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VOU VOTAR NO BOLSONARO!

Olavo de Carvalho sobre o Bolsonaro

by acordailha

21 de Fevereiro de 2018

23 postagens do Olavo de Carvalho sobre o Bolsonaro:

1- Objetivamente, o Jair Bolsonaro é o único político de direita que tem chance de eleger-se presidente em 2018. Boicotá-lo, sob qualquer pretexto que seja, não é ‘dividir’ a direita: é matá-la no berço.

2- Só pessoas totalmente lesadas das faculdades mentais não entendem que a segurança vem antes da economia. Isso inclui toda a classe política brasileira, com exceção do Bolsonaro. Eis por que vou votar nele e aos outros não darei sequer um minuto de atenção.

3- Mostrem-me UM político — de direita ou de esquerda — que em todas as cidades seja recebido com o entusiasmo e o carinho que cercam o Jair Bolsonaro, e admitirei que estou errado.

4- A recepção entusiástica dada ao deputado Jair Bolsonaro por onde quer que ele passe mostra que, se a presente geração tem uma missão histórica, é a de realizar, sem extinguir uma só instituição democrática, o que os militares de 1964, extinguindo várias, não fizeram: extirpar o comunismo da vida política nacional, integralmente e para sempre.

5- Podem dizer o que queiram do Bolsonaro, mas alguém duvida de que, para os trabalhadores, ele seria um presidente melhor do que FHC, Lula e Dilma?

6- Se o Olavo de Carvalho chegou, num certo momento, a condensar simbolicamente o espírito da revolta popular, é natural e compreensível que os interessados em abortar esta última e transformá-la em outra coisa se assanhem em destruir esse símbolo tanto quanto a encarnação propriamente política do movimento, isto é, a candidatura Jair Bolsonaro.

7- Até que o Deputado Bolsonaro tome a iniciativa de me decepcionar em alguma coisa, o que ele não fez e espero que não faça, continuarei a vê-lo como o ÚNICO líder popular que representa as aspirações dos memoráveis protestos de Março de 2015.

8- Nenhum problema dura para sempre, mas alguns duram mais que a gente. Se um lado está disposto a votar, e o outro a matar ou morrer, adivinhem quem vence. Por isso, antes de votar no Bolsonaro, avalie o quanto está disposto a arriscar para mantê-lo no cargo.

9- Já avisei e repito: Declaro-me eleitor do Bolsonaro enquanto estiver seguro de que ele não tem rabo preso com nenhum esquema globalista. Se descobrir que tem algum, voto em branco.

10- Vou votar no Bolsonaro porque acho que essa é a minha obrigação, não porque acredite que isso vá mudar alguma coisa. Toda política eleitoral, nas presentes condições, segue o lema do Montherlant: “Service inutile.”

11- Nenhuma direita será possível no Brasil sem derrubar o mito da “luta contra a ditadura”. Antes bolsonarette do que arruinaldette.

12- Nunca fui cabo eleitoral do Bolsonaro, mas, depois da entrevista dele com o Marco Antonio Vil, aceito, a título de merecida reparação moral, até serviço de homem-sanduíche, espremido entre duas placas: VOTE EM BOLSONARO.

13- Mesmo considerando que o Bolsonaro é incomparavalmente mais culto do que o Lula (ninguém chega a capitão sem ter cursado escola militar), admitamos a premissa vulgar de que ele não tem cultura. Segue-se inevitavelmente a pergunta: Se a esquerda tem o direito de elegar um presidente inculto e ainda considerar isso um mérito, por que a direita não pode fazer o mesmo? Negá-lo é submeter-se à guerra assimétrica.

14- Desistam, fofoqueiros e intrigantes. Não só vou votar no Bolsonaro, como vou trazer para ele mais votos do que vocês, sem fazer um só minuto de propaganda e sem pedir nem aceitar nenhum carguinho em troca.

15- Quantas vezes preciso avisar que o meu voto vai para o Bolsonaro?

16- Aviso, para os devidos fins, que pretendo votar em Jair Bolsonaro para a Presidência da República e acho que todos os brasileiros deveriam fazer o mesmo, mas isso não é motivo para eu adotar uma retórica de cabo eleitoral e, a pretexto de eleger um presidente, contribuir para estragar a língua portuguesa mais um pouco.

17- O que mais admiro no Bolsonaro é a humildade com que ele busca o aprendizado. Com um por cento disso o Lula não teria sido o bosta que foi.

18- “Unidade da direita” é apoiar o Jair Bolsonaro. O resto é carreirismo porco.

19- Repito: “Unidade da direita” é apoiar o Jair Bolsonaro. O resto é carreirismo porco.

20- O Bolsonaro é o único político brasileiro que não apenas não roubou nada, mas não tem sequer amigo ladrão.

21- Nossos liberais são tão idiotas que bastou o deputado Bolsonaro falar em “Estado Cristão” — aliás num sentido vago e não como proposta política formal — para que alguns deles já saíssem gritando “Fascismo!”. Como se fosse concebível um Estado fascista que aceitasse uma autoridade acima dele próprio.

22- Pensem o que bem desejem do Jair Bolsonaro, mas contestem, se puderam, as seguintes afirmações;

1 – Ele é um dos RARÍSSIMOS políticos que jamais se envolveram em qualquer esquema de corrupção.
2 – Ele é o ÚNICO presidenciável que dá mais ênfase à segurança pública do que à economia, isto é, o único que tem senso das proporções no julgamento das urgências nacionais.
3 – Ele é o ÚNICO presidenciável que jamais cortejou a elite esquerdista hegemônica, muito menos a mídia.
4 – Ele é o ÚNICO presidenciável que não modera o seu discurso pelos cânones da etiqueta esquerdista.
Provem que algum outro candidato tem essas qualidades, e talvez eu o considere um concorrente à altura do Bolsonaro.

23- Perguntam-me o que penso do deputado Jair Bolsonaro.

Quando eu era pequeno, meu pai fazia comigo a seguinte gozação:
— Pai, em quem você vai votar para presidente?
— Adhemar de Barros.
— E para governador?
— Adhemar de Barros.
— E para deputado?
— Adhemar de Barros.
E assim por diante.

Pois eu, sem gozação nenhuma, digo que votaria em Jair Bolsonaro para todos os cargos. Há muitos homens valentes neste país, mas ele é o mais valente de todos. Posso discordar dele num ou noutro ponto, mas tenho a certeza de que é um homem honrado e nunca decepcionará seus eleitores.

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Raymond Ibrahim: o ódio por trás das lágrimas Muçulmanas indignadas

Fonte/Source: The Hate behind Muslim Tears and Outrage – Raymond Ibrahim


O ódio por trás das lágrimas Muçulmanas indignadas

 POR RAYMOND IBRAHIM

16 de Fevereiro de 2018

FrontPage Magazine

A sensação de supremacismo permeia tudo na vida do supremacista Muçulmano — mesmo aquelas coisas que os meios de comunicação Ocidentais retratam como louváveis, humanitárias ou compreensíveis.

Considere a violação e estrangulamento de Zainab Ansari, uma menina Muçulmana de oito anos, cujo corpo mutilado foi encontrado no lixo em Janeiro último no Paquistão. O trágico incidente provocou indignação em massa na nação Muçulmana. Celebridades famosas e dezenas de milhares de outros Paquistaneses “expressaram seu choque nas mídias sociais usando o hashtag ‘justiceforZainab‘”; multidões irritadas atacaram a polícia e os edifícios do governo, deixando pelo menos dois mortos e muitos feridos; clérigos Islâmicos alertaram as autoridades governamentais para apresentarem o assassino instantaneamente, demitirem-se — ou então. “Podemos pegar esse animal e puni-lo publicamente?” é a questão que “resumiu a exasperação de muitas pessoas por falta de progresso na busca do assassino.”

É desnecessário dizer que a indignação sentida pelos Paquistaneses quanto ao destino dessa menina desafortunada, e o desejo de ver a justiça concedida a seu estuprador assassino, é apreciável. O problema, no entanto, é que essa indignação se baseia inteiramente no fato de que ela era Muçulmana. Muitas jovens Cristãs foram e continuam sendo estupradas, mutiladas e assassinadas — entretanto os Paquistaneses respondem com um silêncio ensurdecedor.

Zainab Ansari

A seguir, uma breve lista (e longe de estar completa) dessas meninas Cristãs não lamentadas:

Nisha, 9, foi sequestrada por Muçulmanos, estuprada por uma gangue, assassinada por golpes repetidos em sua cabeça e depois jogada em um canal.

Lubna, 12 anos, foi sequestrada, estuprada por uma gangue e assassinada por um grupo de Muçulmanos.

Muqadas, 12, foi emboscada em um campo perto de sua casa; o post mortem revelou que ela tinha sido “violada em grupo e depois estrangulada por cinco homens.”

Shazia, de 12 anos, foi escravizada, estuprada e assassinada por Chaudhry Naeem, um rico advogado Muçulmano, que foi absolvido no tribunal.

“É vergonhoso”, explicou as fontes locais do Paquistão ao discutir a violação brutal de outra garota Cristã de 9 anos. “Tais incidentes ocorrem frequentemente. As meninas Cristãs são consideradas produtos para serem danificados no lazer. Abusar delas é um direito. De acordo com a mentalidade da comunidade [Muçulmana], isso nem sequer é um crime. Os Muçulmanos as consideram como espólios da guerra (ênfase adicionada).”

Nem os meninos Cristãos  tampouco são poupados. Enquanto estavam em um bairro Cristão no Paquistão, um grupo de homens Muçulmanos sequestrou um menino de 7 anos; revezaram-se durante o estupro, antes de estrangular o menino e jogaram o corpo em um campo — assim como Zainab. O corpo de outro menino Cristão, Samuel Yaqoob, de 11 anos, também foi encontrado perto de um esgoto… com marcas de torturas horrorosas, com a arma do crime perto. Seu nariz, lábios e barriga foram cortados, e sua família dificilmente pôde reconhecê-lo porque o corpo estava muito queimado. “A autópsia encontrou” 23 feridas por uma arma afiada “e indicações de “sodomia.”

Explicando tais incidentes, Wilson Chowdhry, presidente da Associação Cristã Paquistanesa Britânica, disse: “Partes da cultura Paquistanesa têm uma forte componente de pederastia homossexual, e os meninos minoritários Cristãos entre outros são especialmente suscetíveis a estupros e abusos por causa da impotência de sua comunidade e  o status desprezado deles” (ênfase adicionada).

E esse é o ponto. Como “infiéis”, os Cristãos no Paquistão são amplamente vistos como “intocáveis“, servindo apenas para recolher os “excrementos dos Muçulmanos“, portanto são regularmente tratados como animais. Excluindo as famílias das vítimas e as comunidades Cristãs vizinhas, praticamente ninguém — uma nação com 99% de maioria Muçulmana — se importa quando Cristãos e seus filhos são atacados selvagemente e assassinados, da mesma forma como a Muçulmana Zainab foi.

Nenhum dos assassinatos com estupro de crianças Cristãs mencionados acima gerou um escândalo nacional; nenhum deles foi seguido por tweets em massa e hashtags, celebridades ultrajadas, revoltas em massa, tumultos fatais ou ameaças aos funcionários e policiais. Nem ganharam sua própria página de Wikipédia, da maneira como fizeram com Zainab.

Não surpreende que enquanto o assassino de Zainab foi pego dias após o incidente, os assassinos dos filhos Cristãos acima mencionados nunca foram “encontrados.”

É devido precisamente a essa indiferença que estupradores e assassinos tendem a perseguir crianças Cristãs: se a sociedade não se importa, a polícia não incomodará, e assim eles escapam — quando não como heróis por prestarem um serviço ao Islã. Depois de explicar que “a conversão forçada ao Islamismo de mulheres de grupos minoritários religiosos através do estupro e sequestro atingiu um estágio alarmante” no Paquistão; a Comissão Asiática de Direitos Humanos elaborou este relatório de 2011:

A situação piora com a polícia que sempre acompanha os grupos Islâmicos e trata grupos minoritários como formas de vida humilde. O lado obscuro da conversão forçada ao Islã… envolve também os elementos criminosos envolvidos em estupro e sequestro que em seguida justificam seus crimes hediondos forçando as vítimas a se converterem ao Islã. Os fundamentalistas Muçulmanos oferecerem, com prazer, abrigo a esses criminosos e usam como desculpa a ideia de que estão prestando um ótimo serviço à causa sagrada para aumentar a população Muçulmana.

A polícia no Paquistão praticamente não só nada faz para combater essa “jihad”, como às vezes são os próprios culpados. Em um outro exemplo, um “menino Cristão foi sequestrado, estuprado, torturado e morto por um policial; seu corpo também foi despejado em um canal.”

Com frequência, no entanto, polícia e outras autoridades incluindo imams locais simplesmente se alinham com os assassinos sempre que as famílias das vítimas Cristãs fazem muito barulho exigindo “justiça” — isto é, quando os “dhimmis” ficam muito atrevidos, pois de acordo com a lei Islâmica os mesmos precisam “conhecer o seu lugar” e agradecer para que, como infiéis indesejáveis ​​e vulneráveis, sejam atribuídas qualquer medida de tolerância.

Por exemplo, outra menina Cristã de 12 anos, conhecida como “Anna” foi estuprada por uma gangue durante oito meses, forçada a se converter, e “casou-se” com o seu agressor Muçulmano, mas depois escapou. Em vez de ver a justiça sendo feita, ela e sua família Cristã foram relatadas pela última vez como “escondidas dos estupradores e da polícia.” Da mesma forma, depois que uma criança de 2 anos foi violentamente estuprada porque seu pai Cristão recusou a conversão ao Islã — deixando sua anatomia permanentemente desfigurada apesar de passar por cinco cirurgias — ela e sua família esconderam-se por terem feito um “grande estardalhaço” do incidente.

O viés Muçulmano sobre quem importa (colegas Muçulmanos) e quem não (todos os outros) é regularmente despercebido no Ocidente. Por exemplo, a obrigação Muçulmana de pagar o zakat (traduzido várias vezes como “caridade”) é sempre aclamada no Ocidente como um reflexo do lado “humanitário” do Islã — mesmo que a lei Islâmica dominante insista que tal “caridade” só vai ajudar os Muçulmanos, nunca o odiado infiel….

Mesmo quando Muçulmanos saem massacrando na América — como o bombardeiro do metrô de Nova York ou esfaqueador do Estado de Ohio, — a mídia corre para sugerir que tudo não passa de indignação com a situação dos Muçulmanos que sofrem (sempre os Rohinyas em Myanmar), levando esses homens ao limite em busca de “justiça” (não importando se suas vítimas Americanas tenham nada a ver com a política de Mianmar).

Uma explicação mais apropriada é que eles simplesmente odeiam infiéis, como se viu no fato de que a Somália, onde Abdul Raza, o esfaqueador do Estado de Ohio nasceu e cresceu, é considerada a segunda maior nação Muçulmana do mundo para ser Cristão (o que certamente é muito significativo, já que 40 das absolutas piores 50 nações são Muçulmanas). Embora os Cristãos possam ser essencialmente decapitados em público na Somália, tal “injustiça” contra seus próprios compatriotas nunca pareceu incomodar o suposto “coração sangrento” de Abdul.

O Islã é responsável por este viés: o Alcorão pede aos Muçulmanos que sejam “fortes contra os infiéis, misericordiosos entre eles [48:29]”; A doutrina Islâmica sustenta que os Muçulmanos são superiores aos não-Muçulmanos — que são comparados a cães e gado. Por isso, pouco se importam quando infiéis subumanos são estuprados e assassinados, ficam irritados ao ver as minorias infiéis agitando por igualdade com os Muçulmanos — e tornam-se completamente assassinos vendo infiéis realmente dominando os Muçulmanos.

Desse ponto, muitos poderão começar a entender a queixa Muçulmana máxima: Israel. Se as minorias Cristãs impotentes e oprimidas no mundo Muçulmano ainda são tratadas cruelmente, como os Muçulmanos devem se sentir sobre os Judeus — os descendentes de porcos e macacos, de acordo com o Alcorão — exercitando poder e autoridade sobre os demais Muçulmanos? Indignação absoluta.

É claro que, se as queixas contra Israel fossem realmente sobre justiça universal e Palestinos deslocados, os Muçulmanos ficariam ainda mais atormentados pelo fato de que milhões de Cristãos estão sendo deslocados em nome da jihad e geralmente tratados de tal maneira que faz com que ser Palestino pareça algo invejável.

Desnecessário dizer que eles não estão ressentidos — e não estarão tão cedo; porque os ressentimentos Muçulmanos se baseiam no que machuca os Muçulmanos, nunca no que machuca os infiéis — ao contrário.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

 

Jurista Muçulmano: “A Ocupação Do Ocidente Será Feita Sem Guerra, De Forma Silenciosa, Com Infiltração E Subversão” 

Fonte/Source: Muslim jurist: “The occupation of the West will be done without war but quietly, with infiltration and subversion”


Jurista Muçulmano: “A Ocupação Do Ocidente Será Feita Sem Guerra, De Forma Silenciosa, Com Infiltração E Subversão” 

POR ROBERT SPENCER

1 de Fevereiro de 2018

“Yehezkeli observa que uma decisão da década de 1990 por um jurista Muçulmano sênior afirma: “A ocupação do Ocidente será feita sem guerra, de forma silenciosa, com infiltração e subversão.”

Isso certamente parece ser o que está acontecendo.

O jornalista Judeu Ortodoxo entra disfarçado na “jihad silenciosa”, de Yoni Kempinski e Mordechai Sones, Arutz Sheva, 29 de Janeiro de 2018:

“ …intitulado ‘Identidade Falsa’, a série é apresentada por Yehezkeli, que personificou um simpatizante da Irmandade Muçulmana que procurava contribuir e se juntar à organização.

Yehezkeli recebeu consulta secreta de empresas de inteligência, bem como da agência de segurança interna Shin Bet e o Mossad. Para aperfeiçoar sua identidade, obteve um passaporte Sírio genuíno, um passaporte da Autoridade Palestina como reserva e uma assinatura na Internet de um negócio ativo na Jordânia com website e endereço de verificação.

Sob o nome “Sheikh Abu Hamza”, Yehezkeli penetrou equipado — equipamentos fotográficos de qualidade disfarçados num botão de roupa e óculos com câmera — no estado de coisas que ele chama de “jihad silenciosa.”

Yehezkeli, que se tornou observador da Torá nos últimos anos, percebe valor agregado no fato de que examinou o campo e encontrou o Islã como pessoa religiosa. “Uma vez que uma pessoa serve ao Criador, se torna mais sensível às falsificações. Por um lado, me ajuda a conhecer o material e a me identificar com os crentes, embora eu não concorde com o caminho deles. O fato de eu ser religioso permite abrir meus olhos ainda mais, não posso ser influenciado por esse aspecto.” Yehezkeli também acrescenta que parte de sua aproximação com o mundo religioso pode ter sido devido à sua preocupação com sua cobertura: “Eles abriram uma porta para eu entrar num lado mais real.”

“Mas o Islã precisa de uma profunda compreensão de si mesmo”, diz Yehezkeli, e espera que haja uma reforma no Islã, como está acontecendo na Arábia Saudita.

Em uma conversa com Arutz Sheva, Yehezkeli explica que o mundo já entende o terror do Estado Islâmico (ISIS) e resiste a isso, mas agora enfrenta uma nova e tranquila jihad, que de acordo com o Islã é a última Jihad, a Jihad Apocalíptica, onde o Islã assume o controle do Ocidente não pela guerra, mas penetrando silenciosamente nas sociedades Ocidentais.

Yehezkeli observa que uma decisão da década de 1990 feita por um jurista Muçulmano sênior afirma que: “A ocupação do Ocidente será feita sem guerra, de forma silenciosa, com infiltração e subversão.”

A série de cinco episódios ‘Jihad Apocalíptica, Jihad silenciosa’ examina a Turquia, a Alemanha, a França e os Estados Unidos.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Por Que Os Iranianos Estão Finalmente Protestando Contra O Islam

Fonte/Source: Why Iranians Are Ultimately Protesting Against Islam – Raymond Ibrahim


Por Que Os Iranianos Estão Finalmente Protestando Contra O Islam

Por Raymond Ibrahim

4 de Janeiro de 2018

FrontPage Magazine

O que deu início em 28 de Dezembro, via protestos locais contra os altos preços dos alimentos em uma cidade ao norte de Mashhad, no Iran, se transformou em um protesto em massa mobilizando algumas centenas de milhares de Iranianos em cerca de duas dúzias de cidades, inclusive, e especialmente, Teerã, a sede do governo. Até agora, mais de 20 manifestantes foram mortos e muitas centenas foram presas no que foi amplamente descrito como “a crise interna mais grave que o país enfrentou nesta década.”

Os protestos evoluíram de tópicos mundanos sobre a economia a tópicos mais existenciais relacionados à liderança Islâmica. Dizem que centenas de milhares de manifestantes foram ouvidos gritando: “Nós não queremos uma República Islâmica”, e invocando bênçãos sobre o Reza Shah, o fiel reformador secularista e político que muito fez para Ocidentalizar o Iran até seu filho e sucessor, Muhammad Reza Shah ser deposto durante a Revolução Islâmica de 1979. Segundo a mídia do Oriente Médio, mulheres — como Maryam Rajavi — estão liderando os protestos atuais (e simbolicamente rejeitando as imposições Islâmicas removendo os seus hijabs publicamente).

Até o regime Iraniano percebe a inquietação atual como uma revolta contra o Islam. Em suas declarações iniciais depois que as primeiras manifestações entraram em erupção, o líder supremo, Aiatolá Khamenei, disse: “Todos os que estão contra a República Islâmica… juntaram forças para criar problemas para a República Islâmica e a Revolução Islâmica” (observe o adjetivo recorrente e revelador “Islâmica”).

Mesmo assim, “a mídia tradicional” vê a crescente pobreza e a frustração pela falta de liberdades sociais como os únicos motivos por trás da agitação atual. O que não percebem é que, se o Islam não se destina a ser “algo espiritual” praticado em privacidade, mas sim um sistema completo de governança, permeando toda a vida privada e social, os protestos em curso no Iran, enquanto giram ostensivamente em torno de questões econômicas, sociais e políticas, são em última análise protestos contra os ensinamentos Islâmicos com relação a questões econômicas, sociais e políticas, que a República Islâmica do Iran impôs à população desde que chegou ao poder em 1979.

Isso é evidente mesmo no novo grito de guerra dos manifestantes — “Morte ao Ditador” — em referência ao próprio líder supremo, Ayatollah Ali Khamenei. Por sua própria natureza, a lei Islâmica — tanto Sunita quanto Xiita — exige um governo ditatorial. Contanto que um califa, sultão ou emir governe a sociedade de acordo com a Sharia, Muçulmanos devem obedecer a ele — mesmo que seja um personagem desprezível e cruel.

Depois de examinar uma série de regras Islâmicas de exegetas competentes, bem como uma série de declarações atribuídas ao profeta Muçulmano Muhammad e no Alcorão, sobre a importância dos Muçulmanos seguirem a lei Islâmica — que é a única questão relevante quando os Muçulmanos devem ou não procurar derrubar seu governante —Ayman al-Zawahiri escreve,

“Em suma: É proibido derrubar um tirano, mas é um dever derrubar um infiel. Se o governante é despótico, torna-se ilegal que um Muçulmano reúna outros Muçulmanos para condená-lo, porque se o fizerem, se tornarão em agressores e o sultão terá a incumbência de lutar contra eles (The Al Qaeda Reader, p. 122).

Como acontece, a opressão social em questão no Irã via protestos — desde o status de segunda classe para mulheres até a proibição de todas as formas de expressão crítica ao Islã, seu profeta e seu representante na terra — é obrigatório pela lei islâmica, consequentemente tornando os manifestantes em “agressores”.

Mas até mesmo os aspectos econômicos dos protestos são em grande parte subprodutos das aspirações Islâmicas. Como disse Donald Trump na sexta-feira passada, finalmente o povo Iraniano está esperto e entendendo como o dinheiro e a riqueza estão sendo roubados e desperdiçados pelo terrorismo. De fato, o sofrimento econômico das pessoas chegou em um momento em que o regime se tornou rico — especialmente através de Barack Obama, dando-lhes mais de US$ 100 bilhões como parte de um acordo nuclear. O motivo da disparidade é que o regime tem e continua gastando grande parte de sua riqueza na tentativa de realizar seus ideais Islâmicos declarados; isto é, prefere apoiar o Hezbollah (atualmente a organização terrorista mais rica de acordo com a Forbes) e o Hamas (terceiro mais rico), contra o inimigo “infiel” do Islan, Israel, em nome e para a maior glória de Alá, em vez de alimentar seu povo.

Aliás, porque o direito de protesto é um dado no Ocidente e, portanto, ocorre com frequência — inclusive em questões triviais e/ou até absurdas, como quando estudantes universitários planejaram um “sh*t-in“, ocupando banheiros como forma de exigir mais “instalações neutras no que se refere ao gênero” — as graves consequências dos atuais protestos no Iran podem ser facilmente subestimadas. Objetivamente falando, são indicativos de quão fartos os Iranianos estão — e os riscos fatais que estão dispostos a correr — o que, sem surpresa, também remonta ao Islam:

“Manifestantes também podem enfrentar a pena de morte quando os casos forem julgados, de acordo com o chefe do Tribunal Revolucionário de Teerã, informou a AP. A agência de notícias semioficial de Tasnim do Iran citou Mousa Ghazanfarabadi dizendo: “Obviamente, uma de suas acusações pode ser Moharebeh”, ou travar uma guerra contra Deus [Alá], o qual é uma ofensa com pena de morte no Irã.

Moharebeh é precisamente o que al-Zawahiri se refere no trecho acima: a única razão legítima para derrubar um governante Islâmico é o fracasso de governar de acordo com o Islan —do qual Khamenei e seu regime dificilmente poderão ser acusados (visto pelo prisma Xiita, que é o caso). Procurar destituí-lo porque é pessoalmente corrupto, despótico, cruel ou gastando mais dinheiro na jihad do que em alimentação é proibido e transforma os manifestantes em agressores contra Alá, um crime digno de punição, incluindo a morte.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Hamas Pede o Fim Do Processo De Paz Com Israel

Fonte/Source: Hamas chief calls for end to peace process with Israel – World Bulletin


Por Tião Cazeiro 

Compare os excertos a seguir com o artigo sobre o Hamas no final. Depois observe como foi importante Donald Trump reconhecer Jerusalém como a capital de Israel.


Excertos do Islã 101 — A Guerra do Islã Contra o Mundo


“A perseguição do Islam aos não-Muçulmanos é de forma alguma limitada à Jihad, apesar de ser a relação básica entre o mundo Muçulmano e não-Muçulmano. Depois de uma Jihad ser concluída numa determinada área, com a conquista do território do infiel, a “dhimma” ou Tratado de Proteção, pode ser concedida ao conquistado, o “Povo do Livro” — historicamente, Judeus, Cristãos e Zoroastrianos.

A dhimma estabelece que a vida e a propriedade do infiel estarão isentos da Jihad enquanto os  governantes Muçulmanos assim entenderem, o que geralmente significa que o submetido “não-Muçulmano” — o dhimmi — assim ficará enquanto economicamente for útil ao estado Islâmico.

O Alcorão enuncia que o pagamento da Jizya (Imposto; Taxa de proteção (Head-Tax); Sura 09:29), é o meio mais conspícuo através do qual os senhores Muçulmanos devem explorar o dhimmi. Mas, a Jizya não é meramente um assunto econômico em si; ela existe também para humilhar o dhimmi e impressioná-lo com a superioridade do Islã. Al-Maghili, um teólogo Muçulmano do século XV, explica:

“No dia do pagamento {da Jizya} eles {os dhimmis} devem ser postos num lugar como o Suq {Centro Comercial}. Devem esperar no lugar mais baixo e mais sujo. Os funcionários interinos, que representam a lei, devem ser colocados acima deles e adotarem uma atitude ameaçadora para que fique bem claro para eles, bem como para os outros, que nosso objetivo é senão degradá-los, fingindo tomar suas posses. Eles vão perceber que estamos fazendo-lhes um favor, aceitando a Jizya para deixá-los livres.

(Al-Maghili, citado por Bat Ye’or, (O Declínio do Cristianismo Oriental sob o Islã, 361).

“Em 1928, Hasan Al-Banna fundou a Irmandade Muçulmana, que hoje é a mais poderosa organização no Egito depois do próprio governo.

“Todos os Muçulmanos devem fazer a “Jihad”, é uma obrigação ordenada por Alá, para todos os Muçulmanos e não pode ser ignorada, nem contornada. Alá tem atribuído grande importância à Jihad e têm dado a recompensa aos mártires e aos lutadores em seu caminho esplêndido. Somente aqueles que agirem da mesma forma, e que tem se modelado nos mártires, e em seu desempenho na Jihad podem unir-se em recompensa. Além disso, Alá honrou especificamente os Mujahideen {aqueles que  lutam e levantam a Jihad} com certas qualidades excepcionais, espirituais e práticas, para beneficiá-los neste mundo e no próximo. Seu sangue puro é um símbolo da vitória neste mundo e a marca do sucesso e felicidade do mundo que há por vir.

…….

“Todos estão sempre prontos e preparados. Por exemplo, Abdullah ibn al Mubarak, um homem muito sábio e piedoso, foi voluntário da Jihad na maior parte de sua vida, e Abdulwahid bin Zayd, um Sufi e um homem devoto, fez o mesmo. E em seu tempo, Shaqiq al Balkhi, o Sheik dos Sufis incentivou seus alunos à Jihad.”


Essa é a razão primordial da impossibilidade de um acordo de paz. Você pode até falar em petróleo etc., mas não irá escapar do que foi dito acima.

Claro, nada a ver com o Islam, a religião de paz, o povo das necessidades especiais.


Hamas Pede o Fim Do Processo De Paz Com Israel

World Bulletin / News Desk

3 de Janeiro de 2018


Declarações por causa da aprovação pelo Parlamento de Israel de um projeto de lei tornando mais difícil alterar o status de Jerusalém.

Chefe do Hamas, Ismail Haniyeh, convocou para Terça-feira uma nova Intifada Palestina e o fim formal do processo de paz com Israel como consequência da decisão dos EUA sobre Jerusalém (Qudus).

As observações de Haniyeh vieram após o Parlamento de Israel, ou o Knesset, aprovar uma lei no final da Segunda-feira que torna mais difícil alterar o status de Jerusalém.

De acordo com o projeto de lei, qualquer tentativa de mudar o status oficial de Jerusalém ou as fronteiras municipais requer a aprovação de 80 dos 120 membros da assembléia em vez de uma maioria simples.

O movimento ocorre a menos de um mês após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar sua decisão de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel, levando a condenação generalizada em todo o mundo Árabe e Muçulmano.

Haniyeh enfatizou que serão necessárias mais medidas para evitar que os EUA alcancem seus objetivos, incluindo a formulação de “um plano Árabe-Islâmico unido em coordenação com organismos internacionais que apoiem os direitos dos Palestinos”, que sentem que sofreram com a política Americana na região.

Haniyeh disse que “as decisões de Israel e dos EUA tornam necessário agir em dois níveis políticos”.

“O primeiro é não confiar no processo de paz ou mesmo acabar com ele. O segundo é encerrar o processo de normalização com Israel”.

“Contra a estratégia de Israel, chamamos a atenção para uma estratégia abrangente que invalidará as decisões Israelenses e Norte-Americanas [em Jerusalém] e permitirá rever a causa da Palestina como um projeto nacional de salvação”, afirmou.

Ele enfatizou que um programa que inclua Árabes, Muçulmanos e Palestinos deve ser levado a cabo para invalidar a decisão dos EUA e Israel sobre Jerusalém.


Tradutor: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Reductio Ad Absurdum

Reductio Ad Absurdum

Por Tião Cazeiro

31 de Dezembro de 2017

Encontrei este tuite ainda há pouco no Twitter… 

O tuite menciona uma entrevista realizada nas “Páginas Amarelas” da Veja, onde o sheik Rodrigo Jalloul, principal líder xiita do Brasil faz um alerta sobre a “existência de muçulmanos brasileiros que foram radicalizados…. ou seja, começaram a pregar os ensinamentos literais do Alcorão. Isso inclui defender o fim de “judeus e cristãos”.

Esse sheik é craque em taqiyya e aprendeu com os melhores no Irã.

Radicado há seis anos no santuário de Qom, no Irã, o paulistano Rodrigo Jalloul, 27, tornou-se o primeiro brasileiro nato a ser oficialmente reconhecido como clérigo xiita” – Radicado no Irã, Rodrigo Jalloul é o 1º brasileiro nato a se tornar clérigo xiita

Em outras palavras, um radical acusando outros radicais…

E que segundo o Conselho Superior de Teólogos e Assuntos Islâmicos do Brasil (CSTAIB), existem cerca de 120 mesquitas e comunidades Islâmicas no Brasil. Veja bem, “Conselho Superior…”

Caso ainda não tenha lido este artigo, sugiro que leia para entender o que estou dizendo:  Xeque Xiita Rodrigo Jalloul: “Sim, O Irã Está Divulgando O Xiismo No Brasil, E Daí?”

Um excerto desse artigo…

“Este xeque (ou sheik) xiita cria uma “miragem” muito perigosa quando diz que:

“Muita gente fala mal do Irã. Algo como o apedrejamento é, para nós, brasileiros, algo cruel. É uma regra dura, sim, mas o mundo precisa disso. O Brasil tem assassinatos, estupros etc. No Irã a segurança é total, já que as leis são temidas. Além disso, ninguém fala que nos EUA existe pena de morte com tortura.” — Sim, o Irã está divulgando o xiismo no Brasil, e daí?”  em depoimento a Samy Adghirni, da Folha. — [Ênfase adicionada].”

Sempre a mesma conversinha, os outros são radicais (os Sunitas) e o Estado Islâmico (Sunitas)…

“De fato existem ramificações religiosas no Brasil que apoiam o Estado Islâmico. Não posso afirmar que sejam ramificações terroristas, mas são integradas por pessoas com pensamentos extremistas….” — sheik Rodrigo Jalloul

Quando diz que “pessoas com pensamentos extremistas” afirma isto porque são sunitas? E o xiitas no Irã? Uma revolução está a caminho no Irã e não tem retorno.

Isso nada mais é do que a eterna guerra entre sunitas versus xiitas, Irã versus Arábia Saudita, um problema que o Brasil — como um país livre de problemas e tranquilo — importou e agora está regando as raízes desse problema, com o auxílio luxuoso da esquerda.

A cultura Judaico-Cristã é um lixo, não é mesmo? Precisamos aprender com xiitas e sunitas, assim a esquerda vai ficar feliz e alcançará enfim o seu grande objetivo, claro, no futuro, lá na frente, na terra do nunca, com o sacrifício do povo Brasileiro que será massacrado por um padrão de 1400 anos se a população não acordar. Claro, nada a ver com o Islam, a religião de paz.

Isso tudo me parece um “Reductio ad absurdum”  e o país já está comprometido.

Quando a mídia divulga que “muçulmanos radicais pregam o fim de judeus e cristãos no Brasil” dando voz a um radical xiita acusando os sunitas, duas opções me parecem lógicas:

  1. Desconhecem a história do Islam, que massacrou mais de 60 milhões de Cristãos entre outros — Tears of Jihad – Political Islam
  2. Ou, são cúmplices  e querem a destruição da cultura Judaico-Cristã, por conseguinte, permitindo esse tipo de matéria onde o sheik Rodrigo Jalloul se apresenta como ‘mocinho‘ e o Islam… claro, nada a ver com o Islam.

O segundo maior país Cristão do mundo está à beira de um desastre, em meio à paralisia do sono, seguindo os passos da Europa — ‘O Pesadelo’ – a Europa e o Íncubo


 

Trump Abole Mito Venerado: “Ressentimento Contra Israel”

Fonte/Source: Trump Scraps Cherished “Israel Grievance” Myth – Raymond Ibrahim


Trump Abole Mito Venerado: “Ressentimento Contra Israel”

Por Raymond Ibrahim

27 de Dezembro de 2017

ÓDIO À AMÉRICA; ESMAGUE ISRAEL

Frontpage Magazine

A nova estratégia de segurança nacional do Presidente Trump não é apenas notável por trazer de volta ao paradigma — palavras como “jihadismo” e “sharia” — mas por abolir, a saber, a longa e muito enraizada noção de que Israel é a raiz de toda a turbulência que afligi o Oriente Médio. De acordo com o novo documento estratégico,

“Por gerações, o conflito entre Israel e Palestinos tem sido visto como o prime irritant impedindo a paz e a prosperidade na região. Hoje, as ameaças das organizações terroristas jihadistas e do Irã estão constatando que Israel não é a causa dos problemas da região. Países têm cada vez mais encontrado interesses comuns com Israel no enfrentamento das ameaças comuns.

A importância disso não pode ser minimizada. Durante décadas, a posição oficial do establishment defendida por políticos, acadêmicos e jornalistas de todas as estirpes buscando desculpas para toda raiva, violência e terror jihadista que assola a região foi a criação de Israel. Uma vez que o estado Judeu é mais forte do que seus vizinhos Muçulmanos, estes sempre foram apresentados como frustrados e “oprimidos” fazendo o que podem para alcançar a “justiça”. Não importa quantos foguetes foram lançados em Tel Aviv pelo Hamas e Hezbollah, e não importa como a sede de sangue anti-Israelense foi articulada em termos distintamente jihadistas, isso sempre foi apresentado como prova óbvia de que os Palestinos sob Israel são tão oprimidos que Muçulmanos não têm outra escolha senão recorrer ao terrorismo.

E assim, como em todas as falsas narrativas, a sobrevivência nesse caso baseou-se em ocultar a maior e mais completa imagem, como capturada pela seguinte questão: se os Muçulmanos recebem passe livre quando sua violência é dirigida contra os mais fortes, como podemos racionalizar a violência quando é dirigida contra os mais fracos — por exemplo, os milhões de Cristãos nativos que vivem no mundo Muçulmano? De acordo com estatísticas confiáveis ​​publicadas anualmente, cerca de 40 das 50 piores nações para alguém ser Cristão são de maioria Muçulmana. Das 21 nações absolutamente piores— 18 das quais são Muçulmanas — “100 por cento dos Cristãos experimentam perseguição.”

As racionalizações usadas para minimizar a violência Muçulmana contra Israel simplesmente não podem funcionar aqui, porque agora os Muçulmanos são maioria — e são violentos e opressivos para com suas minorias, de tal forma que o tratamento Israelense dos Palestinos parece invejável. Em outras palavras, a perseguição Cristã é talvez o exemplo mais óbvio de um fenômeno o qual a mídia dominante quer ignorar a existência — o supremacismo Islâmico, a verdadeira fonte do conflito Árabe-Israelense.

Numericamente superados e politicamente marginalizados no mundo Islâmico, Cristãos simplesmente desejam rezar em paz, e ainda assim são perseguidos e atacados; suas igrejas são queimadas e destruídas; suas mulheres e crianças são sequestradas, estupradas e escravizadas. Esses Cristãos são muitas vezes idênticos aos seus concidadãos Muçulmanos em raça, etnia, identidade nacional, cultura e linguagem; geralmente não há disputa política ou de propriedade sobre os quais a violência poderia ser responsabilizada. O único problema é que são Cristãos — são não-Muçulmanos — da mesma categoria que os Israelenses se enquadram.

A partir desse ponto, entende-se também por que o que foi descrito por algumas autoridades como “genocídio” de Cristãos nas mãos de Muçulmanos no Iraque, Síria, Nigéria, Somália, Paquistão e Egito — Muçulmanos que pouco se importam com Israel e Palestinos — é uma das histórias mais dramáticas, mas também menos conhecidas do nosso tempo. A mídia simplesmente não pode retratar a perseguição Muçulmana aos Cristãos — que em essência e forma equivale a massacres não provocados — como uma “disputa de terra” ou um produto do “ressentimento” (de qualquer jeito, são as ostracizadas e perseguidas minorias Cristãs nativas que devem estar ressentidas). E sendo assim a mídia não pode articular tais ataques Islâmicos contra os Cristãos através do paradigma do “ressentimento” que funciona tão bem na explicação do conflito Árabe-Israelense, seu principal recurso é omitir qualquer informação.

Semelhante é o caminho de todos os apologistas do Islã: ignorar ou acalmar a agressão Muçulmana — e, nesse vácuo, distorcem e apresentam respostas não-Muçulmanas como as origens do conflito. Isto é especialmente prevalente no representação da história. Assim, John Esposito da universidade de Georgetown afirma que “cinco séculos de convivência pacífica [entre o Islã e a Europa] decorreram antes que eventos políticos e um jogo de poder papal imperial levassem a uma série de séculos conhecidos como guerras santas [as Cruzadas] que a Europa enfrentou contra o Islã e deixou um legado persistente de mal-entendidos e desconfiança”. Na realidade, esses “cinco séculos de convivência pacífica” viram os Muçulmanos aterrorizando e conquistando mais de três quartos da Cristandade; mas este fato inconveniente raramente é mencionado, pois o conhecimento dele arruína a narrativa do “Ressentimento-Muçulmano”, assim como da mesma forma o conhecimento da perseguição Muçulmana moderna de Cristãos o arruína.

De qualquer forma, é revigorante ver que o sol está atravessando a escuridão da fraude que tem por muito tempo nublado a realidade do Oriente Médio, inclusive apresentando vítimas como agressores e agressores como vítimas. Mesmo assim, com o retorno de palavras como “jihadista” no discurso formal no caso do Trump, alguém duvidará se o establishment seguirá o exemplo, já que a polarização da América continua ininterrupta.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Presidente Tcheco: “…Israel É Um “Modelo Heróico Para Nós”

Fonte/Source: Czech Prez: Europe Is ‘Jeopardised by a Culture of Hatred Incompatible with Ours’, Israel a ‘Heroic Model for Us’


Presidente Tcheco: A Europa Está “Prejudicada Por Uma Cultura De Ódio Incompatível Com A Nossa”, Israel É Um “Modelo Heróico Para Nós”

POR JACK MONTGOMERY

19 de Dezembro de 2017

Czech

O Presidente da República Tcheca advertiu que os valores da Europa estão sendo “comprometidos por uma cultura de ódio incompatível com a nossa” e afirmou que “Israel e seu heroísmo são um modelo e um encorajamento para nós”.

Miloš Zeman é um ex-líder do Partido Social Democrata da República Tcheca e considerado um populista de esquerda, mas manteve uma posição sólida contra a imigração em massa e o multiculturalismo ao longo de seu tempo no cargo.

“A União Europeia já experimentou muitas crises”, explicou  Miloš Zeman aos 73 anos de idade, em entrevista ao Israel Hayom transcrito pelo portal de notícias ParlamentníListy.cz.

“Estamos lidando agora com uma crise de imigração em larga escala relacionada  ao terrorismo, que coloca a UE numa situação tal que precisa urgentemente tomar medidas muito específicas e muito eficazes.

“É uma situação séria em que os valores Judaico-Cristãos fundamentais da cultura Europeia estão comprometidos por uma cultura de ódio incompatível com a nossa. Como já observei, Israel e seu heroísmo são um modelo e um encorajamento para nós”, afirmou.

Presidente Tcheco: “É impossível integrar os Muçulmanos na Europa Ocidental”.

O Presidente Zeman, um forte defensor de Israel e um dos poucos líderes Europeus que apoia a decisão do Presidente dos EUA, Donald Trump, de reconhecer oficialmente Jerusalém como a capital de Israel — repreende severamente “a covarde União Europeia” pela sua decisão em apoio a “um movimento terrorista pro-Palestino” — disse que iria pedir ao novo Primeiro-Ministro, Andrej Babiš, para seguir a liderança do premier dos EUA, transferindo a embaixada Tcheca de Tel Aviv para Jerusalém.

Zeman também foi um forte defensor das manobras do parlamento Tcheco para introduzir uma espécie de Segunda Emenda aos seus cidadãos — sob a oposição feroz do establishment da UE — observando que “o nível do crime internacional está crescendo por causa do terrorismo Islâmico” disse em seu discurso no Conselho Intergovernamental da Europa.

“O que podemos fazer contra a criminalidade internacional? Investir na polícia, investir no exército e ter a coragem de investir em nossas próprias armas.

“Minha esposa tem uma pistola. Claro, ela passou todos os testes necessários, mas agora estou protegido pela minha esposa e não apenas por guarda-costas”, disse à escandalizada audiência Europeia, que tende a ter uma visão fraca do direito dos cidadãos comuns de manter as armas para defesa pessoal — com a notável exceção da Suíça.

Presidente Tcheco Milos Zeman Chama A Onda Migratória Na Europa De Invasão Organizada.

O Presidente Zeman tem sido um feroz crítico da posição institucional da União Europeia sobre a migração em massa, descrevendo a crise dos migrantes como “uma invasão organizada e não um movimento espontâneo de refugiados”.

A República Tcheca provavelmente se tornará o país mais Eurocéptico da União Europeia após a saída do Reino Unido, deixando os mandarins de Bruxelas preocupados com o “Tchecout” que poderá ser a próxima maior dor de cabeça depois que o Brexit for concluído.

Oficialmente, o Presidente Zeman e o Primeiro-Ministro Babiš dizem que preferem reformar o bloco a partir de dentro, com Zeman dizendo a Israel Hayom que “os quatro estados de Visegrad que tiveram experiências infelizes com regimes totalitários no passado” — República Tcheca, Hungria, Polônia e a Eslováquia — “podem ​​e devem ser o verdadeiro motor de mudança dentro da UE”.

Essa aliança de migração anti-massa e pró-soberania foi recentemente apoiada pela ascensão do governo de coalizão conservador-populista na Áustria, que terá um forte foco na luta contra a imigração ilegal e o Islamismo radical.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

TRUMP, ERDOGAN E A ONU

Fonte/Source: ERDOGAN: TURKEY SEEKING TO ANNUL TRUMP DECISION ON JERUSALEM AT UN


Por Tião Cazeiro

Recentemente traduzi dois artigos essenciais para a compreensão do conflito gerado pelo reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel:

  1. TRUMP, JERUSALÉM: UM DURO GOLPE NO TERROR
  2. Eurabia e a Traição à Israel: uma entrevista com Bat Ye’or

Um exemplo, um amigo Cristão escreveu hoje no Facebook que a decisão do Trump pode prejudicar os Cristãos, ou seja, a perseguição aos Cristãos pelos Muçulmanos aumentará por causa da decisão do Trump. Por vingança? Por causa de Jerusalém? Não acredito nisso. Ela acontecerá de qualquer forma porque já vem acontecendo há mais de treze séculos.

Esticando um pouco esse raciocínio, se mais de 50 países Islâmicos se levantaram contra Jerusalém ser reconhecida como a capital de Israel, —uma decisão que já tinha sido anunciada e prometida por Bill Clinton, Bush e Obama, mas não oficializada, — então isso mostra que a decisão do Trump está correta, até porque tudo que os “mais de 50” gostariam de ver é Israel varrida da face da terra junto com os EUA, mas como isso não vai acontecer…

“Não se trata de um “pedaço de terra aqui ou ali”, como esclarece o principal juiz da Sharia para a Autoridade Palestina (PA): é uma guerra religiosa.” — TRUMP, JERUSALÉM: UM DURO GOLPE NO TERROR

“Existe uma correlação direta entre a ignorância Ocidental da história e a ignorância Ocidental das doutrinas “problemáticas” do Islã. É essa conexão que permite aos apologistas do Islã escaparem com tantas distorções e mentiras definitivas destinadas a proteger o Islã.” — UMA ‘FOBIA’ DE 1.389 ANOS DE IDADE?

E o que dizer sobre o Irã, onde o regime do Aiatolá Khomeini obriga os seus cidadãos a cantar “Morte à América” toda Sexta-feira?

Não há outra alternativa ao mundo livre Ocidental que não seja enfrentar essa situação de uma vez por todas ou então seremos subjugados à supremacia Islâmica. O Islã decretou guerra ao Ocidente há muito tempo. Vide Erdogan, que se já se posiciona como um Califa.

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Presidente da Turquia Tayyip Erdogan

ERDOGAN: TURQUIA PROCURA ANULAR NA ONU,  A DECISÃO DE TRUMP SOBRE JERUSALÉM 

Por REUTERS

15 DE DEZEMBRO DE 2017

“Trabalharemos para a anulação dessa decisão injusta primeiramente no Conselho de Segurança da ONU, e se um veto vier de lá, a Assembléia Geral”, disse o Presidente Turco, Tayyip Erdogan.

Demonstrators shout slogans during a protest against U.S. President Donald Trump's recognition of Je
Manifestantes Gritam Slogans Durante Protesto Contra O Reconhecimento Do Presidente Dos EUA Donald Trump De Jerusalém Como Capital De Israel, Em Istambul, Turquia, em 8 de Dezembro de 2017 (Photo credit: REUTERS/OSMAN ORSAL)

ANKARA – A Turquia lançou uma iniciativa nas Nações Unidas para anular a decisão dos Estados Unidos de reconhecer Jerusalém como capital de Israel, disse o Presidente Tayyip Erdogan nesta Sexta-feira.

Erdogan, dois dias após a reunião dos líderes Muçulmanos em Istambul, falou que condena a decisão do Presidente dos EUA, Donald Trump, e pediu ao mundo que respondesse reconhecendo Jerusalém Oriental como a capital da Palestina.

“Trabalharemos para a anulação dessa decisão injusta primeiramente no Conselho de Segurança da ONU, e se um veto vier de lá, a Assembléia Geral”, disse Erdogan às multidões reunidas em Anatólia, Konya, via teleconferência.

“EUA é um membro permanente do Conselho de Segurança com poderes de veto, o que significa que qualquer mudança para revogar a decisão de Washington no conselho certamente será bloqueada.

Jerusalém, reverenciada por Judeus, Cristãos e Muçulmanos, é o lar do terceiro lugar mais sagrado do Islã e tem estado no coração do conflito Israel-Palestino há décadas. Israel capturou o leste de Jerusalém em 1967 e depois o anexou numa ação não reconhecida internacionalmente.”

Erdogan da Turquia disse que os EUA são parceiros no derramamento de sangue com a decisão sobre Jerusalém, 11 de Dezembro de 2017.

A decisão de Trump rompeu com décadas de política dos EUA e com o consenso internacional de que o status da cidade deve ser deixado para as negociações Israel-Palestina, levando a severas críticas dos países Muçulmanos e dos aliados Europeus mais próximos de Israel, que também rejeitaram a decisão.

Um comunicado emitido após a reunião de cúpula dos mais de 50 países Muçulmanos, incluindo aliados dos EUA, disse que consideraram a mudança de Trump como uma declaração de que Washington estava se retirando do seu papel de “patrocinador da paz” no Oriente Médio.

Perguntado sobre a crítica durante uma entrevista ao jornal Israelense Makor Rishon, o Embaixador dos EUA em Israel disse que Donald Trump fez “o que é bom para a América”.

“O Presidente Trump … não pretende voltar atrás, apesar das várias condenações e declarações”, disse o embaixador David Friedman.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Antissemitismo Desenfreado Na Alemanha

Fonte/Source: Study finds anti-Semitism rampant among Muslim migrants in Germany


Estudo Considera o Antissemitismo Desenfreado Entre Migrantes Muçulmanos Na Alemanha

Por ROBERT SPENCER

14 de Dezembro de 2017

“As dimensões do problema são muito maiores do que o esperado”.

As expectativas eram ingênuas. O Alcorão retrata os Judeus como inveteradamente doentios e inclinados a destruir o bem-estar dos Muçulmanos. De acordo com o Alcorão, de todas as pessoas, os Judeus são…

os mais fortes em inimizade para com os Muçulmanos (5:82); fabricam coisas e atribuem falsamente a Alá (2:79; 3:75, 3: 181); afirmam que o poder de Alá é limitado (5:64); adoram ouvir mentiras (5:41); desobedecem a Alá e nunca observam seus comandos (5:13); estão discutindo e brigando (2: 247); escondendo a verdade e enganando as pessoas (3:78); organizam rebelião contra os profetas e rejeitando sua orientação (2:55); sendo hipócrita (2:14, 2:44); dando preferência aos seus próprios interesses sobre os ensinamentos de Muhammad (2:87); desejando o mal as pessoas e tentando induzi-las (2: 109); sentindo dor quando outros são felizes ou afortunados (3:120); sendo arrogante sobre ser o povo amado de Alá (5:18); devorando a riqueza das pessoas por subterfúgio (4: 161); caluniando a verdadeira religião e sendo amaldiçoados por Alá (4:46); matando os profetas (2:61); sendo implacável e sem coração (2:74); nunca cumprindo suas promessas ou cumprindo suas palavras (2: 100); sendo irrestritos ao cometerem pecados (5:79); sendo covardes (59: 13-14); sendo miseráveis (4:53); sendo transformados em macacos e porcos por profanarem o Sábado (2: 63-65; 5: 59-60; 7: 166); e mais. Eles estão sob a maldição de Alá (9:30), e os Muçulmanos devem fazer guerra contra eles e subjugá-los sob a hegemonia Islâmica (9:29).

Antissemitismo desenfreado entre os refugiados Muçulmanos na Alemanha, diz o estudo,” JTA, 14 de Dezembro de 2017:

BERLIM (JTA) — O antissemitismo entre os refugiados Muçulmanos está desenfreado e requer atenção urgente, sugere um novo estudo.

Mas o estudo encomendado pelo Instituto Ramer para as Relações Judaico-Alemãs do Comitê Judaico Americano em Berlim também sugere que os refugiados das comunidades minoritárias perseguidas estão mais propensos a assumirem uma posição contra o antissemitismo e a favor de Israel.

Intitulado “Atitudes dos refugiados da Síria e do Iraque com relação à integração, identidade, Judeus e Shoah (Holocausto)”, o historiador e sociólogo Günther Jikeli, da Universidade de Indiana e da Universidade de Potsdam, na Alemanha, prepararam esse relatório de pesquisa com a ajuda de Lars Breuer e Matthias Becker.

O relatório, baseado em entrevistas com 68 refugiados, vem em meio a uma série de manifestações violentas anti-Israel e antiamericana na capital Alemã, denunciando o reconhecimento dos EUA de Jerusalém como capital de Israel. Milhares de manifestantes queimaram bandeiras Israelenses caseiras e as estações de metrô da cidade ficaram lotadas com manifestantes cantando slogans anti-Israel e antiamericano no caminho para os comícios. O número de refugiados entre os manifestantes é desconhecido.

Ao mesmo tempo, num show de solidariedade com as comunidades Judaicas na Alemanha, os Imãs locais se juntaram com líderes Cristãos e Judeus nas celebrações públicas de Chanucá, incluindo a cerimônia anual de iluminação de velas no Portão de Brandemburgo, onde o Rabino Yehuda Teichtal de Berlim se juntou numa plataforma elevatória ao lado do prefeito Michael Mueller. A segurança foi reforçada em toda a Alemanha e em locais Judaicos.

As tensões são profundas, indica o novo estudo. As atitudes antissemitas e a rejeição à Israel são generalizadas entre os recém-chegados, disse o chefe do Instituto Ramer, Deidre Berger, num comunicado.

Embora muitos entrevistados tenham impressões positivas da Alemanha, eles também tendem a acreditar em teorias de conspiração, tais como, são os Judeus ou Israel que controla o mundo.

“O pensamento e os estereótipos antissemitas são muito comuns… mesmo entre aqueles que enfatizam que ‘respeitam’ o Judaísmo ou que não há problema em viverem juntos entre Muçulmanos, Cristãos e Judeus em seus países de origem e na Alemanha”, disse Jikeli numa declaração.

Berger disse que, dada a profundidade da hostilidade anti-Judáica nos países Árabes, isso não surpreende com base nos estereótipos que são implantados nas escolas, mesquitas e na propaganda do governo em alguns países.

“No entanto”, ela disse, “as dimensões do problema são muito maiores do que o esperado”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis