Arquivo da categoria: Jihad

Centenas De Muçulmanos Invadem Igreja Copta no Egito

Fonte/Source: Hundreds of Muslims Storm ‘Unlicensed Church’, Smashing Contents and Assaulting Christians


Raymond Ibrahim faz a seguinte pergunta — “O que levou os não-Muçulmanos a se converterem ao Islã, levando à criação do mundo Islâmico” — no artigo que traduzi para este blog intitulado ‘Como o Mundo Islâmico foi Forjado: Um Exercício de Senso Comum‘.

Dois excertos do artigo:

“E para demonstrar, usarei o Egito,  uma das mais importantes nações Muçulmanas e minha terra ancestral — como paradigma. Vou demonstrar como um fato histórico, do qual apologistas Islâmicos habitualmente se gabam  de que ainda existem milhões de Cristãos no Egito (aproximadamente 10% da população)  não é prova de tolerância Islâmica, mas sim de intolerância.

“No século VII, no tempo em que o Islã estava sendo formulado, o Egito já era Cristão há séculos, [1] bem antes da Europa ter sido convertida. A Alexandria era um dos mais importantes centros eclesiásticos da antiga aprendizagem Cristã e junto com Roma e Antioquia, uma das três (Santa Sé) originais. [2]  Muitas evidências literárias e arqueológicas em andamento atestam para o fato de que o Cristianismo permeou todo o Egito.


Centenas De Muçulmanos Invadem ‘Igreja sem licença’, Devastando Objetos E Agredindo Cristãos

Por BREITBART LONDON

23 de Dezembro 2017

Coptic

CAIRO (AP) — Centenas de manifestantes Muçulmanos invadiram uma igreja sem licença ao sul do Cairo, disse uma diocese Egípcia Copta Cristã no Sábado, no último ataque a membros da minoria Copta do país.

O incidente ocorreu após as preces de Sexta-feira quando manifestantes se reuniram fora do prédio e o invadiram. Os manifestantes cantaram slogans hostis e pediram a demolição da igreja, disse a diocese em Atfih. Destruíram os objetos da igreja e agrediram os Cristãos antes que a segurança privada chegasse e dispersasse os agressores.

Os feridos foram transferidos para um hospital próximo, mas não avisaram a polícia.

A igreja em Gizé, a sudoeste do centro de Cairo, ainda não foi sancionada pelo estado, mas há 15 anos vem conduzindo orações. A diocese afirmou que tinha oficialmente procurado legalizar o status do edifício de acordo com uma lei de 2016 que estabelece as regras para a construção de igrejas.

As autoridades locais muitas vezes se recusam a emitir licenças para construção de novas igrejas, temendo protestos dos conservadores Muçulmanos. Isso faz com que os Cristãos construam igrejas ilegalmente ou criem igrejas em outros edifícios. Por outro lado, construir uma mesquita resulta em poucas restrições.

Os Cristãos constituem 10 por cento da população maioritariamente Muçulmana do Egito. A violência sectária ocasionalmente entra em erupção, principalmente nas comunidades rurais do sul.

A minoria Cristã do Egito tem sido frequentemente alvo de militantes Islâmicos numa série de ataques desde Dezembro de 2016, que deixaram mais de 100 mortos e feridos. O país está sob o estado de emergência desde Abril, depois que atentados suicidas atingiram duas igrejas Cristãs Coptas no Domingo de Ramos num ataque reivindicado pelo afiliado Egípcio do grupo do Estado Islâmico.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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Raymond Ibrahim: TRUMP, JIHAD E DÉCADAS DE DOUTRINAÇÃO

Fonte/Source: Will the Return of “Jihad” to Intelligence Trump Decades of Indoctrination?


TRUMP, JIHAD E DÉCADAS DE DOUTRINAÇÃO

Por Raymond Ibrahim

20 de Dezembro de 2017

Raymond Ibrahim é um Shillman Fellow no David Horowitz Freedom Center.

FrontPage Magazine 

Será que o retorno da “Jihad” ao serviço de Inteligência do EUA irá superar décadas de doutrinação?

A nova estratégia de segurança nacional do Presidente Trump está pronta para retornar às discussões relevantes para a compreensão do terrorismo Islâmico — como a “jihad” — que foi expurgada do léxico das comunidades de Inteligência e Defesa, principalmente sob a administração Obama. De acordo com o novo documento de estratégia, “As principais ameaças transnacionais que os Americanos enfrentam são as dos terroristas jihadistas e organizações criminosas transnacionais”; o documento também promete “investigar as ameaças até a fonte, para que os terroristas jihadistas sejam impedidos antes de chegarem às nossas fronteiras”.

Isso é significativo em vários níveis — o primeiro, tão básico como “conhecer o inimigo”, foi recusado pelo ex-presidente Obama. Em 2011, foi relatado que “o governo Obama estava retirando todos os materiais de treinamento utilizados pelas comunidades de segurança pública e segurança nacional, a fim de eliminar todas as referências ao Islam que alguns grupos Muçulmanos alegavam serem ofensivas”. Um funcionário de Obama explicou a lógica: “Eu quero que isso fique perfeitamente claro: os materiais de treinamento que retratam o Islam como uma religião violenta ou com tendência à violência estão errados, são ofensivos e são contrários a tudo que este presidente, este procurador-geral e o Departamento de Justiça representa. Eles não serão tolerados.”

Nota-se, no entanto, que a paralisia politicamente correta induzida que Obama defendeu já estava bem entrincheirada antes dele. Falando em 2006 durante a administração de George W. Bush, William Gawthrop, um ex-funcionário do Pentágono, disse que “o grupo de Serviço sênior do Departamento de Defesa não incorporou em seu currículo um estudo sistemático sobre Muhammad como líder militar ou político. Como consequência, ainda não temos uma compreensão aprofundada da doutrina de guerra estabelecida por Muhammad, como isso pode ser aplicado hoje por um número crescente de grupos Islâmicos, ou como isso pode ser combatido.”

Da mesma forma, um memorando do governo de 2008 que também surgiu na era Bush advertiu contra “ofender”, “insultar” ou ser “conflituoso” para com os Muçulmanos: “Nunca use o termo “jihadista” ou “mujahideen” na conversa para descrever terroristas. Um mujahed, um guerreiro sagrado, é uma caracterização positiva no contexto de uma guerra justa. Em Árabe, jihad significa “esforçar-se no caminho de Deus” e é usada em muitos contextos além da guerra. Chamar os nossos inimigos jihadistas e seu movimento de jihad global involuntariamente legitima suas ações“.

É desnecessário dizer que tais instruções estavam e estão erradas em vários níveis. Jihad é a antítese da Guerra Justa; o primeiro por natureza é agressivo, o último defensivo. A afirmação de que a jihad significa literalmente “esforçar-se… e é usada em muitos contextos além das atividades de guerra” é tão falso como alegar que as palavras “namorado” e “namorada” literalmente indicam um amigo de um gênero ou outro e nada mais: uma vez que como “namorado/namorada” implica um tipo muito específico de amizade aos ouvidos Ocidentais, e da mesma forma a “jihad” implica um tipo de esforço muito específico aos ouvidos Muçulmanos — guerra armada contra o infiel para tornar o Islam supremo. Finalmente, a afirmação de que “chamar nossos inimigos de jihadistas… legitima suas ações” é absolutamente tolo: Muçulmanos raramente esperam pelos Americanos — “infiéis” — para conferir ou recusar a legitimidade Islâmica em qualquer coisa. Eles têm suas próprias escrituras Islâmicas, leis e clérigos para isso.

Despidos de todas as palavras ao lidarem com o Islam, como podem os analistas entenderem as motivações, as táticas, as estratégias, os objetivos e uma infinidade de outras considerações jihadistas? Longe de absorver os conselhos mais básicos sobre a guerra, — como o velho dictum de Sun Tzu, “Conheça o seu inimigo” — o governo dos EUA não conseguiu sequer reconhecer o inimigo.

E parece que nada mudou, pelo menos no Legislativo. Há cinco meses, com o placar de 208-217, a Câmara dos Deputados derrubou uma emenda que exigiria que o Departamento de Defesa realizasse “avaliações estratégicas sobre o uso da doutrina religiosa Islâmica violenta ou não-ortodoxa para investigar a comunicação extremista ou terrorista e sua justificativa”. A justificativa racional dada por aqueles que votaram contra é familiar: Jamie Raskin (D-MD) disse que” os assassinos terroristas usaram doutrinas e conceitos religiosos de todas as principais religiões da terra… Concentrar-se no (Islam) exacerba o problema ao fomentar o mito de que o fanatismo religioso e o terrorismo pertence unicamente aos charlatães e os predadores do Islam”. Pramila Jayapal (D-WA) denunciou a incapacidade da emenda de “aplicar sua fiscalização arbitrária igualmente”, e por “inclu[indo] avaliações de terrorismo supremacista Branco ou terrorismo cometido contra clínicas de aborto e médicos.”

Mas como Clifford Smith observa: “Enquanto provavelmente poucas pessoas do exército dos EUA irão se deparar com um ativista racista ou antiaborto irritado e armado durante a missão, os Islamistas radicais fazem disso o seu negócio para matar os Americanos em quase todos os cantos do mundo… É insustentável dizer que todas as religiões são iguais ou que todas as religiões têm tendências ideológicas igualmente ameaçadoras em todos os pontos na história.”

Seja como for; o fato de que a maioria da Câmara dos Deputados rejeitou uma emenda realista e de bom senso, é um lembrete de que continuar ignorando a ideologia jihadista enxergando apenas o terrorismo genérico continua transcendendo as atividades do Obama e permeando uma parcela significativa da sociedade Americana — incluindo, sem dúvida, a comunidade de Inteligência.

O retorno de uma terminologia relevante para a questão do terrorismo Islâmico é certamente um passo na direção certa; sobre isso não há dúvida. No entanto, assim como Obama foi um homem que não criou, mas defendeu a abordagem politicamente correta do Islam, o futuro dirá se o esforço solitário do Presidente irá superar décadas de doutrinação.


Tadução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

ESTADO ISLÂMICO JURA MASSACRAR CRISTÃOS: “ALÁ DEU ORDENS PARA MATAR TODOS OS INFIÉIS”

Fonte/Source:  Islamic State vows to massacre Christians: “Allah gave orders to kill every infidel”


Nota do blog: Estou revendo alguns artigos “antigos” interessantes e reeditando. Alguns são impressionantes, como este…


ESTADO ISLÂMICO JURA MASSACRAR CRISTÃOS: 
"ALÁ DEU ORDENS PARA MATAR TODOS OS INFIÉIS"

Por Robert SPencer

22 de Fevereiro de 2017

“O narrador continuou dizendo que os Cristãos não eram mais considerados  ‘Dhimmis’ — um termo usado no Islã referente aos não-Muçulmanos que gozam de um grau de proteção estatal. Em vez disso, o grupo descreve os Cristãos Egípcios como “infiéis que estão capacitando o Ocidente contra nações Muçulmanas”.

Essa é a lei Islâmica: os Cristãos, entre outras “Pessoas do Livro” podem gozar da “proteção” do Estado Islâmico caso se submetam, paguem a jizya e aceitem outras regulamentações humilhantes e discriminatórias projetadas para garantir que se “sintam subjugados” (Qur’an 9:29).

Mas, se violarem esse contrato de “proteção”, se tornarão kuffar harbi, infiéis em guerra com o Islã, e suas vidas são confiscadas.

Mas será que Alá deu ordens para matar todos os infiéis? Variações sobre a declaração “mate-os onde quer que os encontre” estão no Alcorão: 2: 191, 4:89 e 9: 5.

“’Alá deu ordens para matar todos os infiéis’, ISIS promete massacrar os Cristãos em vídeo arrepiante”, por Sofia Petkar, Express, 21 de Fevereiro de 2017:

“Os militantes do ISIS no Egito ameaçaram aumentar os ataques contra os Cristãos no país, prometendo “libertar” o Cairo, em um novo vídeo assustador….

No clipe de 20 minutos, o grupo escolheu proeminentes Cristãos Egípcios, identificando o Papa Copta e um número de empresários ricos como “presas preferidas” do grupo.

A filmagem apresenta um jihadista mascarado, identificado como Abu Abdallah al-Masri, que promete ver a libertação dos Islâmicos presos quando o grupo tomar o controle da capital.

Al-Masri — que significa “O Egípcio” — foi o nome de guerra que o ISIS deu ao militante por trás do atentado suicida na Catedral de São Marcos.

No vídeo, o militante é visto agarrado a um rifle de assalto num campo de trigo.

Ele diz: “Finalmente, aos meus irmãos em cativeiro: alegre-se, você que acredita, não hesite ou lamente. Juro por Alá que em breve libertaremos o Cairo e o libertaremos do cativeiro.”

“Vamos chegar com explosivos, juro que vamos, por isso, você que acredita, alegre-se.”

O narrador continua dizendo que os Cristãos não são mais “Dhimmis” — um termo usado no Islã em referência aos não-Muçulmanos que gozam de um grau de proteção do Estado.

Em vez disso, o grupo descreve os Cristãos Egípcios como “infiéis que estão capacitando o Ocidente contra nações Muçulmanas”.

Um dos militantes, portando um rifle de assalto AK-47, diz no vídeo: “Alá deu ordens para matar todos os infiéis.”

“Oh, adoradores da cruz, os soldados do estado estão observando você”, diz outro militante mascarado — identificado como Abu Zubair al-Masri.

O vídeo também contém o novo logotipo do grupo — “Estado Islâmico no Egito” — em oposição à “Província do Sinai”, o nome original para a presença do ISIS no país.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

A Nova Edição De “A Voz Da Jihad”

Fonte/Source: New Issue of “Voice of Jihad”


Há mais de uma década, Robert Spencer vem alertando o mundo sobre a crescente ameaça do terrorismo Islâmico e a ascensão do Islã nos EUA e Europa.

Ele mesmo diz “O porquê disso ser tão ignorado não sei responder”.

Este artigo foi escrito em 2003 e o interessante é que se eu publicar com a data de hoje não fará a mínima diferença. Os padrões se repetem e o objetivo não muda.


A Nova Edição De “A Voz Da Jihad”

Por Robert Spencer

31 de Outubro de 2003

O MEMRI-Middle East Media Research Institute relata uma nova edição da revista Al-Qaeda online, “A Voz da Jihad“.

“O nosso inimigo número um”, informa a edição, “são Judeus e Cristãos, e devemos nos libertar para investir todos os nossos esforços até que possamos aniquilá-los — e somos capazes de fazê-lo, se Alá nos permitir — porque eles são o principal obstáculo para o estabelecimento do estado Islâmico”.

Observe o objetivo: estabelecer o estado Islâmico, o califado. O porquê disso ser tão ignorado não sei responder, e não apenas a Al-Qaeda, mas todo grupo Muçulmano radical declarou isso como objetivo. Se os EUA se retirassem do Iraque e do Afeganistão amanhã, e todo cidadão de Israel se mudasse para Idaho, ainda assim haveria Muçulmanos radicais que lançariam uma jihad contra Judeus e Cristãos com o intuito de estabelecer o estado Islâmico.

Essa questão também declara um plano para “evitar, tanto quanto possível, confrontos com os exércitos e as forças do estado, para que possamos atacar os ocupantes com golpes letais, se Alá assim desejar.” Nessa frase, “o estado” refere-se aos Muçulmanos governantes que não se adequam aos padrões Muçulmanos radicais. Ela pode sinalizar uma intenção para parar de escolher os membros do conselho governamental Iraquiano e se concentrar em matar os Americanos.

Além disso, um certo sheik Nasser Al-Najdi confirma as leis da jihad e dhimmitude que revelei em Soldados Muçulmanos online. O fato dele poder recorrer às estipulações tradicionais da jurisprudência Islâmica para tudo isso, é uma das principais razões pelas quais a Al-Qaeda e grupos como esse podem ganhar recrutas no mundo Muçulmano:

“O Islamismo é uma religião abrangente. É uma religião para pessoas e para regimes… No momento em que as pessoas recebem a escolha [de acreditar] no Islã ou pagando a Jizya [um imposto de proteção pago pelos não-Muçulmanos que vivem sob o domínio Muçulmano], o Islã se torna a única alternativa para os países [do mundo.]…

Portanto, o crime dos tiranos infiéis [i.e. países não-Muçulmanos], que não se governam de acordo com a lei de Alá, é um enorme pecado… e somos obrigados a lutar contra eles e a iniciá-los até que se convertam ao Islã ou até que os Muçulmanos dominem o país, e aquele que não se converter ao Islã pagará a Jizya.”

Leia a Sura 9:29 do Alcorão e me diga que este sheik está pervertendo o Islã; não afirmo que a visão radical do Islã seja a única forma do Islã, mas ignorar os seus fundamentos tradicionais é perder uma fonte principal do problema. [nota: Inseri a Sura mencionada, retirada de um Alcorão online, ipsis litteris].

Sura 9.29 
Combatei aqueles que não crêem em Deus 
e no Dia do Juízo Final, 
nem abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram
e nem professam a verdadeira religião daqueles 
que receberam o Livro, 
até que, submissos, paguem o Jizya

Além disso, no decorrer de um debate sobre se a Al-Qaeda deve atacar os Americanos na Arábia Saudita ou não, Abd Al-Aziz bin Issa bin Abd Al-Mohsen (Abu Hajjer), o qual é procurado na Arábia Saudita, observou: “É também verdade que devemos usar este país [Arábia Saudita] porque é a principal fonte de financiamento para a maioria dos movimentos Jihadistas.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: O Problema Não É O Estado Islâmico, Mas O Ódio Islâmico

Fonte: The Problem Is Not the Islamic State but Islamic Hate – Raymond Ibrahim


O PROBLEMA NÃO É O ESTADO ISLÂMICO, MAS O ÓDIO ISLÂMICO

Por Raymond Ibrahim

10 de Maio de 2017

FrontPage Magazine

Uma mentira esconde a verdade. E as verdades desagradáveis quando camufladas nunca têm a chance de serem reconhecidas, enfrentadas e aprimoradas. Por causa deste simples truísmo, uma das maiores mentiras da nossa época, — que a violência cometida em nome do Islã nada tem a ver com o Islã — tem feito de um Islã intrinsecamente fraco o flagelo do mundo moderno, sem sinais de alívio no horizonte.

É, portanto, útil expor a principal estratégia usada pelos mentirosos do governo, mídia e meio acadêmico: 1) ignorar os relatórios diários genéricos, mas crônicos, da violência Muçulmana contra não-Muçulmanos em todo o mundo; 2) para abordar apenas a violência Muçulmana espetacular, que por ser quase sempre cometida por grupos jihadistas profissionais, pode ser retratada como um problema finito, temporal e localizado: derrote esse “grupo terrorista” e o problema desaparece.

A título de exemplo, considere o enfoque Islâmico das igrejas Cristãs. No mês passado, depois que duas igrejas Egípcias foram bombardeadas, deixando 51 fiéis mortos, todos se apressaram em apontar que algo chamado “ISIS” — que, claro, “tem nada a ver com o Islã” — foi o responsável.

No domingo de Páscoa, 2016, a mais de 3.000 milhas de distância do Egito, no Paquistão, aproximadamente 70 Cristãos foram mortos num ataque a bomba, também visando especificamente as celebrações da Páscoa. Então nos disseram que algo chamado “Talibã” — e que também “tem nada a ver com o Islã” — assumiu a responsabilidade.

Enquanto isso, cerca de 3.000 milhas a oeste do Egito, na Nigéria, os Cristãos também estão sob ataque. , 11.500 Cristãos foram mortos e 13.000 igrejas destruídas. De acordo com a narrativa oficial, algo chamado “Boko Haram” foi o responsável. Este é outro grupo que bombardeia habitualmente igrejas durante o Natal e a Páscoa; outro grupo que, nos foi dito, “tem nada a ver com o Islã”, mas é um problema finito, temporal, localizado: derrote-o e o problema desaparece.

Cerca de 5.000 milhas a oeste da Nigéria, nos Estados Unidos, os Americanos foram informados de que algo chamado “al-Qaeda” atacou e matou 3.000 de seus compatriotas em 11 de Setembro; derrotando aquele grupo finito cessaria o terror. Seu líder, Osama bin Laden, foi morto e a vitória proclamada em alta voz — até que uma manifestação ainda mais selvagem chamada “Estado Islâmico (ISIS)” entrou em cena e foi mais longe do que a Al Qaeda poderia ter sonhado.

O problema não é apenas os mentirosos da mídia, do governo e do meio acadêmico que se recusam a ligar os pontos, e ainda insistem em tratar cada um dos grupos acima mencionados como grupos díspares e finitos com diferentes motivações “políticas” ou “territoriais” — e que nenhum deles tem a ver com o Islã. A questão mais importante é que os Muçulmanos comuns, que não são chamados de “ISIS”, “Taliban”, “Boko Haram” ou “Al-Qaeda” cometem atos semelhantes — e muito mais frequentemente —, embora raramente sejam mencionados pela grande mídia para que as pessoas comecem a conectar os pontos.

Assim, embora o ISIS tenha reivindicado o bombardeio da igreja Egípcia antes da Páscoa, são os imams Egípcios que todos os dias “pregam o ódio e a violência contra os Cristãos em público via alto-falantes”; são os Muçulmanos comuns que perseguem os Cristãos “a cada dois ou três dias“; todos os dias Muçulmanos tumultuam e matam sempre que um rumor surge de que uma igreja que será construída, ou que um menino Copta “blasfemou” contra Muhammad, ou que um homem Cristão está namorando uma mulher Muçulmana. Em suma, todos os dias, e são os Muçulmanos comuns — e não o “ISIS” — que fazem com que o Egito seja a 21ª pior nação do mundo para os Cristãos.

Da mesma forma, embora o Talibã tenha assumido o bombardeio da Páscoa de 2016, são Muçulmanos do cotidiano que discriminam, perseguem, escravizam, violam e assassinam os Cristãos quase todos os dias no Paquistão, tornando-o a quarta pior nação do mundo para um Cristão. E, embora Boko Haram seja sempre culpado pelos ataques mais espetaculares contra os Cristãos e suas igrejas, são os Muçulmanos comuns, incluindo os pastores Muçulmanos Fulani, que fazem da Nigéria a 12ª pior nação do mundo para os Cristãos.

Esta é a verdadeira questão. Embora os meios de comunicação possam nomear os grupos terroristas responsáveis ​​por ataques especialmente espetaculares, poucos ousam reconhecer que os Muçulmanos em geral se envolvem em atos de violência e intolerância semelhantes contra os não-Muçulmanos em todo o mundo. De fato, os Muçulmanos — de todas as raças, nacionalidades, línguas e circunstâncias sócio-políticas e econômicas, dificilmente apenas “grupos terroristas” — são os responsáveis ​​pela perseguição de Cristãos em 40 das 50 nações mais pobres do mundo. Consequentemente, o que os grupos “terroristas” e “militantes” extremistas estão fazendo é apenas a ponta notável do iceberg do que os Muçulmanos estão fazendo em todo o mundo. (Veja “Perseguição Muçulmana de Cristãos“, relatórios que venho compilando todos os meses desde Julho de 2011 e testemunhando a discriminação ininterrupta, a perseguição e carnificina cometidas “todos os dias” pelos Muçulmanos contra os Cristãos. Cada relatório mensal contém dezenas de atrocidades, a maioria das quais se tivesse sido cometidas pelos Cristãos contra os Muçulmanos teriam recebido cobertura da mídia 24 horas por dia durante 7 dias.

É preciso repetir: Os meios de comunicação além de não estarem cobrindo a realidade sobre o Islã, fingem que os ataques espetaculares cometidos por grupos Islâmicos contra não-Muçulmanos são finitos, localizados, e o mais importante, “têm nada a ver com o Islã”. Eles estão camuflando o Islã ao não relatar a perseguição diária que os não-Muçulmanos sofrem nas mãos de Muçulmanos comuns — indivíduos Muçulmanos, multidão de Muçulmanos, polícia Muçulmana e governos Muçulmanos (incluindo os “amigos e aliados” mais próximos da América) — e dificilmente apenas de “terroristas” Muçulmanos. Eles não se atrevem a conectar os pontos e muito menos oferecer um quadro holístico que não envolva apenas esse ou aquele grupo, mas o Islã como um todo.

Por consequência, o mundo continuará sofrendo com a agressão Islâmica. Não somente essas mentiras permitiram que inúmeros inocentes fossem perseguidos e esquecidos no mundo Muçulmano, mas permitiram que as mesmas perseguições penetrassem na América e na Europa, mais recentemente através da imigração em massa.

O fato permanece: uma verdade desagradável deve ser reconhecida antes que ela possa ser aprimorada. Pode ser difícil reconhecer uma verdade repugnante — que o Islã, e não o “Islã radical”, promove o ódio e a violência contra os não-Muçulmanos, — mas qualquer coisa a menos continuará a alimentar a mentira, isto é, continuará em suma, a alimentar a jihad e o terror.

Resumindo, o problema não é tanto o “Estado Islâmico”; é o ódio Islâmico. A primeira é apenas uma das muitas manifestações temporais e históricas da segunda, que, como parte integrante do Islã, transcende o tempo e o espaço.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: Imagens Fortes Das Igrejas do Egito

Fonte/Source: Graphic: Images and Video of Palm Sunday’s Coptic Church Bombings – Raymond Ibrahim


IMAGENS FORTES: IMAGENS E VÍDEOS DOS BOMBARDEIOS À IGREJA COPTA NO DOMINGO DE RAMOS

Por Raymond Ibrahim

10 de Abril de 2017

O número de mortos dos ataques de ontem nas duas igrejas Coptas no Egito subiu para 50: trinta Cristãos foram mortos na Igreja de São Jorge em Tanta, e 15 Cristãos e cinco policiais foram mortos em São Marcos na Alexandria. Cerca de 120 estão gravemente feridos.

Porque os atentados suicidas Islâmicos estão em ascensão e corremos o risco de ficar insensíveis a eles, e porque uma imagem supostamente vale mais que mil palavras. Portanto, abaixo estão várias imagens e um vídeo dos bombardeios.

AVISO: São imagens muito fortes. (Aqueles que conseguem lidar com elas, também podem querer ver o  bombardeio de São Pedro no Cairo, em11 de Dezembro de 2016, e o bombardeio suicida islâmico de uma igreja em Bagdá, para ter uma ideia clara do que isso significa.)

Aqui está um breve vídeo — que provavelmente será removido do YouTube em breve — de algumas das vítimas do ataque em Tanta; observe a mulher cuja perna esquerda parece ter sido separada do corpo dela durante a explosão, mas permanece unida pela calça — assim como a menina morta.

As primeiras imagens do Papa Copta Tawadros, que estava na Igreja de São Marcos durante o ataque e, segundo notícias não pode falar ou fazer qualquer comentário por algum tempo.

Imagens gerais das consequências das explosões:


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: 44 Cristãos Mortos: As Mais Recentes Vítimas Do Islã

Fonte/Source: 44 Dead Christians: Islam’s Latest Victims – Raymond Ibrahim


Nota do blog:

Os fatos sobre os ataques recentes às igrejas do Egito já são conhecidos por todos, mas o leitmotiv continua sendo omitido pelos líderes políticos e religiosos com raríssimas excessões. Espero que esta análise imploda, de uma vez por todas, as fantasias criadas em torno da “Religião de Paz”.


44 Cristãos Mortos: As Mais Recentes Vítimas Do Islã

Por Raymond Ibrahim

10 de Abril de 2017

FrontPage Magazine

O início das celebrações da Semana Santa dos Cristãos no Egito foi marcado pela tragédia. Duas igrejas Coptas Cristãs Ortodoxas repletas de fiéis para a missa de Domingo de Ramos foram atacadas por homens-bomba Islâmicos; deixando um total de 44 mortos e 126 feridos ou mutilados.

Cenas horrorosas de carnificina — membros e sangue espirrado nos altares e bancos — estão sendo relatadas em ambas as igrejas. Vinte e sete pessoas — relatórios iniciais indicam crianças, em sua maioria — foram mortas na  St. George, em Tanta, norte do Egito. “Onde está o governo?”, Gritou um Cristão irado para os repórteres da AP. “Não há governo! Houve um claro lapso de segurança, que deve ser reforçado a partir de agora para salvar vidas.”

Menos de duas horas depois, 17 pessoas foram mortas na Catedral de São Marcos em Alexandria, que — desde que o edifício original da igreja, fundada pelo Evangelista Mark no primeiro século, foi destruído pelo fogo durante as invasões Muçulmanas do sétimo século no Egito — tem sido a sede histórica da Cristandade Copta. Papa Tawadros, que estava presente — e aparentemente alvejado — escapou da carnificina.

No Domingo, 11 de Dezembro de 2016, um homem-bomba Islâmico entrou na Catedral de São Pedro no Cairo durante a missa, detonou-se e matou pelo menos 27 fiéis — na maioria mulheres e crianças — e feriu quase 70. As descrições das cenas desse bombardeio são praticamente idênticas com as de hoje: “Eu encontrei corpos, muitas delas mulheres, deitados nos bancos. Foi uma cena horrível. Vi uma mulher sem cabeça sendo levada. Todos estavam em estado de choque. Estávamos apanhando a carne das pessoas no chão. Havia crianças. O que eles fizeram para merecer isso? Eu gostaria de ter morrido com eles em vez de ver essas cenas.”

Antes do ataque de 11 de Dezembro, o mais mortífero bombardeio da igreja ocorreu em 1 de Janeiro de 2011. Nessa ocasião, enquanto celebravam o Ano Novo, 23 Cristãos foram explodidos em pedaços.

O Estado Islâmico (ISIS) assumiu os atentados de 11 de Dezembro e o de hoje. (Porque não havia nenhum “Estado Islâmico” por volta de 2011, somente os “Islâmicos” genéricos podem reivindicar aquele atentado.) Este acréscimo na perseguição Cristã acredita-se que seja em resposta a um vídeo liberado recentemente pelo Estado Islâmico no Sinai. Nele, militantes mascarados prometeram mais ataques aos “fiéis da cruz”, uma referência aos Coptas do Egito, aos quais também se referiram como “presa favorita” e — num pouco de projeção Muçulmana clássica — como “infiéis que estão capacitando o Ocidente contra nações Muçulmanas”.

Deve-se lembrar que para cada ataque com bomba bem-sucedido a uma igreja no Egito, existem inúmeros fracassados ou “muito-insignificante-para-reportar”. Assim, na semana anterior aos bombardeios de hoje, um artefato explosivo foi encontrado na igreja de St. George em Tanta e desarmado a tempo. Antes disso, outra bomba foi encontrada plantada no Collège Saint Marc, uma escola exclusivamente para meninos no centro de Alexandria. Da mesma forma, algumas semanas antes do bombardeio da igreja em 11 de Dezembro, um homem atirou um explosivo improvisado em outra igreja em Samalout. Se a bomba tivesse detonado — também desarmada a tempo — as baixas provavelmente teriam sido muito altas, já que a igreja estava repleta de milhares de adoradores reunidos para um serviço especial de férias. Em um incidente separado em Dezembro, slogans Islâmicos e mensagens de ódio —incluindo “Cristãos, vocês vão morrer” — foram pintados no chão de outra igreja, a da Virgem Maria em Damiette.

Os bombardeios de hoje nas igrejas também seguem uma série de crimes de ódio assassinos contra os Cristãos em todo o Egito nas últimas semanas — crimes que viram Coptas queimados vivos e mortos nas ruas movimentadas, e em plena luz do dia e deslocados do Sinai. Em um vídeo desses Coptas destituídos, um homem pode ser ouvido dizendo: “Eles estão nos queimando vivo! Eles querem exterminar os Cristãos completamente! Onde estão os militares [Egípcios]? “Outra mulher grita para a câmera:” Diga ao mundo todo, olhe — nós deixamos nossas casas, e por quê? Porque eles matam nossos filhos, matam nossas mulheres, matam nossos inocentes! Por quê? Nossos filhos têm medo de ir às escolas. Por quê? Por que toda essa injustiça?! Por que o presidente [Sisi] não se move e faz alguma coisa por nós? Não podemos nem mesmo atender às nossas portas sem estarmos aterrorizados! “(Nota: As doações que vão diretamente para os Coptas deslocados do Egito podem ser feitas aqui).

Em resposta aos bombardeios das igrejas de hoje, o presidente Sisi declarou estado de emergência de três meses, acrescentando em declaração que tais ataques só fortalecerão a determinação dos Egípcios contra as “forças do mal”. Por sua parte, o presidente Trump tuitou dizendo que está “muito triste com a notícia sobre o ataque terrorista”, mas que tem “grande confiança” em Sisi e que ele “vai lidar com a situação corretamente.”

Sisi culpou ainda mais os “países e organizações fascistas e terroristas que tentaram controlar o Egito” pelo bombardeio de hoje.

Mas o que dizer sobre o que está acontecendo dentro do Egito? Será que “Sisi está lidando com a situação corretamente”? Se aqueles que estão aterrorizando os Cristãos Coptas são verdadeiramente membros do ISIS ou meros simpatizantes, o fato é que todos foram crescidos no Egito — todos ensinados a odiar os “infiéis” nas mesquitas e nas escolas do Egito. [Ênfase adicionada].

O próprio Sisi reconheceu abertamente isso em 2015 quando se apresentou diante dos clérigos Islâmicos Egípcios de Al Azhar e implorou-lhes para fazerem alguma coisa sobre a forma de como o Islã é ensinado aos Muçulmanos. Entre outras coisas, Sisi disse que o “corpus de textos e idéias Islâmicos que temos sacralizado ao longo dos séculos” está “antagonizando o mundo inteiro” e que o Egito “está sendo rasgado, está sendo destruído, está se perdendo — e está se perdendo pelas nossas próprias mãos.”

O quão sério as suas palavras foram levadas foi revelado em Novembro passado, quando a maior autoridade Islâmica do Egito e Grande Imam, Dr. Ahmed al-Tayeb — que aparece sentado na primeira fila durante o discurso de Sisi em 2015 — defendeu a confiança de Al Azhar sobre esses mesmos “corpus de textos e ideias [Islâmicas] sacralizados ao longo dos séculos”, que muitos reformadores estão ansiosos para ver eliminados do currículo Egípcio porque apóiam as expressões mais “radicais” do Islamismo — incluindo a morte de apóstatas, perseguição de Cristãos e a destruição de igrejas.

O Grande Imam do Egito chegou a afastar descaradamente o pedido de reforma como quixotesco na melhor das hipóteses:

“Quando [Sisi e os reformadores] dizem que Al Azhar Deve mudar o discurso religioso, mudar o discurso religioso (sic), isso também é, quero dizer, eu não sei — um novo moinho de vento que acabou de aparecer, este “mudar o discurso religioso” — o que muda o discurso religioso? Al Azhar não muda o discurso religioso — Al Azhar proclama o verdadeiro discurso religioso, que aprendemos de nossos anciãos.

E a lei que os anciãos do Islã, o ulemá, legaram aos Muçulmanos prega o ódio aos “infiéis” — que, no Egito, significa Cristãos. Este é o problema definitivo do Egito, e não, para citar Sisi, os “países estrangeiros e organizações fascistas e terroristas”, que são sintomas do problema.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

ESTADO ISLÂMICO REIVINDICA RESPONSABILIDADE PELOS DOIS BOMBARDEIOS A IGREJAS NO EGITO

Fonte/Source: Islamic State claims responsibility for the two church bombings in Egypt

Nota do blog: O Islã é o mesmo há quase 1400 anos. Esperar um resultado diferente no Brasil é insanidade.

ESTADO ISLÂMICO REIVINDICA RESPONSABILIDADE PELOS DOIS BOMBARDEIOS A IGREJAS NO EGITO

POR ROBERT SPENCER

9 de Abril de 2017

O Express informou em 21 de Fevereiro que “os militantes do Estado Islâmico (ISIS) no Egito ameaçaram aumentar os ataques contra os Cristãos no país, prometendo “liberar” o Cairo num novo vídeo arrepiante. No clipe de 20 minutos, o grupo seleciona Egípcios Cristãos proeminentes, identificando o Papa Copta e um número de empresários ricos como “presa preferida do grupo”.

“ISIS reivindica a responsabilidade por 2 bombardeios em Igrejas no Egito que matou dezenas”, por Michael Edison Hayden, ABC News, 9 de Abril de 2017:

O Estado Islâmico (ISIS) responsabilizou-se por dois ataques a Igrejas no Egito que estavam lotadas para os serviços do Domingo de Ramos, de acordo com sua agência de notícias.

Os ataques seguem as advertências do grupo terrorista de que escalariam os ataques aos Cristãos do Egito, que segundo estimativas da CIA representam cerca de 10% da população do país.

Duas bombas mataram pelo menos 37 pessoas e feriram outras 100 no Domingo de Ramos. O primeiro explodiu numa igreja Cristã Copta na cidade de Tanta, no Delta do Nilo, e o segundo, várias horas depois, na Catedral de São Marcos, na cidade costeira de Alexandria, a sede histórica da Cristandade no Egito.

Imagens gráficas compartilhadas nas mídias sociais pela Igreja Ortodoxa Copta do Egito entre outros, mostram as terríveis consequências das explosões gêmeas: Os bancos da Igreja ficaram em pedaços em grande parte da Igreja Copta Mar Girgis em Tanta, onde pelo menos 26 pessoas foram mortas e mais de 70 pessoas feridas — sangue e livros de oração foram triturados e estão espalhados pelo chão.

Em Alexandria, onde pelo menos 11 pessoas foram mortas e outras 35 ficaram feridas, a equipe de resgate no local da cena caótica usaram cobertores para transportar as vítimas através dos escombros e uma multidão à espera de veículos de emergência laranja.

A explosão na Catedral de São Marcos ocorreu logo após o líder da Igreja Ortodoxa Copta de Alexandria, o Papa Tawadros II, terminar os serviços, informou a Associated Press. Os seus assessores mais tarde disseram à imprensa local que ele escapou ileso…


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

ALLAHU AKBAR EM WESTMINSTER

Allahu Akbar em Westminster

Por Tião Cazeiro

22 de Março de 2017

O ISLÃ ESTÁ ANTAGONIZANDO O MUNDO TODO!

O que falta para o povo Brasileiro dar um basta definitivo neste governo que está cruelmente abrindo as portas para o impensável?

Notícias como esta — Muçulmanos Devotos E Apoiadores Do Estado Islâmico (ISIS) Celebram Ataque Terrorista Em Londres — deveria sensibilizar o governo, principalmente um governo que tem em seu território 175 milhões de Cristãos entre outros grupos religiosos, ou seja, o segundo maior país Cristão do mundo.

E não me venha com Cruzadas ou Inquisição, pois isto não cabe mais no mundo atual.

A penetração Islâmica no tecido Ocidental chegou a um ponto que até — “mães na Pensilvânia estão produzindo acessórios Barbie-Hijab para “criar uma geração amável”.

O Islã está em guerra contra o mundo para impor a lei Sharia, algo que “todo mundo” já sabe. Agora, se você levantar a voz para criticar o Islã, a esquerda, a globalização etc. será enquadrado, de acordo com a maldita ONU, no “discurso de ódio“, “RACISMO“, “contra os direitos de alguém“. Só não dizem quem estão defendendo.

Veja o Brasil, basta olhar em volta para perceber o que estão fazendo com este país. Tudo orquestrado. Tudo pronto pra você viver no INFERNO, e quem sabe se tornar um DHIMMI. Por acaso você sabe o que é um Dhimmi? Sempre faço esta pergunta, e poucos respondem.

Estão bombardeando o mundo, mas você não pode criticar o agente dos bombardeios. Sim, nada a ver com o Islã, diz a grande inimídia.

Você é obrigado todos os dias a engolir a maldita esquerda, o globalismo, progressistas, feministas etc, mas ai de você se abrir a boca para falar do “povo das necessidades especiais”.


Nações Unidas: Regulando o discurso de “ódio” e não um ataque à liberdade de expressão.

As Nações Unidas marcaram o Dia Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial na Terça-feira, dizendo aos governos ao redor do mundo que a regulação do “discurso de ódio” é parte da estratégia necessária para “defender os direitos de alguém“.


O ISLÃ NÃO É UMA RAÇA, É UMA IDEOLOGIA.


Para quem não o conhece, Tommy Robinson é um super ativista contra a Islamização.
Muito corajoso e já se machucou feio a ponto de ser hospitalizado quando foi atacado por Muçulmanos.
Ele é um dos líderes do grupo PEGIDA/UK. (Patriotas Europeus Contra a Islamização do Ocidente).

Neste protesto em vídeo, foi chamado de Nazista, Fascista, Islamofóbico, RACISTA e muito mais…
Resumindo, a polícia o tirou da passeata para evitar violência por parte dos anti-Islamofóbicos…
Essa é a mentalidade de merda da esquerda em Londres, e em toda parte, melhor dizendo.
O atentado de hoje em Westminster não vai mudar em nada, não irão desistir dessa insanidade.

Este vídeo, ainda sem legenda em Português diz muito. Assista, não se preocupe com o Inglês. Eis aqui um resumo só para dar uma ideia. As imagens dizem muito mais…

Tommy Robinson diz que no ano passado foram desarticulados pela polícia 12 atentados em Londres envolvendo supermercado, boate, avião etc., do mesmo porte que esse que aconteceu hoje em Westminster. Acusa o atentado de hoje como autoria do Estado Islâmico (ISIS)…

Tommy Robinson vem alertando a Inglaterra sobre este terrorista, Abu Izzadeen, por mais de uma década.

Nota: Até o momento em que escrevi este artigo a imprensa mundial dizia que Abu Izzadeen era o autor do atentado em Westminster. O blog Lei Islâmica em Ação colaborou com este artigo atualizando o nome do terrorista: Masood, 52anos, nascido em Kent, Inglaterra. Veja a reação dele no fim do vídeo….

 

No Sábado passado, Tommy Robinson participou da passeata anti-Islamofobia em Londres e olha no que deu…

A polícia o retirou da passeata… ele só queria entrevistar o público.

Estou mostrando isto a vocês porque vai acontecer aqui em breve. O padrão Muçulmano é o mesmo e não existe outra alternativa.

O Brasil vai pagar pela estupidez. A velocidade com que estão orquestrando a penetração Islâmica no Brasil não deixa dúvida, quando o país acordar será tarde demais.

175 milhões de Cristãos (Católicos, Evangélicos etc.) e nenhuma reação realmente significativa. Por quê?

Não é bola de cristal, é pura lógica, estudo e common sense.

Já cruzamos a linha vermelha. Infelizmente!


E por último, leia isto…

Reino Unido: terrorista “Asiático” atropela pedestres com  carro antes de correr para o Parlamento com uma faca. — UK: “Asian” attacker crashed into pedestrians in his car before running into Parliament with knife

“Asiático” é o eufemismo da mídia Britânica para Muçulmano.

O “Moderado” Fatah pediu tais ataques. E o Estado Islâmico emitiu esse apelo em Setembro de 2014:

“Então, ó muwahhid, não deixe que essa batalha passe por onde quer que você esteja. Você deve atacar os soldados, patronos e soldados do tawaghit. Golpeie seus membros da polícia, da segurança, e da inteligência, assim como seus agentes traiçoeiros. Destrua suas camas. Amargure a vida deles e ocupe-os com eles mesmos. Se você pode matar um Americano ou um Europeu incrédulo — especialmente o Francês rancoroso e sujo — ou um Australiano, ou um Canadense, ou qualquer outro descrente dos descrentes que fazem a guerra, incluindo os cidadãos dos países que entraram numa coalizão contra o Estado Islâmico, então confie em Alá e mate-os de qualquer jeito ou maneira, no entanto, pode ser… se você não for capaz de encontrar um IED ou uma bala, então escolha um Americano descrente, um Francês, ou qualquer um dos seus aliados. Golpeie a cabeça dele com uma pedra, ou mate-o com uma faca, ou o atropele com o seu carro, ou jogue-o de um lugar alto, ou sufoque, envenene…”


OS ESPECÍFICOS DA SELVAGERIA DA SHARIA

Fonte/Source: The Specifics of Sharia’s Savageries – Raymond Ibrahim

OS ESPECÍFICOS DA SELVAGERIA DA SHARIA

Por Raymond Ibrahim

3 de Janeiro de 2017

FrontPage Magazine

Embora a mídia Ocidental regularmente não reivindique um “motivo” sequer aos muitos ataques Islâmicos a não-Muçulmanos, muitos agora estão, pelo menos vagamente, conscientes de que os perpetradores Muçulmanos contam com ensinamentos Islâmicos genéricos que promovem hostilidade aos não-Muçulmanos.

No entanto, muitas vezes ignoradas, as regras Islâmicas, muito rigorosas e detalhadas, estão por trás de muitos ataques terroristas.

Tomemos o recente ataque à Catedral de São Pedro no Egito, que deixou pelo menos 25 fiéis Cristãos — em sua maioria mulheres e crianças — mortas por ataque assumido pelo ISIS. Embora muitos possam classificá-lo como, apenas um outro ataque genérico visando os “infiéis” Cristãos Coptas, a realidade é que o ISIS, entre outros grupos e indivíduos Islâmicos, se apoiam em decisões Islâmicas arcanas e pouco conhecidas, para justificar sua violência.

Por exemplo, por que a Catedral de São Pedro foi especificamente atingida? A resposta óbvia, é que ela ocupa um lugar de prestígio entre a comunidade Copta Ortodoxa, e está situada no interior do complexo de São Marcos, a sede do Papa Copta no Cairo, Capital do Egito.

Contudo, ainda existe outra razão. Em novembro de 2014, o ISIS convocou seus seguidores e simpatizantes Muçulmanos para atacarem todas as Igrejas do Cairo. Então, um tal de Abu Mus’ab al-Maqdisi, um líder do ISIS, disse numa declaração que “É necessário levar a batalha para o Cairo”, e para os jihadistas focarem nos Coptas: “Porque mirá-los, segui-los e matá-los, é um entre muitos caminhos, para servir a causa dos nossos virtuosos reféns masculinos e femininos dos tiranos.”

Alguns meses depois, um jurista da Sharia servindo o Estado Islâmico, Hussein bin Mahmoud, disse num artigo publicado em 17 de Fevereiro de 2015, e aparecendo em vários sites jihadistas, que todas as Igrejas Cristãs no Cairo devem ser demolidas. Intitulado “A decisão sobre os Cristãos do Egito”, o artigo foi escrito como uma fatwa que:

“A regra com relação às Igrejas que estão no Cairo é que elas sejam destruídas, de acordo com o consenso dos nossos honrados antepassados​​, porque elas são novas sob o Islã, e o Cairo é uma cidade nova, cujos habitantes originais eram Muçulmanos. Não haviam Igrejas nela anteriormente.

Quanto às Igrejas do Alto Egito, que podem ter existido antes da conquista Islâmica do Egito, estas podem permanecer, mas nunca poderão ser reformadas ou consertadas.”

Tudo isto está relacionado à visão Islâmica, predominante, sobre os lugares de culto não-Muçulmanos: se existiram quando os jihadistas históricos do Islã invadiram as terras, e se os nativos se renderam pacificamente, então essas podem continuar a existir (embora nunca poderão ser reformadas); Se, por outro lado, os nativos resistiram aos Muçulmanos invasores, então todas as Igrejas existentes devem ser destruídas. Em ambos os casos, novas Igrejas não poderão ser construídas.

Como acontece, o Cairo moderno foi fundado no século X, quase 400 anos depois que a primeira campanha Islâmica invadiu e conquistou o Egito Copta. Assim, de acordo com a cosmovisão Islâmica, em nenhuma circunstância poderá existir qualquer Igreja no Cairo, uma vez que, de acordo com essa noção, o Cairo era Islâmico desde o seu início.

Daí uma das razões pelas quais a Catedral São Pedro no Cairo foi escolhida para o bombardeio.

Tal nível de detalhe e leis, regularmente orientam a cosmovisão hostil do ISIS e seus milhões de simpatizantes Muçulmanos.

Mas, é claro que os analistas Ocidentais podem ser desculpados por ignorarem essas regras arcanas. Afinal, se militantes Sunitas, como o ISIS, são zelosos com o bem-estar das cidades Sunitas, a maioria deles é igualmente ignorante do fato irônico de que o Cairo — mesmo Al Azhar, a escola Sunita mais famosa do mundo — foi fundada e servida pelos interesses de um dos maiores inimigos históricos do Islã Sunita: os Xiitas da Dinastia Fatimid.


Tradução: Tião Cazeiro — MUhammad e os Sufis