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VOU VOTAR NO BOLSONARO!

Olavo de Carvalho sobre o Bolsonaro

by acordailha

21 de Fevereiro de 2018

23 postagens do Olavo de Carvalho sobre o Bolsonaro:

1- Objetivamente, o Jair Bolsonaro é o único político de direita que tem chance de eleger-se presidente em 2018. Boicotá-lo, sob qualquer pretexto que seja, não é ‘dividir’ a direita: é matá-la no berço.

2- Só pessoas totalmente lesadas das faculdades mentais não entendem que a segurança vem antes da economia. Isso inclui toda a classe política brasileira, com exceção do Bolsonaro. Eis por que vou votar nele e aos outros não darei sequer um minuto de atenção.

3- Mostrem-me UM político — de direita ou de esquerda — que em todas as cidades seja recebido com o entusiasmo e o carinho que cercam o Jair Bolsonaro, e admitirei que estou errado.

4- A recepção entusiástica dada ao deputado Jair Bolsonaro por onde quer que ele passe mostra que, se a presente geração tem uma missão histórica, é a de realizar, sem extinguir uma só instituição democrática, o que os militares de 1964, extinguindo várias, não fizeram: extirpar o comunismo da vida política nacional, integralmente e para sempre.

5- Podem dizer o que queiram do Bolsonaro, mas alguém duvida de que, para os trabalhadores, ele seria um presidente melhor do que FHC, Lula e Dilma?

6- Se o Olavo de Carvalho chegou, num certo momento, a condensar simbolicamente o espírito da revolta popular, é natural e compreensível que os interessados em abortar esta última e transformá-la em outra coisa se assanhem em destruir esse símbolo tanto quanto a encarnação propriamente política do movimento, isto é, a candidatura Jair Bolsonaro.

7- Até que o Deputado Bolsonaro tome a iniciativa de me decepcionar em alguma coisa, o que ele não fez e espero que não faça, continuarei a vê-lo como o ÚNICO líder popular que representa as aspirações dos memoráveis protestos de Março de 2015.

8- Nenhum problema dura para sempre, mas alguns duram mais que a gente. Se um lado está disposto a votar, e o outro a matar ou morrer, adivinhem quem vence. Por isso, antes de votar no Bolsonaro, avalie o quanto está disposto a arriscar para mantê-lo no cargo.

9- Já avisei e repito: Declaro-me eleitor do Bolsonaro enquanto estiver seguro de que ele não tem rabo preso com nenhum esquema globalista. Se descobrir que tem algum, voto em branco.

10- Vou votar no Bolsonaro porque acho que essa é a minha obrigação, não porque acredite que isso vá mudar alguma coisa. Toda política eleitoral, nas presentes condições, segue o lema do Montherlant: “Service inutile.”

11- Nenhuma direita será possível no Brasil sem derrubar o mito da “luta contra a ditadura”. Antes bolsonarette do que arruinaldette.

12- Nunca fui cabo eleitoral do Bolsonaro, mas, depois da entrevista dele com o Marco Antonio Vil, aceito, a título de merecida reparação moral, até serviço de homem-sanduíche, espremido entre duas placas: VOTE EM BOLSONARO.

13- Mesmo considerando que o Bolsonaro é incomparavalmente mais culto do que o Lula (ninguém chega a capitão sem ter cursado escola militar), admitamos a premissa vulgar de que ele não tem cultura. Segue-se inevitavelmente a pergunta: Se a esquerda tem o direito de elegar um presidente inculto e ainda considerar isso um mérito, por que a direita não pode fazer o mesmo? Negá-lo é submeter-se à guerra assimétrica.

14- Desistam, fofoqueiros e intrigantes. Não só vou votar no Bolsonaro, como vou trazer para ele mais votos do que vocês, sem fazer um só minuto de propaganda e sem pedir nem aceitar nenhum carguinho em troca.

15- Quantas vezes preciso avisar que o meu voto vai para o Bolsonaro?

16- Aviso, para os devidos fins, que pretendo votar em Jair Bolsonaro para a Presidência da República e acho que todos os brasileiros deveriam fazer o mesmo, mas isso não é motivo para eu adotar uma retórica de cabo eleitoral e, a pretexto de eleger um presidente, contribuir para estragar a língua portuguesa mais um pouco.

17- O que mais admiro no Bolsonaro é a humildade com que ele busca o aprendizado. Com um por cento disso o Lula não teria sido o bosta que foi.

18- “Unidade da direita” é apoiar o Jair Bolsonaro. O resto é carreirismo porco.

19- Repito: “Unidade da direita” é apoiar o Jair Bolsonaro. O resto é carreirismo porco.

20- O Bolsonaro é o único político brasileiro que não apenas não roubou nada, mas não tem sequer amigo ladrão.

21- Nossos liberais são tão idiotas que bastou o deputado Bolsonaro falar em “Estado Cristão” — aliás num sentido vago e não como proposta política formal — para que alguns deles já saíssem gritando “Fascismo!”. Como se fosse concebível um Estado fascista que aceitasse uma autoridade acima dele próprio.

22- Pensem o que bem desejem do Jair Bolsonaro, mas contestem, se puderam, as seguintes afirmações;

1 – Ele é um dos RARÍSSIMOS políticos que jamais se envolveram em qualquer esquema de corrupção.
2 – Ele é o ÚNICO presidenciável que dá mais ênfase à segurança pública do que à economia, isto é, o único que tem senso das proporções no julgamento das urgências nacionais.
3 – Ele é o ÚNICO presidenciável que jamais cortejou a elite esquerdista hegemônica, muito menos a mídia.
4 – Ele é o ÚNICO presidenciável que não modera o seu discurso pelos cânones da etiqueta esquerdista.
Provem que algum outro candidato tem essas qualidades, e talvez eu o considere um concorrente à altura do Bolsonaro.

23- Perguntam-me o que penso do deputado Jair Bolsonaro.

Quando eu era pequeno, meu pai fazia comigo a seguinte gozação:
— Pai, em quem você vai votar para presidente?
— Adhemar de Barros.
— E para governador?
— Adhemar de Barros.
— E para deputado?
— Adhemar de Barros.
E assim por diante.

Pois eu, sem gozação nenhuma, digo que votaria em Jair Bolsonaro para todos os cargos. Há muitos homens valentes neste país, mas ele é o mais valente de todos. Posso discordar dele num ou noutro ponto, mas tenho a certeza de que é um homem honrado e nunca decepcionará seus eleitores.

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Raymond Ibrahim: o ódio por trás das lágrimas Muçulmanas indignadas

Fonte/Source: The Hate behind Muslim Tears and Outrage – Raymond Ibrahim


O ódio por trás das lágrimas Muçulmanas indignadas

 POR RAYMOND IBRAHIM

16 de Fevereiro de 2018

FrontPage Magazine

A sensação de supremacismo permeia tudo na vida do supremacista Muçulmano — mesmo aquelas coisas que os meios de comunicação Ocidentais retratam como louváveis, humanitárias ou compreensíveis.

Considere a violação e estrangulamento de Zainab Ansari, uma menina Muçulmana de oito anos, cujo corpo mutilado foi encontrado no lixo em Janeiro último no Paquistão. O trágico incidente provocou indignação em massa na nação Muçulmana. Celebridades famosas e dezenas de milhares de outros Paquistaneses “expressaram seu choque nas mídias sociais usando o hashtag ‘justiceforZainab‘”; multidões irritadas atacaram a polícia e os edifícios do governo, deixando pelo menos dois mortos e muitos feridos; clérigos Islâmicos alertaram as autoridades governamentais para apresentarem o assassino instantaneamente, demitirem-se — ou então. “Podemos pegar esse animal e puni-lo publicamente?” é a questão que “resumiu a exasperação de muitas pessoas por falta de progresso na busca do assassino.”

É desnecessário dizer que a indignação sentida pelos Paquistaneses quanto ao destino dessa menina desafortunada, e o desejo de ver a justiça concedida a seu estuprador assassino, é apreciável. O problema, no entanto, é que essa indignação se baseia inteiramente no fato de que ela era Muçulmana. Muitas jovens Cristãs foram e continuam sendo estupradas, mutiladas e assassinadas — entretanto os Paquistaneses respondem com um silêncio ensurdecedor.

Zainab Ansari

A seguir, uma breve lista (e longe de estar completa) dessas meninas Cristãs não lamentadas:

Nisha, 9, foi sequestrada por Muçulmanos, estuprada por uma gangue, assassinada por golpes repetidos em sua cabeça e depois jogada em um canal.

Lubna, 12 anos, foi sequestrada, estuprada por uma gangue e assassinada por um grupo de Muçulmanos.

Muqadas, 12, foi emboscada em um campo perto de sua casa; o post mortem revelou que ela tinha sido “violada em grupo e depois estrangulada por cinco homens.”

Shazia, de 12 anos, foi escravizada, estuprada e assassinada por Chaudhry Naeem, um rico advogado Muçulmano, que foi absolvido no tribunal.

“É vergonhoso”, explicou as fontes locais do Paquistão ao discutir a violação brutal de outra garota Cristã de 9 anos. “Tais incidentes ocorrem frequentemente. As meninas Cristãs são consideradas produtos para serem danificados no lazer. Abusar delas é um direito. De acordo com a mentalidade da comunidade [Muçulmana], isso nem sequer é um crime. Os Muçulmanos as consideram como espólios da guerra (ênfase adicionada).”

Nem os meninos Cristãos  tampouco são poupados. Enquanto estavam em um bairro Cristão no Paquistão, um grupo de homens Muçulmanos sequestrou um menino de 7 anos; revezaram-se durante o estupro, antes de estrangular o menino e jogaram o corpo em um campo — assim como Zainab. O corpo de outro menino Cristão, Samuel Yaqoob, de 11 anos, também foi encontrado perto de um esgoto… com marcas de torturas horrorosas, com a arma do crime perto. Seu nariz, lábios e barriga foram cortados, e sua família dificilmente pôde reconhecê-lo porque o corpo estava muito queimado. “A autópsia encontrou” 23 feridas por uma arma afiada “e indicações de “sodomia.”

Explicando tais incidentes, Wilson Chowdhry, presidente da Associação Cristã Paquistanesa Britânica, disse: “Partes da cultura Paquistanesa têm uma forte componente de pederastia homossexual, e os meninos minoritários Cristãos entre outros são especialmente suscetíveis a estupros e abusos por causa da impotência de sua comunidade e  o status desprezado deles” (ênfase adicionada).

E esse é o ponto. Como “infiéis”, os Cristãos no Paquistão são amplamente vistos como “intocáveis“, servindo apenas para recolher os “excrementos dos Muçulmanos“, portanto são regularmente tratados como animais. Excluindo as famílias das vítimas e as comunidades Cristãs vizinhas, praticamente ninguém — uma nação com 99% de maioria Muçulmana — se importa quando Cristãos e seus filhos são atacados selvagemente e assassinados, da mesma forma como a Muçulmana Zainab foi.

Nenhum dos assassinatos com estupro de crianças Cristãs mencionados acima gerou um escândalo nacional; nenhum deles foi seguido por tweets em massa e hashtags, celebridades ultrajadas, revoltas em massa, tumultos fatais ou ameaças aos funcionários e policiais. Nem ganharam sua própria página de Wikipédia, da maneira como fizeram com Zainab.

Não surpreende que enquanto o assassino de Zainab foi pego dias após o incidente, os assassinos dos filhos Cristãos acima mencionados nunca foram “encontrados.”

É devido precisamente a essa indiferença que estupradores e assassinos tendem a perseguir crianças Cristãs: se a sociedade não se importa, a polícia não incomodará, e assim eles escapam — quando não como heróis por prestarem um serviço ao Islã. Depois de explicar que “a conversão forçada ao Islamismo de mulheres de grupos minoritários religiosos através do estupro e sequestro atingiu um estágio alarmante” no Paquistão; a Comissão Asiática de Direitos Humanos elaborou este relatório de 2011:

A situação piora com a polícia que sempre acompanha os grupos Islâmicos e trata grupos minoritários como formas de vida humilde. O lado obscuro da conversão forçada ao Islã… envolve também os elementos criminosos envolvidos em estupro e sequestro que em seguida justificam seus crimes hediondos forçando as vítimas a se converterem ao Islã. Os fundamentalistas Muçulmanos oferecerem, com prazer, abrigo a esses criminosos e usam como desculpa a ideia de que estão prestando um ótimo serviço à causa sagrada para aumentar a população Muçulmana.

A polícia no Paquistão praticamente não só nada faz para combater essa “jihad”, como às vezes são os próprios culpados. Em um outro exemplo, um “menino Cristão foi sequestrado, estuprado, torturado e morto por um policial; seu corpo também foi despejado em um canal.”

Com frequência, no entanto, polícia e outras autoridades incluindo imams locais simplesmente se alinham com os assassinos sempre que as famílias das vítimas Cristãs fazem muito barulho exigindo “justiça” — isto é, quando os “dhimmis” ficam muito atrevidos, pois de acordo com a lei Islâmica os mesmos precisam “conhecer o seu lugar” e agradecer para que, como infiéis indesejáveis ​​e vulneráveis, sejam atribuídas qualquer medida de tolerância.

Por exemplo, outra menina Cristã de 12 anos, conhecida como “Anna” foi estuprada por uma gangue durante oito meses, forçada a se converter, e “casou-se” com o seu agressor Muçulmano, mas depois escapou. Em vez de ver a justiça sendo feita, ela e sua família Cristã foram relatadas pela última vez como “escondidas dos estupradores e da polícia.” Da mesma forma, depois que uma criança de 2 anos foi violentamente estuprada porque seu pai Cristão recusou a conversão ao Islã — deixando sua anatomia permanentemente desfigurada apesar de passar por cinco cirurgias — ela e sua família esconderam-se por terem feito um “grande estardalhaço” do incidente.

O viés Muçulmano sobre quem importa (colegas Muçulmanos) e quem não (todos os outros) é regularmente despercebido no Ocidente. Por exemplo, a obrigação Muçulmana de pagar o zakat (traduzido várias vezes como “caridade”) é sempre aclamada no Ocidente como um reflexo do lado “humanitário” do Islã — mesmo que a lei Islâmica dominante insista que tal “caridade” só vai ajudar os Muçulmanos, nunca o odiado infiel….

Mesmo quando Muçulmanos saem massacrando na América — como o bombardeiro do metrô de Nova York ou esfaqueador do Estado de Ohio, — a mídia corre para sugerir que tudo não passa de indignação com a situação dos Muçulmanos que sofrem (sempre os Rohinyas em Myanmar), levando esses homens ao limite em busca de “justiça” (não importando se suas vítimas Americanas tenham nada a ver com a política de Mianmar).

Uma explicação mais apropriada é que eles simplesmente odeiam infiéis, como se viu no fato de que a Somália, onde Abdul Raza, o esfaqueador do Estado de Ohio nasceu e cresceu, é considerada a segunda maior nação Muçulmana do mundo para ser Cristão (o que certamente é muito significativo, já que 40 das absolutas piores 50 nações são Muçulmanas). Embora os Cristãos possam ser essencialmente decapitados em público na Somália, tal “injustiça” contra seus próprios compatriotas nunca pareceu incomodar o suposto “coração sangrento” de Abdul.

O Islã é responsável por este viés: o Alcorão pede aos Muçulmanos que sejam “fortes contra os infiéis, misericordiosos entre eles [48:29]”; A doutrina Islâmica sustenta que os Muçulmanos são superiores aos não-Muçulmanos — que são comparados a cães e gado. Por isso, pouco se importam quando infiéis subumanos são estuprados e assassinados, ficam irritados ao ver as minorias infiéis agitando por igualdade com os Muçulmanos — e tornam-se completamente assassinos vendo infiéis realmente dominando os Muçulmanos.

Desse ponto, muitos poderão começar a entender a queixa Muçulmana máxima: Israel. Se as minorias Cristãs impotentes e oprimidas no mundo Muçulmano ainda são tratadas cruelmente, como os Muçulmanos devem se sentir sobre os Judeus — os descendentes de porcos e macacos, de acordo com o Alcorão — exercitando poder e autoridade sobre os demais Muçulmanos? Indignação absoluta.

É claro que, se as queixas contra Israel fossem realmente sobre justiça universal e Palestinos deslocados, os Muçulmanos ficariam ainda mais atormentados pelo fato de que milhões de Cristãos estão sendo deslocados em nome da jihad e geralmente tratados de tal maneira que faz com que ser Palestino pareça algo invejável.

Desnecessário dizer que eles não estão ressentidos — e não estarão tão cedo; porque os ressentimentos Muçulmanos se baseiam no que machuca os Muçulmanos, nunca no que machuca os infiéis — ao contrário.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

 

GEERT WILDERS: LIÇÕES DO ORIENTE PARA O OCIDENTE

Fonte/Source: GEERT WILDERS: Lessons from the East for the West


GEERT WILDERS: LIÇÕES DO ORIENTE PARA O OCIDENTE

Por GEERT WILDERS

Via Breitbart London

2 de Fevereiro de 2018

Wilders
Vit Simanek/CTK via AP

No último fim de semana estive na Hungria apresentando a tradução Húngara do meu livro Marked for Death: Islam’s War Against the West and Me [trad., ‘Marcado para Morrer; A Guerra do Islã Contra Mim e o Ocidente’]. Falei em salas de reuniões  e centros de conferências totalmente lotados em Budapeste, Nyíregyháza, Debrecen, Gyór e Sopron. Dei dezenas de entrevistas. Almocei com o Primeiro-Ministro Húngaro, Viktor Orbán.

Visitar a Hungria é uma experiência fantástica para qualquer político Ocidental que resista à invasão Islâmica do Ocidente. Na Hungria, quase não há sinais de Islamização. Os Húngaros não fazem nenhum segredo de sua determinação para mantê-la assim. A atitude na Hungria e, nesse sentido, na Europa Central em geral, é inteiramente diferente da do Ocidente. Na Europa Central, as pessoas não hesitam em expressar seu apego à sua própria identidade nacional, enraizada nos princípios Judaico-Cristãos da civilização Ocidental. Eles também deixam bem claro que estão dispostos a defender seu patrimônio.

Também tive uma sensação estranha ao ver meu livro, que adverte contra os perigos do Islã, expostos tão abertamente nas livrarias Húngaras. Originalmente publiquei meu livro em Inglês nos Estados Unidos. Fiz isso porque a América tem uma Primeira Emenda, que permite que as pessoas falem, mesmo quando uma mensagem é politicamente incorreta. A tradução Húngara é a primeira tradução do livro. No meu país, nenhum editor tem a coragem de publicá-lo.

Do tuite acima: “A Batalha pelo Ocidente: Viktor Orbán da Hungria acredita que a “maioria silenciosa” — que valoriza a identidade familiar, nacional e o país — prevalecerá sobre os globalistas do “Império Soros”, que procuram transformar os Ocidentais em consumidores de massa multiculturais e sem raízes.”


Uma editora Alemã, que estava interessada, recuou quando se tornou impossível traduzi-lo para o Alemão sem transgredir as rígidas leis do discurso na Alemanha. Por isso, a editora me pediu para que o termo “Islã” fosse substituído sistematicamente pelo termo Weasel que significa “Islamismo”. Recusei porque a mensagem do meu livro é exatamente a de que o próprio Islã é o problema.

O Islã — não o Islamismo, mas o próprio Islã — prega a submissão política do mundo inteiro a Alá. Muhammad não deixou dúvidas sobre isso: “Fui ordenado a lutar contra todos os homens até dizerem: “Não há deus senão Alá“, disse Wilders.

O Alcorão é igualmente inequívoco sobre isso. “Combatei-os até terminar a intriga, e prevalecer totalmente a religião de Alá.” diz o versículo 8:39. O Alcorão também contém a permissão para matar Judeus e Cristãos no versículo 9:29, o comando para aterrorizar os não-Muçulmanos no versículo 8:12, a obrigação de fazer guerra aos infiéis no versículo 9: 123 e a ordem para subjugar o mundo inteiro a Alá no versículo 9:33.

Do tuite acima: “O Primeiro-Ministro da Hungria adverte que os “conspiradores dos Estados Unidos da Europa” estão usando a imigração em massa para construir um superestado “pós-nacional, pós-Cristão”.”


Na Hungria e na Europa Central em geral, pode-se falar muito mais livremente sobre o Islã do que na Europa Ocidental. Lá, as pessoas percebem muito mais sobre o que está em jogo. A Hungria até construiu uma cerca de fronteira para impedir o fluxo de imigrantes de países predominantemente Islâmicos. Viktor Orbán está sozinho e fazendo muito mais pela segurança de todo o continente Europeu do que a Chanceler Alemã Merkel, o Presidente Francês Macron, a Primeira-Ministra Britânica May, meu próprio Primeiro-Ministro Holandês, Mark Rutte, e todos os outros líderes da Europa Ocidental combinados.

Como os líderes Poloneses, Checos e Eslovacos, Orbán repete constantemente que seu país é Cristão e que ele quer que assim permaneça. Ele não quer repetir o erro que a Europa Ocidental fez, abrindo suas portas à imigração Islâmica massiva. Recentemente, o Pew Research Center advertiu que, se as tendências atuais continuarem, a França, Alemanha, Bélgica e Áustria, serão quase 20% Islâmicas até 2050. A Grã-Bretanha e os Países Baixos estão muito atrás, enquanto a Suécia será até mais de 30% Islâmica na virada do século.

Isto é extremamente perigoso. Porque, embora a maioria dos Muçulmanos seja moderada e não violenta, a ideologia Islâmica não é. E dessa forma vem doutrinando muitos dos seguidores do Islã, que levam muito a sério os comandos beligerantes de Muhammad e do Alcorão. Apenas no mês passado, foi revelado na Alemanha que 30% dos estudantes Muçulmanos no Estado da Baixa Saxônia podem imaginar-se lutando e morrendo por causa do Islã. No meu país, a Holanda, pesquisas da Universidade de Amsterdã mostraram que 11% dos Muçulmanos acham aceitável usar a violência em nome do Islamismo. São mais de 100 mil pessoas, o que representa o dobro do número de soldados do nosso exército.

Do tuite acima: “Novos números do Office for National Statistics (NOS) mostram que as mães nascidas fora do Reino Unido representaram 28,2% dos nascidos vivos na Inglaterra e no País de Gales em 2016.”


Por que razão podemos falar muito mais livremente sobre os perigos do Islã na Hungria e em os outros países de Visegrad do que no Ocidente? Por que nossas elites na política, na academia e nos meios de comunicação se comportam de uma forma tão covarde e apaziguadora para com o Islã?

Talvez tenha a ver com a mentalidade de refém, que permeou o Ocidente. Devido à presença já significativa do Islã em seus países, muitos cidadãos da Europa Ocidental parecem ter medo de expressar o desejo de que esses países permaneçam enraizados em sua herança Judeu-Cristã. Nossas elites são certamente muito covardes para insistir nisso. Mas também há outra grande diferença entre a metade Ocidental e Oriental do continente Europeu.

Há cinquenta anos, em todos os lugares do Ocidente, a mentalidade dos “Protestos Contra o Ocidente” dos autoproclamados “progressistas” tomou forma. Isto levou à violência nas ruas via revoltas estudantis em Berkeley, Paris e outros lugares. O auto-ódio Ocidental tornou-se a nova moda. Não fomos autorizados a dizer que a nossa civilização foi a melhor, disseram-nos que foi a pior. O relativismo cultural tornou-se a tendência dominante entre as classes dominantes no Ocidente.

Do tuite acima: Orbán: “Nossa maior ameaça é o silêncio indiferente de uma elite Europeia que renuncia às raízes Cristãs”


Essas classes foram os facilitadores do processo de Islamização. Em primeiro lugar, negando que os imigrantes deveriam assimilar, uma vez que isso defenderia a cultura Europeia sobre as culturas nativas dos imigrantes. Em segundo lugar, atacando as críticas ao Islã e os defensores do Ocidente. E, em terceiro lugar, pela chamada “lawfare” — um processo no qual os simpatizantes Islâmicos, Muçulmanos e não-Muçulmanos, exploram a lei Ocidental e os sistemas legais para suprimir e silenciar seus críticos.

Nota: Lawfare” é uma palavra inglesa que representa o uso indevido dos recursos jurídicos para fins de perseguição política.”

Nenhuma dessas coisas aconteceu em países como a Hungria, a Polônia ou a República Tcheca. Seus cidadãos não são doutrinados dia após dia com a mensagem de que são culpados de todas as injustiças do mundo. Sua herança cultural não está sendo sistematicamente subvertida pelas elites. Seu passado não é caluniado por ativistas profissionais. Eles ainda podem se orgulhar de sua nação. Enquanto nós, no Ocidente, somos informados de que devemos ter vergonha disso.

Essa vergonha e auto-ódio nos sufoca. É hora de acabar com isso. Quanto mais nossas elites criticam países como a Hungria, a Polônia e a República Tcheca, mais devemos apoiá-los e seguir seu exemplo. Se nós, no Ocidente, queremos sobreviver, se queremos superar a crise existencial que enfrentamos, precisamos desislamizar nossas sociedades. Isso só seremos capazes de fazer se começarmos a orgulhar-nos de nós mesmos, da nossa cultura, do nosso passado e da nossa herança nacional. Essa é a lição mais importante que a Europa Central pode nos ensinar. Um povo que tem vergonha do passado não tem futuro. O futuro pertence ao povo orgulhoso, consciente da sua identidade cultural e nacional e disposto a defendê-lo.

Geert Wilders is leader of the Party for Freedom in the Netherlands and author of Marked for Death; Islam’s War Against the West and Me (Regnery)


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Áustria Apoia Grupo De Visegrad Contra Influxo De Migrantes Muçulmanos     

Fonte/Source: Austria stands with Visegrad group against Muslim migrant influx

Áustria Apoia Grupo De Visegrad Contra Influxo De Migrantes Muçulmanos   

POR CHRISTINE DOUGLASS-WILLIAMS

1 de Fevereiro de 2018

“O Chanceler Austríaco Sebastian Kurz diz que está posicionando seu país como uma ponte entre o “Grupo de Visegrad” das nações da Europa Oriental e seus homólogos Ocidentais.”

Isto causa mais problemas para a União Europeia (UE), após o anúncio no início desta semana de que a República Tcheca estava considerando um referendo “Tchexit” para deixar a União Europeia. A Áustria e o grupo de Visegrad se dedicaram à segurança pública em face de ataques jihadistas, violações em massa, no-go zones e crimes crescentes que varreram a Europa desde o influxo de migrantes Muçulmanos. O Estado Islâmico (ISIS) também cumpriu sua promessa e se infiltrou no fluxo de “refugiados”.

“Kurz disse que concordou com os países de Visegrad, — República Tcheca, Hungria, Polônia e Eslováquia — que um sistema de quotas para migrantes era impraticável e sobre a necessidade de fortalecer as fronteiras externas.” O grupo Visegrad resistiu resolutamente contra a intromissão da UE que impõe suas políticas suicidas de imigração, além de ameaças com sanções. Em meados de Janeiro, o governo Austríaco pediu “uma política restritiva de asilo” devido à escalada do crime. Os crimes cometidos por “estrangeiros” na Áustria representaram 40% do total em 2016, sendo a maioria dos agressores Afegãos Muçulmanos, Chechenos e Norte-Africanos.

Apesar de tudo isso, logo antes do Natal, a Comissão Europeia iniciou os procedimentos do Artigo 7 contra a Polônia (aka opção nuclear) para suspender a mesma dos seus direitos de voto nas instituições da UE. O líder Húngaro Viktor Orbán prometeu manter-se forte com a Polônia e não apoiar tal movimento. Orbán e Kurz também comprometeram-se mutuamente.

Vamos torcer para que mais nações Europeias tenham mais juízo como a Áustria e o grupo Visegrad; de outra forma, a UE enfrentará um colapso iminente devido à sua própria imprudência e à falta de apreciação por sua própria história, cultura e instituições.

O Novo Chanceler De Direita Da Áustria Apoia Hungria E Polônia Sobre Quotas De Migrantes“, Breitbart, 30 de Janeiro de 2018:

VIENNA (AP) – O Chanceler Austríaco Sebastian Kurz diz que está posicionando seu país como uma ponte entre o “Grupo de Visegrad” das nações da Europa Oriental e seus homólogos Ocidentais.

Kurz disse que concordou com os países de Visegrad, — República Tcheca, Hungria, Polônia e Eslováquia — que um sistema de quotas para migrantes era impraticável e a necessidade de fortalecer as fronteiras externas.

Falando ao lado do Primeiro-Ministro Húngaro, Viktor Orbán, na Terça-feira, Kurz disse que “é do interesse de todos que trabalhemos juntos.”

Orbán disse que um espaço sem fronteiras e com livre circulação de pessoas na Europa, só pode funcionar com proteções de fronteira externa “radicais” como a cerca que construiu…


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: 215 Milhões De Cristãos Perseguidos

Fonte/Source: 215 Million Christians Persecuted, Mostly by Muslims – Raymond Ibrahim


215 Milhões De Cristãos Perseguidos, Principalmente Por Muçulmanos

Por Raymond Ibrahim

22 de Janeiro de 2018

Gatestone Institute

“215 milhões de Cristãos experimentam altos níveis de perseguição” em todo o mundo, diz a Open Doors, uma organização de direitos humanos. Em sua recente lista, World Watch List 2018, classificando as 50 piores nações do mundo, para ser Cristão, 3.066 Cristãos foram mortos, 1.252 sequestrados e 1.020 estuprados ou assediados sexualmente por causa de sua fé; 793 igrejas foram atacadas ou destruídas.

O mundo Islâmico fica com a parte do leão na perseguição aos Cristãos; em 38 das 50 piores nações a maioria da população é Muçulmana. O relatório cita ainda a “opressão Islâmica” por trás da “perseguição extrema” que prevalece em oito dos 10 melhores países. Em suma, a maioria esmagadora da perseguição que esses 215 milhões de Cristãos experimentam em todo o mundo — especialmente as piores formas, como estupro e assassinato — ocorre pelas mãos dos Muçulmanos.

Estes Muçulmanos são provenientes de todos os setores da vida e refletem uma variedade de raças, nacionalidades, línguas, circunstâncias socioeconômicas e políticas. Incluindo os aliados Muçulmanos mais próximos da América (Arábia Saudita # 12 pior perseguidor) e seus oponentes Muçulmanos (Irã # 10); Muçulmanos de nações ricas (Qatar # 27 e Kuwait # 34) e Muçulmanos de nações pobres (Afeganistão # 2, Somália # 3 e Iêmen # 9); Muçulmanos de nações “radicais” amplamente reconhecidas (Paquistão # 5) e Muçulmanos de nações “moderadas” (Malásia # 23 e Indonésia # 38).

Mas se a World Watch List classifica a Coreia do Norte — não-Islâmica, comunista — como o pior perseguidor dos Cristãos, por que atacar a identidade religiosa dos Muçulmanos? Certamente, o primeiro lugar da Coréia do Norte sugere que a perseguição Cristã não é intrínseca ao mundo Islâmico, mas seria um subproduto de regimes repressivos e outros fatores socioeconômicos que proliferam especialmente em todo o mundo Muçulmano?

Neste ponto, algumas distinções importantes precisam ser feitas. Enquanto os Cristãos estão realmente experimentando uma “vida infernal” na Coréia do Norte, derrubar o regime de Kim Jong-un não só poderia levar a uma parada rápida dessa perseguição, mas também a uma ascensão do Cristianismo — como aconteceu na Rússia. Sob a União Soviética, entre 12 e 25 milhões de Cristãos foram mortos por sua fé [1] e aproximadamente 153.000 igrejas foram fechadas. [2] Desde a queda da União Soviética em 1991, cerca de mil igrejas foram (re)construídas todos os anos; e de acordo com o relatório Pew 2014, entre 1991 e 2008, os Russos identificando-se como Cristãos Ortodoxos aumentaram de 31% para 72%. E assim “a Coréia do Sul é tão distintamente Cristã” reflete o que poderia estar armazenado — criando medo — na sua contraparte do norte.

No mundo Islâmico, a queda dos regimes ditatoriais raramente alivia o sofrimento dos Cristãos. Pelo contrário; onde os ditadores seculares caíram — Saddam no Iraque, Gaddafi na Líbia e tentativas contra Assad na Síria — a perseguição aos Cristãos cresceu como consequência. Hoje, o Iraque é a oitava pior nação do mundo para um Cristão, a Síria é a décima quinta, e a Líbia a sétima. Sob ditadores, esses países eram significativamente mais seguros para as minorias religiosas.

Da mesma forma, os únicos países que faziam parte da antiga União Soviética que ainda perseguem os Cristãos são, e de um modo bastante significativo, os países de maioria Muçulmana da Ásia Central. Estes incluem o Uzbequistão (# 16 pior perseguidor), Turquemenistão (# 19), Tajiquistão (# 22), Cazaquistão (28) e o Azerbaijão (45). [3]

A “perseguição extrema” aos Cristãos em todo o mundo Muçulmano faz parte de um contínuo — ou “tradição” — que começou há quase 14 séculos. Os mesmos padrões de perseguição que prevalecem hoje — incluindo ataques por blasfêmia e apostasia, restrições e/ou ataques contra igrejas, e um desprezo geral seguido pelo vil tratamento de “infiéis sub-humanos” — são muitas vezes idênticos aos de séculos passados.

Ao contrário da perseguição de Cristãos nas nações comunistas que estão enraizadas em um regime particular, a perseguição Muçulmana aos Cristãos é perene, existencial e transcende esse ou aquele regime ou governante. Faz parte da história, das doutrinas e da composição sociopolítica do Islamismo — daí a sua tenacidade e onipresença.

De modo que esses perseguidores de Cristãos vêm de uma grande variedade de origens raciais, linguísticas, culturais e socioeconômicas — de nações Africanas, Árabes, Asiáticas e Caucasianas — e compartilham muito pouco entre si, exceto o Islã, o que ressalta ainda mais a verdadeira fonte da perseguição.

Se o tempo estiver do lado dos Cristãos que vivem sob regimes comunistas, ele não estará do lado dos Cristãos que vivem sob o Islã; ao contrário. Cartago, que outrora foi um bastião do Cristianismo — onde um dos principais teólogos da Cristandade (Santo Agostinho) nasceu e onde o cânon do Novo Testamento foi confirmado em 397 d.C. — é hoje em dia a Tunísia, de maioria (99%) Muçulmana. Séculos de perseguição e status de dhimmi são responsáveis ​​pela mudança demográfica na Tunísia e em outros antigos centros do Cristianismo – tais como o Egito (# 17) e a Turquia (ou a Anatólia, # 31) — experimentaram.

Mesmo muito tempo após o psicótico Kim Jong-un da Coréia do Norte ter desaparecido, dezenas de milhões de Cristãos entre outros “infiéis” continuarão sendo perseguidos, até o dia em que, o que começou no sétimo século se concretizar, e todo o mundo Islâmico tornar-se livre de “infiéis”, como em algumas regiões, e a caminho para se tornar em outras (e.g., o Iraque). Confrontar esses fatos desconfortáveis é o primeiro passo real para enfrentar o mundo.


[1] James M. Nelson, Psychology, Religion, and Spirituality, 2009, p. 427.

[2] Paul Froese, “Forced Secularization in Soviet Russia: Why an Atheistic Monopoly Failed,” Journal for the Scientific Study of Religion, Volume 43, Number 1, March 2004, p. 42

[3] Enquanto a Open Doors atribui a perseguição aos Cristãos nessas cinco nações à “Paranóia Ditatorial”, porque todas elas são em sua maioria Muçulmanas, sugere que o Islã seja pelo menos parcialmente responsável. A própria Open Doors observa que “há um avivamento popular do Islamismo na Ásia Central, o que significa mais pressão dos governos nacionalistas pro-Islâmicos e da sociedade — causando maiores níveis de perseguição em duas frentes.”


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: Perseguição Muçulmana aos Cristãos

Fonte/Source: “We Are Going to Burn You Alive!” Muslim Persecution of Christians, June 2017 – Raymond Ibrahim


Em Março de 2017 publiquei o artigo “450 ATAQUES COM ÁCIDO CONTRA MULHERES DESDE 2011 — EM LONDRES“. Cito ele porque a seguir você verá que esse padrão — o de jogar ácido no rosto das pessoas — acontece há muito tempo no Egito e agora vem sendo abertamente utilizado nas “no go zones” Muçulmanas em Londres.

O artigo a seguir, dá continuidade ao ““NÓS VAMOS QUEIMAR VOCÊ VIVO!” – PERSEGUIÇÃO MUÇULMANA DE CRISTÃOS”. Na época, optei por não publicá-lo para não ficar muito longo.

Caso ainda não tenha lido os artigos acima, não perca a oportunidade.


Perseguição Muçulmana aos Cristãos: Excertos do Relatório de Junho de 2017

Por Raymond Ibrahim

17 de Janeiro de 2018

Relatório da Perseguição Muçulmana aos Cristãos, Junho de 2017 

Paquistão: um novo caso de blasfêmia foi registrado contra outro Cristão. Depois que Mohammad Irfan se recusou a pagar a conta do reparo a Ishfaq Masih, um Cristão que consertou sua bicicleta, o Muçulmano denunciou o Cristão de blasfemar contra o profeta Islâmico Muhammad, levando à prisão do Cristão. De acordo com o primo de Masih, “durante o argumento, Irfan disse que obedece apenas a um mestre, Profeta Muhammad, ao qual Ishfaq disse que era Cristão e que sua fé se encerra em Cristo. Ao ouvir isso, Irfan protestou que Ishfaq havia blasfemado contra Muhammad. Logo uma multidão se reuniu no local e alguém chamou a polícia, que levou Ishfaq à prisão preventiva. “Mohammad Irfan também reuniu vários outros muçulmanos — incluindo Mohammad Irfan, Mohammad Nawaz, Mohammad Naveed e Mohammad Tahir — os quais afirmaram terem “ouvido Ishfaq Masih dizer palavras depreciativas contra o profeta Muçulmano”. Segundo o advogado do Cristão, apenas uma das quatro “testemunhas” estava realmente presente durante o altercação. Em vez disso, “Irfan havia reunido outros homens, incluindo o queixoso Mohammad Ishfaq, e inventaram a acusação contra Ishfaq Masih que acabou o levando à prisão…  O Boletim de Ocorrência é muito fraco, pois não contém nenhuma palavra blasfema específica que o meu cliente possa alegadamente ter dito… Também mostra que a polícia nem sequer se preocupou em investigar a acusação antes de registrar um caso contra o pobre homem. Esta é a prática rotineira da polícia em casos de blasfêmia, e é uma pena que nada seja feito para impedir esse procedimento.”

Separadamente, depois que um casal Cristão foi assassinado por pregar Cristo entre os Muçulmanos, um Cristão Sul-Coreano foi preso por supostamente também se envolver em “atividades ilegais de pregação.” As autoridades revogaram seu visto e ordenaram que ele deixasse a nação Muçulmana.

 Desprezo e Abuso de Cristãos por Muçulmanos

Paquistão: um trabalhador sanitário Cristão morreu depois que os piedosos médicos Muçulmanos que jejuavam em pleno Ramadã, recusaram-se a tocar o corpo do infiel “imundo”. Irfan Masih, de trinta anos, havia caído inconsciente junto com outros três funcionários sanitários enquanto limpava um bueiro no dia 1 de Junho. Foi levado para um hospital do governo onde os médicos recusaram-se a tratá-lo; morreu horas depois. “Os médicos recusaram-se a tratá-lo porque estavam jejuando e disseram que meu filho era napaak [imundo]”, disse a mãe do falecido. Algumas semanas depois, um tribunal, respondendo às queixas dos funcionários do hospital que acusaram a família e os amigos de Irfan de aterrorizarem o hospital, ordenou à polícia que registrasse uma queixa contra eles. “O hospital montou uma falsa acusação contra nós para se salvar”, explicou um primo do falecido, que também trabalha no saneamento. “Os médicos foram responsáveis ​​pela morte de Irfan, porque ele estaria vivo hoje se não tivessem recusado a tratá-lo imediatamente. Nossa revolta contra os médicos foi natural, mas não danificamos nem roubamos nada do hospital. É uma mentira, e até mesmo a polícia sabe disso. “Um alto funcionário da polícia admitiu que “nós acreditamos que o hospital está fazendo acusações frívolas contra essas pessoas… o hospital está ostensivamente tentando pressionar a família para retirar o caso.”

Egito: Suzan Ashraf Rawy, uma mulher Cristã de 22 anos, foi dada como sequestrada na manhã do dia 5 de Junho ao caminhar até a igreja Ortodoxa Copta em que trabalhava. “Como ela não voltou para casa naquela noite, sua mãe ligou para a igreja”, explicou um líder do setor Cristão. “Foi quando descobriu que Suzan não tinha ido à igreja pela manhã. Supomos que tenha sido sequestrada.” Ela é a terceira mulher Cristã na área de Al Khosous, uma cidade predominantemente Cristã nos arredores do Cairo, desaparecida desde 30 de Maio, quando um Copta acidentalmente disparou e matou um espectador Muçulmano durante uma discussão com outra pessoa. “Desde então, Muçulmanos começaram a atacar a comunidade Cristã da área, especialmente as mulheres”, afirmou o líder Cristão. De acordo com o relatório, “Duas outras jovens Cristãs Coptas desapareceram sem deixar vestígios após o incidente de 30 de Maio. As famílias das mulheres suspeitas de serem sequestradas não receberam comunicação dos supostos sequestradores, disseram as fontes. A área dos Muçulmanos há muito vem desfigurando as mulheres Cristãs por não usarem véus, jogando ácido nelas, mas houve um aumento desses ataques nas últimas semanas, disseram fontes…. O medo tomou conta dos Cristãos Coptas da região, deixaram as mulheres com medo de saírem de suas casas. Uma das reuniões de mulheres na igreja, da qual Rawy participou, foi suspensa até um novo aviso por medo da segurança dos participantes.”

Bangladesh: três homens Muçulmanos estupraram uma menina Católica de 20 anos na aldeia de Madarpur em 18 de Junho. A intensidade dos gritos chamou a atenção dos moradores da aldeia que vieram em seu socorro, fazendo com que os estupradores fugissem. Depois que seus pais apresentaram queixa-crime, começaram a receber mensagens ameaçadoras para retirá-la ou então. “No ano passado, sua família esteve envolvida numa disputa de terra”, diz o relatório. “A violência — um ataque premeditado — também foi testemunhada pela polícia, lançada pelos Muçulmanos que queriam expropriar a terra. A jovem, juntamente com seus pais, foi forçada a deixar a casa para morar numa favela.”

Paquistão: o lar de um jornalista que cobria extensivamente a situação das minorias religiosas na nação muçulmana foi vandalizado. Quando Rana Tanveer, repórter-chefe do The Express Tribune, foi à polícia, eles não registraram uma queixa formal. Alguns dias depois, um veículo não identificado passou intencionalmente por Tanveer, enquanto dirigia a sua motocicleta em Lahore na sexta-feira, 9 de junho. Segundo o relatório: “Tanveer foi submetido a uma cirurgia para tratar uma fratura no osso pélvico no Sábado. Sua recuperação pode levar meses e elo expressou medo por sua segurança, bem como por sua família… Tanveer diz que seu trabalho para expor tratamentos pobre dado às minorias religiosas do país, como os Ahmadis e os Cristãos, o tornou um alvo de extremistas.”


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Cristãos “Abatidos Como Frangos”

Fonte/Source: Christians ‘Slaughtered Like Chicken’: Muslim Persecution of Christians, July 2017 – Raymond Ibrahim


Cristãos “Abatidos Como Frangos”: Perseguição Muçulmana aos Cristãos

Por Raymond Ibrahim

18 de Dezembro de 2017

Gatestone Institute

Luc Ravel, o Arcebispo Católico Romano de Estrasburgo “foi contra o caráter dos líderes da Igreja na França, que permaneceram em grande parte politicamente corretos”, diz um relatório, porque criticou “a mudança demográfica na França, dizendo que os Muçulmanos estão tendo muito mais filhos que os nativos Franceses e criticou a “promoção” generalizada do aborto.” E disse mais: “Os fiéis Muçulmanos sabem muito bem que a sua natalidade é tal que hoje em dia, chamam isso de… a Grande Reposição, e falam de uma maneira muito calma e muito positiva, “um dia tudo isso, será nosso”.

Outro líder Cristão, enquanto discutia sobre o Sudão em particular, mencionou o que os Cristãos em todo o mundo Muçulmano estão enfrentando, e o motivo. “O governo no Sudão quer Islamizar toda a população e quer acabar com o Cristianismo e outras religiões no Sudão”, diz o Pastor Strong. “Nós temos que pressionar o governo para que os direitos das pessoas de praticarem a sua fé abertamente sejam dados a eles.” Para conseguir isso, precisam do apoio da “Igreja global”, acrescentou, porque “estão envolvidos em provações, perseguição, fome — um monte de problemas. E, no entanto, no meio de tudo isso, eles se alegram. Estão sempre prontos para morrer, e testemunhar sua fé em todas as circunstâncias. Estão dispostos a servir, não importa o que tenham ou possam vir a perder.”

A reunião de Julho sobre a perseguição Muçulmana aos Cristãos em todo o mundo inclui, mas não se limita às seguintes informações:

Massacre Muçulmano de Cristãos

Paquistão: Em dia 24 de Julho, um homem-bomba Islâmico se explodiu numa área fortemente povoada por Cristãos. Pelo menos 26 pessoas foram mortas. De acordo com Bruce Allen, um ativista de direitos humanos, “O que a mainstream mídia não relata é que essa é a segunda maior colônia Cristã no Paquistão, onde a explosão ocorreu”, apenas dois quilômetros e meio aproximadamente de onde os “pastores do Paquistão se reúnem mensalmente, onde recebem apoio financeiro mensal, onde se reúnem para compartilhar os pedidos de oração, onde tem alguns centros de treinamento contínuos e coisas assim. “Depois de explicar quantos ataques terroristas suicidas atingem os Cristãos, contou como essa atividade constante de terror “coloca os Cristãos nesse estado de alerta elevado, e já vem acontecendo há algum tempo. Nós lembramos da última Páscoa, uma época de grande celebração, e aí acontece um ataque contra os Cristãos nos parques. E é com isso que vivem constantemente… Nós conversamos sobre o transtorno de estresse pós-traumático com pessoas em combate. Bem, aqui você tem uma população inteira de pessoas que tem a sua vida constituída disso: combate. E assim você tem o desgaste psicológico, espiritual e emocional.”

Separadamente, um “mestre” Muçulmano atormentou e depois matou seu “escravo” Cristão. Javed Masih, 32, o Cristão estava, de acordo com o relatório, “reembolsando uma dívida que sua família havia contraído há três anos…” Na realidade, ele era um escravo. “Depois que foi acusado de roubar uma bicicleta motorizada”, o Cristão foi repetidamente espancado com bastões e outros objetos. Ele foi levado ao hospital e morreu por conta da tortura. “A família procurou a justiça abriu um processo na polícia, mas como de costume, a polícia se recusou a aceitar o caso e o culpado e seus aliados ameaçaram a família Cristã para retirar a acusação. Como o irmão mais velho do morto explica: “Queremos justiça. Somos pobres e, portanto a polícia se recusa a nos ouvir e a registrar a queixa. Os grandes proprietários de terras estão ameaçando sérias consequências porque nos opomos a qualquer compromisso. Tudo isso é porque somos Cristãos e pobres. “O assassino disse que o morto cometeu suicídio, uma reivindicação que a família rejeita fortemente.

Egito: outro soldado Cristão foi morto por soldados (Muçulmanos) quando souberam que ele era Cristão. Joseph Reda Helmy acabara de completar seu treinamento militar quando foi transferido para Al-Salaam (“paz”), uma unidade de forças especiais, onde três oficiais o mataram. Ele é pelo menos o sexto soldado Cristão morto por sua fé nos últimos anos. De acordo com o pai do morto, “seu grande e forte filho chegou ao acampamento às 14 horas e às 20 horas já estava morto. “Seu primo, que buscou o corpo, disse que seu primo morto” tinha hematomas na cabeça, ombros, pescoço, costas e genitais, com as piores feridas ocorrendo em suas costas.” Ele também aprendeu com as testemunhas oculares que “os três oficiais começaram a assediar Helmy por causa de sua fé Cristã e que as marcas em seu corpo indicam que o chutaram com as botas e o bateram com instrumentos pesados.” Como em todos os casos anteriores em que soldados Cristãos foram mortos por seus colegas Islâmicos, o exército Egípcio disse aos parentes que os mortos haviam morrido de outra coisa, neste caso, de “ataque epiléptico”. Mas mesmo o “médico que examinou o corpo recusou-se a se curvar à pressão daqueles que o trouxeram e relataram que o a causa mortis não era natural.”

Além disso, sobre a matança jihadista de Cristãos viajando para um mosteiro do deserto no final de Maio de 2017, surgiram mais detalhes. Falando da cama do hospital, um dos sobreviventes do massacre, Mariam Adel, uma jovem mãe cujo marido e nove de seus parentes foram mortos no ataque, disseram que depois que os jihadistas abriram fogo no ônibus, foram a bordo e “ordenaram que saíssem do ônibus e disseram a todos para se converterem ao Islã.” “Renunciar a nossa fé? Claro que não”, Mariam falou sobre a reação coletiva das mulheres. “Se tivéssemos, poderiam ter nos deixado fora do ônibus e nos tratado bem. Mas nós só queremos Jesus e estamos confiantes de que ele não nos deixará.” Os militantes responderam roubando as mulheres da posse deles, o que justificaram como “espólios de guerra” devidamente recebido. Um menino de 10 anos cujo pai foi assassinado disse que “eles pediram ao meu pai para se identificar e depois lhe pediram que recitasse a profissão de fé Muçulmana. Ele recusou, disse que era Cristão. Eles atiraram nele e em todos os outros que estavam no carro. Toda vez que atiravam em alguém, gritavam: “Deus é grande”, ou mais, literalmente, “Alá é maior.”


Para mais informações (em Inglês) sobre os países envolvidos com a perseguição Muçulmana aos Cristãos acesse este link: Raymond Ibrahim.  O site disponibiliza um relatório sobre os casos de perseguição mundial desde Julho de 2011.

A perseguição aos Cristãos no mundo Islâmico tornou-se endêmica. Por conseguinte, o relatório sobre a “perseguição Muçulmana aos Cristãos” foi desenvolvido para reunir alguns — de modo algum todos — os casos de perseguição que se emergem a cada mês, cem dois propósitos:

  1. Documentar o que a grande mídia não faz: a perseguição habitual, senão crônica, aos Cristãos.
  2. Mostrar que tal perseguição não é “aleatória”, mas sistemática e inter-relacionada — e  que está enraizada em uma visão de mundo inspirada na Sharia Islâmica.

Para mais informações (em Inglês) sobre os países envolvidos com a perseguição Muçulmana aos Cristãos acesse este link: Raymond Ibrahim.  O site disponibiliza um relatório sobre os casos de perseguição mundial desde Julho de 2011.

A perseguição aos Cristãos no mundo Islâmico tornou-se endêmica. Por conseguinte, o relatório sobre a “perseguição Muçulmana aos Cristãos” foi desenvolvido para reunir alguns — de modo algum todos — os casos de perseguição que se emergem a cada mês, cem dois propósitos:

  1. Documentar o que a grande mídia não faz: a perseguição habitual, senão crônica, aos Cristãos.
  2. Mostrar que tal perseguição não é “aleatória”, mas sistemática e inter-relacionada — e  que está enraizada em uma visão de mundo inspirada na Sharia Islâmica.

    Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

 

“LIMPE O NOSSO EXCREMENTO TODOS OS DIAS OU MORRA”

“LIMPE O NOSSO EXCREMENTO TODOS OS DIAS OU MORRA”: PERSEGUIÇÃO MUÇULMANA AOS CRISTÃOS — AGOSTO DE 2017”

Por Raymond Ibrahim

16 de Janeiro de 2018

Gatestone Institute

Um documento elaborado por membros da comunidade Cristã global que se reuniu no 3º Fórum Internacional Cristão realizado em Moscou, detalhou como nos últimos 10 anos a população Cristã do Oriente Médio diminuiu em 80% e advertiu que, a menos que as tendências atuais sejam revertidas, o Cristianismo “desaparecerá” de suas antigas terras em alguns anos. Por volta do ano 2000, havia 1,5 milhão de Cristãos no Iraque, enquanto hoje há apenas 100 mil, aproximadamente uma queda de 93%, observa o documento. Na Síria, as maiores cidades “perderam quase toda a população Cristã.”

Outros ativistas e especialistas ofereceram estatísticas igualmente sombrias. O Centro para o Estudo do Cristianismo Global no Seminário Teológico de Gordon-Conwell em Hamilton, Massachusetts, já tinha previsto anteriormente que, até 2025, a porcentagem de Cristãos no Oriente Médio — que em 1910 era 13,6 por cento — poderia diminuir em torno de três por cento.

Os Cristãos que procuram retornar às áreas do Iraque e da Síria liberadas do Estado Islâmico (ISIS) continuam enfrentando desafios e discriminação das comunidades locais Muçulmanas e Curdas. Andrew White, também conhecido como o “pastor de Bagdá”, disse anteriormente que “A hora derradeira chegou, não sobrará nenhum Cristão. Alguns dizem que os Cristãos devem permanecer para manter sua presença histórica, mas tornou-se muito difícil. O futuro da comunidade é muito limitado.”

Outros, como o ex-Republicado Frank Wolf (R-Va.), são mais otimistas: “Agora é a hora. Temos uma administração que está aberta para fazer alguma coisa”, disse em referência ao governo Trump.

Enquanto isso, o ISIS continuou alimentando grandes esperanças. Em um vídeo lançado pela organização terrorista em Agosto, um extremista destruiu uma foto do Papa Francisco e do Papa Emérito Papa Bento XVI, enquanto dizia: “Lembre-se disso, você é um kuffar (“infiéis” ou “não-Muçulmanos”) — nós chegaremos à Roma, inshallah [se Alá quiser].” O narrador do vídeo também prometeu que “Depois de todos os seus esforços, a religião da cruz será destruída. A inimizade dos cruzados em relação aos Muçulmanos só serviu para encorajar uma geração de jovens”. Quando indagado sobre isso, o alto assessor de Francisco disse: “O Papa Francisco não alterou nada em sua agenda, nem irá mudar. Além disso, continuará a fomentar o diálogo, criando pontes, defendendo a paz. Com Muçulmanos e Cristãos.”

O levantamento de Agosto sobre a perseguição Muçulmana aos Cristãos em todo o mundo inclui, mas não está limitado, às seguintes informações:

Massacre Muçulmano de Cristãos 

PAQUISTÃO: Javid Masih, um Cristão que se vendeu à escravidão para uma família Muçulmana por dois anos porque queria comprar uma casa para a sua família, foi regularmente abusado, impedido de ir à igreja e finalmente assassinado em Agosto. Quando o contrato de dois anos estava prestes a acabar e Javid já havia dito a um parente que estava ansioso para se casar, foi informado que: “Não há como você ser ver livre de nós e deixar este lugar.” Quando seu mandato terminou e ele pediu por sua liberdade, foi severamente reprimido pelos filhos da família:

“Você é um Chura imundo [palavra depreciativa que significa coisa sem valor], como ousa pedir sua liberdade. Sua vida é nossa. Você vai limpar nossos excrementos todos os dias de sua vida a partir de agora ou você e sua família irão morrer.”

Em seguida, “foi agarrado pelos irmãos, amarrado, espancado e cuspido por um dia inteiro. Ele nunca contou a sua família sobre isso, porque estava com vergonha e tinha medo das repercussões sobre sua família caso se envolvessem. Outros funcionários tiverem que assistir a tortura brutal de Javed para inculcar a sensação de medo entre eles.

“Continuou escravizado, mas sua produtividade caiu, e a família Muçulmana decidiu acabar com ele. Envenenaram e o deixaram na frente da casa de sua família; quando sua mãe viúva implorou para que o levassem ao hospital, cuspiram nela. Ele morreu; e a polícia relatou a morte como “suicídio”.

Wilson Chowdhry, Presidente da Associação Cristã Paquistanesa Britânica, disse: “Apesar das leis contra a escravidão no Paquistão, o trabalho servido prolifera e está destruindo a vida de muitos Cristãos. A Lei do Trabalho Forçado (Abolição) Decreto 1992 não vale a pena o papel em que está escrito e a apatia dos governos para impor a lei ilustra o baixo valor atribuído aos Cristãos e outras minorias… Há uma taxa de suicídio muito pequena no Paquistão de cerca de 300 vítimas ao longo de dois anos, os Paquistaneses são resistentes. É inconcebível que Javed tenha cometido suicídio quando não expressou tal desejo a qualquer um que conhecesse e permaneceu estóico por dois anos, apesar da dor que lhe foi infligida.”

Outro homem Cristão, um prisioneiro que tentaram convertê-lo, mas rejeitou o Islã, foi encontrado morto “sob circunstâncias misteriosas sob custódia policial”, diz um relatório. Indaryas Ghulam, 38, estava entre os 42 Cristãos presos pelo linchamento de dois Muçulmanos associados a um ataque na igreja em 2015 que matou quase 20 Cristãos e feriu 70. Indaryas negou envolvimento no linchamento e era um dos prisioneiros prometidos de “liberação em troca da renúncia ao Cristo. Ele poderia ter salvado sua vida, mas decidiu testemunhar sua fé até a morte… A administração da prisão atribuiu sua morte à má saúde; tinha tuberculose. Mas sua esposa Shabana e sua filha Shumir, que viram o corpo, disseram que tinha queimaduras e cortes em todos os lugares, sinais claros de tortura e da brutalidade a que havia sido submetido. Além disso, acrescentam que, embora estivesse gravemente doente, nunca recebeu cuidados médicos adequados atrás das grades.”

Ataques Muçulmanos À Liberdade Cristã

IRÃ: Cerca de quinhentos Muçulmanos convertidos ao Cristianismo enfrentaram perseguição e fugiram do Irã para a Turquia em busca de asilo, revela o relatório de Agosto. Um jovem converso que disse que não poderia ser quem ele queria ser se permanecesse Muçulmano, acrescentou que agora está se sentindo “confortável” como um Cristão. Outro disse: “Eu mudei de religião porque não vi nada no Islã. Tudo que vi estava errado. É fato que o governo do Irã é Islâmico, contudo nossa juventude está sendo executada. No Iraque, a mesma coisa… Lá está o ISIS matando pessoas em nome do Islã, e as pessoas vulneráveis ​​estão sendo decapitadas. Fugiram para a Turquia e nós viemos para a Turquia. É por isso que não vi nada de bom no Islã. “A Open Doors USA, que monitora a perseguição Cristã em todo o mundo, confirma que “os convertidos ao Cristianismo vindo do Islã constituem o maior grupo de Cristãos e experimentam a maior perseguição.”


Para mais informações (em Inglês) sobre os países envolvidos com a perseguição Muçulmana aos Cristãos acesse este link: Raymond Ibrahim.  O site disponibiliza um relatório sobre os casos de perseguição mundial desde Julho de 2011.

A perseguição aos Cristãos no mundo Islâmico tornou-se endêmica. Por conseguinte, o relatório sobre a “perseguição Muçulmana aos Cristãos” foi desenvolvido para reunir alguns — de modo algum todos — os casos de perseguição que se emergem a cada mês, cem dois propósitos:

  1. Documentar o que a grande mídia não faz: a perseguição habitual, senão crônica, aos Cristãos.
  2. Mostrar que tal perseguição não é “aleatória”, mas sistemática e inter-relacionada — e  que está enraizada em uma visão de mundo inspirada na Sharia Islâmica.

Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

A EUROPA ESTÁ SE MATANDO 

 A EUROPA ESTÁ SE MATANDO 

Por PAT CONDELL

15 de Janeiro de 2018


Este vídeo está censurado e indisponível na Alemanha.
Você pode encontrar todos os vídeos do Pat Condell sem censura no BitChute e noYouTube.

Pat Condell Website: GODLESS COMEDY

Quando se trata de Pat Condell a melhor coisa a fazer é ficar calado e ouvir o que ele tem a dizer.

Absolutamente genial.

Nota: Não consegui localizar o nome do tradutor deste vídeo para dar o devido crédito.

MIGRANTES OU INVASORES MUÇULMANOS?

MIGRANTES OU INVASORES MUÇULMANOS?

Por Tião Cazeiro

14 de Janeiro de 2018

Migrantes esgotados lutam para se manterem à tona enquanto esperam pela guarda costeira. Mais de 171 mil tentaram chegar a Europa no Mediterrâneo no ano passado –  GUARDA COSTEIRA – Mediterranean claims first migrants of 2018 https://buff.ly/2mC2l6x

Compartilhei este vídeo divulgado pela ‘Patota da Direita‘ em 5 de Janeiro de 2017, vale a pena assistir novamente, é impressionante.

Em 2015 traduzi dois artigos denunciando a “FARSA: 80% Dos Refugiados Da Devastada Síria Não São Da Síria ” e “A Invasão da Europa e da América“. Vale conferir.

Quando os ativistas começaram a denunciar que isso era uma invasão Muçulmana, foram logo carimbados de ISLAMOFÓBICOS, RACISTAS, EXTREMA-DIREITA etc., e isso nada mais é do que uma barreira para você não criticar o avanço Islâmico global.

Hoje, vários líderes Europeus como o corajoso Presidente da Hungria Viktor Orbán, declaram abertamente que SIM, é realmente uma invasão Muçulmana orquestrada, como no passado, para conquistar a Europa. Vide: HUNGRIA: Migrantes Na Europa Não São Refugiados, São Invasores Muçulmanos

Quem impulsiona essa gente toda, quem os obriga atravessar o Mediterrâneo, mesmo correndo risco de vida? Já pensou nisso?

“Imigração jihadista Hejira ou Hijra (jornada ou migração) — é a migração de Muhammad (Maomé) e seus seguidores, de Meca para Yathrib, mais tarde renomeada por ele como Medina, no ano 622 DC. Isso aconteceu após a hijrah, quando Muhammad, pela primeira vez se tornou não somente um pregador de ideias religiosas, mas um político e líder militar.” — A Invasão da Europa e da América

Os verdadeiros refugiados, aqueles que realmente precisam de ajuda como os Cristãos perseguidos pela crueldade Muçulmana, foram deixados de lado para favorecer os invasores, claro, Mulculmanos. Vide Barack Obama em “Cristianismo de Obama: Ferramenta Política Para Silenciar Cristãos”.

O Brasil vai mudar, os migrantes (ou invasores?) estão chegando enquanto o Islam avança com seus camelos, e com a maior cara de pau divulga a meta de obter 20 milhões de Muçulmanos em 20 anos, como anunciou o sheik de uma mesquita em São Paulo.

O sonho dessa turma é transformar a América Latina numa filial do Oriente Médio e para isso não falta apoio no Brasil. Caso não tenha lido este artigo, vale a pena conferir: BRASIL: 40.000 TERRORISTAS EM 20 ANOS.

A meta de obter 20 milhões de Muçulmanos é altamente significativa e só poderá ser alcançada com a ajuda luxuosa dos migrantes Muçulmanos (ou invasores?)

Um milhão de novos Muçulmanos por ano, durante 20 anos, para alcançar à meta de terceira maior religião do Brasil, sendo que o Islamismo tem a missão de converter a todos pela persuasão ou pela força (militar)? E por isso é conhecido como ‘um empreendimento paramilitar totalitário’. Você já pensou nisso?

Esse é o sonho do esquema globalista e como vimos acima, uma meta desse porte e com tanta convicção deixa a impressão de que já está tudo combinado.

Por último, vou dar a palavra ao professor Olavo de Carvalho:

“Em suma: o único lugar em que se nega a existência do esquema global de poder é a mídia brasileira. É evidente que o grau de incultura e de ignorância necessário para isto transcende as dimensões do próprio globo terrestre.” — Palestra de Olavo de Carvalho no encontro com Jair Bolsonaro e Jeffrey Nyquist em Nova Iorque – Mídia Sem Máscara