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Maajid Nawaz: “Reino Unido Produziu os Jihadi Beatles”

Fonte/Source: UK: “Moderate” Muslim Maajid Nawaz: “We, the United Kingdom, produced Jihadi John”

Video/Cover Credit: “Britain PRODUCED Jihadi BEATLES” Claims Maajid Nawaz – LBC


Por Tião Cazeiro

Nota:  Mohammed Emwazi, conhecido como “Jihadi John” foi um cidadão Britânico nascido no Kuwait que se acredita ser a pessoa vista em diversos vídeos produzidos pelo grupo terrorista Islâmico Estado Islâmico do Iraque e do Levante. Um grupo de reféns denominaram-no “Jihadi John” e o identificaram como sendo parte de uma célula de quatro terroristas com sotaque Britânico alcunhada como “The Beatles“. — Fonte: Wikipédia

Maajid Nawaz, um Muçulmano "Moderado": 
"Nós, o Reino Unido, Produzimos o Jihadi John"

POR ROBERT SPENCER

24 de Fevereiro de 2018

“Nós, o Reino Unido, produzimos o Jihadi John. Nós, o Reino Unido, produzimos os outros acólitos em torno dele chamados de Jihadi Beatles. Alguma coisa nas nossas cidades, alguma coisa na atmosfera das comunidades deste país produziu os mais infames terroristas, pelo menos na minha geração. Precisamos começar a fazer esta pergunta: o que tem na nossa cultura, nas nossas cidades, nos nossos bairros que está produzindo esses tipos de monstros?”

Boa ideia. Não vamos apenas fazer a pergunta. Vamos respondê-la.

“O que tem na nossa cultura, nas nossas cidades, nos nossos bairros que está produzindo esses tipos de monstros?”

Fácil: são as doutrinas jihadistas (de guerra) do Islã contra os não-Muçulmanos, pregadas nas mesquitas do Reino Unido. Mas os supremacistas Islâmicos e os jihadistas sempre desviam a responsabilidade, alegando que os jihadistas, assassinos em massa, estão apenas reagindo aos males supostamente perpetrados contra os Muçulmanos pelos infiéis. Aqui, Nawaz está alavancando essa percepção e concluindo que os Muçulmanos estão sendo vitimizados, e que a culpa é dos não-Muçulmanos, da “Islamofobia”, contra a qual os pobres coitados estão simplesmente reagindo.

“Nós, o Reino Unido, produzimos o Jihadi John”. Não. Os Muçulmanos no Reino Unido produziram o Jihadi John. Essa não é uma distinção insignificante. Por que Nawaz está omitindo isso? Uma estranha postura para um renomado “moderado” assumir.


A Grã-Bretanha precisa assumir a responsabilidade pelos “The Jihadi Beatles”, insiste Maajid Nawaz”, LBC, 13 de Fevereiro de 2018:

Maajid Nawaz insistiu que os chamados “Jihadi Beatles” deveriam ser testados na Grã-Bretanha em vez da Síria… porque são Britânicos…

Conversando na LBC enquanto esperava por James O’Brien, disse o seguinte:

“Nós, o Reino Unido, produzimos o Jihadi John. Nós, o Reino Unido, produzimos os outros acólitos ao redor dele, os chamados Jihadi Beatles.

“Alguma coisa nas nossas cidades, alguma coisa na atmosfera das comunidades deste país produziu os mais infames terroristas, pelo menos na minha geração.”

“Precisamos começar a fazer esta pergunta: o que tem na nossa cultura, nas nossas cidades, nos nossos bairros que está produzindo esses tipos de monstros?”


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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ROBERTO REQUIÃO — “ALLAHU AKBAR!”

ROBERTO REQUIÃO — “ALLAHU AKBAR!”

Por Tiao Cazeiro

23 de Fevereiro de 2018

O que aconteceria hoje em dia a um Senador Americano, por exemplo, se tuitasse o termo “Allahu Akbar” consecutivamente? Sem dúvida complicaria a vida dele.

Ontem, o senador Roberto Requião tuitou duas vezes o termo “Allahu Akbar” e poucos reagiram ou disseram alguma coisa.

“Allahu Akbar” pode ter outro significado, sem dúvida. Entretanto, no passado, o senador afirmou que “O MST é o movimento Palestino em Gaza” e esta não é uma frase qualquer, não é uma “bobagenzinha“, é uma frase pensada e muito séria.

Poucas pessoas realmente conhecem o significado de “Allahu Akbar”. Será que o senador Requião tem consciência disso?

“O objetivo principal desse clamor (Allahu Akbar) é “infundir terror no coração dos inimigos de Alá.”

Vamos então rever o verdadeiro significado de “Allahu Akbar” no artigo escrito por Robert Spencer, que traduzi em 2015…


Fonte/Source: Robert Spencer at Breitbart: “Allahu akbar” doesn’t mean what media says it means

ROBERT SPENCER: “ALLAHU AKBAR” NÃO SIGNIFICA O QUE A MÍDIA DIVULGA

Por Robert Spencer

25 Dezembro de 2015

REUTERS/Muhammad Hamed, File

Expliquei na Breitbart, hoje,  como a frase “Allahu Akbar” pode significar quase tudo exceto o que a grande mídia divulga:

Os meios de comunicação, rotineiramente, deformam o verdadeiro significado de “Allahu akbar”, o famoso grito de guerra dos jihadistas Islâmicos, quando cometem assassinato em massa.

Esse grito de guerra é erroneamente traduzido pela mídia Ocidental como “Deus é grande”. Quando o significado real é “Alá é Maior”, significando que “Alá é Maior Que o Seu Deus ou Governo.” [ênfase adicionada]

É uma declaração agressiva, para afirmar que Alá e o Islã são dominantes sobre qualquer outra forma de governo, religião, lei ou ética, e é por isso que os jihadistas Islâmicos, em meio à matança de infiéis, com tanta frequência, exclamam dessa forma.

O objetivo principal desse clamor é “infundir terror no coração dos inimigos de Alá“.

Mohammed Atta, que chefiou o ataque terrorista contra as torres gêmeas do World Trade Center, Nova York, explicitou bem, numa carta para si mesmo, antes de realizar sua missão jihadista: “Quando começar o confronto, ataquem como campeões que não querem voltar a este mundo. Grite, ‘Allahu Akbar’, porque isto espalha o medo nos corações dos infiéis.” É por isso que o assassino jihadista do Fort Hood, Nidal Malik Hasan, gritou quando disparou matando treze Americanos em Novembro de 2009, e pela mesma razão outros jihadistas têm usado essencialmente como um anúncio de que não-Muçulmanos estão prestes a morrer.

Mas também é usado com frequência quando nenhum infiel está ao alcance do ouvido. De acordo com o Islã, Alá é soberano e dominante sobre todas as coisas, e controla tudo. Seu controle é tão absoluto que Ele decide se os incrédulos rejeitam o Islã, de acordo com o Alcorão.

E se Nós quiséssemos, Nós teríamos orientado todos os seres”, porém, “Minha sentença foi pronunciada; sabei que encherei o inferno com gênios (do Inglês ‘Jinn’: espírito inteligente de menor hierarquia que os anjos; Mitologia Árabe e Muçulmana) e seres humanos, todos juntos.”

Essa soberania sobre absolutamente tudo, leva os escravos entusiastas desse deus a exclamarem: “Allahu akbar” em uma infinidade de situações aparentemente contraditórias:

“Allahu akbar” pode ser uma declaração de alegria e gratidão à Alá, como neste vídeo, quando os jihadistas gritam após derrubar um helicóptero, com particular vibração, quando o helicóptero explode em chamas. E também pode ser uma expressão de tristeza e raiva, como neste vídeo, onde Sírios gritam quando um ataque aéreo atinge sua aldeia.

Neste vídeo, o lançamento de um foguete que falhou, ilustra a variedade de uso.

Quando o foguete inicia a queima de combustível, e em seguida é lançado, só para viajar alguns metros e explodir em seu próprio composto, jihadistas que assistem ao lançamento gritam “Allahu akbar!” repetidamente, como os personagens do livro de Orwell (1984), que ficam impedidos pela Novilíngua a pensar apenas aquilo que possa ser expresso por algumas palavras permitidas.

Primeiro vem o fervoroso “Por-favor-faça-isso-funcionar“, “Allahu akbars,” e em seguida, o animado “Uau-isso-funciona!“, “Allahu akbars,” seguido pelo, — enquanto o foguete falha, — resignado “Que pena“, “Allahu akbars”, e o apologético “Pedimos-desculpas-por-favor-nos-perdoem” e o reconfortante “Alá ainda está na nossa equipe” “Allahu akbars.”

Em contraste, um grupo Cristão livre ou pós-Cristão Ocidental teria agido com zelo, esforço, sorte e ciência — “Tenha cuidado!”, “Vai!”, “Xi!”, e finalmente, “Voltar à prancheta de desenho.”

No Islã, o resultado derivado da escolha humana, matemática, probabilidade, sorte e máquinas estão todos sob o controle de Alá, e assim a coisa mais apropriada a dizer, não importa o que aconteça é… Allahu akbar.

Quanto à conotação, então, “Allahu akbar” pode significar qualquer coisa —  exceto a frase frequentemente atribuida, ou seja, “Deus é grande.

Apesar de “Alá” significar “o Deus” e ser usada pela maioria dos Cristãos de língua Árabe, para se referir ao Deus do Cristianismo, quando os jihadistas a utilizam, é para mostrar superioridade do Islã e seu deus — portanto, seria mais preciso deixar a palavra não traduzida e substituí-la por “Alá é maior“, em Português.

E, dizer “Deus é grande” em Árabe, exigiria uma palavra diferente , Allahu kabir, porque akbar é o relativo, ou a forma comparativa e superlativa de Kabir.

Assim, um equivalente Cristão de “Allahu akbar” não seria “Jesus é grande” ou, para usar uma frase Cristã real, “Jesus é o Senhor.” A variedade de conotações e usos corresponde aproximadamente ao Evangélico/Pentecostal de “Louvor ao Senhor”; no entanto, essa frase não contém nenhuma das noções de superioridade que são inerentes em “Allahu akbar.”

Se os Cristãos terroristas, um mito da mídia que nunca se tornou realidade, estivessem procurando uma frase, para usar do mesmo modo que os Muçulmanos fazem com “Allahu akbar”, poderiam tentar algo como “In hoc signo vinces.” Esta era a visão de vitória do Imperador Romano Constantino, do século IV, sob a Cruz Cristã  — Por este sinalvencerás — pouco antes de vencer a batalha pela sucessão do Império, na Ponte Mílvio (312).

Em “Allahu Akbar”, a conquista Islâmica é simultaneamente afirmada e assumida — na frase Latina, não há nenhuma compacidade e nem os múltiplos significados de “Allahu akbar.”

Nenhuma frase Cristã carrega qualquer vestígio de ameaça ou perigo, que “Allahu Akbar” possui….


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: A Jihad “Bebê Muhammad”

Fonte/Source: Raymond Ibrahim: The “Baby Muhammad” Jihad (or Europe’s Future Nightmare)


Raymond Ibrahim: A Jihad “Bebê Muhammad” (ou o Futuro Pesadelo da Europa)

POR RAYMOND IBRAHIM

21 de Fevereiro de 2018

Frontpage Magazine

Se Muhammad não puder vencer os infiéis no campo de batalha, forçará o outbreeding (acasalamento entre diversas populações) — literalmente: “Mohammed é o nome mais popular entre meninos recém-nascidos na Holanda pelo segundo ano consecutivo” é o título de um relatório recente. Muhammad, aparentemente, é o nome mais popular na Inglaterra. Na verdade, Muhammad é um dos nomes mais populares em todo o Noroeste da Europa.

Embora isso possa parecer bastante inócuo (o que há em um nome?), o fato é que muitos Muçulmanos veem sua prole como sua contribuição à jihad — a “luta” para tornar o Islã supremo — uma vez que quanto maior o número maior a influência e o poder. Chamar alguém de “Muhammad” não é ​​mera coincidência, mas sim um lembrete críptico dos pais (geralmente o pai) a quem eles mais reverenciam e esperam que seus filhos imitem — ou seja, o fundador do Islã/jihad.

Apesar da origem, a história da jihad tem sido de guerra direta ao infiel para tornar o Islã supremo, o ulemá articulou uma variedade de outras jihads, que funcionam visando o mesmo objetivo: como com a jihad al-lisan (literalmente língua, que significa propaganda, apologias, polêmicas, etc.) e jihad al-mal (apoiando monetariamente ou materialmente os jihadistas, inclusive através do zakat), assim também jihad al-wilada (ou parto) é vista como uma forma de contribuir com a “luta” para tornar o Islã supremo.

Isso pode ser alcançado com mulheres infiéis ou Muçulmanas. Como um exemplo para a primeira, um imã Muçulmano foi gravado dizendo que, porque os homens Europeus não têm virilidade, suas mulheres buscam fertilidade entre homens Muçulmanos. Assim, “Nós lhes daremos fertilidade! Nós criaremos as crianças com elas, porque iremos conquistar seus países! Gostem ou não, vocês, Alemães, Americanos, Franceses e Italianos e todos aqueles parecidos com você [povo Ocidental] — assimilem os refugiados, pois em breve nós os chamaremos [seus filhos nascidos na Europa] em nome do próximo califado! E nós diremos a você: ‘Esses são nossos filhos.'”

Que alguns homens Muçulmanos operam na linha dessa lógica é evidente. O diário de Patrick Kabele, um homem Muçulmano Africano que vivia na Grã-Bretanha e foi preso por tentar se juntar ao Estado Islâmico — seu principal motivo era comprar uma escrava sexual de nove anos — tinha referências de que apenas os Muçulmanos de mentalidade semelhante entenderiam isso: se esforçando, como disse o imã acima mencionado, para usar as mulheres Europeias como incubadoras e “procriar crianças com elas”, Kabele observou que ele estava “semeando algumas mulheres aqui, brancas do Reino Unido”, acrescentando, “Eu não [sic] beijo mais.” Ao contrário do acasalamento comum, beijar é considerado um ato íntimo, e os Muçulmanos, de acordo com a doutrina de al-wala ‘wa al-bara, nunca devem ter intimidade, e certamente nenhum romance, com não-Muçulmanos — mesmo quando casado ​​com elas — embora possam ter relações carnais com elas.)

Mesmo assim, mulheres Muçulmanas continuam servindo como principais incubadoras da jihad — e muitas delas consideram isso como uma obrigação. Uma voluntária e tradutora Cristã da Eritréia que trabalhou em centros de migrantes na Alemanha e era frequentemente considerado Muçulmano pelos migrantes, confessou no ano passado que “os migrantes Muçulmanos frequentemente confiam nela e falam sobre sua aversão pelos Cristãos” e que “um número dos migrantes Muçulmanos com que ela falou revelaram ódio pelos Cristãos e estão determinadas a destruir a religião deles.” Como planejam fazer isso diz muito: “Algumas mulheres me disseram: “Vamos multiplicar nossos números. Devemos ter mais filhos do que os Cristãos porque é a única maneira de destruí-los aqui.”

A noção de que mais nascimentos Muçulmanos significa mais poder Muçulmano é tão arraigada entre os Muçulmanos que as recomendações de “planejamento familiar” na África Ocidental —  que apesar da escassez de recursos, tem a maior taxa de natalidade no mundo — é visto regularmente pelos Muçulmanos como uma conspiração Ocidental. “A política do Ocidente é reduzir nossos números”, disse Hassane Seck, um imã do Senegal. “Por causa de sua promoção perversa de contracepção, as mulheres na Europa não são mais férteis, mas as nossas são. Haverá muitos de nós, e eles têm medo.” O relatório acrescenta que ele e outros “imãs citam uma passagem no Alcorão implorando aos Muçulmanos para “avançarem e se multiplicarem”, e o planejamento familiar é visto por muitos na região como um argumento Ocidental para conter a propagação do Islã. “Não é de admirar que uma entre cada três pessoas na Terra deverá ser Muçulmana até 2070.

“Temos 50 milhões de Muçulmanos na Europa”, afirmou Muammar Gaddafi em 2006, acrescentando de forma mais realista: “Há sinais de que Alá vai conceder a vitória ao Islã na Europa — sem espadas, sem armas, sem conquista — o transformará num continente Muçulmano dentro de algumas décadas.” Pesquisas e relatórios em andamento sugerem que esse longo sonho Muçulmano pode não ser tão improvável.

Um relatório recente de Pew diz que a população Muçulmana da Europa pode triplicar até 2050 — exatamente quando todos os bebês Muhammads atingirão a maioridade e quando os imãs irão “convocá-los”. Somente na Alemanha, cerca de 20% da população poderá ser Muçulmana até 2050; considerando que o homem Muçulmano médio é mais zeloso quanto ao seu caminho e propósito na vida (Islâmica) do que o Alemão médio, 20 por cento não é muito pouco para a conquista Islâmica — ou, pelo menos para uma destruição em massa — da Alemanha. No entanto, o relatório também conclui que mesmo “se toda a migração para a Europa parar de forma imediata e permanente” devido a taxas de natalidade Muçulmanas significativamente maiores, a população Muçulmana da Europa continuará a crescer significativamente, para cerca de 36 milhões, quase o dobro da população atual.

Não são muitos, os Europeus Ocidentais preocupados com isso; alguns ficam até contentes de ver seu próprio tipo morrer e ser substituído por Muçulmanos — como a Dra. Stefanie von Berg, que exultou diante do parlamento Alemão: “Sra. Presidente, senhoras e senhores. Nossa sociedade mudará. Nossa cidade mudará radicalmente. Eu acredito que entre 20, 30 anos, não haverá mais uma maioria [Alemã] em nossa cidade… E eu quero deixar muito claro, especialmente para aqueles líderes de direita: Isso é coisa boa!” Enquanto isso, “o chefe da agência de inteligência nacional da Alemanha está pressionando por uma revogação das leis que restringem a vigilância de segurança para menores de 14 anos, argumentando que o país está enfrentando graves riscos, sobre os quais os meios de comunicação Alemães apelidaram de ‘jihadistas do jardim de infância.’”

A partir daqui, compreende-se de imediato, a verdadeira raiz do problema — e, como de costume, Muçulmanos não são tão perversos quanto os Ocidentais. Afinal, os Muçulmanos, por serem férteis e procriadores — tradicionalmente visto no Ocidente como uma “bênção” — não são intrinsecamente culpados. Por outro lado, os Ocidentais que promovem o “multiculturalismo”, encorajando a população feminina a incubar futuros jihadistas domésticos, assimilando e apoiando um grande número de homens Muçulmanos, suas muitas esposas e ainda mais crianças a reboque, são culpados. O Islã não está invadindo e assumindo pela ponta da espada como fez no passado; os Ocidentais estão fazendo tudo para habilitá-lo, em seu próprio detrimento.

Tais são os sinais dos tempos: uma cultura moribunda — tipificada pelo niilismo, hedonismo, cinismo e, talvez, o mais significativo, deixando cair as taxas de natalidade — simplesmente tem pouco para viver e cede o lugar ao mais zeloso, como previu o historiador Anglo-Francês Hilaire Belloc (b.1870) há quase um século:

“O recrudescimento do Islã, a possibilidade desse terror sob o qual vivemos durante séculos reaparecer, e de nossa civilização novamente lutar por sua vida contra o que era seu principal inimigo por mil anos, parece fantástico”, escreveu, antes de explicar:

“As culturas brotam das religiões; em última análise, a força vital que mantém qualquer cultura é a sua filosofia, sua atitude em relação ao universo; a decadência de uma religião envolve a decadência da cultura que lhe corresponde — vemos isso mais claramente no colapso atual da Cristandade. […] No Islã não houve tal dissolução da doutrina ancestral — ou, pelo menos, nada correspondente à ruptura universal da religião na Europa. Toda a força espiritual do Islã ainda está presente nas massas da Síria e Anatólia, das montanhas da Ásia Oriental, Arábia, Egito e África do Norte. O fruto final dessa tenacidade, o segundo período do poder Islâmico, pode ser adiado — mas duvido que possa ser postergado permanentemente.”


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

REINO UNIDO: CRIMES SEXUAIS CONTRA CRIANÇAS EM ALTA RECORDE

Fonte/Source: Reported Sex Crimes Against Children at Record High


Por Tião Cazeiro

Vou repetir o que citei na introdução do artigo “REINO UNIDO: BRADFORD E ISLAM RUMAM ‘EM DIREÇÃO AO DESASTRE’”

No uso do Inglês Britânico, o termo Asiático (British Asian) habitualmente se refere às pessoas com raízes no sul da Ásia, essencialmente o subcontinente Indiano.  Leia os seguintes excertos de um artigo publicado na Inglaterra em 2012:

É hora de parar de usar a palavra “Asiático“? Nas últimas semanas, as comunidades sikhs e hindus da Grã-Bretanha se queixaram com raiva sobre o uso desse termo enganoso quando relataram as condenações nos casos de abuso sexual de crianças em Rochdale por homens de ascendência paquistanesa muçulmana. Apresentações como “assédio asiático — por que precisamos conversar sobre crimes sexuais”, “Preparação sexual para crianças: a questão asiática” e “ofensas cometidas principalmente por homens asiáticos ao aliciarem crianças para fins sexuais , diz o ex-chefe de Barnardo” mostram o problema. [ênfase adicionada]

Obviamente, os sikhs e os hindus e outros não-muçulmanos “asiáticos”, incluindo Jainistas, Zoroástricos, Cristãos e Budistas, não querem ser associados ao aliciamento sexual de meninas brancas vulneráveis. A grande maioria dos muçulmanos também não quer. As meninas visadas em Rochdale, Derby e agora em Luton são todas não-muçulmanas. Isso não é nada novo para os hindus Britânicos e os sikhs, que se queixaram por suas meninas estarem sendo ameaçadas há décadas; os Indianos referem-se a isso como “love-jihad”.

O tempo passa e o termo “Asiático” continua sendo usado no Reino Unido. Já entramos em 2018 e nada acontece para não sensibilizar o “povo das necessidades especiais” em detrimento de outras etnías que convivem maravilhosamente bem com os Ingleses. É o conluio da esquerda com o Islam, não tenho dúvida a respeito. Preferem sacrificar as crianças para não serem chamados de racistas ou Islamofóbicos. É um absurdo!

De acordo com o excerto mencionado acima, “a grande maioria dos muçulmanos também não quer“, mas é óbvio que jamais farão alguma coisa para estancar esse absurdo que vai acabar gerando uma guerra civil.


ATIVISTAS ALERTAM: CRIMES SEXUAIS RELATADOS CONTRA AS CRIANÇAS EM ALTA RECORDE

Por VIRGINIA HALE

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Com média de 177 casos por dia, denúncias de criminalidade sexual infantil, incluindo estupro e assédio, estão em alta recorde no Reino Unido, alertou a NSPCC.

Os números compilados pela Liberdade de Informação e submetidos às forças policiais em toda a Grã-Bretanha descobriram que houve um total de 64.667 crimes sexuais relatados contra crianças menores de 18 anos em 2016/17 — um aumento de 15% em relação ao ano anterior.

Quase 14.000 dos casos envolvidos alegaram infrações contra crianças menores de 10 anos, enquanto 2.788 foram levados a cabo contra crianças com idade igual ou inferior a quatro anos.

O presidente-executivo da NSPCC, Peter Wanless, disse que:

“Esse aumento dramático é extremamente preocupante e mostra o quão extenso é o abuso sexual infantil.

“Esses crimes abomináveis ​​podem destruir a vida de uma criança, fazendo com que se sintam humilhadas, deprimidas ou até mesmo suicidas.

“É por isso que é crucial que todas as crianças que sofreram abusos e necessitam de apoio, devem obter ajuda oportuna e completa para que possam aprender a reconstruir suas vidas.”

Relatando a descoberta de que um elemento online estava presente em cerca de 10% dos casos, o NSPCC disse que o surgimento de assédio online parece ser um “problema significativo” que contribuiu para o aumento das infrações sexuais relatadas contra crianças.

O Sr. Wanless acrescentou:

“Esses novos números sugerem que a polícia está obtendo progressos reais através da forma como investigam as ações sexuais contra crianças.

“Para ajudá-los a abordar o problema no futuro, devemos garantir que a polícia esteja equipada para trabalhar com outras agências, e fornecer apoio e treinamento contínuos aos oficiais na linha de frente.”

Breitbart London relatou anteriormente como um exame dos registros de antecedentes acusados por abuso sexual infantil publicado pela NSPCC descobriu que a maioria dos casos de abuso sexual infantil estavam ocorrendo em áreas com populações “Asiáticas” significativas. [ênfase adicionada]

As estatísticas preocupantes surgiram no contexto de dados que mostram a taxa de crimes graves que surgiram em toda a Grã-Bretanha, e especialmente na Inglaterra nos últimos anos.

Os números do Office for National Statistics (ONS) divulgados em Outubro revelaram que houve um aumento de 19 por cento em relação ao ano anterior, em ofensas sexuais e violência contra a pessoa, e um aumento de 22 por cento em estupros.


Tradutor: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Quando Os Mongóis Pagãos Quase Exterminaram O Islã

Fonte/Source: Wrecking Machine: When the Pagan Mongols Nearly Wiped Out Islam | IndiaFacts


 A Máquina De Destruição: Quando Os Mongóis Pagãos Quase Exterminaram O Islã

Se os Mongóis tivessem invadido a Índia, teriam realizado um ataque cirúrgico, eliminando as elites Muçulmanas e poupando os Hindus que receberiam os Mongóis politeístas como libertadores.

Por Rakesh Krishnan Simha @ByRakeshSimha

15 de Fevereiro de 2018

Existe uma clara polarização entre Hindus e Muçulmanos quando se trata da história do domínio Muçulmano na Índia. Não importa o quão bárbaro fosse um governante Muçulmano, aos olhos Muçulmanos ele tinha algumas qualidades redentoras. Muçulmanos argumentarão que os Hindus não foram escolhidos durante a brutalidade porque até os Muçulmanos sofreram naquele dia e época. Seguindo essa linha lógica, um Muçulmano Indiano mencionará um exemplo isolado — historicamente não comprovado — de heroísmo para redimir tiranos brutais como Aurangzeb, Tipu Sultan e mais recentemente Alauddin Khilji.

Enquanto os Hindus mencionarão o saqueamento de Khilji em inúmeras cidades Hindus e a escravização de suas populações, Muçulmanos argumentarão: “Bem, derrotou os Mongóis e defendeu a Índia, portanto salvou os Hindus de um grande desastre.” Esquerdistas e liberais, os quais são os idiotas úteis do Islã, apoiarão essa visão, incentivando os Muçulmanos Indianos a manterem o refrão de que os governantes Muçulmanos eram indivíduos cultos que não cometiam genocídio. Esse tipo de negacionismo persiste apesar das amplas evidências literárias, incluindo as crônicas dos sultões e imperadores Muçulmanos, bem como os poetas e companheiros da corte que fielmente — e triunfantemente — registraram todos os atos bárbaros com detalhes repugnantes. A atitude de muitos Muçulmanos é a de ter prazer com o discurso de ódio desses textos em particular, mas os rotulando em público como exagerados .

Não é a primeira vez — em relação ao episódio de Khilji — que a coalizão esquerda-liberal-Muçulmana usa os Mongóis como argumento para glorificar o Islã. Enquanto no caso de Khilji os Mongóis são mostrados como inimigos, em 1946 quando o Movimento do Paquistão estava em sua fase mais virulenta, foram vistos como o orgulho do Islã. Nos comícios que exigiam uma pátria Muçulmana separada, líderes da Liga Muçulmana ameaçavam reviver os dias de “Changez Khan” (Genghis Khan) e “Halaku Khan” (Hulagu Khan). (1)

Aplaudidos por dezenas de milhares de Muçulmanos e motivados por demagogos como Maulana Maududi do Jamaat-e-Islami, a Liga Muçulmana ameaçaria os Hindus com um destino semelhante ao que encontraram nas mãos dos Mongóis. Seu ódio era compatível apenas com a ignorância. Primeiro, acreditavam erroneamente que os Mongóis eram os antepassados ​​da Dinastia Mogol da Índia. Babar, o fundador da Dinastia Mogol, era o grande bisneto do governante bárbaro de Samarcanda, Timur, que havia matado centenas de milhares de Hindus (e milhões de Muçulmanos na Ásia Central) no século XIV. Os Mogóis eram Turcos do Uzbequistão e falavam uma língua Turca, que continuou a ser a língua da família Mogol até os dias moribundos desta dinastia maldita. Este pedigree dos Mogóis [sic] é muitas vezes omitido nos livros de história Indianos e, em vez disso, é mencionado uma ligação tênue com os Mongóis. Na verdade, historiadores Europeus têm geralmente se referido à Dinastia Mogol como a Casa de Timur — uma denominação mais precisa.

Em segundo lugar, Muçulmanos Indianos acreditam que Genghis Khan era Muçulmano. Essa confusão vem do nome de Khan, que não tem nada de Islâmico e significa “líder” ou “chefe” na Mongólia. Carrega a mesma conotação como ‘sardar’ na Índia.

E finalmente, Muçulmanos Indianos exultam o massacre de Hindus por Genghis Khan, o que é impossível porque isso nunca aconteceu. Na verdade, os Muçulmano é que foram massacrados na Índia. Em 1221, depois de destruir o Império Corásmio, Genghis perseguiu o príncipe Jalal ad-Din até o rio Indus, enviando tremores pela espinha do sultão Iltutmish de Deli. Jalal pediu ajuda a Iltutmish, mas o sultão declinou — talvez esta seja a ‘primeira vez na história que um governante Muçulmano se recusa a socorrer um colega fiel contra um não-Muçulmano. Os Mongóis e os Persas colidiram na Batalha do Indus, quando o exército Muçulmano foi exterminado; Jalal mergulhou no rio e escapou para Delhi. O Grande Khan — indiscutivelmente o maior gênio militar da história — decidiu que Jalal não era mais uma ameaça e retornou, para nunca mais voltar a essa parte do mundo. Em 1231, Jalal foi assassinado na Índia.

A verdade é que os Mongóis eram um flagelo para os Muçulmanos, o maior inimigo do Islã. Onda após a onda de ataques Mongóis aplainaram muitas fortalezas Islâmicas na Ásia Central, Pérsia e Arábia, matando milhões de Muçulmanos. Genghis Khan era um adorador do céu Xamanista que queria conquistar terras Islâmicas e acabar com todos os vestígios do Islamismo no mundo. O número de Muçulmanos que ele matou é estimado em seis milhões.

Seu neto Hulagu Khan quase completou o que Genghis começou a fazer. Sob o seu comando, a grande Horda Mongol atravessou as estepes, entrou na Pérsia e depois na Arábia, destruindo cidades prósperas. Foi apenas a morte inesperada de seu líder Mongke Khan na Mongólia que impediu que essa máquina de guerra rolasse em direção ao Egito, Meca e Medina. Sua presença obrigatória no funeral impediu que os Mongóis exterminassem o Islã para sempre.

Para ilustrar o quão profundamente as invasões Mongóis estão impressas na consciência coletiva dos Muçulmanos do Oriente Médio, em uma de suas transmissões para o mundo, Osama bin Laden afirmou que o bombardeio Americano de Bagdá durante a Segunda Guerra do Golfo causou mais destruição do que o ataque de Hulagu em 1258. O líder terrorista nem sequer se preocupou em explicar quem era Hulagu porque o destruidor de Bagdá ainda é lembrado no Oriente Médio. Um provérbio Árabe surgiu para expressar que se alguém lhe disser que os Mongóis sofreram uma derrota, não acredite nele. É apenas o Muçulmano Indiano que ignora a história.

GENGHIS KHAN: RETALIAÇÃO DESPROPORCIONAL

Em 1218 CE, Genghis Khan, o governante da Mongólia, enviou uma delegação comercial ao Xá Ala ad-Din Mohammad, governante vizinho do Império Corásmio do Irã. A caravana era composta de 100 escoltas Mongóis, 450 mercadores e 500 camelos carregados com seda, peles, ouro, prata e outros bens luxuosos, incluindo presentes para os Persas. A caravana estava a caminho do palácio do xá em Bucara, mas foi parada na cidade fronteiriça de Otrar, onde o governador, Inalchuq, sob as ordens de Mohammad, massacrou cada um deles e enterrou seus corpos para esconder o ato covarde e cruel.

Uma caravana medindo uma milha (1600 m) de comprimento aparentemente desaparecendo no ar deixou os Mongóis confusos. No entanto, Genghis não suspeitou que Mohammad tivesse alguma coisa com o desaparecimento da delegação. Uma vez que a lei Mongol tratava os embaixadores como invioláveis, deu o benefício da dúvida ao xá.

Genghis enviou outra embaixada composta por dois Mongóis e um Muçulmano. Eles chegaram em Bucara e apresentaram uma carta do Grande Khan, perguntando educadamente sobre o destino de sua caravana. Mohammed executou o embaixador Muçulmano, marcando-o como traidor, e enviou a cabeça de volta com os dois companheiros Mongóis com a cabeça raspada. Foi o maior erro diplomático da história.

Chris Peers (2) escreve em ‘Genghis Khan e The Mongol War Machine’: “Genghis, obviamente, não podia ignorar tal insulto, e imediatamente fez preparativos para a guerra…. o Khan não fez segredo sobre seus planos e até enviou mensageiros ao Mohammad para avisá-lo de que ele estava a caminho, tão determinado estava a ponto de querer que fosse visto para ter a justiça ao seu lado.”

Com um exército que totalizava mais de 150 mil, aríetes, armas de cerco, morteiros Chineses e máquinas que poderiam lançar flechas de fogo e bombas de nafta incendiárias, Genghis entrou no Império Corásmio para vingar seus embaixadores.

Mohammad se refugiou em Samarcanda com uma força estimada em 110 mil homens, incluindo 60 mil Turcos Qangli de elite e 20 elefantes de guerra fornecidos por seus aliados Ghurid da Índia. Genghis dividiu seus exércitos e enviou uma força unicamente para encontrar e executar o xá — de modo que ele foi obrigado a correr para salvar sua vida em seu próprio país. As forças Mongóis divididas destruíram pouco a pouco as forças do xá e iniciaram a devastação total do país. (3)

Em Março de 1220, Genghis desceu sobre Bucara, pegando a população de Corásmio completamente de surpresa. Depois de derrotar e matar 20 mil soldados, Genghis convocou os principais cidadãos de Bucara, 280 em número, e procedeu com um discurso sobre os motivos de sua vinda: “Saiba que você cometeu grandes pecados e que os grandes entre vocês cometeram esses pecados. Se você me pergunta qual a prova que tenho para essas palavras, digo que é porque eu sou o castigo de Deus. Se você não tivesse cometido grandes pecados, Deus não teria enviado um castigo como eu sobre vocês.”

De acordo com Chris Peers, os cidadãos de Bucara parecem ter aceitado a teoria do castigo divino quando viram “os recipientes de madeira que mantinham as cópias do Alcorão na grande mesquita serem esvaziados e depois preenchidos com grãos para alimentar os cavalos Mongóis”.

Genghis então avançou em direção a Samarcanda, mas Mohammad fugiu com seu exército. Dando perseguição, os Mongóis atravessaram o rio Oxus (Amu Dária) e avançaram em Balkh (Bactro), os quais submeteram-se imediatamente. “No entanto, as pessoas foram expulsas para a planície, aparentemente para um censo, depois massacradas, enquanto sua cidade era queimada…. Muitos corpos foram deixados para que leões, lobos, abutres e águias pudessem se alimentar sem brigas.” (2) A cidade nunca recuperou sua importância como um centro da Rota da Seda.

Em Abril, os Mongóis realizaram outro massacre em Nixapur, supostamente em vingança pela morte de Toquchar, o genro favorito de Genghis, que havia sido morto durante um assalto mal sucedido no Outono anterior enquanto perseguia o xá. Nessa ocasião, a cidade foi completamente destruída, até mesmo gatos e cães foram mortos.

Em Bamiyan, o site dos famosos Budas de pedra, agora destruídos, no norte do Afeganistão, o neto favorito de Genghis, Metiken, foi morto por um projétil perdido e, em retaliação, todos os seres vivos da cidade foram abatidos, assim como aconteceu em Nixapur.

E o cara que começou tudo [sic], Inalchuq, o assassino da caravana, foi executado da maneira que os Mongóis acreditavam que ser apropriada — com prata fundida sendo derramada pela boca, ouvidos e olhos. Otrar foi completamente destruído.

O número de civis e combatentes mortos nas cidades do mundo Muçulmano é verdadeiramente surpreendente e os historiadores há muito se perguntam se as contas dos cronistas Muçulmanos são altamente exageradas.

Em Samarcanda mataram 1.2 milhão; Em Nixapur estima-se 1.7 milhão (demoraram 12 dias para contar os mortos); 70 mil pessoas morreram em Sabzevar; o mesmo número em Nisa. Em Herat, no Afeganistão, o primeiro cerco deixou 12 mil das forças do xá mortos, mas as pessoas da cidade foram poupadas. Em Junho de 1222, depois de uma revolta, os Mongóis cercaram novamente a cidade e cerca de 1.6 milhão foram massacrados, deixando 40 para chorar seu país. (5) Genghis reservou o pior para a cidade de Gurganj, o lugar de nascimento do Xá. O estudioso Persa Juvayni afirma que 50 mil soldados Mongóis receberam a tarefa de cada um executar 24 cidadãos de Gurganj, significando que 1.2 milhão de pessoas foram mortas. Uma vez que a cidade estava desprovida de vida humana, Genghis demoliu as barragens ao redor da cidade que retinha o rio Oxus (Amu Dária), eliminando a cidade da face da terra.

Genghis agora voltou sua atenção para Merv, uma cidade oásis com mesquitas e mansões. Suas dez bibliotecas continham 150 mil volumes, a maior coleção da Ásia Central. Os Mongóis entraram na cidade e depois de separar 400 artesãos e uma multidão de crianças para atuarem como escravos, dirigiram a população restante em direção à planície.  E aí o assassinato começou. O lugar foi saqueado, os edifícios minados, os livros queimados ou enterrados. Merv perdeu quase tudo e quase todos. Os Mongóis ordenaram que nenhuma mulher, homem ou criança fosse poupada… A maioria tinha a garganta cortada. Outros foram conduzidos, 20 de cada vez, para serem afogados em uma calha de sangue. (John Man, ‘The Mongol Empire’) Mohammad foi caçado por traição. Os comandantes Mongóis Subedei e Jebei foram ordenados a matar o xá e o perseguiram até as margens ocidentais do Mar Cáspio. “O Xá Corásmio foi eventualmente perseguido até Astara nas margens do Mar Cáspio, onde descartou suas roupas finas, pegou os trapos de um mendigo e com um pequeno grupo de seguidores tentou escapar da cidade sem ser notado. Pobre e anônimo, embarcou em um pequeno barco de pesca justamente quando uma tropa Mongol correu até as margens disparando suas flechas em vão sobre o pequeno barco. O poderoso Xá do Império Corásmio chegou à pequena ilha de Abeskim, onde finalmente morreu de pleurisia em Janeiro de 1221. Ele tinha caído das maiores alturas para a pobreza total e foi enterrado usando uma camisa rasgada emprestada de um de seus servos.”

Logo depois, uma patrulha Mongol capturou a mãe do xá, Terken Khatun, e enviou-a de volta a Mongólia, onde permaneceu prisioneira pelo resto da vida.

Governantes Muçulmanos finalmente estavam saboreando o tratamento que haviam dado a nações não-Muçulmanas desde que irromperam da Arábia no século VII.

Em suma, as seguintes cidades apresentaram as maiores baixas em termos do número total de mortes.

Nixapur – 1.747.000

Herat – 1.600.000

Merv – 1.300.000 (ou 2.100.000)

Samarcanda – 1.200.000

Gurganj – 1.200.000

Sabzivar – 70,000

Nisa – 70,000

HULAGU KHAN: O PESADELO DO ISLÃ

O maior ataque Mongol no Oriente Médio foi a invasão de 1252-1260. Hulagu, que mais tarde iria estabelecer o Mongol Il-Khanate (ou khanate subalterno), liderou o ataque. O motivo oficial da invasão foi que os Nisari Ismailis, Xiitas Assassins [ref.: A Ordem dos Assassinos] baseados em castelos nas montanhas, estavam criando muitos problemas para os Mongóis, e o Califado de Bagdá, o chefe oficial do mundo Muçulmano, recusou-se a ajudar.

No século 13, os Mongóis enfrentaram uma série de provocações dos Assassins. Esta seita Muçulmana se escondia em centenas de fortalezas nas montanhas não conquistadas que se estendiam do Afeganistão até a Síria, a mais importante foi Alamut, o Ninho da Águia, ao norte da Pérsia. Cada fortaleza era uma “célula” e as instruções sobre quem assassinar eram comunicadas às células a partir de Alamut.

Durante 200 anos, os Assassins desencadearam o terror no Oriente Médio, matando numerosos governantes e dois califas. Mas de repente cometeram um erro fatal — enviaram uma delegação de paz com 300 membros à Mongólia, mas na verdade muitos membros dessa delegação eram matadores encarregados de eliminar os principais khans Mongóis. Quando os astutos Mongóis descobriram a tramoia, os obituários dos Ismailis foram rapidamente escritos. Hulagu Khan buscara a solução final.

Edwin Black escreve em “Banking on Baghdad” que a invasão de Hulagu não aconteceu por causa de um sentimento pessoal equivocado. “Hulagu não odiava o Islã. Ele simplesmente recusou a se curvar ao Islã ou a qualquer sistema de crença diferente do seu. Hulagu sentiu que o Islamismo era uma afronta às crenças monoteístas dos Mongóis sobre um deus onipotente da natureza que estava presente em todas as coisas.”

O exército de Hulagu era uma incrível máquina militar. Era composto de soldados, espiões, conspiradores, astrólogos, mil engenheiros Chineses, agentes para construir pontes e estradas limpas, e era reforçado por contingentes Cristãos e Sunitas (Muçulmanos). Suas catapultas podiam lançar pedras enormes e pedras menores cobertas com nafta flamejante, e seus artilheiros podiam atirar flechas incandescentes a uma distância de vinte a quinhentos passos. (8)

Um a um, Hulagu invadiu os 100 supostamente impenetráveis ​​castelos dos Assassins, matando implacavelmente os mestres, soldados, recrutas e até mesmo bebês em seus berços. O próprio Imam foi autorizado a pedir piedade, mas foi negada e as escoltas Mongóis do Imam o chutaram sem piedade até a morte. Os historiadores concordam unanimemente que os Mongóis fizeram um favor ao mundo, eliminando o flagelo Assassin.

Os Mongóis entraram em Bagdá — a cidade que representava a ascensão Islâmica. O califa — líder espiritual do Islã, comparável ao Papa — fundou Bagdá em 762 e terminou sua construção em 766. Seu nome era Jaffar al-Mansour e pertencia à linha dos califas Abbassid, que descendiam do tio paterno do Profeta, Abbas. (8)

Quase todo mundo em Bagdá, no século IX, podia ler e escrever. Enquanto a Europa sofria na sua Era das Trevas, Bagdá era uma cidade cheia de livrarias, casas de banho, jardins, parques de jogos, bibliotecas… Os palácios dos califas eram de mármore, madeiras raras, jade e alabastro, com fontes e jardins interiores e tapeçarias aos milhares. Os servos borrifavam os convidados com spray de água de rosas e almíscar em pó e ambergris… Arte e ciência floresciam: literatura, música, caligrafia, filosofia, matemática, química, história. (8)

Precedendo a maioria do exército Mongol, batedores foram em frente e quebraram os diques do rio Tigris, inundando o campo Muçulmano. Mais de 20 mil soldados que saíram para combater foram afogados ou cortados pelas flechas Mongóis. Apenas o comandante conseguiu voltar para a cidade.

O Tigris foi bloqueado com pontos de verificação e pontes flutuantes sobre as quais foram colocadas máquinas de cerco. Por todos os lados, auxiliares Chineses e especialistas em artilharia, procederam batendo nas paredes antigas com pedras pesadas e balistas. Nenhuma cidade no mundo poderia ter sobrevivido a esse feroz bombardeio. Seção por seção, rua por rua, a antiga cidade foi reivindicada pelo invasor tenaz .

Uma vez que os Mongóis controlaram a cidade, começaram uma orgia de violência que durou sete dias. O historiador Persa Abdullah Wassaf narra: “Eles varreram a cidade como falcões famintos atacando o voo das pombas ou como lobos furiosos atacando ovelhas, com rédeas soltas e caras sem vergonha assassinando e espalhando terror… camas e almofadas feitas de ouro e incrustadas com joias foram cortadas em pedaços com facas e rasgadas. Aqueles que se esconderam atrás dos véus do grande Harém foram arrastados… pelas ruas e becos, cada um deles tornando-se um brinquedo… enquanto a população morria nas mãos dos invasores.” (Mortimer Rush, ‘Loot’).

O califa Mustasim foi capturado e forçado a assistir quando seus cidadãos foram assassinados e seu tesouro saqueado. Os Mongóis saquearam e destruíram mesquitas, palácios e hospitais. Os grandes edifícios, um trabalho de gerações, foram completamente queimados. A enorme biblioteca que abrigava três milhões de livros foi arruinada. Há rumores de que quando todos os livros foram jogados no rio Tigris, as águas correram pretas durante dias por causa da tinta.

Dependendo da fonte, os guerreiros Mongóis mataram de 200 mil a um milhão de pessoas. O que os Muçulmanos tinham feito aos locais Hindus como Sindh, Mathura, Somnath e Nalanda (e mais tarde, Vijayanagara), os Mongóis fizeram em Bagdá.

Quando Mustasim foi trazido diante dele, Hulagu enrolou o califa em um tapete e depois o pisoteou com cavalos até a morte. E também matou todos os membros família do califa, exceto seu filho mais novo e uma filha. A filha foi enviada à Mongólia para ser escrava no harém de Mongke Khan.

No final, demorou menos de dois meses para a poderosa capital do califado Abássida cair sob o ataque Mongol.

ESCAPOU POR POUCO

Com a Mesopotâmia derrotada, tudo o que restava do domínio Islâmico no Oriente Médio era a Síria e o Egito. A Síria foi rapidamente superada e os Mongóis planejaram seguir em direção aos Mamelucos no Egito. Mas, quando parecia que o Islamismo estava em perigo mortal, chegou a notícia de que Mongke Khan havia morrido.

Tão rapidamente como chegaram, em meados de 1260, Hulagu e a maioria do exército Mongol retirou-se para a Mongólia para eleger um novo khan. A força restante envolveu os Mamelucos em Ayn Jalut, Israel. Os Mongóis foram decisivamente derrotados. Se os Mongóis tivessem vencido, estariam em posição para ir ao Egito e depois controlar Meca e Medina. Se os Mongóis tivessem controlado as duas mais importantes cidades religiosas do Islamismo, teria encaixotado a resistência Muçulmana.

DESASTRE ÉPICO 

Para o mundo Islâmico, as invasões Mongóis provaram ser um desastre em uma escala sem paralelo. Quebrou o espírito dos Muçulmanos. Apesar de, finalmente, não terem tido sucesso em sua tentativa de destruir o Islã, os Mongóis deixaram uma profunda cicatriz política, econômica e militar no coração do mundo Muçulmano. As instituições políticas, como o califado, que mantinha o mundo Muçulmano unido durante séculos, foram abolidas.

Os exércitos Mongóis devastaram a agricultura da Pérsia e da Ásia Central, dependente do qanat, um sistema de gestão da água no qual a mesma é trazida de uma fonte de água da montanha para depois fluir e alimentar múltiplos poços usando apenas a gravidade. Sem o qanat, a Ásia Central e grande parte da Pérsia reverteriam ao seu estado natural de clima desértico, inóspito para a agricultura. Muitas áreas não se recuperaram até hoje. (6) Alguns sistemas de irrigação que o exército Mongol destruiu não foram reparados até o Iraque começar a receber dinheiro do seu petróleo no século XX.

Um cronista Persa descreveu o estado do país com estas palavras: “Como resultado da erupção dos Mongóis e do massacre geral de pessoas que viveram naqueles dias, não há dúvida de que se nos próximos mil anos nenhum mal acontecer ao país, ainda assim não será possível reparar o dano e voltar ao estado anterior.” (Robert Marshall, ‘Tempestade do Oriente: De Ghengis Khan a Khubilai Khan’, página 66)

Segundo Steven Dutch da Universidade de Wisconsin, “a destruição Mongol de Bagdá foi um golpe psicológico do qual o Islã nunca se recuperou. Com o saque de Bagdá, a floração intelectual do Islã foi apagada. Imaginar a Atenas de Péricles e Aristóteles obliterada por uma arma nuclear começa a sugerir a enormidade do golpe. Os Mongóis preencheram os canais de irrigação e deixaram o Iraque também despovoado para restaurá-los.”(7)

Os Muçulmanos tradicionalistas da época, incluindo o polêmico Ibn al-Nafis, acreditavam que as invasões Mongóis podem ter sido uma punição divina de Deus contra os Muçulmanos que se desviam da Suna. Os Mongóis, portanto, podem ter contribuído para o surgimento de radicais Islâmicos, mas isso é discutível porque o fundamentalismo religioso sempre foi um elemento integral da vida no Oriente Médio.

COMBATENDO FOGO COM FOGO 

Na imaginação e na literatura Ocidental e Muçulmana, os Mongóis — e em particular Genghis Khan — são representados como bárbaros, como a máquina mais mortal, como um flagelo de Deus. Sem dúvida, os Mongóis eram ferozes e brutais, e seu modo de luta era a guerra total. Ao mesmo tempo, ao contrário de Timur, Mahmud Ghazni, Feroz Shah Tughlak, os Conquistadores Espanhóis, os colonos Britânicos da América ou Adolf Hitler, nenhum de seus governantes mataram por diversão. Os Mongóis sabiam que, para derrotar o Islã, tinham que combater fogo com fogo. Acima de tudo, lutaram pela honra.

Marshall escreve em “Tempestade do Oriente” que é muito simples descartar o enorme grau de carnificina como barbárie desenfreada. “A seu favor, deve-se dizer que Genghis nunca empregou o assassinato como arma política, como Timur e outros tiranos recentes, e a pena de morte foi usada em poucos crimes. Durante o reinado de Genghis, os assuntos conquistados eram imediatamente emancipados, e nunca houve nenhuma forma de tirania política ou racial. Os Mongóis eram extraordinariamente tolerantes com outras religiões e essa era uma tradição que mantiveram durante a maior parte da história do império — uma qualidade rara em um mundo onde Cristãos e Muçulmanos tinham estado em guerra um com o outro por quase 500 anos.”

Nas palavras do historiador David Morgan, “Supondo que você tenha sobrevivido ao seu primeiro encontro com os exércitos Mongóis, era altamente improvável que você fosse posteriormente perseguido por suas crenças religiosas.”

Os Mongóis eram, de certa forma, o oposto polar dos Hindus, que ignoravam a ameaça Islâmica por sua conta e risco máximo. Genghis e Hulagu teriam ficado escandalizados com o perdão dado ao Mohammad Ghori pelo governante Rajput Prithviraj Chauhan em 1191 (apenas para Ghori retornar em 1192 e matar Chauhan). Nenhum Mongol khan teria aceitado uma trégua enquanto estivesse ganhando como fez Lal Bahadur Shastri na guerra de 1965 com o Paquistão. Nenhum líder Mongol faria o que o primeiro ministro Indiano fez após a Guerra de 1971, quando Indira Gandhi alimentou, abrigou e garantiu 97 mil prisioneiros de guerra Paquistaneses em campos Indianos e depois os deixou ir sem julgá-los pelos crimes de guerra em Bangladesh.

Mesmo as mulheres Mongóis tinham um instinto assassino notável que faria Maratha ou Rajput sentir inveja. Em Nixapur, quando o genro favorito de Genghis, Toquchar, foi morto por uma flecha disparada por um soldado inimigo, a filha do Grande Khan ficou com o coração partido pela notícia da morte de seu marido e pediu que todas as pessoas de Nixapur fossem mortas. As tropas de Khan, lideradas por seu filho mais novo, Tolui, assumiram a tarefa horripilante. Mulheres, crianças, infantes e até cães e gatos foram todos massacrados. Preocupado com o fato de alguns dos habitantes estarem feridos, mas ainda vivos, a filha do Khan pediu que cada habitante de Nixapur fosse decapitado, seus crânios esmagados em pirâmides. Dez dias depois, as pirâmides estavam completas.

O fato mais notável sobre a invasão Mongol do Oriente Médio foi que toda a população da Mongólia não passava de 1 milhão. E, no entanto, destruíram o poder político de seus dois principais inimigos — Chineses e Muçulmanos.

DANDO EXEMPLO

A invasão Mongol do Oriente Médio foi conduzida como uma espécie de política de avanço. Os líderes Mongóis decidiram que era melhor lutar contra o Islã no Oriente Médio e não na Mongólia. Neste aspecto, eles novamente oferecem um forte contraste com os reinos Indianos, cuja grande maioria não se incomodou em destruir o inimigo em sua própria guarida. Por exemplo, a primeira invasão Árabe da Índia foi contra Sindh em 653 CE, que foi repelida. Durante as próximas seis décadas, os Árabes lançaram uma série de ataques, mas sofreram grandes perdas antes de provar o sucesso contra Raja Dahir em 712 CE, abrindo as comportas para a conquista Islâmica da Índia. Se os poderosos reis Hindus tivessem se unido e destruído os Árabes no Iraque e na Síria, califas como o tirano Hajjaj mal poderiam ter montado as invasões sucessivas contra a Índia.

Novamente, os assassinatos em grande escala foram um mecanismo de defesa para a autopreservação Mongol. Eles não tinham os números necessários para guarnecer as cidades conquistadas. Se seus oponentes não fossem suficientemente subjugados, poderiam se levantar novamente e atacar os Mongóis quando os Mongóis saíssem para lidar com outra cidade. Isso teria feito com que os Mongóis retornassem sem parar para reprimir rebeliões, impedindo-os de perseguirem seus objetivos finais.

ATITUDE MONGOL EM RELAÇÃO AOS HINDUS 

E, finalmente, poderiam os Mongóis ter infligido o mesmo nível de destruição na Índia? Os “se” e “mas” da história são meramente um exercício acadêmico, mas a realidade é que isso nunca aconteceu. Genghis e Hulagu não invadiram a Índia porque não tinham motivos para isso. Eles lançaram guerras com objetivos políticos claros e, certamente, não com o fervor iconoclasta dos Muçulmanos. Árabes, Afegãos e Turcos invadiram a Índia principalmente por suas riquezas — muitas das quais estavam em templos não protegidos, — mas matar Hindus infiéis para ganhar um favor de Deus também foi um dos benefícios extras (junto com estupro e escravos). Entretanto, os Mongóis adoradores do céu compartilhavam um código religioso da mesma forma que os Hindus.

Em Bagdá, os Mongóis pediram aos Cristãos Nestorianos que permanecessem dentro de uma igreja enquanto realizavam o massacre. A disciplina dos soldados da Mongólia é verificada pelo fato de que mesmo durante o frenesi da pilhagem, nenhum Cristão foi prejudicado. Da mesma forma, os Xiitas de Bagdá também não foram tocados porque ajudaram os Mongóis.

No prelúdio do avanço em Bagdá, no primeiro ataque a Merv, os Mongóis haviam matado 1.3 milhão de pessoas. Em poucos meses, com o repovoamento, a revolta cresceu e os Mongóis voltaram a matar 100 mil, deixando apenas quatro sobreviventes. Vários meses depois, a revolta novamente cresceu em Merv. Desta vez, os Mongóis voltaram com uma força maciça de 100 mil homens e usaram tortura generalizada durante 40 dias. Eis aqui o que Charles P. Melville da Universidade de Cambridge diz: “No final de tudo, apenas 10 ou uma dúzia de Indianos foram deixados para residirem na cidade, não sei como conseguiram escapar disso.”

Os 10 Indianos de Merv podem ter sido os comerciantes Khatri Hindus que conduziam o comércio entre a Índia, Ásia Central, China e Rússia.

Claramente, a ira dos Mongóis era dirigida aos Muçulmanos, especialmente àqueles que consideravam perigosos e que provavelmente os apunhalariam pelas costas. Da mesma forma que os Nestorianos da Ásia Central, os Hindus não representavam nenhuma ameaça. Se os Mongóis tivessem invadido a Índia, teriam realizado um ataque cirúrgico, eliminando as elites Muçulmanas e poupando os Hindus que receberiam os Mongóis politeístas como libertadores.

Fontes:

  1. Amiya Chatterji e Amiya Cattopadhyay, “Desenvolvimento Constitucional da Índia” (página 141)
  2. Chris Peers, “Genghis Khan e a máquina de guerra mongol”
  3. J. Saunders, “A história das conquistas Mongóis”
  4. Robert Marshall, “Tempestade do Oriente: de Ghengis Khan a Khubilai Khan” (página 56)
  5. Charles P. Melville, Universidade de Cambridge, “O Impacto das invasões Mongóis no Irã, no Iraque e na Ásia Central; Uma reavaliação”
  6. Peter Jackson, Mongóis e o Ocidente
  7. Steven Dutch, University of Wisconsin
  8. Ian Frazier
  9. John Man

Sobre Rakesh Krishnan Simha

Rakesh é jornalista na principal mídia da Nova Zelândia. Ele escreve principalmente sobre defesa e assuntos externos.

Seus artigos foram citados extensivamente por universidades e em livros sobre diplomacia, contra terrorismo, guerra e desenvolvimento do hemisfério sul; e por revistas internacionais de defesa.

O trabalho de Rakesh foi citado pelos principais grupos de pesquisa e organizações que incluem a Escola Naval de Pós-Graduação, Califórnia; US Army War College, Pensilvânia; Carnegie Endowment for International Peace, Washington DC; Universidade Estadual de Nova Jersey; Instituto de Relações Internacionais e Estratégicas, Paris; BBC Vietnam; Universidade Federal da Sibéria, Krasnoyarsk; Centro de Estudos de Energia Aérea, Nova Deli; Instituto de Análises de Defesa, Virgínia; Centro Internacional de Direito Sem Fins Lucrativos, Washington DC; Stimson Center, Washington DC; Foreign Policy Research Institute, Filadélfia; e Instituto de Consultoria Estratégica, Política, Segurança e Econômica de Berlim.

Seus artigos foram publicados pelo Centro de Estudos de Guerra Terrestre, Nova Deli; Instituto de Fundação para Estudos Orientais, Varsóvia; e o Instituto de Pesquisa para Estudos Europeus e Americanos, Grécia, entre outros.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Jeremy Corbyn: “Islamofobia É Um Problema Real Em Nossa Sociedade”

Fonte/Source: UK: At mosque, Jeremy Corbyn says “Islamophobia is a real problem in our society”


Por Tiao Cazeiro

No meu artigo “A Onda e o Peixe“, escrito em Novembro de 2017, apresentei uma lista criada por Guido Fawkes, um site de Londres, com 100 artigos expondo o apoio de Jeremy Corbyn ao terrorismo Islâmico. Eis aqui alguns exemplos:

Para quem nunca conheceu um canalha na vida, apresento Jeremy Corbyn, um grande canalha, que se alcançar o cargo de Primeiro Ministro dará o golpe de misericórdia com apoio do prefeitinho, outro canalha e califa wannabe, Sadiq Khan

Como disse Peter Hitchens:

“O que eles estão ensinando aos seus filhos? Estão ensinando a pensar — ou o que pensar?

A Revolução Marxista está viva e muito bem — na escola do seu filho. Você sabia? Você pode pensar que as ideias loucas da extrema-esquerda estão guardadas em segurança no Partido Trabalhista de Jeremy Corbyn ou no jornal The Guardian.  Mas algumas cartas perturbadoras recentes, de pais de crianças em idade escolar, embrulharam meu estômago. Eu vi nesses relatos um formato gradual solidificando uma nova intolerância sórdida, financiada pelo Estado e mais ou menos inevitável para qualquer um com idade escolar.”


Reino Unido: Jeremy Corbyn Diz Numa Mesquita Que “Islamofobia É Um Problema Real Em Nossa Sociedade”

 Por ROBERT SPENCER

18 de Fevereiro de 2018

Jeremy Bernard Corbyn é um político Britânico, atual líder do Partido Trabalhista e líder da oposição na Câmara dos Comuns.

“Islamofobia é um problema real em nossa sociedade”. Não, digamos, o terror da jihad. “Islamofobia”. Quantas pessoas foram mortas pelo terror da jihad na Grã-Bretanha? E quantas pela “Islamofobia”? Qual delas representa um movimento global determinado a desestabilizar e destruir as sociedades não-Muçulmanas e, em última análise, conquistá-las? E qual desses termos é usado frequentemente como resistência a esse objetivo?

É difícil imaginar que a Grã-Bretanha possa ter um Primeiro Ministro ainda pior do que Theresa May, mas aqui está, esperando pela hora do voo.

O termo “Islamofobia” é a fusão viciada de ataques contra Muçulmanos inocentes, que nunca são comprovados, e uma análise honesta das formas pelas quais os jihadistas usam os textos e os ensinamentos do Islã para justificar a violência e recrutar. A ideia é inibir essa análise, comparando-a com ataques contra Muçulmanos, ou mesmo afirmando que isso desencadeará ataques contra Muçulmanos. O resultado final será, a jihad vai avançar sem oposição e sem obstáculos, enquanto todos os seus inimigos foram silenciados.

Corbyn diz mais:

“Eu fiz reuniões com mulheres Muçulmanas que me contaram histórias horríveis de abuso racista rotineiro em nossas ruas. Se as mulheres são abusadas porque estão vestindo um lenço de cabeça, então é um erro contra elas e é um erro contra todos nós.”

Sim, nenhuma mulher deve ser abusada simplesmente por usar um lenço de cabeça. Mas Corbyn não diz uma palavra sobre as muitas mulheres que são abusadas por não usarem um lenço de cabeça. Elas têm algum direito? Alguém fala por elas? E como Corbyn sabe que esse abuso está realmente acontecendo, quando há tantos incidentes onde os “crimes de ódio anti-Muçulmanos” revelaram-se totalmente falsificados por Muçulmanos?

Corbyn mais uma vez:

“O surgimento de grupos extremistas de direita é uma ameaça muito séria, não somente aos Muçulmanos, mas a todas as minorias e, de fato, a todos os Britânicos e ao tecido entrelaçado que mantém este país unido.”

“Grupos de extrema-direita.” Sobre os grupos de terror jihadistas ele ficou em silêncio.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

PARIS: Zona de Recrutamento Para o Estado Islâmico (ISIS) 

Fonte/Source: Paris suburb becomes jihadi breeding ground and recruitment zone for the Islamic State


Por Tiao Cazeiro

Em Julho de 2015, Robert Spencer publicou o artigo “ESTADO ISLÂMICO (ISIS) PROMETE “ENCHER AS RUAS DE PARIS COM CADÁVERES” dizendo o seguinte:

“Eles amam a morte “como você ama a vida.” Eles são os inimigos da vida, da criação e da criatividade, do amor, da arte e da civilização. Tudo o que eles adoram é a morte, a dor e destruição. Eles são a quintessência da força do mal.”

Os violentíssimos ataques que sucederam em seguida na França  deixaram claro que o ISIS cumpre o que promete.

Agora, vemos em Trappes, uma comuna Francesa na região administrativa da Île-de-France, no departamento de Yvelines, a existência de “no-go zones” Islâmicas, utilizadas pelo ISIS para recrutamento e criação de ações jihadistas.

Claro, nada a ver com o “povo das necessidades especiais,” só um Islamofóbico, racista, fanático de extrema-direita poderia imaginar esse tipo de coisa.

Alcorão 8.12  
"E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: 
Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!"
Subúrbio De Paris Virou Terreno De Criação De Jihad E Zona De Recrutamento Para O Estado Islâmico 

POR CHRISTINE DOUGLASS-WILLIAMS

16 de Fevereiro de 2018

“Marcada como “no-go zone” pelas autoridades”, Trappes, um subúrbio de Paris, foi além e se tornou “um terreno de recrutamento para o Estado Islâmico (ISIS)…  terreno fértil para os jihadistas… imensamente imune às leis Francesas… onde a linha dura do Salafismo e do Wahhabismo são amplamente praticados.”

A integração é um empreendimento inútil para os supremacistas Islâmicos que vêem a França (e outras nações Ocidentais) como uma Casa da Guerra para ser subvertida em Casa do Islã. Isso tornou-se mais evidente quando o líder Francês, Emmanuel Macron, afirmou que “tentaria definir as relações entre o Islã e o Estado.” Suas palavras foram confrontadas com espantoso desrespeito e repreensão por parte do líder representante dos Muçulmanos na França, Ahmet Ogras, presidente do Conselho Francês da Fé Muçulmana. Com plena insolência supremacista Islâmica, ordenou ao líder Francês para “não se intrometer na organização do Islã.”

O Islamismo certamente “interferiu na organização da França”, aterrorizando sua população com ataques jihadistas e ameaças por mais.

Como um homem que rendeu continuamente aos Muçulmanos, Macron aceitou a repreensão humilhante de Ogras; declarou em Outubro de 2016 que “nenhuma religião é hoje um problema na França”. A fraqueza e o apaziguamento diante dos supremacistas Islâmicos apenas os encoraja, como Macron está descobrindo.

Agora, a situação no subúrbio de Trappes é sombria. As condições irão se deteriorar ainda mais e a ameaça jihadista se espalhará, a menos que as autoridades reprimam rapidamente, apesar das ameaças jihadistas e das repreensões da supremacia Islâmica.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: o ódio por trás das lágrimas Muçulmanas indignadas

Fonte/Source: The Hate behind Muslim Tears and Outrage – Raymond Ibrahim


O ódio por trás das lágrimas Muçulmanas indignadas

 POR RAYMOND IBRAHIM

16 de Fevereiro de 2018

FrontPage Magazine

A sensação de supremacismo permeia tudo na vida do supremacista Muçulmano — mesmo aquelas coisas que os meios de comunicação Ocidentais retratam como louváveis, humanitárias ou compreensíveis.

Considere a violação e estrangulamento de Zainab Ansari, uma menina Muçulmana de oito anos, cujo corpo mutilado foi encontrado no lixo em Janeiro último no Paquistão. O trágico incidente provocou indignação em massa na nação Muçulmana. Celebridades famosas e dezenas de milhares de outros Paquistaneses “expressaram seu choque nas mídias sociais usando o hashtag ‘justiceforZainab‘”; multidões irritadas atacaram a polícia e os edifícios do governo, deixando pelo menos dois mortos e muitos feridos; clérigos Islâmicos alertaram as autoridades governamentais para apresentarem o assassino instantaneamente, demitirem-se — ou então. “Podemos pegar esse animal e puni-lo publicamente?” é a questão que “resumiu a exasperação de muitas pessoas por falta de progresso na busca do assassino.”

É desnecessário dizer que a indignação sentida pelos Paquistaneses quanto ao destino dessa menina desafortunada, e o desejo de ver a justiça concedida a seu estuprador assassino, é apreciável. O problema, no entanto, é que essa indignação se baseia inteiramente no fato de que ela era Muçulmana. Muitas jovens Cristãs foram e continuam sendo estupradas, mutiladas e assassinadas — entretanto os Paquistaneses respondem com um silêncio ensurdecedor.

Zainab Ansari

A seguir, uma breve lista (e longe de estar completa) dessas meninas Cristãs não lamentadas:

Nisha, 9, foi sequestrada por Muçulmanos, estuprada por uma gangue, assassinada por golpes repetidos em sua cabeça e depois jogada em um canal.

Lubna, 12 anos, foi sequestrada, estuprada por uma gangue e assassinada por um grupo de Muçulmanos.

Muqadas, 12, foi emboscada em um campo perto de sua casa; o post mortem revelou que ela tinha sido “violada em grupo e depois estrangulada por cinco homens.”

Shazia, de 12 anos, foi escravizada, estuprada e assassinada por Chaudhry Naeem, um rico advogado Muçulmano, que foi absolvido no tribunal.

“É vergonhoso”, explicou as fontes locais do Paquistão ao discutir a violação brutal de outra garota Cristã de 9 anos. “Tais incidentes ocorrem frequentemente. As meninas Cristãs são consideradas produtos para serem danificados no lazer. Abusar delas é um direito. De acordo com a mentalidade da comunidade [Muçulmana], isso nem sequer é um crime. Os Muçulmanos as consideram como espólios da guerra (ênfase adicionada).”

Nem os meninos Cristãos  tampouco são poupados. Enquanto estavam em um bairro Cristão no Paquistão, um grupo de homens Muçulmanos sequestrou um menino de 7 anos; revezaram-se durante o estupro, antes de estrangular o menino e jogaram o corpo em um campo — assim como Zainab. O corpo de outro menino Cristão, Samuel Yaqoob, de 11 anos, também foi encontrado perto de um esgoto… com marcas de torturas horrorosas, com a arma do crime perto. Seu nariz, lábios e barriga foram cortados, e sua família dificilmente pôde reconhecê-lo porque o corpo estava muito queimado. “A autópsia encontrou” 23 feridas por uma arma afiada “e indicações de “sodomia.”

Explicando tais incidentes, Wilson Chowdhry, presidente da Associação Cristã Paquistanesa Britânica, disse: “Partes da cultura Paquistanesa têm uma forte componente de pederastia homossexual, e os meninos minoritários Cristãos entre outros são especialmente suscetíveis a estupros e abusos por causa da impotência de sua comunidade e  o status desprezado deles” (ênfase adicionada).

E esse é o ponto. Como “infiéis”, os Cristãos no Paquistão são amplamente vistos como “intocáveis“, servindo apenas para recolher os “excrementos dos Muçulmanos“, portanto são regularmente tratados como animais. Excluindo as famílias das vítimas e as comunidades Cristãs vizinhas, praticamente ninguém — uma nação com 99% de maioria Muçulmana — se importa quando Cristãos e seus filhos são atacados selvagemente e assassinados, da mesma forma como a Muçulmana Zainab foi.

Nenhum dos assassinatos com estupro de crianças Cristãs mencionados acima gerou um escândalo nacional; nenhum deles foi seguido por tweets em massa e hashtags, celebridades ultrajadas, revoltas em massa, tumultos fatais ou ameaças aos funcionários e policiais. Nem ganharam sua própria página de Wikipédia, da maneira como fizeram com Zainab.

Não surpreende que enquanto o assassino de Zainab foi pego dias após o incidente, os assassinos dos filhos Cristãos acima mencionados nunca foram “encontrados.”

É devido precisamente a essa indiferença que estupradores e assassinos tendem a perseguir crianças Cristãs: se a sociedade não se importa, a polícia não incomodará, e assim eles escapam — quando não como heróis por prestarem um serviço ao Islã. Depois de explicar que “a conversão forçada ao Islamismo de mulheres de grupos minoritários religiosos através do estupro e sequestro atingiu um estágio alarmante” no Paquistão; a Comissão Asiática de Direitos Humanos elaborou este relatório de 2011:

A situação piora com a polícia que sempre acompanha os grupos Islâmicos e trata grupos minoritários como formas de vida humilde. O lado obscuro da conversão forçada ao Islã… envolve também os elementos criminosos envolvidos em estupro e sequestro que em seguida justificam seus crimes hediondos forçando as vítimas a se converterem ao Islã. Os fundamentalistas Muçulmanos oferecerem, com prazer, abrigo a esses criminosos e usam como desculpa a ideia de que estão prestando um ótimo serviço à causa sagrada para aumentar a população Muçulmana.

A polícia no Paquistão praticamente não só nada faz para combater essa “jihad”, como às vezes são os próprios culpados. Em um outro exemplo, um “menino Cristão foi sequestrado, estuprado, torturado e morto por um policial; seu corpo também foi despejado em um canal.”

Com frequência, no entanto, polícia e outras autoridades incluindo imams locais simplesmente se alinham com os assassinos sempre que as famílias das vítimas Cristãs fazem muito barulho exigindo “justiça” — isto é, quando os “dhimmis” ficam muito atrevidos, pois de acordo com a lei Islâmica os mesmos precisam “conhecer o seu lugar” e agradecer para que, como infiéis indesejáveis ​​e vulneráveis, sejam atribuídas qualquer medida de tolerância.

Por exemplo, outra menina Cristã de 12 anos, conhecida como “Anna” foi estuprada por uma gangue durante oito meses, forçada a se converter, e “casou-se” com o seu agressor Muçulmano, mas depois escapou. Em vez de ver a justiça sendo feita, ela e sua família Cristã foram relatadas pela última vez como “escondidas dos estupradores e da polícia.” Da mesma forma, depois que uma criança de 2 anos foi violentamente estuprada porque seu pai Cristão recusou a conversão ao Islã — deixando sua anatomia permanentemente desfigurada apesar de passar por cinco cirurgias — ela e sua família esconderam-se por terem feito um “grande estardalhaço” do incidente.

O viés Muçulmano sobre quem importa (colegas Muçulmanos) e quem não (todos os outros) é regularmente despercebido no Ocidente. Por exemplo, a obrigação Muçulmana de pagar o zakat (traduzido várias vezes como “caridade”) é sempre aclamada no Ocidente como um reflexo do lado “humanitário” do Islã — mesmo que a lei Islâmica dominante insista que tal “caridade” só vai ajudar os Muçulmanos, nunca o odiado infiel….

Mesmo quando Muçulmanos saem massacrando na América — como o bombardeiro do metrô de Nova York ou esfaqueador do Estado de Ohio, — a mídia corre para sugerir que tudo não passa de indignação com a situação dos Muçulmanos que sofrem (sempre os Rohinyas em Myanmar), levando esses homens ao limite em busca de “justiça” (não importando se suas vítimas Americanas tenham nada a ver com a política de Mianmar).

Uma explicação mais apropriada é que eles simplesmente odeiam infiéis, como se viu no fato de que a Somália, onde Abdul Raza, o esfaqueador do Estado de Ohio nasceu e cresceu, é considerada a segunda maior nação Muçulmana do mundo para ser Cristão (o que certamente é muito significativo, já que 40 das absolutas piores 50 nações são Muçulmanas). Embora os Cristãos possam ser essencialmente decapitados em público na Somália, tal “injustiça” contra seus próprios compatriotas nunca pareceu incomodar o suposto “coração sangrento” de Abdul.

O Islã é responsável por este viés: o Alcorão pede aos Muçulmanos que sejam “fortes contra os infiéis, misericordiosos entre eles [48:29]”; A doutrina Islâmica sustenta que os Muçulmanos são superiores aos não-Muçulmanos — que são comparados a cães e gado. Por isso, pouco se importam quando infiéis subumanos são estuprados e assassinados, ficam irritados ao ver as minorias infiéis agitando por igualdade com os Muçulmanos — e tornam-se completamente assassinos vendo infiéis realmente dominando os Muçulmanos.

Desse ponto, muitos poderão começar a entender a queixa Muçulmana máxima: Israel. Se as minorias Cristãs impotentes e oprimidas no mundo Muçulmano ainda são tratadas cruelmente, como os Muçulmanos devem se sentir sobre os Judeus — os descendentes de porcos e macacos, de acordo com o Alcorão — exercitando poder e autoridade sobre os demais Muçulmanos? Indignação absoluta.

É claro que, se as queixas contra Israel fossem realmente sobre justiça universal e Palestinos deslocados, os Muçulmanos ficariam ainda mais atormentados pelo fato de que milhões de Cristãos estão sendo deslocados em nome da jihad e geralmente tratados de tal maneira que faz com que ser Palestino pareça algo invejável.

Desnecessário dizer que eles não estão ressentidos — e não estarão tão cedo; porque os ressentimentos Muçulmanos se baseiam no que machuca os Muçulmanos, nunca no que machuca os infiéis — ao contrário.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

 

Muhammad, o Profeta Branco com Escravos Negros

Fonte/Source: Dr David Wood Interview — David Wood – Maomé: O Profeta Branco com Escravos Negros

Nota: Não consegui identificar o nome do tradutor do vídeo mencionado acima para dar o crédito. 


Por Tiao Cazeiro

7 de Fevereiro de 2018

Dr. David Wood, um sujeito que além de brilhante é simpatisíssimo,  disse em entrevista ao ChristianReporter News que “nós somos a primeira geração em 1400 anos a ter acesso às traduções do Sahih al-Bukhari”, (sahih significa autêntico ou correto), o qual é composto por 97 livros. Esses livros consolidaram o hadith como a segunda fonte de jurisprudência Islâmica mais importante depois do Alcorão.

David, como é mais conhecido, é PhD em Filosofia pela Fordham University, um dos principais ativistas anti-Islã da atualidade e considerado por Robert Spencer como simplesmente “brilhante”.

David conta que foi só nos anos 90 que as traduções de Sahih al-Bukhari ficaram disponíveis ao público. E mais, se Muhammad Ali e Malcom X, — que se converteram ao Islamismo nos anos 60, — tivessem tido acesso a essas traduções na época, jamais teriam se convertido ao Islamismo, porque o que foi revelado sobre o escravismo é absolutamente monstruoso.

Alguns exemplos:

Muhammad dizia que Satã parece com um homem negro; Muhammad possuiu, comprou, vendeu etc. escravos negros Africanos; os seguidores de Muhammad institucionalizaram a escravidão dos negros Africanos etc. Um detalhe importante, Muhammad era branco como a neve.

Embora este vídeo já tenha sido legendado, resolvi publicar uma parte do texto para atender a sugestão de um amigo. De qualquer forma, ao final deste artigo, deixarei vocês com o vídeo.


‘Muhammad, o Profeta Branco com Escravos Negros’
Por David Wood
Sahih al-Bukhari 6161:

Narrou Anas bin Malik: O Mensageiro de Alá estava em viagem e tinha um escravo negro chamado Anjasha, e ele estava dirigindo os camelos (muito rápido e havia mulheres naqueles camelos).

O Mensageiro de Alá disse: “Waihaka, O Anjasha! Dirija lentamente os camelos com os vasos de vidro (as mulheres)!”

O excerto a seguir é sobre um escravo negro que foi morto a tiros ao descarregar a bagagem de Muhammad.

Sunan an-Nasai 3858:

Foi narrado que Abu Hurairah disse: “Estávamos com o Mensageiro de Alá (Muhammad ou Maomé) no ano de Khaibar, e não recebemos nenhum espólio de guerra, exceto riqueza, bens e roupas.

Então um homem de Banu Ad-Dubaib, chamado Rifa’ah bin Zaid, deu ao Mensageiro de Alá um escravo negro chamado Mid’am. O Mensageiro de Alá partiu para Wadi al-Qura. Quando estávamos em Wadi al-Qura, enquanto Mid’am descarregava a bagagem do Mensageiro de Alá, uma flecha veio e o matou. Pessoas disseram: ‘Parabéns! Você vai ao Paraíso’, mas o Mensageiro de Alá disse: ‘Por Aquele em Cuja Mão está a minha alma! O manto que ele tirou do espólio de guerra no dia de Khaibar está queimando ele com fogo.’”

Só para esclarecer, Muhammad fez sexo com uma garota de nove anos, roubou caravanas e decapitou centenas de Judeus, mas ele é bom. Seu escravo negro, ao contrário, pegou um manto antes que os despojos tivessem sido divididos, e por isso foi para o inferno. Bem-vindo ao Islã.

Em “Provisions of the Afterlife“, páginas 30-31, Ibn Qayyin Al-Jawziyya lista 28 dos escravos masculinos de Muhammad e 12 de suas escravas. Alguns desses escravos eram negros, outros não. Muhammad renomeou um dos seus escravos negros “Safina”, que significa “Navio”. Chamou seu escravo de “Navio” porque podia pôr excesso de carga no escravo como num navio e o fazer carregar tudo.

Muhammad aparentemente pensava que os escravos negros valiam menos que os escravos Árabes, uma vez que trocou dois de seus escravos negros por um escravo Árabe que queria libertar porque o escravo Árabe se converteu ao Islamismo.

Sabemos que Muhammad fez sexo com suas escravas, porque acabou engravidando uma delas. Mas não se preocupe. Um líder branco que engravida uma escrava só é assustador quando acontece com Thomas Jefferson.

Encontramos o pior cenário de Muhammad em Sahih al-Bukhari 7142:

Narrou Anas bin Malik: O Mensageiro de Alá disse: “Você deve ouvir e obedecer seu Imam, mesmo que ele seja um escravo Etíope cuja cabeça se pareça com uma passa.”

Muhammad dá um exemplo semelhante em Sahih Muslim 3138, onde ordena seus seguidores a obedecerem seu líder, mesmo que seja um escravo negro mutilado. Assim, o pior líder possível de uma comunidade de Muçulmanos, segundo Muhammad, seria um escravo negro. Por uma questão de clareza, devo salientar que a mulher é excluída da hierarquia de possíveis líderes. Muhammad disse que uma nação nunca será bem sucedida com uma mulher como líder.

Mas o pior ainda está por vir.

Muhammd diz aos seus seguidores com quem Satanás parece em Ibn Ishaq, p. 243.

O apóstolo disse: “Quem quiser ver Satanás basta olhar para Nabtal ibn al-Harith!” Ele era um homem negro, robusto, com longos cabelos brilhantes, olhos inflamados e bochechas escuras e coradas. “Qual de vocês é o Profeta?” “Este cara branco.” “Com quem Satanás parece?” “Com aquele cara negro.”

Agora, como pode uma religião que foi inaugurada por um profeta branco que tinha escravos negros e se referia aos Etíopes como “cabeças de passas” e disse que Satanás parece com um homem negro obter a reputação que tem hoje em dia entre os Muçulmanos Afro-Americanos?

Bem, aqui está o Ocidente, há uma atmosfera geral de ignorância sobre o Islã. As pessoas não conhecem os fatos mais básicos sobre Muhammad e o Alcorão. E isso permite que os pregadores Muçulmanos digam o que quiserem sobre o Islã, porque ninguém irá corrigi-los.

E assim, se um pregador Muçulmano estiver falando com uma mulher interessada nos direitos das mulheres, “Muhammad foi um campeão dos direitos das mulheres!” (Vide Linda Sarsour…)

Se estiver falando com alguém que tem grande consideração pela ciência, “O Alcorão é uma obra-prima científica, cheia de idéias científicas milagrosas que só foram verificadas séculos mais tarde“.

Se estiver falando com alguém que está preocupado com a justiça racial, “o Islã é a religião que liberta os escravos e estabelece a igualdade racial“, é um absurdo… é realmente um absurdo.

Mas as pessoas se convertem ao Islã porque acreditam no que é dito e não se interessam em ler as fontes Muçulmanas para ver se a história do pregador confere.

Agora, para aqueles que compraram esse desastre, para aqueles que acreditaram no pregador Muçulmano quando ele disse: “Ei, se você realmente quiser enfiar isso nos brancos, você precisa se converter ao Islã
(nota: aqui o David se refere aos pregadores que converteram alguns negros Americanos como Muhammad Ali etc., e em seguida ironiza) — a religião de um homem branco que comprou, vendeu e trocou escravos Africanos e cujos seguidores institucionalizaram a escravidão negra Africana séculos antes dos Europeus se juntarem e que continuam a escravizando os negros Africanos até hoje…

Se você se apaixonou por isso… Eu digo e direi isso novamente. Você foi ludibriado, feito de trouxa, você foi enganado, sacaneado, se desviou! enlouqueceu!” — Nota: Este excerto em negrito que você acabou de ler faz parte de um discurso de Malcom-X, o qual David Wood usou para ironizar os Negros Americanos iludidos com o Islã.

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Pillsbury Doughboy

Isso é o que esses profetas brancos com escravos negros fazem. Mas agora que você viu o que as fontes Muçulmanas dizem, agora que você sabe que você foi enganado, você tem uma escolha. Você pode deixar o Islã ou continuar servindo um homem cujas descrições em suas fontes mais confiáveis ​​o tornam completamente indistinguível de um Pillsbury Doughboy cujos ensinamentos legitimaram a escravidão racial por catorze séculos.

 

Imagem relacionadaBasta lembrar que, se você continuar honrando um comerciante de escravos que é tão escuro como o recheio de um Twinkie e que tinha escravos negros e chamou os Etíopes de “cabeça de passas” e disse que Satanás parece com um homem negro, você não é um guerreiro da liberdade, ou um guerreiro da justiça social, ou campeão dos direitos civis. Você é o último Uncle Tom.

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E no caso de você querer saber o quão sério eles levam a brancura de Muhammad no mundo Muçulmano, vou deixar você com uma citação de Ash-Shifa, um dos livros mais populares e respeitados do Islã sobre a vida e os ensinamentos de Muhammad.

Ahmad ibn Sulayman, companheiro de Sahnun, disse que quem falar que o Profeta era negro será morto. O Profeta não era negro.

Pena de morte para quem chamar Muhammad de homem negro.


 

Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

O “Moderno” Líder Sufi Tabandeh

Fonte/Source: Sufismo Sem Camuflagem (Muito Além de Stephen Schwartz)


O “Moderno” Líder Sufi Tabandeh

Por Tiao Cazeiro

Evitei propositadamente comentar o artigo “Xiismo, Sufismo e Gnosticismo”, traduzido e publicado recentemente neste blog, para que todos pudessem refletir sem nenhuma influência.

A maioria das pessoas tem opinões a respeito de muita coisa, entretanto o que diferencia uma das outras são as camadas sedimentadas de interpretações prévias que atuam sem que a gente se dê conta disso. De qualquer forma, o importante é identificar esses pensamentos sedimentados, e ter coragem de enfrentar os fatos, a dura realidade, como num xeque-mate.

O próprio Sufi Tabandeh, um moderno líder Sufi Iraniano, um homem extremamente culto, — com Ph.D em Direito pela Universidade de Paris (1957), — venerado e chamado de, se estou correto, His Holiness Hajj (Sua Santidade Peregrino), descreve os estágios gnósticos (‘irfani) no artigo “XIISMO, SUFISMO E GNOSTICISMO”. Eis aqui um pequeno trecho:

“Ele só sabe que é um ponto preto, na medida em que sabe apenas que há algo lá. Quando se aproxima mais um pouco, vê que esse ponto preto se torna uma linha reta. Então ele reconhece, isto é, adquire a gnose, de que aquela coisa longe é um corpo longo.”

Em outras palavras, diante da crise atual no Irã, observar a famosa comunidade Dervish Gonabadi, como o ponto preto, — que está mais uma vez sob pressão total do regime opressor Iraniano e literalmente em guerra nas ruas para proteger o seu símbolo maior, o famoso Sufi Tabandeh, com 90 anos, — desperta simpatia pelos Sufis e o desejo sincero de que consigam orientar o povo Iraniano diante de tanta opressão e tristeza.

Por outro lado, como nos estágios gnósticos, quanto mais avançamos e mais próximos ficamos dos Sufis, percebemos que aquele ponto preto é uma linha reta, e que aquela coisa longe nada mais é do que um corpo longo e cheio de ódio contra os não-Muçulmanos, e isto, infelizmente, derruba de vez a ideia de que o Sufismo é a “tradição pluralista e tolerante do Islã”.

Em “O Lado Sinistro do Sufismo” vimos que

“Durante séculos o credo e a música Sufi vêm repercutindo como grandes símbolos de espiritualismo, promoção de paz e harmonia entre os Hindus e os Muçulmanos. O conceito inteligentemente marketeado da espiritualidade Sufi tem sido inquestionavelmente aceito como marca da unidade Hindu-Muçulmana. Mas como acontece com a maioria dos mitos, a história se torna a primeira vítima.” —  Ram Ohri – IndiaFacts (Truth Be Told)

O excerto a seguir, retirado do brilhante artigo escrito por Robert Spencer intitulado “SUFISMO SEM CAMUFLAGEM (MUITO ALÉM DE STEPHEN SCHWARTZ)”, traduzido e publicado neste blog, mostra claramente o lado sinistro da Sua Santidade Peregrino Dr. Nour Ali Tabandeh. Infelizmente, e com todo respeito, o Sufismo está longe da “gnose” que as pessoas imaginam ou gostariam de ver.

É pertinente perceber que enquanto uma revolução acontece no Irã, matando e torturando dezenas de pessoas, podendo chegar a centenas, o mundo apoia o população Iraniana, principalmente as mulheres, enquanto as lideranças Muçulmanas e parte da população despejam ódio contra os não-Muçulmanos.


SUFISMO SEM CAMUFLAGEM
(MUITO ALÉM DE STEPHEN SCHWARTZ)

Por Robert Spencer – Jihad Watch

Tabandeh — His Holiness Hajj Dr Nour Ali Tabandeh (Majzoob Ali Shah)

Este moderno líder Sufi escreveu um tratado inteiro contra vários elementos da Declaração Universal dos Direitos Humanos por estarem em desacordo com a Lei Islâmica: uma “Perspectiva Islâmica“, na Declaração Universal dos Direitos Humanos [3]. Segundo o Professor Eliz Sanasarian da Universidade de Southern California, que analisou a situação das minorias religiosas da República Islâmica, o prospecto de Tabandeh se tornou “o núcleo do trabalho ideológico sobre o qual o governo Iraniano… baseou a sua política aos não-Muçulmanos.” [4] Suas visões sobre os não-Muçulmanos, diz Sanasarian, foram postas em práticas “quase que literalmente na República Islâmica do Irã.” [5]

Tabandeh inicia sua discussão louvando o Shah Ismail I (1502-1524), o fanático, repressor e fundador [6] da dinastia Safavid, como um campeão “dos oprimidos.” [7] Ele reafirma a inferioridade tradicional dos não-Muçulmanos em relação aos Muçulmanos como sacralizada pela Sharia:

Assim, se [um] muçulmano comete adultério, sua punição é: 100 chicotadas, raspar a cabeça, e um ano de exílio. Mas, se o homem não for Muçulmano e comete adultério com uma mulher Muçulmana à grande penalidade é a execução… Da mesma forma, se um Muçulmano deliberadamente assassinar outro Muçulmano ele cai sob a lei de retaliação e deve por lei ser condenado à morte pelo parente mais próximo. Mas, se um não-Muçulmano morrer nas mãos de um Muçulmano e que por hábito, ao longo da vida, foi um não-Muçulmano, a pena de morte não é válida. Em vez disso o assassino Muçulmano deve pagar uma multa e ser punido com o chicote. [8]

Como o Islã considera os não-Muçulmanos em um nível mais baixo de crença e convicção, se um Muçulmano matar um não-muçulmano…  então sua punição não deve ser a morte retaliatória, uma vez que a fé e a convicção de que possui é mais elevada do que a do homem morto…  Mais uma vez, as punições ao culpado não-Muçulmano por adultério com uma mulher Muçulmana são aumentadas porque, além do crime contra a moral, o dever social e religião, ele cometeu um sacrilégio; ele desgraçou um Muçulmano e, assim, lançou desprezo sobre os Muçulmanos em geral, e por isso deve ser executado. [9]

O Islã e os seus seguidores devem estar acima dos infiéis, e nunca permitir que não-Muçulmanos adquiram domínio sobre eles. Desde o casamento de uma mulher Muçulmana com um marido infiel (de acordo com o versículo citado: ‘Os homens são os guardiões das mulheres’) significa que sua subordinação a um infiel, de fato, torna o casamento anulado, porque não obedece às condições previstas para fazer um contrato válido. Como na Sura (. ‘A Mulher para ser Examinada’, LX v 10), afirma: ‘Vire-as, mas não de costas para os infiéis: pois não são lícitas a infiéis nem são os infiéis lícitos a elas (ou seja, no casamento). [10]

Tabandeh não é uma aberração entre os Sufis. Ele segue a tradição dos Sufis Turcos dervixes cujo fanatismo violento contribuiu para a Islamização forçada dos Cristãos nativos da Ásia Menor (consulte a documentação abundante sobre isto no monumental trabalho de pesquisa do Professor Speros Vryonis intitulado The Decline of Medieval Hellenism in Asia Minor and the Process of Islamization from the Eleventh Through the Fifteenth Century”, Berkeley, 1971, pp. 340-43, e especialmente o capítulo 5, pp. 351-402).

Tabandeh deve também, sem dúvida, ter observado com aprovação os prospectos contra os não-Muçulmanos produzidos por proeminentes teólogos Sufis Indianos no séculos 17 e 18, incluindo professores Sufis, tratados como celebridades, como Sirhindi e Shah Walli Allah.