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Julgamento Revela Que Facebook Reabriu Conta De Extremista Muçulmano Nove Vezes

Fonte/Source: Trial Reveals Facebook Reinstated Muslim Extremist’s Account Nine Times After Suspensions – Breitbart


Excerto do artigo Facebook E Twitter Censuram Jihad Watch, Bloqueam Milhares De Leitores escrito por Robert Spencer e traduzido por este blog:

“E apesar da plataforma cada vez mais menor para aqueles que discordam da agenda socialista, globalista e internacionalista dessas elites sinistras e autoritárias, existe uma razão para estar confiante. Eles têm todo o dinheiro, todo o poder e todas as plataformas, e mesmo assim, Brexit foi votado, Trump foi eleito, e muito, muito mais está por vir. Afinal, existe uma arma que eles não têm do seu lado, e é por isso que, apesar de todo o seu sucesso intermediário, estão condenados ao fracasso: essa arma é, é claro, a verdade.” — Robert Spencer – Jihad Watch


Julgamento Revela Que Facebook Reabriu Conta De Extremista Muçulmano Nove Vezes

Por CHARLIE NASH

29 de Janeiro de 2018

facebook

Facebook suspendeu, mas reabriu nove vezes a conta de um extremista Islâmico, depois dele ter avisado que a empresa teria que responder a “Alá, o todo Misericordioso”, de acordo com um relatório.

O The Telegraph relatou na semana passada que o Facebook suspendeu a conta de Abdulrahman Alcharbati nove vezes “depois que ele publicou alguns vídeos repugnantes de propaganda do Estado Islâmico (ISIL), mas reabriu cada vez que ele se queixou”, até que finalmente foi encerrada permanentemente em Março passado.

“Seguindo uma série de e-mails irritados dirigidos ao Facebook — incluindo um em que ele diz: ‘Você ficará na frente do Criador Alá, o Todo Misericordioso e terá que responder por sua ação’ — a empresa cedeu e ele conseguiu continuar publicando vídeos glorificando o Estado Islâmico no Iraque e Levant (ISIL)”, explicaram.

“Entre os clipes que supostamente publicou, tinha um mostrando três soldados Sírios que foram espancados por uma multidão uivante e arrastados por motocicletas até a morte, na cidade de Raqqa. Outros mostraram crianças-soldados submetidas ao treinamento do ISIL e filmagens de um suicida que detonava um carro cheio de explosivos.”

Em apenas um dia em 2017, Alcharbati também compartilhou seis vídeos produzidos pelo ISIS (ou ISIL).

Depois de ser suspenso e reintegrado em várias ocasiões, Alcharbati advertiu: “Alá o responsabilizará por suas ações.”

Seguindo um mandato de busca, os policiais encontraram instruções sobre fabricação de bombas em seu telefone celular e Alcharbati está atualmente sendo acusado no Reino Unido com “seis acusações por disseminação de material terrorista e uma acusação por possuir um documento contendo informações que possam ser úteis para uma pessoa que prepara ou comete um ato de terrorismo.”

O Facebook recentemente parece estar mais interessado em lutar contra “falsas notícias” do que contra o terrorismo, embora seu recente programa de ‘verificação de fatos’ tenha sido encerrado depois de não conseguir dissuadir os usuários a clicarem em histórias com as quais os verificadores não concordam. O Facebook também está enfrentando a pressão da mídia convencional para limitar a ameaça da mídia alternativa.


Charlie Nash é repórter da Breitbart Tech. Você pode segui-lo no Twitter @MrNashington, ou em sua página no Facebook.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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A SOLUÇÃO PARA PARAR O ISLAM

Fonte/Source: Iranian-American Human Rights Activist Warns of Devious Islamic Threat That Will Topple the U.S. Constitution.


A SOLUÇÃO PARA PARAR O ISLAM

POR TIAO CAZEIRO

9 de Janeiro de 2017

Aynaz “Anni” Cyrus

Neste artigo, Aynaz “Anni” Cyrus apresenta uma ‘solução para parar o Islam‘ através de um poderoso e humanístico plano.

Este vídeo infelizmente não está legendado em Português.

O artigo está divido em duas partes. Na primeira, — para quem ainda não a conhece, — apresentarei Aynaz, uma pessoa absolutamente bonita, adorável e muito forte. Na segunda, vou mostrar a solução para parar o Islam, sugerida por Aynaz.

O texto a seguir foi retirado do próprio site da Aynaz e inseri apenas o relevante.


Live Up to Freedom

Sobre a autora Aynaz “Anni” Cyrus

Aynaz ficou noiva quando criança em seu país de origem, o Irã. Seu pai é um sheik e sua mãe uma professora de Alcorão.

Foi abusada e presa quando adolescente. Escapou para a América e agora defende mulheres e meninas que sofrem sob a lei Sharia.

Sua missão é trazer esperança e cura para mulheres e meninas que tiveram a infelicidade de serem expostas à praga da ideologia Islâmica. Ela experimentou, in loco, os horrores de viver sob a teocracia Islâmica no Irã.

Aynaz “Anni” Cyrus é uma Iraniana que rejeitou o Islam e fugiu do Irã para a América legalmente na adolescência. Foi para os Estados Unidos após vários anos de perseguição, tortura e prisão.

Aynaz foi chicoteada ao todo 109 vezes em várias ocasiões. Foi também estuprada, espancada, torturada e vítima de vários horrores quando vivia sob a mão pesada do Islam; foi encarcerada 12 vezes antes de chegar aos 14 anos de idade pelo simples motivo de cantar em público, sem perceber, que os cabelos estavam à vista sob o seu hijab.

Aynaz conhece profundamente a séria situação das mulheres Muçulmanas que vivem sob a Lei Sharia. Testemunhou o suicídio de mulheres, desesperadas por não poderem abandonar o Islam, e viu o seu melhor amigo ser selvagemente sodomizado por guardas na prisão; sem dúvida alguma está muito familiarizada com a horrorosa perseguição imposta pela crueldade do Islamismo.

Aynaz foi vendida para casar quando muito jovem e o divórcio foi negado pelo seu marido, um homem violento e abusivo, simplesmente por ser mulher. Ela jurou escapar e se tornar uma voz para aquelas mulheres silenciadas, oprimidas e crianças que vivem num pesadelo diário, coisa que a maioria de nós não tem a mínima noção do que isso representa.

Finalmente, tomou coragem e fugiu da opressão, agora vive como cidadã Americana e faz da sua vida uma missão, para levar a todos a verdade sobre a ameaça do Islamismo, que o politicamente correto e a parcialidade da mídia ignoram.

Aynaz trabalha para proteger e defender os direitos das mulheres e meninas sob a opressão da Lei Sharia em todos os lugares. Luta para aumentar a conscientização sobre sua situação através de vídeos virais informativos, entrevistas de rádio, postagens em blogs e em seu website “Live Up To Freedom”.

A crítica de Aynaz ao Islam e os esforços para conscientizar as pessoas sobre a violenta ideologia Islâmica resultaram em ameaças de morte no exterior e nos Estados Unidos. No entanto, continua trabalhando, com espírito inabalável, sempre franca e corajosa, como uma leoa atravessando o Serengeti.

Com base no conhecimento e na experiência de primeira mão, ela se manifesta contra práticas como mutilações genitais femininas, homicídios de honra e aplicações da Lei da Sharia que justificam o espancamento, o apedrejamento e o estupro.

O intelecto e a astúcia de Aynaz foram ignorados quando jovem no Irã, apesar de serem classificados como “excepcionais” num exame nacional de inteligência e escolástica. Foi negada a ela a oportunidade de cursar o ensino médio. Mas, através da força de vontade e tenacidade, não permitiu que isso a impedisse. Hoje ela é uma especialista em gráficos e desenvolvedora de website, e produtora de rádio digital.

Além de vídeos no Facebook e YouTube, alguns de seus trabalhos mais impressionantes é a produção do programa online The Glazov Gang com Jamie Glazov, além de manter o seu próprio show online “The Unknown“, onde educa e informa sobre a realidade do Islam e as ameaças que os Americanos e defensores da liberdade enfrentam.

Além de manter seu site ‘Live Up to Freedom’, possui um espaço aéreo regular na rede LUTF. Você pode ouvi-la todos os Sábados no show. Visite o site ‘Live Up to Freedom’ para obter mais informações.

Aynay é uma mulher extremamente corajosa; defensora da verdade, que continua trabalhando incansavelmente para ajudar as pessoas oprimidas sob a ameaça da Lei Sharia. — (Cyrus, A., 2016).


A SOLUÇÃO PARA PARAR O ISLAM”

Uma ideia simples e muito bem-vinda, principalmente de alguém que sabe o que está falando. Na verdade não é uma ideia nova, mas a atitude e o incentivo sim.

Em suma, no vídeo, Aynaz pede a todos que leiam o Alcorão, principalmente as quatro suras chamadas de Surah An-Nisa, “A Mulher”.  De acordo com ela, — que tem uma mãe professora de Alcorão — essas suras reduzem a mulher ao absoluto nada. Leia:

Surah An-Nisa 4:3 — “Se temerdes ser injustos no trato com os órfãos, podereis desposar duas, três ou quatro das que vos aprouver, entre as mulheres. Mas, se temerdes não poder ser equitativos para com elas, casai, então, com uma só, ou conformai-vos com o que tender à mão. Isso é o mais adequado, para evitar que cometais injustiças.”

O trecho marcado em vermelho, é conhecido em Inglês como: “those your right hand possesses” traduzido como “aquelas que a sua mão direita possui”. Esta frase é conhecida mundialmente como “as mulheres cativas que você possui”. Em outras palavras, ‘escravas sexuais‘. Isto é dito por todos os scholars como Raymond Ibrahim, Robert Spencer etc.

Eis aqui o texto em Inglês para quem quiser conferir, incluindo o link: Quran.com online.

SAHIH INTERNATIONAL (Surah An-Nisa 4:3)— “And if you fear that you will not deal justly with the orphan girls, then marry those that please you of [other] women, two or three or four. But if you fear that you will not be just, then [marry only] one or those your right hand possesses. That is more suitable that you may not incline [to injustice].”

Aynaz menciona ainda que quando muito jovem questionou porque Alá só se comunicava em Árabe e não em outra língua, “ele deveria saber muitas línguas, já que criou o mundo”; questionou também por que Alá criou a mulher para ser explorada sexualmente, estuprada, espancada, anulada etc. Claro, ela foi punida por isso.

Concluindo, ela tem razão e essa ideia gerou um artigo no site do Robert Spencer, porque é óbvio e simples. Todos precisam ler o Alcorão para ver o que Alá e o seu mensageiro Muhammad(Maomé) obrigam aos seus seguidores.

É um livro que todas as pessoas precisam ter pois só assim compreenderão o que milhares de pessoas estão dizendo ao redor do mundo, que o Islam é uma ideologia extremamente violenta e que prega o ódio e a perseguição aos Judeus, Cristãos e demais religiões. O Islamismo tem como missão dominar o mundo todo, subjugando todos aqueles que não se converterem ao Islam, ou então terão que pagar a Jizya (imposto de proteção) para não morrer.

O Alcorão vendido no Brasil é traduzido como “Deus” ao invés de “Alá”. O correto é “Alá”, pois de acordo com o próprio Alcorão: “Não há Deus senão Alá“.  A sura a seguir pode ser visualizada online aqui. A única alteração que fiz foi inserir ‘Alá’ ao invés de ‘Deus’ para ficar como deve ser.

Este texto rejeita totalmente o Cristianismo. 

Alcorão 4.171  
"Ó adeptos do Livro, 
não exagereis em vossa religião 
e não digais de Alá senão a verdade. 
O Messias, Jesus, filho de Maria, 
foi tão-somente um mensageiro de Alá e Seu Verbo, 
com o qual Ele agraciou Maria por intermédio 
do Seu Espírito. 
Crede, pois, em Alá e em Seus mensageiros 
e não digais: Trindade! 
Abstende-vos disso, que será melhor para vós; 
sabei que Alá é Uno. Glorificado seja! 
Longe está a hipótese de ter tido um filho. 
A Ele pertence tudo quanto há nos céus e na terra, 
e Alá é mais do que suficiente Guardião."

Finalizando, eis aqui três sugestões para você adquirir um Alcorão.  Duas em Português e uma em Inglês do sensacional Dr. Bill Warner, diretor e fundador do Political Islam.

Assim você ajuda o blog a prosseguir produzindo artigos de alta qualidade para conscientizar a sociedade Brasileira.

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Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

A Estupidez Americana: Será que o Ocidente Corrigirá Sua Resposta À Ameaça Islâmica?

Fonte: The American blunder: Will the West correct its response to Islamist threat? | IndiaFacts


A Estupidez Americana: Será Que O Ocidente Corrigirá Sua Resposta À Ameaça Islâmica?

Os liberais Ocidentais podem corretamente chamar os Islamistas de antidemocráticos, ditatoriais, desumanos e tratá-los com o desdém que merecem.

Por Shankar Sharan | IndiaFacts

29 de Abril de 2017

A Secretária de Estado dos EUA, Hillary Rodham Clinton, encontra-se com as mulheres líderes da sociedade civil Afegã na Embaixada dos EUA em Cabul, no Afeganistão, na Quinta-feira, 20 de outubro de 2011. (S.K. Vemmer / Departamento de Estado)

Sessenta anos atrás, o Comunismo Soviético era uma ameaça aos países livres e democráticos em todo o mundo. Os líderes Comunistas tinham uma fé enorme no que chamavam de “ciência” do Marxismo-Leninismo e estavam firmes na crença de que, mais cedo ou mais tarde, converteriam o mundo inteiro ao Comunismo. Foi nesse momento tão histórico que o principal líder Soviético, Nikita Khrushchev, ameaçou diretamente o mundo Ocidental: “Vamos enterrá-lo”.

Em resposta, o Ocidente liderado pelos EUA não hesitou em lançar uma guerra ideológica contra o Comunismo. Mostraram que a fé Marxista-Leninista não era uma ciência, mas uma construção ideológica. Ela estava cheia de buracos e por isso os Soviéticos e outros comunistas recorreram regularmente à falsidade, à censura e à violência. Caso contrário, teriam poucas realizações para mostrar em qualquer dos países comunistas que governaram durante décadas.

Na época, aproximadamente entre o final dos anos de 1950 e o começo dos anos 80, acadêmicos dos EUA, formuladores de políticas e comentaristas nunca disseram que ‘o Marxismo-Leninismo é bom, mas os líderes Soviéticos estão equivocados’. Em vez disso, os círculos governamentais Ocidentais, acadêmicos, mídia, travaram uma guerra aberta contra os princípios do Marxismo-Leninismo e expuseram as sombrias realidades das sociedades comunistas. É claro que também havia outros no mundo Ocidental, que defendiam tenazmente as posições Soviéticas e comunistas. Mas foram rejeitadas ponto por ponto na academia e na mídia, sem quaisquer escrúpulos.

Agora, os mesmos EUA e seus aliados Ocidentais estão mais seriamente ameaçados pelas declarações semelhantes provenientes dos Islamistas em todo o mundo. O ISIS é apenas o último avatar do mesmo Islamismo, ostentando uma fé semelhante para converter o mundo inteiro ao Islã, exterminando todas as outras crenças e ideias, o que chamam de ‘kufr’(incrédulo).

Mas desta vez, estranhamente, os mundos Ocidentais escolheram uma postura peculiar: o Islã é bom, só os terroristas Islâmicos são maus. Embora o Islã por si só seja mais uma ideologia política do que uma religião. Em outras palavras, é uma ideologia política sob um traje religioso. De fato, o aiatolá Khomeini certa vez expressou assim: “Todo o Islã é político”. E ele não estava sozinho nesta observação. Todos os clérigos Islâmicos e acadêmicos testemunham dessa forma, embora de várias maneiras, sem hesitar.

É por isso que muitos e muitos Muçulmanos humanistas também sublinham a necessidade de olhar para a ideologia Islâmica per se, a fim de combatê-la até o fim. Por exemplo, o ex-Jihadista Britânico Ed Hussain enfatizou a necessidade de “enfrentar essa violenta ideologia” que o influenciou antes de se afastar dela. Taslima Nasreen e Salman Rushdie também destacaram isso direta e indiretamente.

Então, a qual ideologia Hussain está se referindo? Por que o Ocidente até agora não se preocupou em desmascará-la tão completamente, como fez com o Marxismo-Comunismo? A ideologia jihadista é nada mais que uma parte intrínseca do Islã. É uma entidade histórica, autodeclaradamente criada por um homem histórico, e assim como qualquer outra coisa, é extremamente vulnerável a erros humanos. Ora, o próprio Muhammad tinha duvidado disso! Mesmo que apenas em sua fase anterior como “profeta”, mas o fato é que duvidou de seus pensamentos. Para não dizer sobre a sociedade em que vivia — estavam esmagadoramente duvidando de suas reivindicações. Como consequência, todas as guerras que Maomé teve que fazer, para forçá-los a aceitar sua reivindicação profética. A situação continua até hoje, enquanto todos os Muçulmanos estão sob ameaça dos guardiões do Islã, caso duvidem do Profeta ou das suas imposições. A importância deste fato, e o seu potencial para causar dano, ainda não foi realizada pelos líderes do mundo livre.

Em segundo lugar, os famosos “versículos satânicos” são também uma prova de que Muhammad, o Profeta, mesmo depois, ainda poderia estar equivocado. Afinal, ele mesmo descartou esses quatro versos, os quais uma vez proclamou como Divinos. Há outras evidências também, em abundância, mostrando que a ideologia do Islã desde o início tem sido uma construção pobre. É por isso que, da mesma forma que o Comunismo Soviético, também foi condenado mais tarde a empregar violência constante, e a impor censura sobre qualquer discussão e crítica aos princípios Islâmicos.

De fato, essa é uma prova positiva de que o Islã não é uma doutrina infalível. Porque uma doutrina infalível não pode ter medo das simples perguntas e observações vindas de um ser humano comum. Assim como um princípio científico da física ou uma sólida equação matemática, não se sentem ameaçados pelos incrédulos.

Assim sendo, se o establishment Americano tivesse lançado uma guerra ideológica aberta contra a ideologia Islâmica, e a fé política que emana dela, ao invés de enviar exércitos para os estados Islâmicos nocivos — o mundo Islâmico estaria há muito tempo na defensiva. Teriam que responder em palavras todas as questões levantadas contra a qualidade do profeta Maomé e a “única fé verdadeira”. Não teriam escolha. Como os Khomeinis puderam emitir Fatwas para matar inúmeros estudiosos, escritores e líderes que duvidaram das reivindicações Islâmicas, como Rushdie fez em 1988?

Declarar uma guerra ideológica contra o Islã não teria prejudicado as “relações comerciais”, uma vez que os países Islâmicos estão mais dependentes de vários bens do Ocidente que o Ocidente em relação ao petróleo. Os establishments Islâmicos, nesse caso, teriam sido obrigados a responder em palavras, para justificar seu credo, seu sistema sociopolítico, suas leis, suas realidades sociais, os abusos generalizados perpetrados contra não-Muçulmanos e sobre suas próprias mulheres e crianças, etc. Falhando nesta tarefa, teriam simplesmente mostrado o valor de uma doutrina oca. No processo, Muçulmanos comuns, pelo menos uma considerável parte sensata deles, notariam a grosseira irracionalidade do credo Islâmico, um credo que presunçosamente chama as outras culturas de “kufr”, “podre” e “aptas a serem destruídas”.

Não fazê-la, é a maior estupidez que os EUA e seus aliados vêm cometendo há pelo menos três décadas, ou seja, desde que Rushdie abriu uma frente crucial. Teriam ganhado generosamente a guerra contra a visão do mundo Islâmico, apenas estabelecendo jornais de qualidade, estações de rádio, canais de TV exclusivamente dedicados à expor as doutrinas Islâmicas moribundas e suas práticas bárbaras em países Islâmicos e as comunidades Muçulmanas que vivem em outros lugares. Algo exatamente na linha da rádio ‘Europa Livre’, ‘Liberdade’ e revistas como ‘Problemas do Comunismo’ etc., que expuseram brilhantemente a antiga URSS e a Europa Oriental. Trouxeram tudo que fosse comunista ao escrutínio humano normal.

Se os Estados Unidos tivessem feito algo semelhante em relação à ideologia e aos establishments Islâmicos, além de tornarem os regimes Islâmicos, as organizações, os partidos, as defesas dos establishments e dos mais fracos, também teriam encorajado os Muçulmanos reformistas em todo o mundo. Os dissidentes adormecidos das ditaduras Islâmicas em todos os países/sociedades Islâmicos teriam produzido numerosos Salman Rushdies e Wafa Sultans.

Há um número considerável de dissidentes nas sociedades Muçulmanas como aconteceu nas ditaduras comunistas anteriores. Mas estes estão sob a ameaça da shariat ameaçando o mundo todo. Eles não estão recebendo qualquer apoio do mundo livre como receberam os dissidentes Soviéticos do comunismo. Este foi o grande erro dos políticos e intelectuais Ocidentais.

Na verdade, é surpreendente que um método totalmente não-violento para solucionar o problema Islâmico jihadista não tenha sido realizado até agora. Foi apenas um erro tolo ou um resultado da ignorância geral sobre o Islã e suas realidades históricas? Seja o que for, mas se manter em silêncio em nome de “respeitar os sentimentos” dos Islâmicos, mostra que o Ocidente vem ao longo do tempo cometendo uma dupla falta. Uma delas é não estar apoiando os seus melhores aliados e a outra, fortalecendo seus inimigos!

Basta imaginar, por comparação, o que teria acontecido se nos anos de 1960 os EUA tivessem reiterado que Marx, Lênin, Mao e seus livros e prescrições eram ótimos, só os comunistas Russos ou Chineses ou seus propagandistas é que são maus? Isso teria apenas reforçado o poder do credo Marxista-Leninista, o credo que sustentou os líderes Soviéticos durante décadas. É exatamente isto que vem acontecendo nos últimos trinta anos em relação ao Islã. Essa é a grade estupidez Ocidental. Tente reconhecer isso.

A postura Ocidental de apaziguar o Islã sempre foi autodestrutiva. É a mesma história na Ásia e em outros lugares que seguem a mesma postura. Nenhum deles parece realmente estar entendendo a loucura completamente. Às vezes proferem algo como lutar contra a “ideologia do mal”, mas não conseguem apontá-la.

A verdade verificável é: o que era uma tática correta contra a fé comunista é ainda mais apta para o caso Islâmico. Exceto uma fé cega para conquistar o mundo para o Islã, as forças Islâmicas não têm muito o que fazer numa guerra contra o “mundo infiel” liderado pelos EUA. Nenhum líder jihadista promete qualquer coisa e nenhum jihadista comum falha em mencioná-la como sua inspiração. Considere estes fatos incrivelmente simples e qualquer um poderá ver que é tão fácil destruir a fonte do terrorismo Islâmico para fora da face da terra.

Uma vez que essa fé for enfraquecida, criando uma enorme dúvida na mente de um grande número de Muçulmanos sobre a fé e as realidades sociais durante todos esses séculos, e todos os aspectos dela, já será meio caminho andado (testemunhar todo o tipo de ameaças feitas para matar Muçulmanos escritores, intelectuais que exprimem dúvidas sobre um preceito do Islã: são sinais seguros de temor, o temor de não poder defender as posições ideológicas se as pessoas críticas a elas não forem ameaçadas), a desintegração de organizações terroristas seria uma mera formalidade. Eles não têm mais nada para sustentar, exceto a ideia de jihad e a recompensa no paraíso, a única recompensa no Islã. Por favor, observe os depoimentos dos terroristas Islâmicos e jihadistas, todos quase sem exceções, foram exaltados pela fé nesse credo e na recompensa.

O credo, portanto, deve ser desafiado com ousadia e desinteresse. Depois disso os jihadistas não saberiam o que fazer! Depois de completamente feito, conseguirá a vitória da liberdade de expressão/pensamento sobre dogmas Islâmicos sem qualquer derramamento de sangue. Isso também aliviará ipso facto milhões de Muçulmanos que vivem em escravidão pela ulemá, os guardiões do “partido do Islã”.

O Ocidente e o mundo livre não têm nada a perder se decidir fazer uma guerra contra os princípios sociopolíticos e jurídicos Islâmicos. Por favor note: será um ato civil, não militar. Portanto, nenhum derramamento de sangue estará envolvido. As ameaças iniciais de assassinato e violência por parte dos grupos Islâmicos, e regimes para estancar tal escrutínio ideológico aberto, seria totalmente insignificante em comparação ao que temos visto desde o Afeganistão, Paquistão até a Síria.

É também um direito humano básico bem reconhecido desde a época dos grandes Upanishads até Sócrates e a Reforma na Europa, onde todos estão satisfeitos com o seu direito de criticar um pensamento, uma ideologia, incluindo uma ideologia político-religiosa. Isto é mais válido no caso Islâmico, porque as proclamações Islâmicas nunca deixam os outros, os “infiéis” sozinhos. Então por que os outros não deveriam retribuir com veemência?

Por exemplo, por que um Hindu não deve dizer que a maioria das coisas pregadas em livros Islâmicos autoritários são simples ‘Adharma’, um monte de maldade, de acordo com o que os Hindus entendem por milênios? E, portanto, os Hindus e os Budistas, por exemplo, têm o direito de travar uma guerra contra as forças de asuri (demônio) representadas por todos os tipos de Islamistas. Da mesma forma, os liberais Ocidentais podem corretamente chamar os Islamistas de antidemocráticos, ditatoriais, desumanos e tratá-los com o desdém que merecem. Chegou a hora do Ocidente, bem como as outras sociedades não-Islâmicas ao redor do mundo, perceber o ponto crucial e evitar inibições. Tem sido contraproducente o tempo todo.

Dr. Shankar Sharan é Professor de Ciência Política no NCERT, Nova Delhi


Por Que Deixei O Islã: A História De Um Iraniano-Americano

Fonte/Source: Why I Left Islam: An Iranian-American Speaks


Nota do tradutor: Procuro sempre deixar o texto o mais próximo possível do original. Entretanto, em alguns momentos o depoimento do Iraniano-Americano se mostra um pouco caótico, mas o autor preferiu dessa forma.


Por Que Deixei O Islã: A História De Um Iraniano-Americano

Por ANDREW HARROD

26 de Abril de 2017

“Vejo muito amor no Cristianismo, vejo muita raiva e ódio no Islã”, disse o meu anônimo interlocutor Iraniano-Americano, no escritório do condomínio em que mora. Meu parceiro de entrevista relatou uma reveladora viagem pessoal, espiritual e geográfica, longe de sua fé Islâmica de infância e da pátria Iraniana até a sua conversão na fase adulta ao Cristianismo na América.

Filho de Iranianos Muçulmanos devotos, “Martin” viveu no Irã até 1974, quando seus pais o enviaram, aos 16 anos de idade, à Inglaterra para cursar o ensino médio. Sem qualquer coerção de seus pais, sua própria devoção o levou aos 12 anos de idade a frequentar as aulas de Alcorão e a praticar o regime Islâmico das cinco orações diárias. No entanto, a lei Islâmica exige apenas que os meninos comecem as orações aos 14 anos de idade.

Martin terminou suas visitas às classes do Alcorão e as orações diárias pouco antes de partir, após a nona série, para a Inglaterra onde a justaposição de sua fé Islâmica e a vida no Ocidente gerou uma crise pessoal. “Eu vivia na Inglaterra, todas as aulas eram mistas, meninos e meninas”, recorda. “Sendo um Muçulmano não devo apertar a mão das mulheres, não devo sair para namorar, não devo beber, e não poderia fazer isso na Inglaterra”. Violar as restrições Islâmicas num país como o Reino Unido, “sem necessariamente envolver sexo. Mas sua vida normal, diária — você não deve fazer isso.”

Em busca de uma solução para o seu dilema pessoal, Martin lembrou de sua formação religiosa dizendo que “no Islã eles têm diferentes classes de pecados”, alguns menores e perdoáveis ​​(saghira), outros graves e imperdoáveis ​​(kabira). Entre estes últimos, sendo um munafiq ou hipócrita, a “forma como aprendi o Islã, nunca é perdoado por Deus. Suponha que você seja ateu e se arrependa no fim de sua vida, Deus o perdoará.” “Mas se você é Muçulmano munafiq, Deus nunca o perdoará”, de tal forma que Martin não queria se declarar Muçulmano enquanto exibia normas Islâmicas. “Me tornei um ateu por razões egoísticas, porque pelo menos havia uma chance de ser perdoado.

Martin permaneceu ateu durante seus anos de faculdade, estudos de pós-graduação e vida subsequente nos Estados Unidos até 2003, quando se casou com sua segunda esposa. Essa mulher Cristã queria um casamento Cristão, e ele professou seu ateísmo ao pastor durante o aconselhamento pré-nupcial. “Fiquei realmente impressionado com a maneira como ele lidou com isso. Você procura um mulá Muçulmano, para casar e diz que é ateu, ele o expulsará imediatamente”, entretanto o pastor não se opôs e casou Martin com a sua congregante. Depois que começou a frequentar os cultos da esposa, o pastor sugeriu a Martin que frequentasse as aulas de educação Cristã, iniciando um processo que levou ao seu batismo em 2013.

Martin oferece interessantes reflexões sobre sua compreensão pessoal das diferenças entre o Cristianismo e o Islamismo. “No Cristianismo você é amado, não importa o quê, por Deus. O pastor que nos casou, um exemplo perfeito, correto, mesmo eu sendo ateu, foi a pessoa mais respeitosa para mim. “Além disso,” na nossa igreja, por exemplo, quando oramos, oramos por outras religiões, rezamos pelas pessoas que nem sequer acreditam em Deus… Você não vê isso no Islã, rezam apenas para si mesmos”.

Em contraste, Martin lembra das classes do Alcorão Iraniano que “a maior parte do Alcorão é sobre como Deus o punirá”. No Islã, Deus muitas vezes “fica bravo com você. Se você ler o Alcorão, tudo se resume em, se você fizer isso você vai se queimar para sempre, se você fizer isso você vai estar com as cobras”, uma vingança ainda mais aterrorizante dado os numerosos legalismos Islâmicos. “O Cristianismo não é uma religião rígida, enquanto o Islã diz o que comer, o que não comer, o que vestir, o que não usar, como fazer amor, como não fazer amor, como ir ao banheiro, eles têm leis para cada coisa que você faz.” Martin lembrou da etiqueta Islâmica do toalete exigindo que uma pessoa entre num banheiro com a perna esquerda, e não se aliviar em direção a ou oposta a Meca.

A alegria pessoal de Martin ao se tornar Cristão contrasta com o desenvolvimento deprimente de sua pátria desde a revolução Iraniana de 1979, que estabeleceu a República Islâmica do Irã. Lembrando seus pais devotos porém tolerantes, ele observa que “eu tenho um problema com o Islã como política, como ideologia, não como uma religião.” “Existem dois tipos de Muçulmanos. Há Muçulmanos religiosos, isso é um assunto privado, é para si, e há esses Muçulmanos políticos, que é essa nova geração desde a Revolução Iraniana”.

Martin tem boas lembranças da “geração do xá” num Irã, onde o governante Mohammad Reza Shah Pahlavi bebeu champanhe e não forçou as mulheres a uso do véu/hijab. “Sob o xá, você queria ir à mesquita, você poderia; você queria ir à discoteca, você poderia”, e seu pai,” tão religioso como era, nunca forçou ninguém a não beber, era problema deles”. Ele tinha clientes Judeus em sua loja de tapetes em Teerã, indicativo de um passado mais tolerante no Irã, em que Martin fez amizade com pessoas de várias minorias religiosas Iranianas.

A experiência pessoal da primeira esposa de Martin, uma Iraniana Baha’í, a qual conheceu e depois se divorciou nos Estados Unidos, exemplificou a repressão da República Islâmica do Irã após a queda do xá. A doutrina Islâmica considera essa comunidade religiosa fundada no Irã como herética e portanto “najis” ou impura. Sua escolha de esposa não era, portanto, incontroversa, e “houve alguma resistência, mesmo dos meus pais, mas aos poucos acabaram amando ela.”

A avó da esposa de Martin morreu em 1981 e a dura repressão da República Islâmica contra os Baha’ís também se estendeu até a morte. Depressivo para a sua esposa, as leis Islâmicas do Irã proibiram funerais públicos e lápides para os Baha’ís, o que significa que “basicamente você tem que enterrá-los como desconhecidos”. Entre várias discriminações contra os Baha’ís na economia e na educação, a “coisa mais cruel é você não poder nem mesmo enterrar seus mortos com respeito.”

As várias visitas de Martin ao Irã pós-revolucionário dificilmente encontraram um paraíso Islâmico:

“Agora há mais alcoólatras no Irã do que sob o regime do xá, porque as pessoas estão fazendo isso em suas próprias casas. O que está acontecendo no Irã, coisas anti-Islâmicas, como o sexo antes do casamento, o consumo de drogas, e muito mais, é completamente diferente quando sob o regime do xá. Basicamente, suas leis rígidas, as leis da sharia, têm tido um grande desempenho.”

Martin lembra que o Irã do xá estava muito mais desenvolvido do que a Coréia do Sul, mas desde 1979 a Coréia do Sul se tornou uma sociedade moderna, enquanto o Irã estagnou, apesar de sua enorme riqueza de petróleo.

Ele visitou o Irã pela última vez em 2002 para o funeral de sua mãe, mas a visão de mal-estar social, como a vício generalizado por drogas e meninas adolescentes transformadas em prostitutas, o comoveu para nunca mais voltar. Outras preocupações, como a de ser preso e usado como um refém político, igual a outros Iranianos com dupla nacionalidade, como o repórter do Washington Post, Jason Rezaian, só reforçou seu voto de que “não tenho vontade de voltar…  Perdi o Irã, para mim o Irã morreu.”

Duas das irmãs de Martin acrescentaram à sua perda usando a sua apostasia Islâmica contra ele, em processos judiciais Iranianos, para reivindicar sua herança. Como observado por seu advogado, suas irmãs declararam no tribunal que seu irmão é agora um kafir, ou infiel, tornando-o inelegível para a herança sob a lei Islâmica da sharia (sua relutância em retornar ao Irã só piorou seu caso legal). Essas irmãs, uma das quais costumavam dançar em clubes, o deixaram perplexo diante da recém-descoberta religiosidade delas após a revolução, e o forte apoio atual delas ao Líder Supremo do Irã, o Aiatolá Ali Khamenei.

Depois de um prolongado processo legal de 11 anos, após a morte de sua mãe, o advogado de Martin só conseguiu ganhar para ele cerca de um vigésimo de sua herança. Suas irmãs “sentiram-se justificadas me enganando, porque de acordo com elas, sou infiel”. “Seu Deus poderia até mesmo recompensá-las basicamente por trair um Cristão, porque de acordo com elas, agora não sou mais seu irmão, estou acabado. E acredite, se pudessem, elas me matariam.

De volta aos Estados Unidos, Martin tem “medo de que os Muçulmanos se tornem poderosos aqui, como na Europa”, onde ocorreram incidentes de vigilância Islâmica como a “patrulha da sharia” na Alemanha. Ele “tive que chutar alguém para fora da minha casa” quando um Muçulmano o visitou com um grupo de amigos de Martin. O Muçulmano “disse, por que você está servindo álcool? Eu disse que esta é a minha casa; não é da sua conta. Eu disse, você não gosta, saia.”

Martin adverte que, com os Muçulmanos observadores da sharia “é assim que eles começam. Oh, você poderia ser respeitoso, é contra a minha religião.” “Esses Muçulmanos, dizem, oh nós somos uma religião de paz e tudo. A única razão de dizerem isto é porque estão em minoria. Eles querem impor seu modo de vida”. Menciona o antecessor de Khamenei, o Aiatolá Ruhollah Khomeini, cuja fatwa de 1989 pediu a morte do escritor Britânico Salman Rushdie; “onde está a paz nisso?”

Martin comparativamente vê os convertidos Americanos ao Islã com profundo ceticismo e os censura pela ingenuidade em relação a sua nova fé. “Quando tiver uma chance, vou perguntar a todas essas crianças aqui convertidas ao Islã: tudo bem, isso é o seu livre arbítrio, mas o que vai acontecer com você se você mudar de ideia?” Qualquer apostasia deles “estarão assinando sua própria sentença de morte” em qualquer circunstância em que a pena de morte Islâmica tradicional para apostasia seria aplicável, como na República Islâmica do Irã; “Esse é o verdadeiro Islã.” “Isso realmente me parte o coração quando vejo crianças, jovens, aqui se convertendo ao Islã sem saber no que estão se metendo”.

A isolada observação otimista de Martin percebe que, apesar da severa repressão, muitos Iranianos estão se convertendo precisamente na direção oposta e ampliando o ranking de membros Iranianos na igreja subterrânea:

“A razão pela qual estão indo para o Cristianismo é basicamente a minha razão, é o amor… Eles experimentaram 38 anos de rígida lei da sharia, que realmente é puro ódio, nada mais, não há amor envolvido, e as pessoas estão mostrando resistência … Eles têm visto do que o Islã é capaz.”


Nota do blog:

Para os versados na língua Inglesa, segue uma lista imperdível de livros essenciais. 

Acesse os links para mais informações:

The Complete Infidel's Guide to Iran (Complete Infidel's Guides)
The Al Qaeda Reader: The Essential Texts of Osama Bin Laden's Terrorist Organization
The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America
Stop the Islamization of America: 
A Practical Guide to the Resistance.
Germany and the Middle East, 1871-1945
From Time Immemorial: The Origins of the Arab-Jewish Conflict over Palestine
The Decline of Eastern Christianity Under Islam: 
From Jihad to Dhimmitude: Seventh-Twentieth Century
The Truth about Muhammad: Founder of the World's Most Intolerant Religion
The Complete Infidel's Guide to the Koran (Complete Infidel's Guides)

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

O BRASIL E OS EMIRADOS ÁRABES

Fonte: Aprovado acordo de cooperação em Defesa entre o Brasil e os Emirados Árabes Unidos


O BRASIL E OS EMIRADOS ÁRABES

Por Tião Cazeiro

24 de Abril de 2017


Publiquei recentemente neste blog um artigo do Raymond Ibrahim intitulado “Uma ‘Fobia’ De 1.389 Anos De Idade?”  que  observa o seguinte:

“Existe uma correlação direta entre a ignorância Ocidental da história e a ignorância Ocidental das doutrinas “problemáticas” do Islã. É essa conexão que permite aos apologistas do Islã escaparem com tantas distorções e mentiras definitivas destinadas a proteger o Islã.”

Em Novembro de 2016, o governador Marconi Perillo oficializou os entendimentos para que uma fábrica de armamentos e munições dos Emirados Árabes, exclusivas para as forças de segurança pública do Brasil e com atenção voltada para o mercado da América Latina, fosse instalada em Goiás.

No dia 19 de Abril de 2017, foi aprovado um acordo de cooperação em Defesa entre o Brasil e os Emirados Árabes Unidos na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN), da Câmara dos Deputados, que acatou o parecer do deputado Miguel Haddad (PSDB-SP).

“Segundo Miguel Haddad, “adentrar o Oriente Médio, através dos Emirados Árabes Unidos, representa incremento substantivo nessa diversificação, o que nos traz mais segurança para o desenvolvimento de futuros projetos de interesse dos dois países e, potencialmente, de outros daquela região”.

Portanto, resolvi questionar os brasileiros envolvidos nesse projeto, — e o faço com todo respeito, sem que isso deixe margem para o medo, pois se este fosse o caso eu não teria traduzido e publicado mais de 250 artigos dos mais respeitados experts em Islã do mundo.

Eis aqui algumas perguntas:

• O que vocês sabem sobre o Islã?
• O que os levou a não considerar os 175 milhões de Cristãos entre outras religões etc.?

Gostaria de deixar claro que não estou particularizando a religião em si, e sim as 175 milhões de pessoas que irão ser massacradas pelo antagonismo Islâmico, o Islã Político. Falo de pessoas, mulheres, crianças, pais de família etc. que serão punidas/massacradas pela sua fé. As igrejas do Egito, por exemplo, que foram e continuam sendo bombardeadas pela intolerânica Islâmica.

A Arábia Saudita é um problema para o mundo. — Arábia Saudita: O Grande Hipócrita do Mundo

Em vários artigos, sempre menciono o impressionante discurso do Presidente do Egito al Sisi, um Muçulmano fervoroso, diante das maiores autoridades do Islã e em Al Azhar:

“É inconcebível”, disse ele, “que o pensamento que guardamos como o mais sagrado deva fazer com que toda a umma [Mundo Islâmico] seja uma fonte de ansiedade, perigo, matança e de destruição para o resto do mundo. Impossível!”

“Esse pensamento (que é responsável por produzir “ansiedade, perigo, massacre e destruição” ao redor do mundo) — Eu não estou dizendo “religião”, mas “pensamento” — que corpus de textos e ideias que temos sacralizado ao longo dos séculos, a tal ponto que se afastar deles tornou-se quase impossível, está antagonizando o mundo inteiro. Isso está antagonizando o mundo inteiro!”

Ele também apelou publicamente à instituição Al Azhar para reconsiderar o uso dos livros auxiliares, num esforço para mudar a imagem internacional do Islã, de guerra e inimizade, para algo mais tolerante.

Agora, a mais alta autoridade Muçulmana do Egito deixou claro que Al Azhar nunca teve nenhuma intenção de mudar nada, que o “discurso religioso” articulado na era Medieval — o de hostilidade e violência para com o outro, em uma palavra, jihad — é o único “discurso” que os Muçulmanos podem/devem aceitar.

Al-Azhar, a principal instituição do Islã Sunita, recusa-se a declarar que o Estado Islâmico (ISIS) comete apostasia — Al-Azhar, the foremost institution in Sunni Islam, refuses to declare the Islamic State apostate

Tendo dito, gostaria de finalizar este artigo raciocinando sobre a frase do Miguel Haddad:

“Adentrar o Oriente Médio, através dos Emirados Árabes Unidos, representa incremento substantivo nessa diversificação, o que nos traz mais segurança para o desenvolvimento de futuros projetos de interesse dos dois países…”

‘Adentrar o Oriente Médio’ deve induzir realmente muita fantasia na mente do criativo Miguel Haddad, o que me faz lembrar alguns excertos e versos do Alcorão. É importante neste raciocício, ter em mente o Exército de Muhammad (Maomé), o “homem perfeito” aos olhos dos Muçulmanos. E não é à toa que estão antagonizando o mundo todo. O genocídio de Cristãos no Oriente Médio é a prova disso. Leia também: A INVASÃO ISLÂMICA DA ÍNDIA: O MAIOR GENOCÍDIO DA HISTÓRIA

Será que estes excertos e versos irão contribuir com a sociedade Brasileira através desse acordo de cooperação em Defesa entre o Brasil e os Emirados Árabes Unidos?

“Sira, p. 463-4: Em seguida, renderam {a tribo de Quraiza}, e o Apóstolo os aprisionou em Medina, na região de d. al-Harith, uma mulher de Bani al-Najar. Depois disso, o Apóstolo foi até o mercado de Medina, onde cavou trincheiras. E assim os enviou e decapitou suas cabeças nas trincheiras, que foram trazidas para fora diante dele, em lotes. Entre eles estavam o inimigo de Alá, Huyayy bin Akhtab e Kab bin Asad, chefe deles. Havia 600 ou 700 ao todo, embora alguns registrem de 800 a 900. Como eles estavam sendo levados para fora em lotes, para o Apóstolo, perguntaram a Kab o que pensou que seria feito com eles. Kab respondeu: “Você não percebe? Não vê que a soma nunca para e aqueles que são levados jamais retornam? Por Alá isso é a morte!” E continuou até o Apóstolo ter dado um fim a todos eles.” — Islã 101 — A Guerra do Islã Contra o Mundo

Alcorão 5:33
“O castigo, para aqueles que lutam contra Deus
e contra o Seu Mensageiro Muhammad
e semeiam a corrupção na terra,
é que sejam mortos, ou crucificados,
ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos,
ou banidos…”

Alcorão 8:12
“Vou lançar o terror
nos corações dos incrédulos.
Portanto cortarei suas cabeças
e cortarei todos os dedos deles.”

O historiador, filósofo pioneiro e jurista teórico, Ibn Khaldun (1332-1406),
 observou em seu famoso “Muqaddimah”,
 a primeira obra de teoria histórica que:
 “Na comunidade Muçulmana,
 a guerra santa é um dever religioso
 por causa do
 universalismo da missão Muçulmana
 e (da obrigação de) converter a todos ao Islã
 ou pela persuasão ou pela força".

Alcorão 98:6
“Honestamente falando, aqueles que não creem
na religião Islâmica, no Alcorão
e no Profeta Muhammad/Maomé)
entre eles o
Povo do Livro (Judeus e Cristãos)
e demais infiéis,
terão que aceitar o
Fogo do Inferno.
Eles são as piores criaturas”.

Esses versos estão disponíveis online, podem ser acessados em sites Islâmicos (Alcorão), e são ensinados nas mesquitas instaladas no Brasil.

E agora? Vão me chamar de racista, Islamofóbico, xenófogo etc… Isso é público, não estou inventando nada.

Que futuro estão buscando para o país?  Uma “República Islâmica do Brasil“, com partidos comunistas controlando o poder, — e quem sabe dividindo as Huris no paraíso?

Ops! já ia me esquecendo de mencionar o prefeitinho de São Paulo e suas andanças pelos Emirados Árabes…. e a Lei de Migração do Aloysio Nunes… e o Papa Francisco, e a CNBB… Xiitas no Brasil…

Ideias têm consequências e no caso do Brasil, tenho a nítida impressão que o mundo vai se envolver.

Se isso não for uma invasão…

Grato pela atenção! Espero ter contribuído de alguma forma.


UMA ‘FOBIA’ DE 1.389 ANOS DE IDADE? — Raymond Ibrahim

Fonte/Source: A 1,389 Year-Old ‘Phobia’? – Raymond Ibrahim

UMA ‘FOBIA’ DE 1.389 ANOS DE IDADE?

Por Raymond Ibrahim

7 de Abril de 2017

FrontPage Magazine

Existe uma correlação direta entre a ignorância Ocidental da história e a ignorância Ocidental das doutrinas “problemáticas” do Islã. É essa conexão que permite aos apologistas do Islã escaparem com tantas distorções e mentiras definitivas destinadas a proteger o Islã.

Como exemplo, Reza Aslan, o “canibal” residente da CNN: afirmou recentemente que a “Islamofobia” — definida pela CAIR (Conselho de Relações Islâmico-Americanas) entre outros, como “medo infundado e hostilidade contra o Islã” — foi criada por alguns “palhaços” em 2014.

Sem dúvida, o medo Ocidental do Islã é algo de um fenômeno recente nos tempos modernos. Porque o mundo era um lugar muito maior há algumas décadas, e o Islã estava longe dos oceanos, e o Americano médio mal sabia sobre o credo de Muhammad. No entanto, à medida que o mundo se tornou menor — enquanto os Muçulmanos têm crescido em número nas sociedades Ocidentais, assim como a tecnologia moderna tornou possível ao mais fraco aterrorizar o mais forte e, em seguida, transmiti-lo para o mundo ver (via Internet), — o mundo Ocidental, por consequência, vem ouvindo, vendo e experimentando cada vez mais o Islã.

Mas, a queixa do Aslan, não é direcionada à ignorância das pessoas no passado, e sim porque agora estão prudentes a respeito do Islã. Em vez disso, acusa um número de escritores e ativistas — os “palhaços” acima mencionados — de fabricarem uma imagem ameaçadora do Islã, que por sua vez, levou os povos Ocidentais a desenvolverem um “medo infundado e hostilidade contra o Islã” —ou em uma palavra, “Islamofobia”.

Tal afirmação se baseia numa quantidade obscena de ignorância histórica. O fato é, que os povos Ocidentais, incluindo alguns de seus luminares, retrataram o Islã como uma força hostil e violenta desde o início — muitas vezes em termos que fariam corar o “Islamofóbico” de hoje. E isso não ocorreu porque os Europeus estavam “reformulando o outro” para “validar suas aspirações imperiais” (como a cansada terminologia de Edward Said, que há muito domina o tratamento acadêmico das interações entre o Ocidente e o Islã). Ao contrário, foi porque, desde o início, o Islã tratou o “infiel” do mesmo modo que o Estado Islâmico (ISIS) trata o infiel: brutalmente.

De acordo com a história Muçulmana, em 628, Muhammad/Maomé convocou o imperador Romano (ou “Bizantino”), Heráclio — o chefe simbólico do “Ocidente”,  mais tarde conhecido como “Cristandade” — para submeter-se ao Islã; quando o imperador recusou, uma jihad devastadora foi desencadeada contra o mundo Ocidental. Menos de 100 anos depois, o Islã havia conquistado mais de dois terços da Cristandade e estava invadindo profundamente a França. Enquanto essas conquistas de longo alcance frequentemente repartem uma sentença, quando muito, nos livros de hoje, os cronistas da época, incluindo os Muçulmanos, deixam claro que esses eram eventos cataclísmicos que tiveram um efeito traumático e desempenhou um papel importante na formação, da parte não conquistada da Cristandade, que se tornou a própria Europa. Como Ibn Khaldun, depois de descrever as incessantes incursões Muçulmanas em busca de espólio e escravos ao longo das costas mediterrâneas da Europa durante os séculos IX e X, “os Cristãos não podiam mais flutuar uma tábua no mar”. Eles tomaram as ilhas e a Idade das Trevas começou.

Mas não foi apenas o que experimentaram pessoalmente nas mãos dos Muçulmanos que desenvolveu essa antiga “fobia” ao Islã. Já no oitavo século, as escrituras e histórias do Islã — o Alcorão, Hadith, Sira e Maghazi — tornaram-se disponíveis às comunidades Cristãs adjacentes ou mesmo sob a autoridade dos califados. Com base apenas nessas fontes primárias do Islã, os Cristãos concluíram que Muhammad era um falso profeta (possivelmente possuído por demônios) que obviamente havia inventado um credo para justificar as piores depravações do homem — por domínio, pilhagem, crueldade e carnalidade. Essa visão prevaleceu durante mais de um milênio em toda a Europa (e até hoje entre os “Islamofóbicos”); e foi aumentada pelo fato de que os Muçulmanos ainda estavam, durante bem mais de um milênio, invadindo territórios Cristãos, saqueando e sequestrando mulheres e crianças. O primeiro combate dos Estados Unidos com o Islã — as guerras Berberes no início do século XIX — veio por meio dos ataques Muçulmanos aos navios Americanos em busca de espólio e escravos em nome de Alá.

Eis aqui uma minúscula amostra do que os Europeus pensavam do Islã ao longo dos séculos:

Teófanes, o cronista Bizantino (d.818):

Ele [Muhammad] ensinou àqueles que lhe deram ouvidos, que aquele que matasse o inimigo, — ou fosse morto pelo inimigo, — entraria no paraíso [ver Alcorão 9: 111]. E disse que o paraíso era carnal e sensual — orgias alimentares, bebidas e mulheres. Além disso, havia um rio de vinho… e as mulheres eram de outro tipo, e a duração do sexo muito prolongada e seu prazer duradouro [por exemplo, Alcorão 56: 7-40, 78:31, 55:70-77]. E todos os tipos de absurdos.

Tomás de Aquino, um dos filósofos mais influentes da Cristandade (d.1274):

Ele [Muhammad] seduziu o povo por meio de promessas de prazeres carnais, aos quais a concupiscência da carne nos exorta… e deu rédea livre ao prazer carnal. Tudo isso, como não é inesperado, foi obedecido por homens carnais. Quanto às provas da verdade de sua doutrina… Muhammad disse que foi enviado para comandar o seu exército — os quais são sinais de que não faltam até mesmo ladrões e tiranos [i.e. sua “prova” de que Alá estava com ele é que o tornou capaz de conquistar e saquear outros].

Marco Polo, viajante mundialmente famoso (d.1324):

De acordo com a doutrina [Muçulmana], tudo o que é roubado ou saqueado de outros de uma fé diferente é apropriadamente tomado, e furtar não é crime; enquanto aqueles que sofrem a morte ou lesão pelas mãos dos Cristãos, são considerados como mártires. Se, portanto, não fossem proibidos e restringidos pelos poderes [Mongóis] que agora os governam, cometeriam muitos atentados. Esses princípios são comuns a todos os Sarracenos [Muçulmanos].

Quando Khan, o Mongol, descobriu mais tarde a criminalidade depravada de Achmath (ou Ahmed), um de seus governadores Muçulmanos, Polo escreve que:

A atenção do khan [se voltou] para as doutrinas da seita dos Sarracenos [i.e., o Islã], que desculpam todos os crimes, sim, até mesmo o próprio assassinato, quando cometidos à pessoas que não são de sua religião. E vendo que essa doutrina tinha levado o maldito Achmath e seus filhos a agirem como o fizeram, sem qualquer sentimento de culpa, Khan começou sentir o maior dos nojos e abominação por ele. Convocou os Sarracenos e os proibiu de fazerem muitas das coisas que sua religião ordenava.

Alexis de Tocqueville, pensador político e filósofo Francês, mais conhecido pela Democracia na América (d.1859),

Estudei muito o Alcorão. Saí do estudo com a convicção de que, em geral, houve poucas religiões no mundo tão mortais aos homens como a de Muhammad. Tanto quanto posso ver, é a causa principal da decadência tão visível hoje no mundo Muçulmano, embora menos absurda que o politeísmo de antigamente, suas tendências sociais e políticas são, na minha opinião, para serem temidas, e portanto consideradas como uma forma de decadência em vez de uma forma de progresso em relação ao paganismo em si.

Winston Churchill, um líder da Aliança de guerra contra Hitler durante a Segunda Guerra Mundial (1965):

Quão terríveis são as maldições que o Maometanismo [Islã] coloca sobre seus devotos! Além do frenesi fanático, que é tão perigoso ao homem como hidrofobia num cão, há essa apatia fatalista terrível. Os efeitos são evidentes em muitos países. Os hábitos imprevidentes, os sistemas desleixados de agricultura, métodos lentos de comércio e a insegurança da propriedade existem onde quer que os seguidores do Profeta governem ou vivam. Um sensualismo degradado priva a vida de sua graça e refinamento; e o próximo de sua dignidade e santidade. O fato de que na lei Maometana toda mulher deve pertencer a algum homem como sua propriedade absoluta, seja como criança, esposa ou concubina, deve atrasar a extinção final da escravidão até que a fé do Islã tenha deixado de ser um grande poder entre os homens.

Para que não pareça que essas e outras acusações históricas contra o Islã sejam simplesmente produtos de xenofobia Cristã/Ocidental que simplesmente não podem tolerar o “outro”, deve-se notar que muitos críticos Ocidentais do Islã elogiam regularmente outras civilizações não-Muçulmanas, bem como o que se chama hoje de “Muçulmanos moderados”.

Assim Marco Polo saudou os Brâmanes da Índia como sendo “os mais honrados”, possuindo um “ódio pelo engano ou por roubar os bens de outras pessoas”. E apesar de suas críticas à “Seita dos Sarracenos”, isto é, o Islã, se referia a um líder Muçulmano como governando “com justiça”, e outro que “se mostrou [ser] um bom senhor e se fez amado por todos”.

Winston Churchill resumiu a questão da seguinte maneira: “Os Muçulmanos individuais podem mostrar qualidades esplêndidas — mas a influência da religião paralisa o desenvolvimento social daqueles que a seguem. Não existe força retrógrada mais forte no mundo.”

Apologistas como Reza Aslan podem dizer o que quiserem; podem afirmar que o Islã é para sempre e perpetuamente “mal entendido” — e podem apostar na ignorância Ocidental da sua própria história para escapar disso. Mas o medo e a aversão ao Islã tem sido a principal posição entre os Cristãos/Ocidentais por quase 1.400 anos — desde que Muhammad começou a atacar, saquear, massacrar e escravizar os não-Muçulmanos (“infiéis”) em nome do seu deus; e é por causa dos seus seguidores, Muçulmanos, atacando continuamente, saqueando, massacrando e escravizando os “infiéis”, que o medo e a aversão ao Islã — chamado de “Islamofobia” — existe até hoje.


Nota do blog:

Para os versados na língua Inglesa, segue uma lista imperdível de livros esseciais sobre o Islamismo.  Compre já! 

Acesse os links para mais informações:

The Al Qaeda Reader: The Essential Texts of Osama Bin Laden's Terrorist Organization
The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America
Stop the Islamization of America: 
A Practical Guide to the Resistance.
Germany and the Middle East, 1871-1945
From Time Immemorial: The Origins of the Arab-Jewish Conflict over Palestine
The Complete Infidel's Guide to Iran (Complete Infidel's Guides)
The Decline of Eastern Christianity Under Islam: 
From Jihad to Dhimmitude: Seventh-Twentieth Century
The Truth about Muhammad: Founder of the World's Most Intolerant Religion
The Complete Infidel's Guide to the Koran (Complete Infidel's Guides)

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: O Estado Islâmico Revive A Tática do Terror Original do Islã — Canibalismo

Fonte/Source: Raymond Ibrahim: The Islamic State Revives Islam’s Original Terror Tactic — Cannibalism


Raymond Ibrahim: O Estado Islâmico Revive A Tática do Terror Original do Islã  — Canibalismo

Por RAYMOND IBRAHIM

9 de Março de 2017

À luz das recentes revelações de que o Estado Islâmico está ensinando aos seus seguidores para comerem os não-Muçulmanos, — certamente podemos agora concordar que, pelo menos nisso, — o ISIS não é verdadeiramente Islâmico?

Infelizmente não. Até mesmo comer “infiéis” tem precedentes em toda história Islâmica, especialmente como tática do terror. Dois episódios bem documentados vêm à mente:

O primeiro diz respeito à jihad por excelência, Khalid bin al-Walid (d.642). Apelidado de “Espada de Alá” por Muhammad, devido a sua proeza, mantém posição reverenciada entre os grupos jihadistas (a bandeira negra do ISIS com escrita Árabe branca é um fac-símile da bandeira que Khalid carregava nas batalhas). Durante a Ridda — ou “guerras de apostasia” contra as várias tribos Árabes que tentaram romper com o Islã após a morte de Muhammad — Khalid acusou falsamente Malik bin Nuwayra, um bem quisto chefe Árabe, de apostasia. Depois de matá-lo, Khalid estuprou — fontes Muçulmanas chamam isso de “casou” — a esposa de Malik. Não contente,

“Ele [Khalid] ordenou a cabeça de [Malik]; juntou-a com duas pedras e a cozinhou num pote sobre elas. E Khalid a comeu naquela noite para aterrorizar as tribos Árabes apóstatas entre outros. E foi dito que os cabelos de Malik criaram uma chama tão brilhante que a carne ficou muito bem cozida [da crônica em vários volumes do historiador Muçulmano al-Tabari, al-bidaya w’al nihaya (“O Início e o Fim”; Excerto Árabe aqui).”

O segundo episódio diz respeito à conquista Islâmica da Espanha. De acordo com o cronista Muçulmano Ibn Abdul Hakam, depois de capturarem um grupo de vinicultores Cristãos, os invasores Islâmicos

“os aprisionaram. Depois pegaram um dos vinicultores e o mataram, o cortaram em pedaços e o ferveram, enquanto o resto de seus companheiros olhavam. Eles também tinham fervido carne em outros caldeirões. Quando a carne ficou cozida, jogaram fora o corpo do homem que tinham fervido; sem ninguém saber que jogaram fora; e comeram a carne que tinham fervido, enquanto os outros vinicultores eram espectadores. Estes não duvidaram que os Muçulmanos comeram a carne de seu companheiro; os outros, depois de serem liberados e mandados embora, informaram ao povo de Andaluzia [Cristãos Espanhóis] que os Muçulmanos se alimentavam de carne humana, informando-os sobre o que tinha sido feito ao vinicultor [fonte].”

Tarek ibn Ziyad — outro jihadi extraordinaire, reverenciado por queimar seus barcos ao chegar à costa da Espanha como prova de seu compromisso com a jihad ou o “martírio” — também tinha Cristãos cativos, abatidos, cozidos e aparentemente comidos diante de seus companheiros reféns. Então, de acordo com o historiador Muçulmano Ahmad ibn Muhammad al-Maqqari, o herói jihadista “permitiu que alguns dos cativos escapassem, para que pudessem relatar aos seus conterrâneos o que tinham visto. E assim o estratagema produziu o efeito desejado, já que o relato dos fugitivos contribuiu em alto grau para aumentar o pânico entre os infiéis” (The History of the Mohammedan Dynasty, p.227).

Note-se que, de acordo com todos os cronistas Muçulmanos acima citados, os jihadistas se engajaram nessas práticas canibais para aterrorizar e criar pânico entre os infiéis e apóstatas, isto é, como uma forma de guerra psicológica. Isto é mais uma vez ressaltado quando, como de costume, os cronistas citam ou parafraseiam versos do Alcorão que clamam por “infundir o terror” nos corações dos infiéis (e.g., 3:151, 8:12, 8:60) em justaposição à selvageria relatada.

(Assisti alguns anos atrás a um vídeo de um clérigo Egípcio moderno que também deixava claro que as ações de Khalid foram calculadas para aterrorizar os apóstatas. Entretanto o YouTube como de costume retirou o vídeo, mas aqui está a minha tradução original do que ele disse: “As pessoas se perguntam como Nosso Senhor Khalid poderia ter comido de tal carne? Oh sim — ele comeu disso! Nosso Senhor Khalid tinha um caráter muito forte, um grande apetite e tudo mais! Tudo para aterrorizar os Árabes do deserto [apóstatas]. O assunto exige determinação, estas questões exigem força — terrorismo.”)

Existem mais e episódios relacionados. Durante as primeiras invasões Muçulmanas na Síria Cristã, um dos companheiros de Muhammad, ‘Ubadah bin al-Samat, disse a um comandante Cristão que “Nós provamos sangue e não encontramos nada mais doce do que o sangue dos Romanos”, significando Bizantinos e/ou Cristãos. Se literal ou figurativo, claramente essas referências sanguinárias inspiram a cosmovisão do Estado Islâmico como evidenciado pela afirmação deste último de que “o sangue Americano é o melhor, e vamos prová-lo em breve”.

Aliás, a veneração e/ou a emulação da barbárie jihadista primitiva não se limita a trajes “radicais” ou extremistas, como sempre nos é dito, ou seja, “não têm nada a ver com o Islã“. Nada além de Al Azhar — a universidade mais prestigiada do mundo Muçulmano, que anfitriou o discurso do “Novo Começo” de Obama em 2009 — ensina estes relatos de Muçulmanos comendo infiéis. A razão é simples: tal herança não pertence ao ISIS mais do que à Al Azhar.

Uma nota final: uma escola de pensamento sustenta que, nos episódios históricos acima mencionados, Muçulmanos não fingiam apenas devorar suas vítimas; eles realmente faziam isso. No entanto, cronistas Muçulmanos posteriores, envergonhados pelo selvageria bestial de seus correligionários, retrataram o canibalismo como fosse apenas fingimento. Se isso for verdade, valida ainda mais o porquê do ISIS não está apenas ensinando os Muçulmanos a fingirem que devoram suas vítimas infiéis, mas a comê-las na realidade — como quando um jihadista cortou e enterrou os dentes no coração de um soldado Sírio caído, “Juro por Alá, soldados de Bashar, seus cães — comeremos os seus corações e fígados! Allahu Akbar!” (Sim, vídeo aqui.) — Nota do Blog: Vídeo de extrema violência. Se for em frente, clique em “continue”, em vermelho, na tela que surgirá.

Isso também pode ajudar a clarear explicação insatisfatória do Daily Mail  sobre o porquê do ISIS estar promovendo o canibalismo. De acordo com Haras Rafiq, uma autoridade do Daily, que descreve, como”Muçulmano praticante”, que o ISIS está promovendo o canibalismo “caso não haja suprimentos de alimentos disponíveis durante o que descrevem como em tempos de jihad”. Diante das circunstâncias, “terroristas foram encorajados a matar os não-Muçulmanos ou Muçulmanos, que não compartilham da mesma versão do Islã, por alimento.”

Com certeza, comer seres humanos em tempos de coação extrema e inanição — ou alimento “não-halal” — não é particularmente chocante e aconteceu muitas vezes, passado e presente, por povos de todas as raças e religiões. Fica a critério de cada aqui, refletir se Rafiq é mais um de uma longa lista de autoridades Muçulmanas embaraçadas tentando racionalizar as práticas depravadas de seus correligionários em nome do Islã.

[PJ Media]


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Muçulmanos descobriram a América antes de Colombo, afirma Erdogan da Turquia

Fonte: Muslims discovered America before Columbus, claims Turkey’s Erdogan – The Washington Post –


Muçulmanos descobriram a América antes de Colombo, afirma Erdogan da Turquia

Por Ishaan Tharoor

15 de Novembro de 2014 (Reeditado em 27/02/2017)

Presidente Turco Recep Tayyip Erdogan num discurso em Ankara, Turquia, on May 13, 2014. (AFP/Getty Images)

Em discurso televisionado em Istambul, o Presidente Turco Recep Tayyip Erdogan afirmou que os Muçulmanos haviam descoberto as Américas três séculos antes das viagens de Cristóvão Colombo. Ele estava se dirigindo a cúpula de líderes Muçulmanos da América Latina.

“Os contatos entre a América Latina e o Islã remontam ao século 12. Muçulmanos descobriram a América em 1178, e não Cristóvão Colombo”, disse Erdogan. “Marinheiros Muçulmanos chegaram à América a partir de 1178. Colombo mencionou a existência de uma Mesquita numa colina na costa Cubana.”

Erdogan não é tímido ao fazer declarações provocativas, sejam sobre seus rivais políticos, minorias étnicas ou sites de mídia social. Suas últimas observações são, em comparação, menos incendiárias.

Elas ecoam a pesquisa de um pequeno grupo de estudiosos que acredita que há evidências arqueológicas e documentais de Muçulmanos na América pré-Colombiana. Erdogan está, aparentemente, citando o trabalho disputado de Youssef Mroueh, um acadêmico afiliado a Fundação As-Sunnah da América.

Num artigo de 1996 Mroueh referiu-se à presença de uma Mesquita descoberta por Colombo ao longo da costa Cubana. “Colombo admitiu em seus papéis que, na Segunda-feira, 21 de Outubro de 1492 CE, enquanto o seu navio navegava próximo a Gibara, na costa nordeste de Cuba, que viu uma Mesquita no topo de uma montanha bonita”, escreve Mroueh.

A maioria dos estudiosos insiste que a “Mesquita” mencionada era uma alusão metafórica a uma característica marcante da terra. Não foram descobertas arqueológicas de estruturas pré-Islâmicas que datam da chegada de Colombo ao Novo Mundo.

Mroueh, que não está listado como um historiador em qualquer instituição de ensino superior sugere que exploradores provenientes de reinos Muçulmanos da África Ocidental fizeram a mesma viagem através do Atlântico a partir das ilhas Canárias, bem antes do marinheiro Italiano ter realizado o serviço para a Coroa Espanhola.

Outros citam o trabalho de um notório geógrafo na Espanha Muçulmana, que produziu um mapa no século 10 mostrando o contorno da América do Sul, referenciando a jornada de um marinheiro Árabe que viajou para o oeste através de um “oceano de trevas e nevoeiro.”

Poderíamos até continuar esse artigo sem dizer que os primeiros povos a “descobrir” as Américas foram os ancestrais dos povos indígenas dos continentes.

Mas há todo tipo de especulação de outros povos em outras épocas encontrando as Américas muito antes de Colombo. Será que os Polinésios remando catamarans chegaram à costa do Pacífico Americano? E sobre as grandes frotas preciosas do imperador chinês Ming? Ou os pescadores Bascos, perseguindo as correntes e o bacalhau do Atlântico?

A narrativa mais consistente de encontro pré-Colombiano envolve os exploradores e colonizadores da Escandinávia, que chegaram a costa da Terra Nova e no Canadá há cerca de cinco séculos antes da expedição Espanhola de 1492.

No entanto, a insistência de Erdogan sobre a presença de Muçulmanos no mundo novo vale a pena considerar, mas não pelas razões que ele tem em mente.

A exploração e a colonização Espanhola das Américas seguiram as sangrentas batalhas da Reconquista — as campanhas Católicas contra os últimos estados Muçulmanos na península Ibérica. Muitos dos soldados e oficiais Espanhóis que cruzaram o Atlântico foram animados pelo fervor da Inquisição Espanhola, e em alguns relatos referem-se às populações indígenas que encontraram como “mouros” e “infiéis” e seus “zigurates” como “mesquitas”. A profusão de cidades no México chamadas de “Matamoros” — morte aos mouros, um nome associado a um santo Cristão místico que lutou contra os Muçulmanos — fala desse legado.

Além dos Árabes e Muçulmanos convertidos a bordo de navios Espanhóis, o Islã não pode ter estado presente no Novo Mundo. Mas ainda assombrava a imaginação dos Europeus enquanto aventuravam em terras alienígenas.


Ishaan Tharoor escreve sobre assuntos externos para o Washington Post. Anteriormente foi editor sénior da TIME, com sede em Hong Kong e depois em Nova York. Siga no Twitter @ishaantharoor


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Papa Francisco Rasga A História Das Antigas Muralhas Contra O Islã

Fonte/Source: Pope Francis Tears at History’s Ancient Walls against Islam – Raymond Ibrahim

Papa Francisco Rasga A História Das Antigas Muralhas Contra O Islã

Por Raymond Ibrahim

24 de Fevereiro de 2017

FrontPage Magazine

Papa Francisco continua a defender dois pontos inter-relacionados que, embora aparentemente humanos, comprometam as nações Ocidentais e expõe seus cidadãos ao perigo.

Ele reiterou seu primeiro ponto no início deste mês quando disse: “Eu apelo para não criar muros, mas para construir pontes”. Francisco tem feito este apelo com frequência, tanto figurativamente (quando implora aos países Ocidentais para não fecharem as portas contra a entrada de mais migrantes Muçulmanos) e literalmente (nessa caso, caracterizando a proposta de Donald Trump de construir uma muralha entre os EUA e o México como “não Cristã“).

Francisco reiterou seu segundo ponto alguns dias atrás, quando disse: “O terrorismo Muçulmano não existe”. Sua lógica é que, já que existem Cristãos que se envolvem em atividades criminosas e violentas — e, no entanto, ninguém culpa o Cristianismo por seu comportamento — sendo assim, então o Islã também não pode ser culpado quando Muçulmanos se envolvem em atividades criminosas e violentas.

Nisso, o papa Católico parece incapaz ou não quer fazer a distinção fundamental entre a violência cometida de acordo com os ensinamentos Islâmicos e a violência cometida em contradição com os ensinamentos Cristãos.

Mas existe uma outra ironia relevante e muitas vezes esquecida: todas as manhãs Francisco acorda no Vaticano e olha pela janela, vê um lembrete muito grande e concreto que desmente tanto a sua argumentação contra os muros e o seu argumento em defesa do Islamismo. Falo das grandes muralhas que cercam a Cidade do Vaticano, mais especificamente a Muralha Leonina.

Contexto: Poucos anos após a morte do profeta Muhammad em 632, seus seguidores irromperam da Arábia e conquistaram terras vizinhas não-Muçulmanas em nome do Islã. Em poucas décadas, tinham anexado dois terços do que foi a Cristandade no século VII. Tomaram todo o Oriente Médio, Norte da África e Espanha, até que finalmente foram parados em Tours, no centro da França (732). No final do século IX, as incursões jihadistas haviam transformado o Mar Mediterrâneo em um lago Muçulmano; as ilhas principais — Sicília, Creta, Rodes, Malta, Chipre — foram conquistadas, e a costa Europeia foi habitualmente invadida para espólio e escravos.

Segundo os cronistas Muçulmanos mais influentes e contemporâneos — al-Waqidi, al-Baladhuri, al-Tabari, al-Maqrizi, etc. — tudo isso foi feito porque o Islã ordena os Muçulmanos a subjugar e humilhar os não-Muçulmanos.

Foi neste contexto que, em 846, as frotas Muçulmanas do Norte da África desembarcaram perto de Roma. Incapazes de romper os muros da Cidade Eterna, saquearam e espoliaram os arredores rurais, incluindo — para consternação da Cristandade — as basílicas veneradas e centenárias de São Pedro e São Paulo. Os invasores Muçulmanos profanaram os túmulos dos apóstolos venerados e os despojaram de todos os seus tesouros. Papa Leão IV (847-855) respondeu construindo grandes muralhas e fortificações ao longo da margem direita do Tibre para proteger os locais sagrados de outras incursões Muçulmanas. Concluída em 852, as muralhas, em alguns lugares, mediam de 12 m de altura por 3,7 m de espessura.

Antecipando em muito as cruzadas contra o Islã por mais de dois séculos — isso mostra como era há muito tempo — o Papa Leão decretou que qualquer Cristão que morresse combatendo invasores Muçulmanos iria entrar no céu. Depois dele e pelas mesmas razões, o Papa João VIII ofereceu a remissão de pecados àqueles que morreram combatendo invasores Islâmicos. Tal era o perigo existencial e permanente que os Muçulmanos causavam na Europa Cristã — mais de dois séculos antes do apelo do Papa Urbano para a Primeira Cruzada em 1095.

Hoje, muitos Muçulmanos, não apenas as variações do ISIS, continuam vangloriando-se de que o Islã conquistará Roma, a única das cinco sés apostólicas — sendo as outras quatro Antioquia, Alexandria, Jerusalém e Constantinopla —que nunca foi subjugada pela jihad. Da mesma forma, Muçulmanos em toda a Europa continuam exibindo a mesma hostilidade e desprezo por todas as coisas e pessoas não-Islâmicas, seja indo à igreja para vandalizar e quebrar cruzes, ou estuprando mulheres “infiéis” como suas por direito.

Em suma, as muralhas do Papa Leão provam que o Papa Francis está errado em ambos os casos: sim, as muralhas são por vezes necessárias para preservar a civilização; sim, o Islã promove a violência e a intolerância à diferença do outro — muito mais do que qualquer outra religião. Este fato é facilmente discernido examinando as palavras passadas e presentes e os atos dos Muçulmanos, todos os quais evidenciam uma notável e inabalável continuidade de hostilidade contra “infiéis”.

Talvez a mais irônica de todas, se não fosse as muralhas do Papa Leão — e tantas outras muralhas Cristãs, como a de Constantinopla, que manteve o Islã fora da Europa durante séculos, e a de Viena, que bloqueou uma jihad completa em 1683 — não haveria hoje em dia um papa para pontificar sobre como as muralhas são terríveis e quão incompreendido é o Islã. E quando Francisco acusa, de não serem Cristãos, os que constroem muros, como fez com Trump, acusa essencialmente homens como o Papa Leão IV — que fez tanto para proteger e preservar a Cristandade em um tempo em que o Islã estava engolindo o mundo — de não ser um verdadeiro Cristão.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

A Mulher É Um Inimigo Perpétuo Do Islã

Foto/Capa: Tradução do texto da foto/capa: “Sim: Eles nos odeiam. Isso precisa ser dito.”

Photo/Cover/Credit: Underpaid Genius — Why Do They Hate Us? – Mona Eltahawy

Fonte/Source: Council of Islamic Ideology declares women’s existence anti-Islamic


A Mulher É Um Inimigo Perpétuo Do Islã

Burka woman 2

Nota do blog: “Texto foi retirado do site  Pakistan Today — PT.  Acesse o link acima.” — “UNDER FAIR USE”

Islamabad é a capital do Paquistão, 
cujo nome em Urdu significa “Morada do Islã”. 

15 de Março/2014  — Reeditado.

By “KHABARISTAN TODAY

Islamabad – Sharia Correspondent:  O Conselho da Ideologia Islâmica (CII) concluiu a reunião no. 192 desta Quinta-feira com a decisão de que as mulheres são anti-Islâmicas e que sua mera existência contradiz a Sharia e a vontade de Alá. De acordo com a decisão, o CII Presidente Maulana Muhammad Khan Shirani observou que a existência das mulheres “desafia as leis da natureza, e para proteger o Islamismo e a Sharia, as mulheres devem deixar de existir o mais rápidamente possível.” O anúncio chegou dois dias após a reunião no.191 do CII, onde apelidaram leis relacionadas à idade mínima para o casamento para que sejam consideradas anti-Islâmias.

Após declararem que as mulheres são anti-Islâmicas, Shirani explicou que havia, na verdade, dois tipos de mulheres — haraam e makrooh. “Podemos dividir todas as mulheres do mundo em duas categorias distintas: as que são haram e aquelas que são makrooh. Agora, a diferença entre haram e makrooh é que a primeira é categoricamente proibida enquanto que a segunda é realmente detestada”, disse Shirani.

Ele foi mais longe para explicar como as mulheres ao redor do mundo podem certificar-se de que sejam promovidas a makrooh ou serem apenas haram. “Qualquer mulher que exercer a sua própria vontade é haram, absolutamente haram, e portanto está conspirando contra o Islã e a Ummah, enquanto que as mulheres que são totalmente subservientes podem alcançar o status de makrooh. “Tal é a generosidade da nossa ideologia, e tal é o esforço de homens Muçulmanos como nós, que são os verdadeiros portadores da igualdade de gênero”, disse o presidente CII acrescentou.

Funcionários disseram ao “Khabaristan Today” que os membros do conselho deliberaram sobre várias referências históricas relacionadas às mulheres e concluiu que cada mulher é uma fonte de “fitna” e um inimigo perpétuo do Islã. Disseram também que restringindo as mulheres como suas subordinadas, na fronteira com o estado de escravidão, o ”Momineen” e os “Mujahideen” podem assim garantir que o Islã continuará a ser a religião de paz, prosperidade e igualdade de gênero.

Respondendo uma pergunta de um dos funcionários, “disse que as normas internacionais de igualdade do gênero não devem ser utilizadas quando contradizem o Islã ou a constituição do Paquistão”, que tinha incorporado o Islamismo e dado a soberania a Alá. “Nós não acreditamos nos ideais Ocidentais, e tudo que contradiz o Islã nunca deve ser dado atenção.” “Em todo o caso, dando às mulheres o status mais elevado, de serem makrooh, somos nós os Muçulmanos que abriram o caminho para a verdadeira Sharia do feminismo complacente”, disse o funcionário.

A reunião CII também aconselhou ao governo que a lei que protege o direito das mulheres do Islã de respirar, também deve ser retirado delas. Se a mulher tem ou não permissão para respirar, isto deve ser deixado para o marido ou tutor masculino, e nenhuma mulher, em circunstância alguma, deve ser autorizada a decidir se pode ou não respirar, disse Shirani . (Ênfase adicionada).

Khabaristan Today

khabaristantoday 

Telling it like it almost never is / Contando como se quase nunca fosse

Email: khabaristantoday@pakistantoday.com.pk.


Nota do Blog: Este artigo é uma sátira feita pelo site Khabaristantoday. Veja o logo acima e nas páginas fontes.  Portanto, para evitar confusão, fica registrado aqui. Nenhuma das fontes emitiram nota sobre isso. 

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis