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ROBERTO REQUIÃO — “ALLAHU AKBAR!”

ROBERTO REQUIÃO — “ALLAHU AKBAR!”

Por Tiao Cazeiro

23 de Fevereiro de 2018

O que aconteceria hoje em dia a um Senador Americano, por exemplo, se tuitasse o termo “Allahu Akbar” consecutivamente? Sem dúvida complicaria a vida dele.

Ontem, o senador Roberto Requião tuitou duas vezes o termo “Allahu Akbar” e poucos reagiram ou disseram alguma coisa.

“Allahu Akbar” pode ter outro significado, sem dúvida. Entretanto, no passado, o senador afirmou que “O MST é o movimento Palestino em Gaza” e esta não é uma frase qualquer, não é uma “bobagenzinha“, é uma frase pensada e muito séria.

Poucas pessoas realmente conhecem o significado de “Allahu Akbar”. Será que o senador Requião tem consciência disso?

“O objetivo principal desse clamor (Allahu Akbar) é “infundir terror no coração dos inimigos de Alá.”

Vamos então rever o verdadeiro significado de “Allahu Akbar” no artigo escrito por Robert Spencer, que traduzi em 2015…


Fonte/Source: Robert Spencer at Breitbart: “Allahu akbar” doesn’t mean what media says it means

ROBERT SPENCER: “ALLAHU AKBAR” NÃO SIGNIFICA O QUE A MÍDIA DIVULGA

Por Robert Spencer

25 Dezembro de 2015

REUTERS/Muhammad Hamed, File

Expliquei na Breitbart, hoje,  como a frase “Allahu Akbar” pode significar quase tudo exceto o que a grande mídia divulga:

Os meios de comunicação, rotineiramente, deformam o verdadeiro significado de “Allahu akbar”, o famoso grito de guerra dos jihadistas Islâmicos, quando cometem assassinato em massa.

Esse grito de guerra é erroneamente traduzido pela mídia Ocidental como “Deus é grande”. Quando o significado real é “Alá é Maior”, significando que “Alá é Maior Que o Seu Deus ou Governo.” [ênfase adicionada]

É uma declaração agressiva, para afirmar que Alá e o Islã são dominantes sobre qualquer outra forma de governo, religião, lei ou ética, e é por isso que os jihadistas Islâmicos, em meio à matança de infiéis, com tanta frequência, exclamam dessa forma.

O objetivo principal desse clamor é “infundir terror no coração dos inimigos de Alá“.

Mohammed Atta, que chefiou o ataque terrorista contra as torres gêmeas do World Trade Center, Nova York, explicitou bem, numa carta para si mesmo, antes de realizar sua missão jihadista: “Quando começar o confronto, ataquem como campeões que não querem voltar a este mundo. Grite, ‘Allahu Akbar’, porque isto espalha o medo nos corações dos infiéis.” É por isso que o assassino jihadista do Fort Hood, Nidal Malik Hasan, gritou quando disparou matando treze Americanos em Novembro de 2009, e pela mesma razão outros jihadistas têm usado essencialmente como um anúncio de que não-Muçulmanos estão prestes a morrer.

Mas também é usado com frequência quando nenhum infiel está ao alcance do ouvido. De acordo com o Islã, Alá é soberano e dominante sobre todas as coisas, e controla tudo. Seu controle é tão absoluto que Ele decide se os incrédulos rejeitam o Islã, de acordo com o Alcorão.

E se Nós quiséssemos, Nós teríamos orientado todos os seres”, porém, “Minha sentença foi pronunciada; sabei que encherei o inferno com gênios (do Inglês ‘Jinn’: espírito inteligente de menor hierarquia que os anjos; Mitologia Árabe e Muçulmana) e seres humanos, todos juntos.”

Essa soberania sobre absolutamente tudo, leva os escravos entusiastas desse deus a exclamarem: “Allahu akbar” em uma infinidade de situações aparentemente contraditórias:

“Allahu akbar” pode ser uma declaração de alegria e gratidão à Alá, como neste vídeo, quando os jihadistas gritam após derrubar um helicóptero, com particular vibração, quando o helicóptero explode em chamas. E também pode ser uma expressão de tristeza e raiva, como neste vídeo, onde Sírios gritam quando um ataque aéreo atinge sua aldeia.

Neste vídeo, o lançamento de um foguete que falhou, ilustra a variedade de uso.

Quando o foguete inicia a queima de combustível, e em seguida é lançado, só para viajar alguns metros e explodir em seu próprio composto, jihadistas que assistem ao lançamento gritam “Allahu akbar!” repetidamente, como os personagens do livro de Orwell (1984), que ficam impedidos pela Novilíngua a pensar apenas aquilo que possa ser expresso por algumas palavras permitidas.

Primeiro vem o fervoroso “Por-favor-faça-isso-funcionar“, “Allahu akbars,” e em seguida, o animado “Uau-isso-funciona!“, “Allahu akbars,” seguido pelo, — enquanto o foguete falha, — resignado “Que pena“, “Allahu akbars”, e o apologético “Pedimos-desculpas-por-favor-nos-perdoem” e o reconfortante “Alá ainda está na nossa equipe” “Allahu akbars.”

Em contraste, um grupo Cristão livre ou pós-Cristão Ocidental teria agido com zelo, esforço, sorte e ciência — “Tenha cuidado!”, “Vai!”, “Xi!”, e finalmente, “Voltar à prancheta de desenho.”

No Islã, o resultado derivado da escolha humana, matemática, probabilidade, sorte e máquinas estão todos sob o controle de Alá, e assim a coisa mais apropriada a dizer, não importa o que aconteça é… Allahu akbar.

Quanto à conotação, então, “Allahu akbar” pode significar qualquer coisa —  exceto a frase frequentemente atribuida, ou seja, “Deus é grande.

Apesar de “Alá” significar “o Deus” e ser usada pela maioria dos Cristãos de língua Árabe, para se referir ao Deus do Cristianismo, quando os jihadistas a utilizam, é para mostrar superioridade do Islã e seu deus — portanto, seria mais preciso deixar a palavra não traduzida e substituí-la por “Alá é maior“, em Português.

E, dizer “Deus é grande” em Árabe, exigiria uma palavra diferente , Allahu kabir, porque akbar é o relativo, ou a forma comparativa e superlativa de Kabir.

Assim, um equivalente Cristão de “Allahu akbar” não seria “Jesus é grande” ou, para usar uma frase Cristã real, “Jesus é o Senhor.” A variedade de conotações e usos corresponde aproximadamente ao Evangélico/Pentecostal de “Louvor ao Senhor”; no entanto, essa frase não contém nenhuma das noções de superioridade que são inerentes em “Allahu akbar.”

Se os Cristãos terroristas, um mito da mídia que nunca se tornou realidade, estivessem procurando uma frase, para usar do mesmo modo que os Muçulmanos fazem com “Allahu akbar”, poderiam tentar algo como “In hoc signo vinces.” Esta era a visão de vitória do Imperador Romano Constantino, do século IV, sob a Cruz Cristã  — Por este sinalvencerás — pouco antes de vencer a batalha pela sucessão do Império, na Ponte Mílvio (312).

Em “Allahu Akbar”, a conquista Islâmica é simultaneamente afirmada e assumida — na frase Latina, não há nenhuma compacidade e nem os múltiplos significados de “Allahu akbar.”

Nenhuma frase Cristã carrega qualquer vestígio de ameaça ou perigo, que “Allahu Akbar” possui….


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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Sufismo Na Índia

Fonte/Source: Sufism in India


Comentário Sobre o “Sufismo Na Índia”

Por Tiao Cazeiro

O artigo a seguir foi traduzido do website Nematollahi Gonabadi order News.

Eis aqui uma breve história dos Dervixes de Gonabadi no Irã para maior compreensão do artigo.

  • Quem são os Dervixes Gonabadi?

Fontes observam que a ordem Gonabadi [Gunabadi] no Irã é um dos três principais ramos da ordem Sufi Nematollahi [Ni’matullahi]. A ordem Gonabadi deriva do nome da cidade de Gonabad, província de Khorasan, onde nasceu o sultão Ali Shah, um dos grandes mestres da ordem.

A ordem Nematollahi Gonabadi é a maior ordem Sufi do Irã, com membros em todo o país, inclusive em grandes cidades como Teerã e Isfahan. Os números variam de mais de 2 milhões de membros (ibid., 7 de setembro de 2011), para pelo menos 5 milhões de membros no Irã. Fontes indicam que os membros da ordem Gonabadi vivem em todo o Irã. A maioria dos Iranianos são seguidores do Islamismo Xiita. Rezam cinco vezes por dia e jejuam durante o mês do Ramadã. Seus rituais incluem a leitura de poesia espiritual.

Os dervixes Gonabadi veem o Sufismo como um meio de vida através do qual se pode encontrar Deus (Alá). Eles se opõem fortemente ao uso de drogas e pregam a tolerância. Talvez mais crucialmente no contexto atual, acreditam que a religião e a política devem ser separadas.

  • Por que Teerã os veem como uma ameaça?

O establishment clerical do Irã se opôs por muito tempo a qualquer grupo que considere uma ameaça ao seu monopólio religioso. Nesta semana, sérios conflitos destacaram tensões entre dervixes e o establishment Iraniano.

Os confrontos entre as forças de segurança Iranianas e os dervixes Gonabadi seguem anos de tensões e perseguições aos dervixes, cujas casas de culto foram destruídas e vários membros detidos. Os dervixes Gonabadi estão no centro dos protestos atuais no Irã.

O líder é o advogado Nurali Tabandeh, de 90 anos de idade, que defendeu vários prisioneiros políticos antes e depois da revolução de 1979. Derviches disseram que a segurança de Tabandeh é a “linha vermelha” deles.

Nota: Para mais informações sobre o líder dos dervixes Gonabadi leia este artigo:  XIISMO, SUFISMO E GNOSTICISMO 

  • Por que traduzi o artigo em questão? E por que sugeri essa breve história dos dervixes Gonabadi?

Simples. O fato deste artigo ter sido publicado no site da Nematollahi Gonabadi order News não deixa dúvidas sobre a veracidade do que você irá ler; portanto, sem uma breve apresentação dos dervixes Gonabadi a coisa toda poderia ficar sem sentido.

  • O que este artigo tem de tão importante?

Ele mostra claramente como o Islã e os Sufis interpretam a invasão da Índia, o maior genocídio da história. Através desse “olhar”, você vai compreender como a história foi e ainda é deturpada; como a supremacia Islâmica funciona e o modo como varrem — toda a monstruosidade que foi a invasão Islâmica da Índia, feita em nome do Islã,  com total intolerância aos não-Muçulmanos e com a descarada cumplicidade dos Sufis, — para debaixo do tapete (mágico) da hipocrisia e do extremo sadismo.

“Os invasores Islâmicos derrubaram inúmeros templos Hindus e inúmeras esculturas e ídolos foram destruídos para sempre; saquearam incontáveis fortalezas e palácios dos reis Hindus; mataram um grande número de homens Hindus e levaram as mulheres Hindus… mas muitos Indianos parecem não reconhecer que os alienígenas Muçulmanos destruíram a evolução histórica da civilização mais avançada mentalmente, da cultura mais ricamente imaginativa e da sociedade mais vigorosamente criativa.”(citado em Khan, p. 179)

Como diz Dr. Bill Warner: “Então, lembra-se do que eu lhe falei sobre a casa do Sufismo, que era um palácio com um cheiro vindo do porão?”

Não perca a oportunidade de ler também o artigo “QUANDO OS MONGÓIS PAGÃOS QUASE EXTERMINARAM O ISLÔ. Você vai entender de uma vez por todas o que realmente aconteceu na Índia e como a verdade é constantemente deturpada em prol de uma agenda globalista psicótica.

Milhões de pessoas foram assassinadas para uma ideologia se sobrepor sobre todas as religiões. O número de vítimas é algo absolutamente monstruoso. E tenha em mente, ao ler o artigo, de que nunca houve uma invasão por parte dos Mongóis na Índia.

E caso você ainda tenha alguma dúvida sobre tudo isso, basta olhar para o que está acontecendo principalmente na Europa, e verá como a jihad está evoluindo para a destruição total de tudo aquilo que não é Muçulmano. Pense nisso!

Nota: O artigo foi traduzido ipsis litteris. Em alguns poucos momentos utilizei o Itálico.


SUFISMO NA ÍNDIA

Fonte: Sufism in India

O Sufismo tem uma história na Índia evoluindo por mais de 1000 anos. [1] A presença do Sufismo tem sido a principal entidade ampliando o alcance do Islã em todo o Sul da Ásia. [2] Após a entrada do Islã no início do século VIII, as tradições místicas Sufis tornaram-se mais visíveis durante os séculos 10 e 11 do Sultanato de Déli. [3] Um conglomerado de quatro dinastias cronologicamente separadas, o início do Sultanato de Déli consistiu de governantes da região Turca e Afegã. [4] Essa influência Persa inundou o Sul da Ásia com o Islã, pensamento Sufi, valores sincréticos, literatura, educação e entretenimento, os quais criaram um impacto duradouro sobre a presença do Islã na Índia até hoje. [5] Pregadores Sufis, comerciantes e missionários estabeleceram-se também no litoral da Bengala e Gujarat através de viagens marítimas e o comércio.

Vários líderes das ordens Sufis, Tariqa, fretaram as primeiras atividades organizadas para introduzir os territórios ao Islã através do Sufismo. Figuras de santo e histórias míticas proporcionaram consolo e inspiração para as comunidades de castas Hindus, frequentemente em aldeias rurais da Índia. [5] Os ensinamentos Sufis sobre a espiritualidade divina, harmonia cósmica, amor e humanidade ressoaram entre as pessoas comuns até os dias de hoje. [6] [7] O seguinte conteúdo fará uma abordagem temática para discutir uma miríade de influências que ajudaram a espalhar o Sufismo e uma compreensão mística do Islã, tornando a Índia em um epicentro contemporâneo para a cultura Sufi atual.

A INFLUÊNCIA DO ISLÃ

Muçulmanos entraram na Índia em 711 sob o comando do Árabe Muhammad bin Qasim, conquistando as regiões de Sindh e Multan. Essa conquista histórica conectou o Sul da Ásia ao império Muçulmano. [8] [9] Simultaneamente, Muçulmanos Árabes foram recebidos ao longo dos portos marítimos Hindustani (Índia) para o comércio e empreendimentos comerciais. A cultura Muçulmana do califado começou a permear a Índia. [10]

Os Muçulmanos conquistaram Multan, a capital de Sindh, e assim expandiram o império Islâmico por toda a Índia.

Essa rota comercial que liga a Índia ao mundo Mediterrâneo e mesmo ao Sudeste Asiático durou pacificamente até 900. [11] Durante este período, o califa Abássida (750-1258) tinha se estabelecido em Bagdá; esta cidade também é o local de nascimento do Sufismo com figuras notáveis ​​como Ali ibn Abu Talib, Hasan al Basri e Rabiah. [12] [13]

A tradição mística do Islã ganhou terreno significativo espalhando-se de Bagdá (Iraque) para a Pérsia, comumente conhecida hoje em dia como Irã e Afeganistão. Em 901, um líder militar Turco, Sabuktigin, estabeleceu um reino Afegão na cidade de Ghaznah. Seu filho, Mahmud, expandiu seus territórios na região do Punjab Indiano em 1027 [14]. Os recursos e as riquezas anexados de Punjab entraram nos cofres Ghazni para expandir ainda mais por todo o Noroeste da Índia. [15] Durante o início do século 11, os Ghaznavids trouxeram estudiosos brilhantes para as fronteiras da Índia, estabelecendo a primeira cultura Muçulmana de inspiração Persa, sucedendo as influências Árabes anteriores. [16]

Em 1151, outro grupo da Ásia Central, conhecido como Ghurids, conquistou as terras dos Ghaznavids — os quais muito pouco fizeram para monitorar suas terras na Índia. [17] Mu’izz al-Din Ghuri, um governador de origem Turca, iniciou uma grande invasão da Índia, estendendo os territórios Ghazni anteriores a Déli e Ajmer. Em 1186, o norte da Índia era indistinguível; uma combinação da cultura cosmopolita de Bagdá, misturada com as tradições Persa-Turcas do tribunal de Ghazná, acelerou o intelectualismo Sufi na Índia. [18] Estudiosos, poetas e místicos da Ásia Central e do Irã se integraram na Índia. Em 1204, os Ghurids estabeleceram governos nas seguintes cidades: Benaras (Varanasi), Kanaug, Rajasthan e Bihar, introduzindo o domínio Muçulmano na região de Bengala. [15]

Uma ênfase na tradução de textos Árabes e Persas (Quran, Hadith corpus, literatura Sufi) em línguas vernáculas ajudou a impulsionar a Islamização na Índia. [19] Particularmente nas áreas rurais, os Sufis ajudaram o Islã a se espalhar generosamente entre as populações politeístas anteriores. Subsequentemente, o consenso geral entre os estudiosos é de que nunca houve conversões forçadas em massa registradas durante esse período de tempo da história inicial. [20] Entre o final do século 12 e o século 13, as irmandades Sufis se consolidaram firmemente no Norte da Índia. [21] O Sufismo chegou à Caxemira quando o Sufi Santo Shai Karman, da cidade Iraniana de Karman, residiu em uma pequena aldeia chamada Sharakawara (baramulla). De Sharakawara, a religião se espalhou para outras aldeias como Pangipora e daí por diante tomaram a iniciativa de difundir o ensino Islâmico entre as pessoas comuns.

SULTANATO DE DÉLI

O período de 1206-1526 é rotulado como o Sultanato de Déli de Raftaar. [17] [22] Este período de tempo consiste em cinco dinastias separadas que governaram as partes territoriais da Índia: o Mamluk ou escravo, Khaljis, Tughlaq, Sayyid e dinastia Lodi. Na história, o Sultanato de Deli geralmente recebe pouca atenção em comparação à Dinastía Mughal. [23] No seu auge, o Sultanato de Déli controlou todo o Norte da Índia, a fronteira Afegã e Bengala. A segurança de suas terras protegeu a Índia das conquistas Mongóis que aterrorizavam o resto da Ásia entre 1206 e 1294. [24] Os Mongóis também conseguiram destruir Bagdá, a capital do califa Abássida, provando que esse reinado de violência não era uma façanha menor. [De acordo com quem?] Quando a invasão Mongol penetrou na Ásia Central, os refugiados escolheram a Índia como um destino seguro. 25] Este movimento histórico pode ser considerado [por quem?] um catalisador significativo do pensamento Sufi na Índia. Scholars, estudantes, artesãos e pessoas comuns chegaram sob a proteção dos governantes Mamelucos, a primeira dinastia no Sultanato de Deli. Em breve, o tribunal teve um influxo imenso de diversas culturas, religiosidades e literatura da Pérsia e da Ásia Central; O Sufismo foi o principal ingrediente em todos os meios. Durante esse período medieval, o Sufismo se espalhou por várias regiões, expandindo-se para o planalto Deccan com a sucessão da dinastia Tughlaq de 1290 a 1388. [17] [26]. Durante esse tempo, os governantes Muçulmanos das dinastias do Sultanato não eram necessariamente do Islã ortodoxo; ainda assim eram considerados poderosos. Os conselheiros dos sultões dinásticos incluindo estudiosos religiosos Muçulmanos (ulemá) e, notavelmente os místicos Muçulmanos (mashai’kh). [27] Embora a prática Sufis raramente tivesse aspirações políticas, o reinado ético decadente da dinastia Sayyid e Lodi (1414 – 1517) exigiu uma liderança renovada. [28]

CULTURA TRADICIONAL

Durante 901-1151, os Ghaznawids começaram a construir numerosas escolas chamadas de madrasa que estavam ligadas e afiliadas às masjids (mesquita). Este movimento em massa estabeleceu a estabilidade nos sistemas educacionais da Índia. [20] Scholars da época promoveram o estudo do Alcorão e hadith, começando pelo Noroeste da Índia. [29] Durante o Sultanato de Déli, o calibre intelectual dos residentes da Índia aumentou várias vezes devido às invasões Mongóis. Vários intelectuais provenientes de regiões como o Irã, o Afeganistão e a Ásia Central começaram a enriquecer a vida cultural e literária da capital de Déli. [30] Entre as elites religiosas existentes durante o período de Sultanato, existiam duas principais classificações. Os ulemás eram conhecidos como estudiosos exclusivamente religiosos que dominaram certos ramos legais Islâmicos de estudo. Orientavam-se pela Sharia e tendiam a ser mais ortodoxos quanto às práticas Muçulmanas. O outro grupo de elites religiosas eram os místicos Sufis, ou fakir. Este era um grupo mais inclusivo que costumava ser mais tolerante às tradições não-Muçulmanas. Embora o compromisso de praticar a Sharia permaneça um fundamento Sufi, os primeiros Sufis na Índia concentraram-se no proselitismo através do serviço e ajuda aos pobres. Durante o Sultanato de Deli, a abordagem mística predominante do Islã não era um substituto da educação nas madrasa nem da escolaridade tradicional. [31] Os ensinamentos do Sufismo só se formou sobre os alicerces da educação nas madrasa. A orientação espiritual do Sufismo apenas procurou refinar a “consciência do divino, intensificando a piedade e inculcando uma atitude humanista.” [31]

SUFI KHANQAH

Uma das razões pelas quais o Islã tornou-se mais favorável na Índia foi devido ao estabelecimento de khanqah (Táriqa). Uma khanqah é comumente definida como um hospício, alojamento, centro comunitário ou dormitório administrado por Sufis. [15] [24] As Khanqahs também eram conhecidas como Jama’at Khana, grandes salões de coleta. [23] Estruturalmente, uma khanqah poderia ser uma grande sala ou ter espaço de habitação adicional. [21] Embora alguns estabelecimentos de khanqahs fossem independentes do financiamento real ou do patrocínio, muitos receberam subsídios fiscais (waqf) e doações de benfeitores para serviços contínuos. [15] [32] Ao longo do tempo, a função das tradicionais khanqahs Sufis evoluiu com o Sufismo solidificado na Índia.

Inicialmente, a vida Sufi nas khanqahs enfatizou um relacionamento próximo e fecundo entre o mestre-professor (sheik) e seus alunos. [31] Por exemplo, os estudantes nas khanqahs oravam, adoravam, estudavam e liam obras juntos. [33] A literatura Sufi tinha mais preocupações acadêmicas do que as obras de jurisprudência e teologia vistas nas madrasas. [31] Havia três categorias principais de trabalhos místicos estudados no sul da Ásia: escrita hagiográfica, discursos do professor e cartas do mestre. [31] Sufis também estudavam vários outros manuais descrevendo o código de conduta, adab (Islã). De fato, o texto (trad.) “O Caminho dos Escravos de Deus da Origem ao Retorno“, escrito por um santo Sufi Persa, Najm al-Din Razi, espalhou-se por toda a Índia durante a vida dos autores. [24] Compartilhando que o pensamento Sufi estava se tornando cada vez mais favorável ao estudo na Índia. Ainda hoje, a literatura mística preservada provou ser inestimável como fonte de história religiosa e social dos Muçulmanos Sufis na Índia. [31]

A outra função principal de uma khanqah era de servir como abrigo comunitário. Muitas dessas instalações foram construídas em vizinhanças Hindus de baixa casta. [23] A Ordem Chishti Sufi na Índia, especialmente, cristalizou as khanqahs como a mais alta forma modesta de hospitalidade e generosidade. [34] Mantendo uma política de “visitantes são bem-vindos”, as khanqahs na Índia ofereceram orientação espiritual, apoio psicológico e aconselhamento gratuito e aberto para todas as pessoas. [15] [21] Os membros das castas espiritualmente famintas e deprimidas foram alimentadas com um serviço de cozinha gratuito e forneceram educação básica. [23] Ao criar comunidades igualitárias dentro dos sistemas de castas estratificadas, os Sufis distribuíram com sucesso seus ensinamentos de amor, espiritualidade e harmonia. Foi este exemplo de fraternidade e equidade Sufi que atraiu as pessoas para a religião do Islã. [23] Logo essas khanqahs se tornaram epicentros sociais, culturais e teológicos para pessoas de todas as origens étnicas e religiosas de ambos os sexos. [15] [35] Através dos humildes serviços de uma khanqah, Sufis apresentaram a verdadeira forma do Islã e forjaram um caminho para conversões voluntárias em grande escala dos Hindustanis de classe baixa. [36]


Source: wikipedia

1-Jafri, Saiyid Zaheer Husain (2006). The Islamic Path: Sufism, Politics, and society in India. New Delhi: Konrad Adenauer Foundation.

2-Schimmel, p.346

3-Schimmel, Anniemarie (1975). “Sufism in Indo-Pakistan”. Mystical Dimensions of Islam. Chapel Hill: University of North Carolina Press. p. 345.

4-Walsh, Judith E. (2006). A Brief History of India. Old Westbury: State University of New York. p. 58.

5-Jafri, Saiyid Zaheer Husain (2006). The Islamic Path: Sufism, Politics, and Society in India. New Delhi: Konrad Adenauer Foundation. p. 4.

6-Zargar, Cyrus Ali. “Introduction to Islamic Mysticism”.

7-Holt, Peter Malcolm; Ann K. S. Lambton; Bernard Lewis (1977). The Cambridge History of Islam. 2. UK: Cambridge University Press. p. 2303. ISBN 978-0-521-29135-4.

8-Schimmel, Anniemarie (1975). “Sufism in Indo-Pakistan”. Mystical Dimensions of Islam. Chapel Hill: University of North Carolina. p. 344.

9-Alvi, Sajida Sultana (2012). Perspectives on Mughal India: Rulers, Historians, Ulama, and Sufis. Karachi: Oxford University Press.

10-Morgan, Michael Hamilton (2007). Lost History: The Enduring Legacy of Muslim Scientists, Thinkers, Artists. Washington D.C.: National Geographic. p. 76.

11-Walsh, Judith E. (2006). A Brief History of India. Old Westbury: State University of New York.

12-Dr. Cyrus Ali Zargar

13-Walsh, Judith E. (2006). A Brief History of India. Old Wesbury: State University of New York. p. 59.

14-Walsh p. 56

15-Alvi

16-Schimmel p. 344

17-Walsh

18-Alvi 46

19-Alvi 10

20-Alvi 9

21-Schimmel 345

22-Morgan 78

23-Aquil

24-Zargar

25-morgan77

26-Aquil 9

27-Aquil 11

28-Aquil 13

29-Alvi 11

30-Alvi 12

31-Alvi 14

32-Schimmel

33-Schimmel 347

34-Schimmel 232

35-Schimmel 231

36-Aquil 16


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Muhammad, o Profeta Branco com Escravos Negros

Fonte/Source: Dr David Wood Interview — David Wood – Maomé: O Profeta Branco com Escravos Negros

Nota: Não consegui identificar o nome do tradutor do vídeo mencionado acima para dar o crédito. 


Por Tiao Cazeiro

7 de Fevereiro de 2018

Dr. David Wood, um sujeito que além de brilhante é simpatisíssimo,  disse em entrevista ao ChristianReporter News que “nós somos a primeira geração em 1400 anos a ter acesso às traduções do Sahih al-Bukhari”, (sahih significa autêntico ou correto), o qual é composto por 97 livros. Esses livros consolidaram o hadith como a segunda fonte de jurisprudência Islâmica mais importante depois do Alcorão.

David, como é mais conhecido, é PhD em Filosofia pela Fordham University, um dos principais ativistas anti-Islã da atualidade e considerado por Robert Spencer como simplesmente “brilhante”.

David conta que foi só nos anos 90 que as traduções de Sahih al-Bukhari ficaram disponíveis ao público. E mais, se Muhammad Ali e Malcom X, — que se converteram ao Islamismo nos anos 60, — tivessem tido acesso a essas traduções na época, jamais teriam se convertido ao Islamismo, porque o que foi revelado sobre o escravismo é absolutamente monstruoso.

Alguns exemplos:

Muhammad dizia que Satã parece com um homem negro; Muhammad possuiu, comprou, vendeu etc. escravos negros Africanos; os seguidores de Muhammad institucionalizaram a escravidão dos negros Africanos etc. Um detalhe importante, Muhammad era branco como a neve.

Embora este vídeo já tenha sido legendado, resolvi publicar uma parte do texto para atender a sugestão de um amigo. De qualquer forma, ao final deste artigo, deixarei vocês com o vídeo.


‘Muhammad, o Profeta Branco com Escravos Negros’
Por David Wood
Sahih al-Bukhari 6161:

Narrou Anas bin Malik: O Mensageiro de Alá estava em viagem e tinha um escravo negro chamado Anjasha, e ele estava dirigindo os camelos (muito rápido e havia mulheres naqueles camelos).

O Mensageiro de Alá disse: “Waihaka, O Anjasha! Dirija lentamente os camelos com os vasos de vidro (as mulheres)!”

O excerto a seguir é sobre um escravo negro que foi morto a tiros ao descarregar a bagagem de Muhammad.

Sunan an-Nasai 3858:

Foi narrado que Abu Hurairah disse: “Estávamos com o Mensageiro de Alá (Muhammad ou Maomé) no ano de Khaibar, e não recebemos nenhum espólio de guerra, exceto riqueza, bens e roupas.

Então um homem de Banu Ad-Dubaib, chamado Rifa’ah bin Zaid, deu ao Mensageiro de Alá um escravo negro chamado Mid’am. O Mensageiro de Alá partiu para Wadi al-Qura. Quando estávamos em Wadi al-Qura, enquanto Mid’am descarregava a bagagem do Mensageiro de Alá, uma flecha veio e o matou. Pessoas disseram: ‘Parabéns! Você vai ao Paraíso’, mas o Mensageiro de Alá disse: ‘Por Aquele em Cuja Mão está a minha alma! O manto que ele tirou do espólio de guerra no dia de Khaibar está queimando ele com fogo.’”

Só para esclarecer, Muhammad fez sexo com uma garota de nove anos, roubou caravanas e decapitou centenas de Judeus, mas ele é bom. Seu escravo negro, ao contrário, pegou um manto antes que os despojos tivessem sido divididos, e por isso foi para o inferno. Bem-vindo ao Islã.

Em “Provisions of the Afterlife“, páginas 30-31, Ibn Qayyin Al-Jawziyya lista 28 dos escravos masculinos de Muhammad e 12 de suas escravas. Alguns desses escravos eram negros, outros não. Muhammad renomeou um dos seus escravos negros “Safina”, que significa “Navio”. Chamou seu escravo de “Navio” porque podia pôr excesso de carga no escravo como num navio e o fazer carregar tudo.

Muhammad aparentemente pensava que os escravos negros valiam menos que os escravos Árabes, uma vez que trocou dois de seus escravos negros por um escravo Árabe que queria libertar porque o escravo Árabe se converteu ao Islamismo.

Sabemos que Muhammad fez sexo com suas escravas, porque acabou engravidando uma delas. Mas não se preocupe. Um líder branco que engravida uma escrava só é assustador quando acontece com Thomas Jefferson.

Encontramos o pior cenário de Muhammad em Sahih al-Bukhari 7142:

Narrou Anas bin Malik: O Mensageiro de Alá disse: “Você deve ouvir e obedecer seu Imam, mesmo que ele seja um escravo Etíope cuja cabeça se pareça com uma passa.”

Muhammad dá um exemplo semelhante em Sahih Muslim 3138, onde ordena seus seguidores a obedecerem seu líder, mesmo que seja um escravo negro mutilado. Assim, o pior líder possível de uma comunidade de Muçulmanos, segundo Muhammad, seria um escravo negro. Por uma questão de clareza, devo salientar que a mulher é excluída da hierarquia de possíveis líderes. Muhammad disse que uma nação nunca será bem sucedida com uma mulher como líder.

Mas o pior ainda está por vir.

Muhammd diz aos seus seguidores com quem Satanás parece em Ibn Ishaq, p. 243.

O apóstolo disse: “Quem quiser ver Satanás basta olhar para Nabtal ibn al-Harith!” Ele era um homem negro, robusto, com longos cabelos brilhantes, olhos inflamados e bochechas escuras e coradas. “Qual de vocês é o Profeta?” “Este cara branco.” “Com quem Satanás parece?” “Com aquele cara negro.”

Agora, como pode uma religião que foi inaugurada por um profeta branco que tinha escravos negros e se referia aos Etíopes como “cabeças de passas” e disse que Satanás parece com um homem negro obter a reputação que tem hoje em dia entre os Muçulmanos Afro-Americanos?

Bem, aqui está o Ocidente, há uma atmosfera geral de ignorância sobre o Islã. As pessoas não conhecem os fatos mais básicos sobre Muhammad e o Alcorão. E isso permite que os pregadores Muçulmanos digam o que quiserem sobre o Islã, porque ninguém irá corrigi-los.

E assim, se um pregador Muçulmano estiver falando com uma mulher interessada nos direitos das mulheres, “Muhammad foi um campeão dos direitos das mulheres!” (Vide Linda Sarsour…)

Se estiver falando com alguém que tem grande consideração pela ciência, “O Alcorão é uma obra-prima científica, cheia de idéias científicas milagrosas que só foram verificadas séculos mais tarde“.

Se estiver falando com alguém que está preocupado com a justiça racial, “o Islã é a religião que liberta os escravos e estabelece a igualdade racial“, é um absurdo… é realmente um absurdo.

Mas as pessoas se convertem ao Islã porque acreditam no que é dito e não se interessam em ler as fontes Muçulmanas para ver se a história do pregador confere.

Agora, para aqueles que compraram esse desastre, para aqueles que acreditaram no pregador Muçulmano quando ele disse: “Ei, se você realmente quiser enfiar isso nos brancos, você precisa se converter ao Islã
(nota: aqui o David se refere aos pregadores que converteram alguns negros Americanos como Muhammad Ali etc., e em seguida ironiza) — a religião de um homem branco que comprou, vendeu e trocou escravos Africanos e cujos seguidores institucionalizaram a escravidão negra Africana séculos antes dos Europeus se juntarem e que continuam a escravizando os negros Africanos até hoje…

Se você se apaixonou por isso… Eu digo e direi isso novamente. Você foi ludibriado, feito de trouxa, você foi enganado, sacaneado, se desviou! enlouqueceu!” — Nota: Este excerto em negrito que você acabou de ler faz parte de um discurso de Malcom-X, o qual David Wood usou para ironizar os Negros Americanos iludidos com o Islã.

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Pillsbury Doughboy

Isso é o que esses profetas brancos com escravos negros fazem. Mas agora que você viu o que as fontes Muçulmanas dizem, agora que você sabe que você foi enganado, você tem uma escolha. Você pode deixar o Islã ou continuar servindo um homem cujas descrições em suas fontes mais confiáveis ​​o tornam completamente indistinguível de um Pillsbury Doughboy cujos ensinamentos legitimaram a escravidão racial por catorze séculos.

 

Imagem relacionadaBasta lembrar que, se você continuar honrando um comerciante de escravos que é tão escuro como o recheio de um Twinkie e que tinha escravos negros e chamou os Etíopes de “cabeça de passas” e disse que Satanás parece com um homem negro, você não é um guerreiro da liberdade, ou um guerreiro da justiça social, ou campeão dos direitos civis. Você é o último Uncle Tom.

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E no caso de você querer saber o quão sério eles levam a brancura de Muhammad no mundo Muçulmano, vou deixar você com uma citação de Ash-Shifa, um dos livros mais populares e respeitados do Islã sobre a vida e os ensinamentos de Muhammad.

Ahmad ibn Sulayman, companheiro de Sahnun, disse que quem falar que o Profeta era negro será morto. O Profeta não era negro.

Pena de morte para quem chamar Muhammad de homem negro.


 

Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

MIGRANTES OU INVASORES MUÇULMANOS?

MIGRANTES OU INVASORES MUÇULMANOS?

Por Tião Cazeiro

14 de Janeiro de 2018

Migrantes esgotados lutam para se manterem à tona enquanto esperam pela guarda costeira. Mais de 171 mil tentaram chegar a Europa no Mediterrâneo no ano passado –  GUARDA COSTEIRA – Mediterranean claims first migrants of 2018 https://buff.ly/2mC2l6x

Compartilhei este vídeo divulgado pela ‘Patota da Direita‘ em 5 de Janeiro de 2017, vale a pena assistir novamente, é impressionante.

Em 2015 traduzi dois artigos denunciando a “FARSA: 80% Dos Refugiados Da Devastada Síria Não São Da Síria ” e “A Invasão da Europa e da América“. Vale conferir.

Quando os ativistas começaram a denunciar que isso era uma invasão Muçulmana, foram logo carimbados de ISLAMOFÓBICOS, RACISTAS, EXTREMA-DIREITA etc., e isso nada mais é do que uma barreira para você não criticar o avanço Islâmico global.

Hoje, vários líderes Europeus como o corajoso Presidente da Hungria Viktor Orbán, declaram abertamente que SIM, é realmente uma invasão Muçulmana orquestrada, como no passado, para conquistar a Europa. Vide: HUNGRIA: Migrantes Na Europa Não São Refugiados, São Invasores Muçulmanos

Quem impulsiona essa gente toda, quem os obriga atravessar o Mediterrâneo, mesmo correndo risco de vida? Já pensou nisso?

“Imigração jihadista Hejira ou Hijra (jornada ou migração) — é a migração de Muhammad (Maomé) e seus seguidores, de Meca para Yathrib, mais tarde renomeada por ele como Medina, no ano 622 DC. Isso aconteceu após a hijrah, quando Muhammad, pela primeira vez se tornou não somente um pregador de ideias religiosas, mas um político e líder militar.” — A Invasão da Europa e da América

Os verdadeiros refugiados, aqueles que realmente precisam de ajuda como os Cristãos perseguidos pela crueldade Muçulmana, foram deixados de lado para favorecer os invasores, claro, Mulculmanos. Vide Barack Obama em “Cristianismo de Obama: Ferramenta Política Para Silenciar Cristãos”.

O Brasil vai mudar, os migrantes (ou invasores?) estão chegando enquanto o Islam avança com seus camelos, e com a maior cara de pau divulga a meta de obter 20 milhões de Muçulmanos em 20 anos, como anunciou o sheik de uma mesquita em São Paulo.

O sonho dessa turma é transformar a América Latina numa filial do Oriente Médio e para isso não falta apoio no Brasil. Caso não tenha lido este artigo, vale a pena conferir: BRASIL: 40.000 TERRORISTAS EM 20 ANOS.

A meta de obter 20 milhões de Muçulmanos é altamente significativa e só poderá ser alcançada com a ajuda luxuosa dos migrantes Muçulmanos (ou invasores?)

Um milhão de novos Muçulmanos por ano, durante 20 anos, para alcançar à meta de terceira maior religião do Brasil, sendo que o Islamismo tem a missão de converter a todos pela persuasão ou pela força (militar)? E por isso é conhecido como ‘um empreendimento paramilitar totalitário’. Você já pensou nisso?

Esse é o sonho do esquema globalista e como vimos acima, uma meta desse porte e com tanta convicção deixa a impressão de que já está tudo combinado.

Por último, vou dar a palavra ao professor Olavo de Carvalho:

“Em suma: o único lugar em que se nega a existência do esquema global de poder é a mídia brasileira. É evidente que o grau de incultura e de ignorância necessário para isto transcende as dimensões do próprio globo terrestre.” — Palestra de Olavo de Carvalho no encontro com Jair Bolsonaro e Jeffrey Nyquist em Nova Iorque – Mídia Sem Máscara


Exército Britânico Foca No Islam, Diversidade Sexual E Bane Imagem Machista

Fonte/Source: British Army Recruitment Campaign Focuses on Islam, Sexual Diversity, Banishes Macho Image


A Campanha De Recrutamento Do Exército Britânico Foca No Islam, Diversidade Sexual E Bane Imagem Machista

Por Liam Deacon

10 de Janeiro de 2018

YouTube/British Army

O Exército Britânico tem sido severamente criticado por se curvar ao “politicamente correto” depois de gastar £1.6 milhão numa campanha de recrutamento baseada em política de identidade racial e gênero, encorajando a tropa a ser mais emocional.

Representantes das forças armadas dizem que querem encorajar a diversidade religiosa, gênero, sexualidade e etnia em sua campanha ‘Army Belonging 2018”, bem como dizendo aos recrutas que está tudo bem, que podem chorar.

Em vídeos promocionais, narrado por soldados em serviço, recrutas questionam: “Posso ser gay no exército?”, “Preciso ser um super-herói?”, e ainda “O que acontece se eu me emocionar no Exército?”

Em outro vídeo, um soldado Muçulmano explica por que o Exército permite que ele pratique o Islam, porém os soldados Cristãos não recebem o mesmo tratamento na campanha.

No tuite acima: “Fórum LGBT do Exército” — Posso ser gay no Exército? Sim. O Exército oferece um trabalho em equipe e apoio mútuo, e precisa de uma ampla gama de pessoas com talento para ‘ser o melhor’.

Respondendo aos vídeos, o Coronel Richard Kemp CBE, um ex-comandante Britânico de operações no Afeganistão, disse que a campanha não deveria mencionar os problemas do recrutamento.

“O exército, como o resto do governo, está sendo rebaixado pelo politicamente correto,” disse à BBC Breakfast. “O mais importante é que o exército esteja repleto de soldados. Refletir a composição da sociedade é de importância secundária.”

Disse ainda que o que atrai os recrutas é a oportunidade de trabalho — lutar e defender o reino — em vez de política de identidade.

“A maioria dos grupos de pessoas interessadas no alistamento não estão muito preocupadas se irão ou não ser ouvidas… elas são atraídas pelas imagens de combates.

“É claro que quanto mais pessoas provenientes de todas as partes da sociedade se alistarem melhor, mas o importante mesmo é encher o exército com pessoas que querem lutar e querem ser soldados e dessa forma não acredito que conseguirão.”

No entanto, o General Sir Nick Carter, chefe do Exército, disse que tentar apelar para grupos minoritários foi uma boa idéia, visto que a expectativa é de que poucos homens brancos se alistem.

Disse o General ao programa Today da BBC Radio 4: “Nossa sociedade está mudando e penso que é inteiramente apropriado para nós, portanto, tentar alcançar uma base muito mais ampla para obter o talento que precisamos para sustentar a eficácia do combate.”

Isso aconteceu depois que o Secretário de Defesa, Gavin Williamson, interferiu no mês passado para impedir que os chefes do Exército excluíssem o slogan “Be The Best” (trad., “Seja o Melhor”) depois que os críticos alegaram que era “antiquado, elitista e não inclusivo”.


Tradução: TIAO CAZEIRO — MUHAMMAD E OS SUFIS

A SOLUÇÃO PARA PARAR O ISLAM

Fonte/Source: Iranian-American Human Rights Activist Warns of Devious Islamic Threat That Will Topple the U.S. Constitution.


A SOLUÇÃO PARA PARAR O ISLAM

POR TIAO CAZEIRO

9 de Janeiro de 2017

Aynaz “Anni” Cyrus

Neste artigo, Aynaz “Anni” Cyrus apresenta uma ‘solução para parar o Islam‘ através de um poderoso e humanístico plano.

Este vídeo infelizmente não está legendado em Português.

O artigo está divido em duas partes. Na primeira, — para quem ainda não a conhece, — apresentarei Aynaz, uma pessoa absolutamente bonita, adorável e muito forte. Na segunda, vou mostrar a solução para parar o Islam, sugerida por Aynaz.

O texto a seguir foi retirado do próprio site da Aynaz e inseri apenas o relevante.


Live Up to Freedom

Sobre a autora Aynaz “Anni” Cyrus

Aynaz ficou noiva quando criança em seu país de origem, o Irã. Seu pai é um sheik e sua mãe uma professora de Alcorão.

Foi abusada e presa quando adolescente. Escapou para a América e agora defende mulheres e meninas que sofrem sob a lei Sharia.

Sua missão é trazer esperança e cura para mulheres e meninas que tiveram a infelicidade de serem expostas à praga da ideologia Islâmica. Ela experimentou, in loco, os horrores de viver sob a teocracia Islâmica no Irã.

Aynaz “Anni” Cyrus é uma Iraniana que rejeitou o Islam e fugiu do Irã para a América legalmente na adolescência. Foi para os Estados Unidos após vários anos de perseguição, tortura e prisão.

Aynaz foi chicoteada ao todo 109 vezes em várias ocasiões. Foi também estuprada, espancada, torturada e vítima de vários horrores quando vivia sob a mão pesada do Islam; foi encarcerada 12 vezes antes de chegar aos 14 anos de idade pelo simples motivo de cantar em público, sem perceber, que os cabelos estavam à vista sob o seu hijab.

Aynaz conhece profundamente a séria situação das mulheres Muçulmanas que vivem sob a Lei Sharia. Testemunhou o suicídio de mulheres, desesperadas por não poderem abandonar o Islam, e viu o seu melhor amigo ser selvagemente sodomizado por guardas na prisão; sem dúvida alguma está muito familiarizada com a horrorosa perseguição imposta pela crueldade do Islamismo.

Aynaz foi vendida para casar quando muito jovem e o divórcio foi negado pelo seu marido, um homem violento e abusivo, simplesmente por ser mulher. Ela jurou escapar e se tornar uma voz para aquelas mulheres silenciadas, oprimidas e crianças que vivem num pesadelo diário, coisa que a maioria de nós não tem a mínima noção do que isso representa.

Finalmente, tomou coragem e fugiu da opressão, agora vive como cidadã Americana e faz da sua vida uma missão, para levar a todos a verdade sobre a ameaça do Islamismo, que o politicamente correto e a parcialidade da mídia ignoram.

Aynaz trabalha para proteger e defender os direitos das mulheres e meninas sob a opressão da Lei Sharia em todos os lugares. Luta para aumentar a conscientização sobre sua situação através de vídeos virais informativos, entrevistas de rádio, postagens em blogs e em seu website “Live Up To Freedom”.

A crítica de Aynaz ao Islam e os esforços para conscientizar as pessoas sobre a violenta ideologia Islâmica resultaram em ameaças de morte no exterior e nos Estados Unidos. No entanto, continua trabalhando, com espírito inabalável, sempre franca e corajosa, como uma leoa atravessando o Serengeti.

Com base no conhecimento e na experiência de primeira mão, ela se manifesta contra práticas como mutilações genitais femininas, homicídios de honra e aplicações da Lei da Sharia que justificam o espancamento, o apedrejamento e o estupro.

O intelecto e a astúcia de Aynaz foram ignorados quando jovem no Irã, apesar de serem classificados como “excepcionais” num exame nacional de inteligência e escolástica. Foi negada a ela a oportunidade de cursar o ensino médio. Mas, através da força de vontade e tenacidade, não permitiu que isso a impedisse. Hoje ela é uma especialista em gráficos e desenvolvedora de website, e produtora de rádio digital.

Além de vídeos no Facebook e YouTube, alguns de seus trabalhos mais impressionantes é a produção do programa online The Glazov Gang com Jamie Glazov, além de manter o seu próprio show online “The Unknown“, onde educa e informa sobre a realidade do Islam e as ameaças que os Americanos e defensores da liberdade enfrentam.

Além de manter seu site ‘Live Up to Freedom’, possui um espaço aéreo regular na rede LUTF. Você pode ouvi-la todos os Sábados no show. Visite o site ‘Live Up to Freedom’ para obter mais informações.

Aynay é uma mulher extremamente corajosa; defensora da verdade, que continua trabalhando incansavelmente para ajudar as pessoas oprimidas sob a ameaça da Lei Sharia. — (Cyrus, A., 2016).


A SOLUÇÃO PARA PARAR O ISLAM”

Uma ideia simples e muito bem-vinda, principalmente de alguém que sabe o que está falando. Na verdade não é uma ideia nova, mas a atitude e o incentivo sim.

Em suma, no vídeo, Aynaz pede a todos que leiam o Alcorão, principalmente as quatro suras chamadas de Surah An-Nisa, “A Mulher”.  De acordo com ela, — que tem uma mãe professora de Alcorão — essas suras reduzem a mulher ao absoluto nada. Leia:

Surah An-Nisa 4:3 — “Se temerdes ser injustos no trato com os órfãos, podereis desposar duas, três ou quatro das que vos aprouver, entre as mulheres. Mas, se temerdes não poder ser equitativos para com elas, casai, então, com uma só, ou conformai-vos com o que tender à mão. Isso é o mais adequado, para evitar que cometais injustiças.”

O trecho marcado em vermelho, é conhecido em Inglês como: “those your right hand possesses” traduzido como “aquelas que a sua mão direita possui”. Esta frase é conhecida mundialmente como “as mulheres cativas que você possui”. Em outras palavras, ‘escravas sexuais‘. Isto é dito por todos os scholars como Raymond Ibrahim, Robert Spencer etc.

Eis aqui o texto em Inglês para quem quiser conferir, incluindo o link: Quran.com online.

SAHIH INTERNATIONAL (Surah An-Nisa 4:3)— “And if you fear that you will not deal justly with the orphan girls, then marry those that please you of [other] women, two or three or four. But if you fear that you will not be just, then [marry only] one or those your right hand possesses. That is more suitable that you may not incline [to injustice].”

Aynaz menciona ainda que quando muito jovem questionou porque Alá só se comunicava em Árabe e não em outra língua, “ele deveria saber muitas línguas, já que criou o mundo”; questionou também por que Alá criou a mulher para ser explorada sexualmente, estuprada, espancada, anulada etc. Claro, ela foi punida por isso.

Concluindo, ela tem razão e essa ideia gerou um artigo no site do Robert Spencer, porque é óbvio e simples. Todos precisam ler o Alcorão para ver o que Alá e o seu mensageiro Muhammad(Maomé) obrigam aos seus seguidores.

É um livro que todas as pessoas precisam ter pois só assim compreenderão o que milhares de pessoas estão dizendo ao redor do mundo, que o Islam é uma ideologia extremamente violenta e que prega o ódio e a perseguição aos Judeus, Cristãos e demais religiões. O Islamismo tem como missão dominar o mundo todo, subjugando todos aqueles que não se converterem ao Islam, ou então terão que pagar a Jizya (imposto de proteção) para não morrer.

O Alcorão vendido no Brasil é traduzido como “Deus” ao invés de “Alá”. O correto é “Alá”, pois de acordo com o próprio Alcorão: “Não há Deus senão Alá“.  A sura a seguir pode ser visualizada online aqui. A única alteração que fiz foi inserir ‘Alá’ ao invés de ‘Deus’ para ficar como deve ser.

Este texto rejeita totalmente o Cristianismo. 

Alcorão 4.171  
"Ó adeptos do Livro, 
não exagereis em vossa religião 
e não digais de Alá senão a verdade. 
O Messias, Jesus, filho de Maria, 
foi tão-somente um mensageiro de Alá e Seu Verbo, 
com o qual Ele agraciou Maria por intermédio 
do Seu Espírito. 
Crede, pois, em Alá e em Seus mensageiros 
e não digais: Trindade! 
Abstende-vos disso, que será melhor para vós; 
sabei que Alá é Uno. Glorificado seja! 
Longe está a hipótese de ter tido um filho. 
A Ele pertence tudo quanto há nos céus e na terra, 
e Alá é mais do que suficiente Guardião."

Finalizando, eis aqui três sugestões para você adquirir um Alcorão.  Duas em Português e uma em Inglês do sensacional Dr. Bill Warner, diretor e fundador do Political Islam.

Assim você ajuda o blog a prosseguir produzindo artigos de alta qualidade para conscientizar a sociedade Brasileira.

Clique nas imagens para mais informações.

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Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Genocídio Bolivarislâmico?

Photo/Cover Edited — Credit: Hezbollah smuggled tons of cocaine Into the U.S. during Obama admin , report


Genocídio Bolivarislâmico?

Por Tião Cazeiro

5 de Janeiro de 2018

Resultado de imagem para maduro tareck el aissami
Foto/Credit: Maduro transferiu 15 de suas funções para Tareck El Aissami – Noticiero Digital https://buff.ly/2lWf6aD

Neste artigo, proponho um “tour” através de outros textos para rastrear, e desta forma apresentar uma face da Venezuela desconhecida por muitos.

É um artigo investigativo, digamos assim, baseado em common sense. Não será uma viagem fácil para algumas pessoas.


Em 30 de Janeiro de 2017, o site Venezuelanalysis.com publicou um artigo intitulado “The Hill Publica Notícia Falsa e Islamofóbica sobre a Venezuela.

O artigo inicia com o seguinte texto: “Islamofobia não conta como jornalismo“, e o personagem principal deste artigo é o Vice-Presidente da Venezuela, Tareck El Aissami, que tinha acabado de assumir o cargo algumas semanas antes. O artigo, tenta inutilmente defender o governo Maduro, desqualificando vários veículos de comunicação, qualificando-os como Islamofóbicos.

O autor, Ryan Mallett-Outtrim, menciona que Robert Spencer/Jihad Watch, Pamela Geller, Ayaan Hirsi Ali entre outros, estão na lista da Southern Poverty Law Centre como grupos de ódio.  Não vou me alongar falando sobre a SPLC, mas sabe-se que essa máquina difamatória, vista como de extrema-esquerda, recebeu da Apple US$ 1 milhão; do JP Morgan Chase & Co., meio milhão; e do George e Amal Clooney US$ 1 milhão de acordo com um artigo da Fox News de 2017: A máquina de calúnia SPLC está sendo financiada por bilionários liberais — por quê?

“Apesar de quão politicamente transparente possa ser a lista de ódio da SPLC, as principais mídias tradicionais costumam citá-la como fonte autorizada. A CNN recentemente publicou uma história sobre grupos de ódio nos Estados Unidos citando essa lista, mas logo foi forçada a se retrair parcialmente após uma reação dos conservadores. Por causa desse artigo da CNN e de outras histórias recentemente publicadas na mídia, enganosas e impulsionadas pela SPLC, o PayPal suspendeu as contas de Robert Spencer, Pamela Geller e suas organizações. Felizmente, outra reação forçou o PayPal a reverter rapidamente essa decisão.”

“Como expliquei em um artigo em 2016 na Fox News Opinion, o Southern Poverty Law Center é uma máquina difamatória de extrema-esquerda que tenta denegrir pessoas e organizações conservadoras, agrupando-as com nacionalistas brancos, membros da KKK e neonazistas nas chamadas listas de ódio. Em um recente artigo no Frontpage Magazine, Daniel Greenfield descreveu o SPLC como “uma das piadas maliciosas mais longas da internet.” — Fred Fleitz / Fox News.

Eis aqui alguns nomes citados no artigo da Venezuelanalysis.com:

  1. Gatestone Institute
  2. Center for Security Police (CSP)
  3. Al Arabiya
  4. MERMI
  5. Jihad Watch – Robert Spencer
  6. Stop Islamisation of America (SIOA) – Robert Spencer e Pamella Geller
  7. American Freedom Defence Initiative (AFDI) –  Robert Spencer e Pamella Geller

Em 2003, Robert Spencer/Jihad Watch escreveu um artigo intitulado “Jihad in Venezuela?” do qual reproduzirei alguns excertos a seguir:

“Já enfrentam alegações de que extremistas muçulmanos obtiveram documentos de identidade venezuelanos, o presidente Hugo Chávez colocou a agência de passaportes do país nas mãos de dois radicais —um deles apoia Saddam Hussein”. Assim, relata o Miami Herald.

“Hugo Cabezas e Tareck el Aissami foram nomeados no mês passado como diretor e vice-diretor da Direção de Identificação e Imigração, responsável pelo controle de fronteira, emissão de passaportes e cartões de identidade nacional.” (Ênfase adicionada)

“As alegações de que o governo de esquerda de Chávez emitiram documentos de identidade para radicais islâmicos emergiram recentemente nas notícias e no relatório mundial dos EUA. “A Venezuela está fornecendo apoio — incluindo documentos de identidade — que poderia ser útil aos grupos islâmicos radicais”, informou a revista no mês passado, citando altos funcionários militares e de inteligência dos EUA.

“Nascido na Venezuela de pais sírios, Tareck El Aissami é o filho do presidente da filial venezuelana do Partido Baath, uma vez governado por Hussein, e sobrinho de Shibli Al Aissami, um dos principais oficiais do Partido Baath em Bagdá, cujo paradero é desconhecido.

“Em um artigo, o pai de (Tareck El Aissami) escreveu após os ataques terroristas de 11 de setembro e mostrou ao The Herald; chamou o presidente Bush de genocida, mentalmente perturbado, mentiroso e racista”, e o líder da Al Qaeda de “o Grande Mujahedeen, o sheik Osama bin Laden.”


Em 9 de Fevereiro de 2017, Robert Spencer/Jihad Watch escreveu um artigo intitulado “A Venezuela está vendendo passaportes aos Iraquianos, pode tê-los vendido aos jihadistas

Eis aqui alguns excertos:

“E a Venezuela está a apenas três quilômetros sobre o mar de Trinidad, que tem a maior taxa de recrutamento do Estado Islâmico no hemisfério ocidental.”

Como mencionado no início do artigo, Tareck El Aissami agora é o Vice Presidente da Venezuela. 

Continuando…

“A CNN e a CNN em Espanhol se uniram em uma investigação conjunta por um ano e revelaram graves irregularidades na emissão de passaportes e vistos venezuelanos, incluindo alegações de que os passaportes foram entregues a pessoas com vínculos com o terrorismo. A investigação envolveu a revisão de milhares de documentos e a realização de entrevistas nos EUA, Espanha, Venezuela e Reino Unido.”

“Um documento de inteligência, confidencial, obtido pela CNN liga o novo vice-presidente venezuelano Tareck El Aissami a 173 passaportes venezuelanos e IDs emitidos para pessoas do Oriente Médio, incluindo pessoas ligadas ao grupo terrorista Hezbollah.”

“A acusação de que o país estava emitindo passaportes para pessoas que não são venezuelanas surgiu no início dos anos 2000, quando Hugo Chavez foi presidente do país, e entrevistas e registros comprovam isto.”

“Um passaporte venezuelano permite a entrada em mais de 130 países sem visto, incluindo 26 países da União Européia, de acordo com um ranking da Henley and Partners. É necessário um visto para entrar nos Estados Unidos.”


Em 3 de Janeiro de 2018, a Folha de São Paulo publicou um artigo intitulado “Intervenção militar estrangeira na Venezuela deve ser considerada”.

O artigo menciona o Vice Presidente da Venezuela Tarick El Aissami como “narcotraficante, sancionado pelos EUA.” [Ênfase adicionada]

O link a seguir, um tuite, descreve bem a situação na Venezuela.



Em Dezembro de 2016 traduzi este artigo do Robert Spencer: “Hizbollah, intermediário do Irã, executa “praticamente sem oposição operação de tráfico de drogas” na América do Sul

“A República Islâmica do Irã está envolvida numa guerra abrangente e multifacetada contra os Estados Unidos, como detalhei em meu livro The Complete Infidel’s Guide to Iran. O tráfico de drogas é apenas um de seus muitos aspectos e ajuda a financiar os outros.”

“Alguns pensam ingenuamente que um grupo que se autodenomina “o Partido de Alá” não se envolveria em um negócio sujo como o tráfico de drogas. Mas as drogas são para os infiéis. “Muhammad é o apóstolo de Alá. Aqueles que o seguem são misericordiosos uns com os outros, impiedosos para com os incrédulos “(Alcorão 48:29).”

“A força tarefa do Congresso informa:

“Com sede no Líbano, o grupo terrorista Xiita Muçulmano Hezbollah tem sido vinculado à organizações Sul-Americanas de tráfico de drogas que operam a partir da região da tríplice fronteira [Paraguai, Argentina, Brasil]. Essa parceria criminosa gerou milhões de dólares em receita para o grupo financiar suas operações no Oriente Médio. Além disso, há uma preocupação crescente de que grupos terroristas possam usar organizações criminosas Latino-Americanas para se infiltrarem nos Estados Unidos.”


Em 18 de Dezembro de 2017 traduzi um artigo do Josh Meyer sobre um mega escândalo: “OS BASTIDORES DE OBAMA E HEZBOLLAH

“Determinados em garantir um acordo nuclear com o Irã, a administração Obama descarrilhou uma ambiciosa campanha de aplicação da lei visando o tráfico de drogas pelo grupo terrorista Hezbollah, apoiado pelo Irã, mesmo quando estava canalizando cocaína para os Estados Unidos, de acordo com uma investigação do POLITICO.com (magazine).

“A campanha, denominada Projeto Cassandra, foi lançada em 2008, depois que o Drug Enforcement Administration (DEA) acumulou evidências de que o Hezbollah se transformou, de uma organização militar e política focada no Oriente Médio, em um sindicato internacional do crime que alguns pesquisadores acreditam estar faturando US$1bilhão por ano com drogas e tráfico de armas, lavagem de dinheiro e outras atividades criminosas.”

“Enquanto isso, o Hezbollah — em aliança com o Irã — continua prejudicando os interesses dos Estados Unidos no Iraque, na Síria e em todo o mundo, da América Latina a África, incluindo o fornecimento de armas e treinamento para milícias Xiitas antiamericanas. E Safieddine, o “Ghost” (fantasma) e outros associados continuam desempenhando papéis centrais no tráfico de drogas e armas — acreditam as autoridades atuais e anteriores.

“Eram uma organização paramilitar com importância estratégica no Oriente Médio, e nós assistimos, se tornaram um conglomerado criminoso internacional gerando bilhões de dólares com as atividades mais perigosas do mundo, incluindo programas e exércitos de armas químicas e nucleares, porque acreditam que a América é o seu inimigo jurado,” Disse Kelly, agente supervisor do DEA e coordenador principal de seus casos do Hezbollah.


Diante da missão universal do Islamismo de dominar o mundo pela persuasão ou pela força (militar) — o narcotráfico executado (de acordo com as fontes) pelo Iran e Hezbollah na América Latina atende a uma ideologia acima de tudo.

“Alguns pensam ingenuamente que um grupo que se autodenomina “o Partido de Alá” não se envolveria em um negócio sujo como o tráfico de drogas. Mas as drogas são para os infiéis. — Robert Spencer

O que estamos vendo é uma parcela do povo morrendo literalmente de fome, um país em total agonia, clamando por uma intervenção internacional. É um genocídio de fato. Como diz o autor do artigo da Folha de São Paulo, Ricardo Haussmann, ex-ministro do Planejamento da Venezuela “as condições lá constituem um crime contra a humanidade que deve ser detido por razões morais.”


Acabei de ver neste momento outro artigo da Folha de São Paulo, “Intervenção de forças estrangeiras na Venezuela seria péssima ideia” publicado hoje, 5 de Janeiro de 2018.

O artigo joga um balde de água fria em Ricardo Haussmann, que clama por uma intervenção militar internacional; diz que a Venezuela não tem uma oposição digna de crédito; inviabiliza toda e qualquer operação militar inclusive dos EUA etc.; menciona que o problema da Venezuela é altamente complexo e resiste a soluções simplistas; apoia ajuda humanitária e sugere “assegurar à elite nacional corrupta que ela poderá deixar o país tranquilamente se arquitetar uma transição doméstica de volta à governança representativa.” Leia o artigo.

Em momento algum o artigo menciona a influencia Islâmica na Venezuela através do Iran e Hezbollah.

Em suma, diante do que foi dito podemos imaginar vários cenários, e levantar perguntas diversas como por exemplo: Quem está realmente governando a Venezuela? É um genocídio Bolivarislâmico? Etc.

A minha opinião é que uma intervenção militar na Venezuela é urgente, —urgentíssima, — pois estamos diante de um genocídio, e se não for confrontado prevalecerá.

E você, o pensa a respeito disso tudo?


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Reductio Ad Absurdum

Reductio Ad Absurdum

Por Tião Cazeiro

31 de Dezembro de 2017

Encontrei este tuite ainda há pouco no Twitter… 

O tuite menciona uma entrevista realizada nas “Páginas Amarelas” da Veja, onde o sheik Rodrigo Jalloul, principal líder xiita do Brasil faz um alerta sobre a “existência de muçulmanos brasileiros que foram radicalizados…. ou seja, começaram a pregar os ensinamentos literais do Alcorão. Isso inclui defender o fim de “judeus e cristãos”.

Esse sheik é craque em taqiyya e aprendeu com os melhores no Irã.

Radicado há seis anos no santuário de Qom, no Irã, o paulistano Rodrigo Jalloul, 27, tornou-se o primeiro brasileiro nato a ser oficialmente reconhecido como clérigo xiita” – Radicado no Irã, Rodrigo Jalloul é o 1º brasileiro nato a se tornar clérigo xiita

Em outras palavras, um radical acusando outros radicais…

E que segundo o Conselho Superior de Teólogos e Assuntos Islâmicos do Brasil (CSTAIB), existem cerca de 120 mesquitas e comunidades Islâmicas no Brasil. Veja bem, “Conselho Superior…”

Caso ainda não tenha lido este artigo, sugiro que leia para entender o que estou dizendo:  Xeque Xiita Rodrigo Jalloul: “Sim, O Irã Está Divulgando O Xiismo No Brasil, E Daí?”

Um excerto desse artigo…

“Este xeque (ou sheik) xiita cria uma “miragem” muito perigosa quando diz que:

“Muita gente fala mal do Irã. Algo como o apedrejamento é, para nós, brasileiros, algo cruel. É uma regra dura, sim, mas o mundo precisa disso. O Brasil tem assassinatos, estupros etc. No Irã a segurança é total, já que as leis são temidas. Além disso, ninguém fala que nos EUA existe pena de morte com tortura.” — Sim, o Irã está divulgando o xiismo no Brasil, e daí?”  em depoimento a Samy Adghirni, da Folha. — [Ênfase adicionada].”

Sempre a mesma conversinha, os outros são radicais (os Sunitas) e o Estado Islâmico (Sunitas)…

“De fato existem ramificações religiosas no Brasil que apoiam o Estado Islâmico. Não posso afirmar que sejam ramificações terroristas, mas são integradas por pessoas com pensamentos extremistas….” — sheik Rodrigo Jalloul

Quando diz que “pessoas com pensamentos extremistas” afirma isto porque são sunitas? E o xiitas no Irã? Uma revolução está a caminho no Irã e não tem retorno.

Isso nada mais é do que a eterna guerra entre sunitas versus xiitas, Irã versus Arábia Saudita, um problema que o Brasil — como um país livre de problemas e tranquilo — importou e agora está regando as raízes desse problema, com o auxílio luxuoso da esquerda.

A cultura Judaico-Cristã é um lixo, não é mesmo? Precisamos aprender com xiitas e sunitas, assim a esquerda vai ficar feliz e alcançará enfim o seu grande objetivo, claro, no futuro, lá na frente, na terra do nunca, com o sacrifício do povo Brasileiro que será massacrado por um padrão de 1400 anos se a população não acordar. Claro, nada a ver com o Islam, a religião de paz.

Isso tudo me parece um “Reductio ad absurdum”  e o país já está comprometido.

Quando a mídia divulga que “muçulmanos radicais pregam o fim de judeus e cristãos no Brasil” dando voz a um radical xiita acusando os sunitas, duas opções me parecem lógicas:

  1. Desconhecem a história do Islam, que massacrou mais de 60 milhões de Cristãos entre outros — Tears of Jihad – Political Islam
  2. Ou, são cúmplices  e querem a destruição da cultura Judaico-Cristã, por conseguinte, permitindo esse tipo de matéria onde o sheik Rodrigo Jalloul se apresenta como ‘mocinho‘ e o Islam… claro, nada a ver com o Islam.

O segundo maior país Cristão do mundo está à beira de um desastre, em meio à paralisia do sono, seguindo os passos da Europa — ‘O Pesadelo’ – a Europa e o Íncubo


 

Dr. Bill Warner — “Previsão: Este é o início do fim da Sharia no Irã.”

Dr. Bill Warner: “Previsão: Este é o início do fim da Sharia no Irã.”
Por Tião Cazeiro

30 de Dezembro de 2017

PHOTO: REUTERS

Selecionei alguns tuites e artigos que enviei hoje para a minha página do Facebook para dar uma visão dos protestos contra o governo do presidente Hassan Rouhani e o líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei. 


A previsão do Dr Bill Warner com relação ao Irã:

"Previsão: este é o início do fim da Sharia no Irã." 

Entretanto, o regime não irá largar o osso assim tão fácil, manifestantes pró-Rouhani já estão nas ruas prontos para a barbárie… vem coisa feia por aí, mas a Sharia deve ir pro saco.

Twitter do Trump:

“Muitos relatos de protestos pacíficos de cidadãos iranianos revoltados com a corrupção do regime e o desperdício da riqueza da nação para financiar o terrorismo no exterior. O governo iraniano deve respeitar os direitos da população, inclusive o direito de se expressar. O mundo está assistindo!#IranProtests

PROTESTO IRANIANO AUMENTA, GOVERNO CANCELA ESCOLAS E TRENS

“Nem Gaza, nem Líbano, minha alma pelo Irã”.

Manifestantes estão dizendo que querem um governo que pare de financiar a jihad global e cuidar de seus próprios cidadãos.
Os protestos no Irã aumentaram com mais de 4.000 pessoas marchando na capital Iraniana. 
As autoridades Iranianas prenderam 50 pessoas durante os protestos que entraram em erupção em todo o país na quarta-feira.
O governo Iraniano declarou que trens e escolas serão fechados no domingo por causa dos protestos.
As redes sociais informaram em farsi e árabe que os manifestantes estão gritando slogans que incluem “Nem Gaza, nem Líbano, minha alma pelo Irã” e “Saia da Síria, pense em como estamos”.

Iranian protest escalates, government cancels schools and trains — Robert Spencer


“Relatos dizem que as forças Iranianas abriram fogo contra manifestantes em Lorestan, no Irã. Relatórios não confirmados de três manifestantes mortos. Corpos levados pela multidão.”


Irã: a polícia de Teerã diz que não vai mais prender mulheres por violarem o código de vestimenta islâmico

Isto é importante: a primeira rachadura na parede da Sharia. Note também a ironia: as feministas do Ocidente hospedam piedosamente o Dia do Hijab e reclamam sobre a “islamofobia” inexistente, mas nunca dizem uma palavra sobre as mulheres iranianas que foram forçadas a usarem o hijab desde 1979. Estarão as feministas americanas apoiando as mulheres iranianas que têm rejeitado bravamente seus hijabs nos últimos dias? Provavelmente não.

De qualquer forma, podemos esperar que este seja apenas o primeiro sinal de fraqueza do regime e um presságio de sua morte iminente. — Robert Spencer


“Manifestantes em Rasht enfrentam o Baseej e cantam “nós não queremos mais ser governados pelos clérigos” #iranprotests

“Houve um segundo dia de protestos violentos no Irã que se espalharam para pelo menos 20 cidades. Os protestos começaram a surgir sobre questões econômicas quando os funcionários iranianos aumentaram os preços dos alimentos e a duplicação do preço dos ovos. O Irã tem enormes problemas econômicos com o desemprego juvenil em 40%. Também há descontentamento com os enormes gastos do governo com os militares e com a guerra na Síria. Mais de 60% da população iraniana de 80 milhões tem menos de 30 anos. Apesar da censura e da propaganda dos mulás, os jovens iranianos anseiam pela liberdade e cultura do Ocidente. Há também uma oposição significativa e crescente ao sistema teocrático do país, especialmente pelos jovens. Incrívelmente, manifestantes têm cantado “Nós não queremos uma República Islâmica” e “Morte a Rouhani”.”

Some Thoughts on the Iran protests


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Comemorar Ano Novo E Cortar Bolo “Não é Legitimado Pelo Islam”

Fonte/Source: India: Muslim cleric says celebrating New Year and cutting cake is “not legitimate in Islam”


A cada dia que passa fica mais claro que a única coisa unânime e legítima no Islã é encher o saco dos outros. Tudo é proibido, menos a insanidade Islâmica coletiva e o hábito de enganar o Ocidente via taqqyia. Agora contam, infelizmente, com o apoio de alguns Hindus alucinados como vocês irão ver adiante. Sempre a mesma conversinha, proibir tudo para dominar tudo. É o “povinho das necessidades especiais.”— Tião Cazeiro


Índia: Muçulmano Diz Que Comemorar Ano Novo E Cortar Bolo “Não é Legitimado pelo Islã”

POR ROBERT SPENCER  

23 de dezembro de 2017

Um clérigo Hindu concorda: é um costume Inglês que não deve ser assimilado na Índia por uma questão de integridade cultural. Para Maulana Mufti Tariq Quasmi, no entanto, isso é parte do desdém por todas as atividades dos incrédulos, que são os “as piores criaturas!“.

Alcorão 98:6 
“Honestamente falando, aqueles que não creem 
(na religião Islâmica, no Alcorão 
e no Profeta Maomé) 
entre eles o Povo do Livro 
(primordialmente Judeus e Cristãos) 
e demais descrentes, 
terão que aceitar o Fogo do Inferno. 
Eles são as piores criaturas”.

“Cortar bolos não é Islâmico, diz o clérigo Muçulmano sobre a celebração do Ano Novo; o clérigo Hindu concorda”, por Rajat Rai, Índia Today 23 de Dezembro de 2017:

Raramente os líderes Hindus e Muçulmanos concordam. Desta vez, Deoband em Uttar Pradesh fez uma surpresa quando os clérigos Muçulmanos de Darul Uloom e um pandit (Hindu erudito) da mesma cidade expressaram sua preocupação com relação à comemoração de Ano Novo.

Cortar bolo, curtir e se alegrar faz parte da comemoração de Ano Novo. No entanto, Maulana Mufti Tariq Quasmi disse que a prática de cortar bolos não é Islâmica. “Isso não é legitimado pelo Islam”, disse ele.

Quasmi sente que Muçulmanos e aqueles que praticam devem ficar longe dessas tais práticas e respeitar as práticas do Islam.

“Nosso novo ano começa no mês de Moharram. Não temos objeção contra as pessoas de outras religiões que seguem essas práticas, mas os Muçulmanos, especialmente a juventude, devem evitar essas coisas”, acrescentou Quasmi.

Recentemente, o Darul Ulum em Deoband proibiu o uso de smartphones no campus. De acordo com os clérigos, os smartphones dificultam os estudos e tornam os alunos menos atentos…

Surpreendentemente, as observações e sugestões de Quasmi também foram apoiadas por sacerdotes Hindus na mesma área em Uttar Pradesh….

“Nossos jovens não devem seguir os costumes Ingleses cegamente. Eles devem ter conhecimento básico de sua religião”, acrescentou Sharma.

Nota: Não deixe de ler este artigo, imperdível: RAYMOND IBRAHIM: A HISTÓRIA DA ‘DEMONIZAÇÃO’ DE MUHAMMAD


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis