Arquivo da categoria: Europa

Áustria Apoia Grupo De Visegrad Contra Influxo De Migrantes Muçulmanos     

Fonte/Source: Austria stands with Visegrad group against Muslim migrant influx

Áustria Apoia Grupo De Visegrad Contra Influxo De Migrantes Muçulmanos   

POR CHRISTINE DOUGLASS-WILLIAMS

1 de Fevereiro de 2018

“O Chanceler Austríaco Sebastian Kurz diz que está posicionando seu país como uma ponte entre o “Grupo de Visegrad” das nações da Europa Oriental e seus homólogos Ocidentais.”

Isto causa mais problemas para a União Europeia (UE), após o anúncio no início desta semana de que a República Tcheca estava considerando um referendo “Tchexit” para deixar a União Europeia. A Áustria e o grupo de Visegrad se dedicaram à segurança pública em face de ataques jihadistas, violações em massa, no-go zones e crimes crescentes que varreram a Europa desde o influxo de migrantes Muçulmanos. O Estado Islâmico (ISIS) também cumpriu sua promessa e se infiltrou no fluxo de “refugiados”.

“Kurz disse que concordou com os países de Visegrad, — República Tcheca, Hungria, Polônia e Eslováquia — que um sistema de quotas para migrantes era impraticável e sobre a necessidade de fortalecer as fronteiras externas.” O grupo Visegrad resistiu resolutamente contra a intromissão da UE que impõe suas políticas suicidas de imigração, além de ameaças com sanções. Em meados de Janeiro, o governo Austríaco pediu “uma política restritiva de asilo” devido à escalada do crime. Os crimes cometidos por “estrangeiros” na Áustria representaram 40% do total em 2016, sendo a maioria dos agressores Afegãos Muçulmanos, Chechenos e Norte-Africanos.

Apesar de tudo isso, logo antes do Natal, a Comissão Europeia iniciou os procedimentos do Artigo 7 contra a Polônia (aka opção nuclear) para suspender a mesma dos seus direitos de voto nas instituições da UE. O líder Húngaro Viktor Orbán prometeu manter-se forte com a Polônia e não apoiar tal movimento. Orbán e Kurz também comprometeram-se mutuamente.

Vamos torcer para que mais nações Europeias tenham mais juízo como a Áustria e o grupo Visegrad; de outra forma, a UE enfrentará um colapso iminente devido à sua própria imprudência e à falta de apreciação por sua própria história, cultura e instituições.

O Novo Chanceler De Direita Da Áustria Apoia Hungria E Polônia Sobre Quotas De Migrantes“, Breitbart, 30 de Janeiro de 2018:

VIENNA (AP) – O Chanceler Austríaco Sebastian Kurz diz que está posicionando seu país como uma ponte entre o “Grupo de Visegrad” das nações da Europa Oriental e seus homólogos Ocidentais.

Kurz disse que concordou com os países de Visegrad, — República Tcheca, Hungria, Polônia e Eslováquia — que um sistema de quotas para migrantes era impraticável e a necessidade de fortalecer as fronteiras externas.

Falando ao lado do Primeiro-Ministro Húngaro, Viktor Orbán, na Terça-feira, Kurz disse que “é do interesse de todos que trabalhemos juntos.”

Orbán disse que um espaço sem fronteiras e com livre circulação de pessoas na Europa, só pode funcionar com proteções de fronteira externa “radicais” como a cerca que construiu…


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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A EUROPA ESTÁ SE MATANDO 

 A EUROPA ESTÁ SE MATANDO 

Por PAT CONDELL

15 de Janeiro de 2018


Este vídeo está censurado e indisponível na Alemanha.
Você pode encontrar todos os vídeos do Pat Condell sem censura no BitChute e noYouTube.

Pat Condell Website: GODLESS COMEDY

Quando se trata de Pat Condell a melhor coisa a fazer é ficar calado e ouvir o que ele tem a dizer.

Absolutamente genial.

Nota: Não consegui localizar o nome do tradutor deste vídeo para dar o devido crédito.

Viktor Orbán: “Temos que proteger a cultura Cristã”

Fonte/Source: Orban: “Europe’s immune system is being deliberately weakened. They want us to stop being who we are.”


Vou citar rapidamente um trecho muito pertinente de um artigo escrito por Raymond Ibrahim que traduzi para este blog: Raymond Ibrahim: Por que Victor Orbán da Hungria tem razão sobre o Islã

O primeiro ministro passou a citar a história — e não de forma politicamente correta, para condenar Cristãos, e acobertar Muçulmanos, mas de acordo com a realidade:

“Tenho que dizer que quando se trata de viver junto com comunidades Muçulmanas, nós somos os únicos que possuem experiência porque tivemos a possibilidade de passar por essa experiência durante 150 anos.”

Orbán se refere à conquista Muçulmana, e a ocupação da Hungria de 1541 a 1699. Naquela época, a jihad Islâmica, o terrorismo, e a perseguição aos Cristãos eram incontroláveis.


Orban: “O sistema imunológico da Europa está sendo deliberadamente enfraquecido. Querem que deixemos de ser quem somos”.

POR ROBERT SPENCER

24 de Dezembro de 2017

“Nossa cultura é a cultura da vida. Nosso ponto de partida, alfa e ômega da nossa filosofia é o valor da vida, a dignidade que cada pessoa recebeu de Deus — sem isso, não poderíamos sequer valorizar os “direitos humanos” e outros fenômenos modernos. E é por isso que é questionável para nós, se esses valores podem ser importados pelas civilizações construídas sobre diferentes pilares… Nós não queremos que nossas feiras de Natal sejam renomeadas e nós definitivamente não queremos recuar atrás de blocos de concreto (…) Nós não queremos que nossas missas de Natal sejam cercadas por medo e angústia. Não queremos que nossas mulheres, nossas filhas sejam assediadas na multidão em véspera de Ano Novo.”

Bravo. Se houvesse mais políticos como este homem corajoso.

Primeiro-ministro Húngaro, Viktor Orbán

“Orban: Temos que proteger a cultura Cristã”, Hungary Journal, 23 de Dezembro de 2017:

Em sua mensagem de Natal publicada no diário Húngaro Magyar Idok, o primeiro-ministro Viktor Orban, referindo-se à imigração em massa, enfatiza que “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” hoje significa que devemos amar os nossos vizinhos, mas também temos que proteger nossa terra natal, nações, famílias, cultura, a civilização Europeia.

O primeiro-ministro destacou a importância da identidade Cristã, que determina tudo na Europa, do nascimento à vida cotidiana e até a morte.

“Nossa cultura é a cultura da vida. Nosso ponto de partida, alfa e ômega da nossa filosofia é o valor da vida, a dignidade que cada pessoa recebeu de Deus — sem isto, não podemos valorizar os “direitos humanos” e outros fenômenos modernos. E é por isso que é questionável para nós, se esses valores podem ser importados pelas civilizações construídas sobre diferentes pilares.”

Segundo Orban, “os fundamentos da vida Europeia estão sob ataque“.

“Nós não queremos que nossas feiras de Natal sejam renomeadas, e nós definitivamente não queremos recuar atrás dos blocos de concreto (…) Não queremos que nossas missas de Natal estejam cercadas por medo e angústia. Não queremos que nossas mulheres, nossas filhas sejam assediadas na multidão em véspera de Ano Novo.”

Destacou o primeiro-ministro.

“Nós, Europeus somos Cristãos. Isto é nosso, é assim que vivemos“, escreveu Orban, acrescentando que a cultura Cristã, assim como o nosso sistema imunológico, parece ser autoevidente, desde que funcione, mas definitivamente vamos perceber a sua ausência quando começar a enfraquecer.

“O sistema imunológico da Europa está sendo deliberadamente enfraquecido. Querem que deixemos de ser quem somos. Querem que nos tornemos aqueles que não queremos ser. Querem que nos misturemos com pessoas de outro mundo para não criar problemas para eles. À luz das velas de Natal, podemos ver claramente os ataques contra a cultura Cristã, as tentativas de dissolver a Europa. Querem tirar nossa própria vida e transformá-la em algo que não somos.”

Orban enfatizou, acrescentando que a alternativa oferecida, “uma vida mais iluminada” é algum tipo de utopia abstrata.

“O ano de 2017 confrontou países Europeus com uma tarefa histórica. Os governos nacionais, eleitos pelas nações livres Europeias, cidadãos livres, devem proteger a cultura Cristã. Não contra os outros, mas por nós mesmos, para a proteção de nossas famílias, nações, países, Europa.”

Este ano, de acordo com o Primeiro-Ministro, alguns líderes Europeus pensam que o problema não existe, alguns pensam que é o progresso, alguns estão se entregando e alguns estão esperando que outros solucionem o problema. Mas a Hungria é diferente, ele escreveu…


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

OIC: Europeus Precisam De Milhões De Migrantes Muçulmanos

Fonte/Source: Islamic Org Claims Europeans Need Millions of Muslim Migrants to Pay Their Pensions


Por Tião Cazeiro

A Europa continua paralisada, como foi dito em ‘O PESADELO’ – A EUROPA E O ÍNCUBO’. O resultado não será outro senão o desastre.

Quando uma sociedade, por mais inteligente que seja, não consegue enxergar que está diante de uma guerra religiosa, para não ser chamada de racista, — e o Islã não é uma raça, — apesar de todos os alertas heróicos, e se perde em um emaranhado migratório, o desastre é eminente.

Quando uma sociedade como a Brasileira, atordoada por uma esquerda globalista empenhada em abrir as portas para o Califado global a todo custo, gerando laços com os Emirados Árabes etc. o desastre é só uma questão de tempo.

O mais surpreendente é que não somos os únicos alertando sobre isso, mas o próprio Alcorão e os próprios líderes Muçulmanos, a ponto de um deles estipular uma meta para o Islã se tornar a terceira maior religião do Brasil num curto espaço de tempo, ou seja, em 20 anos.

Esse tipo de meta não faz sentido quando se trata de religião, mas sim a um empreendimento paramilitar totalitário.


Requisitos Da Organização Islâmica: 
Europeus Precisam De Milhões De Migrantes Muçulmanos Para Pagar Suas Pensões

Por VIRGINIA HALE

14 de Dezembro 2017

Africans

A Organização de Cooperação Islâmica (OIC) — um órgão intergovernamental composto por 57 estados — declarou que os Europeus precisam da migração massiva Muçulmana para pagar suas pensões.

Além de descrever a “crescente” migração do mundo Muçulmano como “vantajosa para ambos”, a diretora de informação e comunicação da organização, Maha Akeel, disse que a Europa tem a obrigação de “se rejuvenescer” através da abertura de suas portas para os pobres do mundo, porque o continente foi nomeado em homenagem a “uma mãe Síria” [sic].

Escrevendo para o Euractiv, Akeel — cuja organização declara ser “a voz coletiva do mundo Muçulmano” — proclama oposição à migração em massa de fora do continente para ser “completamente estranha à Europa”.

Ela acrescenta: “A imigração para os grandes centros e o interior da Europa é mais antiga que a própria Europa. Na mitologia Grega, a mulher a quem o continente foi nomeado, Europa, era originalmente da Fenícia, uma civilização antiga que abrange o que é agora a Síria e o Líbano modernos.”

“O continente nomeado em homenagem à uma mãe Síria pode rejuvenescer aceitando seus descendentes (e outros) que estão famintos por proteção, segurança e prosperidade”.

Tuite acima: Migrantes constituem metade dos beneficiários da previdência social Norueguesa

Akeel continua a acusar os partidos de direita de “mentir para suas próprias populações” quando advertem contra a migração em massa do terceiro mundo, afirmando que “estudos em vários países” mostram que o fenômeno é um grande sucesso.

“O sucesso da Europa na segunda metade do século 20 se tornou possível aos imigrantes, e o século 21 não será diferente”, argumenta, alegando que a migração em massa é “a única maneira possível” de “sustentar a população nativa envelhecida [da Europa]”.

Destacando as projeções democráticas que mostram o envelhecimento do continente — um fenômeno que ela diz que levará a uma “queda colossal do PIB” — Akeel escreve que “a ambição da extrema direita de erguer uma “Fortaleza Europeia” para interromper a migração condenaria o crescimento das economias continentais a um lento crescimento, estagnação, baixa produtividade e baixo emprego nas próximas décadas.

Tuite acima: 96%  de imigrantes desempregados no distrito de Salzlandkreis.

Os migrantes podem ser um ativo fundamental para apoiar o envelhecimento da população do Reino Unido”, citando o Centro International de Longevidade sobre migração.

“Longe de ser um dreno sobre o previdência social, entre 2001 e 2011, os migrantes da Área Econômica Europeia pagaram £22,1 bilhões a mais em impostos do que tomaram do governo Britânico”.

No entanto, a pesquisa indica que, quando a imigração de fora do EEA entre 1995 e 2011 também é levada em consideração, os migrantes são de fato um dreno líquido para a Grã-Bretanha — na ordem de entre £115 e £160 bilhões.

Tuite acima: Políticos admitem que os migrantes custam à Alemanha mais de 30 bilhões de euros por ano

A visão de Akeel sobre a migração em massa como “vantajosa” para a Europa contrasta vivamente com uma análise sobre o ‘potencial de contribuição dos migrantes’ realizada pelo professor de psicologia da University College London, Dr. James Thompson, em 2015.

Citando pesquisas sobre a realização educacional de migrantes da primeira e segunda geração em comparação com nativos de um país acolhido, Thompson criticou os líderes da UE por usarem as contribuições dos Judeus na Europa como “exemplos apropriados de competências e realizações de migrantes”, quando se fala sobre o influxo atual de migrantes dos países mais pobres do mundo.

Tuite acima: Quase todos os crimes graves são cometidos por migrantes.

“A análise das conquistas escolares com imigrantes de primeira e segunda geração mostra que o Golfo ganhou com imigrantes e a Europa perdeu”, ele escreve, explicando que “isso é porque aqueles que emigram para o Golfo têm habilidades mais altas do que os locais, aqueles que emigram para A Europa tem menor habilidade do que os habitantes locais”.

Isso é prejudicial para as sociedades Europeias, de acordo com Thompson, porque “a menor capacidade leva a um status mais baixo, salários mais baixos e maior ressentimento nas diferenças percebidas”.

Ele adverte que “se o Ocidente não suporta mencionar as diferenças em competência, então as diferenças no resultado serão consideradas como devidas apenas ao preconceito”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

GEERT WILDERS: MIGRAÇÃO MUÇULMANA NO VERMELHO — HORA DE ENDURECER

Fonte/Source: Wilders: The Pew Report on Muslim Migration to Europe is a Wake-up Call — It is Time to Get Tough


O Brasil já está inundado de propaganda Islâmica e a população Islâmica cresce desesperadamente. Basta navegar na internet para ver a fortuna investida e a desinformação projetada para abraçar guetos e desavisados. O país vai pagar um preço alto quando acordar, como conta Ralph Sidway em “O PESADELO’ – A EUROPA E O ÍNCUBO”.


Widers: Relatório Da Pew Research Dá Sinal De Alerta Para Migração Muçulmana Na Europa — Hora De Endurecer

Por GEERT WILDERS

11 de Dezembro 2017

Wilders
GETTY IMAGES

O SINO ESTÁ TOCANDO PELA EUROPA. Todos Os Sinais De Aviso Estão No Vermelho. Uma Catástrofe Demográfica Está Se Formando. Se A Europa Não Tomar Uma Atitude, Sua Civilização Judaico-Cristã Estará Prestes A Ser Eliminada.

Na semana passada, o renomado Pew Research Center atualizou os números sobre a crescente população Muçulmana na região mais ampla da União Europeia (ou seja, os 28 estados membros da União Europeia, além da Suíça e Noruega). Os números são verdadeiramente dramáticos. A menos que haja mudanças radicais nas políticas atuais em relação à imigração, 30,6% da população na Suécia será Islâmica em meados deste século. A Suécia está praticamente acabada.

Tuite acima: Um crescimento projetado de 193% em 2050, com a Suécia chegando a 30% de Muçulmanos...

Mas a situação em outros lugares não é melhor. 19,7% na Alemanha, 18% na França, 17,2% na Grã-Bretanha e 15,2% nos Países Baixos. Isto é o que o Pew Research espera que aconteça se os padrões de migração continuarem nos níveis de 2014-2016. O Pew Research também calculou o que acontecerá se a atual crise de refugiados chegar ao fim, mas com a imigração regular continuando no nível atual.

Sob esse cenário, o número de Muçulmanos até 2050 ainda deverá subir para 20,5% na Suécia, 17,4% na França, 16,7% no Reino Unido, 12,5% na Holanda e 10,8% na Alemanha.

Na semana passada, postei um tuite com a foto do relatório do Pew Research, acompanhado pelo seguinte texto “Um problema existencial: nossa população está sendo substituída. E ficará muito pior se o país não for desislamificada em breve! “Algumas horas depois, o tuite foi censurado na França. No país do Presidente Emmanuel Macron, as pessoas não tem permissão para saber a verdade.

A proliferação do Islamismo é uma má notícia para a Europa; A ameaça do terrorismo Islâmico é omnipresente. Nesta temporada de Natal, barreiras de concreto tornaram-se uma visão familiar em torno das feiras festivas em toda a Europa Ocidental.

Tuite acima: O Islã agora é uma grande religião na Europa por causa de migração em massa.

Mas a Europa também se familiarizou com a mutilação genital feminina, homicídios de honra, poligamia, aumento do antissemitismo e exemplos espantosos de misoginia. Estudos acadêmicos recentes indicam que a grande maioria dos Muçulmanos Europeus considera suas regras Islâmicas mais importantes do que as leis democráticas seculares da Europa, enquanto números significativos (até 11% na Holanda de acordo com a Universidade de Amsterdã) acham aceitável usar a violência no nome do Islamismo.

Mais Islamismo significa mais violência e intolerância.

Infelizmente, a demografia da Europa pode mudar ainda mais rapidamente do que o previsto pelo Pew Research. Como o site Breitbart de Londres observou, a tendência da imigração é manter — e muitas vezes além — as maiores projeções estabelecidas pelos observatórios de migração. Além disso, o Pew Research parece ser cauteloso em seus cálculos.

Em Fevereiro passado, o Elsevier Magazine, o equivalente Holandês da Newsweek, pediu aos pesquisadores que calculassem quais seriam os efeitos da imigração para os Países Baixos. Eles previram que, no caso de uma política de imigração “generosa”, a população Islâmica passará de 7% hoje para 19% até 2060. E caso continue nos níveis atuais, atingirá 14%. Isto vai muito além das previsões do Pew Research.

Tuite acima: Recorde: 27,5 por cento de nascimentos do Reino Unido são para mulheres nascidas no exterior. Complementando, bem mais de um quarto dos nascimentos na Inglaterra e no País de Gales no ano passado foram para mulheres nascidas fora do Reino Unido — o nível mais alto registrado — enquanto os nascimentos nas mulheres nascidas no Reino Unido diminuíram 0,4 por cento.

Pew Research também omite um fato demográfico muito importante relacionado ao influxo de 2 milhões dos chamados “refugiados” para a Europa em 2015-2016. Não somente 78% desses Muçulmanos eram “refugiados”, como eram predominantemente jovens e do sexo masculino. Dos 1,1 milhão de “refugiados” apenas na Alemanha, 800 mil eram do sexo masculino com menos de 25 anos de idade.

Pew Research também está olhando exclusivamente para os efeitos da imigração Islâmica. O Islamismo é, de fato, a maior ameaça à civilização Cristã e humanista da Europa, mas o efeito devastador da imigração em massa é muito mais amplo.

Em 2010-2016, 53% de todos os migrantes para a Europa eram Muçulmanos, enquanto 47% eram de não-Muçulmanos. Ambos os grupos consistem em grande parte de jovens do sexo masculino. Eles são uma enorme pressão sobre os sistemas de welfare da Europa. O que recebemos são na sua maioria trabalhadores não qualificados e pouco qualificados, que não beneficiam nossas sociedades, mas apenas nos cobram dinheiro. Mais de metade das pessoas em welfare na Holanda hoje são imigrantes não-Ocidentais.

Se nada acontecer, o pior ainda está por vir. A população Africana deve quadruplicar de um bilhão para quatro bilhões até o final do século. Um terço dos Africanos quer se mudar para o exterior. Muitos querem vir para a Europa. Mais de metade da população Africana é Islâmica e é o grupo com o crescimento mais rápido.

Na semana passada, em um evento da cúpula Europa-África em Abidjan, Costa do Marfim, os países Europeus concordaram em mobilizar bilhões em investimentos para a África. Esse é um dinheiro jogado no ralo. Bilhões para o desenvolvimento já são gastos na África todos os anos, os quais acabam nas mãos de regimes corruptos ou beneficiam a classe média, que é exatamente o grupo de pessoas mais ansiosas para emigrar para a Europa.

Tuite acima: Pew Research: O Islã Será A Maior Religião Do Mundo No Final Deste Século.

Ao mesmo tempo, no entanto, os líderes Europeus concordaram em permitir uma imigração legal maior para a Europa. Como Jean-Claude Juncker, Presidente da Comissão da UE, disse: “Se aqueles que vierem — e que são, de um modo geral, pobres e necessitados — não puderem mais entrar na casa da Europa pela porta da frente, continuarão abrindo o caminho pelas janelas de trás. […] por isso temos que prover àqueles que desejam vir, e que tenham condições de vir, e cuja situação permite que venham, pelos caminhos legais para chegar à Europa”.

A política da UE é uma marcha insensata. Mais de seis milhões de migrantes estão atualmente esperando em países do Mediterrâneo para atravessar a Europa. Já que estão entrando pelas janelas de trás, a UE está abrindo a porta da frente da “casa da Europa”.

Isso não é o que queremos. Temos de parar a loucura suicida das elites da UE. Devemos parar os milhões que querem vir para a “casa da Europa”, porque esta casa é a nossa casa.

Se deixarmos a porta aberta, em breve seremos expulsos. Vamos perder a nossa identidade e a nossa liberdade. A nossa existência está em jogo. Devemos salvaguardá-la. Isso só pode ser feito se tivermos coragem para adotar uma nova estratégia. Como Winston Churchill disse: “A coragem é a maior virtude porque garante todo o resto”.

Tuite acima: Geert Wilders: Vamos Fechar A Porta Para o Islã.

Em vez de atuar como um ímã para jovens Africanos e Asiáticos, a Europa tem que ter a coragem de ser exatamente o oposto. Devemos ter a coragem de proteger nossas fronteiras e introduzir proibições de viagem, como o Presidente Trump está fazendo nos EUA.

A coragem de enviar todos os barcos com migrantes ilegais de volta, como a Austrália faz. A coragem de restringir a imigração legal em vez de expandi-la. A coragem de iniciar a repatriação imediata dos imigrantes ilegais. A coragem para desislamizar, e não ser amável ao Islã. Em vez de ser suave, a Europa tem que endurecer. Se falharmos, nossa identidade nacional estará em perigo, nossa liberdade estará em perigo, a Europa que conhecemos deixará de existir. E, como mostram os números do Pew Research, ela deixará de existir em breve.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

França: Terrorrismo Cancela Feira de Natal

Fonte/Source: France: Lyon Christmas Market canceled, organizers couldn’t afford $23,800 for anti-jihad barriers


França: Feira De Natal De Lyon Cancelada, Organizadores Não Podem Pagar US$ 23.800 Por Barreiras Antiterrorismo

Por Robert Spencer

3 de Dezembro de 2017

A lei Islâmica proíbe os dhimmis de fazerem exibição pública de seus festivais, de modo que os migrantes Muçulmanos estão recebendo apenas o tipo de Europa que muitos desejam.

Além disso, é uma Europa amedrontada, assustada e submissa, facilmente suscetível aos Muçulmanos que sequem o imperativo do Alcorão de “atacar os inimigos de Alá” (8:60).

Feira de Natal cancelada porque os organizadores não puderam pagar € 20,000 pelas barreiras antiterrorismo“, por Victoria Friedman, Breitbart, 3 de Dezembro de 2017:

A Feira de Natal da colina Croix-Rousse em Lyon, França, foi cancelada porque os organizadores não puderam pagar o orçamento de segurança de € 20.000.

A Feira Anual de Natal, com suas barracas, toldos e animais de fazenda, foi cancelada porque o custo para garantir a segurança do local dia e noite era proibitivamente caro, enquanto cidades e municípios da Europa estão fortificando suas feiras de Natal com barreiras antiterrorismo, como relata o Le Progrés.

“No ano passado, os pedidos para garantir nossos eventos aumentaram”, explicou Maïlys, gerente de projetos da associação de comerciantes da cidade do sul da França.

“Este ano, o custo da segurança atingiu quase 20 mil euros (£17,600 / $23,800). Para pelo menos equilibrar nosso orçamento, poderíamos ter aumentado o número de barracas ou o preço de aluguel dos sites (de € 2.000 a € 3.000 por semana). A decisão de cancelar o mercado 2017 foi complicada e difícil de tomar, mas nenhuma solução pode ser encontrada, apesar das discussões com a Câmara Municipal “.

Aumentar a segurança se tornou prioridade para os organizadores dos mercados comunitários de Natal depois que o Tunisiano candidato a asilo e o extremista Islâmico Anis Amri assassinaram um motorista Polonês, roubaram seu veículo e invadiram a Feira de Natal em Berlim, Alemanha, atropelando e matando 11 pedestres e ferindo mais de 50 em Dezembro de 2016.

O ataque terrorista com veículos obrigou cidades e municípios da Alemanha e do Reino Unido a instalar barreiras antiterrorismo em torno de suas feiras de Natal, às vezes cobertas com material decorativo para aparecer como presentes disfançando sua verdadeira função.

Outras foram pintadas com cores brilhantes para se assemelharem a blocos de Lego. Alguns cidadãos da Alemanha reagiram à aparência dos blocos em suas comunidades pintando “Danke Merkel” (“Obrigado, Merkel”) ou “Merkel Lego” sobre os presentes antiterrorismo “desenrolados”, em referência à chanceler Alemã Angela Merkel…


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Temporada Natalina de Terror: ISIS ameaça “explodir Feiras de Natal no Reino Unido, Alemanha e França”

Fonte: Christmas Season of Terror: Islamic State makes chilling threat to ‘attack on Christmas markets in UK, Germany and France’


No dia 22 de Julho de 2015, Robert Spencer publicou um artigo intitulado Estado Islâmico (ISIS) promete “encher as ruas de Paris com cadáveres”, traduzido por mim e publicado neste blog. Alguns meses depois o artigo recebeu uma audiência — e confesso que fiquei muito assustado — anormal. No total, chegou a 17 mil visualizações em um ou dois dias, como ainda pode ser visto no artigo. Por quê? Porque o ISIS prometeu e cumpriu, atacando Paris em Novembro de 2015, assassinando centenas de pessoas.


Temporada Natalina de Terror: ISIS ameaça “explodir Feiras de Natal no Reino Unido, Alemanha e França”

Por Pamela Geller

2 de Dezembro de 2017

A Europa está em guerra. O exército está de plantão nas ruas da França. A diferença entre essa guerra e as anteriores é que a mídia não está informando sobre isso e quando o fazem se alinham com os invasores.
O Estado Islâmico (ISIS) está incitando à umma (a comunidade mundial Muçulmana). Os devotos responderão. Os nossos costumes e as grandes tradições estão o tempo todo sob ataque (violentamente e culturalmente) desses invasores selvagens.

Tradições amadas por todos como as Feiras de Natal, 14 de Julho, fogos-de-artifício em Versalhes, festivais de música na Suécia e festivais de música na Alemanha foram todos cancelados.

É assim que o Ocidente continuará respondendo a essa guerra? Desmantelando nossa cultura, nossa civilização, peça por peça, sob pena de morte?

Tradução francesa:

“Em breve, durantes as suas férias”: ISIS promete, com ameaças arrepiantes, “atacar as Feiras de Natal no Reino Unido, Alemanha e França”

Os cartazes de propaganda terrorista mostram um Pai Natal com as mãos atadas por um jihadista na Regent Street em Londres e uma mão segurando uma faca sangrenta durante uma cena festiva ao lado da Torre Eiffel.

ISIS ameaça dizendo que está preparando ataques terroristas para a festa de Natal na França… Convocou terroristas Muçulmanos para cometerem atrocidades nas Feiras de Natal no Reino Unido, Alemanha, França e Nova Iorque.

Os defensores do terrorismo Islâmico circulam cartazes demonstrando frieza, através de aplicativos de mensagens que incluem a frase “em breve, durante as suas férias” em Inglês, Alemão e Francês. O último de uma onda de cartazes de propaganda publicados pelo ISIS chamou a atenção dos habitantes locais e visitantes de Nova Iorque. A imagem mostra um Papai Noel deixando explosivos na Times Square, com a mensagem: “Nos encontraremos no Natal em Nova York… em breve.”

A propaganda jihadista também contém imagens de marcos históricos — como a Torre Eiffel — no horário de Natal, com imagens terroristas obscuras, incluindo uma mão segurando uma faca sangrenta. Outra imagem surgiu mostrando um Papai Noel ajoelhado, as mãos amarradas e um jihadista vestido de preto parado atrás dele no que parece ser a Regent Street Avenue, em Londres.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

GEERT WILDERS: O ISLÃ É CULPADO POR MANCHESTER

Fonte/Source: Geert Wilders: Islam Is To Blame for Manchester | Gates of Vienna


GEERT WILDERS: O ISLÃ É CULPADO POR MANCHESTER
Por Geert Wilders

24 de maio de 2017

Estou escrevendo este artigo hoje depois que nós, membros do Parlamento Holandês, com a presença do Embaixador Britânico, prestamos homenagem às vítimas de Manchester com um breve discurso do nosso Primeiro-Ministro e um minuto de silêncio.

Dois meses atrás, fizemos o mesmo para as vítimas em Estocolmo. Em Dezembro passado, para aqueles em Berlim. E, anteriormente, para aqueles em Nice, Bruxelas, Paris, Copenhague… A lista se torna interminável, enquanto o número de embaixadores Ocidentais, que não visitaram o nosso Parlamento em uma dessas tristes ocasiões, torna-se cada vez menor.

E, cada vez, ouvimos as mesmas palavras ocas de choque e dor e quão incompreensível é tudo. Mas nunca ouvimos nosso Primeiro-Ministro, nem os líderes de outros países Ocidentais, nos dizerem a verdade: A causa de todo esse derramamento de sangue, toda essa miséria, toda essa dor e tristeza, é o Islã.

Em vez da verdade, temos lágrimas de crocodilo. Nós temos que escutar platitudes, nós temos o ar quente do politicamente correto soprando sobre nós, repetidas vezes. Mas a verdade é que nenhuma árvore má traz bons frutos.

O que estamos testemunhando é pura prática Islâmica. É o Alcorão com sua advertência para “lançar terror no coração dos não-Muçulmanos” (Surah 8:12). É o assim chamado profeta Muhammad (Maomé), que se vangloriou para os seus seguidores: “Eu fui feito vitorioso por meio do terror.” (Bukhari, 4.52.220).

Vítimas do ataque em Manchester, Reino Unido.

O Islã não é uma religião amante da paz, mas uma ideologia totalitária do mal. O Islã quer que todos os não-Muçulmanos se submetam. É totalmente incompatível com a liberdade e a decência humana. Prega o ódio, propaga a violência, e é bárbaro e violento por natureza.

E também abusa da nossa própria independência e liberdade democrática para subverter nossa democracia e  roubar as nossas liberdades. O Islã constrói mesquitas e escolas Islâmicas, muitas vezes com dinheiro Saudita, onde o ódio contra o Ocidente é divulgado. Abusa do nosso sistema jurídico para assediar seus críticos. O Islã se comporta como uma quinta coluna em nosso meio. Não é o aquecimento global que está ameaçando o mundo; é o Islã global.

Ataque após ataque, pessoas inocentes estão sendo assassinadas. Todo mundo é alvo. É absolutamente inaceitável que ainda hajam líderes políticos e meios de comunicação ignorando o problema. Querem que os cidadãos acreditem que o Islã é uma religião que ama a paz e que há apenas alguns extremistas Islâmicos que estão arruinando tudo e atingindo a todos. Mas não se deixe enganar.

Pesquisas de opinião mostram que nada menos que dois terços dos Muçulmanos nos Países Baixos consideram as regras Islâmicas mais importantes do que nossas leis democráticas seculares. Pesquisas da Universidade de Amsterdã mostram que cerca de 11% dos Muçulmanos Holandeses acham aceitável usar violência em nome do Islã. Isso significa mais de 100.000 Muçulmanos na Holanda. Duas vezes o número de soldados no nosso exército Holandês.

É impossível para a ideologia Islâmica assimilar uma sociedade livre. As pessoas podem assimilar; uma ideologia não pode. Não devemos mais importá-la para a nossa sociedade. Não porque odiamos as pessoas, mas porque temos um problema com uma ideologia totalmente incompatível com a liberdade. Aqueles que semeiam o Islã precisam realizar que não irão colher nada além do terrorismo e da barbárie da lei Sharia, com sua opressão contra as mulheres, Cristãos, Judeus, apóstatas e os críticos do Islã.

Vítimas do ataque às Igrejas Cristãs Coptas no Egito.

No mês passado, a Pew Forum revelou algo verdadeiramente chocante. O mundo está se tornando cada vez mais Islâmico. Entre hoje e 2060, o número de Muçulmanos crescerá em 70%. Isto representa mais de duas vezes mais rápido que os Cristãos, três vezes mais rápido que os Hindus e quase cinco vezes mais rápido que os Judeus. Em 2060, o Islã terá quase tantos adeptos quanto o Cristianismo. E portanto, poderá se tornar o maior sistema de crenças na terra.

Em muitos países da Europa Ocidental, as populações estão crescendo apenas por causa dos imigrantes. E muitos destes são Islâmicos. Muhammad já é o nome mais popular entre meninos recém-nascidos nas principais cidades da Grã-Bretanha, França, Holanda, Bélgica entre outros lugares. O Islã utiliza todas as ferramentas em mãos. Pistolas e bombas, facas e carros e aviões. Mas também demografia e imigração.

No ano passado, mais de 180.000 pessoas atravessaram, usando embarcações precárias, da Líbia para a Europa. E este é apenas o começo. As Nações Unidas esperam que a população da África se quadruplique até o final do século. De 1 bilhão hoje para 4 bilhões. Um terço dos Africanos querem deixar seus próprios países. Muitos deles são Islâmicos. E muitos querem se mudar para o norte. Se a Europa Ocidental continuar com suas atuais políticas de portas abertas, a população do continente Europeu corre o risco de ser substituída e suas nações colonizadas e Islamizadas. Não serão mais Europeus, mas uma província da África.

A fim de nos salvar de atrocidades como a que acabou de ser cometida em Manchester, e para estancar o processo de substituição da população na Europa, estas são as três coisas mais importantes que devemos fazer:

  1. Perceber que o Islã é o problema e começar a desislamizar nossas sociedades. Não há mais escolas Islâmicas, nem pregação de ódio. Estamos diante de uma ameaça existencial e devemos tratá-la como tal.

  2. Acabar com toda a imigração dos países Islâmicos. Basta! Aqueles imigrantes que já estão em nossas nações são bem-vindos para ficar, mas somente se aderirem totalmente aos nossos valores, à nossa constituição, e às nossas leis. Se cometerem crimes ou começarem a agir de acordo com a Sharia, devemos expulsá-los imediatamente. Se necessário, os Muçulmanos radicais também devem ser detidos administrativamente.

  3. Livrar-nos do politicamente correto. Não devemos deixar que o Islã abuse das nossas liberdades e dos nossos direitos constitucionais apenas para os abolir. É ingênuo e perigoso conceder direitos a uma ideologia totalitária que, se conseguir, roubará os nossos direitos. Devemos perceber que o Islã declarou guerra contra nós, mas que nunca vamos permitir que ela vença!

O Islã nos odeia e nos mata. E ninguém nos protege. Nossos líderes nos traem.

Vamos começar a agir com bravura, cumprindo o nosso dever, e desislamizar as nossas nações a fim de nos proteger e permanecer como um povo livre.


Geert Wilders MP é membro do Parlamento Holandês e líder do Partido pela Liberdade (PVV) na Holanda


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Pamela Geller: …enquanto os Judeus FOGEM da Europa

Fonte/Source: Holocaust Remembrance Day: EU vows to ‘make sure Jews feel totally safe in Europe’ as Jews FLEE Europe – Geller Report


Dia Da Memória Do Holocausto: UE Promete “Garantir Que Judeus Sintam-Se Totalmente Seguros Na Europa”, Enquanto Os Judeus FOGEM Da Europa

Por Pamela Geller

25 de abril de 2017

A ideia de que a União Europeia (UE) pode ou deveria manter os Judeus seguros é ilusória. Sua política era importar um verdadeiro exército de inimigos violentos que odeiam Judeus. Esses cretinos não conseguem se proteger do terror da jihad, como podem ter a pretensão de salvar os seus Judeus?

Os Judeus estão fugindo da Europa em massa e com boas razões. Eles estão “cada vez mais preocupados com sua segurança devido às experiências cotidianas de antissemitismo”. O aumento do ódio ao Judeus é resultado da migração sem precedentes de Muçulmanos. Antissemitismo Islâmico — isto está no Alcorão.

A UE está tornando o sonho de Hitler uma realidade — uma Europa Judenrein. [depurada de Judeus]

Os comentários abaixo do artigo contam a verdadeira história

“Nós estamos unidos em nossos esforços para resistir a esta onda atual de ódio e do mal”.

Exceto, é claro, quando se trata de votar na ONU e no terreno de ação, ambos exigem que a UE esteja na cama com os terroristas Islâmicos entre outros que desprezam os Estados Unidos e Israel.

Para a União Europeia: Stick it! — Nota do tradutor: neste caso, ‘stick it!’ é o mesmo que  ‘shove it (up your ass)’, ou seja, ‘enfia na bunda!’. 

A UE não pode proteger os seus próprios cidadãos nativos contra ataques terroristas dos seus cidadãos mais favorecidos, os descontentes Muçulmanos e os terroristas. Eles estão fazendo tudo o que podem para mostrar aos Judeus que não os querem, então como podem protegê-los?


Não são os Judeus mortos que precisam se sentir mais seguros — agora é tarde e muito tarde para nós, Judeus vivos!

Quanta hipocrisia, fazer esse pronunciamento no HaShoah Day; a REALIDADE é que não estamos “seguros” e nem somos queridos na Europa. (Quão ingênuos pensam que somos?) Repita essa mentira para si mesmo se isso o faz sentir menos culpado; nós conhecemos melhor do que ninguém. (e mais importante ainda é que D-us sabe)

Aproveite a sua Europa Juden Frei!! — [Livre de Judeus]


Os Europeus sabem disso — escolheram os Muçulmanos às custas dos Judeus; escolhem o apaziguamento/dhimmitude sobre a coragem e os princípios; escolheram a morte sobre a vida.

E esta não é a primeira vez, mas será a última vez; a Europa acabou.

(E o coisa doente é que provavelmente culparão os Judeus pela morte deles).


Por que devemos acreditar em você? Você está um pouco atrasada, cerca de 7 décadas.

De fato.


UE PROMETE “GARANTIR QUE JUDEUS SINTAM-SE TOTALMENTE SEGUROS NA EUROPA  — World News Israel, 24 de abril de 2017:

Emissários da UE e dignitários estacionados em Israel “reafirmaram o seu dever e responsabilidade, agora e para o bem das gerações futuras, de nunca esquecer” o Holocausto e as suas lições.

Em uma declaração conjunta divulgada no Dia da Memória do Holocausto, a delegação da União Européia (UE) para Israel e as embaixadas dos Estados membros da UE no país se comprometeram a garantir que os Judeus na Europa vivam em segurança por causa do antissemitismo.

Na atual realidade de aumento do antissemitismo, do fanatismo e da violência em todo o mundo, a União Européia está determinada a prevenir e combater o antissemitismo em todas as suas formas, e garantir que os Judeus se sintam totalmente seguros na Europa. “Nós estamos unidos em nossos esforços para resistir a esta onda atual de ódio e do mal”.

Os dignitários da UE reconheceram a importância de manter viva a memória do Holocausto.

“A União Europeia reafirma o seu dever e responsabilidade, agora e para o bem das gerações futuras, de nunca esquecer”, sublinharam. Como lembrou o vencedor do Prêmio Nobel Elie Wiesel, “a memória tornou-se um dever sagrado de todas as pessoas de boa vontade”.

“Nós nos juntamos ao povo de Israel e às comunidades Judaicas em toda a UE em sua comemoração das vítimas do Holocausto e estamos com eles em suas orações”.

Os emissários da UE sublinharam também o seu desejo de proteger os direitos de todas as minorias em toda a UE, afirmando que

“os valores da democracia e da dignidade humana em que a União Europeia foi fundada e continua a orientar-nos nestes tempos difíceis à medida que procuramos manter a nossa visão de paz e tolerância para todos os cidadãos da União Europeia “.

Dirigindo-se ao Congresso Judaico Mundial no Domingo à noite, o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, prometeu combater o antissemitismo global.


Pamela Geller é presidente da American Freedom Defense Initiative (AFDI), editora de PamelaGeller.com e autora de The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America e Stop the Islamization of America: A Practical Guide to the Resistance.


Nota do blog:

Para os versados na língua Inglesa, segue uma lista imperdível de livros essenciais sobre o Islamismo.  Compre já! 

Acesse os links para mais informações:

The Al Qaeda Reader: The Essential Texts of Osama Bin Laden's Terrorist Organization
The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America
Stop the Islamization of America: 
A Practical Guide to the Resistance.
Germany and the Middle East, 1871-1945
From Time Immemorial: The Origins of the Arab-Jewish Conflict over Palestine
The Complete Infidel's Guide to Iran (Complete Infidel's Guides)
The Decline of Eastern Christianity Under Islam: 
From Jihad to Dhimmitude: Seventh-Twentieth Century
The Truth about Muhammad: Founder of the World's Most Intolerant Religion
The Complete Infidel's Guide to the Koran (Complete Infidel's Guides)

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Rejuvenescer A Economia Europeia: O Papel Das Finanças Islâmicas

Fonte/Source: Rejuvenating the European Economy: The Role of Islamic Finance | The World Financial Review | Empowering communication globally

 Rejuvenescer A Economia Europeia: O Papel Das Finanças Islâmicas

Por Tião Cazeiro

29 de Março de 2017

Tradução: A Sharia dominará o mundo / Muçulmanos, levantem-se e instaurem a Sharia

A ideia aqui é comentar alguns excertos de um artigo escrito em Março de 2016 por Sohail Jaffer e publicado no The World Financial Review

Não se trata de uma análise financeira, e sim de uma comparação do sistema financeiro Islâmico com o pensamento Islâmico contido nos textos sagrados do Islã.

“É inconcebível”, disse ele, “que o pensamento que guardamos como o mais sagrado deva fazer com que toda a umma [Mundo Islâmico] seja uma fonte de ansiedade, perigo, matança e de destruição para o resto do mundo. Impossível!” —Presidente do Egito Al-Sisi: O “Pensamento” Islâmico está “Antagonizando o Mundo Todo”.

O antagonismo Islãmico global é um fato que ninguém em sã consciência pode negar. Entretanto, nem mesmo o genocídio de Cristãos no Oriente Médio pesa na balança do gerenciamento de controle de riscos das instituições financeiras.

Obs.: [Ênfase adicionada nos excertos]

Rejuvenescer A Economia Europeia: O Papel Das Finanças Islâmicas

O título em si, o qual mantive neste artigo, já demonstra que ao invés de rejuvenescer a Europa, o Islã a está destruindo, e o que estamos vendo hoje em dia é só o começo. Não da vitória do Islã, mas do suicídio Europeu.

Ok, ok, eu sei: “Enquanto houver um louco, um poeta e um amante haverá sonho, amor e fantasia. E enquanto houver sonho, amor e fantasia, haverá esperança.” — Shakespeare.

Comentando a queda acentuada dos preços das ações dos bancos Europeus nas primeiras semanas de 2016, que descreveu como uma “preocupação”, o FMI aconselhou que “um setor bancário robusto é necessário para apoiar o investimento e a recuperação econômica”. Em muitos aspectos, idealmente posicionado para reforçar o rejuvenescimento da economia Europeia”. As finanças Islâmicas estão, em muitos aspectos, idealmente posicionadas para reforçar o rejuvenescimento da economia Europeia.

A palavra “dhimmittude” vem de dhimmi, uma palavra Árabe que significa “protegido “. Dhimmittude significa o sistema Islâmico de governança utilizado nas populações conquistadas pelas guerras da Jihad. Em outras palavras, é igual ao sistema utilizado pela máfia. Você paga uma taxa de proteção (jizya) para se manter vivo.

Uma delas [razões] é que as economias Islâmicas no Oriente Médio e no Sudeste Asiático continuam a ser uma importante fonte de liquidez que procura oportunidades de investimento diversificadas para além das suas regiões de origem.”

Veja o Robert Spencer (Jihad Watch) diz a respeito:

Hijrah, ou jihad pela emigração, é, de acordo com a tradição Islâmica, a migração ou viagem de Muhammad e seus seguidores de Meca para Yathrib, mais tarde renomeada por ele como Medina, no ano 622 d.C. Foi depois da Hijra que Muhammad pela primeira vez se tornou não apenas um pregador de ideias religiosas, mas um líder político e militar. Foi isso que ocasionou suas novas “revelações” exortando seus seguidores a cometerem violência contra os incrédulos.

Emigrar pela causa de Alá — ou seja, mudar para uma nova terra para ampliar o Islã, é considerado no Islã como um ato altamente meritório. “E quem emigrar pela causa de Alá encontrará na terra muitos lugares e abundância“, diz o Alcorão:

"Mas quem migrar pela causa de Alá, achará, na terra, amplos e espaçosos refúgios. E quem abandonar seu lar, migrando pela causa de Alá e de Seu Mensageiro, e for surpreendido pela morte, sua recompensa caberá a Alá, porque é Indulgente, Misericordiosíssimo.” — Alcorão (4:100)

O status exaltado de tais emigrantes levou um grupo de jihadistas Britânicos à notoriedade (e a prisão pelo governo), há alguns anos atrás, por comemorarem o ataque de 11 de Setembro se autodenominando Al- Muhajiroun: Os Emigrantes.

Oitocentos mil refugiados Muçulmanos em apenas um ano (2015). Isso transformará a Alemanha e a Europa, para sempre, sobrecarregando as economias de suas nações mais ricas e alterando a paisagem cultural para além do reconhecimento. No entanto, o debate público sério que precisa ser feito sobre esta crise é vaiado pelo nonsense vulgar: o Washington Post na Quarta-feira publicou uma peça inflamatória e irresponsável comparando aqueles preocupados com esse influxo Muçulmano maciço na Europa, com os Nazistas em 1930, prontos para incinerar Judeus aos milhões. A estrela de Hollywood Emma Thompson acusou as autoridades Britânicas de racismo por não terem recebido mais refugiados — como se as autoridades Britânicas ainda não tivessem feito o suficiente para destruir própria a nação.  Robert Spencer in FrontPage: The Hijrah Into Europe

“Talvez mais significativo, para a aplicação a longo prazo das finanças Islâmicas à economia real, é que os princípios de financiamento em conformidade com a Sharia estão muito alinhados com o investimento que a Europa precisa para construir uma recuperação econômica sustentável e inclusiva….. De acordo com um briefing do Banco Mundial, “as finanças Islâmicas são financiadas por ações, apoiadas por ativos, éticas, sustentáveis, ambientalmente e socialmente responsáveis. Promove a partilha de riscos, liga o sector financeiro à economia real e dá ênfase à inclusão financeira e ao bem-estar social.

No excerto acima, a única frase que condiz com a realidade do Oriente Médio é esta: “em conformidade com a Sharia”, o restante, ou seja, “investimento que a Europa precisa”, “liga o setor financeiro à economia real e dá ênfase à inclusão financeira e ao bem-estar social”, etc., qualquer pessoa lúcida é capaz de perceber que existe algo a mais nessa história.

Quero que Londres fique ao lado de Dubai e Kuala Lumpur como uma das grandes capitais das finanças Islâmicas em qualquer lugar do mundo” — David Cameron, Primeiro Ministro, Grã-Bretanha.

Mas os críticos dizem que as ambições Britânicas de atrair investimentos de países, empresas e indivíduos Muçulmanos estão estimulando o estabelecimento gradual de um sistema financeiro paralelo baseado na lei Islâmica da Sharia. O Tesouro também disse que algumas questões com relação ao ‘sukuk’, o bônus Islâmico, podem exigir que o governo restrinja seus negócios com empresas de propriedade Israelense para atrair dinheiro Muçulmano.  — Britain: “A World Capital for Islamic Finance”

Eis aqui realidade:

Alcorão 98:6 “Honestamente falando, aqueles que não creem (na religião Islâmica, no Alcorão e no Profeta Maomé/Muhammad) entre eles o Povo do Livro (Judeus e Cristãos) e demais descrentes, terão que aceitar o Fogo do Inferno. Eles são as piores criaturas”.

“Como as finanças Islâmicas estão ganhando um crescente reconhecimento global por seus altos padrões éticos e de governança, estão posicionadas idealmente para atender às crescentes demandas de oportunidades de investimento socialmente responsável (SRI). No contexto Europeu, não se trata apenas de investimentos que evitem sectores proscritos, como o álcool, as armas, os jogos de azar e o entretenimento para adultos. Muito mais significativo, hoje, é a força da demanda entre mutuários e investidores por estruturas de financiamento que lidam com a ameaça das mudanças climáticas e da degradação ambiental.”

No caso do Brasil, o ‘prefeitinho’ de São Paulo João Doria e o Governador de Goiás Marconi Perillo entre outros, em suas andanças pelos Emirados Árabes, sabem disso, entrentanto o que estamos vendo é: um peso, duas medidas.

Governador Marconi Perillo (PSDB) e o CEO da Caracal Internacional, Hamad Salem Al Ameri — Instalação de uma Indústria de armas dos Emirados Árabes em Goiás

O historiador, filósofo pioneiro e jurista teórico, Ibn Khaldun (1332-1406), observou em seu famoso “Muqaddimah”, a primeira obra de teoria histórica que: “Na comunidade Muçulmana, a guerra santa é um dever religioso por causa do universalismo da missão Muçulmana e (da obrigação de) converter a todos ao Islã ou pela persuasão ou pela força”.

“Muito mais significativo, hoje, é a força da demanda entre mutuários e investidores por estruturas de financiamento que abordam a ameaça das mudanças climáticas e da degradação ambiental.” — “Os bônus Islâmicos, ou os sukuks, já demonstraram suas credenciais como instrumentos de financiamento para iniciativas éticas.”

Se preocupam com as mudanças climáticas e a degradação ambiental. Meu Deus! O sujeito precisa ser um mega débil ou um mau caráter para não reconhecer o genocídio de Cristãos no Oriente Médio. Quantos Muçulmanos “moderados” levantaram a voz contra essa monstruosidade? Alguma passeata ou… ah, lembrei, a Linda Sarsour e a “Marcha da Mulher” contra o Trump” etc. Então tá…

“Em dezembro de 2014, por exemplo, o Mecanismo Internacional de Financiamento para Imunização (IFFIm), para o qual o Banco Mundial atua como gerente de tesouraria, lançou um sukuk (bônus Islâmico) (de US$ 500 milhões, cujos recursos foram utilizados para financiar projetos da Aliança Global para Vacinas e Imunização (GAVI)….

“Estamos dando a nossas crianças inocentes substâncias proibidas e substâncias químicas nocivas que destroem seus sistemas imunológicos naturais, causando doenças, sofrimento e morte. Todos os médicos e pais Muçulmanos devem estar cientes dos ingredientes da vacina e da eficácia falhada das vacinas. O dano é claramente maior do que o benefício. Chegou a hora de defender a verdade.” —Muslims and vaccines

“A Standard & Poor’s, que estima que os ativos Islâmicos globais valiam cerca de US$ 2,1 trilhões no final de 2015, acredita que os instrumentos financeiros em conformidade com a Sharia podem desempenhar um papel no cumprimento de alguns Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (SDGs) A sua agenda de 2030 para o desenvolvimento sustentável define metas centradas nos cinco pilares das pessoas, do planeta, da prosperidade, da paz e da parceria.”  — “Olhando para as Nações Unidas SDGs e os princípios de finanças Islâmicas, consideramos que existem algumas semelhanças”.

As Nações Unidas, cá entre nós, e não conta pra ninguém, “santifica o mal” e “declarou guerra contra a civilização Judaico-Cristã” — Mídia Sem Máscara — A ONU declara guerra contra a civilização Judaico-Cristã

“Os dois primeiros SDGs têm como objetivo acabar com a pobreza em todas as formas, travar a fome, alcançar a segurança e alimentar o mundo.”  As formas Islâmicas de empréstimos concessionais como Qard Hassan (empréstimos de bem-estar), Zakat (um imposto sobre a riqueza usado para fins sociais) (Uma doação a instituições de caridade) poderiam ser utilizados em apoio a essas SDGs, embora possam ser mais aplicáveis às economias subdesenvolvidas do que à Europa.”  — “O potencial de financiamento da infra-estrutura em conformidade com a Sharia

Percebam que a linguagem usada pela Sharia nas finanças é a mesma usada no Alcorão etc. Como disse um Muçulmano em Londres numa entrevista: “Islã e Sharia são a mesma coisa.”

Aqueles que por ventura estão achando que eu exagero, expondo versos do Alcorão neste artigo, saibam que eu estou correto, pois é assim mesmo que eles pensam. E aqueles que negarem é porque estão aplicando a Taqiyya em você. Sabe o que isso significa?

Alcorão 3:28: “Que os fiéis não tomem por confidentes os incrédulos, em detrimento de outros fiéis. Aqueles que assim procedem, de maneira alguma terão o auxílio de Alá, salvo se for para vos precaverdes e vos resguardardes. Alá vos exorta a d´Ele vos lembrardes, porque para Ele será o retorno.”

Em outras palavras, você pode e deve mentir se for para alavancar o caminho ou a causa de Alá. O Irã se utiliza desse procedimento praticamente como norma. Veja como negociaram o acordo nuclear… e o “engraçado” é que ambos, Obama e Irã, usaram, usam e abusam da Taqiyya.

“Os sunitas afirmam que os xiitas negam adorar o (Imam) Ali porque estão envolvidos em falsidades (deception) deliberadas e religiosamente sancionadas: Taqiyya. (Imam Ali é considerado um Deus)

“Taqiyya é a nossa religião e a religião de nossos pais; aquele que não tem taqiyya, não tem religião ” — The Complete Infidel’s Guide to Iran por Robert Spencer, Diretor da Jihad Watch

A Sharia impõe, não se adapta, ela manda, exige e quer dominar o mundo. Não se engane sobre isso. Um exemplo da arrogância é o que aconteceu com o jornal satírico Charlie Hebdo. Os terroristas Islâmicos invadiram o território Frances para matá-los. A França não tem nenhuma lei que proíba você de desenhar um profeta no deserto. Resultado, a Sharia invadiu a França e deu no que deu.

A criação de gado em conformidade com a Sharia do Brasil é em si uma imposição da Sharia em território nacional. Significa de que a Sharia está atuando no Brasil, dando as ordens, acima da constituição Brasileira. Não é uma lei qualquer de um país, é a lei Islâmica, a Sharia, impondo as vontades do Islã, o “povo das necessidades especiais”, vide o Hijab em documentos oficiais como o passaporte Brasileiro etc. Isto é a Sharia.

O Barack Obama, — conhecido também como “Obozo” — não disse que “O futuro não pertence àqueles que difamam o profeta do Islã.”?

Outro exemplo — Reino Unido: Os Tribunais da Sharia operam além do alcance da lei Britânica e oprimem as mulheres — UK: Sharia courts operating beyond reach of British law and oppressing women

“É aceito que o financiamento em conformidade com a Sharia é totalmente compatível com os princípios das parcerias público-privadas (PPP) e elementos de mecanismos de financiamento tais como joint-ventures (Musharaka), estruturas de participação nos lucros (Mudharaba), financiamento com custo adicional (Murabaha) E leasing (Ijara) poderiam ser aplicados ao investimento em infra-estruturas sociais europeias.

Como diz uma amigo meu, “só coisinha boa”…  mas só para Muçulmanos, para quando converterem “a todos ao Islã ou pela persuasão ou pela força“.

Alcorão 5:33 
“O castigo, para aqueles que lutam 
contra Alá e contra o Seu Mensageiro 
e semeiam a corrupção na terra, 
é que sejam mortos, ou crucificados, 
ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, 
ou banidos...”

Na hipótese de um conflito armado no Brasil contra a jihad, não me surpreenderei se a empresa bélica em Goiás fornecer armamentos aos jihadistas. A regra dos números fala por si só, porque nenhum Muçulmano se atreverá a trair Alá e o seu Mensageiro Muhammad.

É por último, é óbvio, Sohail Jaffer é Partner e Chefe de Desenvolvimento de Negócios Internacionais para a “private label” bancassurance com o grupo FWU com sede em Dubai.