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Raymond Ibrahim: o ódio por trás das lágrimas Muçulmanas indignadas

Fonte/Source: The Hate behind Muslim Tears and Outrage – Raymond Ibrahim


O ódio por trás das lágrimas Muçulmanas indignadas

 POR RAYMOND IBRAHIM

16 de Fevereiro de 2018

FrontPage Magazine

A sensação de supremacismo permeia tudo na vida do supremacista Muçulmano — mesmo aquelas coisas que os meios de comunicação Ocidentais retratam como louváveis, humanitárias ou compreensíveis.

Considere a violação e estrangulamento de Zainab Ansari, uma menina Muçulmana de oito anos, cujo corpo mutilado foi encontrado no lixo em Janeiro último no Paquistão. O trágico incidente provocou indignação em massa na nação Muçulmana. Celebridades famosas e dezenas de milhares de outros Paquistaneses “expressaram seu choque nas mídias sociais usando o hashtag ‘justiceforZainab‘”; multidões irritadas atacaram a polícia e os edifícios do governo, deixando pelo menos dois mortos e muitos feridos; clérigos Islâmicos alertaram as autoridades governamentais para apresentarem o assassino instantaneamente, demitirem-se — ou então. “Podemos pegar esse animal e puni-lo publicamente?” é a questão que “resumiu a exasperação de muitas pessoas por falta de progresso na busca do assassino.”

É desnecessário dizer que a indignação sentida pelos Paquistaneses quanto ao destino dessa menina desafortunada, e o desejo de ver a justiça concedida a seu estuprador assassino, é apreciável. O problema, no entanto, é que essa indignação se baseia inteiramente no fato de que ela era Muçulmana. Muitas jovens Cristãs foram e continuam sendo estupradas, mutiladas e assassinadas — entretanto os Paquistaneses respondem com um silêncio ensurdecedor.

Zainab Ansari

A seguir, uma breve lista (e longe de estar completa) dessas meninas Cristãs não lamentadas:

Nisha, 9, foi sequestrada por Muçulmanos, estuprada por uma gangue, assassinada por golpes repetidos em sua cabeça e depois jogada em um canal.

Lubna, 12 anos, foi sequestrada, estuprada por uma gangue e assassinada por um grupo de Muçulmanos.

Muqadas, 12, foi emboscada em um campo perto de sua casa; o post mortem revelou que ela tinha sido “violada em grupo e depois estrangulada por cinco homens.”

Shazia, de 12 anos, foi escravizada, estuprada e assassinada por Chaudhry Naeem, um rico advogado Muçulmano, que foi absolvido no tribunal.

“É vergonhoso”, explicou as fontes locais do Paquistão ao discutir a violação brutal de outra garota Cristã de 9 anos. “Tais incidentes ocorrem frequentemente. As meninas Cristãs são consideradas produtos para serem danificados no lazer. Abusar delas é um direito. De acordo com a mentalidade da comunidade [Muçulmana], isso nem sequer é um crime. Os Muçulmanos as consideram como espólios da guerra (ênfase adicionada).”

Nem os meninos Cristãos  tampouco são poupados. Enquanto estavam em um bairro Cristão no Paquistão, um grupo de homens Muçulmanos sequestrou um menino de 7 anos; revezaram-se durante o estupro, antes de estrangular o menino e jogaram o corpo em um campo — assim como Zainab. O corpo de outro menino Cristão, Samuel Yaqoob, de 11 anos, também foi encontrado perto de um esgoto… com marcas de torturas horrorosas, com a arma do crime perto. Seu nariz, lábios e barriga foram cortados, e sua família dificilmente pôde reconhecê-lo porque o corpo estava muito queimado. “A autópsia encontrou” 23 feridas por uma arma afiada “e indicações de “sodomia.”

Explicando tais incidentes, Wilson Chowdhry, presidente da Associação Cristã Paquistanesa Britânica, disse: “Partes da cultura Paquistanesa têm uma forte componente de pederastia homossexual, e os meninos minoritários Cristãos entre outros são especialmente suscetíveis a estupros e abusos por causa da impotência de sua comunidade e  o status desprezado deles” (ênfase adicionada).

E esse é o ponto. Como “infiéis”, os Cristãos no Paquistão são amplamente vistos como “intocáveis“, servindo apenas para recolher os “excrementos dos Muçulmanos“, portanto são regularmente tratados como animais. Excluindo as famílias das vítimas e as comunidades Cristãs vizinhas, praticamente ninguém — uma nação com 99% de maioria Muçulmana — se importa quando Cristãos e seus filhos são atacados selvagemente e assassinados, da mesma forma como a Muçulmana Zainab foi.

Nenhum dos assassinatos com estupro de crianças Cristãs mencionados acima gerou um escândalo nacional; nenhum deles foi seguido por tweets em massa e hashtags, celebridades ultrajadas, revoltas em massa, tumultos fatais ou ameaças aos funcionários e policiais. Nem ganharam sua própria página de Wikipédia, da maneira como fizeram com Zainab.

Não surpreende que enquanto o assassino de Zainab foi pego dias após o incidente, os assassinos dos filhos Cristãos acima mencionados nunca foram “encontrados.”

É devido precisamente a essa indiferença que estupradores e assassinos tendem a perseguir crianças Cristãs: se a sociedade não se importa, a polícia não incomodará, e assim eles escapam — quando não como heróis por prestarem um serviço ao Islã. Depois de explicar que “a conversão forçada ao Islamismo de mulheres de grupos minoritários religiosos através do estupro e sequestro atingiu um estágio alarmante” no Paquistão; a Comissão Asiática de Direitos Humanos elaborou este relatório de 2011:

A situação piora com a polícia que sempre acompanha os grupos Islâmicos e trata grupos minoritários como formas de vida humilde. O lado obscuro da conversão forçada ao Islã… envolve também os elementos criminosos envolvidos em estupro e sequestro que em seguida justificam seus crimes hediondos forçando as vítimas a se converterem ao Islã. Os fundamentalistas Muçulmanos oferecerem, com prazer, abrigo a esses criminosos e usam como desculpa a ideia de que estão prestando um ótimo serviço à causa sagrada para aumentar a população Muçulmana.

A polícia no Paquistão praticamente não só nada faz para combater essa “jihad”, como às vezes são os próprios culpados. Em um outro exemplo, um “menino Cristão foi sequestrado, estuprado, torturado e morto por um policial; seu corpo também foi despejado em um canal.”

Com frequência, no entanto, polícia e outras autoridades incluindo imams locais simplesmente se alinham com os assassinos sempre que as famílias das vítimas Cristãs fazem muito barulho exigindo “justiça” — isto é, quando os “dhimmis” ficam muito atrevidos, pois de acordo com a lei Islâmica os mesmos precisam “conhecer o seu lugar” e agradecer para que, como infiéis indesejáveis ​​e vulneráveis, sejam atribuídas qualquer medida de tolerância.

Por exemplo, outra menina Cristã de 12 anos, conhecida como “Anna” foi estuprada por uma gangue durante oito meses, forçada a se converter, e “casou-se” com o seu agressor Muçulmano, mas depois escapou. Em vez de ver a justiça sendo feita, ela e sua família Cristã foram relatadas pela última vez como “escondidas dos estupradores e da polícia.” Da mesma forma, depois que uma criança de 2 anos foi violentamente estuprada porque seu pai Cristão recusou a conversão ao Islã — deixando sua anatomia permanentemente desfigurada apesar de passar por cinco cirurgias — ela e sua família esconderam-se por terem feito um “grande estardalhaço” do incidente.

O viés Muçulmano sobre quem importa (colegas Muçulmanos) e quem não (todos os outros) é regularmente despercebido no Ocidente. Por exemplo, a obrigação Muçulmana de pagar o zakat (traduzido várias vezes como “caridade”) é sempre aclamada no Ocidente como um reflexo do lado “humanitário” do Islã — mesmo que a lei Islâmica dominante insista que tal “caridade” só vai ajudar os Muçulmanos, nunca o odiado infiel….

Mesmo quando Muçulmanos saem massacrando na América — como o bombardeiro do metrô de Nova York ou esfaqueador do Estado de Ohio, — a mídia corre para sugerir que tudo não passa de indignação com a situação dos Muçulmanos que sofrem (sempre os Rohinyas em Myanmar), levando esses homens ao limite em busca de “justiça” (não importando se suas vítimas Americanas tenham nada a ver com a política de Mianmar).

Uma explicação mais apropriada é que eles simplesmente odeiam infiéis, como se viu no fato de que a Somália, onde Abdul Raza, o esfaqueador do Estado de Ohio nasceu e cresceu, é considerada a segunda maior nação Muçulmana do mundo para ser Cristão (o que certamente é muito significativo, já que 40 das absolutas piores 50 nações são Muçulmanas). Embora os Cristãos possam ser essencialmente decapitados em público na Somália, tal “injustiça” contra seus próprios compatriotas nunca pareceu incomodar o suposto “coração sangrento” de Abdul.

O Islã é responsável por este viés: o Alcorão pede aos Muçulmanos que sejam “fortes contra os infiéis, misericordiosos entre eles [48:29]”; A doutrina Islâmica sustenta que os Muçulmanos são superiores aos não-Muçulmanos — que são comparados a cães e gado. Por isso, pouco se importam quando infiéis subumanos são estuprados e assassinados, ficam irritados ao ver as minorias infiéis agitando por igualdade com os Muçulmanos — e tornam-se completamente assassinos vendo infiéis realmente dominando os Muçulmanos.

Desse ponto, muitos poderão começar a entender a queixa Muçulmana máxima: Israel. Se as minorias Cristãs impotentes e oprimidas no mundo Muçulmano ainda são tratadas cruelmente, como os Muçulmanos devem se sentir sobre os Judeus — os descendentes de porcos e macacos, de acordo com o Alcorão — exercitando poder e autoridade sobre os demais Muçulmanos? Indignação absoluta.

É claro que, se as queixas contra Israel fossem realmente sobre justiça universal e Palestinos deslocados, os Muçulmanos ficariam ainda mais atormentados pelo fato de que milhões de Cristãos estão sendo deslocados em nome da jihad e geralmente tratados de tal maneira que faz com que ser Palestino pareça algo invejável.

Desnecessário dizer que eles não estão ressentidos — e não estarão tão cedo; porque os ressentimentos Muçulmanos se baseiam no que machuca os Muçulmanos, nunca no que machuca os infiéis — ao contrário.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

 

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Muhammad, o Profeta Branco com Escravos Negros

Fonte/Source: Dr David Wood Interview — David Wood – Maomé: O Profeta Branco com Escravos Negros

Nota: Não consegui identificar o nome do tradutor do vídeo mencionado acima para dar o crédito. 


Por Tiao Cazeiro

7 de Fevereiro de 2018

Dr. David Wood, um sujeito que além de brilhante é simpatisíssimo,  disse em entrevista ao ChristianReporter News que “nós somos a primeira geração em 1400 anos a ter acesso às traduções do Sahih al-Bukhari”, (sahih significa autêntico ou correto), o qual é composto por 97 livros. Esses livros consolidaram o hadith como a segunda fonte de jurisprudência Islâmica mais importante depois do Alcorão.

David, como é mais conhecido, é PhD em Filosofia pela Fordham University, um dos principais ativistas anti-Islã da atualidade e considerado por Robert Spencer como simplesmente “brilhante”.

David conta que foi só nos anos 90 que as traduções de Sahih al-Bukhari ficaram disponíveis ao público. E mais, se Muhammad Ali e Malcom X, — que se converteram ao Islamismo nos anos 60, — tivessem tido acesso a essas traduções na época, jamais teriam se convertido ao Islamismo, porque o que foi revelado sobre o escravismo é absolutamente monstruoso.

Alguns exemplos:

Muhammad dizia que Satã parece com um homem negro; Muhammad possuiu, comprou, vendeu etc. escravos negros Africanos; os seguidores de Muhammad institucionalizaram a escravidão dos negros Africanos etc. Um detalhe importante, Muhammad era branco como a neve.

Embora este vídeo já tenha sido legendado, resolvi publicar uma parte do texto para atender a sugestão de um amigo. De qualquer forma, ao final deste artigo, deixarei vocês com o vídeo.


‘Muhammad, o Profeta Branco com Escravos Negros’
Por David Wood
Sahih al-Bukhari 6161:

Narrou Anas bin Malik: O Mensageiro de Alá estava em viagem e tinha um escravo negro chamado Anjasha, e ele estava dirigindo os camelos (muito rápido e havia mulheres naqueles camelos).

O Mensageiro de Alá disse: “Waihaka, O Anjasha! Dirija lentamente os camelos com os vasos de vidro (as mulheres)!”

O excerto a seguir é sobre um escravo negro que foi morto a tiros ao descarregar a bagagem de Muhammad.

Sunan an-Nasai 3858:

Foi narrado que Abu Hurairah disse: “Estávamos com o Mensageiro de Alá (Muhammad ou Maomé) no ano de Khaibar, e não recebemos nenhum espólio de guerra, exceto riqueza, bens e roupas.

Então um homem de Banu Ad-Dubaib, chamado Rifa’ah bin Zaid, deu ao Mensageiro de Alá um escravo negro chamado Mid’am. O Mensageiro de Alá partiu para Wadi al-Qura. Quando estávamos em Wadi al-Qura, enquanto Mid’am descarregava a bagagem do Mensageiro de Alá, uma flecha veio e o matou. Pessoas disseram: ‘Parabéns! Você vai ao Paraíso’, mas o Mensageiro de Alá disse: ‘Por Aquele em Cuja Mão está a minha alma! O manto que ele tirou do espólio de guerra no dia de Khaibar está queimando ele com fogo.’”

Só para esclarecer, Muhammad fez sexo com uma garota de nove anos, roubou caravanas e decapitou centenas de Judeus, mas ele é bom. Seu escravo negro, ao contrário, pegou um manto antes que os despojos tivessem sido divididos, e por isso foi para o inferno. Bem-vindo ao Islã.

Em “Provisions of the Afterlife“, páginas 30-31, Ibn Qayyin Al-Jawziyya lista 28 dos escravos masculinos de Muhammad e 12 de suas escravas. Alguns desses escravos eram negros, outros não. Muhammad renomeou um dos seus escravos negros “Safina”, que significa “Navio”. Chamou seu escravo de “Navio” porque podia pôr excesso de carga no escravo como num navio e o fazer carregar tudo.

Muhammad aparentemente pensava que os escravos negros valiam menos que os escravos Árabes, uma vez que trocou dois de seus escravos negros por um escravo Árabe que queria libertar porque o escravo Árabe se converteu ao Islamismo.

Sabemos que Muhammad fez sexo com suas escravas, porque acabou engravidando uma delas. Mas não se preocupe. Um líder branco que engravida uma escrava só é assustador quando acontece com Thomas Jefferson.

Encontramos o pior cenário de Muhammad em Sahih al-Bukhari 7142:

Narrou Anas bin Malik: O Mensageiro de Alá disse: “Você deve ouvir e obedecer seu Imam, mesmo que ele seja um escravo Etíope cuja cabeça se pareça com uma passa.”

Muhammad dá um exemplo semelhante em Sahih Muslim 3138, onde ordena seus seguidores a obedecerem seu líder, mesmo que seja um escravo negro mutilado. Assim, o pior líder possível de uma comunidade de Muçulmanos, segundo Muhammad, seria um escravo negro. Por uma questão de clareza, devo salientar que a mulher é excluída da hierarquia de possíveis líderes. Muhammad disse que uma nação nunca será bem sucedida com uma mulher como líder.

Mas o pior ainda está por vir.

Muhammd diz aos seus seguidores com quem Satanás parece em Ibn Ishaq, p. 243.

O apóstolo disse: “Quem quiser ver Satanás basta olhar para Nabtal ibn al-Harith!” Ele era um homem negro, robusto, com longos cabelos brilhantes, olhos inflamados e bochechas escuras e coradas. “Qual de vocês é o Profeta?” “Este cara branco.” “Com quem Satanás parece?” “Com aquele cara negro.”

Agora, como pode uma religião que foi inaugurada por um profeta branco que tinha escravos negros e se referia aos Etíopes como “cabeças de passas” e disse que Satanás parece com um homem negro obter a reputação que tem hoje em dia entre os Muçulmanos Afro-Americanos?

Bem, aqui está o Ocidente, há uma atmosfera geral de ignorância sobre o Islã. As pessoas não conhecem os fatos mais básicos sobre Muhammad e o Alcorão. E isso permite que os pregadores Muçulmanos digam o que quiserem sobre o Islã, porque ninguém irá corrigi-los.

E assim, se um pregador Muçulmano estiver falando com uma mulher interessada nos direitos das mulheres, “Muhammad foi um campeão dos direitos das mulheres!” (Vide Linda Sarsour…)

Se estiver falando com alguém que tem grande consideração pela ciência, “O Alcorão é uma obra-prima científica, cheia de idéias científicas milagrosas que só foram verificadas séculos mais tarde“.

Se estiver falando com alguém que está preocupado com a justiça racial, “o Islã é a religião que liberta os escravos e estabelece a igualdade racial“, é um absurdo… é realmente um absurdo.

Mas as pessoas se convertem ao Islã porque acreditam no que é dito e não se interessam em ler as fontes Muçulmanas para ver se a história do pregador confere.

Agora, para aqueles que compraram esse desastre, para aqueles que acreditaram no pregador Muçulmano quando ele disse: “Ei, se você realmente quiser enfiar isso nos brancos, você precisa se converter ao Islã
(nota: aqui o David se refere aos pregadores que converteram alguns negros Americanos como Muhammad Ali etc., e em seguida ironiza) — a religião de um homem branco que comprou, vendeu e trocou escravos Africanos e cujos seguidores institucionalizaram a escravidão negra Africana séculos antes dos Europeus se juntarem e que continuam a escravizando os negros Africanos até hoje…

Se você se apaixonou por isso… Eu digo e direi isso novamente. Você foi ludibriado, feito de trouxa, você foi enganado, sacaneado, se desviou! enlouqueceu!” — Nota: Este excerto em negrito que você acabou de ler faz parte de um discurso de Malcom-X, o qual David Wood usou para ironizar os Negros Americanos iludidos com o Islã.

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Pillsbury Doughboy

Isso é o que esses profetas brancos com escravos negros fazem. Mas agora que você viu o que as fontes Muçulmanas dizem, agora que você sabe que você foi enganado, você tem uma escolha. Você pode deixar o Islã ou continuar servindo um homem cujas descrições em suas fontes mais confiáveis ​​o tornam completamente indistinguível de um Pillsbury Doughboy cujos ensinamentos legitimaram a escravidão racial por catorze séculos.

 

Imagem relacionadaBasta lembrar que, se você continuar honrando um comerciante de escravos que é tão escuro como o recheio de um Twinkie e que tinha escravos negros e chamou os Etíopes de “cabeça de passas” e disse que Satanás parece com um homem negro, você não é um guerreiro da liberdade, ou um guerreiro da justiça social, ou campeão dos direitos civis. Você é o último Uncle Tom.

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E no caso de você querer saber o quão sério eles levam a brancura de Muhammad no mundo Muçulmano, vou deixar você com uma citação de Ash-Shifa, um dos livros mais populares e respeitados do Islã sobre a vida e os ensinamentos de Muhammad.

Ahmad ibn Sulayman, companheiro de Sahnun, disse que quem falar que o Profeta era negro será morto. O Profeta não era negro.

Pena de morte para quem chamar Muhammad de homem negro.


 

Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

SERÁ QUE “SUFI ISLÔ CURA TUDO?

Fonte/Source:  Could Sufi Islam be the cure-all?  — Qantara.de


Por Tiao Cazeiro

O artigo “Será Que “Sufi Islã” Cura Tudo?” a seguir, foi escrito por Syed Qamar Afzal Rizvi, um pesquisador independente com base no Paquistão. Sua pesquisa centra-se na prevenção de conflitos, no direito internacional, nos estudos de guerra e em outras questões importantes relacionadas ao sul da Ásia, Oriente Médio, União Europeia, Nações Unidas e política externa dos EUA.

É uma excelente oportunidade para que percebam a mentalidade Muçulmana do ponto de vista Sufi. O autor com certeza não é uma pessoa desinformada e provavelmente pertence a alguma Ordem Sufi.

Lembro bem que quando comecei a escrever e traduzir artigos sobre o Islã eu disse o seguinte:

A princípio, rezar para o mesmo Alá (e o seu Mensageiro Muhammad) e ser diferente, soa como se um galho de árvore pudesse dizer à própria árvore: “Não sou como você!”

Alguns dos artigos que traduzi sobre os Sufis, listados a seguir, mostram claramente que a ‘Tradição Sufi’ não conseguirá se desprender do Islã Político com facilidade, mesmo que porventura tenha surgido, como é dito, muito antes de Jesus Cristo etc.

Eis a lista de artigos para quem quiser ler…

1 – XIISMO, SUFISMO E GNOSTICISMO
2 – O Moderno Líder Sufi Tabandeh
3 – O Lado Sinistro do Sufismo
4 – JIHAD E DEPREDAÇÃO — A MISSÃO DOS SUFIS EM KASHMIR
5 – Sufismo Na Índia — Uma História Sangrenta
6 – Sufismo Sem Camuflagem (Muito Além de Stephen Schwartz) 
7 – A INVASÃO ISLÂMICA DA ÍNDIA: O MAIOR GENOCÍDIO DA HISTÓRIA

Mas interessante mesmo é ouvir que Muhammad (ou Maomé) foi o primeiro Sufi…

“Assim sendo, o primeiro Sufita ou Sufi foi Al-Mustafa (o Escolhido [Profeta Muhammad (Maomé)]), visto ter sido este o primeiro a entrar em retiro, o que aconteceu no Ghar (Monte) de Hira, onde tinha por hábito deslocar-se para meditar (yatahannath) e adorar a Deus, isto de acordo com a religião do nosso Mestre Abraão…” — O Sufismo (Tasawwuf) (YA)

Veja, mesmo que a tradição tenha surgido antes de Cristo não altera o fato, como por exemplo, do estrago que os Sufis e os exércitos Muçulmanos fizeram na Índia.

Brasileiros envolvidos com o Sufismo precisam perceber que estão refletindo 1400 anos de história, onde a escravidão e o massacre de milhões de infiéis deixou uma mancha monstruosa no Islã, envolvendo os Sufis de alguma forma.

Existe uma correlação direta entre a ignorância Ocidental da história e a ignorância Ocidental das doutrinas “problemáticas” do Islã. É essa conexão que permite aos apologistas do Islã escaparem com tantas distorções e mentiras definitivas destinadas a proteger o Islã.” — Raymond Ibrahim

Com relação ao artigo a seguir, vou fazer apenas dois comentários que considero centrais, para orientar a leitura do artigo:

  1. Diz o autor…

1 -“Todas as organizações Islâmicas terroristas existentes hoje em dia estão baseadas nessa interpretação política do Islamismo. Existe uma dimensão cultural na globalização, sobre a qual muitos Muçulmanos têm uma consciência aguda.”

2 – “Duas grandes tendências surgiram como resultado: domínio e submissão [Ênfase adicionada] 

O primeiro caso soa mais ou menos assim: ‘Olha, é verdade que os terroristas se baseiam nos textos sagrados, mas sabe, não é bem assim não, calma lá, “existe uma dimensão cultural na globalização“, ela sim é  a culpada de tudo e está invadindo o Islã, pervertendo a juventude, e está atrapalhando a missão Islâmica de dominar o mundo.

No segundo caso, domínio e submissão, não é e nunca foi uma “tendência“, é simplesmente obrigatório, mandatório, imperioso, imposto e prescrito por Muhammad aos seus seguidores.  Não preciso citar algum verso do Alcorão, preciso?

Embora o autor mencione os textos sagrados no artigo, dizer que “parece não haver uma justificativa válida” é demais. Os Sufis falam de “paz e amor”, mas não mencionam o grau de violência contra os infiéis (não-Muçulmanos) que vemos no Alcorão, Sira e Hadith ou na própria história.

  1. Diz o autor…

De qualquer forma, os esforços iniciais por parte dos principais teólogos Muçulmanos ao responderem às interpretações literais das escrituras, aceitaram implicitamente a insistência dos extremistas [sic] de reduzir a tradição religiosa a um único conjunto de textos.”

Louváveis ​​e necessárias como tais respostas são, há algo desconcertante sobre o Grande Mufti do Egito rejeitando interpretações extremistas [sic] dos versos Corânicos porque não representam o “verdadeiro” Islã — como se realmente houvesse apenas um modo autêntico de ser “verdadeiramente” Muçulmano.”

Eis aqui o que realmente disse o Grande Mufti de Al Azhar, Egito:

Quando eles [os reformadores] dizem que Al Azhar deve mudar o discurso religioso, mudar o discurso religioso, isso também é, quero dizer, eu não sei — um novo moinho de vento que acabou de aparecer, este “mudar o discurso religioso” — o que muda um discurso religioso? Al Azhar não muda o discurso religioso — Al Azhar proclama o verdadeiro discurso religioso, que aprendemos com os nossos anciãos.” — Al Azhar Rejeita Reforma do “Discurso Religioso” 

Robert Spencer ainda diz mais sobre o Grande Mufti de Al Azhar:

Esta é outra afirmação estranha: é o Estado Islâmico (ISIS) que mais critica o uso livre do cérebro e insiste em seguir servilmente os ensinamentos desses livros auxiliares — que ensinam qualquer coisa, desde comer carne de cativos infiéis até vender mulheres e crianças em mercados de escravos.

Ou seja,  um grupo (que o autor chama de ‘extremistas’) quer reformar os textos sagrados, e o autor apoia.  O tal do Grande Mufti do Egito rejeita qualquer alteração nos textos, e Robert Spencer aproveita para mostrar que o ISIS atua apoiado nos textos que o Mufti não quer alterar. Então, pela lógica, Al Azhar apoia o ISIS, consequentemente o ISIS representa o verdadeiro Islã.  E agora? Como dizem por aí, durma com um barulho desse!

Não se iludam com a conversinha Sufi (me refiro aqui aos Mestres Sufis e não aos seguidores pelos quais tenho respeito porque a grande maioria não conhece a história), não existe ingenuidade nessa narrativa e os Sufis não conseguirão se deslocar disso tudo com facilidade. Quando o autor cita “Jimmy Hendrix”, você verá isso no artigo a seguir, mostra claramente ao que veio. Quando cita famosos como Winston Churchill, Sir Richard Burton, não irá mencionar que Churchill bateu feio no Islã.

Os Sufis como sempre buscam o privilégio, a alta sociedade, o luxo, a alta cultura para alavancar a causa Islâmica, para Islamizar, abrir as portas para o Islã como fizeram na Índia e como estão fazendo em Londres, vide Príncipe Charles etc.. A Wikipédia mostra os dervishes assim: “os dervixes são similares às ordens mendicantes dos monges cristãos e dos sadhus hindus, …” o que não é falso dizer, mas estamos falando das lideranças, dos espertos.

Tudo que envolve os Sufis é o melhor dos mundos, o mais que perfeito, a grande luz da humanidade, os únicos que sabem o que realmente  “estar com Deus”. Quando falam em música então, consideram a música Sufi a mais profunda, a melhor coisa deste mundo. Rumi, o maior de todos etc., o amor que só os Sufis conseguem sentir… o amor divino etc., o resto é o resto.

É o “povo das necessidades especiais” e agora, de acordo com o autor do artigo a seguir, “eles (os Sufis, ou melhor os Dervishes) precisam ser divulgados nas escolas e nos púlpitos das mesquitas, e ter acesso privilegiado às redes de televisão em todo o mundo.” Pura sandice, beirando a infantilidade, e ainda por cima mostra desespero, pois o barco está afundando. [Ênfase adicionada]

Sim, lembrei neste exato momento, muito obrigado!

Dr. Bill Warner: “Então, lembra-se do que eu lhe falei sobre a casa do Sufismo, que era um palácio com um cheiro vindo do porão?


SERÁ QUE “SUFI ISLÔ CURA TUDO?

Por Syed Qamar Afzal Rizvi

6 de Fevereiro de 2018 (Publicado originalmente em 29/04/2016)

Estudantes e pesquisadores Islâmicos concordam que o Sufismo tem o potencial de curar aqueles cujas mentes foram pervertidas pelo terrorismo. Sufis famosos das gerações anteriores inclui Rumi, Omar Khayyam, Fariduddin Attar — cujas histórias foram usadas mais tarde por Chaucer — e o Espanhol Averroes, o “excelente comentarista” de Aristóteles.

Muitas de suas ideias chegaram à Europa através do contato entre os mundos Islâmico e Cristão nos estados cruzados, Normando da Sicília e a Península Ibérica.

Desde o início, o Sufismo tem se preocupado em construir pontes entre as comunidades, promovendo o contato em benefício mútuo dos envolvidos. No Ocidente, pessoas tão diversas como Dag Hammarskjold, São Francisco de Assis, Sir Richard Burton, Cervantes e Winston Churchill foram todas influenciadas pelo Sufismo.

A interpretação Sufista do Islamismo é considerada moderada porque, em vez de se concentrar no estado, concentra-se nas dimensões internas do Islamismo e na purificação da alma. Nas últimas décadas, no entanto, os seminários Sufis começaram a ensinar uma interpretação mais política do Islã, alimentando o atual domínio do último.

Jalal ad-Din Muhammad Rumi (fonte: Wikipedia)
Pioneiros do Sufismo acadêmico: muitas das ideias promulgadas pelos grandes místicos como Jalal ad-Din Rumi, Omar Khayyam ou Fariduddin Attar chegaram à Europa através do contato entre os mundos Islâmico e Cristão nos estados cruzados, Normando da Sicília e Península Ibérica, influenciando muitas das grandes figuras históricas do Ocidente.

ISLAMISMO POLÍTICO E AS RAÍZES DO RADICALISMO

Todas as organizações Islâmicas terroristas existentes hoje em dia se baseiam nessa interpretação política do Islamismo. Existe uma dimensão cultural na globalização, sobre a qual muitos Muçulmanos têm uma consciência aguda. Eles sentem que os tipos de valores e ideias, as noções de viver — que emanam do Ocidente e que começam a penetrar em suas sociedades, influenciando sua juventude em particular — são prejudiciais. Alguns dos aspectos mais óbvios ligados à música, formas de dança e filmes etc. são vistos como prejudiciais à sua própria cultura e identidade.

Duas grandes tendências surgiram como resultado: domínio e submissão.

Em geral, o domínio tem conotações negativas. Os Muçulmanos desenvolveram uma consciência aguda da dominância e são altamente sensíveis a isso, às vezes reagindo com agressão. Embora podemos apreciar as circunstâncias históricas que possam ter dado origem a algumas dessas tendências, parece não haver uma justificativa válida, nem do ponto de vista Islâmico nem da perspectiva das relações interculturais.

Atualmente, a tendência à submissão, no sentido de submeter-se a Deus [sic], permanece muito fraca. Esses Muçulmanos acreditam que, no meio da globalização, é necessário reafirmar a essência do Islamismo. E este é o seu universalismo, a inclusão, a atitude de acomodação, a capacidade de mudar e de se adaptar, mantendo a essência da fé.

Em outras palavras, a fé é algo verdadeiramente ecumênico e/ou universal. Você encontrará adeptos dessa tendência em quase todos os países Muçulmanos, embora continue à margem.

DESARMANDO A BOMBA

Todos falamos sobre o desarmamento nuclear, mas se alguém nos dissesse que existe uma bomba mais forte que a nuclear, tiquetaqueando, ameaçando a cada segundo, essa é a bomba da total depravação. Quando os indivíduos se inclinam para os degraus mais baixos da natureza humana, tornam-se mais perigosos que os animais mais selvagens. E quando o vírus da “contumácia egoísta” [sic] (rebelião teimosa contra a autoridade) infecta o seu ser, tornam-se mais voláteis do que o dispositivo mais explosivo.

A abordagem mística nos convida a considerar o desarmamento da humanidade. Somente por meio de um compromisso ativo, podemos neutralizar todas as armas à disposição dos terroristas. Como disse Jimi Hendrix com sabedoria:

“Quando o poder do amor superar o amor pelo poder, o mundo conhecerá a paz”.

É hora dos Muçulmanos de todo o mundo tomarem uma posição unida contra as interpretações políticas do Islamismo e iniciarem um processo de reforma. Do mesmo modo, o sistema de educação religiosa também precisa de uma revisão profunda, uma vez que fornece terreno fértil para todas as organizações terroristas.

Lendo o Alcorão na Mesquita Sehitlik em Berlim (foto: dpa / aliança de fotos)
O terrorismo não tem religião: “Os Muçulmanos precisam combater a ideologia Islâmica com uma interpretação pacífica e tolerante do Islã. Juntamente com a comunidade internacional, é imperativo que os Muçulmanos lutem contra essa ideologia política, que tem causado danos sem precedentes a muitos dos seus semelhantes fiéis”, escreve Syed Qamar Afzal Rizvi

Muçulmanos precisam combater a ideologia Islâmica com uma interpretação pacífica e tolerante do Islamismo. Juntamente com a comunidade internacional, é imperativo que os Muçulmanos lutem contra essa ideologia política, que tem causado danos sem precedentes a muitos dos seus semelhantes fiéis.

DISCURSO ORIENTE-OCIDENTE

A prevenção do extremismo não é algo que conseguiremos realizar durante a noite. Temos que construir uma estratégia que transcende gerações. A segurança é o primeiro dever de todos os governos, entretanto um poder coercitivo por si só jamais será uma resposta completa.

Nos debates em curso sobre como responder ao Islamismo extremista, foi dado pouca atenção ao vasto e profundo repertório da filosofia Sufi, dos rituais e até mesmo das obras artísticas, que acompanhou os séculos mais iluminados da “civilização Muçulmana”.

De qualquer forma, os esforços iniciais por parte dos principais teólogos Muçulmanos ao responderem às interpretações literárias das escrituras, aceitaram implicitamente a insistência dos radicais em reduzir a tradição religiosa a um único conjunto de textos.

Louváveis ​​e necessárias como tais respostas são, há algo desconcertante sobre o Grande Mufti do Egito rejeitando interpretações radicais dos versos Corânicos porque não representam o “verdadeiro” Islã — como se realmente houvesse apenas um modo autêntico de ser “verdadeiramente” Muçulmano.

A potência do Sufismo pode estar na sua capacidade de lembrar aos Muçulmanos (e aos não-Muçulmanos) que, mais do que as palavras literais de um texto sagrado, o Islã tem sido durante mil e quinhentos anos uma experiência de vida, com toda a variação cultural e intelectual que isso implica. Há 15 milhões de Sufis em todo o mundo, com Damasco e a sua Grande Mesquita Umayyad como sua capital. Eles precisam ser divulgados nas escolas e nos púlpitos das mesquitas, e ter acesso privilegiado às redes de televisão em todo o mundo.

Protestos em Lahore contra o ataque terrorista na Universidade Bacha Khan em Charsadda (foto: Reuters / M. Raza)
É tempo para uma ação conjunta: eventos na França, Turquia e na Bélgica, para não mencionar os recentes ataques terroristas em Lahore e no Paquistão, são certamente um despertar. Oriente ou Ocidente, a verdade é que combater o terrorismo continua sendo uma tarefa gigantesca.

SINERGIAS NECESSÁRIAS

Existem três modalidades importantes. Em primeiro lugar, não podemos ignorar o fato de que é uma luta sobre ideias que se baseiam em uma perversão da religião. Nesta batalha, a única solução duradoura pode ser uma que compreenda, aborde e levante as próprias ideias. Em segundo lugar, compreendendo que este é um desafio geracional, precisamos implementar a reforma já, para que a próxima geração tenha entendimento e habilidade necessária para criar resiliência perante ideias extremistas.

Finalmente, não devemos subestimar a necessidade de combater os problemas juntos.

As decisões difíceis e necessárias abordadas aqui, e as opções políticas associadas a elas, não são irrealistas e levam em consideração o espectro completo dos desafios. Devemos reconhecer o que funciona, e sempre que houver um impacto positivo, devemos procurar replicá-las.

É necessário uma ação estratégica que possibilite a implementação das soluções que são tanto de longo prazo quanto caracterizadas pela continuidade e consenso. O terrorismo não tem religião. Os sistemas educacionais Ocidentais e Orientais precisam ser atualizados com o credo do ‘Sufi Islã’, que defende o ensino universal sobre a humanidade.

Os governos de leste a oeste terão que trabalhar arduamente para construir coalizões para este trabalho, não apenas dentro da sociedade, mas também no âmbito transgovernamental. Prevenção do extremismo é um dos maiores desafios que enfrenta esta geração e a próxima. Se não o enfrentarmos juntos, com urgência, nosso futuro como uma comunidade global será muito sombrio.


Syed Qamar Afzal Rizvi –  © MPC Journal 2016

Syed Qamar Afzal Rizvi é um pesquisador independente com base no Paquistão. Sua pesquisa centra-se na prevenção de conflitos, no direito internacional, nos estudos de guerra e em outras questões importantes relacionadas ao sul da Ásia, Oriente Médio, União Europeia, Nações Unidas e política externa dos EUA.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

XIISMO, SUFISMO E GNOSTICISMO

Fonte/Source: Shi‘ism, Sufism and Gnosticism


Por Tiao Cazeiro

A comunidade Dervish Gonabadi está mais uma vez sob pressão total do regime Iraniano, literalmente em guerra nas ruas. Ativistas publicaram imagens recentes (3/2/18) mostrando membros da comunidade impedindo a prisão do famoso líder Sufi Dr. Noor Ali Tabandeh, pelas forças de segurança do estado, a IRGC Basij.

Ridicularizando o que ele descreveu como “comportamento provocativo”, o líder de 90 anos dos Dervixes de Gonabadi citou em sua mensagem de voz: “Muito trabalho foi feito para manter a paz no país, embora às custas de ser espancado em nossas cabeças; ainda assim, o país está calmo, mesmo assim. Não o perturbe [a paz] em vão. Não há ninguém que ameace minha vida ou minha casa. Eles querem um show off. Esta é uma abordagem errada.”


XIISMO, SUFISMO E GNOSTICISMO

Por Dr. Hajj Nour Ali Tabandeh

Dr. Hajj Nour Ali Tabandeh

Xiismo, Sufismo E Gnosticismo [1]

“Meu Senhor! Expande meu peito, e facilite o meu trabalho, e afrouxe o nó na minha língua para que possam entender o meu discurso.” [2]

Com relação ao Xiismo e o Sufismo — duas palavras denotando a mesma realidade, entretanto, scholars contemporâneos, especialmente os Ocidentais, têm cometido vários erros.

Esses erros foram cometidos por ignorância ou intencionais. Desde o começo, a missão de alguns era criar corrupção dentro do Xiismo e instigar o sectarismo dentro do Islã, fornecendo informações ao seu próprio aparato colonialista. Muitos chegaram à mesma conclusão com sinceridade, embora fossem explorados por outros.

O primeiro erro que cometeram sobre esse problema foi no que diz respeito à data do surgimento histórico do Xiismo. Alguns dizem que começou após o falecimento do Imam ‘Ali, que a paz esteja com ele. Outros dizem que apareceu após o martírio do Imam Husayn, que a paz esteja com ele. Há outras opiniões desse tipo também. Seu erro é fazer confusão entre a aparência de um nome com a aparência de sua denotação. Enquanto um nome pode aparecer ou ser aceito em qualquer momento, não desempenha nenhum papel na questão principal. Quando uma escola de pensamento está em questão, não se deve prestar atenção a meros rótulos. Da mesma forma como os Xiitas eram às vezes chamados de Xiitas de ‘Ali e às vezes de Shu’ubites [3], porque os Xiitas se apegaram a este verso do Alcorão em que Deus [sic] diz:

[Alcorão 49:13] Ó humanos, em verdade, Nós vos criamos de macho e fêmea e vos dividimos em povos e tribos, para reconhecerdes uns aos outros. Sabei que o mais honrado, dentre vós, ante Deus, é o mais temente.” [4]

Isso porque havia não Árabes que se converteram ao Islã e que esperavam que não houvesse diferença entre eles e os Árabes. Infelizmente no entanto, entre os califas, com exceção do Imam ‘Ali e o Imam Hasan, tais diferenças eram mais ou menos feitas. Em reação a isso, os Xiitas se referiram a esse verso. Havia também uma período durante o qual eram chamados de Rafidi, que significa “aqueles que abandonaram sua religião.” Deste modo, os Xiitas foram chamados por uma variedade de nomes, mas, como foi mencionado, a aparência de um nome não é motivo para a ausência anterior de denotação.

[1] Este artigo foi escrito em resposta a uma carta inquirindo sobre as relações entre Xiismo, Sufismo e Gnosticismo. O autor se explicou em linguagem simples a pedido do correspondente. Foi publicado em Persa no Journal Erfàn-e Iran, (2000) Vol. 2, nº 7, 11-23.

[2] Alcorão (20: 25-28)

[3] Esta palavra vem de sha’b que significa povo, nação ou tribo. [Tr.]

[4] Alcorão (49:13).

Gonabadi Dervishes Celebrando Eid Al-Fitr em Teerã, Capital do Irã.

Temos que observar a diferença entre as visões Xiitas e Sunitas dentro do Islã, e quais são os princípios para que possamos discernir quando o Xiismo se originou, com base no surgimento de seus princípios.

Após o falecimento do Profeta (Muhammad/Maomé), ‘Ali, ‘Abbas, o tio do Profeta, e talvez algum dos outros Hashimites ocuparam-se com o enterro. Enquanto estavam ocupados, um grupo reuniu-se em um lugar conhecido como Saqifah Bani Sa’idah, e nomearam Abu Bakr como califa em um processo narrado na história. Assim Abu Bakr tornou-se o primeiro califa. Depois de Abu Bakr, ‘Umar tornou-se califa e depois dele ‘Uthman. O quarto foi ‘Ali, que a paz esteja com ele.

Desde o início, após o falecimento do Profeta, aqueles que desaprovaram o evento de Saqifah Bani Sa’idah disseram que, assim como o Profeta não foi selecionado por nós, mas escolhido por Deus, da mesma forma, seu sucessor não deveria ser selecionado pelas pessoas, e as pessoas não têm o direito de fazer isso, mas deveria de acordo com a vontade de Deus.

Eles continuaram, pois o nosso Profeta é o último dos profetas, não há mais revelações, mas, porque qualquer coisa que o Profeta disse equivale à revelação, como é explicitamente afirmado pelo verso “Nem fala por capricho. Isso não é senão a inspiração que lhe foi revelada.” [5] aquele nomeado pelo profeta é nomeado pelo próprio Deus. O Profeta nomeou ‘Ali para ser seu sucessor em vários momentos durante sua missão. Portanto, o sucessor do Profeta é ‘Ali, e não alguém nomeado pelo povo.

Aqueles Sunitas que aceitam o evento de Saqifah dizem que, como as pessoas estavam reunidas lá e escolheram o califa, a escolha deles é válida, e ele é o califa (embora, essa posição também tenha sido criticada, já que todas as pessoas ou os chefes e tomadores de decisão não estavam presentes).

Historicamente falando, não há dúvida que depois do Profeta, Abu Bakr, em seguida ‘Umar, em seguida ‘Uthman, em seguida ‘Ali, e em seguida Imam Hasan tornou-se califa.

Mas os Xiitas dizem que a verdadeira sucessão do Profeta, isto é, o seu califado espiritual, é o certo, ou melhor, o dever de ‘Ali. A principal diferença e desacordo ocorrem deste ponto. Os seguidores de Abu Bakr, ‘Umar e ‘Uthman foram nomeados Sunitas, enquanto os seguidores de ‘Ali e Imam Hasan eram chamados de Xiitas.

Então a principal diferença entre Xiitas e Sunitas é que o último permite que as pessoas escolham o califa enquanto o primeiro acredita que o califado deve ser determinado de acordo com a ordem e o decreto do Profeta.

É óbvio que ‘Ali foi nomeado pelo Profeta, e como sempre deve ter um representante divino na face da terra, depois de ‘Ali, quem for nomeado por ele será o califa, e assim por diante. Se tomarmos essa diferença em consideração, veremos que a base do Xiismo apareceu imediatamente após o falecimento do Profeta, mas não se pode dizer que tenha ocorrido. A diferença já estava presente, mas durante a vida do Profeta isso não emergiu porque não havia nenhuma razão para isso. Após o falecimento do Profeta, as diferentes inferências tornaram-se aparentes.

[5] Alcorão (53: 3-4).

Assim, o Xiismo apareceu desde o momento da morte do Profeta. Entretanto, mais tarde, o Islamismo Xiita e Sunita atraiu outros materiais e ideias enquanto avançava no decorrer da história para que cada uma delas se transformasse num sistema de regras e ideias. Os princípios básicos do Xiismo são os mencionados acima. Poderíamos dizer que todo poeta, escritor e Sufi é um Xiita que acredita no walayah de ‘Ali, isto é, que ‘Ali é o sucessor imediato e verdadeiro do Profeta, e que este é o seu direito exclusivo. Considerando este ponto, pessoas como Sa’di, Hafiz e Rumi, e em geral, todos os grandes Sufis eram Xiitas.

Se diferem de acordo com seus preceitos jurisprudenciais, essa diferença é irrelevante à questão básica, assim como existem inúmeras questões na lei Islâmica sobre as quais juristas Xiitas e Sunitas discordam que também circulam entre os próprios juristas Xiitas. No entanto, o ponto básico é que alguém que acredita no walayah de ‘Ali pode ser considerado Xiita. Portanto, como já mencionamos, o Xiismo surgiu logo após o falecimento do Profeta, embora seus ensinamentos já estivessem presente. Isto não era evidente porque não havia oponente para negá-los.

Quando scholars estrangeiros não-Muçulmanos investigam uma ideia, não envolvem a escola de pensamento em si e seus princípios; em vez disso, se concentram nos fenômenos exteriores. Portanto, como ‘Ali às vezes ajudava os califas a cumprirem as regras da lei Islâmica, tais scholars não consideram que esse período seja o da existência ou surgimento do Xiismo. Tomam como critério deles, para o surgimento do Xiismo, o tempo em que surgiram diferenças entre ‘Ali e os califas. Claro, esse erro também persuadiu os pesquisadores Muçulmanos, especialmente aqueles que são ignorantes da espiritualidade básica dos primeiros Muçulmanos. Ao longo da história sempre houve inúmeros desentendimentos entre essas duas idéias — a Ideia Xiita de nomeação do líder, e a ideia Sunita de eleição.

Os califas estavam constantemente ocupados com a destruição da ideia Xiita através de vários meios, e até perseguiram os proponentes dessa ideia, os Xiitas, para que praticassem a dissimulação (taqiyyah) durante todo o período dos Imams, e até mesmo mais tarde. Esta é a causa do encorajamento da dissimulação entre os Xiitas. Com relação a isto, existem histórias famosas, como aquela sobre ‘Ali ibn Yaqtin, que era um ministro de Harun al-Rashid e praticou a dissimulação. Dessa forma, vários Xiitas foram obrigados a se aposentarem para não serem descobertos, e para que pudessem organizar suas ideias e crenças e orientar os outros.

Eles encontraram outro nome na história do Islamismo, esse nome era Sufi, e pouco a pouco o termo tasawwuf (Sufismo) se tornou atual. Não faz diferença o que etimologicamente a palavra Sufismo significa. O que normalmente é dito e no que diz respeito a, é que tasawwuf deriva da raiz suf, que significa lã, e que tasawwuf significa estar usando roupas de lã. Os Sufis geralmente usavam lã e há relatos de que os profetas também vestiam lã. Como a lã é especialmente grosseira, e é desconfortável para o corpo, não se pode dormir muito tempo com isso, e o mantém acordado para orar.

É por isso que uma história do livro Tadhkirah al-Awliyya [6] foi escrita, de acordo com alguém (Sufiyan Thuri) que encontrou o Imam Ja’far Sadiq, que a paz esteja com ele, na estrada. Ele viu que o Imam estava vestindo uma roupa cara feita de seda e lã (khazz), [7] então, foi até ele e depois de cumprimentá-lo disse:

Ó filho do Apóstolo de Alá! Não é apropriado para você, como o filho do Apóstolo de Alá, usar roupas suaves luxuosas.” O Imam pegou sua mão e colocou-a debaixo da manga. Ele viu que o Imam estava usando uma roupa interior de lã grosseira que irritava o seu braços. O Imam disse: “Esta é para Deus,” enquanto mostrava a roupa de lã; “E esta é para as pessoas,” disse, mostrando para a roupa macia.

[6] Sheik Faríd al-Dín ‘AììàrTadhkirah al-Awliyyà, Muåammad Isti’làmí, ed. (Tehran: Zavvàr, 1363/1984), [15].

Dr. Hajj Nour Ali Tabandeh

A ocorrência de tal história e tal encontro, mesmo que não acreditemos que realmente acontecido, na escrita de Sheik ‘Attar, que diz que a peça de lã é para Deus, indica que os grandes Sufis, que na época tinham como chefe Hazrat Ja’far Sadiq, considerava o vestuário de lã áspero como um sinal de adoração e preparação para o culto.

Em qualquer caso, aparentemente, é mais adequado considerar a palavra Sufismo (tasawwuf) como sendo derivada da raiz (lã). Na verdade, existe um outro nome que foi aplicado a este grupo, [isto é, os Xiitas] que ganhou repercussão. Da mesma forma, vemos isso hoje, por exemplo, em um país cujo governo é contra o Islã e que se proclama secular, dissolver um partido Islâmico e destruír seu nome; mas o mesmo grupo sob um nome diferente forma um outro partido, e por um tempo continua suas atividades. O Xiismo procedeu da mesma maneira, isto é, na história do Islamismo, o Xiismo se mostrou sob outro nome, ou seja, Sufismo.

A base do Sufismo desde o início, em relação às doutrinas, foi assim porque o sucessor do Profeta é ‘Ali, e porque entre os companheiros do Profeta, ‘Ali era o mais excelente. No entanto, na prática eles tinham vários estilos de vida, da mesma maneira que os Xiitas acreditam que todas as idades têm seus próprios requisitos. ‘Ali, por exemplo, teve uma vida exteriormente humilde e pobre. Apesar de ter fundado muitas palmeiras através de seu próprio trabalho, recebeu doações de todos e nunca tirou proveito próprio. Em contraste, Imam Ja’far Sadiq teve uma vida externa de luxo e riqueza. Cabe ao Imam, a grande pessoa de seu tempo, decidir de acordo com as demandas dos tempos em que vive. Assim, no decorrer da história, descobrimos que às vezes o Sufismo assume a forma de ascetismo e reclusão, e em outras ocasiões, ou no caso de certas pessoas, aparece como atividade social e luta (struggle).

Do mesmo modo, observamos diferentes estilos de vida ao longo da história, mas nenhum deles é a base do Sufismo. O fundamento do Sufismo é nada mais que um executor (wasayat) [8] e walayat, e não outros assuntos estranhos.

Os outros assuntos surgiram ao longo da história por causa das demandas dos tempos. O mesmo erro que surgiu em relação ao Xiismo e a palavra tashayyu’ também apareceram em relação ao Sufismo. Alguns dizem que pela primeira vez apareceu no segundo/oitavo século. Consequentemente, todo escritor parece ter sua própria teoria, no entanto, o Sufismo é a própria essência e significado de Xiismo.

[7] Existe uma razão para as diferenças nas vidas dos Imams, por exemplo, Hazrat Ja’far Sadiq e Imam Hasan com ‘Ali, e este é outro problema que temos de passar por um momento.

[8] Wasayat significa que o sucessor deve ser nomeado de acordo com o testamento final do antecessor, não pela eleição do povo.

Na história do Xiismo, algumas pessoas prestaram mais atenção às regras da lei Islâmica, e apresentaram suas teorias a respeito disso. São eles os fuqaha (juristas da lei Islâmica).

Outro grupo de Xiitas deu prioridade às questões doutrinárias e ao caminho da perfeição em relação a Deus. Estes são os Sufis. Na verdade, eles são, como a expressão a seguir, como os dois braços de um corpo. No entanto, muitas vezes, sem perceber isso, alguns afirmam que há oposição entre esses dois grupos. Muitos Orientalistas fazem o mesmo, porque quanto mais oposição entre eles, mais os Orientalistas se beneficiam.

A base e o espírito do Islã estão no Xiismo e o espírito do Xiismo está no Sufismo. O Sufismo não é outro senão o Xiismo, e o Xiismo real nada mais é que o Sufismo.

É aqui que os pesquisadores encontraram outro terreno, mas um terreno que também cria cismas. Somente Deus sabe se isso foi deliberado ou não intencional. De qualquer modo, alguns dizem que o Sufismo foi criado para destruir o Xiismo e para estragar o Islã. Eles fizeram alguns pseudo-Sufis a seu critério, e se referiram a alguns pretendentes do Sufismo que não prestaram atenção aos assuntos espirituais ou cujos links de suas fontes estavam partidos. Como no Sufismo, de acordo com os princípios do Xiismo, apenas aqueles que foram explicitamente nomeados pelo guia anterior e um pir (um santo Muçulmano ou um homem santo), merecem liderança e orientação das pessoas, e todos concordam que essa permissão de orientação continuará até o dia da ressurreição.

No entanto, os doze Xiitas acreditam que durante a ocultação do Imam, aquele que for nomeado pelo Imam só tem o direito de fazer bay’at [9] com os fiéis. Ele também tem o direito de nomear seu sucessor, de modo que a corrente continue. Portanto, aquele que a permissão chegar de mão em mão ao Imam tem liderança legal, legítima e orientação, e de outra forma sua corrente estará partida. Quantos tiveram suas correntes quebradas, mas com base em suas próprias opiniões pessoais propuseram questões como Sufismo que não fazem parte do Sufismo. Há um pequeno número de pesquisadores que notaram isso. Por exemplo, em um livro que foi traduzido em Farsi, Místicos e Comissários, [10] os autores, Alexander Bennigsen e S. Enders Wimbush, analisaram o Sufismo na antiga União Soviética e disseram que o Sufismo não é uma seita e nem um movimento de renegados, mas uma parte inseparável do verdadeiro Islã. Os analistas Ocidentais, em particular, são aptos para fecharem os olhos para essa realidade, e se referem repetidamente ao Sufismo como um fenômeno estranho ao Islamismo, e mesmo como um desvio disso. Desde as antigas forças da ex-União Soviética que se opunham à religião estavam no poder do governo, o pesquisador que investigar as condições na União Soviética chegará a esta conclusão [que o Sufismo não é separado do Islamismo].

Outro argumento frequentemente mencionado por alguns Orientalistas é que o Xiismo, e de acordo com outros, o Sufismo, era uma maneira pela qual os Iranianos combatiam a governança dos Árabes depois que os mesmos conquistaram seu país e derrotaram sua dinastia real e governo. Eles argumentam que foi assim que os Iranianos mostraram sua reação, e que a história de grande parte da resistência Sufi deixa claro que foi isso que levou à libertação do Irã das correntes estrangeiras.

No entanto deve-se notar que não foram os Árabes, mas o Islã que conquistou o Irã. Por exemplo, quando os exércitos do Islã vieram ao Irã, conseguiram sua conquista até a cidade de Rayy, e as pessoas se tornaram Muçulmanas. Depois, todos aceitaram o Islã de bom grado.

[9] Com relação ao bay’at, veja o artigo do mesmo autor.

[10] Traduzido em Farsi por Afsaneh Munfarid (Teerã: 1998), p. 214.

A comparação de dois assuntos abrange o caminho para uma compreensão da causa disso. Por um lado, é narrado que Anushiravan convidou os ricos comerciantes do bazar e pediu-lhes que lhe emprestasse dinheiro para realizar a guerra. Depois que terminou seu discurso, um sapateiro disse: “Estou pronto para lhe dar todo valor que você precisa, não como um empréstimo, mas como um presente. Existe apenas uma condição, que você permita que meu filho se alfabetize e estude.” Anushiravan ficou bravo: “Eu deveria permitir que o filho de um sapateiro estude!?” Ele não aceitou. Por outro lado, os comandos do Islã “Procurar o conhecimento é obrigatório para todos os Muçulmanos.” Da mesma forma, após a Batalha de Badr, quando os cativeiros foram trazidos e suas famílias vieram pagar o resgate, o Profeta disse: “Qualquer um desses cativos que ensinar a ler e escrever para sete Muçulmanos será libertado.”

Compare essas duas questões — além do aspecto espiritual, se você apenas olhar para o aspecto externo — quando dois exércitos, um com o primeiro tipo de pensamento e o último, confronte-os, quem sairá vitorioso?

De qualquer forma, é o Islã que conquistou o Irã. Os Iranianos sempre gostaram do Islã e dos Muçulmanos. Todas as suas revoluções contra governos estrangeiros, se fossem realizadas ao mesmo tempo preservando o Islã, alcançariam seus objetivos, como a insurreição de Abu Muslim Khorasani, ou a insurreição de Sarbedaran [contra o Mongóis], ou os Safavids, dos quais os dois últimos eram Sufis, entre outros. Aqueles que fizeram uma revolução apenas pela independência do Irã, mas que estavam realmente contra Islã, não foram vitoriosos. Pessoas como Hashim ibn Hakim (conhecido como al-Muqna’), Maziyar, Babak e Afshin são desse tipo.

Por essa razão, suas dinastias não sobreviveram e muitos deles desapareceram após um curto período de tempo. Não sobrou um traço sequer do seu pensamento. No entanto, os Orientalistas ignoram todos esses fatos e consideram o Sufismo e o Xiismo como revoltas Iranianas contra os Árabes e as interpretam como armas dessa luta, embora o Sufismo seja o mesmo que o Xiismo e o Xiismo é o mesmo que o Islamismo. Evidências históricas disto encontram-se no fato de que a revolta dos Safavids fez com que o Xiismo dominasse o Irã.

Outra questão que causa confusão e erros sobre o problema é que: é dito que o Sufismo é algo diferente de ‘irfan. Verdade, com relação às palavras, elas são duas coisas: nossas expressões diferem, mas Sua beleza é uma. [11] Esta dúvida foi criada há muito tempo; mesmo muitos dos opositores do Sufismo que escreveram refutações sobre isso expressaram sua aprovação do ‘irfan. Eles admitem que alguns estudiosos consideram que o ‘irfan e o Sufismo são os mesmos, mas negam isso.

Agora, vamos ver brevemente o que o termo irfan significa. Literalmente, ‘irfan é conhecer. Conhecer tem estágios diferentes. Por exemplo, Abraão, que a paz esteja com ele, que sabia, isto é, por sua própria natureza inata (fitrat) entendeu que este mundo tem um Deus e esse Deus governa todas as coisas, tinha algum conhecimento. Quando viu uma estrela, ele disse: “Este é o meu Deus.” Era a estrela brilhante, dizem ter sido Sirius. Mas quando a estrela se pôs, ele disse: “Eu não gosto dos que se põem.”

[11] Este é um ditado Árabe, comumente utilizado na cultura Iraniana e Árabe.

[12] Quando a lua apareceu — a qual, como regra, era uma Lua cheia — ele disse: “Este é o meu Deus.” Mas depois que ela se pôs, pensou novamente e disse: “Isto também se põe. Então, também, não é o Deus do mundo.” Isso significa que ele chegou a um estágio em que sabia que existia um Deus, e que esse Deus tem poder e grandeza, mas que, em sua imaginação primitiva, considerou que este Deus era corpóreo. Então o sol nasceu. Ele disse: “Certamente, isso é Deus.” Mas também se pôs, e ele então disse: “Eu viro o meu rosto para Aquele que criou os céus e a terra.”[13]

Nessa momento, em que reconheceu e entendeu que o Deus por Quem procurava não é um corpo e não é corpóreo, e que é Ele quem criou o céu, a estrela, a lua e sol.

Estes são estágios gnósticos (‘irfani). O estágio mais primitivo da gnose (‘irfan) foi este, o primeiro, no qual Abraão não sabia se o Deus que o criou era corpóreo ou não; que tipo de Deus é Ele? Gradualmente, chegou ao ponto em que Deus no Alcorão diz: “Dessa forma, mostramos a Abraão o reino (malakut) dos céus e a terra.” [14] Assim, todos os que conhecem Deus e percebem que existe um Deus tem um grau de gnose, porque a gnose não é uma questão absoluta. Isto é algo que, como dizem os filósofos, é formado (tashkiki), como a luz e a fé, que tem graus. Começa do menor grau, e se Deus o conceder sucesso, atinge graus mais elevados.

Por exemplo, imagine alguém em um deserto em que lá não há habitação. À distância, ele vê um ponto preto no ar limpo (este ar limpo deve ser entendido como a sua pura intenção). Ele só sabe que é um ponto preto, na medida em que sabe apenas que há algo lá. Quando se aproxima mais um pouco, vê que esse ponto preto se torna uma linha reta. Então ele reconhece, isto é, adquire a gnose, de que aquela coisa longe é um corpo longo. Se continua se aproximando e avança um pouco mais, verá que o corpo tem diferentes ramos. Percebe que é uma árvore com ramos. À medida que avança, vê que nos ramos há formas como folhas. Ele percebe que a árvore tem folhas, isto é, está viva. Ele vê que elas se agitam e sussurram. Entende que são afetadas pelo vento. Ao avançar, percebe que há coisas penduradas na árvore. Percebe que a árvore dá frutos. Avançando ainda mais, vê que o a fruta é uma maçã, ou tal e tal fruta. Assim, ele encontra a gnose (‘irfan). Quando chega bem perto e prova a maçã ou qualquer outra fruta, descobre que é doce.

Os mesmos graus de gnose aparecerão para quem segue o caminho do conhecimento de Deus. A gnose e o conhecimento de Deus ocorre da mesma maneira. Portanto, quando alguém é identificado como um gnóstico (‘arif) não significa que tenha algo do qual os outros estão absolutamente privados, e que ele tenha tudo. Ser gnóstico também tem graus. Existe um gnóstico e aquele que é mais que um gnóstico. O caminho para alcançar a perfeita gnose, isto é, a perfeição da gnose, é chamado de Sufismo. Isso significa que o Sufismo é a maneira prática de alcançar a gnose (‘irfan).

[12] Alcorão (6:76). [13]  Alcorão (6:79). [14] Alcorão (6:75).

Assim, o Sufismo e a gnose (‘irfan) são duas palavras que significam a mesma coisa, ou elas podem ser pensadas como os dois lados da mesma moeda, ou podemos dizer que a primeiro mostra o caminho e a último o resultado da caminhada. De qualquer modo, ambas são um e dois.

A oposição que agora volta e meia é reivindicada no Irã, existindo entre a gnose e o Sufismo, pode ser devido à má situação política. Eles não podem dizer coisas ruins sobre a gnose (‘irfan) porque muitas das grandes figuras a apreciaram, e isto é geralmente venerado. Por outro lado, não podem aceitar o Sufismo porque pode danificar sua vida mundana. Por isso, dizem que a gnose (‘irfan) é algo diferente do Sufismo. Há pessoas que anteriormente estavam seguindo o caminho do Sufismo e mais tarde se opuseram a ele e escreveram rejeições a ele. Para fortalecerem suas rejeições e para se desvincularem de seus passados, dizem que a gnose (‘Irfan) é bom, mas que é diferente do Sufismo. Continuam na medida em que muitos da geração mais velha estavam equivocados e pensaram que estes dois eram um. A partir disso é evidente que muitas das grandes figuras do passado atestaram esta verdade.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

GEERT WILDERS: LIÇÕES DO ORIENTE PARA O OCIDENTE

Fonte/Source: GEERT WILDERS: Lessons from the East for the West


GEERT WILDERS: LIÇÕES DO ORIENTE PARA O OCIDENTE

Por GEERT WILDERS

Via Breitbart London

2 de Fevereiro de 2018

Wilders
Vit Simanek/CTK via AP

No último fim de semana estive na Hungria apresentando a tradução Húngara do meu livro Marked for Death: Islam’s War Against the West and Me [trad., ‘Marcado para Morrer; A Guerra do Islã Contra Mim e o Ocidente’]. Falei em salas de reuniões  e centros de conferências totalmente lotados em Budapeste, Nyíregyháza, Debrecen, Gyór e Sopron. Dei dezenas de entrevistas. Almocei com o Primeiro-Ministro Húngaro, Viktor Orbán.

Visitar a Hungria é uma experiência fantástica para qualquer político Ocidental que resista à invasão Islâmica do Ocidente. Na Hungria, quase não há sinais de Islamização. Os Húngaros não fazem nenhum segredo de sua determinação para mantê-la assim. A atitude na Hungria e, nesse sentido, na Europa Central em geral, é inteiramente diferente da do Ocidente. Na Europa Central, as pessoas não hesitam em expressar seu apego à sua própria identidade nacional, enraizada nos princípios Judaico-Cristãos da civilização Ocidental. Eles também deixam bem claro que estão dispostos a defender seu patrimônio.

Também tive uma sensação estranha ao ver meu livro, que adverte contra os perigos do Islã, expostos tão abertamente nas livrarias Húngaras. Originalmente publiquei meu livro em Inglês nos Estados Unidos. Fiz isso porque a América tem uma Primeira Emenda, que permite que as pessoas falem, mesmo quando uma mensagem é politicamente incorreta. A tradução Húngara é a primeira tradução do livro. No meu país, nenhum editor tem a coragem de publicá-lo.

Do tuite acima: “A Batalha pelo Ocidente: Viktor Orbán da Hungria acredita que a “maioria silenciosa” — que valoriza a identidade familiar, nacional e o país — prevalecerá sobre os globalistas do “Império Soros”, que procuram transformar os Ocidentais em consumidores de massa multiculturais e sem raízes.”


Uma editora Alemã, que estava interessada, recuou quando se tornou impossível traduzi-lo para o Alemão sem transgredir as rígidas leis do discurso na Alemanha. Por isso, a editora me pediu para que o termo “Islã” fosse substituído sistematicamente pelo termo Weasel que significa “Islamismo”. Recusei porque a mensagem do meu livro é exatamente a de que o próprio Islã é o problema.

O Islã — não o Islamismo, mas o próprio Islã — prega a submissão política do mundo inteiro a Alá. Muhammad não deixou dúvidas sobre isso: “Fui ordenado a lutar contra todos os homens até dizerem: “Não há deus senão Alá“, disse Wilders.

O Alcorão é igualmente inequívoco sobre isso. “Combatei-os até terminar a intriga, e prevalecer totalmente a religião de Alá.” diz o versículo 8:39. O Alcorão também contém a permissão para matar Judeus e Cristãos no versículo 9:29, o comando para aterrorizar os não-Muçulmanos no versículo 8:12, a obrigação de fazer guerra aos infiéis no versículo 9: 123 e a ordem para subjugar o mundo inteiro a Alá no versículo 9:33.

Do tuite acima: “O Primeiro-Ministro da Hungria adverte que os “conspiradores dos Estados Unidos da Europa” estão usando a imigração em massa para construir um superestado “pós-nacional, pós-Cristão”.”


Na Hungria e na Europa Central em geral, pode-se falar muito mais livremente sobre o Islã do que na Europa Ocidental. Lá, as pessoas percebem muito mais sobre o que está em jogo. A Hungria até construiu uma cerca de fronteira para impedir o fluxo de imigrantes de países predominantemente Islâmicos. Viktor Orbán está sozinho e fazendo muito mais pela segurança de todo o continente Europeu do que a Chanceler Alemã Merkel, o Presidente Francês Macron, a Primeira-Ministra Britânica May, meu próprio Primeiro-Ministro Holandês, Mark Rutte, e todos os outros líderes da Europa Ocidental combinados.

Como os líderes Poloneses, Checos e Eslovacos, Orbán repete constantemente que seu país é Cristão e que ele quer que assim permaneça. Ele não quer repetir o erro que a Europa Ocidental fez, abrindo suas portas à imigração Islâmica massiva. Recentemente, o Pew Research Center advertiu que, se as tendências atuais continuarem, a França, Alemanha, Bélgica e Áustria, serão quase 20% Islâmicas até 2050. A Grã-Bretanha e os Países Baixos estão muito atrás, enquanto a Suécia será até mais de 30% Islâmica na virada do século.

Isto é extremamente perigoso. Porque, embora a maioria dos Muçulmanos seja moderada e não violenta, a ideologia Islâmica não é. E dessa forma vem doutrinando muitos dos seguidores do Islã, que levam muito a sério os comandos beligerantes de Muhammad e do Alcorão. Apenas no mês passado, foi revelado na Alemanha que 30% dos estudantes Muçulmanos no Estado da Baixa Saxônia podem imaginar-se lutando e morrendo por causa do Islã. No meu país, a Holanda, pesquisas da Universidade de Amsterdã mostraram que 11% dos Muçulmanos acham aceitável usar a violência em nome do Islamismo. São mais de 100 mil pessoas, o que representa o dobro do número de soldados do nosso exército.

Do tuite acima: “Novos números do Office for National Statistics (NOS) mostram que as mães nascidas fora do Reino Unido representaram 28,2% dos nascidos vivos na Inglaterra e no País de Gales em 2016.”


Por que razão podemos falar muito mais livremente sobre os perigos do Islã na Hungria e em os outros países de Visegrad do que no Ocidente? Por que nossas elites na política, na academia e nos meios de comunicação se comportam de uma forma tão covarde e apaziguadora para com o Islã?

Talvez tenha a ver com a mentalidade de refém, que permeou o Ocidente. Devido à presença já significativa do Islã em seus países, muitos cidadãos da Europa Ocidental parecem ter medo de expressar o desejo de que esses países permaneçam enraizados em sua herança Judeu-Cristã. Nossas elites são certamente muito covardes para insistir nisso. Mas também há outra grande diferença entre a metade Ocidental e Oriental do continente Europeu.

Há cinquenta anos, em todos os lugares do Ocidente, a mentalidade dos “Protestos Contra o Ocidente” dos autoproclamados “progressistas” tomou forma. Isto levou à violência nas ruas via revoltas estudantis em Berkeley, Paris e outros lugares. O auto-ódio Ocidental tornou-se a nova moda. Não fomos autorizados a dizer que a nossa civilização foi a melhor, disseram-nos que foi a pior. O relativismo cultural tornou-se a tendência dominante entre as classes dominantes no Ocidente.

Do tuite acima: Orbán: “Nossa maior ameaça é o silêncio indiferente de uma elite Europeia que renuncia às raízes Cristãs”


Essas classes foram os facilitadores do processo de Islamização. Em primeiro lugar, negando que os imigrantes deveriam assimilar, uma vez que isso defenderia a cultura Europeia sobre as culturas nativas dos imigrantes. Em segundo lugar, atacando as críticas ao Islã e os defensores do Ocidente. E, em terceiro lugar, pela chamada “lawfare” — um processo no qual os simpatizantes Islâmicos, Muçulmanos e não-Muçulmanos, exploram a lei Ocidental e os sistemas legais para suprimir e silenciar seus críticos.

Nota: Lawfare” é uma palavra inglesa que representa o uso indevido dos recursos jurídicos para fins de perseguição política.”

Nenhuma dessas coisas aconteceu em países como a Hungria, a Polônia ou a República Tcheca. Seus cidadãos não são doutrinados dia após dia com a mensagem de que são culpados de todas as injustiças do mundo. Sua herança cultural não está sendo sistematicamente subvertida pelas elites. Seu passado não é caluniado por ativistas profissionais. Eles ainda podem se orgulhar de sua nação. Enquanto nós, no Ocidente, somos informados de que devemos ter vergonha disso.

Essa vergonha e auto-ódio nos sufoca. É hora de acabar com isso. Quanto mais nossas elites criticam países como a Hungria, a Polônia e a República Tcheca, mais devemos apoiá-los e seguir seu exemplo. Se nós, no Ocidente, queremos sobreviver, se queremos superar a crise existencial que enfrentamos, precisamos desislamizar nossas sociedades. Isso só seremos capazes de fazer se começarmos a orgulhar-nos de nós mesmos, da nossa cultura, do nosso passado e da nossa herança nacional. Essa é a lição mais importante que a Europa Central pode nos ensinar. Um povo que tem vergonha do passado não tem futuro. O futuro pertence ao povo orgulhoso, consciente da sua identidade cultural e nacional e disposto a defendê-lo.

Geert Wilders is leader of the Party for Freedom in the Netherlands and author of Marked for Death; Islam’s War Against the West and Me (Regnery)


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Julgamento Revela Que Facebook Reabriu Conta De Extremista Muçulmano Nove Vezes

Fonte/Source: Trial Reveals Facebook Reinstated Muslim Extremist’s Account Nine Times After Suspensions – Breitbart


Excerto do artigo Facebook E Twitter Censuram Jihad Watch, Bloqueam Milhares De Leitores escrito por Robert Spencer e traduzido por este blog:

“E apesar da plataforma cada vez mais menor para aqueles que discordam da agenda socialista, globalista e internacionalista dessas elites sinistras e autoritárias, existe uma razão para estar confiante. Eles têm todo o dinheiro, todo o poder e todas as plataformas, e mesmo assim, Brexit foi votado, Trump foi eleito, e muito, muito mais está por vir. Afinal, existe uma arma que eles não têm do seu lado, e é por isso que, apesar de todo o seu sucesso intermediário, estão condenados ao fracasso: essa arma é, é claro, a verdade.” — Robert Spencer – Jihad Watch


Julgamento Revela Que Facebook Reabriu Conta De Extremista Muçulmano Nove Vezes

Por CHARLIE NASH

29 de Janeiro de 2018

facebook

Facebook suspendeu, mas reabriu nove vezes a conta de um extremista Islâmico, depois dele ter avisado que a empresa teria que responder a “Alá, o todo Misericordioso”, de acordo com um relatório.

O The Telegraph relatou na semana passada que o Facebook suspendeu a conta de Abdulrahman Alcharbati nove vezes “depois que ele publicou alguns vídeos repugnantes de propaganda do Estado Islâmico (ISIL), mas reabriu cada vez que ele se queixou”, até que finalmente foi encerrada permanentemente em Março passado.

“Seguindo uma série de e-mails irritados dirigidos ao Facebook — incluindo um em que ele diz: ‘Você ficará na frente do Criador Alá, o Todo Misericordioso e terá que responder por sua ação’ — a empresa cedeu e ele conseguiu continuar publicando vídeos glorificando o Estado Islâmico no Iraque e Levant (ISIL)”, explicaram.

“Entre os clipes que supostamente publicou, tinha um mostrando três soldados Sírios que foram espancados por uma multidão uivante e arrastados por motocicletas até a morte, na cidade de Raqqa. Outros mostraram crianças-soldados submetidas ao treinamento do ISIL e filmagens de um suicida que detonava um carro cheio de explosivos.”

Em apenas um dia em 2017, Alcharbati também compartilhou seis vídeos produzidos pelo ISIS (ou ISIL).

Depois de ser suspenso e reintegrado em várias ocasiões, Alcharbati advertiu: “Alá o responsabilizará por suas ações.”

Seguindo um mandato de busca, os policiais encontraram instruções sobre fabricação de bombas em seu telefone celular e Alcharbati está atualmente sendo acusado no Reino Unido com “seis acusações por disseminação de material terrorista e uma acusação por possuir um documento contendo informações que possam ser úteis para uma pessoa que prepara ou comete um ato de terrorismo.”

O Facebook recentemente parece estar mais interessado em lutar contra “falsas notícias” do que contra o terrorismo, embora seu recente programa de ‘verificação de fatos’ tenha sido encerrado depois de não conseguir dissuadir os usuários a clicarem em histórias com as quais os verificadores não concordam. O Facebook também está enfrentando a pressão da mídia convencional para limitar a ameaça da mídia alternativa.


Charlie Nash é repórter da Breitbart Tech. Você pode segui-lo no Twitter @MrNashington, ou em sua página no Facebook.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Cristãos “Abatidos Como Frangos”

Fonte/Source: Christians ‘Slaughtered Like Chicken’: Muslim Persecution of Christians, July 2017 – Raymond Ibrahim


Cristãos “Abatidos Como Frangos”: Perseguição Muçulmana aos Cristãos

Por Raymond Ibrahim

18 de Dezembro de 2017

Gatestone Institute

Luc Ravel, o Arcebispo Católico Romano de Estrasburgo “foi contra o caráter dos líderes da Igreja na França, que permaneceram em grande parte politicamente corretos”, diz um relatório, porque criticou “a mudança demográfica na França, dizendo que os Muçulmanos estão tendo muito mais filhos que os nativos Franceses e criticou a “promoção” generalizada do aborto.” E disse mais: “Os fiéis Muçulmanos sabem muito bem que a sua natalidade é tal que hoje em dia, chamam isso de… a Grande Reposição, e falam de uma maneira muito calma e muito positiva, “um dia tudo isso, será nosso”.

Outro líder Cristão, enquanto discutia sobre o Sudão em particular, mencionou o que os Cristãos em todo o mundo Muçulmano estão enfrentando, e o motivo. “O governo no Sudão quer Islamizar toda a população e quer acabar com o Cristianismo e outras religiões no Sudão”, diz o Pastor Strong. “Nós temos que pressionar o governo para que os direitos das pessoas de praticarem a sua fé abertamente sejam dados a eles.” Para conseguir isso, precisam do apoio da “Igreja global”, acrescentou, porque “estão envolvidos em provações, perseguição, fome — um monte de problemas. E, no entanto, no meio de tudo isso, eles se alegram. Estão sempre prontos para morrer, e testemunhar sua fé em todas as circunstâncias. Estão dispostos a servir, não importa o que tenham ou possam vir a perder.”

A reunião de Julho sobre a perseguição Muçulmana aos Cristãos em todo o mundo inclui, mas não se limita às seguintes informações:

Massacre Muçulmano de Cristãos

Paquistão: Em dia 24 de Julho, um homem-bomba Islâmico se explodiu numa área fortemente povoada por Cristãos. Pelo menos 26 pessoas foram mortas. De acordo com Bruce Allen, um ativista de direitos humanos, “O que a mainstream mídia não relata é que essa é a segunda maior colônia Cristã no Paquistão, onde a explosão ocorreu”, apenas dois quilômetros e meio aproximadamente de onde os “pastores do Paquistão se reúnem mensalmente, onde recebem apoio financeiro mensal, onde se reúnem para compartilhar os pedidos de oração, onde tem alguns centros de treinamento contínuos e coisas assim. “Depois de explicar quantos ataques terroristas suicidas atingem os Cristãos, contou como essa atividade constante de terror “coloca os Cristãos nesse estado de alerta elevado, e já vem acontecendo há algum tempo. Nós lembramos da última Páscoa, uma época de grande celebração, e aí acontece um ataque contra os Cristãos nos parques. E é com isso que vivem constantemente… Nós conversamos sobre o transtorno de estresse pós-traumático com pessoas em combate. Bem, aqui você tem uma população inteira de pessoas que tem a sua vida constituída disso: combate. E assim você tem o desgaste psicológico, espiritual e emocional.”

Separadamente, um “mestre” Muçulmano atormentou e depois matou seu “escravo” Cristão. Javed Masih, 32, o Cristão estava, de acordo com o relatório, “reembolsando uma dívida que sua família havia contraído há três anos…” Na realidade, ele era um escravo. “Depois que foi acusado de roubar uma bicicleta motorizada”, o Cristão foi repetidamente espancado com bastões e outros objetos. Ele foi levado ao hospital e morreu por conta da tortura. “A família procurou a justiça abriu um processo na polícia, mas como de costume, a polícia se recusou a aceitar o caso e o culpado e seus aliados ameaçaram a família Cristã para retirar a acusação. Como o irmão mais velho do morto explica: “Queremos justiça. Somos pobres e, portanto a polícia se recusa a nos ouvir e a registrar a queixa. Os grandes proprietários de terras estão ameaçando sérias consequências porque nos opomos a qualquer compromisso. Tudo isso é porque somos Cristãos e pobres. “O assassino disse que o morto cometeu suicídio, uma reivindicação que a família rejeita fortemente.

Egito: outro soldado Cristão foi morto por soldados (Muçulmanos) quando souberam que ele era Cristão. Joseph Reda Helmy acabara de completar seu treinamento militar quando foi transferido para Al-Salaam (“paz”), uma unidade de forças especiais, onde três oficiais o mataram. Ele é pelo menos o sexto soldado Cristão morto por sua fé nos últimos anos. De acordo com o pai do morto, “seu grande e forte filho chegou ao acampamento às 14 horas e às 20 horas já estava morto. “Seu primo, que buscou o corpo, disse que seu primo morto” tinha hematomas na cabeça, ombros, pescoço, costas e genitais, com as piores feridas ocorrendo em suas costas.” Ele também aprendeu com as testemunhas oculares que “os três oficiais começaram a assediar Helmy por causa de sua fé Cristã e que as marcas em seu corpo indicam que o chutaram com as botas e o bateram com instrumentos pesados.” Como em todos os casos anteriores em que soldados Cristãos foram mortos por seus colegas Islâmicos, o exército Egípcio disse aos parentes que os mortos haviam morrido de outra coisa, neste caso, de “ataque epiléptico”. Mas mesmo o “médico que examinou o corpo recusou-se a se curvar à pressão daqueles que o trouxeram e relataram que o a causa mortis não era natural.”

Além disso, sobre a matança jihadista de Cristãos viajando para um mosteiro do deserto no final de Maio de 2017, surgiram mais detalhes. Falando da cama do hospital, um dos sobreviventes do massacre, Mariam Adel, uma jovem mãe cujo marido e nove de seus parentes foram mortos no ataque, disseram que depois que os jihadistas abriram fogo no ônibus, foram a bordo e “ordenaram que saíssem do ônibus e disseram a todos para se converterem ao Islã.” “Renunciar a nossa fé? Claro que não”, Mariam falou sobre a reação coletiva das mulheres. “Se tivéssemos, poderiam ter nos deixado fora do ônibus e nos tratado bem. Mas nós só queremos Jesus e estamos confiantes de que ele não nos deixará.” Os militantes responderam roubando as mulheres da posse deles, o que justificaram como “espólios de guerra” devidamente recebido. Um menino de 10 anos cujo pai foi assassinado disse que “eles pediram ao meu pai para se identificar e depois lhe pediram que recitasse a profissão de fé Muçulmana. Ele recusou, disse que era Cristão. Eles atiraram nele e em todos os outros que estavam no carro. Toda vez que atiravam em alguém, gritavam: “Deus é grande”, ou mais, literalmente, “Alá é maior.”


Para mais informações (em Inglês) sobre os países envolvidos com a perseguição Muçulmana aos Cristãos acesse este link: Raymond Ibrahim.  O site disponibiliza um relatório sobre os casos de perseguição mundial desde Julho de 2011.

A perseguição aos Cristãos no mundo Islâmico tornou-se endêmica. Por conseguinte, o relatório sobre a “perseguição Muçulmana aos Cristãos” foi desenvolvido para reunir alguns — de modo algum todos — os casos de perseguição que se emergem a cada mês, cem dois propósitos:

  1. Documentar o que a grande mídia não faz: a perseguição habitual, senão crônica, aos Cristãos.
  2. Mostrar que tal perseguição não é “aleatória”, mas sistemática e inter-relacionada — e  que está enraizada em uma visão de mundo inspirada na Sharia Islâmica.

Para mais informações (em Inglês) sobre os países envolvidos com a perseguição Muçulmana aos Cristãos acesse este link: Raymond Ibrahim.  O site disponibiliza um relatório sobre os casos de perseguição mundial desde Julho de 2011.

A perseguição aos Cristãos no mundo Islâmico tornou-se endêmica. Por conseguinte, o relatório sobre a “perseguição Muçulmana aos Cristãos” foi desenvolvido para reunir alguns — de modo algum todos — os casos de perseguição que se emergem a cada mês, cem dois propósitos:

  1. Documentar o que a grande mídia não faz: a perseguição habitual, senão crônica, aos Cristãos.
  2. Mostrar que tal perseguição não é “aleatória”, mas sistemática e inter-relacionada — e  que está enraizada em uma visão de mundo inspirada na Sharia Islâmica.

    Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

 

A SOLUÇÃO PARA PARAR O ISLAM

Fonte/Source: Iranian-American Human Rights Activist Warns of Devious Islamic Threat That Will Topple the U.S. Constitution.


A SOLUÇÃO PARA PARAR O ISLAM

POR TIAO CAZEIRO

9 de Janeiro de 2017

Aynaz “Anni” Cyrus

Neste artigo, Aynaz “Anni” Cyrus apresenta uma ‘solução para parar o Islam‘ através de um poderoso e humanístico plano.

Este vídeo infelizmente não está legendado em Português.

O artigo está divido em duas partes. Na primeira, — para quem ainda não a conhece, — apresentarei Aynaz, uma pessoa absolutamente bonita, adorável e muito forte. Na segunda, vou mostrar a solução para parar o Islam, sugerida por Aynaz.

O texto a seguir foi retirado do próprio site da Aynaz e inseri apenas o relevante.


Live Up to Freedom

Sobre a autora Aynaz “Anni” Cyrus

Aynaz ficou noiva quando criança em seu país de origem, o Irã. Seu pai é um sheik e sua mãe uma professora de Alcorão.

Foi abusada e presa quando adolescente. Escapou para a América e agora defende mulheres e meninas que sofrem sob a lei Sharia.

Sua missão é trazer esperança e cura para mulheres e meninas que tiveram a infelicidade de serem expostas à praga da ideologia Islâmica. Ela experimentou, in loco, os horrores de viver sob a teocracia Islâmica no Irã.

Aynaz “Anni” Cyrus é uma Iraniana que rejeitou o Islam e fugiu do Irã para a América legalmente na adolescência. Foi para os Estados Unidos após vários anos de perseguição, tortura e prisão.

Aynaz foi chicoteada ao todo 109 vezes em várias ocasiões. Foi também estuprada, espancada, torturada e vítima de vários horrores quando vivia sob a mão pesada do Islam; foi encarcerada 12 vezes antes de chegar aos 14 anos de idade pelo simples motivo de cantar em público, sem perceber, que os cabelos estavam à vista sob o seu hijab.

Aynaz conhece profundamente a séria situação das mulheres Muçulmanas que vivem sob a Lei Sharia. Testemunhou o suicídio de mulheres, desesperadas por não poderem abandonar o Islam, e viu o seu melhor amigo ser selvagemente sodomizado por guardas na prisão; sem dúvida alguma está muito familiarizada com a horrorosa perseguição imposta pela crueldade do Islamismo.

Aynaz foi vendida para casar quando muito jovem e o divórcio foi negado pelo seu marido, um homem violento e abusivo, simplesmente por ser mulher. Ela jurou escapar e se tornar uma voz para aquelas mulheres silenciadas, oprimidas e crianças que vivem num pesadelo diário, coisa que a maioria de nós não tem a mínima noção do que isso representa.

Finalmente, tomou coragem e fugiu da opressão, agora vive como cidadã Americana e faz da sua vida uma missão, para levar a todos a verdade sobre a ameaça do Islamismo, que o politicamente correto e a parcialidade da mídia ignoram.

Aynaz trabalha para proteger e defender os direitos das mulheres e meninas sob a opressão da Lei Sharia em todos os lugares. Luta para aumentar a conscientização sobre sua situação através de vídeos virais informativos, entrevistas de rádio, postagens em blogs e em seu website “Live Up To Freedom”.

A crítica de Aynaz ao Islam e os esforços para conscientizar as pessoas sobre a violenta ideologia Islâmica resultaram em ameaças de morte no exterior e nos Estados Unidos. No entanto, continua trabalhando, com espírito inabalável, sempre franca e corajosa, como uma leoa atravessando o Serengeti.

Com base no conhecimento e na experiência de primeira mão, ela se manifesta contra práticas como mutilações genitais femininas, homicídios de honra e aplicações da Lei da Sharia que justificam o espancamento, o apedrejamento e o estupro.

O intelecto e a astúcia de Aynaz foram ignorados quando jovem no Irã, apesar de serem classificados como “excepcionais” num exame nacional de inteligência e escolástica. Foi negada a ela a oportunidade de cursar o ensino médio. Mas, através da força de vontade e tenacidade, não permitiu que isso a impedisse. Hoje ela é uma especialista em gráficos e desenvolvedora de website, e produtora de rádio digital.

Além de vídeos no Facebook e YouTube, alguns de seus trabalhos mais impressionantes é a produção do programa online The Glazov Gang com Jamie Glazov, além de manter o seu próprio show online “The Unknown“, onde educa e informa sobre a realidade do Islam e as ameaças que os Americanos e defensores da liberdade enfrentam.

Além de manter seu site ‘Live Up to Freedom’, possui um espaço aéreo regular na rede LUTF. Você pode ouvi-la todos os Sábados no show. Visite o site ‘Live Up to Freedom’ para obter mais informações.

Aynay é uma mulher extremamente corajosa; defensora da verdade, que continua trabalhando incansavelmente para ajudar as pessoas oprimidas sob a ameaça da Lei Sharia. — (Cyrus, A., 2016).


A SOLUÇÃO PARA PARAR O ISLAM”

Uma ideia simples e muito bem-vinda, principalmente de alguém que sabe o que está falando. Na verdade não é uma ideia nova, mas a atitude e o incentivo sim.

Em suma, no vídeo, Aynaz pede a todos que leiam o Alcorão, principalmente as quatro suras chamadas de Surah An-Nisa, “A Mulher”.  De acordo com ela, — que tem uma mãe professora de Alcorão — essas suras reduzem a mulher ao absoluto nada. Leia:

Surah An-Nisa 4:3 — “Se temerdes ser injustos no trato com os órfãos, podereis desposar duas, três ou quatro das que vos aprouver, entre as mulheres. Mas, se temerdes não poder ser equitativos para com elas, casai, então, com uma só, ou conformai-vos com o que tender à mão. Isso é o mais adequado, para evitar que cometais injustiças.”

O trecho marcado em vermelho, é conhecido em Inglês como: “those your right hand possesses” traduzido como “aquelas que a sua mão direita possui”. Esta frase é conhecida mundialmente como “as mulheres cativas que você possui”. Em outras palavras, ‘escravas sexuais‘. Isto é dito por todos os scholars como Raymond Ibrahim, Robert Spencer etc.

Eis aqui o texto em Inglês para quem quiser conferir, incluindo o link: Quran.com online.

SAHIH INTERNATIONAL (Surah An-Nisa 4:3)— “And if you fear that you will not deal justly with the orphan girls, then marry those that please you of [other] women, two or three or four. But if you fear that you will not be just, then [marry only] one or those your right hand possesses. That is more suitable that you may not incline [to injustice].”

Aynaz menciona ainda que quando muito jovem questionou porque Alá só se comunicava em Árabe e não em outra língua, “ele deveria saber muitas línguas, já que criou o mundo”; questionou também por que Alá criou a mulher para ser explorada sexualmente, estuprada, espancada, anulada etc. Claro, ela foi punida por isso.

Concluindo, ela tem razão e essa ideia gerou um artigo no site do Robert Spencer, porque é óbvio e simples. Todos precisam ler o Alcorão para ver o que Alá e o seu mensageiro Muhammad(Maomé) obrigam aos seus seguidores.

É um livro que todas as pessoas precisam ter pois só assim compreenderão o que milhares de pessoas estão dizendo ao redor do mundo, que o Islam é uma ideologia extremamente violenta e que prega o ódio e a perseguição aos Judeus, Cristãos e demais religiões. O Islamismo tem como missão dominar o mundo todo, subjugando todos aqueles que não se converterem ao Islam, ou então terão que pagar a Jizya (imposto de proteção) para não morrer.

O Alcorão vendido no Brasil é traduzido como “Deus” ao invés de “Alá”. O correto é “Alá”, pois de acordo com o próprio Alcorão: “Não há Deus senão Alá“.  A sura a seguir pode ser visualizada online aqui. A única alteração que fiz foi inserir ‘Alá’ ao invés de ‘Deus’ para ficar como deve ser.

Este texto rejeita totalmente o Cristianismo. 

Alcorão 4.171  
"Ó adeptos do Livro, 
não exagereis em vossa religião 
e não digais de Alá senão a verdade. 
O Messias, Jesus, filho de Maria, 
foi tão-somente um mensageiro de Alá e Seu Verbo, 
com o qual Ele agraciou Maria por intermédio 
do Seu Espírito. 
Crede, pois, em Alá e em Seus mensageiros 
e não digais: Trindade! 
Abstende-vos disso, que será melhor para vós; 
sabei que Alá é Uno. Glorificado seja! 
Longe está a hipótese de ter tido um filho. 
A Ele pertence tudo quanto há nos céus e na terra, 
e Alá é mais do que suficiente Guardião."

Finalizando, eis aqui três sugestões para você adquirir um Alcorão.  Duas em Português e uma em Inglês do sensacional Dr. Bill Warner, diretor e fundador do Political Islam.

Assim você ajuda o blog a prosseguir produzindo artigos de alta qualidade para conscientizar a sociedade Brasileira.

Clique nas imagens para mais informações.

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Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Por Que Os Iranianos Estão Finalmente Protestando Contra O Islam

Fonte/Source: Why Iranians Are Ultimately Protesting Against Islam – Raymond Ibrahim


Por Que Os Iranianos Estão Finalmente Protestando Contra O Islam

Por Raymond Ibrahim

4 de Janeiro de 2018

FrontPage Magazine

O que deu início em 28 de Dezembro, via protestos locais contra os altos preços dos alimentos em uma cidade ao norte de Mashhad, no Iran, se transformou em um protesto em massa mobilizando algumas centenas de milhares de Iranianos em cerca de duas dúzias de cidades, inclusive, e especialmente, Teerã, a sede do governo. Até agora, mais de 20 manifestantes foram mortos e muitas centenas foram presas no que foi amplamente descrito como “a crise interna mais grave que o país enfrentou nesta década.”

Os protestos evoluíram de tópicos mundanos sobre a economia a tópicos mais existenciais relacionados à liderança Islâmica. Dizem que centenas de milhares de manifestantes foram ouvidos gritando: “Nós não queremos uma República Islâmica”, e invocando bênçãos sobre o Reza Shah, o fiel reformador secularista e político que muito fez para Ocidentalizar o Iran até seu filho e sucessor, Muhammad Reza Shah ser deposto durante a Revolução Islâmica de 1979. Segundo a mídia do Oriente Médio, mulheres — como Maryam Rajavi — estão liderando os protestos atuais (e simbolicamente rejeitando as imposições Islâmicas removendo os seus hijabs publicamente).

Até o regime Iraniano percebe a inquietação atual como uma revolta contra o Islam. Em suas declarações iniciais depois que as primeiras manifestações entraram em erupção, o líder supremo, Aiatolá Khamenei, disse: “Todos os que estão contra a República Islâmica… juntaram forças para criar problemas para a República Islâmica e a Revolução Islâmica” (observe o adjetivo recorrente e revelador “Islâmica”).

Mesmo assim, “a mídia tradicional” vê a crescente pobreza e a frustração pela falta de liberdades sociais como os únicos motivos por trás da agitação atual. O que não percebem é que, se o Islam não se destina a ser “algo espiritual” praticado em privacidade, mas sim um sistema completo de governança, permeando toda a vida privada e social, os protestos em curso no Iran, enquanto giram ostensivamente em torno de questões econômicas, sociais e políticas, são em última análise protestos contra os ensinamentos Islâmicos com relação a questões econômicas, sociais e políticas, que a República Islâmica do Iran impôs à população desde que chegou ao poder em 1979.

Isso é evidente mesmo no novo grito de guerra dos manifestantes — “Morte ao Ditador” — em referência ao próprio líder supremo, Ayatollah Ali Khamenei. Por sua própria natureza, a lei Islâmica — tanto Sunita quanto Xiita — exige um governo ditatorial. Contanto que um califa, sultão ou emir governe a sociedade de acordo com a Sharia, Muçulmanos devem obedecer a ele — mesmo que seja um personagem desprezível e cruel.

Depois de examinar uma série de regras Islâmicas de exegetas competentes, bem como uma série de declarações atribuídas ao profeta Muçulmano Muhammad e no Alcorão, sobre a importância dos Muçulmanos seguirem a lei Islâmica — que é a única questão relevante quando os Muçulmanos devem ou não procurar derrubar seu governante —Ayman al-Zawahiri escreve,

“Em suma: É proibido derrubar um tirano, mas é um dever derrubar um infiel. Se o governante é despótico, torna-se ilegal que um Muçulmano reúna outros Muçulmanos para condená-lo, porque se o fizerem, se tornarão em agressores e o sultão terá a incumbência de lutar contra eles (The Al Qaeda Reader, p. 122).

Como acontece, a opressão social em questão no Irã via protestos — desde o status de segunda classe para mulheres até a proibição de todas as formas de expressão crítica ao Islã, seu profeta e seu representante na terra — é obrigatório pela lei islâmica, consequentemente tornando os manifestantes em “agressores”.

Mas até mesmo os aspectos econômicos dos protestos são em grande parte subprodutos das aspirações Islâmicas. Como disse Donald Trump na sexta-feira passada, finalmente o povo Iraniano está esperto e entendendo como o dinheiro e a riqueza estão sendo roubados e desperdiçados pelo terrorismo. De fato, o sofrimento econômico das pessoas chegou em um momento em que o regime se tornou rico — especialmente através de Barack Obama, dando-lhes mais de US$ 100 bilhões como parte de um acordo nuclear. O motivo da disparidade é que o regime tem e continua gastando grande parte de sua riqueza na tentativa de realizar seus ideais Islâmicos declarados; isto é, prefere apoiar o Hezbollah (atualmente a organização terrorista mais rica de acordo com a Forbes) e o Hamas (terceiro mais rico), contra o inimigo “infiel” do Islan, Israel, em nome e para a maior glória de Alá, em vez de alimentar seu povo.

Aliás, porque o direito de protesto é um dado no Ocidente e, portanto, ocorre com frequência — inclusive em questões triviais e/ou até absurdas, como quando estudantes universitários planejaram um “sh*t-in“, ocupando banheiros como forma de exigir mais “instalações neutras no que se refere ao gênero” — as graves consequências dos atuais protestos no Iran podem ser facilmente subestimadas. Objetivamente falando, são indicativos de quão fartos os Iranianos estão — e os riscos fatais que estão dispostos a correr — o que, sem surpresa, também remonta ao Islam:

“Manifestantes também podem enfrentar a pena de morte quando os casos forem julgados, de acordo com o chefe do Tribunal Revolucionário de Teerã, informou a AP. A agência de notícias semioficial de Tasnim do Iran citou Mousa Ghazanfarabadi dizendo: “Obviamente, uma de suas acusações pode ser Moharebeh”, ou travar uma guerra contra Deus [Alá], o qual é uma ofensa com pena de morte no Irã.

Moharebeh é precisamente o que al-Zawahiri se refere no trecho acima: a única razão legítima para derrubar um governante Islâmico é o fracasso de governar de acordo com o Islan —do qual Khamenei e seu regime dificilmente poderão ser acusados (visto pelo prisma Xiita, que é o caso). Procurar destituí-lo porque é pessoalmente corrupto, despótico, cruel ou gastando mais dinheiro na jihad do que em alimentação é proibido e transforma os manifestantes em agressores contra Alá, um crime digno de punição, incluindo a morte.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Trump Abole Mito Venerado: “Ressentimento Contra Israel”

Fonte/Source: Trump Scraps Cherished “Israel Grievance” Myth – Raymond Ibrahim


Trump Abole Mito Venerado: “Ressentimento Contra Israel”

Por Raymond Ibrahim

27 de Dezembro de 2017

ÓDIO À AMÉRICA; ESMAGUE ISRAEL

Frontpage Magazine

A nova estratégia de segurança nacional do Presidente Trump não é apenas notável por trazer de volta ao paradigma — palavras como “jihadismo” e “sharia” — mas por abolir, a saber, a longa e muito enraizada noção de que Israel é a raiz de toda a turbulência que afligi o Oriente Médio. De acordo com o novo documento estratégico,

“Por gerações, o conflito entre Israel e Palestinos tem sido visto como o prime irritant impedindo a paz e a prosperidade na região. Hoje, as ameaças das organizações terroristas jihadistas e do Irã estão constatando que Israel não é a causa dos problemas da região. Países têm cada vez mais encontrado interesses comuns com Israel no enfrentamento das ameaças comuns.

A importância disso não pode ser minimizada. Durante décadas, a posição oficial do establishment defendida por políticos, acadêmicos e jornalistas de todas as estirpes buscando desculpas para toda raiva, violência e terror jihadista que assola a região foi a criação de Israel. Uma vez que o estado Judeu é mais forte do que seus vizinhos Muçulmanos, estes sempre foram apresentados como frustrados e “oprimidos” fazendo o que podem para alcançar a “justiça”. Não importa quantos foguetes foram lançados em Tel Aviv pelo Hamas e Hezbollah, e não importa como a sede de sangue anti-Israelense foi articulada em termos distintamente jihadistas, isso sempre foi apresentado como prova óbvia de que os Palestinos sob Israel são tão oprimidos que Muçulmanos não têm outra escolha senão recorrer ao terrorismo.

E assim, como em todas as falsas narrativas, a sobrevivência nesse caso baseou-se em ocultar a maior e mais completa imagem, como capturada pela seguinte questão: se os Muçulmanos recebem passe livre quando sua violência é dirigida contra os mais fortes, como podemos racionalizar a violência quando é dirigida contra os mais fracos — por exemplo, os milhões de Cristãos nativos que vivem no mundo Muçulmano? De acordo com estatísticas confiáveis ​​publicadas anualmente, cerca de 40 das 50 piores nações para alguém ser Cristão são de maioria Muçulmana. Das 21 nações absolutamente piores— 18 das quais são Muçulmanas — “100 por cento dos Cristãos experimentam perseguição.”

As racionalizações usadas para minimizar a violência Muçulmana contra Israel simplesmente não podem funcionar aqui, porque agora os Muçulmanos são maioria — e são violentos e opressivos para com suas minorias, de tal forma que o tratamento Israelense dos Palestinos parece invejável. Em outras palavras, a perseguição Cristã é talvez o exemplo mais óbvio de um fenômeno o qual a mídia dominante quer ignorar a existência — o supremacismo Islâmico, a verdadeira fonte do conflito Árabe-Israelense.

Numericamente superados e politicamente marginalizados no mundo Islâmico, Cristãos simplesmente desejam rezar em paz, e ainda assim são perseguidos e atacados; suas igrejas são queimadas e destruídas; suas mulheres e crianças são sequestradas, estupradas e escravizadas. Esses Cristãos são muitas vezes idênticos aos seus concidadãos Muçulmanos em raça, etnia, identidade nacional, cultura e linguagem; geralmente não há disputa política ou de propriedade sobre os quais a violência poderia ser responsabilizada. O único problema é que são Cristãos — são não-Muçulmanos — da mesma categoria que os Israelenses se enquadram.

A partir desse ponto, entende-se também por que o que foi descrito por algumas autoridades como “genocídio” de Cristãos nas mãos de Muçulmanos no Iraque, Síria, Nigéria, Somália, Paquistão e Egito — Muçulmanos que pouco se importam com Israel e Palestinos — é uma das histórias mais dramáticas, mas também menos conhecidas do nosso tempo. A mídia simplesmente não pode retratar a perseguição Muçulmana aos Cristãos — que em essência e forma equivale a massacres não provocados — como uma “disputa de terra” ou um produto do “ressentimento” (de qualquer jeito, são as ostracizadas e perseguidas minorias Cristãs nativas que devem estar ressentidas). E sendo assim a mídia não pode articular tais ataques Islâmicos contra os Cristãos através do paradigma do “ressentimento” que funciona tão bem na explicação do conflito Árabe-Israelense, seu principal recurso é omitir qualquer informação.

Semelhante é o caminho de todos os apologistas do Islã: ignorar ou acalmar a agressão Muçulmana — e, nesse vácuo, distorcem e apresentam respostas não-Muçulmanas como as origens do conflito. Isto é especialmente prevalente no representação da história. Assim, John Esposito da universidade de Georgetown afirma que “cinco séculos de convivência pacífica [entre o Islã e a Europa] decorreram antes que eventos políticos e um jogo de poder papal imperial levassem a uma série de séculos conhecidos como guerras santas [as Cruzadas] que a Europa enfrentou contra o Islã e deixou um legado persistente de mal-entendidos e desconfiança”. Na realidade, esses “cinco séculos de convivência pacífica” viram os Muçulmanos aterrorizando e conquistando mais de três quartos da Cristandade; mas este fato inconveniente raramente é mencionado, pois o conhecimento dele arruína a narrativa do “Ressentimento-Muçulmano”, assim como da mesma forma o conhecimento da perseguição Muçulmana moderna de Cristãos o arruína.

De qualquer forma, é revigorante ver que o sol está atravessando a escuridão da fraude que tem por muito tempo nublado a realidade do Oriente Médio, inclusive apresentando vítimas como agressores e agressores como vítimas. Mesmo assim, com o retorno de palavras como “jihadista” no discurso formal no caso do Trump, alguém duvidará se o establishment seguirá o exemplo, já que a polarização da América continua ininterrupta.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis