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Prefeito de Londres Sadiq Khan: ‘Parar E Revistar’

Fonte/Source: London Mayor Flips on ‘Stop and Search’ After Breitbart Exposé of Capital Crime Epidemic


Segundo Robert Spencer, o prefeito Muçulmano de Londres participou de uma conferência com o seu amigo jihadista Sajeel Shahid de Londres, que treinou um dos terroristas suicidas do bombardeio de 7 July 2005 em Londres. — London’s Muslim mayor shared platform with London jihadi’s friend who trained 7/7 jihad bombers

“O Sr. Khan falou em uma conferência em 2003 ao lado de Yasser al-Sirri, que havia sido condenado à morte no Egito por uma tentativa de assassinato político, enquanto outro palestrante era Sajeel Abu Ibrahim, mais conhecido como Sajeel Shahid. Shahid comandou ataques contra as tropas Britânicas e dirigiu um campo de treinamento no Paquistão, onde terroristas conhecidos aprenderam a fazer bombas e a disparar granadas propulsionadas por foguete.”

“Um porta-voz de Sadiq Khan disse que: “Essa é uma história antiga.“”

Esse é o prefeitindo Muçulmano de Londres. Vamos ao artigo…


Prefeito De Londres Resgata ‘Parar E Revistar’ Após Breitbart Expor Epidemia de Crime Capital

Por LIAM DEACON

11 de Janeiro de 2018

O Prefeito de Londres, Sadiq Khan, fez uma reviravolta na sua promessa de campanha para acabar com o “parar e revistar”, afirmando que sua Polícia Metropolitana “aumentará significativamente” seu uso dos poderes para tentar reprimir o problema crescente de ataques com faca na cidade.

Antes de ser eleito em 2015, Khan prometeu “fazer tudo o que estiver ao meu alcance para proibir o ‘parar e revistar’” caso se torne Prefeito. Na Quinta-feira, no entanto, admitiu que era uma “ferramenta vital para a polícia manter nossas comunidades seguras.”

A mudança de tom ocorre pouco mais de uma semana depois que os dados revelaram níveis crescentes de crimes violentos em Londres no ano passado — homicídios cresceram 27,1%, com homicídios juvenis em 70% e violência séria juvenil em 19%.

Os assaltos também aumentaram 33,4 por cento e os arrombamentos em 18,7 por cento sob a guarda de Khan em 2016/7.

Parte do problema remonta a 2014, quando Theresa May, Secretária do Interior, prometeu reduzir o uso do ‘parar e revistar’, alegando que a prática enfraqueceu as relações com as comunidades minoritárias.

O Prefeito esteve sob pressão adicional desde a Véspera de Ano Novo, quando quatro jovens foram esfaqueados na capital em incidentes não relacionados numa única noite.

Escrevendo ao Evening Standard nesta Quinta-feira, o Khan reconheceu a “tendência preocupante do aumento de crime violento em toda a Grã-Bretanha”, acrescentando:

“Eu e a Comissária do Met, Cressida Dick, estamos totalmente de acordo de que o Met deve continuar trabalhando para impedir os crimes violentos.”

“Os Londrinos verão uma dura repressão ao longo de 2018. Isso incluirá um aumento significativo no uso do ‘parar e revistar’ pela polícia em toda a nossa cidade.”

Continuou: “Eu sei, por experiência pessoal, que quando mal praticado, o ‘parar e revistar’ pode causar tensões comunitárias. Mas, quando baseado em informações de inteligência, geograficamente focada e realizada profissionalmente, é uma ferramenta vital para a polícia manter nossas comunidades seguras.

“Nunca devemos esquecer que são comunidades étnicas negras, Asiáticas (geralmente Muçulmanas) e minoritárias (BAME) que mais sofrem com os ataques com facas — quase seis em cada 10 jovens vítimas masculinas pertencem a essas comunidades.”


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhamamd e os Sufis

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LONDRES: O CONLUIO DA ESQUERDA COM O ISLAM

Fonte/Source: Acid Attack Threats Make Parts of London ‘No Go Areas’


Por Tião Cazeiro

Ainda ontem traduzi um artigo do Liam Deacom intitulado “Ataque Com Ácido e ‘No Go Zones’ em Londres” e fiz um breve comentário sobre o conluio da esquerda com o Islam. Agora, neste artigo da Pamela Geller vocês verão que ela irá confirmar tudo que eu disse ontem porque é totalmente lógico, mérito nenhum, nenhuma bola de cristal.

O que a esquerda está fazendo com a população, ouça bem, é  monstruoso e irão ser julgados em breve. A irritação é geral e os Ingleses estão reagindo do jeito deles, vide Tommy Robinson, Britain First com a Jayda Fransen, Douglas Murray e a Henry Jackson Society, Breitbart London News entre outros.

O Islam está usando ataques com ácido para criar as ‘No Go Zones’ no Reino Unido, como fizeram e ainda fazem na Suécia. Estão criando espaços e isso vai acabar mal, a Inglaterra não é a Suécia apesar de tudo.


Ameaças De Ataque Com Ácido Fazem Parte Das ‘No Go Zone’ De Londres

Por Geller Report 

 22 de Dezembro de 2017

Várias regiões de Londres agora podem ser consideradas como “No Go Zones” porque Muçulmanos hipnotizados pela Sharia  não hesitariam em jogar ácido nos rostos dos visitantes que não cumprem as regras Islâmicas rigorosas de vestimenta e comportamento.

A esquerda gosta de zombar da ideia toda sobre as ‘No Go Zones’ e as chamam de invenções da imaginação anti-Muçulmana.

Ouçam este sobrevivente de um ataque de ácido no Reino Unido contando a sua história em Julho de 2017:

Nota do blog: o artigo que a Pamela Geller se refere é praticamente o mesmo que traduzi ontem: “Ataque Com Ácido e ‘No Go Zones’ em Londres

Infelizmente não está legendado…


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Ataque Com Ácido e ‘No Go Zones’ em Londres

Fonte/Source: Acid Attack ‘No Go Zones’ in London, Admits Labour MP


O conluio da esquerda com o Islam não tem limite quanto à crueldade. A esquerda tanto no Reino Unido como no Brasil atua contra a população. Traduzi este artigo só para vocês verem a esquerda acusando a direita de inventar a existência de No Go Zones em Londres, consequentemente negando o envolvimento das gangues Islâmicas em ataques com ácido. Sim, existiu e ainda pode existir ataques com ácido perpetrados por outros demônios, mas quando se trata de formação de No Go Zones e um aumento de 500% em ataques com ácido a dúvida desaparece. A polícia de Londres tenta esconder para não sensibilizar ‘o povo das necessidades especiais’, assim como fizeram com as gangues muçulmanas de estupro que arruinaram a vida de mais de 1400 crianças inclusive através de drogas pesadas. Os nervos estão pinçados e isso pode levar a uma guerra civil violentíssima. —  Por Tião Cazeiro


Ataque Com Ácido e ‘No Go Zones’ em Londres

Por LIAM DEACON

21 de Dezembro 2017

police

A frequência de ataques com ácido em Londres transformou partes da capital Britânica em “No GO Zones”, disse um ex-ministro do Trabalho.

O Reino Unido tem “a maior taxa de ataques per capita” no mundo, afirmou Stephen Timms, parlamentar trabalhista do East Ham, em comentário aos colegas deputados relatado pelo Daily Mail.

Estimativas mostram que o número de ataques com ácido na Grã-Bretanha aumentou entre 2012 e 2016 em mais de 500 por cento. Havia apenas 73 ataques registrados em 2012, mas houve um aumento massivo chegando a 469 casos em 2016.

“O Reino Unido agora tem uma das maiores taxas de ataques de substâncias corrosivas per capita do mundo e esse número parece estar aumentando”, admitiu a Assistente Chefe Policial Rachel Kearton, o Conselho-Chefe da Polícia Nacional (NPCC) conduziu as investigações sobre ataques com ácido, no início deste mês.

Alguns esquerdistas argumentaram que as No Go Zones são uma invenção da direita, no entanto, elas foram extensivamente documentadas por jornalistas que investigaram o problema e as visitaram.

Políticos haviam debatido o problema do Reino Unido sobre ataques com ácido na Quarta-feira, e o Sr. Timms exigiu que o governo tomasse “ações significativas”.

Ele disse: “Eu tive uma série de discussões com representantes de motociclistas de entrega e eles disseram que agora existem regiões em Londres, onde seus motociclistas não estão dispostos a irem por causa do perigo de ataque.

“Eu acho que todos nós consideramos inaceitável que existam No Go Zones em partes de Londres e partes do Reino Unido. Eu acho que isso exige uma ação significativa para lidar com o problema”.

O crime em toda a Inglaterra e País de Gales cresceu 13 por cento no ano que terminou em Junho deste ano, com o crime violento disparando ainda mais acentuadamente. As infrações de violência contra a pessoa, por exemplo, aumentaram 19% em relação ao ano anterior.

A parlamentar trabalhista do West Ham Lyn Brown juntou-se ao Sr. Timms em seus apelos à ação durante o debate, exigindo uma regulamentação muito mais rigorosa.

Ela afirmou que os passos iniciais para combater os ataques com ácido “foram positivos”, acrescentando: “as mudanças foram feitas por lei em 2015 como parte da Lei de desregulamentação, queimando a burocracia.

“O Ato destruiu a obrigação de que vendedores de substâncias perigosas, inclusive ácidos, sejam registrados no conselho local.

“Isso aconteceu apesar da oposição dos especialistas médicos, bem como do próprio conselho consultivo do governo sobre substâncias perigosas. Temo que essas mudanças sejam parcialmente responsáveis ​​pelo aumento dos ataques com ácido”.

Em Agosto, a polícia de Londres disse que identificou “links emergindo” entre o crime violento de gangues na cidade e o aumento dos ataques com ácido e com motocicleta na área de Londres.

Gangs e grupos de crime organizado estavam utilizando cada vez mais líquidos corrosivos como arma, disse a Força Metropolitana de Londres.

O editor-chefe da Breitbart London, Raheem Kassam, escreveu um livro sobre No Go Zones, que pode ser encontrado aqui.

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Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

“Professores advertem para não dizer “Meninos” ou “Meninas”

Fonte/Souce: Teachers Warned Not to Say ‘Boys’ or ‘Girls’ as It ‘Reminds Pupils of Gender’


"Professores advertem para não dizer 
"Meninos" ou "Meninas"

Por Tião Cazeiro

23 de Novembro de 2017

Tommy Robinson sendo agredido por Muçulmanos em Luton, sua cidade natal, Reino Unido.

Repetição é um saco, mas sinto-me na obrigação de repetir ad nauseam o excerto abaixo.

“Existe uma correlação direta entre a ignorância Ocidental da história e a ignorância Ocidental das doutrinas “problemáticas” do Islã. É essa conexão que permite aos apologistas do Islã escaparem com tantas distorções e mentiras definitivas destinadas a proteger o Islã.” — Raymond Ibrahim em UMA ‘FOBIA’ DE 1.389 ANOS DE IDADE?

Tenho assistido a vários vídeos/debates/comentários de pessoas inteligentíssimas como o Olavo de Carvalho, Nigel Farage, Douglas Murray, Milo Yiannopoulos, Robert Spencer, Pamela Geller, David Wood, Jamie Glazov, David Horrowitz, Raymond Ibrahim, Roger Scruton, Geert Wilders entre outros sobre o Islamismo.

O ponto de convergência é a própria cultura Ocidental como bem descreve Ralph Sidway em ‘O PESADELO’ – A EUROPA E O ÍNCUBO’

“Será que estamos nos estágios iniciais de uma longa derrota, levando à morte uma outrora grande civilização?

A menos que a paralisada e catatônica Europa e suas irmãs possam sacudir o sono para derrubar o Íncubo, acorrentando-o, a noite será longa e o futuro, de fato, escuro.”

Eis aqui a razão:

“Que o globalismo é um processo revolucionário, não há como negar. E é o processo mais vasto e ambicioso de todos. Ele abrange a mutação radical não só das estruturas de poder, mas da sociedade, da educação, da moral, e até das reações mais íntimas da alma humana. É um projeto civilizacional completo e sua demanda de poder é a mais alta e voraz que já se viu. Tantos são os aspectos que o compõem, tal a multiplicidade de movimentos que ele abrange, que sua própria unidade escapa ao horizonte de visão de muitos liberais e conservadores, levando-os a tomar decisões desastradas e suicidas no momento mesmo em que se esforçam para deter o avanço da “esquerda”.” — (Olavo de Carvalho). A revolução globalista

Enquanto os Ingleses debatem com toda aquela fleuma Britânica e paixão pela própria língua, (um jeito de ser que eu aprecio, nada contra) os Muçulmanos explodem literalmente, e dominam cidades como Luton, situada no sul da Inglaterra, cidade natal do ativista anti-Islã Tommy Robinson.

E o que dizer do prefeitinho de Londres, um tal de Sadiq Khan? Um triunfo do multiculturalismo, filiado ao Partido dos Trabalhadores e que quer “assegurar-se de que a percepção do Islã não seja contaminada por aqueles com visões extremistas”. Entretanto, o prefeitinho defende o líder Muçulmano Azzam Tamimi, que pediu a destruição de Israel e sua substituição por um estado Islâmico, e mais, “Quando o Dr. Tamimi disse à multidão que a publicação de caricaturas do Profeta Muhammad “faria o mundo tremer” e previu “Fogo … em todo o mundo se não pararem”, Khan, que compartilhou uma plataforma com Tamimi descartou as ameaças como “linguagem florida”.

Em Londres, e não é novidade, Muçulmanos com a maior cara de pau  pedem a instituição da Sharia de imediato. Não tenho dúvidas a respeito, o nome disso é guerra civil ou bye-bye Reino Unido.


Veja este exemplo que aconteceu na Alemanha.

Refugiado Sírio com 4 esposas e 22 filhos reivindica o equivalente a 320 mil libras esterlinas per ano em benefícios ao governo Alemão da Mama Merkel. Como a Alemanha não aceita poligamia, apenas uma será oficial, as outras ficarão como amigas. Esse caso, de acordo com o artigo, é uma exceção. Mas… entendeu? rsrs — Syrian refugee with FOUR WIVES and 23 CHILDREN ‘claims £320,000 a year in benefits’

Esse é o modus operandi Islâmico. Enquanto fazem milhares de filhos para avançar a causa do Islã, — o califado global, — criam seus filhos de acordo com o Alcorão.

Vamos ao artigo publicado hoje pela Breitbart e depois você tira as suas próprias conclusões. Traduzi apenas uma parte do artigo.


Professores advertem para não dizer “Meninos” ou “Meninas”, para não lembrar o gênero aos alunos“, por Lian Deacon

Professores devem evitar de chamar as alunas de “meninas” ou “senhoritas”, porque isso significa que elas estão “constantemente sendo lembradas do seu gênero”, disse um ex-czar do departamento de saúde mental do governo. [ênfase adicionada]

Natasha Devon, que foi nomeada MBE em 2015 por “serviços prestados aos jovens”, disse que o movimento ajudaria as crianças transgêneras, bem como incentivaria os estudantes do sexo feminino e masculino a desafiar as noções tradicionais de gênero, que afetam o “bem-estar”.

Ela disse à conferência anual da Girls’ School Association em Manchester que “nunca entraria numa sala de aula só de meninas” e diria  “meninas” ou “senhoritas” porque isso é “paternalismo”.

Os professores devem, em vez disso, dirigir-se aos jovens como “alunos”, “estudantes”, ou mesmo apenas “pessoas”, ela insistiu, de acordo com The Telegraph.

“Não penso que seja útil lembrar constantemente o seu gênero e todos os estereótipos que o acompanham”.

A palavra “menina” pode “criar muita ansiedade” em crianças e adolescentes do sexo feminino, afirmou, enquanto a palavra “meninos” carrega conotações “machistas, não falando sobre seus sentimentos, ensinado a ser (valente/corajoso)”. [ênfase adicionada].

Em seguida: “Se a sua narrativa está dizendo que meninas não se irritam, ou que meninos não choram, ou que meninas não têm permissão para fazer isso, ou que meninos não têm permissão para fazer isso, então isso potencialmente terá um impacto no seu bem-estar..

“Então espero que, ao tirar os estereótipos negativos associados ao gênero, podemos em última análise melhorar sua saúde mental “.


APOIO AOS NACIONALISTAS FRANCESES DE LE PEN EM ASCENSÃO ENTRE LGB

Fonte/Source: Support For Le Pen’s French Nationalists On the Rise Among LGB

Photo Cover Page: Reuters/Gonzalo Fuentes

APOIO AOS NACIONALISTAS FRANCESES DE LE PEN EM ASCENSÃO ENTRE LGB

Por LIAM DEACON

5 de Fevereiro de 2017

Le Pen

Especialistas em LGB [sic] (lésbicas, gays e bissexuais) na política Francesa, disseram que não há mais “tabu” em torno dos homossexuais que expressam opiniões nacionalistas e anti-imigrantistas, já que as pesquisas mostram seu apoio à Frente Nacional crescendo de forma constante.

Uma pesquisa da IFOP descobriu que entre Março de 2011 e Novembro de 2016, o apoio ao partido de Marine Le Pen cresceu mais rápido entre os eleitores LGB do que a população em geral.

A pesquisa, com 15.379 entrevistados, revelou que, em três anos, o apoio à Frente Nacional aumentou em 9%, tanto entre LGBs quanto heterossexuais, com 16,5% entre os eleitores LGBs e 14,5% entre os heterossexuais.

De acordo com uma pesquisa da Cevipof, 32,45 por cento dos casais homossexuais casados votaram pela Frente Nacional no primeiro turno das eleições regionais em Dezembro de 2015.

“As pessoas não se sentem mais conflitadas quando expressam opiniões de direita”, disse Didier Lestrade, autor Franco-Argelino de Why Gays Turned Right, a Buzzfeed. “É o fim de um tabu.”

“O que está acontecendo nos bares, especialmente quando tomam alguns drinks, quando estão entre amigos, é que você pode ouvir que as pessoas não têm mais medo de expressar opiniões que durante muito tempo foram reprimidas na comunidade gay”, Didier explicou.

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Didier Lestrade (Crédito: Youtube)

Agora a Frente Nacional conta com um número significativo de eleitores gays, maior do que qualquer grande partido da França, incluindo os Socialistas, que aprovaram uma lei de casamento gay em 2013.

No entanto, o partido ainda tem muitas políticas socialmente conservadoras, as quais os adversários tentaram enquadrar como anti-gay. Querem revogar as leis do casamento gay e se opor à adoção do mesmo sexo, por exemplo.

No entanto, essas políticas não são prioridades para a Frente Nacional, e outras preocupações, como a homofobia entre comunidades imigrantes e Muçulmanas na França, estão levando os eleitores gays para o partido contra a migração em massa.

“Acredito que os Franceses sentem-se ameaçados; Acredito que sobre os gays também”, disse Sébastian Chenu.

Chenu é fundador de um grupo de Defesa dos Direitos dos Homossexuais ligado ao Partido Republicano de Centro-Direita da França, o qual virou notícia quando se juntou à Frente Nacional em 2014, onde agora chefia o comitê do partido para todo o norte da França.

A igualdade entre casais “não é mais uma questão central”, explicou, uma vez que há uma ameaça real de que a França se torne “menos livre”. E “quando a sociedade se torna menos livre, quando se é gay, há muito a perder” explicou.

Várias pesquisas recentes revelaram que a líder da Frente Nacional, Le Pen, agora é a favorita para vencer o primeiro turno das eleições presidenciais em Abril deste ano. Garantir o voto gay pode ser crucial para o sucesso eleitoral.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

SEGUNDA CATEDRAL ENVOLVIDA EM CONTROVÉRSIA COM ORAÇÃO MUÇULMANA

 Fonte/Source: Second Cathedral Embroiled In Muslim Prayer Controversy


SEGUNDA CATEDRAL ENVOLVIDA EM CONTROVÉRSIA COM ORAÇÃO MUÇULMANA

 Por LIAM DEACON

18 de Janeiro de 2017

A Catedral de Gloucester provocou controvérsia hospedando um evento apresentando a chamada Islâmica à oração, assim como o canto Budista, tambores Rasta, e uma banda Pagã de rock num evento poucos dias após a Catedral Escocesa ter sido criticada por ter hospedado orações Muçulmanas que rejeitam a divindade de Jesus Cristo.

A exposição ‘Fé’ do artista Russell Haine, realizada dentro do monumento Cristão, apresentou 37 retratos de indivíduos de diferentes sistemas de crenças, incluindo Zoroastrianos, Druidas, Bruxas, Pagãos e Bahá’ís, bem como todas as principais religiões mundiais.

O chamado Islâmico à oração — que afirma que Muhammad é o profeta de Alá, um ensinamento incompatível com o Cristianismo — foi exibido no lançamento da exposição, pelo Imã local Hassan da Mesquita Masjid-e-Noor.

A Reverenda Ruth Fitter, vigária de St. Paul e Stephen Church, que ajudou a organizar o evento, disse que o convite foi “absolutamente lindo” e incentivou os Cristãos a abraçarem todas as religiões, em vez de difundir o Evangelho de qualquer maneira.

“Vivemos num mundo que está se tornando cada vez mais polarizado por pessoas que afirmam ter a verdade. Ninguém tem nenhuma prova de Deus — isso é o que a fé significa,” disse a Gloucestershire Live.

“Acredito em Jesus Cristo como o Filho de Deus que veio morar comigo e me salvar dos meus pecados. Isso não significa que eu espero que os outros mudem sua fé ou acreditem de todo o coração.

“Significa, entretanto, que eu espero que me ofereçam o mesmo respeito que eu procuro oferecer. E vamos admitir isso, há uma escassez significativa de amor entre as pessoas em nosso mundo. Precisamos de tudo o que podemos conseguir.

“Minha paróquia é composta por uma população tão diversa e eclética e é, portanto, uma bela imagem da criação de Deus na minha opinião. Cada pessoa é feita à Sua imagem e amada por Ele.

“No final do dia, realmente diminuímos a presença de Deus se pensarmos que precisamos lutar por Ele por todos os cantos. Você não acha que Ele pode fazer isso por si mesmo? “

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Ruth Fitter, vigário de St. Paul e Stephen Church. (Crédito: Facebook / ruth.fitter)

No entanto, quando um vídeo do chamado Islâmico à oração foi compartilhado na página do Facebook da Catedral, nem todos concordaram com a vigária, e o post foi excluído depois que atraiu uma série de comentários negativos.

Um post, escrito por Isabel Farmer, disse: “É maravilhoso ser multicultural, mas a fé é separada. Nunca devemos adorar outros Deuses numa casa construída para o nosso salvador.

“Meus antepassados ​​construíram esta Catedral e permitir que um Muçulmano praticante reze a outro Deus é insanamente ingênuo. O que você acha que ele iria fazer? Incentivá-los a conversão?

“É por isso que a Inglaterra está em queda. Cultura e Raça nada têm a ver com o primeiro mandamento visto que Deus fez todas as raças e Ele se preocupa apenas com as almas.

“Fiquem firmes Cristãos. Tragam as pessoas à fé, dizendo-lhes a verdade. Deus é o mesmo ontem, hoje, para sempre, então pare com o apelo multicultural e abra um livro de história e uma Bíblia para si mesmo”.

A controvérsia  surgiu depois de um incidente na Catedral de Glasgow na semana passada, quando um versículo do Alcorão foi lido negando a divindade de Cristo durante um evento chamado de “multi-fé”.

O capelão da Rainha falou contra o evento, insistindo que a Catedral deveria pedir desculpas aos Cristãos que estão “sofrendo terríveis perseguições nas mãos dos Muçulmanos”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis