Arquivo da tag: Barack Obama

Confirmado: Os EUA são o Principal Facilitador da Perseguição aos Cristãos

Fonte/Source: Confirmed: U.S. Chief Facilitator of Christian Persecution – Raymond Ibrahim


Este artigo foi traduzido por Dionei Vieira. É uma ótima tradução, fiz alguns ajustes e editei.

O artigo foi escrito em 7 de Agosto de 2014. Estou publicando porque muitos desconhecem o estrago que o governo Obama fez durante o período que esteve no poder. O artigo irá também surpreender aqueles que não estão informados sobre o alcance destrutivo do Islamismo quando maioria.


Confirmado: Os EUA São O Principal Facilitador Da Perseguição Aos Cristãos

Por Raymond Ibrahim

7 de Agosto de 2014

National Review Online

Senador John McCain encontra-se com “rebeldes Sírios”, muitos dos quais não são Sírios, e um dos quais é um sequestrador conhecido (L – Muhammad Nour)

Indicadores proeminentes confirmam que os EUA são o principal facilitador da perseguição aos Cristãos em todo o mundo hoje.

De acordo com a recém-lançada 2014 World Watch List, que classifica os 50 países onde os Cristãos são mais perseguidos, a Síria é o terceiro pior país do mundo para ser um Cristão, o Iraque é o quarto, o Afeganistão é o quinto e a Líbia é o décimo-terceiro. Todos os quatro países recebem a designação mais forte, de “extrema perseguição” (outras designações são perseguição de nível: ‘grave’, ‘moderado’ e ‘escasso’).

Além de estarem tão juntas e serem duramente classificadas, essas quatro nações têm outra coisa em comum: um grande envolvimento dos EUA. Três delas (Iraque, Afeganistão e Líbia) foram “libertadas” graças às forças armadas Americanas, enquanto que na quarta, a Síria, os EUA estão patrocinando ativamente os “guerreiros da liberdade” contra o governo Sírio, muitos dos quais merecem o rótulo de “terroristas”.

Só a situação da Síria é suficiente para incriminar a política externa Americana. De acordo com a agência de notícias Reuters:

A organização Portas Abertas, um grupo não-denominacional que apoia os Cristãos perseguidos em todo o mundo, disse nesta Quarta-feira que documentou 2.123 assassinatos de Cristãos que foram vítimas de martírio, em comparação com 1.201 que ocorreram em 2012. Só na Síria, foram 1.213 desses assassinatos no ano passado. “Essa é uma contagem mínima, com base no que foi divulgado na mídia e nós podemos confirmar”, disse Frans Veerman, chefe de pesquisa de Portas Abertas. Estimativas de outras organizações Cristãs colocam a estatística anual em patamares maiores que chegam a 8.000.

Enquanto a maioria dos Americanos estão protegidos contra a verdadeira natureza da guerra devido à relutância da mídia Americana em noticiar sobre isso, mídia, sites e ativistas de língua Árabe diariamente noticiam e documentam atrocidade após atrocidade, decapitações e ataques de bomba a igrejas, Cristãos sendo massacrados por se recusarem a se converter ao Islamismo e incontáveis sequestros com o propósito de resgate ou estupros, tudo isso pelas mãos daqueles que os EUA apoiam.

É suficiente destacar que “o maior massacre de Cristãos na Síria,” para citar um importante líder religioso, ficou totalmente sem cobertura jornalística de todas as grandes redes de notícias dos EUA.

De qualquer forma, as estatísticas falam por si: a Síria costumava ser tolerante com as religiões, mas depois que os Estados Unidos começaram seus esforços de levar “democracia” a esse país, a Síria é hoje é terceiro pior país do mundo em termos de “extrema perseguição” aos Cristãos.

A agência de notícias Blaze informa que o Dr. David Curry, presidente de Portas Abertas,

acusou o governo Obama por ter, essencialmente, se recusado a fazer da proteção das minorias religiosas uma prioridade… “Há muitos casos em que o vácuo de liderança e representatividade criaram um problema real,” disse o líder dos direitos humanos. “Eu diria que todos os dados significativos apontados neste ano da Lista de Vigilância de 2014 são piores — e eu acho que um fator que contribuiu é a falta de liderança dos governos Ocidentais, incluindo… os EUA em termos de liberdade religiosa.”

Mas é pior que isso. Longe de tomar qualquer ação ou mostrar liderança, ou simplesmente parar de apoiar os terroristas responsáveis — o governo Obama recentemente tentou entrar em guerra com a Síria em favor dos “guerreiros da liberdade” e, pasmem, em nome dos “direitos humanos”. (Ao que tudo indica, o boato infundado de que Assad massacrou pessoas é o suficiente para os EUA irem à guerra, mas os massacres bem documentados de Cristãos e outros civis que estão ocorrendo nas mãos da oposição não é suficiente para que os EUA parem de apoiá-los.)

O que é pior, mesmo os mais desinformados Americanos que assistem ao noticiário da mídia em geral, hoje em dia sabem que a chamada “Primavera Árabe” que foi usada para justificar o apoio dos EUA aos “rebeldes” de todas as espécies — no Egito, a Irmandade Muçulmana (que meses atrás destruiu cerca de 80 igrejas); na Líbia, a al-Qaeda, que se transformou em uma zona de terror em Benghazi; e agora os “guerreiros da liberdade” na Síria — não é exatamente aquilo que estava sendo elogiado.

Em outras palavras, neste momento, sempre que os EUA intervêm em uma nação Islâmica, os Islâmitas chegam ao poder. Isso está muito bem comprovado nas outras três nações em que os EUA trouxeram a “democracia” e onde as minorias Cristãs sofrem “perseguição extrema”:

Certamente um tema comum emerge aqui: Onde os EUA trabalham para derrubar os autocratas seculares, a qualidade de vida dos Cristãos entre outras minorias leva um grande tombo. Sob Saddam, Kadafi e Assad, os Cristãos e suas igrejas eram amplamente protegidos.

Além disso, enquanto George W. Bush foi o responsável pelo Afeganistão e o Iraque, pode-se argumentar que, naquela época (2001 e 2003), esse padrão de radicalização Islâmica que irrompe uma vez que os autocratas caem, era bem menos conhecido do que é hoje. Não havia muitos precedentes.

Por outro lado, o governo de Obama teve o Afeganistão e o Iraque para aprender — e ainda assim ele apoia os Islamistas e jihadistas. Mas agora, o que acontece quando assumem o poder — perseguição religiosa, terror e opressão — já não é um segredo.

A propósito, aqueles que pouco se importam com o destino dos Cristãos ou de outras minorias no mundo Islâmico fariam bem em lembrar de uma simples obviedade: Sempre que elementos anticristãos chegam ao poder, as forças antiamericanas chegam ao poder. Os dois são sinônimos.

Dito de outro modo, a perseguição Muçulmana aos Cristãos é o teste decisivo de quão radical uma sociedade Islâmica pode se tornar. Em todos esses países Muçulmanos que os EUA interferiram — Afeganistão, Iraque, Líbia, Egito (até que os Egípcios se rebelaram, para castigo dos EUA), e agora a Síria — o aumento da intolerância religiosa é um reflexo do fortalecimento das forças hostis à civilização Ocidental.

Muitas vezes me perguntam, “Como podemos ajudar os Cristãos perseguidos?” Neste ponto, deve-se responder:

“Que tal começar fazendo com que o governo dos EUA deixe de ser o principal facilitador da perseguição Cristã?” Deixando o altruísmo de lado, seria do interesse de todos os que prezam a liberdade, religiosos ou não — e, especialmente, seus descendentes.


 

Anúncios

Comemorar Ano Novo E Cortar Bolo “Não é Legitimado Pelo Islam”

Fonte/Source: India: Muslim cleric says celebrating New Year and cutting cake is “not legitimate in Islam”


A cada dia que passa fica mais claro que a única coisa unânime e legítima no Islã é encher o saco dos outros. Tudo é proibido, menos a insanidade Islâmica coletiva e o hábito de enganar o Ocidente via taqqyia. Agora contam, infelizmente, com o apoio de alguns Hindus alucinados como vocês irão ver adiante. Sempre a mesma conversinha, proibir tudo para dominar tudo. É o “povinho das necessidades especiais.”— Tião Cazeiro


Índia: Muçulmano Diz Que Comemorar Ano Novo E Cortar Bolo “Não é Legitimado pelo Islã”

POR ROBERT SPENCER  

23 de dezembro de 2017

Um clérigo Hindu concorda: é um costume Inglês que não deve ser assimilado na Índia por uma questão de integridade cultural. Para Maulana Mufti Tariq Quasmi, no entanto, isso é parte do desdém por todas as atividades dos incrédulos, que são os “as piores criaturas!“.

Alcorão 98:6 
“Honestamente falando, aqueles que não creem 
(na religião Islâmica, no Alcorão 
e no Profeta Maomé) 
entre eles o Povo do Livro 
(primordialmente Judeus e Cristãos) 
e demais descrentes, 
terão que aceitar o Fogo do Inferno. 
Eles são as piores criaturas”.

“Cortar bolos não é Islâmico, diz o clérigo Muçulmano sobre a celebração do Ano Novo; o clérigo Hindu concorda”, por Rajat Rai, Índia Today 23 de Dezembro de 2017:

Raramente os líderes Hindus e Muçulmanos concordam. Desta vez, Deoband em Uttar Pradesh fez uma surpresa quando os clérigos Muçulmanos de Darul Uloom e um pandit (Hindu erudito) da mesma cidade expressaram sua preocupação com relação à comemoração de Ano Novo.

Cortar bolo, curtir e se alegrar faz parte da comemoração de Ano Novo. No entanto, Maulana Mufti Tariq Quasmi disse que a prática de cortar bolos não é Islâmica. “Isso não é legitimado pelo Islam”, disse ele.

Quasmi sente que Muçulmanos e aqueles que praticam devem ficar longe dessas tais práticas e respeitar as práticas do Islam.

“Nosso novo ano começa no mês de Moharram. Não temos objeção contra as pessoas de outras religiões que seguem essas práticas, mas os Muçulmanos, especialmente a juventude, devem evitar essas coisas”, acrescentou Quasmi.

Recentemente, o Darul Ulum em Deoband proibiu o uso de smartphones no campus. De acordo com os clérigos, os smartphones dificultam os estudos e tornam os alunos menos atentos…

Surpreendentemente, as observações e sugestões de Quasmi também foram apoiadas por sacerdotes Hindus na mesma área em Uttar Pradesh….

“Nossos jovens não devem seguir os costumes Ingleses cegamente. Eles devem ter conhecimento básico de sua religião”, acrescentou Sharma.

Nota: Não deixe de ler este artigo, imperdível: RAYMOND IBRAHIM: A HISTÓRIA DA ‘DEMONIZAÇÃO’ DE MUHAMMAD


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: O Estado Islâmico Revive A Tática do Terror Original do Islã — Canibalismo

Fonte/Source: Raymond Ibrahim: The Islamic State Revives Islam’s Original Terror Tactic — Cannibalism


Raymond Ibrahim: O Estado Islâmico Revive A Tática do Terror Original do Islã  — Canibalismo

Por RAYMOND IBRAHIM

9 de Março de 2017

À luz das recentes revelações de que o Estado Islâmico está ensinando aos seus seguidores para comerem os não-Muçulmanos, — certamente podemos agora concordar que, pelo menos nisso, — o ISIS não é verdadeiramente Islâmico?

Infelizmente não. Até mesmo comer “infiéis” tem precedentes em toda história Islâmica, especialmente como tática do terror. Dois episódios bem documentados vêm à mente:

O primeiro diz respeito à jihad por excelência, Khalid bin al-Walid (d.642). Apelidado de “Espada de Alá” por Muhammad, devido a sua proeza, mantém posição reverenciada entre os grupos jihadistas (a bandeira negra do ISIS com escrita Árabe branca é um fac-símile da bandeira que Khalid carregava nas batalhas). Durante a Ridda — ou “guerras de apostasia” contra as várias tribos Árabes que tentaram romper com o Islã após a morte de Muhammad — Khalid acusou falsamente Malik bin Nuwayra, um bem quisto chefe Árabe, de apostasia. Depois de matá-lo, Khalid estuprou — fontes Muçulmanas chamam isso de “casou” — a esposa de Malik. Não contente,

“Ele [Khalid] ordenou a cabeça de [Malik]; juntou-a com duas pedras e a cozinhou num pote sobre elas. E Khalid a comeu naquela noite para aterrorizar as tribos Árabes apóstatas entre outros. E foi dito que os cabelos de Malik criaram uma chama tão brilhante que a carne ficou muito bem cozida [da crônica em vários volumes do historiador Muçulmano al-Tabari, al-bidaya w’al nihaya (“O Início e o Fim”; Excerto Árabe aqui).”

O segundo episódio diz respeito à conquista Islâmica da Espanha. De acordo com o cronista Muçulmano Ibn Abdul Hakam, depois de capturarem um grupo de vinicultores Cristãos, os invasores Islâmicos

“os aprisionaram. Depois pegaram um dos vinicultores e o mataram, o cortaram em pedaços e o ferveram, enquanto o resto de seus companheiros olhavam. Eles também tinham fervido carne em outros caldeirões. Quando a carne ficou cozida, jogaram fora o corpo do homem que tinham fervido; sem ninguém saber que jogaram fora; e comeram a carne que tinham fervido, enquanto os outros vinicultores eram espectadores. Estes não duvidaram que os Muçulmanos comeram a carne de seu companheiro; os outros, depois de serem liberados e mandados embora, informaram ao povo de Andaluzia [Cristãos Espanhóis] que os Muçulmanos se alimentavam de carne humana, informando-os sobre o que tinha sido feito ao vinicultor [fonte].”

Tarek ibn Ziyad — outro jihadi extraordinaire, reverenciado por queimar seus barcos ao chegar à costa da Espanha como prova de seu compromisso com a jihad ou o “martírio” — também tinha Cristãos cativos, abatidos, cozidos e aparentemente comidos diante de seus companheiros reféns. Então, de acordo com o historiador Muçulmano Ahmad ibn Muhammad al-Maqqari, o herói jihadista “permitiu que alguns dos cativos escapassem, para que pudessem relatar aos seus conterrâneos o que tinham visto. E assim o estratagema produziu o efeito desejado, já que o relato dos fugitivos contribuiu em alto grau para aumentar o pânico entre os infiéis” (The History of the Mohammedan Dynasty, p.227).

Note-se que, de acordo com todos os cronistas Muçulmanos acima citados, os jihadistas se engajaram nessas práticas canibais para aterrorizar e criar pânico entre os infiéis e apóstatas, isto é, como uma forma de guerra psicológica. Isto é mais uma vez ressaltado quando, como de costume, os cronistas citam ou parafraseiam versos do Alcorão que clamam por “infundir o terror” nos corações dos infiéis (e.g., 3:151, 8:12, 8:60) em justaposição à selvageria relatada.

(Assisti alguns anos atrás a um vídeo de um clérigo Egípcio moderno que também deixava claro que as ações de Khalid foram calculadas para aterrorizar os apóstatas. Entretanto o YouTube como de costume retirou o vídeo, mas aqui está a minha tradução original do que ele disse: “As pessoas se perguntam como Nosso Senhor Khalid poderia ter comido de tal carne? Oh sim — ele comeu disso! Nosso Senhor Khalid tinha um caráter muito forte, um grande apetite e tudo mais! Tudo para aterrorizar os Árabes do deserto [apóstatas]. O assunto exige determinação, estas questões exigem força — terrorismo.”)

Existem mais e episódios relacionados. Durante as primeiras invasões Muçulmanas na Síria Cristã, um dos companheiros de Muhammad, ‘Ubadah bin al-Samat, disse a um comandante Cristão que “Nós provamos sangue e não encontramos nada mais doce do que o sangue dos Romanos”, significando Bizantinos e/ou Cristãos. Se literal ou figurativo, claramente essas referências sanguinárias inspiram a cosmovisão do Estado Islâmico como evidenciado pela afirmação deste último de que “o sangue Americano é o melhor, e vamos prová-lo em breve”.

Aliás, a veneração e/ou a emulação da barbárie jihadista primitiva não se limita a trajes “radicais” ou extremistas, como sempre nos é dito, ou seja, “não têm nada a ver com o Islã“. Nada além de Al Azhar — a universidade mais prestigiada do mundo Muçulmano, que anfitriou o discurso do “Novo Começo” de Obama em 2009 — ensina estes relatos de Muçulmanos comendo infiéis. A razão é simples: tal herança não pertence ao ISIS mais do que à Al Azhar.

Uma nota final: uma escola de pensamento sustenta que, nos episódios históricos acima mencionados, Muçulmanos não fingiam apenas devorar suas vítimas; eles realmente faziam isso. No entanto, cronistas Muçulmanos posteriores, envergonhados pelo selvageria bestial de seus correligionários, retrataram o canibalismo como fosse apenas fingimento. Se isso for verdade, valida ainda mais o porquê do ISIS não está apenas ensinando os Muçulmanos a fingirem que devoram suas vítimas infiéis, mas a comê-las na realidade — como quando um jihadista cortou e enterrou os dentes no coração de um soldado Sírio caído, “Juro por Alá, soldados de Bashar, seus cães — comeremos os seus corações e fígados! Allahu Akbar!” (Sim, vídeo aqui.) — Nota do Blog: Vídeo de extrema violência. Se for em frente, clique em “continue”, em vermelho, na tela que surgirá.

Isso também pode ajudar a clarear explicação insatisfatória do Daily Mail  sobre o porquê do ISIS estar promovendo o canibalismo. De acordo com Haras Rafiq, uma autoridade do Daily, que descreve, como”Muçulmano praticante”, que o ISIS está promovendo o canibalismo “caso não haja suprimentos de alimentos disponíveis durante o que descrevem como em tempos de jihad”. Diante das circunstâncias, “terroristas foram encorajados a matar os não-Muçulmanos ou Muçulmanos, que não compartilham da mesma versão do Islã, por alimento.”

Com certeza, comer seres humanos em tempos de coação extrema e inanição — ou alimento “não-halal” — não é particularmente chocante e aconteceu muitas vezes, passado e presente, por povos de todas as raças e religiões. Fica a critério de cada aqui, refletir se Rafiq é mais um de uma longa lista de autoridades Muçulmanas embaraçadas tentando racionalizar as práticas depravadas de seus correligionários em nome do Islã.

[PJ Media]


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

ISIS: A ÚLTIMA FASE DA JIHAD

Fonte/Source: ISIS: The Latest Phase of the Jihad – Raymond Ibrahim

Nota do blog: Este artigo, escrito em 5 de Fevereiro de 2016, continua absolutamente atual. O autor o republicou hoje por causa de sua entrevista à uma rádio, onde comenta sobre “A diferença — Apocalíptca e Prática — entre o ISIS e a al-Qaeda“. Para os versados na língua Inglesa, eis aqui o link para ouvir a entrevista : Apocalyptic – and Practical – Differences between ISIS and Al-Qaeda – Raymond Ibrahim


ISIS: A ÚLTIMA FASE DA JIHAD

Por Raymond Ibrahim

22 de Fevereiro de 2017

Hoover Institution’s Strategika

A melhor maneira de entender o Estado Islâmico (ISIS) é vê-lo como a próxima fase da Al-Qaeda. Todos os grupos jihadistas Islâmicos Sunitas — Boko Haram, ISIS, Taliban, al-Shabaab, al-Qaeda e até mesmo o Hamas — compartilham as mesmas motivações baseadas numa leitura literal e ortodoxa da história e da doutrina Islâmica: ressuscitar um califado (que existiu de várias formas de 632 a 1924) que implementa e difunde a totalidade da sharia, ou lei Islâmica.

Portanto, as notórias atrocidades do ISIS — decapitação, crucificação, escravidão sexual e destruição de locais de culto não-Sunitas — estão sendo cometidas por outros grupos jihadistas (por exemplo, Boko Haram e al-Shabaab, ambos os quais prometeram lealdade ao ISIS) e até mesmo para alguns governos Muçulmanos (por exemplo, Arábia Saudita) e Muçulmanos individuais ao redor do mundo.

Por outro lado, embora a al-Qaeda (AQ) professe à mesma sharia que o ISIS implementa, há muito vem travando uma guerra de propaganda contra o Ocidente. AQ retrata todos os ataques terroristas no Ocidente, incluindo o 11 de Setembro, como mera retaliação às políticas injustas do Ocidente contra Muçulmanos, incluindo o apoio a Israel e aos ditadores Árabes. [1]

Para manter essa narrativa de “ressentimento”, AQ sabe que os aspectos supremacistas e violentos inerentes à sharia — por exemplo, a destruição de Igrejas por parte do ISIS e a subjugação de minorias Cristãs “infiéis” — precisam ser restringidos ou ocultos do mundo Ocidental. Caso contrário, os esforços da AQ de retratar os jihadistas como “combatentes da liberdade” que resistem a um Ocidente opressivo correm o risco de serem minados. [2]

Independentemente disso, a estratégia da AQ de transformar a opinião Ocidental parece ter dado fruto numa área fundamental: cancelar o apoio Ocidental de longa data aos ditadores Árabes seculares. No contexto da “Primavera Árabe”, o governo Obama virou as costas ao aliado Egípcio dos EUA há 30 anos, Hosni Mubarak; ajudou jihadistas afiliados ao ISIS a derrubar Gaddafi da Líbia (embora estivesse cumprindo as ordens de Washington); e continua apoiando os afiliados “moderados” do ISIS [3] para derrubar Assad da Síria. Os idealistas do governo e da mídia esqueceram-se da razão primordial pela qual os Estados Unidos haviam anteriormente apoiado ditadores Árabes seculares: eles determinadamente se opuseram aos jihadistas.

O resultado foi uma nova e encorajada fase da jihad, a.k.a., ISIS. Nascido e entrincheirado precisamente nas nações em que a liderança dos EUA trouxe “liberdade e democracia” — Iraque, Síria e Líbia —ISIS (ou al-Qaeda 2.0) é agora indiferente à opinião Ocidental. Ao difundir amplamente na mídia seu triunfalismo selvagem em nome do Islã, ISIS perde o “cartão de ressentimento”, mas desempenha o “cartão de força”, inspirando assim milhões de Muçulmanos. De acordo com a Pew Research Center, em apenas 11 países, pelo menos 63 milhões e tantos quantos 287 milhões de Muçulmanos apoiam o ISIS. [4]

Mesmo assim, o ISIS trabalha em etapas. Quando criticado pelos Muçulmanos por matar Muçulmanos e não atacar Israel — o inimigo supremo — o ISIS respondeu dizendo que seguia o padrão do califado histórico fundado em 632. [5] Então, o Califa Abu Bakr decapitou e crucificou dezenas de milhares de Muçulmanos por apostatar. Somente depois que as tribos rebeldes foram trazidas de volta ao rebanho do Islã é que foram soltos para conquistar territórios Europeus/Cristãos durante as primeiras conquistas Muçulmanas da história (634-750). Na verdade, acredita-se que o califa Abu Bakr al-Baghdadi do ISIS tomou esse nome para significar seu foco, ou seja, aterrorizar todos os “hipócritas” e “apóstatas” até que se unifiquem sob a bandeira do califado.

Ainda resta saber se as estratégia do ISIS, — que inspira os Muçulmanos, mas perde a opinião Ocidental, terá sucesso. Segundo as pesquisas, a “Islamofobia” está em ascensão no Ocidente, especialmente após o surgimento do ISIS, levando vários políticos a falarem mais abertamente sobre os catalisadores da violência terrorista.

As fracas respostas do governo Obama alimentam a narrativa da AQ de que o terrorismo Islâmico, pelo menos em parte, reflete o ressentimento Islâmico; e se recusa a conectar as ações de qualquer organização jihadista — seja ISIS, al-Qaeda, Boko Haram, e outros — ao ensino Islâmico.

O tempo dirá se a próxima administração permanecerá deliberadamente ignorante sobre a natureza de seu inimigo jihadista — o que é fatal na guerra, de acordo com o antigo dictum de Sun Tzu, “conhece o teu inimigo” — ou se a realidade irá prevalecer sobre o politicamente correto.


[1] Veja, “Uma Análise da Visão de Mundo da Al-Qaeda: Tratamento Reciproco ou Obrigação Religiosa?” Veja também, The Al Qaeda Reader, o qual separara a comunicação da organização em dois grupos: mensagens de “Propaganda” para o Ocidente retratando terroristas jihadistas como mero Combatentes da Liberdade e mensagens de “Teologia” para os companheiros Muçulmanos, pregando o mesmo Islã do ISIS.

[2] Ver “Al-Qaeda: Defensor dos Cristãos?” para uma explicação mais elaborada deste tema.

[3] Em favor do papel do Exército Livre Sírio: “Maior massacre de Cristãos na Síria ignorado.

[4] “Pew poll: Entre 63 milhões e 287 milhões de apoiadores do ISIS em apenas 11 países.

[5] “Novo califado Islâmico declara Jihad aos … Muçulmanos


Traução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

As Houris: As ´Supermulheres Sexuais` do Islã

Fonte / Source: The Houris: Islam’s ‘Sexual Superwomen’ – Raymond Ibrahim

As Houris: As ´Supermulheres Sexuais` do Islã

 

Por RAYMOND IBRAHIM

FrontPage Magazine

No mês passado, quando a batalha de Mosul começou, o “califa” do Estado Islâmico (ISIS) Abu Bakr al-Baghdadi, segundo notícias, prometeu quatro Houris (virgens) adicionais (mulheres sobrenaturais e celestiais projetadas para fins sexuais), além das prometidas pelo profeta Muhammad a todos os jihadistas que morrem (são “martirizados”) lutando contra as forças infiéis, de acordo com relatos da mídia Árabe.

Al-Baghdadi fez isso durante um “sermão inflamado” extra, onde narrou 15 hadiths e três histórias que tratam das Houris no contexto da conquista original Muçulmana de Mosul, circa. 637, pelas mãos dos companheiros de Muhammad (o sahahba). Depois de prometer aos seus seguidores que “o sangue correrá como rios na batalha [próxima]”, al-Baghdadi declarou: “Todos, sem exceção, entrarão no paraíso como mártires. Além disso, você vai entrar no paraíso com quatro Houris a mais do que outros mártires. Pois assim, como você está do meu lado agora, assim estaremos do seu lado por você, ou sob você, ou acima de você, para que você possa esquecer o que vai acontecer com você por meio da violência, morte e degradação nesta guerra”.

Embora seja fácil descartar esse relatório como uma farsa (entre outras coisas, não explica porque al-Baghdadi acha que eles vão ter mais quatro concubinas celestiais), o problema é que o Islã — a partir de sua história e doutrinas, da exortação de seus líderes, de Muhammad a al-Baghdadi — está cheio de histórias e seduções sobre as Houris.

Este aqui, por exemplo, é um autêntico hadith — uma declaração atribuída a Maomé que o Islamismo dominante reconhece como verdadeira — que todas as organizações jihadistas (incluindo o ISIS) invocam regularmente:

‘O mártir é especial para Alá. Ele é perdoado desde a primeira gota de sangue [que ele derrama]. Ele vê seu trono no paraíso… Ele se casará com as Houris [a.k.a. “Mulheres voluptuosas“] e não conhecerá os tormentos da sepultura e garantias contra o maior horror [inferno]. Fixada no topo de sua cabeça, haverá uma coroa de honra, um rubi que é maior do que o mundo e tudo o que ele contém. E copulará com setenta e duas Houris. (Fonte: The Al Qaeda Reader, p.143).

As histórias da conquista da Mesopotâmia e da Síria estão, de fato, cheias de Muçulmanos lançando-se ao combate e correndo para o abraço da morte porque acreditavam que assim iriam chegar rapidamente aos abraços calorosos das escravas sexuais celestiais. Aqui estão algumas episódios relatados por al-Waqidi sobre a batalha de Yarmuk na Síria (636), que aconteceram na mesma época da conquista de Mosul, o qual também combateu forças Muçulmanas menores contra forças infiéis muito maiores (neste caso, Cristão Bizantino):

  • Enquanto um capitão Muçulmano procurava por seu sobrinho, Suwayed, num campo de cadáveres Muçulmanos, o encontrou morrendo no chão. Quando o homem entrou na visão do jovem caído, Suwayed começou a chorar. Explicou que, depois de ser arremessado por um Bizantino, “algo incrível começou a acontecer comigo: as Houris estão ao meu lado, esperando a partida de minha alma”.
  • Um repórter jihadista relatou que se deparou com um companheiro caído numa postura estranha: “Eu o vi apaixonado no chão, e o assisti enquanto levantava seus dedos para o céu. Compreendi que ele estava eufórico, pois viu as Houris.
  • Enquanto acenava dentro dos padrões, outro líder de batalhão Muçulmano disse a seus homens que uma corrida furiosa contra os “cães Cristãos” é sinônimo de uma “corrida para os abraços das Houris”.

A obsessão sobre os Houris não se limita aos textos Islâmicos ou ao Estado Islâmico (ISIS) (“que nada tem a ver com o Islã“). Ao longo dos anos eu assisti vários vídeos de homens Muçulmanos discutindo sua excitação com a perspectiva de morrer na jihad e para chegarem rapidamente aos abraços das mulheres sobrenaturais celestiais. Para ter uma ideia do quanto as Houris são difundidas no Islã, considere o seu impacto sobre as mulheres Muçulmanas, como demonstrado em um vídeo de um clérigo Muçulmano respondendo perguntas através de telefonemas. Uma mulher o chamou para expressar sua indignação com as Houris, dizendo que ela seria levada a “loucura por ciúme” vendo seu marido copulando com essas mulheres sobrenaturalmente bonitas durante todo o dia no céu.

O clérigo respondeu dizendo-lhe que “quando você entrar no paraíso, Alá vai remover o ciúme do seu coração. E não tenhas medo, porque tu dominarás os Houris e serás a sua rainha.” Ainda apreensiva, a Muçulmana suplicou: “Mas ele tem que possuir as Houris? “Rindo, o clérigo a tranquilizou: “Olhe, quando você entrar no paraíso, você será mais bela do que as Houris — você será sua amante. OK? E, quando você entrar no paraíso, Alá removerá qualquer ciúme ou preocupações do seu coração.”

Tudo isso é um lembrete de que a mentalidade Muçulmana e as motivações por trás da jihad são muitas e multifacetadas — e até mesmo incluem aqueles que não creem em Alá e na vida após a morte. Como tal, as mentes seculares Ocidentais fariam bem em deixar de projetar seus próprios paradigmas materialistas em jihadistas — tal como o governo Obama que disse que as pessoas se juntam ao ISIS por “falta de oportunidades de empregos” — e começam a entender os paradigmas e as motivações do Islã por conta própria.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Rush Limbaugh sobre Obama: “Por que ele resolveu se tornar um Cristão?”

Fonte/Source:  Rush Limbaugh on Obama: “Why did he choose to become a Christian?”

Rush Limbaugh sobre Obama: “Por que ele resolveu se tornar um Cristão?”

By Robert Spencer – Jihad Watch

Por sua própria conta, Obama se tornou Cristão no início de 1990 na Igreja de Jeremiah Wright, após um período de busca espiritual e desenraizamento. Mas por quê? Rush Limbaugh está certo: ele tem sido marcadamente crítico do Cristianismo e tem repetidamente e efusivamente elogiado o Islã. Então, afinal de contas, por que se tornou Cristão?

Isso sem contar com a suspeita generalizada de que Obama é ou era um Muçulmano, baseada tanto por suas declarações como por suas políticas como Presidente, e também no fato de que seu pai e padrasto eram Muçulmanos; e que diz em sua primeira autobiografia que ficou em apuros quando criança, por fazer careta na classe de Alcorão, das quais crianças Cristãs não podiam participar. Independente da resposta se é ou não Muçulmano, a questão que Rush suscita é intrigante — se nunca foi um deles, e adora o Islã tanto assim, por que não se converteu ao Islamismo? Foi apenas para obter ganhos políticos?

obama_turban

“Estou só fazendo uma pergunta”: Rush Limbaugh revela o que “Sempre Quis Saber sobre Obama” por Oliver Darcy, The Blaze, 04 de Fevereiro de 2016:

Rush Limbaugh, um Conservador que comanda um Talk Show, (que tem uma audiência gigantesca) perguntou na quinta-feira em voz alta em seu programa de rádio,  porque o presidente Barack Obama optou por se tornar Cristão.

Limbaugh, fazendo referência a recente viagem do presidente a uma Mesquita em Baltimore nesta semana, argumentou que Obama está “constantemente falando do Islã“.

O presidente Obama está rotineiramente defendendo, falando, promovendo“, afirmou Limbaugh , de acordo com a transcrição online divulgada no seu site oficial.

Ele fala como o Islã é fantástico o tempo todo, um dos mais belos sons que ele já ouviu falar é o chamado matinal de orações num país Islâmico“, o apresentador de rádio acrescentou. “Diz que é a mais pacífica, a religião mais generosa lá fora, que a chamada de oração a da Mesquita é um dos mais belos sons do mundo. E, ao mesmo tempo, que ele está lá, olha o que ele diz sobre os Cristãos. Ele diz que é um deles. Veja, ele fala deles como bitter clingers (pessoas que não são progressivas, socialistas ou liberais) e que seguram suas armas quando estão nervosos“.

Limbaugh então revelou sua pergunta.

Minha pergunta é, considerando tudo isso, por que ele escolheu se tornar um Cristão? Eu sempre me perguntei isso”, disse à sua audiência. “Ele é como um defensor e promotor do Islã, e, por outro lado, ele e seu partido estão constantemente denegrindo os Cristãos. Não me importa qual é o problema, quer se trate de armas, se é casamento gay, qualquer questão cultural ou social, ou os comentários bitter clingers. Eu sempre me perguntei sobre isso.”…

Nota: O significado do termo bitter clinger, conforme definido em uma conferência de imprensa pública, # 44: são aquelas pessoas que não são progressivas, socialistas ou liberais.

copy-bitter-clinger-rectangle-copy-960-x-288
Credit: teapartystickerstore.com/

Tradução: Sebastian Cazeiro

 

Alguns Muçulmanos estão irritados com apelo de Obama para que eles erradiquem o “extremismo”

Fonte/Source: Some Muslims in U.S. irritated by Obama’s call for them to root out “extremism”

Alguns Muçulmanos estão irritados com apelo de Obama para que eles erradiquem o “extremismo”

Por Robert Spencer

9 de dezembro de 2015

Nós nunca pediríamos a qualquer outra comunidade de fé para se levantar e condenar os atos de violência cometidos por pessoas de seus grupos“, disse a ativista Palestino-Americana Linda Sarsour, que vem trabalhado extensivamente com o movimento negro Black Lives Matter entre outros grupos minoritários. “O fato de que isso está apenas direcionado a comunidade Muçulmana, é algo que pessoalmente não posso aceitar.

Bem, existem cerca de 27.401 razões para justificar o caso. Esse é o número de ataques terroristas Islâmicos letais que foram cometidos de acordo com os textos Islâmicos e seus ensinamentos desde 11 de Setembro de 2001. Nesse período, quantos ataques letais foram cometidos por pessoas que apontavam a Bíblia ou quaisquer outros textos religiosos para justificar sua violência? Nenhum, a não ser que se queira contar com os recentes assassinatos em Colorado Springs, uma vez que Robert Caro, aparentemente, se identificava como Cristão (assim como feminino). Por isso, simplesmente não é verdade que “nós nunca pediríamos a qualquer outra comunidade de fé para se levantar e condenar atos de violência cometidos por pessoas de seus grupos“: todas as seitas e Igrejas Cristãs condenaram o assassinato de abortistas e outros tipos de violência, e nenhum grupo Cristão ensina que isso é aceitável. Do lado Muçulmano, no entanto, temos todas as seitas tradicionais e escolas de jurisprudência que ensinam a necessidade de travar uma guerra contra os incrédulos e os subjugar. Temos clérigos Muçulmanos “Palestinos” acenando ao redor com facas e cintos suicidas e exortando o povo a matar Israelenses. Temos grupos de jihad em todo o mundo cometendo violência e apontando o Alcorão com justificativa e exemplo de Muhammad/Maomé.

O fato é, existe obviamente um problema exclusivo dentro do Islã. Os Muçulmanos em questão, que reclamam pelo fato dos Muçulmanos terem sido “escolhidos”, estão esperando que você esqueça que a violência cometida em nome do Islã é muitas vezes mais comum do que a violência cometida em nome de qualquer outra religião. Eles estão esperando que você esqueça que os terroristas da Jihad Islâmica destacaram os não-Muçulmanos para serem assassinados no Quênia, Paris e em outros lugares. Eles estão esperando que você não perceba que não existe nenhum programa em qualquer mesquita ou escola Islâmica que ensine aos Muçulmanos porque o entendimento do Estado Islâmico (ISIS) sobre Islã é errado. Eles estão mais uma vez reivindicando o status de vítima para os Muçulmanos, tentando, assim, desviar a atenção de todos para esses fatos desagradáveis ​​e muito mais. Não há nenhum problema com o terror jihadista, percebe? Existe apenas um problema com os velhos maldosos não-Muçulmanos que demandam que os Mulçumanos façam alguma coisa sobre o terror da jihad.

Linda-Sarsour
Linda Sarsour

“Alguns Muçulmanos estão irritados com apelo de Obama para desenraizar o “extremismo””, de Tom Gjelten, NPR, 09 dezembro de 2015:

O pedido do presidente Obama para que os Muçulmanos Americanos ajudem a erradicar e confrontar a ideologia extremista em suas comunidades vem recebendo reações mistas. Os líderes Muçulmanos dizem que querem ajudar, mas alguns não estão gostando de terem sido apontados.

Nós nunca pediríamos a qualquer outra comunidade de fé para se levantar e condenar atos de violência cometidos por pessoas de dentro de seus grupos” disse a ativista Palestino-Americana Linda Sarsour, que vem trabalhado extensivamente com o movimento Black Lives Matter entre outros grupos minoritários. “O fato de que isso está apenas direcionado a comunidade Muçulmana, é algo que pessoalmente não posso aceitar.”

Em sua mensagem Domingo à noite, o presidente disse que os Muçulmanos não devem ser tratados de forma diferente, mas que os funcionários do governo dizem que estão olhando para a comunidade Muçulmana Americana para fornecer alguma assistência particular. O Secretário de Segurança Interna Jeh Johnson levou esse pedido pessoalmente na Segunda-feira a mesquita All Dulles Area Muslim Society em Sterling, Virgínia.

Continuarei a falar contra a discriminação, difamação e isolamento que os Muçulmanos Americanos enfrentam nestes tempos difíceis“, disse Johnson.

Mas em seguida veio o apelo.

Agora, tenho uma pergunta“, disse ele. “É a pergunta das pessoas desta sala e de todos os Muçulmanos em todo país. Organizações terroristas no exterior têm como alvo as comunidades. Eles procuram puxar sua juventude para o poço de extremismo violento. Ajude-nos a ajudá-los a parar com isso.”

Líderes Muçulmanos já ouviram isso antes, e alguns acham isso um pouco irritante.

Nós não somos responsáveis ​​pela aplicação da lei“, disse Shahed Amanullah, um empresário Muçulmano Americano com sede em Washington, e com conexões no Vale do Silício. Ele já trabalhou com o governo dos EUA na luta contra o extremismo online, mas disse que é irrealista esperar que Muçulmanos Americanos enfrentem as pessoas violentas do meio deles.

Somos membros da comunidade e Americanos como todo mundo”, disse , “e devemos ter a mesma relação com a aplicação da lei como todo mundo tem. Esperar que estejamos na linha de frente sem ter a capacidade ou o apoio não será [produtivo]. Não será produtivo com qualquer comunidade.“…

Isso é um completo disparate. Ninguém está pedindo aos Muçulmanos para agir como policiais. Pedem apenas para chamar os policiais quando houver alguma atividade suspeita. Mas é claro, aqueles que favorecem tal atividade jamais pegarão no telefone.

Não é mesmo?


Tradução: Sebastian Cazeiro

Geller: “Motivo Desconhecido” As consequências de negar a Jihad

Photo Cover: James Quigg / O Victor Vale Daily Press via APJames Quigg / O Victor Vale Daily Press via AP

Fonte/Source: Geller: ‘Motive Unknown’-The Consequences of Jihad Denial – Breitbart

Geller: “Motivo Desconhecido” As consequências de negar a Jihad

Por Pamela Geller 

4 de Dezembro de 2015

memorial-for-san-bernardino-shooting-victims-AP-640x480

 Obama ignorou. Hillary ignorou. A mídia ignorou.

Nós ainda não sabemos por que esse terrível evento ocorreu“, disse Barack Obama.

Não importa o que motivou esses atiradores, podemos dizer que uma coisa é certa, não deveriam estar capacitados para fazer isso“, disse Hillary Clinton.

Motivo desconhecido.” Esse é o mantra da administração Obama e os seus jornalistas servis da mídia. Obama se apressou a dizer que o motivo era indeterminado, mas quando um militante de esquerda do Southern Poverty Law Center assassinou três Muçulmanos na Carolina do Norte, Obama imediatamente atribuiu as mortes a “islamofobia“, quando na verdade foi um ato de um homem perturbado que ficou furioso numa disputa de estacionamento, e que repetidamente havia dito que preferia Muçulmanos a Cristãos.

Eis o motivo: já se sabe que, enquanto o ataque de San Bernardino estava acontecendo, a esposa e cúmplice de Syed Farook, Tashfeen Malik, postou no Facebook dizendo que prometia lealdade ao Estado Islâmico (ISIS).

Isso foi de fato terrorismo Islâmico. Foi premeditado, metódico e bem planejado. As bombas deixadas no local eram para atingir os socorristas. Apagaram suas contas de e-mail e esmagaram seus celulares, sem dúvida alguma, para encobrir os contatos com outros jihadistas.

Alguns minimizaram a possível conexão com outros jihadistas, dizendo que o ataque foi inspirado, e não dirigido, pelo Estado Islâmico (ISIS). Essa é uma distinção sem diferença. O ISIS tem orientado os Muçulmanos devotos a “pensar globalmente, agir localmente.” Eles têm orientado os Muçulmanos a aceitam sua autoridade como o califado, para matar civis Americanos em solo Americano. Essa é a orientação explícita, e foi exatamente isso que essa célula fez. Mesmo assim, Josh Earnest na conferência de imprensa de Sexta-feira ainda se recusou a reconhecer a conexão terrorista.

Entretanto, existem mais questões ainda não respondidas do que aquelas que temos clareza. Os federais ainda não foram capazes de nos dizer exatamente quem é Tashfeen Malik (se é seu nome real), ou fornecer uma foto dela, ou registros de onde ela veio, quando se casou com Syed Farook, quando seu filho nasceu, ou prova de que Syed é de fato o pai e que ela tinha uma reivindicação legítima para estar neste país.

Tashfeen Malik foi submetida à verificação de antecedentes pelo FBI e pelo Department of Homeland Security antes de ser autorizada a entrar no país. Ela passou por ambos. Isso é uma acusação formal impressionante do “processo de controle” alardeado por Obama aos refugiados Sírios que ele está decidido a infligir sobre este país.

Você pode evitar a realidade, mas não pode evitar as consequências por evitar a realidade. A imigração Muçulmana, o surgimento de exércitos Islâmicos jihadistas no Oriente Médio e na África, e da sanção (até mesmo a exaltação) de grupos do fronte jihadista nos EUA como o Conselho de Relações Americano-Islâmicas (CAIR) ligada aos Hamas, (como conseguiram acessar a família Farook tão rápido?) tem fornecido ao inimigo uma ampla oportunidade de crescer exponencialmente. E eles têm aproveitado essa oportunidade.

Na sequência desse ataque jihadista, Obama pretende desarmar as vítimas — como se isso fosse parar os terror. Muçulmanos com machados em punho massacraram uma dúzia de passageiros Chineses, e feriram mais de uma centena, numa grande estação de trem na China. Os passageiros não tinham armas – não tinham como se defender.

E isso já aconteceu aqui. Como o controle de armas impediria o estudante universitário Muçulmano na Califórnia, que esfaqueou recentemente quatro pessoas inocentes, enquanto carregava uma bandeira do Estado Islâmico (ISIS), com referencias a Alá e decapitações?

San Bernardino fica em um dos mais rigorosos estados, com relação a controle de armas, do país. O fato é que esses fuzilamentos em massa, geralmente ocorrem em zonas livres de armas — com exceção da tentativa de massacre jihadista ao nosso evento, sobre a liberdade de expressão, em Garland, Texas em Maio passado. Essa tentativa jihadista teve o melhor de todos os resultados possíveis, porque os jihadis foram recebidos pelos guerreiros armados da liberdade.

Além do controle de armas, os meios de comunicação e a administração Obama, estão obcecados com a perspectiva de uma “reação anti-Muçulmana”. Obama, Hillary, a procuradora-geral Loretta Lynch, e a mídia —Todos estão rastejando diante do Islã, esfregando e limpando, após esse último ataque jihadista, e ainda não é suficiente. Devotos Muçulmanos assassinaram Americanos inocentes em plena festa de Natal, e agora vem à segunda onda do ataque — acusações de racismo (o Islã não é uma raça) e “Islamofobia”.

Os Muçulmanos na América, pela enésima vez, se lamentam com medo de represálias — represálias que nunca realmente aconteceram na realidade, mas que é sempre o foco obsessivo da mídia após cada ataque jihadista. O sangue de Cristãos e Judeus Americanos ainda está no chão, nas paredes dessa festa de Natal e ainda ficam se fazendo de vítima. Como são selvagens.

Por que os Muçulmanos na América não estão de luto pelos nossos mortos? Por que os Muçulmanos na América não estão usando seu dinheiro e influência para exigir uma “iluminação” no Islã, o expurgo do Alcorão, dos textos Islâmicos e dos ensinamentos que exigem a jihad e o genocídio?

A aplicação da lei está tão comprometida como o governo e a mídia: Tenho assistido a CNN — sim, inacreditável (a primeira), mas as falhas da FOX são grandes demais para o estômago. Então, imagine o meu horror quando conectei e vi um enxame de repórteres no interior da casa de Syed Farook e Tashfeen Malik. Alcorões por todo o lado, passaportes, carteiras de motorista dos membros da família espalhadas.

Liberaram a cena do crime? Não houve identificação de impressões digitais em lugar nenhum. Como sabem quem chegou e entrou no apartamento?

O FBI fez isso? Até mesmo os analistas da CNN pareciam chocados com o que os repórteres da CNN (e outros repórteres) estavam fazendo. Eles nunca tinham visto uma cena de crime desta magnitude aberta ao público tão cedo.

Essa foi uma célula Islâmica com muitas pessoas envolvidas. Quem deu a ordem para liberar a cena? Obama? Quanta evidência foi destruída por estes repórteres que vagavam pela casa? E quantas atividades e contatos dos assassinos jihadistas foram obscurecidos e perdidos para sempre?

Qual é o resultado do governo mundial, da aplicação da lei e da negação de mídia e do obscurecimento da realidade da jihad Islâmica contra os Estados Unidos? San Bernardino — e haverá muito mais San Bernardinos.

As políticas antiterroristas (jihad-free) do Obama e a negação da jihad, é a causa dessa catastrófica falha da inteligência e da aplicação da lei. Obama tem sangue em suas mãos (somando-se aos rios de sangue dos Cristãos na Síria e no Iraque). Mas a mensagem da administração é se acostumar com isso. Desarmar e se acostumar com isso. E a mídia o segue como o homem com a pá, após o circo do elefante, sempre ansioso para limpar a bagunça que ele faz.

Pamela Geller is the President of the American Freedom Defense Initiative (AFDI), publisher of PamelaGeller.com and author of The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America and Stop the Islamization of America: A Practical Guide to the Resistance. Follow her on Twitter here. Like her on Facebook here.


Tradução: Sebastian Cazeiro

O Hijab e a Sharia

Photo Cover from: Video: The Political Side of Hijabs

Fonte/Source: Jamie Glazov Moment: What a Woman in Hijab is Really Saying to You  / Today is World Hijab Day! by Robert Spencer – JIhad Watch

O Hijab e a Sharia

Por Tião Cazeiro

4 de Novembro de 2015

O Islã não é uma raça e sim uma ideologia
 e, portanto acusar alguém de racismo 
por criticar o Islã não reflete a realidade.

Jamie Glazov , um membro da David Horowitz Foundation, editor do Frontpagemag.com e apresentador do  — Web, TV, Show  — The Glazov Gang comentou recentemente em vídeo o seguinte:

  • Mulheres feministas, de esquerda, se apaixonam pelo hijab (véu Islâmico) por causa da possibilidade de não serem mais julgadas pela forma ou beleza e nem por esse mundo materialista etc.
  • Esse tipo de comportamento nada tem a ver com o que o hijab significa na realidade. Isso mostra a ligação da esquerda com o universo Islâmico e a forma de como atacam a liberdade e a individualidade da nossa sociedade.
  • A esquerda sempre se alia a culturas tirânicas. Vi amigos meus curtindo esse posicionamento na internet, o que mostra como a lavagem cerebral funciona. Fatalmente me chamarão de racista, fanático, Islamofóbico etc. e esse é o formato que a esquerda/Islamismo utiliza para controlar a sociedade hoje em dia.
  • O hijab não significa pudor ou recato, não é fashion, é compromisso com a Sharia, a lei Islâmica. O brilhante acadêmico Bill Warner explica isso no vídeo The Political Side of Hijabs.
  • O hijab é puro compromisso com a Sharia e o que a Sharia diz? O Kafir (não-Muçulmano) não é igual e deve ser odiado. Alá ou Allah amaldiçoa o não-Muçulmano. Então, quando você ver um hijab — se quiser viver no mundo dos sonhos e negar o que será dito adiante, pode fechar esta página, nos chamar de racistas, Islamofóbicos, etc., mas isto é a pura verdade — quando se deparar com alguém usando o hijab, saiba que você está sendo visto como um Kafir (não-Muçulmano) inferior. As pessoas vestindo o hijab não devem fazer amizade com você, pois não podem fazer amizade com infiéis de acordo com a Sharia.
  • Da mesma forma como a Ku Klux Klan fazia com os negros, o hijab procede da mesma maneira de acordo com Bill Warner em The Political Side of Hijabs.
  • Podemos concluir que o destino da mulher Muçulmana, obrigada a vestir o hijab, é ser — e precisamos ser honestos sobre isso — refém, cativa e prisioneira desse sistema ideológico tirânico.
  • Nada a ver com pudor ou recato. A mulher no Islã tem que usar o véu ou hijab e isso têm a ver com MEDO e APRISIONAMENTO.
Alcorão 33:59
"Ó Profeta, dize a tuas esposas, tuas filhas 
e às mulheres dos fiéis que 
(quando saírem) se cubram com as suas mantas; 
isso é mais conveniente, para que 
distingam das demais e não sejam molestadas; 
sabei que Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo."
  • De acordo com essa ideologia, o Islã, se você não estiver usando o hijab — que é prescrito pela Sharia e seus membros seguidores, autoridade Islâmica etc. — a mulher deve ser estuprada. Basta ver o número assustador de estupros na Suécia e em muitas outras localidades onde a Sharia está infiltrada. Portanto, leia novamente com atenção o verso do Alcorão mencionado acima. (ênfase adicionada).

Isto é visto em vídeo: uma mulher Ocidental versada na língua Árabe ouviu “refugiados” Muçulmanos na Europa dizendo que precisavam estuprar uma mulher Kafir (não-Muçulmano) por que não estava usando hijab. Isso não é fantasia, é mandatório, prescrito e não há liberdade de escolha. É um padrão visto em guerras ao longo de 1.400 anos.

  • Jamie continua mencionando uma ex-Muçulmana que perguntou se todas as mulheres — de um país Muçulmano onde a lei Islâmica ainda não tinha sido totalmente incorporada  — estavam usando hijab e a resposta foi: quase todas, menos as putas e as vadias.
  • Jamie termina contando sobre mulheres Muçulmanas que não estavam usando o hijab e se voltaram contra ele e outros dizendo que estavam errados, que estavam difamando o Islã, que elas podiam usar o hijab ou não, que tinham liberdade sobre o uso etc. Assim que Jamie tirou uma foto delas, tudo mudou. Começaram a chorar e a implorar para que apagassem as fotos porque seus parentes na (Arábia Saudita, Irã etc.) iriam puni-las vigorosamente por não estarem usando o hijab. E isso tem acontecido com frequência.
A seguir, excertos de um artigo do Robert Spencer para conferir o que acontece com as Muçulmanas que se atrevem a não usar o hijab, citado inclusive por Jamie Glazov no vídeo comentado acima. 

Fonte/Source: Today is World Hijab Day!

O Dia Mundial do Hijab!

Por ROBERT SPENCER

1 de Fevereiro de 2014  

Image result for hijab free pict

 

Isso não é maravilhoso? Cobrir o rosto é um assunto que envolve questões de identificação e aplicação da lei, mas quem poderia opor-se a mulheres que cobrem o cabelo se elas querem fazê-lo? Nada menos que uma autoridade como o Barack Obama tem afirmado o seguinte:

Além disso, a liberdade na América é indissociável a liberdade de praticar a própria religião. É por isso que há uma mesquita em cada estado da nossa união, e mais de 1.200 mesquitas dentro de nossas fronteiras. É por isso que o governo dos Estados Unidos tem ido ao tribunal para proteger o direito das mulheres e das meninas de usarem o hijab e para punir aqueles que o querem rechaçar”  Barack Obama, Cairo, 04 de junho de 2009.

É tudo sobre a liberdade, certo? Então, estou ansioso para ver a Nazma Khan organizando o Dia Mundial do Cabelo Descoberto, em honra de Aqsa Parvez, cujo pai Muçulmano a sufocou até a morte com seu hijab depois que ela recusou a usá-lo; e de Amina Muse Ali, uma mulher Cristã da Somália, que os Muçulmanos assassinaram, por que ela não estava vestindo um hijab; e das 40 mulheres que foram assassinadas no Iraque em 2007 por não usarem o hijab; e de Alya Al-Safar, cujo primo Muçulmano ameaçou matá-la e prejudicar toda a sua família porque ela parou de usar o hijab na Grã-Bretanha; e de Amira Osman Hamid, que enfrentou chicotadas no Sudão por se recusar a usar o hijab; e da menina Egípcia, também chamada de Amira, que cometeu suicídio depois de ser sido brutalizada pela sua família por se recusar a usar o hijab; e das professoras Muçulmanas e não-Muçulmanas do Colégio Islâmico do Sul da Austrália que foram informadas de que tinham que usar o hijab ou seriam demitidas; e das mulheres na Chechênia a quem a polícia atirou com paintballs por que não estavam vestindo o hijab; e também das mulheres na Chechênia que foram ameaçadas por homens com rifles automáticos por não estarem vestindo o hijab; e das professoras do Ensino Fundamental na Tunísia que foram ameaçadas de morte por não usarem o hijab; e das estudantes Sírias que foram proibidas de ir à escola, a menos que usasse o hijab; e das mulheres em Gaza que o Hamas forçou a usar o hijab; e das mulheres no Irã que protestaram contra o regime ao ousaram tirar o legalmente exigido hijab; e das mulheres em Londres que os assassinos Muçulmanos ameaçavam matar se não usassem o hijab; e da jovem Muçulmana anônima que tirava o seu hijab fora de sua casa e começou a viver uma vida dupla com medo de seus pais, e todas as outras mulheres e meninas que foram mortas ou ameaçadas, ou que vivem com medo por se atreverem a não usar o hijab.

Quando é o dia delas? Quando é que vamos levantar a voz em solidariedade? Aqueles que insultarem ou brutalizarem mulheres vestindo hijab são arruaceiros e nefastos, e devem ser processados se cometerem quaisquer atos de violência.

Ao mesmo tempo, as mulheres que não usam o hijab em países Muçulmanos são muito mais propensas a serem vítimas de violência do que as “Hijabis” do Ocidente. Quem levantará a voz por elas?

Note que hijab não significa apenas 
um lenço na cabeça. 
Hijab = Cobertura de todo o corpo, 
incluindo a cabeça, peito, braços, pernas. 
O traje deve ser folgado.

E por último:

A permissão concedida para o uso do hijab em documentos oficiais Brasileiros significa objetivamente que a Sharia já se colocou acima da Constituição Brasileira. E não irão parar por aqui, outras “necessidades especiais” estão a caminho até a total substituição da Constituição Brasileira pela Sharia.

A nação Brasileira precisa enfrentar essa questão urgentemente ou afundaremos numa tragédia sem precedentes. Essa “exceção”, precisa ser revogada urgentemente

O Islã está antagonizando o mundo todo. Já estamos em plena guerra mundial religiosa e se não forem confrontados prevalecerão. 

Leia A Imigração Muçulmana no Mundo 
http://buff.ly/1SpUdOb

Ministra de Relações Exteriores da Rússia: Coalizão apenas simulando esforços antiterrorismo

Fonte/Source: Russian Foreign Ministry: Coalition only simulating anti-terrorist efforts

Ministra de Relações Exteriores da Rússia: Coalizão apenas simulando esforços antiterrorismo

Por Robert Spencer – Jihad Watch

19 de Setembro de 2015

“Lamentavelmente, todas as tentativas de uma coalizão internacional para combater o grupo terrorista Estado Islâmico (ISIS) parecem mais com algumas etapas demonstrativas, uma tentativa de simular a atividade antiterrorista. Primeiro, o Estado Islâmico (ISIS) só faz crescer. Segundo, não existe um modelo que a coalizão possa oferecer um projeto de sucesso.”

Isso não é verdade. A coalizão não pode sequer admitir para si mesmo o que o Estado Islâmico (ISIS) é na realidade.

russian-foreign-ministry-maria-zakharova

 “Coalizão Internacional apenas simulando esforços antiterrorismo no Oriente Médio — Russian FM,” Focus News Agency, 19 de Setembro de 2015:

A coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos está apenas simulando esforços antiterrorismo no Oriente Médio, disse Maria Zakharova, porta-voz do Ministério de Relações Exteriores, nesta sexta-feira, a TASS:
“Lamentavelmente, todas as tentativas de uma coalizão internacional para combater o grupo terrorista Estado Islâmico (ISIS) parecem mais alguns passos demonstrativos, uma tentativa de simular a atividade antiterrorista”, disse em entrevista ao canal de televisão Rossiya-24. “Primeiro, o Estado Islâmico só faz crescer. Em segundo lugar, não existe um modelo de coalizão que possa oferecer um projeto de sucesso”.

Em suas palavras, a Rússia defende o diálogo e a coordenação de todas as forças que lutam contra grupos terroristas no Oriente Médio. “Em vez de consolidar todos os esforços, agregando todas as unidades de combate que lutam contra o Estado Islâmico (ISIS) e estes são o exército Sírio, as forças Curdas — em vez de começar a trocar informações de reconhecimento, coordenando os ataques aéreos da coalizão, combatendo a propaganda do Estado Islâmico (ISIS), assistimos que os países da coalizão estão jogando o jogo de “amigo ou inimigo”, disse ela…


Tradução: Sebastian Cazeiro