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XIITA VERSUS SUNITA

Fonte/Source: Shia vs. Sunni: The Schism Western Politicians Don’t Understand and Won’t Discuss


Arte final da batalha de Chaldiran (1514)
XIITA VERSUS SUNITA:
O CISMA QUE OS POLÍTICOS OCIDENTAIS
NÃO COMPREENDEM E NÃO DISCUTIRÃO

Por JOHN HAYWARD

Publicado originalmente pela Breitbart News em 25 Maio 2017


Os políticos Ocidentais raramente reconhecem o cisma entre o Islamismo Xiita e Sunita. Não há nada remotamente comparável a este cisma em qualquer outra religião no mundo moderno.

O conflito Sunita-Xiita define a estrutura política do Oriente Médio, da rivalidade internacional entre o Irã e a Arábia Saudita à política interna das nações Muçulmanas. No entanto, os políticos Ocidentais, ansiosos por retratar o Islã como uma “religião de paz”, falam dos Muçulmanos como homogêneos.

No cerne do politicamente correto, o Islã é tratado mais como uma raça do que uma religião, um bloco étnico monolítico como “Hispânicos” ou “Asiáticos”. Ambos os grupos são, por sua vez, populações diversas absurdamente espremidas em monólitos para a conveniência dos estrategistas políticos de esquerda.

Na verdade, existem Muçulmanos Xiitas que pensam que os Sunitas não contam como Muçulmanos, e vice-versa. Adeptos das seitas mais extremas dentro das escolas Sunitas e Xiitas consideram os seguidores moderados da mesma tradição basica como apóstatas.

A divisão Sunita-Xiita

Poucos políticos Ocidentais sabem alguma coisa sobre o conflito Sunita-Xiita, que brota de uma disputa doutrinária que pode parecer trivial aos alienígenas modernos. Quando Muhammad morreu, no Século 7, houve um profundo desacordo entre os primeiros seguidores do Islã sobre quem deveria suceder-lhe como líder.

O coração do conflito Sunita-Xiita revela que os Sunitas pensavam que o novo líder ou “califa”, Abu Bakr, deveria ser eleito e escolhido por ter sido amigo íntimo de Muhammad (Maomé). O líder do Estado Islâmico (ISIS), que se intitula “califa” ou governante de todos os verdadeiros Muçulmanos, chama-se “Abu Bakr al-Baghdadi” em homenagem ao primeiro califa. Seu nome verdadeiro é Ibrahim Awwad Ibrahim al-Badri.

O grupo dissidente que agora conhecemos como Xiitas insistiu que apenas um parente de sangue de Muhammad estava apto a liderar, apoiando assim Ali bin Abu Talib, que era primo de Muhammad e genro. Ali realmente assumiu como califa depois que Abu Bakr morreu, logo seria mais exato dizer que a rixa duradoura dentro de Islã foi causada pela aprovação da liderança de Ali e o argumento sobre seu sucessor.

Uma grande parte da política tribal do século VII girou em torno deste conflito, tornando-o mais complexo que qualquer breve resumo pudesse capturar. Entre outros fatores, houve o desenvolvimento do Islã numa religião guerreira, levando à rivalidade de clãs e argumentos viciosos sobre espoliação. As lealdades pessoais a Ali ou a seus rivais também desempenharam um papel.

Mas isso é um cisma religioso, não uma questão para estimular o debate entre historiadores. Os Xiitas acreditam que roubar a liderança dos descendentes de Muhammad/Maomé configurou apostasia, um pecado contra a verdadeira fé.

Ali foi assassinado, esfaqueado na testa com uma espada venenosa enquanto rezava. Os Xiitas modernos ainda fazem uma peregrinação à mesquita onde acreditam que ele morreu e está enterrado, localizado no que é agora o Iraque. A cidade onde está localizado, Najaf, tem sido palco de muito derramamento de sangue sectário. O governo Sunita do ditador Iraquiano Saddam Hussein enfureceu uma geração de Xiitas por abusar da mesquita Imam Ali.

Ali sequer ganhou o título de “califa” numa eleição. Abu Bakr só reinou por alguns anos antes de morrer. Ali conseguiu o cargo depois que o segundo sucessor de Abu Bakr, o califa Uthman, foi morto por suas próprias tropas na cidade sagrada Muçulmana de Medina. Uma razão pela qual a divisão Sunita-Xiita é tão amarga deve-se ao fato de que os Sunitas da época estavam furiosos com Ali por aceitar o título de califa em vez de punir os assassinos de Uthman.

Seguidores de Uthman pensaram que Ali cometeu atos de blasfêmia e arrogância contra o verdadeiro Islã, e os seguidores de Ali sentiram o mesmo sobre a elite Sunita. Um ponto importante da disputa, e permanece, era se Ali jurou e quebrou o juramento obrigatório de lealdade à hierarquia Sunita e aos califas que vieram antes dele.

Não se trata aqui de uma pequena disputa sobre a vida e os tempos de um personagem histórico morto há muito tempo, mas uma questão profunda de legitimidade religiosa.

O Irã ainda acredita que sua teocracia tem autoridade legítima sobre o Islã de linhagem Xiita que descende de Muhammad/Maomé, por exemplo. Um dos candidatos na recente eleição presidencial Iraniana, o clérigo Ebrahim Raisi, usa um turbante preto para significar que ele é um sayed, um descendente de Muhammad. Raisi escolheu o verde como a cor da campanha porque queria trazer de volta a cor dos manifestantes seculares do “Movimento Verde” e restaurar seu “verdadeiro significado” como a cor dos “netos revolucionários do Profeta”. Estes netos tentaram uma revolução contra o Primeiros califas Sunitas. Eles não morreram de velhice.

Sunitas e Xiitas compartilham muitas crenças essenciais, mas mesmo suas crenças compartilhadas podem ser fontes de tensão. Tanto Sunitas como Xiitas fazem peregrinações às cidades santas da Arábia Saudita. O Irã frequentemente castiga os Sunitas Sauditas pela gestão da peregrinação anual a Meca (Hajj), alegando discriminação contra os Xiitas além do pobre gerenciamento do evento.

A família real da Jordânia é vista por alguns analistas como chave para unir a divisão Sunita-Xiita, porque a dinastia reinante Hachemita da Jordânia Sunita reivindica a descendência direta da família de Muhammad, satisfazendo o critério Xiita para a liderança autêntica do Islã. Infelizmente, isso também significa que o regime Jordaniano consegue desfrutar do ódio violento de extremistas Sunitas e Xiitas. O Estado Islâmico Sunita infamemente queimou vivo numa gaiola um piloto Jordaniano capturado e espalhou a imagem através da Internet como um de seus vídeos favoritos de propaganda. Funcionários Jordanianos, no entanto, disseram que consideram a República Islâmica do Irã como uma ameaça maior à sua segurança do que ISIS ou outros extremistas Sunitas.

Minorias não-Sunitas

O ditador da Síria, Bashar Assad, é membro da minoria Alauíta, uma subseção do Islã Xiita. Os Alauítas só representam cerca de dez por cento da população da Síria, mas o regime de Assad, sob o governo de Bashar e seu pai Hafez, consolidou o poder ao nomear Alauítas para altos cargos governamentais. A grande maioria da população Síria não é Alauíta, nem mesmo Xiita, mas Sunita. Bashar Assad responde frequentemente à crítica por sua brutalidade, apontando para sua história de proteção às minorias religiosas Sírias, incluindo Cristãos, e observando que ele pertence a uma minoria.

Qual é a diferença entre um Alauíta e um Xiita? Há muitas diferenças pequenas no costume e na tradição, mas a diferença principal diz respeito ao Imam Ali. Lembre-se que os Xiitas reverenciam Ali como o líder legítimo do Islã que deveria ter sucedido Muhammad/Maomé, e foi divinamente martirizado na morte, enquanto os Sunitas o consideram como um traidor. Os Alauítas acreditam que ele era Deus encarnado. Alguns líderes religiosos Sunitas os consideram “piores infiéis do que Cristãos e Judeus”, como disse um proeminente clérigo da Irmandade Muçulmana Sunita em 2013 quando pedia uma jihad Sunita contra eles.

Outra ramificação do Islã que muitas vezes sofre discriminação e violência de outros Muçulmanos é a seita Sufi. Os Sufis não são Sunitas nem Xiitas — ou podem dizer que são ambos, uma vez que tanto o Islã Sunita quanto o Xiita possuem ramificações Sufis. Isso os torna uma minoria maltratada em ambas as nações Xiitas como o Irã e países Sunitas como o Egito.

O Sufismo é mais definido por sua abordagem do que por doutrinas específicas, ao contrário do modo como os Sunitas e Xiitas ou Xiitas e Alauítas são distinguidos. Os Sufi modernos têm uma reputação de mansidão e moderação, embora fossem uma força militar formidável no passado. Os famosos “dervixes dançantes”, espadachins da antiguidade, foram uma invenção Sufi. Dervishes continuam girando, mas agora a prática é vista como performance art ou uma forma de meditação em movimento, como o tai chi.

Os Sufis são geralmente menos interessados em interpretações estritas do Alcorão e Sharia, a lei Islâmica, o que os torna desprezados pelas seitas hardcore Islâmicas. Às vezes são acusados de diluir o puro Islã com mumbo-jumbo místico, (Nota do tradutor: palavras ou atividades que parecem complicadas ou misteriosas, mas que não têm significado místico real), ou de servir como agentes para as potências Ocidentais, buscando subverter e “domesticar” o verdadeiro Islã como parte de uma agenda imperialista Ocidental.

Nenhuma dessas ramificações do Islã são em si homogêneas. Existem dezenas de diferentes ordens Sufis, por exemplo. Algumas delas são de natureza militante ou política, contrariamente à impressão geral dos Sufis como místicos pacíficos.

Minorias Sunitas

Uma escola do Islã Sunita que se tornou cada vez mais importante para a política Americana e Européia é o Hizmet, um grupo altamente organizado fundado e liderado por um Imam chamado Fethullah Gulen. O governo da Turquia vê Hizmet como algo muito organizado, processando-o (literalmente) como uma vasta conspiração criminosa que tentou derrubar o presidente Recep Tayyip Erdogan no ano passado. O governo Turco refere-se ao Hizmet como “FETO”, uma acrônimo para “Fethullah Terrorist Organization”. As relações diplomáticas da Turquia com a Europa e os Estados Unidos foram abaladas pela perseguição ao Hizmet e Gulen, que vive na Pensilvânia.

O Islã Sunita também inclui um movimento conhecido como Salafi, os fundamentalistas Islâmicos. Os Salafistas acreditam que Muhammad/Maomé e, em menor grau, suas duas primeiras gerações de descendentes, eram seres humanos perfeitos que deveriam ser imitados em todos os aspectos, incluindo roupagem e  higiene pessoal. O Salafismo inclui suas próprias subseções, ainda mais primitivas e regressivas, incluindo o Islamismo Wahabbi promovido pela Arábia Saudita e o sistema de crenças apocalípticas do Estado Islâmico (ISIS).

“Primitivo” não é um termo pejorativo — os Muçulmanos Wahabbi literalmente abraçam o estilo de vida primitivo do sétimo século, época em que Maomé viveu. Sua hostilidade à modernidade é um de seus atributos determinantes. Outra é a sua hostilidade a todas as outras variações do Islã, incluindo definitivamente os Xiitas.

A rápida disseminação das crenças Salafistas por meio de redes bem financiadas, abertas e secretas  — madrassas Salafistas e agentes de influência enviados para se infiltrarem nas escolas Islâmicas mais moderadas — é uma das principais preocupações de segurança da nossa era, para aqueles analistas e oficiais que não ficaram intimidados com a discussão.

O Islã e o Ocidente

Isso nos leva de volta ao problema de esterilizar o Islã tratando-o como homogêneo. A Irmandade Muçulmana Sunita foi considerada como uma organização terrorista pelo governo dos EUA, mas seus defensores dizem que nem mesmo a Irmandade é uma entidade única. Eles insistem que existem muitas ramificações, muitas das quais não podem ser consideradas como extremistas ou terroristas.

Com certeza, nem todos os Muçulmanos sentem essa animosidade doutrinária. Seria um jogo de tolo dizer que “a maioria faz” ou “a maioria não”, dado o tamanho da população Muçulmana global, as diferenças entre Muçulmanos de diferentes nacionalidades e origens étnicas e os efeitos da emigração e assimilação.

Em seu discurso na Arábia Saudita, o presidente Trump observou que os Muçulmanos são muitas vezes vítimas do terrorismo Islâmico:

Em números absolutos,  o maior número de vítimas foi exigido das pessoas inocentes das nações Árabes, Muçulmanas e do Oriente Médio. Eles têm suportado o peso das mortes e o pior da destruição dessa onda de violência fanática. Algumas estimativas sustentam que mais de 95% das vítimas do terrorismo são Muçulmanas.

Isso é verdade, mas também uma imagem incompleta do problema. Os Muçulmanos abusam e se matam uns aos outros por causa de conflitos doutrinários numa escala horrível. A maior parte dessa violência e opressão não é “terrorismo”. Ela vem de conflitos militares e de medidas de repressão do governo contra minorias religiosas.

As contendas sectárias são uma das razões pelas quais tantos grupos rebeldes Sírios vistos favoravelmente pelo Ocidente estão dispostos a se aliarem com a Al-Qaeda e outras organizações terroristas. No Iraque, há Sunitas que vivem em território capturado pelo ISIS que abertamente acolheu seus macabros conquistadores, ou pelo menos estavam relutantes de trabalhar com o governo Iraquiano, porque desconfiavam do mesmo, — agora dominado por Xiitas, — e estavam aterrorizados com as milícias Xiitas apoiadas pelo Irã operando na região.

No Bahrein, o governo está sob fogo para reprimir a maioria Xiita de sua população, com cinco mortos numa recente investida policial contra uma comunidade Xiita. A monarquia Bahreinita, por sua vez, acusa com razão o Irã de tentar desestabilizar o país exacerbando tensões Sunitas-Xiitas. Os Sunitas do Bahrein temem ser brutalizados numa escala épica caso os Xiitas derrubem o governo.

Tudo isso se reverte em problema para os Estados Unidos porque nossos interesses nacionais no Oriente Médio estão emaranhados inexoravelmente com o cisma Sunita-Xiita. Bahrein, por exemplo, é a casa estrategicamente vital para a 5 ª frota dos EUA. Os Xiitas se ressentem da América por apoiarem a monarquia Sunita. Os estrategistas militares Americanos estão compreensivelmente nervosos com a perspectiva de alugar uma base para a 5ª Frota de um Bahrein pós-revolucionário que seria um satélite Xiita do Irã, para não falar do efeito em cascata que uma guerra religiosa teria sobre outros aliados Sunitas na região.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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EXCLUSIVO: Militantes Do Estado Islâmico Prometem “Sacudir” O Ocidente Após O Massacre Terrorista Em Manchester

Fonte/Source: EXCLUSIVE: Islamic State Supporters Vow to ‘Shake’ the West Following Manchester Terrorist Massacre – Breitbart


EXCLUSIVO: Militantes Do Estado Islâmico Prometem “Sacudir” O Ocidente Após O Massacre Terrorista Em Manchester

Por AARON KLEIN AND ALI WAKED

23 de Maio de 2017

Militant Islamic State fighters wave flags as they take part in a military parade along the streets of Syria’s northern Raqqa province June 30, 2014. REUTERS/Stringer

JERUSALÉM – Simpatizantes e militantes do Estado Islâmico celebraram o massacre terrorista de ontem à noite num concerto lotado em Manchester, Inglaterra, com os jihadistas prometendo continuar o ataque contra o Ocidente.

O Estado Islâmico reivindicou que um “soldado do califado instalou bombas no meio de um encontro dos Cruzados”, aparentemente assumindo a carnificina.

Breitbart Jerusalém obteve acesso à correspondência postada num grupo fechado de bate-papo que utiliza o serviço de mensagens via Telegrama criptografado. O grupo de bate-papo serve como um Twitter interno para tipos como jihadistas e simpatizantes do Estado Islâmico, e tem sido usado no passado para emitir comunicações do ISIS.

Um militante chamado Abu Ayman Alalmani (o Alemão) escreveu: “Graças a Alá que permitiu essa realização dos Mujahedeen. Todos nós somos fiéis em Alá, de modo que os nossos irmãos, os apoiadores e os Mujahedeen, são aqueles que cometeram o ataque entre os infiéis. Juramos a Alá que os países infiéis no Ocidente não terão o luxo da segurança. Esta é uma promessa divina e esta é a promessa dos Mujahedeen, o futuro irá provar a vocês que vocês são os países da heresia. Você vai ver isso e não só ouvi-lo.”

Um membro intitulado “Justiça Muçulmana” escreveu, “Alá é grande, Alá é grande, vamos abalar os regimes infiéis e criminosos. Destruiremos a regra daqueles que abandonam o Islã [uma referência aos líderes Árabes]. Alá é grande, este é um chamado que se elevará no horizonte, e nós ainda derrotaremos a cruz e os países dos infiéis “.

Abu Abdullah Alsury (o Sírio), membro do ISIS, escreveu: “Graças a Alá que causou alegria nos fiéis, perguntamos e pedimos a Alá que este ato abençoado fará parte da batalha dos nossos irmãos, lobos solitários vagando por todas as partes das nações dos infiéis, enquanto buscam esse tipo de ataque abençoado. Isso é parte do trabalho e isso é parte da vingança. Esses países infiéis vão pagar um alto preço.”

Antes do Estado Islâmico reivindicar crédito pelo ataque, outro militante, Alqaqaa Alidlebi de Idlib, escreveu, “nós estamos esperando nossos irmãos no departamento de mídia oficial, para publicar o que deve aquecer nossos corações com uma declaração oficial da responsabilidade, mesmo que não seja um ato organizado.”

“Rogamos a Alá que o guerreiro seja um Muçulmano fiel. Você não tem ideia da enorme felicidade aqui nas fileiras dos Mujahedeen e suas famílias no distrito de Elkheir (a área de Dir Azzur na fronteira entre a Síria e o Iraque). Como estamos felizes de que Alá guiou a mão do guerreiro para enviar as cabeças dos infiéis corruptos que assassinam os Muçulmanos em nossos países, voando.


Aaron Klein é o chefe do escritório da Breitbart em Jerusalém e repórter investigativo sênior. Ele é um autor best-seller do New York Times e hospeda o popular programa de rádio “Aaron Klein Investigative Radio“. Siga-o no Twitter @AaronKleinShow. Siga-o no Facebook.

Ali Waked é o correspondente de assuntos Árabes para a Breitbart Jerusalém.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Asia Bibi e as Montanhas do Paquistão

Foto/Capa: Montanhas do Paquistão

Asia Bibi e as Montanhas do Paquistão

Por Tião Cazeiro

25 de Março de 2017

Asia BibiNovembro de 2010:

“Asia Bibi, uma mulher Cristã e Paquistanesa de 45 anos, mãe de cinco filhos, foi condenada à morte por blasfêmia em 7 de Novembro passado. Um tribunal de Punjab decidiu que a mulher, uma trabalhadora agrícola, ofendeu o profeta Maomé/Muhammad. Mas, na realidade, Asia Bibi foi insultada primeiro como “impura” (por não ser Muçulmana), e em seguida forçada a defender sua fé Cristã diante da pressão de outros trabalhadores Muçulmanos. O marido de uma delas, o imam local, decidiu fazer acusações e denunciar a mulher, que foi primeiramente espancada, depois aprisionada e, finalmente, após um ano, condenada à morte.”

Janeiro de 2014:

“Asia Bibi está na prisão aguardando a execução por falsas acusações por blasfêmia. Só Deus pode libertá-la porque os Cristãos do Ocidente não se atrevem a falar em seu nome: “Falar sobre extremistas, militantes Islâmicos e as atrocidades que perpetraram globalmente pode prejudicar as conquistas positivas que nós, Católicos, alcançamos em nosso diálogo inter-religioso com Muçulmanos devotos.” — Robert McManus, Bispo Católico de Worcester, Massachusetts, 8 de Fevereiro de 2013.”

“Asia Bibi e outros Cristãos Paquistaneses acusados de blasfêmia não têm amigos, nem protetores, nem porta-vozes.”

Outubro de 2016:

“Paquistão: 150 clérigos Muçulmanos exigem a morte de Asia Bibi, a mulher Cristã acusada de blasfêmia.”

“Um decreto religioso advertiu o governo do Paquistão que se Asia Bibi for enviada ao exterior, por meio de qualquer conspiração, a administração sofrerá consequências.”

“Isso é, naturalmente, uma ameaça de violência se não conseguirem o sangue dessa pobre mulher. Se tivéssemos uma administração sã, o caso de Asia Bibi teria sido conduzido energeticamente pelo Departamento de Estado e transformado numa questão diplomática até que fosse libertada para um país onde pudesse viver livremente. Ela está enfrentando a morte por supostamente insultar o Islã e Maomé. Os Estados Unidos deveriam defender a liberdade de expressão. Mas esta é, naturalmente, a era de Obama e Hillary Clinton.”

Janeiro de 2017:

 “Cinco mulheres cujos direitos a “Marcha das Mulheres” deixou para trás — No Sábado, uma coalizão de atrizes, estrelas do pop e Michael Moore se reuniram em cidades de todo o país para protestar contra a transferência pacífica do poder entre os presidentes Barack Obama e Donald Trump, uma tradição Americana secular.”

“Os discursos — de um elenco de personagens com origens tão diversas como Ashley Judd, Scarlett Johansson e Madonna — advertiram que a América estava no precipício de uma “nova era de tirania” e só a “revolução” poderia salvá-la. Os “chapéus vagina“, armados com a linguagem “depreciativa” como um veículo de “empoderamento”, advertiram o eleitorado Americano que a época em que a esquerda Americana respeitava a infra-estrutura eleitoral Republicana da nação tinha terminado.”

“O conteúdo dos discursos em tais manifestações parecia desviar-se de seu propósito nominal. Organizadores alegadamente convocaram a marcha para defender os direitos humanos das mulheres oprimidas. Deveria ter sido uma oportunidade única de levantar os abusos de direitos humanos que muitas vezes ficam afastados da conversa internacional porque afetam mulheres: a mutilação genital feminina, estupro por refugiados e pessoas deslocadas internamente (IDP) a escravidão sexual, para começar.”

Asia Bibi — “Ao serem confrontadas, suas colegas de trabalho alegam que Bibi havia perguntado a elas: “O que Muhammad fez por você?” Bibi nega ter dito isso, mas sua palavra num tribunal Islâmico Paquistanês pesa menos do que a de seus acusadores.”

Berta Soler — “líder do movimento dissidente Damas de Branco em Cuba.”

“Em quase todos os domingos desde a “Primavera Negra” de 2003, Soler e seus compatriotas — esposas, filhas, irmãs e mães de prisioneiros políticos Cubanos — foram presos por carregar imagens de seus entes queridos injustamente presos à igreja e tentar assistir uma Missa Católica em Havana. Elas foram espancados, arrastados pelos tornozelos, puxadas pelos cabelos, ridicularizadas, pichadas e abandonadas à força longe de suas casas sem ter como voltar, sob o regime de Raúl Castro. Elas procuram a liberdade dos prisioneiros de consciência e uma restauração do respeito pelos direitos humanos básicos em Cuba, e rejeitam abertamente o comunismo.

Park Yeonmi — “Park escapou da Coréia do Norte aos 13 anos de idade, passando pela China, onde os guardas muitas vezes se aproveitavam das mulheres que tentavam fugir do estado comunista repressivo exigiam favores sexuais. Um guarda realmente tentou violar Park, mas finalmente cedeu depois que sua mãe se ofereceu no lugar dela. Ela foi estuprada duas vezes naquela noite. “A primeira vez, eu ouvi apenas os sons. A segunda vez estava na minha frente. Eu disse a mim mesmo que eu não vi isso. Foi assim que consegui continuar vivendo.”

Kayla Mueller — “Kayla Mueller sofreu meses de brutalidade como escrava sexual favorita de Abu Bakr al-Baghdadi, o fundador do Estado Islâmico (ISIS). O grupo jihadista anunciou que ela foi morta em um ataque aéreo aos 26 anos em 2015; o governo dos EUA confirmou sua morte, mas não como ela morreu.”

“Enquanto escravizada, Mueller se recusou a se converter ao Islã, desafiando seus captores jihadistas quando tentaram afirmar o contrário, e se tornou uma irmã protetora mais velha para as meninas Yazidis que haviam sido capturadas e escravizadas. Ela se recusou a escapar com um grupo de meninas, argumentando que, como um Americana, ela iria chamar muita a atenção para as outras meninas.”

Mayar Mohamed Mousa — “Mousa morreu aos 17 anos no Egito enquanto sofria um procedimento ilegal de mutilação genital feminina (MGF). “Os resultados iniciais de uma autópsia realizada sobre a menina citam coagulação do sangue como a possível causa de morte”, informou a CNN em Junho de 2016. Complicações durante a mutilação — que muitas vezes inclui a remoção completa do clitóris e corte de partes dos lábios — são comuns, mas os pais continuaram submetendo suas meninas ao procedimento para privá-las de desejo sexual, mantendo-as “puras”.

“Somos uma população cujos homens sofrem de fraqueza sexual, o que é evidente porque o Egito está entre os maiores consumidores de estimulantes sexuais que só os fracos consomem”, disse o legislador Egípcio Elhamy Agina em Setembro. “Se pararmos com a MGF, precisaremos de homens fortes e não temos homens desse tipo”.”

“Mais de 200 milhões de meninas e mulheres vivas hoje foram cortadas em 30 países na África, Oriente Médio e Ásia”, de acordo com a OMS.”

Fevereiro de 2017:

“Autoridades Paquistanesas prenderam um pai Cristão de 70 anos e sua família, incluindo seus três filhos entre 8 e 14 anos, por um suposto ato de blasfêmia, relata a British Pakistani Christian Association (BPCA).”

“”Um homem de 70 anos e seu filho foram torturados para confessar, mas novamente defenderam resolutamente sua inocência”, continuou ele. “Agora este homem idoso Mukhtar Masih morrerá provavelmente na prisão ou enforcado por um crime que não cometeu.”

“Houve também vários Cristãos acusados por blasfêmia em todo o país. Alguns Muçulmanos pediram a execução desses Cristãos.”

“”No Paquistão, os tribunais são conhecidos por sua manipulação das leis que são usadas como uma ferramenta para discriminar as minorias”, informou o Pakistan Christian Post em Outubro.”

Paquistão

Enquanto o sol ilumina as montanhas…

  • O órgão regulador da mídia Alemã instruiu a imprensa para censurar etnicidade e religião em reportagem. Merkel não quer que o povo Alemão e o mundo saibam quão desastrosas foram suas políticas. Ela não quer que as pessoas saibam quantos crimes são cometidos por migrantes Muçulmanos. Manter o povo ignorante é a sua única chance de permanecer no poder.

Diante de tanta insanidade só resta admirar as montanhas do Paquistão…


TAMIMI: “Somos Muçulmanos Na Europa, E Não Muçulmanos Europeus”

Fonte/Source: Tamimi: “We are Muslims in Europe, not European Muslims”

TAMIMI: “Somos Muçulmanos Na Europa, E Não Muçulmanos Europeus”

Por Tião Cazeiro

24 de Março de 2017

Robert Spencer escreveu um artigo em Agosto de 2006 dizendo o seguinte:

“Me pergunto se os dhimmis das populações não-Muçulmanas da Eurábia entendem a diferença. Tamimi, o qual a duplicidade foi desmascarada, também reiterou seu apoio ao martírio suicida jihadista.”

Dr. Azzam Tamimi, um radical Muçulmano estacionado na Inglaterra, pareceu apoiar o atentado suicida de ontem, quando afirmou que morrer por suas crenças era “justo”. Tamimi disse, — diante de uma multidão de 8.000 pessoas na convenção ExpoIslamia em Manchester, — que defender seus princípios é o “maior ato de martírio”.

Tamimi, de 51 anos, afirmou que a guerra ao terrorismo era uma guerra contra o Islã. “Somos Muçulmanos na Europa, não Muçulmanos Europeus“, acrescentou. A multidão irrompeu em urros e aplausos quando disse que Israel havia sido derrotado pelo Hezbollah. ” [Ênfase adicionada]

Enquanto isso…

O ‘prefeitinho’ Muçulmano de Londres, Sadiq Khan, cria força tarefa para prender todos aqueles que “irritam” os Muçulmanos online. Muçulmanos são obcecados em calar qualquer crítica ao Islã, o que na verdade é uma das táticas para impor a Sharia em novas terras…

O site do Conservativehome lista outras preocupações (com relação ao prefeitinho), incluindo:

  • Em carta ao The Guardian na sequência dos atentados terroristas de 7/7 em Londres, culpa o governo Britânico pelo terrorismo;
  • Sua defesa legal de Zacarias Moussaoui, um terrorista do 11 de Setembro que confessou ser membro da Al Qaeda;
  • Seu capítulo num livro, intitulado “Ações contra a Polícia”, aconselhando sobre como fazer acusações contra a polícia por “racismo”. A mesma força policial que o Sr. Khan como prefeito de Londres iria exercer autoridade;
  • Sua defesa do extremista Islâmico Azzam Tamimi. Quando o Dr. Tamimi disse à multidão que a publicação de caricaturas do Profeta Muhammed “faria o mundo tremer” e previu “Fogo … em todo o mundo se não pararem”, Sr. Khan, que compartilhou uma plataforma com Tamimi descartou as ameaças como “linguagem florida”;
  • Sua plataforma compartilhada com Suliman Gani, um Imã do sul de Londres, que exigiu subserviência feminina aos homens, e pediu a fundação de um Estado Islâmico.

Completando o raciocício…

“O terrorista Islâmico que atacou Westminster na Quarta-feira era um Muçulmano convertido que possivelmente foi radicalizado na prisão; tinha vivido em várias áreas do Reino Unido, e era conhecido por atividade Islâmica radical.

khalid Masood, 52, passou algum tempo em Birmingham, East London e em Luton, antes de assassinar quatro pessoas no centro de Londres. Depois de morto a tiros, o Estado Islâmico (ISIS) o descreveu como um de seus “soldados”. — Westminster Killer was Muslim Convert, Lived in Several Extremism Hotspots

O padrão utilizado pelo terrorista é o mesmo que estamos vendo ao redor do mundo, ou seja, atropelamento, faca, locais públicos de alta visibilidade etc.

Entretanto, o colunista da BBC Simons Jenkins, criticou o posicionamento da mídia neste vídeo, infelizmente não legendado em Português.

“A BBC fez uma escolha, deram preferência ao terrorista”. O colunista Simon Jenkins critica a cobertura dada ao ataque pela mídia.

A cada dia que passa a BBC deixa claro um firme compromisso com a subserviência e a desinformação.

Nesse vídeo, o colunista Simon Jenkins afirma que dar proeminência aos terroristas ajuda e complica ainda mais a situação, e que o incidente deveria ser tratado com um crime e não como terrorismo. Compara o incidente com os atentados do IRA, PLO etc.; diz que Masood “era um doido, que enlouqueceu e pegou uma faca” etc., um caso como outros que acontecem em Londres e em outros lugares….

Sério? Simon Jenkins realmente vive num outro planeta.  Sem ofensa, mas por trás desse raciocínio, se puxarmos a linha, encontraremos camadas e camadas de comprometimento político, os quais estão propositalmente deixando a população Britânica completamente indefesa, o que acarretará em mais mortes, em mais terrorismo ao longo dos anos.

Jenkins assume a postura de que é melhor não irritar para não aumentar…  e isto é covardia, isto é desinformação, isto é não querer enchergar a realidade, ou seja, a jihad global. Estamos em guerra e a jihad não vai parar, irritando ou não, com ou sem medo.

Duas “detenções significativas” feitas durante a noite associadas aos assassinatos da jihad em Londres

24 de Março de 2017 —  Por Robert Spencer — Two “significant arrests” made overnight in association with London jihad murders

“O nome de nascimento do perpetrador do atentado terrorista de Quarta-feira no centro de Londres é Adrian Russell Ajao, disse o mais antigo policial Britânico de contraterrorismo.

Nove pessoas permanecem sob custódia e uma mulher foi libertada sob fiança”.  Este parece ter sido um enredo de grande escala. E mais em andamento.

Uma mulher de 39 anos foi presa em um endereço na noite de Quinta-feira em East London, sob suspeita de preparação de atos terroristas, disse a polícia. Uma mulher, que não foi nomeada, está sob custódia da Polícia e da Evidência Criminal (PACE).

Seis pessoas  — duas mulheres e quatro homens, com idades variando de 21 a 28 — foram presas em dois endereços em Birmingham, uma cidade no centro da Inglaterra. Os seis também foram mantidos sob suspeita de preparação de atos terroristas.

Outro homem, 58, também foi preso sexta-feira pela manhã em outro endereço em Birmingham, e realizado sob a mesma acusação ….”

Óbvio que a polícia não está inventando esses dados, portanto não se trata aqui de “um doido, que enlouqueceu e pegou uma faca etc.” como quer acreditar o colunista Simon Junkins. Estamos vendo os ingredientes de um ataque orquestrado.

E mais…

Repórter da NBC teme que o ataque jihadista em Londres venha “pôr vento nas velas” do “movimento de direita”.

23 de Março de 2017 — Por Robert Spencer

“Os meios de comunicação do establishment não estão preocupados com os ataques terroristas jihadistas no Ocidente. O establishment não está preocupado com as pessoas mortas nos massacres da jihad. Os meios de comunicação do establishment só querem que você não pense mal do Islã e para não começar a apoiar os “movimentos de direita” que ameaçam a hegemonia das elites políticas.” — NBC reporter fears London jihad attack will “put wind in the sails” of the “right-wing movement”

Conclusão…

“De acordo com a Primeira Ministra Theresa May, o terrorista de Westminster Khalid Masood era uma “figura periférica”, e aparentemente há muitos outros Muçulmanos na Grã-Bretanha que são ainda mais violentos e perturbados do que Khalid Masood, e por isso não havia nenhuma questão de mantê-lo sob vigilância.

Esse é o plano do Estado Islâmico (ISIS) para subjugar a aplicação da lei, com muitos ataques e complôs até que o sistema inteiro entre em colapso. Parece que este plano está funcionando bem no Reino Unido.” — Robert Spencer.

Khalid Masood converteu-se ao Islamismo, e portanto, do ponto de vista de Tamimi, deixou de ser um cidadão Britânico.

Somos Muçulmanos na Europa, não Muçulmanos Europeus

Dito pelo Dr. Azzam Tamimi diante de 8.000 pessoas na convenção ExpoIslamia em Manchester, com direito a urros e aplausos frenéticos.

Portanto, Masood era um Muçulmano no Reino Unido e não um Muçulmano Britânico, de acordo com Tamimi.

Criticar a mídia pela enorme cobertura que deu a um suposto — crime comum perpetrado por um cidadão Britânico — demonstra o quanto, uma parte da mídia, desinforma.

Ideias têm consequencias.


 

16 NAÇÕES EUROPEIAS UNEM-SE PARA DEFENDER AS FRONTEIRAS DO CONTINENTE, DIZEM QUE A UE FALHOU

Fonte/Source: Austria Spearheads Balkan Frontier Defence Project, Says EU Has Failed

16 NAÇÕES EUROPEIAS UNEM-SE PARA DEFENDER AS FRONTEIRAS DO CONTINENTE, DIZEM QUE A UE FALHOU

Por DONNA RACHEL EDMUNDS

8 Fevereiro de 2017

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A Áustria está unindo forças com 15 outros países da Europa Oriental para conter o fluxo de migrantes em direção ao norte, porque acreditam que a União Europeia (UE) falhou no dever de proteger as fronteiras da região.

Sob a bandeira do Projeto de Defesa da Fronteira dos Balcãs, os países garantirão que suas forças policiais e militares estejam em constante contato para assegurar a proteção, vigiando as fronteiras nacionais ao norte da Grécia, repelindo imigrantes ilegais dessas áreas.

O Ministro Austríaco da Defesa, Hans-Peter Doskozil (SPÖ), disse a Die Welt: “Não acreditamos que as fronteiras externas da UE estejam adequadamente protegidas até agora pela UE. É por isso que a Áustria, juntamente com 15 outros países ao longo da rota dos Balcãs e dos Estados de Visegrád, estão planejando uma estreita cooperação no âmbito de um novo projeto de defesa fronteiriça dos Balcãs.

“Se houver um influxo maciço de migrantes, os estados envolvidos na iniciativa de proteção das fronteiras serão capazes de agir rapidamente. Em caso de crise, trabalharemos um plano comum, utilizando contatos claramente definidos e um intercâmbio regular de informações entre os chefes das polícias e militares dos países envolvidos”.

Para fortalecer a capacidade de resposta da Áustria, o Ministro também está trabalhando uma mudança na lei que permitiria ao país enviar tropas para o exterior. Atualmente, as tropas Austríacas só podem ser enviadas para missões humanitárias, mas disse que o governo gostaria de ampliar seu escopo.

“A Áustria está disposta a oferecer ajuda aos países dentro e fora da UE, não só por razões humanitárias, mas também pela proteção das suas fronteiras, se esses países nos pedirem e tivermos capacidade suficiente”, afirmou.

Os movimentos estão sendo feitos, disse Doskozil, porque a quantidade de contrabando ilegal que ocorre nos Balcãs e o número de migrantes continuam “significativos”. Atualmente, entre 500 e 1000 imigrantes chegam à Áustria todas as semanas, mas a situação pode deteriorar-se rapidamente a qualquer momento graças à natureza frágil do acordo da UE com a Turquia.

“Temos de nos preparar intensamente neste momento para a reabertura das comportas (nota: influxo de migrantes) pelo governo [Turco] em Ankara, coisa que o presidente Erdogan já ameaçou várias vezes fazê-lo”, disse Doskozil, acrescentando: “Erdogan não é um parceiro confiável da UE.

E continuou criticando o número atual de migrantes ilegais na UE como “muito alto”, alertando que muito ainda precisa ser feito para reduzirmos esse número.

“Reverter os centros, penas mais elevadas aos requerentes de asilo que violam as regras e cortes maciços no dinheiro dos imigrantes ilegais, todos seriam meios adequados”, sugeriu, apelando à convocação de uma “cúpula de repatriamento da UE” para discutir uma ação coordenada por toda Europa.

“As iniciativas anteriores, como fortalecer o papel da Frontex na repatriação, estão longe de serem suficientes”, afirmou. “Seria melhor ter um oficial de repatriação Europeu de alta categoria e nome, que pudesse assumir essa importante questão”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

FRANÇA: ATAQUES ANTICRISTÃOS CRESCEM 245 POR CENTO

Fonte/Source: France: Anti-Christian attacks rise 245 percent — Robert Spencer – Jihad Watch

FRANÇA: ATAQUES ANTICRISTÃOS  CRESCEM 245 POR CENTO

 

Por CHRISTINE WILLIAMS

8 DE FEVEREIRO DE 2017

O elevadíssimo aumento de 245% no número de ataques contra os Cristãos representa um problema genuíno e crescente; A preocupação com a “islamofobia” conseguiu afastar as verdadeiras questões de direitos humanos.

Perceba a peculiaridade do Ministério do Interior Francês ao minimizar a seriedade dos ataques anticristãos, vangloriando-se de como o ministério estava ocupado, implementando ações contra a “islamofobia” e o antissemitismo. O governo também foi rápido ao mencionar que não havia nenhum motivo religioso para esse drástico aumento de ataques anticristãos.

Um ponto-chave aqui, é que o Ministério do Interior Francês e os meios de comunicação social de esquerda, fazem um grande esforço para não admitir ou abordar qualquer possível envolvimento de supremacistas Islâmicos nessa perseguição contra os Cristãos. O governo chegou a negar qualquer motivação religiosa e declarou que dos 949 ataques anticristãos “havia uma possível ‘motivação satânica’ em 14 casos e motivação ‘anarquista’ em 25.” E quanto aos outros casos?

Uma reportagem da CNN em Julho revelou:

“Ao insistir nos ataques às Igrejas, o ISIS tenta eliminar o que chama de “zona cinzenta” para Muçulmanos no Ocidente, provocando uma reação da extrema-direita. Os constantes ataques na França produziram uma onda de raiva anti-muçulmana, alimentada e explorada pelos políticos de extrema-direita.

O jornal La Figaro também tentou achar uma justificativa, afirmando que “é esperado que ataques às Igrejas sejam os mais abundantes porque elas existem em maior número”, e ignorando o fato de que os Cristãos enfrentam ataques brutais em países Muçulmanos como o Egito e Paquistão. Apesar de não existirem em grande número.

Alimento para o pensamento: O artigo abaixo também destaca que “no ano passado em Dülmen, após a chegada de mais de um milhão de imigrantes na Alemanha, a mídia local disse que ‘não passa um dia’ sem ataques à estátuas religiosas Cristãs”.

“França: Ataques Anticristãos Crescem 245 Por Cento”, por Virginia Hale, Breitbart, 7 de fevereiro de 2017:

“Embora os ataques racistas, anti-muçulmanos e antissemitas tenham sofrido uma queda enorme desde 2008, ataques a cultos Cristãos mais do que dobraram nesse período, informou na semana passada o Ministério do Interior da França.

Tendo documentado um número recorde de ataques antissemitas e anti-muçulmanos em 2015, o ano passado em Dülmen, após a chegada de mais de um milhão de migrantes na Alemanha, a mídia local disse que ‘não passa um dia’ sem ataques às estátuas religiosas Cristãs.

Posteriormente, os ataques racistas, antissemitas e anti-muçulmanos caíram acentuadamente em 2016, com o primeiro vendo um declínio de 58,5 por cento e o último uma queda de 57,6 por cento. Esses ataques são definidos como incêndios, violência, degradação e ameaças — comentários, inscrições, cartas insultantes. Neste ano, os ataques aos locais de culto Cristãos aumentaram 17,4% em 2016 em comparação com 2015. Os ataques racistas, por sua vez, caíram 23,7% (608 contra 797).

A queda acentuada de incidentes de natureza islamofóbica ou antissemita foi bem recebida pelo governo Francês, que creditou os números como “fruto do plano de ação do governo”.

“Graças a uma mobilização sem precedentes dos serviços do Estado, já obtivemos resultados muito encorajadores, como evidenciado pelos números de 2016. Isso nos dá muita satisfação”, disse o ministro do Interior, Bruno Le Roux.

Le Figaro relatou que os ataques dirigidos aos Cristãos agora representam 90% dos ataques aos locais de culto.

O jornal aponta que, embora espera-se que os ataques às igrejas sejam os mais abundantes porque elas existem em maior número, os casos em que os locais de culto Cristãos foram maculados viram um enorme aumento entre 2008 e 2016.

O governo diz que a maioria dos 949 ataques às igrejas “não tem motivos religiosos”, mas que há uma possível “motivação satânica” em 14 casos e uma motivação “anarquista” em 25. No entanto, desde 2008 assaltos a locais de culto Cristãos aumentaram 245 por cento.

No ano passado, em Dülmen, após a chegada de mais de um milhão de imigrantes na Alemanha, a mídia local disse que ‘não passa um dia’ sem ataques a estátuas religiosas Cristãs.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

APOIO AOS NACIONALISTAS FRANCESES DE LE PEN EM ASCENSÃO ENTRE LGB

Fonte/Source: Support For Le Pen’s French Nationalists On the Rise Among LGB

Photo Cover Page: Reuters/Gonzalo Fuentes

APOIO AOS NACIONALISTAS FRANCESES DE LE PEN EM ASCENSÃO ENTRE LGB

Por LIAM DEACON

5 de Fevereiro de 2017

Le Pen

Especialistas em LGB [sic] (lésbicas, gays e bissexuais) na política Francesa, disseram que não há mais “tabu” em torno dos homossexuais que expressam opiniões nacionalistas e anti-imigrantistas, já que as pesquisas mostram seu apoio à Frente Nacional crescendo de forma constante.

Uma pesquisa da IFOP descobriu que entre Março de 2011 e Novembro de 2016, o apoio ao partido de Marine Le Pen cresceu mais rápido entre os eleitores LGB do que a população em geral.

A pesquisa, com 15.379 entrevistados, revelou que, em três anos, o apoio à Frente Nacional aumentou em 9%, tanto entre LGBs quanto heterossexuais, com 16,5% entre os eleitores LGBs e 14,5% entre os heterossexuais.

De acordo com uma pesquisa da Cevipof, 32,45 por cento dos casais homossexuais casados votaram pela Frente Nacional no primeiro turno das eleições regionais em Dezembro de 2015.

“As pessoas não se sentem mais conflitadas quando expressam opiniões de direita”, disse Didier Lestrade, autor Franco-Argelino de Why Gays Turned Right, a Buzzfeed. “É o fim de um tabu.”

“O que está acontecendo nos bares, especialmente quando tomam alguns drinks, quando estão entre amigos, é que você pode ouvir que as pessoas não têm mais medo de expressar opiniões que durante muito tempo foram reprimidas na comunidade gay”, Didier explicou.

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Didier Lestrade (Crédito: Youtube)

Agora a Frente Nacional conta com um número significativo de eleitores gays, maior do que qualquer grande partido da França, incluindo os Socialistas, que aprovaram uma lei de casamento gay em 2013.

No entanto, o partido ainda tem muitas políticas socialmente conservadoras, as quais os adversários tentaram enquadrar como anti-gay. Querem revogar as leis do casamento gay e se opor à adoção do mesmo sexo, por exemplo.

No entanto, essas políticas não são prioridades para a Frente Nacional, e outras preocupações, como a homofobia entre comunidades imigrantes e Muçulmanas na França, estão levando os eleitores gays para o partido contra a migração em massa.

“Acredito que os Franceses sentem-se ameaçados; Acredito que sobre os gays também”, disse Sébastian Chenu.

Chenu é fundador de um grupo de Defesa dos Direitos dos Homossexuais ligado ao Partido Republicano de Centro-Direita da França, o qual virou notícia quando se juntou à Frente Nacional em 2014, onde agora chefia o comitê do partido para todo o norte da França.

A igualdade entre casais “não é mais uma questão central”, explicou, uma vez que há uma ameaça real de que a França se torne “menos livre”. E “quando a sociedade se torna menos livre, quando se é gay, há muito a perder” explicou.

Várias pesquisas recentes revelaram que a líder da Frente Nacional, Le Pen, agora é a favorita para vencer o primeiro turno das eleições presidenciais em Abril deste ano. Garantir o voto gay pode ser crucial para o sucesso eleitoral.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Vanness: Linda Sarsour, Organizadora da Marcha da Mulher e Falsa Feminista

Fonte/Source: Linda Sarsour, Women’s March Organizer and Fake Feminist

Photo Cover Page: THEO WARGO / GETTY IMAGES / AFP

Vanness: Linda Sarsour, Organizadora da Marcha da Mulher e Falsa Feminista

Por ALEX VANNESS

Linda Sarsour

3 de Fevereiro de 2017

Linda Sarsour é uma das principais organizadoras de Marcha da Mulher em Washington após a inauguração do Presidente Donald Trump.

Sua ascensão ao estrelato liberal após a marcha ocorreu apesar de seu apoio as ideias antifeministas e aos ataques ultrajantes contra as mulheres lideram o movimento anti-Sharia.

Sarsour, que atua como Diretora Executiva da Associação Árabe-Americana de Nova York (AAANY) e que foi homenageada pela Casa Branca do ex-Presidente Obama como uma “campeã da mudança“, mostra que a cada oportunidade que ela se envolve, relacionada a todas as causas de justiça social conhecidas pelo homem, ela as vincula à Palestina. Por exemplo, em Novembro, se ligou à causa do bloqueio do Dakota Access Pipeline e fez questão de trazer sua bandeira Palestina.

Essa promoção desavergonhada também pode ser vista na Marcha das Mulheres. Ao dirigir-se à multidão, assegurou-se de injetar alguma solidariedade Palestina à causa, afirmando que “você pode contar com ela, sua irmã Muçulmana Palestina para manter a voz dela alta”. Ela também fez questão de certificar de que ela era sua “Avó que vive o sonho mais selvagem em território ocupado.”

No entanto, seu maior vexame naquele fim de semana foi quando o nível de sua hipocrisia em relação à causa adotada pela Marcha da Mulher foi apontada para o público.

Especificamente, por causa de um tuite da Sarsour, que tem circulado nas mídias sociais descartando as visões misóginas da Arábia Saudita simplesmente porque o país tem um programa de licença-maternidade pago.

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Sarsour rejeita o fato de que as mulheres na Arábia Saudita são tratadas como cidadãs de segunda classe, — impedidas de dirigir, interagir com os homens e de se vestirem como quiserem, — como insignificante.

Além de rejeitar a subjugação Saudita de mulheres, ela atacou um documentário chamando a atenção para a situação das mulheres no mundo Islâmico. Sarsour tem criticado a produtora executiva do filme, Ayaan Hirsi Ali, ex-Parlamentar Holandesa, ex-Muçulmana, e uma importante crítica do Islã, que também foi vítima de mutilação genital feminina.

Em 2011, Sarsour através do Tuiter, vulgarmente ofendeu Hirsi Ali e a fundadora da ACT for America, Brigitte Gabriel, dizendo: “Eu gostaria de poder tirar suas vaginas — elas não merecem ser mulheres“. Isto é especialmente vulgar considerando o sofrimento que Hirsi Ali sofreu. Logo após o tuíte ter sido descoberto, em vez de assumir a autoria do tuíte vulgar e se desculpar, tentou excluí-lo antes que fosse visto por muitas pessoas.

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Sarsour também tem uma longa história de críticas a Israel de tal maneira que cruzam a linha do antissemitismo e do simpatizante terrorista.

Ela apoia o Movimento BDS, que além de ser discriminatório, tem ligações terroristas e afirmou que “nada é mais assustador” do que o Sionismo.

Ela pediu solidariedade a Muhammad Allan, um membro do grupo terrorista Palestino Jihad Islâmica que tem uma história de recrutamento de suicidas.

Depois que a hipocrisia com relação à questão da Mulher foi exposta, ela se defendeu descrevendo os ataques como fascistas, alegando que “o fascismo está aqui” e que “não podemos permitir que criminalizem nossos líderes e movimentos usando reivindicações sem fundamento… Lembre-se, nós somos e podemos ser a verdadeira geração #NeverAgain/#NuncaMais.

Ela descreve aqueles que a apoiam como seu “Exército do Amor”. Para eles, críticas legítimas a seus pontos de vista e de suas associações soam ocos.

Os grupos que patrocinaram a marcha — incluindo a conta oficial do Tuíte da Marcha das Mulheres, Human Rights Watch, Black Lives Matter, Amnesty International e do Southern Poverty Law Center — lançaram uma defesa em grande escala para apoiar Sarsour. A hashtag #IMarchWithLinda foi usada no Tuíte.

Sally Kohn, personalidade da Cable news, emitiu diversos tuites defendendo Sarsour, incluindo chamadas para que as pessoas façam doações para AAANY. Eu não acho que Kohn está ciente de que AAANY costumava receber apoio financeiro da Qatar Foundation International, uma organização intimamente ligada ao governo do Qatar. Além disso, por causa de seus laços com o prefeito de Nova York Bill de Blasio, a AAANY foi capaz de garantir US$500.000 em financiamento para a própria AAANY.

Sarsour também recebeu vários endossos de celebridades como, Susan Sarandon, Mark Ruffalo e Russell Simmons entre outros.

Opa! se Mark Ruffalo gosta dela ela deve ser boa, certo?

Enquanto atestados pessoais são agradáveis, eles não provam que alguém é mesmo uma boa pessoa. Mesmo as pessoas terríveis podem encontrar alguém que pensam que são agradáveis.

Aqueles que a apoiam não se importam de que ela promova terroristas; Eles não se importam que ela vulgarmente diga para uma vítima de mutilação genital feminina para ter sua genitália removida; E eles não estão preocupados se ela minimiza a misoginia na Arábia Saudita. Tão pouco estão preocupados, se ela ajudou a montar uma Marcha porque para eles, ela é excelente e de alta qualidade.

Sarsour é vista como uma estrela em ascensão nos círculos Esquerdistas e no Partido Democrata. A Esquerda precisa tirar as viseiras e dar uma longa e dura olhada para as pessoas que estão apoiando como modelos.

Alex Vanness é o Diretor do Projeto de Paz e Segurança no Oriente Médio, no Centro de Política de Segurança.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

OBAMA LIBEROU US$ 221 MILHÕES AOS PALESTINOS NAS ÚLTIMAS HORAS

Fonte/Source: Report: Obama Gave $221 Million to Palestinians in Last Hours


OBAMA LIBEROU US$ 221 MILHÕES AOS PALESTINOS NAS ÚLTIMAS HORAS

on the West Front of the U.S. Capitol on January 20, 2017 in Washington, DC. In today's inauguration ceremony Donald J. Trump becomes the 45th president of the United States.
Na frente Ocidental do Capitólio dos EUA em 20 de Janeiro de 2017 em Washington, DC. Na cerimônia de inauguração de hoje, Donald J. Trump se torna o 45º presidente dos Estados Unidos.

Por JOEL B. POLLAK

23 de Janeiro de 2017

A Associated Press informou na Segunda-feira que o ex-Presidente Barack Obama liberou US$ 221 milhões em financiamento Americano para a Autoridade Palestina na manhã de Sexta-feira, 20 de Janeiro — poucas horas antes dele deixar o cargo.

Detalhes da AP:

Um funcionário do Departamento de Estado e vários assessores do Congresso dizem que a administração cessante informou formalmente ao Congresso que gastaria o dinheiro na Sexta-feira de manhã, pouco antes de Donald Trump se tornar presidente.

Mais de US$ 227 milhões em financiamento à assuntos externos foram liberados na época, incluindo US$ 4 milhões destinados a programas de mudança climática e US$ 1,25 milhões para organizações da ONU.

Pelo menos dois legisladores do Partido Republicano questionaram e suspenderam os fundos aos Palestinos. Questionamentos do Congresso são geralmente respeitados pelo poder Executivo, mas não são juridicamente vinculativos.

Esta não foi a primeira vez que Obama concedeu fundos à Autoridade Palestina, contrariando o Congresso. Em 2012, por exemplo, desbloqueou quase US$ 200 milhões que foram congelados em resposta às ações unilaterais dos Palestinos nas Nações Unidas, usando uma renúncia legal incluída na Lei de Responsabilidade Civil Palestina.

Os Republicanos têm exigido cada vez mais o bloqueio ou o cancelamento de fundos destinados à Autoridade Palestina, não só por causa de movimentos diplomáticos unilaterais em direção a um estado independente, mas também por evidências crescentes de que os fundos são usados ​​para incitar a violência e proporcionar recompensas financeiras aos terroristas.

A Autoridade Palestiniana prevê indenizações às famílias de prisioneiros terroristas encarcerados em prisões Israelitas, bem como àqueles que se mataram em ataques contra civis Israelitas. O total alocado pelo orçamento da Autoridade Palestina destinados à “Proteção das Famílias dos Mártires” era de cerca de 175 milhões de dólares em 2016 e um montante adicional de 140 milhões de dólares seria atribuído aos pagamentos a prisioneiros e ex-prisioneiros.

O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, também estava entre os primeiros líderes mundiais que o presidente Obama convocou depois de assumir o cargo em Janeiro de 2009.

Joel B. Pollak é Editor Sênior na Breitbart News. Foi nomeado como umas das “mais influentes” pessoas nos meios de comunicação em 2016. Seu novo livro, COMO TRUMP VENCEU: A HISTÓRIA REAL DE UMA REVOLUÇÃO,  já está disponível através da Regnery. Siga-o no Twitter no @joelpollak.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

DONO DA BOATE DE ISTAMBUL ONDE 39 FORAM MORTAS: BANIMENTO DE ARMAS FORTALECE TERRORISTAS ARMADOS

Fonte/Source:  Owner of Istanbul Nightclub: Gun Bans Empower Armed Terrorists


Photo Cover: Burak Kara / Getty ImagesBurak Kara / Getty Images


DONO DA BOATE DE ISTAMBUL ONDE 39 FORAM MORTAS: BANIMENTO DE ARMAS FORTALE TERRORISTAS ARMADOS

Por AWR HAWKINS

9 de Janeiro de 2017

Burak Kara/Getty Images

Memet Kocarslan, dono da boate de Istambul, onde 39 pessoas foram mortas a sangue-frio após o início de 2017, afirma que a proibição dos populares rifles semiautomáticos na Turquia facilitou o terrorista que ignorou a proibição, a superar a polícia e dominar a segurança do estabelecimento.

De acordo com a CNN, “a vigilância policial foi ampliada em torno de Istambul para as festividades e Kocarslan se certificou de que seu clube, Reina, tivesse segurança extra. Entretanto, ele disse que não tinha nenhuma esperança contra um assassino bem armado e determinado.”

Um policial estava no clube, e tinha uma arma, mas é ilegal ter segurança privada armada. Assim, a segurança privada fez com que os participantes da festa se sentissem seguros, mas não poderia oferecer nenhuma resistência real a um ataque armado. No final, era um policial com uma arma de fogo contra um terrorista com um rifle semiautomático, que os civis estão proibidos de possuir na Turquia.

O Gun Policy.org da Universidade de Sidney reportou que “os civis não têm permissão para possuir armas de fogo automáticas e armas de fogo semiautomáticas”. Isso significa que “a posse privada de armas de fogo semiautomáticas é proibida”. Mas, o homem que atacou a boate usou esse mesmo tipo de arma, o mesmo tipo de armamento utilizado pelos terroristas no ataque de 7 de janeiro de 2015 ao Charlie Hebdo e o de Paris em 13 de novembro de 2015. Esses terroristas não seguem a lei. Em vez disso, tiram vantagem da lei, cientes de que os cidadãos cumpridores da lei não serão capazes de contra atacar.

Kocarslan reconhece isso. Disse à CNN:

Esse pistoleiro é inacreditável. Acredito que tenha lutado na guerra por muitos anos. Ele foi muito profissional. Como pode um cara com uma pistola superar um homem com uma máquina de guerra? Devemos mudar essa lei. Estamos lidando com terrorismo. Algo precisa ser feito.

Digno de nota, os Democratas nos EUA responderam ao ataque terrorista de Orlando Pulse em 12 de junho de 2016, por que querem adotar os mesmos sistemas de proibição de armas que agora existem na Turquia. No entanto, o exemplo da boate de Istambul prova que tal proibição só serve para dar vantagem àqueles que estão dispostos a violar o sistema para impor o terror.

Quando estamos falando sobre Istambul, Paris, ou Newtown, Connecticut, uma coisa soa verdadeira: a maneira de parar um bandido armado é garantir que ele seja saudado por bons atiradores.


AWR Hawkins é o colunista da Segunda Emenda para Breitbart News e apresentador de “Bullets with AWR Hawkins“, um podcast da Breitbart News. Ele também é o analista político da Rádio Armed American. Siga-o no Twitter: @AWRHawkins. Alcance-o diretamente em awrhawkins@breitbart.com.


Tradução: Tião Cazeiro