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Raymond Ibrahim: A Jihad “Bebê Muhammad”

Fonte/Source: Raymond Ibrahim: The “Baby Muhammad” Jihad (or Europe’s Future Nightmare)


Raymond Ibrahim: A Jihad “Bebê Muhammad” (ou o Futuro Pesadelo da Europa)

POR RAYMOND IBRAHIM

21 de Fevereiro de 2018

Frontpage Magazine

Se Muhammad não puder vencer os infiéis no campo de batalha, forçará o outbreeding (acasalamento entre diversas populações) — literalmente: “Mohammed é o nome mais popular entre meninos recém-nascidos na Holanda pelo segundo ano consecutivo” é o título de um relatório recente. Muhammad, aparentemente, é o nome mais popular na Inglaterra. Na verdade, Muhammad é um dos nomes mais populares em todo o Noroeste da Europa.

Embora isso possa parecer bastante inócuo (o que há em um nome?), o fato é que muitos Muçulmanos veem sua prole como sua contribuição à jihad — a “luta” para tornar o Islã supremo — uma vez que quanto maior o número maior a influência e o poder. Chamar alguém de “Muhammad” não é ​​mera coincidência, mas sim um lembrete críptico dos pais (geralmente o pai) a quem eles mais reverenciam e esperam que seus filhos imitem — ou seja, o fundador do Islã/jihad.

Apesar da origem, a história da jihad tem sido de guerra direta ao infiel para tornar o Islã supremo, o ulemá articulou uma variedade de outras jihads, que funcionam visando o mesmo objetivo: como com a jihad al-lisan (literalmente língua, que significa propaganda, apologias, polêmicas, etc.) e jihad al-mal (apoiando monetariamente ou materialmente os jihadistas, inclusive através do zakat), assim também jihad al-wilada (ou parto) é vista como uma forma de contribuir com a “luta” para tornar o Islã supremo.

Isso pode ser alcançado com mulheres infiéis ou Muçulmanas. Como um exemplo para a primeira, um imã Muçulmano foi gravado dizendo que, porque os homens Europeus não têm virilidade, suas mulheres buscam fertilidade entre homens Muçulmanos. Assim, “Nós lhes daremos fertilidade! Nós criaremos as crianças com elas, porque iremos conquistar seus países! Gostem ou não, vocês, Alemães, Americanos, Franceses e Italianos e todos aqueles parecidos com você [povo Ocidental] — assimilem os refugiados, pois em breve nós os chamaremos [seus filhos nascidos na Europa] em nome do próximo califado! E nós diremos a você: ‘Esses são nossos filhos.'”

Que alguns homens Muçulmanos operam na linha dessa lógica é evidente. O diário de Patrick Kabele, um homem Muçulmano Africano que vivia na Grã-Bretanha e foi preso por tentar se juntar ao Estado Islâmico — seu principal motivo era comprar uma escrava sexual de nove anos — tinha referências de que apenas os Muçulmanos de mentalidade semelhante entenderiam isso: se esforçando, como disse o imã acima mencionado, para usar as mulheres Europeias como incubadoras e “procriar crianças com elas”, Kabele observou que ele estava “semeando algumas mulheres aqui, brancas do Reino Unido”, acrescentando, “Eu não [sic] beijo mais.” Ao contrário do acasalamento comum, beijar é considerado um ato íntimo, e os Muçulmanos, de acordo com a doutrina de al-wala ‘wa al-bara, nunca devem ter intimidade, e certamente nenhum romance, com não-Muçulmanos — mesmo quando casado ​​com elas — embora possam ter relações carnais com elas.)

Mesmo assim, mulheres Muçulmanas continuam servindo como principais incubadoras da jihad — e muitas delas consideram isso como uma obrigação. Uma voluntária e tradutora Cristã da Eritréia que trabalhou em centros de migrantes na Alemanha e era frequentemente considerado Muçulmano pelos migrantes, confessou no ano passado que “os migrantes Muçulmanos frequentemente confiam nela e falam sobre sua aversão pelos Cristãos” e que “um número dos migrantes Muçulmanos com que ela falou revelaram ódio pelos Cristãos e estão determinadas a destruir a religião deles.” Como planejam fazer isso diz muito: “Algumas mulheres me disseram: “Vamos multiplicar nossos números. Devemos ter mais filhos do que os Cristãos porque é a única maneira de destruí-los aqui.”

A noção de que mais nascimentos Muçulmanos significa mais poder Muçulmano é tão arraigada entre os Muçulmanos que as recomendações de “planejamento familiar” na África Ocidental —  que apesar da escassez de recursos, tem a maior taxa de natalidade no mundo — é visto regularmente pelos Muçulmanos como uma conspiração Ocidental. “A política do Ocidente é reduzir nossos números”, disse Hassane Seck, um imã do Senegal. “Por causa de sua promoção perversa de contracepção, as mulheres na Europa não são mais férteis, mas as nossas são. Haverá muitos de nós, e eles têm medo.” O relatório acrescenta que ele e outros “imãs citam uma passagem no Alcorão implorando aos Muçulmanos para “avançarem e se multiplicarem”, e o planejamento familiar é visto por muitos na região como um argumento Ocidental para conter a propagação do Islã. “Não é de admirar que uma entre cada três pessoas na Terra deverá ser Muçulmana até 2070.

“Temos 50 milhões de Muçulmanos na Europa”, afirmou Muammar Gaddafi em 2006, acrescentando de forma mais realista: “Há sinais de que Alá vai conceder a vitória ao Islã na Europa — sem espadas, sem armas, sem conquista — o transformará num continente Muçulmano dentro de algumas décadas.” Pesquisas e relatórios em andamento sugerem que esse longo sonho Muçulmano pode não ser tão improvável.

Um relatório recente de Pew diz que a população Muçulmana da Europa pode triplicar até 2050 — exatamente quando todos os bebês Muhammads atingirão a maioridade e quando os imãs irão “convocá-los”. Somente na Alemanha, cerca de 20% da população poderá ser Muçulmana até 2050; considerando que o homem Muçulmano médio é mais zeloso quanto ao seu caminho e propósito na vida (Islâmica) do que o Alemão médio, 20 por cento não é muito pouco para a conquista Islâmica — ou, pelo menos para uma destruição em massa — da Alemanha. No entanto, o relatório também conclui que mesmo “se toda a migração para a Europa parar de forma imediata e permanente” devido a taxas de natalidade Muçulmanas significativamente maiores, a população Muçulmana da Europa continuará a crescer significativamente, para cerca de 36 milhões, quase o dobro da população atual.

Não são muitos, os Europeus Ocidentais preocupados com isso; alguns ficam até contentes de ver seu próprio tipo morrer e ser substituído por Muçulmanos — como a Dra. Stefanie von Berg, que exultou diante do parlamento Alemão: “Sra. Presidente, senhoras e senhores. Nossa sociedade mudará. Nossa cidade mudará radicalmente. Eu acredito que entre 20, 30 anos, não haverá mais uma maioria [Alemã] em nossa cidade… E eu quero deixar muito claro, especialmente para aqueles líderes de direita: Isso é coisa boa!” Enquanto isso, “o chefe da agência de inteligência nacional da Alemanha está pressionando por uma revogação das leis que restringem a vigilância de segurança para menores de 14 anos, argumentando que o país está enfrentando graves riscos, sobre os quais os meios de comunicação Alemães apelidaram de ‘jihadistas do jardim de infância.’”

A partir daqui, compreende-se de imediato, a verdadeira raiz do problema — e, como de costume, Muçulmanos não são tão perversos quanto os Ocidentais. Afinal, os Muçulmanos, por serem férteis e procriadores — tradicionalmente visto no Ocidente como uma “bênção” — não são intrinsecamente culpados. Por outro lado, os Ocidentais que promovem o “multiculturalismo”, encorajando a população feminina a incubar futuros jihadistas domésticos, assimilando e apoiando um grande número de homens Muçulmanos, suas muitas esposas e ainda mais crianças a reboque, são culpados. O Islã não está invadindo e assumindo pela ponta da espada como fez no passado; os Ocidentais estão fazendo tudo para habilitá-lo, em seu próprio detrimento.

Tais são os sinais dos tempos: uma cultura moribunda — tipificada pelo niilismo, hedonismo, cinismo e, talvez, o mais significativo, deixando cair as taxas de natalidade — simplesmente tem pouco para viver e cede o lugar ao mais zeloso, como previu o historiador Anglo-Francês Hilaire Belloc (b.1870) há quase um século:

“O recrudescimento do Islã, a possibilidade desse terror sob o qual vivemos durante séculos reaparecer, e de nossa civilização novamente lutar por sua vida contra o que era seu principal inimigo por mil anos, parece fantástico”, escreveu, antes de explicar:

“As culturas brotam das religiões; em última análise, a força vital que mantém qualquer cultura é a sua filosofia, sua atitude em relação ao universo; a decadência de uma religião envolve a decadência da cultura que lhe corresponde — vemos isso mais claramente no colapso atual da Cristandade. […] No Islã não houve tal dissolução da doutrina ancestral — ou, pelo menos, nada correspondente à ruptura universal da religião na Europa. Toda a força espiritual do Islã ainda está presente nas massas da Síria e Anatólia, das montanhas da Ásia Oriental, Arábia, Egito e África do Norte. O fruto final dessa tenacidade, o segundo período do poder Islâmico, pode ser adiado — mas duvido que possa ser postergado permanentemente.”


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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Quando Os Mongóis Pagãos Quase Exterminaram O Islã

Fonte/Source: Wrecking Machine: When the Pagan Mongols Nearly Wiped Out Islam | IndiaFacts


 A Máquina De Destruição: Quando Os Mongóis Pagãos Quase Exterminaram O Islã

Se os Mongóis tivessem invadido a Índia, teriam realizado um ataque cirúrgico, eliminando as elites Muçulmanas e poupando os Hindus que receberiam os Mongóis politeístas como libertadores.

Por Rakesh Krishnan Simha @ByRakeshSimha

15 de Fevereiro de 2018

Existe uma clara polarização entre Hindus e Muçulmanos quando se trata da história do domínio Muçulmano na Índia. Não importa o quão bárbaro fosse um governante Muçulmano, aos olhos Muçulmanos ele tinha algumas qualidades redentoras. Muçulmanos argumentarão que os Hindus não foram escolhidos durante a brutalidade porque até os Muçulmanos sofreram naquele dia e época. Seguindo essa linha lógica, um Muçulmano Indiano mencionará um exemplo isolado — historicamente não comprovado — de heroísmo para redimir tiranos brutais como Aurangzeb, Tipu Sultan e mais recentemente Alauddin Khilji.

Enquanto os Hindus mencionarão o saqueamento de Khilji em inúmeras cidades Hindus e a escravização de suas populações, Muçulmanos argumentarão: “Bem, derrotou os Mongóis e defendeu a Índia, portanto salvou os Hindus de um grande desastre.” Esquerdistas e liberais, os quais são os idiotas úteis do Islã, apoiarão essa visão, incentivando os Muçulmanos Indianos a manterem o refrão de que os governantes Muçulmanos eram indivíduos cultos que não cometiam genocídio. Esse tipo de negacionismo persiste apesar das amplas evidências literárias, incluindo as crônicas dos sultões e imperadores Muçulmanos, bem como os poetas e companheiros da corte que fielmente — e triunfantemente — registraram todos os atos bárbaros com detalhes repugnantes. A atitude de muitos Muçulmanos é a de ter prazer com o discurso de ódio desses textos em particular, mas os rotulando em público como exagerados .

Não é a primeira vez — em relação ao episódio de Khilji — que a coalizão esquerda-liberal-Muçulmana usa os Mongóis como argumento para glorificar o Islã. Enquanto no caso de Khilji os Mongóis são mostrados como inimigos, em 1946 quando o Movimento do Paquistão estava em sua fase mais virulenta, foram vistos como o orgulho do Islã. Nos comícios que exigiam uma pátria Muçulmana separada, líderes da Liga Muçulmana ameaçavam reviver os dias de “Changez Khan” (Genghis Khan) e “Halaku Khan” (Hulagu Khan). (1)

Aplaudidos por dezenas de milhares de Muçulmanos e motivados por demagogos como Maulana Maududi do Jamaat-e-Islami, a Liga Muçulmana ameaçaria os Hindus com um destino semelhante ao que encontraram nas mãos dos Mongóis. Seu ódio era compatível apenas com a ignorância. Primeiro, acreditavam erroneamente que os Mongóis eram os antepassados ​​da Dinastia Mogol da Índia. Babar, o fundador da Dinastia Mogol, era o grande bisneto do governante bárbaro de Samarcanda, Timur, que havia matado centenas de milhares de Hindus (e milhões de Muçulmanos na Ásia Central) no século XIV. Os Mogóis eram Turcos do Uzbequistão e falavam uma língua Turca, que continuou a ser a língua da família Mogol até os dias moribundos desta dinastia maldita. Este pedigree dos Mogóis [sic] é muitas vezes omitido nos livros de história Indianos e, em vez disso, é mencionado uma ligação tênue com os Mongóis. Na verdade, historiadores Europeus têm geralmente se referido à Dinastia Mogol como a Casa de Timur — uma denominação mais precisa.

Em segundo lugar, Muçulmanos Indianos acreditam que Genghis Khan era Muçulmano. Essa confusão vem do nome de Khan, que não tem nada de Islâmico e significa “líder” ou “chefe” na Mongólia. Carrega a mesma conotação como ‘sardar’ na Índia.

E finalmente, Muçulmanos Indianos exultam o massacre de Hindus por Genghis Khan, o que é impossível porque isso nunca aconteceu. Na verdade, os Muçulmano é que foram massacrados na Índia. Em 1221, depois de destruir o Império Corásmio, Genghis perseguiu o príncipe Jalal ad-Din até o rio Indus, enviando tremores pela espinha do sultão Iltutmish de Deli. Jalal pediu ajuda a Iltutmish, mas o sultão declinou — talvez esta seja a ‘primeira vez na história que um governante Muçulmano se recusa a socorrer um colega fiel contra um não-Muçulmano. Os Mongóis e os Persas colidiram na Batalha do Indus, quando o exército Muçulmano foi exterminado; Jalal mergulhou no rio e escapou para Delhi. O Grande Khan — indiscutivelmente o maior gênio militar da história — decidiu que Jalal não era mais uma ameaça e retornou, para nunca mais voltar a essa parte do mundo. Em 1231, Jalal foi assassinado na Índia.

A verdade é que os Mongóis eram um flagelo para os Muçulmanos, o maior inimigo do Islã. Onda após a onda de ataques Mongóis aplainaram muitas fortalezas Islâmicas na Ásia Central, Pérsia e Arábia, matando milhões de Muçulmanos. Genghis Khan era um adorador do céu Xamanista que queria conquistar terras Islâmicas e acabar com todos os vestígios do Islamismo no mundo. O número de Muçulmanos que ele matou é estimado em seis milhões.

Seu neto Hulagu Khan quase completou o que Genghis começou a fazer. Sob o seu comando, a grande Horda Mongol atravessou as estepes, entrou na Pérsia e depois na Arábia, destruindo cidades prósperas. Foi apenas a morte inesperada de seu líder Mongke Khan na Mongólia que impediu que essa máquina de guerra rolasse em direção ao Egito, Meca e Medina. Sua presença obrigatória no funeral impediu que os Mongóis exterminassem o Islã para sempre.

Para ilustrar o quão profundamente as invasões Mongóis estão impressas na consciência coletiva dos Muçulmanos do Oriente Médio, em uma de suas transmissões para o mundo, Osama bin Laden afirmou que o bombardeio Americano de Bagdá durante a Segunda Guerra do Golfo causou mais destruição do que o ataque de Hulagu em 1258. O líder terrorista nem sequer se preocupou em explicar quem era Hulagu porque o destruidor de Bagdá ainda é lembrado no Oriente Médio. Um provérbio Árabe surgiu para expressar que se alguém lhe disser que os Mongóis sofreram uma derrota, não acredite nele. É apenas o Muçulmano Indiano que ignora a história.

GENGHIS KHAN: RETALIAÇÃO DESPROPORCIONAL

Em 1218 CE, Genghis Khan, o governante da Mongólia, enviou uma delegação comercial ao Xá Ala ad-Din Mohammad, governante vizinho do Império Corásmio do Irã. A caravana era composta de 100 escoltas Mongóis, 450 mercadores e 500 camelos carregados com seda, peles, ouro, prata e outros bens luxuosos, incluindo presentes para os Persas. A caravana estava a caminho do palácio do xá em Bucara, mas foi parada na cidade fronteiriça de Otrar, onde o governador, Inalchuq, sob as ordens de Mohammad, massacrou cada um deles e enterrou seus corpos para esconder o ato covarde e cruel.

Uma caravana medindo uma milha (1600 m) de comprimento aparentemente desaparecendo no ar deixou os Mongóis confusos. No entanto, Genghis não suspeitou que Mohammad tivesse alguma coisa com o desaparecimento da delegação. Uma vez que a lei Mongol tratava os embaixadores como invioláveis, deu o benefício da dúvida ao xá.

Genghis enviou outra embaixada composta por dois Mongóis e um Muçulmano. Eles chegaram em Bucara e apresentaram uma carta do Grande Khan, perguntando educadamente sobre o destino de sua caravana. Mohammed executou o embaixador Muçulmano, marcando-o como traidor, e enviou a cabeça de volta com os dois companheiros Mongóis com a cabeça raspada. Foi o maior erro diplomático da história.

Chris Peers (2) escreve em ‘Genghis Khan e The Mongol War Machine’: “Genghis, obviamente, não podia ignorar tal insulto, e imediatamente fez preparativos para a guerra…. o Khan não fez segredo sobre seus planos e até enviou mensageiros ao Mohammad para avisá-lo de que ele estava a caminho, tão determinado estava a ponto de querer que fosse visto para ter a justiça ao seu lado.”

Com um exército que totalizava mais de 150 mil, aríetes, armas de cerco, morteiros Chineses e máquinas que poderiam lançar flechas de fogo e bombas de nafta incendiárias, Genghis entrou no Império Corásmio para vingar seus embaixadores.

Mohammad se refugiou em Samarcanda com uma força estimada em 110 mil homens, incluindo 60 mil Turcos Qangli de elite e 20 elefantes de guerra fornecidos por seus aliados Ghurid da Índia. Genghis dividiu seus exércitos e enviou uma força unicamente para encontrar e executar o xá — de modo que ele foi obrigado a correr para salvar sua vida em seu próprio país. As forças Mongóis divididas destruíram pouco a pouco as forças do xá e iniciaram a devastação total do país. (3)

Em Março de 1220, Genghis desceu sobre Bucara, pegando a população de Corásmio completamente de surpresa. Depois de derrotar e matar 20 mil soldados, Genghis convocou os principais cidadãos de Bucara, 280 em número, e procedeu com um discurso sobre os motivos de sua vinda: “Saiba que você cometeu grandes pecados e que os grandes entre vocês cometeram esses pecados. Se você me pergunta qual a prova que tenho para essas palavras, digo que é porque eu sou o castigo de Deus. Se você não tivesse cometido grandes pecados, Deus não teria enviado um castigo como eu sobre vocês.”

De acordo com Chris Peers, os cidadãos de Bucara parecem ter aceitado a teoria do castigo divino quando viram “os recipientes de madeira que mantinham as cópias do Alcorão na grande mesquita serem esvaziados e depois preenchidos com grãos para alimentar os cavalos Mongóis”.

Genghis então avançou em direção a Samarcanda, mas Mohammad fugiu com seu exército. Dando perseguição, os Mongóis atravessaram o rio Oxus (Amu Dária) e avançaram em Balkh (Bactro), os quais submeteram-se imediatamente. “No entanto, as pessoas foram expulsas para a planície, aparentemente para um censo, depois massacradas, enquanto sua cidade era queimada…. Muitos corpos foram deixados para que leões, lobos, abutres e águias pudessem se alimentar sem brigas.” (2) A cidade nunca recuperou sua importância como um centro da Rota da Seda.

Em Abril, os Mongóis realizaram outro massacre em Nixapur, supostamente em vingança pela morte de Toquchar, o genro favorito de Genghis, que havia sido morto durante um assalto mal sucedido no Outono anterior enquanto perseguia o xá. Nessa ocasião, a cidade foi completamente destruída, até mesmo gatos e cães foram mortos.

Em Bamiyan, o site dos famosos Budas de pedra, agora destruídos, no norte do Afeganistão, o neto favorito de Genghis, Metiken, foi morto por um projétil perdido e, em retaliação, todos os seres vivos da cidade foram abatidos, assim como aconteceu em Nixapur.

E o cara que começou tudo [sic], Inalchuq, o assassino da caravana, foi executado da maneira que os Mongóis acreditavam que ser apropriada — com prata fundida sendo derramada pela boca, ouvidos e olhos. Otrar foi completamente destruído.

O número de civis e combatentes mortos nas cidades do mundo Muçulmano é verdadeiramente surpreendente e os historiadores há muito se perguntam se as contas dos cronistas Muçulmanos são altamente exageradas.

Em Samarcanda mataram 1.2 milhão; Em Nixapur estima-se 1.7 milhão (demoraram 12 dias para contar os mortos); 70 mil pessoas morreram em Sabzevar; o mesmo número em Nisa. Em Herat, no Afeganistão, o primeiro cerco deixou 12 mil das forças do xá mortos, mas as pessoas da cidade foram poupadas. Em Junho de 1222, depois de uma revolta, os Mongóis cercaram novamente a cidade e cerca de 1.6 milhão foram massacrados, deixando 40 para chorar seu país. (5) Genghis reservou o pior para a cidade de Gurganj, o lugar de nascimento do Xá. O estudioso Persa Juvayni afirma que 50 mil soldados Mongóis receberam a tarefa de cada um executar 24 cidadãos de Gurganj, significando que 1.2 milhão de pessoas foram mortas. Uma vez que a cidade estava desprovida de vida humana, Genghis demoliu as barragens ao redor da cidade que retinha o rio Oxus (Amu Dária), eliminando a cidade da face da terra.

Genghis agora voltou sua atenção para Merv, uma cidade oásis com mesquitas e mansões. Suas dez bibliotecas continham 150 mil volumes, a maior coleção da Ásia Central. Os Mongóis entraram na cidade e depois de separar 400 artesãos e uma multidão de crianças para atuarem como escravos, dirigiram a população restante em direção à planície.  E aí o assassinato começou. O lugar foi saqueado, os edifícios minados, os livros queimados ou enterrados. Merv perdeu quase tudo e quase todos. Os Mongóis ordenaram que nenhuma mulher, homem ou criança fosse poupada… A maioria tinha a garganta cortada. Outros foram conduzidos, 20 de cada vez, para serem afogados em uma calha de sangue. (John Man, ‘The Mongol Empire’) Mohammad foi caçado por traição. Os comandantes Mongóis Subedei e Jebei foram ordenados a matar o xá e o perseguiram até as margens ocidentais do Mar Cáspio. “O Xá Corásmio foi eventualmente perseguido até Astara nas margens do Mar Cáspio, onde descartou suas roupas finas, pegou os trapos de um mendigo e com um pequeno grupo de seguidores tentou escapar da cidade sem ser notado. Pobre e anônimo, embarcou em um pequeno barco de pesca justamente quando uma tropa Mongol correu até as margens disparando suas flechas em vão sobre o pequeno barco. O poderoso Xá do Império Corásmio chegou à pequena ilha de Abeskim, onde finalmente morreu de pleurisia em Janeiro de 1221. Ele tinha caído das maiores alturas para a pobreza total e foi enterrado usando uma camisa rasgada emprestada de um de seus servos.”

Logo depois, uma patrulha Mongol capturou a mãe do xá, Terken Khatun, e enviou-a de volta a Mongólia, onde permaneceu prisioneira pelo resto da vida.

Governantes Muçulmanos finalmente estavam saboreando o tratamento que haviam dado a nações não-Muçulmanas desde que irromperam da Arábia no século VII.

Em suma, as seguintes cidades apresentaram as maiores baixas em termos do número total de mortes.

Nixapur – 1.747.000

Herat – 1.600.000

Merv – 1.300.000 (ou 2.100.000)

Samarcanda – 1.200.000

Gurganj – 1.200.000

Sabzivar – 70,000

Nisa – 70,000

HULAGU KHAN: O PESADELO DO ISLÃ

O maior ataque Mongol no Oriente Médio foi a invasão de 1252-1260. Hulagu, que mais tarde iria estabelecer o Mongol Il-Khanate (ou khanate subalterno), liderou o ataque. O motivo oficial da invasão foi que os Nisari Ismailis, Xiitas Assassins [ref.: A Ordem dos Assassinos] baseados em castelos nas montanhas, estavam criando muitos problemas para os Mongóis, e o Califado de Bagdá, o chefe oficial do mundo Muçulmano, recusou-se a ajudar.

No século 13, os Mongóis enfrentaram uma série de provocações dos Assassins. Esta seita Muçulmana se escondia em centenas de fortalezas nas montanhas não conquistadas que se estendiam do Afeganistão até a Síria, a mais importante foi Alamut, o Ninho da Águia, ao norte da Pérsia. Cada fortaleza era uma “célula” e as instruções sobre quem assassinar eram comunicadas às células a partir de Alamut.

Durante 200 anos, os Assassins desencadearam o terror no Oriente Médio, matando numerosos governantes e dois califas. Mas de repente cometeram um erro fatal — enviaram uma delegação de paz com 300 membros à Mongólia, mas na verdade muitos membros dessa delegação eram matadores encarregados de eliminar os principais khans Mongóis. Quando os astutos Mongóis descobriram a tramoia, os obituários dos Ismailis foram rapidamente escritos. Hulagu Khan buscara a solução final.

Edwin Black escreve em “Banking on Baghdad” que a invasão de Hulagu não aconteceu por causa de um sentimento pessoal equivocado. “Hulagu não odiava o Islã. Ele simplesmente recusou a se curvar ao Islã ou a qualquer sistema de crença diferente do seu. Hulagu sentiu que o Islamismo era uma afronta às crenças monoteístas dos Mongóis sobre um deus onipotente da natureza que estava presente em todas as coisas.”

O exército de Hulagu era uma incrível máquina militar. Era composto de soldados, espiões, conspiradores, astrólogos, mil engenheiros Chineses, agentes para construir pontes e estradas limpas, e era reforçado por contingentes Cristãos e Sunitas (Muçulmanos). Suas catapultas podiam lançar pedras enormes e pedras menores cobertas com nafta flamejante, e seus artilheiros podiam atirar flechas incandescentes a uma distância de vinte a quinhentos passos. (8)

Um a um, Hulagu invadiu os 100 supostamente impenetráveis ​​castelos dos Assassins, matando implacavelmente os mestres, soldados, recrutas e até mesmo bebês em seus berços. O próprio Imam foi autorizado a pedir piedade, mas foi negada e as escoltas Mongóis do Imam o chutaram sem piedade até a morte. Os historiadores concordam unanimemente que os Mongóis fizeram um favor ao mundo, eliminando o flagelo Assassin.

Os Mongóis entraram em Bagdá — a cidade que representava a ascensão Islâmica. O califa — líder espiritual do Islã, comparável ao Papa — fundou Bagdá em 762 e terminou sua construção em 766. Seu nome era Jaffar al-Mansour e pertencia à linha dos califas Abbassid, que descendiam do tio paterno do Profeta, Abbas. (8)

Quase todo mundo em Bagdá, no século IX, podia ler e escrever. Enquanto a Europa sofria na sua Era das Trevas, Bagdá era uma cidade cheia de livrarias, casas de banho, jardins, parques de jogos, bibliotecas… Os palácios dos califas eram de mármore, madeiras raras, jade e alabastro, com fontes e jardins interiores e tapeçarias aos milhares. Os servos borrifavam os convidados com spray de água de rosas e almíscar em pó e ambergris… Arte e ciência floresciam: literatura, música, caligrafia, filosofia, matemática, química, história. (8)

Precedendo a maioria do exército Mongol, batedores foram em frente e quebraram os diques do rio Tigris, inundando o campo Muçulmano. Mais de 20 mil soldados que saíram para combater foram afogados ou cortados pelas flechas Mongóis. Apenas o comandante conseguiu voltar para a cidade.

O Tigris foi bloqueado com pontos de verificação e pontes flutuantes sobre as quais foram colocadas máquinas de cerco. Por todos os lados, auxiliares Chineses e especialistas em artilharia, procederam batendo nas paredes antigas com pedras pesadas e balistas. Nenhuma cidade no mundo poderia ter sobrevivido a esse feroz bombardeio. Seção por seção, rua por rua, a antiga cidade foi reivindicada pelo invasor tenaz .

Uma vez que os Mongóis controlaram a cidade, começaram uma orgia de violência que durou sete dias. O historiador Persa Abdullah Wassaf narra: “Eles varreram a cidade como falcões famintos atacando o voo das pombas ou como lobos furiosos atacando ovelhas, com rédeas soltas e caras sem vergonha assassinando e espalhando terror… camas e almofadas feitas de ouro e incrustadas com joias foram cortadas em pedaços com facas e rasgadas. Aqueles que se esconderam atrás dos véus do grande Harém foram arrastados… pelas ruas e becos, cada um deles tornando-se um brinquedo… enquanto a população morria nas mãos dos invasores.” (Mortimer Rush, ‘Loot’).

O califa Mustasim foi capturado e forçado a assistir quando seus cidadãos foram assassinados e seu tesouro saqueado. Os Mongóis saquearam e destruíram mesquitas, palácios e hospitais. Os grandes edifícios, um trabalho de gerações, foram completamente queimados. A enorme biblioteca que abrigava três milhões de livros foi arruinada. Há rumores de que quando todos os livros foram jogados no rio Tigris, as águas correram pretas durante dias por causa da tinta.

Dependendo da fonte, os guerreiros Mongóis mataram de 200 mil a um milhão de pessoas. O que os Muçulmanos tinham feito aos locais Hindus como Sindh, Mathura, Somnath e Nalanda (e mais tarde, Vijayanagara), os Mongóis fizeram em Bagdá.

Quando Mustasim foi trazido diante dele, Hulagu enrolou o califa em um tapete e depois o pisoteou com cavalos até a morte. E também matou todos os membros família do califa, exceto seu filho mais novo e uma filha. A filha foi enviada à Mongólia para ser escrava no harém de Mongke Khan.

No final, demorou menos de dois meses para a poderosa capital do califado Abássida cair sob o ataque Mongol.

ESCAPOU POR POUCO

Com a Mesopotâmia derrotada, tudo o que restava do domínio Islâmico no Oriente Médio era a Síria e o Egito. A Síria foi rapidamente superada e os Mongóis planejaram seguir em direção aos Mamelucos no Egito. Mas, quando parecia que o Islamismo estava em perigo mortal, chegou a notícia de que Mongke Khan havia morrido.

Tão rapidamente como chegaram, em meados de 1260, Hulagu e a maioria do exército Mongol retirou-se para a Mongólia para eleger um novo khan. A força restante envolveu os Mamelucos em Ayn Jalut, Israel. Os Mongóis foram decisivamente derrotados. Se os Mongóis tivessem vencido, estariam em posição para ir ao Egito e depois controlar Meca e Medina. Se os Mongóis tivessem controlado as duas mais importantes cidades religiosas do Islamismo, teria encaixotado a resistência Muçulmana.

DESASTRE ÉPICO 

Para o mundo Islâmico, as invasões Mongóis provaram ser um desastre em uma escala sem paralelo. Quebrou o espírito dos Muçulmanos. Apesar de, finalmente, não terem tido sucesso em sua tentativa de destruir o Islã, os Mongóis deixaram uma profunda cicatriz política, econômica e militar no coração do mundo Muçulmano. As instituições políticas, como o califado, que mantinha o mundo Muçulmano unido durante séculos, foram abolidas.

Os exércitos Mongóis devastaram a agricultura da Pérsia e da Ásia Central, dependente do qanat, um sistema de gestão da água no qual a mesma é trazida de uma fonte de água da montanha para depois fluir e alimentar múltiplos poços usando apenas a gravidade. Sem o qanat, a Ásia Central e grande parte da Pérsia reverteriam ao seu estado natural de clima desértico, inóspito para a agricultura. Muitas áreas não se recuperaram até hoje. (6) Alguns sistemas de irrigação que o exército Mongol destruiu não foram reparados até o Iraque começar a receber dinheiro do seu petróleo no século XX.

Um cronista Persa descreveu o estado do país com estas palavras: “Como resultado da erupção dos Mongóis e do massacre geral de pessoas que viveram naqueles dias, não há dúvida de que se nos próximos mil anos nenhum mal acontecer ao país, ainda assim não será possível reparar o dano e voltar ao estado anterior.” (Robert Marshall, ‘Tempestade do Oriente: De Ghengis Khan a Khubilai Khan’, página 66)

Segundo Steven Dutch da Universidade de Wisconsin, “a destruição Mongol de Bagdá foi um golpe psicológico do qual o Islã nunca se recuperou. Com o saque de Bagdá, a floração intelectual do Islã foi apagada. Imaginar a Atenas de Péricles e Aristóteles obliterada por uma arma nuclear começa a sugerir a enormidade do golpe. Os Mongóis preencheram os canais de irrigação e deixaram o Iraque também despovoado para restaurá-los.”(7)

Os Muçulmanos tradicionalistas da época, incluindo o polêmico Ibn al-Nafis, acreditavam que as invasões Mongóis podem ter sido uma punição divina de Deus contra os Muçulmanos que se desviam da Suna. Os Mongóis, portanto, podem ter contribuído para o surgimento de radicais Islâmicos, mas isso é discutível porque o fundamentalismo religioso sempre foi um elemento integral da vida no Oriente Médio.

COMBATENDO FOGO COM FOGO 

Na imaginação e na literatura Ocidental e Muçulmana, os Mongóis — e em particular Genghis Khan — são representados como bárbaros, como a máquina mais mortal, como um flagelo de Deus. Sem dúvida, os Mongóis eram ferozes e brutais, e seu modo de luta era a guerra total. Ao mesmo tempo, ao contrário de Timur, Mahmud Ghazni, Feroz Shah Tughlak, os Conquistadores Espanhóis, os colonos Britânicos da América ou Adolf Hitler, nenhum de seus governantes mataram por diversão. Os Mongóis sabiam que, para derrotar o Islã, tinham que combater fogo com fogo. Acima de tudo, lutaram pela honra.

Marshall escreve em “Tempestade do Oriente” que é muito simples descartar o enorme grau de carnificina como barbárie desenfreada. “A seu favor, deve-se dizer que Genghis nunca empregou o assassinato como arma política, como Timur e outros tiranos recentes, e a pena de morte foi usada em poucos crimes. Durante o reinado de Genghis, os assuntos conquistados eram imediatamente emancipados, e nunca houve nenhuma forma de tirania política ou racial. Os Mongóis eram extraordinariamente tolerantes com outras religiões e essa era uma tradição que mantiveram durante a maior parte da história do império — uma qualidade rara em um mundo onde Cristãos e Muçulmanos tinham estado em guerra um com o outro por quase 500 anos.”

Nas palavras do historiador David Morgan, “Supondo que você tenha sobrevivido ao seu primeiro encontro com os exércitos Mongóis, era altamente improvável que você fosse posteriormente perseguido por suas crenças religiosas.”

Os Mongóis eram, de certa forma, o oposto polar dos Hindus, que ignoravam a ameaça Islâmica por sua conta e risco máximo. Genghis e Hulagu teriam ficado escandalizados com o perdão dado ao Mohammad Ghori pelo governante Rajput Prithviraj Chauhan em 1191 (apenas para Ghori retornar em 1192 e matar Chauhan). Nenhum Mongol khan teria aceitado uma trégua enquanto estivesse ganhando como fez Lal Bahadur Shastri na guerra de 1965 com o Paquistão. Nenhum líder Mongol faria o que o primeiro ministro Indiano fez após a Guerra de 1971, quando Indira Gandhi alimentou, abrigou e garantiu 97 mil prisioneiros de guerra Paquistaneses em campos Indianos e depois os deixou ir sem julgá-los pelos crimes de guerra em Bangladesh.

Mesmo as mulheres Mongóis tinham um instinto assassino notável que faria Maratha ou Rajput sentir inveja. Em Nixapur, quando o genro favorito de Genghis, Toquchar, foi morto por uma flecha disparada por um soldado inimigo, a filha do Grande Khan ficou com o coração partido pela notícia da morte de seu marido e pediu que todas as pessoas de Nixapur fossem mortas. As tropas de Khan, lideradas por seu filho mais novo, Tolui, assumiram a tarefa horripilante. Mulheres, crianças, infantes e até cães e gatos foram todos massacrados. Preocupado com o fato de alguns dos habitantes estarem feridos, mas ainda vivos, a filha do Khan pediu que cada habitante de Nixapur fosse decapitado, seus crânios esmagados em pirâmides. Dez dias depois, as pirâmides estavam completas.

O fato mais notável sobre a invasão Mongol do Oriente Médio foi que toda a população da Mongólia não passava de 1 milhão. E, no entanto, destruíram o poder político de seus dois principais inimigos — Chineses e Muçulmanos.

DANDO EXEMPLO

A invasão Mongol do Oriente Médio foi conduzida como uma espécie de política de avanço. Os líderes Mongóis decidiram que era melhor lutar contra o Islã no Oriente Médio e não na Mongólia. Neste aspecto, eles novamente oferecem um forte contraste com os reinos Indianos, cuja grande maioria não se incomodou em destruir o inimigo em sua própria guarida. Por exemplo, a primeira invasão Árabe da Índia foi contra Sindh em 653 CE, que foi repelida. Durante as próximas seis décadas, os Árabes lançaram uma série de ataques, mas sofreram grandes perdas antes de provar o sucesso contra Raja Dahir em 712 CE, abrindo as comportas para a conquista Islâmica da Índia. Se os poderosos reis Hindus tivessem se unido e destruído os Árabes no Iraque e na Síria, califas como o tirano Hajjaj mal poderiam ter montado as invasões sucessivas contra a Índia.

Novamente, os assassinatos em grande escala foram um mecanismo de defesa para a autopreservação Mongol. Eles não tinham os números necessários para guarnecer as cidades conquistadas. Se seus oponentes não fossem suficientemente subjugados, poderiam se levantar novamente e atacar os Mongóis quando os Mongóis saíssem para lidar com outra cidade. Isso teria feito com que os Mongóis retornassem sem parar para reprimir rebeliões, impedindo-os de perseguirem seus objetivos finais.

ATITUDE MONGOL EM RELAÇÃO AOS HINDUS 

E, finalmente, poderiam os Mongóis ter infligido o mesmo nível de destruição na Índia? Os “se” e “mas” da história são meramente um exercício acadêmico, mas a realidade é que isso nunca aconteceu. Genghis e Hulagu não invadiram a Índia porque não tinham motivos para isso. Eles lançaram guerras com objetivos políticos claros e, certamente, não com o fervor iconoclasta dos Muçulmanos. Árabes, Afegãos e Turcos invadiram a Índia principalmente por suas riquezas — muitas das quais estavam em templos não protegidos, — mas matar Hindus infiéis para ganhar um favor de Deus também foi um dos benefícios extras (junto com estupro e escravos). Entretanto, os Mongóis adoradores do céu compartilhavam um código religioso da mesma forma que os Hindus.

Em Bagdá, os Mongóis pediram aos Cristãos Nestorianos que permanecessem dentro de uma igreja enquanto realizavam o massacre. A disciplina dos soldados da Mongólia é verificada pelo fato de que mesmo durante o frenesi da pilhagem, nenhum Cristão foi prejudicado. Da mesma forma, os Xiitas de Bagdá também não foram tocados porque ajudaram os Mongóis.

No prelúdio do avanço em Bagdá, no primeiro ataque a Merv, os Mongóis haviam matado 1.3 milhão de pessoas. Em poucos meses, com o repovoamento, a revolta cresceu e os Mongóis voltaram a matar 100 mil, deixando apenas quatro sobreviventes. Vários meses depois, a revolta novamente cresceu em Merv. Desta vez, os Mongóis voltaram com uma força maciça de 100 mil homens e usaram tortura generalizada durante 40 dias. Eis aqui o que Charles P. Melville da Universidade de Cambridge diz: “No final de tudo, apenas 10 ou uma dúzia de Indianos foram deixados para residirem na cidade, não sei como conseguiram escapar disso.”

Os 10 Indianos de Merv podem ter sido os comerciantes Khatri Hindus que conduziam o comércio entre a Índia, Ásia Central, China e Rússia.

Claramente, a ira dos Mongóis era dirigida aos Muçulmanos, especialmente àqueles que consideravam perigosos e que provavelmente os apunhalariam pelas costas. Da mesma forma que os Nestorianos da Ásia Central, os Hindus não representavam nenhuma ameaça. Se os Mongóis tivessem invadido a Índia, teriam realizado um ataque cirúrgico, eliminando as elites Muçulmanas e poupando os Hindus que receberiam os Mongóis politeístas como libertadores.

Fontes:

  1. Amiya Chatterji e Amiya Cattopadhyay, “Desenvolvimento Constitucional da Índia” (página 141)
  2. Chris Peers, “Genghis Khan e a máquina de guerra mongol”
  3. J. Saunders, “A história das conquistas Mongóis”
  4. Robert Marshall, “Tempestade do Oriente: de Ghengis Khan a Khubilai Khan” (página 56)
  5. Charles P. Melville, Universidade de Cambridge, “O Impacto das invasões Mongóis no Irã, no Iraque e na Ásia Central; Uma reavaliação”
  6. Peter Jackson, Mongóis e o Ocidente
  7. Steven Dutch, University of Wisconsin
  8. Ian Frazier
  9. John Man

Sobre Rakesh Krishnan Simha

Rakesh é jornalista na principal mídia da Nova Zelândia. Ele escreve principalmente sobre defesa e assuntos externos.

Seus artigos foram citados extensivamente por universidades e em livros sobre diplomacia, contra terrorismo, guerra e desenvolvimento do hemisfério sul; e por revistas internacionais de defesa.

O trabalho de Rakesh foi citado pelos principais grupos de pesquisa e organizações que incluem a Escola Naval de Pós-Graduação, Califórnia; US Army War College, Pensilvânia; Carnegie Endowment for International Peace, Washington DC; Universidade Estadual de Nova Jersey; Instituto de Relações Internacionais e Estratégicas, Paris; BBC Vietnam; Universidade Federal da Sibéria, Krasnoyarsk; Centro de Estudos de Energia Aérea, Nova Deli; Instituto de Análises de Defesa, Virgínia; Centro Internacional de Direito Sem Fins Lucrativos, Washington DC; Stimson Center, Washington DC; Foreign Policy Research Institute, Filadélfia; e Instituto de Consultoria Estratégica, Política, Segurança e Econômica de Berlim.

Seus artigos foram publicados pelo Centro de Estudos de Guerra Terrestre, Nova Deli; Instituto de Fundação para Estudos Orientais, Varsóvia; e o Instituto de Pesquisa para Estudos Europeus e Americanos, Grécia, entre outros.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: o ódio por trás das lágrimas Muçulmanas indignadas

Fonte/Source: The Hate behind Muslim Tears and Outrage – Raymond Ibrahim


O ódio por trás das lágrimas Muçulmanas indignadas

 POR RAYMOND IBRAHIM

16 de Fevereiro de 2018

FrontPage Magazine

A sensação de supremacismo permeia tudo na vida do supremacista Muçulmano — mesmo aquelas coisas que os meios de comunicação Ocidentais retratam como louváveis, humanitárias ou compreensíveis.

Considere a violação e estrangulamento de Zainab Ansari, uma menina Muçulmana de oito anos, cujo corpo mutilado foi encontrado no lixo em Janeiro último no Paquistão. O trágico incidente provocou indignação em massa na nação Muçulmana. Celebridades famosas e dezenas de milhares de outros Paquistaneses “expressaram seu choque nas mídias sociais usando o hashtag ‘justiceforZainab‘”; multidões irritadas atacaram a polícia e os edifícios do governo, deixando pelo menos dois mortos e muitos feridos; clérigos Islâmicos alertaram as autoridades governamentais para apresentarem o assassino instantaneamente, demitirem-se — ou então. “Podemos pegar esse animal e puni-lo publicamente?” é a questão que “resumiu a exasperação de muitas pessoas por falta de progresso na busca do assassino.”

É desnecessário dizer que a indignação sentida pelos Paquistaneses quanto ao destino dessa menina desafortunada, e o desejo de ver a justiça concedida a seu estuprador assassino, é apreciável. O problema, no entanto, é que essa indignação se baseia inteiramente no fato de que ela era Muçulmana. Muitas jovens Cristãs foram e continuam sendo estupradas, mutiladas e assassinadas — entretanto os Paquistaneses respondem com um silêncio ensurdecedor.

Zainab Ansari

A seguir, uma breve lista (e longe de estar completa) dessas meninas Cristãs não lamentadas:

Nisha, 9, foi sequestrada por Muçulmanos, estuprada por uma gangue, assassinada por golpes repetidos em sua cabeça e depois jogada em um canal.

Lubna, 12 anos, foi sequestrada, estuprada por uma gangue e assassinada por um grupo de Muçulmanos.

Muqadas, 12, foi emboscada em um campo perto de sua casa; o post mortem revelou que ela tinha sido “violada em grupo e depois estrangulada por cinco homens.”

Shazia, de 12 anos, foi escravizada, estuprada e assassinada por Chaudhry Naeem, um rico advogado Muçulmano, que foi absolvido no tribunal.

“É vergonhoso”, explicou as fontes locais do Paquistão ao discutir a violação brutal de outra garota Cristã de 9 anos. “Tais incidentes ocorrem frequentemente. As meninas Cristãs são consideradas produtos para serem danificados no lazer. Abusar delas é um direito. De acordo com a mentalidade da comunidade [Muçulmana], isso nem sequer é um crime. Os Muçulmanos as consideram como espólios da guerra (ênfase adicionada).”

Nem os meninos Cristãos  tampouco são poupados. Enquanto estavam em um bairro Cristão no Paquistão, um grupo de homens Muçulmanos sequestrou um menino de 7 anos; revezaram-se durante o estupro, antes de estrangular o menino e jogaram o corpo em um campo — assim como Zainab. O corpo de outro menino Cristão, Samuel Yaqoob, de 11 anos, também foi encontrado perto de um esgoto… com marcas de torturas horrorosas, com a arma do crime perto. Seu nariz, lábios e barriga foram cortados, e sua família dificilmente pôde reconhecê-lo porque o corpo estava muito queimado. “A autópsia encontrou” 23 feridas por uma arma afiada “e indicações de “sodomia.”

Explicando tais incidentes, Wilson Chowdhry, presidente da Associação Cristã Paquistanesa Britânica, disse: “Partes da cultura Paquistanesa têm uma forte componente de pederastia homossexual, e os meninos minoritários Cristãos entre outros são especialmente suscetíveis a estupros e abusos por causa da impotência de sua comunidade e  o status desprezado deles” (ênfase adicionada).

E esse é o ponto. Como “infiéis”, os Cristãos no Paquistão são amplamente vistos como “intocáveis“, servindo apenas para recolher os “excrementos dos Muçulmanos“, portanto são regularmente tratados como animais. Excluindo as famílias das vítimas e as comunidades Cristãs vizinhas, praticamente ninguém — uma nação com 99% de maioria Muçulmana — se importa quando Cristãos e seus filhos são atacados selvagemente e assassinados, da mesma forma como a Muçulmana Zainab foi.

Nenhum dos assassinatos com estupro de crianças Cristãs mencionados acima gerou um escândalo nacional; nenhum deles foi seguido por tweets em massa e hashtags, celebridades ultrajadas, revoltas em massa, tumultos fatais ou ameaças aos funcionários e policiais. Nem ganharam sua própria página de Wikipédia, da maneira como fizeram com Zainab.

Não surpreende que enquanto o assassino de Zainab foi pego dias após o incidente, os assassinos dos filhos Cristãos acima mencionados nunca foram “encontrados.”

É devido precisamente a essa indiferença que estupradores e assassinos tendem a perseguir crianças Cristãs: se a sociedade não se importa, a polícia não incomodará, e assim eles escapam — quando não como heróis por prestarem um serviço ao Islã. Depois de explicar que “a conversão forçada ao Islamismo de mulheres de grupos minoritários religiosos através do estupro e sequestro atingiu um estágio alarmante” no Paquistão; a Comissão Asiática de Direitos Humanos elaborou este relatório de 2011:

A situação piora com a polícia que sempre acompanha os grupos Islâmicos e trata grupos minoritários como formas de vida humilde. O lado obscuro da conversão forçada ao Islã… envolve também os elementos criminosos envolvidos em estupro e sequestro que em seguida justificam seus crimes hediondos forçando as vítimas a se converterem ao Islã. Os fundamentalistas Muçulmanos oferecerem, com prazer, abrigo a esses criminosos e usam como desculpa a ideia de que estão prestando um ótimo serviço à causa sagrada para aumentar a população Muçulmana.

A polícia no Paquistão praticamente não só nada faz para combater essa “jihad”, como às vezes são os próprios culpados. Em um outro exemplo, um “menino Cristão foi sequestrado, estuprado, torturado e morto por um policial; seu corpo também foi despejado em um canal.”

Com frequência, no entanto, polícia e outras autoridades incluindo imams locais simplesmente se alinham com os assassinos sempre que as famílias das vítimas Cristãs fazem muito barulho exigindo “justiça” — isto é, quando os “dhimmis” ficam muito atrevidos, pois de acordo com a lei Islâmica os mesmos precisam “conhecer o seu lugar” e agradecer para que, como infiéis indesejáveis ​​e vulneráveis, sejam atribuídas qualquer medida de tolerância.

Por exemplo, outra menina Cristã de 12 anos, conhecida como “Anna” foi estuprada por uma gangue durante oito meses, forçada a se converter, e “casou-se” com o seu agressor Muçulmano, mas depois escapou. Em vez de ver a justiça sendo feita, ela e sua família Cristã foram relatadas pela última vez como “escondidas dos estupradores e da polícia.” Da mesma forma, depois que uma criança de 2 anos foi violentamente estuprada porque seu pai Cristão recusou a conversão ao Islã — deixando sua anatomia permanentemente desfigurada apesar de passar por cinco cirurgias — ela e sua família esconderam-se por terem feito um “grande estardalhaço” do incidente.

O viés Muçulmano sobre quem importa (colegas Muçulmanos) e quem não (todos os outros) é regularmente despercebido no Ocidente. Por exemplo, a obrigação Muçulmana de pagar o zakat (traduzido várias vezes como “caridade”) é sempre aclamada no Ocidente como um reflexo do lado “humanitário” do Islã — mesmo que a lei Islâmica dominante insista que tal “caridade” só vai ajudar os Muçulmanos, nunca o odiado infiel….

Mesmo quando Muçulmanos saem massacrando na América — como o bombardeiro do metrô de Nova York ou esfaqueador do Estado de Ohio, — a mídia corre para sugerir que tudo não passa de indignação com a situação dos Muçulmanos que sofrem (sempre os Rohinyas em Myanmar), levando esses homens ao limite em busca de “justiça” (não importando se suas vítimas Americanas tenham nada a ver com a política de Mianmar).

Uma explicação mais apropriada é que eles simplesmente odeiam infiéis, como se viu no fato de que a Somália, onde Abdul Raza, o esfaqueador do Estado de Ohio nasceu e cresceu, é considerada a segunda maior nação Muçulmana do mundo para ser Cristão (o que certamente é muito significativo, já que 40 das absolutas piores 50 nações são Muçulmanas). Embora os Cristãos possam ser essencialmente decapitados em público na Somália, tal “injustiça” contra seus próprios compatriotas nunca pareceu incomodar o suposto “coração sangrento” de Abdul.

O Islã é responsável por este viés: o Alcorão pede aos Muçulmanos que sejam “fortes contra os infiéis, misericordiosos entre eles [48:29]”; A doutrina Islâmica sustenta que os Muçulmanos são superiores aos não-Muçulmanos — que são comparados a cães e gado. Por isso, pouco se importam quando infiéis subumanos são estuprados e assassinados, ficam irritados ao ver as minorias infiéis agitando por igualdade com os Muçulmanos — e tornam-se completamente assassinos vendo infiéis realmente dominando os Muçulmanos.

Desse ponto, muitos poderão começar a entender a queixa Muçulmana máxima: Israel. Se as minorias Cristãs impotentes e oprimidas no mundo Muçulmano ainda são tratadas cruelmente, como os Muçulmanos devem se sentir sobre os Judeus — os descendentes de porcos e macacos, de acordo com o Alcorão — exercitando poder e autoridade sobre os demais Muçulmanos? Indignação absoluta.

É claro que, se as queixas contra Israel fossem realmente sobre justiça universal e Palestinos deslocados, os Muçulmanos ficariam ainda mais atormentados pelo fato de que milhões de Cristãos estão sendo deslocados em nome da jihad e geralmente tratados de tal maneira que faz com que ser Palestino pareça algo invejável.

Desnecessário dizer que eles não estão ressentidos — e não estarão tão cedo; porque os ressentimentos Muçulmanos se baseiam no que machuca os Muçulmanos, nunca no que machuca os infiéis — ao contrário.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

 

Muhammad, o Profeta Branco com Escravos Negros

Fonte/Source: Dr David Wood Interview — David Wood – Maomé: O Profeta Branco com Escravos Negros

Nota: Não consegui identificar o nome do tradutor do vídeo mencionado acima para dar o crédito. 


Por Tiao Cazeiro

7 de Fevereiro de 2018

Dr. David Wood, um sujeito que além de brilhante é simpatisíssimo,  disse em entrevista ao ChristianReporter News que “nós somos a primeira geração em 1400 anos a ter acesso às traduções do Sahih al-Bukhari”, (sahih significa autêntico ou correto), o qual é composto por 97 livros. Esses livros consolidaram o hadith como a segunda fonte de jurisprudência Islâmica mais importante depois do Alcorão.

David, como é mais conhecido, é PhD em Filosofia pela Fordham University, um dos principais ativistas anti-Islã da atualidade e considerado por Robert Spencer como simplesmente “brilhante”.

David conta que foi só nos anos 90 que as traduções de Sahih al-Bukhari ficaram disponíveis ao público. E mais, se Muhammad Ali e Malcom X, — que se converteram ao Islamismo nos anos 60, — tivessem tido acesso a essas traduções na época, jamais teriam se convertido ao Islamismo, porque o que foi revelado sobre o escravismo é absolutamente monstruoso.

Alguns exemplos:

Muhammad dizia que Satã parece com um homem negro; Muhammad possuiu, comprou, vendeu etc. escravos negros Africanos; os seguidores de Muhammad institucionalizaram a escravidão dos negros Africanos etc. Um detalhe importante, Muhammad era branco como a neve.

Embora este vídeo já tenha sido legendado, resolvi publicar uma parte do texto para atender a sugestão de um amigo. De qualquer forma, ao final deste artigo, deixarei vocês com o vídeo.


‘Muhammad, o Profeta Branco com Escravos Negros’
Por David Wood
Sahih al-Bukhari 6161:

Narrou Anas bin Malik: O Mensageiro de Alá estava em viagem e tinha um escravo negro chamado Anjasha, e ele estava dirigindo os camelos (muito rápido e havia mulheres naqueles camelos).

O Mensageiro de Alá disse: “Waihaka, O Anjasha! Dirija lentamente os camelos com os vasos de vidro (as mulheres)!”

O excerto a seguir é sobre um escravo negro que foi morto a tiros ao descarregar a bagagem de Muhammad.

Sunan an-Nasai 3858:

Foi narrado que Abu Hurairah disse: “Estávamos com o Mensageiro de Alá (Muhammad ou Maomé) no ano de Khaibar, e não recebemos nenhum espólio de guerra, exceto riqueza, bens e roupas.

Então um homem de Banu Ad-Dubaib, chamado Rifa’ah bin Zaid, deu ao Mensageiro de Alá um escravo negro chamado Mid’am. O Mensageiro de Alá partiu para Wadi al-Qura. Quando estávamos em Wadi al-Qura, enquanto Mid’am descarregava a bagagem do Mensageiro de Alá, uma flecha veio e o matou. Pessoas disseram: ‘Parabéns! Você vai ao Paraíso’, mas o Mensageiro de Alá disse: ‘Por Aquele em Cuja Mão está a minha alma! O manto que ele tirou do espólio de guerra no dia de Khaibar está queimando ele com fogo.’”

Só para esclarecer, Muhammad fez sexo com uma garota de nove anos, roubou caravanas e decapitou centenas de Judeus, mas ele é bom. Seu escravo negro, ao contrário, pegou um manto antes que os despojos tivessem sido divididos, e por isso foi para o inferno. Bem-vindo ao Islã.

Em “Provisions of the Afterlife“, páginas 30-31, Ibn Qayyin Al-Jawziyya lista 28 dos escravos masculinos de Muhammad e 12 de suas escravas. Alguns desses escravos eram negros, outros não. Muhammad renomeou um dos seus escravos negros “Safina”, que significa “Navio”. Chamou seu escravo de “Navio” porque podia pôr excesso de carga no escravo como num navio e o fazer carregar tudo.

Muhammad aparentemente pensava que os escravos negros valiam menos que os escravos Árabes, uma vez que trocou dois de seus escravos negros por um escravo Árabe que queria libertar porque o escravo Árabe se converteu ao Islamismo.

Sabemos que Muhammad fez sexo com suas escravas, porque acabou engravidando uma delas. Mas não se preocupe. Um líder branco que engravida uma escrava só é assustador quando acontece com Thomas Jefferson.

Encontramos o pior cenário de Muhammad em Sahih al-Bukhari 7142:

Narrou Anas bin Malik: O Mensageiro de Alá disse: “Você deve ouvir e obedecer seu Imam, mesmo que ele seja um escravo Etíope cuja cabeça se pareça com uma passa.”

Muhammad dá um exemplo semelhante em Sahih Muslim 3138, onde ordena seus seguidores a obedecerem seu líder, mesmo que seja um escravo negro mutilado. Assim, o pior líder possível de uma comunidade de Muçulmanos, segundo Muhammad, seria um escravo negro. Por uma questão de clareza, devo salientar que a mulher é excluída da hierarquia de possíveis líderes. Muhammad disse que uma nação nunca será bem sucedida com uma mulher como líder.

Mas o pior ainda está por vir.

Muhammd diz aos seus seguidores com quem Satanás parece em Ibn Ishaq, p. 243.

O apóstolo disse: “Quem quiser ver Satanás basta olhar para Nabtal ibn al-Harith!” Ele era um homem negro, robusto, com longos cabelos brilhantes, olhos inflamados e bochechas escuras e coradas. “Qual de vocês é o Profeta?” “Este cara branco.” “Com quem Satanás parece?” “Com aquele cara negro.”

Agora, como pode uma religião que foi inaugurada por um profeta branco que tinha escravos negros e se referia aos Etíopes como “cabeças de passas” e disse que Satanás parece com um homem negro obter a reputação que tem hoje em dia entre os Muçulmanos Afro-Americanos?

Bem, aqui está o Ocidente, há uma atmosfera geral de ignorância sobre o Islã. As pessoas não conhecem os fatos mais básicos sobre Muhammad e o Alcorão. E isso permite que os pregadores Muçulmanos digam o que quiserem sobre o Islã, porque ninguém irá corrigi-los.

E assim, se um pregador Muçulmano estiver falando com uma mulher interessada nos direitos das mulheres, “Muhammad foi um campeão dos direitos das mulheres!” (Vide Linda Sarsour…)

Se estiver falando com alguém que tem grande consideração pela ciência, “O Alcorão é uma obra-prima científica, cheia de idéias científicas milagrosas que só foram verificadas séculos mais tarde“.

Se estiver falando com alguém que está preocupado com a justiça racial, “o Islã é a religião que liberta os escravos e estabelece a igualdade racial“, é um absurdo… é realmente um absurdo.

Mas as pessoas se convertem ao Islã porque acreditam no que é dito e não se interessam em ler as fontes Muçulmanas para ver se a história do pregador confere.

Agora, para aqueles que compraram esse desastre, para aqueles que acreditaram no pregador Muçulmano quando ele disse: “Ei, se você realmente quiser enfiar isso nos brancos, você precisa se converter ao Islã
(nota: aqui o David se refere aos pregadores que converteram alguns negros Americanos como Muhammad Ali etc., e em seguida ironiza) — a religião de um homem branco que comprou, vendeu e trocou escravos Africanos e cujos seguidores institucionalizaram a escravidão negra Africana séculos antes dos Europeus se juntarem e que continuam a escravizando os negros Africanos até hoje…

Se você se apaixonou por isso… Eu digo e direi isso novamente. Você foi ludibriado, feito de trouxa, você foi enganado, sacaneado, se desviou! enlouqueceu!” — Nota: Este excerto em negrito que você acabou de ler faz parte de um discurso de Malcom-X, o qual David Wood usou para ironizar os Negros Americanos iludidos com o Islã.

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Pillsbury Doughboy

Isso é o que esses profetas brancos com escravos negros fazem. Mas agora que você viu o que as fontes Muçulmanas dizem, agora que você sabe que você foi enganado, você tem uma escolha. Você pode deixar o Islã ou continuar servindo um homem cujas descrições em suas fontes mais confiáveis ​​o tornam completamente indistinguível de um Pillsbury Doughboy cujos ensinamentos legitimaram a escravidão racial por catorze séculos.

 

Imagem relacionadaBasta lembrar que, se você continuar honrando um comerciante de escravos que é tão escuro como o recheio de um Twinkie e que tinha escravos negros e chamou os Etíopes de “cabeça de passas” e disse que Satanás parece com um homem negro, você não é um guerreiro da liberdade, ou um guerreiro da justiça social, ou campeão dos direitos civis. Você é o último Uncle Tom.

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E no caso de você querer saber o quão sério eles levam a brancura de Muhammad no mundo Muçulmano, vou deixar você com uma citação de Ash-Shifa, um dos livros mais populares e respeitados do Islã sobre a vida e os ensinamentos de Muhammad.

Ahmad ibn Sulayman, companheiro de Sahnun, disse que quem falar que o Profeta era negro será morto. O Profeta não era negro.

Pena de morte para quem chamar Muhammad de homem negro.


 

Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

SERÁ QUE “SUFI ISLÔ CURA TUDO?

Fonte/Source:  Could Sufi Islam be the cure-all?  — Qantara.de


Por Tiao Cazeiro

O artigo “Será Que “Sufi Islã” Cura Tudo?” a seguir, foi escrito por Syed Qamar Afzal Rizvi, um pesquisador independente com base no Paquistão. Sua pesquisa centra-se na prevenção de conflitos, no direito internacional, nos estudos de guerra e em outras questões importantes relacionadas ao sul da Ásia, Oriente Médio, União Europeia, Nações Unidas e política externa dos EUA.

É uma excelente oportunidade para que percebam a mentalidade Muçulmana do ponto de vista Sufi. O autor com certeza não é uma pessoa desinformada e provavelmente pertence a alguma Ordem Sufi.

Lembro bem que quando comecei a escrever e traduzir artigos sobre o Islã eu disse o seguinte:

A princípio, rezar para o mesmo Alá (e o seu Mensageiro Muhammad) e ser diferente, soa como se um galho de árvore pudesse dizer à própria árvore: “Não sou como você!”

Alguns dos artigos que traduzi sobre os Sufis, listados a seguir, mostram claramente que a ‘Tradição Sufi’ não conseguirá se desprender do Islã Político com facilidade, mesmo que porventura tenha surgido, como é dito, muito antes de Jesus Cristo etc.

Eis a lista de artigos para quem quiser ler…

1 – XIISMO, SUFISMO E GNOSTICISMO
2 – O Moderno Líder Sufi Tabandeh
3 – O Lado Sinistro do Sufismo
4 – JIHAD E DEPREDAÇÃO — A MISSÃO DOS SUFIS EM KASHMIR
5 – Sufismo Na Índia — Uma História Sangrenta
6 – Sufismo Sem Camuflagem (Muito Além de Stephen Schwartz) 
7 – A INVASÃO ISLÂMICA DA ÍNDIA: O MAIOR GENOCÍDIO DA HISTÓRIA

Mas interessante mesmo é ouvir que Muhammad (ou Maomé) foi o primeiro Sufi…

“Assim sendo, o primeiro Sufita ou Sufi foi Al-Mustafa (o Escolhido [Profeta Muhammad (Maomé)]), visto ter sido este o primeiro a entrar em retiro, o que aconteceu no Ghar (Monte) de Hira, onde tinha por hábito deslocar-se para meditar (yatahannath) e adorar a Deus, isto de acordo com a religião do nosso Mestre Abraão…” — O Sufismo (Tasawwuf) (YA)

Veja, mesmo que a tradição tenha surgido antes de Cristo não altera o fato, como por exemplo, do estrago que os Sufis e os exércitos Muçulmanos fizeram na Índia.

Brasileiros envolvidos com o Sufismo precisam perceber que estão refletindo 1400 anos de história, onde a escravidão e o massacre de milhões de infiéis deixou uma mancha monstruosa no Islã, envolvendo os Sufis de alguma forma.

Existe uma correlação direta entre a ignorância Ocidental da história e a ignorância Ocidental das doutrinas “problemáticas” do Islã. É essa conexão que permite aos apologistas do Islã escaparem com tantas distorções e mentiras definitivas destinadas a proteger o Islã.” — Raymond Ibrahim

Com relação ao artigo a seguir, vou fazer apenas dois comentários que considero centrais, para orientar a leitura do artigo:

  1. Diz o autor…

1 -“Todas as organizações Islâmicas terroristas existentes hoje em dia estão baseadas nessa interpretação política do Islamismo. Existe uma dimensão cultural na globalização, sobre a qual muitos Muçulmanos têm uma consciência aguda.”

2 – “Duas grandes tendências surgiram como resultado: domínio e submissão [Ênfase adicionada] 

O primeiro caso soa mais ou menos assim: ‘Olha, é verdade que os terroristas se baseiam nos textos sagrados, mas sabe, não é bem assim não, calma lá, “existe uma dimensão cultural na globalização“, ela sim é  a culpada de tudo e está invadindo o Islã, pervertendo a juventude, e está atrapalhando a missão Islâmica de dominar o mundo.

No segundo caso, domínio e submissão, não é e nunca foi uma “tendência“, é simplesmente obrigatório, mandatório, imperioso, imposto e prescrito por Muhammad aos seus seguidores.  Não preciso citar algum verso do Alcorão, preciso?

Embora o autor mencione os textos sagrados no artigo, dizer que “parece não haver uma justificativa válida” é demais. Os Sufis falam de “paz e amor”, mas não mencionam o grau de violência contra os infiéis (não-Muçulmanos) que vemos no Alcorão, Sira e Hadith ou na própria história.

  1. Diz o autor…

De qualquer forma, os esforços iniciais por parte dos principais teólogos Muçulmanos ao responderem às interpretações literais das escrituras, aceitaram implicitamente a insistência dos extremistas [sic] de reduzir a tradição religiosa a um único conjunto de textos.”

Louváveis ​​e necessárias como tais respostas são, há algo desconcertante sobre o Grande Mufti do Egito rejeitando interpretações extremistas [sic] dos versos Corânicos porque não representam o “verdadeiro” Islã — como se realmente houvesse apenas um modo autêntico de ser “verdadeiramente” Muçulmano.”

Eis aqui o que realmente disse o Grande Mufti de Al Azhar, Egito:

Quando eles [os reformadores] dizem que Al Azhar deve mudar o discurso religioso, mudar o discurso religioso, isso também é, quero dizer, eu não sei — um novo moinho de vento que acabou de aparecer, este “mudar o discurso religioso” — o que muda um discurso religioso? Al Azhar não muda o discurso religioso — Al Azhar proclama o verdadeiro discurso religioso, que aprendemos com os nossos anciãos.” — Al Azhar Rejeita Reforma do “Discurso Religioso” 

Robert Spencer ainda diz mais sobre o Grande Mufti de Al Azhar:

Esta é outra afirmação estranha: é o Estado Islâmico (ISIS) que mais critica o uso livre do cérebro e insiste em seguir servilmente os ensinamentos desses livros auxiliares — que ensinam qualquer coisa, desde comer carne de cativos infiéis até vender mulheres e crianças em mercados de escravos.

Ou seja,  um grupo (que o autor chama de ‘extremistas’) quer reformar os textos sagrados, e o autor apoia.  O tal do Grande Mufti do Egito rejeita qualquer alteração nos textos, e Robert Spencer aproveita para mostrar que o ISIS atua apoiado nos textos que o Mufti não quer alterar. Então, pela lógica, Al Azhar apoia o ISIS, consequentemente o ISIS representa o verdadeiro Islã.  E agora? Como dizem por aí, durma com um barulho desse!

Não se iludam com a conversinha Sufi (me refiro aqui aos Mestres Sufis e não aos seguidores pelos quais tenho respeito porque a grande maioria não conhece a história), não existe ingenuidade nessa narrativa e os Sufis não conseguirão se deslocar disso tudo com facilidade. Quando o autor cita “Jimmy Hendrix”, você verá isso no artigo a seguir, mostra claramente ao que veio. Quando cita famosos como Winston Churchill, Sir Richard Burton, não irá mencionar que Churchill bateu feio no Islã.

Os Sufis como sempre buscam o privilégio, a alta sociedade, o luxo, a alta cultura para alavancar a causa Islâmica, para Islamizar, abrir as portas para o Islã como fizeram na Índia e como estão fazendo em Londres, vide Príncipe Charles etc.. A Wikipédia mostra os dervishes assim: “os dervixes são similares às ordens mendicantes dos monges cristãos e dos sadhus hindus, …” o que não é falso dizer, mas estamos falando das lideranças, dos espertos.

Tudo que envolve os Sufis é o melhor dos mundos, o mais que perfeito, a grande luz da humanidade, os únicos que sabem o que realmente  “estar com Deus”. Quando falam em música então, consideram a música Sufi a mais profunda, a melhor coisa deste mundo. Rumi, o maior de todos etc., o amor que só os Sufis conseguem sentir… o amor divino etc., o resto é o resto.

É o “povo das necessidades especiais” e agora, de acordo com o autor do artigo a seguir, “eles (os Sufis, ou melhor os Dervishes) precisam ser divulgados nas escolas e nos púlpitos das mesquitas, e ter acesso privilegiado às redes de televisão em todo o mundo.” Pura sandice, beirando a infantilidade, e ainda por cima mostra desespero, pois o barco está afundando. [Ênfase adicionada]

Sim, lembrei neste exato momento, muito obrigado!

Dr. Bill Warner: “Então, lembra-se do que eu lhe falei sobre a casa do Sufismo, que era um palácio com um cheiro vindo do porão?


SERÁ QUE “SUFI ISLÔ CURA TUDO?

Por Syed Qamar Afzal Rizvi

6 de Fevereiro de 2018 (Publicado originalmente em 29/04/2016)

Estudantes e pesquisadores Islâmicos concordam que o Sufismo tem o potencial de curar aqueles cujas mentes foram pervertidas pelo terrorismo. Sufis famosos das gerações anteriores inclui Rumi, Omar Khayyam, Fariduddin Attar — cujas histórias foram usadas mais tarde por Chaucer — e o Espanhol Averroes, o “excelente comentarista” de Aristóteles.

Muitas de suas ideias chegaram à Europa através do contato entre os mundos Islâmico e Cristão nos estados cruzados, Normando da Sicília e a Península Ibérica.

Desde o início, o Sufismo tem se preocupado em construir pontes entre as comunidades, promovendo o contato em benefício mútuo dos envolvidos. No Ocidente, pessoas tão diversas como Dag Hammarskjold, São Francisco de Assis, Sir Richard Burton, Cervantes e Winston Churchill foram todas influenciadas pelo Sufismo.

A interpretação Sufista do Islamismo é considerada moderada porque, em vez de se concentrar no estado, concentra-se nas dimensões internas do Islamismo e na purificação da alma. Nas últimas décadas, no entanto, os seminários Sufis começaram a ensinar uma interpretação mais política do Islã, alimentando o atual domínio do último.

Jalal ad-Din Muhammad Rumi (fonte: Wikipedia)
Pioneiros do Sufismo acadêmico: muitas das ideias promulgadas pelos grandes místicos como Jalal ad-Din Rumi, Omar Khayyam ou Fariduddin Attar chegaram à Europa através do contato entre os mundos Islâmico e Cristão nos estados cruzados, Normando da Sicília e Península Ibérica, influenciando muitas das grandes figuras históricas do Ocidente.

ISLAMISMO POLÍTICO E AS RAÍZES DO RADICALISMO

Todas as organizações Islâmicas terroristas existentes hoje em dia se baseiam nessa interpretação política do Islamismo. Existe uma dimensão cultural na globalização, sobre a qual muitos Muçulmanos têm uma consciência aguda. Eles sentem que os tipos de valores e ideias, as noções de viver — que emanam do Ocidente e que começam a penetrar em suas sociedades, influenciando sua juventude em particular — são prejudiciais. Alguns dos aspectos mais óbvios ligados à música, formas de dança e filmes etc. são vistos como prejudiciais à sua própria cultura e identidade.

Duas grandes tendências surgiram como resultado: domínio e submissão.

Em geral, o domínio tem conotações negativas. Os Muçulmanos desenvolveram uma consciência aguda da dominância e são altamente sensíveis a isso, às vezes reagindo com agressão. Embora podemos apreciar as circunstâncias históricas que possam ter dado origem a algumas dessas tendências, parece não haver uma justificativa válida, nem do ponto de vista Islâmico nem da perspectiva das relações interculturais.

Atualmente, a tendência à submissão, no sentido de submeter-se a Deus [sic], permanece muito fraca. Esses Muçulmanos acreditam que, no meio da globalização, é necessário reafirmar a essência do Islamismo. E este é o seu universalismo, a inclusão, a atitude de acomodação, a capacidade de mudar e de se adaptar, mantendo a essência da fé.

Em outras palavras, a fé é algo verdadeiramente ecumênico e/ou universal. Você encontrará adeptos dessa tendência em quase todos os países Muçulmanos, embora continue à margem.

DESARMANDO A BOMBA

Todos falamos sobre o desarmamento nuclear, mas se alguém nos dissesse que existe uma bomba mais forte que a nuclear, tiquetaqueando, ameaçando a cada segundo, essa é a bomba da total depravação. Quando os indivíduos se inclinam para os degraus mais baixos da natureza humana, tornam-se mais perigosos que os animais mais selvagens. E quando o vírus da “contumácia egoísta” [sic] (rebelião teimosa contra a autoridade) infecta o seu ser, tornam-se mais voláteis do que o dispositivo mais explosivo.

A abordagem mística nos convida a considerar o desarmamento da humanidade. Somente por meio de um compromisso ativo, podemos neutralizar todas as armas à disposição dos terroristas. Como disse Jimi Hendrix com sabedoria:

“Quando o poder do amor superar o amor pelo poder, o mundo conhecerá a paz”.

É hora dos Muçulmanos de todo o mundo tomarem uma posição unida contra as interpretações políticas do Islamismo e iniciarem um processo de reforma. Do mesmo modo, o sistema de educação religiosa também precisa de uma revisão profunda, uma vez que fornece terreno fértil para todas as organizações terroristas.

Lendo o Alcorão na Mesquita Sehitlik em Berlim (foto: dpa / aliança de fotos)
O terrorismo não tem religião: “Os Muçulmanos precisam combater a ideologia Islâmica com uma interpretação pacífica e tolerante do Islã. Juntamente com a comunidade internacional, é imperativo que os Muçulmanos lutem contra essa ideologia política, que tem causado danos sem precedentes a muitos dos seus semelhantes fiéis”, escreve Syed Qamar Afzal Rizvi

Muçulmanos precisam combater a ideologia Islâmica com uma interpretação pacífica e tolerante do Islamismo. Juntamente com a comunidade internacional, é imperativo que os Muçulmanos lutem contra essa ideologia política, que tem causado danos sem precedentes a muitos dos seus semelhantes fiéis.

DISCURSO ORIENTE-OCIDENTE

A prevenção do extremismo não é algo que conseguiremos realizar durante a noite. Temos que construir uma estratégia que transcende gerações. A segurança é o primeiro dever de todos os governos, entretanto um poder coercitivo por si só jamais será uma resposta completa.

Nos debates em curso sobre como responder ao Islamismo extremista, foi dado pouca atenção ao vasto e profundo repertório da filosofia Sufi, dos rituais e até mesmo das obras artísticas, que acompanhou os séculos mais iluminados da “civilização Muçulmana”.

De qualquer forma, os esforços iniciais por parte dos principais teólogos Muçulmanos ao responderem às interpretações literárias das escrituras, aceitaram implicitamente a insistência dos radicais em reduzir a tradição religiosa a um único conjunto de textos.

Louváveis ​​e necessárias como tais respostas são, há algo desconcertante sobre o Grande Mufti do Egito rejeitando interpretações radicais dos versos Corânicos porque não representam o “verdadeiro” Islã — como se realmente houvesse apenas um modo autêntico de ser “verdadeiramente” Muçulmano.

A potência do Sufismo pode estar na sua capacidade de lembrar aos Muçulmanos (e aos não-Muçulmanos) que, mais do que as palavras literais de um texto sagrado, o Islã tem sido durante mil e quinhentos anos uma experiência de vida, com toda a variação cultural e intelectual que isso implica. Há 15 milhões de Sufis em todo o mundo, com Damasco e a sua Grande Mesquita Umayyad como sua capital. Eles precisam ser divulgados nas escolas e nos púlpitos das mesquitas, e ter acesso privilegiado às redes de televisão em todo o mundo.

Protestos em Lahore contra o ataque terrorista na Universidade Bacha Khan em Charsadda (foto: Reuters / M. Raza)
É tempo para uma ação conjunta: eventos na França, Turquia e na Bélgica, para não mencionar os recentes ataques terroristas em Lahore e no Paquistão, são certamente um despertar. Oriente ou Ocidente, a verdade é que combater o terrorismo continua sendo uma tarefa gigantesca.

SINERGIAS NECESSÁRIAS

Existem três modalidades importantes. Em primeiro lugar, não podemos ignorar o fato de que é uma luta sobre ideias que se baseiam em uma perversão da religião. Nesta batalha, a única solução duradoura pode ser uma que compreenda, aborde e levante as próprias ideias. Em segundo lugar, compreendendo que este é um desafio geracional, precisamos implementar a reforma já, para que a próxima geração tenha entendimento e habilidade necessária para criar resiliência perante ideias extremistas.

Finalmente, não devemos subestimar a necessidade de combater os problemas juntos.

As decisões difíceis e necessárias abordadas aqui, e as opções políticas associadas a elas, não são irrealistas e levam em consideração o espectro completo dos desafios. Devemos reconhecer o que funciona, e sempre que houver um impacto positivo, devemos procurar replicá-las.

É necessário uma ação estratégica que possibilite a implementação das soluções que são tanto de longo prazo quanto caracterizadas pela continuidade e consenso. O terrorismo não tem religião. Os sistemas educacionais Ocidentais e Orientais precisam ser atualizados com o credo do ‘Sufi Islã’, que defende o ensino universal sobre a humanidade.

Os governos de leste a oeste terão que trabalhar arduamente para construir coalizões para este trabalho, não apenas dentro da sociedade, mas também no âmbito transgovernamental. Prevenção do extremismo é um dos maiores desafios que enfrenta esta geração e a próxima. Se não o enfrentarmos juntos, com urgência, nosso futuro como uma comunidade global será muito sombrio.


Syed Qamar Afzal Rizvi –  © MPC Journal 2016

Syed Qamar Afzal Rizvi é um pesquisador independente com base no Paquistão. Sua pesquisa centra-se na prevenção de conflitos, no direito internacional, nos estudos de guerra e em outras questões importantes relacionadas ao sul da Ásia, Oriente Médio, União Europeia, Nações Unidas e política externa dos EUA.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

TV Alemã: ‘Mulher Ensina Menino a Rezar para Alá’

Fonte/Source: German state TV series features woman teaching boy how to pray to Allah


Diante do que vem acontecendo no Brasil este artigo até que não diz muita coisa, e se acontecer o mesmo por aqui será em horário nobre, numa dessas novelas de grande audiência da Globo. Claro, nada a ver com o Islam.


Série De TV Estatal Alemã Apresenta Mulher Ensinando Menino Como Rezar para Alá

POR ROBERT SPENCER

15 de Janeiro de 2018

Quando foi a última vez que uma série de TV estatal Alemã apresentou instruções sobre a oração Cristã? Minha aposta é nunca. Multiculturalismo = Supremacismo Islâmico. A TV estatal Alemã está trabalhando para preparar o povo Alemão para o seu futuro.

Para os não versados na língua Inglesa, por favor, leia a tradução a seguir antes de assistir ao vídeo.

Tradução do vídeo:

— Paul, eu tenho que te dizer uma coisa muito importante. Eu já falei pra você sobre Deus, que vive no céu, e sempre nos observa. Mas existe um outro Deus, e ele se chama Alá (ou Allah), diz isso, Alá.
— Alá.
— E a partir de hoje eu quero que Deus… a partir de hoje vamos dizer “Alá” …que Alá se torne muito mais importante em nossas vidas, que a gente reze para Alá e sejamos gratos por tudo que temos e por sermos afortunados e tudo o mais, você compreende isso?
E nós temos que seguir as regras.
Há muitos anos, Alá falou com um homem na terra e disse a ele como as pessoas têm que viver na terra para serem felizes. Esse homem foi chamado de Muhammad. Ele escreveu tudo num livro, e esse livro se chama Alcorão. Eu sei que neste momento você não está entendendo tudo porque você ainda é uma criança. Mas é exatamente por você ainda ser uma criança que você é Muçulmano. Toda criança é Muçulmana. Sim, cada criança é um Muçulmano. Mas eu ainda não sou uma Muçulmana. Agora isso é muito importante…

A partir desse ponto, ela recita um testemundo em Árabe, a seguir:

O testemunho de fé (Shahada): Eu testemunho “La ilaha illa Allah, Muhammad rasoolu Allah.”

— Você quer saber o que eu acabei de dizer?
Paul balança a cabeça confirmando que sim.
— “Eu testemunho que não existe deus além de Alá e eu testemunho que Muhammad e o Mensageiro (Profeta) de Alá.”
Você vai entender isso mais tarde. Agora eu vou tomar um banho porque preciso fazer isso, porque agora eu sou uma Muçulmana (Muslima).


“Será que é isso mesmo? Propaganda Brutal do Estado Alemão para encorajar as crianças a serem Muçulmanas?”, por Eeyore, Vlad Tepes, 13 de Janeiro de 2018 (Agradecimento à The Religion of Peace):

Enquanto estamos aguardando uma resposta sobre isso, o que está abaixo é definitivamente uma propaganda da TV estatal para que os Muçulmanos ilegais se tornem vítimas de alguma forma, depois que assassinam os Alemães.

UPDATE: De Oz-Rita:

E não, não é uma sátira!

Série da TV estatal Alemã: “Lindenstraße” Episode 1084 “Islã”

Murat (Erkan Gündüz fica surpreso com o empenho de Lisa (Santje Peplow) defendendo o Islã.

Esse pequeno vídeo schmaltzy foi uma cena de uma série da TV estatal Alemã, transmitida em 2006, um ano após Angela Merkel se tornar chanceler, e quando ainda fingia para a Alemanha que era uma “Conservadora”. Em seguida ela conheceu Sorros [sic] (George Soros), Erdogan, Obama etc. … e o resto, como dizem, é história. O número de Muçulmanos na Alemanha era de cerca de 3,3 milhões. Embora as estatísticas exatas hoje sejam pouco confiáveis, uma estimativa conservadora de mais de 4,7 milhões de Muçulmanos a partir de 2015 é considerada conservadora.

A série foi chamada de “Lindenstrasse” e a jovem que se “converteu” — ou “reverteu” como dizem os Muçulmanos — desempenhou o papel de uma jovem mãe, Lisa, noiva de um Muçulmano Turco, Murat, que estava trabalhando muito para ganhar o dinheiro para bancar o casamento. Eu assisti aquele episódio e alguns que se seguiram, até chegar perto de uma overdose de sacarina. Você tem uma amostra disso no vídeo acima.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

‘SIM, ELES NOS ODEIAM. ISTO DEVE SER DITO’

 Fonte/Source: Fiqh-us-Sunnah, Volume 1: Purification


‘SIM, ELES NOS ODEIAM. ISTO DEVE SER DITO’

 Por Tião Cazeiro

23 de Dezembro de 2017

“O diabo mora nos detalhes”, diz um velho provérbio. 


Alcorão: 33.50
“Ó Profeta, em verdade, tornamos lícitas,
para ti as esposas que tenhas dotado,
assim como as que a tua mão direita possui (cativas),
que Alá tenha feito cair em tuas mãos,
as filhas de teus tios e tias paternas,
as filhas de teus tios e tias maternas,
que migraram contigo, bem como toda a mulher fiel
que se dedicar ao Profeta, por gosto,
e uma vez que o Profeta queira desposá-la;
este é um privilégio exclusivo teu,
vedado aos demais fiéis.
Bem sabemos o que lhes impusemos (aos demais),
em relação às suas esposas
e às que suas mãos direita possuem (cativas),
a fim de que não haja
inconveniente algum para ti.
E Alá é Indulgente, Misericordioso.” [Ênfase adicionada]

Nota: O versículo acima foi trasncrito — ipsis litteris, exceto a ênfase adicionada,—  do site da Comunidade Islâmica da Web. 

Leiam os hadiths abaixo e percebam outros detalhes

Tradução: ‘SIM, ELES NOS ODEIAM. ISTO DEVE SER DITO’

Esse texto foi transcrito do site Islambasics.com. 


A Sharia dividiu a água em quatro tipos:

-1- água mutlaq, [trad., absoluto, ilimitado, irrestrito]

-2- água usada (para purificação),

-3- água misturada com elementos puros e

-4- água misturada com elementos impuros. Devemos discutir cada um deles separadamente.


Volume 1, Página 6b: Tipos de impurezas

Najasah refere-se à substâncias impuras que o Muçulmano deve evitar e lavar em caso de contaminação de suas roupas, corpo e assim por diante. Diz Alá no Alcorão: “Purifique suas vestes” (alMudathar 4); e “Alá ama aqueles que se arrependem e se purificam” (al-Baqarah 222). O Mensageiro de Alá também disse: “A pureza é metade da fé”.

Volume 1, Página 9a: Vômitos de uma pessoa, urina e excremento

Há um consenso entre os estudiosos de que esses objetos são impuros. Mas, uma pequena quantidade de vômito (comumente entendido como uma pequena quantidade de líquido) e a urina de bebês do sexo masculino em fase de amamentação é negligenciada e perdoada. Basta apenas salpicar água sobre a urina de um bebê do sexo masculino em fase de amamentação. [Ênfase adicionada]

Isto é baseado no hadith de Umm Qais:

Ela veio ao Mensageiro de Alá com seu filho ainda não desmamado. Depois de um tempo, o bebê urinou no colo do Profeta. O Profeta, que a paz esteja com ele, pediu um pouco de água e salpicou sobre suas roupas, mas não as lavou completamente. [Ênfase adicionada]

Isto é mencionado por al-Bukhari e Muslim:

‘Ali narrou que o Mensageiro de Alá disse: “A urina de um bebê do sexo masculino deve ser salpicada com água. A urina de um bebê do sexo feminino deve ser lavada completamente“.

Diz Qatadah: “Isto se refere a um bebê do sexo masculino que ainda não começou a comer. Se ele já come, então a roupa deve ser lavada completamente”. [Ênfase adicionada]

Este hadith é mencionado por Ahmad, Abu Dawud, at-Tirmizhi e Ibn Majah. Em al-Fath, Ibn Hajr diz que segue sahih.

Basta salpicar desde que o menino ainda esteja amamentando. Se ele já come alimentos sólidos, sua urina deve ser lavada das roupas e do corpo. Não há desacordo sobre este último ponto. Talvez o motivo dessa isenção para a urina do bebê masculino seja porque as pessoas tendem a carregar seus bebês do sexo masculino a todos os lugares, e seria difícil limpar as roupas devido a urinação frequente. [Ênfase adicionada]

Volume 1, Página 11a: Urina e fezes de animais permitidos para serem ingeridos 

Ambos são considerados impuros. Ibn Mas’ud relatou que o Mensageiro de Alá, que a paz esteja com ele, foi responder o chamado da natureza. Ele pediu ‘Abdullah ibn Mas’ud para trazer três pedras. “Abdullah disse:” Eu não consegui encontrar três pedras, mas encontrei duas pedras e esterco animal e as trouxe para ele. Ele pegou as duas pedras e jogou fora o estrume dizendo: “É impuro”.

O hadith é mencionado por al-Bukhari, Ibn Majah e Ibn Khuzaimah. Em uma narração, afirma: “É impuro. É o estrume de um jumento”. No entanto, uma pequena quantidade disso é perdoada, pois é muito difícil se proteger completamente. Al-Waleed ibn Muslim diz: “Eu disse a al-Auza’i, ‘E sobre a urina dos animais cuja carne é imprópria, como a mula, o jumento e o cavalo?’ Ele disse que costumavam entrar em contato com esses durante suas batalhas, mas que não lavavam de seus corpos ou roupas. Quanto à urina e fezes de animais cuja carne é permitida, Malik, Ahmad e um grupo de Shaifiyyah dizem que são puros. Comentando sobre o assunto, Ibn Taimiyyah diz: “Nenhum dos companheiros considerou impuro. Na verdade, a afirmação de que é impuro é de origem recente e não das primeiras gerações dos companheiros”. [Ênfase adicionada]

Clique na imagem para ler o artigo “SAUDITAS FECHAM LOJA DE URINA DE CAMELO: PROPRIETÁRIO VENDIA SUA PRÓPRIA URINA”

Disse Anas: “Um grupo de pessoas das tribos de Ukul ou Uraina chegou a Medina e ficou doente do estômago. O Profeta ordenou-lhes que conseguissem leite de camelo fêmea e bebessem uma mistura de leite e urina”. Este hadith é mencionado por Ahmad, al-Bukhari e Muslim, e indica a urina de camelo como sendo pura. Portanto, por analogia, a urina de outros animais permitidos também podem ser consideradas puras. Diz Ibn al-Munzhir, “Aqueles que afirmam que isso só era permitido para essas pessoas estão incorretos. A especificação só é confirmada por algumas provas específicas”. Ele também diz: “Os estudiosos permitem, sem qualquer objeção, a venda de fezes de ovelhas e o uso da urina de camelo em seus remédios, tanto no passado como no presente, novamente sem qualquer objeção. Isso mostra que são considerados puros.” Diz ash-Shaukani: “Aparentemente, a urina e as fezes de todos os animais vivos permitidos para alimentação são puras.” Não há nada que prove o contrário. [Ênfase adicionada]


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Antissemitismo Desenfreado Na Alemanha

Fonte/Source: Study finds anti-Semitism rampant among Muslim migrants in Germany


Estudo Considera o Antissemitismo Desenfreado Entre Migrantes Muçulmanos Na Alemanha

Por ROBERT SPENCER

14 de Dezembro de 2017

“As dimensões do problema são muito maiores do que o esperado”.

As expectativas eram ingênuas. O Alcorão retrata os Judeus como inveteradamente doentios e inclinados a destruir o bem-estar dos Muçulmanos. De acordo com o Alcorão, de todas as pessoas, os Judeus são…

os mais fortes em inimizade para com os Muçulmanos (5:82); fabricam coisas e atribuem falsamente a Alá (2:79; 3:75, 3: 181); afirmam que o poder de Alá é limitado (5:64); adoram ouvir mentiras (5:41); desobedecem a Alá e nunca observam seus comandos (5:13); estão discutindo e brigando (2: 247); escondendo a verdade e enganando as pessoas (3:78); organizam rebelião contra os profetas e rejeitando sua orientação (2:55); sendo hipócrita (2:14, 2:44); dando preferência aos seus próprios interesses sobre os ensinamentos de Muhammad (2:87); desejando o mal as pessoas e tentando induzi-las (2: 109); sentindo dor quando outros são felizes ou afortunados (3:120); sendo arrogante sobre ser o povo amado de Alá (5:18); devorando a riqueza das pessoas por subterfúgio (4: 161); caluniando a verdadeira religião e sendo amaldiçoados por Alá (4:46); matando os profetas (2:61); sendo implacável e sem coração (2:74); nunca cumprindo suas promessas ou cumprindo suas palavras (2: 100); sendo irrestritos ao cometerem pecados (5:79); sendo covardes (59: 13-14); sendo miseráveis (4:53); sendo transformados em macacos e porcos por profanarem o Sábado (2: 63-65; 5: 59-60; 7: 166); e mais. Eles estão sob a maldição de Alá (9:30), e os Muçulmanos devem fazer guerra contra eles e subjugá-los sob a hegemonia Islâmica (9:29).

Antissemitismo desenfreado entre os refugiados Muçulmanos na Alemanha, diz o estudo,” JTA, 14 de Dezembro de 2017:

BERLIM (JTA) — O antissemitismo entre os refugiados Muçulmanos está desenfreado e requer atenção urgente, sugere um novo estudo.

Mas o estudo encomendado pelo Instituto Ramer para as Relações Judaico-Alemãs do Comitê Judaico Americano em Berlim também sugere que os refugiados das comunidades minoritárias perseguidas estão mais propensos a assumirem uma posição contra o antissemitismo e a favor de Israel.

Intitulado “Atitudes dos refugiados da Síria e do Iraque com relação à integração, identidade, Judeus e Shoah (Holocausto)”, o historiador e sociólogo Günther Jikeli, da Universidade de Indiana e da Universidade de Potsdam, na Alemanha, prepararam esse relatório de pesquisa com a ajuda de Lars Breuer e Matthias Becker.

O relatório, baseado em entrevistas com 68 refugiados, vem em meio a uma série de manifestações violentas anti-Israel e antiamericana na capital Alemã, denunciando o reconhecimento dos EUA de Jerusalém como capital de Israel. Milhares de manifestantes queimaram bandeiras Israelenses caseiras e as estações de metrô da cidade ficaram lotadas com manifestantes cantando slogans anti-Israel e antiamericano no caminho para os comícios. O número de refugiados entre os manifestantes é desconhecido.

Ao mesmo tempo, num show de solidariedade com as comunidades Judaicas na Alemanha, os Imãs locais se juntaram com líderes Cristãos e Judeus nas celebrações públicas de Chanucá, incluindo a cerimônia anual de iluminação de velas no Portão de Brandemburgo, onde o Rabino Yehuda Teichtal de Berlim se juntou numa plataforma elevatória ao lado do prefeito Michael Mueller. A segurança foi reforçada em toda a Alemanha e em locais Judaicos.

As tensões são profundas, indica o novo estudo. As atitudes antissemitas e a rejeição à Israel são generalizadas entre os recém-chegados, disse o chefe do Instituto Ramer, Deidre Berger, num comunicado.

Embora muitos entrevistados tenham impressões positivas da Alemanha, eles também tendem a acreditar em teorias de conspiração, tais como, são os Judeus ou Israel que controla o mundo.

“O pensamento e os estereótipos antissemitas são muito comuns… mesmo entre aqueles que enfatizam que ‘respeitam’ o Judaísmo ou que não há problema em viverem juntos entre Muçulmanos, Cristãos e Judeus em seus países de origem e na Alemanha”, disse Jikeli numa declaração.

Berger disse que, dada a profundidade da hostilidade anti-Judáica nos países Árabes, isso não surpreende com base nos estereótipos que são implantados nas escolas, mesquitas e na propaganda do governo em alguns países.

“No entanto”, ela disse, “as dimensões do problema são muito maiores do que o esperado”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

OIC: Europeus Precisam De Milhões De Migrantes Muçulmanos

Fonte/Source: Islamic Org Claims Europeans Need Millions of Muslim Migrants to Pay Their Pensions


Por Tião Cazeiro

A Europa continua paralisada, como foi dito em ‘O PESADELO’ – A EUROPA E O ÍNCUBO’. O resultado não será outro senão o desastre.

Quando uma sociedade, por mais inteligente que seja, não consegue enxergar que está diante de uma guerra religiosa, para não ser chamada de racista, — e o Islã não é uma raça, — apesar de todos os alertas heróicos, e se perde em um emaranhado migratório, o desastre é eminente.

Quando uma sociedade como a Brasileira, atordoada por uma esquerda globalista empenhada em abrir as portas para o Califado global a todo custo, gerando laços com os Emirados Árabes etc. o desastre é só uma questão de tempo.

O mais surpreendente é que não somos os únicos alertando sobre isso, mas o próprio Alcorão e os próprios líderes Muçulmanos, a ponto de um deles estipular uma meta para o Islã se tornar a terceira maior religião do Brasil num curto espaço de tempo, ou seja, em 20 anos.

Esse tipo de meta não faz sentido quando se trata de religião, mas sim a um empreendimento paramilitar totalitário.


Requisitos Da Organização Islâmica: 
Europeus Precisam De Milhões De Migrantes Muçulmanos Para Pagar Suas Pensões

Por VIRGINIA HALE

14 de Dezembro 2017

Africans

A Organização de Cooperação Islâmica (OIC) — um órgão intergovernamental composto por 57 estados — declarou que os Europeus precisam da migração massiva Muçulmana para pagar suas pensões.

Além de descrever a “crescente” migração do mundo Muçulmano como “vantajosa para ambos”, a diretora de informação e comunicação da organização, Maha Akeel, disse que a Europa tem a obrigação de “se rejuvenescer” através da abertura de suas portas para os pobres do mundo, porque o continente foi nomeado em homenagem a “uma mãe Síria” [sic].

Escrevendo para o Euractiv, Akeel — cuja organização declara ser “a voz coletiva do mundo Muçulmano” — proclama oposição à migração em massa de fora do continente para ser “completamente estranha à Europa”.

Ela acrescenta: “A imigração para os grandes centros e o interior da Europa é mais antiga que a própria Europa. Na mitologia Grega, a mulher a quem o continente foi nomeado, Europa, era originalmente da Fenícia, uma civilização antiga que abrange o que é agora a Síria e o Líbano modernos.”

“O continente nomeado em homenagem à uma mãe Síria pode rejuvenescer aceitando seus descendentes (e outros) que estão famintos por proteção, segurança e prosperidade”.

Tuite acima: Migrantes constituem metade dos beneficiários da previdência social Norueguesa

Akeel continua a acusar os partidos de direita de “mentir para suas próprias populações” quando advertem contra a migração em massa do terceiro mundo, afirmando que “estudos em vários países” mostram que o fenômeno é um grande sucesso.

“O sucesso da Europa na segunda metade do século 20 se tornou possível aos imigrantes, e o século 21 não será diferente”, argumenta, alegando que a migração em massa é “a única maneira possível” de “sustentar a população nativa envelhecida [da Europa]”.

Destacando as projeções democráticas que mostram o envelhecimento do continente — um fenômeno que ela diz que levará a uma “queda colossal do PIB” — Akeel escreve que “a ambição da extrema direita de erguer uma “Fortaleza Europeia” para interromper a migração condenaria o crescimento das economias continentais a um lento crescimento, estagnação, baixa produtividade e baixo emprego nas próximas décadas.

Tuite acima: 96%  de imigrantes desempregados no distrito de Salzlandkreis.

Os migrantes podem ser um ativo fundamental para apoiar o envelhecimento da população do Reino Unido”, citando o Centro International de Longevidade sobre migração.

“Longe de ser um dreno sobre o previdência social, entre 2001 e 2011, os migrantes da Área Econômica Europeia pagaram £22,1 bilhões a mais em impostos do que tomaram do governo Britânico”.

No entanto, a pesquisa indica que, quando a imigração de fora do EEA entre 1995 e 2011 também é levada em consideração, os migrantes são de fato um dreno líquido para a Grã-Bretanha — na ordem de entre £115 e £160 bilhões.

Tuite acima: Políticos admitem que os migrantes custam à Alemanha mais de 30 bilhões de euros por ano

A visão de Akeel sobre a migração em massa como “vantajosa” para a Europa contrasta vivamente com uma análise sobre o ‘potencial de contribuição dos migrantes’ realizada pelo professor de psicologia da University College London, Dr. James Thompson, em 2015.

Citando pesquisas sobre a realização educacional de migrantes da primeira e segunda geração em comparação com nativos de um país acolhido, Thompson criticou os líderes da UE por usarem as contribuições dos Judeus na Europa como “exemplos apropriados de competências e realizações de migrantes”, quando se fala sobre o influxo atual de migrantes dos países mais pobres do mundo.

Tuite acima: Quase todos os crimes graves são cometidos por migrantes.

“A análise das conquistas escolares com imigrantes de primeira e segunda geração mostra que o Golfo ganhou com imigrantes e a Europa perdeu”, ele escreve, explicando que “isso é porque aqueles que emigram para o Golfo têm habilidades mais altas do que os locais, aqueles que emigram para A Europa tem menor habilidade do que os habitantes locais”.

Isso é prejudicial para as sociedades Europeias, de acordo com Thompson, porque “a menor capacidade leva a um status mais baixo, salários mais baixos e maior ressentimento nas diferenças percebidas”.

Ele adverte que “se o Ocidente não suporta mencionar as diferenças em competência, então as diferenças no resultado serão consideradas como devidas apenas ao preconceito”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

ESTADO ISLÂMICO JURA MASSACRAR CRISTÃOS: “ALÁ DEU ORDENS PARA MATAR TODOS OS INFIÉIS”

Fonte/Source:  Islamic State vows to massacre Christians: “Allah gave orders to kill every infidel”


Nota do blog: Estou revendo alguns artigos “antigos” interessantes e reeditando. Alguns são impressionantes, como este…


ESTADO ISLÂMICO JURA MASSACRAR CRISTÃOS: 
"ALÁ DEU ORDENS PARA MATAR TODOS OS INFIÉIS"

Por Robert SPencer

22 de Fevereiro de 2017

“O narrador continuou dizendo que os Cristãos não eram mais considerados  ‘Dhimmis’ — um termo usado no Islã referente aos não-Muçulmanos que gozam de um grau de proteção estatal. Em vez disso, o grupo descreve os Cristãos Egípcios como “infiéis que estão capacitando o Ocidente contra nações Muçulmanas”.

Essa é a lei Islâmica: os Cristãos, entre outras “Pessoas do Livro” podem gozar da “proteção” do Estado Islâmico caso se submetam, paguem a jizya e aceitem outras regulamentações humilhantes e discriminatórias projetadas para garantir que se “sintam subjugados” (Qur’an 9:29).

Mas, se violarem esse contrato de “proteção”, se tornarão kuffar harbi, infiéis em guerra com o Islã, e suas vidas são confiscadas.

Mas será que Alá deu ordens para matar todos os infiéis? Variações sobre a declaração “mate-os onde quer que os encontre” estão no Alcorão: 2: 191, 4:89 e 9: 5.

“’Alá deu ordens para matar todos os infiéis’, ISIS promete massacrar os Cristãos em vídeo arrepiante”, por Sofia Petkar, Express, 21 de Fevereiro de 2017:

“Os militantes do ISIS no Egito ameaçaram aumentar os ataques contra os Cristãos no país, prometendo “libertar” o Cairo, em um novo vídeo assustador….

No clipe de 20 minutos, o grupo escolheu proeminentes Cristãos Egípcios, identificando o Papa Copta e um número de empresários ricos como “presas preferidas” do grupo.

A filmagem apresenta um jihadista mascarado, identificado como Abu Abdallah al-Masri, que promete ver a libertação dos Islâmicos presos quando o grupo tomar o controle da capital.

Al-Masri — que significa “O Egípcio” — foi o nome de guerra que o ISIS deu ao militante por trás do atentado suicida na Catedral de São Marcos.

No vídeo, o militante é visto agarrado a um rifle de assalto num campo de trigo.

Ele diz: “Finalmente, aos meus irmãos em cativeiro: alegre-se, você que acredita, não hesite ou lamente. Juro por Alá que em breve libertaremos o Cairo e o libertaremos do cativeiro.”

“Vamos chegar com explosivos, juro que vamos, por isso, você que acredita, alegre-se.”

O narrador continua dizendo que os Cristãos não são mais “Dhimmis” — um termo usado no Islã em referência aos não-Muçulmanos que gozam de um grau de proteção do Estado.

Em vez disso, o grupo descreve os Cristãos Egípcios como “infiéis que estão capacitando o Ocidente contra nações Muçulmanas”.

Um dos militantes, portando um rifle de assalto AK-47, diz no vídeo: “Alá deu ordens para matar todos os infiéis.”

“Oh, adoradores da cruz, os soldados do estado estão observando você”, diz outro militante mascarado — identificado como Abu Zubair al-Masri.

O vídeo também contém o novo logotipo do grupo — “Estado Islâmico no Egito” — em oposição à “Província do Sinai”, o nome original para a presença do ISIS no país.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis