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A SOLUÇÃO PARA PARAR O ISLAM

Fonte/Source: Iranian-American Human Rights Activist Warns of Devious Islamic Threat That Will Topple the U.S. Constitution.


A SOLUÇÃO PARA PARAR O ISLAM

POR TIAO CAZEIRO

9 de Janeiro de 2017

Aynaz “Anni” Cyrus

Neste artigo, Aynaz “Anni” Cyrus apresenta uma ‘solução para parar o Islam‘ através de um poderoso e humanístico plano.

Este vídeo infelizmente não está legendado em Português.

O artigo está divido em duas partes. Na primeira, — para quem ainda não a conhece, — apresentarei Aynaz, uma pessoa absolutamente bonita, adorável e muito forte. Na segunda, vou mostrar a solução para parar o Islam, sugerida por Aynaz.

O texto a seguir foi retirado do próprio site da Aynaz e inseri apenas o relevante.


Live Up to Freedom

Sobre a autora Aynaz “Anni” Cyrus

Aynaz ficou noiva quando criança em seu país de origem, o Irã. Seu pai é um sheik e sua mãe uma professora de Alcorão.

Foi abusada e presa quando adolescente. Escapou para a América e agora defende mulheres e meninas que sofrem sob a lei Sharia.

Sua missão é trazer esperança e cura para mulheres e meninas que tiveram a infelicidade de serem expostas à praga da ideologia Islâmica. Ela experimentou, in loco, os horrores de viver sob a teocracia Islâmica no Irã.

Aynaz “Anni” Cyrus é uma Iraniana que rejeitou o Islam e fugiu do Irã para a América legalmente na adolescência. Foi para os Estados Unidos após vários anos de perseguição, tortura e prisão.

Aynaz foi chicoteada ao todo 109 vezes em várias ocasiões. Foi também estuprada, espancada, torturada e vítima de vários horrores quando vivia sob a mão pesada do Islam; foi encarcerada 12 vezes antes de chegar aos 14 anos de idade pelo simples motivo de cantar em público, sem perceber, que os cabelos estavam à vista sob o seu hijab.

Aynaz conhece profundamente a séria situação das mulheres Muçulmanas que vivem sob a Lei Sharia. Testemunhou o suicídio de mulheres, desesperadas por não poderem abandonar o Islam, e viu o seu melhor amigo ser selvagemente sodomizado por guardas na prisão; sem dúvida alguma está muito familiarizada com a horrorosa perseguição imposta pela crueldade do Islamismo.

Aynaz foi vendida para casar quando muito jovem e o divórcio foi negado pelo seu marido, um homem violento e abusivo, simplesmente por ser mulher. Ela jurou escapar e se tornar uma voz para aquelas mulheres silenciadas, oprimidas e crianças que vivem num pesadelo diário, coisa que a maioria de nós não tem a mínima noção do que isso representa.

Finalmente, tomou coragem e fugiu da opressão, agora vive como cidadã Americana e faz da sua vida uma missão, para levar a todos a verdade sobre a ameaça do Islamismo, que o politicamente correto e a parcialidade da mídia ignoram.

Aynaz trabalha para proteger e defender os direitos das mulheres e meninas sob a opressão da Lei Sharia em todos os lugares. Luta para aumentar a conscientização sobre sua situação através de vídeos virais informativos, entrevistas de rádio, postagens em blogs e em seu website “Live Up To Freedom”.

A crítica de Aynaz ao Islam e os esforços para conscientizar as pessoas sobre a violenta ideologia Islâmica resultaram em ameaças de morte no exterior e nos Estados Unidos. No entanto, continua trabalhando, com espírito inabalável, sempre franca e corajosa, como uma leoa atravessando o Serengeti.

Com base no conhecimento e na experiência de primeira mão, ela se manifesta contra práticas como mutilações genitais femininas, homicídios de honra e aplicações da Lei da Sharia que justificam o espancamento, o apedrejamento e o estupro.

O intelecto e a astúcia de Aynaz foram ignorados quando jovem no Irã, apesar de serem classificados como “excepcionais” num exame nacional de inteligência e escolástica. Foi negada a ela a oportunidade de cursar o ensino médio. Mas, através da força de vontade e tenacidade, não permitiu que isso a impedisse. Hoje ela é uma especialista em gráficos e desenvolvedora de website, e produtora de rádio digital.

Além de vídeos no Facebook e YouTube, alguns de seus trabalhos mais impressionantes é a produção do programa online The Glazov Gang com Jamie Glazov, além de manter o seu próprio show online “The Unknown“, onde educa e informa sobre a realidade do Islam e as ameaças que os Americanos e defensores da liberdade enfrentam.

Além de manter seu site ‘Live Up to Freedom’, possui um espaço aéreo regular na rede LUTF. Você pode ouvi-la todos os Sábados no show. Visite o site ‘Live Up to Freedom’ para obter mais informações.

Aynay é uma mulher extremamente corajosa; defensora da verdade, que continua trabalhando incansavelmente para ajudar as pessoas oprimidas sob a ameaça da Lei Sharia. — (Cyrus, A., 2016).


A SOLUÇÃO PARA PARAR O ISLAM”

Uma ideia simples e muito bem-vinda, principalmente de alguém que sabe o que está falando. Na verdade não é uma ideia nova, mas a atitude e o incentivo sim.

Em suma, no vídeo, Aynaz pede a todos que leiam o Alcorão, principalmente as quatro suras chamadas de Surah An-Nisa, “A Mulher”.  De acordo com ela, — que tem uma mãe professora de Alcorão — essas suras reduzem a mulher ao absoluto nada. Leia:

Surah An-Nisa 4:3 — “Se temerdes ser injustos no trato com os órfãos, podereis desposar duas, três ou quatro das que vos aprouver, entre as mulheres. Mas, se temerdes não poder ser equitativos para com elas, casai, então, com uma só, ou conformai-vos com o que tender à mão. Isso é o mais adequado, para evitar que cometais injustiças.”

O trecho marcado em vermelho, é conhecido em Inglês como: “those your right hand possesses” traduzido como “aquelas que a sua mão direita possui”. Esta frase é conhecida mundialmente como “as mulheres cativas que você possui”. Em outras palavras, ‘escravas sexuais‘. Isto é dito por todos os scholars como Raymond Ibrahim, Robert Spencer etc.

Eis aqui o texto em Inglês para quem quiser conferir, incluindo o link: Quran.com online.

SAHIH INTERNATIONAL (Surah An-Nisa 4:3)— “And if you fear that you will not deal justly with the orphan girls, then marry those that please you of [other] women, two or three or four. But if you fear that you will not be just, then [marry only] one or those your right hand possesses. That is more suitable that you may not incline [to injustice].”

Aynaz menciona ainda que quando muito jovem questionou porque Alá só se comunicava em Árabe e não em outra língua, “ele deveria saber muitas línguas, já que criou o mundo”; questionou também por que Alá criou a mulher para ser explorada sexualmente, estuprada, espancada, anulada etc. Claro, ela foi punida por isso.

Concluindo, ela tem razão e essa ideia gerou um artigo no site do Robert Spencer, porque é óbvio e simples. Todos precisam ler o Alcorão para ver o que Alá e o seu mensageiro Muhammad(Maomé) obrigam aos seus seguidores.

É um livro que todas as pessoas precisam ter pois só assim compreenderão o que milhares de pessoas estão dizendo ao redor do mundo, que o Islam é uma ideologia extremamente violenta e que prega o ódio e a perseguição aos Judeus, Cristãos e demais religiões. O Islamismo tem como missão dominar o mundo todo, subjugando todos aqueles que não se converterem ao Islam, ou então terão que pagar a Jizya (imposto de proteção) para não morrer.

O Alcorão vendido no Brasil é traduzido como “Deus” ao invés de “Alá”. O correto é “Alá”, pois de acordo com o próprio Alcorão: “Não há Deus senão Alá“.  A sura a seguir pode ser visualizada online aqui. A única alteração que fiz foi inserir ‘Alá’ ao invés de ‘Deus’ para ficar como deve ser.

Este texto rejeita totalmente o Cristianismo. 

Alcorão 4.171  
"Ó adeptos do Livro, 
não exagereis em vossa religião 
e não digais de Alá senão a verdade. 
O Messias, Jesus, filho de Maria, 
foi tão-somente um mensageiro de Alá e Seu Verbo, 
com o qual Ele agraciou Maria por intermédio 
do Seu Espírito. 
Crede, pois, em Alá e em Seus mensageiros 
e não digais: Trindade! 
Abstende-vos disso, que será melhor para vós; 
sabei que Alá é Uno. Glorificado seja! 
Longe está a hipótese de ter tido um filho. 
A Ele pertence tudo quanto há nos céus e na terra, 
e Alá é mais do que suficiente Guardião."

Finalizando, eis aqui três sugestões para você adquirir um Alcorão.  Duas em Português e uma em Inglês do sensacional Dr. Bill Warner, diretor e fundador do Political Islam.

Assim você ajuda o blog a prosseguir produzindo artigos de alta qualidade para conscientizar a sociedade Brasileira.

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Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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Raymond Ibrahim: TRUMP, JIHAD E DÉCADAS DE DOUTRINAÇÃO

Fonte/Source: Will the Return of “Jihad” to Intelligence Trump Decades of Indoctrination?


TRUMP, JIHAD E DÉCADAS DE DOUTRINAÇÃO

Por Raymond Ibrahim

20 de Dezembro de 2017

Raymond Ibrahim é um Shillman Fellow no David Horowitz Freedom Center.

FrontPage Magazine 

Será que o retorno da “Jihad” ao serviço de Inteligência do EUA irá superar décadas de doutrinação?

A nova estratégia de segurança nacional do Presidente Trump está pronta para retornar às discussões relevantes para a compreensão do terrorismo Islâmico — como a “jihad” — que foi expurgada do léxico das comunidades de Inteligência e Defesa, principalmente sob a administração Obama. De acordo com o novo documento de estratégia, “As principais ameaças transnacionais que os Americanos enfrentam são as dos terroristas jihadistas e organizações criminosas transnacionais”; o documento também promete “investigar as ameaças até a fonte, para que os terroristas jihadistas sejam impedidos antes de chegarem às nossas fronteiras”.

Isso é significativo em vários níveis — o primeiro, tão básico como “conhecer o inimigo”, foi recusado pelo ex-presidente Obama. Em 2011, foi relatado que “o governo Obama estava retirando todos os materiais de treinamento utilizados pelas comunidades de segurança pública e segurança nacional, a fim de eliminar todas as referências ao Islam que alguns grupos Muçulmanos alegavam serem ofensivas”. Um funcionário de Obama explicou a lógica: “Eu quero que isso fique perfeitamente claro: os materiais de treinamento que retratam o Islam como uma religião violenta ou com tendência à violência estão errados, são ofensivos e são contrários a tudo que este presidente, este procurador-geral e o Departamento de Justiça representa. Eles não serão tolerados.”

Nota-se, no entanto, que a paralisia politicamente correta induzida que Obama defendeu já estava bem entrincheirada antes dele. Falando em 2006 durante a administração de George W. Bush, William Gawthrop, um ex-funcionário do Pentágono, disse que “o grupo de Serviço sênior do Departamento de Defesa não incorporou em seu currículo um estudo sistemático sobre Muhammad como líder militar ou político. Como consequência, ainda não temos uma compreensão aprofundada da doutrina de guerra estabelecida por Muhammad, como isso pode ser aplicado hoje por um número crescente de grupos Islâmicos, ou como isso pode ser combatido.”

Da mesma forma, um memorando do governo de 2008 que também surgiu na era Bush advertiu contra “ofender”, “insultar” ou ser “conflituoso” para com os Muçulmanos: “Nunca use o termo “jihadista” ou “mujahideen” na conversa para descrever terroristas. Um mujahed, um guerreiro sagrado, é uma caracterização positiva no contexto de uma guerra justa. Em Árabe, jihad significa “esforçar-se no caminho de Deus” e é usada em muitos contextos além da guerra. Chamar os nossos inimigos jihadistas e seu movimento de jihad global involuntariamente legitima suas ações“.

É desnecessário dizer que tais instruções estavam e estão erradas em vários níveis. Jihad é a antítese da Guerra Justa; o primeiro por natureza é agressivo, o último defensivo. A afirmação de que a jihad significa literalmente “esforçar-se… e é usada em muitos contextos além das atividades de guerra” é tão falso como alegar que as palavras “namorado” e “namorada” literalmente indicam um amigo de um gênero ou outro e nada mais: uma vez que como “namorado/namorada” implica um tipo muito específico de amizade aos ouvidos Ocidentais, e da mesma forma a “jihad” implica um tipo de esforço muito específico aos ouvidos Muçulmanos — guerra armada contra o infiel para tornar o Islam supremo. Finalmente, a afirmação de que “chamar nossos inimigos de jihadistas… legitima suas ações” é absolutamente tolo: Muçulmanos raramente esperam pelos Americanos — “infiéis” — para conferir ou recusar a legitimidade Islâmica em qualquer coisa. Eles têm suas próprias escrituras Islâmicas, leis e clérigos para isso.

Despidos de todas as palavras ao lidarem com o Islam, como podem os analistas entenderem as motivações, as táticas, as estratégias, os objetivos e uma infinidade de outras considerações jihadistas? Longe de absorver os conselhos mais básicos sobre a guerra, — como o velho dictum de Sun Tzu, “Conheça o seu inimigo” — o governo dos EUA não conseguiu sequer reconhecer o inimigo.

E parece que nada mudou, pelo menos no Legislativo. Há cinco meses, com o placar de 208-217, a Câmara dos Deputados derrubou uma emenda que exigiria que o Departamento de Defesa realizasse “avaliações estratégicas sobre o uso da doutrina religiosa Islâmica violenta ou não-ortodoxa para investigar a comunicação extremista ou terrorista e sua justificativa”. A justificativa racional dada por aqueles que votaram contra é familiar: Jamie Raskin (D-MD) disse que” os assassinos terroristas usaram doutrinas e conceitos religiosos de todas as principais religiões da terra… Concentrar-se no (Islam) exacerba o problema ao fomentar o mito de que o fanatismo religioso e o terrorismo pertence unicamente aos charlatães e os predadores do Islam”. Pramila Jayapal (D-WA) denunciou a incapacidade da emenda de “aplicar sua fiscalização arbitrária igualmente”, e por “inclu[indo] avaliações de terrorismo supremacista Branco ou terrorismo cometido contra clínicas de aborto e médicos.”

Mas como Clifford Smith observa: “Enquanto provavelmente poucas pessoas do exército dos EUA irão se deparar com um ativista racista ou antiaborto irritado e armado durante a missão, os Islamistas radicais fazem disso o seu negócio para matar os Americanos em quase todos os cantos do mundo… É insustentável dizer que todas as religiões são iguais ou que todas as religiões têm tendências ideológicas igualmente ameaçadoras em todos os pontos na história.”

Seja como for; o fato de que a maioria da Câmara dos Deputados rejeitou uma emenda realista e de bom senso, é um lembrete de que continuar ignorando a ideologia jihadista enxergando apenas o terrorismo genérico continua transcendendo as atividades do Obama e permeando uma parcela significativa da sociedade Americana — incluindo, sem dúvida, a comunidade de Inteligência.

O retorno de uma terminologia relevante para a questão do terrorismo Islâmico é certamente um passo na direção certa; sobre isso não há dúvida. No entanto, assim como Obama foi um homem que não criou, mas defendeu a abordagem politicamente correta do Islam, o futuro dirá se o esforço solitário do Presidente irá superar décadas de doutrinação.


Tadução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

OS BASTIDORES DE OBAMA E HEZBOLLAH

Fonte/Source: The secret backstory of how Obama let Hezbollah off the hook

Ilustrações de Daniel Zender


Este artigo publicado hoje no POLITICO.com é um choque de ‘220 Volts’ de realidade. Você vai conhecer como funciona o terrorismo Islâmico no tráfico internacional de drogas para alavancar a causa Islâmica e a sua relação com líderes políticos. O Islã proíbe as drogas com pena de morte, mas só que o usuário é o infiel, o Kafir, e para destruí-lo tudo pode, tudo é permitido. — Tião Cazeiro


A História Secreta De Como Obama Deixou O Hezbollah Fora Do Alcance

Uma ambiciosa força-tarefa do Estados Unidos que atacava o empreendimento criminoso de bilhões de dólares do Hezbollah abandonou o projeto às pressas para atender os desejos da Casa Branca por um acordo nuclear com o Irã.

Por Josh Meyer

18 de Dezembro de 2017

PARTE I

UMA AMEAÇA GLOBAL EMERGE

Como o Hezbollah se voltou ao tráfico de cocaína e lavagem de dinheiro através de carros usados ​​para financiar sua expansão.

Determinados em garantir um acordo nuclear com o Irã, a administração Obama descarrilhou uma ambiciosa campanha de aplicação da lei visando o tráfico de drogas pelo grupo terrorista Hezbollah, apoiado pelo Irã, mesmo quando estava canalizando cocaína para os Estados Unidos, de acordo com uma investigação do POLITICO.com (magazine).

A campanha, denominada Projeto Cassandra, foi lançada em 2008, depois que o Drug Enforcement Administration (DEA) acumulou evidências de que o Hezbollah se transformou, de uma organização militar e política focada no Oriente Médio, em um sindicato internacional do crime que alguns pesquisadores acreditam estar faturando US$1bilhão por ano com drogas e tráfico de armas, lavagem de dinheiro e outras atividades criminosas.

Ao longo dos próximos oito anos, os agentes que trabalharam numa instalação secreta do DEA em Chantilly, Virgínia, usaram escutas telefônicas, operações secretas e informantes para mapear as redes ilícitas do Hezbollah, com a ajuda de 30 agências do EUA e agências de segurança estrangeiras.

Seguiram os embarques de cocaína, alguns da América Latina para a África Ocidental e para a Europa e o Oriente Médio e outros através da Venezuela e do México para os Estados Unidos. Rastrearam um rio de dinheiro sujo enquanto era lavado, entre outras táticas, comprando carros usados ​​Americanos e os enviando para a África. E com a ajuda de algumas testemunhas cooperantes, os agentes traçaram a conspiração, os quais acreditam, chega ao círculo mais íntimo do Hezbollah e seus patrocinadores estaduais no Irã.

Mas à medida que o Projeto Cassandra alcançou o topo da hierarquia da conspiração, funcionários da administração Obama lançaram uma série cada vez mais insuperável de barreiras, de acordo com as entrevistas feitas com dezenas de participantes que, em muitos casos, falaram pela primeira vez sobre os eventos envoltos em segredo, sobre uma revisão dos documentos do governo e registros judiciais. Quando os líderes do Projeto Cassandra buscaram a aprovação das investigações, processos, prisões e sanções financeiras significativas, funcionários dos departamentos de Justiça e Tesouraria atrasaram, impediram ou rejeitaram seus pedidos.

O Departamento de Justiça declinou os pedidos do Projeto Cassandra e outras autoridades para denunciar acusações criminais contra grandes players, como o enviado de alto nível do Hezbollah ao Irã, um banco Libanês que alegadamente lavou bilhões em supostos lucros de drogas e um player central de uma célula baseada nos EUA, da força Quds paramilitar Iraniana. E o Departamento de Estado rejeitou pedidos para atrair alvos de alto valor para países onde poderiam ser presos.

15 de Dezembro de 2011

Hezbollah está vinculado a um esquema de lavagem de US$483.142.568

O dinheiro, supostamente lavado através do Banco Libanês Canadense e duas casas de câmbio, envolveu cerca de 30 compradores de automóveis dos EUA — clicando na imagem abaixo você terá acesso ao documento completo, em Inglês).

David Asher — Especialista em finanças ilícitas dos Estados Unidos enviado do Pentágono ao Projeto Cassandra para atacar a alegada empresa criminosa do Hezbollah.

“Esta foi uma decisão política, foi uma decisão sistemática”, disse David Asher, que ajudou a estabelecer e supervisionar o Projeto Cassandra como analista de finanças ilícitas do Departamento de Defesa. “Eles destruíram, em série, todo esse esforço que foi muito bem apoiado, e recursos, e foi feito de cima para baixo”.

A história incalculável do Projeto Cassandra ilustra a imensa dificuldade em mapear e combater as redes ilícitas numa época em que o terrorismo global, o tráfico de drogas e o crime organizado se fundiram, mas também à medida em que as agendas concorrentes entre agências governamentais — e a mudança de prioridades nos mais altos níveis — pode atrasar anos de progresso.

Enquanto a perseguição pode ser mantida em segredo, desde hotéis de luxo da América Latina até parques de estacionamento na África, bancos e campos de batalha do Oriente Médio, o impacto não pode: neste caso, cargas de cocaína de várias toneladas entrando nos Estados Unidos, e centenas de milhões de dólares por uma organização designada pelos EUA como  terrorista e com vasto alcance.

Obama tomou posse em 2009 prometendo melhorar as relações com o Irã como parte de uma aproximação mais ampla com o mundo Muçulmano. Na campanha, afirmou repetidamente que a política da administração Bush, de pressionar o Irã para estancar o programa nuclear ilícito, não estava funcionando e que iria se aproximar de Teerã para reduzir as tensões.

John Brennan — Conselheiro contraterrorismo da Casa Branca de Obama, que se tornou diretor da CIA em 2013.  Nota do blog: Brennan já havia se convertido ao Islamismo.

O homem que se tornaria o principal assessor de contraterrorismo de Obama e depois diretor da CIA, John Brennan, foi mais longe. Recomendou num documento programático que “o próximo presidente terá a oportunidade de estabelecer um novo curso para as relações entre os dois países”, através não apenas de um diálogo direto, mas de “maior assimilação do Hezbollah no sistema político do Líbano.”

Em Maio de 2010, Brennan, então assistente do presidente para a segurança interna e antiterrorismo, confirmou em discurso que a administração procurava formas de construir “elementos moderados” no Hezbollah.

“O Hezbollah é uma organização muito interessante”, disse Brennan numa conferência em Washington, dizendo que evoluiu de “organização puramente terrorista” para uma milícia e, finalmente, um partido político com representantes no Parlamento e Gabinete Libaneses, de acordo com um relatório da Reuters .

“Há, certamente elementos do Hezbollah que são verdadeiramente uma preocupação para nós, o que eles estão fazendo”, disse Brennan. “E o que precisamos fazer é encontrar maneiras de diminuir sua influência dentro da organização e tentar construir elementos mais moderados.”

Na prática, a vontade da administração de imaginar um novo papel para o Hezbollah no Oriente Médio, combinada com o desejo de uma solução negociada para o programa nuclear do Irã, traduziu-se numa relutância em avançar agressivamente contra os principais agentes do Hezbollah, de acordo com os membros do Projeto Cassandra entre outros.

Ali Fayad — (aka Fayyad). Comerciante de armas baseado na Ucrânia suspeito de ser um operador do Hezbollah movimentando grandes quantidades de armas para a Síria.

O negociante de armas Libanês, Ali Fayad, um suspeito, e alto funcionário do Hezbollah, que os agentes acreditavam que se reportava ao Presidente Russo Vladimir Putin como um fornecedor chave de armas para a Síria e o Iraque, foi preso em Praga na primavera de 2014. Mas durante quase dois anos, quando Fayad esteve sob custódia, top funcionários da administração Obama se recusaram a exercer uma séria pressão sobre o governo Tcheco para extraditá-lo aos Estados Unidos, mesmo quando Putin pressionava agressivamente contra isso.

Fayad, que tinha sido indiciado nos tribunais dos Estados Unidos por acusações de planejar assassinatos de funcionários do governo dos EUA tentando fornecer apoio material a uma organização terrorista e tentando adquirir, transferir e usar mísseis antiaéreos, foi enviado para Beirute. Funcionários dos EUA acreditam que ele agora está de volta aos negócios, e ajudando a armar militantes na Síria e em outros lugares com armas pesadas da Rússia.

26 de Março de 2014
Acusação de Ali Fayad
A acusação alega que Fayad, juntamente com seus co-conspiradores, concordou em fornecer às FARC armas para matar oficiais dos EUA e Colombianos.

Os membros do Projeto Cassandra dizem que funcionários da administração também bloquearam ou minaram seus esforços para perseguir outros agentes do alto escalão do Hezbollah, incluindo um, apelidado de ‘Ghost’ (trad., fantasma), permitindo que permanecesse ativo apesar de ter sido acusado por alguns anos. Pessoas familiarizadas com seu caso dizem que o Ghost foi um dos maiores traficantes de cocaína do mundo, inclusive para os EUA, e também um importante fornecedor de armas convencionais e químicas para uso do Presidente Sírio, Bashar Assad, contra seu povo.

Abdallah Safieddine — O enviado de longa data do Hezbollah ao Irã, que supostamente supervisionou o “Componente de Negócios” do grupo envolvido no tráfico internacional de drogas.

E quando os agentes do Projeto Cassandra e outros investigadores procuraram repetidamente investigar e processar Abdallah Safieddine, o enviado de longa data do Hezbollah ao Irã, que o consideraram o pivô da rede criminal do Hezbollah, o Departamento de Justiça recusou, de acordo com quatro ex-funcionários com conhecimento completo sobre os casos.

A administração também rejeitou os esforços repetidos dos membros do Projeto Cassandra para processar a ala militar do Hezbollah, como uma empresa criminosa em curso, sob o estatuto federal do crime organizado estilo Máfia, dizem os membros da força-tarefa. E eles alegam que os funcionários da administração se recusaram a designar o Hezbollah como “uma organização criminosa transnacional significativa” e bloquearam outras iniciativas estratégicas que dariam à força tarefa ferramentas jurídicas adicionais, dinheiro e mão-de-obra para lutar contra ela.

Os ex-funcionários da administração Obama recusaram-se a comentar casos individuais, mas observaram que o Departamento de Estado condenou a decisão Tcheca de não entregar Fayad. Vários deles, falando sob anonimato, disseram que foram orientados por objetivos políticos mais amplos, incluindo a escalada do conflito com o Irã, restringindo o seu programa de armas nucleares e liberando pelo menos quatro prisioneiros Americanos detidos por Teerã e que alguns esforços de aplicação da lei foram, sem dúvida, limitados por essas preocupações.

Mas os antigos funcionários negaram que tivessem interrompido qualquer ação contra o Hezbollah ou seus aliados Iranianos por razões políticas.

“Houve um padrão consistente de ações contra o Hezbollah, tanto por sanções difíceis quanto por ações de aplicação da lei antes e depois do acordo do Irã”, disse Kevin Lewis, porta-voz de Obama que trabalhou na administração da Casa Branca e no Departamento de Justiça.

Lewis, falando pelo governo Obama, forneceu uma lista de oito prisões e processos judiciais como prova. Ele fez uma nota especial de uma operação em Fevereiro de 2016 onde autoridades Europeias detiveram um número não divulgado de supostos membros de uma unidade especial de negócios do Hezbollah que o DEA diz que supervisionavam e tráfico de drogas e outras empresas criminosas de criação de negócios.

Os funcionários do projeto Cassandra, no entanto, observaram que as prisões Europeias ocorreram após as negociações com o Irã terem terminado e disse que a força-tarefa iniciou as parcerias multinacionais por conta própria, após verem seus casos, durante anos, sendo derrubados pelos departamentos de Justiça e do Estado e outras agencias dos EUA.

O Departamento de Justiça, nunca arquivou acusações criminais correspondentes dos EUA contra suspeitos presos na Europa, incluindo um proeminente empresário Libanês formalmente designado pelo Departamento do Tesouro por usar seus “vínculos diretos com os elementos comerciais e terroristas de Hezbollah” para lavar os envios a granel de dinheiro ilícito à organização em toda a Ásia, Europa e Oriente Médio.

Um antigo alto funcionário de segurança nacional do governo Obama, que desempenhou um papel nas negociações nucleares do Irã, sugeriu que os membros do Projeto Cassandra estavam apenas especulando que seus casos estavam sendo bloqueados por razões políticas. Outros fatores, incluindo a falta de evidências ou preocupações sobre interferência com operações de inteligência, poderiam estar em jogo.

“E se a CIA ou o Mossad tivessem uma operação de inteligência em curso dentro do Hezbollah e estivessem tentando perseguir alguém… contra quem tivemos uma coleção impecável [de inteligência], o DEA não poderia saber disso?”, disse o funcionário. “Tenho a sensação de que pessoas que não sabem o que está acontecendo num universo mais amplo estão se agarrando às migalhas”.

O funcionário acrescentou: “O mundo é muito mais complicado do que visto através da lente estreita do tráfico de drogas. Então, você não vai deixar a CIA dominar o poleiro, e certamente também não vai deixar o DEA fazer isso também. Uma abordagem sobre qualquer coisa tão complicada como o Hezbollah terá que envolver [processos] interagências, porque o Departamento de Estado tem um pedaço da torta, a comunidade de inteligência tem, o Tesouro tem, e o DOD também tem”.

No entanto, outras fontes independentes do Projeto Cassandra confirmaram muitas das alegações em entrevistas com a POLITICO e, em alguns casos, em comentários públicos.

Um funcionário do Tesouro da era de Obama, Katherine Bauer, num testemunho escrito pouco percebido apresentado em Fevereiro passado ao Comitê de Relações Exteriores da Câmara, reconheceu que “sob a administração Obama… essas investigações [relacionadas ao Hezbollah] foram abafadas por medo de balançar a barco com o Irã e comprometer o acordo nuclear”.

16 de Fevereiro de 2017
Katherine Bauer testemunha da Câmara dos Assuntos Externos
Ex-funcionário do Tesouro critica o governo Obama.

Como resultado, alguns agentes do Hezbollah não foram perseguidos através de prisões, acusações ou designações do Tesouro que teriam bloqueado seu acesso aos mercados financeiros dos EUA, de acordo com Bauer, um funcionário de carreira do Tesouro, que serviu brevemente em seu Escritório de Financiamento do Terrorismo como um assessor sênior de política para o Irã antes de sair no final de 2015. E outros “facilitadores do Hezbollah” presos na França, na Colômbia, na Lituânia não foram extraditados — ou indiciados — nos EUA, ela escreveu.

Bauer, em entrevista, recusou-se a elaborar seu testemunho.

David Asher — Um especialista em finanças ilícitas dos EUA, enviada do Pentágono ao Projeto Cassandra para atacar a suposta empresa criminosa do Hezbollah.

David Asher, por um lado, disse que os funcionários da administração Obama expressaram sua preocupação sobre alienar Teerã antes, durante e depois das negociações do acordo nuclear do Irã. Isso era, disse ele, parte de um esforço para “tornar ineficaz, bloquear o recebimento de fundos e minar as investigações envolvendo o Irã e o Hezbollah”, disse ele.

“Quanto mais próximos chegávamos ao [acordo do Irã], mais essas atividades se afastavam, disse Asher. “Tanto da capacidade, seja nas operações especiais, seja na aplicação da lei, seja nas designações [Tesouraria] — até mesmo na qualidade do pessoal designado para essa missão — foram drenados assiduamente, quase até a última gota, até o final da administração Obama”.

Com muita fanfarra, Obama anunciou o acordo final sobre a implementação do acordo com o Irã em 17 de Janeiro de 2016, no qual Teerã prometeu suspender os esforços para construir um programa de armas nucleares em troca de libertação de sanções econômicas internacionais incapacitantes.

John “Jack” Kelly — agente do DEA que supervisiona os casos do Hezbollah na Divisão de Operações Especiais, e que nomeou a força-tarefa do Projeto Cassandra após confrontos com outras agências dos EUA sobre os links de terrorismo do Hezbollah.

Em meses, disseram os funcionários da força-tarefa, o Projeto Cassandra estava quase morto. Alguns dos funcionários mais importantes, incluindo Jack Kelly, o agente de supervisão veterano do DEA que criou e liderou a força-tarefa, foi transferido para outras atribuições. E o próprio Asher deixou a força-tarefa muito antes disso, depois que o Departamento de Defesa disse que seu contrato não seria renovado.

Como resultado, o governo dos EUA perdeu a visão não só do tráfico de drogas e outras atividades criminosas em todo o mundo, mas também das conspirações ilícitas do Hezbollah com altos funcionários dos governos Iraniano, Sírio, Venezuelano e Russo — até os Presidentes Nicolas Maduro, Assad e Putin, de acordo com ex-membro da força-tarefa e outros funcionários atuais e antigos dos EUA.

         Nicolas Maduro, Vladimir Putin e Bashar Assad

A paralização do Projeto Cassandra também prejudicou os esforços dos EUA para determinar o quanto de cocaína vindo de várias redes afiliadas ao Hezbollah estava entrando nos Estados Unidos, especialmente via Venezuela, onde dezenas de altos funcionários civis e militares estavam sendo investigados por mais de uma década. Recentemente, o governo Trump designou o vice-presidente do país, um aliado íntimo do Hezbollah e da descendência Libanesa-Síria, como um pivô mundial de narcóticos.

Enquanto isso, o Hezbollah — em aliança com o Irã — continua prejudicando os interesses dos Estados Unidos no Iraque, na Síria e em todo o mundo, da América Latina a África, incluindo o fornecimento de armas e treinamento para milícias Xiitas antiamericanas. E Safieddine, o “Ghost” (fantasma) e outros associados continuam desempenhando  papéis centrais no tráfico de drogas e armas — acreditam as autoridades atuais e antigas.

“Eles eram uma organização paramilitar com importância estratégica no Oriente Médio, e nós assistimos que se tornaram um conglomerado criminoso internacional gerando bilhões de dólares com as atividades mais perigosas do mundo, incluindo programas e exércitos de armas químicas e nucleares porque acreditam que a América é o seu inimigo jurado,” Disse Kelly, agente supervisor do DEA e coordenador principal de seus casos do Hezbollah.

“Se estão violando os estatutos dos Estados Unidos”, perguntou, “por que não podemos levá-los à justiça?”

31 de maio de 2017
Acusação de Samer El Debek
De aproximadamente 2008 a 2015, Debek teria recebido treinamento militar — treinamento de vigilância, explosivos e armas de fogo.

Kelly e Asher estão entre os funcionários envolvidos no Projeto Cassandra, que foram contatados em segredo pela administração Trump e pelos Republicanos do Congresso, que disseram que um relatório especial da POLITICO, de 24 de Abril, sobre as concessões escondidas do Barack Obama contra o Irã levantou questões urgentes sobre a necessidade de ressuscitar os programas-chave de aplicação da lei para combater o Irã.

Isso não será fácil, de acordo com o ex-membro do Projeto Cassandra, mesmo com o recente voto do Presidente Donald Trump de reprimir o Irã e o Hezbollah. Eles disseram que tentaram manter o projeto em apoio a vida, na esperança de que seja revivido pela próxima administração, mas a perda de pessoal-chave, cortes orçamentários e investigações descartadas são apenas alguns dos muitos desafios complicados pela passagem de quase um ano desde que Trump assumiu o cargo.

“Você não pode deixar essas coisas se desintegrarem”, disse Kelly. “Fontes evaporam. Quem sabe se podemos encontrar todas as pessoas dispostas a servirem de testemunha?”

Derek Maltz — Oficial sênior do DEA que, como chefe da Divisão de Operações Especiais, pressionou pelo apoio ao Projeto Cassandra e suas investigações.

Derek Maltz, que supervisionou o Projeto Cassandra como chefe da Divisão de Operações Especiais do DEA por nove anos, terminando em Julho de 2014, colocou desta forma: “Certamente existem alvos que as pessoas sentem que poderiam ter sido indiciadas e não foram. Certamente, há um argumento a ser feito para que, se amanhã, todas as agencias fossem convidadas a se juntarem e sentarem numa sala e colocarem todas as provas sobre a mesa contra todos esses bandidos, com certeza poderia haver um monte de acusações.”

Mas Maltz disse que o dano causado por anos de interferência política será difícil de reparar.

“Não há dúvida em minha mente agora, que o foco era esse acordo do Irã e nossa iniciativa era como uma mosca na sopa“, disse Maltz. “Nós fomos o trem que descarrilhou”.

O projeto Cassandra teve suas origens numa série de investigações lançadas nos anos após os ataques do 11 de Setembro, que conduziram, através de seus próprios caminhos tortos, ao Hezbollah como suspeita de ser um empreendimento global criminoso.

Operação Titã — Uma investigação conjunta com as autoridades Colombianas numa aliança global de lavagem de dinheiro e tráfico de drogas entre traficantes Latino-Americanos e operadores Libaneses.

Operação Titã, em que o DEA trabalhou com as autoridades Colombianas para explorar uma aliança global entre lavadores de dinheiro Libaneses e conglomerados Colombianos de tráfico de drogas, era uma. A Operação Perseus, visando sindicatos Venezuelanos, era outra. Ao mesmo tempo, os agentes do DEA na África Ocidental estavam investigando o fluxo suspeito de milhares de carros usados ​​de concessionárias dos EUA para estacionamentos em Benin.

Enquanto isso, no Iraque, os militares dos EUA estavam investigando o papel do Irã para equipar as milícias Xiitas com dispositivos explosivos improvisados ​​de alta tecnologia conhecidos como Penetradores Explosivamente Formados, ou EFPs, que já haviam matado centenas de soldados dos EUA.

Todos esses caminhos eventualmente convergiram ao Hezbollah.

Isso não foi uma surpresa, dizem os agentes. Durante décadas, o Hezbollah — em estreita cooperação com a inteligência Iraniana e a Guarda Revolucionária — trabalhou com militantes em comunidades Libanesas em todo o mundo para criar uma rede de empresas que eram há muito, suspeitas de serem frentes para o mercado negro. Ao longo das mesmas rotas que transportavam frangos congelados e produtos eletrônicos de consumo, essas empresas movimentavam armas, dinheiro lavado e até peças adquiridas para os programas ilícitos de mísseis nucleares e balísticos do Irã.

Ao perseguir suas investigações, os agentes do DEA descobriram que o Hezbollah estava redobrando todos esses esforços, trabalhando com urgência para levantar dinheiro, e muito disso, para reconstruir a fortaleza do Líbano do Sul depois da guerra em 2006 depois que Israel reduziu a escombros.

Datado de sua criação no início dos anos 80, o Hezbollah, que se traduz em “Festa de Deus” [sic], também se envolveu com o “narcoterrorismo”, cobrando uma tarifa dos traficantes de drogas e outros fornecedores de mercado negro que operavam em território que controlavam no Líbano e em outros lugares. Agora, com base na extensa rede de informantes do DEA, agentes secretos e escutas telefônicas, parece que o Hezbollah mudou de tática e se envolveu diretamente no comércio global de cocaína, de acordo com entrevistas e documentos, incluindo uma avaliação confidencial do DEA.

“Foi como se eles tivessem ligado um motor”, disse Kelly à POLITICO. “De repente, reverteram o fluxo de toda a atividade do mercado negro que estavam taxando há anos e assumiram o controle da operação”.

Operando como uma família do crime organizado, os operários do Hezbollah identificam empresas que podem ser rentáveis ​​e úteis como coberturas para o tráfico de cocaína e compram participações financeiras nelas, disse Kelly e outros. “E se o negócio for bem-sucedido e adequado às suas necessidades atuais”, disse Kelly, “eles passam de proprietários parciais para proprietários majoritários, para parceria completa ou aquisição”.

O Hezbollah até criou uma unidade financeira especial chamada de “Componente de Assuntos de Negócios”, para supervisionar a operação criminosa em expansão, e foi administrada pelo terrorista mais procurado do mundo depois de Osama bin Laden, um comandante militar notoriamente cruel do Hezbollah chamado Imad Mughniyeh, de acordo com entrevistas e documentos do DEA.

Imad Mughniyeh — um mentor do Hezbollah que supervisionou as operações internacionais, diz o DEA, seu tráfico de drogas, como chefe da ala militar, a Organização Jihad Islâmica.

Mughniyeh tinha sido durante décadas o rosto público do terrorismo para os Americanos, orquestrando o infame ataque que matou 241 fuzileiros navais dos EUA em 1983 em seus quartéis no Líbano e dezenas de Americanos em ataques à embaixada dos EUA em Beirute nesse ano e um anexo no ano seguinte. Quando o Presidente Ronald Reagan respondeu aos ataques retirando as tropas de manutenção da paz do Líbano, o Hezbollah conquistou uma grande vitória e saltou para a vanguarda do movimento de resistência Islâmica contra o Ocidente.

Ao longo dos próximos 25 anos, o apoio financeiro e militar do Irã ao Hezbollah permitiu que acumulassem um exército com dezenas de milhares de soldados de infantaria, armamentos mais pesados ​​do que a maioria dos estados-nação e aproximadamente 120,000 foguetes e mísseis balísticos que poderiam atacar os interesses de Israel e dos EUA na região com precisão devastadora.

Hezbollah tornou-se um especialista em soft power, também. Forneceu comida, assistência médica e outros serviços sociais para refugiados famintos no Líbano, devastado pela guerra, ganhando credibilidade na área. Em seguida, evoluiu para um poderoso partido político, lançando-se como o defensor dos pobres, principalmente Libaneses Xiitas contra as elites Cristãs e Sunitas e Muçulmanas. Mas, mesmo quando o Hezbollah estava se mudando para a política dominante Libanesa, Mughniyeh estava supervisionando uma expansão secreta de sua ala terrorista, a organização da Jihad Islâmica. Trabalhando com agentes de inteligência Iranianos, a Jihad Islâmica continuou atacando alvos Ocidentais, Israelenses e Judeus em todo o mundo e conduziu vigilância sobre outros — inclusive nos Estados Unidos — se preparando para futuros ataques.

O Hezbollah deixou os Estados Unidos de lado, o que claramente foi uma decisão estratégica para evitar a retaliação dos Estados Unidos. Mas até 2008, o governo Bush chegou a acreditar que a Jihad Islâmica era a organização terrorista mais perigosa do mundo, capaz de lançar ataques instantâneos, possivelmente com armas nucleares químicas, biológicas ou de baixo grau, que enfraqueceriam as do 11 de Setembro.

Ao financiar o terrorismo e as operações militares através do tráfico mundial de drogas e do crime organizado, a unidade de negócios de Mughniyeh dentro da Jihad Islâmica tornou-se a encarnação do tipo de ameaça que os Estados Unidos estavam lutando para resolver no mundo pós-11 de Setembro.

O DEA acreditou que era lógico a agencia de segurança nacional dos EUA liderar um esforço interagências para ir atrás das redes de tráfico de drogas de Mughniyeh. Mas, dentro do múltiplo dispositivo de segurança nacional dos EUA, essa era uma asserção questionável e problemática.

Estabelecido pelo Presidente Richard Nixon em 1973 para reunir os vários programas antidrogas no âmbito do Departamento de Justiça, o DEA era uma das mais novas agências de segurança nacional dos EUA.

E enquanto o DEA rapidamente se mostrou habilitado para trabalhar no cenário global — especialmente em parcerias com países infestados de drogas desesperados por ajudar os EUA como a Colômbia — poucas pessoas no governo dos EUA pensaram nisso como uma força legítima de contraterrorismo.

Viktor Anatolyevich Bout — O negociante de armas de Vladimir Putin, conhecido como “Senhor da Guerra”. Condenado por conspiração por vender milhões de dólares em armas aos narcoterroristas Colombianos…

Nos últimos anos da administração Bush, porém, o DEA ganhou o apoio dos altos funcionários para derrubar dois grandes traficantes de armas internacionais, um Sírio chamado Monzer al-Kassar e o “Senhor da Guerra” Russo, Viktor Bout. E graças ao apoio dos Republicanos no Congresso, tornou-se o beneficiário de uma nova lei federal que capacitou seu grupo de agentes de operações especiais de armas de assalto.

O estatuto permitiu que os agentes do DEA operassem praticamente em qualquer lugar, sem a permissão necessária de outras agências dos EUA. Tudo o que eles precisavam fazer era conectar os suspeitos de drogas ao terrorismo, e então poderiam prendê-los, levá-los de volta aos Estados Unidos e lançá-los num esforço para penetrar “os níveis mais altos das organizações criminosas mais importantes e notórias do mundo”, como o  — chefe das operações especiais Derek Maltz.

À medida que crucificavam as quantidades maciças de inteligência no Centro de Operações Contra o Narcoterrorismo do DEA em Chantilly, Virgínia, os agentes da Operação Titã, Perseus e os outros casos começaram a conectar os pontos e mapear os contornos de uma empresa criminosa abrangente.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Temporada Natalina de Terror: ISIS ameaça “explodir Feiras de Natal no Reino Unido, Alemanha e França”

Fonte: Christmas Season of Terror: Islamic State makes chilling threat to ‘attack on Christmas markets in UK, Germany and France’


No dia 22 de Julho de 2015, Robert Spencer publicou um artigo intitulado Estado Islâmico (ISIS) promete “encher as ruas de Paris com cadáveres”, traduzido por mim e publicado neste blog. Alguns meses depois o artigo recebeu uma audiência — e confesso que fiquei muito assustado — anormal. No total, chegou a 17 mil visualizações em um ou dois dias, como ainda pode ser visto no artigo. Por quê? Porque o ISIS prometeu e cumpriu, atacando Paris em Novembro de 2015, assassinando centenas de pessoas.


Temporada Natalina de Terror: ISIS ameaça “explodir Feiras de Natal no Reino Unido, Alemanha e França”

Por Pamela Geller

2 de Dezembro de 2017

A Europa está em guerra. O exército está de plantão nas ruas da França. A diferença entre essa guerra e as anteriores é que a mídia não está informando sobre isso e quando o fazem se alinham com os invasores.
O Estado Islâmico (ISIS) está incitando à umma (a comunidade mundial Muçulmana). Os devotos responderão. Os nossos costumes e as grandes tradições estão o tempo todo sob ataque (violentamente e culturalmente) desses invasores selvagens.

Tradições amadas por todos como as Feiras de Natal, 14 de Julho, fogos-de-artifício em Versalhes, festivais de música na Suécia e festivais de música na Alemanha foram todos cancelados.

É assim que o Ocidente continuará respondendo a essa guerra? Desmantelando nossa cultura, nossa civilização, peça por peça, sob pena de morte?

Tradução francesa:

“Em breve, durantes as suas férias”: ISIS promete, com ameaças arrepiantes, “atacar as Feiras de Natal no Reino Unido, Alemanha e França”

Os cartazes de propaganda terrorista mostram um Pai Natal com as mãos atadas por um jihadista na Regent Street em Londres e uma mão segurando uma faca sangrenta durante uma cena festiva ao lado da Torre Eiffel.

ISIS ameaça dizendo que está preparando ataques terroristas para a festa de Natal na França… Convocou terroristas Muçulmanos para cometerem atrocidades nas Feiras de Natal no Reino Unido, Alemanha, França e Nova Iorque.

Os defensores do terrorismo Islâmico circulam cartazes demonstrando frieza, através de aplicativos de mensagens que incluem a frase “em breve, durante as suas férias” em Inglês, Alemão e Francês. O último de uma onda de cartazes de propaganda publicados pelo ISIS chamou a atenção dos habitantes locais e visitantes de Nova Iorque. A imagem mostra um Papai Noel deixando explosivos na Times Square, com a mensagem: “Nos encontraremos no Natal em Nova York… em breve.”

A propaganda jihadista também contém imagens de marcos históricos — como a Torre Eiffel — no horário de Natal, com imagens terroristas obscuras, incluindo uma mão segurando uma faca sangrenta. Outra imagem surgiu mostrando um Papai Noel ajoelhado, as mãos amarradas e um jihadista vestido de preto parado atrás dele no que parece ser a Regent Street Avenue, em Londres.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

O que os Muçulmanos pensam de Jesus?

Fonte/Source: What do Muslims think of Jesus?


O que os Muçulmanos pensam de Jesus?

Por Tião Cazeiro

30 de Novembro de 2017

Tenho lido alguns artigos inacreditáveis, pelo grau de ingenuidade e desinformação, como este publicado no U.S. Catholic. Entretanto, acredito na boa intenção da autora, sem dúvida. Portanto, não tenho a intenção de criticar a igreja Católica no sentido ruim da palavra, e sim apresentar uma visão investigativa e crítica da realidade.

Dr. Bill Warner, diretor do Political Islam enviou um Twitter hoje dizendo o seguinte: 
Mulher Muçulmana afirma que Maria (mãe de Jesus) é reverenciada no Alcorão. Verdade, e ela ainda diz que Jesus é o profeta de Alá...
Isso não significa que o Islam não destrua igrejas e os Cristãos que a frequentam. 60 milhões foram mortos ao longo de 1400 anos e muitos estão morrendo hoje. Temos problemas maiores do que os tweets.

Agora leiam estes Hádices… (significa um corpo de leis, lendas e histórias sobre a vida de Muhammad/Maomé)


Os Quarenta Hadices (Ditos)
— Al‘rba'un Alnawauiah —

— “Para Deus a religião é o Islam. 
E os adeptos do livro 
(primordialmente Judeus e Cristãos) 
só discordaram por inveja, 
depois que a verdade lhes foi revelada. 
Porém, quem nega os versículos de Deus, 
saiba que Deus é destro em ajustar contas.”
 (3:19) — [Ênfase adicionada]

 — “E quem quer que almeje outra religião 
que não seja o Islam 
jamais lhe será aceito, 
e no outro mundo, 
contar-se-á entre os desventurados.” (3:85)

Outra informação importante retirada dos aquivos do Robert Spencer/Jihad Watch para vocês entenderem o artigo em questão.

Al-Ghazali
O eminente estudioso Islâmico W.M. Watt salienta a ortodoxia Muçulmana de Al-Ghazali. Ele diz que Al-Ghazali foi “aclamado tanto no Oriente e quanto no Ocidente como o maior Muçulmano depois de Muhammad (Maomé) e em hipótese alguma é desmerecedor de dignidade… Ele trouxe ortodoxia e misticismo ao contato mais próximo…; Os teólogos tornaram-se mais dispostos a aceitar os místicos como respeitáveis, enquanto os místicos estavam mais cuidadosos em permanecer dentro dos limites da ortodoxia.” [1]
Aqui está Al-Ghazali, evidentemente, sem intenção de partir ou do Sufismo ou da ortodoxia Muçulmana, escrevendo sobre a guerra (jihad) e o tratamento dos povos dhimmis não-Muçulmanos subjugados:

“Deve-se continuar a jihad (ou seja, ataques bélicos como razzias ou raids) ao menos uma vez ao ano… Pode-se usar uma catapulta contra eles [não-Muçulmanos] quando estão numa fortaleza, mesmo que mulheres e crianças estejam entre eles. Pode-se atear fogo neles e/ou afogá-los… Se uma pessoa da Ahl al-Kitab [Povo do Livro – primordialmente Judeus e Cristãos] for escravizado, seu casamento é [automaticamente] revogado… Podem cortar suas árvores… É preciso destruir seus livros inúteis. Jihadistas podem tomar como espólio o que decidirem… Podem roubar tanto alimento quanto precisarem…”

“O dhimmi é obrigado a não mencionar Allah ou seu apóstolo… Judeus, Cristãos e Majians devem pagar a jizya [imposto de proteção para os não-Muçulmanos]… Em oferecendo a jizya, o dhimmi deve inclinar sua cabeça enquanto um Oficial de Coleta segura a sua barba e bate no [dhimmi] osso protuberante debaixo de sua orelha [isto é, a mandíbula]… Eles não estão autorizados a exibir ostensivamente seus vinhos ou os sinos da Igreja…
Suas casas não podem ser maiores que as dos Muçulmanos, e não importa o quão baixo isso seja.

O dhimmi não pode montar num cavalo ou mula elegante; ele pode montar um burro apenas se a sela [de Trabalho] for de madeira. Ele não pode andar sobre a parte boa da estrada. Eles [os dhimmis] têm que usar [uma identificação] um remendo [em suas roupas], mesmo as mulheres, e até mesmo em banhos [públicos]… [dhimmis] devem segurar sua língua… [2] (Fonte: Wagjiz, escrito em 1101 AD. (Ênfase adicionada).

Para facilitar a vida, vou inserir alguns comentários em ‘vermelho‘. Eis aqui o artigo em questão para que vocês tirem suas próprias conclusões. Comentários serão bem-vindos.


O que os Muçulmanos pensam de Jesus?

Por Marianne Farina, C.S.C.

Publicado originalmente em 19 de Setembro de 2016

Muçulmanos acreditam que Jesus foi um profeta
a quem foi dada uma mensagem especial 
— injil, ou o Evangelho — 
para ser transmitida a todas as pessoas.

“Quem as pessoas dizem que sou?” Jesus perguntou aos discípulos. A resposta deles — de João Batista a Elijah ou de um dos profetas — revela como os seus seguidores entenderam a vida de Jesus e sua missão. Hoje, indagando a mesma pergunta às comunidades Muçulmanas ao redor do mundo — quem você pensa que é o Cristo? — é igualmente revelador.

O Alcorão menciona Jesus, ou Isa, 25 vezes, mas diferentemente a cada vez. O Alcorão explica que Jesus nasceu da Virgem Maria (19:20-21) e é “nobre neste e no próximo mundo” (3:45–47). Por isso, ele é chamado de Isa ibn Maryan, ou Jesus filho de Maria. O Alcorão também se refere a ele como ruh min ibn Allah (“Espírito de Deus”), mushia bi’l baraka (“o Messias — alguém abençoado por Deus), kalimah min Allah (“Palavra vinda/de Deus”), e rasul (Profeta-Mensageiro) de Deus.

Muçulmanos acreditam que Jesus foi um profeta a quem foi dada uma mensagem especial — injil, ou o Evangelho— para ser transmitida a todas as pessoas. Ambos confirmaram essa mensagem que foi ensinada na Torá e pressagiou a vinda do Profeta Muhammad. Assim, Jesus tem um papel vital e único a desempenhar na fé muçulmana.

Veja, traduzi o texto ipsis litteris para não haver dúvida. De acordo com Robert Spencer e David Wood não há registro de ‘presságio’ sobre a vinda do profeta do Islam especificamente. 

“Nada disso, no entanto, nega a realidade de que o Islã se baseia em uma falsa revelação. Ao avisar dos falsos profetas, Cristo disse: “Você os conhecerá por seus frutos” — não por suas aparências. Afinal, o aviso não seria necessário, exceto que o lobo estará disfarçado com roupas de ovelha. Infelizmente, muitos Católicos e muitos de seus pastores parecem viver em um mundo de sonhos bucólicos, onde os pensamentos de lobos e falsos profetas nunca são entretidos.’ — Ralph Sidway

Entretanto, enquanto Muçulmanos aceitam que Jesus era um servo, professor, e amante da palavra de Deus, eles não acreditam que ele era uma divindade ou filho de Deus. O Alcorão descreve os milagres que Jesus realizou, como a cura dos enfermos e a ressuscitação dos mortos, mas não atribui esses milagres a sua divindade. Em vez disso, Jesus é um sinal para toda a humanidade da infinita misericórdia de Deus.

Muçulmanos não acreditam em pecado original. Eles não veem necessidade de um salvador, além disso, não acreditam na crucificação de Jesus. O Alcorão afirma que Jesus foi supostamente para o céu (3:169) antes de ser, de fato, considerado morto. A tradição Islâmica explica que Jesus foi poupado da morte porque era o santo de Deus. Muçulmanos acreditam que os inimigos de Jesus não poderiam triunfar sobre ele porque ele é o servo escolhido de Deus.

 Do Inglês “assumed”. O que é supostamente? Que é suposto, uma suposição, hipótese. Pensem nisso!

Da mesma forma que os Cristãos, Muçulmanos acreditam que Jesus retornará. Textos Islâmicos dizem que Jesus regressará no dia do Julgamento, quando ele destruirá o addajjal — anti-Cristo ou impostor.

Durante toda a história e ainda hoje muitos pensadores Muçulmanos tem usado Jesus como um importante modelo religioso. Um estudioso do século XI e XII, Abu Hamid al-Ghazali, encorajou os Muçulmanos a rezarem como Jesus rezou. O filósofo do século XIII Ibn ‘Arabi chamou Jesus de wilaya (“selo do amigo de Deus”) porque ele possuiu o mais alto conhecimento de e intimidade com Deus. Mahmoud Ayoub, um moderno teologista Islâmico, desenvolveu uma Cristologia Islâmica que explora como Jesus representa a realização da humanidade por estar totalmente iluminado pela luz de Deus (tajalli).

Mencionei al-Ghazali no início do artigo.  Um Mestre Sufi jihadista, que subjugou Cristãos, encoraja Muçulmanos a rezarem como Jesus rezou.  —‘Guerra é trapaça’ – Hadith 4:269

É claro que o pensamento Islâmico sobre Jesus difere dos ensinamentos Cristãos. Mas nós também compartilhamos muitas crenças em comum: o concepção virginal de Jesus por Maria, profundo respeito pelos mistérios de Deus, amor por Jesus, e uma vontade de aprender com a vida dele enquanto buscamos a felicidade em Deus. Talvez aqui tenhamos uma abertura para uma conversa produtiva entre ambas religiões em torno da fé.

 Alcorão 98:6 
“Honestamente falando, aqueles que não creem 
(na religião Islâmica, no Alcorão 
e no Profeta Maomé) 
entre eles o Povo do Livro 
(primordialmente Judeus e Cristãos) 
e demais descrentes, 
terão que aceitar o Fogo do Inferno. 
Eles são as piores criaturas”.

Marianne Farina, C.S.C. é professora da Escola Dominicana de Filosofia e Teologia da Berkeley, California.

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

As Últimas Palavras De Um Terrorista

Fonte/Source: Last words of a terrorist
Via Jamie Glazov – Twitter: @JamieGlazov  — Editor do Frontpagemag.com — David Horowitz Centre — e apresentador do Web TV Show, The Glazov Gang.


Este documento foi divulgado pelo F.B.I. e traduzido para o The New York Times pela Capital Communications Group, uma empresa de consultoria internacional com sede em Washington, e por Imad Musa, tradutor contratado.

Um dos poucos — e certamente o mais impressionante e perturbador — vislumbres nas mentes e motivos dos homens que perpetraram o massacre de 11 de Setembro em Nova Iorque é um documento de quatro páginas, escrito em Árabe, encontrado na bagagem do líder suspeito por trás da carnificina, Mohamed Atta.


As Últimas Palavras De Um Terrorista


Publicado originalmente em 30 de Setembro de 2001

A ÚLTIMA NOITE

1) Faça o juramento de morte e renove as suas intenções.
Raspe o excesso de cabelo do corpo e use colônia. Chuveiro.

2) Certifique-se de conhecer bem todos os aspectos do plano e espere a resposta, ou uma reação, do inimigo.

3) Leia al-Tawba e Anfal [capítulos de guerra tradicional do Alcorão] e reflita sobre seus significados e lembre-se de todas as coisas que Alá prometeu aos mártires.

4) Lembre a sua alma para ouvir e obedecer [todas as ordens divinas] e lembre-se de que você enfrentará situações decisivas que podem impedir você de obedecer 100 por cento, dome a sua alma, purifique-a, convença-a, faça ela entender e incite. Alá disse: “Obedeça a Alá e ao Seu Mensageiro, e não lute entre vocês mesmos ou então você falhará. Seja paciente, pois Alá está com o paciente.

5) Reze durante a noite e seja persistente ao pedir a Alá que lhe dê vitória, controle e conquista, e que ele possa facilitar sua tarefa e não nos expor.

6) Lembre-se de Alá com frequência, e a melhor maneira de fazer isso é lendo o Alcorão Sagrado, de acordo com todos os estudiosos, até onde eu sei. É suficiente para nós que [o Alcorão] seja a palavra do Criador da Terra e das plantas, Aquele que você encontrará [no Dia do Juízo].

7) Purifique sua alma de todas as coisas impuras. Esqueça completamente de algo chamado de ‘este mundo’ [ou ‘esta vida’]. O tempo para diversão acabou e o tempo sério está sobre nós. Quanto tempo se perde em nossas vidas? Não devemos aproveitar essas últimas horas para oferecer boas ações e obediência?

8) Você deve sentir uma tranquilidade completa, porque o tempo entre você e seu casamento [no céu] é muito curto. Depois, começa a vida feliz, onde Alá está satisfeito com você, e a felicidade eterna “na companhia dos profetas, dos companheiros, dos mártires e das pessoas boas, que são boas companhias”. Peça a Alá a sua misericórdia e seja otimista, porque [o Profeta], a paz esteja com ele, costumava preferir o otimismo em todos os seus assuntos.

9) Tenha em mente que, se você entrar em dificuldades, como você irá agir e como você permanecerá firme e lembre-se de que você retornará a Alá e lembre-se de que tudo o que acontece com você nunca pode ser evitado e o que não aconteceu você nunca poderia ter acontecido com você. Esse teste do Alá Todo-Poderoso elevará o seu nível [níveis de céu] e apagará seus pecados. Tenha certeza de que é uma questão de momentos, que passarão, se Alá quiser, tão abençoados são aqueles que ganham a grande recompensa de Alá. O Alá Todo-Poderoso disse: “Você pensou que poderia ir para o céu antes de Alá saber quem entre vocês lutou por ele e é paciente?”

10) Lembre-se das palavras do Alá Todo-Poderoso: “Você estava olhando para a batalha antes de se envolver nela, e agora você a enxerga com seus próprios dois olhos”. Lembre-se: “Quantos grupos pequenos atingiram grandes grupos pela vontade de Alá”. As palavras Dele: ´Se Alá te der a vitória, ninguém poderá vencer. Então, os fiéis confiam em Alá.’

11) Lembre-se das súplicas e dos seus irmãos e pondere seus significados. (As súplicas da manhã e da tarde, e as súplicas de [entrando] uma cidade, e as súplicas [imprecisas], e as súplicas ditas antes de conhecer o inimigo.

12) Abençoe o seu corpo com alguns versos do Alcorão [lendo os versos em suas próprias mãos e depois esfregando as mãos sobre o que quer que seja abençoado], a bagagem, a roupa, a faca, seus efeitos pessoais, sua identificação, passaporte, e todos os seus documentos.

13) Verifica a sua arma antes de sair e muito antes de sair. (Você deve afiar sua faca e não gerar desconforto ao seu animal durante o abate).

14) Aperte as suas roupas [uma referência para certificar-se de que suas roupas cobrirão suas partes privadas em todos os momentos], pois esse é o caminho das gerações piedosas segundo o Profeta. Eles apertavam suas roupas antes da batalha. Aperte bem os sapatos, use meias para que seus pés estejam solidamente em seus sapatos. Todas essas são coisas mundanas [que os humanos podem fazer para controlar seu destino, embora Alá decrete o que funcionará e o que não] e o resto é deixado para Alá, ninguém melhor para depender.

15) Reza a oração da manhã em um grupo e pondera as grandes recompensas dessa oração. Faça súplicas após, e não saia de seu apartamento, a menos que você tenha feito uma ablução antes de sair, porque os anjos estarão pedindo o seu perdão enquanto você estiver em estado de ablução e estarão orando por você. Esta frase do Profeta foi mencionada por An-Nawawi em seu livro ‘O melhor das Súplicas’. Leia as palavras de Alá: “Você pensou que nós o criamos sem motivo…”, capítulo Al-Mu’minun.

O SEGUNDO PASSO

Quando o táxi levar você ao (M) [esta inicial poderia representar o aeroporto de matar (sic), em Árabe], lembre-se de Alá constantemente enquanto estiver no carro. (Lembre-se da súplica para entrar num carro, para entrar numa cidade, a súplica de lugar e outras súplicas).

Quando você chegar ao (M) e descer do táxi, diga uma súplica de lugar [‘Oh Senhor, eu peço o melhor deste lugar, e peço que você me proteja de seus males’], e em todos os lugares que você for, diga a oração e sorria e fique calmo, pois Alá está com os crentes. Os anjos o protegem sem que você sinta nada. Diga esta súplica: “Alá é mais querido do que toda a Sua criação”. Diga: ‘Oh Senhor, proteja-me deles como desejar.’ Diga: ‘Oh Senhor, tire sua ira do [inimigo] e pedimos que você nos proteja de seus males’. Diga: ‘Oh Senhor, bloqueia a visão deles, para que não vejam’. Diga: “Alá é tudo o que precisamos, Ele é o melhor para confiar”. Lembre-se das palavras de Alá: ‘Aqueles a quem o povo disse: “As pessoas se juntaram para te pegar, então temê-los”, mas isso só aumentou sua fé e eles disseram: Alá é tudo o que precisamos, Ele é o melhor para confiar. ‘Depois de dizer isso, você encontrará [não está claro] como Alá prometeu isso aos seus servos que dizem esta súplica:

1) Eles voltarão [da batalha] com as bênçãos de Alá
2) Eles não foram prejudicados
3) E Alá estava satisfeito com eles.

Alá diz: “Eles voltaram com as bênçãos de Alá, não foram prejudicados, e Alá ficou satisfeito com eles, e Alá é eterna bênção”.

Todos os seus equipamentos e portões e tecnologia não impedirão, nem prejudicarão, exceto pela vontade de Alá. Os crentes não temem essas coisas. Os únicos que o temem são os aliados de Satanás, que são os irmãos do diabo. Eles se tornaram seus aliados, Alá nos salve, pois o medo é uma ótima forma de adoração, e o único digno disso é Alá. Ele é o único que merece. Ele disse nos versos: “Esse é apenas o Diabo assustando seus aliados”, que estão fascinados com a civilização Ocidental, e beberam o amor [do Ocidente], como eles bebem água [não está claro] e têm medo de seu equipamento fraco” então não temas, somente a Mim, se você é crente”.

O medo é uma ótima adoração. Os aliados de Alá não oferecem tal adoração, exceto o único Alá, que controla tudo. [não está claro] com total certeza de que Alá enfraquecerá os esquemas dos infiéis. Alá disse: “Alá enfraquecerá os esquemas dos infiéis”.

Você deve se lembrar dos seus irmãos com todo o respeito. Ninguém deve notar que você está fazendo a súplica: “Não há Deus senão Alá”, porque se você diz 1000 vezes, ninguém será capaz de dizer se você está quieto ou se lembrando de Alá. Entre os seus milagres está o que o Profeta, a paz esteja com ele, disse: “Quem diz: “Não há Deus senão Alá”, com todo o seu coração, vai pro céu”. O profeta, a paz esteja com ele, disse: “Se você colocar todos os mundos e universos num lado da balança, e “Não há Deus senão Alá” no outro, “Não há Deus além de Alá” pesará mais fortemente. Você pode repetir essas palavras com confiança, e esse é apenas um dos pontos fortes dessas palavras. Quem pensa profundamente sobre essas palavras descobrirá que elas não têm pontos [na literatura Árabe] e isso é apenas uma de suas grandezas, pois as palavras que têm pontos carregam menos peso do que as que não têm.

Basta que essas sejam as palavras do monoteísmo, as quais o fará firme na batalha, como o profeta, a paz esteja com ele e com os seus companheiros e com aqueles que vieram antes dele, se Alá quiser, até o Dia do Juízo.

Não pareça confuso ou mostre sinais de tensão nervosa. Seja feliz, otimista, calmo, porque você está indo para uma ação que Alá ama e vai aceitar. Este será o dia, se Alá quiser, em que você passará o tempo com as mulheres do paraíso.

[poesia] Sorria diante da dificuldade jovem/porque você está indo ao paraíso eterno

Lembre-se de fazer súplicas aonde quer que você vá, e quando você fizer alguma coisa, e Alá está com seus servos fiéis, Ele os protegerá e facilitará suas tarefas, e lhe dará sucesso, controle, vitória e tudo…

A TERCEIRA FASE

Quando você subir no (T) [provavelmente tayyara, avião em Árabe], antes que o seu pé adentre pela porta, e mesmo antes de entrar, faça uma oração e súplicas. Lembre-se que esta é uma batalha pelo bem de Alá. Como o profeta, a paz esteja com ele, disse: “Uma ação por Alá é melhor do que tudo que existe neste mundo”. Quando você entrar no (T) e sentar-se em seu assento, comece com as súplicas conhecidas que mencionamos anteriormente. Esteja ocupado com a constante lembrança de Alá. Alá disse: “Ó fiel, quando achar o inimigo fique firme e lembre-se de Alá constantemente, para que seja bem-sucedido”. Quando o (T) se mover, mesmo um pouco, em direção a (Q) [referência desconhecida], diga a súplica de viagem. Porque você está viajando para o Alá Todo-Poderoso, então esteja atento nessa viagem.

Então, [não está claro], ele decola. Este é o momento em que ambos os grupos se juntam. Então lembre-se de Alá, como Ele disse em Seu livro: ‘Oh Senhor, derrame sua paciência sobre nós e firme os nossos pés e nos dê a vitória sobre os infiéis’. As palavras Dele: “A única coisa que eles dizem Senhor, perdoe nossos pecados e excessos e torne nossos pés firmes e nos dê a vitória sobre os infiéis”. O seu profeta disse: ‘Oh Senhor, você revelou o livro, você move as nuvens, você nos deu vitória sobre o inimigo, conquiste-os e dê-nos a vitória sobre eles’ ‘. Dê-nos a vitória e agite o chão debaixo de seus pés. Reze por si mesmo e por todos os seus irmãos para que eles possam ser vitoriosos e atingir seus alvos e pedir a Alá que lhe conceda o martírio diante do inimigo, não fugir dele e que Ele lhe conceda paciência e a sensação de que qualquer coisa que lhe aconteça é por ele.

Então, cada um de vocês deve se preparar para desempenhar seu papel de maneira que satisfaça Alá. Você deve apertar os dentes, como fizeram as piedosas gerações iniciais.

Quando o confronto começar, ataque como campeões que não querem voltar a este mundo. Grite, ‘Allahu Akbar’, porque isso gera terror nos corações dos infiéis. Alá disse: “Ataque acima do pescoço, e ataque todas as extremidades”. Saiba que os jardins do paraíso estão esperando por você com toda o seu esplendor, e as mulheres do paraíso estão esperando, exclamando: “Venha aqui, amigo de Alá”. Elas vestiram suas roupas mais lindas. [Ênfase adicionada].

Se Alá decretar que qualquer um de vocês deva matar, dedique o massacre a seus pais e [não está claro], porque você tem obrigações para com eles. Não discorde e obedeça. Se você matar, não crie desconforto àqueles que você está matando, porque esta é uma das práticas do profeta, a paz esteja com ele. Sobre uma condição: que você não se distraiam com [não está claro] e nem negligenciem o que é maior, prestando atenção ao inimigo. Isso seria traição, e causaria mais dano do que bem. Se isso acontecer, a ação em questão é mais importante do que fazer isso, porque a escritura é uma obrigação e [a outra coisa] é opcional. Uma obrigação tem prioridade sobre uma opção.

Não procure vingança por si mesmo. Ataque pela causa de Alá. Uma vez, Ali Bin Abi Talib [companheiro e parente próximo do profeta Muhammad] lutou com um infiel. O infiel cuspiu em Ali, que Alá o abençoe. Ali [não está claro] sua espada, mas não o atacou. Quando a batalha terminou, os companheiros do profeta perguntaram por que ele não tinha ferido o infiel. Ele disse: “Depois que ele cuspiu em mim, tive receio que eu fosse atacá-lo por vingança, então levantei minha espada”. Depois, com as intenções renovadas, voltou e matou o homem. Isso significa que, antes de fazer qualquer coisa, certifique-se de que a sua alma está preparada para fazer tudo somente por Alá.

Em seguida, implemente o caminho do profeta tornando-os prisioneiros. Torne-os prisioneiros e mate-os. Como Alá Todo-Poderoso disse: “Nenhum profeta deveria ter prisioneiros até que tenha encharcado a terra com sangue. Você quer as recompensas deste mundo [em troca de prisioneiros] e Alá quer o outro mundo [para você], e Alá é todo-poderoso, sapientíssimo”.

Se tudo ocorrer bem, cada um de vocês deverá afagar o ombro do outro por confiança que (M) e (T) número (K). (sic) Lembre a seus irmãos que essa ação é por Alá o Todo-Poderoso. Não confunda seus irmãos nem os distraia. Deve dar-lhes boas novas e acalmá-los, e lembrá-los [de Alá] e encorajá-los. Quão lindo é ler as palavras de Alá, como: ‘Aqueles que preferem a vida após a morte, neste mundo devem lutar pela causa de Alá”.

Suas palavras: “Não suponha que aqueles que foram mortos pela causa de Alá estão mortos; eles estão vivos… ‘ E outras. Ou deveriam cantar músicas para reforçar o moral, como as piedosas primeiras gerações fizeram na agonia da batalha, para trazer calma, tranquilidade e alegria aos corações de seus irmãos.

Não se esqueça de fazer uma caridade, mesmo que seja um copo de água para saciar a sua sede ou a de seus irmãos, se possível. Quando a hora da realidade se aproximar, a hora zero, [não está clara] e de todo o coração dê boas-vindas à morte pela causa de Alá. Sempre esteja se lembrando de Alá. Ou termine sua vida enquanto reza, segundos antes do alvo, ou faça suas últimas palavras: “Não há Deus senão Alá, Muhammad é o Seu Mensageiro”.

Depois, todos nos encontraremos no mais alto dos céus, se Alá permitir.

Se você vê o inimigo como forte, lembre-se dos grupos [que formaram uma coalizão para lutar contra o profeta Muhammad]. Eles eram muitos, 10.000. Lembre-se de como Alá deu a vitória aos seus fiéis servos. Ele disse: “Quando os fiéis avistaram os grupos, disseram: isso é o que Alá e o profeta prometeram, disseram a verdade. Isso só aumentou a fé.

E que a paz de Alá esteja sobre o profeta.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Professor de Georgetown, Jonathan Brown, Promove “Discriminação Religiosa” Contra Judeus

Fonte/Source: Georgetown professor Jonathan Brown promotes “religious discrimination” against Jews


Professor de Georgetown, Jonathan Brown, Promove  “Discriminação Religiosa” Contra Judeus

Por PAMELA GELLER

18 de Maio de 2017

A radicalização dos colégios e universidades da nossa nação continua em ritmo acelerado. A propaganda antissemita, de extrema esquerda, já está institucionalizada no meio acadêmico. A retórica mais repulsiva está sancionada sob a aparência de “liberdade de expressão”, enquanto vozes corajosas pela liberdade estão na lista negra. Eu e meus colegas fomos proibidos de falar, na maior parte. E nos raros momentos em que somos convidados, surge um pandemônio violento e cruel. Robert Spencer na Universidade de Buffalo, Milo em Berkeley ou a minha palestra no Brooklyn College demonstram o que enfrentamos. E, no entanto, Linda Sarsour, uma ativista terrorista pró-jihad e cruelmente antissemita, foi convidada para discursar na inauguração da CUNY (Universidade da Cidade de New York), onde estaremos protestando no dia 25 de Maio.

Professor Jonathan Brown é publicamente conhecido pelo seu ódio aos Judeus, com uma longa história de agitação antissemita. Sua esposa é filha do líder Palestino da Jihad Islâmica Sami al-Arian.

“Professor de Georgetown, Jonathan Brown, promove amplo comício pela ‘discriminação religiosa’ contra os Judeus”, Canary Mission, 18 de Maio de 2017:

Jonathan Brown [Jonathan A.C. Brown] demonizou os Judeus Israelenses e o Judaísmo. Sugeriu que o conflito Palestino-Israelense poderia ser resolvido se os “Judeus em Israel” apenas fossem informados de que “não estão autorizados a tomar as coisas que não lhes pertencem”.

Em Fevereiro de 2017, Brown se viu envolvido em controvérsias depois de ser acusado de apoiar o sexo não-consensual e a escravidão nos primórdios do Islã. O incidente é detalhado mais adiante neste perfil.

Brown endossou ataques ao movimento de Boicote, Desinvestimento, Sanções (BDS) contra Israel, sob o disfarce de apoio aos “direitos humanos”.

Brown é titular e Professor Associado de Civilização Islâmica na Georgetown University (Georgetown), e Presidente da Alwaleed bin Talal de Civilização Islâmica da Escola de Georgetown de Serviço Exterior (SFS). Brown é também Diretor do Centro Príncipe Alwaleed bin Talal para a Compreensão MuçulmanoCristã da Universidade de Georgetown (CMCU), parte integrante da SFS. O CMCU é conhecido por suas ligações com o governo Saudita.

Brown é genro de Sami Al-Arian, ex-Professor da Universidade do Sul da Flórida (USF), que foi revelado em 2006 como líder da Jihad Islâmica Palestina (PIJ), uma organização terrorista especialmente designada. O governo dos Estados Unidos deportou Al-Arian para a Turquia em 2015. A esposa de Brown, Laila Al-Arian, é produtora sênior da Al-Jazeera.

Demonizando Judeus Israelenses

Em 26 de Fevereiro de 2015, num simpósio multi-denominacional produzido pela Organização de Estudos de Política (PSO) intitulado: “Política Religiosa No Oriente Médio: A Dimensão Religiosa Do Conflito Israel-Palestina” — Brown disse: “O problema é que a criatura político Israelense, o establishment político Israelense, não disse aos Judeus em Israel que eles não têm permissão para tomar as coisas que não lhes pertencem e isto é, eu acho, um problema fundamental… se você puder dizer às pessoas que a sua crença religiosa não lhe dá o direito de tomar as posses de outra pessoa. Ok? Então, se isso fosse estabelecido, acho que mudaria completamente, você sabe, a realidade em 180 graus.”

Promovendo A Segregação Baseada Na Fé

Em 26 de Fevereiro de 2015, no simpósio acima mencionado, Brown sugeriu que os Americanos teriam que superar sua “alergia à idéia de discriminação religiosa” se quisessem prever um fim realista para o conflito entre Israelenses e Palestinos. Brown continuou dizendo que, mesmo no contexto de um Estado democrático totalmente secular, seria “absolutamente desastroso” para os Muçulmanos Palestinos ou Cristãos Palestinos se “um Judeu tivesse permissão” para entrar nos lugares sagrados de outras religiões “e começar a orar no local”. Brown disse que “precisamos aceitar que” Jerusalém pode ter que se tornar uma “cidade muito dividida sob algum tipo de controle internacional ou… externo”.

Mais tarde, Brown destacou a percepção Palestina de estar sendo “invadida” pelos Judeus Israelenses e assumiu como fato que uma “noção clara de fronteiras e separações estáveis” levaria a uma “atmosfera cosmopolita” e ajudaria a “construir confiança”.

No início do simpósio, Brown disse: “não quero dizer que não se trata de uma questão religiosa, porque penso que isso está muito claro — especialmente da perspectiva Judaica e Cristã, — Mas acho que, na verdade, do ponto de vista Árabe/Muçulmano nem tanto.”

Brown argumentou que “se você pudesse simplesmente apagar a religião da mente dos Palestinos, ainda teriam todos os problemas que têm agora” e “o problema ainda não seria resolvido”. Brown também afirmou que a disposição dos fundamentalistas Islâmicos para lutar ao lado dos Árabes seculares contra Israel mostrou que os fundamentos do conflito não eram religiosos.

Brown mais tarde afirmou: Acho que a religião é a superestrutura e as questões não resolvidas sobre controle e usurpação de direitos e terra e poder e direitos— esses são os verdadeiros problemas”.

Apresentando BDS Como Um Dever Muçulmano

Em 4 de Novembro de 2016, num podcast intitulado Congruência Difusa: A Experiência Americana Muçulmana“, Brown insinuou que os Muçulmanos têm a responsabilidade religiosa de promover o BDS. Depois de listar as várias afiliações religiosas, culturais e profissionais de algumas pessoas que apóiam o BDS — destacando especialmente alguns Judeus, — Brown prosseguiu dizendo: “Quem são os que estão indo contra o BDS e o enfraquecendo agora? São os jovens Muçulmanos. Pense nessa desgraça.” (7:20).

Brown fez esses comentários com o intuito de acabar com o projeto de diálogo Judeu-Muçulmano conhecido como a Iniciativa de Liderança Muçulmana (MLI), que foi fundada pelo Imam Abdullah Antepli, o primeiro capelão Muçulmano da Universidade Duke. MLI é um programa educativo para Muçulmanos Americanos para “entenderem por que os Judeus acreditam no que acreditam, como os Judeus vêem sua história, por que os Judeus são tão apegados a esta disputa de terra (Israel) — e assim se envolver melhor com os Judeus Americanos”. Para Antepli, “MLI tem como objetivo colocar os principais Judeus Americanos em conversa com seus homólogos Muçulmanos”.

Brown disse não ter nenhum problema com os jovens Muçulmanos “dialogando” com Judeus ou Sionistas “em qualquer lugar”. No entanto, disse que, uma vez que os organizadores “insistiram” que o programa fosse realizado em Israel, “deveria revelar qual é o verdadeiro objetivo… interromper o boicote, já que estão lá.”

Exigindo Que Israel Entregue o “Poder”

No mesmo podcast, após argumentar que a segregação religiosa é um pré-requisito necessário para confiar na construção, Brown argumentou que a base para o conflito Árabe-Israelense é realmente política, causada por um desequilíbrio de poder e recursos.

Brown argumentou que se um grupo tem “poder armado … recursos e poder internacional” e outro grupo não, então “até que esse desequilíbrio seja corrigido, de alguma forma, não haverá uma solução.” Brown disse que “não pode haver relações pacíficas ou resolver um conflito antiquíssimo a menos que o partido que está no poder se renda — até que você tenha algum tipo de distribuição equitativa.”

Em suas observações de encerramento, Brown respondeu a um pedido em relação à sua solução para a divisão religiosa-psicológica entre as partes. Brown hipotetizou que “teoricamente para um Islamista”, como “alguém da Jihad Islâmica Palestina (PIJ)“, afirmará que seus objetivos religiosos poderiam ser o de “estabelecer um estado Islâmico aqui” e “implementar a Lei Sharia” e “conduzir todos os Judeus para o fundo do mar.”

Desafiando “Liberdade” e “Consentimento”

Em 7 de Fevereiro de 2017, os comentários de Brown numa palestra intitulada “O Islã e o Problema da Escravidão” foram manchetes nacionais. Múltiplos meios de comunicação acusaram Brown de falar a favor da escravidão e do estupro — um afirmação que Brown negou. A controvérsia começou com um post no blog do escritor freelance Umar Lee, que participou da palestra de Brown.

Em 8 de Fevereiro de 2017, foi relatado que Brown tinha ejetado o jornalista conservador Andrew Harrod da sala de aula, antes do início das observações formais de Brown. Brown referenciou a ejeção no início de sua palestra — e ridicularizou publicamente o repórter ejetado.

Abaixo, uma seleção das declarações controversas feitas por Brown durante a palestra e o período de perguntas e respostas que se seguiram:

Em resposta a um questionador que caracterizou a escravidão imposta como um “erro”, Brown disse: “Se você é Muçulmano, o profeta de Deus [sic]… teve escravos. Ele tinha escravos. Não há como negar isso. Você é mais moralmente maduro do que o profeta de Deus? Não, você não é.”

Brown também disse: “A escravidão não pode ser tratada como um mal moral em si mesma, porque ‘escravidão’ não significa nada. O mal moral são formas extremas de privação de direitos e formas extremas de controle e formas extremas de exploração. Eu não acho que seja moralmente mau possuir alguém, porque nós possuímos muitas pessoas ao nosso redor e somos possuídos por pessoas”.

Em 9 de Agosto de 2015 — de acordo com uma captura de tela de 11 de Fevereiro de 2017 no Twitter — Brown disse no Facebook: “Acho que as pessoas têm um monte de coisas misturadas em suas mentes, formando uma espécie de sopa de indignação com a qual não conseguem lidar. Acho que é preciso proceder de maneira ordenada. 1) A escravidão é, em geral, permitida pela lei Islâmica. 2) É muito possível (e de fato aconteceu) declarar que a escravidão não é mais permissível seja devido as falhas consistentes no tratamento de escravos ou da decisão dos governos para o bem comum da comunidade Muçulmana. 3) Mas não é possível dizer que a escravidão seja inerentemente, absolutamente, categoricamente imoral em todos os tempos e lugares, uma vez que foi permitido pelo Alcorão e pelo Profeta. 4) As mulheres escravas não têm uma agência que controle o acesso sexual, para que seu dono possa fazer sexo com elas.”

Explicando Sexo Não Consensual

Durante sua palestra em 7 de Fevereiro de 2017, Brown desafiou os padrões modernos de moralidade que definem os seres humanos como “agentes autônomos” e ditam que “a condição sine qua non do sexo moralmente correto é o consentimento”.

Brown continuou dizendo: “Durante a maior parte da história humana, os seres humanos não pensaram no consentimento como a característica essencial da atividade sexual moralmente correta. E em segundo lugar, nós fetichizamos a ideia de autonomia na medida em que nos esquecemos —novamente, quem é realmente livre? Somos realmente pessoas autônomas? O que significa autonomia?”

Brown então continuou: “Temos essa obsessão com a ideia de autonomia” — e procedemos equiparando a servidão daqueles pressionados à escravidão sexual ou servindo como concubinas aos indivíduos sujeitos à obrigações familiares voluntariamente assumidas, decorrentes do casamento.

Retornando às Declarações Controversas

Em 17 de Fevereiro de 2017, Brown defendeu suas declarações, no Washington Post, afirmando: “Essas pessoas que me criticam não sabem a diferença entre o passado e o presente. A conversa que fiz foi uma descrição histórica.”

Em 16 de Fevereiro de 2017, Brown escreveu um artigo para a revista online Muslim Matters, onde explicou suas declarações. Lá, Brown escreveu: “Como Muçulmano, hoje posso dizer enfaticamente que a escravidão é errada e que o Islã proíbe isso… é fácil para mim dizer isso olhando para trás sobre a escravidão na história Americana, porque nossa escravidão Americana foi uma manifestação de absoluta dominação de um ser humano sobre outro que é, na minha opinião, um erro universal no tempo e no espaço”.

Em 11 de Fevereiro de 2017, Brown tuitou: “O Islã como uma fé e eu como uma pessoa condenamos escravidão, estupro e concubinato”.

BDS

O movimento BDS foi fundado em 2005 por Omar Barghouti e afirma que “trabalha para acabar com o apoio internacional à opressão de Israel contra os Palestinos e pressionar Israel a cumprir o direito internacional”.

As iniciativas do BDS incluem forçar instituições e indivíduos a se desfazerem de empresas afiliadas a Israel, boicotes acadêmicos, manifestações anti-Israel e protestos.

A realização mais notável do movimento foi a infiltração nos campus universitários através de lobby visando as “resoluções do BDS”. Nestes casos, com apoio das filiais universitárias anti-Israel, os governos estudantis se reuniram para votar em alguma forma de boicote — ou desinvestimento em — Israel e entidades afiliadas a Israel. Estas resoluções, embora não obrigatórias, foram aprovadas pelos governos estudantis em vários campus Americanos.

A atividade de BDS é frequentemente agressiva e disruptiva. Observou-se que as universidades que aprovam as resoluções do BDS vêem um aumento acentuado de incidentes antissemitas nos campus. Em 2013, quando o governo estudantil da Universidade da Califórnia Santa Barbara (UCSB) debateram uma resolução do BDS, relatórios emergiram relatando ameaças violentas e gente cuspindo em estudante vestindo um colar com a estrela de David. Como resultado, o governo estudantil optou pela “votação secreta”, a fim de garantir a sua própria segurança.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

A IGREJA CATÓLICA ESTÁ PUNINDO OS SACERDOTES DOS EUA POR FALAREM A VERDADE SOBRE O ISLÃ E A JIHAD

Fonte: The Catholic Church is punishing U.S. priests for speaking the truth about Islam and jihad


A IGREJA CATÓLICA ESTÁ PUNINDO OS SACERDOTES DOS EUA POR FALAREM A VERDADE SOBRE O ISLÃ E A JIHAD

POR ROBERT SPENCER

7 de Maio, 2017

Muitos bispos protegeram padres que assediaram crianças durante anos, transferindo-os de paróquia em paróquia e permitindo que caçassem crianças novas em vez de os entregarem à polícia. Na Igreja Católica de hoje, proteger a imagem do Islã parece ser o serviço número um: você pode ser um clérigo que se manifesta contra as posições oficiais da Igreja (como a contracepção e as sacerdotisas) e em muitos lugares da Igreja será saudado como um herói. Mas a proposição altamente duvidosa de que o Islã é uma religião de paz tornou-se uma espécie de superdogma que os bispos norte-americanos aplicam com rigor (e até mesmo com impiedade) que nunca exibem em relação ao ensino real da Igreja. Você pode rejeitar todos os elementos do Credo Niceno e tudo mais o que a Igreja ensina, e mesmo assim os Bispos Católicos dos Estados Unidos irão considerar você um católico de boa reputação. Mas se você acredita que o Islã não é uma religião de paz, você não tem lugar na Igreja Católica dos EUA.

Eu mesmo tive palestras canceladas pelos bispos Católicos Robert McManus, Kevin Farrell e Jaime Soto, e impedido pelo bispo Católico Grego Melkite nos Estados Unidos, Nicholas Samra, de aceitar vários outros convites para falar. A Conferência dos Bispos dos Estados Unidos move-se ativamente e rapidamente para silenciar e demonizar as vozes que dizem a verdade sobre a perseguição Muçulmana de Cristãos. Em 13 de Agosto de 2015, fui o principal palestrante na convocação anual da Igreja Luterana Norte-Americana em Dallas, Texas (a diocese de Kevin Farrell; Farrell tinha previamente me impedido de falar numa paróquia que me convidou para participar). Falei sobre a perseguição Muçulmana global aos Cristãos. A Conferência dos Bispos dos Estados Unidos, me foi dito, enviou um representante para a convocação da Igreja Luterana Norte-Americana todos os anos. No entanto, naquele ano, quando o USCCB descobriu que eu era o principal palestrante, retirou o seu representante da convocação Luterana, para que ninguém tivesse a ideia de que a Igreja Católica endossou uma análise verdadeira e precisa da situação dos Cristãos no Oriente Médio.

Não se preocupe, reverendos padres: ninguém os confundirá com as pessoas que estão interessadas em dizer verdades desconfortáveis. Assista ao vídeo da minha palestra aqui e considere se o discurso foi muito quente para a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos.

Os covardes, os servidores do tempo, os oportunistas e os viajantes auto-iludidos dominam a hierarquia da igreja hoje em dia. Bispos e padres, e todos os demais Católicos acreditam que falar o que deve ser dito o torna desleal à igreja. Isto é um absurdo. Chamar essas pessoas para prestar contas do dano que fizeram e estão fazendo, é a forma mais elevada de lealdade à Igreja. Mas eles estão completamente no controle, e nem sequer se dignam de se envolver com aqueles que se opõem ao que estão fazendo. Bem, agora eles têm a Igreja que querem, e com o passar dos anos, o que eles fizeram ficará claro para todos, como os inimagináveis ​​danos e a destruição que permitiram, tanto para a Igreja Católica como para o mundo em geral.

“Deixe-os; são guias cegos. E se um cego conduzir um cego, ambos cairão no poço. “(Mateus 15:14)

“Mais um Dia, Outra Desculpa aos Muçulmanos”, de Susan D. Harris, American Thinker, 2 de maio de 2017 (Agradecimentos a Creeping Sharia):

“Não dê ouvidos aos liberais porque os Muçulmanos vão cortar suas cabeças.”

Esse é o comentário que garantiu um destaque no KRQE, “Os parentes acusam o padre de Belen de fazer comentários discriminatórios contra os Muçulmanos.” Aparentemente, ninguém teve problema com a parte que diz “não ouçam os liberais”. Em vez disso, como bem treinados no politicamente correto, foi no momento em que o Padre Jonas Romea, um padre de Belen, Novo México, disse a um grupo de crianças Católicas do pré-K ao oitavo grau, que havia terroristas Muçulmanos lá, é que o problema surgiu. Foi quando mencionava especificamente que Muçulmanos estavam cortando “cabeças fora”, que os pais ficaram terrivelmente ofendidos em nome do Islã. O que aconteceu em seguida você já sabe, um repórter do KOAT Action News perguntando ao padre Romea se ele não achava que suas observações eram “Islamofóbicas”? Romea disse que negou esse rótulo, e reforçou seu ponto de vista dizendo: “Relatórios recentes do Oriente Médio mostram que os Católicos em todo o mundo estão sob ataque. As notícias que recebemos… de lá, nos dizem que na verdade, os Cristãos estão sendo assassinados.”

KRQE relatou que depois de receber queixas sobre as observações do padre Romea (feitas durante uma homilia aos estudantes da Igreja de Nossa Senhora de Belen), a “Arquidiocese de Santa Fé, enviou uma carta aos pais dizendo que a homilia não abraçou completamente a mensagem de Jesus Cristo.”

Mais tarde, o padre Romea discutiu com o repórter David Carl, do KOAT, perguntando: “Todas as pessoas são ladrões? Não, nem todas as pessoas são ladrões. Mas a minha próxima pergunta é: você tranca as suas portas à noite? “

Carl respondeu: “Eu sei. Eu tranco. Então, você está associando Muçulmanos como ladrões? Você está fazendo uma equiparação?” Carl, mais esperto, apenas com técnicas de pensamento crítico progressivamente ajustadas e projetadas para desarmar o raciocínio tradicional humilhou o padre Romea facilmente, e então o silenciou com uma entrevista profissionalmente editada. A esta altura, ele tem sido tão intimidado — por alguém ou algum órgão de governo — que nem se atreve a mencionar o nome “da religião que mencionou” — o Islã.

A história original foi ao ar em 30 de Março. Por volta de 12 de Abril, o padre Romea emitiu o que algumas pessoas locais me disseram que acreditaram ser um “pedido de desculpas coagido”, o qual pode ser lido aqui; e por volta do dia 28 de Abril foi demitido da diocese. (Este fato foi dito por alguém que falou diretamente com o próprio padre Romea, e também esteve presente durante a missa de 30 de Abril quando foi discutida a demissão do padre Romea. Não houve nenhuma declaração oficial da diocese.)

O pedido de desculpas de Romea continha a frase: “Percebi que a Fé Islâmica não deve ser equiparada ao terrorismo e vice-versa”.

Infelizmente, o sacerdote Francês Jacques Hamel, de 84 anos, não teve a chance de concordar com essa declaração, pois teve a sua garganta cortada pelos militantes do Estado Islâmico (ISIS) há menos de um ano, durante uma silenciosa missa matutina. As pessoas precisam se conscientizar das lutas espirituais que estes líderes Cristãos Católicos estão sofrendo à medida que o mundo continua os empurrando para o chão — simbolicamente ou literalmente — para que rastejem em direção a Meca.

No Novo México, o incidente tomou um tom abertamente político quando o ex-senador Michael Sanchez pôs um foco sobre isso, divulgando via Twitter que o que aconteceu “não estava certo” e que “apoia os Muçulmanos”.

Histórias de sacerdotes sendo silenciados quando tentam falar contra o Islã não é novidade,  entretanto não estão diminuindo. No início deste mês, a diocese de Orlando na Flórida, repreendeu um padre por ensinar seus alunos sobre Muhammad a partir dos escritos do Católico São João Bosco. A história desenterrada, o que não é uma surpresa, pelo Projeto Documentando o Ódio, do Huffington Post, terminou com a diocese de Orlando afirmando que “a informação fornecida na classe da sexta série não é consistente com os ensinamentos da Igreja Católica”.

No mês de Fevereiro último, o Reverendo Peter West, pastor da Igreja Católica de St. John em Orange, Nova Jérsei, declarou que o Islã moderado era “um mito” e que apoiava abertamente a proibição de viajar do Presidente Trump (embora suas características mudassem ao longo do tempo). Um porta-voz da diocese disse, “…estamos preocupados com os comentários e as ações do Padre West, e vamos tratá-los de acordo com os protocolos da Igreja”.

O jornalista Mark Mueller, escrevendo para a NJ.com, disse aos seus leitores:

“(Father West), embora popular entre muitos dos seus 7.300 seguidores no Facebook em todo o país, vai contra as declarações e filosofia de seu próprio líder, o Cardeal de Newark, Joseph W. Tobin, e seu chefe supremo, o Papa Francisco.

O que realmente está acontecendo em pequenas dioceses Católicas em todo o país, só se pode adivinhar; mas você pode ter certeza de que a polícia politicamente correta está de plantão em todos os lugares ….

É a maior das ironias, embora não haja nenhum sacerdote Católico conhecido, nem adepto do Catolicismo, que tenha sido acusado de decapitar um Muçulmano nos tempos modernos, é que aqueles que advertem contra o Islã são alvos de censura e ridicularizados por suas próprias sociedades.


 

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Por Que Deixei O Islã: A História De Um Iraniano-Americano

Fonte/Source: Why I Left Islam: An Iranian-American Speaks


Nota do tradutor: Procuro sempre deixar o texto o mais próximo possível do original. Entretanto, em alguns momentos o depoimento do Iraniano-Americano se mostra um pouco caótico, mas o autor preferiu dessa forma.


Por Que Deixei O Islã: A História De Um Iraniano-Americano

Por ANDREW HARROD

26 de Abril de 2017

“Vejo muito amor no Cristianismo, vejo muita raiva e ódio no Islã”, disse o meu anônimo interlocutor Iraniano-Americano, no escritório do condomínio em que mora. Meu parceiro de entrevista relatou uma reveladora viagem pessoal, espiritual e geográfica, longe de sua fé Islâmica de infância e da pátria Iraniana até a sua conversão na fase adulta ao Cristianismo na América.

Filho de Iranianos Muçulmanos devotos, “Martin” viveu no Irã até 1974, quando seus pais o enviaram, aos 16 anos de idade, à Inglaterra para cursar o ensino médio. Sem qualquer coerção de seus pais, sua própria devoção o levou aos 12 anos de idade a frequentar as aulas de Alcorão e a praticar o regime Islâmico das cinco orações diárias. No entanto, a lei Islâmica exige apenas que os meninos comecem as orações aos 14 anos de idade.

Martin terminou suas visitas às classes do Alcorão e as orações diárias pouco antes de partir, após a nona série, para a Inglaterra onde a justaposição de sua fé Islâmica e a vida no Ocidente gerou uma crise pessoal. “Eu vivia na Inglaterra, todas as aulas eram mistas, meninos e meninas”, recorda. “Sendo um Muçulmano não devo apertar a mão das mulheres, não devo sair para namorar, não devo beber, e não poderia fazer isso na Inglaterra”. Violar as restrições Islâmicas num país como o Reino Unido, “sem necessariamente envolver sexo. Mas sua vida normal, diária — você não deve fazer isso.”

Em busca de uma solução para o seu dilema pessoal, Martin lembrou de sua formação religiosa dizendo que “no Islã eles têm diferentes classes de pecados”, alguns menores e perdoáveis ​​(saghira), outros graves e imperdoáveis ​​(kabira). Entre estes últimos, sendo um munafiq ou hipócrita, a “forma como aprendi o Islã, nunca é perdoado por Deus. Suponha que você seja ateu e se arrependa no fim de sua vida, Deus o perdoará.” “Mas se você é Muçulmano munafiq, Deus nunca o perdoará”, de tal forma que Martin não queria se declarar Muçulmano enquanto exibia normas Islâmicas. “Me tornei um ateu por razões egoísticas, porque pelo menos havia uma chance de ser perdoado.

Martin permaneceu ateu durante seus anos de faculdade, estudos de pós-graduação e vida subsequente nos Estados Unidos até 2003, quando se casou com sua segunda esposa. Essa mulher Cristã queria um casamento Cristão, e ele professou seu ateísmo ao pastor durante o aconselhamento pré-nupcial. “Fiquei realmente impressionado com a maneira como ele lidou com isso. Você procura um mulá Muçulmano, para casar e diz que é ateu, ele o expulsará imediatamente”, entretanto o pastor não se opôs e casou Martin com a sua congregante. Depois que começou a frequentar os cultos da esposa, o pastor sugeriu a Martin que frequentasse as aulas de educação Cristã, iniciando um processo que levou ao seu batismo em 2013.

Martin oferece interessantes reflexões sobre sua compreensão pessoal das diferenças entre o Cristianismo e o Islamismo. “No Cristianismo você é amado, não importa o quê, por Deus. O pastor que nos casou, um exemplo perfeito, correto, mesmo eu sendo ateu, foi a pessoa mais respeitosa para mim. “Além disso,” na nossa igreja, por exemplo, quando oramos, oramos por outras religiões, rezamos pelas pessoas que nem sequer acreditam em Deus… Você não vê isso no Islã, rezam apenas para si mesmos”.

Em contraste, Martin lembra das classes do Alcorão Iraniano que “a maior parte do Alcorão é sobre como Deus o punirá”. No Islã, Deus muitas vezes “fica bravo com você. Se você ler o Alcorão, tudo se resume em, se você fizer isso você vai se queimar para sempre, se você fizer isso você vai estar com as cobras”, uma vingança ainda mais aterrorizante dado os numerosos legalismos Islâmicos. “O Cristianismo não é uma religião rígida, enquanto o Islã diz o que comer, o que não comer, o que vestir, o que não usar, como fazer amor, como não fazer amor, como ir ao banheiro, eles têm leis para cada coisa que você faz.” Martin lembrou da etiqueta Islâmica do toalete exigindo que uma pessoa entre num banheiro com a perna esquerda, e não se aliviar em direção a ou oposta a Meca.

A alegria pessoal de Martin ao se tornar Cristão contrasta com o desenvolvimento deprimente de sua pátria desde a revolução Iraniana de 1979, que estabeleceu a República Islâmica do Irã. Lembrando seus pais devotos porém tolerantes, ele observa que “eu tenho um problema com o Islã como política, como ideologia, não como uma religião.” “Existem dois tipos de Muçulmanos. Há Muçulmanos religiosos, isso é um assunto privado, é para si, e há esses Muçulmanos políticos, que é essa nova geração desde a Revolução Iraniana”.

Martin tem boas lembranças da “geração do xá” num Irã, onde o governante Mohammad Reza Shah Pahlavi bebeu champanhe e não forçou as mulheres a uso do véu/hijab. “Sob o xá, você queria ir à mesquita, você poderia; você queria ir à discoteca, você poderia”, e seu pai,” tão religioso como era, nunca forçou ninguém a não beber, era problema deles”. Ele tinha clientes Judeus em sua loja de tapetes em Teerã, indicativo de um passado mais tolerante no Irã, em que Martin fez amizade com pessoas de várias minorias religiosas Iranianas.

A experiência pessoal da primeira esposa de Martin, uma Iraniana Baha’í, a qual conheceu e depois se divorciou nos Estados Unidos, exemplificou a repressão da República Islâmica do Irã após a queda do xá. A doutrina Islâmica considera essa comunidade religiosa fundada no Irã como herética e portanto “najis” ou impura. Sua escolha de esposa não era, portanto, incontroversa, e “houve alguma resistência, mesmo dos meus pais, mas aos poucos acabaram amando ela.”

A avó da esposa de Martin morreu em 1981 e a dura repressão da República Islâmica contra os Baha’ís também se estendeu até a morte. Depressivo para a sua esposa, as leis Islâmicas do Irã proibiram funerais públicos e lápides para os Baha’ís, o que significa que “basicamente você tem que enterrá-los como desconhecidos”. Entre várias discriminações contra os Baha’ís na economia e na educação, a “coisa mais cruel é você não poder nem mesmo enterrar seus mortos com respeito.”

As várias visitas de Martin ao Irã pós-revolucionário dificilmente encontraram um paraíso Islâmico:

“Agora há mais alcoólatras no Irã do que sob o regime do xá, porque as pessoas estão fazendo isso em suas próprias casas. O que está acontecendo no Irã, coisas anti-Islâmicas, como o sexo antes do casamento, o consumo de drogas, e muito mais, é completamente diferente quando sob o regime do xá. Basicamente, suas leis rígidas, as leis da sharia, têm tido um grande desempenho.”

Martin lembra que o Irã do xá estava muito mais desenvolvido do que a Coréia do Sul, mas desde 1979 a Coréia do Sul se tornou uma sociedade moderna, enquanto o Irã estagnou, apesar de sua enorme riqueza de petróleo.

Ele visitou o Irã pela última vez em 2002 para o funeral de sua mãe, mas a visão de mal-estar social, como a vício generalizado por drogas e meninas adolescentes transformadas em prostitutas, o comoveu para nunca mais voltar. Outras preocupações, como a de ser preso e usado como um refém político, igual a outros Iranianos com dupla nacionalidade, como o repórter do Washington Post, Jason Rezaian, só reforçou seu voto de que “não tenho vontade de voltar…  Perdi o Irã, para mim o Irã morreu.”

Duas das irmãs de Martin acrescentaram à sua perda usando a sua apostasia Islâmica contra ele, em processos judiciais Iranianos, para reivindicar sua herança. Como observado por seu advogado, suas irmãs declararam no tribunal que seu irmão é agora um kafir, ou infiel, tornando-o inelegível para a herança sob a lei Islâmica da sharia (sua relutância em retornar ao Irã só piorou seu caso legal). Essas irmãs, uma das quais costumavam dançar em clubes, o deixaram perplexo diante da recém-descoberta religiosidade delas após a revolução, e o forte apoio atual delas ao Líder Supremo do Irã, o Aiatolá Ali Khamenei.

Depois de um prolongado processo legal de 11 anos, após a morte de sua mãe, o advogado de Martin só conseguiu ganhar para ele cerca de um vigésimo de sua herança. Suas irmãs “sentiram-se justificadas me enganando, porque de acordo com elas, sou infiel”. “Seu Deus poderia até mesmo recompensá-las basicamente por trair um Cristão, porque de acordo com elas, agora não sou mais seu irmão, estou acabado. E acredite, se pudessem, elas me matariam.

De volta aos Estados Unidos, Martin tem “medo de que os Muçulmanos se tornem poderosos aqui, como na Europa”, onde ocorreram incidentes de vigilância Islâmica como a “patrulha da sharia” na Alemanha. Ele “tive que chutar alguém para fora da minha casa” quando um Muçulmano o visitou com um grupo de amigos de Martin. O Muçulmano “disse, por que você está servindo álcool? Eu disse que esta é a minha casa; não é da sua conta. Eu disse, você não gosta, saia.”

Martin adverte que, com os Muçulmanos observadores da sharia “é assim que eles começam. Oh, você poderia ser respeitoso, é contra a minha religião.” “Esses Muçulmanos, dizem, oh nós somos uma religião de paz e tudo. A única razão de dizerem isto é porque estão em minoria. Eles querem impor seu modo de vida”. Menciona o antecessor de Khamenei, o Aiatolá Ruhollah Khomeini, cuja fatwa de 1989 pediu a morte do escritor Britânico Salman Rushdie; “onde está a paz nisso?”

Martin comparativamente vê os convertidos Americanos ao Islã com profundo ceticismo e os censura pela ingenuidade em relação a sua nova fé. “Quando tiver uma chance, vou perguntar a todas essas crianças aqui convertidas ao Islã: tudo bem, isso é o seu livre arbítrio, mas o que vai acontecer com você se você mudar de ideia?” Qualquer apostasia deles “estarão assinando sua própria sentença de morte” em qualquer circunstância em que a pena de morte Islâmica tradicional para apostasia seria aplicável, como na República Islâmica do Irã; “Esse é o verdadeiro Islã.” “Isso realmente me parte o coração quando vejo crianças, jovens, aqui se convertendo ao Islã sem saber no que estão se metendo”.

A isolada observação otimista de Martin percebe que, apesar da severa repressão, muitos Iranianos estão se convertendo precisamente na direção oposta e ampliando o ranking de membros Iranianos na igreja subterrânea:

“A razão pela qual estão indo para o Cristianismo é basicamente a minha razão, é o amor… Eles experimentaram 38 anos de rígida lei da sharia, que realmente é puro ódio, nada mais, não há amor envolvido, e as pessoas estão mostrando resistência … Eles têm visto do que o Islã é capaz.”


Nota do blog:

Para os versados na língua Inglesa, segue uma lista imperdível de livros essenciais. 

Acesse os links para mais informações:

The Complete Infidel's Guide to Iran (Complete Infidel's Guides)
The Al Qaeda Reader: The Essential Texts of Osama Bin Laden's Terrorist Organization
The Post-American Presidency: The Obama Administration’s War on America
Stop the Islamization of America: 
A Practical Guide to the Resistance.
Germany and the Middle East, 1871-1945
From Time Immemorial: The Origins of the Arab-Jewish Conflict over Palestine
The Decline of Eastern Christianity Under Islam: 
From Jihad to Dhimmitude: Seventh-Twentieth Century
The Truth about Muhammad: Founder of the World's Most Intolerant Religion
The Complete Infidel's Guide to the Koran (Complete Infidel's Guides)

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

UMA ‘FOBIA’ DE 1.389 ANOS DE IDADE? — Raymond Ibrahim

Fonte/Source: A 1,389 Year-Old ‘Phobia’? – Raymond Ibrahim

UMA ‘FOBIA’ DE 1.389 ANOS DE IDADE?

Por Raymond Ibrahim

7 de Abril de 2017

FrontPage Magazine

Existe uma correlação direta entre a ignorância Ocidental da história e a ignorância Ocidental das doutrinas “problemáticas” do Islã. É essa conexão que permite aos apologistas do Islã escaparem com tantas distorções e mentiras definitivas destinadas a proteger o Islã.

Como exemplo, Reza Aslan, o “canibal” residente da CNN: afirmou recentemente que a “Islamofobia” — definida pela CAIR (Conselho de Relações Islâmico-Americanas) entre outros, como “medo infundado e hostilidade contra o Islã” — foi criada por alguns “palhaços” em 2014.

Sem dúvida, o medo Ocidental do Islã é algo de um fenômeno recente nos tempos modernos. Porque o mundo era um lugar muito maior há algumas décadas, e o Islã estava longe dos oceanos, e o Americano médio mal sabia sobre o credo de Muhammad. No entanto, à medida que o mundo se tornou menor — enquanto os Muçulmanos têm crescido em número nas sociedades Ocidentais, assim como a tecnologia moderna tornou possível ao mais fraco aterrorizar o mais forte e, em seguida, transmiti-lo para o mundo ver (via Internet), — o mundo Ocidental, por consequência, vem ouvindo, vendo e experimentando cada vez mais o Islã.

Mas, a queixa do Aslan, não é direcionada à ignorância das pessoas no passado, e sim porque agora estão prudentes a respeito do Islã. Em vez disso, acusa um número de escritores e ativistas — os “palhaços” acima mencionados — de fabricarem uma imagem ameaçadora do Islã, que por sua vez, levou os povos Ocidentais a desenvolverem um “medo infundado e hostilidade contra o Islã” —ou em uma palavra, “Islamofobia”.

Tal afirmação se baseia numa quantidade obscena de ignorância histórica. O fato é, que os povos Ocidentais, incluindo alguns de seus luminares, retrataram o Islã como uma força hostil e violenta desde o início — muitas vezes em termos que fariam corar o “Islamofóbico” de hoje. E isso não ocorreu porque os Europeus estavam “reformulando o outro” para “validar suas aspirações imperiais” (como a cansada terminologia de Edward Said, que há muito domina o tratamento acadêmico das interações entre o Ocidente e o Islã). Ao contrário, foi porque, desde o início, o Islã tratou o “infiel” do mesmo modo que o Estado Islâmico (ISIS) trata o infiel: brutalmente.

De acordo com a história Muçulmana, em 628, Muhammad/Maomé convocou o imperador Romano (ou “Bizantino”), Heráclio — o chefe simbólico do “Ocidente”,  mais tarde conhecido como “Cristandade” — para submeter-se ao Islã; quando o imperador recusou, uma jihad devastadora foi desencadeada contra o mundo Ocidental. Menos de 100 anos depois, o Islã havia conquistado mais de dois terços da Cristandade e estava invadindo profundamente a França. Enquanto essas conquistas de longo alcance frequentemente repartem uma sentença, quando muito, nos livros de hoje, os cronistas da época, incluindo os Muçulmanos, deixam claro que esses eram eventos cataclísmicos que tiveram um efeito traumático e desempenhou um papel importante na formação, da parte não conquistada da Cristandade, que se tornou a própria Europa. Como Ibn Khaldun, depois de descrever as incessantes incursões Muçulmanas em busca de espólio e escravos ao longo das costas mediterrâneas da Europa durante os séculos IX e X, “os Cristãos não podiam mais flutuar uma tábua no mar”. Eles tomaram as ilhas e a Idade das Trevas começou.

Mas não foi apenas o que experimentaram pessoalmente nas mãos dos Muçulmanos que desenvolveu essa antiga “fobia” ao Islã. Já no oitavo século, as escrituras e histórias do Islã — o Alcorão, Hadith, Sira e Maghazi — tornaram-se disponíveis às comunidades Cristãs adjacentes ou mesmo sob a autoridade dos califados. Com base apenas nessas fontes primárias do Islã, os Cristãos concluíram que Muhammad era um falso profeta (possivelmente possuído por demônios) que obviamente havia inventado um credo para justificar as piores depravações do homem — por domínio, pilhagem, crueldade e carnalidade. Essa visão prevaleceu durante mais de um milênio em toda a Europa (e até hoje entre os “Islamofóbicos”); e foi aumentada pelo fato de que os Muçulmanos ainda estavam, durante bem mais de um milênio, invadindo territórios Cristãos, saqueando e sequestrando mulheres e crianças. O primeiro combate dos Estados Unidos com o Islã — as guerras Berberes no início do século XIX — veio por meio dos ataques Muçulmanos aos navios Americanos em busca de espólio e escravos em nome de Alá.

Eis aqui uma minúscula amostra do que os Europeus pensavam do Islã ao longo dos séculos:

Teófanes, o cronista Bizantino (d.818):

Ele [Muhammad] ensinou àqueles que lhe deram ouvidos, que aquele que matasse o inimigo, — ou fosse morto pelo inimigo, — entraria no paraíso [ver Alcorão 9: 111]. E disse que o paraíso era carnal e sensual — orgias alimentares, bebidas e mulheres. Além disso, havia um rio de vinho… e as mulheres eram de outro tipo, e a duração do sexo muito prolongada e seu prazer duradouro [por exemplo, Alcorão 56: 7-40, 78:31, 55:70-77]. E todos os tipos de absurdos.

Tomás de Aquino, um dos filósofos mais influentes da Cristandade (d.1274):

Ele [Muhammad] seduziu o povo por meio de promessas de prazeres carnais, aos quais a concupiscência da carne nos exorta… e deu rédea livre ao prazer carnal. Tudo isso, como não é inesperado, foi obedecido por homens carnais. Quanto às provas da verdade de sua doutrina… Muhammad disse que foi enviado para comandar o seu exército — os quais são sinais de que não faltam até mesmo ladrões e tiranos [i.e. sua “prova” de que Alá estava com ele é que o tornou capaz de conquistar e saquear outros].

Marco Polo, viajante mundialmente famoso (d.1324):

De acordo com a doutrina [Muçulmana], tudo o que é roubado ou saqueado de outros de uma fé diferente é apropriadamente tomado, e furtar não é crime; enquanto aqueles que sofrem a morte ou lesão pelas mãos dos Cristãos, são considerados como mártires. Se, portanto, não fossem proibidos e restringidos pelos poderes [Mongóis] que agora os governam, cometeriam muitos atentados. Esses princípios são comuns a todos os Sarracenos [Muçulmanos].

Quando Khan, o Mongol, descobriu mais tarde a criminalidade depravada de Achmath (ou Ahmed), um de seus governadores Muçulmanos, Polo escreve que:

A atenção do khan [se voltou] para as doutrinas da seita dos Sarracenos [i.e., o Islã], que desculpam todos os crimes, sim, até mesmo o próprio assassinato, quando cometidos à pessoas que não são de sua religião. E vendo que essa doutrina tinha levado o maldito Achmath e seus filhos a agirem como o fizeram, sem qualquer sentimento de culpa, Khan começou sentir o maior dos nojos e abominação por ele. Convocou os Sarracenos e os proibiu de fazerem muitas das coisas que sua religião ordenava.

Alexis de Tocqueville, pensador político e filósofo Francês, mais conhecido pela Democracia na América (d.1859),

Estudei muito o Alcorão. Saí do estudo com a convicção de que, em geral, houve poucas religiões no mundo tão mortais aos homens como a de Muhammad. Tanto quanto posso ver, é a causa principal da decadência tão visível hoje no mundo Muçulmano, embora menos absurda que o politeísmo de antigamente, suas tendências sociais e políticas são, na minha opinião, para serem temidas, e portanto consideradas como uma forma de decadência em vez de uma forma de progresso em relação ao paganismo em si.

Winston Churchill, um líder da Aliança de guerra contra Hitler durante a Segunda Guerra Mundial (1965):

Quão terríveis são as maldições que o Maometanismo [Islã] coloca sobre seus devotos! Além do frenesi fanático, que é tão perigoso ao homem como hidrofobia num cão, há essa apatia fatalista terrível. Os efeitos são evidentes em muitos países. Os hábitos imprevidentes, os sistemas desleixados de agricultura, métodos lentos de comércio e a insegurança da propriedade existem onde quer que os seguidores do Profeta governem ou vivam. Um sensualismo degradado priva a vida de sua graça e refinamento; e o próximo de sua dignidade e santidade. O fato de que na lei Maometana toda mulher deve pertencer a algum homem como sua propriedade absoluta, seja como criança, esposa ou concubina, deve atrasar a extinção final da escravidão até que a fé do Islã tenha deixado de ser um grande poder entre os homens.

Para que não pareça que essas e outras acusações históricas contra o Islã sejam simplesmente produtos de xenofobia Cristã/Ocidental que simplesmente não podem tolerar o “outro”, deve-se notar que muitos críticos Ocidentais do Islã elogiam regularmente outras civilizações não-Muçulmanas, bem como o que se chama hoje de “Muçulmanos moderados”.

Assim Marco Polo saudou os Brâmanes da Índia como sendo “os mais honrados”, possuindo um “ódio pelo engano ou por roubar os bens de outras pessoas”. E apesar de suas críticas à “Seita dos Sarracenos”, isto é, o Islã, se referia a um líder Muçulmano como governando “com justiça”, e outro que “se mostrou [ser] um bom senhor e se fez amado por todos”.

Winston Churchill resumiu a questão da seguinte maneira: “Os Muçulmanos individuais podem mostrar qualidades esplêndidas — mas a influência da religião paralisa o desenvolvimento social daqueles que a seguem. Não existe força retrógrada mais forte no mundo.”

Apologistas como Reza Aslan podem dizer o que quiserem; podem afirmar que o Islã é para sempre e perpetuamente “mal entendido” — e podem apostar na ignorância Ocidental da sua própria história para escapar disso. Mas o medo e a aversão ao Islã tem sido a principal posição entre os Cristãos/Ocidentais por quase 1.400 anos — desde que Muhammad começou a atacar, saquear, massacrar e escravizar os não-Muçulmanos (“infiéis”) em nome do seu deus; e é por causa dos seus seguidores, Muçulmanos, atacando continuamente, saqueando, massacrando e escravizando os “infiéis”, que o medo e a aversão ao Islã — chamado de “Islamofobia” — existe até hoje.


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From Jihad to Dhimmitude: Seventh-Twentieth Century
The Truth about Muhammad: Founder of the World's Most Intolerant Religion
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Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis