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PARIS: Zona de Recrutamento Para o Estado Islâmico (ISIS) 

Fonte/Source: Paris suburb becomes jihadi breeding ground and recruitment zone for the Islamic State


Por Tiao Cazeiro

Em Julho de 2015, Robert Spencer publicou o artigo “ESTADO ISLÂMICO (ISIS) PROMETE “ENCHER AS RUAS DE PARIS COM CADÁVERES” dizendo o seguinte:

“Eles amam a morte “como você ama a vida.” Eles são os inimigos da vida, da criação e da criatividade, do amor, da arte e da civilização. Tudo o que eles adoram é a morte, a dor e destruição. Eles são a quintessência da força do mal.”

Os violentíssimos ataques que sucederam em seguida na França  deixaram claro que o ISIS cumpre o que promete.

Agora, vemos em Trappes, uma comuna Francesa na região administrativa da Île-de-France, no departamento de Yvelines, a existência de “no-go zones” Islâmicas, utilizadas pelo ISIS para recrutamento e criação de ações jihadistas.

Claro, nada a ver com o “povo das necessidades especiais,” só um Islamofóbico, racista, fanático de extrema-direita poderia imaginar esse tipo de coisa.

Alcorão 8.12  
"E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: 
Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!"
Subúrbio De Paris Virou Terreno De Criação De Jihad E Zona De Recrutamento Para O Estado Islâmico 

POR CHRISTINE DOUGLASS-WILLIAMS

16 de Fevereiro de 2018

“Marcada como “no-go zone” pelas autoridades”, Trappes, um subúrbio de Paris, foi além e se tornou “um terreno de recrutamento para o Estado Islâmico (ISIS)…  terreno fértil para os jihadistas… imensamente imune às leis Francesas… onde a linha dura do Salafismo e do Wahhabismo são amplamente praticados.”

A integração é um empreendimento inútil para os supremacistas Islâmicos que vêem a França (e outras nações Ocidentais) como uma Casa da Guerra para ser subvertida em Casa do Islã. Isso tornou-se mais evidente quando o líder Francês, Emmanuel Macron, afirmou que “tentaria definir as relações entre o Islã e o Estado.” Suas palavras foram confrontadas com espantoso desrespeito e repreensão por parte do líder representante dos Muçulmanos na França, Ahmet Ogras, presidente do Conselho Francês da Fé Muçulmana. Com plena insolência supremacista Islâmica, ordenou ao líder Francês para “não se intrometer na organização do Islã.”

O Islamismo certamente “interferiu na organização da França”, aterrorizando sua população com ataques jihadistas e ameaças por mais.

Como um homem que rendeu continuamente aos Muçulmanos, Macron aceitou a repreensão humilhante de Ogras; declarou em Outubro de 2016 que “nenhuma religião é hoje um problema na França”. A fraqueza e o apaziguamento diante dos supremacistas Islâmicos apenas os encoraja, como Macron está descobrindo.

Agora, a situação no subúrbio de Trappes é sombria. As condições irão se deteriorar ainda mais e a ameaça jihadista se espalhará, a menos que as autoridades reprimam rapidamente, apesar das ameaças jihadistas e das repreensões da supremacia Islâmica.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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Confirmado: Os EUA são o Principal Facilitador da Perseguição aos Cristãos

Fonte/Source: Confirmed: U.S. Chief Facilitator of Christian Persecution – Raymond Ibrahim


Este artigo foi traduzido por Dionei Vieira. É uma ótima tradução, fiz alguns ajustes e editei.

O artigo foi escrito em 7 de Agosto de 2014. Estou publicando porque muitos desconhecem o estrago que o governo Obama fez durante o período que esteve no poder. O artigo irá também surpreender aqueles que não estão informados sobre o alcance destrutivo do Islamismo quando maioria.


Confirmado: Os EUA São O Principal Facilitador Da Perseguição Aos Cristãos

Por Raymond Ibrahim

7 de Agosto de 2014

National Review Online

Senador John McCain encontra-se com “rebeldes Sírios”, muitos dos quais não são Sírios, e um dos quais é um sequestrador conhecido (L – Muhammad Nour)

Indicadores proeminentes confirmam que os EUA são o principal facilitador da perseguição aos Cristãos em todo o mundo hoje.

De acordo com a recém-lançada 2014 World Watch List, que classifica os 50 países onde os Cristãos são mais perseguidos, a Síria é o terceiro pior país do mundo para ser um Cristão, o Iraque é o quarto, o Afeganistão é o quinto e a Líbia é o décimo-terceiro. Todos os quatro países recebem a designação mais forte, de “extrema perseguição” (outras designações são perseguição de nível: ‘grave’, ‘moderado’ e ‘escasso’).

Além de estarem tão juntas e serem duramente classificadas, essas quatro nações têm outra coisa em comum: um grande envolvimento dos EUA. Três delas (Iraque, Afeganistão e Líbia) foram “libertadas” graças às forças armadas Americanas, enquanto que na quarta, a Síria, os EUA estão patrocinando ativamente os “guerreiros da liberdade” contra o governo Sírio, muitos dos quais merecem o rótulo de “terroristas”.

Só a situação da Síria é suficiente para incriminar a política externa Americana. De acordo com a agência de notícias Reuters:

A organização Portas Abertas, um grupo não-denominacional que apoia os Cristãos perseguidos em todo o mundo, disse nesta Quarta-feira que documentou 2.123 assassinatos de Cristãos que foram vítimas de martírio, em comparação com 1.201 que ocorreram em 2012. Só na Síria, foram 1.213 desses assassinatos no ano passado. “Essa é uma contagem mínima, com base no que foi divulgado na mídia e nós podemos confirmar”, disse Frans Veerman, chefe de pesquisa de Portas Abertas. Estimativas de outras organizações Cristãs colocam a estatística anual em patamares maiores que chegam a 8.000.

Enquanto a maioria dos Americanos estão protegidos contra a verdadeira natureza da guerra devido à relutância da mídia Americana em noticiar sobre isso, mídia, sites e ativistas de língua Árabe diariamente noticiam e documentam atrocidade após atrocidade, decapitações e ataques de bomba a igrejas, Cristãos sendo massacrados por se recusarem a se converter ao Islamismo e incontáveis sequestros com o propósito de resgate ou estupros, tudo isso pelas mãos daqueles que os EUA apoiam.

É suficiente destacar que “o maior massacre de Cristãos na Síria,” para citar um importante líder religioso, ficou totalmente sem cobertura jornalística de todas as grandes redes de notícias dos EUA.

De qualquer forma, as estatísticas falam por si: a Síria costumava ser tolerante com as religiões, mas depois que os Estados Unidos começaram seus esforços de levar “democracia” a esse país, a Síria é hoje é terceiro pior país do mundo em termos de “extrema perseguição” aos Cristãos.

A agência de notícias Blaze informa que o Dr. David Curry, presidente de Portas Abertas,

acusou o governo Obama por ter, essencialmente, se recusado a fazer da proteção das minorias religiosas uma prioridade… “Há muitos casos em que o vácuo de liderança e representatividade criaram um problema real,” disse o líder dos direitos humanos. “Eu diria que todos os dados significativos apontados neste ano da Lista de Vigilância de 2014 são piores — e eu acho que um fator que contribuiu é a falta de liderança dos governos Ocidentais, incluindo… os EUA em termos de liberdade religiosa.”

Mas é pior que isso. Longe de tomar qualquer ação ou mostrar liderança, ou simplesmente parar de apoiar os terroristas responsáveis — o governo Obama recentemente tentou entrar em guerra com a Síria em favor dos “guerreiros da liberdade” e, pasmem, em nome dos “direitos humanos”. (Ao que tudo indica, o boato infundado de que Assad massacrou pessoas é o suficiente para os EUA irem à guerra, mas os massacres bem documentados de Cristãos e outros civis que estão ocorrendo nas mãos da oposição não é suficiente para que os EUA parem de apoiá-los.)

O que é pior, mesmo os mais desinformados Americanos que assistem ao noticiário da mídia em geral, hoje em dia sabem que a chamada “Primavera Árabe” que foi usada para justificar o apoio dos EUA aos “rebeldes” de todas as espécies — no Egito, a Irmandade Muçulmana (que meses atrás destruiu cerca de 80 igrejas); na Líbia, a al-Qaeda, que se transformou em uma zona de terror em Benghazi; e agora os “guerreiros da liberdade” na Síria — não é exatamente aquilo que estava sendo elogiado.

Em outras palavras, neste momento, sempre que os EUA intervêm em uma nação Islâmica, os Islâmitas chegam ao poder. Isso está muito bem comprovado nas outras três nações em que os EUA trouxeram a “democracia” e onde as minorias Cristãs sofrem “perseguição extrema”:

Certamente um tema comum emerge aqui: Onde os EUA trabalham para derrubar os autocratas seculares, a qualidade de vida dos Cristãos entre outras minorias leva um grande tombo. Sob Saddam, Kadafi e Assad, os Cristãos e suas igrejas eram amplamente protegidos.

Além disso, enquanto George W. Bush foi o responsável pelo Afeganistão e o Iraque, pode-se argumentar que, naquela época (2001 e 2003), esse padrão de radicalização Islâmica que irrompe uma vez que os autocratas caem, era bem menos conhecido do que é hoje. Não havia muitos precedentes.

Por outro lado, o governo de Obama teve o Afeganistão e o Iraque para aprender — e ainda assim ele apoia os Islamistas e jihadistas. Mas agora, o que acontece quando assumem o poder — perseguição religiosa, terror e opressão — já não é um segredo.

A propósito, aqueles que pouco se importam com o destino dos Cristãos ou de outras minorias no mundo Islâmico fariam bem em lembrar de uma simples obviedade: Sempre que elementos anticristãos chegam ao poder, as forças antiamericanas chegam ao poder. Os dois são sinônimos.

Dito de outro modo, a perseguição Muçulmana aos Cristãos é o teste decisivo de quão radical uma sociedade Islâmica pode se tornar. Em todos esses países Muçulmanos que os EUA interferiram — Afeganistão, Iraque, Líbia, Egito (até que os Egípcios se rebelaram, para castigo dos EUA), e agora a Síria — o aumento da intolerância religiosa é um reflexo do fortalecimento das forças hostis à civilização Ocidental.

Muitas vezes me perguntam, “Como podemos ajudar os Cristãos perseguidos?” Neste ponto, deve-se responder:

“Que tal começar fazendo com que o governo dos EUA deixe de ser o principal facilitador da perseguição Cristã?” Deixando o altruísmo de lado, seria do interesse de todos os que prezam a liberdade, religiosos ou não — e, especialmente, seus descendentes.


 

Antigo Mosteiro Egípcio Fechado 

Fonte/Source: Ancient Egyptian Monastery Closed and Christmas Canceled – Raymond Ibrahim


Este artigo é mais uma contribuição ao movimento de Solidariedade Coptae também para deixar registrado mais um excelente artigo do meu amigo Raymond Ibrahim.


Antigo Mosteiro Egípcio Fechado 

Por Raymond Ibrahim

6 de Janeiro de 2018

Solidariedade Copta

As autoridades locais decidiram fechar o Mosteiro de Santa Catarina na Península do Sinai, um Património Mundial da UNESCO, entre 5 de Janeiro e 6 de Janeiro quando os serviços de Natal da igreja são realizados de acordo com o calendário Ortodoxo. [I] A diretoria geral da polícia turística ordenou que todas as empresas de turismo interrompessem o envio de visitantes ao monastério histórico.

Embora o motivo oficial do fechamento temporário do monastério e o cancelamento do Natal esteja relacionado com a execução de um plano para o desenvolvimento da área circundante, considerado como Patrimônio da Humanidade (World Heritage Site), acredita-se que o pedido veio como proteção preventiva contra terroristas Islâmicos visando o local e os turistas estrangeiros que o visitam durante as férias de Natal.

Construído em meados do século VI, o Mosteiro de Santa Catarina é um dos mosteiros mais antigos do mundo; além disso, possui a mais antiga biblioteca continuamente ativa em existência, com muitos manuscritos preciosos.

Embora cercado por paredes altas e grossas, o local Cristão tem recebido cada vez ameaças terroristas, principalmente porque a Península do Sinai é um viveiro de atividades jihadistas, onde os Cristãos Coptas são abertamente perseguidos e às vezes massacrados.

O mosteiro foi alvo em Abril do ano passado, quando homens armados desconhecidos abriram fogo contra um posto de controle da polícia Egípcia, matando um policial e ferindo quatro. O Estado Islâmico mais tarde reivindicou o ataque.

Nota:

[i] Como a maioria das Igrejas Ortodoxas, incluindo a Igreja Copta, observa o Natal em 7 de Janeiro, os serviços da igreja são realizados na noite anterior, em 6 de Janeiro, até a meia-noite de 7 de Janeiro.


Tomei a liberdade de mostrar este comentário enviando por um leitor para esse artigo do Raymond Ibrahim:

“O Oriente Médio é uma zona de guerra onde os não-Muçulmanos tiveram alvos em suas costas nos últimos 1400 anos. Os Cristãos que permanecem em países de maioria Muçulmana hoje, com a possível exceção da Síria, devem esperar tratamento injusto, se não uma agressão definitiva em cada passo, e a curto prazo, as coisas provavelmente irão piorar antes de melhorar. No passado, os Cristãos podiam esperar um mínimo de segurança dos ditadores seculares, como Saddam Hussein, Hosni Mubarak e Muammar Gaddaffi, que mantiveram uma paz áspera usando a força bruta e métodos totalitários, mas agora que esses governantes foram removidos do poder no Iraque, Egito e Líbia, há muito pouco para proteger os Cristãos da violência da máfia nas mãos das maiorias Muçulmanas em todos esses três países.”


Tradução: Tiao Cazeiro —Muhammad e os Sufis

ISIS promete atacar na Véspera de Ano Novo

Fonte/Source: ISIS vows New Year’s Eve attacks, says “We’re going to fight until we rule the whole world by the Sharia”


ISIS promete atacar na Véspera de Ano Novo, e diz: “Vamos lutar até governarmos o mundo inteiro pela Sharia”

POR ROBERT SPENCER

26 de Dezembro de 2017

Não que isso tenha alguma coisa a ver com o ….

“ISIS Promete Matar Pessoas Bêbadas Celebrando Na Véspera De Ano Novo Em Todo O Mundo Em Seu Primeiro Vídeo na Somália”, por Tom O’Connor, Newsweek, 26 de Dezembro de 2017:

A filial do Estado Islâmico (ISIS) na Somália lançou seu primeiro vídeo no final da segunda-feira, fazendo ameaças horríveis aos que celebrarem o Ano Novo bêbados.

O vídeo de estreia, com quase oito minutos e meio, mostra uma árvore de Natal, champanhe rolando e pessoas contando os minutos finais para o Ano Novo. Em vez de gritos de “Feliz Ano Novo”, no entanto, após contarem “um”, surgi um homem gritando “Allahu Akbar” [Deus é maior] e sons de violência que o grupo militante notoriamente causa e inspira em todo o mundo. Um narrador acenou aos partidários do ISIS para se aproveitarem de pessoas intoxicadas e das grandes reuniões para o Ano Novo como “uma nova oportunidade” para perpetrar morte e destruição.

“Esta mensagem é para os irmãos que vivem entre os kuffar [infiéis]. Você não sente a dor dos irmãos Muçulmanos no Iraque, Síria, Iêmen, Somália, Birmânia e Palestina? O profeta-salla Allahu ‘alayhi wa-sallam [que as bençãos de Alá e a paz estejam sobre ele] — disse: ‘O kafir [infiel] e seu assassino nunca se juntarão no inferno.’ Significando que matar um kafir é o seu ingresso para escapar do jahenim [inferno]”, um homem não identificado, mascarado, disse para a câmera enquanto segurava o que parecia ser um rifle de assalto Kalashnikov.

E, finalmente, saibam disso, o Estado Islâmico está aqui para ficar. Nós vamos lutar e continuar lutando até governarmos o mundo inteiro pela Sharia e essa bandeira negra de la ilaha illa Allah [Não há Deus senão Alá]. Nós nos levantaremos de Washington a Moscou, da Europa à China e não há nada que poderá nos impedir acrescentou, antes de citar um verso do Alcorão.

Zombando da tradição de bebida alcoólica na comemoração do final de ano, o ISIS copiou imagens de um vídeo viralizado do YouTube, carregado no ano passado por um segurança Canadense que amarrou uma câmera GoPro em seu peito, enquanto lidava com clientes entrando e saindo do The Gatsby Soundhouse and Bar em Londres, Ontário. O autor do vídeo não estava imediatamente disponível para comentários quando a Newsweek tentou contatá-lo.

No clip da Somália, o ISIS também ordenou repetidamente que a rede de apoio global do grupo os “caçassem” e mirassem no clero Cristão, incluindo o Papa Francisco. Instruiu os espectadores para “atacarem suas igrejas no Oriente e no Ocidente”. Mostrou imagens de um indivíduo montando um rifle de precisão sobre um telhado com vista para o centro de Denver, Colorado e cenas da cidade de Nova York, onde o mais recente ataque inspirado no ISIS ocorreu no início deste mês…


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Cristãos Choram De Alegria Celebrando Natal Em Mossul

Fonte/Source: Christians cry with joy as they celebrate first Christmas in Mosul since ISIS were driven out of shattered Iraqi city 


Cristãos Choram De Alegria Enquanto Celebram O Primeiro Natal Em Mosul, Desde Que O ISIS Foi Expulso Da Destruída Cidade Iraquiana.

  • A missa unindo Muçulmanos e Cristãos abriu com o hino nacional Iraquiano e prantos de alegria e lamento.
  • Hossam Abud, 48, exilado no Curdistão Iraquiano, disse: “Este é um sinal de que a vida está voltando à Mossul”.
  • Outro membro da congregação disse que a Missa foi uma mensagem ao Estado Islâmico (ISIS) de que Mossul está unida.

Por Charlotte Dean para o Mailonline

24 de Dezembro de 2017


Cristãos celebraram o Natal na segunda cidade de Mossul no Iraque pela primeira vez em quatro anos, — e hinos e gritos de alegria inundaram a igreja.

O evento sazonal marcou o fim do governo jihadista na cidade e a Missa abriu com o hino nacional Iraquiano enquanto mulheres choravam com muita emoção.

Apesar do modesto interior da igreja e da polícia blindada do lado de fora, Hossam Abud, 48, que retornou este mês do exílio no Curdistão Iraquiano, disse: “Este é um sinal de que a vida está voltando à Mossul”.

Em 2014, quando o Estado Islâmico (ISIS) capturou a cidade pedindo que as pessoas se convertessem, pagassem impostos, deixassem a cidade ou morreriam, o Sr. Abud e milhares de outros Cristãos fugiram de Mossul.

Hinos e gritos de alegria inundaram a Igreja de São Paulo no leste de Mossul hoje, com Muçulmanos e Cristãos unidos na missa.
Essa foi a primeira Missa desde que o Estado Islâmico (ISIS) capturou a cidade e as áreas vizinhas há quatro anos
The seasonal event marked the end of jihadist rule in the city and the Mass opened with the Iraqi national anthem as women wailed with emotion
O evento sazonal marcou o fim do governo jihadista na cidade e a Missa abriu com o hino nacional Iraquiano enquanto as mulheres se lamentavam com muita emoção

O patriarca Louis Raphael Sako, da Igreja Católica Caldéia do Iraque, convocou a congregação para rezar pela ‘paz e estabilidade em Mossul, no Iraque e no mundo’.

“Com esta missa, estamos enviando uma mensagem de paz e amor, porque Cristo é o mensageiro da paz.”

A igreja de São Paulo, no leste de Mossul, viu Muçulmanos ficarem juntos hoje com os Cristãos e autoridades locais cercados por velas e árvores de Natal.

The windows that were once blasted empty during the conflict were covered by white sheets today shielding the church while those inside prayed for peace 
As janelas que uma vez foram estilhaçadas durante o conflito, foram cobertas hoje com folhas brancas protegendo a igreja, enquanto oravam pela paz.
Hossam Abud, 48, que retornou este mês do exílio no Curdistão Iraquiano, disse: “Este é um sinal de que a vida está voltando à Mossul”.
Em 2014, quando o Estado Islâmico (ISIS) se apoderou da cidade pedindo que as pessoas se convertessem, pagassem impostos, deixassem a cidadae ou então morreriam, o Sr. Abud e milhares de outros Cristãos fugiram de Mossul.

Como lembrete da triste história recente da cidade, o retrato de um Cristão morto pelo o Estado Islâmico (ISIS) foi exibido na frente da igreja.

As forças Iraquianas expulsaram o grupo jihadista de Mossul em Julho após meses de combates brutais.

Grande parte da Síria e quase um terço do Iraque estavam sob o controle da Estado Islâmico (SISI), mas agora foram dizimados numa série de derrotas.

The church was surrounded by armed police and a portrait of a Christian killed by IS was displayed outside in remembrance

Clique no link para assistir ao vídeo inserido no artigo original: Scenes from Mosul show a city that has endured ISIS horrors

Iraqi forces expelled the jihadist group from Mosul in July after months of ferocious fighting and a string of defeats
As forças Iraquianas expulsaram o grupo jihadista de Mossul em Julho após meses de combates brutais.
Grande parte da Síria e quase um terço do Iraque estavam sob o controle da Estado Islâmico (SISI), mas agora forma dizimados  numa série de derrotas.
Farqad Malko, uma mulher Cristã da congregação disse que a missa era uma mensagem ao ISIS. Disse que todo a Mossul está em pé, unida como irmãos, Muçulmanos e Cristãos.
Ela disse: “Com esta celebração, dizemos que os moradores de Mossul são todos irmãos, independentemente da sua religião ou etnia, e apesar de todos os danos e sofrimentos.”

O serviço religioso de Domingo na igreja, no leste de Mossul, foi “uma alegria imensa”, disse ela, sorrindo amplamente à medida que hinos sazonais eram entoados ao fundo.

São Paulo é atualmente a única igreja em funcionamento em Mossul, e só está aberta graças aos esforços de limpeza de jovens voluntários.

O Sr. Abud acrescentou: “Devemos reconstruir igrejas nas cidades que foram destruídas para incentivar o retorno dos Cristãos.”

São Paulo é atualmente a única igreja em funcionamento em Mossul, e só está aberta graças aos esforços de limpeza de jovens voluntários.
Mina Ramez, 20 anos, que voltou com sua família há dois meses, a tempo de começar o novo ano universitário disse: “Esta é a nossa terra, estes são os nossos lares, e faremos tudo o que pudermos com nossos irmãos de todas as religiões para reconstruí-lo.”

Mais um vídeo inserido no artigo original. Infelizmente não consegui abrir esses vídeos aqui: Mosul War on ISIS

A invasão liderada pelos EUA no Iraque em 2003, conseguiu em 2014 fazer com que mais de 90% da população Cristã de Mossul fugisse, deixando apenas 2.000 famílias que foram capturadas pelo Estado Islâmico (ISIS), de acordo com funcionários e ativistas.

Sako exortou aos Cristãos removidos do Iraque e aqueles que buscaram refúgio no exterior para retornar e “desempenhar um papel ativo na reconstrução (da cidade).”

Entre 70 e 80 famílias Cristãs retornaram até agora “e outras mais em breve estarão a caminho”, de acordo com Dourid Tobia, um conselheiro para assuntos Cristãos do governador provincial.

Mina Ramez, 20 anos, voltou com sua família há dois meses, a tempo de começar o novo ano universitário.

Ela disse: “Esta é a nossa terra, estas são as nossas casas, e faremos tudo o que pudermos com nossos irmãos de todas as religiões para reconstruí-la”.

“Nunca abandonaremos a nossa terra natal”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

O SONHO DO CALIFADO ACABOU, POR ENQUANTO

Fonte/Source: Robert Spencer in FrontPage: ISIS: The Caliphate Dream Is Over


Robert Spencer: ISIS: O Sonho do Califado Acabou

Por ROBERT SPENCER

13 de Dezembro de 2017

Mas a matança não. Meu mais recente artigo no FrontPage:

Primeiro-Ministro Iraquiano, Haider al-Abadi,

O califado está morto.

No Sábado passado, o Primeiro-Ministro Iraquiano, Haider al-Abadi, anunciou que o Estado Islâmico (ISIS) tinha sido expulso do Iraque:

Hoje, nossas tropas conseguiram limpar as ilhas de Nínive e Anbar por completo, e elas (as forças) estão agora controlando completamente as fronteiras Iraquianas-Sírias. Essas vitórias não são apenas para os Iraquianos, embora os próprios Iraquianos tenham alcançado tais vitórias com seus sacrifícios. Mas as vitórias são para todos os Árabes, Muçulmanos e o mundo… Iraquianos honoráveis, sua terra foi completamente liberada … A bandeira do Iraque está tremulando alto hoje em todo o território Iraquiano e no ponto mais distante da fronteira.

Com isso, o principal pedido do Estado Islâmico sobre a fidelidade dos Muçulmanos em todo o mundo e a razão pela qual foi capaz de atrair 30 mil Muçulmanos de 100 países para o Iraque e a Síria para se juntar a ele, desapareceu.

Em 29 de Junho de 2014, o grupo que até então chamou a si mesmo de Estado Islâmico do Iraque e Levante, ou Shams em Árabe (daí os acrônimos sinônimos ISIL e ISIS) anunciou que estava formando um novo califado — o único governo unificado de todos os Muçulmanos, de acordo com o pensamento Muçulmano Sunita — e, em seguida, deixaria cair a segunda metade do seu nome e se chamaria simplesmente o Estado Islâmico.

Essa reivindicação para constituir um novo califado tornou-se a base do seu apelo aos Muçulmanos em todo o mundo, que viajaram em números sem precedentes ao Iraque, a Síria e a Líbia para se juntar ao grupo. Uma vez que declarado o novo califado, o Estado Islâmico rapidamente começou a consolidar seu poder sobre as grandes extensões do Iraque e da Síria que controlava — em seu apogeu, uma área maior do que o Reino Unido, com uma população de oito milhões de pessoas. Desconsiderando alegremente a unanime condenação mundial de suas pretensões para com o mundo, prosseguiu montando os adornos de um estado: moeda, passaportes e similares. O controle dos poços de petróleo no Iraque rapidamente lhe deu uma fonte de riqueza estável e importante. Organizaram uma força policial, montaram um exército de mais de 100 mil guerreiros e se tornaram o grupo terrorista jihadista mais rico do mundo (e o mais bem equipado).

A incapacidade ou a falta de vontade do mundo para esmagar esse estado desonesto em 2014, 2015 e 2016 permitiu a criação do califado. O califado na teologia Islâmica é a nação Islâmica, incorporando a unidade supranacional da comunidade Muçulmana em todo o mundo sob um único líder, o califa ou “sucessor” — ou seja, o sucessor de Muhammad como o líder espiritual, político e militar dos Muçulmanos.

O califa é considerado o símbolo e o centro da unidade dos Muçulmanos em todo o mundo. Na teologia Islâmica tradicional, os Muçulmanos em todo o mundo constituem uma única comunidade (umma), e legitimamente são cidadãos do califado Islâmico. O califa, como sucessor de Muhammad, é a única autoridade terrena a quem os Muçulmanos devem obediência.

Em ‘A Confiança do Viajante’, um manual da lei Islâmica que a prestigiada e influente universidade Islâmica do Cairo, Al-Azhar (onde Barack Obama fez seu discurso de divulgação ao mundo Islâmico em Junho de 2009) certifica como em conformidade com “a prática e a fé da comunidade Sunita ortodoxa” explica ainda por que o califado é tão fundamental para os Muçulmanos em todo o mundo (ou pelo menos para os Sunitas, que representam de oitenta e cinco a noventa por cento dos Muçulmanos do mundo; os Xiitas têm uma idéia muito diferente da autoridade dentro da comunidade Muçulmana ).

O califado, segundo o manual da Sharia, é “obrigatório per se e a pré-condição necessária para centenas de decisões… estabelecidas por Alá, o Altíssimo, para governar e orientar a vida da comunidade Islâmica”. Ele cita o estudioso Islâmico Abul Hasan Mawardi explicando que o papel do califa é “preservar a religião e administrar esses assuntos mundanos”.

O califado é uma “obrigação comunal”, segundo ‘A Confiança do Viajante’, “porque a comunidade Islâmica precisa de um governante para defender a religião, defender a suna, socorrer os oprimidos dos opressores, cumprir os direitos e os recuperar para quem eles pertencem.” A suna “é o que é estabelecido pelo Alcorão e o exemplo de Muhammad como prática aceitável para os Muçulmanos.

E mais, apenas o califa está autorizado a declarar a jihad ofensiva. ‘A Confiança do Viajante’ declara que o califa “faz guerra aos Judeus, aos Cristãos e aos Zoroastrianos… até que se tornem Muçulmanos ou (os não-Muçulmanos) terão que pagar o imposto de proteção”.

Essa jihad é uma obrigação para a comunidade Muçulmana como um todo, da qual os Muçulmanos individuais são perdoados se outros Muçulmanos a estiverem executando. Mas a jihad torna-se uma obrigação para cada Muçulmano quando uma terra Muçulmana é atacada — isso é uma jihad defensiva e não requer califa. Todas as jihads, portanto, desde 1924, até o 11 de Setembro, foram classificadas como defensivas, e seus perpetradores e defensores as justificam referenciando uma longa lista de ressentimentos. Entretanto, uma vez que um califa esteja no poder, nenhuma justificação é necessária: o califa é obrigado a declarar a jihad — e, portanto, os não-Muçulmanos podem esperar que com a chegada do califado do Estado Islâmico, haverá ainda mais jihad do que já houve.

Os jihadistas do Estado Islâmico persuadidos e treinados em batalhas continuarão cometendo assassinatos jihadistas em massa nos países Ocidentais, e estes idiotamente os têm deixado retornar. Mas a reivindicação sobre os Muçulmanos ao redor do mundo foi repudiada sem dúvida pela vitória do Exército Iraquiano. O sonho do califado acabou. Por enquanto.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

AS TRÊS PIORES DOUTRINAS DO ISLÃ

Fonte/Source: Islam’s Three Worst Doctrines


AS TRÊS PIORES DOUTRINAS DO ISLÃ

Por Raymond Ibrahim

12 de Dezembro de 2017

FrontPage Magazine

Uma vez que o Islã é criticado por muitas coisas — de hostilidade à modernidade e democracia, os apelos à regra teocrática, ao “patriarcado” radical, à misoginia e às punições draconianas, para citar alguns — é útil dar um passo atrás e distinguir entre essas (muitas) doutrinas que afetam apenas a sociedade Muçulmana, e aquelas que se estendem e afetam os povos Ocidentais ou não-Muçulmanos em geral. Ao fazer isso, três doutrinas inter-relacionadas se aproximam. Vamos a elas:

1) desaprovação total e inimizade para com o “infiel”, isto é, hostilidade espiritual ou metafísica constante contra os não-Muçulmanos (em Árabe isso conhecido como al-wala ‘w’al bara, ou “lealdade e inimizade“);

2) isto se manifesta naturalmente na forma de jihad, isto é, a hostilidade física contra, e sempre que for possível, tentar subjugar os não-Muçulmanos;

3) finalmente, as jihads bem sucedidas levam à dhimmitude, posição degradante de não-Muçulmanos conquistados que se recusam a perder sua liberdade religiosa se convertendo ao credo do vencedor.

Lealdade e inimizade

Não há dúvida de que a maioria dos Muçulmanos defende a separação de Muçulmanos dos não-Muçulmanos, fieis dos infiéis, limpos dos imundos.

Alcorão 5:51 adverte os Muçulmanos da seguinte forma: “Ó fiéis, não tomeis por confidentes os Judeus nem os Cristãos; que sejam confidentes entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por confidentes, certamente será um deles; e Alá não encaminha os iníquos.” isto é, ele também se torna um infiel ou kafir, a pior classificação humana no Islã.

Alcorão 3:28, 4:89, 4: 144, 5:54, 6:40, 9:23, todos têm a mesma mensagem; 58:22 simplesmente afirma que os verdadeiros Muçulmanos não fazem amizade com os não-Muçulmanos — “mesmo que sejam seus pais, filhos, irmãos ou parentes”.

Mas os versos do Alcorão convidam ainda mais os Muçulmanos a ter inimizade — ódio —aos não-Muçulmanos: “Nós [Muçulmanos] renunciamos a você [não-Muçulmanos]. A inimizade e o ódio reinarão para sempre entre nós, até que você acredite somente em Alá” (Alcorão 60: 4). Como o Estado Islâmico (ISIS) explicou em um artigo inequivocamente intitulado, “Por que nós o odiamos e por que nós lutamos contra você“, “Nós o odiamos, antes de mais nada, porque vocês são incrédulos”.

O lado B do al-wala ‘walal bara é que os Muçulmanos são obrigados a fazer amizade e ajudar aos outros Muçulmanos — incluindo jihadistas, por exemplo através de fundos (ou zakat). Como resume uma autoridade Muçulmana, o crente “é obrigado a fazer amizade com um crente — mesmo que ele seja opressivo e violento contra você — enquanto ele deve ser hostil ao infiel — mesmo que liberal e gentil com você” (The Al Qaeda Reader, p. 64).

Essa lealdade aos outros Muçulmanos e a inimizade pelos não-Muçulmanos é fundamentalmente responsável pelo choque metafísico ou “espiritual” entre o Islã e o Ocidente. Acrescente à inimizade o fato de que os Muçulmanos podem mentir para os não-Muçulmanos — inclusive fingindo lealdade ou amizade — tornando evidente o quão perigosa é a doutrina de “lealdade e inimizade”: entre outras coisas, deslealdade para com os infiéis (veja aqui, aqui e aqui como exemplos) e uma “mentalidade mafiosa“, segundo a qual todos os Muçulmanos devem trabalhar abertamente ou secretamente, sugere que a hostilidade para os não-Muçulmanos, mesmo que não seja vista, está sempre presente.

Jihad

Jihad — a guerra contra os não-Muçulmanos por nenhuma outra razão a não ser por serem não-Muçulmanos — é a manifestação física ou a realização da inimizade para com os “infiéis”. Não só é natural atacar e procurar subjugar porque foi criado para odiar, exceto a doutrina da jihad, inclusive para espalhar e fazer cumprir a Sharia em todo o mundo, é parte integrante do Islã; não é menos codificado do que os Cinco Pilares do Islã. Como exemplo, a Enciclopédia do Islã registra o verbete “jihad” da seguinte forma: “propagação do Islã pelas armas é um dever religioso sobre os Muçulmanos em geral… A Jihad deve continuar a ser feita até que o mundo inteiro esteja sob o domínio do Islã… O Islã deve estar completamente pronto antes que a doutrina da jihad possa ser eliminada”.

Pode-se continuar citando um número qualquer de autoridades, especialmente Muçulmanas, dizendo que a jihad para subjugar o mundo é um aspecto rígido do Islã. Mesmo o falecido Osama bin Laden — que gostaria de ter feito o Ocidente acreditar que o terror da al-Qaeda é um subproduto das queixas políticas — ao falar em Árabe para os Muçulmanos, deixou perfeitamente claro que a doutrina da jihad é a raiz do problema: “Nossas conversas com o Ocidente infiel e nosso conflito com eles, em última análise, gira em torno de uma questão… O Islã força, ou não força, as pessoas pelo poder da espada a se submeterem a sua autoridade corporalmente senão espiritualmente? Sim. Existem apenas três escolhas no Islã … Converta-se, ou viva sob a soberania do Islã, ou morra”.

Dhimmitude

Mas, como os infiéis devem ser odiados per se e não apenas no contexto da jihad — a capacidade dos mesmos para julgar é muitas vezes reduzida pelas circunstâncias — a hostilidade continua mesmo após a interrupção das jihads bem-sucedidas. Ao contrário de outros conquistadores e conquistas que geralmente permitem que os conquistados continuem sem serem molestados, desde que não desafiem a nova ordem — alguns tentam apaziguar e dominar seus novos assuntos — quando e onde o Islã conquista, de modo que aquela antiga hostilidade metafísica que alimentou a jihad continue a se divertir em triunfo sobre os assuntos dos infiéis. Assim, esse último, não somente deve pagar um imposto especial (jizya), como abraçar uma postura subordinada e seguir uma série de debilitações — e deve também ser lembrado e obrigado a se sentir inferior e desprezado, inclusive para “inspirá-lo” à conversão para a fé “verdadeira”.

Como o Estado Islâmico (ISIS) explicou no artigo acima mencionado, independentemente de qualquer apaziguamento oferecido pelos não-Muçulmanos, “continuaríamos a odiá-lo porque a nossa principal razão para odiar você não deixará de existir até você abraçar o Islã. Mesmo que você pagasse a jizya e vivesse sob a autoridade do Islamismo, em humilhação, continuaríamos a odiá-lo”.

De qualquer forma, o Islã ganha: se os não-Muçulmanos continuarem com sua fé, os Muçulmanos continuarão caçando eles; Se, por outro lado, os não-Muçulmanos acabarem por se “render” ao Islã, a umma ganha um novo recruta (sob pena de morte, caso ele se entretenha com pensamentos secundários e apostatar).

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Esses três ensinamentos inter-relacionados do Islamismo — lealdade e inimizade, jihad e dhimmitude — estão inequivocamente fundamentados na lei Islâmica, ou Sharia. Não são questões abertas à interpretação ou ao debate. Ao eliminar ou diminuir o foco em todos os outros ensinamentos “problemáticos” que afetam apenas os Muçulmanos — mas que tendem a ser confundidos com aqueles (três) ensinamentos que afetam diretamente os não-Muçulmanos — poderemos avaliar melhor e, assim, colocar o foco sobre as verdadeiras raízes do conflito entre o Islã e o Ocidente.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

ESTADO ISLÂMICO JURA MASSACRAR CRISTÃOS: “ALÁ DEU ORDENS PARA MATAR TODOS OS INFIÉIS”

Fonte/Source:  Islamic State vows to massacre Christians: “Allah gave orders to kill every infidel”


Nota do blog: Estou revendo alguns artigos “antigos” interessantes e reeditando. Alguns são impressionantes, como este…


ESTADO ISLÂMICO JURA MASSACRAR CRISTÃOS: 
"ALÁ DEU ORDENS PARA MATAR TODOS OS INFIÉIS"

Por Robert SPencer

22 de Fevereiro de 2017

“O narrador continuou dizendo que os Cristãos não eram mais considerados  ‘Dhimmis’ — um termo usado no Islã referente aos não-Muçulmanos que gozam de um grau de proteção estatal. Em vez disso, o grupo descreve os Cristãos Egípcios como “infiéis que estão capacitando o Ocidente contra nações Muçulmanas”.

Essa é a lei Islâmica: os Cristãos, entre outras “Pessoas do Livro” podem gozar da “proteção” do Estado Islâmico caso se submetam, paguem a jizya e aceitem outras regulamentações humilhantes e discriminatórias projetadas para garantir que se “sintam subjugados” (Qur’an 9:29).

Mas, se violarem esse contrato de “proteção”, se tornarão kuffar harbi, infiéis em guerra com o Islã, e suas vidas são confiscadas.

Mas será que Alá deu ordens para matar todos os infiéis? Variações sobre a declaração “mate-os onde quer que os encontre” estão no Alcorão: 2: 191, 4:89 e 9: 5.

“’Alá deu ordens para matar todos os infiéis’, ISIS promete massacrar os Cristãos em vídeo arrepiante”, por Sofia Petkar, Express, 21 de Fevereiro de 2017:

“Os militantes do ISIS no Egito ameaçaram aumentar os ataques contra os Cristãos no país, prometendo “libertar” o Cairo, em um novo vídeo assustador….

No clipe de 20 minutos, o grupo escolheu proeminentes Cristãos Egípcios, identificando o Papa Copta e um número de empresários ricos como “presas preferidas” do grupo.

A filmagem apresenta um jihadista mascarado, identificado como Abu Abdallah al-Masri, que promete ver a libertação dos Islâmicos presos quando o grupo tomar o controle da capital.

Al-Masri — que significa “O Egípcio” — foi o nome de guerra que o ISIS deu ao militante por trás do atentado suicida na Catedral de São Marcos.

No vídeo, o militante é visto agarrado a um rifle de assalto num campo de trigo.

Ele diz: “Finalmente, aos meus irmãos em cativeiro: alegre-se, você que acredita, não hesite ou lamente. Juro por Alá que em breve libertaremos o Cairo e o libertaremos do cativeiro.”

“Vamos chegar com explosivos, juro que vamos, por isso, você que acredita, alegre-se.”

O narrador continua dizendo que os Cristãos não são mais “Dhimmis” — um termo usado no Islã em referência aos não-Muçulmanos que gozam de um grau de proteção do Estado.

Em vez disso, o grupo descreve os Cristãos Egípcios como “infiéis que estão capacitando o Ocidente contra nações Muçulmanas”.

Um dos militantes, portando um rifle de assalto AK-47, diz no vídeo: “Alá deu ordens para matar todos os infiéis.”

“Oh, adoradores da cruz, os soldados do estado estão observando você”, diz outro militante mascarado — identificado como Abu Zubair al-Masri.

O vídeo também contém o novo logotipo do grupo — “Estado Islâmico no Egito” — em oposição à “Província do Sinai”, o nome original para a presença do ISIS no país.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

ISIS Promete Jihad Massacre na Copa Do Mundo

Fonte/Source: Islamic State promises jihad massacre at World Cup


ISIS Promete Jihad Massacre na Copa Do Mundo

POR ROBERT SPENCER

4 de Dezembro de 2017

Mesmo que não a retirem, a ameaça serve para “aterrorizar os inimigos de Alá” (Alcorão 8:60).


Inglaterra jogará em estádio ameaçado — com slogan ‘nos aguardem’ — pelo Estado Islâmico (ISIS) nas finais da Copa do Mundo”, de Andrew Gilpin e Dave Burke, Mirror, 1 de Dezembro de 2017 (agradecimentos ao The Religion of Peace):

A Inglaterra se prepara para jogar uma de suas partidas da Copa do Mundo num estádio Russo que aparece numa arrepiante campanha de propaganda do ISIS.

Os malditos jihadistas divulgaram no início deste ano uma imagem com um terrorista empunhando uma submetralhadora e uma bomba, com a Arena Volgograd do sul da Rússia em segundo plano.

E uma mensagem com as seguintes palavras “nos aguardem” embaixo de uma figura sinistra.

O estádio receberá Gareth Southgate quando enfrentarem a Tunísia no dia 18 de Junho, revelou o sorteio da Copa do Mundo de hoje.

Embora o Volgograd não seja uma área que o Ministério do Interior aconselha aos fãs de futebol para não visitarem, alertou aos adeptos para antes de viajarem ao torneio, observarem as recomendações das agências de viagem.

A imagem, compartilhada em todos os canais pro-ISIS, no aplicativo de mensagens criptografadas Telegram, apresentou um trecho de um verso Alcorânico, manipulado pelos seguidores do ISIS, pedindo aos companheiros jihadistas para aproveitarem todas as oportunidades para atacar mortalmente os EUA e a Rússia.

Grupos ligados ao ISIS inundaram as redes sociais com a imagem, e com fotografias horrorosas manipuladas  com a estrela da Argentina Lionel Messi e o Brasileiro Neymar.

Messi, a estrela do Barcelona, aparece decapitado e Neymar é retratado de joelhos, chorando, com o terrorista em pé ao lado deles com uma faca na mão.

A imagem foi feita e distribuída pela pro-ISIS Wafa Media Foundation….


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Cruz Vermelha Exige Remoção De Crucifixos…

Fonte/Source:Red Cross Demands Branches Remove Crucifixes to Be More Secular


Por Tião Cazeiro

A Cruz Vermelha, — assim como a Solidaris, um fundo de seguro saúde socialista da Valônia, Bélgica, que retirou a cruz da mitra de São Nicolau, — e muitas outras organizações na Europa, estão facilitando o trabalho dos supremacistas Islâmicos.
Muçulmanos odeiam a cruz, de acordo com o Alcorão, que nega a morte de Jesus na cruz (4: 157), e no momento em que tomarem o poder na Bélgica, os dhimmis  já terão removido preventivamente todas as cruzes por precaução, para não irritá-los.

Alcorão 4:157
"E por dizerem: 
Matamos o Messias, 
Jesus, filho de Maria, o Mensageiro de Deus, 
embora não sendo, na realidade, 
certo que o mataram, nem o crucificaram, 
senão que isso lhes foi simulado. 
E aqueles que discordam, quanto a isso, 
estão na dúvida, 
porque não possuem conhecimento algum, 
abstraindo-se tão-somente em conjecturas; 
porém, o fato é que não o mataram."

 Cruz Vermelha Exige Remoção De Crucifixos Para Ser Mais Secular

Por Chris Tomlinson

4 Dezembro de 2017 

Voluntários criticaram a beneficente Cruz Vermelha depois de receberem um comunicado pedindo para removerem os crucifixos das paredes das filiais, porque a organização quer se tornar mais secular.

As filias da organização de ajuda internacional da Bélgica receberam um e-mail do Comitê Provincial da Cruz Vermelha em Liège para remover todos os crucifixos. André Rouffart, presidente da Cruz Vermelha em Verviers, disse: “Nos pediram para respeitar os princípios da Cruz Vermelha”, e não distinguir entre raça ou crença religiosa, como reporta 7sur7.

Rouffart disse que voluntários e outros membros reclamaram sobre a decisão, mas minimizou o problema, dizendo: “Acho que é uma tempestade numa xícara de chá”.

Vários voluntários conversaram com a emissora Belga RTL e expressaram hostilidade ao movimento, com um deles dizendo: “Deixe as coisas permanecerem como estão. Costumamos dizer “Feriados de Natal”, agora são “Feriados de inverno”. O mercado de Natal em Bruxelas tornou-se “Prazer de Inverno”.

“Para uma certa parte da população — por causa dos Muçulmanos — as cruzes foram removidas das casas da Cruz Vermelha e, mais particularmente, na de Verviers,” acrescentou o voluntário.

Tradução do Twitter acima: “A Cruz Vermelha que sempre foi tão respeitada está agora reforçando a tirania do Politamente Correto.”

A ordem segue uma sugestão de remoção de uma cruz na França que estava localizada acima de uma estátua de São João Paulo II em Ploërmel, Bretanha. O movimento provocou indignação entre muitos o que levou o governo Polonês e Húngaro a se oferecerem para ficar com a cruz.

“Tais medidas devem ser consideradas como tentativas de acabar com a civilização e a cultura do continente”, comentou o ministro das Relações Exteriores da Hungria, Péter Szijjártó.

Tradução do Twitter acima: Depois que a França ordenou a remoção da cruzes, a Hungria perguntou: “Será que qualquer um tem o direito de liberdade de expressão exceto os Cristãos?”

Na Irlanda, o sacerdote Católico Padre Desmond O’Donnell pediu aos Cristãos para abandonar completamente a palavra “Natal”, dizendo que a comercialização do feriado substituiu o significado Cristão original.

Enquanto as velhas tradições de Natal estão sendo substituídas, outros emergem — incluindo barreiras antiterrorismo envoltas em papel de embrulho de Natal e arcos vermelhos brilhantes na cidade de Bochum, na Alemanha, para evitar ataques terroristas Islâmicos radicais como o massacre na Feira de Natal de Berlim em Dezembro de 2016.


Tradução; Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis