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Maajid Nawaz: “Reino Unido Produziu os Jihadi Beatles”

Fonte/Source: UK: “Moderate” Muslim Maajid Nawaz: “We, the United Kingdom, produced Jihadi John”

Video/Cover Credit: “Britain PRODUCED Jihadi BEATLES” Claims Maajid Nawaz – LBC


Por Tião Cazeiro

Nota:  Mohammed Emwazi, conhecido como “Jihadi John” foi um cidadão Britânico nascido no Kuwait que se acredita ser a pessoa vista em diversos vídeos produzidos pelo grupo terrorista Islâmico Estado Islâmico do Iraque e do Levante. Um grupo de reféns denominaram-no “Jihadi John” e o identificaram como sendo parte de uma célula de quatro terroristas com sotaque Britânico alcunhada como “The Beatles“. — Fonte: Wikipédia

Maajid Nawaz, um Muçulmano "Moderado": 
"Nós, o Reino Unido, Produzimos o Jihadi John"

POR ROBERT SPENCER

24 de Fevereiro de 2018

“Nós, o Reino Unido, produzimos o Jihadi John. Nós, o Reino Unido, produzimos os outros acólitos em torno dele chamados de Jihadi Beatles. Alguma coisa nas nossas cidades, alguma coisa na atmosfera das comunidades deste país produziu os mais infames terroristas, pelo menos na minha geração. Precisamos começar a fazer esta pergunta: o que tem na nossa cultura, nas nossas cidades, nos nossos bairros que está produzindo esses tipos de monstros?”

Boa ideia. Não vamos apenas fazer a pergunta. Vamos respondê-la.

“O que tem na nossa cultura, nas nossas cidades, nos nossos bairros que está produzindo esses tipos de monstros?”

Fácil: são as doutrinas jihadistas (de guerra) do Islã contra os não-Muçulmanos, pregadas nas mesquitas do Reino Unido. Mas os supremacistas Islâmicos e os jihadistas sempre desviam a responsabilidade, alegando que os jihadistas, assassinos em massa, estão apenas reagindo aos males supostamente perpetrados contra os Muçulmanos pelos infiéis. Aqui, Nawaz está alavancando essa percepção e concluindo que os Muçulmanos estão sendo vitimizados, e que a culpa é dos não-Muçulmanos, da “Islamofobia”, contra a qual os pobres coitados estão simplesmente reagindo.

“Nós, o Reino Unido, produzimos o Jihadi John”. Não. Os Muçulmanos no Reino Unido produziram o Jihadi John. Essa não é uma distinção insignificante. Por que Nawaz está omitindo isso? Uma estranha postura para um renomado “moderado” assumir.


A Grã-Bretanha precisa assumir a responsabilidade pelos “The Jihadi Beatles”, insiste Maajid Nawaz”, LBC, 13 de Fevereiro de 2018:

Maajid Nawaz insistiu que os chamados “Jihadi Beatles” deveriam ser testados na Grã-Bretanha em vez da Síria… porque são Britânicos…

Conversando na LBC enquanto esperava por James O’Brien, disse o seguinte:

“Nós, o Reino Unido, produzimos o Jihadi John. Nós, o Reino Unido, produzimos os outros acólitos ao redor dele, os chamados Jihadi Beatles.

“Alguma coisa nas nossas cidades, alguma coisa na atmosfera das comunidades deste país produziu os mais infames terroristas, pelo menos na minha geração.”

“Precisamos começar a fazer esta pergunta: o que tem na nossa cultura, nas nossas cidades, nos nossos bairros que está produzindo esses tipos de monstros?”


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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ROBERTO REQUIÃO — “ALLAHU AKBAR!”

ROBERTO REQUIÃO — “ALLAHU AKBAR!”

Por Tiao Cazeiro

23 de Fevereiro de 2018

O que aconteceria hoje em dia a um Senador Americano, por exemplo, se tuitasse o termo “Allahu Akbar” consecutivamente? Sem dúvida complicaria a vida dele.

Ontem, o senador Roberto Requião tuitou duas vezes o termo “Allahu Akbar” e poucos reagiram ou disseram alguma coisa.

“Allahu Akbar” pode ter outro significado, sem dúvida. Entretanto, no passado, o senador afirmou que “O MST é o movimento Palestino em Gaza” e esta não é uma frase qualquer, não é uma “bobagenzinha“, é uma frase pensada e muito séria.

Poucas pessoas realmente conhecem o significado de “Allahu Akbar”. Será que o senador Requião tem consciência disso?

“O objetivo principal desse clamor (Allahu Akbar) é “infundir terror no coração dos inimigos de Alá.”

Vamos então rever o verdadeiro significado de “Allahu Akbar” no artigo escrito por Robert Spencer, que traduzi em 2015…


Fonte/Source: Robert Spencer at Breitbart: “Allahu akbar” doesn’t mean what media says it means

ROBERT SPENCER: “ALLAHU AKBAR” NÃO SIGNIFICA O QUE A MÍDIA DIVULGA

Por Robert Spencer

25 Dezembro de 2015

REUTERS/Muhammad Hamed, File

Expliquei na Breitbart, hoje,  como a frase “Allahu Akbar” pode significar quase tudo exceto o que a grande mídia divulga:

Os meios de comunicação, rotineiramente, deformam o verdadeiro significado de “Allahu akbar”, o famoso grito de guerra dos jihadistas Islâmicos, quando cometem assassinato em massa.

Esse grito de guerra é erroneamente traduzido pela mídia Ocidental como “Deus é grande”. Quando o significado real é “Alá é Maior”, significando que “Alá é Maior Que o Seu Deus ou Governo.” [ênfase adicionada]

É uma declaração agressiva, para afirmar que Alá e o Islã são dominantes sobre qualquer outra forma de governo, religião, lei ou ética, e é por isso que os jihadistas Islâmicos, em meio à matança de infiéis, com tanta frequência, exclamam dessa forma.

O objetivo principal desse clamor é “infundir terror no coração dos inimigos de Alá“.

Mohammed Atta, que chefiou o ataque terrorista contra as torres gêmeas do World Trade Center, Nova York, explicitou bem, numa carta para si mesmo, antes de realizar sua missão jihadista: “Quando começar o confronto, ataquem como campeões que não querem voltar a este mundo. Grite, ‘Allahu Akbar’, porque isto espalha o medo nos corações dos infiéis.” É por isso que o assassino jihadista do Fort Hood, Nidal Malik Hasan, gritou quando disparou matando treze Americanos em Novembro de 2009, e pela mesma razão outros jihadistas têm usado essencialmente como um anúncio de que não-Muçulmanos estão prestes a morrer.

Mas também é usado com frequência quando nenhum infiel está ao alcance do ouvido. De acordo com o Islã, Alá é soberano e dominante sobre todas as coisas, e controla tudo. Seu controle é tão absoluto que Ele decide se os incrédulos rejeitam o Islã, de acordo com o Alcorão.

E se Nós quiséssemos, Nós teríamos orientado todos os seres”, porém, “Minha sentença foi pronunciada; sabei que encherei o inferno com gênios (do Inglês ‘Jinn’: espírito inteligente de menor hierarquia que os anjos; Mitologia Árabe e Muçulmana) e seres humanos, todos juntos.”

Essa soberania sobre absolutamente tudo, leva os escravos entusiastas desse deus a exclamarem: “Allahu akbar” em uma infinidade de situações aparentemente contraditórias:

“Allahu akbar” pode ser uma declaração de alegria e gratidão à Alá, como neste vídeo, quando os jihadistas gritam após derrubar um helicóptero, com particular vibração, quando o helicóptero explode em chamas. E também pode ser uma expressão de tristeza e raiva, como neste vídeo, onde Sírios gritam quando um ataque aéreo atinge sua aldeia.

Neste vídeo, o lançamento de um foguete que falhou, ilustra a variedade de uso.

Quando o foguete inicia a queima de combustível, e em seguida é lançado, só para viajar alguns metros e explodir em seu próprio composto, jihadistas que assistem ao lançamento gritam “Allahu akbar!” repetidamente, como os personagens do livro de Orwell (1984), que ficam impedidos pela Novilíngua a pensar apenas aquilo que possa ser expresso por algumas palavras permitidas.

Primeiro vem o fervoroso “Por-favor-faça-isso-funcionar“, “Allahu akbars,” e em seguida, o animado “Uau-isso-funciona!“, “Allahu akbars,” seguido pelo, — enquanto o foguete falha, — resignado “Que pena“, “Allahu akbars”, e o apologético “Pedimos-desculpas-por-favor-nos-perdoem” e o reconfortante “Alá ainda está na nossa equipe” “Allahu akbars.”

Em contraste, um grupo Cristão livre ou pós-Cristão Ocidental teria agido com zelo, esforço, sorte e ciência — “Tenha cuidado!”, “Vai!”, “Xi!”, e finalmente, “Voltar à prancheta de desenho.”

No Islã, o resultado derivado da escolha humana, matemática, probabilidade, sorte e máquinas estão todos sob o controle de Alá, e assim a coisa mais apropriada a dizer, não importa o que aconteça é… Allahu akbar.

Quanto à conotação, então, “Allahu akbar” pode significar qualquer coisa —  exceto a frase frequentemente atribuida, ou seja, “Deus é grande.

Apesar de “Alá” significar “o Deus” e ser usada pela maioria dos Cristãos de língua Árabe, para se referir ao Deus do Cristianismo, quando os jihadistas a utilizam, é para mostrar superioridade do Islã e seu deus — portanto, seria mais preciso deixar a palavra não traduzida e substituí-la por “Alá é maior“, em Português.

E, dizer “Deus é grande” em Árabe, exigiria uma palavra diferente , Allahu kabir, porque akbar é o relativo, ou a forma comparativa e superlativa de Kabir.

Assim, um equivalente Cristão de “Allahu akbar” não seria “Jesus é grande” ou, para usar uma frase Cristã real, “Jesus é o Senhor.” A variedade de conotações e usos corresponde aproximadamente ao Evangélico/Pentecostal de “Louvor ao Senhor”; no entanto, essa frase não contém nenhuma das noções de superioridade que são inerentes em “Allahu akbar.”

Se os Cristãos terroristas, um mito da mídia que nunca se tornou realidade, estivessem procurando uma frase, para usar do mesmo modo que os Muçulmanos fazem com “Allahu akbar”, poderiam tentar algo como “In hoc signo vinces.” Esta era a visão de vitória do Imperador Romano Constantino, do século IV, sob a Cruz Cristã  — Por este sinalvencerás — pouco antes de vencer a batalha pela sucessão do Império, na Ponte Mílvio (312).

Em “Allahu Akbar”, a conquista Islâmica é simultaneamente afirmada e assumida — na frase Latina, não há nenhuma compacidade e nem os múltiplos significados de “Allahu akbar.”

Nenhuma frase Cristã carrega qualquer vestígio de ameaça ou perigo, que “Allahu Akbar” possui….


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Jeremy Corbyn: “Islamofobia É Um Problema Real Em Nossa Sociedade”

Fonte/Source: UK: At mosque, Jeremy Corbyn says “Islamophobia is a real problem in our society”


Por Tiao Cazeiro

No meu artigo “A Onda e o Peixe“, escrito em Novembro de 2017, apresentei uma lista criada por Guido Fawkes, um site de Londres, com 100 artigos expondo o apoio de Jeremy Corbyn ao terrorismo Islâmico. Eis aqui alguns exemplos:

Para quem nunca conheceu um canalha na vida, apresento Jeremy Corbyn, um grande canalha, que se alcançar o cargo de Primeiro Ministro dará o golpe de misericórdia com apoio do prefeitinho, outro canalha e califa wannabe, Sadiq Khan

Como disse Peter Hitchens:

“O que eles estão ensinando aos seus filhos? Estão ensinando a pensar — ou o que pensar?

A Revolução Marxista está viva e muito bem — na escola do seu filho. Você sabia? Você pode pensar que as ideias loucas da extrema-esquerda estão guardadas em segurança no Partido Trabalhista de Jeremy Corbyn ou no jornal The Guardian.  Mas algumas cartas perturbadoras recentes, de pais de crianças em idade escolar, embrulharam meu estômago. Eu vi nesses relatos um formato gradual solidificando uma nova intolerância sórdida, financiada pelo Estado e mais ou menos inevitável para qualquer um com idade escolar.”


Reino Unido: Jeremy Corbyn Diz Numa Mesquita Que “Islamofobia É Um Problema Real Em Nossa Sociedade”

 Por ROBERT SPENCER

18 de Fevereiro de 2018

Jeremy Bernard Corbyn é um político Britânico, atual líder do Partido Trabalhista e líder da oposição na Câmara dos Comuns.

“Islamofobia é um problema real em nossa sociedade”. Não, digamos, o terror da jihad. “Islamofobia”. Quantas pessoas foram mortas pelo terror da jihad na Grã-Bretanha? E quantas pela “Islamofobia”? Qual delas representa um movimento global determinado a desestabilizar e destruir as sociedades não-Muçulmanas e, em última análise, conquistá-las? E qual desses termos é usado frequentemente como resistência a esse objetivo?

É difícil imaginar que a Grã-Bretanha possa ter um Primeiro Ministro ainda pior do que Theresa May, mas aqui está, esperando pela hora do voo.

O termo “Islamofobia” é a fusão viciada de ataques contra Muçulmanos inocentes, que nunca são comprovados, e uma análise honesta das formas pelas quais os jihadistas usam os textos e os ensinamentos do Islã para justificar a violência e recrutar. A ideia é inibir essa análise, comparando-a com ataques contra Muçulmanos, ou mesmo afirmando que isso desencadeará ataques contra Muçulmanos. O resultado final será, a jihad vai avançar sem oposição e sem obstáculos, enquanto todos os seus inimigos foram silenciados.

Corbyn diz mais:

“Eu fiz reuniões com mulheres Muçulmanas que me contaram histórias horríveis de abuso racista rotineiro em nossas ruas. Se as mulheres são abusadas porque estão vestindo um lenço de cabeça, então é um erro contra elas e é um erro contra todos nós.”

Sim, nenhuma mulher deve ser abusada simplesmente por usar um lenço de cabeça. Mas Corbyn não diz uma palavra sobre as muitas mulheres que são abusadas por não usarem um lenço de cabeça. Elas têm algum direito? Alguém fala por elas? E como Corbyn sabe que esse abuso está realmente acontecendo, quando há tantos incidentes onde os “crimes de ódio anti-Muçulmanos” revelaram-se totalmente falsificados por Muçulmanos?

Corbyn mais uma vez:

“O surgimento de grupos extremistas de direita é uma ameaça muito séria, não somente aos Muçulmanos, mas a todas as minorias e, de fato, a todos os Britânicos e ao tecido entrelaçado que mantém este país unido.”

“Grupos de extrema-direita.” Sobre os grupos de terror jihadistas ele ficou em silêncio.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

O “Moderno” Líder Sufi Tabandeh

Fonte/Source: Sufismo Sem Camuflagem (Muito Além de Stephen Schwartz)


O “Moderno” Líder Sufi Tabandeh

Por Tiao Cazeiro

Evitei propositadamente comentar o artigo “Xiismo, Sufismo e Gnosticismo”, traduzido e publicado recentemente neste blog, para que todos pudessem refletir sem nenhuma influência.

A maioria das pessoas tem opinões a respeito de muita coisa, entretanto o que diferencia uma das outras são as camadas sedimentadas de interpretações prévias que atuam sem que a gente se dê conta disso. De qualquer forma, o importante é identificar esses pensamentos sedimentados, e ter coragem de enfrentar os fatos, a dura realidade, como num xeque-mate.

O próprio Sufi Tabandeh, um moderno líder Sufi Iraniano, um homem extremamente culto, — com Ph.D em Direito pela Universidade de Paris (1957), — venerado e chamado de, se estou correto, His Holiness Hajj (Sua Santidade Peregrino), descreve os estágios gnósticos (‘irfani) no artigo “XIISMO, SUFISMO E GNOSTICISMO”. Eis aqui um pequeno trecho:

“Ele só sabe que é um ponto preto, na medida em que sabe apenas que há algo lá. Quando se aproxima mais um pouco, vê que esse ponto preto se torna uma linha reta. Então ele reconhece, isto é, adquire a gnose, de que aquela coisa longe é um corpo longo.”

Em outras palavras, diante da crise atual no Irã, observar a famosa comunidade Dervish Gonabadi, como o ponto preto, — que está mais uma vez sob pressão total do regime opressor Iraniano e literalmente em guerra nas ruas para proteger o seu símbolo maior, o famoso Sufi Tabandeh, com 90 anos, — desperta simpatia pelos Sufis e o desejo sincero de que consigam orientar o povo Iraniano diante de tanta opressão e tristeza.

Por outro lado, como nos estágios gnósticos, quanto mais avançamos e mais próximos ficamos dos Sufis, percebemos que aquele ponto preto é uma linha reta, e que aquela coisa longe nada mais é do que um corpo longo e cheio de ódio contra os não-Muçulmanos, e isto, infelizmente, derruba de vez a ideia de que o Sufismo é a “tradição pluralista e tolerante do Islã”.

Em “O Lado Sinistro do Sufismo” vimos que

“Durante séculos o credo e a música Sufi vêm repercutindo como grandes símbolos de espiritualismo, promoção de paz e harmonia entre os Hindus e os Muçulmanos. O conceito inteligentemente marketeado da espiritualidade Sufi tem sido inquestionavelmente aceito como marca da unidade Hindu-Muçulmana. Mas como acontece com a maioria dos mitos, a história se torna a primeira vítima.” —  Ram Ohri – IndiaFacts (Truth Be Told)

O excerto a seguir, retirado do brilhante artigo escrito por Robert Spencer intitulado “SUFISMO SEM CAMUFLAGEM (MUITO ALÉM DE STEPHEN SCHWARTZ)”, traduzido e publicado neste blog, mostra claramente o lado sinistro da Sua Santidade Peregrino Dr. Nour Ali Tabandeh. Infelizmente, e com todo respeito, o Sufismo está longe da “gnose” que as pessoas imaginam ou gostariam de ver.

É pertinente perceber que enquanto uma revolução acontece no Irã, matando e torturando dezenas de pessoas, podendo chegar a centenas, o mundo apoia o população Iraniana, principalmente as mulheres, enquanto as lideranças Muçulmanas e parte da população despejam ódio contra os não-Muçulmanos.


SUFISMO SEM CAMUFLAGEM
(MUITO ALÉM DE STEPHEN SCHWARTZ)

Por Robert Spencer – Jihad Watch

Tabandeh — His Holiness Hajj Dr Nour Ali Tabandeh (Majzoob Ali Shah)

Este moderno líder Sufi escreveu um tratado inteiro contra vários elementos da Declaração Universal dos Direitos Humanos por estarem em desacordo com a Lei Islâmica: uma “Perspectiva Islâmica“, na Declaração Universal dos Direitos Humanos [3]. Segundo o Professor Eliz Sanasarian da Universidade de Southern California, que analisou a situação das minorias religiosas da República Islâmica, o prospecto de Tabandeh se tornou “o núcleo do trabalho ideológico sobre o qual o governo Iraniano… baseou a sua política aos não-Muçulmanos.” [4] Suas visões sobre os não-Muçulmanos, diz Sanasarian, foram postas em práticas “quase que literalmente na República Islâmica do Irã.” [5]

Tabandeh inicia sua discussão louvando o Shah Ismail I (1502-1524), o fanático, repressor e fundador [6] da dinastia Safavid, como um campeão “dos oprimidos.” [7] Ele reafirma a inferioridade tradicional dos não-Muçulmanos em relação aos Muçulmanos como sacralizada pela Sharia:

Assim, se [um] muçulmano comete adultério, sua punição é: 100 chicotadas, raspar a cabeça, e um ano de exílio. Mas, se o homem não for Muçulmano e comete adultério com uma mulher Muçulmana à grande penalidade é a execução… Da mesma forma, se um Muçulmano deliberadamente assassinar outro Muçulmano ele cai sob a lei de retaliação e deve por lei ser condenado à morte pelo parente mais próximo. Mas, se um não-Muçulmano morrer nas mãos de um Muçulmano e que por hábito, ao longo da vida, foi um não-Muçulmano, a pena de morte não é válida. Em vez disso o assassino Muçulmano deve pagar uma multa e ser punido com o chicote. [8]

Como o Islã considera os não-Muçulmanos em um nível mais baixo de crença e convicção, se um Muçulmano matar um não-muçulmano…  então sua punição não deve ser a morte retaliatória, uma vez que a fé e a convicção de que possui é mais elevada do que a do homem morto…  Mais uma vez, as punições ao culpado não-Muçulmano por adultério com uma mulher Muçulmana são aumentadas porque, além do crime contra a moral, o dever social e religião, ele cometeu um sacrilégio; ele desgraçou um Muçulmano e, assim, lançou desprezo sobre os Muçulmanos em geral, e por isso deve ser executado. [9]

O Islã e os seus seguidores devem estar acima dos infiéis, e nunca permitir que não-Muçulmanos adquiram domínio sobre eles. Desde o casamento de uma mulher Muçulmana com um marido infiel (de acordo com o versículo citado: ‘Os homens são os guardiões das mulheres’) significa que sua subordinação a um infiel, de fato, torna o casamento anulado, porque não obedece às condições previstas para fazer um contrato válido. Como na Sura (. ‘A Mulher para ser Examinada’, LX v 10), afirma: ‘Vire-as, mas não de costas para os infiéis: pois não são lícitas a infiéis nem são os infiéis lícitos a elas (ou seja, no casamento). [10]

Tabandeh não é uma aberração entre os Sufis. Ele segue a tradição dos Sufis Turcos dervixes cujo fanatismo violento contribuiu para a Islamização forçada dos Cristãos nativos da Ásia Menor (consulte a documentação abundante sobre isto no monumental trabalho de pesquisa do Professor Speros Vryonis intitulado The Decline of Medieval Hellenism in Asia Minor and the Process of Islamization from the Eleventh Through the Fifteenth Century”, Berkeley, 1971, pp. 340-43, e especialmente o capítulo 5, pp. 351-402).

Tabandeh deve também, sem dúvida, ter observado com aprovação os prospectos contra os não-Muçulmanos produzidos por proeminentes teólogos Sufis Indianos no séculos 17 e 18, incluindo professores Sufis, tratados como celebridades, como Sirhindi e Shah Walli Allah.


 

Jurista Muçulmano: “A Ocupação Do Ocidente Será Feita Sem Guerra, De Forma Silenciosa, Com Infiltração E Subversão” 

Fonte/Source: Muslim jurist: “The occupation of the West will be done without war but quietly, with infiltration and subversion”


Jurista Muçulmano: “A Ocupação Do Ocidente Será Feita Sem Guerra, De Forma Silenciosa, Com Infiltração E Subversão” 

POR ROBERT SPENCER

1 de Fevereiro de 2018

“Yehezkeli observa que uma decisão da década de 1990 por um jurista Muçulmano sênior afirma: “A ocupação do Ocidente será feita sem guerra, de forma silenciosa, com infiltração e subversão.”

Isso certamente parece ser o que está acontecendo.

O jornalista Judeu Ortodoxo entra disfarçado na “jihad silenciosa”, de Yoni Kempinski e Mordechai Sones, Arutz Sheva, 29 de Janeiro de 2018:

“ …intitulado ‘Identidade Falsa’, a série é apresentada por Yehezkeli, que personificou um simpatizante da Irmandade Muçulmana que procurava contribuir e se juntar à organização.

Yehezkeli recebeu consulta secreta de empresas de inteligência, bem como da agência de segurança interna Shin Bet e o Mossad. Para aperfeiçoar sua identidade, obteve um passaporte Sírio genuíno, um passaporte da Autoridade Palestina como reserva e uma assinatura na Internet de um negócio ativo na Jordânia com website e endereço de verificação.

Sob o nome “Sheikh Abu Hamza”, Yehezkeli penetrou equipado — equipamentos fotográficos de qualidade disfarçados num botão de roupa e óculos com câmera — no estado de coisas que ele chama de “jihad silenciosa.”

Yehezkeli, que se tornou observador da Torá nos últimos anos, percebe valor agregado no fato de que examinou o campo e encontrou o Islã como pessoa religiosa. “Uma vez que uma pessoa serve ao Criador, se torna mais sensível às falsificações. Por um lado, me ajuda a conhecer o material e a me identificar com os crentes, embora eu não concorde com o caminho deles. O fato de eu ser religioso permite abrir meus olhos ainda mais, não posso ser influenciado por esse aspecto.” Yehezkeli também acrescenta que parte de sua aproximação com o mundo religioso pode ter sido devido à sua preocupação com sua cobertura: “Eles abriram uma porta para eu entrar num lado mais real.”

“Mas o Islã precisa de uma profunda compreensão de si mesmo”, diz Yehezkeli, e espera que haja uma reforma no Islã, como está acontecendo na Arábia Saudita.

Em uma conversa com Arutz Sheva, Yehezkeli explica que o mundo já entende o terror do Estado Islâmico (ISIS) e resiste a isso, mas agora enfrenta uma nova e tranquila jihad, que de acordo com o Islã é a última Jihad, a Jihad Apocalíptica, onde o Islã assume o controle do Ocidente não pela guerra, mas penetrando silenciosamente nas sociedades Ocidentais.

Yehezkeli observa que uma decisão da década de 1990 feita por um jurista Muçulmano sênior afirma que: “A ocupação do Ocidente será feita sem guerra, de forma silenciosa, com infiltração e subversão.”

A série de cinco episódios ‘Jihad Apocalíptica, Jihad silenciosa’ examina a Turquia, a Alemanha, a França e os Estados Unidos.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

LÍDER DO HAMAS SE ENFURECE COM DESIGNAÇÃO: “TERRORISTA GLOBAL”

Fonte/Source: Hamas enraged by designation of its top dog as “global terrorist”: “dangerous violation of international law”

Hamas Se Enfurece Com A Designação De Seu Principal Líder Como “Terrorista Global”: “Violação Perigosa Do Direito Internacional”

 POR ROBERT SPENCER

 1 de Fevereiro de 2018

Essa não é uma “violação perigosa do direito internacional”. Você quer uma “violação perigosa do direito internacional”? Eu lhe darei uma “violação perigosa do direito internacional”. Que tal explodir civis em ônibus e pizzarias? Isso é uma “violação perigosa do direito internacional”? Que tal assassinar uma família que está desfrutando um jantar Shabbat silencioso em casa enquanto um dorme na cama durante a noite? Isso soa como uma “violação perigosa do direito internacional” para você, Barhoum? Não? Que tal distribuir doces para celebrar todos esses assassinatos e celebrar os assassinos como heróis, nomeando escolas em homenagem a eles e construindo monumentos para eles? Isso poderia ser uma “violação perigosa do direito internacional”? Que tal apresentar na estação de TV oficial programas infantis encorajando crianças a cometerem assassinatos em massa? Existem “violações perigosas do direito internacional” nesses programas? Bem, continue procurando, Fawzi. Tenho certeza de que você encontrará uma, eventualmente.

Hamas protesta fortemente depois que os EUA designou seu líder como “terrorista global”, por Patrick Goodenough, CNS News, 1 de Fevereiro de 2018:

(CNSNews.com) — A administração do Trump designou o líder do Hamas, Ismail Haniyeh, como um “terrorista global especialmente designado” (SDGT), visando o chefe de um grupo Palestino violento que tentou limpar sua imagem.

O Hamas classificou a manobra de “uma violação perigosa do direito internacional” e disse que não impediria o grupo de “liberar sua terra e lugares sagrados.”

A especialmente designada “designação de terrorista global” ocorre sob a ordem executiva 13224, uma ferramenta pós-11 de Setembro projetada para interromper o financiamento aos terroristas. Americanos estão proibidos de se envolverem em transações com SDGTs, e os bens que possam ter nos EUA estão congelados.

A designação de Haniyeh foi anunciada na Quarta-feira por Nathan Sales, coordenador do Departamento de Estado para o contraterrorismo, enquanto dirigia uma conferência do Instituto de Estudos de Segurança Nacional em Tel Aviv.

“Haniyeh é o presidente do escritório político do Hamas”, disse ele. “Ele também está intimamente ligado às operações terroristas do grupo, incluindo ataques a cidadãos Israelenses. Haniyeh é membro do Hamas desde a década de 1980 e cresceu nas fileiras em grande parte defendendo continuamente o terrorismo contra Israel.”

Sales observou que tão recentemente como no mês passado, Haniyeh pediu uma nova revolta (intifada) contra Israel. Haniyeh emitiu o apelo depois que o Presidente Trump reconheceu Jerusalém como a capital de Israel.

“Seus apelos para uma Intifada, renovados no último mês, mostram o quão importante é a designação de hoje”, disse Sales.

“Não nos distrairemos com os esforços do Hamas para obscurecer sua verdadeira e sangrenta natureza.”

Respondendo à designação de Quarta-feira de Haniyeh, o porta-voz do Hamas, Fawzi Barhoum, disse que o movimento foi mais uma prova do “viés Americano” com relação a Israel, fornecendo “cobertura” para os crimes Israelenses e encorajando ataques aos “símbolos” do povo Palestino.

Barhoum também classificou a decisão como uma “violação perigosa do direito internacional” sobre a qual ele disse, que os Palestinos têm “o direito de se defender e resistir à ocupação e escolher sua liderança.”

Disse que o Hamas acredita que o momento da manobra dos EUA mostra que está tentando combater a liderança do Hamas, enquanto trabalhamos para “abortar” o novo “negócio do século”, o plano de paz do Oriente Médio, que Trump ainda está para revelar.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

GOOGLE É PARCEIRO DE GRUPO MUÇULMANO ANTISSEMITA E PRÓ-HAMAS

Fonte/source: Google partners with anti-Semitic, pro-Hamas Muslim group


Nota: Traduzi apenas uma parte porque o texto é muito longo. O restante será publicado em um outro artigo.


GOOGLE É PARCEIRO DE GRUPO MUÇULMANO ANTISSEMITA E PRÓ-HAMAS

POR ROBERT SPENCER

31 de Janeiro de 2018

Enquanto persegue e censura aqueles que divergem da extrema-esquerda.

Google, YouTube e o resto não são de forma alguma plataformas neutras. Essa hegemonia deve ser encerrada, ou a liberdade de expressão será uma carta morta.

“GOOGLE SE ASSOCIA COM ISLAMITAS ANTISSEMITAS”, por Steven Emerson, IPT News, 30 de Janeiro de 2018:

Por que o Google e o YouTube patrocinam um simpósio de um dia contendo uma lista de palestrantes incluindo antissemitas Islâmicos conhecidos, bem como militantes Islâmicos conhecidos, que há muito tempo são inimigos de Israel e partidários do Hamas? E por que o Google e o YouTube fornecem um fórum aos Islamitas que aprovam a “morte por apedrejamento” imposta pela Sharia?

A conferência online desta Quarta-feira, pelo Britânico Imams Online apresenta uma galeria de bandidos Islâmicos e virulentamente antissemitas e anti-Israel — e tudo está sendo feito “em parceria oficial com o Google e o YouTube.

Um dos três principais objetivos da conferência é “enfrentar a Islamofobia crescente e a ameaça da extrema direita.”

“Os valentões politicamente corretos chamam de Islamofóbicos pessoas como você e eu, quando acusamos o Islã radical daquilo que ele é”, diz o reformista Muçulmana Raheel Raza. “… eles realmente me chamam, uma mulher Muçulmana praticante, de Islamofóbica. Por quê? Porque eu falo contra o Islamismo radical.”

Mas a divulgação da falsa reivindicação do aumento de Islamofobia pode ser vista como uma ameaça à segurança nacional. Isso porque esse conceito baseia-se na falsa noção de que existe uma conspiração Ocidental contra o Islã — e essa é a principal reivindicação e motivação que induz os ataques terroristas jihadistas em alvos Ocidentais.

“Islâmicos esperam se isolar da acusação de que apoiam a violência jihadista quando disparam acusações de “Islamofobia”, “O presidente do Fórum do Oriente Médio, Daniel Pipes, ele mesmo criticado como “Islamofóbico”, disse ao Projeto de Investigação sobre o Terrorismo (IPT).  “Infelizmente, muitos indivíduos de boa vontade, mas não tão brilhantes, são ludibriados e caem nessa armadilha, mas no processo, essa manobra se torna uma ameaça à segurança nacional, confirmando a paranóia jihadista de que o mundo quer destruir o Islã.”

“Para o Google e o YouTube fornecerem um fórum mundial a um grupo que inclui antissemitas e fanáticos conhecidos é irresponsável e para além dos limites”, disse o Rabino Marvin Hier, fundador e decano do Centro Simon Wiesenthal. “Em vez de promoverem a tolerância e a dignidade humana, isso lhes proporciona uma enorme plataforma para promover seu antissemitismo e ódio! Pedimos ao Google e ao YouTube para cancelarem imediatamente o evento!”


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Afeganistão: Jihadistas Islâmicos matam 63 e Ferem 151

Fonte/Source: Afghanistan: Islamic jihadis murder 63, wound 151 with bomb hidden in ambulance


Por Tiao Cazeiro

O ‘povo das necessidades especiais’ já declarou publicamente a meta de obter 20 milhões de novos fiéis Muçulmanos em 20 anos, para se tornar a terceira maior religião do Brasil.

Na introdução do artigo a seguir, Robert Spencer faz uma pergunta interessante e muito pertinente com relação ao Brasil: Quer saber como o Brasil será daqui a 20 anos? Assim.


Afeganistão: Jihadistas Islâmicos matam 63 e Ferem 151 Com Bomba Escondida Em Ambulância

POR ROBERT SPENCER

27 de Janeiro de 2018


Quer saber como a Europa será daqui a 20 anos? Assim.

Grande explosão deixa pelo menos 63 mortos e 151 feridos depois que uma bomba escondida em uma ambulância explodiu em Cabul“, de Toby Meyjes, Mirror, 27 de janeiro de 2018:

Uma poderosa explosão deixou pelo menos 63 mortos e 151 feridos depois que uma ambulância repleta de explosivos foi detonada perto de uma delegacia de polícia.

A explosão aconteceu pouco antes das 13 horas em Cabul, Afeganistão, numa área densamente povoada e que continha muitos edifícios administrativos, incluindo uma sede da polícia.

O Ministério da Saúde Pública confirmou que pelo menos 63 pessoas foram mortas e 151 feridas após o ataque terrorista.

O Taliban assumiu a responsabilidade pela explosão,  de acordo com a 1 TV. [sic]

De acordo com relatos, o motorista de uma ambulância passou por um posto de controle depois que dizer à polícia que estava carregando um paciente.

Mas a polícia suspeitou quando o veículo chegou ao segundo posto de controle, onde a bomba explodiu.

O Talibã reivindicou a responsabilidade pela explosão uma semana depois de reivindicar um ataque ao Hotel Intercontinental em Cabul, onde mais de 20 pessoas foram assassinadas.

“É um massacre”, disse Dejan Panic, coordenador no Afeganistão para o grupo de ajuda Italiano Emergency, que administra um hospital de traumatologia localizado nas proximidades.

Em uma mensagem no Twitter, o grupo disse que só para esse hospital foram levados mais de 50 feridos.

Mirwais Yasini, membro do parlamento que estava perto quando a explosão aconteceu, disse que uma ambulância aproximou-se do posto de controle, perto de um escritório do High Peace Council e várias embaixadas estrangeiras, e em seguida explodiu….


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

TV Alemã: ‘Mulher Ensina Menino a Rezar para Alá’

Fonte/Source: German state TV series features woman teaching boy how to pray to Allah


Diante do que vem acontecendo no Brasil este artigo até que não diz muita coisa, e se acontecer o mesmo por aqui será em horário nobre, numa dessas novelas de grande audiência da Globo. Claro, nada a ver com o Islam.


Série De TV Estatal Alemã Apresenta Mulher Ensinando Menino Como Rezar para Alá

POR ROBERT SPENCER

15 de Janeiro de 2018

Quando foi a última vez que uma série de TV estatal Alemã apresentou instruções sobre a oração Cristã? Minha aposta é nunca. Multiculturalismo = Supremacismo Islâmico. A TV estatal Alemã está trabalhando para preparar o povo Alemão para o seu futuro.

Para os não versados na língua Inglesa, por favor, leia a tradução a seguir antes de assistir ao vídeo.

Tradução do vídeo:

— Paul, eu tenho que te dizer uma coisa muito importante. Eu já falei pra você sobre Deus, que vive no céu, e sempre nos observa. Mas existe um outro Deus, e ele se chama Alá (ou Allah), diz isso, Alá.
— Alá.
— E a partir de hoje eu quero que Deus… a partir de hoje vamos dizer “Alá” …que Alá se torne muito mais importante em nossas vidas, que a gente reze para Alá e sejamos gratos por tudo que temos e por sermos afortunados e tudo o mais, você compreende isso?
E nós temos que seguir as regras.
Há muitos anos, Alá falou com um homem na terra e disse a ele como as pessoas têm que viver na terra para serem felizes. Esse homem foi chamado de Muhammad. Ele escreveu tudo num livro, e esse livro se chama Alcorão. Eu sei que neste momento você não está entendendo tudo porque você ainda é uma criança. Mas é exatamente por você ainda ser uma criança que você é Muçulmano. Toda criança é Muçulmana. Sim, cada criança é um Muçulmano. Mas eu ainda não sou uma Muçulmana. Agora isso é muito importante…

A partir desse ponto, ela recita um testemundo em Árabe, a seguir:

O testemunho de fé (Shahada): Eu testemunho “La ilaha illa Allah, Muhammad rasoolu Allah.”

— Você quer saber o que eu acabei de dizer?
Paul balança a cabeça confirmando que sim.
— “Eu testemunho que não existe deus além de Alá e eu testemunho que Muhammad e o Mensageiro (Profeta) de Alá.”
Você vai entender isso mais tarde. Agora eu vou tomar um banho porque preciso fazer isso, porque agora eu sou uma Muçulmana (Muslima).


“Será que é isso mesmo? Propaganda Brutal do Estado Alemão para encorajar as crianças a serem Muçulmanas?”, por Eeyore, Vlad Tepes, 13 de Janeiro de 2018 (Agradecimento à The Religion of Peace):

Enquanto estamos aguardando uma resposta sobre isso, o que está abaixo é definitivamente uma propaganda da TV estatal para que os Muçulmanos ilegais se tornem vítimas de alguma forma, depois que assassinam os Alemães.

UPDATE: De Oz-Rita:

E não, não é uma sátira!

Série da TV estatal Alemã: “Lindenstraße” Episode 1084 “Islã”

Murat (Erkan Gündüz fica surpreso com o empenho de Lisa (Santje Peplow) defendendo o Islã.

Esse pequeno vídeo schmaltzy foi uma cena de uma série da TV estatal Alemã, transmitida em 2006, um ano após Angela Merkel se tornar chanceler, e quando ainda fingia para a Alemanha que era uma “Conservadora”. Em seguida ela conheceu Sorros [sic] (George Soros), Erdogan, Obama etc. … e o resto, como dizem, é história. O número de Muçulmanos na Alemanha era de cerca de 3,3 milhões. Embora as estatísticas exatas hoje sejam pouco confiáveis, uma estimativa conservadora de mais de 4,7 milhões de Muçulmanos a partir de 2015 é considerada conservadora.

A série foi chamada de “Lindenstrasse” e a jovem que se “converteu” — ou “reverteu” como dizem os Muçulmanos — desempenhou o papel de uma jovem mãe, Lisa, noiva de um Muçulmano Turco, Murat, que estava trabalhando muito para ganhar o dinheiro para bancar o casamento. Eu assisti aquele episódio e alguns que se seguiram, até chegar perto de uma overdose de sacarina. Você tem uma amostra disso no vídeo acima.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Khamenei: Trump “Precisa Realizar Que Esses Episódios Extremos E Psicóticos Não Ficarão Sem Resposta”

Fonte/Source: Iran’s top dog: Trump “must realize that these extreme and psychotic​ ​episodes won’t be left without a response​”


Khamenei: Trump “Precisa Realizar Que Esses Episódios Extremos E Psicóticos Não Ficarão Sem Resposta”

POR ROBERT SPENCER

10 de Janeiro de 2018

A liderança Iraniana, como a al-Qaeda e outros grupos jihadistas, sempre mostraram habilidade sagaz jogando com os pontos de discussão da extrema esquerda para tentar influenciar a opinião pública nos EUA. Agora, com a esquerda obcecada com preocupações espúrias sobre a estabilidade mental do Presidente Trump, o Aiatolá Khamenei adverte que haverá uma resposta aos “episódios psicóticos” de Trump. Essa é uma maneira eficaz para Khamenei trazer o Partido Democrata a bordo, como se já não o tivesse feito (claro, o mesmo também pode ser dito sobre o establishment Republicano).

“Líder Iraniano promete uma resposta aos ‘episódios psicóticos’ de Trump”, por Mark Moore, New York Post, 9 de Janeiro de 2018:

O líder Iraniano criticou um “instável” Presidente Trump, por ter dado apoio aos manifestantes que se reuniram contra o governo durante os dias de agitação que abalaram a República Islâmica.

“Esse homem que comanda a Casa Branca — embora pareça ser um homem muito instável — deve realizar que esses episódios extremos e psicóticos não serão deixados sem resposta”, tuitou Aiatolá Ali Khamenei na Terça-feira, de acordo com a Reuters.

Trump expressou sua solidariedade aos manifestantes anti-governo após os comícios contra os altos preços dos alimentos transformados em manifestações contra os líderes clericais não eleitos.

“O povo do Irã está finalmente agindo contra o brutal e corrupto regime Iraniano”, afirmou Trump num Twitter na semana passada. “… As pessoas têm pouca comida, grande inflação e sem direitos humanos. Os EUA estão assistindo!”

O líder Iraniano em seus comentários pareceu estar usando expressões de um best-seller sobre Trump e a Casa Branca, caracterizando o presidente e sua administração como “um idiota cercado por palhaços.”

Trump aproveitou o Twitter no fim de semana para se orgulhar de seu intelecto.

“Na verdade, ao longo da minha vida, meus dois maiores recursos foram a estabilidade mental e sendo, de fato, realmente inteligente”, escreveu no site de mensagens sociais no Sábado. “Fui de homem de negócios bem sucedido, a um top T.V. Star…..  e a Presidente dos Estados Unidos (na minha primeira tentativa). Qualificaria isso como, não inteligente, mas um gênio… e um gênio muito estável nisso!”

Khamenei culpou os Estados Unidos, Grã-Bretanha e Israel por instigar os protestos num esforço para derrubar o governo — um esforço que diz ter sido frustrado.

“Mais uma vez, a nação diz aos EUA, Grã-Bretanha e aqueles que procuram derrubar a República Islâmica do Irã a partir do exterior que ‘você falhou, e você também falhará no futuro'”, Khamenei tuitou.

A poderosa Guarda Revolucionária declarou no Domingo que suas forças haviam liquidado com os protestos que duraram mais de uma semana e resultaram na morte de 22 pessoas e nas prisões de centenas.

Khamenei disse que os manifestantes estavam “brincando com fogos de artifício”, mas admitiu que os cidadãos têm o direito de transmitir suas preocupações — uma afirmação surpreendente de um líder que geralmente adota uma abordagem de linha dura para com a dissidência….


Nota do blog: De acordo com a líder da resistência Iraniana Maryam Rajavi, “a Guarda Revolucionária Iraniana (IRCG) matou pelo menos 50 pessoas, feriu centenas e pelo menos 3.000 foram presas, de acordo com as nossas fontes no país.”


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis