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Alemanha: Calças Com Alarme Para Afastar Estupradores Muçulmanos

Fonte/Source: Germany: Pants sold with alarm to ward off Muslim migrant rapes


Alemanha: Calças Vendidas Com Alarme Para Afastar Migrantes Estupradores Muçulmanos

Por Christine Douglass-Williams

26 de Janeiro de 2018

A Alemanha introduziu calças com alarme de segurança para afastar os ataques sexuais Muçulmanos, já que a Europa continua afundando na ilegalidade e imigração. A polícia do Reino Unido já recomendou às potenciais vítimas para não prejudicarem os estupradores, emitindo a seguinte declaração:

“Você não deve obter um produto que seja feito ou adaptado para causar uma lesão numa pessoa. A posse de tal produto em público (e para uso particular, em circunstâncias específicas) é contra a lei.”

Surgiram relatos na Alemanha de que os “shorts seguros“, feitos para evitar ataques sexuais invasivos por migrantes, já estavam esgotados; e enquanto a Suécia luta para lidar com a crise dos migrantes, os incidentes de estupro aumentaram 70%.

Em vez de políticas de tolerância zero contra ataques sexuais, o ônus é colocado em cima das mulheres, obrigadas a se defenderem e restringirem sua liberdade, enquanto autoridades e ativistas feministas abandonaram os direitos das mulheres em favor da lei sharia que desvaloriza as mulheres e permite a violação de infiéis. A liberdade de expressão é outro direito que tem sido atacado pelos supremacistas Islâmicos, e com enorme sucesso.

É surpreendente como o público Ocidental continua elegendo líderes que subjugam-se à dhimmitude e promulgam políticas que claramente destroem a sociedade livre e causando danos. É apenas uma questão de tempo até que todo cidadão experimente os efeitos da redução das liberdades. Calças com alarmes de segurança não protegerão as mulheres; esses estupradores brutais continuarão perseguindo pessoas inocentes.

 

“A Alemanha apresenta calças femininas com alarmes de segurança para evitar ataques sexuais dos migrantes. Mas isso será ofensivo ?” Live Leak, 25 de Janeiro de 2018:

A Alemanha, país de 82 mil habitantes, importou de 800 mil a mais de um milhão de migrantes e “refugiados” ilegais em 2015. Angela Merkel deu as boas vindas a mais de 280 mil migrantes em 2016. Em Julho de 2017, Merkel encerrou a ideia de criar limites máximos aos refugiados que invadem a Alemanha. Os ataques sexuais e a violência migratória dispararam na Alemanha, uma vez que Merkel implementou um grande esquema para inundar o país com migrantes do terceiro mundo. Agora existe uma esperança para as mulheres Alemãs! Calças de segurança com um alarme alto está à venda…


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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A SOLUÇÃO PARA PARAR O ISLAM

Fonte/Source: Iranian-American Human Rights Activist Warns of Devious Islamic Threat That Will Topple the U.S. Constitution.


A SOLUÇÃO PARA PARAR O ISLAM

POR TIAO CAZEIRO

9 de Janeiro de 2017

Aynaz “Anni” Cyrus

Neste artigo, Aynaz “Anni” Cyrus apresenta uma ‘solução para parar o Islam‘ através de um poderoso e humanístico plano.

Este vídeo infelizmente não está legendado em Português.

O artigo está divido em duas partes. Na primeira, — para quem ainda não a conhece, — apresentarei Aynaz, uma pessoa absolutamente bonita, adorável e muito forte. Na segunda, vou mostrar a solução para parar o Islam, sugerida por Aynaz.

O texto a seguir foi retirado do próprio site da Aynaz e inseri apenas o relevante.


Live Up to Freedom

Sobre a autora Aynaz “Anni” Cyrus

Aynaz ficou noiva quando criança em seu país de origem, o Irã. Seu pai é um sheik e sua mãe uma professora de Alcorão.

Foi abusada e presa quando adolescente. Escapou para a América e agora defende mulheres e meninas que sofrem sob a lei Sharia.

Sua missão é trazer esperança e cura para mulheres e meninas que tiveram a infelicidade de serem expostas à praga da ideologia Islâmica. Ela experimentou, in loco, os horrores de viver sob a teocracia Islâmica no Irã.

Aynaz “Anni” Cyrus é uma Iraniana que rejeitou o Islam e fugiu do Irã para a América legalmente na adolescência. Foi para os Estados Unidos após vários anos de perseguição, tortura e prisão.

Aynaz foi chicoteada ao todo 109 vezes em várias ocasiões. Foi também estuprada, espancada, torturada e vítima de vários horrores quando vivia sob a mão pesada do Islam; foi encarcerada 12 vezes antes de chegar aos 14 anos de idade pelo simples motivo de cantar em público, sem perceber, que os cabelos estavam à vista sob o seu hijab.

Aynaz conhece profundamente a séria situação das mulheres Muçulmanas que vivem sob a Lei Sharia. Testemunhou o suicídio de mulheres, desesperadas por não poderem abandonar o Islam, e viu o seu melhor amigo ser selvagemente sodomizado por guardas na prisão; sem dúvida alguma está muito familiarizada com a horrorosa perseguição imposta pela crueldade do Islamismo.

Aynaz foi vendida para casar quando muito jovem e o divórcio foi negado pelo seu marido, um homem violento e abusivo, simplesmente por ser mulher. Ela jurou escapar e se tornar uma voz para aquelas mulheres silenciadas, oprimidas e crianças que vivem num pesadelo diário, coisa que a maioria de nós não tem a mínima noção do que isso representa.

Finalmente, tomou coragem e fugiu da opressão, agora vive como cidadã Americana e faz da sua vida uma missão, para levar a todos a verdade sobre a ameaça do Islamismo, que o politicamente correto e a parcialidade da mídia ignoram.

Aynaz trabalha para proteger e defender os direitos das mulheres e meninas sob a opressão da Lei Sharia em todos os lugares. Luta para aumentar a conscientização sobre sua situação através de vídeos virais informativos, entrevistas de rádio, postagens em blogs e em seu website “Live Up To Freedom”.

A crítica de Aynaz ao Islam e os esforços para conscientizar as pessoas sobre a violenta ideologia Islâmica resultaram em ameaças de morte no exterior e nos Estados Unidos. No entanto, continua trabalhando, com espírito inabalável, sempre franca e corajosa, como uma leoa atravessando o Serengeti.

Com base no conhecimento e na experiência de primeira mão, ela se manifesta contra práticas como mutilações genitais femininas, homicídios de honra e aplicações da Lei da Sharia que justificam o espancamento, o apedrejamento e o estupro.

O intelecto e a astúcia de Aynaz foram ignorados quando jovem no Irã, apesar de serem classificados como “excepcionais” num exame nacional de inteligência e escolástica. Foi negada a ela a oportunidade de cursar o ensino médio. Mas, através da força de vontade e tenacidade, não permitiu que isso a impedisse. Hoje ela é uma especialista em gráficos e desenvolvedora de website, e produtora de rádio digital.

Além de vídeos no Facebook e YouTube, alguns de seus trabalhos mais impressionantes é a produção do programa online The Glazov Gang com Jamie Glazov, além de manter o seu próprio show online “The Unknown“, onde educa e informa sobre a realidade do Islam e as ameaças que os Americanos e defensores da liberdade enfrentam.

Além de manter seu site ‘Live Up to Freedom’, possui um espaço aéreo regular na rede LUTF. Você pode ouvi-la todos os Sábados no show. Visite o site ‘Live Up to Freedom’ para obter mais informações.

Aynay é uma mulher extremamente corajosa; defensora da verdade, que continua trabalhando incansavelmente para ajudar as pessoas oprimidas sob a ameaça da Lei Sharia. — (Cyrus, A., 2016).


A SOLUÇÃO PARA PARAR O ISLAM”

Uma ideia simples e muito bem-vinda, principalmente de alguém que sabe o que está falando. Na verdade não é uma ideia nova, mas a atitude e o incentivo sim.

Em suma, no vídeo, Aynaz pede a todos que leiam o Alcorão, principalmente as quatro suras chamadas de Surah An-Nisa, “A Mulher”.  De acordo com ela, — que tem uma mãe professora de Alcorão — essas suras reduzem a mulher ao absoluto nada. Leia:

Surah An-Nisa 4:3 — “Se temerdes ser injustos no trato com os órfãos, podereis desposar duas, três ou quatro das que vos aprouver, entre as mulheres. Mas, se temerdes não poder ser equitativos para com elas, casai, então, com uma só, ou conformai-vos com o que tender à mão. Isso é o mais adequado, para evitar que cometais injustiças.”

O trecho marcado em vermelho, é conhecido em Inglês como: “those your right hand possesses” traduzido como “aquelas que a sua mão direita possui”. Esta frase é conhecida mundialmente como “as mulheres cativas que você possui”. Em outras palavras, ‘escravas sexuais‘. Isto é dito por todos os scholars como Raymond Ibrahim, Robert Spencer etc.

Eis aqui o texto em Inglês para quem quiser conferir, incluindo o link: Quran.com online.

SAHIH INTERNATIONAL (Surah An-Nisa 4:3)— “And if you fear that you will not deal justly with the orphan girls, then marry those that please you of [other] women, two or three or four. But if you fear that you will not be just, then [marry only] one or those your right hand possesses. That is more suitable that you may not incline [to injustice].”

Aynaz menciona ainda que quando muito jovem questionou porque Alá só se comunicava em Árabe e não em outra língua, “ele deveria saber muitas línguas, já que criou o mundo”; questionou também por que Alá criou a mulher para ser explorada sexualmente, estuprada, espancada, anulada etc. Claro, ela foi punida por isso.

Concluindo, ela tem razão e essa ideia gerou um artigo no site do Robert Spencer, porque é óbvio e simples. Todos precisam ler o Alcorão para ver o que Alá e o seu mensageiro Muhammad(Maomé) obrigam aos seus seguidores.

É um livro que todas as pessoas precisam ter pois só assim compreenderão o que milhares de pessoas estão dizendo ao redor do mundo, que o Islam é uma ideologia extremamente violenta e que prega o ódio e a perseguição aos Judeus, Cristãos e demais religiões. O Islamismo tem como missão dominar o mundo todo, subjugando todos aqueles que não se converterem ao Islam, ou então terão que pagar a Jizya (imposto de proteção) para não morrer.

O Alcorão vendido no Brasil é traduzido como “Deus” ao invés de “Alá”. O correto é “Alá”, pois de acordo com o próprio Alcorão: “Não há Deus senão Alá“.  A sura a seguir pode ser visualizada online aqui. A única alteração que fiz foi inserir ‘Alá’ ao invés de ‘Deus’ para ficar como deve ser.

Este texto rejeita totalmente o Cristianismo. 

Alcorão 4.171  
"Ó adeptos do Livro, 
não exagereis em vossa religião 
e não digais de Alá senão a verdade. 
O Messias, Jesus, filho de Maria, 
foi tão-somente um mensageiro de Alá e Seu Verbo, 
com o qual Ele agraciou Maria por intermédio 
do Seu Espírito. 
Crede, pois, em Alá e em Seus mensageiros 
e não digais: Trindade! 
Abstende-vos disso, que será melhor para vós; 
sabei que Alá é Uno. Glorificado seja! 
Longe está a hipótese de ter tido um filho. 
A Ele pertence tudo quanto há nos céus e na terra, 
e Alá é mais do que suficiente Guardião."

Finalizando, eis aqui três sugestões para você adquirir um Alcorão.  Duas em Português e uma em Inglês do sensacional Dr. Bill Warner, diretor e fundador do Political Islam.

Assim você ajuda o blog a prosseguir produzindo artigos de alta qualidade para conscientizar a sociedade Brasileira.

Clique nas imagens para mais informações.

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Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

ISIS promete atacar na Véspera de Ano Novo

Fonte/Source: ISIS vows New Year’s Eve attacks, says “We’re going to fight until we rule the whole world by the Sharia”


ISIS promete atacar na Véspera de Ano Novo, e diz: “Vamos lutar até governarmos o mundo inteiro pela Sharia”

POR ROBERT SPENCER

26 de Dezembro de 2017

Não que isso tenha alguma coisa a ver com o ….

“ISIS Promete Matar Pessoas Bêbadas Celebrando Na Véspera De Ano Novo Em Todo O Mundo Em Seu Primeiro Vídeo na Somália”, por Tom O’Connor, Newsweek, 26 de Dezembro de 2017:

A filial do Estado Islâmico (ISIS) na Somália lançou seu primeiro vídeo no final da segunda-feira, fazendo ameaças horríveis aos que celebrarem o Ano Novo bêbados.

O vídeo de estreia, com quase oito minutos e meio, mostra uma árvore de Natal, champanhe rolando e pessoas contando os minutos finais para o Ano Novo. Em vez de gritos de “Feliz Ano Novo”, no entanto, após contarem “um”, surgi um homem gritando “Allahu Akbar” [Deus é maior] e sons de violência que o grupo militante notoriamente causa e inspira em todo o mundo. Um narrador acenou aos partidários do ISIS para se aproveitarem de pessoas intoxicadas e das grandes reuniões para o Ano Novo como “uma nova oportunidade” para perpetrar morte e destruição.

“Esta mensagem é para os irmãos que vivem entre os kuffar [infiéis]. Você não sente a dor dos irmãos Muçulmanos no Iraque, Síria, Iêmen, Somália, Birmânia e Palestina? O profeta-salla Allahu ‘alayhi wa-sallam [que as bençãos de Alá e a paz estejam sobre ele] — disse: ‘O kafir [infiel] e seu assassino nunca se juntarão no inferno.’ Significando que matar um kafir é o seu ingresso para escapar do jahenim [inferno]”, um homem não identificado, mascarado, disse para a câmera enquanto segurava o que parecia ser um rifle de assalto Kalashnikov.

E, finalmente, saibam disso, o Estado Islâmico está aqui para ficar. Nós vamos lutar e continuar lutando até governarmos o mundo inteiro pela Sharia e essa bandeira negra de la ilaha illa Allah [Não há Deus senão Alá]. Nós nos levantaremos de Washington a Moscou, da Europa à China e não há nada que poderá nos impedir acrescentou, antes de citar um verso do Alcorão.

Zombando da tradição de bebida alcoólica na comemoração do final de ano, o ISIS copiou imagens de um vídeo viralizado do YouTube, carregado no ano passado por um segurança Canadense que amarrou uma câmera GoPro em seu peito, enquanto lidava com clientes entrando e saindo do The Gatsby Soundhouse and Bar em Londres, Ontário. O autor do vídeo não estava imediatamente disponível para comentários quando a Newsweek tentou contatá-lo.

No clip da Somália, o ISIS também ordenou repetidamente que a rede de apoio global do grupo os “caçassem” e mirassem no clero Cristão, incluindo o Papa Francisco. Instruiu os espectadores para “atacarem suas igrejas no Oriente e no Ocidente”. Mostrou imagens de um indivíduo montando um rifle de precisão sobre um telhado com vista para o centro de Denver, Colorado e cenas da cidade de Nova York, onde o mais recente ataque inspirado no ISIS ocorreu no início deste mês…


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

‘SIM, ELES NOS ODEIAM. ISTO DEVE SER DITO’

 Fonte/Source: Fiqh-us-Sunnah, Volume 1: Purification


‘SIM, ELES NOS ODEIAM. ISTO DEVE SER DITO’

 Por Tião Cazeiro

23 de Dezembro de 2017

“O diabo mora nos detalhes”, diz um velho provérbio. 


Alcorão: 33.50
“Ó Profeta, em verdade, tornamos lícitas,
para ti as esposas que tenhas dotado,
assim como as que a tua mão direita possui (cativas),
que Alá tenha feito cair em tuas mãos,
as filhas de teus tios e tias paternas,
as filhas de teus tios e tias maternas,
que migraram contigo, bem como toda a mulher fiel
que se dedicar ao Profeta, por gosto,
e uma vez que o Profeta queira desposá-la;
este é um privilégio exclusivo teu,
vedado aos demais fiéis.
Bem sabemos o que lhes impusemos (aos demais),
em relação às suas esposas
e às que suas mãos direita possuem (cativas),
a fim de que não haja
inconveniente algum para ti.
E Alá é Indulgente, Misericordioso.” [Ênfase adicionada]

Nota: O versículo acima foi trasncrito — ipsis litteris, exceto a ênfase adicionada,—  do site da Comunidade Islâmica da Web. 

Leiam os hadiths abaixo e percebam outros detalhes

Tradução: ‘SIM, ELES NOS ODEIAM. ISTO DEVE SER DITO’

Esse texto foi transcrito do site Islambasics.com. 


A Sharia dividiu a água em quatro tipos:

-1- água mutlaq, [trad., absoluto, ilimitado, irrestrito]

-2- água usada (para purificação),

-3- água misturada com elementos puros e

-4- água misturada com elementos impuros. Devemos discutir cada um deles separadamente.


Volume 1, Página 6b: Tipos de impurezas

Najasah refere-se à substâncias impuras que o Muçulmano deve evitar e lavar em caso de contaminação de suas roupas, corpo e assim por diante. Diz Alá no Alcorão: “Purifique suas vestes” (alMudathar 4); e “Alá ama aqueles que se arrependem e se purificam” (al-Baqarah 222). O Mensageiro de Alá também disse: “A pureza é metade da fé”.

Volume 1, Página 9a: Vômitos de uma pessoa, urina e excremento

Há um consenso entre os estudiosos de que esses objetos são impuros. Mas, uma pequena quantidade de vômito (comumente entendido como uma pequena quantidade de líquido) e a urina de bebês do sexo masculino em fase de amamentação é negligenciada e perdoada. Basta apenas salpicar água sobre a urina de um bebê do sexo masculino em fase de amamentação. [Ênfase adicionada]

Isto é baseado no hadith de Umm Qais:

Ela veio ao Mensageiro de Alá com seu filho ainda não desmamado. Depois de um tempo, o bebê urinou no colo do Profeta. O Profeta, que a paz esteja com ele, pediu um pouco de água e salpicou sobre suas roupas, mas não as lavou completamente. [Ênfase adicionada]

Isto é mencionado por al-Bukhari e Muslim:

‘Ali narrou que o Mensageiro de Alá disse: “A urina de um bebê do sexo masculino deve ser salpicada com água. A urina de um bebê do sexo feminino deve ser lavada completamente“.

Diz Qatadah: “Isto se refere a um bebê do sexo masculino que ainda não começou a comer. Se ele já come, então a roupa deve ser lavada completamente”. [Ênfase adicionada]

Este hadith é mencionado por Ahmad, Abu Dawud, at-Tirmizhi e Ibn Majah. Em al-Fath, Ibn Hajr diz que segue sahih.

Basta salpicar desde que o menino ainda esteja amamentando. Se ele já come alimentos sólidos, sua urina deve ser lavada das roupas e do corpo. Não há desacordo sobre este último ponto. Talvez o motivo dessa isenção para a urina do bebê masculino seja porque as pessoas tendem a carregar seus bebês do sexo masculino a todos os lugares, e seria difícil limpar as roupas devido a urinação frequente. [Ênfase adicionada]

Volume 1, Página 11a: Urina e fezes de animais permitidos para serem ingeridos 

Ambos são considerados impuros. Ibn Mas’ud relatou que o Mensageiro de Alá, que a paz esteja com ele, foi responder o chamado da natureza. Ele pediu ‘Abdullah ibn Mas’ud para trazer três pedras. “Abdullah disse:” Eu não consegui encontrar três pedras, mas encontrei duas pedras e esterco animal e as trouxe para ele. Ele pegou as duas pedras e jogou fora o estrume dizendo: “É impuro”.

O hadith é mencionado por al-Bukhari, Ibn Majah e Ibn Khuzaimah. Em uma narração, afirma: “É impuro. É o estrume de um jumento”. No entanto, uma pequena quantidade disso é perdoada, pois é muito difícil se proteger completamente. Al-Waleed ibn Muslim diz: “Eu disse a al-Auza’i, ‘E sobre a urina dos animais cuja carne é imprópria, como a mula, o jumento e o cavalo?’ Ele disse que costumavam entrar em contato com esses durante suas batalhas, mas que não lavavam de seus corpos ou roupas. Quanto à urina e fezes de animais cuja carne é permitida, Malik, Ahmad e um grupo de Shaifiyyah dizem que são puros. Comentando sobre o assunto, Ibn Taimiyyah diz: “Nenhum dos companheiros considerou impuro. Na verdade, a afirmação de que é impuro é de origem recente e não das primeiras gerações dos companheiros”. [Ênfase adicionada]

Clique na imagem para ler o artigo “SAUDITAS FECHAM LOJA DE URINA DE CAMELO: PROPRIETÁRIO VENDIA SUA PRÓPRIA URINA”

Disse Anas: “Um grupo de pessoas das tribos de Ukul ou Uraina chegou a Medina e ficou doente do estômago. O Profeta ordenou-lhes que conseguissem leite de camelo fêmea e bebessem uma mistura de leite e urina”. Este hadith é mencionado por Ahmad, al-Bukhari e Muslim, e indica a urina de camelo como sendo pura. Portanto, por analogia, a urina de outros animais permitidos também podem ser consideradas puras. Diz Ibn al-Munzhir, “Aqueles que afirmam que isso só era permitido para essas pessoas estão incorretos. A especificação só é confirmada por algumas provas específicas”. Ele também diz: “Os estudiosos permitem, sem qualquer objeção, a venda de fezes de ovelhas e o uso da urina de camelo em seus remédios, tanto no passado como no presente, novamente sem qualquer objeção. Isso mostra que são considerados puros.” Diz ash-Shaukani: “Aparentemente, a urina e as fezes de todos os animais vivos permitidos para alimentação são puras.” Não há nada que prove o contrário. [Ênfase adicionada]


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

O ISLAM TEM PRIVILÉGIOS ESPECIAIS NO REINO UNIDO

Fonte/Source: Islam has special privileges in the UK: Muslims have been bullying Britain and the leftists are their helpers


O Islam Tem Privilégios Especiais No Reino Unido: Britânicos Sofrem Bullying Por Parte Dos Muçulmanos E A Esquerda É Cúmplice

POR SHAZIA HOBBS

19 de Dezembro de 2017

Javaria Saeed, ex-agente de contraterrorismo da Polícia Metropolitana de Londres e Muçulmana praticante.
"ISLAMOFOBIA" 
UMA PALAVRA CRIADA POR FASCISTAS 
E USADA POR COVARDES 
PARA MANIPULAR IDIOTAS 
— Andrew Cummins —

Eu não fico mais chocada ou surpresa ao ouvir histórias de homens e mulheres da polícia, que enfrentam ações disciplinares por criticarem o Islã. Homens e mulheres que têm um registro de trabalho impecável, mas que de repente se veem perdendo tudo por dizerem que carne halal é incorreto, por dizerem que os tribunais da Sharia devem ser fechados. Isso deveria ser uma notícia chocante e deveria ser uma notícia importante, quando pessoas que supostamente deveriam  no servir e proteger, arriscam perder seus empregos por “insultarem o Islã”. Suponho que devemos voltar ao início para descobrir como chegamos aqui.

Quando meu pai chegou ao Reino Unido no final dos anos 60, ele não teve interesse em receber tratamento especial, estava feliz por ter chegado à terra livre. Onde o dinheiro realmente crescia em árvores e as mulheres eram mais acessíveis do que quando estava no Paquistão. Aquilo que ele não amava em sua nova casa, além do frio, era melhor do que a pobreza que ele havia deixado para trás. Será que ele queria que a sua nova casa fosse governada pela Sharia? Não! Isso foi no final da década de 60, lembre-se, foi o Irã e o Afeganistão que foram lentamente controlados pelo Islã. Foi no Irã e no Afeganistão que as mulheres protestaram contra a imposição do véu (hijab) e todas as outras restrições que as forças Islâmicas exercem sobre mulheres e homens.

Voltando rapidamente para o Reino Unido, é óbvio que a Sharia está se aproximando da vida cotidiana. A Comissão dos Assuntos Internos lançou um inquérito sobre os tribunais da Sharia que operam no Reino Unido; alguns dizem que existem 80 tribunais da Sharia, embora devido à sua natureza secreta, o número verdadeiro é desconhecido. O fato de que há um inquérito mostra que existe um problema; embora os Muçulmanos encarregados do inquérito o tornem inútil, pois sem dúvida não encontrarão nada de errado com a Sharia, se aplicado no “contexto” e algo a ver com “nuance”.

Ouço muitas pessoas falarem que estão com muito medo de revelar sua identidade nas mídias sociais, usam contas anônimas por medo de perder o emprego por criticar o Islã, e ouço muitas pessoas que pensam que as mesmas estão exagerando e por isso as chamam de racistas e islamofóbicas. Li histórias em jornais, histórias como a da Javaria Saeed, uma ex-oficial antiterrorista da Polícia Metropolitana e Muçulmana praticante, que reclamou com os seus chefes sobre alguns de seus colegas oficiais Muçulmanos. Esses oficiais Muçulmanos não viram nada de errado com a MGF (mutilação genital feminina) e também aconselhavam as mulheres Muçulmanas que sofrem de violência doméstica a irem aos tribunais da Sharia em vez de denunciar à Polícia. A menos que o abuso fosse realmente violento, e como eles determinam se o abuso é “realmente violento” não ficou claro.

Em Agosto do ano passado, fui convidada, juntamente com muitos outros, a falar num evento organizado pela Anne Marie Waters, da Sharia Watch UK. Um evento em que falei sobre como o Islam mata mulheres — matam não apenas fisicamente, mas mental e emocionalmente. Isso não é uma mentira, e só precisamos olhar para os países Muçulmanos para ver como as mulheres são punidas. Sabemos no Reino Unido que as mulheres Muçulmanas também são punidas, nós temos leis para protegê-las do casamento forçado, da MGF, VHB (hepatite B), e já existe comentários a respeito do breast ironing  para criminalizá-lo também. A única coisa que esses atos malignos tem em comum é a religião, alguns argumentam e dizem que é cultural, e eu digo que é religião.

Nota: breast ironing —(algo como passar os seios a ferro, em Inglês) uma prática abusiva de “achatamento” dos seios de meninas, com o corpo em desenvolvimento, para “protegê-las” do estupro e do assédio sexual.

Africanos, Egípcios, índios, Paquistaneses e Indonésios, para citar alguns, realizam a MGF, são culturas completamente diferentes, mas a religião é o denominador comum.

Anne Marie teve problemas com a polícia. Ela não conseguiu manter o evento fora de Westminster, informaram, então ela escolheu outro local, o qual também não era adequado, pois precisaria de uma permissão. Parecia que não havia nada além de obstáculos em seu caminho, com os responsáveis esperando que ela cancelasse o evento. Anne Marie é uma mulher forte e se recusou a recuar e, eventualmente, desistiram e permitiram que ela realizasse o evento fora de Westminster, sua primeira escolha de local.

Se você quiser marchar em prol da Sharia e do Califado no Reino Unido, não haverá nenhum obstáculo em seu caminho. Em vez disso, a polícia irá caminhar ao seu lado para protegê-lo contra qualquer reação. Durante a marcha, você poderá acenar a bandeira do Estado Islâmico (ISIS), e isso também não será controlado. Proteste contra a Sharia e zombe do Islã e você poderá ser preso.

Você também poderá carregar banners e segurar cartazes pedindo pela “Morte dos Soldados Britânicos”. Isto também é permitido e irão conceder-lhe um passe gratuito. Proteste contra os rituais diabólicos e bárbaros, com os quais o Islam mata mulheres, apedreja, chicoteia, decapita, e você será acusado de “crime de ódio”.

Será que sou a única que consegue ver a estupidez nisso tudo? Será que sou a única que consegue ver os padrões duplos que existem na sociedade Britânica? Lute pela cultura Britânica e pelas leis Britânicas, e você será difamado como Islamofóbico, racista e fascista. Marche para que o Reino Unido se torne um Califado e que a Sharia governe e deixarão você livre para fazê-lo todos os dias, se quiser, sem problema algum e sem ser molestado.

Mas quando temos um Primeiro-Ministro que usa o véu (hijab) quando se encontra com líderes Muçulmanos eu pergunto, seria de se admirar que o país esteja no estado em que se encontra? Que mensagem isso passa?

O Islam tem privilégios especiais no Reino Unido, e qualquer pessoa que discorda ou desafia é acusada de racismo. O racismo contra uma ideia, uma religião não é possível, mas como eu disse, o Islamismo tem privilégios especiais, então você pode ser racista em relação a isso, e se você argumenta que não é possível, então você é um islamofóbico.

Será que o Judaísmo recebe esse mesmo tratamento especial, por exemplo? Prendemos aqueles que falam contra o povo Judeu? Não! Todas as outras religiões têm que aturar e lidar com isso; o Cristianismo é ridicularizado e com razão, assim como a Igreja Católica e o escândalo do abuso sexual infantil. Muitos Católicos abandonaram a sua fé, recusaram-se a ir à capela e a missa depois do escândalo que abalou sua religião, estão enojadas pelo estupro de crianças e encobrimento do caso.

As mesquitas não estão imunes desse abuso, e ouvimos falar de molvis (Muçulmano doutor em lei) e imams que abusaram e estupraram crianças deixadas à sua disposição, confiadas ​​pelos pais para ensinar-lhes o Alcorão e não abusar dessa confiança explorando sexualmente e violando seus filhos. Falamos sobre isso tão livremente quanto o abuso do sacerdote Católico? Não, não falamos, porque apenas uma religião tem privilégios especiais, o resto não.

Nós temos o Partido Trabalhista, com um bando de membros que flagrantemente odeiam os Judeus, e tudo o que precisam fazer é pedir desculpas e seguir em frente. Imagine se o partido Tory odiasse abertamente os Muçulmanos. Poderiam pedir desculpas e seguir em frente? Você nunca ouvirá o fim disso.

Alguns riem e dizem que o medo não é racional e que os Muçulmanos não querem que o Islã ocupe o Reino Unido. Esses são os esquerdistas Islâmicos amorosos e apaziguadores de votos e os iludidos.

A Grã-Bretanha está se tornando como o Irã e o Afeganistão nos anos 60, quando os Islamistas estavam assumindo o controle. A Sharia está crescendo de forma imperceptível na vida cotidiana e há muitos agentes para silenciar rapidamente aqueles que falam sobre isso.

Temos um conselheiro trabalhista que exige que uma escola mude sua política uniforme para permitir que uma criança de 4 anos use um hijab; nós prendemos aqueles que colocam bacon nas alças das portas das mesquitas e damos a eles sentenças mais longas do que para aqueles que mutilam a vagina de suas filhas, e nem mesmo prendermos aqueles que forçam a MGF em suas filhas.

Recentemente, teve um artigo nos jornais sobre a polícia ter medo de fazer qualquer coisa sobre a MGF por medo de ser chamada de racista. Permitir que as vaginas de meninas sejam mutiladas por medo de serem chamados por um nome? Não proteger essas pequenas meninas de um sofrimento para a vida toda, por medo de ser chamados por um nome?

Os pregadores do ódio que são banidos do Paquistão recebem vistos para viajar para o Reino Unido e espalhar o ódio nas mesquitas. Essas visitas são anunciadas pelo Facebook e outras plataformas de redes sociais. Nessas mesquitas, eles podem pregar aos seus companheiros o ódio contra os kaffirs (infiéis), os Judeus e o Ocidente. Durante todo o tempo devem estar rindo da estupidez do nosso governo.

Não há absolutamente nada de errado em ter medo de uma religião que exige a sua morte por ousar deixá-la, que o pendura num guindaste por ser gay, que apedreja até a morte por ser estuprada.

Me chame de islamofóbica o quanto quiser, não me impedirá de falar sobre como o governo está sendo intimidado pelos Muçulmanos, eu não quero ser governada pela Sharia e eu sei que existem milhões de outros como eu, Muçulmanos e não-Muçulmanos, que concordam. Eles não podem silenciar a todos.


Shazia Hobbs cresceu em Glasgow com sua mãe Escocesa branca, seu pai Paquistanês, sua primeira esposa Paquistanesa e oito das 11 crianças das duas mulheres. A novela de estréia de Shazia Hobbs, The Gori’s Daughter, já está disponível na Amazon.

A novela biográfica de Shazia, The Gori’s Daughter at Amazon (Kindle & Paperback)

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

 

RAYMOND IBRAHIM

RAYMOND IBRAHIM é um autor amplamente publicado, palestrante e expert em Oriente Médio e Islamismo. Seus livros incluem: The Al Qaeda Reader (Doubleday, 2007), Crucified Again: Exposing Islam’s New War on Christians (Regnery, 2013), e Sword and Scimitar: Thirteen Centuries of War between Islam and the West (será lançado pela Da Capo Press em 2018).


Traduzido por: tradutoresdedireita.org
Tradução: Hélio Costa Jr.
Revisão: Luiz Felipe Costa

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AS TRÊS PIORES DOUTRINAS DO ISLÃ

Fonte/Source: Islam’s Three Worst Doctrines


AS TRÊS PIORES DOUTRINAS DO ISLÃ

Por Raymond Ibrahim

12 de Dezembro de 2017

FrontPage Magazine

Uma vez que o Islã é criticado por muitas coisas — de hostilidade à modernidade e democracia, os apelos à regra teocrática, ao “patriarcado” radical, à misoginia e às punições draconianas, para citar alguns — é útil dar um passo atrás e distinguir entre essas (muitas) doutrinas que afetam apenas a sociedade Muçulmana, e aquelas que se estendem e afetam os povos Ocidentais ou não-Muçulmanos em geral. Ao fazer isso, três doutrinas inter-relacionadas se aproximam. Vamos a elas:

1) desaprovação total e inimizade para com o “infiel”, isto é, hostilidade espiritual ou metafísica constante contra os não-Muçulmanos (em Árabe isso conhecido como al-wala ‘w’al bara, ou “lealdade e inimizade“);

2) isto se manifesta naturalmente na forma de jihad, isto é, a hostilidade física contra, e sempre que for possível, tentar subjugar os não-Muçulmanos;

3) finalmente, as jihads bem sucedidas levam à dhimmitude, posição degradante de não-Muçulmanos conquistados que se recusam a perder sua liberdade religiosa se convertendo ao credo do vencedor.

Lealdade e inimizade

Não há dúvida de que a maioria dos Muçulmanos defende a separação de Muçulmanos dos não-Muçulmanos, fieis dos infiéis, limpos dos imundos.

Alcorão 5:51 adverte os Muçulmanos da seguinte forma: “Ó fiéis, não tomeis por confidentes os Judeus nem os Cristãos; que sejam confidentes entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por confidentes, certamente será um deles; e Alá não encaminha os iníquos.” isto é, ele também se torna um infiel ou kafir, a pior classificação humana no Islã.

Alcorão 3:28, 4:89, 4: 144, 5:54, 6:40, 9:23, todos têm a mesma mensagem; 58:22 simplesmente afirma que os verdadeiros Muçulmanos não fazem amizade com os não-Muçulmanos — “mesmo que sejam seus pais, filhos, irmãos ou parentes”.

Mas os versos do Alcorão convidam ainda mais os Muçulmanos a ter inimizade — ódio —aos não-Muçulmanos: “Nós [Muçulmanos] renunciamos a você [não-Muçulmanos]. A inimizade e o ódio reinarão para sempre entre nós, até que você acredite somente em Alá” (Alcorão 60: 4). Como o Estado Islâmico (ISIS) explicou em um artigo inequivocamente intitulado, “Por que nós o odiamos e por que nós lutamos contra você“, “Nós o odiamos, antes de mais nada, porque vocês são incrédulos”.

O lado B do al-wala ‘walal bara é que os Muçulmanos são obrigados a fazer amizade e ajudar aos outros Muçulmanos — incluindo jihadistas, por exemplo através de fundos (ou zakat). Como resume uma autoridade Muçulmana, o crente “é obrigado a fazer amizade com um crente — mesmo que ele seja opressivo e violento contra você — enquanto ele deve ser hostil ao infiel — mesmo que liberal e gentil com você” (The Al Qaeda Reader, p. 64).

Essa lealdade aos outros Muçulmanos e a inimizade pelos não-Muçulmanos é fundamentalmente responsável pelo choque metafísico ou “espiritual” entre o Islã e o Ocidente. Acrescente à inimizade o fato de que os Muçulmanos podem mentir para os não-Muçulmanos — inclusive fingindo lealdade ou amizade — tornando evidente o quão perigosa é a doutrina de “lealdade e inimizade”: entre outras coisas, deslealdade para com os infiéis (veja aqui, aqui e aqui como exemplos) e uma “mentalidade mafiosa“, segundo a qual todos os Muçulmanos devem trabalhar abertamente ou secretamente, sugere que a hostilidade para os não-Muçulmanos, mesmo que não seja vista, está sempre presente.

Jihad

Jihad — a guerra contra os não-Muçulmanos por nenhuma outra razão a não ser por serem não-Muçulmanos — é a manifestação física ou a realização da inimizade para com os “infiéis”. Não só é natural atacar e procurar subjugar porque foi criado para odiar, exceto a doutrina da jihad, inclusive para espalhar e fazer cumprir a Sharia em todo o mundo, é parte integrante do Islã; não é menos codificado do que os Cinco Pilares do Islã. Como exemplo, a Enciclopédia do Islã registra o verbete “jihad” da seguinte forma: “propagação do Islã pelas armas é um dever religioso sobre os Muçulmanos em geral… A Jihad deve continuar a ser feita até que o mundo inteiro esteja sob o domínio do Islã… O Islã deve estar completamente pronto antes que a doutrina da jihad possa ser eliminada”.

Pode-se continuar citando um número qualquer de autoridades, especialmente Muçulmanas, dizendo que a jihad para subjugar o mundo é um aspecto rígido do Islã. Mesmo o falecido Osama bin Laden — que gostaria de ter feito o Ocidente acreditar que o terror da al-Qaeda é um subproduto das queixas políticas — ao falar em Árabe para os Muçulmanos, deixou perfeitamente claro que a doutrina da jihad é a raiz do problema: “Nossas conversas com o Ocidente infiel e nosso conflito com eles, em última análise, gira em torno de uma questão… O Islã força, ou não força, as pessoas pelo poder da espada a se submeterem a sua autoridade corporalmente senão espiritualmente? Sim. Existem apenas três escolhas no Islã … Converta-se, ou viva sob a soberania do Islã, ou morra”.

Dhimmitude

Mas, como os infiéis devem ser odiados per se e não apenas no contexto da jihad — a capacidade dos mesmos para julgar é muitas vezes reduzida pelas circunstâncias — a hostilidade continua mesmo após a interrupção das jihads bem-sucedidas. Ao contrário de outros conquistadores e conquistas que geralmente permitem que os conquistados continuem sem serem molestados, desde que não desafiem a nova ordem — alguns tentam apaziguar e dominar seus novos assuntos — quando e onde o Islã conquista, de modo que aquela antiga hostilidade metafísica que alimentou a jihad continue a se divertir em triunfo sobre os assuntos dos infiéis. Assim, esse último, não somente deve pagar um imposto especial (jizya), como abraçar uma postura subordinada e seguir uma série de debilitações — e deve também ser lembrado e obrigado a se sentir inferior e desprezado, inclusive para “inspirá-lo” à conversão para a fé “verdadeira”.

Como o Estado Islâmico (ISIS) explicou no artigo acima mencionado, independentemente de qualquer apaziguamento oferecido pelos não-Muçulmanos, “continuaríamos a odiá-lo porque a nossa principal razão para odiar você não deixará de existir até você abraçar o Islã. Mesmo que você pagasse a jizya e vivesse sob a autoridade do Islamismo, em humilhação, continuaríamos a odiá-lo”.

De qualquer forma, o Islã ganha: se os não-Muçulmanos continuarem com sua fé, os Muçulmanos continuarão caçando eles; Se, por outro lado, os não-Muçulmanos acabarem por se “render” ao Islã, a umma ganha um novo recruta (sob pena de morte, caso ele se entretenha com pensamentos secundários e apostatar).

————

Esses três ensinamentos inter-relacionados do Islamismo — lealdade e inimizade, jihad e dhimmitude — estão inequivocamente fundamentados na lei Islâmica, ou Sharia. Não são questões abertas à interpretação ou ao debate. Ao eliminar ou diminuir o foco em todos os outros ensinamentos “problemáticos” que afetam apenas os Muçulmanos — mas que tendem a ser confundidos com aqueles (três) ensinamentos que afetam diretamente os não-Muçulmanos — poderemos avaliar melhor e, assim, colocar o foco sobre as verdadeiras raízes do conflito entre o Islã e o Ocidente.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

DHIMMITUDE

Fonte/Source: Dhimmi, Dhimmitude, Jizya. A humilhante vida de um não muçulmano regido pela lei islâmica (Sharia)

Artigo reeditado por Tião Cazeiro em 12/12/2017


Dhimmitude

 Por José Atento – Lei Islâmica em Ação

25 de Junho de 2016

Dhimmi, Dhimmitude, Jizya 
A Humilhante Vida De Um Não-Muçulmano 
Regida Pela Lei Islâmica (Sharia)
Você já se perguntou o que levou as populações Cristãs do Oriente Médio, Norte da África e Balcãs a adotarem o Islamismo? Foi a dhimmitude
Dhimmitude é um termo que significa o status social, político e religoso de terceira-classe ao qual Cristãos e Judeus devem ser submetidos quando regidos pela lei Islâmica Sharia. Apenas o Cristãos e Judeus mais fervorosos foram capazes de resistir às humilhações e pogroms. Para muitos, era melhor se juntar aos Muçulmanos opressores, tornando-se um deles.
Durante as guerras de conquista (jihad Islâmica), Muhammad/Maomé impunha um regime econômico baseado na pilhagem das tribos conquistadas. Mas, ao se tornarem Muçulmanos, as tribos não podiam ser pilhadas novamente. Com a conquista dos Judeus que tinham sido exilados pelo próprio Maomé no Oásis de Kaybar, e mais tarde com a sua incursão contra a cidade Cristã de Tabuq, Maomé criou um novo modelo econômico baseado na taxação contínua dos Judeus e Cristãos, sem contudo forçá-los imediatamente a se converterem ao Islamismo. O imposto é como estabelecido no Alcorão 9:29:
“Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no Último Dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, e que não reconhecem a Religião da Verdade (Islã), mesmo que sejam do Povo do Livro (primordialmente Cristãos e Judeus), até que paguem o imposto tributo jizya em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados.
 
“[Outra tradução diz:] “paguem o imposto em reconhecimento da nossa superioridade e do seu estado de sujeição”.
 É importante ressaltar alguns aspectos inerentes a esse verso (surata). O primeiro é que ele implica a conquista do cafre (káfir, não Muçulmano). A segunda, é a cobrança do imposto em sí. A terceira, é o modo da cobrança: humilhando o cafre, deixando claro que quem manda são os Muçulmanos.
Cristão pagando a jizya em total humilhação

Alguns anos mais tarde, o segundo califa, Umar, impôs condições de conduta aos cristãos conquistados pela jihad Islâmica, além do pagamento da Jizya. Este conjunto de condutas são chamadas de Condições de Umar (algumas vezes também referidas como Pacto ou Tratado de Umar). Estas condições estabelecem que se qualquer uma das condutas estabelecidas forem desrespeitadas, os Cristãos ou Judeus deixam de ser “protegidos” (tendo como escolha se converterem ao Islamismo ou serem mortos).

As Condições de Umar codificadas pela Sharia recebem o nome de dhimma (soa como zima). Aqueles que a aceitam (seja por bem ou por mal) são os dhimmis ou zimis (ذمي).

A palavra dhimmi é Árabe e significa “protegido.” Mas, na verdade, o verdadeiro significado de dhimmi é um “infiél” que é tolerado desde que abrace seu status de inferioridade, aceite seus direitos limitados, e pague a jizya. A jizya é um “imposto de proteção.” A pergunta que se segue é: mas proteção contra quem?

Dhimmi, então, foi o nome que os conquistadores Árabes Muçulmanos deram para as populações não-Muçulmanas nativas das terras conquistadas militarmente, que se renderam à dominação Muçulmana dentro de um tratado dhimma. Como as conquistas Islâmicas se expandiram sobre vastos territórios na África, Europa e Ásia, por mais de um milênio (638-1925), vários povos foram dhimmis. Por exemplo, os portugueses foram dhimmis por 500 anos,  cidadãos de terceira-classe subjgados na sua própria terra. Todos estes povos foram governadas pelo mesmo arcabouço legal, com base na Sharia.

Existiram variações, por exemplo, a jizya cobrada pelos Turcos-Otomanos não era dinheiro, mas sim o filho primogênito das famílias Cristãs, regime este conhecido como devshirme (do Turco devşirme).

A vida humilhante pela qual os dhimmis eram submetidos foi a principal causa que levou as civilizações Cristãs no Oriente Médio e Norte da África e, pouco a pouco, se converterem ao Islamismo, podendo, deste modo, viver uma vida com direitos iguais aos dos Muçulmanos. Isso, obviamente, contradiz o verso corânico (2:256) “não existe compulsão na religião.” Bem, na verdade, nós sabemos que este verso, como outros 118 versos do Alcorão, foram ab-rogados pelo Verso da Espada (9:5).

Em 1983, a historiadora Egípcia e Britânica Bat Ye’or cunhou o termo Dhimmitude para indicar esta vida de restrições às quais os Judeus e Cristãos devem ser submetidos segundo a Sharia. O termo dhimmitude contém um conceito histórico, abrangendo todos os aspectos demográficos, étnicos e religiosos do sistema político.

O termo dhimmi tem sido aplicado também para indicar aqueles que, mesmo estando livres da Sharia, adotam uma posição de subserviência que os leva a se manterem em silêncio, ou mesmo a defenderem, os ataques às suas tradições e valores. Esse é o caso dos apologistas do islamismo bem como daqueles que projetam os seus valores sobre o islamismo para se “sentirem bem.”
Cristãos da Síria sendo forçados a dhimmitude pela Al-Qaeda
O vídeo abaixo, de 5 minutes, traz o Dr. Bill Warner, do Centro de Estudo do Islão Político, explicando sobre o que significa ser um dhimmi, um cidadão de terceira-classe, sob a lei Islâmica.
Vídeo legendado em Português. Faça o ajuste no setting  do vídeo.

Este outro vídeo mostra como a dhimmitude leva ao extermínio das culturas nativas.
Veja o Imame Abu Ishaq Al Hewey explicar sobre a o tratamento dos povos conquistados pelo islão.
Veja também este outro vídeo, que mostra um imame Britânico explicando sobre a necessidade de se aplicar a dhimmitude nos dias de hoje.

Leitura complementar: Islã, o aniquilador de civilizações.

Leitura complementar: “Como se atreve?” A natureza supremacista das ‘queixas’ dos muçulmanos.


Referências sobre o assunto:

  1. Bat Ye’or (1996). The Decline of Eastern Christianity under Islam. From Jihad to Dhimmitude. Seventh-Twentieth Century. Madison/Teaneck, NJ: Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses. ISBN 0-8386-3688-8.
  2. Bat Ye’or (2003). Islam and Dhimmitude. Where Civilizations Collide. Madison/Teaneck, NJ: Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses. ISBN 0-8386-3943-7.
  3. Bat Ye’or   ISLAM AND DHIMMITUDE. Where Civilizations Collide  Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses (2002)
  4. Bat Ye’or      The Dhimmi:   Jews and Christians under Islam  Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses
  5. Bostom, Andrew, ed. (2005). The Legacy of Jihad: Islamic Holy War and the Fate of Non-Muslims. Prometheus Books. ISBN 1-59102-307-6.

Trump, Jayda Fransen e o Britain First

Trump, Jayda Fransen e o Britain First

Por Tião Cazeiro

2 de Dezembro de 2017

“Nesta semana, o Presidente dos Estados Unidos transmitiu mensagens maliciosas de um grupo racista e ultranacionalista diretamente a quase 44 milhões de pessoas. Esses 44 milhões o seguem no Twitter e podem ter compartilhado essas mensagens antimuçulmanas para milhões de pessoas a mais.

O presidente retuitou três vídeos postados por um líder do grupo Britain First. Todos os vídeos culpam Muçulmanos por crimes ou ofensas, mas em poucas horas, as afirmações foram ditas como falsas ou fora de contexto. O gabinete da primeira-ministra Teresa May disse que o Britain First “busca dividir as comunidades através do uso de narrativas odiosas que provocam tensões”. É como se o primeiro-ministro Britânico tivesse compartilhado um tuite de David Duke (“ex-líder de uma filial da Ku Klux Klan (KKK) foi um dos vários supremacistas brancos que inundaram no fim de semana passado as ruas de Charlottesville” – El País)— que, por sinal, viu os vídeos da Grã-Bretanha e retuitou: “Graças a Deus por Trump! É por isso que o amamos!” — Scott Simon

Esse texto pertence a um idiota chamado Scott Simon, a quem o Washington Post elogia como “o programa de notícias mais alfabetizado, espirituoso, emocionante e simplesmente interessante…”, e por Brett Martin do Time-Out New York “as duas horas mais ecléticas e inteligentes da radiodifusão”.

Entender como o outro pensa ajuda você a compreender o fato em si, a realidade. Morei um bom tempo em Londres, trabalhei com os ingleses o suficiente para saber que quando explodem, de fato, é porque a coisa está insuportável.

O mundo está lotado de gente como Scott Simon, gente sem noção, que desconhece a História do Islã ao longo de 1400 anos. Pessoas que acreditam nesse empreendimento paramilitar totalitário, sem perceber que serão vítimas do mesmo, caso não se convertam.

Em suma, venho acompanhando Jayda Fransen e ela explodiu há muito tempo, mas agora a luz que ela emana está incontrolável, a ponto de receber explicitamente o apoio do Trump, o ‘líder do mundo livre’.

Jayda pede o fechamento de todas as mesquitas e a expulsão de todos os Muçulmanos radicais, que estão se apropriando e aterrorizando a população Inglesa. E mais, ela é inteligente e se expressa extraordinariamente bem.

Credibilidade não falta a ela e é capaz, como o video mostra, de protestar em frente a uma mesquita de Londres , suportando cuspes, ofensas etc.. Dizer que ela é uma louca fará de você um idiota. Ela agora é a voz sufocada de milhões de Ingleses, humilhados pelo Islã em seu próprio país. Acompanho isso no Twitter todos os dias e afirmo que o governo fará tudo para tirar a Jayda de circulação.

A pressão Islâmica mundial movida a petrodólar vai acelerar o banimento do Islã no mundo, e consequentemente, levará à guerra, esta já declara pelo Islã faz tempo.

Isso se deve a impossibilidade de haver uma reforma no Islã, como aconteceu em outras religiões. A Arábia Saudita está levantando algumas questões atualmente, mas o tempo dirá. A crescente opinião pública mundial aponta para essa direção. Se você não acredita no que estou dizendo é porque você está muito mal informado.

Existem padrões Muçulmanos que remontam a 1400 anos. Esses padrões se repetem e não serão reformados. Aqueles que apostam numa reforma irão se decepcionar.

Consequentemente, sendo o Islã incompatível com o Ocidente por ter como missão subjugar o infiel, pela persuasão ou pela força, e isto está escrito, e é PRESCRITO nos textos sagrados do Islã, podemos concluir que o segundo maior país Católico do mundo, o Brasil, enfraquecido pelos partidos de esquerda, não escapará do conflito armado, quando o Islã se tornar mais expressivo populacionalmente. Este é um padrão inexorável do Islã. O Islã não veio para assimilar ou compartilhar, veio para eliminar tudo aquilo que não reflete o Alcorão. É totalitário por natureza.

Jayda Fransen, a ‘estrela brilhante’ do ativismo anti-Islã, tem a coragem de um grande guerreiro, que luta para resgatar o seu país, para salvar o seu país de um desastre total. Trump acertou em cheio, acordando a Grã-Bretanha com um choque de realidade.

O Scott Simon, esse globalista idiota e a sua turminha, acreditam que criticar o Islã é racismo, ultranacionalismo, Islamofobia etc. O Islã não é uma raça, chamar alguém de racista porque critica o Islã é pura ignorância. Defender a sua própria casa é uma obrigação de todo ser humano lúcido. Islamofobia é uma estratégia para você não interromper o avanço Islâmico global, para não criticar o Islã.


 A Grã-Bretanha agora é submissa à Sharia.
Jayda Fransen

Chegou a hora de fechar as fronteiras da Europa! Basta!” — Jayda Fransen

Vítimas de migrantes Muçulmanos.

Bem-vindos ao Mundo Ocidental. Este é o nosso futuro! — Jayda Fransen

Assista a estes vídeos. Não se preocupe com o Inglês, apenas assista, as imagens falam por si mesmas.  A Jayda é Cristã, por isso protesta com uma cruz nas mãos, e para mostrar que a Grã-Bretanha é Cristã.


 

Era Tarde Demais

Era Tarde Demais


1 de Dezembro de 2017

Traduzido por Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis


O IMPENSÁVEL

Texto Traduzido de Autor Desconhecido


Blocos de cimento para proteger os cidadãos contra o terrorismo Islâmico.

Quando os refugiados Muçulmanos vieram, não protestei — eram apenas refugiados pobres.

Quando construíram mesquitas e centros culturais Islâmicos, não protestei — tinham o direito de rezar para Alá.

Quando exigiram que servissem apenas comida Halal nas escolas, não protestei — só podem comer o que o Alcorão lhes permite comer.

Quando estupraram mulheres e meninas, não protestei — violações ocorrem em todas as culturas e não têm nada a ver com o Islã.

Quando lançaram ataques terroristas, não protestei — eram apenas alguns extremistas, que não representavam o verdadeiro Islã.

Quando exigiram áreas (no go zones) comandadas pela lei sharia, não protestei — precisavam de seu próprio espaço, e nós vivemos num país livre.

Quando os deputados deles tomaram posse no parlamento, não protestei — agora eles representam quase metade da população e têm seus direitos.

Quando introduziram a Lei Islâmica, a Sharia, exigindo que fosse aplicada sobre a toda a população, era tarde demais para protestar.


Inseri este vídeo porque faz parte do Twitter acima. Para os versados na língua Inglesa, com vocês Pat Condell.