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ISIS Como Reminiscência Do “Jeito Palestino” De Tratar Infiéis

Fonte/Source: ECOANDO A VOZ DOS MÁRTIRES


ISIS Como Reminiscência Do “Jeito Palestino” De Tratar Infiéis
 25 de Dezembro de 2017
Amin al-Husseini, o líder palestino amigo e colaborador de Hitler
Mohammad Amin al-Husseini com Adolf Hitler
Quando assistimos horrorizados à crueldade praticada pelos terroristas do Estado Islâmico contra os cristãos, yazidis, curdos, homossexuais e outras minorias do Iraque e Síria, a primeira reação advinda é a estupefação com o nível incompreensível de brutalidade que muitos apologistas religiosos afirmam estar totalmente desvinculado do “verdadeiro islã”.

Entrementes, como não almejo alcançar o panteão obscuro dos “politicamente corretos” para agradar os seguidores da “banalização do mal”, confesso que muito embora reconheça existir uma parte da comunidade muçulmana adepta à paz – sem, no entanto, precisar estimativas como muitos fazem – acredito que a essência da religião tem grande possibilidade de conduzir o seguidor a um comportamento virulento contra os chamados “infiéis”.

A história da evolução dos povos muçulmanos está repleta de evidências que corroboram o meu entendimento, e nesse mister, importa trazer à lume um fato histórico paradigmático.

Assim que os britânicos se assenhoraram da “Palestina” após o esfacelamento do Império Otomano (1917-1918), implantaram uma política antissemita de apoio à violência árabe para impedir o cumprimento da Declaração Balfour, que previa a criação de um lar nacional judaico na região. Nesse sentido, escolheram Amin al-Husseini como líder oficial das comunidades árabes de Jerusalém, atribuindo-lhe o título de grão-mufti (chefe dos juristas que interpretavam as leis religiosas), dado o seu histórico criminoso ao liderar a revolta dos árabes contra os judeus no ano de 1920, revolta esta que resultou numa simbólica sentença condenatória a 10 anos de prisão, prontamente revogada, a fim de que Husseini desse continuidade aos seus discursos de ódio que inflamavam diversos grupos árabes para cometer atrocidades contra os judeus.

A longa carreira do religioso muçulmano palestino como grão-mufti de Jerusalém lhe proporcionou a oportunidade de apregoar incitamentos de ódio contra as comunidades judaicas. Expressões tais como, “itbah al-yahud” (matem os judeus) e “nashrab dam al-yahud” (beberemos o sangue dos judeus), fomentaram ataques árabes, aumentando a violência antijudaica que se espelhava em massacres.

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Objetivando expulsar os judeus nativos e refugiados da “Palestina” através de atos violentos contra os civis mais vulneráveis (idosos, mulheres e crianças), os discursos do futuro “conselheiro de Hitler” culminaram no Massacre de Hebrom, no ano de 1929. Árabes assassinaram covardemente estudantes de uma instituição hebraica de ensino superior e invadiram lares judaicos assassinando diversas famílias.

Com efeito, convém avocar o relato do chefe de polícia britânico de Hebrom, que sintetiza perfeitamente a política de “limpeza étnica” perpetrada pelo grão-mufti racista em face das vítimas indefesas, tais quais as vidas ceifadas pelos terroristas do Estado Islâmico:

“Ao ouvir os gritos num quarto, subi por uma espécie de passagem em um túnel e vi um árabe cortando a cabeça de uma criança com uma espada. Ele já a havia atingido e estava cortando novamente e, ao ver-me, tentou atingir-me, mas errou: estava praticamente na boca do meu rifle. Eu o atingi na virilha. Atrás dele estava uma mulher judia coberta de sangue com um homem que reconheci como um policial (árabe) chamado Issa Sheril, de Jafa… Estava de pé sobre a mulher com um punhal na mão. Ao ver-me, fugiu para um quarto vizinho e tentou trancar-me – gritando em árabe “senhor, eu sou um policial”. Eu entrei no quarto e atirei nele.”

Qualquer semelhança entre o depoimento acima e os testemunhos que lemos nos jornais acerca da barbárie executada pelo ISIS é “mera coincidência” que tem preenchido a história dos povos muçulmanos.

Como bem frisa Pamela Geller, o “Hitler muçulmano” acreditava que os nazistas cumpririam o seu desejo de eliminar os judeus de seus territórios sagrados, inclusive, Jerusalém, que sempre teve maioria judaica, cumprindo assim a “lição” que recebeu do profeta Mohammad – exemplo maior do Islã – ao matar e/ou expulsar todos os judeus de Meca e Medina. Aliás, fala-se muito por aí entre os “intelectualóides” acerca da “inspiração luterana” do ódio de Hitler contra judeus, porém, esconde-se a realidade de que os religiosos que entusiasmaram os nazistas para praticar o Holocausto não foram bem os cristãos, e sim, os muçulmanos. É bom lembrar da declaração do chefe das tropas nazistas SS Heinrich Himmler ao chefe de propaganda Josef Goebbels:

Eu não tenho nada contra o Islã porque ele educa os homens desta divisão para mim e promete o céu se eles lutarem e forem mortos em ação. Uma religião muito prática e atraente para os soldados.”

Percebe o quanto a “religião da paz” foi vista como útil aos interesses nazistas de erradicar os judeus com a “solução final”? Contudo, a relação promíscua do líder palestino genocida Al-Husseini com o nazismo é um fato que historiadores não comentam em salas de aula e já provocou prisão de um jornalista na Alemanha por ter ousado publicizar nas redes a outra face – verdadeira – do líder religioso muçulmano que sonhava com o extermínio de judeus para se apropriar de suas terras.

O “infiel” Michael Sturzenberg não entendeu que a sharia (lei islâmica) proíbe críticas ao Islã – em alguns países gera pena de morte – e também não aprendeu que “liberdade de expressão” é um “decadente” conceito ocidental que não tem mais lugar na “Eurábia”. O jornalista teve a infeliz ideia de postar um retrato no Facebook mostrando a colaboração islâmico-nazista, fato histórico que já foi suprimido por “educadores” imbuídos no ensino das “maravilhas da cultura islâmica” e “trevas da cultura imperialista-racista ocidental”. Seis anos de prisão é a consequência por não obedecer a sharia estabelecida pelo país que obriga crianças alemãs a participarem de projetos educacionais de visita aos locais onde foram perpetrados o Holocausto, mas “desobriga” crianças muçulmanas a participarem do referido projeto educativo em respeito ao “ódio sectário” dos líderes muçulmanos mais ortodoxos.

Esse tema do “ódio genocida palestino” é tão relevante ser tratado que renderá novo artigo brevemente… Vou aproveitar enquanto não há prisões no Brasil por críticas à religião protegida pela mídia esquerdista que elegeu o Cristianismo para “crucificar”.

A penalidade mais comum que tenho recebido por denunciar as perversidades de países muçulmanos contra minorias vem sendo o “bloqueio” no Facebook, e o que escrevo hoje é justamente em “repúdio” à censura que tenta impedir o meu direito de denunciar as violações de direitos humanos de parte de um “povo  inventado” ansioso por fazer com os judeus o mesmo que fez com os cristãos de Belém, que deixaram de ser maioria de 80% naquele território importante para a fé cristã por “obra e graça” dos seguidores da “religião da paz” protegida pela “mãe das prostitutas”, ONU!

Enquanto cristãos forem perseguidos, discriminados e massacrados em países muçulmanos hei de lembrar que a inspiração de ódio “islâmico-nazista” deve ser combatida veementemente sob pena de continuarmos observando de forma omissa crimes horrendos em nome de ideologias cruéis como o Nazismo que dizimou 6 milhões de judeus e o “islamofacismo” que dizimou milhões de cristãos armênios, gregos e assírios na “Turquia genocida“.

A “informação” sem a roupagem enganosa do “politicamente correto à la sharia” ainda é o melhor instrumento de combate ao “ódio religioso” que verdadeiramente mata milhares de seres humanos todos os anos!


Andréa Fernandes é advogada, internacionalista, jornalista, presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires e Líder do Movimento Nacional pelo Reconhecimento do Genocídio de Cristãos no Oriente Médio.


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FELIZ NATAL !

FELIZ NATAL !

Por Robert Spencer

24 de Dezembro de 2011


Nota: Traduzido e publicado em 24 de Dezembro de 2013 pelo site LEI ISLÂMICA EM AÇÃO. (Agradecimento à José Atento).


Sudário (Lamentação de Cristo) no Monastério de Stavronikita, Monte Atos — Theophanis Strelitzas, também chamado Theophanes, o Cretense, ou “de Creta” ou “Theophanes Bathas”, foi um importante pintor de ícones da Escola Cretense na primeira metade do século XVI.

Este artigo é uma tradução da mensagem de “Feliz Natal!” escrito por Robert Spencer, diretor e fundador da Jihad Watch. O artigo é muito interessante pois retrata bem como a “versão islâmica dos fatos” implica na negação dos nossos valores, e em muitas vezes, na negação da própria História. E mais, estamos sendo forçados a aceitar esta “versão islâmica” sob o risco de sermos chamados de “racistas” ou “Islamofóbicos.”

Tudo em nome da tolerância, afinal, segundo a narrativa multicultural em vigor (na Europa, EUA e Canadá) — ABRE O OLHO BRASIL! — a culpa de qualquer ato de muçulmanos mais “religiosos” é sempre dos outros. Segundo esta narrativa, o motivo que leva o Islão a agir de modo tão violento e assertivo é resultado do colonialismo europeu, do imperialismo americano, da existência de Israel, ou até mesmo das cruzadas, e todas as evidências que indiquem que a origem destes atos advém dos “livros sagrados” do Islão e da lei islâmica devem ser ignoradas. Livros como o Jihad Islâmica: um legado de conversão forçada, imperialismo e escravidão, por exporem a verdade, devem ser banidos.

Este ícone bizantino é o trabalho do iconógrafo do século 16, Theophanes de Creta.

Hoje em dia, muitos muçulmanos em todo o mundo o considerariam ofensivo e insultuoso ao Islão. Muçulmanos nos Bálcãs, poucos anos atrás, entraram e destruíram igrejas e ícones, como essa pintura do artista Theophanes de Creta, justamente por essa razão.

De que forma esse ícone insulta o Islão? De várias formas incluindo estas:

1. Ele retrata seres humanos, o que viola a proibição islâmica tradicional de imagens, sendo por isso considerado idolatria e blasfêmia.

2. O ícone não retrata Jesus como um profeta muçulmano. Em vez disso, ele mostra Jesus na forma tradicional cristã, como o Filho encarnado de Deus: em sua auréola está secrito ων, Aquele que é, um título de divindade derivado do nome de Deus, que Deus deu a Moisés (em Êxodo 3:14), em violação à imposição frequentemente repetida no Alcorão de que Alá não tem filho. —(4:171; 09:30; 25:2; 39:4; 72:3; etc.).

3. Em consonância com o item 2 acima, que retrata o que os muçulmanos consideram ser idolatria, o ícone mostra a sua santa mãe se ajoelhando à frente da criança para adorá-la.

4. O feixe de luz ou lança, vindo do céu até a criança no berço, retrata a atividade do Divino no mundo, assumindo a doutrina da Trindade, que é rejeitada um tanto imprecisamente pelo Alcorão 4:171 e 5:116.

5. O berço se assemelha a um caixão, prenunciando o núcleo e o coração do cristianismo, a morte redentora de Cristo, que é negada no Alcorão 4:157.

Agora, se você é um cristão ou não, e se você acredita ou não todas ou qualquer uma dessas coisas, a pergunta que está diante de nós com este Natal, como em todos os Natais nestes tempos, é se as pessoas devem ser autorizados a acreditar nessas coisas livremente, sem serem brutalizada ou discriminadas, se eles vivem no Iraque, no Egito ou no Paquistão, ou na Nigéria, ou na Indonésia — e se as pessoas, livres de todos os credos e perspectivas, devem defender seu direito de fazê-lo.

Nesses países, os cristãos de hoje estão sendo sequestrados, presos injustamente, espancados e assassinados — não por causa de qualquer coisa que fizeram, mas porque se atreveram a acreditar em algumas das coisas que tenho esboçado acima, crenças que são consideradas blasfêmia pelo Islã oficial. E isto não é muito melhor em qualquer outro lugar no mundo islâmico: em nenhum país de maioria muçulmana hoje em dia, as pessoas que acreditam nessas coisas desfrutam de plena igualdade de direitos com os muçulmanos.

Vemos isso no site Jihad Watch todos os dias.
Vemos jihadistas atacando cristãos com fúria crescente. Também vemos o mundo em grande parte bocejante e indiferente como tudo isso que se passa. O cristianismo é uma coisa grande e multifacetada, com tantas manifestações diferentes e diversas, mas na mente dos formadores de opinião do Ocidente é o próprio ocidente, branco, suburbano, rico, confortável, quem oprime. Os cristãos são, nos dramas diários divulgados pela mídia todos os dias, relatados como ligeiramente sinistros, perigosos, egoístas, e inclusive às vezes fanaticamente xenófobos. Os cristãos nunca são vítimas. Os muçulmanos, por outro lado, são retratados diariamente na mídia ocidental como não-ocidentais, não-brancos, pobres, sábios, serenos, e oprimidos.

E assim, quando se trata de assombração não-ocidental, cristãos não brancos sendo perseguidos por muçulmanos, os circuitos da grande da mídia entram em curto. Eles não podem lidar com isso. Eles não têm paradigmas para tal. Esses acontecimentos violam todas as regras. Por conseguinte, ignoram ou mascaram a identidade ou o motivos dos autores, e tentam pôr o foco em outro lugar.

E assim, lembre-se neste Natal: se você é um ser humano livre, independentemente de ser ou não cristão, os cristãos que são perseguidos no Iraque, nas Filipinas, na Nigéria, no Egito, no Paquistão, e em outras partes do mundo islâmico, estão ocupando o seu lugar. Os jihadistas logo o atacarão também, e farão quando tiverem uma chance. Lembre-se que você está na lista do programa da supremacia islâmica. Você pode não ser um cristão. Você pode não ser um judeu. Você pode não ser um hindu. Você talvez não queira prestar atenção à jihad, mas a jihad é universal e implacável. E você está na lista.

Então, que neste Natal, todos nós, cuja conversão, subjugação, ou morte é vislumbrada pelos adeptos da Sharia, fiquemos juntos. Vamos ficar juntos, como judeus, cristãos, hindus, budistas, ateus, secularistas, o que você seja, e nos levantar contra aqueles que nos matariam ou nos sujeitariam a discriminação institucionalizada porque consideram nossas crenças ofensivas.

Para ter certeza: se não estivermos juntos, eles irão prevalecer.
E se prevalecerem, então todas as mais ricas manifestações do espírito livre humano, desde — Theophanes de Creta até os Budas de Bamiyan, desde Hagia Sophia ao templo de Keshava Rai em Mathura, desde as obras de Sócrates e Aristóteles aos escritos de Moisés Maimônides e Dante Alighieri e Winston Churchill e Oriana Fallaci,  —serão pisadas na lama, destruídas, explodidas, arruinadas, apagadas. Todos nós ficaremos empobrecidos. Nossos filhos serão os mais pobres.

É hora de lutar por nossa vida.

Feliz Natal a todos os cristãos leitores da Jihad Watch que celebram esta festa de Natal.


 

Raymond Ibrahim: TRUMP, JIHAD E DÉCADAS DE DOUTRINAÇÃO

Fonte/Source: Will the Return of “Jihad” to Intelligence Trump Decades of Indoctrination?


TRUMP, JIHAD E DÉCADAS DE DOUTRINAÇÃO

Por Raymond Ibrahim

20 de Dezembro de 2017

Raymond Ibrahim é um Shillman Fellow no David Horowitz Freedom Center.

FrontPage Magazine 

Será que o retorno da “Jihad” ao serviço de Inteligência do EUA irá superar décadas de doutrinação?

A nova estratégia de segurança nacional do Presidente Trump está pronta para retornar às discussões relevantes para a compreensão do terrorismo Islâmico — como a “jihad” — que foi expurgada do léxico das comunidades de Inteligência e Defesa, principalmente sob a administração Obama. De acordo com o novo documento de estratégia, “As principais ameaças transnacionais que os Americanos enfrentam são as dos terroristas jihadistas e organizações criminosas transnacionais”; o documento também promete “investigar as ameaças até a fonte, para que os terroristas jihadistas sejam impedidos antes de chegarem às nossas fronteiras”.

Isso é significativo em vários níveis — o primeiro, tão básico como “conhecer o inimigo”, foi recusado pelo ex-presidente Obama. Em 2011, foi relatado que “o governo Obama estava retirando todos os materiais de treinamento utilizados pelas comunidades de segurança pública e segurança nacional, a fim de eliminar todas as referências ao Islam que alguns grupos Muçulmanos alegavam serem ofensivas”. Um funcionário de Obama explicou a lógica: “Eu quero que isso fique perfeitamente claro: os materiais de treinamento que retratam o Islam como uma religião violenta ou com tendência à violência estão errados, são ofensivos e são contrários a tudo que este presidente, este procurador-geral e o Departamento de Justiça representa. Eles não serão tolerados.”

Nota-se, no entanto, que a paralisia politicamente correta induzida que Obama defendeu já estava bem entrincheirada antes dele. Falando em 2006 durante a administração de George W. Bush, William Gawthrop, um ex-funcionário do Pentágono, disse que “o grupo de Serviço sênior do Departamento de Defesa não incorporou em seu currículo um estudo sistemático sobre Muhammad como líder militar ou político. Como consequência, ainda não temos uma compreensão aprofundada da doutrina de guerra estabelecida por Muhammad, como isso pode ser aplicado hoje por um número crescente de grupos Islâmicos, ou como isso pode ser combatido.”

Da mesma forma, um memorando do governo de 2008 que também surgiu na era Bush advertiu contra “ofender”, “insultar” ou ser “conflituoso” para com os Muçulmanos: “Nunca use o termo “jihadista” ou “mujahideen” na conversa para descrever terroristas. Um mujahed, um guerreiro sagrado, é uma caracterização positiva no contexto de uma guerra justa. Em Árabe, jihad significa “esforçar-se no caminho de Deus” e é usada em muitos contextos além da guerra. Chamar os nossos inimigos jihadistas e seu movimento de jihad global involuntariamente legitima suas ações“.

É desnecessário dizer que tais instruções estavam e estão erradas em vários níveis. Jihad é a antítese da Guerra Justa; o primeiro por natureza é agressivo, o último defensivo. A afirmação de que a jihad significa literalmente “esforçar-se… e é usada em muitos contextos além das atividades de guerra” é tão falso como alegar que as palavras “namorado” e “namorada” literalmente indicam um amigo de um gênero ou outro e nada mais: uma vez que como “namorado/namorada” implica um tipo muito específico de amizade aos ouvidos Ocidentais, e da mesma forma a “jihad” implica um tipo de esforço muito específico aos ouvidos Muçulmanos — guerra armada contra o infiel para tornar o Islam supremo. Finalmente, a afirmação de que “chamar nossos inimigos de jihadistas… legitima suas ações” é absolutamente tolo: Muçulmanos raramente esperam pelos Americanos — “infiéis” — para conferir ou recusar a legitimidade Islâmica em qualquer coisa. Eles têm suas próprias escrituras Islâmicas, leis e clérigos para isso.

Despidos de todas as palavras ao lidarem com o Islam, como podem os analistas entenderem as motivações, as táticas, as estratégias, os objetivos e uma infinidade de outras considerações jihadistas? Longe de absorver os conselhos mais básicos sobre a guerra, — como o velho dictum de Sun Tzu, “Conheça o seu inimigo” — o governo dos EUA não conseguiu sequer reconhecer o inimigo.

E parece que nada mudou, pelo menos no Legislativo. Há cinco meses, com o placar de 208-217, a Câmara dos Deputados derrubou uma emenda que exigiria que o Departamento de Defesa realizasse “avaliações estratégicas sobre o uso da doutrina religiosa Islâmica violenta ou não-ortodoxa para investigar a comunicação extremista ou terrorista e sua justificativa”. A justificativa racional dada por aqueles que votaram contra é familiar: Jamie Raskin (D-MD) disse que” os assassinos terroristas usaram doutrinas e conceitos religiosos de todas as principais religiões da terra… Concentrar-se no (Islam) exacerba o problema ao fomentar o mito de que o fanatismo religioso e o terrorismo pertence unicamente aos charlatães e os predadores do Islam”. Pramila Jayapal (D-WA) denunciou a incapacidade da emenda de “aplicar sua fiscalização arbitrária igualmente”, e por “inclu[indo] avaliações de terrorismo supremacista Branco ou terrorismo cometido contra clínicas de aborto e médicos.”

Mas como Clifford Smith observa: “Enquanto provavelmente poucas pessoas do exército dos EUA irão se deparar com um ativista racista ou antiaborto irritado e armado durante a missão, os Islamistas radicais fazem disso o seu negócio para matar os Americanos em quase todos os cantos do mundo… É insustentável dizer que todas as religiões são iguais ou que todas as religiões têm tendências ideológicas igualmente ameaçadoras em todos os pontos na história.”

Seja como for; o fato de que a maioria da Câmara dos Deputados rejeitou uma emenda realista e de bom senso, é um lembrete de que continuar ignorando a ideologia jihadista enxergando apenas o terrorismo genérico continua transcendendo as atividades do Obama e permeando uma parcela significativa da sociedade Americana — incluindo, sem dúvida, a comunidade de Inteligência.

O retorno de uma terminologia relevante para a questão do terrorismo Islâmico é certamente um passo na direção certa; sobre isso não há dúvida. No entanto, assim como Obama foi um homem que não criou, mas defendeu a abordagem politicamente correta do Islam, o futuro dirá se o esforço solitário do Presidente irá superar décadas de doutrinação.


Tadução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

ESTADO ISLÂMICO JURA MASSACRAR CRISTÃOS: “ALÁ DEU ORDENS PARA MATAR TODOS OS INFIÉIS”

Fonte/Source:  Islamic State vows to massacre Christians: “Allah gave orders to kill every infidel”


Nota do blog: Estou revendo alguns artigos “antigos” interessantes e reeditando. Alguns são impressionantes, como este…


ESTADO ISLÂMICO JURA MASSACRAR CRISTÃOS: 
"ALÁ DEU ORDENS PARA MATAR TODOS OS INFIÉIS"

Por Robert SPencer

22 de Fevereiro de 2017

“O narrador continuou dizendo que os Cristãos não eram mais considerados  ‘Dhimmis’ — um termo usado no Islã referente aos não-Muçulmanos que gozam de um grau de proteção estatal. Em vez disso, o grupo descreve os Cristãos Egípcios como “infiéis que estão capacitando o Ocidente contra nações Muçulmanas”.

Essa é a lei Islâmica: os Cristãos, entre outras “Pessoas do Livro” podem gozar da “proteção” do Estado Islâmico caso se submetam, paguem a jizya e aceitem outras regulamentações humilhantes e discriminatórias projetadas para garantir que se “sintam subjugados” (Qur’an 9:29).

Mas, se violarem esse contrato de “proteção”, se tornarão kuffar harbi, infiéis em guerra com o Islã, e suas vidas são confiscadas.

Mas será que Alá deu ordens para matar todos os infiéis? Variações sobre a declaração “mate-os onde quer que os encontre” estão no Alcorão: 2: 191, 4:89 e 9: 5.

“’Alá deu ordens para matar todos os infiéis’, ISIS promete massacrar os Cristãos em vídeo arrepiante”, por Sofia Petkar, Express, 21 de Fevereiro de 2017:

“Os militantes do ISIS no Egito ameaçaram aumentar os ataques contra os Cristãos no país, prometendo “libertar” o Cairo, em um novo vídeo assustador….

No clipe de 20 minutos, o grupo escolheu proeminentes Cristãos Egípcios, identificando o Papa Copta e um número de empresários ricos como “presas preferidas” do grupo.

A filmagem apresenta um jihadista mascarado, identificado como Abu Abdallah al-Masri, que promete ver a libertação dos Islâmicos presos quando o grupo tomar o controle da capital.

Al-Masri — que significa “O Egípcio” — foi o nome de guerra que o ISIS deu ao militante por trás do atentado suicida na Catedral de São Marcos.

No vídeo, o militante é visto agarrado a um rifle de assalto num campo de trigo.

Ele diz: “Finalmente, aos meus irmãos em cativeiro: alegre-se, você que acredita, não hesite ou lamente. Juro por Alá que em breve libertaremos o Cairo e o libertaremos do cativeiro.”

“Vamos chegar com explosivos, juro que vamos, por isso, você que acredita, alegre-se.”

O narrador continua dizendo que os Cristãos não são mais “Dhimmis” — um termo usado no Islã em referência aos não-Muçulmanos que gozam de um grau de proteção do Estado.

Em vez disso, o grupo descreve os Cristãos Egípcios como “infiéis que estão capacitando o Ocidente contra nações Muçulmanas”.

Um dos militantes, portando um rifle de assalto AK-47, diz no vídeo: “Alá deu ordens para matar todos os infiéis.”

“Oh, adoradores da cruz, os soldados do estado estão observando você”, diz outro militante mascarado — identificado como Abu Zubair al-Masri.

O vídeo também contém o novo logotipo do grupo — “Estado Islâmico no Egito” — em oposição à “Província do Sinai”, o nome original para a presença do ISIS no país.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

É HORA DE OUVIR ROBERT SPENCER

Fonte/Source: Video: Stanford dean Nanci Howe congratulates student fascists as they disrupt Robert Spencer event

Stanford and Other Universities of Gleichschaltung

Stanford Ph.D. candidate says disruption of Robert Spencer event does “not befit an institution of learning”


É HORA DE OUVIR O ROBERT SPENCER

Por Tião Cazeiro

21 de Novembro de 2017


“Hoje em dia na América, as universidades geralmente são lugares para discussão e debate aberto e livre, com uma única exceção: se a pessoa se opor ativamente ao antissemitismo (seja em Mein Kampf ou no Alcorão) e lutar pela liberdade de expressão. Numerosos indivíduos que mantêm esses pontos de vista — posições básicas do Iluminismo — tornaram-se parias em muitos campus universitários. Essas universidades, pelas ações de seus administradores, professores e estudantes, tornaram-se bastiões da Gleichschaltung.

Gleichschaltung, traduzida como Nazificação, foi posta em prática na Universidade de Freiburg, Universidade de Frankfurt, Universidade de Göttingen e em outras universidades da Alemanha nos anos de 1930, enquanto marginalizavam, frequentemente brutalizavam, e em seguida eliminaram Judeus e antifascistas que se opunham ao antissemitismo e acreditavam na liberdade de expressão.

Stanford emerge como a mais recente universidade Americana a demonstrar seu compromisso com a Gleichschaltung” — Richard Sherman

A palestra tão esperada de Robert Spencer na Stanford University, gerou muita confusão e uma reação inusitada por parte dos alunos, que de forma orquestrada abandonaram o salão. Alguns ainda chamaram o Robert Spencer de fascista, e pior, incentivados por alguns diretores associados à Reitoria de Assuntos Estudantis.

Primeiro, certificaram-se de que o salão estava repleto de estudantes que não tinham interesse em participar da palestra, mas estavam lá apenas para sabotar, negando assentos às pessoas  realmente interessadas no evento. Eles até mesmo deixaram de fora alguns membros Republicanos da faculdade, exatamente o grupo que patrocinava o evento.

Assista a estes vídeos de curtíssima duração, mesmo que você não domine a língua Inglesa, e perceba logo no primeiro vídeo a movimentação de uma diretora (dando tapinha nas costas) incentivando os alunos a deixarem o local.

O segundo vídeo, mostra Robert Spencer, — que já esperava alguma reação devido aos protestos que antecederam o evento, — assistindo a debandada geral e corretamente lembrando aos alunos o verdadeiro significado da palavra fascismo.

“Não havia nada a ganhar, mas tudo a perder, saindo propositadamente da palestra como um grupo organizado…. Inclusive negando acesso à palestra e exibindo o símbolo da  Antifa em edifícios acadêmicos.” — Qi Yang, Ph.D.

Entretanto, Ibn Warraq, um ex-Muçulmano, autor de vários livros importantes como, Por Que Não Sou Muçulmano, As Origens Do Alcorão, A Busca Pelo Muhammad Histórico e a Defesa Do Ocidente entre outros, disse o seguinte:

“Robert Spencer vem alertando e denunciando o terrorismo Islâmico desde 2003. Todos os dias ele observa atentamente todas as barbaridades do terrorismo Islâmico. Em vários momentos de tristeza, quando não o levaram a sério o suficiente, Spencer foi forçado a nos lembrar: “Eu te avisei.” É hora de ouvir o Robert Spencer.”

PJ Media: “Um líder nesta guerra há mais de uma década, documentando não apenas o que está acontecendo, mas explicando o porquê.”

Venho traduzindo os artigos do Robert Spencer, Raymond Ibrahim, Pamela Geller, Dr. Bill Warner entre outros desde 2013.  Este blog não existiria se não fossem os artigos dessas pessoas tão especiais.

Robert Spencer e Raymond Ibrahim são versados em Árabe e conhecem profundamente o Islã e a História. Ouvir o que eles têm a dizer é de extrema importância pois estamos em plena era do absurdo.


 

Esquerdista Islandês Envenena Robert Spencer

Fonte/Source: Icelandic Leftist poisons Robert Spencer


Esquerdista Islandês Envenena Robert Spencer

Por ROBERT SPENCER

16 de Maio de 2017

Na última Quinta-feira, dei uma palestra sobre a ameaça da jihad no Grand Hotel, em Reykjavik, Islândia. Pouco tempo depois, um jovem Esquerdista Islandês expressou sua desaprovação ao que eu disse me envenenando.

Aconteceu depois do evento, quando meu chefe de segurança, os organizadores do evento, e Christine Williams, escritora da Jihad Watch, que também foi convidada para falar, foram comigo a um restaurante local para celebrar o sucesso da noite.

Fui rapidamente reconhecido nesse estabelecimento aglomerado de Reykjavik. Um jovem Islandês me chamou pelo nome, apertou minha mão e disse que era um grande fã. Pouco depois, um outro cidadão daquela terra famosa e gentil também me chamou pelo nome, apertou minha mão e disse: “Vá se foder!”.

Recebemos essa maravilhosa saudação Islandesa como um sinal para irmos embora. Mas o dano já tinha sido feito. Cerca de quinze minutos depois, quando voltei para o meu quarto no hotel, comecei a sentir dormência no meu rosto, mãos e pés. Comecei a tremer e a vomitar. Meu coração estava acelerando perigosamente. Passei a noite num hospital de Reykjavik.

O que tinha acontecido rapidamente se tornou claro, e logo foi confirmado por um teste no hospital: um desses Islandeses locais que se aproximou de mim — provavelmente aquele que disse que era um grande fã, porque estava muito mais perto de mim do que o sujeito do “Vá se foder!” — tinha colocado alguma droga na minha bebida. Eu não estava e não estou tomando nenhum outro medicamento, e por isso não havia qualquer outra explicação de como essas coisas tinham chegado à minha corrente sanguínea.

Durante vários dias, depois disso, fiquei doente, mas fui à delegacia de Reykjavik e dei-lhes um caso maior do que tinham visto há algum tempo. O policial com quem falei tomou medidas imediatas para identificar e localizar os principais suspeitos e obter o vídeo de vigilância do restaurante.

A Islândia é um país pequeno. Todo mundo se conhece. E assim, fui rapidamente capaz de descobrir a identidade, o número de telefone e a página no Facebook do principal suspeito, o jovem que afirmou ser um “grande fã”. Não pretendo chamá-lo. A polícia Islandesa entrará em contato com ele em breve, caso ainda não o tenha feito.

No entanto, olhei a sua página do Facebook, e como previa, não achei nada que pudesse indicar que ele realmente era um “grande fã” do meu trabalho, ou que tivesse qualquer ponto de vista fora do convencional — e sim, a cortesia das elites políticas e de mídia da Islândia, dominadas inteiramente pela Esquerda.

O cenário mais provável é que este jovem, ou quem me drogou, ouviu que um notório “racista” estava vindo para Reykjavik, por acaso me viu no restaurante, e decidiu me dar uma lição com algumas das drogas ilegais que são tão abundantes em Reykjavik como em qualquer outro lugar.

Eu deveria ter previsto isso. Afinal, minha visita desencadeou uma tormenta de insultos na imprensa Islandesa, todos baseados pontos de discussão dos Esquerdistas Americanos. Cada história sobre a minha visita tinha os mesmos elementos: o aviso de que o SPLC (Centro Legal da Pobreza do Sul) afirma que eu provoco o “discurso de ódio”, o qual é um julgamento subjetivo usado para barrar divergências da linha do establishment; o fato de que fui banido da Grã-Bretanha, sem menção aos principais detalhes de que fui banido por dizer que o Islã tem doutrinas de violência (que é o mesmo que ser banido por dizer que a água é molhada) e pelo crime de apoiar Israel; e a falsa alegação que eu incitei o assassino em massa Norueguês Anders Breivik para matar (na verdade, não sou mais responsável pelos assassinatos de Breivik do que os Beatles pelo Charles Manson). Após o evento, um artigo ainda apresentou uma grande foto de Breivik, mas nada do que eu disse naquela noite foi mencionado.

Nenhum dos meios de comunicação Islandeses que publicou uma história sobre a minha vinda ou sobre o evento em si, me contatou para comentar, muito menos para refutar as acusações que fizeram contra mim. Uma emissora de TV fez uma entrevista comigo em que o entrevistador se recusou a acreditar que eu não me sentia responsável pelos assassinatos de Breivik, e me perguntou sobre isto repetidamente.

Após o evento, os artigos na imprensa Islandesa incluíam citações dos 50 manifestantes, mas nenhum incluiu uma única citação sequer ou descrição de qualquer coisa que realmente tivéssemos dito. Ninguém citou nenhum dos 500 corajosos Islandeses que desafiaram o ódio das elites politicamente corretas e foram ao Grand Hotel para ouvir Cristine Williams e eu — um número incrivelmente grande num país de 300 mil pessoas.

Está claro: a jihad e a Islamização não são assuntos que os políticos Islandeses e os formadores de opinião da mídia querem que os Islandeses discutam.

Essa é a razão pela qual deve ser discutido.

Entretanto, aprendi uma lição. A lição que aprendi foi que a demonização da mídia daqueles que discordam da linha Esquerdista é a incitação direta à violência. Ao me retratarem e a outros que levantam questões legítimas sobre o terror da Jihad e a opressão da Sharia como Islamistas racistas e intolerantes, sem nos permitir uma audiência justa, os meios de comunicação da Islândia e do resto do Ocidente estão ativamente colocando em perigo aqueles que ousam discordar. O SPLC (Centro Legal da Pobreza do Sul), o Conselho de Relações Americano-Islâmicas (CAIR), o Centro para o Progresso Americano e o resto que dedicam tanto dinheiro, tempo e atenção para demonizar os “Islamofóbicos” estão pintando alvos enormes em nossas costas.

Claro, pensam que estão fazendo algo nobre. A Esquerda não somente preenche com ódio aqueles que sofrem lavagem cerebral, mas o faz enquanto retrata seus inimigos como os incitadores de ódio, de tal forma que os Esquerdistas violentos, como o jovem que me drogou, sentem-se justos, mesmo quando vitimam e brutalizam os conservadores.

Não há dúvida: estou certo de que quem me envenenou na Islândia foi embora feliz com o que tinha feito. Se comentou com alguém o que ele fez, tenho certeza que foi saudado como herói. Também estou ciente de que muitos dos que lerem isso ficarão felizes com o fato de eu ter ficado gravemente doente. Isto em si é um sinal de quão degenerada e do mal a Esquerda se tornou.

Por todo o Ocidente, enquanto os estudantes de Esquerda provocam e ameaçam fisicamente palestrantes conservadores e os porta-vozes da Esquerda se entregam à retórica mais histérica para difamar seus inimigos, políticos se acovardam com medo e recusam-se a discutir essas questões, garantindo apenas que os problemas que identifiquei quando falei em Reykjavik continuarão a crescer na Islândia e em outros lugares.

À medida que subiam ao poder na Alemanha, os Nazistas doutrinavam seus jovens seguidores com a mesma mensagem: aqueles que se opõem a nós são maus. Aqueles que os brutalizam estão fazendo uma grande coisa. A demonização dos oponentes da Esquerda, hoje em dia, vai levar a exatamente a mesma coisa. E já aconteceu comigo, na bela Reykjavik.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Crianças Assassinas: MEIO MILHÃO De Crianças Recrutadas Pelo ISIS

nte/Source: KILLER KIDS: HALF A MILLION children recruited by ISIS – Geller Report

Crianças Assassinas: MEIO MILHÃO De Crianças Recrutadas Pelo ISIS

Por Pamela Geller

14 de Maio de 2017

O que é tão perturbador é que isso será deixado para os nossos filhos resolverem – e a esquerda nos meios de comunicação, as universidades e a cultura os desarmaram completamente no espaço da batalha de informação. São ovelhas indo para o abate.

Meio milhão. E haverá outros milhões.


TERROR ADICIONADO: PURO HORROR — EXPERTS REVELAM QUE MEIO MILHÃO DE CRIANÇAS FORAM RECRUTADAS PELO ISIS

O ESTADO ISLÂMICO CONSEGUIU RADICALIZAR MEIO MILHÃO DE CRIANÇAS, EXPERTS DIVULGARAM UMA INFORMAÇÃO CHOCANTE SOBRE O TAMANHO DA AMEAÇA TERRORISTA.

Por Zoie O’Brien, 13 de Maio de 2017:

Especialistas em terrorismo, psicólogos e analistas estão correndo para avaliar como a ameaça de centenas de milhares de crianças que serviram ao ISIS pode ser combatida. A nova descoberta representa uma ameaça mortal para países como a França, Reino Unido e EUA, os quais foram ameaçados com derramamento de sangue em massa nas ruas.

Anna Speckhard, Professora Adjunta de Psiquiatria na Universidade de Georgetown, viajou para o Iraque para ajudar a lidar com a crise que o país enfrenta. O expert do Centro Internacional para o Estudo do Extremismo Violento (ICSVE) esteve também cara a cara com as crianças do califado. Ela disse ao Express.co.uk: “Havia muita discussão sobre o número de jovens envolvidos — de 250 a 500 mil.

“O ISIS proibiu os livros das escolas e os substituiu com seu próprio currículo e material, incentivando o ódio e a brutalidade, muitos dos quais foram mostrados a nós numa exposição.

“Há raiva e preocupação sobre como reagrupar diante da destruição do ISIS e preocupação sobre se a ideologia continuará vivendo nos corações e mentes dos Sunitas que viveram sob o ISIS e reemergir”.

CRIANÇAS DO CALIFADO: Cerca de 500.000 crianças podem ter sido radicalizadas.

Crianças do ISIS decapitam prisioneiros depois de terem sido treinadas em campos terroristas.

Jihadistas infiltraram-se nas salas de aula, destruíram bibliotecas e forçaram professores a distribuir um programa de ódio em áreas conquistadas pelo ISIS. O Primeiro-Ministro Iraquiano abriu a conferência de Educação no Iraque Pós-Daesh (ISIS) em Abril, onde os experts foram informados da verdadeira extensão do problema. Antes das invasões das cidades no Iraque, um grupo chamado de ISIS “Emni” colocou militantes radicais para prepararem o terreno. Aprenderam sobre as queixas das pessoas locais e jogaram com isso para recrutar famílias.

GETTY

Crianças do Estado Islâmico (ISIS): Professores foram forçados a abandonar o currículo e pregar para o ISIS.

Acredita-se que a elite ‘Emni’, — formada por ex-Baathistas Iraquianos que serviram sob o regime de Sadaam, — esteja ligada aos ataques terroristas em Paris, Bruxelas e Tunísia. Os programas sob os quais as crianças foram doutrinadas foram extremamente bem-sucedidos. O testemunhos dos jovens soldados revelou que viveram para servir os jihadistas mais velhos, os quais enviaram para a morte meninos tão jovens quanto cinco anos de idade.

Professor Speckhard disse: “Alguns dos jovens foram realmente recrutados para os Filhotes do Califado, e alguns foram ensinados a decapitar.” Da mesma forma alguns professores foram obrigados a ensinar nas escolas do ISIS e o que fazer com eles.

Em uma série de entrevistas com os jihadistas do Daesh (ISIS), o professor Speckhard, juntamente com o professor Ahmet Yayla, ex-chefe de polícia de contraterrorismo, demonstrou como os jovens são recrutados.

Seu livro, intitulado “ISIS Defectors: Inside Stories of the Terrorist Caliphate “, revelou como o ISIS se propôs a radicalizar as crianças numa tentativa de reforçar suas próprias fileiras em 2015.

Em poucos meses, tinham centenas em seus livros.

Professor Speckhard disse: “Uma criança nos falou sobre os meninos sendo enganados e colocados em veículos suicidas, mesmo sem saber que iriam ser explodidos, e um ISIS emir (dirigente) verificou se as crianças foram enviadas em veículos e usando coletes”. Eles choram quando são retirados da lista.”

Um menino chamado Ibn Omar revelou como os campos de treinamento e enormes facas eram nomeados segundo os líderes da Al-Qaeda.

Ele disse aos professores: “Não. Se você não aderir ao ad-Dawlah e prometer sua lealdade a Abu Bakr al-Baghdadi você é um infiel.

“Alguns dos combatentes locais [ISIS] disseram que agora sabiam que seu pai era um infiel, e que assim que pudessem pediriam licença e iriam matá-lo”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Mesquita Principal De Paris: Macron Ganha Sinal De Que Muçulmanos “Podem Viver Em Harmonia E Respeitar Os Valores Franceses”

Fonte: Paris main mosque: Macron win sign that Muslims “can live in harmony and respect of French values”


Mesquita Principal De Paris: Macron Ganha Sinal De Que Muçulmanos “Podem Viver Em Harmonia E Respeitar Os Valores Franceses”

POR ROBERT SPENCER

7 de MAIO de 2017

A Grande Mesquita de Paris disse: “É um claro sinal de esperança para os Muçulmanos Franceses que podem viver em harmonia e respeitar os valores Franceses”.

Será que a eleição de Macron é um sinal de esperança para os Muçulmanos na França, de modo que podem viver em harmonia e respeitar os valores Franceses? Então, se Le Pen tivesse vencido, teria sido um sinal de que os Muçulmanos na França não poderiam viver em harmonia e respeitar os valores Franceses? Parece que ao dizer isto, a Grande Mesquita de Paris está presumindo que os Muçulmanos na França podem ou não viver em harmonia e respeitar os valores Franceses dependendo da liderança não-Muçulmana na França.

A Grande Mesquita de Paris tenta, por conseguinte, dar a impressão de que cabe aos não-Muçulmanos, se os Muçulmanos na França aceitarão ou não os valores Franceses. A Grande Mesquita de Paris está avançando a narrativa da “Islamofobia” de que o terrorismo da jihad Islâmica, e a opressão da Sharia, são inteiramente uma reação às monstruosidades dos governos e indivíduos não-Muçulmanos. Esta afirmação é uma declaração dissimulada para que os Muçulmanos na França sejam vítimas — uma declaração estarrecedora, feita à luz da crescente atividade jihadista na França.

Na verdade, a vitória de Macron é um sinal de que a maioria dos não-Muçulmanos na França tem esperança de que possam viver em harmonia e respeitar os valores Muçulmanos. Boa sorte com isso.

“Mesquita principal de Paris diz que a eleição de Macron dá esperança aos Muçulmanos Franceses”, Reuters, 7 de maio de 2017:

A principal mesquita de Paris disse neste Domingo que a eleição do centrista Emmanuel Macron como o próximo Presidente da França sobre a líder de extrema direita Marine Le Pen foi um sinal de reconciliação entre as religiões Francesas.

“É um claro sinal de esperança para os Muçulmanos Franceses que podem viver em harmonia e respeitar os valores Franceses”, disse em comunicado a Grande Mesquita de Paris.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Foi por causa da “Islamofobia” Sueca, certo? Pense de novo.

Fonte/Source: Stockholm police: Truck jihad attack suspect was asylum-seeker whose application was rejected


POLÍCIA DE ESTOCOLMO: O SUSPEITO DO ATAQUE JIHADISTA COM UM CAMINHÃO ERA UM SOLICITANTE DE ASILO CUJO PEDIDO FOI REJEITADO

POR ROBERT SPENCER

9 de Abril de 2017

Se tivesse sido aceito, tudo estaria bem, certo? Este ataque aconteceu por causa da “Islamofobia” Sueca, certo? Pense de novo.

“Polícia de Estocolmo: suspeito do ataque com um caminhão era um solicitante de asilo que teve seu pedido rejeitado”, Associated Press, 9 de abril de 2017:

STOCKHOLM — Polícia de Estocolmo: O suspeito do ataque com um caminhão era um solicitante de asilo que tinha sido rejeitado.


Nota do blog:

Para os versados na língua Inglesa, segue uma lista imperdível de livros esseciais…  Compre já! 

Acesse os links para mais informações:

The Al Qaeda Reader: The Essential Texts of Osama Bin Laden's Terrorist Organization
The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America
Stop the Islamization of America: 
A Practical Guide to the Resistance.
Germany and the Middle East, 1871-1945
From Time Immemorial: The Origins of the Arab-Jewish Conflict over Palestine
The Complete Infidel's Guide to Iran (Complete Infidel's Guides)
The Decline of Eastern Christianity Under Islam: 
From Jihad to Dhimmitude: Seventh-Twentieth Century
The Truth about Muhammad: Founder of the World's Most Intolerant Religion
The Complete Infidel's Guide to the Koran (Complete Infidel's Guides)

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

ESTADO ISLÂMICO REIVINDICA RESPONSABILIDADE PELOS DOIS BOMBARDEIOS A IGREJAS NO EGITO

Fonte/Source: Islamic State claims responsibility for the two church bombings in Egypt

Nota do blog: O Islã é o mesmo há quase 1400 anos. Esperar um resultado diferente no Brasil é insanidade.

ESTADO ISLÂMICO REIVINDICA RESPONSABILIDADE PELOS DOIS BOMBARDEIOS A IGREJAS NO EGITO

POR ROBERT SPENCER

9 de Abril de 2017

O Express informou em 21 de Fevereiro que “os militantes do Estado Islâmico (ISIS) no Egito ameaçaram aumentar os ataques contra os Cristãos no país, prometendo “liberar” o Cairo num novo vídeo arrepiante. No clipe de 20 minutos, o grupo seleciona Egípcios Cristãos proeminentes, identificando o Papa Copta e um número de empresários ricos como “presa preferida do grupo”.

“ISIS reivindica a responsabilidade por 2 bombardeios em Igrejas no Egito que matou dezenas”, por Michael Edison Hayden, ABC News, 9 de Abril de 2017:

O Estado Islâmico (ISIS) responsabilizou-se por dois ataques a Igrejas no Egito que estavam lotadas para os serviços do Domingo de Ramos, de acordo com sua agência de notícias.

Os ataques seguem as advertências do grupo terrorista de que escalariam os ataques aos Cristãos do Egito, que segundo estimativas da CIA representam cerca de 10% da população do país.

Duas bombas mataram pelo menos 37 pessoas e feriram outras 100 no Domingo de Ramos. O primeiro explodiu numa igreja Cristã Copta na cidade de Tanta, no Delta do Nilo, e o segundo, várias horas depois, na Catedral de São Marcos, na cidade costeira de Alexandria, a sede histórica da Cristandade no Egito.

Imagens gráficas compartilhadas nas mídias sociais pela Igreja Ortodoxa Copta do Egito entre outros, mostram as terríveis consequências das explosões gêmeas: Os bancos da Igreja ficaram em pedaços em grande parte da Igreja Copta Mar Girgis em Tanta, onde pelo menos 26 pessoas foram mortas e mais de 70 pessoas feridas — sangue e livros de oração foram triturados e estão espalhados pelo chão.

Em Alexandria, onde pelo menos 11 pessoas foram mortas e outras 35 ficaram feridas, a equipe de resgate no local da cena caótica usaram cobertores para transportar as vítimas através dos escombros e uma multidão à espera de veículos de emergência laranja.

A explosão na Catedral de São Marcos ocorreu logo após o líder da Igreja Ortodoxa Copta de Alexandria, o Papa Tawadros II, terminar os serviços, informou a Associated Press. Os seus assessores mais tarde disseram à imprensa local que ele escapou ileso…


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis