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“LIMPE O NOSSO EXCREMENTO TODOS OS DIAS OU MORRA”

“LIMPE O NOSSO EXCREMENTO TODOS OS DIAS OU MORRA”: PERSEGUIÇÃO MUÇULMANA AOS CRISTÃOS — AGOSTO DE 2017”

Por Raymond Ibrahim

16 de Janeiro de 2018

Gatestone Institute

Um documento elaborado por membros da comunidade Cristã global que se reuniu no 3º Fórum Internacional Cristão realizado em Moscou, detalhou como nos últimos 10 anos a população Cristã do Oriente Médio diminuiu em 80% e advertiu que, a menos que as tendências atuais sejam revertidas, o Cristianismo “desaparecerá” de suas antigas terras em alguns anos. Por volta do ano 2000, havia 1,5 milhão de Cristãos no Iraque, enquanto hoje há apenas 100 mil, aproximadamente uma queda de 93%, observa o documento. Na Síria, as maiores cidades “perderam quase toda a população Cristã.”

Outros ativistas e especialistas ofereceram estatísticas igualmente sombrias. O Centro para o Estudo do Cristianismo Global no Seminário Teológico de Gordon-Conwell em Hamilton, Massachusetts, já tinha previsto anteriormente que, até 2025, a porcentagem de Cristãos no Oriente Médio — que em 1910 era 13,6 por cento — poderia diminuir em torno de três por cento.

Os Cristãos que procuram retornar às áreas do Iraque e da Síria liberadas do Estado Islâmico (ISIS) continuam enfrentando desafios e discriminação das comunidades locais Muçulmanas e Curdas. Andrew White, também conhecido como o “pastor de Bagdá”, disse anteriormente que “A hora derradeira chegou, não sobrará nenhum Cristão. Alguns dizem que os Cristãos devem permanecer para manter sua presença histórica, mas tornou-se muito difícil. O futuro da comunidade é muito limitado.”

Outros, como o ex-Republicado Frank Wolf (R-Va.), são mais otimistas: “Agora é a hora. Temos uma administração que está aberta para fazer alguma coisa”, disse em referência ao governo Trump.

Enquanto isso, o ISIS continuou alimentando grandes esperanças. Em um vídeo lançado pela organização terrorista em Agosto, um extremista destruiu uma foto do Papa Francisco e do Papa Emérito Papa Bento XVI, enquanto dizia: “Lembre-se disso, você é um kuffar (“infiéis” ou “não-Muçulmanos”) — nós chegaremos à Roma, inshallah [se Alá quiser].” O narrador do vídeo também prometeu que “Depois de todos os seus esforços, a religião da cruz será destruída. A inimizade dos cruzados em relação aos Muçulmanos só serviu para encorajar uma geração de jovens”. Quando indagado sobre isso, o alto assessor de Francisco disse: “O Papa Francisco não alterou nada em sua agenda, nem irá mudar. Além disso, continuará a fomentar o diálogo, criando pontes, defendendo a paz. Com Muçulmanos e Cristãos.”

O levantamento de Agosto sobre a perseguição Muçulmana aos Cristãos em todo o mundo inclui, mas não está limitado, às seguintes informações:

Massacre Muçulmano de Cristãos 

PAQUISTÃO: Javid Masih, um Cristão que se vendeu à escravidão para uma família Muçulmana por dois anos porque queria comprar uma casa para a sua família, foi regularmente abusado, impedido de ir à igreja e finalmente assassinado em Agosto. Quando o contrato de dois anos estava prestes a acabar e Javid já havia dito a um parente que estava ansioso para se casar, foi informado que: “Não há como você ser ver livre de nós e deixar este lugar.” Quando seu mandato terminou e ele pediu por sua liberdade, foi severamente reprimido pelos filhos da família:

“Você é um Chura imundo [palavra depreciativa que significa coisa sem valor], como ousa pedir sua liberdade. Sua vida é nossa. Você vai limpar nossos excrementos todos os dias de sua vida a partir de agora ou você e sua família irão morrer.”

Em seguida, “foi agarrado pelos irmãos, amarrado, espancado e cuspido por um dia inteiro. Ele nunca contou a sua família sobre isso, porque estava com vergonha e tinha medo das repercussões sobre sua família caso se envolvessem. Outros funcionários tiverem que assistir a tortura brutal de Javed para inculcar a sensação de medo entre eles.

“Continuou escravizado, mas sua produtividade caiu, e a família Muçulmana decidiu acabar com ele. Envenenaram e o deixaram na frente da casa de sua família; quando sua mãe viúva implorou para que o levassem ao hospital, cuspiram nela. Ele morreu; e a polícia relatou a morte como “suicídio”.

Wilson Chowdhry, Presidente da Associação Cristã Paquistanesa Britânica, disse: “Apesar das leis contra a escravidão no Paquistão, o trabalho servido prolifera e está destruindo a vida de muitos Cristãos. A Lei do Trabalho Forçado (Abolição) Decreto 1992 não vale a pena o papel em que está escrito e a apatia dos governos para impor a lei ilustra o baixo valor atribuído aos Cristãos e outras minorias… Há uma taxa de suicídio muito pequena no Paquistão de cerca de 300 vítimas ao longo de dois anos, os Paquistaneses são resistentes. É inconcebível que Javed tenha cometido suicídio quando não expressou tal desejo a qualquer um que conhecesse e permaneceu estóico por dois anos, apesar da dor que lhe foi infligida.”

Outro homem Cristão, um prisioneiro que tentaram convertê-lo, mas rejeitou o Islã, foi encontrado morto “sob circunstâncias misteriosas sob custódia policial”, diz um relatório. Indaryas Ghulam, 38, estava entre os 42 Cristãos presos pelo linchamento de dois Muçulmanos associados a um ataque na igreja em 2015 que matou quase 20 Cristãos e feriu 70. Indaryas negou envolvimento no linchamento e era um dos prisioneiros prometidos de “liberação em troca da renúncia ao Cristo. Ele poderia ter salvado sua vida, mas decidiu testemunhar sua fé até a morte… A administração da prisão atribuiu sua morte à má saúde; tinha tuberculose. Mas sua esposa Shabana e sua filha Shumir, que viram o corpo, disseram que tinha queimaduras e cortes em todos os lugares, sinais claros de tortura e da brutalidade a que havia sido submetido. Além disso, acrescentam que, embora estivesse gravemente doente, nunca recebeu cuidados médicos adequados atrás das grades.”

Ataques Muçulmanos À Liberdade Cristã

IRÃ: Cerca de quinhentos Muçulmanos convertidos ao Cristianismo enfrentaram perseguição e fugiram do Irã para a Turquia em busca de asilo, revela o relatório de Agosto. Um jovem converso que disse que não poderia ser quem ele queria ser se permanecesse Muçulmano, acrescentou que agora está se sentindo “confortável” como um Cristão. Outro disse: “Eu mudei de religião porque não vi nada no Islã. Tudo que vi estava errado. É fato que o governo do Irã é Islâmico, contudo nossa juventude está sendo executada. No Iraque, a mesma coisa… Lá está o ISIS matando pessoas em nome do Islã, e as pessoas vulneráveis ​​estão sendo decapitadas. Fugiram para a Turquia e nós viemos para a Turquia. É por isso que não vi nada de bom no Islã. “A Open Doors USA, que monitora a perseguição Cristã em todo o mundo, confirma que “os convertidos ao Cristianismo vindo do Islã constituem o maior grupo de Cristãos e experimentam a maior perseguição.”


Para mais informações (em Inglês) sobre os países envolvidos com a perseguição Muçulmana aos Cristãos acesse este link: Raymond Ibrahim.  O site disponibiliza um relatório sobre os casos de perseguição mundial desde Julho de 2011.

A perseguição aos Cristãos no mundo Islâmico tornou-se endêmica. Por conseguinte, o relatório sobre a “perseguição Muçulmana aos Cristãos” foi desenvolvido para reunir alguns — de modo algum todos — os casos de perseguição que se emergem a cada mês, cem dois propósitos:

  1. Documentar o que a grande mídia não faz: a perseguição habitual, senão crônica, aos Cristãos.
  2. Mostrar que tal perseguição não é “aleatória”, mas sistemática e inter-relacionada — e  que está enraizada em uma visão de mundo inspirada na Sharia Islâmica.

Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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TV Alemã: ‘Mulher Ensina Menino a Rezar para Alá’

Fonte/Source: German state TV series features woman teaching boy how to pray to Allah


Diante do que vem acontecendo no Brasil este artigo até que não diz muita coisa, e se acontecer o mesmo por aqui será em horário nobre, numa dessas novelas de grande audiência da Globo. Claro, nada a ver com o Islam.


Série De TV Estatal Alemã Apresenta Mulher Ensinando Menino Como Rezar para Alá

POR ROBERT SPENCER

15 de Janeiro de 2018

Quando foi a última vez que uma série de TV estatal Alemã apresentou instruções sobre a oração Cristã? Minha aposta é nunca. Multiculturalismo = Supremacismo Islâmico. A TV estatal Alemã está trabalhando para preparar o povo Alemão para o seu futuro.

Para os não versados na língua Inglesa, por favor, leia a tradução a seguir antes de assistir ao vídeo.

Tradução do vídeo:

— Paul, eu tenho que te dizer uma coisa muito importante. Eu já falei pra você sobre Deus, que vive no céu, e sempre nos observa. Mas existe um outro Deus, e ele se chama Alá (ou Allah), diz isso, Alá.
— Alá.
— E a partir de hoje eu quero que Deus… a partir de hoje vamos dizer “Alá” …que Alá se torne muito mais importante em nossas vidas, que a gente reze para Alá e sejamos gratos por tudo que temos e por sermos afortunados e tudo o mais, você compreende isso?
E nós temos que seguir as regras.
Há muitos anos, Alá falou com um homem na terra e disse a ele como as pessoas têm que viver na terra para serem felizes. Esse homem foi chamado de Muhammad. Ele escreveu tudo num livro, e esse livro se chama Alcorão. Eu sei que neste momento você não está entendendo tudo porque você ainda é uma criança. Mas é exatamente por você ainda ser uma criança que você é Muçulmano. Toda criança é Muçulmana. Sim, cada criança é um Muçulmano. Mas eu ainda não sou uma Muçulmana. Agora isso é muito importante…

A partir desse ponto, ela recita um testemundo em Árabe, a seguir:

O testemunho de fé (Shahada): Eu testemunho “La ilaha illa Allah, Muhammad rasoolu Allah.”

— Você quer saber o que eu acabei de dizer?
Paul balança a cabeça confirmando que sim.
— “Eu testemunho que não existe deus além de Alá e eu testemunho que Muhammad e o Mensageiro (Profeta) de Alá.”
Você vai entender isso mais tarde. Agora eu vou tomar um banho porque preciso fazer isso, porque agora eu sou uma Muçulmana (Muslima).


“Será que é isso mesmo? Propaganda Brutal do Estado Alemão para encorajar as crianças a serem Muçulmanas?”, por Eeyore, Vlad Tepes, 13 de Janeiro de 2018 (Agradecimento à The Religion of Peace):

Enquanto estamos aguardando uma resposta sobre isso, o que está abaixo é definitivamente uma propaganda da TV estatal para que os Muçulmanos ilegais se tornem vítimas de alguma forma, depois que assassinam os Alemães.

UPDATE: De Oz-Rita:

E não, não é uma sátira!

Série da TV estatal Alemã: “Lindenstraße” Episode 1084 “Islã”

Murat (Erkan Gündüz fica surpreso com o empenho de Lisa (Santje Peplow) defendendo o Islã.

Esse pequeno vídeo schmaltzy foi uma cena de uma série da TV estatal Alemã, transmitida em 2006, um ano após Angela Merkel se tornar chanceler, e quando ainda fingia para a Alemanha que era uma “Conservadora”. Em seguida ela conheceu Sorros [sic] (George Soros), Erdogan, Obama etc. … e o resto, como dizem, é história. O número de Muçulmanos na Alemanha era de cerca de 3,3 milhões. Embora as estatísticas exatas hoje sejam pouco confiáveis, uma estimativa conservadora de mais de 4,7 milhões de Muçulmanos a partir de 2015 é considerada conservadora.

A série foi chamada de “Lindenstrasse” e a jovem que se “converteu” — ou “reverteu” como dizem os Muçulmanos — desempenhou o papel de uma jovem mãe, Lisa, noiva de um Muçulmano Turco, Murat, que estava trabalhando muito para ganhar o dinheiro para bancar o casamento. Eu assisti aquele episódio e alguns que se seguiram, até chegar perto de uma overdose de sacarina. Você tem uma amostra disso no vídeo acima.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

POR QUE PROFESSAR CRISTO ESTÁ SE TORNANDO UM “CRIME DE ODIO” NO OCIDENTE

Fonte/Source: Why Professing Christ Is Becoming a ‘Hate Crime’ in the West – Raymond Ibrahim


POR QUE PROFESSAR CRISTO ESTÁ SE TORNANDO “CRIME DE ODIO” NO OCIDENTE

Por Raymond Ibrahim

12 de Janeiro de 2018

FrontPage Magazine

Qual é a fonte do dhimmitude — que em muitos aspectos paralisa as respostas ao Islam — no Ocidente?

Primeira definição: “dhimmitude”, que foi cunhada pelo falecido presidente Cristão do Líbano, Bashir Gemayel, e popularizada pela escritora Bat Ye’or, é um neologismo baseado na palavra Árabe, dhimmi, ou seja, um não-Muçulmano (geralmente um Cristão ou Judeu) que cai sob o domínio Islâmico e, como um preço para manter sua religião, aceita uma posição social inferior. Simplificando, o dhimmi deve conhecer seu lugar e nunca balançar o barco, inclusive buscando direitos iguais aos Muçulmanos.

Embora isto seja a manifestação clássica e original da dhimmitude, uma nova forma e sem precedentes surgiu no Ocidente: no mundo Muçulmano, onde o poder faz o que quer sem ser contestado, as maiorias Muçulmanas impõem um status inferior às minorias não-Muçulmanas; mas no Ocidente, é o próprio Ocidente — ou pelo menos elementos domésticos — que, em determinadas áreas, impõe um status inferior a uma maioria não-Muçulmana.

Eis a questão, por quê? Por que uma civilização mais forte impõe estipulações injustas e supremacistas de uma civilização mais fraca e hostil sobre si mesma e desse modo paralisa a si mesma diante dessa mesma civilização hostil?

A resposta é evidente nas palavras de uma estratégia antiga: “O inimigo do meu inimigo é meu amigo”. Os elementos Ocidentais que protegem e fortalecem incessantemente o Islam e que operam sob vários nomes — “Liberais”, “Esquerdistas”, “Marxistas”, “Progressistas”, “Guerreiros da Justiça Social”, etc. — fundamentalmente, pouco se importa com o Islamismo; em vez disso, o Islã é para eles uma ferramenta para combater seu inimigo real e muito mais próximo: o Cristianismo, os costumes e a civilização nascida dele e culminando no Ocidente.

Isto é evidente em todos os lugares e em uma miríade de formas. Mais recentemente, o governo Britânico se recusou a responder se alguém contar às pessoas sobre a fé Cristã poderia ser considerado um crime de ódio.” Lord Pearson de Rannoch, um colega do UKIP, perguntou à Câmara dos Lordes se poderiam “confirmar inequivocamente que um Cristão que diz que Jesus é o único filho do único e verdadeiro Deus não pode ser preso por crime de ódio ou qualquer outra ofensa, por mais que possa ofender um Muçulmano ou qualquer outra religião? “A porta-voz do governo Baronesa Vere de Norbiton respondeu equivocadamente, dizendo que a definição legal de “crime de ódio” tem sido a mesma durante os últimos 10 anos.

Entretanto, como Pearson explicou em uma entrevista posterior, a definição atual de “crime de ódio” é subjetiva e depende se a “vítima” se sente ofendida — deixando assim a porta aberta para acusar aqueles que proclamam Cristo e a Trindade de cometerem crime de ódio, especialmente vis-à-vis Muçulmanos, que se opõem veementemente à reivindicação, como o próprio Pearson reconheceu: “Certamente, os Muçulmanos mais estritos se sentem ofendidos pelo Cristianismo e a nossa crença em Jesus sendo o único Filho do único verdadeiro Deus.”

Pearson também apontou um duplo padrão em como os “crimes de ódio” são aplicados: “Você pode dizer o que você quiser sobre o nascimento da Virgem, os milagres e a ressurreição de Jesus Cristo, mas assim que você disser ‘vamos lá, será que o Islam é realmente a religião de paz que afirma ser’, o inferno se explode.”

De fato, e há uma razão para isso: ao contrário do Islam — do qual muitas elites Ocidentais não sentem nenhuma conexão (direta) e, portanto, nenhuma ameaça proveniente dele — o Cristianismo é a fé de seus antepassados; está sempre presente em suas sociedades, julgando-os e eles o odeiam por isso. Mas ao invés de procurar suprimir abertamente, operam indiretamente, inclusive apoiando os sempre bravos e facilmente “ofendidos” Muçulmanos contra o Cristianismo, enquanto desempenham o papel de pessoa “imparcial” secularista ou progressista — pessoas se obrigarão (ou seja, os outros, notadamente os Cristãos) a caminhar sobre cascas de ovos com medo de que os “sentimentos” do “outro” seja ferido.

A partir desse ponto, entende-se por que liberais e progressistas que sempre reclamam contra qualquer vestígio do Cristianismo tradicional (“opressivo”) habitualmente se alinham com o Islam — apesar das qualidades verdadeiramente opressivas do último. As feministas denunciam o “patriarcado” Cristão — mas dizem pouco contra o tratamento Muçulmano às mulheres como uma possessão pessoal; homossexuais denunciam padarias Cristãs — mas dizem pouco contra a execução Muçulmana de homossexuais; multiculturalistas denunciam Cristãos que se recusam a reprimir sua fé, inclusive proibindo frases e imagens de Natal, para acomodar a sensibilidade religiosa das minorias Muçulmanas —, mas dizem pouco contra a perseguição Muçulmana entrincheirada e aberta aos Cristãos.

Desse ponto, entende-se a razão última pela qual os elementos dominantes do Ocidente estão impondo os efeitos injustos e sufocantes da dhimmitude e tornando o Oeste fraco e vulnerável: “O inimigo [Islam] do meu inimigo [Cristianismo] é meu amigo.” Como este exemplo recente no Reino Unido mostra, Muçulmanos agora estão até mesmo sendo usados ​​para fazer a reivindicação central do Cristianismo — que a elite progressiva especialmente despreza ouvir porque condena o seu estilo de vida sem Deus — um “crime de ódio”.


Tradução: Tiao Cazeiro  — Muhammad e os Sufis

Hamas Pede o Fim Do Processo De Paz Com Israel

Fonte/Source: Hamas chief calls for end to peace process with Israel – World Bulletin


Por Tião Cazeiro 

Compare os excertos a seguir com o artigo sobre o Hamas no final. Depois observe como foi importante Donald Trump reconhecer Jerusalém como a capital de Israel.


Excertos do Islã 101 — A Guerra do Islã Contra o Mundo


“A perseguição do Islam aos não-Muçulmanos é de forma alguma limitada à Jihad, apesar de ser a relação básica entre o mundo Muçulmano e não-Muçulmano. Depois de uma Jihad ser concluída numa determinada área, com a conquista do território do infiel, a “dhimma” ou Tratado de Proteção, pode ser concedida ao conquistado, o “Povo do Livro” — historicamente, Judeus, Cristãos e Zoroastrianos.

A dhimma estabelece que a vida e a propriedade do infiel estarão isentos da Jihad enquanto os  governantes Muçulmanos assim entenderem, o que geralmente significa que o submetido “não-Muçulmano” — o dhimmi — assim ficará enquanto economicamente for útil ao estado Islâmico.

O Alcorão enuncia que o pagamento da Jizya (Imposto; Taxa de proteção (Head-Tax); Sura 09:29), é o meio mais conspícuo através do qual os senhores Muçulmanos devem explorar o dhimmi. Mas, a Jizya não é meramente um assunto econômico em si; ela existe também para humilhar o dhimmi e impressioná-lo com a superioridade do Islã. Al-Maghili, um teólogo Muçulmano do século XV, explica:

“No dia do pagamento {da Jizya} eles {os dhimmis} devem ser postos num lugar como o Suq {Centro Comercial}. Devem esperar no lugar mais baixo e mais sujo. Os funcionários interinos, que representam a lei, devem ser colocados acima deles e adotarem uma atitude ameaçadora para que fique bem claro para eles, bem como para os outros, que nosso objetivo é senão degradá-los, fingindo tomar suas posses. Eles vão perceber que estamos fazendo-lhes um favor, aceitando a Jizya para deixá-los livres.

(Al-Maghili, citado por Bat Ye’or, (O Declínio do Cristianismo Oriental sob o Islã, 361).

“Em 1928, Hasan Al-Banna fundou a Irmandade Muçulmana, que hoje é a mais poderosa organização no Egito depois do próprio governo.

“Todos os Muçulmanos devem fazer a “Jihad”, é uma obrigação ordenada por Alá, para todos os Muçulmanos e não pode ser ignorada, nem contornada. Alá tem atribuído grande importância à Jihad e têm dado a recompensa aos mártires e aos lutadores em seu caminho esplêndido. Somente aqueles que agirem da mesma forma, e que tem se modelado nos mártires, e em seu desempenho na Jihad podem unir-se em recompensa. Além disso, Alá honrou especificamente os Mujahideen {aqueles que  lutam e levantam a Jihad} com certas qualidades excepcionais, espirituais e práticas, para beneficiá-los neste mundo e no próximo. Seu sangue puro é um símbolo da vitória neste mundo e a marca do sucesso e felicidade do mundo que há por vir.

…….

“Todos estão sempre prontos e preparados. Por exemplo, Abdullah ibn al Mubarak, um homem muito sábio e piedoso, foi voluntário da Jihad na maior parte de sua vida, e Abdulwahid bin Zayd, um Sufi e um homem devoto, fez o mesmo. E em seu tempo, Shaqiq al Balkhi, o Sheik dos Sufis incentivou seus alunos à Jihad.”


Essa é a razão primordial da impossibilidade de um acordo de paz. Você pode até falar em petróleo etc., mas não irá escapar do que foi dito acima.

Claro, nada a ver com o Islam, a religião de paz, o povo das necessidades especiais.


Hamas Pede o Fim Do Processo De Paz Com Israel

World Bulletin / News Desk

3 de Janeiro de 2018


Declarações por causa da aprovação pelo Parlamento de Israel de um projeto de lei tornando mais difícil alterar o status de Jerusalém.

Chefe do Hamas, Ismail Haniyeh, convocou para Terça-feira uma nova Intifada Palestina e o fim formal do processo de paz com Israel como consequência da decisão dos EUA sobre Jerusalém (Qudus).

As observações de Haniyeh vieram após o Parlamento de Israel, ou o Knesset, aprovar uma lei no final da Segunda-feira que torna mais difícil alterar o status de Jerusalém.

De acordo com o projeto de lei, qualquer tentativa de mudar o status oficial de Jerusalém ou as fronteiras municipais requer a aprovação de 80 dos 120 membros da assembléia em vez de uma maioria simples.

O movimento ocorre a menos de um mês após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar sua decisão de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel, levando a condenação generalizada em todo o mundo Árabe e Muçulmano.

Haniyeh enfatizou que serão necessárias mais medidas para evitar que os EUA alcancem seus objetivos, incluindo a formulação de “um plano Árabe-Islâmico unido em coordenação com organismos internacionais que apoiem os direitos dos Palestinos”, que sentem que sofreram com a política Americana na região.

Haniyeh disse que “as decisões de Israel e dos EUA tornam necessário agir em dois níveis políticos”.

“O primeiro é não confiar no processo de paz ou mesmo acabar com ele. O segundo é encerrar o processo de normalização com Israel”.

“Contra a estratégia de Israel, chamamos a atenção para uma estratégia abrangente que invalidará as decisões Israelenses e Norte-Americanas [em Jerusalém] e permitirá rever a causa da Palestina como um projeto nacional de salvação”, afirmou.

Ele enfatizou que um programa que inclua Árabes, Muçulmanos e Palestinos deve ser levado a cabo para invalidar a decisão dos EUA e Israel sobre Jerusalém.


Tradutor: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Reductio Ad Absurdum

Reductio Ad Absurdum

Por Tião Cazeiro

31 de Dezembro de 2017

Encontrei este tuite ainda há pouco no Twitter… 

O tuite menciona uma entrevista realizada nas “Páginas Amarelas” da Veja, onde o sheik Rodrigo Jalloul, principal líder xiita do Brasil faz um alerta sobre a “existência de muçulmanos brasileiros que foram radicalizados…. ou seja, começaram a pregar os ensinamentos literais do Alcorão. Isso inclui defender o fim de “judeus e cristãos”.

Esse sheik é craque em taqiyya e aprendeu com os melhores no Irã.

Radicado há seis anos no santuário de Qom, no Irã, o paulistano Rodrigo Jalloul, 27, tornou-se o primeiro brasileiro nato a ser oficialmente reconhecido como clérigo xiita” – Radicado no Irã, Rodrigo Jalloul é o 1º brasileiro nato a se tornar clérigo xiita

Em outras palavras, um radical acusando outros radicais…

E que segundo o Conselho Superior de Teólogos e Assuntos Islâmicos do Brasil (CSTAIB), existem cerca de 120 mesquitas e comunidades Islâmicas no Brasil. Veja bem, “Conselho Superior…”

Caso ainda não tenha lido este artigo, sugiro que leia para entender o que estou dizendo:  Xeque Xiita Rodrigo Jalloul: “Sim, O Irã Está Divulgando O Xiismo No Brasil, E Daí?”

Um excerto desse artigo…

“Este xeque (ou sheik) xiita cria uma “miragem” muito perigosa quando diz que:

“Muita gente fala mal do Irã. Algo como o apedrejamento é, para nós, brasileiros, algo cruel. É uma regra dura, sim, mas o mundo precisa disso. O Brasil tem assassinatos, estupros etc. No Irã a segurança é total, já que as leis são temidas. Além disso, ninguém fala que nos EUA existe pena de morte com tortura.” — Sim, o Irã está divulgando o xiismo no Brasil, e daí?”  em depoimento a Samy Adghirni, da Folha. — [Ênfase adicionada].”

Sempre a mesma conversinha, os outros são radicais (os Sunitas) e o Estado Islâmico (Sunitas)…

“De fato existem ramificações religiosas no Brasil que apoiam o Estado Islâmico. Não posso afirmar que sejam ramificações terroristas, mas são integradas por pessoas com pensamentos extremistas….” — sheik Rodrigo Jalloul

Quando diz que “pessoas com pensamentos extremistas” afirma isto porque são sunitas? E o xiitas no Irã? Uma revolução está a caminho no Irã e não tem retorno.

Isso nada mais é do que a eterna guerra entre sunitas versus xiitas, Irã versus Arábia Saudita, um problema que o Brasil — como um país livre de problemas e tranquilo — importou e agora está regando as raízes desse problema, com o auxílio luxuoso da esquerda.

A cultura Judaico-Cristã é um lixo, não é mesmo? Precisamos aprender com xiitas e sunitas, assim a esquerda vai ficar feliz e alcançará enfim o seu grande objetivo, claro, no futuro, lá na frente, na terra do nunca, com o sacrifício do povo Brasileiro que será massacrado por um padrão de 1400 anos se a população não acordar. Claro, nada a ver com o Islam, a religião de paz.

Isso tudo me parece um “Reductio ad absurdum”  e o país já está comprometido.

Quando a mídia divulga que “muçulmanos radicais pregam o fim de judeus e cristãos no Brasil” dando voz a um radical xiita acusando os sunitas, duas opções me parecem lógicas:

  1. Desconhecem a história do Islam, que massacrou mais de 60 milhões de Cristãos entre outros — Tears of Jihad – Political Islam
  2. Ou, são cúmplices  e querem a destruição da cultura Judaico-Cristã, por conseguinte, permitindo esse tipo de matéria onde o sheik Rodrigo Jalloul se apresenta como ‘mocinho‘ e o Islam… claro, nada a ver com o Islam.

O segundo maior país Cristão do mundo está à beira de um desastre, em meio à paralisia do sono, seguindo os passos da Europa — ‘O Pesadelo’ – a Europa e o Íncubo


 

ISIS promete atacar na Véspera de Ano Novo

Fonte/Source: ISIS vows New Year’s Eve attacks, says “We’re going to fight until we rule the whole world by the Sharia”


ISIS promete atacar na Véspera de Ano Novo, e diz: “Vamos lutar até governarmos o mundo inteiro pela Sharia”

POR ROBERT SPENCER

26 de Dezembro de 2017

Não que isso tenha alguma coisa a ver com o ….

“ISIS Promete Matar Pessoas Bêbadas Celebrando Na Véspera De Ano Novo Em Todo O Mundo Em Seu Primeiro Vídeo na Somália”, por Tom O’Connor, Newsweek, 26 de Dezembro de 2017:

A filial do Estado Islâmico (ISIS) na Somália lançou seu primeiro vídeo no final da segunda-feira, fazendo ameaças horríveis aos que celebrarem o Ano Novo bêbados.

O vídeo de estreia, com quase oito minutos e meio, mostra uma árvore de Natal, champanhe rolando e pessoas contando os minutos finais para o Ano Novo. Em vez de gritos de “Feliz Ano Novo”, no entanto, após contarem “um”, surgi um homem gritando “Allahu Akbar” [Deus é maior] e sons de violência que o grupo militante notoriamente causa e inspira em todo o mundo. Um narrador acenou aos partidários do ISIS para se aproveitarem de pessoas intoxicadas e das grandes reuniões para o Ano Novo como “uma nova oportunidade” para perpetrar morte e destruição.

“Esta mensagem é para os irmãos que vivem entre os kuffar [infiéis]. Você não sente a dor dos irmãos Muçulmanos no Iraque, Síria, Iêmen, Somália, Birmânia e Palestina? O profeta-salla Allahu ‘alayhi wa-sallam [que as bençãos de Alá e a paz estejam sobre ele] — disse: ‘O kafir [infiel] e seu assassino nunca se juntarão no inferno.’ Significando que matar um kafir é o seu ingresso para escapar do jahenim [inferno]”, um homem não identificado, mascarado, disse para a câmera enquanto segurava o que parecia ser um rifle de assalto Kalashnikov.

E, finalmente, saibam disso, o Estado Islâmico está aqui para ficar. Nós vamos lutar e continuar lutando até governarmos o mundo inteiro pela Sharia e essa bandeira negra de la ilaha illa Allah [Não há Deus senão Alá]. Nós nos levantaremos de Washington a Moscou, da Europa à China e não há nada que poderá nos impedir acrescentou, antes de citar um verso do Alcorão.

Zombando da tradição de bebida alcoólica na comemoração do final de ano, o ISIS copiou imagens de um vídeo viralizado do YouTube, carregado no ano passado por um segurança Canadense que amarrou uma câmera GoPro em seu peito, enquanto lidava com clientes entrando e saindo do The Gatsby Soundhouse and Bar em Londres, Ontário. O autor do vídeo não estava imediatamente disponível para comentários quando a Newsweek tentou contatá-lo.

No clip da Somália, o ISIS também ordenou repetidamente que a rede de apoio global do grupo os “caçassem” e mirassem no clero Cristão, incluindo o Papa Francisco. Instruiu os espectadores para “atacarem suas igrejas no Oriente e no Ocidente”. Mostrou imagens de um indivíduo montando um rifle de precisão sobre um telhado com vista para o centro de Denver, Colorado e cenas da cidade de Nova York, onde o mais recente ataque inspirado no ISIS ocorreu no início deste mês…


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

REINO UNIDO: BRADFORD E ISLAM RUMAM ‘EM DIREÇÃO AO DESASTRE’

Fonte/Source: UK: Whites Scared, White-Owned Businesses Stoned in a Racially Divided Bradford ‘Heading for Disaster


Por Tião Cazeiro

No uso do Inglês Britânico, o termo Asiático (British Asian) habitualmente se refere a pessoas com raízes no sul da Ásia, essencialmente o subcontinente Indiano.  Leia os seguintes excertos de um artigo publicado na Inglaterra em 2012:

É hora de parar de usar a palavra “Asiático“? Nas últimas semanas, as comunidades sikhs e hindus da Grã-Bretanha se queixaram com raiva sobre o uso do termo enganoso quando relataram as condenações nos casos de abuso sexual de crianças em Rochdale por homens de ascendência paquistanesa muçulmana. Apresentações como “assédio asiático — por que precisamos conversar sobre crimes sexuais”, “Preparação sexual para crianças: a questão asiática” e “ofensas cometidas principalmente por homens asiáticos ao aliciarem crianças para fins sexuais , diz o ex-chefe de Barnardo” mostram o problema.

Obviamente, os sikhs e os hindus e outros não-muçulmanos “asiáticos”, incluindo Jainistas, Zoroástricos, Cristãos e Budistas, não querem ser associados ao aliciamento sexual de meninas brancas vulneráveis. A grande maioria dos muçulmanos também não quer. As meninas visadas em Rochdale, Derby e agora em Luton são todas não-muçulmanas. Isso não é nada de novo para os hindus Britânicos e os sikhs, que se queixaram por suas meninas estarem sendo ameaçadas há décadas; os Indianos referem-se à prática como “love-jihad”.

O tempo passa e o termo “Asiático” continua sendo usado no Reino Unido. Estamos praticamente em 2018 e nada acontece para não sensibilizar o “povo das necessidades especiais” em detrimento de outras etnías que convivem maravilhosamente bem com os Ingleses. É o conluio da esquerda com o Islam. não tenho dúvida a respeito.


Reino Unido: Brancos Assustados, Suas Empresas Apedrejadas; Bradford Racialmente Dividida Ruma ‘Em Direção Ao Desastre’

Por LIAM DEACON

24 de Dezembro de 2017

polygamy

Áreas de Bradford, Inglaterra, são No Go Zones para certos grupos étnicos e a cidade ruma “em direção ao desastre”, disseram os conselheiros, citando ataques a uma sinagoga e empresas de brancos em áreas “Asiáticas“.

O presidente do Comitê de Auditoria Corporativa do Conselho de Bradford, Arshad Hussain, criticou a segregação étnica e a integração fracassada, e culpou o politicamente correto por piorar a situação.

Muitas pessoas estão “com medo de falar quando há o risco de que possam causar ofensa”, advertiu, acrescentando que existem “muitas áreas nesta cidade” onde as pessoas tem medo de ir dependendo da etnia delas — ou seja, No Go Zones.

A conselheira, Vanda Greenwood, acrescentou que as mulheres jovens não se sentem seguras em algumas partes da cidade devido à gangues de jovens homens “Asiáticos“, Telegraph e Argus relatam.

No tuite acima: Um relatório think tank da Quilliam descobriu que mais de oito homens em cada dez condenados por crimes ligados à ‘gangues de estupro’ têm um fundo “Asiático”, enquanto as vítimas são “quase exclusivamente meninas brancas”.

Os comentários chocantes — Hussain classificou a situação como um “horroroso estado de coisas” — vieram quando o Comitê de Auditoria discutiu um novo relatório abordando a integração na cidade, em resposta ao Casey Review do governo, que destacou as divisões.

O Casey Review, publicado há um ano, pediu às comunidades que se integrassem, derrubando “ideologias religiosas e culturais regressivas” e destacando a autocensura por medo de serem chamadas de “racistas”.

Apenas no mês passado, Dame Louise Casey, a autora, falou novamente, dizendo que a integração falhou, afirmando que o politicamente correto ajudou os extremistas Muçulmanos.

O conselheiro Hussain argumentou que as divisões estavam piorando em Bradford, descrevendo os ataques chocantes às empresas de propriedade de brancos.

“As relações comunitárias nesta cidade eram muito melhores há 25 anos. Estamos realmente alcançando o que devemos alcançar? Acho que não. No mês passado, na Noite da Fogueira, só na minha ala, três pubs foram apedrejados por jovens Asiáticos”, disse.

Os pubs de Red Lion e Round Thorn, a oeste da cidade, estavam entre os que foram alvo no dia 5 de Novembro, de acordo com o Telegraph e Argus. 

“Estes eram os únicos negócios de brancos na área. Nenhuma empresa Asiática foi atacada. Eles foram alvo porque eram brancos”, acrescentou.

No tuite acima: ‘Um candidato parlamentar trabalhista foi interrompido aos gritos com abuso antissemítico numa disputa pública em Bradford

“Estou realmente irritado com esse tipo de coisa. Há muitas áreas nesta cidade onde os brancos têm medo de entrar. Da mesma forma, existem outras áreas nas quais as pessoas Asiáticas têm medo de entrar.”

Continuou: “Houve um enorme aumento de Islamofobia e antissemitismo. O crime de ódio aumentou três vezes, mas a maioria não é relatado. O maior desafio é reconhecer que há um problema, ao invés de negar, e em seguida trabalhar de acordo com a situação.”

O conselheiro Conservador Simon Cooke concordou, destacando os ataques contra o povo Judeu.

“Num recente evento na sinagoga, havia policiais armados posicionados do lado de fora. Será esse o exemplo de coesão comunitária onde um evento Judaico precisa de proteção policial? Eu acho que estamos brincando com nós mesmos”, disse ele.

“Eu represento milhares de pessoas que nunca entraram em Bradford e estou a apenas oito quilômetros da estrada. Eles dizem que não se sentem seguros. Essa é a realidade. E tenho certeza de que há pessoas que vivem em Girlington que preferem não chegar a Cullingworth, e eu não gosto disso.

“A percepção da realidade em Bradford é o problema. Mencione motoristas perigosos e quem vem à mente? E a integração. Ambos os lados não querem se integrar.”

A conselheira Trabalhista, Vanda Greenwood, acrescentou que as mulheres jovens estavam com muito medo de vir para a cidade.

“Existe um problema real da percepção das pessoas sobre Bradford. Minha filha tem 23 anos, ela e seus amigos dizem que não entrarão em Bradford para tomar uma bebida ou passear à noite, porque dizem que há gangues de homens Asiáticos andando por aí.

“Eles dizem que não se sentem seguros, em vez disso, vão para Leeds. Você está trabalhando aqui com coisas de alto nível, mas é principalmente com as pessoas religiosas, e seu ethos é ser atencioso de qualquer maneira. Você precisa andar nas ruas.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

ISIS Como Reminiscência Do “Jeito Palestino” De Tratar Infiéis

Fonte/Source: ECOANDO A VOZ DOS MÁRTIRES


ISIS Como Reminiscência Do “Jeito Palestino” De Tratar Infiéis
 25 de Dezembro de 2017
Amin al-Husseini, o líder palestino amigo e colaborador de Hitler
Mohammad Amin al-Husseini com Adolf Hitler
Quando assistimos horrorizados à crueldade praticada pelos terroristas do Estado Islâmico contra os cristãos, yazidis, curdos, homossexuais e outras minorias do Iraque e Síria, a primeira reação advinda é a estupefação com o nível incompreensível de brutalidade que muitos apologistas religiosos afirmam estar totalmente desvinculado do “verdadeiro islã”.

Entrementes, como não almejo alcançar o panteão obscuro dos “politicamente corretos” para agradar os seguidores da “banalização do mal”, confesso que muito embora reconheça existir uma parte da comunidade muçulmana adepta à paz – sem, no entanto, precisar estimativas como muitos fazem – acredito que a essência da religião tem grande possibilidade de conduzir o seguidor a um comportamento virulento contra os chamados “infiéis”.

A história da evolução dos povos muçulmanos está repleta de evidências que corroboram o meu entendimento, e nesse mister, importa trazer à lume um fato histórico paradigmático.

Assim que os britânicos se assenhoraram da “Palestina” após o esfacelamento do Império Otomano (1917-1918), implantaram uma política antissemita de apoio à violência árabe para impedir o cumprimento da Declaração Balfour, que previa a criação de um lar nacional judaico na região. Nesse sentido, escolheram Amin al-Husseini como líder oficial das comunidades árabes de Jerusalém, atribuindo-lhe o título de grão-mufti (chefe dos juristas que interpretavam as leis religiosas), dado o seu histórico criminoso ao liderar a revolta dos árabes contra os judeus no ano de 1920, revolta esta que resultou numa simbólica sentença condenatória a 10 anos de prisão, prontamente revogada, a fim de que Husseini desse continuidade aos seus discursos de ódio que inflamavam diversos grupos árabes para cometer atrocidades contra os judeus.

A longa carreira do religioso muçulmano palestino como grão-mufti de Jerusalém lhe proporcionou a oportunidade de apregoar incitamentos de ódio contra as comunidades judaicas. Expressões tais como, “itbah al-yahud” (matem os judeus) e “nashrab dam al-yahud” (beberemos o sangue dos judeus), fomentaram ataques árabes, aumentando a violência antijudaica que se espelhava em massacres.

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Objetivando expulsar os judeus nativos e refugiados da “Palestina” através de atos violentos contra os civis mais vulneráveis (idosos, mulheres e crianças), os discursos do futuro “conselheiro de Hitler” culminaram no Massacre de Hebrom, no ano de 1929. Árabes assassinaram covardemente estudantes de uma instituição hebraica de ensino superior e invadiram lares judaicos assassinando diversas famílias.

Com efeito, convém avocar o relato do chefe de polícia britânico de Hebrom, que sintetiza perfeitamente a política de “limpeza étnica” perpetrada pelo grão-mufti racista em face das vítimas indefesas, tais quais as vidas ceifadas pelos terroristas do Estado Islâmico:

“Ao ouvir os gritos num quarto, subi por uma espécie de passagem em um túnel e vi um árabe cortando a cabeça de uma criança com uma espada. Ele já a havia atingido e estava cortando novamente e, ao ver-me, tentou atingir-me, mas errou: estava praticamente na boca do meu rifle. Eu o atingi na virilha. Atrás dele estava uma mulher judia coberta de sangue com um homem que reconheci como um policial (árabe) chamado Issa Sheril, de Jafa… Estava de pé sobre a mulher com um punhal na mão. Ao ver-me, fugiu para um quarto vizinho e tentou trancar-me – gritando em árabe “senhor, eu sou um policial”. Eu entrei no quarto e atirei nele.”

Qualquer semelhança entre o depoimento acima e os testemunhos que lemos nos jornais acerca da barbárie executada pelo ISIS é “mera coincidência” que tem preenchido a história dos povos muçulmanos.

Como bem frisa Pamela Geller, o “Hitler muçulmano” acreditava que os nazistas cumpririam o seu desejo de eliminar os judeus de seus territórios sagrados, inclusive, Jerusalém, que sempre teve maioria judaica, cumprindo assim a “lição” que recebeu do profeta Mohammad – exemplo maior do Islã – ao matar e/ou expulsar todos os judeus de Meca e Medina. Aliás, fala-se muito por aí entre os “intelectualóides” acerca da “inspiração luterana” do ódio de Hitler contra judeus, porém, esconde-se a realidade de que os religiosos que entusiasmaram os nazistas para praticar o Holocausto não foram bem os cristãos, e sim, os muçulmanos. É bom lembrar da declaração do chefe das tropas nazistas SS Heinrich Himmler ao chefe de propaganda Josef Goebbels:

Eu não tenho nada contra o Islã porque ele educa os homens desta divisão para mim e promete o céu se eles lutarem e forem mortos em ação. Uma religião muito prática e atraente para os soldados.”

Percebe o quanto a “religião da paz” foi vista como útil aos interesses nazistas de erradicar os judeus com a “solução final”? Contudo, a relação promíscua do líder palestino genocida Al-Husseini com o nazismo é um fato que historiadores não comentam em salas de aula e já provocou prisão de um jornalista na Alemanha por ter ousado publicizar nas redes a outra face – verdadeira – do líder religioso muçulmano que sonhava com o extermínio de judeus para se apropriar de suas terras.

O “infiel” Michael Sturzenberg não entendeu que a sharia (lei islâmica) proíbe críticas ao Islã – em alguns países gera pena de morte – e também não aprendeu que “liberdade de expressão” é um “decadente” conceito ocidental que não tem mais lugar na “Eurábia”. O jornalista teve a infeliz ideia de postar um retrato no Facebook mostrando a colaboração islâmico-nazista, fato histórico que já foi suprimido por “educadores” imbuídos no ensino das “maravilhas da cultura islâmica” e “trevas da cultura imperialista-racista ocidental”. Seis anos de prisão é a consequência por não obedecer a sharia estabelecida pelo país que obriga crianças alemãs a participarem de projetos educacionais de visita aos locais onde foram perpetrados o Holocausto, mas “desobriga” crianças muçulmanas a participarem do referido projeto educativo em respeito ao “ódio sectário” dos líderes muçulmanos mais ortodoxos.

Esse tema do “ódio genocida palestino” é tão relevante ser tratado que renderá novo artigo brevemente… Vou aproveitar enquanto não há prisões no Brasil por críticas à religião protegida pela mídia esquerdista que elegeu o Cristianismo para “crucificar”.

A penalidade mais comum que tenho recebido por denunciar as perversidades de países muçulmanos contra minorias vem sendo o “bloqueio” no Facebook, e o que escrevo hoje é justamente em “repúdio” à censura que tenta impedir o meu direito de denunciar as violações de direitos humanos de parte de um “povo  inventado” ansioso por fazer com os judeus o mesmo que fez com os cristãos de Belém, que deixaram de ser maioria de 80% naquele território importante para a fé cristã por “obra e graça” dos seguidores da “religião da paz” protegida pela “mãe das prostitutas”, ONU!

Enquanto cristãos forem perseguidos, discriminados e massacrados em países muçulmanos hei de lembrar que a inspiração de ódio “islâmico-nazista” deve ser combatida veementemente sob pena de continuarmos observando de forma omissa crimes horrendos em nome de ideologias cruéis como o Nazismo que dizimou 6 milhões de judeus e o “islamofacismo” que dizimou milhões de cristãos armênios, gregos e assírios na “Turquia genocida“.

A “informação” sem a roupagem enganosa do “politicamente correto à la sharia” ainda é o melhor instrumento de combate ao “ódio religioso” que verdadeiramente mata milhares de seres humanos todos os anos!


Andréa Fernandes é advogada, internacionalista, jornalista, presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires e Líder do Movimento Nacional pelo Reconhecimento do Genocídio de Cristãos no Oriente Médio.


Alemanha Precisa De 2.000 Juízes E Promotores A Mais

Fonte/Source: Germany Needs An Extra 2,000 Judges and Prosecutors to Process Fivefold Increase in Terror Cases


Por Tião Cazeiro

Venho traduzindo artigos para ajudar as pessoas a compreenderem os motivos, o que está por trás, os quais  impulsionam o terrorismo Islâmico, um dos temas principais hoje em dia no mundo por conta do antagonismo Islâmico.  Entretanto, algumas pessoas acham que eu deveria estar escrevendo sobre o que acontece no Brasil, onde a criminalidade é absurda, onde o terrorismo jamais irá se criar porque “a bandidagem não vai permitir” etc.

Mas o interessante nisso tudo é que essas pessoas não leem o que eu escrevo, nunca entraram no meu blog para ver o que estou fazendo apesar da minha insistência. Preferem ficar no seu mundinho, na sua viagenzinha. Elas não percebem que a “bandidagem” é o alvo predileto para uma aliança, para uma conversão, através das velhas conversinhas e muito dinheiro.


Alemanha Precisa De 2.000 Juízes E Promotores A Mais Para Processar O Aumento Quíntuplo Em Casos De Terrorismo

Por JACK MONTGOMERY

24 de Dezembro 2017

O sistema judicial da Alemanha está gritando por conta da explosão em casos de terrorismo desde que a Chanceler Angela Merkel abriu a porta para um número ilimitado de migrantes em 2015.

O procurador-geral Alemão abriu 1.200 casos de terror em 2017, absolutamente chocante, dos quais cerca de 1.000 foram relacionados ao terrorismo radical Islâmico como relata Tagesschau.

Isso representa um aumento de cinco vezes em 2016, quando o número ficou em torno de 250 — com aproximadamente 200 casos relacionados ao Islamismo radical.

Sven Rebehn, chefe da associação Alemã de juízes, advertiu que o sistema está lutando para lidar com o volume total de aumento de casos, com um fardo particularmente pesado nos pontos de acesso migratórios de Berlim, Dusseldorf, Frankfurt e Hamburgo.

A judiciário federal calculou que cerca de 2.000 juízes e promotores adicionais serão necessários se o país quiser enfrentar a crescente ameaça terrorista e limpar o atraso, ou enfrentar dificuldades reais no futuro próximo.

Os migrantes não só aumentaram a carga de trabalho dos tribunais no campo do terrorismo — por exemplo, 91% dos 48% de aumento casos de estupro na Bavária foi atribuído aos migrantes em Setembro de 2017.

Mas os custos para expandir a capacidade do sistema judicial para absorver o aumento dos casos de terrorismo não são as únicas despesas que podem cair sobre a Alemanha como consequência da migração em massa.

O custo das recentes migrações ao país deverá chegar a algo em torno de 100 bilhões de euros até 2020 — com essa estimativa provavelmente acrescida.

A Alemanha também enfrenta outros problemas de longa data com a imigração: entre 43 e 48 por cento da população são de etnia Turca — que cresceu de forma constante desde a introdução do programa especial “trabalhador convidado” na década de 1960 e agora está na casa dos milhões — e são “economicamente inativos”, com a mídia Alemã informando que a “grande maioria… declara que — pelo menos por enquanto — não estão interessados em trabalho.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

FELIZ NATAL !

FELIZ NATAL !

Por Robert Spencer

24 de Dezembro de 2011


Nota: Traduzido e publicado em 24 de Dezembro de 2013 pelo site LEI ISLÂMICA EM AÇÃO. (Agradecimento à José Atento).


Sudário (Lamentação de Cristo) no Monastério de Stavronikita, Monte Atos — Theophanis Strelitzas, também chamado Theophanes, o Cretense, ou “de Creta” ou “Theophanes Bathas”, foi um importante pintor de ícones da Escola Cretense na primeira metade do século XVI.

Este artigo é uma tradução da mensagem de “Feliz Natal!” escrito por Robert Spencer, diretor e fundador da Jihad Watch. O artigo é muito interessante pois retrata bem como a “versão islâmica dos fatos” implica na negação dos nossos valores, e em muitas vezes, na negação da própria História. E mais, estamos sendo forçados a aceitar esta “versão islâmica” sob o risco de sermos chamados de “racistas” ou “Islamofóbicos.”

Tudo em nome da tolerância, afinal, segundo a narrativa multicultural em vigor (na Europa, EUA e Canadá) — ABRE O OLHO BRASIL! — a culpa de qualquer ato de muçulmanos mais “religiosos” é sempre dos outros. Segundo esta narrativa, o motivo que leva o Islão a agir de modo tão violento e assertivo é resultado do colonialismo europeu, do imperialismo americano, da existência de Israel, ou até mesmo das cruzadas, e todas as evidências que indiquem que a origem destes atos advém dos “livros sagrados” do Islão e da lei islâmica devem ser ignoradas. Livros como o Jihad Islâmica: um legado de conversão forçada, imperialismo e escravidão, por exporem a verdade, devem ser banidos.

Este ícone bizantino é o trabalho do iconógrafo do século 16, Theophanes de Creta.

Hoje em dia, muitos muçulmanos em todo o mundo o considerariam ofensivo e insultuoso ao Islão. Muçulmanos nos Bálcãs, poucos anos atrás, entraram e destruíram igrejas e ícones, como essa pintura do artista Theophanes de Creta, justamente por essa razão.

De que forma esse ícone insulta o Islão? De várias formas incluindo estas:

1. Ele retrata seres humanos, o que viola a proibição islâmica tradicional de imagens, sendo por isso considerado idolatria e blasfêmia.

2. O ícone não retrata Jesus como um profeta muçulmano. Em vez disso, ele mostra Jesus na forma tradicional cristã, como o Filho encarnado de Deus: em sua auréola está secrito ων, Aquele que é, um título de divindade derivado do nome de Deus, que Deus deu a Moisés (em Êxodo 3:14), em violação à imposição frequentemente repetida no Alcorão de que Alá não tem filho. —(4:171; 09:30; 25:2; 39:4; 72:3; etc.).

3. Em consonância com o item 2 acima, que retrata o que os muçulmanos consideram ser idolatria, o ícone mostra a sua santa mãe se ajoelhando à frente da criança para adorá-la.

4. O feixe de luz ou lança, vindo do céu até a criança no berço, retrata a atividade do Divino no mundo, assumindo a doutrina da Trindade, que é rejeitada um tanto imprecisamente pelo Alcorão 4:171 e 5:116.

5. O berço se assemelha a um caixão, prenunciando o núcleo e o coração do cristianismo, a morte redentora de Cristo, que é negada no Alcorão 4:157.

Agora, se você é um cristão ou não, e se você acredita ou não todas ou qualquer uma dessas coisas, a pergunta que está diante de nós com este Natal, como em todos os Natais nestes tempos, é se as pessoas devem ser autorizados a acreditar nessas coisas livremente, sem serem brutalizada ou discriminadas, se eles vivem no Iraque, no Egito ou no Paquistão, ou na Nigéria, ou na Indonésia — e se as pessoas, livres de todos os credos e perspectivas, devem defender seu direito de fazê-lo.

Nesses países, os cristãos de hoje estão sendo sequestrados, presos injustamente, espancados e assassinados — não por causa de qualquer coisa que fizeram, mas porque se atreveram a acreditar em algumas das coisas que tenho esboçado acima, crenças que são consideradas blasfêmia pelo Islã oficial. E isto não é muito melhor em qualquer outro lugar no mundo islâmico: em nenhum país de maioria muçulmana hoje em dia, as pessoas que acreditam nessas coisas desfrutam de plena igualdade de direitos com os muçulmanos.

Vemos isso no site Jihad Watch todos os dias.
Vemos jihadistas atacando cristãos com fúria crescente. Também vemos o mundo em grande parte bocejante e indiferente como tudo isso que se passa. O cristianismo é uma coisa grande e multifacetada, com tantas manifestações diferentes e diversas, mas na mente dos formadores de opinião do Ocidente é o próprio ocidente, branco, suburbano, rico, confortável, quem oprime. Os cristãos são, nos dramas diários divulgados pela mídia todos os dias, relatados como ligeiramente sinistros, perigosos, egoístas, e inclusive às vezes fanaticamente xenófobos. Os cristãos nunca são vítimas. Os muçulmanos, por outro lado, são retratados diariamente na mídia ocidental como não-ocidentais, não-brancos, pobres, sábios, serenos, e oprimidos.

E assim, quando se trata de assombração não-ocidental, cristãos não brancos sendo perseguidos por muçulmanos, os circuitos da grande da mídia entram em curto. Eles não podem lidar com isso. Eles não têm paradigmas para tal. Esses acontecimentos violam todas as regras. Por conseguinte, ignoram ou mascaram a identidade ou o motivos dos autores, e tentam pôr o foco em outro lugar.

E assim, lembre-se neste Natal: se você é um ser humano livre, independentemente de ser ou não cristão, os cristãos que são perseguidos no Iraque, nas Filipinas, na Nigéria, no Egito, no Paquistão, e em outras partes do mundo islâmico, estão ocupando o seu lugar. Os jihadistas logo o atacarão também, e farão quando tiverem uma chance. Lembre-se que você está na lista do programa da supremacia islâmica. Você pode não ser um cristão. Você pode não ser um judeu. Você pode não ser um hindu. Você talvez não queira prestar atenção à jihad, mas a jihad é universal e implacável. E você está na lista.

Então, que neste Natal, todos nós, cuja conversão, subjugação, ou morte é vislumbrada pelos adeptos da Sharia, fiquemos juntos. Vamos ficar juntos, como judeus, cristãos, hindus, budistas, ateus, secularistas, o que você seja, e nos levantar contra aqueles que nos matariam ou nos sujeitariam a discriminação institucionalizada porque consideram nossas crenças ofensivas.

Para ter certeza: se não estivermos juntos, eles irão prevalecer.
E se prevalecerem, então todas as mais ricas manifestações do espírito livre humano, desde — Theophanes de Creta até os Budas de Bamiyan, desde Hagia Sophia ao templo de Keshava Rai em Mathura, desde as obras de Sócrates e Aristóteles aos escritos de Moisés Maimônides e Dante Alighieri e Winston Churchill e Oriana Fallaci,  —serão pisadas na lama, destruídas, explodidas, arruinadas, apagadas. Todos nós ficaremos empobrecidos. Nossos filhos serão os mais pobres.

É hora de lutar por nossa vida.

Feliz Natal a todos os cristãos leitores da Jihad Watch que celebram esta festa de Natal.