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PARIS: Zona de Recrutamento Para o Estado Islâmico (ISIS) 

Fonte/Source: Paris suburb becomes jihadi breeding ground and recruitment zone for the Islamic State


Por Tiao Cazeiro

Em Julho de 2015, Robert Spencer publicou o artigo “ESTADO ISLÂMICO (ISIS) PROMETE “ENCHER AS RUAS DE PARIS COM CADÁVERES” dizendo o seguinte:

“Eles amam a morte “como você ama a vida.” Eles são os inimigos da vida, da criação e da criatividade, do amor, da arte e da civilização. Tudo o que eles adoram é a morte, a dor e destruição. Eles são a quintessência da força do mal.”

Os violentíssimos ataques que sucederam em seguida na França  deixaram claro que o ISIS cumpre o que promete.

Agora, vemos em Trappes, uma comuna Francesa na região administrativa da Île-de-France, no departamento de Yvelines, a existência de “no-go zones” Islâmicas, utilizadas pelo ISIS para recrutamento e criação de ações jihadistas.

Claro, nada a ver com o “povo das necessidades especiais,” só um Islamofóbico, racista, fanático de extrema-direita poderia imaginar esse tipo de coisa.

Alcorão 8.12  
"E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: 
Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!"
Subúrbio De Paris Virou Terreno De Criação De Jihad E Zona De Recrutamento Para O Estado Islâmico 

POR CHRISTINE DOUGLASS-WILLIAMS

16 de Fevereiro de 2018

“Marcada como “no-go zone” pelas autoridades”, Trappes, um subúrbio de Paris, foi além e se tornou “um terreno de recrutamento para o Estado Islâmico (ISIS)…  terreno fértil para os jihadistas… imensamente imune às leis Francesas… onde a linha dura do Salafismo e do Wahhabismo são amplamente praticados.”

A integração é um empreendimento inútil para os supremacistas Islâmicos que vêem a França (e outras nações Ocidentais) como uma Casa da Guerra para ser subvertida em Casa do Islã. Isso tornou-se mais evidente quando o líder Francês, Emmanuel Macron, afirmou que “tentaria definir as relações entre o Islã e o Estado.” Suas palavras foram confrontadas com espantoso desrespeito e repreensão por parte do líder representante dos Muçulmanos na França, Ahmet Ogras, presidente do Conselho Francês da Fé Muçulmana. Com plena insolência supremacista Islâmica, ordenou ao líder Francês para “não se intrometer na organização do Islã.”

O Islamismo certamente “interferiu na organização da França”, aterrorizando sua população com ataques jihadistas e ameaças por mais.

Como um homem que rendeu continuamente aos Muçulmanos, Macron aceitou a repreensão humilhante de Ogras; declarou em Outubro de 2016 que “nenhuma religião é hoje um problema na França”. A fraqueza e o apaziguamento diante dos supremacistas Islâmicos apenas os encoraja, como Macron está descobrindo.

Agora, a situação no subúrbio de Trappes é sombria. As condições irão se deteriorar ainda mais e a ameaça jihadista se espalhará, a menos que as autoridades reprimam rapidamente, apesar das ameaças jihadistas e das repreensões da supremacia Islâmica.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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SERÁ QUE “SUFI ISLÔ CURA TUDO?

Fonte/Source:  Could Sufi Islam be the cure-all?  — Qantara.de


Por Tiao Cazeiro

O artigo “Será Que “Sufi Islã” Cura Tudo?” a seguir, foi escrito por Syed Qamar Afzal Rizvi, um pesquisador independente com base no Paquistão. Sua pesquisa centra-se na prevenção de conflitos, no direito internacional, nos estudos de guerra e em outras questões importantes relacionadas ao sul da Ásia, Oriente Médio, União Europeia, Nações Unidas e política externa dos EUA.

É uma excelente oportunidade para que percebam a mentalidade Muçulmana do ponto de vista Sufi. O autor com certeza não é uma pessoa desinformada e provavelmente pertence a alguma Ordem Sufi.

Lembro bem que quando comecei a escrever e traduzir artigos sobre o Islã eu disse o seguinte:

A princípio, rezar para o mesmo Alá (e o seu Mensageiro Muhammad) e ser diferente, soa como se um galho de árvore pudesse dizer à própria árvore: “Não sou como você!”

Alguns dos artigos que traduzi sobre os Sufis, listados a seguir, mostram claramente que a ‘Tradição Sufi’ não conseguirá se desprender do Islã Político com facilidade, mesmo que porventura tenha surgido, como é dito, muito antes de Jesus Cristo etc.

Eis a lista de artigos para quem quiser ler…

1 – XIISMO, SUFISMO E GNOSTICISMO
2 – O Moderno Líder Sufi Tabandeh
3 – O Lado Sinistro do Sufismo
4 – JIHAD E DEPREDAÇÃO — A MISSÃO DOS SUFIS EM KASHMIR
5 – Sufismo Na Índia — Uma História Sangrenta
6 – Sufismo Sem Camuflagem (Muito Além de Stephen Schwartz) 
7 – A INVASÃO ISLÂMICA DA ÍNDIA: O MAIOR GENOCÍDIO DA HISTÓRIA

Mas interessante mesmo é ouvir que Muhammad (ou Maomé) foi o primeiro Sufi…

“Assim sendo, o primeiro Sufita ou Sufi foi Al-Mustafa (o Escolhido [Profeta Muhammad (Maomé)]), visto ter sido este o primeiro a entrar em retiro, o que aconteceu no Ghar (Monte) de Hira, onde tinha por hábito deslocar-se para meditar (yatahannath) e adorar a Deus, isto de acordo com a religião do nosso Mestre Abraão…” — O Sufismo (Tasawwuf) (YA)

Veja, mesmo que a tradição tenha surgido antes de Cristo não altera o fato, como por exemplo, do estrago que os Sufis e os exércitos Muçulmanos fizeram na Índia.

Brasileiros envolvidos com o Sufismo precisam perceber que estão refletindo 1400 anos de história, onde a escravidão e o massacre de milhões de infiéis deixou uma mancha monstruosa no Islã, envolvendo os Sufis de alguma forma.

Existe uma correlação direta entre a ignorância Ocidental da história e a ignorância Ocidental das doutrinas “problemáticas” do Islã. É essa conexão que permite aos apologistas do Islã escaparem com tantas distorções e mentiras definitivas destinadas a proteger o Islã.” — Raymond Ibrahim

Com relação ao artigo a seguir, vou fazer apenas dois comentários que considero centrais, para orientar a leitura do artigo:

  1. Diz o autor…

1 -“Todas as organizações Islâmicas terroristas existentes hoje em dia estão baseadas nessa interpretação política do Islamismo. Existe uma dimensão cultural na globalização, sobre a qual muitos Muçulmanos têm uma consciência aguda.”

2 – “Duas grandes tendências surgiram como resultado: domínio e submissão [Ênfase adicionada] 

O primeiro caso soa mais ou menos assim: ‘Olha, é verdade que os terroristas se baseiam nos textos sagrados, mas sabe, não é bem assim não, calma lá, “existe uma dimensão cultural na globalização“, ela sim é  a culpada de tudo e está invadindo o Islã, pervertendo a juventude, e está atrapalhando a missão Islâmica de dominar o mundo.

No segundo caso, domínio e submissão, não é e nunca foi uma “tendência“, é simplesmente obrigatório, mandatório, imperioso, imposto e prescrito por Muhammad aos seus seguidores.  Não preciso citar algum verso do Alcorão, preciso?

Embora o autor mencione os textos sagrados no artigo, dizer que “parece não haver uma justificativa válida” é demais. Os Sufis falam de “paz e amor”, mas não mencionam o grau de violência contra os infiéis (não-Muçulmanos) que vemos no Alcorão, Sira e Hadith ou na própria história.

  1. Diz o autor…

De qualquer forma, os esforços iniciais por parte dos principais teólogos Muçulmanos ao responderem às interpretações literais das escrituras, aceitaram implicitamente a insistência dos extremistas [sic] de reduzir a tradição religiosa a um único conjunto de textos.”

Louváveis ​​e necessárias como tais respostas são, há algo desconcertante sobre o Grande Mufti do Egito rejeitando interpretações extremistas [sic] dos versos Corânicos porque não representam o “verdadeiro” Islã — como se realmente houvesse apenas um modo autêntico de ser “verdadeiramente” Muçulmano.”

Eis aqui o que realmente disse o Grande Mufti de Al Azhar, Egito:

Quando eles [os reformadores] dizem que Al Azhar deve mudar o discurso religioso, mudar o discurso religioso, isso também é, quero dizer, eu não sei — um novo moinho de vento que acabou de aparecer, este “mudar o discurso religioso” — o que muda um discurso religioso? Al Azhar não muda o discurso religioso — Al Azhar proclama o verdadeiro discurso religioso, que aprendemos com os nossos anciãos.” — Al Azhar Rejeita Reforma do “Discurso Religioso” 

Robert Spencer ainda diz mais sobre o Grande Mufti de Al Azhar:

Esta é outra afirmação estranha: é o Estado Islâmico (ISIS) que mais critica o uso livre do cérebro e insiste em seguir servilmente os ensinamentos desses livros auxiliares — que ensinam qualquer coisa, desde comer carne de cativos infiéis até vender mulheres e crianças em mercados de escravos.

Ou seja,  um grupo (que o autor chama de ‘extremistas’) quer reformar os textos sagrados, e o autor apoia.  O tal do Grande Mufti do Egito rejeita qualquer alteração nos textos, e Robert Spencer aproveita para mostrar que o ISIS atua apoiado nos textos que o Mufti não quer alterar. Então, pela lógica, Al Azhar apoia o ISIS, consequentemente o ISIS representa o verdadeiro Islã.  E agora? Como dizem por aí, durma com um barulho desse!

Não se iludam com a conversinha Sufi (me refiro aqui aos Mestres Sufis e não aos seguidores pelos quais tenho respeito porque a grande maioria não conhece a história), não existe ingenuidade nessa narrativa e os Sufis não conseguirão se deslocar disso tudo com facilidade. Quando o autor cita “Jimmy Hendrix”, você verá isso no artigo a seguir, mostra claramente ao que veio. Quando cita famosos como Winston Churchill, Sir Richard Burton, não irá mencionar que Churchill bateu feio no Islã.

Os Sufis como sempre buscam o privilégio, a alta sociedade, o luxo, a alta cultura para alavancar a causa Islâmica, para Islamizar, abrir as portas para o Islã como fizeram na Índia e como estão fazendo em Londres, vide Príncipe Charles etc.. A Wikipédia mostra os dervishes assim: “os dervixes são similares às ordens mendicantes dos monges cristãos e dos sadhus hindus, …” o que não é falso dizer, mas estamos falando das lideranças, dos espertos.

Tudo que envolve os Sufis é o melhor dos mundos, o mais que perfeito, a grande luz da humanidade, os únicos que sabem o que realmente  “estar com Deus”. Quando falam em música então, consideram a música Sufi a mais profunda, a melhor coisa deste mundo. Rumi, o maior de todos etc., o amor que só os Sufis conseguem sentir… o amor divino etc., o resto é o resto.

É o “povo das necessidades especiais” e agora, de acordo com o autor do artigo a seguir, “eles (os Sufis, ou melhor os Dervishes) precisam ser divulgados nas escolas e nos púlpitos das mesquitas, e ter acesso privilegiado às redes de televisão em todo o mundo.” Pura sandice, beirando a infantilidade, e ainda por cima mostra desespero, pois o barco está afundando. [Ênfase adicionada]

Sim, lembrei neste exato momento, muito obrigado!

Dr. Bill Warner: “Então, lembra-se do que eu lhe falei sobre a casa do Sufismo, que era um palácio com um cheiro vindo do porão?


SERÁ QUE “SUFI ISLÔ CURA TUDO?

Por Syed Qamar Afzal Rizvi

6 de Fevereiro de 2018 (Publicado originalmente em 29/04/2016)

Estudantes e pesquisadores Islâmicos concordam que o Sufismo tem o potencial de curar aqueles cujas mentes foram pervertidas pelo terrorismo. Sufis famosos das gerações anteriores inclui Rumi, Omar Khayyam, Fariduddin Attar — cujas histórias foram usadas mais tarde por Chaucer — e o Espanhol Averroes, o “excelente comentarista” de Aristóteles.

Muitas de suas ideias chegaram à Europa através do contato entre os mundos Islâmico e Cristão nos estados cruzados, Normando da Sicília e a Península Ibérica.

Desde o início, o Sufismo tem se preocupado em construir pontes entre as comunidades, promovendo o contato em benefício mútuo dos envolvidos. No Ocidente, pessoas tão diversas como Dag Hammarskjold, São Francisco de Assis, Sir Richard Burton, Cervantes e Winston Churchill foram todas influenciadas pelo Sufismo.

A interpretação Sufista do Islamismo é considerada moderada porque, em vez de se concentrar no estado, concentra-se nas dimensões internas do Islamismo e na purificação da alma. Nas últimas décadas, no entanto, os seminários Sufis começaram a ensinar uma interpretação mais política do Islã, alimentando o atual domínio do último.

Jalal ad-Din Muhammad Rumi (fonte: Wikipedia)
Pioneiros do Sufismo acadêmico: muitas das ideias promulgadas pelos grandes místicos como Jalal ad-Din Rumi, Omar Khayyam ou Fariduddin Attar chegaram à Europa através do contato entre os mundos Islâmico e Cristão nos estados cruzados, Normando da Sicília e Península Ibérica, influenciando muitas das grandes figuras históricas do Ocidente.

ISLAMISMO POLÍTICO E AS RAÍZES DO RADICALISMO

Todas as organizações Islâmicas terroristas existentes hoje em dia se baseiam nessa interpretação política do Islamismo. Existe uma dimensão cultural na globalização, sobre a qual muitos Muçulmanos têm uma consciência aguda. Eles sentem que os tipos de valores e ideias, as noções de viver — que emanam do Ocidente e que começam a penetrar em suas sociedades, influenciando sua juventude em particular — são prejudiciais. Alguns dos aspectos mais óbvios ligados à música, formas de dança e filmes etc. são vistos como prejudiciais à sua própria cultura e identidade.

Duas grandes tendências surgiram como resultado: domínio e submissão.

Em geral, o domínio tem conotações negativas. Os Muçulmanos desenvolveram uma consciência aguda da dominância e são altamente sensíveis a isso, às vezes reagindo com agressão. Embora podemos apreciar as circunstâncias históricas que possam ter dado origem a algumas dessas tendências, parece não haver uma justificativa válida, nem do ponto de vista Islâmico nem da perspectiva das relações interculturais.

Atualmente, a tendência à submissão, no sentido de submeter-se a Deus [sic], permanece muito fraca. Esses Muçulmanos acreditam que, no meio da globalização, é necessário reafirmar a essência do Islamismo. E este é o seu universalismo, a inclusão, a atitude de acomodação, a capacidade de mudar e de se adaptar, mantendo a essência da fé.

Em outras palavras, a fé é algo verdadeiramente ecumênico e/ou universal. Você encontrará adeptos dessa tendência em quase todos os países Muçulmanos, embora continue à margem.

DESARMANDO A BOMBA

Todos falamos sobre o desarmamento nuclear, mas se alguém nos dissesse que existe uma bomba mais forte que a nuclear, tiquetaqueando, ameaçando a cada segundo, essa é a bomba da total depravação. Quando os indivíduos se inclinam para os degraus mais baixos da natureza humana, tornam-se mais perigosos que os animais mais selvagens. E quando o vírus da “contumácia egoísta” [sic] (rebelião teimosa contra a autoridade) infecta o seu ser, tornam-se mais voláteis do que o dispositivo mais explosivo.

A abordagem mística nos convida a considerar o desarmamento da humanidade. Somente por meio de um compromisso ativo, podemos neutralizar todas as armas à disposição dos terroristas. Como disse Jimi Hendrix com sabedoria:

“Quando o poder do amor superar o amor pelo poder, o mundo conhecerá a paz”.

É hora dos Muçulmanos de todo o mundo tomarem uma posição unida contra as interpretações políticas do Islamismo e iniciarem um processo de reforma. Do mesmo modo, o sistema de educação religiosa também precisa de uma revisão profunda, uma vez que fornece terreno fértil para todas as organizações terroristas.

Lendo o Alcorão na Mesquita Sehitlik em Berlim (foto: dpa / aliança de fotos)
O terrorismo não tem religião: “Os Muçulmanos precisam combater a ideologia Islâmica com uma interpretação pacífica e tolerante do Islã. Juntamente com a comunidade internacional, é imperativo que os Muçulmanos lutem contra essa ideologia política, que tem causado danos sem precedentes a muitos dos seus semelhantes fiéis”, escreve Syed Qamar Afzal Rizvi

Muçulmanos precisam combater a ideologia Islâmica com uma interpretação pacífica e tolerante do Islamismo. Juntamente com a comunidade internacional, é imperativo que os Muçulmanos lutem contra essa ideologia política, que tem causado danos sem precedentes a muitos dos seus semelhantes fiéis.

DISCURSO ORIENTE-OCIDENTE

A prevenção do extremismo não é algo que conseguiremos realizar durante a noite. Temos que construir uma estratégia que transcende gerações. A segurança é o primeiro dever de todos os governos, entretanto um poder coercitivo por si só jamais será uma resposta completa.

Nos debates em curso sobre como responder ao Islamismo extremista, foi dado pouca atenção ao vasto e profundo repertório da filosofia Sufi, dos rituais e até mesmo das obras artísticas, que acompanhou os séculos mais iluminados da “civilização Muçulmana”.

De qualquer forma, os esforços iniciais por parte dos principais teólogos Muçulmanos ao responderem às interpretações literárias das escrituras, aceitaram implicitamente a insistência dos radicais em reduzir a tradição religiosa a um único conjunto de textos.

Louváveis ​​e necessárias como tais respostas são, há algo desconcertante sobre o Grande Mufti do Egito rejeitando interpretações radicais dos versos Corânicos porque não representam o “verdadeiro” Islã — como se realmente houvesse apenas um modo autêntico de ser “verdadeiramente” Muçulmano.

A potência do Sufismo pode estar na sua capacidade de lembrar aos Muçulmanos (e aos não-Muçulmanos) que, mais do que as palavras literais de um texto sagrado, o Islã tem sido durante mil e quinhentos anos uma experiência de vida, com toda a variação cultural e intelectual que isso implica. Há 15 milhões de Sufis em todo o mundo, com Damasco e a sua Grande Mesquita Umayyad como sua capital. Eles precisam ser divulgados nas escolas e nos púlpitos das mesquitas, e ter acesso privilegiado às redes de televisão em todo o mundo.

Protestos em Lahore contra o ataque terrorista na Universidade Bacha Khan em Charsadda (foto: Reuters / M. Raza)
É tempo para uma ação conjunta: eventos na França, Turquia e na Bélgica, para não mencionar os recentes ataques terroristas em Lahore e no Paquistão, são certamente um despertar. Oriente ou Ocidente, a verdade é que combater o terrorismo continua sendo uma tarefa gigantesca.

SINERGIAS NECESSÁRIAS

Existem três modalidades importantes. Em primeiro lugar, não podemos ignorar o fato de que é uma luta sobre ideias que se baseiam em uma perversão da religião. Nesta batalha, a única solução duradoura pode ser uma que compreenda, aborde e levante as próprias ideias. Em segundo lugar, compreendendo que este é um desafio geracional, precisamos implementar a reforma já, para que a próxima geração tenha entendimento e habilidade necessária para criar resiliência perante ideias extremistas.

Finalmente, não devemos subestimar a necessidade de combater os problemas juntos.

As decisões difíceis e necessárias abordadas aqui, e as opções políticas associadas a elas, não são irrealistas e levam em consideração o espectro completo dos desafios. Devemos reconhecer o que funciona, e sempre que houver um impacto positivo, devemos procurar replicá-las.

É necessário uma ação estratégica que possibilite a implementação das soluções que são tanto de longo prazo quanto caracterizadas pela continuidade e consenso. O terrorismo não tem religião. Os sistemas educacionais Ocidentais e Orientais precisam ser atualizados com o credo do ‘Sufi Islã’, que defende o ensino universal sobre a humanidade.

Os governos de leste a oeste terão que trabalhar arduamente para construir coalizões para este trabalho, não apenas dentro da sociedade, mas também no âmbito transgovernamental. Prevenção do extremismo é um dos maiores desafios que enfrenta esta geração e a próxima. Se não o enfrentarmos juntos, com urgência, nosso futuro como uma comunidade global será muito sombrio.


Syed Qamar Afzal Rizvi –  © MPC Journal 2016

Syed Qamar Afzal Rizvi é um pesquisador independente com base no Paquistão. Sua pesquisa centra-se na prevenção de conflitos, no direito internacional, nos estudos de guerra e em outras questões importantes relacionadas ao sul da Ásia, Oriente Médio, União Europeia, Nações Unidas e política externa dos EUA.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

GEERT WILDERS: LIÇÕES DO ORIENTE PARA O OCIDENTE

Fonte/Source: GEERT WILDERS: Lessons from the East for the West


GEERT WILDERS: LIÇÕES DO ORIENTE PARA O OCIDENTE

Por GEERT WILDERS

Via Breitbart London

2 de Fevereiro de 2018

Wilders
Vit Simanek/CTK via AP

No último fim de semana estive na Hungria apresentando a tradução Húngara do meu livro Marked for Death: Islam’s War Against the West and Me [trad., ‘Marcado para Morrer; A Guerra do Islã Contra Mim e o Ocidente’]. Falei em salas de reuniões  e centros de conferências totalmente lotados em Budapeste, Nyíregyháza, Debrecen, Gyór e Sopron. Dei dezenas de entrevistas. Almocei com o Primeiro-Ministro Húngaro, Viktor Orbán.

Visitar a Hungria é uma experiência fantástica para qualquer político Ocidental que resista à invasão Islâmica do Ocidente. Na Hungria, quase não há sinais de Islamização. Os Húngaros não fazem nenhum segredo de sua determinação para mantê-la assim. A atitude na Hungria e, nesse sentido, na Europa Central em geral, é inteiramente diferente da do Ocidente. Na Europa Central, as pessoas não hesitam em expressar seu apego à sua própria identidade nacional, enraizada nos princípios Judaico-Cristãos da civilização Ocidental. Eles também deixam bem claro que estão dispostos a defender seu patrimônio.

Também tive uma sensação estranha ao ver meu livro, que adverte contra os perigos do Islã, expostos tão abertamente nas livrarias Húngaras. Originalmente publiquei meu livro em Inglês nos Estados Unidos. Fiz isso porque a América tem uma Primeira Emenda, que permite que as pessoas falem, mesmo quando uma mensagem é politicamente incorreta. A tradução Húngara é a primeira tradução do livro. No meu país, nenhum editor tem a coragem de publicá-lo.

Do tuite acima: “A Batalha pelo Ocidente: Viktor Orbán da Hungria acredita que a “maioria silenciosa” — que valoriza a identidade familiar, nacional e o país — prevalecerá sobre os globalistas do “Império Soros”, que procuram transformar os Ocidentais em consumidores de massa multiculturais e sem raízes.”


Uma editora Alemã, que estava interessada, recuou quando se tornou impossível traduzi-lo para o Alemão sem transgredir as rígidas leis do discurso na Alemanha. Por isso, a editora me pediu para que o termo “Islã” fosse substituído sistematicamente pelo termo Weasel que significa “Islamismo”. Recusei porque a mensagem do meu livro é exatamente a de que o próprio Islã é o problema.

O Islã — não o Islamismo, mas o próprio Islã — prega a submissão política do mundo inteiro a Alá. Muhammad não deixou dúvidas sobre isso: “Fui ordenado a lutar contra todos os homens até dizerem: “Não há deus senão Alá“, disse Wilders.

O Alcorão é igualmente inequívoco sobre isso. “Combatei-os até terminar a intriga, e prevalecer totalmente a religião de Alá.” diz o versículo 8:39. O Alcorão também contém a permissão para matar Judeus e Cristãos no versículo 9:29, o comando para aterrorizar os não-Muçulmanos no versículo 8:12, a obrigação de fazer guerra aos infiéis no versículo 9: 123 e a ordem para subjugar o mundo inteiro a Alá no versículo 9:33.

Do tuite acima: “O Primeiro-Ministro da Hungria adverte que os “conspiradores dos Estados Unidos da Europa” estão usando a imigração em massa para construir um superestado “pós-nacional, pós-Cristão”.”


Na Hungria e na Europa Central em geral, pode-se falar muito mais livremente sobre o Islã do que na Europa Ocidental. Lá, as pessoas percebem muito mais sobre o que está em jogo. A Hungria até construiu uma cerca de fronteira para impedir o fluxo de imigrantes de países predominantemente Islâmicos. Viktor Orbán está sozinho e fazendo muito mais pela segurança de todo o continente Europeu do que a Chanceler Alemã Merkel, o Presidente Francês Macron, a Primeira-Ministra Britânica May, meu próprio Primeiro-Ministro Holandês, Mark Rutte, e todos os outros líderes da Europa Ocidental combinados.

Como os líderes Poloneses, Checos e Eslovacos, Orbán repete constantemente que seu país é Cristão e que ele quer que assim permaneça. Ele não quer repetir o erro que a Europa Ocidental fez, abrindo suas portas à imigração Islâmica massiva. Recentemente, o Pew Research Center advertiu que, se as tendências atuais continuarem, a França, Alemanha, Bélgica e Áustria, serão quase 20% Islâmicas até 2050. A Grã-Bretanha e os Países Baixos estão muito atrás, enquanto a Suécia será até mais de 30% Islâmica na virada do século.

Isto é extremamente perigoso. Porque, embora a maioria dos Muçulmanos seja moderada e não violenta, a ideologia Islâmica não é. E dessa forma vem doutrinando muitos dos seguidores do Islã, que levam muito a sério os comandos beligerantes de Muhammad e do Alcorão. Apenas no mês passado, foi revelado na Alemanha que 30% dos estudantes Muçulmanos no Estado da Baixa Saxônia podem imaginar-se lutando e morrendo por causa do Islã. No meu país, a Holanda, pesquisas da Universidade de Amsterdã mostraram que 11% dos Muçulmanos acham aceitável usar a violência em nome do Islamismo. São mais de 100 mil pessoas, o que representa o dobro do número de soldados do nosso exército.

Do tuite acima: “Novos números do Office for National Statistics (NOS) mostram que as mães nascidas fora do Reino Unido representaram 28,2% dos nascidos vivos na Inglaterra e no País de Gales em 2016.”


Por que razão podemos falar muito mais livremente sobre os perigos do Islã na Hungria e em os outros países de Visegrad do que no Ocidente? Por que nossas elites na política, na academia e nos meios de comunicação se comportam de uma forma tão covarde e apaziguadora para com o Islã?

Talvez tenha a ver com a mentalidade de refém, que permeou o Ocidente. Devido à presença já significativa do Islã em seus países, muitos cidadãos da Europa Ocidental parecem ter medo de expressar o desejo de que esses países permaneçam enraizados em sua herança Judeu-Cristã. Nossas elites são certamente muito covardes para insistir nisso. Mas também há outra grande diferença entre a metade Ocidental e Oriental do continente Europeu.

Há cinquenta anos, em todos os lugares do Ocidente, a mentalidade dos “Protestos Contra o Ocidente” dos autoproclamados “progressistas” tomou forma. Isto levou à violência nas ruas via revoltas estudantis em Berkeley, Paris e outros lugares. O auto-ódio Ocidental tornou-se a nova moda. Não fomos autorizados a dizer que a nossa civilização foi a melhor, disseram-nos que foi a pior. O relativismo cultural tornou-se a tendência dominante entre as classes dominantes no Ocidente.

Do tuite acima: Orbán: “Nossa maior ameaça é o silêncio indiferente de uma elite Europeia que renuncia às raízes Cristãs”


Essas classes foram os facilitadores do processo de Islamização. Em primeiro lugar, negando que os imigrantes deveriam assimilar, uma vez que isso defenderia a cultura Europeia sobre as culturas nativas dos imigrantes. Em segundo lugar, atacando as críticas ao Islã e os defensores do Ocidente. E, em terceiro lugar, pela chamada “lawfare” — um processo no qual os simpatizantes Islâmicos, Muçulmanos e não-Muçulmanos, exploram a lei Ocidental e os sistemas legais para suprimir e silenciar seus críticos.

Nota: Lawfare” é uma palavra inglesa que representa o uso indevido dos recursos jurídicos para fins de perseguição política.”

Nenhuma dessas coisas aconteceu em países como a Hungria, a Polônia ou a República Tcheca. Seus cidadãos não são doutrinados dia após dia com a mensagem de que são culpados de todas as injustiças do mundo. Sua herança cultural não está sendo sistematicamente subvertida pelas elites. Seu passado não é caluniado por ativistas profissionais. Eles ainda podem se orgulhar de sua nação. Enquanto nós, no Ocidente, somos informados de que devemos ter vergonha disso.

Essa vergonha e auto-ódio nos sufoca. É hora de acabar com isso. Quanto mais nossas elites criticam países como a Hungria, a Polônia e a República Tcheca, mais devemos apoiá-los e seguir seu exemplo. Se nós, no Ocidente, queremos sobreviver, se queremos superar a crise existencial que enfrentamos, precisamos desislamizar nossas sociedades. Isso só seremos capazes de fazer se começarmos a orgulhar-nos de nós mesmos, da nossa cultura, do nosso passado e da nossa herança nacional. Essa é a lição mais importante que a Europa Central pode nos ensinar. Um povo que tem vergonha do passado não tem futuro. O futuro pertence ao povo orgulhoso, consciente da sua identidade cultural e nacional e disposto a defendê-lo.

Geert Wilders is leader of the Party for Freedom in the Netherlands and author of Marked for Death; Islam’s War Against the West and Me (Regnery)


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Jurista Muçulmano: “A Ocupação Do Ocidente Será Feita Sem Guerra, De Forma Silenciosa, Com Infiltração E Subversão” 

Fonte/Source: Muslim jurist: “The occupation of the West will be done without war but quietly, with infiltration and subversion”


Jurista Muçulmano: “A Ocupação Do Ocidente Será Feita Sem Guerra, De Forma Silenciosa, Com Infiltração E Subversão” 

POR ROBERT SPENCER

1 de Fevereiro de 2018

“Yehezkeli observa que uma decisão da década de 1990 por um jurista Muçulmano sênior afirma: “A ocupação do Ocidente será feita sem guerra, de forma silenciosa, com infiltração e subversão.”

Isso certamente parece ser o que está acontecendo.

O jornalista Judeu Ortodoxo entra disfarçado na “jihad silenciosa”, de Yoni Kempinski e Mordechai Sones, Arutz Sheva, 29 de Janeiro de 2018:

“ …intitulado ‘Identidade Falsa’, a série é apresentada por Yehezkeli, que personificou um simpatizante da Irmandade Muçulmana que procurava contribuir e se juntar à organização.

Yehezkeli recebeu consulta secreta de empresas de inteligência, bem como da agência de segurança interna Shin Bet e o Mossad. Para aperfeiçoar sua identidade, obteve um passaporte Sírio genuíno, um passaporte da Autoridade Palestina como reserva e uma assinatura na Internet de um negócio ativo na Jordânia com website e endereço de verificação.

Sob o nome “Sheikh Abu Hamza”, Yehezkeli penetrou equipado — equipamentos fotográficos de qualidade disfarçados num botão de roupa e óculos com câmera — no estado de coisas que ele chama de “jihad silenciosa.”

Yehezkeli, que se tornou observador da Torá nos últimos anos, percebe valor agregado no fato de que examinou o campo e encontrou o Islã como pessoa religiosa. “Uma vez que uma pessoa serve ao Criador, se torna mais sensível às falsificações. Por um lado, me ajuda a conhecer o material e a me identificar com os crentes, embora eu não concorde com o caminho deles. O fato de eu ser religioso permite abrir meus olhos ainda mais, não posso ser influenciado por esse aspecto.” Yehezkeli também acrescenta que parte de sua aproximação com o mundo religioso pode ter sido devido à sua preocupação com sua cobertura: “Eles abriram uma porta para eu entrar num lado mais real.”

“Mas o Islã precisa de uma profunda compreensão de si mesmo”, diz Yehezkeli, e espera que haja uma reforma no Islã, como está acontecendo na Arábia Saudita.

Em uma conversa com Arutz Sheva, Yehezkeli explica que o mundo já entende o terror do Estado Islâmico (ISIS) e resiste a isso, mas agora enfrenta uma nova e tranquila jihad, que de acordo com o Islã é a última Jihad, a Jihad Apocalíptica, onde o Islã assume o controle do Ocidente não pela guerra, mas penetrando silenciosamente nas sociedades Ocidentais.

Yehezkeli observa que uma decisão da década de 1990 feita por um jurista Muçulmano sênior afirma que: “A ocupação do Ocidente será feita sem guerra, de forma silenciosa, com infiltração e subversão.”

A série de cinco episódios ‘Jihad Apocalíptica, Jihad silenciosa’ examina a Turquia, a Alemanha, a França e os Estados Unidos.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

LÍDER DO HAMAS SE ENFURECE COM DESIGNAÇÃO: “TERRORISTA GLOBAL”

Fonte/Source: Hamas enraged by designation of its top dog as “global terrorist”: “dangerous violation of international law”

Hamas Se Enfurece Com A Designação De Seu Principal Líder Como “Terrorista Global”: “Violação Perigosa Do Direito Internacional”

 POR ROBERT SPENCER

 1 de Fevereiro de 2018

Essa não é uma “violação perigosa do direito internacional”. Você quer uma “violação perigosa do direito internacional”? Eu lhe darei uma “violação perigosa do direito internacional”. Que tal explodir civis em ônibus e pizzarias? Isso é uma “violação perigosa do direito internacional”? Que tal assassinar uma família que está desfrutando um jantar Shabbat silencioso em casa enquanto um dorme na cama durante a noite? Isso soa como uma “violação perigosa do direito internacional” para você, Barhoum? Não? Que tal distribuir doces para celebrar todos esses assassinatos e celebrar os assassinos como heróis, nomeando escolas em homenagem a eles e construindo monumentos para eles? Isso poderia ser uma “violação perigosa do direito internacional”? Que tal apresentar na estação de TV oficial programas infantis encorajando crianças a cometerem assassinatos em massa? Existem “violações perigosas do direito internacional” nesses programas? Bem, continue procurando, Fawzi. Tenho certeza de que você encontrará uma, eventualmente.

Hamas protesta fortemente depois que os EUA designou seu líder como “terrorista global”, por Patrick Goodenough, CNS News, 1 de Fevereiro de 2018:

(CNSNews.com) — A administração do Trump designou o líder do Hamas, Ismail Haniyeh, como um “terrorista global especialmente designado” (SDGT), visando o chefe de um grupo Palestino violento que tentou limpar sua imagem.

O Hamas classificou a manobra de “uma violação perigosa do direito internacional” e disse que não impediria o grupo de “liberar sua terra e lugares sagrados.”

A especialmente designada “designação de terrorista global” ocorre sob a ordem executiva 13224, uma ferramenta pós-11 de Setembro projetada para interromper o financiamento aos terroristas. Americanos estão proibidos de se envolverem em transações com SDGTs, e os bens que possam ter nos EUA estão congelados.

A designação de Haniyeh foi anunciada na Quarta-feira por Nathan Sales, coordenador do Departamento de Estado para o contraterrorismo, enquanto dirigia uma conferência do Instituto de Estudos de Segurança Nacional em Tel Aviv.

“Haniyeh é o presidente do escritório político do Hamas”, disse ele. “Ele também está intimamente ligado às operações terroristas do grupo, incluindo ataques a cidadãos Israelenses. Haniyeh é membro do Hamas desde a década de 1980 e cresceu nas fileiras em grande parte defendendo continuamente o terrorismo contra Israel.”

Sales observou que tão recentemente como no mês passado, Haniyeh pediu uma nova revolta (intifada) contra Israel. Haniyeh emitiu o apelo depois que o Presidente Trump reconheceu Jerusalém como a capital de Israel.

“Seus apelos para uma Intifada, renovados no último mês, mostram o quão importante é a designação de hoje”, disse Sales.

“Não nos distrairemos com os esforços do Hamas para obscurecer sua verdadeira e sangrenta natureza.”

Respondendo à designação de Quarta-feira de Haniyeh, o porta-voz do Hamas, Fawzi Barhoum, disse que o movimento foi mais uma prova do “viés Americano” com relação a Israel, fornecendo “cobertura” para os crimes Israelenses e encorajando ataques aos “símbolos” do povo Palestino.

Barhoum também classificou a decisão como uma “violação perigosa do direito internacional” sobre a qual ele disse, que os Palestinos têm “o direito de se defender e resistir à ocupação e escolher sua liderança.”

Disse que o Hamas acredita que o momento da manobra dos EUA mostra que está tentando combater a liderança do Hamas, enquanto trabalhamos para “abortar” o novo “negócio do século”, o plano de paz do Oriente Médio, que Trump ainda está para revelar.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

GOOGLE É PARCEIRO DE GRUPO MUÇULMANO ANTISSEMITA E PRÓ-HAMAS

Fonte/source: Google partners with anti-Semitic, pro-Hamas Muslim group


Nota: Traduzi apenas uma parte porque o texto é muito longo. O restante será publicado em um outro artigo.


GOOGLE É PARCEIRO DE GRUPO MUÇULMANO ANTISSEMITA E PRÓ-HAMAS

POR ROBERT SPENCER

31 de Janeiro de 2018

Enquanto persegue e censura aqueles que divergem da extrema-esquerda.

Google, YouTube e o resto não são de forma alguma plataformas neutras. Essa hegemonia deve ser encerrada, ou a liberdade de expressão será uma carta morta.

“GOOGLE SE ASSOCIA COM ISLAMITAS ANTISSEMITAS”, por Steven Emerson, IPT News, 30 de Janeiro de 2018:

Por que o Google e o YouTube patrocinam um simpósio de um dia contendo uma lista de palestrantes incluindo antissemitas Islâmicos conhecidos, bem como militantes Islâmicos conhecidos, que há muito tempo são inimigos de Israel e partidários do Hamas? E por que o Google e o YouTube fornecem um fórum aos Islamitas que aprovam a “morte por apedrejamento” imposta pela Sharia?

A conferência online desta Quarta-feira, pelo Britânico Imams Online apresenta uma galeria de bandidos Islâmicos e virulentamente antissemitas e anti-Israel — e tudo está sendo feito “em parceria oficial com o Google e o YouTube.

Um dos três principais objetivos da conferência é “enfrentar a Islamofobia crescente e a ameaça da extrema direita.”

“Os valentões politicamente corretos chamam de Islamofóbicos pessoas como você e eu, quando acusamos o Islã radical daquilo que ele é”, diz o reformista Muçulmana Raheel Raza. “… eles realmente me chamam, uma mulher Muçulmana praticante, de Islamofóbica. Por quê? Porque eu falo contra o Islamismo radical.”

Mas a divulgação da falsa reivindicação do aumento de Islamofobia pode ser vista como uma ameaça à segurança nacional. Isso porque esse conceito baseia-se na falsa noção de que existe uma conspiração Ocidental contra o Islã — e essa é a principal reivindicação e motivação que induz os ataques terroristas jihadistas em alvos Ocidentais.

“Islâmicos esperam se isolar da acusação de que apoiam a violência jihadista quando disparam acusações de “Islamofobia”, “O presidente do Fórum do Oriente Médio, Daniel Pipes, ele mesmo criticado como “Islamofóbico”, disse ao Projeto de Investigação sobre o Terrorismo (IPT).  “Infelizmente, muitos indivíduos de boa vontade, mas não tão brilhantes, são ludibriados e caem nessa armadilha, mas no processo, essa manobra se torna uma ameaça à segurança nacional, confirmando a paranóia jihadista de que o mundo quer destruir o Islã.”

“Para o Google e o YouTube fornecerem um fórum mundial a um grupo que inclui antissemitas e fanáticos conhecidos é irresponsável e para além dos limites”, disse o Rabino Marvin Hier, fundador e decano do Centro Simon Wiesenthal. “Em vez de promoverem a tolerância e a dignidade humana, isso lhes proporciona uma enorme plataforma para promover seu antissemitismo e ódio! Pedimos ao Google e ao YouTube para cancelarem imediatamente o evento!”


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Cristãos Do Egito Sofrem De “Extrema Perseguição”

Fonte/Source: Egypt’s Christians Suffer from “Very High Persecution” – Raymond Ibrahim


Cristãos Do Egito Sofrem De “Extrema Perseguição”

Por Raymond Ibrahim

29 de Janeiro de 2018

Solidariedade Copta

Por mais um ano consecutivo, o Egito provou ser um lugar inóspito para os Cristãos, ou seja, especificamente a maioria dos habitantes nativos, os Coptas. Segundo a Open Doors, uma organização de direitos humanos que acompanha de perto o tratamento dos Cristãos em todo o mundo, o Egito é a 17ª pior nação (em quase 200) para ser um Cristão; lá, os Cristãos experimentam um nível “muito alto” de “perseguição”. [1]

A “opressão Islâmica” é a principal força motriz dessa perseguição. Como mostra o relatório:

A opressão Islâmica (Muito Forte): no Egito, a opressão Islâmica opera de maneiras diferentes. A cultura Islâmica sustenta uma visão da sociedade Egípcia, na qual os Cristãos são considerados cidadãos de segunda classe. Esta visão causa a discriminação dos Cristãos no domínio político e seu tratamento com o estado. Também cria um ambiente no qual o estado reluta em respeitar e fazer valer os direitos fundamentais dos Cristãos. Na esfera familiar, os convertidos ao Cristianismo enfrentam grande pressão para renunciar à sua fé. Os Cristãos também enfrentam a pressão da opressão Islâmica em suas vidas diárias, em seu bairro local ou no trabalho. Também houve vários ataques violentos perpetrados por grupos militantes Islâmicos visando os Cristãos. Embora a atividade desses grupos militantes estivesse em grande parte concentrada no Sinai, durante o período do relatório da WWL 2018, o número de ataques perpetrados por esses grupos em várias partes do país aumentou.

Quem, principalmente, está por trás dessa “opressão Islâmica” sobre os Coptas? De acordo com o relatório, que analisou uma variedade de classes sociais, classificando cada uma como:

De Maneira Nenhuma” responsável; responsável em um nível “Muito Forte“; e dois grupos como “Fortemente” responsáveis: [Ênfase adicionada]

(1) “funcionários em qualquer nível, local ou nacional”

(2) a “própria (estendida) família” (uma referência à perseguição de apóstatas; sobre isto veremos a seguir).

Três segmentos da sociedade são “Muito Fortemente”, responsáveis ​​pela perseguição dos Coptas:

(1) “líderes religiosos não-Cristãos” — significando Muçulmanos como clérigos, sheiks, ímans e o resto — “em qualquer nível, local ou nacional”;

(2) “grupos religiosos violentos”, que, naturalmente, significam grupos Islâmicos violentos, sendo o Estado Islâmico (ISIS) o mais notório;

(3) “cidadãos normais (pessoas do público em geral), incluindo gangues e multidões.”

Em outras palavras, os Muçulmanos de todos os níveis da sociedade Egípcia — desde clérigos Muçulmanos altamente educados até os membros das organizações Islâmicas e as massas voláteis, “cujos pontos de vista são moldados pelos ímans intolerantes e radicais” — são “Muito Fortemente” responsáveis e “dirigentes significativos de perseguição”. [Ênfase adicionada]

“Os funcionários do governo também atuam como dirigentes de perseguição por causa do seu fracasso em reivindicar os direitos dos Cristãos e também através de seus atos discriminatórios que violam os direitos fundamentais dos Cristãos.” Enquanto as autoridades são às vezes perseguidores — como quando os soldados Muçulmanos levaram à morte os soldados Cristãos devido à sua fé, mais recentemente em Julho de 2017 —funcionam mais frequentemente como facilitadores, permitindo que uma cultura de impunidade prospere.

Multidões Muçulmanas tumultuam muitas vezes provocadas pelo simples rumor de que um Copta está envolvido com uma mulher Muçulmana ou que os Coptas estão tentando construir ou renovar uma igreja — ou simplesmente rezando em suas próprias casas; residências Cristãs e igrejas são frequentemente incendiadas, e os Cristãos muitas vezes são feridos, e às vezes assassinados. As autoridades locais quase sempre respondem sem prisões; e quando a ocasião da revolta gira em torno de uma igreja, as autoridades citam o incidente como uma razão “legítima” para não abrir ou renovar a referida igreja. O relatório oferece o seguinte episódio — um dos muitos exemplos ao longo dos anos, a seguir:

Mais de 1.600 Cristãos Coptas vivem na aldeia de Kom El-Loufy em Minya. Durante 5 anos não conseguiram reabrir sua igreja ou construir uma nova devido à hostilidade feroz dos Muçulmanos locais e devido à recusa das autoridades em conceder a licença necessária para a construção de uma igreja na aldeia. Várias casas pertencentes aos Cristãos também foram queimadas devido a suspeitas de que poderiam servir como locais de culto para os Cristãos.

Enquanto os Cristãos de qualquer gênero, idade ou status são susceptíveis de perseguição no Egito, como em outros países de maioria Muçulmana, dois grupos são especialmente vulneráveis. Em primeiro lugar, como mais fracos, mais fáceis e mais atraentes, as mulheres Coptas “são frequentemente submetidas ao assédio, casamento forçado ou casamento por sequestro e agressão sexual… Essa perseguição causa grande trauma fisiológico e dor nas famílias e comunidades Cristãs.”

Em segundo lugar, porque a apostasia é uma ofensa capital no Islã, Muçulmanos conversos ao Cristianismo indiscutivelmente “carregam o peso da perseguição, na maioria das vezes pelos membros da própria família. Os últimos punem os convertidos por abandonarem a fé Islâmica, muitas vezes por meio de espancamentos ou são expulsos de casa.”

Com relação aos locais onde a perseguição acontece no Egito, a resposta é: em qualquer lugar — mesmo em cidades mais cosmopolitas, como Alexandria e Cairo, a capital. Mesmo assim, “a hostilidade e o preconceito social contra os Cristãos são mais pronunciados nas regiões mais pobres e rurais do país”, que também é onde a maioria dos Coptas estão concentrados, como a al-Minya, que vê regularmente a opressão no dia-a-dia.

E sobre o Presidente Sisi? Como ele reage a tudo isso? Por um lado, ao contrário de seus predecessores — Hosni Mubarak e Muhammad Morsi — Sisi muitas vezes fala positivamente e faz alguns gestos para os Coptas, inclusive visitando a igreja antes dos serviços na véspera de Natal; e, ao contrário de seus predecessores, ofereceu algumas palavras muito francas e críticas sobre a radicalização da juventude Muçulmana do Egito e convocou Al Azhar, “o mais antigo e prestigiado centro de estudos Islâmicos avançados entre Muçulmanos Sunitas”, localizado no Cairo, “para combater o radicalismo e introduzir reformas no ensino Islâmico.”

Por outro lado, observo por ele, “Ataques de militantes visando Cristãos” e que “foram deliberadamente encenados para aterrorizar a comunidade Cristã e perturbar as atividades das igrejas”, têm “aumentado tanto em termos de frequência como de mortalidade.” Alguns dos mais espetaculares incluem um atentado suicida contra a igreja de São Pedro no Cairo que deixou cerca de 30 mortos e muitas dezenas de feridos (em 12 de Dezembro de 2016); o atentado suicida simultâneo de duas igrejas Coptas que deixaram 45 mortos e 100 feridos (em 9 de Abril de 2017, Domingo de Ramos); e a matança de 35 Coptas, quando os ônibus do mosteiro foram emboscados por homens Islâmicos armados, quando os Cristãos recusaram a conversão ao Islã (25 de maio de 2017).

As coisas não parecem estar melhorando. De acordo com o relatório:

Apesar do estado de emergência declarado pelo governo para enfrentar os ataques violentos que atingiram os Cristãos, a sensação de vulnerabilidade e insegurança que se tornou difusa entre os Cristãos no Egito, provavelmente irá persistir por muito tempo. Se tais ataques de militantes Islâmicos radicais continuarem, a pressão sobre os Cristãos no Egito aumentará e a capacidade da Igreja Egípcia para lidar com esse fardo será testada até o limite… As formas não-violentas de perseguição que prevalecem em várias esferas da vida provavelmente continuarão sem muita mudança.

Ainda assim, o argumento pode ser e tem sido feito de que os ataques terroristas contra Coptas aumentou sob o governo de Sisi realmente sugere que o Presidente Egípcio está fazendo um trabalho efetivo. Nesta visão, há muito mais ataques terroristas sob Sisi do que sob o Morsi da Irmandade Muçulmana precisamente porque, ao contrário do último, Sisi não é um aliado, mas um oponente dos Islâmicos — e, portanto, estão fazendo o máximo para envergonhar e fazê-lo parecer fraco e ineficaz diante do mundo.

De qualquer jeito, o fato permanece: ao optar por se tornar presidente, Sisi assumiu voluntariamente a responsabilidade de garantir a igualdade de tratamento para todos os cidadãos — incluindo Cristãos, — portanto, o ônus da reforma deve, necessariamente, cair sobre ele. Isso significa reconhecer e corrigir o fato de que aqueles que perseguem os Coptas não estão “fora” do tecido social do Egito — como muitas vezes Sisi reivindica, — mas, como visto, são locais e permeiam praticamente todos os aspectos da sociedade Islâmica no Egito.

[1] Ver World Watch List 2018 Compilation Volume 3.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Afeganistão: Jihadistas Islâmicos matam 63 e Ferem 151

Fonte/Source: Afghanistan: Islamic jihadis murder 63, wound 151 with bomb hidden in ambulance


Por Tiao Cazeiro

O ‘povo das necessidades especiais’ já declarou publicamente a meta de obter 20 milhões de novos fiéis Muçulmanos em 20 anos, para se tornar a terceira maior religião do Brasil.

Na introdução do artigo a seguir, Robert Spencer faz uma pergunta interessante e muito pertinente com relação ao Brasil: Quer saber como o Brasil será daqui a 20 anos? Assim.


Afeganistão: Jihadistas Islâmicos matam 63 e Ferem 151 Com Bomba Escondida Em Ambulância

POR ROBERT SPENCER

27 de Janeiro de 2018


Quer saber como a Europa será daqui a 20 anos? Assim.

Grande explosão deixa pelo menos 63 mortos e 151 feridos depois que uma bomba escondida em uma ambulância explodiu em Cabul“, de Toby Meyjes, Mirror, 27 de janeiro de 2018:

Uma poderosa explosão deixou pelo menos 63 mortos e 151 feridos depois que uma ambulância repleta de explosivos foi detonada perto de uma delegacia de polícia.

A explosão aconteceu pouco antes das 13 horas em Cabul, Afeganistão, numa área densamente povoada e que continha muitos edifícios administrativos, incluindo uma sede da polícia.

O Ministério da Saúde Pública confirmou que pelo menos 63 pessoas foram mortas e 151 feridas após o ataque terrorista.

O Taliban assumiu a responsabilidade pela explosão,  de acordo com a 1 TV. [sic]

De acordo com relatos, o motorista de uma ambulância passou por um posto de controle depois que dizer à polícia que estava carregando um paciente.

Mas a polícia suspeitou quando o veículo chegou ao segundo posto de controle, onde a bomba explodiu.

O Talibã reivindicou a responsabilidade pela explosão uma semana depois de reivindicar um ataque ao Hotel Intercontinental em Cabul, onde mais de 20 pessoas foram assassinadas.

“É um massacre”, disse Dejan Panic, coordenador no Afeganistão para o grupo de ajuda Italiano Emergency, que administra um hospital de traumatologia localizado nas proximidades.

Em uma mensagem no Twitter, o grupo disse que só para esse hospital foram levados mais de 50 feridos.

Mirwais Yasini, membro do parlamento que estava perto quando a explosão aconteceu, disse que uma ambulância aproximou-se do posto de controle, perto de um escritório do High Peace Council e várias embaixadas estrangeiras, e em seguida explodiu….


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: Perseguição Muçulmana aos Cristãos

Fonte/Source: “We Are Going to Burn You Alive!” Muslim Persecution of Christians, June 2017 – Raymond Ibrahim


Em Março de 2017 publiquei o artigo “450 ATAQUES COM ÁCIDO CONTRA MULHERES DESDE 2011 — EM LONDRES“. Cito ele porque a seguir você verá que esse padrão — o de jogar ácido no rosto das pessoas — acontece há muito tempo no Egito e agora vem sendo abertamente utilizado nas “no go zones” Muçulmanas em Londres.

O artigo a seguir, dá continuidade ao ““NÓS VAMOS QUEIMAR VOCÊ VIVO!” – PERSEGUIÇÃO MUÇULMANA DE CRISTÃOS”. Na época, optei por não publicá-lo para não ficar muito longo.

Caso ainda não tenha lido os artigos acima, não perca a oportunidade.


Perseguição Muçulmana aos Cristãos: Excertos do Relatório de Junho de 2017

Por Raymond Ibrahim

17 de Janeiro de 2018

Relatório da Perseguição Muçulmana aos Cristãos, Junho de 2017 

Paquistão: um novo caso de blasfêmia foi registrado contra outro Cristão. Depois que Mohammad Irfan se recusou a pagar a conta do reparo a Ishfaq Masih, um Cristão que consertou sua bicicleta, o Muçulmano denunciou o Cristão de blasfemar contra o profeta Islâmico Muhammad, levando à prisão do Cristão. De acordo com o primo de Masih, “durante o argumento, Irfan disse que obedece apenas a um mestre, Profeta Muhammad, ao qual Ishfaq disse que era Cristão e que sua fé se encerra em Cristo. Ao ouvir isso, Irfan protestou que Ishfaq havia blasfemado contra Muhammad. Logo uma multidão se reuniu no local e alguém chamou a polícia, que levou Ishfaq à prisão preventiva. “Mohammad Irfan também reuniu vários outros muçulmanos — incluindo Mohammad Irfan, Mohammad Nawaz, Mohammad Naveed e Mohammad Tahir — os quais afirmaram terem “ouvido Ishfaq Masih dizer palavras depreciativas contra o profeta Muçulmano”. Segundo o advogado do Cristão, apenas uma das quatro “testemunhas” estava realmente presente durante o altercação. Em vez disso, “Irfan havia reunido outros homens, incluindo o queixoso Mohammad Ishfaq, e inventaram a acusação contra Ishfaq Masih que acabou o levando à prisão…  O Boletim de Ocorrência é muito fraco, pois não contém nenhuma palavra blasfema específica que o meu cliente possa alegadamente ter dito… Também mostra que a polícia nem sequer se preocupou em investigar a acusação antes de registrar um caso contra o pobre homem. Esta é a prática rotineira da polícia em casos de blasfêmia, e é uma pena que nada seja feito para impedir esse procedimento.”

Separadamente, depois que um casal Cristão foi assassinado por pregar Cristo entre os Muçulmanos, um Cristão Sul-Coreano foi preso por supostamente também se envolver em “atividades ilegais de pregação.” As autoridades revogaram seu visto e ordenaram que ele deixasse a nação Muçulmana.

 Desprezo e Abuso de Cristãos por Muçulmanos

Paquistão: um trabalhador sanitário Cristão morreu depois que os piedosos médicos Muçulmanos que jejuavam em pleno Ramadã, recusaram-se a tocar o corpo do infiel “imundo”. Irfan Masih, de trinta anos, havia caído inconsciente junto com outros três funcionários sanitários enquanto limpava um bueiro no dia 1 de Junho. Foi levado para um hospital do governo onde os médicos recusaram-se a tratá-lo; morreu horas depois. “Os médicos recusaram-se a tratá-lo porque estavam jejuando e disseram que meu filho era napaak [imundo]”, disse a mãe do falecido. Algumas semanas depois, um tribunal, respondendo às queixas dos funcionários do hospital que acusaram a família e os amigos de Irfan de aterrorizarem o hospital, ordenou à polícia que registrasse uma queixa contra eles. “O hospital montou uma falsa acusação contra nós para se salvar”, explicou um primo do falecido, que também trabalha no saneamento. “Os médicos foram responsáveis ​​pela morte de Irfan, porque ele estaria vivo hoje se não tivessem recusado a tratá-lo imediatamente. Nossa revolta contra os médicos foi natural, mas não danificamos nem roubamos nada do hospital. É uma mentira, e até mesmo a polícia sabe disso. “Um alto funcionário da polícia admitiu que “nós acreditamos que o hospital está fazendo acusações frívolas contra essas pessoas… o hospital está ostensivamente tentando pressionar a família para retirar o caso.”

Egito: Suzan Ashraf Rawy, uma mulher Cristã de 22 anos, foi dada como sequestrada na manhã do dia 5 de Junho ao caminhar até a igreja Ortodoxa Copta em que trabalhava. “Como ela não voltou para casa naquela noite, sua mãe ligou para a igreja”, explicou um líder do setor Cristão. “Foi quando descobriu que Suzan não tinha ido à igreja pela manhã. Supomos que tenha sido sequestrada.” Ela é a terceira mulher Cristã na área de Al Khosous, uma cidade predominantemente Cristã nos arredores do Cairo, desaparecida desde 30 de Maio, quando um Copta acidentalmente disparou e matou um espectador Muçulmano durante uma discussão com outra pessoa. “Desde então, Muçulmanos começaram a atacar a comunidade Cristã da área, especialmente as mulheres”, afirmou o líder Cristão. De acordo com o relatório, “Duas outras jovens Cristãs Coptas desapareceram sem deixar vestígios após o incidente de 30 de Maio. As famílias das mulheres suspeitas de serem sequestradas não receberam comunicação dos supostos sequestradores, disseram as fontes. A área dos Muçulmanos há muito vem desfigurando as mulheres Cristãs por não usarem véus, jogando ácido nelas, mas houve um aumento desses ataques nas últimas semanas, disseram fontes…. O medo tomou conta dos Cristãos Coptas da região, deixaram as mulheres com medo de saírem de suas casas. Uma das reuniões de mulheres na igreja, da qual Rawy participou, foi suspensa até um novo aviso por medo da segurança dos participantes.”

Bangladesh: três homens Muçulmanos estupraram uma menina Católica de 20 anos na aldeia de Madarpur em 18 de Junho. A intensidade dos gritos chamou a atenção dos moradores da aldeia que vieram em seu socorro, fazendo com que os estupradores fugissem. Depois que seus pais apresentaram queixa-crime, começaram a receber mensagens ameaçadoras para retirá-la ou então. “No ano passado, sua família esteve envolvida numa disputa de terra”, diz o relatório. “A violência — um ataque premeditado — também foi testemunhada pela polícia, lançada pelos Muçulmanos que queriam expropriar a terra. A jovem, juntamente com seus pais, foi forçada a deixar a casa para morar numa favela.”

Paquistão: o lar de um jornalista que cobria extensivamente a situação das minorias religiosas na nação muçulmana foi vandalizado. Quando Rana Tanveer, repórter-chefe do The Express Tribune, foi à polícia, eles não registraram uma queixa formal. Alguns dias depois, um veículo não identificado passou intencionalmente por Tanveer, enquanto dirigia a sua motocicleta em Lahore na sexta-feira, 9 de junho. Segundo o relatório: “Tanveer foi submetido a uma cirurgia para tratar uma fratura no osso pélvico no Sábado. Sua recuperação pode levar meses e elo expressou medo por sua segurança, bem como por sua família… Tanveer diz que seu trabalho para expor tratamentos pobre dado às minorias religiosas do país, como os Ahmadis e os Cristãos, o tornou um alvo de extremistas.”


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

A EUROPA ESTÁ SE MATANDO 

 A EUROPA ESTÁ SE MATANDO 

Por PAT CONDELL

15 de Janeiro de 2018


Este vídeo está censurado e indisponível na Alemanha.
Você pode encontrar todos os vídeos do Pat Condell sem censura no BitChute e noYouTube.

Pat Condell Website: GODLESS COMEDY

Quando se trata de Pat Condell a melhor coisa a fazer é ficar calado e ouvir o que ele tem a dizer.

Absolutamente genial.

Nota: Não consegui localizar o nome do tradutor deste vídeo para dar o devido crédito.