Arquivo da categoria: Imigração

Viktor Orbán: “Temos que proteger a cultura Cristã”

Fonte/Source: Orban: “Europe’s immune system is being deliberately weakened. They want us to stop being who we are.”


Vou citar rapidamente um trecho muito pertinente de um artigo escrito por Raymond Ibrahim que traduzi para este blog: Raymond Ibrahim: Por que Victor Orbán da Hungria tem razão sobre o Islã

O primeiro ministro passou a citar a história — e não de forma politicamente correta, para condenar Cristãos, e acobertar Muçulmanos, mas de acordo com a realidade:

“Tenho que dizer que quando se trata de viver junto com comunidades Muçulmanas, nós somos os únicos que possuem experiência porque tivemos a possibilidade de passar por essa experiência durante 150 anos.”

Orbán se refere à conquista Muçulmana, e a ocupação da Hungria de 1541 a 1699. Naquela época, a jihad Islâmica, o terrorismo, e a perseguição aos Cristãos eram incontroláveis.


Orban: “O sistema imunológico da Europa está sendo deliberadamente enfraquecido. Querem que deixemos de ser quem somos”.

POR ROBERT SPENCER

24 de Dezembro de 2017

“Nossa cultura é a cultura da vida. Nosso ponto de partida, alfa e ômega da nossa filosofia é o valor da vida, a dignidade que cada pessoa recebeu de Deus — sem isso, não poderíamos sequer valorizar os “direitos humanos” e outros fenômenos modernos. E é por isso que é questionável para nós, se esses valores podem ser importados pelas civilizações construídas sobre diferentes pilares… Nós não queremos que nossas feiras de Natal sejam renomeadas e nós definitivamente não queremos recuar atrás de blocos de concreto (…) Nós não queremos que nossas missas de Natal sejam cercadas por medo e angústia. Não queremos que nossas mulheres, nossas filhas sejam assediadas na multidão em véspera de Ano Novo.”

Bravo. Se houvesse mais políticos como este homem corajoso.

Primeiro-ministro Húngaro, Viktor Orbán

“Orban: Temos que proteger a cultura Cristã”, Hungary Journal, 23 de Dezembro de 2017:

Em sua mensagem de Natal publicada no diário Húngaro Magyar Idok, o primeiro-ministro Viktor Orban, referindo-se à imigração em massa, enfatiza que “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” hoje significa que devemos amar os nossos vizinhos, mas também temos que proteger nossa terra natal, nações, famílias, cultura, a civilização Europeia.

O primeiro-ministro destacou a importância da identidade Cristã, que determina tudo na Europa, do nascimento à vida cotidiana e até a morte.

“Nossa cultura é a cultura da vida. Nosso ponto de partida, alfa e ômega da nossa filosofia é o valor da vida, a dignidade que cada pessoa recebeu de Deus — sem isto, não podemos valorizar os “direitos humanos” e outros fenômenos modernos. E é por isso que é questionável para nós, se esses valores podem ser importados pelas civilizações construídas sobre diferentes pilares.”

Segundo Orban, “os fundamentos da vida Europeia estão sob ataque“.

“Nós não queremos que nossas feiras de Natal sejam renomeadas, e nós definitivamente não queremos recuar atrás dos blocos de concreto (…) Não queremos que nossas missas de Natal estejam cercadas por medo e angústia. Não queremos que nossas mulheres, nossas filhas sejam assediadas na multidão em véspera de Ano Novo.”

Destacou o primeiro-ministro.

“Nós, Europeus somos Cristãos. Isto é nosso, é assim que vivemos“, escreveu Orban, acrescentando que a cultura Cristã, assim como o nosso sistema imunológico, parece ser autoevidente, desde que funcione, mas definitivamente vamos perceber a sua ausência quando começar a enfraquecer.

“O sistema imunológico da Europa está sendo deliberadamente enfraquecido. Querem que deixemos de ser quem somos. Querem que nos tornemos aqueles que não queremos ser. Querem que nos misturemos com pessoas de outro mundo para não criar problemas para eles. À luz das velas de Natal, podemos ver claramente os ataques contra a cultura Cristã, as tentativas de dissolver a Europa. Querem tirar nossa própria vida e transformá-la em algo que não somos.”

Orban enfatizou, acrescentando que a alternativa oferecida, “uma vida mais iluminada” é algum tipo de utopia abstrata.

“O ano de 2017 confrontou países Europeus com uma tarefa histórica. Os governos nacionais, eleitos pelas nações livres Europeias, cidadãos livres, devem proteger a cultura Cristã. Não contra os outros, mas por nós mesmos, para a proteção de nossas famílias, nações, países, Europa.”

Este ano, de acordo com o Primeiro-Ministro, alguns líderes Europeus pensam que o problema não existe, alguns pensam que é o progresso, alguns estão se entregando e alguns estão esperando que outros solucionem o problema. Mas a Hungria é diferente, ele escreveu…


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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DEEM-ME TRÊS BOAS RAZÕES PARA NÃO APOIAR

DEEM-ME TRÊS BOAS RAZÕES PARA NÃO APOIAR

Por Tião Cazeiro

28 de Março de 2017

Deem-me três boas razões para não apoiar o Luiz Philippe de Orleans e Bragança nestas questões…

Além da rejeição ao voto em lista fechada, e do estatuto  de desarmamento temos um problema grave de cidadania no horizonte. A lei de imigração. Pensava que tinhamos tempo para propor mudanças na lei do Aloysio Nunes do PSDB mas não temos. Ela não é mais alterável. Já foi aprovada e é inaceitável. Cabe um recurso final para tentar bloqueá-la. Conto com sua compreensão e apoio para rejeitar essa lei. Falei dela hoje do nosso caminhão na Paulista.” — Luiz Philippe de Orleans e Bragança – Facebook

Eis alguns excertos de dois artigos que publiquei neste blog sobre o assunto em questão:

“Está bem claro para mim que a Europa perdeu a paciência  e uma Revolução Politica se aproxima em 2017. A Europa vai sentir o calor das ruas e isso não é novidade nenhuma, nem exige conhecimento extraterrestre para ver a realidade, ou seja, que uma guerra civil se aproxima.”

“A extrema esquerda que está destruindo a sociedade Ocidental com Islamização, multiculturalismo, fronteiras abertas, migração em massa, politicamente correto e a destruição do estado-nação estão agora expostos ao perigo que infligiram a todos nós.”  — Fascismo: Quando o poder do Estado é usado para esmagar os direitos do povo.

“Por que o Projeto de Lei 2516/2015 que institui uma nova Lei de Migração no Brasil está sendo veementemente criticado nas redes sociais? A resposta é clara, por não considerar principalmente o antagonismo Islâmico.”

“Este antagonismo a que me refiro foi publicamente denunciado pelo Presidente do Egito Abdel Fattah al-Sisi, um Muçulmano fervoroso que no entanto abraçou os Cristãos Coptas no Natal de 2015 numa Igreja Copta pela primeira vez na história do Egito.”

” O próprio General al-Sisi neste vídeo confirma que o Islã está antagonizando o mundo todo.” —  MIGRAÇÃO EM MASSA É PURO CAPITAL POLÍTICO

E por último, não deixem de ler este  artigo escrito por  Raymond Ibrahim — Genocídio Islâmico de Cristãos: Passado e Presente


16 NAÇÕES EUROPEIAS UNEM-SE PARA DEFENDER AS FRONTEIRAS DO CONTINENTE, DIZEM QUE A UE FALHOU

Fonte/Source: Austria Spearheads Balkan Frontier Defence Project, Says EU Has Failed

16 NAÇÕES EUROPEIAS UNEM-SE PARA DEFENDER AS FRONTEIRAS DO CONTINENTE, DIZEM QUE A UE FALHOU

Por DONNA RACHEL EDMUNDS

8 Fevereiro de 2017

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A Áustria está unindo forças com 15 outros países da Europa Oriental para conter o fluxo de migrantes em direção ao norte, porque acreditam que a União Europeia (UE) falhou no dever de proteger as fronteiras da região.

Sob a bandeira do Projeto de Defesa da Fronteira dos Balcãs, os países garantirão que suas forças policiais e militares estejam em constante contato para assegurar a proteção, vigiando as fronteiras nacionais ao norte da Grécia, repelindo imigrantes ilegais dessas áreas.

O Ministro Austríaco da Defesa, Hans-Peter Doskozil (SPÖ), disse a Die Welt: “Não acreditamos que as fronteiras externas da UE estejam adequadamente protegidas até agora pela UE. É por isso que a Áustria, juntamente com 15 outros países ao longo da rota dos Balcãs e dos Estados de Visegrád, estão planejando uma estreita cooperação no âmbito de um novo projeto de defesa fronteiriça dos Balcãs.

“Se houver um influxo maciço de migrantes, os estados envolvidos na iniciativa de proteção das fronteiras serão capazes de agir rapidamente. Em caso de crise, trabalharemos um plano comum, utilizando contatos claramente definidos e um intercâmbio regular de informações entre os chefes das polícias e militares dos países envolvidos”.

Para fortalecer a capacidade de resposta da Áustria, o Ministro também está trabalhando uma mudança na lei que permitiria ao país enviar tropas para o exterior. Atualmente, as tropas Austríacas só podem ser enviadas para missões humanitárias, mas disse que o governo gostaria de ampliar seu escopo.

“A Áustria está disposta a oferecer ajuda aos países dentro e fora da UE, não só por razões humanitárias, mas também pela proteção das suas fronteiras, se esses países nos pedirem e tivermos capacidade suficiente”, afirmou.

Os movimentos estão sendo feitos, disse Doskozil, porque a quantidade de contrabando ilegal que ocorre nos Balcãs e o número de migrantes continuam “significativos”. Atualmente, entre 500 e 1000 imigrantes chegam à Áustria todas as semanas, mas a situação pode deteriorar-se rapidamente a qualquer momento graças à natureza frágil do acordo da UE com a Turquia.

“Temos de nos preparar intensamente neste momento para a reabertura das comportas (nota: influxo de migrantes) pelo governo [Turco] em Ankara, coisa que o presidente Erdogan já ameaçou várias vezes fazê-lo”, disse Doskozil, acrescentando: “Erdogan não é um parceiro confiável da UE.

E continuou criticando o número atual de migrantes ilegais na UE como “muito alto”, alertando que muito ainda precisa ser feito para reduzirmos esse número.

“Reverter os centros, penas mais elevadas aos requerentes de asilo que violam as regras e cortes maciços no dinheiro dos imigrantes ilegais, todos seriam meios adequados”, sugeriu, apelando à convocação de uma “cúpula de repatriamento da UE” para discutir uma ação coordenada por toda Europa.

“As iniciativas anteriores, como fortalecer o papel da Frontex na repatriação, estão longe de serem suficientes”, afirmou. “Seria melhor ter um oficial de repatriação Europeu de alta categoria e nome, que pudesse assumir essa importante questão”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis