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Raymond Ibrahim: o ódio por trás das lágrimas Muçulmanas indignadas

Fonte/Source: The Hate behind Muslim Tears and Outrage – Raymond Ibrahim


O ódio por trás das lágrimas Muçulmanas indignadas

 POR RAYMOND IBRAHIM

16 de Fevereiro de 2018

FrontPage Magazine

A sensação de supremacismo permeia tudo na vida do supremacista Muçulmano — mesmo aquelas coisas que os meios de comunicação Ocidentais retratam como louváveis, humanitárias ou compreensíveis.

Considere a violação e estrangulamento de Zainab Ansari, uma menina Muçulmana de oito anos, cujo corpo mutilado foi encontrado no lixo em Janeiro último no Paquistão. O trágico incidente provocou indignação em massa na nação Muçulmana. Celebridades famosas e dezenas de milhares de outros Paquistaneses “expressaram seu choque nas mídias sociais usando o hashtag ‘justiceforZainab‘”; multidões irritadas atacaram a polícia e os edifícios do governo, deixando pelo menos dois mortos e muitos feridos; clérigos Islâmicos alertaram as autoridades governamentais para apresentarem o assassino instantaneamente, demitirem-se — ou então. “Podemos pegar esse animal e puni-lo publicamente?” é a questão que “resumiu a exasperação de muitas pessoas por falta de progresso na busca do assassino.”

É desnecessário dizer que a indignação sentida pelos Paquistaneses quanto ao destino dessa menina desafortunada, e o desejo de ver a justiça concedida a seu estuprador assassino, é apreciável. O problema, no entanto, é que essa indignação se baseia inteiramente no fato de que ela era Muçulmana. Muitas jovens Cristãs foram e continuam sendo estupradas, mutiladas e assassinadas — entretanto os Paquistaneses respondem com um silêncio ensurdecedor.

Zainab Ansari

A seguir, uma breve lista (e longe de estar completa) dessas meninas Cristãs não lamentadas:

Nisha, 9, foi sequestrada por Muçulmanos, estuprada por uma gangue, assassinada por golpes repetidos em sua cabeça e depois jogada em um canal.

Lubna, 12 anos, foi sequestrada, estuprada por uma gangue e assassinada por um grupo de Muçulmanos.

Muqadas, 12, foi emboscada em um campo perto de sua casa; o post mortem revelou que ela tinha sido “violada em grupo e depois estrangulada por cinco homens.”

Shazia, de 12 anos, foi escravizada, estuprada e assassinada por Chaudhry Naeem, um rico advogado Muçulmano, que foi absolvido no tribunal.

“É vergonhoso”, explicou as fontes locais do Paquistão ao discutir a violação brutal de outra garota Cristã de 9 anos. “Tais incidentes ocorrem frequentemente. As meninas Cristãs são consideradas produtos para serem danificados no lazer. Abusar delas é um direito. De acordo com a mentalidade da comunidade [Muçulmana], isso nem sequer é um crime. Os Muçulmanos as consideram como espólios da guerra (ênfase adicionada).”

Nem os meninos Cristãos  tampouco são poupados. Enquanto estavam em um bairro Cristão no Paquistão, um grupo de homens Muçulmanos sequestrou um menino de 7 anos; revezaram-se durante o estupro, antes de estrangular o menino e jogaram o corpo em um campo — assim como Zainab. O corpo de outro menino Cristão, Samuel Yaqoob, de 11 anos, também foi encontrado perto de um esgoto… com marcas de torturas horrorosas, com a arma do crime perto. Seu nariz, lábios e barriga foram cortados, e sua família dificilmente pôde reconhecê-lo porque o corpo estava muito queimado. “A autópsia encontrou” 23 feridas por uma arma afiada “e indicações de “sodomia.”

Explicando tais incidentes, Wilson Chowdhry, presidente da Associação Cristã Paquistanesa Britânica, disse: “Partes da cultura Paquistanesa têm uma forte componente de pederastia homossexual, e os meninos minoritários Cristãos entre outros são especialmente suscetíveis a estupros e abusos por causa da impotência de sua comunidade e  o status desprezado deles” (ênfase adicionada).

E esse é o ponto. Como “infiéis”, os Cristãos no Paquistão são amplamente vistos como “intocáveis“, servindo apenas para recolher os “excrementos dos Muçulmanos“, portanto são regularmente tratados como animais. Excluindo as famílias das vítimas e as comunidades Cristãs vizinhas, praticamente ninguém — uma nação com 99% de maioria Muçulmana — se importa quando Cristãos e seus filhos são atacados selvagemente e assassinados, da mesma forma como a Muçulmana Zainab foi.

Nenhum dos assassinatos com estupro de crianças Cristãs mencionados acima gerou um escândalo nacional; nenhum deles foi seguido por tweets em massa e hashtags, celebridades ultrajadas, revoltas em massa, tumultos fatais ou ameaças aos funcionários e policiais. Nem ganharam sua própria página de Wikipédia, da maneira como fizeram com Zainab.

Não surpreende que enquanto o assassino de Zainab foi pego dias após o incidente, os assassinos dos filhos Cristãos acima mencionados nunca foram “encontrados.”

É devido precisamente a essa indiferença que estupradores e assassinos tendem a perseguir crianças Cristãs: se a sociedade não se importa, a polícia não incomodará, e assim eles escapam — quando não como heróis por prestarem um serviço ao Islã. Depois de explicar que “a conversão forçada ao Islamismo de mulheres de grupos minoritários religiosos através do estupro e sequestro atingiu um estágio alarmante” no Paquistão; a Comissão Asiática de Direitos Humanos elaborou este relatório de 2011:

A situação piora com a polícia que sempre acompanha os grupos Islâmicos e trata grupos minoritários como formas de vida humilde. O lado obscuro da conversão forçada ao Islã… envolve também os elementos criminosos envolvidos em estupro e sequestro que em seguida justificam seus crimes hediondos forçando as vítimas a se converterem ao Islã. Os fundamentalistas Muçulmanos oferecerem, com prazer, abrigo a esses criminosos e usam como desculpa a ideia de que estão prestando um ótimo serviço à causa sagrada para aumentar a população Muçulmana.

A polícia no Paquistão praticamente não só nada faz para combater essa “jihad”, como às vezes são os próprios culpados. Em um outro exemplo, um “menino Cristão foi sequestrado, estuprado, torturado e morto por um policial; seu corpo também foi despejado em um canal.”

Com frequência, no entanto, polícia e outras autoridades incluindo imams locais simplesmente se alinham com os assassinos sempre que as famílias das vítimas Cristãs fazem muito barulho exigindo “justiça” — isto é, quando os “dhimmis” ficam muito atrevidos, pois de acordo com a lei Islâmica os mesmos precisam “conhecer o seu lugar” e agradecer para que, como infiéis indesejáveis ​​e vulneráveis, sejam atribuídas qualquer medida de tolerância.

Por exemplo, outra menina Cristã de 12 anos, conhecida como “Anna” foi estuprada por uma gangue durante oito meses, forçada a se converter, e “casou-se” com o seu agressor Muçulmano, mas depois escapou. Em vez de ver a justiça sendo feita, ela e sua família Cristã foram relatadas pela última vez como “escondidas dos estupradores e da polícia.” Da mesma forma, depois que uma criança de 2 anos foi violentamente estuprada porque seu pai Cristão recusou a conversão ao Islã — deixando sua anatomia permanentemente desfigurada apesar de passar por cinco cirurgias — ela e sua família esconderam-se por terem feito um “grande estardalhaço” do incidente.

O viés Muçulmano sobre quem importa (colegas Muçulmanos) e quem não (todos os outros) é regularmente despercebido no Ocidente. Por exemplo, a obrigação Muçulmana de pagar o zakat (traduzido várias vezes como “caridade”) é sempre aclamada no Ocidente como um reflexo do lado “humanitário” do Islã — mesmo que a lei Islâmica dominante insista que tal “caridade” só vai ajudar os Muçulmanos, nunca o odiado infiel….

Mesmo quando Muçulmanos saem massacrando na América — como o bombardeiro do metrô de Nova York ou esfaqueador do Estado de Ohio, — a mídia corre para sugerir que tudo não passa de indignação com a situação dos Muçulmanos que sofrem (sempre os Rohinyas em Myanmar), levando esses homens ao limite em busca de “justiça” (não importando se suas vítimas Americanas tenham nada a ver com a política de Mianmar).

Uma explicação mais apropriada é que eles simplesmente odeiam infiéis, como se viu no fato de que a Somália, onde Abdul Raza, o esfaqueador do Estado de Ohio nasceu e cresceu, é considerada a segunda maior nação Muçulmana do mundo para ser Cristão (o que certamente é muito significativo, já que 40 das absolutas piores 50 nações são Muçulmanas). Embora os Cristãos possam ser essencialmente decapitados em público na Somália, tal “injustiça” contra seus próprios compatriotas nunca pareceu incomodar o suposto “coração sangrento” de Abdul.

O Islã é responsável por este viés: o Alcorão pede aos Muçulmanos que sejam “fortes contra os infiéis, misericordiosos entre eles [48:29]”; A doutrina Islâmica sustenta que os Muçulmanos são superiores aos não-Muçulmanos — que são comparados a cães e gado. Por isso, pouco se importam quando infiéis subumanos são estuprados e assassinados, ficam irritados ao ver as minorias infiéis agitando por igualdade com os Muçulmanos — e tornam-se completamente assassinos vendo infiéis realmente dominando os Muçulmanos.

Desse ponto, muitos poderão começar a entender a queixa Muçulmana máxima: Israel. Se as minorias Cristãs impotentes e oprimidas no mundo Muçulmano ainda são tratadas cruelmente, como os Muçulmanos devem se sentir sobre os Judeus — os descendentes de porcos e macacos, de acordo com o Alcorão — exercitando poder e autoridade sobre os demais Muçulmanos? Indignação absoluta.

É claro que, se as queixas contra Israel fossem realmente sobre justiça universal e Palestinos deslocados, os Muçulmanos ficariam ainda mais atormentados pelo fato de que milhões de Cristãos estão sendo deslocados em nome da jihad e geralmente tratados de tal maneira que faz com que ser Palestino pareça algo invejável.

Desnecessário dizer que eles não estão ressentidos — e não estarão tão cedo; porque os ressentimentos Muçulmanos se baseiam no que machuca os Muçulmanos, nunca no que machuca os infiéis — ao contrário.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

 

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SERÁ QUE “SUFI ISLÔ CURA TUDO?

Fonte/Source:  Could Sufi Islam be the cure-all?  — Qantara.de


Por Tiao Cazeiro

O artigo “Será Que “Sufi Islã” Cura Tudo?” a seguir, foi escrito por Syed Qamar Afzal Rizvi, um pesquisador independente com base no Paquistão. Sua pesquisa centra-se na prevenção de conflitos, no direito internacional, nos estudos de guerra e em outras questões importantes relacionadas ao sul da Ásia, Oriente Médio, União Europeia, Nações Unidas e política externa dos EUA.

É uma excelente oportunidade para que percebam a mentalidade Muçulmana do ponto de vista Sufi. O autor com certeza não é uma pessoa desinformada e provavelmente pertence a alguma Ordem Sufi.

Lembro bem que quando comecei a escrever e traduzir artigos sobre o Islã eu disse o seguinte:

A princípio, rezar para o mesmo Alá (e o seu Mensageiro Muhammad) e ser diferente, soa como se um galho de árvore pudesse dizer à própria árvore: “Não sou como você!”

Alguns dos artigos que traduzi sobre os Sufis, listados a seguir, mostram claramente que a ‘Tradição Sufi’ não conseguirá se desprender do Islã Político com facilidade, mesmo que porventura tenha surgido, como é dito, muito antes de Jesus Cristo etc.

Eis a lista de artigos para quem quiser ler…

1 – XIISMO, SUFISMO E GNOSTICISMO
2 – O Moderno Líder Sufi Tabandeh
3 – O Lado Sinistro do Sufismo
4 – JIHAD E DEPREDAÇÃO — A MISSÃO DOS SUFIS EM KASHMIR
5 – Sufismo Na Índia — Uma História Sangrenta
6 – Sufismo Sem Camuflagem (Muito Além de Stephen Schwartz) 
7 – A INVASÃO ISLÂMICA DA ÍNDIA: O MAIOR GENOCÍDIO DA HISTÓRIA

Mas interessante mesmo é ouvir que Muhammad (ou Maomé) foi o primeiro Sufi…

“Assim sendo, o primeiro Sufita ou Sufi foi Al-Mustafa (o Escolhido [Profeta Muhammad (Maomé)]), visto ter sido este o primeiro a entrar em retiro, o que aconteceu no Ghar (Monte) de Hira, onde tinha por hábito deslocar-se para meditar (yatahannath) e adorar a Deus, isto de acordo com a religião do nosso Mestre Abraão…” — O Sufismo (Tasawwuf) (YA)

Veja, mesmo que a tradição tenha surgido antes de Cristo não altera o fato, como por exemplo, do estrago que os Sufis e os exércitos Muçulmanos fizeram na Índia.

Brasileiros envolvidos com o Sufismo precisam perceber que estão refletindo 1400 anos de história, onde a escravidão e o massacre de milhões de infiéis deixou uma mancha monstruosa no Islã, envolvendo os Sufis de alguma forma.

Existe uma correlação direta entre a ignorância Ocidental da história e a ignorância Ocidental das doutrinas “problemáticas” do Islã. É essa conexão que permite aos apologistas do Islã escaparem com tantas distorções e mentiras definitivas destinadas a proteger o Islã.” — Raymond Ibrahim

Com relação ao artigo a seguir, vou fazer apenas dois comentários que considero centrais, para orientar a leitura do artigo:

  1. Diz o autor…

1 -“Todas as organizações Islâmicas terroristas existentes hoje em dia estão baseadas nessa interpretação política do Islamismo. Existe uma dimensão cultural na globalização, sobre a qual muitos Muçulmanos têm uma consciência aguda.”

2 – “Duas grandes tendências surgiram como resultado: domínio e submissão [Ênfase adicionada] 

O primeiro caso soa mais ou menos assim: ‘Olha, é verdade que os terroristas se baseiam nos textos sagrados, mas sabe, não é bem assim não, calma lá, “existe uma dimensão cultural na globalização“, ela sim é  a culpada de tudo e está invadindo o Islã, pervertendo a juventude, e está atrapalhando a missão Islâmica de dominar o mundo.

No segundo caso, domínio e submissão, não é e nunca foi uma “tendência“, é simplesmente obrigatório, mandatório, imperioso, imposto e prescrito por Muhammad aos seus seguidores.  Não preciso citar algum verso do Alcorão, preciso?

Embora o autor mencione os textos sagrados no artigo, dizer que “parece não haver uma justificativa válida” é demais. Os Sufis falam de “paz e amor”, mas não mencionam o grau de violência contra os infiéis (não-Muçulmanos) que vemos no Alcorão, Sira e Hadith ou na própria história.

  1. Diz o autor…

De qualquer forma, os esforços iniciais por parte dos principais teólogos Muçulmanos ao responderem às interpretações literais das escrituras, aceitaram implicitamente a insistência dos extremistas [sic] de reduzir a tradição religiosa a um único conjunto de textos.”

Louváveis ​​e necessárias como tais respostas são, há algo desconcertante sobre o Grande Mufti do Egito rejeitando interpretações extremistas [sic] dos versos Corânicos porque não representam o “verdadeiro” Islã — como se realmente houvesse apenas um modo autêntico de ser “verdadeiramente” Muçulmano.”

Eis aqui o que realmente disse o Grande Mufti de Al Azhar, Egito:

Quando eles [os reformadores] dizem que Al Azhar deve mudar o discurso religioso, mudar o discurso religioso, isso também é, quero dizer, eu não sei — um novo moinho de vento que acabou de aparecer, este “mudar o discurso religioso” — o que muda um discurso religioso? Al Azhar não muda o discurso religioso — Al Azhar proclama o verdadeiro discurso religioso, que aprendemos com os nossos anciãos.” — Al Azhar Rejeita Reforma do “Discurso Religioso” 

Robert Spencer ainda diz mais sobre o Grande Mufti de Al Azhar:

Esta é outra afirmação estranha: é o Estado Islâmico (ISIS) que mais critica o uso livre do cérebro e insiste em seguir servilmente os ensinamentos desses livros auxiliares — que ensinam qualquer coisa, desde comer carne de cativos infiéis até vender mulheres e crianças em mercados de escravos.

Ou seja,  um grupo (que o autor chama de ‘extremistas’) quer reformar os textos sagrados, e o autor apoia.  O tal do Grande Mufti do Egito rejeita qualquer alteração nos textos, e Robert Spencer aproveita para mostrar que o ISIS atua apoiado nos textos que o Mufti não quer alterar. Então, pela lógica, Al Azhar apoia o ISIS, consequentemente o ISIS representa o verdadeiro Islã.  E agora? Como dizem por aí, durma com um barulho desse!

Não se iludam com a conversinha Sufi (me refiro aqui aos Mestres Sufis e não aos seguidores pelos quais tenho respeito porque a grande maioria não conhece a história), não existe ingenuidade nessa narrativa e os Sufis não conseguirão se deslocar disso tudo com facilidade. Quando o autor cita “Jimmy Hendrix”, você verá isso no artigo a seguir, mostra claramente ao que veio. Quando cita famosos como Winston Churchill, Sir Richard Burton, não irá mencionar que Churchill bateu feio no Islã.

Os Sufis como sempre buscam o privilégio, a alta sociedade, o luxo, a alta cultura para alavancar a causa Islâmica, para Islamizar, abrir as portas para o Islã como fizeram na Índia e como estão fazendo em Londres, vide Príncipe Charles etc.. A Wikipédia mostra os dervishes assim: “os dervixes são similares às ordens mendicantes dos monges cristãos e dos sadhus hindus, …” o que não é falso dizer, mas estamos falando das lideranças, dos espertos.

Tudo que envolve os Sufis é o melhor dos mundos, o mais que perfeito, a grande luz da humanidade, os únicos que sabem o que realmente  “estar com Deus”. Quando falam em música então, consideram a música Sufi a mais profunda, a melhor coisa deste mundo. Rumi, o maior de todos etc., o amor que só os Sufis conseguem sentir… o amor divino etc., o resto é o resto.

É o “povo das necessidades especiais” e agora, de acordo com o autor do artigo a seguir, “eles (os Sufis, ou melhor os Dervishes) precisam ser divulgados nas escolas e nos púlpitos das mesquitas, e ter acesso privilegiado às redes de televisão em todo o mundo.” Pura sandice, beirando a infantilidade, e ainda por cima mostra desespero, pois o barco está afundando. [Ênfase adicionada]

Sim, lembrei neste exato momento, muito obrigado!

Dr. Bill Warner: “Então, lembra-se do que eu lhe falei sobre a casa do Sufismo, que era um palácio com um cheiro vindo do porão?


SERÁ QUE “SUFI ISLÔ CURA TUDO?

Por Syed Qamar Afzal Rizvi

6 de Fevereiro de 2018 (Publicado originalmente em 29/04/2016)

Estudantes e pesquisadores Islâmicos concordam que o Sufismo tem o potencial de curar aqueles cujas mentes foram pervertidas pelo terrorismo. Sufis famosos das gerações anteriores inclui Rumi, Omar Khayyam, Fariduddin Attar — cujas histórias foram usadas mais tarde por Chaucer — e o Espanhol Averroes, o “excelente comentarista” de Aristóteles.

Muitas de suas ideias chegaram à Europa através do contato entre os mundos Islâmico e Cristão nos estados cruzados, Normando da Sicília e a Península Ibérica.

Desde o início, o Sufismo tem se preocupado em construir pontes entre as comunidades, promovendo o contato em benefício mútuo dos envolvidos. No Ocidente, pessoas tão diversas como Dag Hammarskjold, São Francisco de Assis, Sir Richard Burton, Cervantes e Winston Churchill foram todas influenciadas pelo Sufismo.

A interpretação Sufista do Islamismo é considerada moderada porque, em vez de se concentrar no estado, concentra-se nas dimensões internas do Islamismo e na purificação da alma. Nas últimas décadas, no entanto, os seminários Sufis começaram a ensinar uma interpretação mais política do Islã, alimentando o atual domínio do último.

Jalal ad-Din Muhammad Rumi (fonte: Wikipedia)
Pioneiros do Sufismo acadêmico: muitas das ideias promulgadas pelos grandes místicos como Jalal ad-Din Rumi, Omar Khayyam ou Fariduddin Attar chegaram à Europa através do contato entre os mundos Islâmico e Cristão nos estados cruzados, Normando da Sicília e Península Ibérica, influenciando muitas das grandes figuras históricas do Ocidente.

ISLAMISMO POLÍTICO E AS RAÍZES DO RADICALISMO

Todas as organizações Islâmicas terroristas existentes hoje em dia se baseiam nessa interpretação política do Islamismo. Existe uma dimensão cultural na globalização, sobre a qual muitos Muçulmanos têm uma consciência aguda. Eles sentem que os tipos de valores e ideias, as noções de viver — que emanam do Ocidente e que começam a penetrar em suas sociedades, influenciando sua juventude em particular — são prejudiciais. Alguns dos aspectos mais óbvios ligados à música, formas de dança e filmes etc. são vistos como prejudiciais à sua própria cultura e identidade.

Duas grandes tendências surgiram como resultado: domínio e submissão.

Em geral, o domínio tem conotações negativas. Os Muçulmanos desenvolveram uma consciência aguda da dominância e são altamente sensíveis a isso, às vezes reagindo com agressão. Embora podemos apreciar as circunstâncias históricas que possam ter dado origem a algumas dessas tendências, parece não haver uma justificativa válida, nem do ponto de vista Islâmico nem da perspectiva das relações interculturais.

Atualmente, a tendência à submissão, no sentido de submeter-se a Deus [sic], permanece muito fraca. Esses Muçulmanos acreditam que, no meio da globalização, é necessário reafirmar a essência do Islamismo. E este é o seu universalismo, a inclusão, a atitude de acomodação, a capacidade de mudar e de se adaptar, mantendo a essência da fé.

Em outras palavras, a fé é algo verdadeiramente ecumênico e/ou universal. Você encontrará adeptos dessa tendência em quase todos os países Muçulmanos, embora continue à margem.

DESARMANDO A BOMBA

Todos falamos sobre o desarmamento nuclear, mas se alguém nos dissesse que existe uma bomba mais forte que a nuclear, tiquetaqueando, ameaçando a cada segundo, essa é a bomba da total depravação. Quando os indivíduos se inclinam para os degraus mais baixos da natureza humana, tornam-se mais perigosos que os animais mais selvagens. E quando o vírus da “contumácia egoísta” [sic] (rebelião teimosa contra a autoridade) infecta o seu ser, tornam-se mais voláteis do que o dispositivo mais explosivo.

A abordagem mística nos convida a considerar o desarmamento da humanidade. Somente por meio de um compromisso ativo, podemos neutralizar todas as armas à disposição dos terroristas. Como disse Jimi Hendrix com sabedoria:

“Quando o poder do amor superar o amor pelo poder, o mundo conhecerá a paz”.

É hora dos Muçulmanos de todo o mundo tomarem uma posição unida contra as interpretações políticas do Islamismo e iniciarem um processo de reforma. Do mesmo modo, o sistema de educação religiosa também precisa de uma revisão profunda, uma vez que fornece terreno fértil para todas as organizações terroristas.

Lendo o Alcorão na Mesquita Sehitlik em Berlim (foto: dpa / aliança de fotos)
O terrorismo não tem religião: “Os Muçulmanos precisam combater a ideologia Islâmica com uma interpretação pacífica e tolerante do Islã. Juntamente com a comunidade internacional, é imperativo que os Muçulmanos lutem contra essa ideologia política, que tem causado danos sem precedentes a muitos dos seus semelhantes fiéis”, escreve Syed Qamar Afzal Rizvi

Muçulmanos precisam combater a ideologia Islâmica com uma interpretação pacífica e tolerante do Islamismo. Juntamente com a comunidade internacional, é imperativo que os Muçulmanos lutem contra essa ideologia política, que tem causado danos sem precedentes a muitos dos seus semelhantes fiéis.

DISCURSO ORIENTE-OCIDENTE

A prevenção do extremismo não é algo que conseguiremos realizar durante a noite. Temos que construir uma estratégia que transcende gerações. A segurança é o primeiro dever de todos os governos, entretanto um poder coercitivo por si só jamais será uma resposta completa.

Nos debates em curso sobre como responder ao Islamismo extremista, foi dado pouca atenção ao vasto e profundo repertório da filosofia Sufi, dos rituais e até mesmo das obras artísticas, que acompanhou os séculos mais iluminados da “civilização Muçulmana”.

De qualquer forma, os esforços iniciais por parte dos principais teólogos Muçulmanos ao responderem às interpretações literárias das escrituras, aceitaram implicitamente a insistência dos radicais em reduzir a tradição religiosa a um único conjunto de textos.

Louváveis ​​e necessárias como tais respostas são, há algo desconcertante sobre o Grande Mufti do Egito rejeitando interpretações radicais dos versos Corânicos porque não representam o “verdadeiro” Islã — como se realmente houvesse apenas um modo autêntico de ser “verdadeiramente” Muçulmano.

A potência do Sufismo pode estar na sua capacidade de lembrar aos Muçulmanos (e aos não-Muçulmanos) que, mais do que as palavras literais de um texto sagrado, o Islã tem sido durante mil e quinhentos anos uma experiência de vida, com toda a variação cultural e intelectual que isso implica. Há 15 milhões de Sufis em todo o mundo, com Damasco e a sua Grande Mesquita Umayyad como sua capital. Eles precisam ser divulgados nas escolas e nos púlpitos das mesquitas, e ter acesso privilegiado às redes de televisão em todo o mundo.

Protestos em Lahore contra o ataque terrorista na Universidade Bacha Khan em Charsadda (foto: Reuters / M. Raza)
É tempo para uma ação conjunta: eventos na França, Turquia e na Bélgica, para não mencionar os recentes ataques terroristas em Lahore e no Paquistão, são certamente um despertar. Oriente ou Ocidente, a verdade é que combater o terrorismo continua sendo uma tarefa gigantesca.

SINERGIAS NECESSÁRIAS

Existem três modalidades importantes. Em primeiro lugar, não podemos ignorar o fato de que é uma luta sobre ideias que se baseiam em uma perversão da religião. Nesta batalha, a única solução duradoura pode ser uma que compreenda, aborde e levante as próprias ideias. Em segundo lugar, compreendendo que este é um desafio geracional, precisamos implementar a reforma já, para que a próxima geração tenha entendimento e habilidade necessária para criar resiliência perante ideias extremistas.

Finalmente, não devemos subestimar a necessidade de combater os problemas juntos.

As decisões difíceis e necessárias abordadas aqui, e as opções políticas associadas a elas, não são irrealistas e levam em consideração o espectro completo dos desafios. Devemos reconhecer o que funciona, e sempre que houver um impacto positivo, devemos procurar replicá-las.

É necessário uma ação estratégica que possibilite a implementação das soluções que são tanto de longo prazo quanto caracterizadas pela continuidade e consenso. O terrorismo não tem religião. Os sistemas educacionais Ocidentais e Orientais precisam ser atualizados com o credo do ‘Sufi Islã’, que defende o ensino universal sobre a humanidade.

Os governos de leste a oeste terão que trabalhar arduamente para construir coalizões para este trabalho, não apenas dentro da sociedade, mas também no âmbito transgovernamental. Prevenção do extremismo é um dos maiores desafios que enfrenta esta geração e a próxima. Se não o enfrentarmos juntos, com urgência, nosso futuro como uma comunidade global será muito sombrio.


Syed Qamar Afzal Rizvi –  © MPC Journal 2016

Syed Qamar Afzal Rizvi é um pesquisador independente com base no Paquistão. Sua pesquisa centra-se na prevenção de conflitos, no direito internacional, nos estudos de guerra e em outras questões importantes relacionadas ao sul da Ásia, Oriente Médio, União Europeia, Nações Unidas e política externa dos EUA.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Paquistão: Menino Muçulmano Preso Por Estuprar Frango

Fonte/Source: Pakistan: Muslim boy arrested for raping chicken


Paquistão: Menino Muçulmano Preso Por Estuprar Frango

Por Nicolai Sennels

27 de Novembro de 2017

[Nota do Editor: Com base em Resmalhe Towzih al-Masael do Ayatollah Khomeini, traduzido para o Inglês por J. Borujerdi como “Esclarecimento às Questões”:

# 2631. É repugnante comer carne de cavalo e mula e burro e se alguém faz o coito com eles, isso é uma relação sexual, eles se tornam ilegais e devem ser retirados da cidade e vendidos em outro lugar.

# 2632. Se eles tiverem relações sexuais com uma vaca, uma ovelha e um camelo, sua urina e esterco tornam-se impuros e beber seu leite também será ilegal e eles devem ser mortos e queimados sem demora, e a pessoa que teve relações sexuais com eles deve pagar dinheiro ao dono. Além disso, caso ele tenha tido relações sexuais com qualquer animal selvagem seu leite se torna ilegal.] (sic)

Perpetrador Culpa “Frustração Sexual”. O Frango Não Sobreviveu.

Um menino de 14 anos em Punjab no Paquistão foi preso por estuprar uma das galinhas do vizinho. O menino admitiu o estupro e disse que foi culpa da sua frustração sexual.

“Paquistão: Adolescente confessa que estuprou um frango por frustração sexual, e acabou preso”, PTI, 14 de novembro de 2017:

“A galinha morreu enquanto estava sendo atacada sexualmente por Hussain. Duas pessoas, Nasrullah e Tufail, testemunharam o ato”, de acordo com a denúncia.

70 por cento dos mais de 200 milhões de habitantes do Paquistão são consanguíneos.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Asia Bibi e as Montanhas do Paquistão

Foto/Capa: Montanhas do Paquistão

Asia Bibi e as Montanhas do Paquistão

Por Tião Cazeiro

25 de Março de 2017

Asia BibiNovembro de 2010:

“Asia Bibi, uma mulher Cristã e Paquistanesa de 45 anos, mãe de cinco filhos, foi condenada à morte por blasfêmia em 7 de Novembro passado. Um tribunal de Punjab decidiu que a mulher, uma trabalhadora agrícola, ofendeu o profeta Maomé/Muhammad. Mas, na realidade, Asia Bibi foi insultada primeiro como “impura” (por não ser Muçulmana), e em seguida forçada a defender sua fé Cristã diante da pressão de outros trabalhadores Muçulmanos. O marido de uma delas, o imam local, decidiu fazer acusações e denunciar a mulher, que foi primeiramente espancada, depois aprisionada e, finalmente, após um ano, condenada à morte.”

Janeiro de 2014:

“Asia Bibi está na prisão aguardando a execução por falsas acusações por blasfêmia. Só Deus pode libertá-la porque os Cristãos do Ocidente não se atrevem a falar em seu nome: “Falar sobre extremistas, militantes Islâmicos e as atrocidades que perpetraram globalmente pode prejudicar as conquistas positivas que nós, Católicos, alcançamos em nosso diálogo inter-religioso com Muçulmanos devotos.” — Robert McManus, Bispo Católico de Worcester, Massachusetts, 8 de Fevereiro de 2013.”

“Asia Bibi e outros Cristãos Paquistaneses acusados de blasfêmia não têm amigos, nem protetores, nem porta-vozes.”

Outubro de 2016:

“Paquistão: 150 clérigos Muçulmanos exigem a morte de Asia Bibi, a mulher Cristã acusada de blasfêmia.”

“Um decreto religioso advertiu o governo do Paquistão que se Asia Bibi for enviada ao exterior, por meio de qualquer conspiração, a administração sofrerá consequências.”

“Isso é, naturalmente, uma ameaça de violência se não conseguirem o sangue dessa pobre mulher. Se tivéssemos uma administração sã, o caso de Asia Bibi teria sido conduzido energeticamente pelo Departamento de Estado e transformado numa questão diplomática até que fosse libertada para um país onde pudesse viver livremente. Ela está enfrentando a morte por supostamente insultar o Islã e Maomé. Os Estados Unidos deveriam defender a liberdade de expressão. Mas esta é, naturalmente, a era de Obama e Hillary Clinton.”

Janeiro de 2017:

 “Cinco mulheres cujos direitos a “Marcha das Mulheres” deixou para trás — No Sábado, uma coalizão de atrizes, estrelas do pop e Michael Moore se reuniram em cidades de todo o país para protestar contra a transferência pacífica do poder entre os presidentes Barack Obama e Donald Trump, uma tradição Americana secular.”

“Os discursos — de um elenco de personagens com origens tão diversas como Ashley Judd, Scarlett Johansson e Madonna — advertiram que a América estava no precipício de uma “nova era de tirania” e só a “revolução” poderia salvá-la. Os “chapéus vagina“, armados com a linguagem “depreciativa” como um veículo de “empoderamento”, advertiram o eleitorado Americano que a época em que a esquerda Americana respeitava a infra-estrutura eleitoral Republicana da nação tinha terminado.”

“O conteúdo dos discursos em tais manifestações parecia desviar-se de seu propósito nominal. Organizadores alegadamente convocaram a marcha para defender os direitos humanos das mulheres oprimidas. Deveria ter sido uma oportunidade única de levantar os abusos de direitos humanos que muitas vezes ficam afastados da conversa internacional porque afetam mulheres: a mutilação genital feminina, estupro por refugiados e pessoas deslocadas internamente (IDP) a escravidão sexual, para começar.”

Asia Bibi — “Ao serem confrontadas, suas colegas de trabalho alegam que Bibi havia perguntado a elas: “O que Muhammad fez por você?” Bibi nega ter dito isso, mas sua palavra num tribunal Islâmico Paquistanês pesa menos do que a de seus acusadores.”

Berta Soler — “líder do movimento dissidente Damas de Branco em Cuba.”

“Em quase todos os domingos desde a “Primavera Negra” de 2003, Soler e seus compatriotas — esposas, filhas, irmãs e mães de prisioneiros políticos Cubanos — foram presos por carregar imagens de seus entes queridos injustamente presos à igreja e tentar assistir uma Missa Católica em Havana. Elas foram espancados, arrastados pelos tornozelos, puxadas pelos cabelos, ridicularizadas, pichadas e abandonadas à força longe de suas casas sem ter como voltar, sob o regime de Raúl Castro. Elas procuram a liberdade dos prisioneiros de consciência e uma restauração do respeito pelos direitos humanos básicos em Cuba, e rejeitam abertamente o comunismo.

Park Yeonmi — “Park escapou da Coréia do Norte aos 13 anos de idade, passando pela China, onde os guardas muitas vezes se aproveitavam das mulheres que tentavam fugir do estado comunista repressivo exigiam favores sexuais. Um guarda realmente tentou violar Park, mas finalmente cedeu depois que sua mãe se ofereceu no lugar dela. Ela foi estuprada duas vezes naquela noite. “A primeira vez, eu ouvi apenas os sons. A segunda vez estava na minha frente. Eu disse a mim mesmo que eu não vi isso. Foi assim que consegui continuar vivendo.”

Kayla Mueller — “Kayla Mueller sofreu meses de brutalidade como escrava sexual favorita de Abu Bakr al-Baghdadi, o fundador do Estado Islâmico (ISIS). O grupo jihadista anunciou que ela foi morta em um ataque aéreo aos 26 anos em 2015; o governo dos EUA confirmou sua morte, mas não como ela morreu.”

“Enquanto escravizada, Mueller se recusou a se converter ao Islã, desafiando seus captores jihadistas quando tentaram afirmar o contrário, e se tornou uma irmã protetora mais velha para as meninas Yazidis que haviam sido capturadas e escravizadas. Ela se recusou a escapar com um grupo de meninas, argumentando que, como um Americana, ela iria chamar muita a atenção para as outras meninas.”

Mayar Mohamed Mousa — “Mousa morreu aos 17 anos no Egito enquanto sofria um procedimento ilegal de mutilação genital feminina (MGF). “Os resultados iniciais de uma autópsia realizada sobre a menina citam coagulação do sangue como a possível causa de morte”, informou a CNN em Junho de 2016. Complicações durante a mutilação — que muitas vezes inclui a remoção completa do clitóris e corte de partes dos lábios — são comuns, mas os pais continuaram submetendo suas meninas ao procedimento para privá-las de desejo sexual, mantendo-as “puras”.

“Somos uma população cujos homens sofrem de fraqueza sexual, o que é evidente porque o Egito está entre os maiores consumidores de estimulantes sexuais que só os fracos consomem”, disse o legislador Egípcio Elhamy Agina em Setembro. “Se pararmos com a MGF, precisaremos de homens fortes e não temos homens desse tipo”.”

“Mais de 200 milhões de meninas e mulheres vivas hoje foram cortadas em 30 países na África, Oriente Médio e Ásia”, de acordo com a OMS.”

Fevereiro de 2017:

“Autoridades Paquistanesas prenderam um pai Cristão de 70 anos e sua família, incluindo seus três filhos entre 8 e 14 anos, por um suposto ato de blasfêmia, relata a British Pakistani Christian Association (BPCA).”

“”Um homem de 70 anos e seu filho foram torturados para confessar, mas novamente defenderam resolutamente sua inocência”, continuou ele. “Agora este homem idoso Mukhtar Masih morrerá provavelmente na prisão ou enforcado por um crime que não cometeu.”

“Houve também vários Cristãos acusados por blasfêmia em todo o país. Alguns Muçulmanos pediram a execução desses Cristãos.”

“”No Paquistão, os tribunais são conhecidos por sua manipulação das leis que são usadas como uma ferramenta para discriminar as minorias”, informou o Pakistan Christian Post em Outubro.”

Paquistão

Enquanto o sol ilumina as montanhas…

  • O órgão regulador da mídia Alemã instruiu a imprensa para censurar etnicidade e religião em reportagem. Merkel não quer que o povo Alemão e o mundo saibam quão desastrosas foram suas políticas. Ela não quer que as pessoas saibam quantos crimes são cometidos por migrantes Muçulmanos. Manter o povo ignorante é a sua única chance de permanecer no poder.

Diante de tanta insanidade só resta admirar as montanhas do Paquistão…


A Mulher É Um Inimigo Perpétuo Do Islã

Foto/Capa: Tradução do texto da foto/capa: “Sim: Eles nos odeiam. Isso precisa ser dito.”

Photo/Cover/Credit: Underpaid Genius — Why Do They Hate Us? – Mona Eltahawy

Fonte/Source: Council of Islamic Ideology declares women’s existence anti-Islamic


A Mulher É Um Inimigo Perpétuo Do Islã

Burka woman 2

Nota do blog: “Texto foi retirado do site  Pakistan Today — PT.  Acesse o link acima.” — “UNDER FAIR USE”

Islamabad é a capital do Paquistão, 
cujo nome em Urdu significa “Morada do Islã”. 

15 de Março/2014  — Reeditado.

By “KHABARISTAN TODAY

Islamabad – Sharia Correspondent:  O Conselho da Ideologia Islâmica (CII) concluiu a reunião no. 192 desta Quinta-feira com a decisão de que as mulheres são anti-Islâmicas e que sua mera existência contradiz a Sharia e a vontade de Alá. De acordo com a decisão, o CII Presidente Maulana Muhammad Khan Shirani observou que a existência das mulheres “desafia as leis da natureza, e para proteger o Islamismo e a Sharia, as mulheres devem deixar de existir o mais rápidamente possível.” O anúncio chegou dois dias após a reunião no.191 do CII, onde apelidaram leis relacionadas à idade mínima para o casamento para que sejam consideradas anti-Islâmias.

Após declararem que as mulheres são anti-Islâmicas, Shirani explicou que havia, na verdade, dois tipos de mulheres — haraam e makrooh. “Podemos dividir todas as mulheres do mundo em duas categorias distintas: as que são haram e aquelas que são makrooh. Agora, a diferença entre haram e makrooh é que a primeira é categoricamente proibida enquanto que a segunda é realmente detestada”, disse Shirani.

Ele foi mais longe para explicar como as mulheres ao redor do mundo podem certificar-se de que sejam promovidas a makrooh ou serem apenas haram. “Qualquer mulher que exercer a sua própria vontade é haram, absolutamente haram, e portanto está conspirando contra o Islã e a Ummah, enquanto que as mulheres que são totalmente subservientes podem alcançar o status de makrooh. “Tal é a generosidade da nossa ideologia, e tal é o esforço de homens Muçulmanos como nós, que são os verdadeiros portadores da igualdade de gênero”, disse o presidente CII acrescentou.

Funcionários disseram ao “Khabaristan Today” que os membros do conselho deliberaram sobre várias referências históricas relacionadas às mulheres e concluiu que cada mulher é uma fonte de “fitna” e um inimigo perpétuo do Islã. Disseram também que restringindo as mulheres como suas subordinadas, na fronteira com o estado de escravidão, o ”Momineen” e os “Mujahideen” podem assim garantir que o Islã continuará a ser a religião de paz, prosperidade e igualdade de gênero.

Respondendo uma pergunta de um dos funcionários, “disse que as normas internacionais de igualdade do gênero não devem ser utilizadas quando contradizem o Islã ou a constituição do Paquistão”, que tinha incorporado o Islamismo e dado a soberania a Alá. “Nós não acreditamos nos ideais Ocidentais, e tudo que contradiz o Islã nunca deve ser dado atenção.” “Em todo o caso, dando às mulheres o status mais elevado, de serem makrooh, somos nós os Muçulmanos que abriram o caminho para a verdadeira Sharia do feminismo complacente”, disse o funcionário.

A reunião CII também aconselhou ao governo que a lei que protege o direito das mulheres do Islã de respirar, também deve ser retirado delas. Se a mulher tem ou não permissão para respirar, isto deve ser deixado para o marido ou tutor masculino, e nenhuma mulher, em circunstância alguma, deve ser autorizada a decidir se pode ou não respirar, disse Shirani . (Ênfase adicionada).

Khabaristan Today

khabaristantoday 

Telling it like it almost never is / Contando como se quase nunca fosse

Email: khabaristantoday@pakistantoday.com.pk.


Nota do Blog: Este artigo é uma sátira feita pelo site Khabaristantoday. Veja o logo acima e nas páginas fontes.  Portanto, para evitar confusão, fica registrado aqui. Nenhuma das fontes emitiram nota sobre isso. 

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis