estruturas de financiamento que lidam com a ameaça das mudanças climáticas e da degradação ambiental.”

No caso do Brasil, o ‘prefeitinho’ de São Paulo João Doria e o Governador de Goiás Marconi Perillo entre outros, em suas andanças pelos Emirados Árabes, sabem disso, entrentanto o que estamos vendo é: um peso, duas medidas.

Governador Marconi Perillo (PSDB) e o CEO da Caracal Internacional, Hamad Salem Al Ameri — Instalação de uma Indústria de armas dos Emirados Árabes em Goiás

O historiador, filósofo pioneiro e jurista teórico, Ibn Khaldun (1332-1406), observou em seu famoso “Muqaddimah”, a primeira obra de teoria histórica que: “Na comunidade Muçulmana, a guerra santa é um dever religioso por causa do universalismo da missão Muçulmana e (da obrigação de) converter a todos ao Islã ou pela persuasão ou pela força”.

“Muito mais significativo, hoje, é a força da demanda entre mutuários e investidores por estruturas de financiamento que abordam a ameaça das mudanças climáticas e da degradação ambiental.” — “Os bônus Islâmicos, ou os sukuks, já demonstraram suas credenciais como instrumentos de financiamento para iniciativas éticas.”

Se preocupam com as mudanças climáticas e a degradação ambiental. Meu Deus! O sujeito precisa ser um mega débil ou um mau caráter para não reconhecer o genocídio de Cristãos no Oriente Médio. Quantos Muçulmanos “moderados” levantaram a voz contra essa monstruosidade? Alguma passeata ou… ah, lembrei, a Linda Sarsour e a “Marcha da Mulher” contra o Trump” etc. Então tá…

“Em dezembro de 2014, por exemplo, o Mecanismo Internacional de Financiamento para Imunização (IFFIm), para o qual o Banco Mundial atua como gerente de tesouraria, lançou um sukuk (bônus Islâmico) (de US$ 500 milhões, cujos recursos foram utilizados para financiar projetos da Aliança Global para Vacinas e Imunização (GAVI)….

“Estamos dando a nossas crianças inocentes substâncias proibidas e substâncias químicas nocivas que destroem seus sistemas imunológicos naturais, causando doenças, sofrimento e morte. Todos os médicos e pais Muçulmanos devem estar cientes dos ingredientes da vacina e da eficácia falhada das vacinas. O dano é claramente maior do que o benefício. Chegou a hora de defender a verdade.” —Muslims and vaccines

“A Standard & Poor’s, que estima que os ativos Islâmicos globais valiam cerca de US$ 2,1 trilhões no final de 2015, acredita que os instrumentos financeiros em conformidade com a Sharia podem desempenhar um papel no cumprimento de alguns Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (SDGs) A sua agenda de 2030 para o desenvolvimento sustentável define metas centradas nos cinco pilares das pessoas, do planeta, da prosperidade, da paz e da parceria.”  — “Olhando para as Nações Unidas SDGs e os princípios de finanças Islâmicas, consideramos que existem algumas semelhanças”.

As Nações Unidas, cá entre nós, e não conta pra ninguém, “santifica o mal” e “declarou guerra contra a civilização Judaico-Cristã” — Mídia Sem Máscara — A ONU declara guerra contra a civilização Judaico-Cristã

“Os dois primeiros SDGs têm como objetivo acabar com a pobreza em todas as formas, travar a fome, alcançar a segurança e alimentar o mundo.”  As formas Islâmicas de empréstimos concessionais como Qard Hassan (empréstimos de bem-estar), Zakat (um imposto sobre a riqueza usado para fins sociais) (Uma doação a instituições de caridade) poderiam ser utilizados em apoio a essas SDGs, embora possam ser mais aplicáveis às economias subdesenvolvidas do que à Europa.”  — “O potencial de financiamento da infra-estrutura em conformidade com a Sharia

Percebam que a linguagem usada pela Sharia nas finanças é a mesma usada no Alcorão etc. Como disse um Muçulmano em Londres numa entrevista: “Islã e Sharia são a mesma coisa.”

Aqueles que por ventura estão achando que eu exagero, expondo versos do Alcorão neste artigo, saibam que eu estou correto, pois é assim mesmo que eles pensam. E aqueles que negarem é porque estão aplicando a Taqiyya em você. Sabe o que isso significa?

Alcorão 3:28: “Que os fiéis não tomem por confidentes os incrédulos, em detrimento de outros fiéis. Aqueles que assim procedem, de maneira alguma terão o auxílio de Alá, salvo se for para vos precaverdes e vos resguardardes. Alá vos exorta a d´Ele vos lembrardes, porque para Ele será o retorno.”

Em outras palavras, você pode e deve mentir se for para alavancar o caminho ou a causa de Alá. O Irã se utiliza desse procedimento praticamente como norma. Veja como negociaram o acordo nuclear… e o “engraçado” é que ambos, Obama e Irã, usaram, usam e abusam da Taqiyya.

“Os sunitas afirmam que os xiitas negam adorar o (Imam) Ali porque estão envolvidos em falsidades (deception) deliberadas e religiosamente sancionadas: Taqiyya. (Imam Ali é considerado um Deus)

“Taqiyya é a nossa religião e a religião de nossos pais; aquele que não tem taqiyya, não tem religião ” — The Complete Infidel’s Guide to Iran por Robert Spencer, Diretor da Jihad Watch

A Sharia impõe, não se adapta, ela manda, exige e quer dominar o mundo. Não se engane sobre isso. Um exemplo da arrogância é o que aconteceu com o jornal satírico Charlie Hebdo. Os terroristas Islâmicos invadiram o território Frances para matá-los. A França não tem nenhuma lei que proíba você de desenhar um profeta no deserto. Resultado, a Sharia invadiu a França e deu no que deu.

A criação de gado em conformidade com a Sharia do Brasil é em si uma imposição da Sharia em território nacional. Significa de que a Sharia está atuando no Brasil, dando as ordens, acima da constituição Brasileira. Não é uma lei qualquer de um país, é a lei Islâmica, a Sharia, impondo as vontades do Islã, o “povo das necessidades especiais”, vide o Hijab em documentos oficiais como o passaporte Brasileiro etc. Isto é a Sharia.

O Barack Obama, — conhecido também como “Obozo” — não disse que “O futuro não pertence àqueles que difamam o profeta do Islã.”?

Outro exemplo — Reino Unido: Os Tribunais da Sharia operam além do alcance da lei Britânica e oprimem as mulheres — UK: Sharia courts operating beyond reach of British law and oppressing women

“É aceito que o financiamento em conformidade com a Sharia é totalmente compatível com os princípios das parcerias público-privadas (PPP) e elementos de mecanismos de financiamento tais como joint-ventures (Musharaka), estruturas de participação nos lucros (Mudharaba), financiamento com custo adicional (Murabaha) E leasing (Ijara) poderiam ser aplicados ao investimento em infra-estruturas sociais europeias.

Como diz uma amigo meu, “só coisinha boa”…  mas só para Muçulmanos, para quando converterem “a todos ao Islã ou pela persuasão ou pela força“.

Alcorão 5:33 
“O castigo, para aqueles que lutam 
contra Alá e contra o Seu Mensageiro 
e semeiam a corrupção na terra, 
é que sejam mortos, ou crucificados, 
ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, 
ou banidos...”

Na hipótese de um conflito armado no Brasil contra a jihad, não me surpreenderei se a empresa bélica em Goiás fornecer armamentos aos jihadistas. A regra dos números fala por si só, porque nenhum Muçulmano se atreverá a trair Alá e o seu Mensageiro Muhammad.

É por último, é óbvio, Sohail Jaffer é Partner e Chefe de Desenvolvimento de Negócios Internacionais para a “private label” bancassurance com o grupo FWU com sede em Dubai. 


 

 

O Islã e o Desejo Pelo Poder: Entrevista Com Raymond Ibrahim

Fonte/Source: Islam’s Will to Power: An Interview with Raymond Ibrahim – Raymond Ibrahim

O Islã e o Desejo Pelo Poder:  Entrevista Com Raymond Ibrahim

Por Raymond Ibrahim

20 de Outubro de 2016

Nota do autor: Recentemente, fui entrevistado por Niram Ferretti para a publicação Italiana L'informale.
Raymond Ibrahim

De pais Coptas Egípcios e fluente em Árabe, Raymond Ibrahim está entre os estudiosos e comentaristas que, como Robert Spencer e David Horowitz, não têm medo de chamar uma espada de espada. Nesses tempos em que vivemos, envenenado pelo politicamente correto, soa como uma rajada de ar fresco.

Ele não falará do Islã como “a religião de paz”, fingindo ser algo que nunca foi. Pelo contrário, enfatizará que os jihadistas contemporâneos seguem a aplicação estrita do Alcorão, muito parecido com os reformistas protestantes com seu conceito de sola scriptura (a escritura por si só). A principal diferença é que o último geralmente não se explode, ou decapita “infiéis” ou estão comprometidos com uma luta permanente contra o Ocidente para subjugá-lo.

A razão para isso é que no Alcorão, a jihad é prescrita e Muhammad/Maomé, o exemplo perfeito para todos os Muçulmanos, foi um profeta, mas também um caudilho. Raymond Ibrahim é autor regular do David Horowitz Freedom Center e anteriormente foi diretor associado do The Middle East Forum, Raymond Ibrahim é autor do livro Crucified AgainExposing Islam’s New War on Christians e editor do seminal The Al Qaeda Reader: The Essential Texts of Osama Bin Laden’s Terrorist Organization.

Raymond Ibrahim aceitou gentilmente responder às nossas perguntas.

A primeira questão que gostaria de abordar é a noção generalizada de que o ISIS é, de fato, um produto da intervenção dos EUA no Iraque. A implicação é muito clara. Se os EUA não tivessem invadido o Iraque, não haveria nenhum ISIS ao redor. Qual é o seu comentário sobre isso?

Ibrahim: Fatos são fatos. Antes de os EUA invadirem, Saddam Hussein era conhecido por suprimir os movimentos Islâmicos. De fato, uma das razões para sua posterior reputação de abusar dos direitos humanos foi que estava brutalmente pisoteando os jihadistas, um rótulo que os meios de comunicação Ocidentais omitem quando falam de ditadores Árabes seculares usando meios brutais, como Assad e seus esforços contra os jihadistas. Uma década depois que Saddam foi expulso, morto e os EUA proclamaram a vitória por terem trazido “liberdade e democracia” para o Iraque, tudo o que temos que mostrar é o surgimento do ISIS, que, quando se trata de abusos de direitos humanos, faz Saddam parecer um Papai Noel.

Costumo olhar para a situação das minorias Cristãs nos países Muçulmanos para entender a natureza daqueles que governam. Sob Saddam, eles e suas igrejas foram protegidos; o ano em que os Estados Unidos trouxeram “liberdade e democracia” ao Iraque, os Cristãos foram perseguidos e dezenas de igrejas bombardeadas. Aliás, não é apenas no Iraque que a intervenção Americana deu origem ao ISIS. Líbia e Síria também fazem parte do califado do ISIS, e mais uma vez, graças aos Estados Unidos pavimentando o caminho ao expulsar Gaddafi e tentar derrubar Assad. Eu não pretendo saber a razão por trás desse fenômeno, mas os fatos falam por si mesmos: onde os EUA expulsam homens fortes Árabes seculares — cujos abusos de direitos humanos estavam muitas vezes dentro de um contexto para combater ainda mais os abusos de direitos humanos que os jihadistas/ISIS seguem.

O antiamericanismo continua forte entre os esquerdistas tanto na Europa como nos Estados Unidos. Pessoas como Noam Chomsky espalharam a noção de que os EUA são a encarnação do mal junto com Israel, visto como seu proxy no Oriente Médio. Quais são os principais fatores, segundo você, por trás dessa atitude?

Ibrahim: Em última análise, acredito que essas opiniões se baseiam menos em fatos objetivos e mais em distorções subjetivas da história. A visão dominante hoje é que, pelo menos historicamente, homens brancos e Cristãos são a fonte de todo o mal no planeta Terra; Portanto, o mínimo que podem fazer por meio de reparações é serem passivos, enquanto Muçulmanos e outros do terceiro mundo convivem com seus tormentos crescentes — que se manifestam nas atrocidades contra os não-Muçulmanos, incluindo Ocidentais. Assim, sempre que os EUA ou Israel fazem qualquer coisa para defender seus interesses e a segurança, o qual deveria considerado absolutamente normal e padrão para outras nações, especialmente as não-Ocidentais, a esquerda chora injustamente, racismo, etc.

Os apologistas do Islã nos dizem que o Islã é uma parte muito importante do Ocidente, pois ajudou a moldar nossa cultura com suas inovações quando ainda era um império. Aqui na Itália um renomado historiador, Franco Cardini, disse recentemente que “o Islã está na base da modernidade”. Qual é a sua opinião pessoal?

Ibrahim: Esse ponto de vista é apenas mais um exemplo de como a verdadeira história do Islã e da Europa foi tão profundamente distorcida e deformada visando glorificar o Islã e humilhar a Europa anteriormente Cristã. A realidade e a história — como registradas pelos historiadores mais renomados do Islã — têm uma história muito diferente a contar, uma história que é conhecida pela criança mediana Europeia, mas que agora virou “tabu” reconhecer isto: a guerra ou a jihad na Europa é a verdadeira história do Islã e do Ocidente. Considere alguns fatos por um momento: Uma década após o nascimento do Islã no século 7, a jihad explodiu fora da Arábia. Dois terços do que era então a Cristandade foram conquistados permanentemente e grande parte de sua população foi posta à espada e/ou pressionada a se converter, de modo que quase ninguém percebe hoje que a Síria, o Egito e toda a África do Norte foram os centros do Cristianismo. Depois foi a vez da Europa. Entre outras nações e territórios que foram atacados e/ou estavam sob a dominação Muçulmana são — dando os seus nomes modernos, mas não necessariamente nesta ordem: Portugal, Espanha, França, Itália, Sicília, Suíça, Áustria, Hungria, Grécia, Rússia, Polônia, Bulgária, Ucrânia, Lituânia, Roménia, Albânia, Sérvia, Arménia, Geórgia, Creta, Chipre, Croácia, etc.

Em 846 Roma foi saqueada e o Vaticano contaminado por invasores Árabes Muçulmanos; Cerca de 600 anos depois, em 1453, a outra grande basílica da Cristandade, a Santa Sofia (ou Hagia Sophia) foi conquistada permanentemente pelos Turcos Muçulmanos. As poucas regiões Europeias que escaparam da ocupação Islâmica direta, devido ao seu afastamento à noroeste incluem a Grã-Bretanha, Escandinávia e Alemanha. Isso, naturalmente, não significa que não foram atacados pelo Islã. Na verdade, no extremo noroeste da Europa, na Islândia, os Cristãos costumavam rezar para que Deus os salvasse do “terror Turco”. Até 1627 corsários Muçulmanos invadiram a ilha Cristã capturando quatrocentos cativos, e os vendendo nos mercados de escravos da Argélia. Nem a América escapou. Poucos anos após a formação dos Estados Unidos, em 1800, navios mercantes Americanos no Mediterrâneo foram saqueados e seus marinheiros escravizados por corsários Muçulmanos. O embaixador de Trípoli explicou a Thomas Jefferson que era um “direito e dever dos Muçulmanos fazer guerra contra os [não-Muçulmanos] onde quer que pudessem ser encontrados e escravizar tantos quantos pudessem tomar como prisioneiros”. Cerca de um milênio — pontuado pelas Cruzadas —refutação que o Ocidente moderno está obcecado em demonizar — o Islã diariamente representou uma ameaça existencial à Europa Cristã e, por extensão, à civilização Ocidental. Neste contexto, do que adianta destacar as aberrações? Mesmo aquela exceção periférica que tantos acadêmicos Ocidentais tentam usar como regra — a Espanha Islâmica – foi recentemente desmentida como fraude no livro de Dario Fernández-Morera — The Myth of the Andalusian Paradise. O Islã se apresenta como a verdadeira e definitiva religião da humanidade. O Judaísmo e o Cristianismo na visão Islâmica são vistos como profundamente defeituosos e corrompidos. De acordo com o Islã, o profeta Muçulmano Jesus virá no Dia do Juízo Final para destruir todas as cruzes e expor a falsidade do próprio Cristianismo. Não obstante, o Papa continua chamando o Islã de religião de paz e o apresenta somente sob uma luz favorável. De acordo com você, é apenas prudência política ou algo mais?

Ibrahim: Este papa enxerga a si mesmo como diplomata e político, não como um líder espiritual, e certamente não como defensor dos Cristãos. É uma pena, uma vez que em toda Europa, historicamente foram os papas Católicos que mais compreenderam os perigos do Islamismo — físico e espiritual — especialmente para os irmãos Cristãos. No entanto, ele se recusa firmemente  associar o Islã à violência. Mesmo quando um jornalista o perguntou se o padre Francês de 85 anos, Padre Jacques, recentemente assassinado, foi “morto em nome do Islã“, Francis discordou veementemente; argumentou que ouve falar de Cristãos que cometem violência todos os dias na Itália: “Aquele que assassinou sua namorada, outro que assassinou a sogra… e esses são batizados como Católicos! Há Católicos violentos! Se falo de violência Islâmica, devo falar de violência Católica. “Aparentemente, para o Papa Francisco, a violência feita de acordo com os mandamentos de Alá não é mais preocupante do que a violência feita em contradição com os mandamentos do Deus Judeu-Cristão. Por essa lógica perversa, se responsabilizamos o Islã, então devemos responsabilizar o Cristianismo — independentemente do fato de que o Islã justifica a violência enquanto o Cristianismo a condena. E quando se encontrou com os familiares e os sobreviventes do Dia da Bastilha — outro ataque Islâmico que custou a vida a 86 e feriu centenas — disse: “Precisamos iniciar um diálogo sincero e ter relações fraternas entre todos, especialmente com aqueles que acreditam num único Deus que é misericordioso”, uma referência aos Muçulmanos monoteístas. Acrescentou que isso era “uma prioridade urgente… Só podemos responder aos ataques do Diabo com as obras de Deus, que são o perdão, o amor e o respeito pelo outro, mesmo que sejam diferentes.” Esta é certamente uma abordagem diferente da do seu corajoso homônimo. E também é fútil o vis-à-vis com o Islã, o qual só vai tirar proveito. Como alguém pode ter “relações fraternas” com adeptos de uma religião que exorta o ódio a todos os não-Muçulmanos, incluindo seus membros familiares e esposas? Mesmo o Alcorão 60:4, exorta os Muçulmanos ao “ódio eterno” a todos os não-Muçulmanos.

Alguma chance do Islã acomodar-se aos valores Ocidentais, e se isso for possível, com que base?

Ibrahim: Para que o Islã possa acomodar os valores Ocidentais, primeiro terá de deixar de ser o Islã. Inúmeras formas de comportamento que antagonizam diretamente os valores Ocidentais são exigidas no Alcorão e/ou Hadith, e os ulemás, estão de acordo: morte aos apóstatas e blasfemos, subjugação de mulheres Muçulmanas, escravização sexual de mulheres não-Muçulmanas, poligamia, casamento com crianças, banimento e destruição dos locais de culto não-Muçulmanos e suas escrituras, e a inimizade com os não-Muçulmanos — não são menos Islâmicos do que a oração e o jejum.

Mesmo as atrocidades do Estado Islâmico — tal como triunfando sobre os corpos mutilados de “infiéis” e sorrindo enquanto posam com as cabeças decapitadas — encontram apoio no Alcorão e nas histórias do profeta. Para examinar profundamente o quanto o Islã antagoniza diretamente os valores Ocidentais, considere as descobertas de um artigo em língua Árabe do Dr. Ahmed Ibrahim Khadr. Ele lista uma série de coisas que a corrente principal Muçulmana apoia, mesmo contradizendo diretamente os valores Ocidentais. A lista inclui (sem surpresa): demandas para um califado regido de acordo com a Sharia e que se expanda sobre o território “infiel” através da jihad; Morte para qualquer pessoa vocalmente crítica do Islã ou Muhammad; perseguição de Muçulmanos que tentam deixar o Islã; rejeição da igualdade para Cristãos e Judeus num estado Muçulmano; rejeição da igualdade entre mulheres e homens; e assim por diante.

Qualquer um que entenda como o Islã é realmente articulado, sabe que a afirmação de que é “possível ser um liberal Ocidental pertencente à principal corrente Muçulmana”, como o prefeito Muçulmano de Londres disse recentemente, é um oxímoro grotesco. É o mesmo que dizer que é possível ajustar uma cavilha quadrada através de um buraco redondo. Não funciona — a não ser, é claro, que alguém o force com um martelo, quebrando partes da cavilha, ou seja, o Muçulmano ou destruindo a superfície do buraco, isto é, a sociedade Ocidental.

O Islã é um sistema religioso político desde a sua criação. Você subscreveria a noção de que é realmente uma ideologia com um revestimento religioso, ou há algo realmente religioso sobre ele? Estou pensando nos místicos Islâmicos e nos Sufis, por exemplo.

Ibrahim: Em última análise, não importa: mesmo que tenha um revestimento religioso envolvido, é certamente uma ideologia política, especialmente no período inicial. Quando olhamos a vida de seu fundador, o profeta Muhammad, tudo isso fica simplesmente claro. Quando era meramente um pregador impotente em Meca, só tinha um pequeno grupo de seguidores; quando foi para Medina e se tornou um caudilho e bandido de caravanas — e quando seus seguidores começaram a enriquecer com as pilhagens — suas fileiras começaram a inchar.

Muitas são as recompensas mundanas, incentivos e privilégios — para não falar das recompensas “mundanas” (sexo com mulheres sobrenaturais) no futuro — que recebem por ser um Muçulmano: se você luta pelo empoderamento do Islã contra os não-Muçulmanos então pode mentir, enganar, matar, roubar, escravizar e estuprar. Inúmeros são os Muçulmanos, passado ​​e presente, que se juntaram ao movimento Islâmico precisamente por essas prerrogativas. Dito isto, acredito que alguns Muçulmanos tentam transformar o Islã em algo mais espiritual por causa própria. Mas, isso não muda o fato de que outros o usam pelo seu propósito original de conquista e saque.

Uma das declarações mais repetidas sobre o terrorismo Islâmico é que ele é um produto de vários grupos fanáticos. A maioria dos Muçulmanos são moderados e nunca irão sair por aí decapitando pessoas ou explodindo a si mesmos. Essas evidências são conclusivas?

Ibrahim: Sim e não. Pode ser verdade que muitos Muçulmanos não querem decapitar pessoas ou detonar-se, mas isso é porque não estão comprometidos ou interessados ​​no Islã além do básico para a sobrevivência. No entanto, é errado pensar que “o terrorismo Islâmico é…. produto de vários grupos de fanáticos”. O terrorismo é na verdade um produto do Alcorão e do exemplo do profeta — as duas coisas que todos os Muçulmanos são obrigados a seguir. E enquanto esses dois pilares do Islã existirem, terão adeptos, mesmo que a maioria dos nomeados Muçulmanos — que não se atreve a apostatar devido à pena de morte do Islã — não o siga literalmente.

O Islã tem sido profundamente dividido em si mesmo a partir da morte de Muhammad em 632. Parece que a guerra e os conflitos são inatos no mundo Muçulmano. Você concorda?

Ibrahim: Sim. Talvez o aspecto mais definidor do Islã seja a busca do poder absoluto — poder sobre todos os outros, sejam eles infiéis, mulheres, os tipos errados de Muçulmanos, ad infinitum. Assim, e apesar de algumas das suas imposições contra, por exemplo, matar Muçulmanos, os Muçulmanos massacraram e continuam massacrando uns aos outros, em nome do Islã.

Podemos dizer que o wahhabismo está no cerne do jihadismo Islâmico contemporâneo, ou é um ponto de vista reducionista?

Ibrahim: Podemos dizer isso, mas seria muito mais preciso dizer que uma leitura literal dos principais textos do Islã “está no cerne do jihadismo Islâmico contemporâneo”. Afinal de contas, isso é o que significa “Wahhabismo”. Aliás, nenhum Wahhabi chama ou vê a si mesmo como um Wahhabi, — uma palavra usada com frequência no Ocidente para distanciar o Islã da violência e da intolerância — veem a si mesmos simplesmente como Muçulmanos que literalmente modelam suas vidas através dos ensinamentos de Muhammad/Maomé e Alcorão.

Qual é a sua opinião sobre a aliança de longa data entre os EUA e a Arábia Saudita, que está entre os mais estritos estados wahhabitas. A realpolitik justifica tudo?

Ibrahim: Eu acho que é uma aliança repugnante e vergonhosa que transforma tudo o que os EUA representam em piada. Além disso a realpolitik não é a raiz do problema. Afinal, os EUA e todo o mundo livre poderiam facilmente colocar a Arábia Saudita de joelhos e forçá-los a uma reforma ou então seu petróleo poderia ser apreendido — e na verdade deve, visto que, com essa receita, a Arábia Saudita gasta 100 bilhões anualmente radicalizando Muçulmanos em todo o mundo, tal como a sua criação, o ISIS. O conhecimento da Arábia Saudita sobre tudo isso é uma das principais razões pelas quais pagam milhões aos políticos Ocidentais entre outros, que em troca se postam diante dos Ocidentais e falam da Arábia Saudita como um “aliado fiel”, cuja ajuda na “luta contra o terrorismo” é ” indispensável”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis