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XIISMO, SUFISMO E GNOSTICISMO

Fonte/Source: Shi‘ism, Sufism and Gnosticism


Por Tiao Cazeiro

A comunidade Dervish Gonabadi está mais uma vez sob pressão total do regime Iraniano, literalmente em guerra nas ruas. Ativistas publicaram imagens recentes (3/2/18) mostrando membros da comunidade impedindo a prisão do famoso líder Sufi Dr. Noor Ali Tabandeh, pelas forças de segurança do estado, a IRGC Basij.

Ridicularizando o que ele descreveu como “comportamento provocativo”, o líder de 90 anos dos Dervixes de Gonabadi citou em sua mensagem de voz: “Muito trabalho foi feito para manter a paz no país, embora às custas de ser espancado em nossas cabeças; ainda assim, o país está calmo, mesmo assim. Não o perturbe [a paz] em vão. Não há ninguém que ameace minha vida ou minha casa. Eles querem um show off. Esta é uma abordagem errada.”


XIISMO, SUFISMO E GNOSTICISMO

Por Dr. Hajj Nour Ali Tabandeh

Dr. Hajj Nour Ali Tabandeh

Xiismo, Sufismo E Gnosticismo [1]

“Meu Senhor! Expande meu peito, e facilite o meu trabalho, e afrouxe o nó na minha língua para que possam entender o meu discurso.” [2]

Com relação ao Xiismo e o Sufismo — duas palavras denotando a mesma realidade, entretanto, scholars contemporâneos, especialmente os Ocidentais, têm cometido vários erros.

Esses erros foram cometidos por ignorância ou intencionais. Desde o começo, a missão de alguns era criar corrupção dentro do Xiismo e instigar o sectarismo dentro do Islã, fornecendo informações ao seu próprio aparato colonialista. Muitos chegaram à mesma conclusão com sinceridade, embora fossem explorados por outros.

O primeiro erro que cometeram sobre esse problema foi no que diz respeito à data do surgimento histórico do Xiismo. Alguns dizem que começou após o falecimento do Imam ‘Ali, que a paz esteja com ele. Outros dizem que apareceu após o martírio do Imam Husayn, que a paz esteja com ele. Há outras opiniões desse tipo também. Seu erro é fazer confusão entre a aparência de um nome com a aparência de sua denotação. Enquanto um nome pode aparecer ou ser aceito em qualquer momento, não desempenha nenhum papel na questão principal. Quando uma escola de pensamento está em questão, não se deve prestar atenção a meros rótulos. Da mesma forma como os Xiitas eram às vezes chamados de Xiitas de ‘Ali e às vezes de Shu’ubites [3], porque os Xiitas se apegaram a este verso do Alcorão em que Deus [sic] diz:

[Alcorão 49:13] Ó humanos, em verdade, Nós vos criamos de macho e fêmea e vos dividimos em povos e tribos, para reconhecerdes uns aos outros. Sabei que o mais honrado, dentre vós, ante Deus, é o mais temente.” [4]

Isso porque havia não Árabes que se converteram ao Islã e que esperavam que não houvesse diferença entre eles e os Árabes. Infelizmente no entanto, entre os califas, com exceção do Imam ‘Ali e o Imam Hasan, tais diferenças eram mais ou menos feitas. Em reação a isso, os Xiitas se referiram a esse verso. Havia também uma período durante o qual eram chamados de Rafidi, que significa “aqueles que abandonaram sua religião.” Deste modo, os Xiitas foram chamados por uma variedade de nomes, mas, como foi mencionado, a aparência de um nome não é motivo para a ausência anterior de denotação.

[1] Este artigo foi escrito em resposta a uma carta inquirindo sobre as relações entre Xiismo, Sufismo e Gnosticismo. O autor se explicou em linguagem simples a pedido do correspondente. Foi publicado em Persa no Journal Erfàn-e Iran, (2000) Vol. 2, nº 7, 11-23.

[2] Alcorão (20: 25-28)

[3] Esta palavra vem de sha’b que significa povo, nação ou tribo. [Tr.]

[4] Alcorão (49:13).

Gonabadi Dervishes Celebrando Eid Al-Fitr em Teerã, Capital do Irã.

Temos que observar a diferença entre as visões Xiitas e Sunitas dentro do Islã, e quais são os princípios para que possamos discernir quando o Xiismo se originou, com base no surgimento de seus princípios.

Após o falecimento do Profeta (Muhammad/Maomé), ‘Ali, ‘Abbas, o tio do Profeta, e talvez algum dos outros Hashimites ocuparam-se com o enterro. Enquanto estavam ocupados, um grupo reuniu-se em um lugar conhecido como Saqifah Bani Sa’idah, e nomearam Abu Bakr como califa em um processo narrado na história. Assim Abu Bakr tornou-se o primeiro califa. Depois de Abu Bakr, ‘Umar tornou-se califa e depois dele ‘Uthman. O quarto foi ‘Ali, que a paz esteja com ele.

Desde o início, após o falecimento do Profeta, aqueles que desaprovaram o evento de Saqifah Bani Sa’idah disseram que, assim como o Profeta não foi selecionado por nós, mas escolhido por Deus, da mesma forma, seu sucessor não deveria ser selecionado pelas pessoas, e as pessoas não têm o direito de fazer isso, mas deveria de acordo com a vontade de Deus.

Eles continuaram, pois o nosso Profeta é o último dos profetas, não há mais revelações, mas, porque qualquer coisa que o Profeta disse equivale à revelação, como é explicitamente afirmado pelo verso “Nem fala por capricho. Isso não é senão a inspiração que lhe foi revelada.” [5] aquele nomeado pelo profeta é nomeado pelo próprio Deus. O Profeta nomeou ‘Ali para ser seu sucessor em vários momentos durante sua missão. Portanto, o sucessor do Profeta é ‘Ali, e não alguém nomeado pelo povo.

Aqueles Sunitas que aceitam o evento de Saqifah dizem que, como as pessoas estavam reunidas lá e escolheram o califa, a escolha deles é válida, e ele é o califa (embora, essa posição também tenha sido criticada, já que todas as pessoas ou os chefes e tomadores de decisão não estavam presentes).

Historicamente falando, não há dúvida que depois do Profeta, Abu Bakr, em seguida ‘Umar, em seguida ‘Uthman, em seguida ‘Ali, e em seguida Imam Hasan tornou-se califa.

Mas os Xiitas dizem que a verdadeira sucessão do Profeta, isto é, o seu califado espiritual, é o certo, ou melhor, o dever de ‘Ali. A principal diferença e desacordo ocorrem deste ponto. Os seguidores de Abu Bakr, ‘Umar e ‘Uthman foram nomeados Sunitas, enquanto os seguidores de ‘Ali e Imam Hasan eram chamados de Xiitas.

Então a principal diferença entre Xiitas e Sunitas é que o último permite que as pessoas escolham o califa enquanto o primeiro acredita que o califado deve ser determinado de acordo com a ordem e o decreto do Profeta.

É óbvio que ‘Ali foi nomeado pelo Profeta, e como sempre deve ter um representante divino na face da terra, depois de ‘Ali, quem for nomeado por ele será o califa, e assim por diante. Se tomarmos essa diferença em consideração, veremos que a base do Xiismo apareceu imediatamente após o falecimento do Profeta, mas não se pode dizer que tenha ocorrido. A diferença já estava presente, mas durante a vida do Profeta isso não emergiu porque não havia nenhuma razão para isso. Após o falecimento do Profeta, as diferentes inferências tornaram-se aparentes.

[5] Alcorão (53: 3-4).

Assim, o Xiismo apareceu desde o momento da morte do Profeta. Entretanto, mais tarde, o Islamismo Xiita e Sunita atraiu outros materiais e ideias enquanto avançava no decorrer da história para que cada uma delas se transformasse num sistema de regras e ideias. Os princípios básicos do Xiismo são os mencionados acima. Poderíamos dizer que todo poeta, escritor e Sufi é um Xiita que acredita no walayah de ‘Ali, isto é, que ‘Ali é o sucessor imediato e verdadeiro do Profeta, e que este é o seu direito exclusivo. Considerando este ponto, pessoas como Sa’di, Hafiz e Rumi, e em geral, todos os grandes Sufis eram Xiitas.

Se diferem de acordo com seus preceitos jurisprudenciais, essa diferença é irrelevante à questão básica, assim como existem inúmeras questões na lei Islâmica sobre as quais juristas Xiitas e Sunitas discordam que também circulam entre os próprios juristas Xiitas. No entanto, o ponto básico é que alguém que acredita no walayah de ‘Ali pode ser considerado Xiita. Portanto, como já mencionamos, o Xiismo surgiu logo após o falecimento do Profeta, embora seus ensinamentos já estivessem presente. Isto não era evidente porque não havia oponente para negá-los.

Quando scholars estrangeiros não-Muçulmanos investigam uma ideia, não envolvem a escola de pensamento em si e seus princípios; em vez disso, se concentram nos fenômenos exteriores. Portanto, como ‘Ali às vezes ajudava os califas a cumprirem as regras da lei Islâmica, tais scholars não consideram que esse período seja o da existência ou surgimento do Xiismo. Tomam como critério deles, para o surgimento do Xiismo, o tempo em que surgiram diferenças entre ‘Ali e os califas. Claro, esse erro também persuadiu os pesquisadores Muçulmanos, especialmente aqueles que são ignorantes da espiritualidade básica dos primeiros Muçulmanos. Ao longo da história sempre houve inúmeros desentendimentos entre essas duas idéias — a Ideia Xiita de nomeação do líder, e a ideia Sunita de eleição.

Os califas estavam constantemente ocupados com a destruição da ideia Xiita através de vários meios, e até perseguiram os proponentes dessa ideia, os Xiitas, para que praticassem a dissimulação (taqiyyah) durante todo o período dos Imams, e até mesmo mais tarde. Esta é a causa do encorajamento da dissimulação entre os Xiitas. Com relação a isto, existem histórias famosas, como aquela sobre ‘Ali ibn Yaqtin, que era um ministro de Harun al-Rashid e praticou a dissimulação. Dessa forma, vários Xiitas foram obrigados a se aposentarem para não serem descobertos, e para que pudessem organizar suas ideias e crenças e orientar os outros.

Eles encontraram outro nome na história do Islamismo, esse nome era Sufi, e pouco a pouco o termo tasawwuf (Sufismo) se tornou atual. Não faz diferença o que etimologicamente a palavra Sufismo significa. O que normalmente é dito e no que diz respeito a, é que tasawwuf deriva da raiz suf, que significa lã, e que tasawwuf significa estar usando roupas de lã. Os Sufis geralmente usavam lã e há relatos de que os profetas também vestiam lã. Como a lã é especialmente grosseira, e é desconfortável para o corpo, não se pode dormir muito tempo com isso, e o mantém acordado para orar.

É por isso que uma história do livro Tadhkirah al-Awliyya [6] foi escrita, de acordo com alguém (Sufiyan Thuri) que encontrou o Imam Ja’far Sadiq, que a paz esteja com ele, na estrada. Ele viu que o Imam estava vestindo uma roupa cara feita de seda e lã (khazz), [7] então, foi até ele e depois de cumprimentá-lo disse:

Ó filho do Apóstolo de Alá! Não é apropriado para você, como o filho do Apóstolo de Alá, usar roupas suaves luxuosas.” O Imam pegou sua mão e colocou-a debaixo da manga. Ele viu que o Imam estava usando uma roupa interior de lã grosseira que irritava o seu braços. O Imam disse: “Esta é para Deus,” enquanto mostrava a roupa de lã; “E esta é para as pessoas,” disse, mostrando para a roupa macia.

[6] Sheik Faríd al-Dín ‘AììàrTadhkirah al-Awliyyà, Muåammad Isti’làmí, ed. (Tehran: Zavvàr, 1363/1984), [15].

Dr. Hajj Nour Ali Tabandeh

A ocorrência de tal história e tal encontro, mesmo que não acreditemos que realmente acontecido, na escrita de Sheik ‘Attar, que diz que a peça de lã é para Deus, indica que os grandes Sufis, que na época tinham como chefe Hazrat Ja’far Sadiq, considerava o vestuário de lã áspero como um sinal de adoração e preparação para o culto.

Em qualquer caso, aparentemente, é mais adequado considerar a palavra Sufismo (tasawwuf) como sendo derivada da raiz (lã). Na verdade, existe um outro nome que foi aplicado a este grupo, [isto é, os Xiitas] que ganhou repercussão. Da mesma forma, vemos isso hoje, por exemplo, em um país cujo governo é contra o Islã e que se proclama secular, dissolver um partido Islâmico e destruír seu nome; mas o mesmo grupo sob um nome diferente forma um outro partido, e por um tempo continua suas atividades. O Xiismo procedeu da mesma maneira, isto é, na história do Islamismo, o Xiismo se mostrou sob outro nome, ou seja, Sufismo.

A base do Sufismo desde o início, em relação às doutrinas, foi assim porque o sucessor do Profeta é ‘Ali, e porque entre os companheiros do Profeta, ‘Ali era o mais excelente. No entanto, na prática eles tinham vários estilos de vida, da mesma maneira que os Xiitas acreditam que todas as idades têm seus próprios requisitos. ‘Ali, por exemplo, teve uma vida exteriormente humilde e pobre. Apesar de ter fundado muitas palmeiras através de seu próprio trabalho, recebeu doações de todos e nunca tirou proveito próprio. Em contraste, Imam Ja’far Sadiq teve uma vida externa de luxo e riqueza. Cabe ao Imam, a grande pessoa de seu tempo, decidir de acordo com as demandas dos tempos em que vive. Assim, no decorrer da história, descobrimos que às vezes o Sufismo assume a forma de ascetismo e reclusão, e em outras ocasiões, ou no caso de certas pessoas, aparece como atividade social e luta (struggle).

Do mesmo modo, observamos diferentes estilos de vida ao longo da história, mas nenhum deles é a base do Sufismo. O fundamento do Sufismo é nada mais que um executor (wasayat) [8] e walayat, e não outros assuntos estranhos.

Os outros assuntos surgiram ao longo da história por causa das demandas dos tempos. O mesmo erro que surgiu em relação ao Xiismo e a palavra tashayyu’ também apareceram em relação ao Sufismo. Alguns dizem que pela primeira vez apareceu no segundo/oitavo século. Consequentemente, todo escritor parece ter sua própria teoria, no entanto, o Sufismo é a própria essência e significado de Xiismo.

[7] Existe uma razão para as diferenças nas vidas dos Imams, por exemplo, Hazrat Ja’far Sadiq e Imam Hasan com ‘Ali, e este é outro problema que temos de passar por um momento.

[8] Wasayat significa que o sucessor deve ser nomeado de acordo com o testamento final do antecessor, não pela eleição do povo.

Na história do Xiismo, algumas pessoas prestaram mais atenção às regras da lei Islâmica, e apresentaram suas teorias a respeito disso. São eles os fuqaha (juristas da lei Islâmica).

Outro grupo de Xiitas deu prioridade às questões doutrinárias e ao caminho da perfeição em relação a Deus. Estes são os Sufis. Na verdade, eles são, como a expressão a seguir, como os dois braços de um corpo. No entanto, muitas vezes, sem perceber isso, alguns afirmam que há oposição entre esses dois grupos. Muitos Orientalistas fazem o mesmo, porque quanto mais oposição entre eles, mais os Orientalistas se beneficiam.

A base e o espírito do Islã estão no Xiismo e o espírito do Xiismo está no Sufismo. O Sufismo não é outro senão o Xiismo, e o Xiismo real nada mais é que o Sufismo.

É aqui que os pesquisadores encontraram outro terreno, mas um terreno que também cria cismas. Somente Deus sabe se isso foi deliberado ou não intencional. De qualquer modo, alguns dizem que o Sufismo foi criado para destruir o Xiismo e para estragar o Islã. Eles fizeram alguns pseudo-Sufis a seu critério, e se referiram a alguns pretendentes do Sufismo que não prestaram atenção aos assuntos espirituais ou cujos links de suas fontes estavam partidos. Como no Sufismo, de acordo com os princípios do Xiismo, apenas aqueles que foram explicitamente nomeados pelo guia anterior e um pir (um santo Muçulmano ou um homem santo), merecem liderança e orientação das pessoas, e todos concordam que essa permissão de orientação continuará até o dia da ressurreição.

No entanto, os doze Xiitas acreditam que durante a ocultação do Imam, aquele que for nomeado pelo Imam só tem o direito de fazer bay’at [9] com os fiéis. Ele também tem o direito de nomear seu sucessor, de modo que a corrente continue. Portanto, aquele que a permissão chegar de mão em mão ao Imam tem liderança legal, legítima e orientação, e de outra forma sua corrente estará partida. Quantos tiveram suas correntes quebradas, mas com base em suas próprias opiniões pessoais propuseram questões como Sufismo que não fazem parte do Sufismo. Há um pequeno número de pesquisadores que notaram isso. Por exemplo, em um livro que foi traduzido em Farsi, Místicos e Comissários, [10] os autores, Alexander Bennigsen e S. Enders Wimbush, analisaram o Sufismo na antiga União Soviética e disseram que o Sufismo não é uma seita e nem um movimento de renegados, mas uma parte inseparável do verdadeiro Islã. Os analistas Ocidentais, em particular, são aptos para fecharem os olhos para essa realidade, e se referem repetidamente ao Sufismo como um fenômeno estranho ao Islamismo, e mesmo como um desvio disso. Desde as antigas forças da ex-União Soviética que se opunham à religião estavam no poder do governo, o pesquisador que investigar as condições na União Soviética chegará a esta conclusão [que o Sufismo não é separado do Islamismo].

Outro argumento frequentemente mencionado por alguns Orientalistas é que o Xiismo, e de acordo com outros, o Sufismo, era uma maneira pela qual os Iranianos combatiam a governança dos Árabes depois que os mesmos conquistaram seu país e derrotaram sua dinastia real e governo. Eles argumentam que foi assim que os Iranianos mostraram sua reação, e que a história de grande parte da resistência Sufi deixa claro que foi isso que levou à libertação do Irã das correntes estrangeiras.

No entanto deve-se notar que não foram os Árabes, mas o Islã que conquistou o Irã. Por exemplo, quando os exércitos do Islã vieram ao Irã, conseguiram sua conquista até a cidade de Rayy, e as pessoas se tornaram Muçulmanas. Depois, todos aceitaram o Islã de bom grado.

[9] Com relação ao bay’at, veja o artigo do mesmo autor.

[10] Traduzido em Farsi por Afsaneh Munfarid (Teerã: 1998), p. 214.

A comparação de dois assuntos abrange o caminho para uma compreensão da causa disso. Por um lado, é narrado que Anushiravan convidou os ricos comerciantes do bazar e pediu-lhes que lhe emprestasse dinheiro para realizar a guerra. Depois que terminou seu discurso, um sapateiro disse: “Estou pronto para lhe dar todo valor que você precisa, não como um empréstimo, mas como um presente. Existe apenas uma condição, que você permita que meu filho se alfabetize e estude.” Anushiravan ficou bravo: “Eu deveria permitir que o filho de um sapateiro estude!?” Ele não aceitou. Por outro lado, os comandos do Islã “Procurar o conhecimento é obrigatório para todos os Muçulmanos.” Da mesma forma, após a Batalha de Badr, quando os cativeiros foram trazidos e suas famílias vieram pagar o resgate, o Profeta disse: “Qualquer um desses cativos que ensinar a ler e escrever para sete Muçulmanos será libertado.”

Compare essas duas questões — além do aspecto espiritual, se você apenas olhar para o aspecto externo — quando dois exércitos, um com o primeiro tipo de pensamento e o último, confronte-os, quem sairá vitorioso?

De qualquer forma, é o Islã que conquistou o Irã. Os Iranianos sempre gostaram do Islã e dos Muçulmanos. Todas as suas revoluções contra governos estrangeiros, se fossem realizadas ao mesmo tempo preservando o Islã, alcançariam seus objetivos, como a insurreição de Abu Muslim Khorasani, ou a insurreição de Sarbedaran [contra o Mongóis], ou os Safavids, dos quais os dois últimos eram Sufis, entre outros. Aqueles que fizeram uma revolução apenas pela independência do Irã, mas que estavam realmente contra Islã, não foram vitoriosos. Pessoas como Hashim ibn Hakim (conhecido como al-Muqna’), Maziyar, Babak e Afshin são desse tipo.

Por essa razão, suas dinastias não sobreviveram e muitos deles desapareceram após um curto período de tempo. Não sobrou um traço sequer do seu pensamento. No entanto, os Orientalistas ignoram todos esses fatos e consideram o Sufismo e o Xiismo como revoltas Iranianas contra os Árabes e as interpretam como armas dessa luta, embora o Sufismo seja o mesmo que o Xiismo e o Xiismo é o mesmo que o Islamismo. Evidências históricas disto encontram-se no fato de que a revolta dos Safavids fez com que o Xiismo dominasse o Irã.

Outra questão que causa confusão e erros sobre o problema é que: é dito que o Sufismo é algo diferente de ‘irfan. Verdade, com relação às palavras, elas são duas coisas: nossas expressões diferem, mas Sua beleza é uma. [11] Esta dúvida foi criada há muito tempo; mesmo muitos dos opositores do Sufismo que escreveram refutações sobre isso expressaram sua aprovação do ‘irfan. Eles admitem que alguns estudiosos consideram que o ‘irfan e o Sufismo são os mesmos, mas negam isso.

Agora, vamos ver brevemente o que o termo irfan significa. Literalmente, ‘irfan é conhecer. Conhecer tem estágios diferentes. Por exemplo, Abraão, que a paz esteja com ele, que sabia, isto é, por sua própria natureza inata (fitrat) entendeu que este mundo tem um Deus e esse Deus governa todas as coisas, tinha algum conhecimento. Quando viu uma estrela, ele disse: “Este é o meu Deus.” Era a estrela brilhante, dizem ter sido Sirius. Mas quando a estrela se pôs, ele disse: “Eu não gosto dos que se põem.”

[11] Este é um ditado Árabe, comumente utilizado na cultura Iraniana e Árabe.

[12] Quando a lua apareceu — a qual, como regra, era uma Lua cheia — ele disse: “Este é o meu Deus.” Mas depois que ela se pôs, pensou novamente e disse: “Isto também se põe. Então, também, não é o Deus do mundo.” Isso significa que ele chegou a um estágio em que sabia que existia um Deus, e que esse Deus tem poder e grandeza, mas que, em sua imaginação primitiva, considerou que este Deus era corpóreo. Então o sol nasceu. Ele disse: “Certamente, isso é Deus.” Mas também se pôs, e ele então disse: “Eu viro o meu rosto para Aquele que criou os céus e a terra.”[13]

Nessa momento, em que reconheceu e entendeu que o Deus por Quem procurava não é um corpo e não é corpóreo, e que é Ele quem criou o céu, a estrela, a lua e sol.

Estes são estágios gnósticos (‘irfani). O estágio mais primitivo da gnose (‘irfan) foi este, o primeiro, no qual Abraão não sabia se o Deus que o criou era corpóreo ou não; que tipo de Deus é Ele? Gradualmente, chegou ao ponto em que Deus no Alcorão diz: “Dessa forma, mostramos a Abraão o reino (malakut) dos céus e a terra.” [14] Assim, todos os que conhecem Deus e percebem que existe um Deus tem um grau de gnose, porque a gnose não é uma questão absoluta. Isto é algo que, como dizem os filósofos, é formado (tashkiki), como a luz e a fé, que tem graus. Começa do menor grau, e se Deus o conceder sucesso, atinge graus mais elevados.

Por exemplo, imagine alguém em um deserto em que lá não há habitação. À distância, ele vê um ponto preto no ar limpo (este ar limpo deve ser entendido como a sua pura intenção). Ele só sabe que é um ponto preto, na medida em que sabe apenas que há algo lá. Quando se aproxima mais um pouco, vê que esse ponto preto se torna uma linha reta. Então ele reconhece, isto é, adquire a gnose, de que aquela coisa longe é um corpo longo. Se continua se aproximando e avança um pouco mais, verá que o corpo tem diferentes ramos. Percebe que é uma árvore com ramos. À medida que avança, vê que nos ramos há formas como folhas. Ele percebe que a árvore tem folhas, isto é, está viva. Ele vê que elas se agitam e sussurram. Entende que são afetadas pelo vento. Ao avançar, percebe que há coisas penduradas na árvore. Percebe que a árvore dá frutos. Avançando ainda mais, vê que o a fruta é uma maçã, ou tal e tal fruta. Assim, ele encontra a gnose (‘irfan). Quando chega bem perto e prova a maçã ou qualquer outra fruta, descobre que é doce.

Os mesmos graus de gnose aparecerão para quem segue o caminho do conhecimento de Deus. A gnose e o conhecimento de Deus ocorre da mesma maneira. Portanto, quando alguém é identificado como um gnóstico (‘arif) não significa que tenha algo do qual os outros estão absolutamente privados, e que ele tenha tudo. Ser gnóstico também tem graus. Existe um gnóstico e aquele que é mais que um gnóstico. O caminho para alcançar a perfeita gnose, isto é, a perfeição da gnose, é chamado de Sufismo. Isso significa que o Sufismo é a maneira prática de alcançar a gnose (‘irfan).

[12] Alcorão (6:76). [13]  Alcorão (6:79). [14] Alcorão (6:75).

Assim, o Sufismo e a gnose (‘irfan) são duas palavras que significam a mesma coisa, ou elas podem ser pensadas como os dois lados da mesma moeda, ou podemos dizer que a primeiro mostra o caminho e a último o resultado da caminhada. De qualquer modo, ambas são um e dois.

A oposição que agora volta e meia é reivindicada no Irã, existindo entre a gnose e o Sufismo, pode ser devido à má situação política. Eles não podem dizer coisas ruins sobre a gnose (‘irfan) porque muitas das grandes figuras a apreciaram, e isto é geralmente venerado. Por outro lado, não podem aceitar o Sufismo porque pode danificar sua vida mundana. Por isso, dizem que a gnose (‘irfan) é algo diferente do Sufismo. Há pessoas que anteriormente estavam seguindo o caminho do Sufismo e mais tarde se opuseram a ele e escreveram rejeições a ele. Para fortalecerem suas rejeições e para se desvincularem de seus passados, dizem que a gnose (‘Irfan) é bom, mas que é diferente do Sufismo. Continuam na medida em que muitos da geração mais velha estavam equivocados e pensaram que estes dois eram um. A partir disso é evidente que muitas das grandes figuras do passado atestaram esta verdade.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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Julgamento Revela Que Facebook Reabriu Conta De Extremista Muçulmano Nove Vezes

Fonte/Source: Trial Reveals Facebook Reinstated Muslim Extremist’s Account Nine Times After Suspensions – Breitbart


Excerto do artigo Facebook E Twitter Censuram Jihad Watch, Bloqueam Milhares De Leitores escrito por Robert Spencer e traduzido por este blog:

“E apesar da plataforma cada vez mais menor para aqueles que discordam da agenda socialista, globalista e internacionalista dessas elites sinistras e autoritárias, existe uma razão para estar confiante. Eles têm todo o dinheiro, todo o poder e todas as plataformas, e mesmo assim, Brexit foi votado, Trump foi eleito, e muito, muito mais está por vir. Afinal, existe uma arma que eles não têm do seu lado, e é por isso que, apesar de todo o seu sucesso intermediário, estão condenados ao fracasso: essa arma é, é claro, a verdade.” — Robert Spencer – Jihad Watch


Julgamento Revela Que Facebook Reabriu Conta De Extremista Muçulmano Nove Vezes

Por CHARLIE NASH

29 de Janeiro de 2018

facebook

Facebook suspendeu, mas reabriu nove vezes a conta de um extremista Islâmico, depois dele ter avisado que a empresa teria que responder a “Alá, o todo Misericordioso”, de acordo com um relatório.

O The Telegraph relatou na semana passada que o Facebook suspendeu a conta de Abdulrahman Alcharbati nove vezes “depois que ele publicou alguns vídeos repugnantes de propaganda do Estado Islâmico (ISIL), mas reabriu cada vez que ele se queixou”, até que finalmente foi encerrada permanentemente em Março passado.

“Seguindo uma série de e-mails irritados dirigidos ao Facebook — incluindo um em que ele diz: ‘Você ficará na frente do Criador Alá, o Todo Misericordioso e terá que responder por sua ação’ — a empresa cedeu e ele conseguiu continuar publicando vídeos glorificando o Estado Islâmico no Iraque e Levant (ISIL)”, explicaram.

“Entre os clipes que supostamente publicou, tinha um mostrando três soldados Sírios que foram espancados por uma multidão uivante e arrastados por motocicletas até a morte, na cidade de Raqqa. Outros mostraram crianças-soldados submetidas ao treinamento do ISIL e filmagens de um suicida que detonava um carro cheio de explosivos.”

Em apenas um dia em 2017, Alcharbati também compartilhou seis vídeos produzidos pelo ISIS (ou ISIL).

Depois de ser suspenso e reintegrado em várias ocasiões, Alcharbati advertiu: “Alá o responsabilizará por suas ações.”

Seguindo um mandato de busca, os policiais encontraram instruções sobre fabricação de bombas em seu telefone celular e Alcharbati está atualmente sendo acusado no Reino Unido com “seis acusações por disseminação de material terrorista e uma acusação por possuir um documento contendo informações que possam ser úteis para uma pessoa que prepara ou comete um ato de terrorismo.”

O Facebook recentemente parece estar mais interessado em lutar contra “falsas notícias” do que contra o terrorismo, embora seu recente programa de ‘verificação de fatos’ tenha sido encerrado depois de não conseguir dissuadir os usuários a clicarem em histórias com as quais os verificadores não concordam. O Facebook também está enfrentando a pressão da mídia convencional para limitar a ameaça da mídia alternativa.


Charlie Nash é repórter da Breitbart Tech. Você pode segui-lo no Twitter @MrNashington, ou em sua página no Facebook.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Cristãos “Abatidos Como Frangos”

Fonte/Source: Christians ‘Slaughtered Like Chicken’: Muslim Persecution of Christians, July 2017 – Raymond Ibrahim


Cristãos “Abatidos Como Frangos”: Perseguição Muçulmana aos Cristãos

Por Raymond Ibrahim

18 de Dezembro de 2017

Gatestone Institute

Luc Ravel, o Arcebispo Católico Romano de Estrasburgo “foi contra o caráter dos líderes da Igreja na França, que permaneceram em grande parte politicamente corretos”, diz um relatório, porque criticou “a mudança demográfica na França, dizendo que os Muçulmanos estão tendo muito mais filhos que os nativos Franceses e criticou a “promoção” generalizada do aborto.” E disse mais: “Os fiéis Muçulmanos sabem muito bem que a sua natalidade é tal que hoje em dia, chamam isso de… a Grande Reposição, e falam de uma maneira muito calma e muito positiva, “um dia tudo isso, será nosso”.

Outro líder Cristão, enquanto discutia sobre o Sudão em particular, mencionou o que os Cristãos em todo o mundo Muçulmano estão enfrentando, e o motivo. “O governo no Sudão quer Islamizar toda a população e quer acabar com o Cristianismo e outras religiões no Sudão”, diz o Pastor Strong. “Nós temos que pressionar o governo para que os direitos das pessoas de praticarem a sua fé abertamente sejam dados a eles.” Para conseguir isso, precisam do apoio da “Igreja global”, acrescentou, porque “estão envolvidos em provações, perseguição, fome — um monte de problemas. E, no entanto, no meio de tudo isso, eles se alegram. Estão sempre prontos para morrer, e testemunhar sua fé em todas as circunstâncias. Estão dispostos a servir, não importa o que tenham ou possam vir a perder.”

A reunião de Julho sobre a perseguição Muçulmana aos Cristãos em todo o mundo inclui, mas não se limita às seguintes informações:

Massacre Muçulmano de Cristãos

Paquistão: Em dia 24 de Julho, um homem-bomba Islâmico se explodiu numa área fortemente povoada por Cristãos. Pelo menos 26 pessoas foram mortas. De acordo com Bruce Allen, um ativista de direitos humanos, “O que a mainstream mídia não relata é que essa é a segunda maior colônia Cristã no Paquistão, onde a explosão ocorreu”, apenas dois quilômetros e meio aproximadamente de onde os “pastores do Paquistão se reúnem mensalmente, onde recebem apoio financeiro mensal, onde se reúnem para compartilhar os pedidos de oração, onde tem alguns centros de treinamento contínuos e coisas assim. “Depois de explicar quantos ataques terroristas suicidas atingem os Cristãos, contou como essa atividade constante de terror “coloca os Cristãos nesse estado de alerta elevado, e já vem acontecendo há algum tempo. Nós lembramos da última Páscoa, uma época de grande celebração, e aí acontece um ataque contra os Cristãos nos parques. E é com isso que vivem constantemente… Nós conversamos sobre o transtorno de estresse pós-traumático com pessoas em combate. Bem, aqui você tem uma população inteira de pessoas que tem a sua vida constituída disso: combate. E assim você tem o desgaste psicológico, espiritual e emocional.”

Separadamente, um “mestre” Muçulmano atormentou e depois matou seu “escravo” Cristão. Javed Masih, 32, o Cristão estava, de acordo com o relatório, “reembolsando uma dívida que sua família havia contraído há três anos…” Na realidade, ele era um escravo. “Depois que foi acusado de roubar uma bicicleta motorizada”, o Cristão foi repetidamente espancado com bastões e outros objetos. Ele foi levado ao hospital e morreu por conta da tortura. “A família procurou a justiça abriu um processo na polícia, mas como de costume, a polícia se recusou a aceitar o caso e o culpado e seus aliados ameaçaram a família Cristã para retirar a acusação. Como o irmão mais velho do morto explica: “Queremos justiça. Somos pobres e, portanto a polícia se recusa a nos ouvir e a registrar a queixa. Os grandes proprietários de terras estão ameaçando sérias consequências porque nos opomos a qualquer compromisso. Tudo isso é porque somos Cristãos e pobres. “O assassino disse que o morto cometeu suicídio, uma reivindicação que a família rejeita fortemente.

Egito: outro soldado Cristão foi morto por soldados (Muçulmanos) quando souberam que ele era Cristão. Joseph Reda Helmy acabara de completar seu treinamento militar quando foi transferido para Al-Salaam (“paz”), uma unidade de forças especiais, onde três oficiais o mataram. Ele é pelo menos o sexto soldado Cristão morto por sua fé nos últimos anos. De acordo com o pai do morto, “seu grande e forte filho chegou ao acampamento às 14 horas e às 20 horas já estava morto. “Seu primo, que buscou o corpo, disse que seu primo morto” tinha hematomas na cabeça, ombros, pescoço, costas e genitais, com as piores feridas ocorrendo em suas costas.” Ele também aprendeu com as testemunhas oculares que “os três oficiais começaram a assediar Helmy por causa de sua fé Cristã e que as marcas em seu corpo indicam que o chutaram com as botas e o bateram com instrumentos pesados.” Como em todos os casos anteriores em que soldados Cristãos foram mortos por seus colegas Islâmicos, o exército Egípcio disse aos parentes que os mortos haviam morrido de outra coisa, neste caso, de “ataque epiléptico”. Mas mesmo o “médico que examinou o corpo recusou-se a se curvar à pressão daqueles que o trouxeram e relataram que o a causa mortis não era natural.”

Além disso, sobre a matança jihadista de Cristãos viajando para um mosteiro do deserto no final de Maio de 2017, surgiram mais detalhes. Falando da cama do hospital, um dos sobreviventes do massacre, Mariam Adel, uma jovem mãe cujo marido e nove de seus parentes foram mortos no ataque, disseram que depois que os jihadistas abriram fogo no ônibus, foram a bordo e “ordenaram que saíssem do ônibus e disseram a todos para se converterem ao Islã.” “Renunciar a nossa fé? Claro que não”, Mariam falou sobre a reação coletiva das mulheres. “Se tivéssemos, poderiam ter nos deixado fora do ônibus e nos tratado bem. Mas nós só queremos Jesus e estamos confiantes de que ele não nos deixará.” Os militantes responderam roubando as mulheres da posse deles, o que justificaram como “espólios de guerra” devidamente recebido. Um menino de 10 anos cujo pai foi assassinado disse que “eles pediram ao meu pai para se identificar e depois lhe pediram que recitasse a profissão de fé Muçulmana. Ele recusou, disse que era Cristão. Eles atiraram nele e em todos os outros que estavam no carro. Toda vez que atiravam em alguém, gritavam: “Deus é grande”, ou mais, literalmente, “Alá é maior.”


Para mais informações (em Inglês) sobre os países envolvidos com a perseguição Muçulmana aos Cristãos acesse este link: Raymond Ibrahim.  O site disponibiliza um relatório sobre os casos de perseguição mundial desde Julho de 2011.

A perseguição aos Cristãos no mundo Islâmico tornou-se endêmica. Por conseguinte, o relatório sobre a “perseguição Muçulmana aos Cristãos” foi desenvolvido para reunir alguns — de modo algum todos — os casos de perseguição que se emergem a cada mês, cem dois propósitos:

  1. Documentar o que a grande mídia não faz: a perseguição habitual, senão crônica, aos Cristãos.
  2. Mostrar que tal perseguição não é “aleatória”, mas sistemática e inter-relacionada — e  que está enraizada em uma visão de mundo inspirada na Sharia Islâmica.

Para mais informações (em Inglês) sobre os países envolvidos com a perseguição Muçulmana aos Cristãos acesse este link: Raymond Ibrahim.  O site disponibiliza um relatório sobre os casos de perseguição mundial desde Julho de 2011.

A perseguição aos Cristãos no mundo Islâmico tornou-se endêmica. Por conseguinte, o relatório sobre a “perseguição Muçulmana aos Cristãos” foi desenvolvido para reunir alguns — de modo algum todos — os casos de perseguição que se emergem a cada mês, cem dois propósitos:

  1. Documentar o que a grande mídia não faz: a perseguição habitual, senão crônica, aos Cristãos.
  2. Mostrar que tal perseguição não é “aleatória”, mas sistemática e inter-relacionada — e  que está enraizada em uma visão de mundo inspirada na Sharia Islâmica.

    Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

 

Por Que Os Iranianos Estão Finalmente Protestando Contra O Islam

Fonte/Source: Why Iranians Are Ultimately Protesting Against Islam – Raymond Ibrahim


Por Que Os Iranianos Estão Finalmente Protestando Contra O Islam

Por Raymond Ibrahim

4 de Janeiro de 2018

FrontPage Magazine

O que deu início em 28 de Dezembro, via protestos locais contra os altos preços dos alimentos em uma cidade ao norte de Mashhad, no Iran, se transformou em um protesto em massa mobilizando algumas centenas de milhares de Iranianos em cerca de duas dúzias de cidades, inclusive, e especialmente, Teerã, a sede do governo. Até agora, mais de 20 manifestantes foram mortos e muitas centenas foram presas no que foi amplamente descrito como “a crise interna mais grave que o país enfrentou nesta década.”

Os protestos evoluíram de tópicos mundanos sobre a economia a tópicos mais existenciais relacionados à liderança Islâmica. Dizem que centenas de milhares de manifestantes foram ouvidos gritando: “Nós não queremos uma República Islâmica”, e invocando bênçãos sobre o Reza Shah, o fiel reformador secularista e político que muito fez para Ocidentalizar o Iran até seu filho e sucessor, Muhammad Reza Shah ser deposto durante a Revolução Islâmica de 1979. Segundo a mídia do Oriente Médio, mulheres — como Maryam Rajavi — estão liderando os protestos atuais (e simbolicamente rejeitando as imposições Islâmicas removendo os seus hijabs publicamente).

Até o regime Iraniano percebe a inquietação atual como uma revolta contra o Islam. Em suas declarações iniciais depois que as primeiras manifestações entraram em erupção, o líder supremo, Aiatolá Khamenei, disse: “Todos os que estão contra a República Islâmica… juntaram forças para criar problemas para a República Islâmica e a Revolução Islâmica” (observe o adjetivo recorrente e revelador “Islâmica”).

Mesmo assim, “a mídia tradicional” vê a crescente pobreza e a frustração pela falta de liberdades sociais como os únicos motivos por trás da agitação atual. O que não percebem é que, se o Islam não se destina a ser “algo espiritual” praticado em privacidade, mas sim um sistema completo de governança, permeando toda a vida privada e social, os protestos em curso no Iran, enquanto giram ostensivamente em torno de questões econômicas, sociais e políticas, são em última análise protestos contra os ensinamentos Islâmicos com relação a questões econômicas, sociais e políticas, que a República Islâmica do Iran impôs à população desde que chegou ao poder em 1979.

Isso é evidente mesmo no novo grito de guerra dos manifestantes — “Morte ao Ditador” — em referência ao próprio líder supremo, Ayatollah Ali Khamenei. Por sua própria natureza, a lei Islâmica — tanto Sunita quanto Xiita — exige um governo ditatorial. Contanto que um califa, sultão ou emir governe a sociedade de acordo com a Sharia, Muçulmanos devem obedecer a ele — mesmo que seja um personagem desprezível e cruel.

Depois de examinar uma série de regras Islâmicas de exegetas competentes, bem como uma série de declarações atribuídas ao profeta Muçulmano Muhammad e no Alcorão, sobre a importância dos Muçulmanos seguirem a lei Islâmica — que é a única questão relevante quando os Muçulmanos devem ou não procurar derrubar seu governante —Ayman al-Zawahiri escreve,

“Em suma: É proibido derrubar um tirano, mas é um dever derrubar um infiel. Se o governante é despótico, torna-se ilegal que um Muçulmano reúna outros Muçulmanos para condená-lo, porque se o fizerem, se tornarão em agressores e o sultão terá a incumbência de lutar contra eles (The Al Qaeda Reader, p. 122).

Como acontece, a opressão social em questão no Irã via protestos — desde o status de segunda classe para mulheres até a proibição de todas as formas de expressão crítica ao Islã, seu profeta e seu representante na terra — é obrigatório pela lei islâmica, consequentemente tornando os manifestantes em “agressores”.

Mas até mesmo os aspectos econômicos dos protestos são em grande parte subprodutos das aspirações Islâmicas. Como disse Donald Trump na sexta-feira passada, finalmente o povo Iraniano está esperto e entendendo como o dinheiro e a riqueza estão sendo roubados e desperdiçados pelo terrorismo. De fato, o sofrimento econômico das pessoas chegou em um momento em que o regime se tornou rico — especialmente através de Barack Obama, dando-lhes mais de US$ 100 bilhões como parte de um acordo nuclear. O motivo da disparidade é que o regime tem e continua gastando grande parte de sua riqueza na tentativa de realizar seus ideais Islâmicos declarados; isto é, prefere apoiar o Hezbollah (atualmente a organização terrorista mais rica de acordo com a Forbes) e o Hamas (terceiro mais rico), contra o inimigo “infiel” do Islan, Israel, em nome e para a maior glória de Alá, em vez de alimentar seu povo.

Aliás, porque o direito de protesto é um dado no Ocidente e, portanto, ocorre com frequência — inclusive em questões triviais e/ou até absurdas, como quando estudantes universitários planejaram um “sh*t-in“, ocupando banheiros como forma de exigir mais “instalações neutras no que se refere ao gênero” — as graves consequências dos atuais protestos no Iran podem ser facilmente subestimadas. Objetivamente falando, são indicativos de quão fartos os Iranianos estão — e os riscos fatais que estão dispostos a correr — o que, sem surpresa, também remonta ao Islam:

“Manifestantes também podem enfrentar a pena de morte quando os casos forem julgados, de acordo com o chefe do Tribunal Revolucionário de Teerã, informou a AP. A agência de notícias semioficial de Tasnim do Iran citou Mousa Ghazanfarabadi dizendo: “Obviamente, uma de suas acusações pode ser Moharebeh”, ou travar uma guerra contra Deus [Alá], o qual é uma ofensa com pena de morte no Irã.

Moharebeh é precisamente o que al-Zawahiri se refere no trecho acima: a única razão legítima para derrubar um governante Islâmico é o fracasso de governar de acordo com o Islan —do qual Khamenei e seu regime dificilmente poderão ser acusados (visto pelo prisma Xiita, que é o caso). Procurar destituí-lo porque é pessoalmente corrupto, despótico, cruel ou gastando mais dinheiro na jihad do que em alimentação é proibido e transforma os manifestantes em agressores contra Alá, um crime digno de punição, incluindo a morte.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

GEERT WILDERS: O ISLÃ É CULPADO POR MANCHESTER

Fonte/Source: Geert Wilders: Islam Is To Blame for Manchester | Gates of Vienna


GEERT WILDERS: O ISLÃ É CULPADO POR MANCHESTER
Por Geert Wilders

24 de maio de 2017

Estou escrevendo este artigo hoje depois que nós, membros do Parlamento Holandês, com a presença do Embaixador Britânico, prestamos homenagem às vítimas de Manchester com um breve discurso do nosso Primeiro-Ministro e um minuto de silêncio.

Dois meses atrás, fizemos o mesmo para as vítimas em Estocolmo. Em Dezembro passado, para aqueles em Berlim. E, anteriormente, para aqueles em Nice, Bruxelas, Paris, Copenhague… A lista se torna interminável, enquanto o número de embaixadores Ocidentais, que não visitaram o nosso Parlamento em uma dessas tristes ocasiões, torna-se cada vez menor.

E, cada vez, ouvimos as mesmas palavras ocas de choque e dor e quão incompreensível é tudo. Mas nunca ouvimos nosso Primeiro-Ministro, nem os líderes de outros países Ocidentais, nos dizerem a verdade: A causa de todo esse derramamento de sangue, toda essa miséria, toda essa dor e tristeza, é o Islã.

Em vez da verdade, temos lágrimas de crocodilo. Nós temos que escutar platitudes, nós temos o ar quente do politicamente correto soprando sobre nós, repetidas vezes. Mas a verdade é que nenhuma árvore má traz bons frutos.

O que estamos testemunhando é pura prática Islâmica. É o Alcorão com sua advertência para “lançar terror no coração dos não-Muçulmanos” (Surah 8:12). É o assim chamado profeta Muhammad (Maomé), que se vangloriou para os seus seguidores: “Eu fui feito vitorioso por meio do terror.” (Bukhari, 4.52.220).

Vítimas do ataque em Manchester, Reino Unido.

O Islã não é uma religião amante da paz, mas uma ideologia totalitária do mal. O Islã quer que todos os não-Muçulmanos se submetam. É totalmente incompatível com a liberdade e a decência humana. Prega o ódio, propaga a violência, e é bárbaro e violento por natureza.

E também abusa da nossa própria independência e liberdade democrática para subverter nossa democracia e  roubar as nossas liberdades. O Islã constrói mesquitas e escolas Islâmicas, muitas vezes com dinheiro Saudita, onde o ódio contra o Ocidente é divulgado. Abusa do nosso sistema jurídico para assediar seus críticos. O Islã se comporta como uma quinta coluna em nosso meio. Não é o aquecimento global que está ameaçando o mundo; é o Islã global.

Ataque após ataque, pessoas inocentes estão sendo assassinadas. Todo mundo é alvo. É absolutamente inaceitável que ainda hajam líderes políticos e meios de comunicação ignorando o problema. Querem que os cidadãos acreditem que o Islã é uma religião que ama a paz e que há apenas alguns extremistas Islâmicos que estão arruinando tudo e atingindo a todos. Mas não se deixe enganar.

Pesquisas de opinião mostram que nada menos que dois terços dos Muçulmanos nos Países Baixos consideram as regras Islâmicas mais importantes do que nossas leis democráticas seculares. Pesquisas da Universidade de Amsterdã mostram que cerca de 11% dos Muçulmanos Holandeses acham aceitável usar violência em nome do Islã. Isso significa mais de 100.000 Muçulmanos na Holanda. Duas vezes o número de soldados no nosso exército Holandês.

É impossível para a ideologia Islâmica assimilar uma sociedade livre. As pessoas podem assimilar; uma ideologia não pode. Não devemos mais importá-la para a nossa sociedade. Não porque odiamos as pessoas, mas porque temos um problema com uma ideologia totalmente incompatível com a liberdade. Aqueles que semeiam o Islã precisam realizar que não irão colher nada além do terrorismo e da barbárie da lei Sharia, com sua opressão contra as mulheres, Cristãos, Judeus, apóstatas e os críticos do Islã.

Vítimas do ataque às Igrejas Cristãs Coptas no Egito.

No mês passado, a Pew Forum revelou algo verdadeiramente chocante. O mundo está se tornando cada vez mais Islâmico. Entre hoje e 2060, o número de Muçulmanos crescerá em 70%. Isto representa mais de duas vezes mais rápido que os Cristãos, três vezes mais rápido que os Hindus e quase cinco vezes mais rápido que os Judeus. Em 2060, o Islã terá quase tantos adeptos quanto o Cristianismo. E portanto, poderá se tornar o maior sistema de crenças na terra.

Em muitos países da Europa Ocidental, as populações estão crescendo apenas por causa dos imigrantes. E muitos destes são Islâmicos. Muhammad já é o nome mais popular entre meninos recém-nascidos nas principais cidades da Grã-Bretanha, França, Holanda, Bélgica entre outros lugares. O Islã utiliza todas as ferramentas em mãos. Pistolas e bombas, facas e carros e aviões. Mas também demografia e imigração.

No ano passado, mais de 180.000 pessoas atravessaram, usando embarcações precárias, da Líbia para a Europa. E este é apenas o começo. As Nações Unidas esperam que a população da África se quadruplique até o final do século. De 1 bilhão hoje para 4 bilhões. Um terço dos Africanos querem deixar seus próprios países. Muitos deles são Islâmicos. E muitos querem se mudar para o norte. Se a Europa Ocidental continuar com suas atuais políticas de portas abertas, a população do continente Europeu corre o risco de ser substituída e suas nações colonizadas e Islamizadas. Não serão mais Europeus, mas uma província da África.

A fim de nos salvar de atrocidades como a que acabou de ser cometida em Manchester, e para estancar o processo de substituição da população na Europa, estas são as três coisas mais importantes que devemos fazer:

  1. Perceber que o Islã é o problema e começar a desislamizar nossas sociedades. Não há mais escolas Islâmicas, nem pregação de ódio. Estamos diante de uma ameaça existencial e devemos tratá-la como tal.

  2. Acabar com toda a imigração dos países Islâmicos. Basta! Aqueles imigrantes que já estão em nossas nações são bem-vindos para ficar, mas somente se aderirem totalmente aos nossos valores, à nossa constituição, e às nossas leis. Se cometerem crimes ou começarem a agir de acordo com a Sharia, devemos expulsá-los imediatamente. Se necessário, os Muçulmanos radicais também devem ser detidos administrativamente.

  3. Livrar-nos do politicamente correto. Não devemos deixar que o Islã abuse das nossas liberdades e dos nossos direitos constitucionais apenas para os abolir. É ingênuo e perigoso conceder direitos a uma ideologia totalitária que, se conseguir, roubará os nossos direitos. Devemos perceber que o Islã declarou guerra contra nós, mas que nunca vamos permitir que ela vença!

O Islã nos odeia e nos mata. E ninguém nos protege. Nossos líderes nos traem.

Vamos começar a agir com bravura, cumprindo o nosso dever, e desislamizar as nossas nações a fim de nos proteger e permanecer como um povo livre.


Geert Wilders MP é membro do Parlamento Holandês e líder do Partido pela Liberdade (PVV) na Holanda


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

EXCLUSIVO: Militantes Do Estado Islâmico Prometem “Sacudir” O Ocidente Após O Massacre Terrorista Em Manchester

Fonte/Source: EXCLUSIVE: Islamic State Supporters Vow to ‘Shake’ the West Following Manchester Terrorist Massacre – Breitbart


EXCLUSIVO: Militantes Do Estado Islâmico Prometem “Sacudir” O Ocidente Após O Massacre Terrorista Em Manchester

Por AARON KLEIN AND ALI WAKED

23 de Maio de 2017

Militant Islamic State fighters wave flags as they take part in a military parade along the streets of Syria’s northern Raqqa province June 30, 2014. REUTERS/Stringer

JERUSALÉM – Simpatizantes e militantes do Estado Islâmico celebraram o massacre terrorista de ontem à noite num concerto lotado em Manchester, Inglaterra, com os jihadistas prometendo continuar o ataque contra o Ocidente.

O Estado Islâmico reivindicou que um “soldado do califado instalou bombas no meio de um encontro dos Cruzados”, aparentemente assumindo a carnificina.

Breitbart Jerusalém obteve acesso à correspondência postada num grupo fechado de bate-papo que utiliza o serviço de mensagens via Telegrama criptografado. O grupo de bate-papo serve como um Twitter interno para tipos como jihadistas e simpatizantes do Estado Islâmico, e tem sido usado no passado para emitir comunicações do ISIS.

Um militante chamado Abu Ayman Alalmani (o Alemão) escreveu: “Graças a Alá que permitiu essa realização dos Mujahedeen. Todos nós somos fiéis em Alá, de modo que os nossos irmãos, os apoiadores e os Mujahedeen, são aqueles que cometeram o ataque entre os infiéis. Juramos a Alá que os países infiéis no Ocidente não terão o luxo da segurança. Esta é uma promessa divina e esta é a promessa dos Mujahedeen, o futuro irá provar a vocês que vocês são os países da heresia. Você vai ver isso e não só ouvi-lo.”

Um membro intitulado “Justiça Muçulmana” escreveu, “Alá é grande, Alá é grande, vamos abalar os regimes infiéis e criminosos. Destruiremos a regra daqueles que abandonam o Islã [uma referência aos líderes Árabes]. Alá é grande, este é um chamado que se elevará no horizonte, e nós ainda derrotaremos a cruz e os países dos infiéis “.

Abu Abdullah Alsury (o Sírio), membro do ISIS, escreveu: “Graças a Alá que causou alegria nos fiéis, perguntamos e pedimos a Alá que este ato abençoado fará parte da batalha dos nossos irmãos, lobos solitários vagando por todas as partes das nações dos infiéis, enquanto buscam esse tipo de ataque abençoado. Isso é parte do trabalho e isso é parte da vingança. Esses países infiéis vão pagar um alto preço.”

Antes do Estado Islâmico reivindicar crédito pelo ataque, outro militante, Alqaqaa Alidlebi de Idlib, escreveu, “nós estamos esperando nossos irmãos no departamento de mídia oficial, para publicar o que deve aquecer nossos corações com uma declaração oficial da responsabilidade, mesmo que não seja um ato organizado.”

“Rogamos a Alá que o guerreiro seja um Muçulmano fiel. Você não tem ideia da enorme felicidade aqui nas fileiras dos Mujahedeen e suas famílias no distrito de Elkheir (a área de Dir Azzur na fronteira entre a Síria e o Iraque). Como estamos felizes de que Alá guiou a mão do guerreiro para enviar as cabeças dos infiéis corruptos que assassinam os Muçulmanos em nossos países, voando.


Aaron Klein é o chefe do escritório da Breitbart em Jerusalém e repórter investigativo sênior. Ele é um autor best-seller do New York Times e hospeda o popular programa de rádio “Aaron Klein Investigative Radio“. Siga-o no Twitter @AaronKleinShow. Siga-o no Facebook.

Ali Waked é o correspondente de assuntos Árabes para a Breitbart Jerusalém.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Breitbart News Daily: Pamela Geller Analisa A Visita Do Presidente Trump Ao Oriente Médio – Geller Report

Fonte/Source: Breitbart News Daily: Pamela Geller Reviews President Trump’s Visit to MidEast – Geller Report


Breitbart News Daily: Pamela Geller Analisa A Visita Do Presidente Trump Ao Oriente Médio – Geller Report

Por Pamela Geller

22 de Maio de 2017

Minha conversa hoje pela manhã com  Alex Marlow na rádio Breibart pode ser ouvida aqui (em Inglês).


Entendo muito bem que o Presidente Trump estava em uma missão diplomática, mas ele não precisava ir tão longe a ponto de dizer: “Toda vez que um terrorista assassina uma pessoa inocente e invoca falsamente o nome de Deus” e “Isso não é uma batalha entre diferentes crenças, diferentes seitas ou diferentes civilizações“. Isso está descaradamente errado


Eis aqui a transcrição feita pela Breitbart:

PAMELA GELLER: TRUMP RECEBE NOTA MÁXIMA PELO DISCURSO EM RIYADH, MAS ERRA AO DIZER QUE TERRORISTAS NÃO ESTÃO INVOCANDO O ALCORÃO

Por John Hayward, Breitbart News, 22 de Maio de 2017

Pamela Geller, Diretora da American Freedom Defense Initiative, comentou a visita do Presidente Donald Trump ao Oriente Médio com o apresentador Alex Marlow da SIRIUSXM no programa da Breitbart News Daily.

“Foi um bom discurso”, disse Geller sobre as declarações do Presidente Trump em Riyadh na Arábia Saudita durante o fim de semana. “O presidente Obama tinha colocado uma marca tão baixa que apenas a menção do terror Islâmico já é motivo de júbilo. Isto mostra o quão ruim a situação está.” [Ênfase feita pela Breitbart em todos os excertos a seguir]

“Foi uma mistura heterogênea. Espero que ele siga em muitas dessas iniciativas. Esses novos centros para combater a ideologia extremista — de novo, o medo de não nomear o motivo, de uma ideologia sem um motivo, é profundamente preocupante”, disse Geller.

“É claro que as declarações do Rei Salman foram tão fortes e reveladoras quanto as do Presidente Trump”, acrescentou. “A ideia de que ele não fala sobre os ensinamentos e textos Islâmicos que incitam a jihad, e não fala sobre a doutrina jihadista. Ele passa o tempo todo nos dizendo, pregando para nós, que o Islã é uma religião de paz e que tem uma história de coexistência. Não sei de que período está falando porque durante 1400 anos, os infiéis, Cristãos e Judeus, foram forçados a viverem em dimmitude sob a negação dos direitos humanos básicos”.

“E, é claro, o Rei Salam cita aquela famosa frase do Alcorão que o CAIR cita, que o Presidente Obama cita, que se você salvar uma vida você salva o mundo inteiro — quando, na verdade, isso é um verso Talmúdico que foi plagiado pela religião Islâmica, e é realmente uma ameaça implícita ao povo Judeu. Nós não temos que entrar em detalhes, mas todo o discurso do Rei Salman foi uma engodo,” acusou Geller. (CAIR é o Conselho sobre Relações Americano-Islâmicas, uma organização política nos Estados Unidos).

Estou muito feliz pelo Presidente Trump ter falado sobre a luta contra o ISIS, porque de acordo com os e-mails vazados de Hillary Clinton, os Sauditas e o Qatar estavam abastecendo o ISIS. Eles não podem continuar jogando em ambos os lados, o que os Sauditas fizeram brilhantemente por décadas“, disse Geller.

Então, quando o Presidente Trump diz: Expulse-os das mesquitas’, isto é complicado, porque como os países que vivem sob o domínio Muçulmano vão expulsar os mais devotos das mesquitas? É aí que eu acho que o Presidente Trump entendeu errado, quando disse que os terroristas invocavam falsamente o nome de Deus. Não, eles não estão. Eles estão citando capítulo e verso do Alcorão. Essa foi uma informação enganosa“, disse Geller.

“Isso é puro Islã. É o Islã autêntico”, ela insistiu. “quero dizer, quando ele diz que os terroristas não adoram Deus; eles adoram a morte — isso não é verdade. Eles estão morrendo pela causa de Alá. Eles não estão gritando ‘Morte akbar’ eles estão gritando ‘Allahu akbar.’ Eles rezam cinco vezes ao dia. Se você olhar os vídeos do ISIS, eles rezam depois de matarem pela causa do Islã”.

“Abu Bakr al-Baghdadi, o Califa do Estado Islâmico, tem um Ph.D. e um mestrado em teologia Islâmica da universidade líder mundial Islâmica “, afirmou. “Os líderes Ocidentais presumem que sabem mais do que ele sobre o Islã?”

Geller continuou dizendo “enfaticamente que a batalha entre o bem e o mal era uma declaração extraordinária, maravilhosa” no discurso de Trump em Riyadh.

“Mesmo que a Casa Branca tenha divulgado o texto chamando isso de” extremismo Islamista”, ele disse “extremismo Islâmico”. Este é um ponto importante porque a palavra “Islamista” é uma palavra ridícula. Não significa nada, exceto que a pessoa que o usa não quer ofender o Islã falando verdades indesejáveis ​​sobre a natureza política dessa religião”, ela argumentou.

Em suma, foi um ‘A’, classificou assim o discurso de Trump.

Marlow observou que o Trump surpreendentemente removeu o qualificador do terrorismo Islâmico “radical” e se referiu simplesmente ao “terrorismo Islâmico” diretamente.

“Foi brilhante”, disse Geller, zombando de como os meios de comunicação adversários criticaram Trump por se recusar a denunciar o “terrorismo Islâmico radical” como se estivesse se afastando de sua retórica de campanha, quando, de fato, o que ele disse no discurso de Riyadh foi ainda mais contundente e direto.

Ela também zombou de um destaque da CNN que levou Trump a se explicar por supostamente falhar em discutir os direitos humanos na Arábia Saudita.

“Oh, meu Deus — exclamou ela. “Você tinha o Presidente Obama, que estava ajudando e estimulando os assassinos em massa, que nunca pronunciou a palavra, que deu bilhões para um dos piores violadores dos direitos humanos no planeta, o Irã — e essa foi a principal notícia na CNN — tipo desprezaram os direitos humanos nos países Muçulmanos! É extraordinário. A cobertura é quase kafkiana. “

Geller disse que era “absolutamente agradável” assistir a luta da mídia para chegar a falar de pontos que retratam a viagem de Trump ao Oriente Médio como um fracasso.

“Ele acabou de entregar aos Sauditas a maior negociação de armamentos, — e claro, sabemos que é realmente por causa do Irã. O Irã está lutando contra os Sauditas no Iêmen”, observou. “O Presidente Barack Obama iria insistir muito nisso, que as maiores vítimas desse extremismo são os próprios Muçulmanos. Essa é uma falsa narrativa porque os Sunitas versus Xiitas — você viu isso com o ISIS quando alinhavam suas vítimas e faziam perguntas específicas sobre o Islã. Os Sunitas não pensam que os Xiitas são Muçulmanos, e os Xiitas não pensam que os Sunitas são Muçulmanos. Eles estão lutando para provar quem é o verdadeiro Muçulmano. Quando o Ocidente diz: “Oh, eles estão matando Muçulmanos” — mais uma vez, isso está em sua mente, mas não na mente dos Sunitas e não na mente dos Xiitas.”

“Estou preocupada com essa negociação de armamentos”, acrescentou. “O inimigo comum do Irã e dos Sauditas, claro, é Israel. Agora, os Sauditas precisam de Israel porque o Irã foi recentemente encorajado, recém-enriquecido e recém armado, graças ao Presidente Obama. Isso é muito assustador. Onde estarão as leis das consequências não intencionais?”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

KASSAM: Do Cairo A Riyadh, Trump Impulsionou Ação Contra Terror, Onde Obama Ofereceu Apologismo Islâmico

Fonte/Source: President Trump Said ‘Terror’ 31 Times, Obama in Cairo Said it ZERO Times


KASSAM: Do Cairo A Riyadh, Trump Impulsionou Ação Contra Terror, Onde Obama Ofereceu Apologismo Islâmico

Por RAHEEM KASSAM

21 maio 2017

Os críticos argumentarão sobre a primeira inspeção que o discurso do Presidente Trump aos líderes Árabes, hoje em Riyadh, foi apenas uma variação do sermão infame, excessivamente bajulatório do Presidente Obama no Cairo em 2009. Esses críticos estão incorretos.

Eles estão incorretos porque tendem a ser jornalistas, ativistas, think-tankers, políticos ou especialistas. Em outras palavras: não são empresários.

O discurso que o Presidente Trump deu em Riyadh foi diferente por causa de sua visão de negócios. Nenhum empresário conclui uma reunião sem o clichê “pontos de ação”. Caso contrário, a coisa toda é uma perda de tempo.

Podemos facilmente encontrar semelhanças em ambos os discursos: a habitual gratidão diplomática em relação aos seus anfitriões, as promessas de não proferir um sermão, o engrandecimento da história da região e a aversão à descrição das filosofias Ocidentais e do Oriente Médio como um “choque de civilizações”. Bom.

Mas onde Obama parou de repente, Trump continuou a toda a velocidade fazendo exigências às pessoas na sala.

AS INTRODUÇÕES

Obama abriu com “Assalamualaikum”, e em seguida pedindo desculpas pelo colonialismo, guerras por procuração, hostilidade ao Islã e citando o Alcorão Sagrado. Falou da “dívida da civilização com o Islã”, sua responsabilidade de defender a fé Muçulmana, o hijab, e declarou que “o Islã é uma parte da América”.

Depois dessa introdução submissa — tendo passado as primeiras sete páginas do seu discurso para puxar o saco da audiência — observou que “os extremistas violentos” precisavam ser confrontados, encerrando com: “O Islã não faz parte do problema…”

Em vez disso, o Presidente Trump mergulhou fundo, gastando menos de uma página com lisonja — e de qualquer forma havia quase nada mesmo naquela seção — chegando ao primeiro ponto de ação na página dois de seu discurso: “Este acordo histórico inclui o anúncio da venda de armamentos militares no valor de US110 bilhões para Arábia Saudita…”.

Se a América vai lidar com o mundo Árabe sob a regência de Trump, pelo menos vai conseguir alguma coisa para o povo Americano. Dinheiro, empregos, e muito importante, influência.

Calma, pensou que fosse tudo? A próxima frase do discurso anunciou o Centro Global de Combate à Ideologia Extremista.

Vamos ser claros, este centro não vai fazer nada, e provavelmente não conseguirá nada. Mas, a essa altura no discurso do Obama, estava citando o Alcorão Sura 9, Verso 119, que afirmava o seguinte: “Ser consciente de Deus e falar sempre a verdade”. Na realidade, a passagem exige que o leitor tenha medo de Deus, e apenas alguns versículos mais tarde explica o porquê: “Ó vós, os que crêis, pelejai contra os que estão ao lado dos incrédulos, e deixai que encontrem em vós a dureza. E sabei que Deus está com os justos”.

Enquanto o Presidente Obama falava do Alcorão, o Presidente Trump estava declarando hoje: “Não estamos aqui para dar palestra, não estamos aqui para dizer a outras pessoas como viver, o que fazer, como ser ou como cultuar. Em vez disso, estamos aqui para oferecer parcerias baseadas em interesses e valores compartilhados, para buscar um futuro melhor para todos nós”.

DEFENDENDO OS MUÇULMANOS DO ISLÃ RADICAL

Ambos os Presidentes Obama e Trump mencionaram como os Muçulmanos são o alvo principal do “extremismo violento”, mas a defesa de Obama dos Muçulmanos veio mais da seguinte maneira, acima de qualquer outra coisa:

… a liberdade na América é indivisível da liberdade de praticar a própria religião. É por isso que há uma mesquita em cada estado da nossa união, e mais de 1.200 mesquitas dentro de nossas fronteiras. É por isso que o governo dos Estados Unidos foi ao tribunal para proteger o direito das mulheres e meninas de usar o hijab e punir aqueles que o rejeitam.

Mais tarde, menciona como os extremistas “mataram pessoas de diferentes credos, mais do que qualquer outra, mataram Muçulmanos”.

Mas o Presidente Trump foi muito mais robusto e muito mais — indubitavelmente para o desgosto dos comentaristas liberais — espirituoso em sua defesa dos jovens Muçulmanos que estão tendo suas mentes envenenadas e seu futuro arruinado.

Este é o argumento mais eficaz contra o extremismo Islâmico, e o Presidente Trump expressou de forma simples e eficaz:

Jovens meninos e meninas Muçulmanos devem ser capazes de crescerem livres do medo, a salvo da violência e inocentes de ódio. E os jovens Muçulmanos devem ter a oportunidade de construir uma nova era de prosperidade para si e para os seus povos.

Observe a diferença. Sem apologia à submissão do hijabs pela Sharia, sem ressalvas ou compromissos. Ele prossegue:

“… em números absolutos, o pedágio mais mortal tem sido exigido sobre o povo inocente das nações Árabes, Muçulmanas e do Oriente Médio. Eles têm suportado o peso das mortes e o pior da destruição nesta onda de violência fanática. Algumas estimativas sustentam que mais de 95% das vítimas do terrorismo são Muçulmanas “.

A conclusão de Obama nesta seção foi novamente citar o Alcorão. Desta vez, a controversa Sura Al Maidah, muitas vezes desdobrada pelas próprias organizações Islâmicas quando procura defender-se contra acusações de radicalismo ou ligações terroristas:

O Alcorão Sagrado ensina que quem mata um inocente — é como se tivesse matado toda a humanidade. E o Sagrado Alcorão também diz que quem salva uma pessoa, é como se salvasse toda a humanidade.

Exceto que isso não acontece.

O versículo, sem parafrasear, apresenta-se assim:

“… Nós decretamos aos Filhos de Israel que quem matar uma alma, a não ser por uma alma ou por corrupção na terra — é como se tivesse matado inteiramente a humanidade. E quem salva um — é como se tivesse salvado a humanidade inteiramente”.

A “corrupção” na terra, no contexto, é a oposição à propagação do Islamismo, que inclui crítica, zombaria ou mesmo descrença.

O parágrafo seguinte do Alcorão diz: “Na verdade, a penalidade para aqueles que guerreiam contra Alá e Seu Mensageiro e se esforçam na terra para causar corrupção não é senão que sejam mortos ou crucificados ou que suas mãos e pés sejam cortados fora em lados opostos ou que sejam exilados da terra. Isso é para eles uma desgraça neste mundo; e para eles na outra vida uma grande punição”.

IRÃ

Talvez a diferença mais notável entre o discurso do Presidente Obama e do Presidente Trump é a seção sobre o Irã.

Obama — com a ingenuidade dos olhos-de-corça [sic] — iniciou com mais um reconhecimento de culpa Americana:

“No meio da Guerra Fria, os Estados Unidos desempenharam um papel na derrubada de um governo Iraniano democraticamente eleito. Desde a Revolução Islâmica, o Irã tem desempenhado um papel em atos de captura de reféns e violência contra as tropas e civis dos EUA. Esta história é bem conhecida”.

E continuou dizendo:

“Eu entendo aqueles que protestam que alguns países têm armas que outros não têm. Nenhuma nação deve escolher qual nação possui armas nucleares. E é por isso que reafirmei firmemente o compromisso dos Estados Unidos de buscar um mundo no qual nenhuma nação detém armas nucleares. E qualquer nação — incluindo o Irã — deve ter o direito de acessar a energia nuclear pacífica se cumprir suas responsabilidades sob o Tratado de Não-Proliferação Nuclear “.

Como sabemos agora, esta abordagem colocou em perigo o resto do mundo, com o Irã perseguindo armas nucleares, e encorajou os regimes de apoio ao terrorismo e os seus aliados em todo o mundo a fazerem o mesmo. Sem essa abordagem, sem essa linha nesse discurso, mesmo Kim Jong Un estaria cantando uma música diferente hoje em dia.

O Presidente Trump parece querer corrigir esse erro histórico, afirmando hoje o seu desejo de isolar a nação do mundo civilizado. Novamente, um ponto de ação:

Do Líbano ao Iraque até o Iêmen, o Irã financia, arma e treina terroristas, milícias e outros grupos extremistas que espalham destruição e caos em toda a região. Durante décadas, o Irã alimentou as chamas de conflito sectário e o terror.

É um governo que fala abertamente de assassinato em massa, prometendo a destruição de Israel, morte à América e a ruína de muitos líderes e nações presentes nesta sala.

Entre as intervenções mais trágicas e desestabilizadoras do Irã estão na Síria. Assad cometeu crimes indescritíveis e os Estados Unidos tomaram medidas firmes em resposta ao uso de armas químicas proibidas pelo Regime Assad — lançando 59 mísseis tomahawk na base aérea da Síria, onde esse ataque assassino se originou.

Nações responsáveis ​​devem trabalhar em conjunto para acabar com a crise humanitária na Síria, erradicar o ISIS e restaurar a estabilidade na região. As vítimas mais antigas e sofridas do regime Iraniano são o seu próprio povo. O Irã tem uma rica história e cultura, mas o povo do Irã tem suportado dificuldades e desespero sob a perseguição imprudente de seus líderes através de conflito e terror.

Até que o regime Iraniano esteja disposto a ser um parceiro para a paz, todas as nações de consciência devem trabalhar em conjunto para isolar o Irã, negar financiamento ao terrorismo e orar pelo dia em que o povo Iraniano terá o governo justo e correto que merecem.

TOLERÂNCIA OU FALTA DISSO

Quando Obama declarou “o Islã tem uma história orgulhosa de tolerância”, enquanto os Mullahs preparavam o seu mais recente homossexual para ser jogado de um prédio, e a mulher mais recente a ser apedrejada na rua, o Presidente Trump exigiu: “Sua alma será condenada” por atos bárbaros, um sentimento que cresceu quando declarou: “Esta é uma batalha entre o bem e o mal”, insistindo que os líderes Árabes e Muçulmanos deveriam “expulsar” as forças do terror e do extremismo de suas próprias fileiras.

Um futuro melhor só será possível se as vossas nações expulsarem os terroristas e os extremistas. Expulse-os.

EXPULSE-OS de seus locais de culto.
EXPULSE-OS de suas comunidades.
EXPULSE-OS da sua terra santa, e
EXPULSE-OS DA FACE DA TERRA.

Contraste isso com a seção do Presidente Obama sobre a tolerância, especificamente, no que diz respeito aos direitos das mulheres e oportunidades econômicas.

Curiosamente para um liberal de Hollywood, o Presidente Obama disse ao público do Cairo: “Sei que para muitos, a face da globalização é contraditória. A Internet e a televisão podem trazer conhecimento e informação, mas também sexualidade ofensiva e violência estúpida para dentro de casa”.

Essas declarações socialmente conservadoras talvez fossem mais prontamente esperadas do vice-Presidente Mike Pence. Mas a mídia — nem na época, e nem agora —pareciam entender isso. A própria tolerância de Obama para com os valores conservadores aplicava-se apenas ao mundo Muçulmano, ao que parece, e não em casa.

Enfrentando o Terrorismo

O Presidente Trump usou a palavra “terror” de algum modo — terror, terrorismo, terroristas — surpreendentemente 31 vezes em seu discurso em Riyadh. No Cairo, o Presidente Obama usou a palavra ZERO vezes, ainda mais surpreendente. O Bama descreveu o atentado em 11 de Setembro como um “enorme trauma” em vez de uma atrocidade terrorista, optando por implantar a palavra “extremismo” 11 vezes em seu discurso, a qual o Presidente Trump também usou nove vezes.

Como resultado, Obama não tinha pontos de ação, metas de política ou qualquer coisa com substância quando se tratava de atacar o terrorismo. O Presidente Trump, por outro lado, anunciou a formulação do Centro de Combate ao Financiamento Terrorista, insistindo: “As nações Muçulmanas devem estar dispostas a assumir o fardo, se nós vamos derrotar o terrorismo e enviar sua ideologia perversa para o esquecimento”.

Sim, o Presidente Trump disse: “terrorismo Islâmico”, apenas para sua informação.

CONCLUSÕES

A forma como os dois Presidentes concluíram seus discursos é prova suficiente de quão diferente os dois homens abordaram as questões do Islã, Islamismo, terrorismo e o relacionamento dos EUA com o Oriente Médio.

Enquanto Ivanka e Melanie pavoneiam por Riyadh em roupas de grife, e o atual Presidente recusa-se a curvar-se diante dos Sauditas, Obama aproveitou todas as oportunidades para permanecer prostrado diante do mundo Muçulmano, inativo, bem como em suas palavras.

No Cairo, concluiu primeiro com citações do Alcorão, em seguida o Talmud, e a Bíblia.

Seu verso Alcorânico: “Ó humanidade! Nós criamos você, homem e mulher…” talvez não encontre muito apoio da brigada LGBTQI ++ ** da esquerda liberal de hoje. Ele fechou: “Obrigado. E que a paz de Deus esteja com você. Muito obrigado”.

A conclusão do Presidente Trump, além de ser mais tradicional, também foi mais esperançosa, e efetivamente chamou por uma tão necessária reforma Islâmica:

O berço da civilização está esperando por um novo renascimento. Imaginem o que o amanhã pode trazer. Maravilhas gloriosas da ciência, arte, medicina e comércio para inspirar a humanidade. Grandes cidades construídas sobre as ruínas das cidades destruídas. Novos empregos e indústrias que levantarão milhões de pessoas. Parentes que já não se preocupam com seus filhos, famílias que não mais choram por seus entes queridos, e fiéis que finalmente cultuam sem medo.

Essas são as bênçãos da prosperidade e da paz. Esses são os desejos que queimam com uma chama justa em cada coração humano. E essas são as exigências justas dos nossos povos amados.

Peço-vos que se juntem a mim, se unam, trabalhem em conjunto e combatam juntos — porque unidos, não falharemos. Obrigado. Deus te abençoe. Deus abençoe seus países. E Deus abençoe os Estados Unidos da América.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Donald Trump Planeja Combater ‘O Extremismo Islamita’ Em Discurso Aos Muçulmanos

Fonte/Source: Donald Trump Plans Call to Fight ‘Islamist Extremism’ in Speech to Muslims

Donald Trump Planeja Combater ‘O Extremismo Islamita’ Em Discurso Aos Muçulmanos

Por CHARLIE SPIERING

21 de Maio 2017

O Presidente Donald Trump abordará a ameaça do terrorismo Islâmico radical em seu discurso hoje à tarde para o mundo Muçulmano.

De acordo com trechos do discurso divulgados pela Casa Branca, o Presidente pedirá que o Oriente Médio enfrente “a crise do extremismo Islamita e os grupos terroristas Islamitas que os inspiram”.

“Trata-se de uma batalha entre criminosos bárbaros que buscam obliterar a vida humana, e as pessoas decentes de todas as religiões que procuram protegê-la”, diz Trump. “Esta é uma batalha entre o bem e o mal.”

Trump irá explorar a sua ideia sobre o “realismo de princípios” baseado em interesses compartilhados pelos Estados Unidos e o mundo Muçulmano.

“Tomaremos decisões baseadas em resultados do mundo real — não de uma ideologia inflexível”, ele dirá. “Seremos guiados pelas lições da experiência, não pelos confins do pensamento rígido”.

Trump lembrará às nações Árabes que a América não é a única responsável pela erradicação do terrorismo, mas está empenhada em proteger seus cidadãos. Em um aceno para o legado de Obama, Trump irá citar que não vai tentar “palestrar” países estrangeiros como governar seu povo.

“Nós não estamos aqui para dar uma palestra — não estamos aqui para dizer a outras pessoas como viver, o que fazer, o que ser, ou como cultuar”, Trump planeja dizer. “Em vez disso, estamos aqui para oferecer parceria — baseada em interesses e valores compartilhados — para buscar um futuro melhor para todos nós”.

Trump invocará Deus em seu discurso, apontando que um futuro sem extremismo “honra a Deus”

“Cada vez que um terrorista assassina uma pessoa inocente e invoca falsamente o nome de Deus, isso deve ser um insulto a toda pessoa de fé”, ele dirá.

Ele também chamará os Muçulmanos para extirpar o extremismo em locais de culto, aludindo aos imãs radicais nas mesquitas.

“Os líderes religiosos devem deixar isso absolutamente claro: a barbárie não lhe trará nenhuma glória — a piedade para com o mal não lhe trará dignidade”, diz Trump. “Se você escolher o caminho do terror, sua vida estará vazia, sua vida será breve, e sua alma será condenada”.

O discurso do presidente será proferido na Arábia Saudita.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Professor de Georgetown, Jonathan Brown, Promove “Discriminação Religiosa” Contra Judeus

Fonte/Source: Georgetown professor Jonathan Brown promotes “religious discrimination” against Jews


Professor de Georgetown, Jonathan Brown, Promove  “Discriminação Religiosa” Contra Judeus

Por PAMELA GELLER

18 de Maio de 2017

A radicalização dos colégios e universidades da nossa nação continua em ritmo acelerado. A propaganda antissemita, de extrema esquerda, já está institucionalizada no meio acadêmico. A retórica mais repulsiva está sancionada sob a aparência de “liberdade de expressão”, enquanto vozes corajosas pela liberdade estão na lista negra. Eu e meus colegas fomos proibidos de falar, na maior parte. E nos raros momentos em que somos convidados, surge um pandemônio violento e cruel. Robert Spencer na Universidade de Buffalo, Milo em Berkeley ou a minha palestra no Brooklyn College demonstram o que enfrentamos. E, no entanto, Linda Sarsour, uma ativista terrorista pró-jihad e cruelmente antissemita, foi convidada para discursar na inauguração da CUNY (Universidade da Cidade de New York), onde estaremos protestando no dia 25 de Maio.

Professor Jonathan Brown é publicamente conhecido pelo seu ódio aos Judeus, com uma longa história de agitação antissemita. Sua esposa é filha do líder Palestino da Jihad Islâmica Sami al-Arian.

“Professor de Georgetown, Jonathan Brown, promove amplo comício pela ‘discriminação religiosa’ contra os Judeus”, Canary Mission, 18 de Maio de 2017:

Jonathan Brown [Jonathan A.C. Brown] demonizou os Judeus Israelenses e o Judaísmo. Sugeriu que o conflito Palestino-Israelense poderia ser resolvido se os “Judeus em Israel” apenas fossem informados de que “não estão autorizados a tomar as coisas que não lhes pertencem”.

Em Fevereiro de 2017, Brown se viu envolvido em controvérsias depois de ser acusado de apoiar o sexo não-consensual e a escravidão nos primórdios do Islã. O incidente é detalhado mais adiante neste perfil.

Brown endossou ataques ao movimento de Boicote, Desinvestimento, Sanções (BDS) contra Israel, sob o disfarce de apoio aos “direitos humanos”.

Brown é titular e Professor Associado de Civilização Islâmica na Georgetown University (Georgetown), e Presidente da Alwaleed bin Talal de Civilização Islâmica da Escola de Georgetown de Serviço Exterior (SFS). Brown é também Diretor do Centro Príncipe Alwaleed bin Talal para a Compreensão MuçulmanoCristã da Universidade de Georgetown (CMCU), parte integrante da SFS. O CMCU é conhecido por suas ligações com o governo Saudita.

Brown é genro de Sami Al-Arian, ex-Professor da Universidade do Sul da Flórida (USF), que foi revelado em 2006 como líder da Jihad Islâmica Palestina (PIJ), uma organização terrorista especialmente designada. O governo dos Estados Unidos deportou Al-Arian para a Turquia em 2015. A esposa de Brown, Laila Al-Arian, é produtora sênior da Al-Jazeera.

Demonizando Judeus Israelenses

Em 26 de Fevereiro de 2015, num simpósio multi-denominacional produzido pela Organização de Estudos de Política (PSO) intitulado: “Política Religiosa No Oriente Médio: A Dimensão Religiosa Do Conflito Israel-Palestina” — Brown disse: “O problema é que a criatura político Israelense, o establishment político Israelense, não disse aos Judeus em Israel que eles não têm permissão para tomar as coisas que não lhes pertencem e isto é, eu acho, um problema fundamental… se você puder dizer às pessoas que a sua crença religiosa não lhe dá o direito de tomar as posses de outra pessoa. Ok? Então, se isso fosse estabelecido, acho que mudaria completamente, você sabe, a realidade em 180 graus.”

Promovendo A Segregação Baseada Na Fé

Em 26 de Fevereiro de 2015, no simpósio acima mencionado, Brown sugeriu que os Americanos teriam que superar sua “alergia à idéia de discriminação religiosa” se quisessem prever um fim realista para o conflito entre Israelenses e Palestinos. Brown continuou dizendo que, mesmo no contexto de um Estado democrático totalmente secular, seria “absolutamente desastroso” para os Muçulmanos Palestinos ou Cristãos Palestinos se “um Judeu tivesse permissão” para entrar nos lugares sagrados de outras religiões “e começar a orar no local”. Brown disse que “precisamos aceitar que” Jerusalém pode ter que se tornar uma “cidade muito dividida sob algum tipo de controle internacional ou… externo”.

Mais tarde, Brown destacou a percepção Palestina de estar sendo “invadida” pelos Judeus Israelenses e assumiu como fato que uma “noção clara de fronteiras e separações estáveis” levaria a uma “atmosfera cosmopolita” e ajudaria a “construir confiança”.

No início do simpósio, Brown disse: “não quero dizer que não se trata de uma questão religiosa, porque penso que isso está muito claro — especialmente da perspectiva Judaica e Cristã, — Mas acho que, na verdade, do ponto de vista Árabe/Muçulmano nem tanto.”

Brown argumentou que “se você pudesse simplesmente apagar a religião da mente dos Palestinos, ainda teriam todos os problemas que têm agora” e “o problema ainda não seria resolvido”. Brown também afirmou que a disposição dos fundamentalistas Islâmicos para lutar ao lado dos Árabes seculares contra Israel mostrou que os fundamentos do conflito não eram religiosos.

Brown mais tarde afirmou: Acho que a religião é a superestrutura e as questões não resolvidas sobre controle e usurpação de direitos e terra e poder e direitos— esses são os verdadeiros problemas”.

Apresentando BDS Como Um Dever Muçulmano

Em 4 de Novembro de 2016, num podcast intitulado Congruência Difusa: A Experiência Americana Muçulmana“, Brown insinuou que os Muçulmanos têm a responsabilidade religiosa de promover o BDS. Depois de listar as várias afiliações religiosas, culturais e profissionais de algumas pessoas que apóiam o BDS — destacando especialmente alguns Judeus, — Brown prosseguiu dizendo: “Quem são os que estão indo contra o BDS e o enfraquecendo agora? São os jovens Muçulmanos. Pense nessa desgraça.” (7:20).

Brown fez esses comentários com o intuito de acabar com o projeto de diálogo Judeu-Muçulmano conhecido como a Iniciativa de Liderança Muçulmana (MLI), que foi fundada pelo Imam Abdullah Antepli, o primeiro capelão Muçulmano da Universidade Duke. MLI é um programa educativo para Muçulmanos Americanos para “entenderem por que os Judeus acreditam no que acreditam, como os Judeus vêem sua história, por que os Judeus são tão apegados a esta disputa de terra (Israel) — e assim se envolver melhor com os Judeus Americanos”. Para Antepli, “MLI tem como objetivo colocar os principais Judeus Americanos em conversa com seus homólogos Muçulmanos”.

Brown disse não ter nenhum problema com os jovens Muçulmanos “dialogando” com Judeus ou Sionistas “em qualquer lugar”. No entanto, disse que, uma vez que os organizadores “insistiram” que o programa fosse realizado em Israel, “deveria revelar qual é o verdadeiro objetivo… interromper o boicote, já que estão lá.”

Exigindo Que Israel Entregue o “Poder”

No mesmo podcast, após argumentar que a segregação religiosa é um pré-requisito necessário para confiar na construção, Brown argumentou que a base para o conflito Árabe-Israelense é realmente política, causada por um desequilíbrio de poder e recursos.

Brown argumentou que se um grupo tem “poder armado … recursos e poder internacional” e outro grupo não, então “até que esse desequilíbrio seja corrigido, de alguma forma, não haverá uma solução.” Brown disse que “não pode haver relações pacíficas ou resolver um conflito antiquíssimo a menos que o partido que está no poder se renda — até que você tenha algum tipo de distribuição equitativa.”

Em suas observações de encerramento, Brown respondeu a um pedido em relação à sua solução para a divisão religiosa-psicológica entre as partes. Brown hipotetizou que “teoricamente para um Islamista”, como “alguém da Jihad Islâmica Palestina (PIJ)“, afirmará que seus objetivos religiosos poderiam ser o de “estabelecer um estado Islâmico aqui” e “implementar a Lei Sharia” e “conduzir todos os Judeus para o fundo do mar.”

Desafiando “Liberdade” e “Consentimento”

Em 7 de Fevereiro de 2017, os comentários de Brown numa palestra intitulada “O Islã e o Problema da Escravidão” foram manchetes nacionais. Múltiplos meios de comunicação acusaram Brown de falar a favor da escravidão e do estupro — um afirmação que Brown negou. A controvérsia começou com um post no blog do escritor freelance Umar Lee, que participou da palestra de Brown.

Em 8 de Fevereiro de 2017, foi relatado que Brown tinha ejetado o jornalista conservador Andrew Harrod da sala de aula, antes do início das observações formais de Brown. Brown referenciou a ejeção no início de sua palestra — e ridicularizou publicamente o repórter ejetado.

Abaixo, uma seleção das declarações controversas feitas por Brown durante a palestra e o período de perguntas e respostas que se seguiram:

Em resposta a um questionador que caracterizou a escravidão imposta como um “erro”, Brown disse: “Se você é Muçulmano, o profeta de Deus [sic]… teve escravos. Ele tinha escravos. Não há como negar isso. Você é mais moralmente maduro do que o profeta de Deus? Não, você não é.”

Brown também disse: “A escravidão não pode ser tratada como um mal moral em si mesma, porque ‘escravidão’ não significa nada. O mal moral são formas extremas de privação de direitos e formas extremas de controle e formas extremas de exploração. Eu não acho que seja moralmente mau possuir alguém, porque nós possuímos muitas pessoas ao nosso redor e somos possuídos por pessoas”.

Em 9 de Agosto de 2015 — de acordo com uma captura de tela de 11 de Fevereiro de 2017 no Twitter — Brown disse no Facebook: “Acho que as pessoas têm um monte de coisas misturadas em suas mentes, formando uma espécie de sopa de indignação com a qual não conseguem lidar. Acho que é preciso proceder de maneira ordenada. 1) A escravidão é, em geral, permitida pela lei Islâmica. 2) É muito possível (e de fato aconteceu) declarar que a escravidão não é mais permissível seja devido as falhas consistentes no tratamento de escravos ou da decisão dos governos para o bem comum da comunidade Muçulmana. 3) Mas não é possível dizer que a escravidão seja inerentemente, absolutamente, categoricamente imoral em todos os tempos e lugares, uma vez que foi permitido pelo Alcorão e pelo Profeta. 4) As mulheres escravas não têm uma agência que controle o acesso sexual, para que seu dono possa fazer sexo com elas.”

Explicando Sexo Não Consensual

Durante sua palestra em 7 de Fevereiro de 2017, Brown desafiou os padrões modernos de moralidade que definem os seres humanos como “agentes autônomos” e ditam que “a condição sine qua non do sexo moralmente correto é o consentimento”.

Brown continuou dizendo: “Durante a maior parte da história humana, os seres humanos não pensaram no consentimento como a característica essencial da atividade sexual moralmente correta. E em segundo lugar, nós fetichizamos a ideia de autonomia na medida em que nos esquecemos —novamente, quem é realmente livre? Somos realmente pessoas autônomas? O que significa autonomia?”

Brown então continuou: “Temos essa obsessão com a ideia de autonomia” — e procedemos equiparando a servidão daqueles pressionados à escravidão sexual ou servindo como concubinas aos indivíduos sujeitos à obrigações familiares voluntariamente assumidas, decorrentes do casamento.

Retornando às Declarações Controversas

Em 17 de Fevereiro de 2017, Brown defendeu suas declarações, no Washington Post, afirmando: “Essas pessoas que me criticam não sabem a diferença entre o passado e o presente. A conversa que fiz foi uma descrição histórica.”

Em 16 de Fevereiro de 2017, Brown escreveu um artigo para a revista online Muslim Matters, onde explicou suas declarações. Lá, Brown escreveu: “Como Muçulmano, hoje posso dizer enfaticamente que a escravidão é errada e que o Islã proíbe isso… é fácil para mim dizer isso olhando para trás sobre a escravidão na história Americana, porque nossa escravidão Americana foi uma manifestação de absoluta dominação de um ser humano sobre outro que é, na minha opinião, um erro universal no tempo e no espaço”.

Em 11 de Fevereiro de 2017, Brown tuitou: “O Islã como uma fé e eu como uma pessoa condenamos escravidão, estupro e concubinato”.

BDS

O movimento BDS foi fundado em 2005 por Omar Barghouti e afirma que “trabalha para acabar com o apoio internacional à opressão de Israel contra os Palestinos e pressionar Israel a cumprir o direito internacional”.

As iniciativas do BDS incluem forçar instituições e indivíduos a se desfazerem de empresas afiliadas a Israel, boicotes acadêmicos, manifestações anti-Israel e protestos.

A realização mais notável do movimento foi a infiltração nos campus universitários através de lobby visando as “resoluções do BDS”. Nestes casos, com apoio das filiais universitárias anti-Israel, os governos estudantis se reuniram para votar em alguma forma de boicote — ou desinvestimento em — Israel e entidades afiliadas a Israel. Estas resoluções, embora não obrigatórias, foram aprovadas pelos governos estudantis em vários campus Americanos.

A atividade de BDS é frequentemente agressiva e disruptiva. Observou-se que as universidades que aprovam as resoluções do BDS vêem um aumento acentuado de incidentes antissemitas nos campus. Em 2013, quando o governo estudantil da Universidade da Califórnia Santa Barbara (UCSB) debateram uma resolução do BDS, relatórios emergiram relatando ameaças violentas e gente cuspindo em estudante vestindo um colar com a estrela de David. Como resultado, o governo estudantil optou pela “votação secreta”, a fim de garantir a sua própria segurança.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis