Arquivo da categoria: Perseguição Muçulmana aos Cristãos

“LIMPE O NOSSO EXCREMENTO TODOS OS DIAS OU MORRA”

“LIMPE O NOSSO EXCREMENTO TODOS OS DIAS OU MORRA”: PERSEGUIÇÃO MUÇULMANA AOS CRISTÃOS — AGOSTO DE 2017”

Por Raymond Ibrahim

16 de Janeiro de 2018

Gatestone Institute

Um documento elaborado por membros da comunidade Cristã global que se reuniu no 3º Fórum Internacional Cristão realizado em Moscou, detalhou como nos últimos 10 anos a população Cristã do Oriente Médio diminuiu em 80% e advertiu que, a menos que as tendências atuais sejam revertidas, o Cristianismo “desaparecerá” de suas antigas terras em alguns anos. Por volta do ano 2000, havia 1,5 milhão de Cristãos no Iraque, enquanto hoje há apenas 100 mil, aproximadamente uma queda de 93%, observa o documento. Na Síria, as maiores cidades “perderam quase toda a população Cristã.”

Outros ativistas e especialistas ofereceram estatísticas igualmente sombrias. O Centro para o Estudo do Cristianismo Global no Seminário Teológico de Gordon-Conwell em Hamilton, Massachusetts, já tinha previsto anteriormente que, até 2025, a porcentagem de Cristãos no Oriente Médio — que em 1910 era 13,6 por cento — poderia diminuir em torno de três por cento.

Os Cristãos que procuram retornar às áreas do Iraque e da Síria liberadas do Estado Islâmico (ISIS) continuam enfrentando desafios e discriminação das comunidades locais Muçulmanas e Curdas. Andrew White, também conhecido como o “pastor de Bagdá”, disse anteriormente que “A hora derradeira chegou, não sobrará nenhum Cristão. Alguns dizem que os Cristãos devem permanecer para manter sua presença histórica, mas tornou-se muito difícil. O futuro da comunidade é muito limitado.”

Outros, como o ex-Republicado Frank Wolf (R-Va.), são mais otimistas: “Agora é a hora. Temos uma administração que está aberta para fazer alguma coisa”, disse em referência ao governo Trump.

Enquanto isso, o ISIS continuou alimentando grandes esperanças. Em um vídeo lançado pela organização terrorista em Agosto, um extremista destruiu uma foto do Papa Francisco e do Papa Emérito Papa Bento XVI, enquanto dizia: “Lembre-se disso, você é um kuffar (“infiéis” ou “não-Muçulmanos”) — nós chegaremos à Roma, inshallah [se Alá quiser].” O narrador do vídeo também prometeu que “Depois de todos os seus esforços, a religião da cruz será destruída. A inimizade dos cruzados em relação aos Muçulmanos só serviu para encorajar uma geração de jovens”. Quando indagado sobre isso, o alto assessor de Francisco disse: “O Papa Francisco não alterou nada em sua agenda, nem irá mudar. Além disso, continuará a fomentar o diálogo, criando pontes, defendendo a paz. Com Muçulmanos e Cristãos.”

O levantamento de Agosto sobre a perseguição Muçulmana aos Cristãos em todo o mundo inclui, mas não está limitado, às seguintes informações:

Massacre Muçulmano de Cristãos 

PAQUISTÃO: Javid Masih, um Cristão que se vendeu à escravidão para uma família Muçulmana por dois anos porque queria comprar uma casa para a sua família, foi regularmente abusado, impedido de ir à igreja e finalmente assassinado em Agosto. Quando o contrato de dois anos estava prestes a acabar e Javid já havia dito a um parente que estava ansioso para se casar, foi informado que: “Não há como você ser ver livre de nós e deixar este lugar.” Quando seu mandato terminou e ele pediu por sua liberdade, foi severamente reprimido pelos filhos da família:

“Você é um Chura imundo [palavra depreciativa que significa coisa sem valor], como ousa pedir sua liberdade. Sua vida é nossa. Você vai limpar nossos excrementos todos os dias de sua vida a partir de agora ou você e sua família irão morrer.”

Em seguida, “foi agarrado pelos irmãos, amarrado, espancado e cuspido por um dia inteiro. Ele nunca contou a sua família sobre isso, porque estava com vergonha e tinha medo das repercussões sobre sua família caso se envolvessem. Outros funcionários tiverem que assistir a tortura brutal de Javed para inculcar a sensação de medo entre eles.

“Continuou escravizado, mas sua produtividade caiu, e a família Muçulmana decidiu acabar com ele. Envenenaram e o deixaram na frente da casa de sua família; quando sua mãe viúva implorou para que o levassem ao hospital, cuspiram nela. Ele morreu; e a polícia relatou a morte como “suicídio”.

Wilson Chowdhry, Presidente da Associação Cristã Paquistanesa Britânica, disse: “Apesar das leis contra a escravidão no Paquistão, o trabalho servido prolifera e está destruindo a vida de muitos Cristãos. A Lei do Trabalho Forçado (Abolição) Decreto 1992 não vale a pena o papel em que está escrito e a apatia dos governos para impor a lei ilustra o baixo valor atribuído aos Cristãos e outras minorias… Há uma taxa de suicídio muito pequena no Paquistão de cerca de 300 vítimas ao longo de dois anos, os Paquistaneses são resistentes. É inconcebível que Javed tenha cometido suicídio quando não expressou tal desejo a qualquer um que conhecesse e permaneceu estóico por dois anos, apesar da dor que lhe foi infligida.”

Outro homem Cristão, um prisioneiro que tentaram convertê-lo, mas rejeitou o Islã, foi encontrado morto “sob circunstâncias misteriosas sob custódia policial”, diz um relatório. Indaryas Ghulam, 38, estava entre os 42 Cristãos presos pelo linchamento de dois Muçulmanos associados a um ataque na igreja em 2015 que matou quase 20 Cristãos e feriu 70. Indaryas negou envolvimento no linchamento e era um dos prisioneiros prometidos de “liberação em troca da renúncia ao Cristo. Ele poderia ter salvado sua vida, mas decidiu testemunhar sua fé até a morte… A administração da prisão atribuiu sua morte à má saúde; tinha tuberculose. Mas sua esposa Shabana e sua filha Shumir, que viram o corpo, disseram que tinha queimaduras e cortes em todos os lugares, sinais claros de tortura e da brutalidade a que havia sido submetido. Além disso, acrescentam que, embora estivesse gravemente doente, nunca recebeu cuidados médicos adequados atrás das grades.”

Ataques Muçulmanos À Liberdade Cristã

IRÃ: Cerca de quinhentos Muçulmanos convertidos ao Cristianismo enfrentaram perseguição e fugiram do Irã para a Turquia em busca de asilo, revela o relatório de Agosto. Um jovem converso que disse que não poderia ser quem ele queria ser se permanecesse Muçulmano, acrescentou que agora está se sentindo “confortável” como um Cristão. Outro disse: “Eu mudei de religião porque não vi nada no Islã. Tudo que vi estava errado. É fato que o governo do Irã é Islâmico, contudo nossa juventude está sendo executada. No Iraque, a mesma coisa… Lá está o ISIS matando pessoas em nome do Islã, e as pessoas vulneráveis ​​estão sendo decapitadas. Fugiram para a Turquia e nós viemos para a Turquia. É por isso que não vi nada de bom no Islã. “A Open Doors USA, que monitora a perseguição Cristã em todo o mundo, confirma que “os convertidos ao Cristianismo vindo do Islã constituem o maior grupo de Cristãos e experimentam a maior perseguição.”


Para mais informações (em Inglês) sobre os países envolvidos com a perseguição Muçulmana aos Cristãos acesse este link: Raymond Ibrahim.  O site disponibiliza um relatório sobre os casos de perseguição mundial desde Julho de 2011.

A perseguição aos Cristãos no mundo Islâmico tornou-se endêmica. Por conseguinte, o relatório sobre a “perseguição Muçulmana aos Cristãos” foi desenvolvido para reunir alguns — de modo algum todos — os casos de perseguição que se emergem a cada mês, cem dois propósitos:

  1. Documentar o que a grande mídia não faz: a perseguição habitual, senão crônica, aos Cristãos.
  2. Mostrar que tal perseguição não é “aleatória”, mas sistemática e inter-relacionada — e  que está enraizada em uma visão de mundo inspirada na Sharia Islâmica.

Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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Confirmado: Os EUA são o Principal Facilitador da Perseguição aos Cristãos

Fonte/Source: Confirmed: U.S. Chief Facilitator of Christian Persecution – Raymond Ibrahim


Este artigo foi traduzido por Dionei Vieira. É uma ótima tradução, fiz alguns ajustes e editei.

O artigo foi escrito em 7 de Agosto de 2014. Estou publicando porque muitos desconhecem o estrago que o governo Obama fez durante o período que esteve no poder. O artigo irá também surpreender aqueles que não estão informados sobre o alcance destrutivo do Islamismo quando maioria.


Confirmado: Os EUA São O Principal Facilitador Da Perseguição Aos Cristãos

Por Raymond Ibrahim

7 de Agosto de 2014

National Review Online

Senador John McCain encontra-se com “rebeldes Sírios”, muitos dos quais não são Sírios, e um dos quais é um sequestrador conhecido (L – Muhammad Nour)

Indicadores proeminentes confirmam que os EUA são o principal facilitador da perseguição aos Cristãos em todo o mundo hoje.

De acordo com a recém-lançada 2014 World Watch List, que classifica os 50 países onde os Cristãos são mais perseguidos, a Síria é o terceiro pior país do mundo para ser um Cristão, o Iraque é o quarto, o Afeganistão é o quinto e a Líbia é o décimo-terceiro. Todos os quatro países recebem a designação mais forte, de “extrema perseguição” (outras designações são perseguição de nível: ‘grave’, ‘moderado’ e ‘escasso’).

Além de estarem tão juntas e serem duramente classificadas, essas quatro nações têm outra coisa em comum: um grande envolvimento dos EUA. Três delas (Iraque, Afeganistão e Líbia) foram “libertadas” graças às forças armadas Americanas, enquanto que na quarta, a Síria, os EUA estão patrocinando ativamente os “guerreiros da liberdade” contra o governo Sírio, muitos dos quais merecem o rótulo de “terroristas”.

Só a situação da Síria é suficiente para incriminar a política externa Americana. De acordo com a agência de notícias Reuters:

A organização Portas Abertas, um grupo não-denominacional que apoia os Cristãos perseguidos em todo o mundo, disse nesta Quarta-feira que documentou 2.123 assassinatos de Cristãos que foram vítimas de martírio, em comparação com 1.201 que ocorreram em 2012. Só na Síria, foram 1.213 desses assassinatos no ano passado. “Essa é uma contagem mínima, com base no que foi divulgado na mídia e nós podemos confirmar”, disse Frans Veerman, chefe de pesquisa de Portas Abertas. Estimativas de outras organizações Cristãs colocam a estatística anual em patamares maiores que chegam a 8.000.

Enquanto a maioria dos Americanos estão protegidos contra a verdadeira natureza da guerra devido à relutância da mídia Americana em noticiar sobre isso, mídia, sites e ativistas de língua Árabe diariamente noticiam e documentam atrocidade após atrocidade, decapitações e ataques de bomba a igrejas, Cristãos sendo massacrados por se recusarem a se converter ao Islamismo e incontáveis sequestros com o propósito de resgate ou estupros, tudo isso pelas mãos daqueles que os EUA apoiam.

É suficiente destacar que “o maior massacre de Cristãos na Síria,” para citar um importante líder religioso, ficou totalmente sem cobertura jornalística de todas as grandes redes de notícias dos EUA.

De qualquer forma, as estatísticas falam por si: a Síria costumava ser tolerante com as religiões, mas depois que os Estados Unidos começaram seus esforços de levar “democracia” a esse país, a Síria é hoje é terceiro pior país do mundo em termos de “extrema perseguição” aos Cristãos.

A agência de notícias Blaze informa que o Dr. David Curry, presidente de Portas Abertas,

acusou o governo Obama por ter, essencialmente, se recusado a fazer da proteção das minorias religiosas uma prioridade… “Há muitos casos em que o vácuo de liderança e representatividade criaram um problema real,” disse o líder dos direitos humanos. “Eu diria que todos os dados significativos apontados neste ano da Lista de Vigilância de 2014 são piores — e eu acho que um fator que contribuiu é a falta de liderança dos governos Ocidentais, incluindo… os EUA em termos de liberdade religiosa.”

Mas é pior que isso. Longe de tomar qualquer ação ou mostrar liderança, ou simplesmente parar de apoiar os terroristas responsáveis — o governo Obama recentemente tentou entrar em guerra com a Síria em favor dos “guerreiros da liberdade” e, pasmem, em nome dos “direitos humanos”. (Ao que tudo indica, o boato infundado de que Assad massacrou pessoas é o suficiente para os EUA irem à guerra, mas os massacres bem documentados de Cristãos e outros civis que estão ocorrendo nas mãos da oposição não é suficiente para que os EUA parem de apoiá-los.)

O que é pior, mesmo os mais desinformados Americanos que assistem ao noticiário da mídia em geral, hoje em dia sabem que a chamada “Primavera Árabe” que foi usada para justificar o apoio dos EUA aos “rebeldes” de todas as espécies — no Egito, a Irmandade Muçulmana (que meses atrás destruiu cerca de 80 igrejas); na Líbia, a al-Qaeda, que se transformou em uma zona de terror em Benghazi; e agora os “guerreiros da liberdade” na Síria — não é exatamente aquilo que estava sendo elogiado.

Em outras palavras, neste momento, sempre que os EUA intervêm em uma nação Islâmica, os Islâmitas chegam ao poder. Isso está muito bem comprovado nas outras três nações em que os EUA trouxeram a “democracia” e onde as minorias Cristãs sofrem “perseguição extrema”:

Certamente um tema comum emerge aqui: Onde os EUA trabalham para derrubar os autocratas seculares, a qualidade de vida dos Cristãos entre outras minorias leva um grande tombo. Sob Saddam, Kadafi e Assad, os Cristãos e suas igrejas eram amplamente protegidos.

Além disso, enquanto George W. Bush foi o responsável pelo Afeganistão e o Iraque, pode-se argumentar que, naquela época (2001 e 2003), esse padrão de radicalização Islâmica que irrompe uma vez que os autocratas caem, era bem menos conhecido do que é hoje. Não havia muitos precedentes.

Por outro lado, o governo de Obama teve o Afeganistão e o Iraque para aprender — e ainda assim ele apoia os Islamistas e jihadistas. Mas agora, o que acontece quando assumem o poder — perseguição religiosa, terror e opressão — já não é um segredo.

A propósito, aqueles que pouco se importam com o destino dos Cristãos ou de outras minorias no mundo Islâmico fariam bem em lembrar de uma simples obviedade: Sempre que elementos anticristãos chegam ao poder, as forças antiamericanas chegam ao poder. Os dois são sinônimos.

Dito de outro modo, a perseguição Muçulmana aos Cristãos é o teste decisivo de quão radical uma sociedade Islâmica pode se tornar. Em todos esses países Muçulmanos que os EUA interferiram — Afeganistão, Iraque, Líbia, Egito (até que os Egípcios se rebelaram, para castigo dos EUA), e agora a Síria — o aumento da intolerância religiosa é um reflexo do fortalecimento das forças hostis à civilização Ocidental.

Muitas vezes me perguntam, “Como podemos ajudar os Cristãos perseguidos?” Neste ponto, deve-se responder:

“Que tal começar fazendo com que o governo dos EUA deixe de ser o principal facilitador da perseguição Cristã?” Deixando o altruísmo de lado, seria do interesse de todos os que prezam a liberdade, religiosos ou não — e, especialmente, seus descendentes.


 

Antigo Mosteiro Egípcio Fechado 

Fonte/Source: Ancient Egyptian Monastery Closed and Christmas Canceled – Raymond Ibrahim


Este artigo é mais uma contribuição ao movimento de Solidariedade Coptae também para deixar registrado mais um excelente artigo do meu amigo Raymond Ibrahim.


Antigo Mosteiro Egípcio Fechado 

Por Raymond Ibrahim

6 de Janeiro de 2018

Solidariedade Copta

As autoridades locais decidiram fechar o Mosteiro de Santa Catarina na Península do Sinai, um Património Mundial da UNESCO, entre 5 de Janeiro e 6 de Janeiro quando os serviços de Natal da igreja são realizados de acordo com o calendário Ortodoxo. [I] A diretoria geral da polícia turística ordenou que todas as empresas de turismo interrompessem o envio de visitantes ao monastério histórico.

Embora o motivo oficial do fechamento temporário do monastério e o cancelamento do Natal esteja relacionado com a execução de um plano para o desenvolvimento da área circundante, considerado como Patrimônio da Humanidade (World Heritage Site), acredita-se que o pedido veio como proteção preventiva contra terroristas Islâmicos visando o local e os turistas estrangeiros que o visitam durante as férias de Natal.

Construído em meados do século VI, o Mosteiro de Santa Catarina é um dos mosteiros mais antigos do mundo; além disso, possui a mais antiga biblioteca continuamente ativa em existência, com muitos manuscritos preciosos.

Embora cercado por paredes altas e grossas, o local Cristão tem recebido cada vez ameaças terroristas, principalmente porque a Península do Sinai é um viveiro de atividades jihadistas, onde os Cristãos Coptas são abertamente perseguidos e às vezes massacrados.

O mosteiro foi alvo em Abril do ano passado, quando homens armados desconhecidos abriram fogo contra um posto de controle da polícia Egípcia, matando um policial e ferindo quatro. O Estado Islâmico mais tarde reivindicou o ataque.

Nota:

[i] Como a maioria das Igrejas Ortodoxas, incluindo a Igreja Copta, observa o Natal em 7 de Janeiro, os serviços da igreja são realizados na noite anterior, em 6 de Janeiro, até a meia-noite de 7 de Janeiro.


Tomei a liberdade de mostrar este comentário enviando por um leitor para esse artigo do Raymond Ibrahim:

“O Oriente Médio é uma zona de guerra onde os não-Muçulmanos tiveram alvos em suas costas nos últimos 1400 anos. Os Cristãos que permanecem em países de maioria Muçulmana hoje, com a possível exceção da Síria, devem esperar tratamento injusto, se não uma agressão definitiva em cada passo, e a curto prazo, as coisas provavelmente irão piorar antes de melhorar. No passado, os Cristãos podiam esperar um mínimo de segurança dos ditadores seculares, como Saddam Hussein, Hosni Mubarak e Muammar Gaddaffi, que mantiveram uma paz áspera usando a força bruta e métodos totalitários, mas agora que esses governantes foram removidos do poder no Iraque, Egito e Líbia, há muito pouco para proteger os Cristãos da violência da máfia nas mãos das maiorias Muçulmanas em todos esses três países.”


Tradução: Tiao Cazeiro —Muhammad e os Sufis