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Raymond Ibrahim: A Jihad “Bebê Muhammad”

Fonte/Source: Raymond Ibrahim: The “Baby Muhammad” Jihad (or Europe’s Future Nightmare)


Raymond Ibrahim: A Jihad “Bebê Muhammad” (ou o Futuro Pesadelo da Europa)

POR RAYMOND IBRAHIM

21 de Fevereiro de 2018

Frontpage Magazine

Se Muhammad não puder vencer os infiéis no campo de batalha, forçará o outbreeding (acasalamento entre diversas populações) — literalmente: “Mohammed é o nome mais popular entre meninos recém-nascidos na Holanda pelo segundo ano consecutivo” é o título de um relatório recente. Muhammad, aparentemente, é o nome mais popular na Inglaterra. Na verdade, Muhammad é um dos nomes mais populares em todo o Noroeste da Europa.

Embora isso possa parecer bastante inócuo (o que há em um nome?), o fato é que muitos Muçulmanos veem sua prole como sua contribuição à jihad — a “luta” para tornar o Islã supremo — uma vez que quanto maior o número maior a influência e o poder. Chamar alguém de “Muhammad” não é ​​mera coincidência, mas sim um lembrete críptico dos pais (geralmente o pai) a quem eles mais reverenciam e esperam que seus filhos imitem — ou seja, o fundador do Islã/jihad.

Apesar da origem, a história da jihad tem sido de guerra direta ao infiel para tornar o Islã supremo, o ulemá articulou uma variedade de outras jihads, que funcionam visando o mesmo objetivo: como com a jihad al-lisan (literalmente língua, que significa propaganda, apologias, polêmicas, etc.) e jihad al-mal (apoiando monetariamente ou materialmente os jihadistas, inclusive através do zakat), assim também jihad al-wilada (ou parto) é vista como uma forma de contribuir com a “luta” para tornar o Islã supremo.

Isso pode ser alcançado com mulheres infiéis ou Muçulmanas. Como um exemplo para a primeira, um imã Muçulmano foi gravado dizendo que, porque os homens Europeus não têm virilidade, suas mulheres buscam fertilidade entre homens Muçulmanos. Assim, “Nós lhes daremos fertilidade! Nós criaremos as crianças com elas, porque iremos conquistar seus países! Gostem ou não, vocês, Alemães, Americanos, Franceses e Italianos e todos aqueles parecidos com você [povo Ocidental] — assimilem os refugiados, pois em breve nós os chamaremos [seus filhos nascidos na Europa] em nome do próximo califado! E nós diremos a você: ‘Esses são nossos filhos.'”

Que alguns homens Muçulmanos operam na linha dessa lógica é evidente. O diário de Patrick Kabele, um homem Muçulmano Africano que vivia na Grã-Bretanha e foi preso por tentar se juntar ao Estado Islâmico — seu principal motivo era comprar uma escrava sexual de nove anos — tinha referências de que apenas os Muçulmanos de mentalidade semelhante entenderiam isso: se esforçando, como disse o imã acima mencionado, para usar as mulheres Europeias como incubadoras e “procriar crianças com elas”, Kabele observou que ele estava “semeando algumas mulheres aqui, brancas do Reino Unido”, acrescentando, “Eu não [sic] beijo mais.” Ao contrário do acasalamento comum, beijar é considerado um ato íntimo, e os Muçulmanos, de acordo com a doutrina de al-wala ‘wa al-bara, nunca devem ter intimidade, e certamente nenhum romance, com não-Muçulmanos — mesmo quando casado ​​com elas — embora possam ter relações carnais com elas.)

Mesmo assim, mulheres Muçulmanas continuam servindo como principais incubadoras da jihad — e muitas delas consideram isso como uma obrigação. Uma voluntária e tradutora Cristã da Eritréia que trabalhou em centros de migrantes na Alemanha e era frequentemente considerado Muçulmano pelos migrantes, confessou no ano passado que “os migrantes Muçulmanos frequentemente confiam nela e falam sobre sua aversão pelos Cristãos” e que “um número dos migrantes Muçulmanos com que ela falou revelaram ódio pelos Cristãos e estão determinadas a destruir a religião deles.” Como planejam fazer isso diz muito: “Algumas mulheres me disseram: “Vamos multiplicar nossos números. Devemos ter mais filhos do que os Cristãos porque é a única maneira de destruí-los aqui.”

A noção de que mais nascimentos Muçulmanos significa mais poder Muçulmano é tão arraigada entre os Muçulmanos que as recomendações de “planejamento familiar” na África Ocidental —  que apesar da escassez de recursos, tem a maior taxa de natalidade no mundo — é visto regularmente pelos Muçulmanos como uma conspiração Ocidental. “A política do Ocidente é reduzir nossos números”, disse Hassane Seck, um imã do Senegal. “Por causa de sua promoção perversa de contracepção, as mulheres na Europa não são mais férteis, mas as nossas são. Haverá muitos de nós, e eles têm medo.” O relatório acrescenta que ele e outros “imãs citam uma passagem no Alcorão implorando aos Muçulmanos para “avançarem e se multiplicarem”, e o planejamento familiar é visto por muitos na região como um argumento Ocidental para conter a propagação do Islã. “Não é de admirar que uma entre cada três pessoas na Terra deverá ser Muçulmana até 2070.

“Temos 50 milhões de Muçulmanos na Europa”, afirmou Muammar Gaddafi em 2006, acrescentando de forma mais realista: “Há sinais de que Alá vai conceder a vitória ao Islã na Europa — sem espadas, sem armas, sem conquista — o transformará num continente Muçulmano dentro de algumas décadas.” Pesquisas e relatórios em andamento sugerem que esse longo sonho Muçulmano pode não ser tão improvável.

Um relatório recente de Pew diz que a população Muçulmana da Europa pode triplicar até 2050 — exatamente quando todos os bebês Muhammads atingirão a maioridade e quando os imãs irão “convocá-los”. Somente na Alemanha, cerca de 20% da população poderá ser Muçulmana até 2050; considerando que o homem Muçulmano médio é mais zeloso quanto ao seu caminho e propósito na vida (Islâmica) do que o Alemão médio, 20 por cento não é muito pouco para a conquista Islâmica — ou, pelo menos para uma destruição em massa — da Alemanha. No entanto, o relatório também conclui que mesmo “se toda a migração para a Europa parar de forma imediata e permanente” devido a taxas de natalidade Muçulmanas significativamente maiores, a população Muçulmana da Europa continuará a crescer significativamente, para cerca de 36 milhões, quase o dobro da população atual.

Não são muitos, os Europeus Ocidentais preocupados com isso; alguns ficam até contentes de ver seu próprio tipo morrer e ser substituído por Muçulmanos — como a Dra. Stefanie von Berg, que exultou diante do parlamento Alemão: “Sra. Presidente, senhoras e senhores. Nossa sociedade mudará. Nossa cidade mudará radicalmente. Eu acredito que entre 20, 30 anos, não haverá mais uma maioria [Alemã] em nossa cidade… E eu quero deixar muito claro, especialmente para aqueles líderes de direita: Isso é coisa boa!” Enquanto isso, “o chefe da agência de inteligência nacional da Alemanha está pressionando por uma revogação das leis que restringem a vigilância de segurança para menores de 14 anos, argumentando que o país está enfrentando graves riscos, sobre os quais os meios de comunicação Alemães apelidaram de ‘jihadistas do jardim de infância.’”

A partir daqui, compreende-se de imediato, a verdadeira raiz do problema — e, como de costume, Muçulmanos não são tão perversos quanto os Ocidentais. Afinal, os Muçulmanos, por serem férteis e procriadores — tradicionalmente visto no Ocidente como uma “bênção” — não são intrinsecamente culpados. Por outro lado, os Ocidentais que promovem o “multiculturalismo”, encorajando a população feminina a incubar futuros jihadistas domésticos, assimilando e apoiando um grande número de homens Muçulmanos, suas muitas esposas e ainda mais crianças a reboque, são culpados. O Islã não está invadindo e assumindo pela ponta da espada como fez no passado; os Ocidentais estão fazendo tudo para habilitá-lo, em seu próprio detrimento.

Tais são os sinais dos tempos: uma cultura moribunda — tipificada pelo niilismo, hedonismo, cinismo e, talvez, o mais significativo, deixando cair as taxas de natalidade — simplesmente tem pouco para viver e cede o lugar ao mais zeloso, como previu o historiador Anglo-Francês Hilaire Belloc (b.1870) há quase um século:

“O recrudescimento do Islã, a possibilidade desse terror sob o qual vivemos durante séculos reaparecer, e de nossa civilização novamente lutar por sua vida contra o que era seu principal inimigo por mil anos, parece fantástico”, escreveu, antes de explicar:

“As culturas brotam das religiões; em última análise, a força vital que mantém qualquer cultura é a sua filosofia, sua atitude em relação ao universo; a decadência de uma religião envolve a decadência da cultura que lhe corresponde — vemos isso mais claramente no colapso atual da Cristandade. […] No Islã não houve tal dissolução da doutrina ancestral — ou, pelo menos, nada correspondente à ruptura universal da religião na Europa. Toda a força espiritual do Islã ainda está presente nas massas da Síria e Anatólia, das montanhas da Ásia Oriental, Arábia, Egito e África do Norte. O fruto final dessa tenacidade, o segundo período do poder Islâmico, pode ser adiado — mas duvido que possa ser postergado permanentemente.”


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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Raymond Ibrahim: o ódio por trás das lágrimas Muçulmanas indignadas

Fonte/Source: The Hate behind Muslim Tears and Outrage – Raymond Ibrahim


O ódio por trás das lágrimas Muçulmanas indignadas

 POR RAYMOND IBRAHIM

16 de Fevereiro de 2018

FrontPage Magazine

A sensação de supremacismo permeia tudo na vida do supremacista Muçulmano — mesmo aquelas coisas que os meios de comunicação Ocidentais retratam como louváveis, humanitárias ou compreensíveis.

Considere a violação e estrangulamento de Zainab Ansari, uma menina Muçulmana de oito anos, cujo corpo mutilado foi encontrado no lixo em Janeiro último no Paquistão. O trágico incidente provocou indignação em massa na nação Muçulmana. Celebridades famosas e dezenas de milhares de outros Paquistaneses “expressaram seu choque nas mídias sociais usando o hashtag ‘justiceforZainab‘”; multidões irritadas atacaram a polícia e os edifícios do governo, deixando pelo menos dois mortos e muitos feridos; clérigos Islâmicos alertaram as autoridades governamentais para apresentarem o assassino instantaneamente, demitirem-se — ou então. “Podemos pegar esse animal e puni-lo publicamente?” é a questão que “resumiu a exasperação de muitas pessoas por falta de progresso na busca do assassino.”

É desnecessário dizer que a indignação sentida pelos Paquistaneses quanto ao destino dessa menina desafortunada, e o desejo de ver a justiça concedida a seu estuprador assassino, é apreciável. O problema, no entanto, é que essa indignação se baseia inteiramente no fato de que ela era Muçulmana. Muitas jovens Cristãs foram e continuam sendo estupradas, mutiladas e assassinadas — entretanto os Paquistaneses respondem com um silêncio ensurdecedor.

Zainab Ansari

A seguir, uma breve lista (e longe de estar completa) dessas meninas Cristãs não lamentadas:

Nisha, 9, foi sequestrada por Muçulmanos, estuprada por uma gangue, assassinada por golpes repetidos em sua cabeça e depois jogada em um canal.

Lubna, 12 anos, foi sequestrada, estuprada por uma gangue e assassinada por um grupo de Muçulmanos.

Muqadas, 12, foi emboscada em um campo perto de sua casa; o post mortem revelou que ela tinha sido “violada em grupo e depois estrangulada por cinco homens.”

Shazia, de 12 anos, foi escravizada, estuprada e assassinada por Chaudhry Naeem, um rico advogado Muçulmano, que foi absolvido no tribunal.

“É vergonhoso”, explicou as fontes locais do Paquistão ao discutir a violação brutal de outra garota Cristã de 9 anos. “Tais incidentes ocorrem frequentemente. As meninas Cristãs são consideradas produtos para serem danificados no lazer. Abusar delas é um direito. De acordo com a mentalidade da comunidade [Muçulmana], isso nem sequer é um crime. Os Muçulmanos as consideram como espólios da guerra (ênfase adicionada).”

Nem os meninos Cristãos  tampouco são poupados. Enquanto estavam em um bairro Cristão no Paquistão, um grupo de homens Muçulmanos sequestrou um menino de 7 anos; revezaram-se durante o estupro, antes de estrangular o menino e jogaram o corpo em um campo — assim como Zainab. O corpo de outro menino Cristão, Samuel Yaqoob, de 11 anos, também foi encontrado perto de um esgoto… com marcas de torturas horrorosas, com a arma do crime perto. Seu nariz, lábios e barriga foram cortados, e sua família dificilmente pôde reconhecê-lo porque o corpo estava muito queimado. “A autópsia encontrou” 23 feridas por uma arma afiada “e indicações de “sodomia.”

Explicando tais incidentes, Wilson Chowdhry, presidente da Associação Cristã Paquistanesa Britânica, disse: “Partes da cultura Paquistanesa têm uma forte componente de pederastia homossexual, e os meninos minoritários Cristãos entre outros são especialmente suscetíveis a estupros e abusos por causa da impotência de sua comunidade e  o status desprezado deles” (ênfase adicionada).

E esse é o ponto. Como “infiéis”, os Cristãos no Paquistão são amplamente vistos como “intocáveis“, servindo apenas para recolher os “excrementos dos Muçulmanos“, portanto são regularmente tratados como animais. Excluindo as famílias das vítimas e as comunidades Cristãs vizinhas, praticamente ninguém — uma nação com 99% de maioria Muçulmana — se importa quando Cristãos e seus filhos são atacados selvagemente e assassinados, da mesma forma como a Muçulmana Zainab foi.

Nenhum dos assassinatos com estupro de crianças Cristãs mencionados acima gerou um escândalo nacional; nenhum deles foi seguido por tweets em massa e hashtags, celebridades ultrajadas, revoltas em massa, tumultos fatais ou ameaças aos funcionários e policiais. Nem ganharam sua própria página de Wikipédia, da maneira como fizeram com Zainab.

Não surpreende que enquanto o assassino de Zainab foi pego dias após o incidente, os assassinos dos filhos Cristãos acima mencionados nunca foram “encontrados.”

É devido precisamente a essa indiferença que estupradores e assassinos tendem a perseguir crianças Cristãs: se a sociedade não se importa, a polícia não incomodará, e assim eles escapam — quando não como heróis por prestarem um serviço ao Islã. Depois de explicar que “a conversão forçada ao Islamismo de mulheres de grupos minoritários religiosos através do estupro e sequestro atingiu um estágio alarmante” no Paquistão; a Comissão Asiática de Direitos Humanos elaborou este relatório de 2011:

A situação piora com a polícia que sempre acompanha os grupos Islâmicos e trata grupos minoritários como formas de vida humilde. O lado obscuro da conversão forçada ao Islã… envolve também os elementos criminosos envolvidos em estupro e sequestro que em seguida justificam seus crimes hediondos forçando as vítimas a se converterem ao Islã. Os fundamentalistas Muçulmanos oferecerem, com prazer, abrigo a esses criminosos e usam como desculpa a ideia de que estão prestando um ótimo serviço à causa sagrada para aumentar a população Muçulmana.

A polícia no Paquistão praticamente não só nada faz para combater essa “jihad”, como às vezes são os próprios culpados. Em um outro exemplo, um “menino Cristão foi sequestrado, estuprado, torturado e morto por um policial; seu corpo também foi despejado em um canal.”

Com frequência, no entanto, polícia e outras autoridades incluindo imams locais simplesmente se alinham com os assassinos sempre que as famílias das vítimas Cristãs fazem muito barulho exigindo “justiça” — isto é, quando os “dhimmis” ficam muito atrevidos, pois de acordo com a lei Islâmica os mesmos precisam “conhecer o seu lugar” e agradecer para que, como infiéis indesejáveis ​​e vulneráveis, sejam atribuídas qualquer medida de tolerância.

Por exemplo, outra menina Cristã de 12 anos, conhecida como “Anna” foi estuprada por uma gangue durante oito meses, forçada a se converter, e “casou-se” com o seu agressor Muçulmano, mas depois escapou. Em vez de ver a justiça sendo feita, ela e sua família Cristã foram relatadas pela última vez como “escondidas dos estupradores e da polícia.” Da mesma forma, depois que uma criança de 2 anos foi violentamente estuprada porque seu pai Cristão recusou a conversão ao Islã — deixando sua anatomia permanentemente desfigurada apesar de passar por cinco cirurgias — ela e sua família esconderam-se por terem feito um “grande estardalhaço” do incidente.

O viés Muçulmano sobre quem importa (colegas Muçulmanos) e quem não (todos os outros) é regularmente despercebido no Ocidente. Por exemplo, a obrigação Muçulmana de pagar o zakat (traduzido várias vezes como “caridade”) é sempre aclamada no Ocidente como um reflexo do lado “humanitário” do Islã — mesmo que a lei Islâmica dominante insista que tal “caridade” só vai ajudar os Muçulmanos, nunca o odiado infiel….

Mesmo quando Muçulmanos saem massacrando na América — como o bombardeiro do metrô de Nova York ou esfaqueador do Estado de Ohio, — a mídia corre para sugerir que tudo não passa de indignação com a situação dos Muçulmanos que sofrem (sempre os Rohinyas em Myanmar), levando esses homens ao limite em busca de “justiça” (não importando se suas vítimas Americanas tenham nada a ver com a política de Mianmar).

Uma explicação mais apropriada é que eles simplesmente odeiam infiéis, como se viu no fato de que a Somália, onde Abdul Raza, o esfaqueador do Estado de Ohio nasceu e cresceu, é considerada a segunda maior nação Muçulmana do mundo para ser Cristão (o que certamente é muito significativo, já que 40 das absolutas piores 50 nações são Muçulmanas). Embora os Cristãos possam ser essencialmente decapitados em público na Somália, tal “injustiça” contra seus próprios compatriotas nunca pareceu incomodar o suposto “coração sangrento” de Abdul.

O Islã é responsável por este viés: o Alcorão pede aos Muçulmanos que sejam “fortes contra os infiéis, misericordiosos entre eles [48:29]”; A doutrina Islâmica sustenta que os Muçulmanos são superiores aos não-Muçulmanos — que são comparados a cães e gado. Por isso, pouco se importam quando infiéis subumanos são estuprados e assassinados, ficam irritados ao ver as minorias infiéis agitando por igualdade com os Muçulmanos — e tornam-se completamente assassinos vendo infiéis realmente dominando os Muçulmanos.

Desse ponto, muitos poderão começar a entender a queixa Muçulmana máxima: Israel. Se as minorias Cristãs impotentes e oprimidas no mundo Muçulmano ainda são tratadas cruelmente, como os Muçulmanos devem se sentir sobre os Judeus — os descendentes de porcos e macacos, de acordo com o Alcorão — exercitando poder e autoridade sobre os demais Muçulmanos? Indignação absoluta.

É claro que, se as queixas contra Israel fossem realmente sobre justiça universal e Palestinos deslocados, os Muçulmanos ficariam ainda mais atormentados pelo fato de que milhões de Cristãos estão sendo deslocados em nome da jihad e geralmente tratados de tal maneira que faz com que ser Palestino pareça algo invejável.

Desnecessário dizer que eles não estão ressentidos — e não estarão tão cedo; porque os ressentimentos Muçulmanos se baseiam no que machuca os Muçulmanos, nunca no que machuca os infiéis — ao contrário.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

 

Cristãos Do Egito Sofrem De “Extrema Perseguição”

Fonte/Source: Egypt’s Christians Suffer from “Very High Persecution” – Raymond Ibrahim


Cristãos Do Egito Sofrem De “Extrema Perseguição”

Por Raymond Ibrahim

29 de Janeiro de 2018

Solidariedade Copta

Por mais um ano consecutivo, o Egito provou ser um lugar inóspito para os Cristãos, ou seja, especificamente a maioria dos habitantes nativos, os Coptas. Segundo a Open Doors, uma organização de direitos humanos que acompanha de perto o tratamento dos Cristãos em todo o mundo, o Egito é a 17ª pior nação (em quase 200) para ser um Cristão; lá, os Cristãos experimentam um nível “muito alto” de “perseguição”. [1]

A “opressão Islâmica” é a principal força motriz dessa perseguição. Como mostra o relatório:

A opressão Islâmica (Muito Forte): no Egito, a opressão Islâmica opera de maneiras diferentes. A cultura Islâmica sustenta uma visão da sociedade Egípcia, na qual os Cristãos são considerados cidadãos de segunda classe. Esta visão causa a discriminação dos Cristãos no domínio político e seu tratamento com o estado. Também cria um ambiente no qual o estado reluta em respeitar e fazer valer os direitos fundamentais dos Cristãos. Na esfera familiar, os convertidos ao Cristianismo enfrentam grande pressão para renunciar à sua fé. Os Cristãos também enfrentam a pressão da opressão Islâmica em suas vidas diárias, em seu bairro local ou no trabalho. Também houve vários ataques violentos perpetrados por grupos militantes Islâmicos visando os Cristãos. Embora a atividade desses grupos militantes estivesse em grande parte concentrada no Sinai, durante o período do relatório da WWL 2018, o número de ataques perpetrados por esses grupos em várias partes do país aumentou.

Quem, principalmente, está por trás dessa “opressão Islâmica” sobre os Coptas? De acordo com o relatório, que analisou uma variedade de classes sociais, classificando cada uma como:

De Maneira Nenhuma” responsável; responsável em um nível “Muito Forte“; e dois grupos como “Fortemente” responsáveis: [Ênfase adicionada]

(1) “funcionários em qualquer nível, local ou nacional”

(2) a “própria (estendida) família” (uma referência à perseguição de apóstatas; sobre isto veremos a seguir).

Três segmentos da sociedade são “Muito Fortemente”, responsáveis ​​pela perseguição dos Coptas:

(1) “líderes religiosos não-Cristãos” — significando Muçulmanos como clérigos, sheiks, ímans e o resto — “em qualquer nível, local ou nacional”;

(2) “grupos religiosos violentos”, que, naturalmente, significam grupos Islâmicos violentos, sendo o Estado Islâmico (ISIS) o mais notório;

(3) “cidadãos normais (pessoas do público em geral), incluindo gangues e multidões.”

Em outras palavras, os Muçulmanos de todos os níveis da sociedade Egípcia — desde clérigos Muçulmanos altamente educados até os membros das organizações Islâmicas e as massas voláteis, “cujos pontos de vista são moldados pelos ímans intolerantes e radicais” — são “Muito Fortemente” responsáveis e “dirigentes significativos de perseguição”. [Ênfase adicionada]

“Os funcionários do governo também atuam como dirigentes de perseguição por causa do seu fracasso em reivindicar os direitos dos Cristãos e também através de seus atos discriminatórios que violam os direitos fundamentais dos Cristãos.” Enquanto as autoridades são às vezes perseguidores — como quando os soldados Muçulmanos levaram à morte os soldados Cristãos devido à sua fé, mais recentemente em Julho de 2017 —funcionam mais frequentemente como facilitadores, permitindo que uma cultura de impunidade prospere.

Multidões Muçulmanas tumultuam muitas vezes provocadas pelo simples rumor de que um Copta está envolvido com uma mulher Muçulmana ou que os Coptas estão tentando construir ou renovar uma igreja — ou simplesmente rezando em suas próprias casas; residências Cristãs e igrejas são frequentemente incendiadas, e os Cristãos muitas vezes são feridos, e às vezes assassinados. As autoridades locais quase sempre respondem sem prisões; e quando a ocasião da revolta gira em torno de uma igreja, as autoridades citam o incidente como uma razão “legítima” para não abrir ou renovar a referida igreja. O relatório oferece o seguinte episódio — um dos muitos exemplos ao longo dos anos, a seguir:

Mais de 1.600 Cristãos Coptas vivem na aldeia de Kom El-Loufy em Minya. Durante 5 anos não conseguiram reabrir sua igreja ou construir uma nova devido à hostilidade feroz dos Muçulmanos locais e devido à recusa das autoridades em conceder a licença necessária para a construção de uma igreja na aldeia. Várias casas pertencentes aos Cristãos também foram queimadas devido a suspeitas de que poderiam servir como locais de culto para os Cristãos.

Enquanto os Cristãos de qualquer gênero, idade ou status são susceptíveis de perseguição no Egito, como em outros países de maioria Muçulmana, dois grupos são especialmente vulneráveis. Em primeiro lugar, como mais fracos, mais fáceis e mais atraentes, as mulheres Coptas “são frequentemente submetidas ao assédio, casamento forçado ou casamento por sequestro e agressão sexual… Essa perseguição causa grande trauma fisiológico e dor nas famílias e comunidades Cristãs.”

Em segundo lugar, porque a apostasia é uma ofensa capital no Islã, Muçulmanos conversos ao Cristianismo indiscutivelmente “carregam o peso da perseguição, na maioria das vezes pelos membros da própria família. Os últimos punem os convertidos por abandonarem a fé Islâmica, muitas vezes por meio de espancamentos ou são expulsos de casa.”

Com relação aos locais onde a perseguição acontece no Egito, a resposta é: em qualquer lugar — mesmo em cidades mais cosmopolitas, como Alexandria e Cairo, a capital. Mesmo assim, “a hostilidade e o preconceito social contra os Cristãos são mais pronunciados nas regiões mais pobres e rurais do país”, que também é onde a maioria dos Coptas estão concentrados, como a al-Minya, que vê regularmente a opressão no dia-a-dia.

E sobre o Presidente Sisi? Como ele reage a tudo isso? Por um lado, ao contrário de seus predecessores — Hosni Mubarak e Muhammad Morsi — Sisi muitas vezes fala positivamente e faz alguns gestos para os Coptas, inclusive visitando a igreja antes dos serviços na véspera de Natal; e, ao contrário de seus predecessores, ofereceu algumas palavras muito francas e críticas sobre a radicalização da juventude Muçulmana do Egito e convocou Al Azhar, “o mais antigo e prestigiado centro de estudos Islâmicos avançados entre Muçulmanos Sunitas”, localizado no Cairo, “para combater o radicalismo e introduzir reformas no ensino Islâmico.”

Por outro lado, observo por ele, “Ataques de militantes visando Cristãos” e que “foram deliberadamente encenados para aterrorizar a comunidade Cristã e perturbar as atividades das igrejas”, têm “aumentado tanto em termos de frequência como de mortalidade.” Alguns dos mais espetaculares incluem um atentado suicida contra a igreja de São Pedro no Cairo que deixou cerca de 30 mortos e muitas dezenas de feridos (em 12 de Dezembro de 2016); o atentado suicida simultâneo de duas igrejas Coptas que deixaram 45 mortos e 100 feridos (em 9 de Abril de 2017, Domingo de Ramos); e a matança de 35 Coptas, quando os ônibus do mosteiro foram emboscados por homens Islâmicos armados, quando os Cristãos recusaram a conversão ao Islã (25 de maio de 2017).

As coisas não parecem estar melhorando. De acordo com o relatório:

Apesar do estado de emergência declarado pelo governo para enfrentar os ataques violentos que atingiram os Cristãos, a sensação de vulnerabilidade e insegurança que se tornou difusa entre os Cristãos no Egito, provavelmente irá persistir por muito tempo. Se tais ataques de militantes Islâmicos radicais continuarem, a pressão sobre os Cristãos no Egito aumentará e a capacidade da Igreja Egípcia para lidar com esse fardo será testada até o limite… As formas não-violentas de perseguição que prevalecem em várias esferas da vida provavelmente continuarão sem muita mudança.

Ainda assim, o argumento pode ser e tem sido feito de que os ataques terroristas contra Coptas aumentou sob o governo de Sisi realmente sugere que o Presidente Egípcio está fazendo um trabalho efetivo. Nesta visão, há muito mais ataques terroristas sob Sisi do que sob o Morsi da Irmandade Muçulmana precisamente porque, ao contrário do último, Sisi não é um aliado, mas um oponente dos Islâmicos — e, portanto, estão fazendo o máximo para envergonhar e fazê-lo parecer fraco e ineficaz diante do mundo.

De qualquer jeito, o fato permanece: ao optar por se tornar presidente, Sisi assumiu voluntariamente a responsabilidade de garantir a igualdade de tratamento para todos os cidadãos — incluindo Cristãos, — portanto, o ônus da reforma deve, necessariamente, cair sobre ele. Isso significa reconhecer e corrigir o fato de que aqueles que perseguem os Coptas não estão “fora” do tecido social do Egito — como muitas vezes Sisi reivindica, — mas, como visto, são locais e permeiam praticamente todos os aspectos da sociedade Islâmica no Egito.

[1] Ver World Watch List 2018 Compilation Volume 3.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: 215 Milhões De Cristãos Perseguidos

Fonte/Source: 215 Million Christians Persecuted, Mostly by Muslims – Raymond Ibrahim


215 Milhões De Cristãos Perseguidos, Principalmente Por Muçulmanos

Por Raymond Ibrahim

22 de Janeiro de 2018

Gatestone Institute

“215 milhões de Cristãos experimentam altos níveis de perseguição” em todo o mundo, diz a Open Doors, uma organização de direitos humanos. Em sua recente lista, World Watch List 2018, classificando as 50 piores nações do mundo, para ser Cristão, 3.066 Cristãos foram mortos, 1.252 sequestrados e 1.020 estuprados ou assediados sexualmente por causa de sua fé; 793 igrejas foram atacadas ou destruídas.

O mundo Islâmico fica com a parte do leão na perseguição aos Cristãos; em 38 das 50 piores nações a maioria da população é Muçulmana. O relatório cita ainda a “opressão Islâmica” por trás da “perseguição extrema” que prevalece em oito dos 10 melhores países. Em suma, a maioria esmagadora da perseguição que esses 215 milhões de Cristãos experimentam em todo o mundo — especialmente as piores formas, como estupro e assassinato — ocorre pelas mãos dos Muçulmanos.

Estes Muçulmanos são provenientes de todos os setores da vida e refletem uma variedade de raças, nacionalidades, línguas, circunstâncias socioeconômicas e políticas. Incluindo os aliados Muçulmanos mais próximos da América (Arábia Saudita # 12 pior perseguidor) e seus oponentes Muçulmanos (Irã # 10); Muçulmanos de nações ricas (Qatar # 27 e Kuwait # 34) e Muçulmanos de nações pobres (Afeganistão # 2, Somália # 3 e Iêmen # 9); Muçulmanos de nações “radicais” amplamente reconhecidas (Paquistão # 5) e Muçulmanos de nações “moderadas” (Malásia # 23 e Indonésia # 38).

Mas se a World Watch List classifica a Coreia do Norte — não-Islâmica, comunista — como o pior perseguidor dos Cristãos, por que atacar a identidade religiosa dos Muçulmanos? Certamente, o primeiro lugar da Coréia do Norte sugere que a perseguição Cristã não é intrínseca ao mundo Islâmico, mas seria um subproduto de regimes repressivos e outros fatores socioeconômicos que proliferam especialmente em todo o mundo Muçulmano?

Neste ponto, algumas distinções importantes precisam ser feitas. Enquanto os Cristãos estão realmente experimentando uma “vida infernal” na Coréia do Norte, derrubar o regime de Kim Jong-un não só poderia levar a uma parada rápida dessa perseguição, mas também a uma ascensão do Cristianismo — como aconteceu na Rússia. Sob a União Soviética, entre 12 e 25 milhões de Cristãos foram mortos por sua fé [1] e aproximadamente 153.000 igrejas foram fechadas. [2] Desde a queda da União Soviética em 1991, cerca de mil igrejas foram (re)construídas todos os anos; e de acordo com o relatório Pew 2014, entre 1991 e 2008, os Russos identificando-se como Cristãos Ortodoxos aumentaram de 31% para 72%. E assim “a Coréia do Sul é tão distintamente Cristã” reflete o que poderia estar armazenado — criando medo — na sua contraparte do norte.

No mundo Islâmico, a queda dos regimes ditatoriais raramente alivia o sofrimento dos Cristãos. Pelo contrário; onde os ditadores seculares caíram — Saddam no Iraque, Gaddafi na Líbia e tentativas contra Assad na Síria — a perseguição aos Cristãos cresceu como consequência. Hoje, o Iraque é a oitava pior nação do mundo para um Cristão, a Síria é a décima quinta, e a Líbia a sétima. Sob ditadores, esses países eram significativamente mais seguros para as minorias religiosas.

Da mesma forma, os únicos países que faziam parte da antiga União Soviética que ainda perseguem os Cristãos são, e de um modo bastante significativo, os países de maioria Muçulmana da Ásia Central. Estes incluem o Uzbequistão (# 16 pior perseguidor), Turquemenistão (# 19), Tajiquistão (# 22), Cazaquistão (28) e o Azerbaijão (45). [3]

A “perseguição extrema” aos Cristãos em todo o mundo Muçulmano faz parte de um contínuo — ou “tradição” — que começou há quase 14 séculos. Os mesmos padrões de perseguição que prevalecem hoje — incluindo ataques por blasfêmia e apostasia, restrições e/ou ataques contra igrejas, e um desprezo geral seguido pelo vil tratamento de “infiéis sub-humanos” — são muitas vezes idênticos aos de séculos passados.

Ao contrário da perseguição de Cristãos nas nações comunistas que estão enraizadas em um regime particular, a perseguição Muçulmana aos Cristãos é perene, existencial e transcende esse ou aquele regime ou governante. Faz parte da história, das doutrinas e da composição sociopolítica do Islamismo — daí a sua tenacidade e onipresença.

De modo que esses perseguidores de Cristãos vêm de uma grande variedade de origens raciais, linguísticas, culturais e socioeconômicas — de nações Africanas, Árabes, Asiáticas e Caucasianas — e compartilham muito pouco entre si, exceto o Islã, o que ressalta ainda mais a verdadeira fonte da perseguição.

Se o tempo estiver do lado dos Cristãos que vivem sob regimes comunistas, ele não estará do lado dos Cristãos que vivem sob o Islã; ao contrário. Cartago, que outrora foi um bastião do Cristianismo — onde um dos principais teólogos da Cristandade (Santo Agostinho) nasceu e onde o cânon do Novo Testamento foi confirmado em 397 d.C. — é hoje em dia a Tunísia, de maioria (99%) Muçulmana. Séculos de perseguição e status de dhimmi são responsáveis ​​pela mudança demográfica na Tunísia e em outros antigos centros do Cristianismo – tais como o Egito (# 17) e a Turquia (ou a Anatólia, # 31) — experimentaram.

Mesmo muito tempo após o psicótico Kim Jong-un da Coréia do Norte ter desaparecido, dezenas de milhões de Cristãos entre outros “infiéis” continuarão sendo perseguidos, até o dia em que, o que começou no sétimo século se concretizar, e todo o mundo Islâmico tornar-se livre de “infiéis”, como em algumas regiões, e a caminho para se tornar em outras (e.g., o Iraque). Confrontar esses fatos desconfortáveis é o primeiro passo real para enfrentar o mundo.


[1] James M. Nelson, Psychology, Religion, and Spirituality, 2009, p. 427.

[2] Paul Froese, “Forced Secularization in Soviet Russia: Why an Atheistic Monopoly Failed,” Journal for the Scientific Study of Religion, Volume 43, Number 1, March 2004, p. 42

[3] Enquanto a Open Doors atribui a perseguição aos Cristãos nessas cinco nações à “Paranóia Ditatorial”, porque todas elas são em sua maioria Muçulmanas, sugere que o Islã seja pelo menos parcialmente responsável. A própria Open Doors observa que “há um avivamento popular do Islamismo na Ásia Central, o que significa mais pressão dos governos nacionalistas pro-Islâmicos e da sociedade — causando maiores níveis de perseguição em duas frentes.”


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Raymond Ibrahim: Perseguição Muçulmana aos Cristãos

Fonte/Source: “We Are Going to Burn You Alive!” Muslim Persecution of Christians, June 2017 – Raymond Ibrahim


Em Março de 2017 publiquei o artigo “450 ATAQUES COM ÁCIDO CONTRA MULHERES DESDE 2011 — EM LONDRES“. Cito ele porque a seguir você verá que esse padrão — o de jogar ácido no rosto das pessoas — acontece há muito tempo no Egito e agora vem sendo abertamente utilizado nas “no go zones” Muçulmanas em Londres.

O artigo a seguir, dá continuidade ao ““NÓS VAMOS QUEIMAR VOCÊ VIVO!” – PERSEGUIÇÃO MUÇULMANA DE CRISTÃOS”. Na época, optei por não publicá-lo para não ficar muito longo.

Caso ainda não tenha lido os artigos acima, não perca a oportunidade.


Perseguição Muçulmana aos Cristãos: Excertos do Relatório de Junho de 2017

Por Raymond Ibrahim

17 de Janeiro de 2018

Relatório da Perseguição Muçulmana aos Cristãos, Junho de 2017 

Paquistão: um novo caso de blasfêmia foi registrado contra outro Cristão. Depois que Mohammad Irfan se recusou a pagar a conta do reparo a Ishfaq Masih, um Cristão que consertou sua bicicleta, o Muçulmano denunciou o Cristão de blasfemar contra o profeta Islâmico Muhammad, levando à prisão do Cristão. De acordo com o primo de Masih, “durante o argumento, Irfan disse que obedece apenas a um mestre, Profeta Muhammad, ao qual Ishfaq disse que era Cristão e que sua fé se encerra em Cristo. Ao ouvir isso, Irfan protestou que Ishfaq havia blasfemado contra Muhammad. Logo uma multidão se reuniu no local e alguém chamou a polícia, que levou Ishfaq à prisão preventiva. “Mohammad Irfan também reuniu vários outros muçulmanos — incluindo Mohammad Irfan, Mohammad Nawaz, Mohammad Naveed e Mohammad Tahir — os quais afirmaram terem “ouvido Ishfaq Masih dizer palavras depreciativas contra o profeta Muçulmano”. Segundo o advogado do Cristão, apenas uma das quatro “testemunhas” estava realmente presente durante o altercação. Em vez disso, “Irfan havia reunido outros homens, incluindo o queixoso Mohammad Ishfaq, e inventaram a acusação contra Ishfaq Masih que acabou o levando à prisão…  O Boletim de Ocorrência é muito fraco, pois não contém nenhuma palavra blasfema específica que o meu cliente possa alegadamente ter dito… Também mostra que a polícia nem sequer se preocupou em investigar a acusação antes de registrar um caso contra o pobre homem. Esta é a prática rotineira da polícia em casos de blasfêmia, e é uma pena que nada seja feito para impedir esse procedimento.”

Separadamente, depois que um casal Cristão foi assassinado por pregar Cristo entre os Muçulmanos, um Cristão Sul-Coreano foi preso por supostamente também se envolver em “atividades ilegais de pregação.” As autoridades revogaram seu visto e ordenaram que ele deixasse a nação Muçulmana.

 Desprezo e Abuso de Cristãos por Muçulmanos

Paquistão: um trabalhador sanitário Cristão morreu depois que os piedosos médicos Muçulmanos que jejuavam em pleno Ramadã, recusaram-se a tocar o corpo do infiel “imundo”. Irfan Masih, de trinta anos, havia caído inconsciente junto com outros três funcionários sanitários enquanto limpava um bueiro no dia 1 de Junho. Foi levado para um hospital do governo onde os médicos recusaram-se a tratá-lo; morreu horas depois. “Os médicos recusaram-se a tratá-lo porque estavam jejuando e disseram que meu filho era napaak [imundo]”, disse a mãe do falecido. Algumas semanas depois, um tribunal, respondendo às queixas dos funcionários do hospital que acusaram a família e os amigos de Irfan de aterrorizarem o hospital, ordenou à polícia que registrasse uma queixa contra eles. “O hospital montou uma falsa acusação contra nós para se salvar”, explicou um primo do falecido, que também trabalha no saneamento. “Os médicos foram responsáveis ​​pela morte de Irfan, porque ele estaria vivo hoje se não tivessem recusado a tratá-lo imediatamente. Nossa revolta contra os médicos foi natural, mas não danificamos nem roubamos nada do hospital. É uma mentira, e até mesmo a polícia sabe disso. “Um alto funcionário da polícia admitiu que “nós acreditamos que o hospital está fazendo acusações frívolas contra essas pessoas… o hospital está ostensivamente tentando pressionar a família para retirar o caso.”

Egito: Suzan Ashraf Rawy, uma mulher Cristã de 22 anos, foi dada como sequestrada na manhã do dia 5 de Junho ao caminhar até a igreja Ortodoxa Copta em que trabalhava. “Como ela não voltou para casa naquela noite, sua mãe ligou para a igreja”, explicou um líder do setor Cristão. “Foi quando descobriu que Suzan não tinha ido à igreja pela manhã. Supomos que tenha sido sequestrada.” Ela é a terceira mulher Cristã na área de Al Khosous, uma cidade predominantemente Cristã nos arredores do Cairo, desaparecida desde 30 de Maio, quando um Copta acidentalmente disparou e matou um espectador Muçulmano durante uma discussão com outra pessoa. “Desde então, Muçulmanos começaram a atacar a comunidade Cristã da área, especialmente as mulheres”, afirmou o líder Cristão. De acordo com o relatório, “Duas outras jovens Cristãs Coptas desapareceram sem deixar vestígios após o incidente de 30 de Maio. As famílias das mulheres suspeitas de serem sequestradas não receberam comunicação dos supostos sequestradores, disseram as fontes. A área dos Muçulmanos há muito vem desfigurando as mulheres Cristãs por não usarem véus, jogando ácido nelas, mas houve um aumento desses ataques nas últimas semanas, disseram fontes…. O medo tomou conta dos Cristãos Coptas da região, deixaram as mulheres com medo de saírem de suas casas. Uma das reuniões de mulheres na igreja, da qual Rawy participou, foi suspensa até um novo aviso por medo da segurança dos participantes.”

Bangladesh: três homens Muçulmanos estupraram uma menina Católica de 20 anos na aldeia de Madarpur em 18 de Junho. A intensidade dos gritos chamou a atenção dos moradores da aldeia que vieram em seu socorro, fazendo com que os estupradores fugissem. Depois que seus pais apresentaram queixa-crime, começaram a receber mensagens ameaçadoras para retirá-la ou então. “No ano passado, sua família esteve envolvida numa disputa de terra”, diz o relatório. “A violência — um ataque premeditado — também foi testemunhada pela polícia, lançada pelos Muçulmanos que queriam expropriar a terra. A jovem, juntamente com seus pais, foi forçada a deixar a casa para morar numa favela.”

Paquistão: o lar de um jornalista que cobria extensivamente a situação das minorias religiosas na nação muçulmana foi vandalizado. Quando Rana Tanveer, repórter-chefe do The Express Tribune, foi à polícia, eles não registraram uma queixa formal. Alguns dias depois, um veículo não identificado passou intencionalmente por Tanveer, enquanto dirigia a sua motocicleta em Lahore na sexta-feira, 9 de junho. Segundo o relatório: “Tanveer foi submetido a uma cirurgia para tratar uma fratura no osso pélvico no Sábado. Sua recuperação pode levar meses e elo expressou medo por sua segurança, bem como por sua família… Tanveer diz que seu trabalho para expor tratamentos pobre dado às minorias religiosas do país, como os Ahmadis e os Cristãos, o tornou um alvo de extremistas.”


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Cristãos “Abatidos Como Frangos”

Fonte/Source: Christians ‘Slaughtered Like Chicken’: Muslim Persecution of Christians, July 2017 – Raymond Ibrahim


Cristãos “Abatidos Como Frangos”: Perseguição Muçulmana aos Cristãos

Por Raymond Ibrahim

18 de Dezembro de 2017

Gatestone Institute

Luc Ravel, o Arcebispo Católico Romano de Estrasburgo “foi contra o caráter dos líderes da Igreja na França, que permaneceram em grande parte politicamente corretos”, diz um relatório, porque criticou “a mudança demográfica na França, dizendo que os Muçulmanos estão tendo muito mais filhos que os nativos Franceses e criticou a “promoção” generalizada do aborto.” E disse mais: “Os fiéis Muçulmanos sabem muito bem que a sua natalidade é tal que hoje em dia, chamam isso de… a Grande Reposição, e falam de uma maneira muito calma e muito positiva, “um dia tudo isso, será nosso”.

Outro líder Cristão, enquanto discutia sobre o Sudão em particular, mencionou o que os Cristãos em todo o mundo Muçulmano estão enfrentando, e o motivo. “O governo no Sudão quer Islamizar toda a população e quer acabar com o Cristianismo e outras religiões no Sudão”, diz o Pastor Strong. “Nós temos que pressionar o governo para que os direitos das pessoas de praticarem a sua fé abertamente sejam dados a eles.” Para conseguir isso, precisam do apoio da “Igreja global”, acrescentou, porque “estão envolvidos em provações, perseguição, fome — um monte de problemas. E, no entanto, no meio de tudo isso, eles se alegram. Estão sempre prontos para morrer, e testemunhar sua fé em todas as circunstâncias. Estão dispostos a servir, não importa o que tenham ou possam vir a perder.”

A reunião de Julho sobre a perseguição Muçulmana aos Cristãos em todo o mundo inclui, mas não se limita às seguintes informações:

Massacre Muçulmano de Cristãos

Paquistão: Em dia 24 de Julho, um homem-bomba Islâmico se explodiu numa área fortemente povoada por Cristãos. Pelo menos 26 pessoas foram mortas. De acordo com Bruce Allen, um ativista de direitos humanos, “O que a mainstream mídia não relata é que essa é a segunda maior colônia Cristã no Paquistão, onde a explosão ocorreu”, apenas dois quilômetros e meio aproximadamente de onde os “pastores do Paquistão se reúnem mensalmente, onde recebem apoio financeiro mensal, onde se reúnem para compartilhar os pedidos de oração, onde tem alguns centros de treinamento contínuos e coisas assim. “Depois de explicar quantos ataques terroristas suicidas atingem os Cristãos, contou como essa atividade constante de terror “coloca os Cristãos nesse estado de alerta elevado, e já vem acontecendo há algum tempo. Nós lembramos da última Páscoa, uma época de grande celebração, e aí acontece um ataque contra os Cristãos nos parques. E é com isso que vivem constantemente… Nós conversamos sobre o transtorno de estresse pós-traumático com pessoas em combate. Bem, aqui você tem uma população inteira de pessoas que tem a sua vida constituída disso: combate. E assim você tem o desgaste psicológico, espiritual e emocional.”

Separadamente, um “mestre” Muçulmano atormentou e depois matou seu “escravo” Cristão. Javed Masih, 32, o Cristão estava, de acordo com o relatório, “reembolsando uma dívida que sua família havia contraído há três anos…” Na realidade, ele era um escravo. “Depois que foi acusado de roubar uma bicicleta motorizada”, o Cristão foi repetidamente espancado com bastões e outros objetos. Ele foi levado ao hospital e morreu por conta da tortura. “A família procurou a justiça abriu um processo na polícia, mas como de costume, a polícia se recusou a aceitar o caso e o culpado e seus aliados ameaçaram a família Cristã para retirar a acusação. Como o irmão mais velho do morto explica: “Queremos justiça. Somos pobres e, portanto a polícia se recusa a nos ouvir e a registrar a queixa. Os grandes proprietários de terras estão ameaçando sérias consequências porque nos opomos a qualquer compromisso. Tudo isso é porque somos Cristãos e pobres. “O assassino disse que o morto cometeu suicídio, uma reivindicação que a família rejeita fortemente.

Egito: outro soldado Cristão foi morto por soldados (Muçulmanos) quando souberam que ele era Cristão. Joseph Reda Helmy acabara de completar seu treinamento militar quando foi transferido para Al-Salaam (“paz”), uma unidade de forças especiais, onde três oficiais o mataram. Ele é pelo menos o sexto soldado Cristão morto por sua fé nos últimos anos. De acordo com o pai do morto, “seu grande e forte filho chegou ao acampamento às 14 horas e às 20 horas já estava morto. “Seu primo, que buscou o corpo, disse que seu primo morto” tinha hematomas na cabeça, ombros, pescoço, costas e genitais, com as piores feridas ocorrendo em suas costas.” Ele também aprendeu com as testemunhas oculares que “os três oficiais começaram a assediar Helmy por causa de sua fé Cristã e que as marcas em seu corpo indicam que o chutaram com as botas e o bateram com instrumentos pesados.” Como em todos os casos anteriores em que soldados Cristãos foram mortos por seus colegas Islâmicos, o exército Egípcio disse aos parentes que os mortos haviam morrido de outra coisa, neste caso, de “ataque epiléptico”. Mas mesmo o “médico que examinou o corpo recusou-se a se curvar à pressão daqueles que o trouxeram e relataram que o a causa mortis não era natural.”

Além disso, sobre a matança jihadista de Cristãos viajando para um mosteiro do deserto no final de Maio de 2017, surgiram mais detalhes. Falando da cama do hospital, um dos sobreviventes do massacre, Mariam Adel, uma jovem mãe cujo marido e nove de seus parentes foram mortos no ataque, disseram que depois que os jihadistas abriram fogo no ônibus, foram a bordo e “ordenaram que saíssem do ônibus e disseram a todos para se converterem ao Islã.” “Renunciar a nossa fé? Claro que não”, Mariam falou sobre a reação coletiva das mulheres. “Se tivéssemos, poderiam ter nos deixado fora do ônibus e nos tratado bem. Mas nós só queremos Jesus e estamos confiantes de que ele não nos deixará.” Os militantes responderam roubando as mulheres da posse deles, o que justificaram como “espólios de guerra” devidamente recebido. Um menino de 10 anos cujo pai foi assassinado disse que “eles pediram ao meu pai para se identificar e depois lhe pediram que recitasse a profissão de fé Muçulmana. Ele recusou, disse que era Cristão. Eles atiraram nele e em todos os outros que estavam no carro. Toda vez que atiravam em alguém, gritavam: “Deus é grande”, ou mais, literalmente, “Alá é maior.”


Para mais informações (em Inglês) sobre os países envolvidos com a perseguição Muçulmana aos Cristãos acesse este link: Raymond Ibrahim.  O site disponibiliza um relatório sobre os casos de perseguição mundial desde Julho de 2011.

A perseguição aos Cristãos no mundo Islâmico tornou-se endêmica. Por conseguinte, o relatório sobre a “perseguição Muçulmana aos Cristãos” foi desenvolvido para reunir alguns — de modo algum todos — os casos de perseguição que se emergem a cada mês, cem dois propósitos:

  1. Documentar o que a grande mídia não faz: a perseguição habitual, senão crônica, aos Cristãos.
  2. Mostrar que tal perseguição não é “aleatória”, mas sistemática e inter-relacionada — e  que está enraizada em uma visão de mundo inspirada na Sharia Islâmica.

Para mais informações (em Inglês) sobre os países envolvidos com a perseguição Muçulmana aos Cristãos acesse este link: Raymond Ibrahim.  O site disponibiliza um relatório sobre os casos de perseguição mundial desde Julho de 2011.

A perseguição aos Cristãos no mundo Islâmico tornou-se endêmica. Por conseguinte, o relatório sobre a “perseguição Muçulmana aos Cristãos” foi desenvolvido para reunir alguns — de modo algum todos — os casos de perseguição que se emergem a cada mês, cem dois propósitos:

  1. Documentar o que a grande mídia não faz: a perseguição habitual, senão crônica, aos Cristãos.
  2. Mostrar que tal perseguição não é “aleatória”, mas sistemática e inter-relacionada — e  que está enraizada em uma visão de mundo inspirada na Sharia Islâmica.

    Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

 

“LIMPE O NOSSO EXCREMENTO TODOS OS DIAS OU MORRA”

“LIMPE O NOSSO EXCREMENTO TODOS OS DIAS OU MORRA”: PERSEGUIÇÃO MUÇULMANA AOS CRISTÃOS — AGOSTO DE 2017”

Por Raymond Ibrahim

16 de Janeiro de 2018

Gatestone Institute

Um documento elaborado por membros da comunidade Cristã global que se reuniu no 3º Fórum Internacional Cristão realizado em Moscou, detalhou como nos últimos 10 anos a população Cristã do Oriente Médio diminuiu em 80% e advertiu que, a menos que as tendências atuais sejam revertidas, o Cristianismo “desaparecerá” de suas antigas terras em alguns anos. Por volta do ano 2000, havia 1,5 milhão de Cristãos no Iraque, enquanto hoje há apenas 100 mil, aproximadamente uma queda de 93%, observa o documento. Na Síria, as maiores cidades “perderam quase toda a população Cristã.”

Outros ativistas e especialistas ofereceram estatísticas igualmente sombrias. O Centro para o Estudo do Cristianismo Global no Seminário Teológico de Gordon-Conwell em Hamilton, Massachusetts, já tinha previsto anteriormente que, até 2025, a porcentagem de Cristãos no Oriente Médio — que em 1910 era 13,6 por cento — poderia diminuir em torno de três por cento.

Os Cristãos que procuram retornar às áreas do Iraque e da Síria liberadas do Estado Islâmico (ISIS) continuam enfrentando desafios e discriminação das comunidades locais Muçulmanas e Curdas. Andrew White, também conhecido como o “pastor de Bagdá”, disse anteriormente que “A hora derradeira chegou, não sobrará nenhum Cristão. Alguns dizem que os Cristãos devem permanecer para manter sua presença histórica, mas tornou-se muito difícil. O futuro da comunidade é muito limitado.”

Outros, como o ex-Republicado Frank Wolf (R-Va.), são mais otimistas: “Agora é a hora. Temos uma administração que está aberta para fazer alguma coisa”, disse em referência ao governo Trump.

Enquanto isso, o ISIS continuou alimentando grandes esperanças. Em um vídeo lançado pela organização terrorista em Agosto, um extremista destruiu uma foto do Papa Francisco e do Papa Emérito Papa Bento XVI, enquanto dizia: “Lembre-se disso, você é um kuffar (“infiéis” ou “não-Muçulmanos”) — nós chegaremos à Roma, inshallah [se Alá quiser].” O narrador do vídeo também prometeu que “Depois de todos os seus esforços, a religião da cruz será destruída. A inimizade dos cruzados em relação aos Muçulmanos só serviu para encorajar uma geração de jovens”. Quando indagado sobre isso, o alto assessor de Francisco disse: “O Papa Francisco não alterou nada em sua agenda, nem irá mudar. Além disso, continuará a fomentar o diálogo, criando pontes, defendendo a paz. Com Muçulmanos e Cristãos.”

O levantamento de Agosto sobre a perseguição Muçulmana aos Cristãos em todo o mundo inclui, mas não está limitado, às seguintes informações:

Massacre Muçulmano de Cristãos 

PAQUISTÃO: Javid Masih, um Cristão que se vendeu à escravidão para uma família Muçulmana por dois anos porque queria comprar uma casa para a sua família, foi regularmente abusado, impedido de ir à igreja e finalmente assassinado em Agosto. Quando o contrato de dois anos estava prestes a acabar e Javid já havia dito a um parente que estava ansioso para se casar, foi informado que: “Não há como você ser ver livre de nós e deixar este lugar.” Quando seu mandato terminou e ele pediu por sua liberdade, foi severamente reprimido pelos filhos da família:

“Você é um Chura imundo [palavra depreciativa que significa coisa sem valor], como ousa pedir sua liberdade. Sua vida é nossa. Você vai limpar nossos excrementos todos os dias de sua vida a partir de agora ou você e sua família irão morrer.”

Em seguida, “foi agarrado pelos irmãos, amarrado, espancado e cuspido por um dia inteiro. Ele nunca contou a sua família sobre isso, porque estava com vergonha e tinha medo das repercussões sobre sua família caso se envolvessem. Outros funcionários tiverem que assistir a tortura brutal de Javed para inculcar a sensação de medo entre eles.

“Continuou escravizado, mas sua produtividade caiu, e a família Muçulmana decidiu acabar com ele. Envenenaram e o deixaram na frente da casa de sua família; quando sua mãe viúva implorou para que o levassem ao hospital, cuspiram nela. Ele morreu; e a polícia relatou a morte como “suicídio”.

Wilson Chowdhry, Presidente da Associação Cristã Paquistanesa Britânica, disse: “Apesar das leis contra a escravidão no Paquistão, o trabalho servido prolifera e está destruindo a vida de muitos Cristãos. A Lei do Trabalho Forçado (Abolição) Decreto 1992 não vale a pena o papel em que está escrito e a apatia dos governos para impor a lei ilustra o baixo valor atribuído aos Cristãos e outras minorias… Há uma taxa de suicídio muito pequena no Paquistão de cerca de 300 vítimas ao longo de dois anos, os Paquistaneses são resistentes. É inconcebível que Javed tenha cometido suicídio quando não expressou tal desejo a qualquer um que conhecesse e permaneceu estóico por dois anos, apesar da dor que lhe foi infligida.”

Outro homem Cristão, um prisioneiro que tentaram convertê-lo, mas rejeitou o Islã, foi encontrado morto “sob circunstâncias misteriosas sob custódia policial”, diz um relatório. Indaryas Ghulam, 38, estava entre os 42 Cristãos presos pelo linchamento de dois Muçulmanos associados a um ataque na igreja em 2015 que matou quase 20 Cristãos e feriu 70. Indaryas negou envolvimento no linchamento e era um dos prisioneiros prometidos de “liberação em troca da renúncia ao Cristo. Ele poderia ter salvado sua vida, mas decidiu testemunhar sua fé até a morte… A administração da prisão atribuiu sua morte à má saúde; tinha tuberculose. Mas sua esposa Shabana e sua filha Shumir, que viram o corpo, disseram que tinha queimaduras e cortes em todos os lugares, sinais claros de tortura e da brutalidade a que havia sido submetido. Além disso, acrescentam que, embora estivesse gravemente doente, nunca recebeu cuidados médicos adequados atrás das grades.”

Ataques Muçulmanos À Liberdade Cristã

IRÃ: Cerca de quinhentos Muçulmanos convertidos ao Cristianismo enfrentaram perseguição e fugiram do Irã para a Turquia em busca de asilo, revela o relatório de Agosto. Um jovem converso que disse que não poderia ser quem ele queria ser se permanecesse Muçulmano, acrescentou que agora está se sentindo “confortável” como um Cristão. Outro disse: “Eu mudei de religião porque não vi nada no Islã. Tudo que vi estava errado. É fato que o governo do Irã é Islâmico, contudo nossa juventude está sendo executada. No Iraque, a mesma coisa… Lá está o ISIS matando pessoas em nome do Islã, e as pessoas vulneráveis ​​estão sendo decapitadas. Fugiram para a Turquia e nós viemos para a Turquia. É por isso que não vi nada de bom no Islã. “A Open Doors USA, que monitora a perseguição Cristã em todo o mundo, confirma que “os convertidos ao Cristianismo vindo do Islã constituem o maior grupo de Cristãos e experimentam a maior perseguição.”


Para mais informações (em Inglês) sobre os países envolvidos com a perseguição Muçulmana aos Cristãos acesse este link: Raymond Ibrahim.  O site disponibiliza um relatório sobre os casos de perseguição mundial desde Julho de 2011.

A perseguição aos Cristãos no mundo Islâmico tornou-se endêmica. Por conseguinte, o relatório sobre a “perseguição Muçulmana aos Cristãos” foi desenvolvido para reunir alguns — de modo algum todos — os casos de perseguição que se emergem a cada mês, cem dois propósitos:

  1. Documentar o que a grande mídia não faz: a perseguição habitual, senão crônica, aos Cristãos.
  2. Mostrar que tal perseguição não é “aleatória”, mas sistemática e inter-relacionada — e  que está enraizada em uma visão de mundo inspirada na Sharia Islâmica.

Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

POR QUE PROFESSAR CRISTO ESTÁ SE TORNANDO UM “CRIME DE ODIO” NO OCIDENTE

Fonte/Source: Why Professing Christ Is Becoming a ‘Hate Crime’ in the West – Raymond Ibrahim


POR QUE PROFESSAR CRISTO ESTÁ SE TORNANDO “CRIME DE ODIO” NO OCIDENTE

Por Raymond Ibrahim

12 de Janeiro de 2018

FrontPage Magazine

Qual é a fonte do dhimmitude — que em muitos aspectos paralisa as respostas ao Islam — no Ocidente?

Primeira definição: “dhimmitude”, que foi cunhada pelo falecido presidente Cristão do Líbano, Bashir Gemayel, e popularizada pela escritora Bat Ye’or, é um neologismo baseado na palavra Árabe, dhimmi, ou seja, um não-Muçulmano (geralmente um Cristão ou Judeu) que cai sob o domínio Islâmico e, como um preço para manter sua religião, aceita uma posição social inferior. Simplificando, o dhimmi deve conhecer seu lugar e nunca balançar o barco, inclusive buscando direitos iguais aos Muçulmanos.

Embora isto seja a manifestação clássica e original da dhimmitude, uma nova forma e sem precedentes surgiu no Ocidente: no mundo Muçulmano, onde o poder faz o que quer sem ser contestado, as maiorias Muçulmanas impõem um status inferior às minorias não-Muçulmanas; mas no Ocidente, é o próprio Ocidente — ou pelo menos elementos domésticos — que, em determinadas áreas, impõe um status inferior a uma maioria não-Muçulmana.

Eis a questão, por quê? Por que uma civilização mais forte impõe estipulações injustas e supremacistas de uma civilização mais fraca e hostil sobre si mesma e desse modo paralisa a si mesma diante dessa mesma civilização hostil?

A resposta é evidente nas palavras de uma estratégia antiga: “O inimigo do meu inimigo é meu amigo”. Os elementos Ocidentais que protegem e fortalecem incessantemente o Islam e que operam sob vários nomes — “Liberais”, “Esquerdistas”, “Marxistas”, “Progressistas”, “Guerreiros da Justiça Social”, etc. — fundamentalmente, pouco se importa com o Islamismo; em vez disso, o Islã é para eles uma ferramenta para combater seu inimigo real e muito mais próximo: o Cristianismo, os costumes e a civilização nascida dele e culminando no Ocidente.

Isto é evidente em todos os lugares e em uma miríade de formas. Mais recentemente, o governo Britânico se recusou a responder se alguém contar às pessoas sobre a fé Cristã poderia ser considerado um crime de ódio.” Lord Pearson de Rannoch, um colega do UKIP, perguntou à Câmara dos Lordes se poderiam “confirmar inequivocamente que um Cristão que diz que Jesus é o único filho do único e verdadeiro Deus não pode ser preso por crime de ódio ou qualquer outra ofensa, por mais que possa ofender um Muçulmano ou qualquer outra religião? “A porta-voz do governo Baronesa Vere de Norbiton respondeu equivocadamente, dizendo que a definição legal de “crime de ódio” tem sido a mesma durante os últimos 10 anos.

Entretanto, como Pearson explicou em uma entrevista posterior, a definição atual de “crime de ódio” é subjetiva e depende se a “vítima” se sente ofendida — deixando assim a porta aberta para acusar aqueles que proclamam Cristo e a Trindade de cometerem crime de ódio, especialmente vis-à-vis Muçulmanos, que se opõem veementemente à reivindicação, como o próprio Pearson reconheceu: “Certamente, os Muçulmanos mais estritos se sentem ofendidos pelo Cristianismo e a nossa crença em Jesus sendo o único Filho do único verdadeiro Deus.”

Pearson também apontou um duplo padrão em como os “crimes de ódio” são aplicados: “Você pode dizer o que você quiser sobre o nascimento da Virgem, os milagres e a ressurreição de Jesus Cristo, mas assim que você disser ‘vamos lá, será que o Islam é realmente a religião de paz que afirma ser’, o inferno se explode.”

De fato, e há uma razão para isso: ao contrário do Islam — do qual muitas elites Ocidentais não sentem nenhuma conexão (direta) e, portanto, nenhuma ameaça proveniente dele — o Cristianismo é a fé de seus antepassados; está sempre presente em suas sociedades, julgando-os e eles o odeiam por isso. Mas ao invés de procurar suprimir abertamente, operam indiretamente, inclusive apoiando os sempre bravos e facilmente “ofendidos” Muçulmanos contra o Cristianismo, enquanto desempenham o papel de pessoa “imparcial” secularista ou progressista — pessoas se obrigarão (ou seja, os outros, notadamente os Cristãos) a caminhar sobre cascas de ovos com medo de que os “sentimentos” do “outro” seja ferido.

A partir desse ponto, entende-se por que liberais e progressistas que sempre reclamam contra qualquer vestígio do Cristianismo tradicional (“opressivo”) habitualmente se alinham com o Islam — apesar das qualidades verdadeiramente opressivas do último. As feministas denunciam o “patriarcado” Cristão — mas dizem pouco contra o tratamento Muçulmano às mulheres como uma possessão pessoal; homossexuais denunciam padarias Cristãs — mas dizem pouco contra a execução Muçulmana de homossexuais; multiculturalistas denunciam Cristãos que se recusam a reprimir sua fé, inclusive proibindo frases e imagens de Natal, para acomodar a sensibilidade religiosa das minorias Muçulmanas —, mas dizem pouco contra a perseguição Muçulmana entrincheirada e aberta aos Cristãos.

Desse ponto, entende-se a razão última pela qual os elementos dominantes do Ocidente estão impondo os efeitos injustos e sufocantes da dhimmitude e tornando o Oeste fraco e vulnerável: “O inimigo [Islam] do meu inimigo [Cristianismo] é meu amigo.” Como este exemplo recente no Reino Unido mostra, Muçulmanos agora estão até mesmo sendo usados ​​para fazer a reivindicação central do Cristianismo — que a elite progressiva especialmente despreza ouvir porque condena o seu estilo de vida sem Deus — um “crime de ódio”.


Tradução: Tiao Cazeiro  — Muhammad e os Sufis

Confirmado: Os EUA são o Principal Facilitador da Perseguição aos Cristãos

Fonte/Source: Confirmed: U.S. Chief Facilitator of Christian Persecution – Raymond Ibrahim


Este artigo foi traduzido por Dionei Vieira. É uma ótima tradução, fiz alguns ajustes e editei.

O artigo foi escrito em 7 de Agosto de 2014. Estou publicando porque muitos desconhecem o estrago que o governo Obama fez durante o período que esteve no poder. O artigo irá também surpreender aqueles que não estão informados sobre o alcance destrutivo do Islamismo quando maioria.


Confirmado: Os EUA São O Principal Facilitador Da Perseguição Aos Cristãos

Por Raymond Ibrahim

7 de Agosto de 2014

National Review Online

Senador John McCain encontra-se com “rebeldes Sírios”, muitos dos quais não são Sírios, e um dos quais é um sequestrador conhecido (L – Muhammad Nour)

Indicadores proeminentes confirmam que os EUA são o principal facilitador da perseguição aos Cristãos em todo o mundo hoje.

De acordo com a recém-lançada 2014 World Watch List, que classifica os 50 países onde os Cristãos são mais perseguidos, a Síria é o terceiro pior país do mundo para ser um Cristão, o Iraque é o quarto, o Afeganistão é o quinto e a Líbia é o décimo-terceiro. Todos os quatro países recebem a designação mais forte, de “extrema perseguição” (outras designações são perseguição de nível: ‘grave’, ‘moderado’ e ‘escasso’).

Além de estarem tão juntas e serem duramente classificadas, essas quatro nações têm outra coisa em comum: um grande envolvimento dos EUA. Três delas (Iraque, Afeganistão e Líbia) foram “libertadas” graças às forças armadas Americanas, enquanto que na quarta, a Síria, os EUA estão patrocinando ativamente os “guerreiros da liberdade” contra o governo Sírio, muitos dos quais merecem o rótulo de “terroristas”.

Só a situação da Síria é suficiente para incriminar a política externa Americana. De acordo com a agência de notícias Reuters:

A organização Portas Abertas, um grupo não-denominacional que apoia os Cristãos perseguidos em todo o mundo, disse nesta Quarta-feira que documentou 2.123 assassinatos de Cristãos que foram vítimas de martírio, em comparação com 1.201 que ocorreram em 2012. Só na Síria, foram 1.213 desses assassinatos no ano passado. “Essa é uma contagem mínima, com base no que foi divulgado na mídia e nós podemos confirmar”, disse Frans Veerman, chefe de pesquisa de Portas Abertas. Estimativas de outras organizações Cristãs colocam a estatística anual em patamares maiores que chegam a 8.000.

Enquanto a maioria dos Americanos estão protegidos contra a verdadeira natureza da guerra devido à relutância da mídia Americana em noticiar sobre isso, mídia, sites e ativistas de língua Árabe diariamente noticiam e documentam atrocidade após atrocidade, decapitações e ataques de bomba a igrejas, Cristãos sendo massacrados por se recusarem a se converter ao Islamismo e incontáveis sequestros com o propósito de resgate ou estupros, tudo isso pelas mãos daqueles que os EUA apoiam.

É suficiente destacar que “o maior massacre de Cristãos na Síria,” para citar um importante líder religioso, ficou totalmente sem cobertura jornalística de todas as grandes redes de notícias dos EUA.

De qualquer forma, as estatísticas falam por si: a Síria costumava ser tolerante com as religiões, mas depois que os Estados Unidos começaram seus esforços de levar “democracia” a esse país, a Síria é hoje é terceiro pior país do mundo em termos de “extrema perseguição” aos Cristãos.

A agência de notícias Blaze informa que o Dr. David Curry, presidente de Portas Abertas,

acusou o governo Obama por ter, essencialmente, se recusado a fazer da proteção das minorias religiosas uma prioridade… “Há muitos casos em que o vácuo de liderança e representatividade criaram um problema real,” disse o líder dos direitos humanos. “Eu diria que todos os dados significativos apontados neste ano da Lista de Vigilância de 2014 são piores — e eu acho que um fator que contribuiu é a falta de liderança dos governos Ocidentais, incluindo… os EUA em termos de liberdade religiosa.”

Mas é pior que isso. Longe de tomar qualquer ação ou mostrar liderança, ou simplesmente parar de apoiar os terroristas responsáveis — o governo Obama recentemente tentou entrar em guerra com a Síria em favor dos “guerreiros da liberdade” e, pasmem, em nome dos “direitos humanos”. (Ao que tudo indica, o boato infundado de que Assad massacrou pessoas é o suficiente para os EUA irem à guerra, mas os massacres bem documentados de Cristãos e outros civis que estão ocorrendo nas mãos da oposição não é suficiente para que os EUA parem de apoiá-los.)

O que é pior, mesmo os mais desinformados Americanos que assistem ao noticiário da mídia em geral, hoje em dia sabem que a chamada “Primavera Árabe” que foi usada para justificar o apoio dos EUA aos “rebeldes” de todas as espécies — no Egito, a Irmandade Muçulmana (que meses atrás destruiu cerca de 80 igrejas); na Líbia, a al-Qaeda, que se transformou em uma zona de terror em Benghazi; e agora os “guerreiros da liberdade” na Síria — não é exatamente aquilo que estava sendo elogiado.

Em outras palavras, neste momento, sempre que os EUA intervêm em uma nação Islâmica, os Islâmitas chegam ao poder. Isso está muito bem comprovado nas outras três nações em que os EUA trouxeram a “democracia” e onde as minorias Cristãs sofrem “perseguição extrema”:

Certamente um tema comum emerge aqui: Onde os EUA trabalham para derrubar os autocratas seculares, a qualidade de vida dos Cristãos entre outras minorias leva um grande tombo. Sob Saddam, Kadafi e Assad, os Cristãos e suas igrejas eram amplamente protegidos.

Além disso, enquanto George W. Bush foi o responsável pelo Afeganistão e o Iraque, pode-se argumentar que, naquela época (2001 e 2003), esse padrão de radicalização Islâmica que irrompe uma vez que os autocratas caem, era bem menos conhecido do que é hoje. Não havia muitos precedentes.

Por outro lado, o governo de Obama teve o Afeganistão e o Iraque para aprender — e ainda assim ele apoia os Islamistas e jihadistas. Mas agora, o que acontece quando assumem o poder — perseguição religiosa, terror e opressão — já não é um segredo.

A propósito, aqueles que pouco se importam com o destino dos Cristãos ou de outras minorias no mundo Islâmico fariam bem em lembrar de uma simples obviedade: Sempre que elementos anticristãos chegam ao poder, as forças antiamericanas chegam ao poder. Os dois são sinônimos.

Dito de outro modo, a perseguição Muçulmana aos Cristãos é o teste decisivo de quão radical uma sociedade Islâmica pode se tornar. Em todos esses países Muçulmanos que os EUA interferiram — Afeganistão, Iraque, Líbia, Egito (até que os Egípcios se rebelaram, para castigo dos EUA), e agora a Síria — o aumento da intolerância religiosa é um reflexo do fortalecimento das forças hostis à civilização Ocidental.

Muitas vezes me perguntam, “Como podemos ajudar os Cristãos perseguidos?” Neste ponto, deve-se responder:

“Que tal começar fazendo com que o governo dos EUA deixe de ser o principal facilitador da perseguição Cristã?” Deixando o altruísmo de lado, seria do interesse de todos os que prezam a liberdade, religiosos ou não — e, especialmente, seus descendentes.


 

Antigo Mosteiro Egípcio Fechado 

Fonte/Source: Ancient Egyptian Monastery Closed and Christmas Canceled – Raymond Ibrahim


Este artigo é mais uma contribuição ao movimento de Solidariedade Coptae também para deixar registrado mais um excelente artigo do meu amigo Raymond Ibrahim.


Antigo Mosteiro Egípcio Fechado 

Por Raymond Ibrahim

6 de Janeiro de 2018

Solidariedade Copta

As autoridades locais decidiram fechar o Mosteiro de Santa Catarina na Península do Sinai, um Património Mundial da UNESCO, entre 5 de Janeiro e 6 de Janeiro quando os serviços de Natal da igreja são realizados de acordo com o calendário Ortodoxo. [I] A diretoria geral da polícia turística ordenou que todas as empresas de turismo interrompessem o envio de visitantes ao monastério histórico.

Embora o motivo oficial do fechamento temporário do monastério e o cancelamento do Natal esteja relacionado com a execução de um plano para o desenvolvimento da área circundante, considerado como Patrimônio da Humanidade (World Heritage Site), acredita-se que o pedido veio como proteção preventiva contra terroristas Islâmicos visando o local e os turistas estrangeiros que o visitam durante as férias de Natal.

Construído em meados do século VI, o Mosteiro de Santa Catarina é um dos mosteiros mais antigos do mundo; além disso, possui a mais antiga biblioteca continuamente ativa em existência, com muitos manuscritos preciosos.

Embora cercado por paredes altas e grossas, o local Cristão tem recebido cada vez ameaças terroristas, principalmente porque a Península do Sinai é um viveiro de atividades jihadistas, onde os Cristãos Coptas são abertamente perseguidos e às vezes massacrados.

O mosteiro foi alvo em Abril do ano passado, quando homens armados desconhecidos abriram fogo contra um posto de controle da polícia Egípcia, matando um policial e ferindo quatro. O Estado Islâmico mais tarde reivindicou o ataque.

Nota:

[i] Como a maioria das Igrejas Ortodoxas, incluindo a Igreja Copta, observa o Natal em 7 de Janeiro, os serviços da igreja são realizados na noite anterior, em 6 de Janeiro, até a meia-noite de 7 de Janeiro.


Tomei a liberdade de mostrar este comentário enviando por um leitor para esse artigo do Raymond Ibrahim:

“O Oriente Médio é uma zona de guerra onde os não-Muçulmanos tiveram alvos em suas costas nos últimos 1400 anos. Os Cristãos que permanecem em países de maioria Muçulmana hoje, com a possível exceção da Síria, devem esperar tratamento injusto, se não uma agressão definitiva em cada passo, e a curto prazo, as coisas provavelmente irão piorar antes de melhorar. No passado, os Cristãos podiam esperar um mínimo de segurança dos ditadores seculares, como Saddam Hussein, Hosni Mubarak e Muammar Gaddaffi, que mantiveram uma paz áspera usando a força bruta e métodos totalitários, mas agora que esses governantes foram removidos do poder no Iraque, Egito e Líbia, há muito pouco para proteger os Cristãos da violência da máfia nas mãos das maiorias Muçulmanas em todos esses três países.”


Tradução: Tiao Cazeiro —Muhammad e os Sufis