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VOU VOTAR NO BOLSONARO!

Olavo de Carvalho sobre o Bolsonaro

by acordailha

21 de Fevereiro de 2018

23 postagens do Olavo de Carvalho sobre o Bolsonaro:

1- Objetivamente, o Jair Bolsonaro é o único político de direita que tem chance de eleger-se presidente em 2018. Boicotá-lo, sob qualquer pretexto que seja, não é ‘dividir’ a direita: é matá-la no berço.

2- Só pessoas totalmente lesadas das faculdades mentais não entendem que a segurança vem antes da economia. Isso inclui toda a classe política brasileira, com exceção do Bolsonaro. Eis por que vou votar nele e aos outros não darei sequer um minuto de atenção.

3- Mostrem-me UM político — de direita ou de esquerda — que em todas as cidades seja recebido com o entusiasmo e o carinho que cercam o Jair Bolsonaro, e admitirei que estou errado.

4- A recepção entusiástica dada ao deputado Jair Bolsonaro por onde quer que ele passe mostra que, se a presente geração tem uma missão histórica, é a de realizar, sem extinguir uma só instituição democrática, o que os militares de 1964, extinguindo várias, não fizeram: extirpar o comunismo da vida política nacional, integralmente e para sempre.

5- Podem dizer o que queiram do Bolsonaro, mas alguém duvida de que, para os trabalhadores, ele seria um presidente melhor do que FHC, Lula e Dilma?

6- Se o Olavo de Carvalho chegou, num certo momento, a condensar simbolicamente o espírito da revolta popular, é natural e compreensível que os interessados em abortar esta última e transformá-la em outra coisa se assanhem em destruir esse símbolo tanto quanto a encarnação propriamente política do movimento, isto é, a candidatura Jair Bolsonaro.

7- Até que o Deputado Bolsonaro tome a iniciativa de me decepcionar em alguma coisa, o que ele não fez e espero que não faça, continuarei a vê-lo como o ÚNICO líder popular que representa as aspirações dos memoráveis protestos de Março de 2015.

8- Nenhum problema dura para sempre, mas alguns duram mais que a gente. Se um lado está disposto a votar, e o outro a matar ou morrer, adivinhem quem vence. Por isso, antes de votar no Bolsonaro, avalie o quanto está disposto a arriscar para mantê-lo no cargo.

9- Já avisei e repito: Declaro-me eleitor do Bolsonaro enquanto estiver seguro de que ele não tem rabo preso com nenhum esquema globalista. Se descobrir que tem algum, voto em branco.

10- Vou votar no Bolsonaro porque acho que essa é a minha obrigação, não porque acredite que isso vá mudar alguma coisa. Toda política eleitoral, nas presentes condições, segue o lema do Montherlant: “Service inutile.”

11- Nenhuma direita será possível no Brasil sem derrubar o mito da “luta contra a ditadura”. Antes bolsonarette do que arruinaldette.

12- Nunca fui cabo eleitoral do Bolsonaro, mas, depois da entrevista dele com o Marco Antonio Vil, aceito, a título de merecida reparação moral, até serviço de homem-sanduíche, espremido entre duas placas: VOTE EM BOLSONARO.

13- Mesmo considerando que o Bolsonaro é incomparavalmente mais culto do que o Lula (ninguém chega a capitão sem ter cursado escola militar), admitamos a premissa vulgar de que ele não tem cultura. Segue-se inevitavelmente a pergunta: Se a esquerda tem o direito de elegar um presidente inculto e ainda considerar isso um mérito, por que a direita não pode fazer o mesmo? Negá-lo é submeter-se à guerra assimétrica.

14- Desistam, fofoqueiros e intrigantes. Não só vou votar no Bolsonaro, como vou trazer para ele mais votos do que vocês, sem fazer um só minuto de propaganda e sem pedir nem aceitar nenhum carguinho em troca.

15- Quantas vezes preciso avisar que o meu voto vai para o Bolsonaro?

16- Aviso, para os devidos fins, que pretendo votar em Jair Bolsonaro para a Presidência da República e acho que todos os brasileiros deveriam fazer o mesmo, mas isso não é motivo para eu adotar uma retórica de cabo eleitoral e, a pretexto de eleger um presidente, contribuir para estragar a língua portuguesa mais um pouco.

17- O que mais admiro no Bolsonaro é a humildade com que ele busca o aprendizado. Com um por cento disso o Lula não teria sido o bosta que foi.

18- “Unidade da direita” é apoiar o Jair Bolsonaro. O resto é carreirismo porco.

19- Repito: “Unidade da direita” é apoiar o Jair Bolsonaro. O resto é carreirismo porco.

20- O Bolsonaro é o único político brasileiro que não apenas não roubou nada, mas não tem sequer amigo ladrão.

21- Nossos liberais são tão idiotas que bastou o deputado Bolsonaro falar em “Estado Cristão” — aliás num sentido vago e não como proposta política formal — para que alguns deles já saíssem gritando “Fascismo!”. Como se fosse concebível um Estado fascista que aceitasse uma autoridade acima dele próprio.

22- Pensem o que bem desejem do Jair Bolsonaro, mas contestem, se puderam, as seguintes afirmações;

1 – Ele é um dos RARÍSSIMOS políticos que jamais se envolveram em qualquer esquema de corrupção.
2 – Ele é o ÚNICO presidenciável que dá mais ênfase à segurança pública do que à economia, isto é, o único que tem senso das proporções no julgamento das urgências nacionais.
3 – Ele é o ÚNICO presidenciável que jamais cortejou a elite esquerdista hegemônica, muito menos a mídia.
4 – Ele é o ÚNICO presidenciável que não modera o seu discurso pelos cânones da etiqueta esquerdista.
Provem que algum outro candidato tem essas qualidades, e talvez eu o considere um concorrente à altura do Bolsonaro.

23- Perguntam-me o que penso do deputado Jair Bolsonaro.

Quando eu era pequeno, meu pai fazia comigo a seguinte gozação:
— Pai, em quem você vai votar para presidente?
— Adhemar de Barros.
— E para governador?
— Adhemar de Barros.
— E para deputado?
— Adhemar de Barros.
E assim por diante.

Pois eu, sem gozação nenhuma, digo que votaria em Jair Bolsonaro para todos os cargos. Há muitos homens valentes neste país, mas ele é o mais valente de todos. Posso discordar dele num ou noutro ponto, mas tenho a certeza de que é um homem honrado e nunca decepcionará seus eleitores.

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Raymond Ibrahim: o ódio por trás das lágrimas Muçulmanas indignadas

Fonte/Source: The Hate behind Muslim Tears and Outrage – Raymond Ibrahim


O ódio por trás das lágrimas Muçulmanas indignadas

 POR RAYMOND IBRAHIM

16 de Fevereiro de 2018

FrontPage Magazine

A sensação de supremacismo permeia tudo na vida do supremacista Muçulmano — mesmo aquelas coisas que os meios de comunicação Ocidentais retratam como louváveis, humanitárias ou compreensíveis.

Considere a violação e estrangulamento de Zainab Ansari, uma menina Muçulmana de oito anos, cujo corpo mutilado foi encontrado no lixo em Janeiro último no Paquistão. O trágico incidente provocou indignação em massa na nação Muçulmana. Celebridades famosas e dezenas de milhares de outros Paquistaneses “expressaram seu choque nas mídias sociais usando o hashtag ‘justiceforZainab‘”; multidões irritadas atacaram a polícia e os edifícios do governo, deixando pelo menos dois mortos e muitos feridos; clérigos Islâmicos alertaram as autoridades governamentais para apresentarem o assassino instantaneamente, demitirem-se — ou então. “Podemos pegar esse animal e puni-lo publicamente?” é a questão que “resumiu a exasperação de muitas pessoas por falta de progresso na busca do assassino.”

É desnecessário dizer que a indignação sentida pelos Paquistaneses quanto ao destino dessa menina desafortunada, e o desejo de ver a justiça concedida a seu estuprador assassino, é apreciável. O problema, no entanto, é que essa indignação se baseia inteiramente no fato de que ela era Muçulmana. Muitas jovens Cristãs foram e continuam sendo estupradas, mutiladas e assassinadas — entretanto os Paquistaneses respondem com um silêncio ensurdecedor.

Zainab Ansari

A seguir, uma breve lista (e longe de estar completa) dessas meninas Cristãs não lamentadas:

Nisha, 9, foi sequestrada por Muçulmanos, estuprada por uma gangue, assassinada por golpes repetidos em sua cabeça e depois jogada em um canal.

Lubna, 12 anos, foi sequestrada, estuprada por uma gangue e assassinada por um grupo de Muçulmanos.

Muqadas, 12, foi emboscada em um campo perto de sua casa; o post mortem revelou que ela tinha sido “violada em grupo e depois estrangulada por cinco homens.”

Shazia, de 12 anos, foi escravizada, estuprada e assassinada por Chaudhry Naeem, um rico advogado Muçulmano, que foi absolvido no tribunal.

“É vergonhoso”, explicou as fontes locais do Paquistão ao discutir a violação brutal de outra garota Cristã de 9 anos. “Tais incidentes ocorrem frequentemente. As meninas Cristãs são consideradas produtos para serem danificados no lazer. Abusar delas é um direito. De acordo com a mentalidade da comunidade [Muçulmana], isso nem sequer é um crime. Os Muçulmanos as consideram como espólios da guerra (ênfase adicionada).”

Nem os meninos Cristãos  tampouco são poupados. Enquanto estavam em um bairro Cristão no Paquistão, um grupo de homens Muçulmanos sequestrou um menino de 7 anos; revezaram-se durante o estupro, antes de estrangular o menino e jogaram o corpo em um campo — assim como Zainab. O corpo de outro menino Cristão, Samuel Yaqoob, de 11 anos, também foi encontrado perto de um esgoto… com marcas de torturas horrorosas, com a arma do crime perto. Seu nariz, lábios e barriga foram cortados, e sua família dificilmente pôde reconhecê-lo porque o corpo estava muito queimado. “A autópsia encontrou” 23 feridas por uma arma afiada “e indicações de “sodomia.”

Explicando tais incidentes, Wilson Chowdhry, presidente da Associação Cristã Paquistanesa Britânica, disse: “Partes da cultura Paquistanesa têm uma forte componente de pederastia homossexual, e os meninos minoritários Cristãos entre outros são especialmente suscetíveis a estupros e abusos por causa da impotência de sua comunidade e  o status desprezado deles” (ênfase adicionada).

E esse é o ponto. Como “infiéis”, os Cristãos no Paquistão são amplamente vistos como “intocáveis“, servindo apenas para recolher os “excrementos dos Muçulmanos“, portanto são regularmente tratados como animais. Excluindo as famílias das vítimas e as comunidades Cristãs vizinhas, praticamente ninguém — uma nação com 99% de maioria Muçulmana — se importa quando Cristãos e seus filhos são atacados selvagemente e assassinados, da mesma forma como a Muçulmana Zainab foi.

Nenhum dos assassinatos com estupro de crianças Cristãs mencionados acima gerou um escândalo nacional; nenhum deles foi seguido por tweets em massa e hashtags, celebridades ultrajadas, revoltas em massa, tumultos fatais ou ameaças aos funcionários e policiais. Nem ganharam sua própria página de Wikipédia, da maneira como fizeram com Zainab.

Não surpreende que enquanto o assassino de Zainab foi pego dias após o incidente, os assassinos dos filhos Cristãos acima mencionados nunca foram “encontrados.”

É devido precisamente a essa indiferença que estupradores e assassinos tendem a perseguir crianças Cristãs: se a sociedade não se importa, a polícia não incomodará, e assim eles escapam — quando não como heróis por prestarem um serviço ao Islã. Depois de explicar que “a conversão forçada ao Islamismo de mulheres de grupos minoritários religiosos através do estupro e sequestro atingiu um estágio alarmante” no Paquistão; a Comissão Asiática de Direitos Humanos elaborou este relatório de 2011:

A situação piora com a polícia que sempre acompanha os grupos Islâmicos e trata grupos minoritários como formas de vida humilde. O lado obscuro da conversão forçada ao Islã… envolve também os elementos criminosos envolvidos em estupro e sequestro que em seguida justificam seus crimes hediondos forçando as vítimas a se converterem ao Islã. Os fundamentalistas Muçulmanos oferecerem, com prazer, abrigo a esses criminosos e usam como desculpa a ideia de que estão prestando um ótimo serviço à causa sagrada para aumentar a população Muçulmana.

A polícia no Paquistão praticamente não só nada faz para combater essa “jihad”, como às vezes são os próprios culpados. Em um outro exemplo, um “menino Cristão foi sequestrado, estuprado, torturado e morto por um policial; seu corpo também foi despejado em um canal.”

Com frequência, no entanto, polícia e outras autoridades incluindo imams locais simplesmente se alinham com os assassinos sempre que as famílias das vítimas Cristãs fazem muito barulho exigindo “justiça” — isto é, quando os “dhimmis” ficam muito atrevidos, pois de acordo com a lei Islâmica os mesmos precisam “conhecer o seu lugar” e agradecer para que, como infiéis indesejáveis ​​e vulneráveis, sejam atribuídas qualquer medida de tolerância.

Por exemplo, outra menina Cristã de 12 anos, conhecida como “Anna” foi estuprada por uma gangue durante oito meses, forçada a se converter, e “casou-se” com o seu agressor Muçulmano, mas depois escapou. Em vez de ver a justiça sendo feita, ela e sua família Cristã foram relatadas pela última vez como “escondidas dos estupradores e da polícia.” Da mesma forma, depois que uma criança de 2 anos foi violentamente estuprada porque seu pai Cristão recusou a conversão ao Islã — deixando sua anatomia permanentemente desfigurada apesar de passar por cinco cirurgias — ela e sua família esconderam-se por terem feito um “grande estardalhaço” do incidente.

O viés Muçulmano sobre quem importa (colegas Muçulmanos) e quem não (todos os outros) é regularmente despercebido no Ocidente. Por exemplo, a obrigação Muçulmana de pagar o zakat (traduzido várias vezes como “caridade”) é sempre aclamada no Ocidente como um reflexo do lado “humanitário” do Islã — mesmo que a lei Islâmica dominante insista que tal “caridade” só vai ajudar os Muçulmanos, nunca o odiado infiel….

Mesmo quando Muçulmanos saem massacrando na América — como o bombardeiro do metrô de Nova York ou esfaqueador do Estado de Ohio, — a mídia corre para sugerir que tudo não passa de indignação com a situação dos Muçulmanos que sofrem (sempre os Rohinyas em Myanmar), levando esses homens ao limite em busca de “justiça” (não importando se suas vítimas Americanas tenham nada a ver com a política de Mianmar).

Uma explicação mais apropriada é que eles simplesmente odeiam infiéis, como se viu no fato de que a Somália, onde Abdul Raza, o esfaqueador do Estado de Ohio nasceu e cresceu, é considerada a segunda maior nação Muçulmana do mundo para ser Cristão (o que certamente é muito significativo, já que 40 das absolutas piores 50 nações são Muçulmanas). Embora os Cristãos possam ser essencialmente decapitados em público na Somália, tal “injustiça” contra seus próprios compatriotas nunca pareceu incomodar o suposto “coração sangrento” de Abdul.

O Islã é responsável por este viés: o Alcorão pede aos Muçulmanos que sejam “fortes contra os infiéis, misericordiosos entre eles [48:29]”; A doutrina Islâmica sustenta que os Muçulmanos são superiores aos não-Muçulmanos — que são comparados a cães e gado. Por isso, pouco se importam quando infiéis subumanos são estuprados e assassinados, ficam irritados ao ver as minorias infiéis agitando por igualdade com os Muçulmanos — e tornam-se completamente assassinos vendo infiéis realmente dominando os Muçulmanos.

Desse ponto, muitos poderão começar a entender a queixa Muçulmana máxima: Israel. Se as minorias Cristãs impotentes e oprimidas no mundo Muçulmano ainda são tratadas cruelmente, como os Muçulmanos devem se sentir sobre os Judeus — os descendentes de porcos e macacos, de acordo com o Alcorão — exercitando poder e autoridade sobre os demais Muçulmanos? Indignação absoluta.

É claro que, se as queixas contra Israel fossem realmente sobre justiça universal e Palestinos deslocados, os Muçulmanos ficariam ainda mais atormentados pelo fato de que milhões de Cristãos estão sendo deslocados em nome da jihad e geralmente tratados de tal maneira que faz com que ser Palestino pareça algo invejável.

Desnecessário dizer que eles não estão ressentidos — e não estarão tão cedo; porque os ressentimentos Muçulmanos se baseiam no que machuca os Muçulmanos, nunca no que machuca os infiéis — ao contrário.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

 

Raymond Ibrahim: 215 Milhões De Cristãos Perseguidos

Fonte/Source: 215 Million Christians Persecuted, Mostly by Muslims – Raymond Ibrahim


215 Milhões De Cristãos Perseguidos, Principalmente Por Muçulmanos

Por Raymond Ibrahim

22 de Janeiro de 2018

Gatestone Institute

“215 milhões de Cristãos experimentam altos níveis de perseguição” em todo o mundo, diz a Open Doors, uma organização de direitos humanos. Em sua recente lista, World Watch List 2018, classificando as 50 piores nações do mundo, para ser Cristão, 3.066 Cristãos foram mortos, 1.252 sequestrados e 1.020 estuprados ou assediados sexualmente por causa de sua fé; 793 igrejas foram atacadas ou destruídas.

O mundo Islâmico fica com a parte do leão na perseguição aos Cristãos; em 38 das 50 piores nações a maioria da população é Muçulmana. O relatório cita ainda a “opressão Islâmica” por trás da “perseguição extrema” que prevalece em oito dos 10 melhores países. Em suma, a maioria esmagadora da perseguição que esses 215 milhões de Cristãos experimentam em todo o mundo — especialmente as piores formas, como estupro e assassinato — ocorre pelas mãos dos Muçulmanos.

Estes Muçulmanos são provenientes de todos os setores da vida e refletem uma variedade de raças, nacionalidades, línguas, circunstâncias socioeconômicas e políticas. Incluindo os aliados Muçulmanos mais próximos da América (Arábia Saudita # 12 pior perseguidor) e seus oponentes Muçulmanos (Irã # 10); Muçulmanos de nações ricas (Qatar # 27 e Kuwait # 34) e Muçulmanos de nações pobres (Afeganistão # 2, Somália # 3 e Iêmen # 9); Muçulmanos de nações “radicais” amplamente reconhecidas (Paquistão # 5) e Muçulmanos de nações “moderadas” (Malásia # 23 e Indonésia # 38).

Mas se a World Watch List classifica a Coreia do Norte — não-Islâmica, comunista — como o pior perseguidor dos Cristãos, por que atacar a identidade religiosa dos Muçulmanos? Certamente, o primeiro lugar da Coréia do Norte sugere que a perseguição Cristã não é intrínseca ao mundo Islâmico, mas seria um subproduto de regimes repressivos e outros fatores socioeconômicos que proliferam especialmente em todo o mundo Muçulmano?

Neste ponto, algumas distinções importantes precisam ser feitas. Enquanto os Cristãos estão realmente experimentando uma “vida infernal” na Coréia do Norte, derrubar o regime de Kim Jong-un não só poderia levar a uma parada rápida dessa perseguição, mas também a uma ascensão do Cristianismo — como aconteceu na Rússia. Sob a União Soviética, entre 12 e 25 milhões de Cristãos foram mortos por sua fé [1] e aproximadamente 153.000 igrejas foram fechadas. [2] Desde a queda da União Soviética em 1991, cerca de mil igrejas foram (re)construídas todos os anos; e de acordo com o relatório Pew 2014, entre 1991 e 2008, os Russos identificando-se como Cristãos Ortodoxos aumentaram de 31% para 72%. E assim “a Coréia do Sul é tão distintamente Cristã” reflete o que poderia estar armazenado — criando medo — na sua contraparte do norte.

No mundo Islâmico, a queda dos regimes ditatoriais raramente alivia o sofrimento dos Cristãos. Pelo contrário; onde os ditadores seculares caíram — Saddam no Iraque, Gaddafi na Líbia e tentativas contra Assad na Síria — a perseguição aos Cristãos cresceu como consequência. Hoje, o Iraque é a oitava pior nação do mundo para um Cristão, a Síria é a décima quinta, e a Líbia a sétima. Sob ditadores, esses países eram significativamente mais seguros para as minorias religiosas.

Da mesma forma, os únicos países que faziam parte da antiga União Soviética que ainda perseguem os Cristãos são, e de um modo bastante significativo, os países de maioria Muçulmana da Ásia Central. Estes incluem o Uzbequistão (# 16 pior perseguidor), Turquemenistão (# 19), Tajiquistão (# 22), Cazaquistão (28) e o Azerbaijão (45). [3]

A “perseguição extrema” aos Cristãos em todo o mundo Muçulmano faz parte de um contínuo — ou “tradição” — que começou há quase 14 séculos. Os mesmos padrões de perseguição que prevalecem hoje — incluindo ataques por blasfêmia e apostasia, restrições e/ou ataques contra igrejas, e um desprezo geral seguido pelo vil tratamento de “infiéis sub-humanos” — são muitas vezes idênticos aos de séculos passados.

Ao contrário da perseguição de Cristãos nas nações comunistas que estão enraizadas em um regime particular, a perseguição Muçulmana aos Cristãos é perene, existencial e transcende esse ou aquele regime ou governante. Faz parte da história, das doutrinas e da composição sociopolítica do Islamismo — daí a sua tenacidade e onipresença.

De modo que esses perseguidores de Cristãos vêm de uma grande variedade de origens raciais, linguísticas, culturais e socioeconômicas — de nações Africanas, Árabes, Asiáticas e Caucasianas — e compartilham muito pouco entre si, exceto o Islã, o que ressalta ainda mais a verdadeira fonte da perseguição.

Se o tempo estiver do lado dos Cristãos que vivem sob regimes comunistas, ele não estará do lado dos Cristãos que vivem sob o Islã; ao contrário. Cartago, que outrora foi um bastião do Cristianismo — onde um dos principais teólogos da Cristandade (Santo Agostinho) nasceu e onde o cânon do Novo Testamento foi confirmado em 397 d.C. — é hoje em dia a Tunísia, de maioria (99%) Muçulmana. Séculos de perseguição e status de dhimmi são responsáveis ​​pela mudança demográfica na Tunísia e em outros antigos centros do Cristianismo – tais como o Egito (# 17) e a Turquia (ou a Anatólia, # 31) — experimentaram.

Mesmo muito tempo após o psicótico Kim Jong-un da Coréia do Norte ter desaparecido, dezenas de milhões de Cristãos entre outros “infiéis” continuarão sendo perseguidos, até o dia em que, o que começou no sétimo século se concretizar, e todo o mundo Islâmico tornar-se livre de “infiéis”, como em algumas regiões, e a caminho para se tornar em outras (e.g., o Iraque). Confrontar esses fatos desconfortáveis é o primeiro passo real para enfrentar o mundo.


[1] James M. Nelson, Psychology, Religion, and Spirituality, 2009, p. 427.

[2] Paul Froese, “Forced Secularization in Soviet Russia: Why an Atheistic Monopoly Failed,” Journal for the Scientific Study of Religion, Volume 43, Number 1, March 2004, p. 42

[3] Enquanto a Open Doors atribui a perseguição aos Cristãos nessas cinco nações à “Paranóia Ditatorial”, porque todas elas são em sua maioria Muçulmanas, sugere que o Islã seja pelo menos parcialmente responsável. A própria Open Doors observa que “há um avivamento popular do Islamismo na Ásia Central, o que significa mais pressão dos governos nacionalistas pro-Islâmicos e da sociedade — causando maiores níveis de perseguição em duas frentes.”


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Comemorar Ano Novo E Cortar Bolo “Não é Legitimado Pelo Islam”

Fonte/Source: India: Muslim cleric says celebrating New Year and cutting cake is “not legitimate in Islam”


A cada dia que passa fica mais claro que a única coisa unânime e legítima no Islã é encher o saco dos outros. Tudo é proibido, menos a insanidade Islâmica coletiva e o hábito de enganar o Ocidente via taqqyia. Agora contam, infelizmente, com o apoio de alguns Hindus alucinados como vocês irão ver adiante. Sempre a mesma conversinha, proibir tudo para dominar tudo. É o “povinho das necessidades especiais.”— Tião Cazeiro


Índia: Muçulmano Diz Que Comemorar Ano Novo E Cortar Bolo “Não é Legitimado pelo Islã”

POR ROBERT SPENCER  

23 de dezembro de 2017

Um clérigo Hindu concorda: é um costume Inglês que não deve ser assimilado na Índia por uma questão de integridade cultural. Para Maulana Mufti Tariq Quasmi, no entanto, isso é parte do desdém por todas as atividades dos incrédulos, que são os “as piores criaturas!“.

Alcorão 98:6 
“Honestamente falando, aqueles que não creem 
(na religião Islâmica, no Alcorão 
e no Profeta Maomé) 
entre eles o Povo do Livro 
(primordialmente Judeus e Cristãos) 
e demais descrentes, 
terão que aceitar o Fogo do Inferno. 
Eles são as piores criaturas”.

“Cortar bolos não é Islâmico, diz o clérigo Muçulmano sobre a celebração do Ano Novo; o clérigo Hindu concorda”, por Rajat Rai, Índia Today 23 de Dezembro de 2017:

Raramente os líderes Hindus e Muçulmanos concordam. Desta vez, Deoband em Uttar Pradesh fez uma surpresa quando os clérigos Muçulmanos de Darul Uloom e um pandit (Hindu erudito) da mesma cidade expressaram sua preocupação com relação à comemoração de Ano Novo.

Cortar bolo, curtir e se alegrar faz parte da comemoração de Ano Novo. No entanto, Maulana Mufti Tariq Quasmi disse que a prática de cortar bolos não é Islâmica. “Isso não é legitimado pelo Islam”, disse ele.

Quasmi sente que Muçulmanos e aqueles que praticam devem ficar longe dessas tais práticas e respeitar as práticas do Islam.

“Nosso novo ano começa no mês de Moharram. Não temos objeção contra as pessoas de outras religiões que seguem essas práticas, mas os Muçulmanos, especialmente a juventude, devem evitar essas coisas”, acrescentou Quasmi.

Recentemente, o Darul Ulum em Deoband proibiu o uso de smartphones no campus. De acordo com os clérigos, os smartphones dificultam os estudos e tornam os alunos menos atentos…

Surpreendentemente, as observações e sugestões de Quasmi também foram apoiadas por sacerdotes Hindus na mesma área em Uttar Pradesh….

“Nossos jovens não devem seguir os costumes Ingleses cegamente. Eles devem ter conhecimento básico de sua religião”, acrescentou Sharma.

Nota: Não deixe de ler este artigo, imperdível: RAYMOND IBRAHIM: A HISTÓRIA DA ‘DEMONIZAÇÃO’ DE MUHAMMAD


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

O SONHO DO CALIFADO ACABOU, POR ENQUANTO

Fonte/Source: Robert Spencer in FrontPage: ISIS: The Caliphate Dream Is Over


Robert Spencer: ISIS: O Sonho do Califado Acabou

Por ROBERT SPENCER

13 de Dezembro de 2017

Mas a matança não. Meu mais recente artigo no FrontPage:

Primeiro-Ministro Iraquiano, Haider al-Abadi,

O califado está morto.

No Sábado passado, o Primeiro-Ministro Iraquiano, Haider al-Abadi, anunciou que o Estado Islâmico (ISIS) tinha sido expulso do Iraque:

Hoje, nossas tropas conseguiram limpar as ilhas de Nínive e Anbar por completo, e elas (as forças) estão agora controlando completamente as fronteiras Iraquianas-Sírias. Essas vitórias não são apenas para os Iraquianos, embora os próprios Iraquianos tenham alcançado tais vitórias com seus sacrifícios. Mas as vitórias são para todos os Árabes, Muçulmanos e o mundo… Iraquianos honoráveis, sua terra foi completamente liberada … A bandeira do Iraque está tremulando alto hoje em todo o território Iraquiano e no ponto mais distante da fronteira.

Com isso, o principal pedido do Estado Islâmico sobre a fidelidade dos Muçulmanos em todo o mundo e a razão pela qual foi capaz de atrair 30 mil Muçulmanos de 100 países para o Iraque e a Síria para se juntar a ele, desapareceu.

Em 29 de Junho de 2014, o grupo que até então chamou a si mesmo de Estado Islâmico do Iraque e Levante, ou Shams em Árabe (daí os acrônimos sinônimos ISIL e ISIS) anunciou que estava formando um novo califado — o único governo unificado de todos os Muçulmanos, de acordo com o pensamento Muçulmano Sunita — e, em seguida, deixaria cair a segunda metade do seu nome e se chamaria simplesmente o Estado Islâmico.

Essa reivindicação para constituir um novo califado tornou-se a base do seu apelo aos Muçulmanos em todo o mundo, que viajaram em números sem precedentes ao Iraque, a Síria e a Líbia para se juntar ao grupo. Uma vez que declarado o novo califado, o Estado Islâmico rapidamente começou a consolidar seu poder sobre as grandes extensões do Iraque e da Síria que controlava — em seu apogeu, uma área maior do que o Reino Unido, com uma população de oito milhões de pessoas. Desconsiderando alegremente a unanime condenação mundial de suas pretensões para com o mundo, prosseguiu montando os adornos de um estado: moeda, passaportes e similares. O controle dos poços de petróleo no Iraque rapidamente lhe deu uma fonte de riqueza estável e importante. Organizaram uma força policial, montaram um exército de mais de 100 mil guerreiros e se tornaram o grupo terrorista jihadista mais rico do mundo (e o mais bem equipado).

A incapacidade ou a falta de vontade do mundo para esmagar esse estado desonesto em 2014, 2015 e 2016 permitiu a criação do califado. O califado na teologia Islâmica é a nação Islâmica, incorporando a unidade supranacional da comunidade Muçulmana em todo o mundo sob um único líder, o califa ou “sucessor” — ou seja, o sucessor de Muhammad como o líder espiritual, político e militar dos Muçulmanos.

O califa é considerado o símbolo e o centro da unidade dos Muçulmanos em todo o mundo. Na teologia Islâmica tradicional, os Muçulmanos em todo o mundo constituem uma única comunidade (umma), e legitimamente são cidadãos do califado Islâmico. O califa, como sucessor de Muhammad, é a única autoridade terrena a quem os Muçulmanos devem obediência.

Em ‘A Confiança do Viajante’, um manual da lei Islâmica que a prestigiada e influente universidade Islâmica do Cairo, Al-Azhar (onde Barack Obama fez seu discurso de divulgação ao mundo Islâmico em Junho de 2009) certifica como em conformidade com “a prática e a fé da comunidade Sunita ortodoxa” explica ainda por que o califado é tão fundamental para os Muçulmanos em todo o mundo (ou pelo menos para os Sunitas, que representam de oitenta e cinco a noventa por cento dos Muçulmanos do mundo; os Xiitas têm uma idéia muito diferente da autoridade dentro da comunidade Muçulmana ).

O califado, segundo o manual da Sharia, é “obrigatório per se e a pré-condição necessária para centenas de decisões… estabelecidas por Alá, o Altíssimo, para governar e orientar a vida da comunidade Islâmica”. Ele cita o estudioso Islâmico Abul Hasan Mawardi explicando que o papel do califa é “preservar a religião e administrar esses assuntos mundanos”.

O califado é uma “obrigação comunal”, segundo ‘A Confiança do Viajante’, “porque a comunidade Islâmica precisa de um governante para defender a religião, defender a suna, socorrer os oprimidos dos opressores, cumprir os direitos e os recuperar para quem eles pertencem.” A suna “é o que é estabelecido pelo Alcorão e o exemplo de Muhammad como prática aceitável para os Muçulmanos.

E mais, apenas o califa está autorizado a declarar a jihad ofensiva. ‘A Confiança do Viajante’ declara que o califa “faz guerra aos Judeus, aos Cristãos e aos Zoroastrianos… até que se tornem Muçulmanos ou (os não-Muçulmanos) terão que pagar o imposto de proteção”.

Essa jihad é uma obrigação para a comunidade Muçulmana como um todo, da qual os Muçulmanos individuais são perdoados se outros Muçulmanos a estiverem executando. Mas a jihad torna-se uma obrigação para cada Muçulmano quando uma terra Muçulmana é atacada — isso é uma jihad defensiva e não requer califa. Todas as jihads, portanto, desde 1924, até o 11 de Setembro, foram classificadas como defensivas, e seus perpetradores e defensores as justificam referenciando uma longa lista de ressentimentos. Entretanto, uma vez que um califa esteja no poder, nenhuma justificação é necessária: o califa é obrigado a declarar a jihad — e, portanto, os não-Muçulmanos podem esperar que com a chegada do califado do Estado Islâmico, haverá ainda mais jihad do que já houve.

Os jihadistas do Estado Islâmico persuadidos e treinados em batalhas continuarão cometendo assassinatos jihadistas em massa nos países Ocidentais, e estes idiotamente os têm deixado retornar. Mas a reivindicação sobre os Muçulmanos ao redor do mundo foi repudiada sem dúvida pela vitória do Exército Iraquiano. O sonho do califado acabou. Por enquanto.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

ESTADO ISLÂMICO JURA MASSACRAR CRISTÃOS: “ALÁ DEU ORDENS PARA MATAR TODOS OS INFIÉIS”

Fonte/Source:  Islamic State vows to massacre Christians: “Allah gave orders to kill every infidel”


Nota do blog: Estou revendo alguns artigos “antigos” interessantes e reeditando. Alguns são impressionantes, como este…


ESTADO ISLÂMICO JURA MASSACRAR CRISTÃOS: 
"ALÁ DEU ORDENS PARA MATAR TODOS OS INFIÉIS"

Por Robert SPencer

22 de Fevereiro de 2017

“O narrador continuou dizendo que os Cristãos não eram mais considerados  ‘Dhimmis’ — um termo usado no Islã referente aos não-Muçulmanos que gozam de um grau de proteção estatal. Em vez disso, o grupo descreve os Cristãos Egípcios como “infiéis que estão capacitando o Ocidente contra nações Muçulmanas”.

Essa é a lei Islâmica: os Cristãos, entre outras “Pessoas do Livro” podem gozar da “proteção” do Estado Islâmico caso se submetam, paguem a jizya e aceitem outras regulamentações humilhantes e discriminatórias projetadas para garantir que se “sintam subjugados” (Qur’an 9:29).

Mas, se violarem esse contrato de “proteção”, se tornarão kuffar harbi, infiéis em guerra com o Islã, e suas vidas são confiscadas.

Mas será que Alá deu ordens para matar todos os infiéis? Variações sobre a declaração “mate-os onde quer que os encontre” estão no Alcorão: 2: 191, 4:89 e 9: 5.

“’Alá deu ordens para matar todos os infiéis’, ISIS promete massacrar os Cristãos em vídeo arrepiante”, por Sofia Petkar, Express, 21 de Fevereiro de 2017:

“Os militantes do ISIS no Egito ameaçaram aumentar os ataques contra os Cristãos no país, prometendo “libertar” o Cairo, em um novo vídeo assustador….

No clipe de 20 minutos, o grupo escolheu proeminentes Cristãos Egípcios, identificando o Papa Copta e um número de empresários ricos como “presas preferidas” do grupo.

A filmagem apresenta um jihadista mascarado, identificado como Abu Abdallah al-Masri, que promete ver a libertação dos Islâmicos presos quando o grupo tomar o controle da capital.

Al-Masri — que significa “O Egípcio” — foi o nome de guerra que o ISIS deu ao militante por trás do atentado suicida na Catedral de São Marcos.

No vídeo, o militante é visto agarrado a um rifle de assalto num campo de trigo.

Ele diz: “Finalmente, aos meus irmãos em cativeiro: alegre-se, você que acredita, não hesite ou lamente. Juro por Alá que em breve libertaremos o Cairo e o libertaremos do cativeiro.”

“Vamos chegar com explosivos, juro que vamos, por isso, você que acredita, alegre-se.”

O narrador continua dizendo que os Cristãos não são mais “Dhimmis” — um termo usado no Islã em referência aos não-Muçulmanos que gozam de um grau de proteção do Estado.

Em vez disso, o grupo descreve os Cristãos Egípcios como “infiéis que estão capacitando o Ocidente contra nações Muçulmanas”.

Um dos militantes, portando um rifle de assalto AK-47, diz no vídeo: “Alá deu ordens para matar todos os infiéis.”

“Oh, adoradores da cruz, os soldados do estado estão observando você”, diz outro militante mascarado — identificado como Abu Zubair al-Masri.

O vídeo também contém o novo logotipo do grupo — “Estado Islâmico no Egito” — em oposição à “Província do Sinai”, o nome original para a presença do ISIS no país.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Príncipe Charles: “Vamos lembrar Muhammad no Natal”

Fonte/Source: Prince Charles: “Let’s remember Muhammad on Christmas”


Príncipe Charles: “Vamos lembrar Muhammad no Natal”

Por Pamela Geller

5 de Dezembro de 2017

Prince Charles é intencionalmente cego? Ou o é do mal?

Enquanto falava num programa de rádio Britânico “Pensamento do Dia”, o futuro Rei da Grã-Bretanha, o Príncipe Charles, disse que os Cristãos deveriam estar mais conscientes sobre o Islã e Muhammad durante os feriados.

Os Cristãos estão bastante conscientes sobre Muhammad e o Islã durante a temporada de Natal. Essa é a época da jihad, rivalizada apenas com o Ramadã, o auge dos ataques terroristas Islâmicos. Sim, Príncipe Charles, os Cristãos se lembram de Muhammad, enquanto suas igrejas são queimadas, seus filhos sequestrados e convertidos à força e suas aldeias queimadas — tudo pela causa de Alá.

Nos lembraremos de Muhammad nas Feiras de Natal que foram atacadas, as festas de Natal em San Bernardino, os festivais de Natal cancelados e em Berlim, quem poderia esquecer? Nós nos lembramos de Muhammad quando vemos as barreiras de concreto, o buraco no horizonte de Nova Iorque, as filas infinitas para viajar, os protocolos de segurança apenas para entrar num prédio de Nova Iorque — oh, sim, nós lembramos de Muhammad.

Esse Príncipe acabou se tornando num macaco intelectual [sic]. Vamos rezar para que a rainha ainda tenha algum bom senso e pule uma geração quando coroar o próximo Rei.

Vítimas da jihad sangrenta na festa de Natal dos empregados em San Bernardino

PRINCE CHARLES: NESTE NATAL … VAMOS LEMBRAR DO PROFETA MUHAMMAD

Por Justin Holcomb, Town Hall, 5 de Dezembro de 2017: (Agradecimentos ao Larry Estavan)

Ao Falar No Programa De Rádio Britânico “Pensamento do Dia”, O Futuro Rei Da Bretanha, Príncipe Charles, Disse Que Os Cristãos Devem Estar Mais Conscientes Sobre Muhammad Durante Os Feriados.

“NORMALMENTE NO NATAL PENSAMOS NO NASCIMENTO DO NOSSO SENHOR JESUS ​​CRISTO. EU PERGUNTO SE ESTE ANO PODEMOS RECORDAR COMO A HISTÓRIA DA NATIVIDAD SE DESDOBRA, COM O FUGA DA SANTA FAMÍLIA PARA ESCAPAR DA PERSEGUIÇÃO VIOLENTA. E PODEMOS TAMBÉM RECORDAR QUE, QUANDO O PROFETA MUHAMMAD MIGROU DE MECA PARA MEDINA, ESTAVA BUSCANDO A LIBERDADE E UM LUGAR PARA SI E SEUS SEGUIDORES CULTUAR.

Seja qual for o caminho religioso que seguimos, o destino é o mesmo — valorizar e respeitar a outra pessoa, aceitando seu direito de viver sua resposta pacífica ao amor de Deus”, disse o Príncipe.

O Príncipe também comparou Brexit e outros movimentos pró-fronteira ao Fascismo Europeu na década de 1930:

“Estamos agora vendo o surgimento de muitos grupos populistas em todo o mundo que estão cada vez mais agressivos em relação aos que aderem a uma fé minoritária. Tudo isso produz ecos profundamente perturbadores dos dias sombrios da década de 1930”, disse o Príncipe.

“Eu nasci em 1948, logo após o fim da Segunda Guerra Mundial, na qual a geração de meus pais lutou e morreu numa batalha contra a intolerância, o extremismo monstruoso e uma tentativa desumana de exterminar a população Judaica da Europa. Entretanto, quase 70 anos depois, ainda estarmos vendo uma perseguição tão má, é para mim, além de toda crença. Nós devemos a quem sofreu e morreu tão horrivelmente, que não repita os horrores do passado”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Robert Spencer: Por Que Judeus e Cristãos Precisam Se Unir Contra a Jihad Global

Photo/Cover:  worldmediamonitoring.com

Fonte/Source: Robert Spencer: Why Jews and Christians Must Unite In Defense Against the Global Jihad


Robert Spencer: Por Que Judeus e Cristãos Precisam Se Unir Contra a Jihad Global

Por Robert Spencer

1 de Março de 2013 (Reeditado em 21/11/17)


Ao longo do Atlas Shrugs (website da ativista Pamela Geller), expliquei por que Judeus e Cristãos (e todas as outras) precisam se unir em defesa da liberdade contra a jihad global e a supremacia Islâmica. Que é também o tema do meu breve discurso no vídeo acima, realizado no último Domingo em Santa Mônica, Califórnia, na Festa de Purim da Coalizão Criativa Sionista.

Domingo à noite em Los Angeles, tive a grande honra de receber o Prêmio Shushan como Righteous Gentile (vide nota abaixo) pela Coalizão Criativa Sionista, um novo grupo digno de nota e dedicado a defesa de Israel. Num momento em que a esquerda Cristã corre para imitar o zeitgeist (tr., espírito de época, espírito do tempo ou sinal dos tempos) condenando Israel e iniciando, ao estilo Nazista, boicotes aos interesses Judaicos, é útil recordar por que uma aliança Judaico-Cristã pode ser essencial nesse momento para a sobrevivência do mundo livre.

Nota do blog:  Definição de Righteous Gentile (The Righteous Among The Nations) — Pessoas não-Judias que, durante o Holocausto, arriscaram suas vidas para salvar Judeus da perseguição Nazista. De acordo com Paul Schnee: Na verdade, Robert Spencer tem sido muito bem-sucedido conscientizando os Estados Unidos sobre o verdadeiro significado e a agenda dos praticantes da “religião de paz”, Islã. Tanto que agora vive em local sigiloso.

A história da relação do Cristianismo com o Judaísmo, é marcada por inúmeros incidentes por antagonismo e coisas piores. Leia as histórias da Europa Medieval Católica e da Rússia Ortodoxa sob os czares, me faz sentir vergonha, por dividir a mesma fé com os perseguidores; ao mesmo tempo, enquanto a Igreja Católica e outros membros Cristãos têm no nível mais alto nível rejeitado o antissemitismo e as interpretações do Novo Testamento que sustentam isso, o antissemitismo Islâmico continua profundamente enraizado no Alcorão e na Suna, e nenhuma autoridade Islâmica mostra qualquer inclinação para reexaminar o tema.

Além disso, o Islã visualiza o mesmo destino para ambos Judeus e Cristãos. A lei Islâmica designa para ambos o status de dhimmi: a subjugação institucionalizada que o Alcorão determina ao “Povo do Livro” (cf. 9:29). Os dhimmis são proibidos de ter autoridade sobre os Muçulmanos, portanto são relegados aos serviços mais subalternos da sociedade; são proibidos de construir novas casas para o culto ou reparar as antigas, consequentemente as suas comunidades estarão sempre em perpetuo estado de declínio; precisam se submeter a inúmeras outras humilhações e regulamentos discriminatórios,  e acima de tudo, pagar a jizya, — o imposto que o Alcorão prescreve como a mais viva manifestação de submissão às regras Muçulmanas impostas aos não-Muçulmanos.

Os patrões Muçulmanos dos dhimmis ao longo da história, trabalharam semeando o antagonismo entre os vários grupos de dhimmis, para assegurar que jamais se organizem contra seus opressores. Um exemplo moderno disso aconteceu em 2007, quando Ingrid Mattson que na ocasião era a Presidente da Sociedade Islâmica da América do Norte. Este grupo, que tinha admitido ligações com o Hamas e a Irmandade Muçulmana, disse numa palestra na Kennedy School of Government em Harvard, que os ‘direitistas Cristãos são aliados muito perigosos dos Judeus Americanos, porque eles [os Cristãos] são realmente antissemitas. Eles não gostam de Judeus.

Mattson não mencionou que o próprio livro sagrado dela (o Alcorão), afirma que Alá transformou os Judeus em macacos e porcos (2:63-65; 5:59-60; 7:166), e designa Judeus como “os mais veementes em hostilidade da humanidade para com aqueles que acreditam” (5:82), ou diz que estão sob a maldição de Alá (9:30), ou devem ser combatidos e subjugados (9:29).  Ela também sequer se dignou a observar que o Novo Testamento, ao mesmo tempo que contém passagens que foram usadas para justificar o antissemitismo (embora nenhuma dessas passagens prescreva ou justifique qualquer violência) não possui nenhuma¦veemente hostilidade.

O que Mattson estava tentando fazer não era advertir os Judeus sobre uma ameaça real por pura bondade do seu coração, mas para semear a discórdia entre as duas comunidades visadas pelos jihadistas, de forma a afastar a formação de uma frente unida. E Mattson é uma entre muitas, e seus esforços estão funcionando demasiadamente bem: alguns Cristãos estão tratando os Judeus hoje em dia, com um renovado antissemitismo disfarçado de indignação moral contra Israel, e alguns Judeus vêem os Cristãos com tanta suspeita que acabam não enxergando um genuíno aliado.

Tudo isso faz com que uma frente unida se torne ainda mais necessária. A pioneira historiadora Bat Ye’or tem enfatizado isso em seus escritos, e defendendo recentemente o seu ponto de vista, é a prova concreta de que o imperativo Islâmico de subjugar Judeus e Cristãos como dhimmis não é (como alegam frequentemente os apologistas Islâmicos hoje em dia) uma relíquia de um passado distante, para nunca mais ser revivido; ao contrário, Muçulmanos da Bósnia, Egito, Síria e Paquistão vêm nos últimos anos pedindo a sua reimposição.

Os elementos da lei Islâmica que pedem a jihad contra Judeus e Cristãos de modo a subjugá-los sob a lei Sharia ainda estão vivos e formam uma grande parte dessa lei; elas não foram reformadas ou rejeitadas.

Judeus e Cristãos têm uma Escritura em comum e, de várias maneiras, uma perspectiva comum. Nós somos os filhos e herdeiros da maior civilização que o mundo conheceu.

E hoje, se não nos unirmos, seguramente seremos pendurados separadamente.


Tradução: Tião Cazeiro – Muhammad e os Sufis

“Nós vamos queimar você vivo!” – Perseguição Muçulmana aos Cristãos

Fonte/Source: “We Are Going to Burn You Alive!” Muslim Persecution of Christians, June 2017 – Raymond Ibrahim


"Nós vamos queimar você vivo!"
Perseguição Muçulmana aos Cristãos

Por Raymond Ibrahim

6 de Novembro de 2017

Gatestone Institute

O Padre Jesuíta Henri Boulad, versado em Islamismo, da Igreja Greco-Melquita Católica do Egito, não poupou palavras numa entrevista sobre os motivos do terrorismo Islâmico e as respostas Ocidentais aos fatos. “O Islamismo é uma declaração de guerra aberta contra os não-Muçulmanos“, declarou o Padre, “e aqueles que realizam atos de violência e intolerância estão apenas fazendo o que credo exige“.

Eis a entrevista:

“Aqueles que não reconhecem a verdadeira ameaça representada pelo Islã são ingênuos e ignorantes, desconhecem a história, disse o Padre, e infelizmente muitos na Igreja se enquadram nessa categoria. Citando uma carta que escreveu em Agosto passado ao Papa Francisco, o Padre Boulad disse que “sob o pretexto de abertura, tolerância e caridade Cristã — a Igreja Católica caiu na armadilha ideológica da esquerda liberal que está destruindo o Ocidente”. “Qualquer ação que não defenda essa ideologia é imediatamente estigmatizada em nome do “politicamente correto”, disse ele. O sacerdote chegou até a castigar o próprio Papa Francisco — um colega Jesuíta — sugerindo que ele também caiu nessa armadilha. “Muitos pensam que um certo número de suas posições estão alinhadas com essa ideologia e que, da complacência, você vai de concessões a concessões e de compromissos em compromissos à custa da verdade”, disse o Padre em carta ao Papa. Cristãos no Ocidente e no Oriente: “estão esperando algo de você, além de declarações vagas e inofensivas que podem obscurecer a realidade”; “É tempo de emergir de um silêncio vergonhoso e embaraçoso diante do Islamismo que ataca o Ocidente e o resto do mundo. Uma atitude sistematicamente conciliatória é interpretada pela maioria dos Muçulmanos como um sinal de medo e fraqueza”, disse o Padre. “Se Jesus nos disse: Bem-aventurados os pacificadores, ele não nos disse: Bem-aventurados os pacifistas. A paz é a paz a qualquer custo, a qualquer preço. Tal atitude é a mais pura e simples traição da verdade”, disse ele. O sacerdote também afirmou sua crença de que o Ocidente está diante de uma catástrofe moral e ética, e que sua defesa do Islã é uma negação da verdade. “Ao defender a todo custo o Islã e procurar exonerá-lo dos horrores cometidos todos os dias em seu nome, acabará traindo a verdade”, disse o Padre em carta ao Papa Francisco.

Nota: Este artigo acompanha o importante relatório mensal de perseguição de Cristãos ao redor do mundo realizado por Raymond Ibrahim, o qual a grande mídia não publica. Para os interessados acesse o link: Muslim Persecution of Christians Report


Tradução: Tião Cazeiro – Muhammad e os Sufis

KASSAM: Do Cairo A Riyadh, Trump Impulsionou Ação Contra Terror, Onde Obama Ofereceu Apologismo Islâmico

Fonte/Source: President Trump Said ‘Terror’ 31 Times, Obama in Cairo Said it ZERO Times


KASSAM: Do Cairo A Riyadh, Trump Impulsionou Ação Contra Terror, Onde Obama Ofereceu Apologismo Islâmico

Por RAHEEM KASSAM

21 maio 2017

Os críticos argumentarão sobre a primeira inspeção que o discurso do Presidente Trump aos líderes Árabes, hoje em Riyadh, foi apenas uma variação do sermão infame, excessivamente bajulatório do Presidente Obama no Cairo em 2009. Esses críticos estão incorretos.

Eles estão incorretos porque tendem a ser jornalistas, ativistas, think-tankers, políticos ou especialistas. Em outras palavras: não são empresários.

O discurso que o Presidente Trump deu em Riyadh foi diferente por causa de sua visão de negócios. Nenhum empresário conclui uma reunião sem o clichê “pontos de ação”. Caso contrário, a coisa toda é uma perda de tempo.

Podemos facilmente encontrar semelhanças em ambos os discursos: a habitual gratidão diplomática em relação aos seus anfitriões, as promessas de não proferir um sermão, o engrandecimento da história da região e a aversão à descrição das filosofias Ocidentais e do Oriente Médio como um “choque de civilizações”. Bom.

Mas onde Obama parou de repente, Trump continuou a toda a velocidade fazendo exigências às pessoas na sala.

AS INTRODUÇÕES

Obama abriu com “Assalamualaikum”, e em seguida pedindo desculpas pelo colonialismo, guerras por procuração, hostilidade ao Islã e citando o Alcorão Sagrado. Falou da “dívida da civilização com o Islã”, sua responsabilidade de defender a fé Muçulmana, o hijab, e declarou que “o Islã é uma parte da América”.

Depois dessa introdução submissa — tendo passado as primeiras sete páginas do seu discurso para puxar o saco da audiência — observou que “os extremistas violentos” precisavam ser confrontados, encerrando com: “O Islã não faz parte do problema…”

Em vez disso, o Presidente Trump mergulhou fundo, gastando menos de uma página com lisonja — e de qualquer forma havia quase nada mesmo naquela seção — chegando ao primeiro ponto de ação na página dois de seu discurso: “Este acordo histórico inclui o anúncio da venda de armamentos militares no valor de US110 bilhões para Arábia Saudita…”.

Se a América vai lidar com o mundo Árabe sob a regência de Trump, pelo menos vai conseguir alguma coisa para o povo Americano. Dinheiro, empregos, e muito importante, influência.

Calma, pensou que fosse tudo? A próxima frase do discurso anunciou o Centro Global de Combate à Ideologia Extremista.

Vamos ser claros, este centro não vai fazer nada, e provavelmente não conseguirá nada. Mas, a essa altura no discurso do Obama, estava citando o Alcorão Sura 9, Verso 119, que afirmava o seguinte: “Ser consciente de Deus e falar sempre a verdade”. Na realidade, a passagem exige que o leitor tenha medo de Deus, e apenas alguns versículos mais tarde explica o porquê: “Ó vós, os que crêis, pelejai contra os que estão ao lado dos incrédulos, e deixai que encontrem em vós a dureza. E sabei que Deus está com os justos”.

Enquanto o Presidente Obama falava do Alcorão, o Presidente Trump estava declarando hoje: “Não estamos aqui para dar palestra, não estamos aqui para dizer a outras pessoas como viver, o que fazer, como ser ou como cultuar. Em vez disso, estamos aqui para oferecer parcerias baseadas em interesses e valores compartilhados, para buscar um futuro melhor para todos nós”.

DEFENDENDO OS MUÇULMANOS DO ISLÃ RADICAL

Ambos os Presidentes Obama e Trump mencionaram como os Muçulmanos são o alvo principal do “extremismo violento”, mas a defesa de Obama dos Muçulmanos veio mais da seguinte maneira, acima de qualquer outra coisa:

… a liberdade na América é indivisível da liberdade de praticar a própria religião. É por isso que há uma mesquita em cada estado da nossa união, e mais de 1.200 mesquitas dentro de nossas fronteiras. É por isso que o governo dos Estados Unidos foi ao tribunal para proteger o direito das mulheres e meninas de usar o hijab e punir aqueles que o rejeitam.

Mais tarde, menciona como os extremistas “mataram pessoas de diferentes credos, mais do que qualquer outra, mataram Muçulmanos”.

Mas o Presidente Trump foi muito mais robusto e muito mais — indubitavelmente para o desgosto dos comentaristas liberais — espirituoso em sua defesa dos jovens Muçulmanos que estão tendo suas mentes envenenadas e seu futuro arruinado.

Este é o argumento mais eficaz contra o extremismo Islâmico, e o Presidente Trump expressou de forma simples e eficaz:

Jovens meninos e meninas Muçulmanos devem ser capazes de crescerem livres do medo, a salvo da violência e inocentes de ódio. E os jovens Muçulmanos devem ter a oportunidade de construir uma nova era de prosperidade para si e para os seus povos.

Observe a diferença. Sem apologia à submissão do hijabs pela Sharia, sem ressalvas ou compromissos. Ele prossegue:

“… em números absolutos, o pedágio mais mortal tem sido exigido sobre o povo inocente das nações Árabes, Muçulmanas e do Oriente Médio. Eles têm suportado o peso das mortes e o pior da destruição nesta onda de violência fanática. Algumas estimativas sustentam que mais de 95% das vítimas do terrorismo são Muçulmanas “.

A conclusão de Obama nesta seção foi novamente citar o Alcorão. Desta vez, a controversa Sura Al Maidah, muitas vezes desdobrada pelas próprias organizações Islâmicas quando procura defender-se contra acusações de radicalismo ou ligações terroristas:

O Alcorão Sagrado ensina que quem mata um inocente — é como se tivesse matado toda a humanidade. E o Sagrado Alcorão também diz que quem salva uma pessoa, é como se salvasse toda a humanidade.

Exceto que isso não acontece.

O versículo, sem parafrasear, apresenta-se assim:

“… Nós decretamos aos Filhos de Israel que quem matar uma alma, a não ser por uma alma ou por corrupção na terra — é como se tivesse matado inteiramente a humanidade. E quem salva um — é como se tivesse salvado a humanidade inteiramente”.

A “corrupção” na terra, no contexto, é a oposição à propagação do Islamismo, que inclui crítica, zombaria ou mesmo descrença.

O parágrafo seguinte do Alcorão diz: “Na verdade, a penalidade para aqueles que guerreiam contra Alá e Seu Mensageiro e se esforçam na terra para causar corrupção não é senão que sejam mortos ou crucificados ou que suas mãos e pés sejam cortados fora em lados opostos ou que sejam exilados da terra. Isso é para eles uma desgraça neste mundo; e para eles na outra vida uma grande punição”.

IRÃ

Talvez a diferença mais notável entre o discurso do Presidente Obama e do Presidente Trump é a seção sobre o Irã.

Obama — com a ingenuidade dos olhos-de-corça [sic] — iniciou com mais um reconhecimento de culpa Americana:

“No meio da Guerra Fria, os Estados Unidos desempenharam um papel na derrubada de um governo Iraniano democraticamente eleito. Desde a Revolução Islâmica, o Irã tem desempenhado um papel em atos de captura de reféns e violência contra as tropas e civis dos EUA. Esta história é bem conhecida”.

E continuou dizendo:

“Eu entendo aqueles que protestam que alguns países têm armas que outros não têm. Nenhuma nação deve escolher qual nação possui armas nucleares. E é por isso que reafirmei firmemente o compromisso dos Estados Unidos de buscar um mundo no qual nenhuma nação detém armas nucleares. E qualquer nação — incluindo o Irã — deve ter o direito de acessar a energia nuclear pacífica se cumprir suas responsabilidades sob o Tratado de Não-Proliferação Nuclear “.

Como sabemos agora, esta abordagem colocou em perigo o resto do mundo, com o Irã perseguindo armas nucleares, e encorajou os regimes de apoio ao terrorismo e os seus aliados em todo o mundo a fazerem o mesmo. Sem essa abordagem, sem essa linha nesse discurso, mesmo Kim Jong Un estaria cantando uma música diferente hoje em dia.

O Presidente Trump parece querer corrigir esse erro histórico, afirmando hoje o seu desejo de isolar a nação do mundo civilizado. Novamente, um ponto de ação:

Do Líbano ao Iraque até o Iêmen, o Irã financia, arma e treina terroristas, milícias e outros grupos extremistas que espalham destruição e caos em toda a região. Durante décadas, o Irã alimentou as chamas de conflito sectário e o terror.

É um governo que fala abertamente de assassinato em massa, prometendo a destruição de Israel, morte à América e a ruína de muitos líderes e nações presentes nesta sala.

Entre as intervenções mais trágicas e desestabilizadoras do Irã estão na Síria. Assad cometeu crimes indescritíveis e os Estados Unidos tomaram medidas firmes em resposta ao uso de armas químicas proibidas pelo Regime Assad — lançando 59 mísseis tomahawk na base aérea da Síria, onde esse ataque assassino se originou.

Nações responsáveis ​​devem trabalhar em conjunto para acabar com a crise humanitária na Síria, erradicar o ISIS e restaurar a estabilidade na região. As vítimas mais antigas e sofridas do regime Iraniano são o seu próprio povo. O Irã tem uma rica história e cultura, mas o povo do Irã tem suportado dificuldades e desespero sob a perseguição imprudente de seus líderes através de conflito e terror.

Até que o regime Iraniano esteja disposto a ser um parceiro para a paz, todas as nações de consciência devem trabalhar em conjunto para isolar o Irã, negar financiamento ao terrorismo e orar pelo dia em que o povo Iraniano terá o governo justo e correto que merecem.

TOLERÂNCIA OU FALTA DISSO

Quando Obama declarou “o Islã tem uma história orgulhosa de tolerância”, enquanto os Mullahs preparavam o seu mais recente homossexual para ser jogado de um prédio, e a mulher mais recente a ser apedrejada na rua, o Presidente Trump exigiu: “Sua alma será condenada” por atos bárbaros, um sentimento que cresceu quando declarou: “Esta é uma batalha entre o bem e o mal”, insistindo que os líderes Árabes e Muçulmanos deveriam “expulsar” as forças do terror e do extremismo de suas próprias fileiras.

Um futuro melhor só será possível se as vossas nações expulsarem os terroristas e os extremistas. Expulse-os.

EXPULSE-OS de seus locais de culto.
EXPULSE-OS de suas comunidades.
EXPULSE-OS da sua terra santa, e
EXPULSE-OS DA FACE DA TERRA.

Contraste isso com a seção do Presidente Obama sobre a tolerância, especificamente, no que diz respeito aos direitos das mulheres e oportunidades econômicas.

Curiosamente para um liberal de Hollywood, o Presidente Obama disse ao público do Cairo: “Sei que para muitos, a face da globalização é contraditória. A Internet e a televisão podem trazer conhecimento e informação, mas também sexualidade ofensiva e violência estúpida para dentro de casa”.

Essas declarações socialmente conservadoras talvez fossem mais prontamente esperadas do vice-Presidente Mike Pence. Mas a mídia — nem na época, e nem agora —pareciam entender isso. A própria tolerância de Obama para com os valores conservadores aplicava-se apenas ao mundo Muçulmano, ao que parece, e não em casa.

Enfrentando o Terrorismo

O Presidente Trump usou a palavra “terror” de algum modo — terror, terrorismo, terroristas — surpreendentemente 31 vezes em seu discurso em Riyadh. No Cairo, o Presidente Obama usou a palavra ZERO vezes, ainda mais surpreendente. O Bama descreveu o atentado em 11 de Setembro como um “enorme trauma” em vez de uma atrocidade terrorista, optando por implantar a palavra “extremismo” 11 vezes em seu discurso, a qual o Presidente Trump também usou nove vezes.

Como resultado, Obama não tinha pontos de ação, metas de política ou qualquer coisa com substância quando se tratava de atacar o terrorismo. O Presidente Trump, por outro lado, anunciou a formulação do Centro de Combate ao Financiamento Terrorista, insistindo: “As nações Muçulmanas devem estar dispostas a assumir o fardo, se nós vamos derrotar o terrorismo e enviar sua ideologia perversa para o esquecimento”.

Sim, o Presidente Trump disse: “terrorismo Islâmico”, apenas para sua informação.

CONCLUSÕES

A forma como os dois Presidentes concluíram seus discursos é prova suficiente de quão diferente os dois homens abordaram as questões do Islã, Islamismo, terrorismo e o relacionamento dos EUA com o Oriente Médio.

Enquanto Ivanka e Melanie pavoneiam por Riyadh em roupas de grife, e o atual Presidente recusa-se a curvar-se diante dos Sauditas, Obama aproveitou todas as oportunidades para permanecer prostrado diante do mundo Muçulmano, inativo, bem como em suas palavras.

No Cairo, concluiu primeiro com citações do Alcorão, em seguida o Talmud, e a Bíblia.

Seu verso Alcorânico: “Ó humanidade! Nós criamos você, homem e mulher…” talvez não encontre muito apoio da brigada LGBTQI ++ ** da esquerda liberal de hoje. Ele fechou: “Obrigado. E que a paz de Deus esteja com você. Muito obrigado”.

A conclusão do Presidente Trump, além de ser mais tradicional, também foi mais esperançosa, e efetivamente chamou por uma tão necessária reforma Islâmica:

O berço da civilização está esperando por um novo renascimento. Imaginem o que o amanhã pode trazer. Maravilhas gloriosas da ciência, arte, medicina e comércio para inspirar a humanidade. Grandes cidades construídas sobre as ruínas das cidades destruídas. Novos empregos e indústrias que levantarão milhões de pessoas. Parentes que já não se preocupam com seus filhos, famílias que não mais choram por seus entes queridos, e fiéis que finalmente cultuam sem medo.

Essas são as bênçãos da prosperidade e da paz. Esses são os desejos que queimam com uma chama justa em cada coração humano. E essas são as exigências justas dos nossos povos amados.

Peço-vos que se juntem a mim, se unam, trabalhem em conjunto e combatam juntos — porque unidos, não falharemos. Obrigado. Deus te abençoe. Deus abençoe seus países. E Deus abençoe os Estados Unidos da América.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis