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GEERT WILDERS: LIÇÕES DO ORIENTE PARA O OCIDENTE

Fonte/Source: GEERT WILDERS: Lessons from the East for the West


GEERT WILDERS: LIÇÕES DO ORIENTE PARA O OCIDENTE

Por GEERT WILDERS

Via Breitbart London

2 de Fevereiro de 2018

Wilders
Vit Simanek/CTK via AP

No último fim de semana estive na Hungria apresentando a tradução Húngara do meu livro Marked for Death: Islam’s War Against the West and Me [trad., ‘Marcado para Morrer; A Guerra do Islã Contra Mim e o Ocidente’]. Falei em salas de reuniões  e centros de conferências totalmente lotados em Budapeste, Nyíregyháza, Debrecen, Gyór e Sopron. Dei dezenas de entrevistas. Almocei com o Primeiro-Ministro Húngaro, Viktor Orbán.

Visitar a Hungria é uma experiência fantástica para qualquer político Ocidental que resista à invasão Islâmica do Ocidente. Na Hungria, quase não há sinais de Islamização. Os Húngaros não fazem nenhum segredo de sua determinação para mantê-la assim. A atitude na Hungria e, nesse sentido, na Europa Central em geral, é inteiramente diferente da do Ocidente. Na Europa Central, as pessoas não hesitam em expressar seu apego à sua própria identidade nacional, enraizada nos princípios Judaico-Cristãos da civilização Ocidental. Eles também deixam bem claro que estão dispostos a defender seu patrimônio.

Também tive uma sensação estranha ao ver meu livro, que adverte contra os perigos do Islã, expostos tão abertamente nas livrarias Húngaras. Originalmente publiquei meu livro em Inglês nos Estados Unidos. Fiz isso porque a América tem uma Primeira Emenda, que permite que as pessoas falem, mesmo quando uma mensagem é politicamente incorreta. A tradução Húngara é a primeira tradução do livro. No meu país, nenhum editor tem a coragem de publicá-lo.

Do tuite acima: “A Batalha pelo Ocidente: Viktor Orbán da Hungria acredita que a “maioria silenciosa” — que valoriza a identidade familiar, nacional e o país — prevalecerá sobre os globalistas do “Império Soros”, que procuram transformar os Ocidentais em consumidores de massa multiculturais e sem raízes.”


Uma editora Alemã, que estava interessada, recuou quando se tornou impossível traduzi-lo para o Alemão sem transgredir as rígidas leis do discurso na Alemanha. Por isso, a editora me pediu para que o termo “Islã” fosse substituído sistematicamente pelo termo Weasel que significa “Islamismo”. Recusei porque a mensagem do meu livro é exatamente a de que o próprio Islã é o problema.

O Islã — não o Islamismo, mas o próprio Islã — prega a submissão política do mundo inteiro a Alá. Muhammad não deixou dúvidas sobre isso: “Fui ordenado a lutar contra todos os homens até dizerem: “Não há deus senão Alá“, disse Wilders.

O Alcorão é igualmente inequívoco sobre isso. “Combatei-os até terminar a intriga, e prevalecer totalmente a religião de Alá.” diz o versículo 8:39. O Alcorão também contém a permissão para matar Judeus e Cristãos no versículo 9:29, o comando para aterrorizar os não-Muçulmanos no versículo 8:12, a obrigação de fazer guerra aos infiéis no versículo 9: 123 e a ordem para subjugar o mundo inteiro a Alá no versículo 9:33.

Do tuite acima: “O Primeiro-Ministro da Hungria adverte que os “conspiradores dos Estados Unidos da Europa” estão usando a imigração em massa para construir um superestado “pós-nacional, pós-Cristão”.”


Na Hungria e na Europa Central em geral, pode-se falar muito mais livremente sobre o Islã do que na Europa Ocidental. Lá, as pessoas percebem muito mais sobre o que está em jogo. A Hungria até construiu uma cerca de fronteira para impedir o fluxo de imigrantes de países predominantemente Islâmicos. Viktor Orbán está sozinho e fazendo muito mais pela segurança de todo o continente Europeu do que a Chanceler Alemã Merkel, o Presidente Francês Macron, a Primeira-Ministra Britânica May, meu próprio Primeiro-Ministro Holandês, Mark Rutte, e todos os outros líderes da Europa Ocidental combinados.

Como os líderes Poloneses, Checos e Eslovacos, Orbán repete constantemente que seu país é Cristão e que ele quer que assim permaneça. Ele não quer repetir o erro que a Europa Ocidental fez, abrindo suas portas à imigração Islâmica massiva. Recentemente, o Pew Research Center advertiu que, se as tendências atuais continuarem, a França, Alemanha, Bélgica e Áustria, serão quase 20% Islâmicas até 2050. A Grã-Bretanha e os Países Baixos estão muito atrás, enquanto a Suécia será até mais de 30% Islâmica na virada do século.

Isto é extremamente perigoso. Porque, embora a maioria dos Muçulmanos seja moderada e não violenta, a ideologia Islâmica não é. E dessa forma vem doutrinando muitos dos seguidores do Islã, que levam muito a sério os comandos beligerantes de Muhammad e do Alcorão. Apenas no mês passado, foi revelado na Alemanha que 30% dos estudantes Muçulmanos no Estado da Baixa Saxônia podem imaginar-se lutando e morrendo por causa do Islã. No meu país, a Holanda, pesquisas da Universidade de Amsterdã mostraram que 11% dos Muçulmanos acham aceitável usar a violência em nome do Islamismo. São mais de 100 mil pessoas, o que representa o dobro do número de soldados do nosso exército.

Do tuite acima: “Novos números do Office for National Statistics (NOS) mostram que as mães nascidas fora do Reino Unido representaram 28,2% dos nascidos vivos na Inglaterra e no País de Gales em 2016.”


Por que razão podemos falar muito mais livremente sobre os perigos do Islã na Hungria e em os outros países de Visegrad do que no Ocidente? Por que nossas elites na política, na academia e nos meios de comunicação se comportam de uma forma tão covarde e apaziguadora para com o Islã?

Talvez tenha a ver com a mentalidade de refém, que permeou o Ocidente. Devido à presença já significativa do Islã em seus países, muitos cidadãos da Europa Ocidental parecem ter medo de expressar o desejo de que esses países permaneçam enraizados em sua herança Judeu-Cristã. Nossas elites são certamente muito covardes para insistir nisso. Mas também há outra grande diferença entre a metade Ocidental e Oriental do continente Europeu.

Há cinquenta anos, em todos os lugares do Ocidente, a mentalidade dos “Protestos Contra o Ocidente” dos autoproclamados “progressistas” tomou forma. Isto levou à violência nas ruas via revoltas estudantis em Berkeley, Paris e outros lugares. O auto-ódio Ocidental tornou-se a nova moda. Não fomos autorizados a dizer que a nossa civilização foi a melhor, disseram-nos que foi a pior. O relativismo cultural tornou-se a tendência dominante entre as classes dominantes no Ocidente.

Do tuite acima: Orbán: “Nossa maior ameaça é o silêncio indiferente de uma elite Europeia que renuncia às raízes Cristãs”


Essas classes foram os facilitadores do processo de Islamização. Em primeiro lugar, negando que os imigrantes deveriam assimilar, uma vez que isso defenderia a cultura Europeia sobre as culturas nativas dos imigrantes. Em segundo lugar, atacando as críticas ao Islã e os defensores do Ocidente. E, em terceiro lugar, pela chamada “lawfare” — um processo no qual os simpatizantes Islâmicos, Muçulmanos e não-Muçulmanos, exploram a lei Ocidental e os sistemas legais para suprimir e silenciar seus críticos.

Nota: Lawfare” é uma palavra inglesa que representa o uso indevido dos recursos jurídicos para fins de perseguição política.”

Nenhuma dessas coisas aconteceu em países como a Hungria, a Polônia ou a República Tcheca. Seus cidadãos não são doutrinados dia após dia com a mensagem de que são culpados de todas as injustiças do mundo. Sua herança cultural não está sendo sistematicamente subvertida pelas elites. Seu passado não é caluniado por ativistas profissionais. Eles ainda podem se orgulhar de sua nação. Enquanto nós, no Ocidente, somos informados de que devemos ter vergonha disso.

Essa vergonha e auto-ódio nos sufoca. É hora de acabar com isso. Quanto mais nossas elites criticam países como a Hungria, a Polônia e a República Tcheca, mais devemos apoiá-los e seguir seu exemplo. Se nós, no Ocidente, queremos sobreviver, se queremos superar a crise existencial que enfrentamos, precisamos desislamizar nossas sociedades. Isso só seremos capazes de fazer se começarmos a orgulhar-nos de nós mesmos, da nossa cultura, do nosso passado e da nossa herança nacional. Essa é a lição mais importante que a Europa Central pode nos ensinar. Um povo que tem vergonha do passado não tem futuro. O futuro pertence ao povo orgulhoso, consciente da sua identidade cultural e nacional e disposto a defendê-lo.

Geert Wilders is leader of the Party for Freedom in the Netherlands and author of Marked for Death; Islam’s War Against the West and Me (Regnery)


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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Canadá: Tenha Menos Filhos; Importe Migrantes

Fonte/Source: MSM: People Who Have Big Families Should Be Publicly Shamed, Import Migrants Instead


Depois que Trudeau reiterou que os Canadenses deveriam se comportar “além da tolerância e em direção à aceitação e a amizade“, se referindo aos Muçulmana no Canadá, tudo é possível daqui em diante.

“Trudeau também apoia fortemente a imigração muçulmana, bem como as movimentos “anti-Islamofobia”. Seu escritório declarou que “os muçulmanos são as maiores vítimas do terror em todo o mundo”. Na verdade, de acordo com a CIJ News, “Trudeau dá preferência ao islamismo sobre todas as outras religiões no Canadá”. Pior: um top íman Canadense revelou como os muçulmanos ajudaram Trudeau vencer as eleições. Mesmo o Estado Islâmico celebrou sua vitória eleitoral.” — Robert Spencer


Broadcaster Estatal: Famílias Numerosas Deveriam Se Envergonhar Publicamente; Importe Migrantes Como Alternativa

Por JACK MONTGOMERY

15 de Janeiro de 2018

A Canadian Broadcasting Corporation (CBC) financiada com dinheiro público, publicou um peça argumentando que Canadenses com famílias numerosas deveriam sentir vergonha e que o país deveria importar migrantes. 

Uma corporação da coroa, que é aproximadamente análoga à BBC Britânica, publicou um artigo em resposta ao anúncio do ‘Fixer Upper stars Chip’ e Joanna Gaine, de que estavam esperando um quinto filho.

Kristen Pyszczyk, escritora com sede em Toronto, cujos interesses incluem “feminismo, saúde mental, vícios, cultura pop e mídia digital”, afirmou que ter um filho não era apenas uma escolha pessoal, mas “uma escolha que afeta a todos que habitam nosso planeta.”

Ela argumentou que a reação da rede social que os Gaineses receberam representa “uma conversa que precisamos ter para desafiar nossa aceitação acrítica da história de realização da vida através da procriação.”

No tuite acima: ‘Mídia de esquerda, escolha um.’ A peça com as crianças diz o seguinte: “Quer lutar contra as mudanças climáticas? Tenha menos filhos.” — As próximas melhores opções são vender o seu carro, evitar aviões e virar vegetariano, de acordo com o estudo sobre impactos em diferentes escolhas de estilos de vida verde.”

A peça com o gráfico diz: “Por que a Europa precisa de mais migrantes? Sem eles a população do continente irá diminuir.”


O principal impulso da peça de Pyszczyk é que os Ocidentais não deveriam ter filhos porque eles são ruins para o meio ambiente.

“O controle da população é um tópico árduo”, ela admite, aludindo vagamente a “eventos históricos desagradáveis” — mas afirma que não é “um exagero dizer que a sobrevivência de nossa espécie depende disso.”

Ela não chega a sugerir políticas para um ou dois filhos, do tipo que levaram meninas a serem abortadas ou deixadas na rua para morrer na China comunista, mas sugere que a difamação pública da família tradicional poderia também ser um truque.

“A vergonha é uma ferramenta poderosa para mudar o comportamento”, diz ela, sugerindo que as meninas que são “preparadas para a maternidade desde uma idade muito precoce” devem ser submetidas a “argumentos alternativos.”

No entanto, ela parece contrariar todos os seus argumentos sobre as mudanças climáticas e as pegadas de carbono individuais na conclusão de seu artigo, no qual o impacto potencial da queda nas taxas de natalidade Canadenses é delicadamente descartado com um apelo à migração em massa.

No tuite acima: Está na hora de questionar o que se passa na mente desses editores…


“A procriação está se tornando uma preocupação global de saúde pública, ao invés de uma decisão pessoal. Então, quando as pessoas fazem coisas irresponsáveis como ter cinco filhos, nós absolutamente precisamos responsabilizá-las.”

“E se a taxa de natalidade no Canadá diminuir, qual é o problema? Enquanto o [Presidente Donald Trump] corta a ajuda para organizações sem fins lucrativos que educam sobre o aborto, restringe a imigração e deixa de enviar dinheiro aos países que precisam, teremos um estoque constante de migrantes inteligentes e talentosos.”

O que ninguém explica é como a substituição das crianças Canadenses por migrantes, poderia de alguma forma, mitigar o impacto das pessoas no meio ambiente?


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Alemanha Precisa De 2.000 Juízes E Promotores A Mais

Fonte/Source: Germany Needs An Extra 2,000 Judges and Prosecutors to Process Fivefold Increase in Terror Cases


Por Tião Cazeiro

Venho traduzindo artigos para ajudar as pessoas a compreenderem os motivos, o que está por trás, os quais  impulsionam o terrorismo Islâmico, um dos temas principais hoje em dia no mundo por conta do antagonismo Islâmico.  Entretanto, algumas pessoas acham que eu deveria estar escrevendo sobre o que acontece no Brasil, onde a criminalidade é absurda, onde o terrorismo jamais irá se criar porque “a bandidagem não vai permitir” etc.

Mas o interessante nisso tudo é que essas pessoas não leem o que eu escrevo, nunca entraram no meu blog para ver o que estou fazendo apesar da minha insistência. Preferem ficar no seu mundinho, na sua viagenzinha. Elas não percebem que a “bandidagem” é o alvo predileto para uma aliança, para uma conversão, através das velhas conversinhas e muito dinheiro.


Alemanha Precisa De 2.000 Juízes E Promotores A Mais Para Processar O Aumento Quíntuplo Em Casos De Terrorismo

Por JACK MONTGOMERY

24 de Dezembro 2017

O sistema judicial da Alemanha está gritando por conta da explosão em casos de terrorismo desde que a Chanceler Angela Merkel abriu a porta para um número ilimitado de migrantes em 2015.

O procurador-geral Alemão abriu 1.200 casos de terror em 2017, absolutamente chocante, dos quais cerca de 1.000 foram relacionados ao terrorismo radical Islâmico como relata Tagesschau.

Isso representa um aumento de cinco vezes em 2016, quando o número ficou em torno de 250 — com aproximadamente 200 casos relacionados ao Islamismo radical.

Sven Rebehn, chefe da associação Alemã de juízes, advertiu que o sistema está lutando para lidar com o volume total de aumento de casos, com um fardo particularmente pesado nos pontos de acesso migratórios de Berlim, Dusseldorf, Frankfurt e Hamburgo.

A judiciário federal calculou que cerca de 2.000 juízes e promotores adicionais serão necessários se o país quiser enfrentar a crescente ameaça terrorista e limpar o atraso, ou enfrentar dificuldades reais no futuro próximo.

Os migrantes não só aumentaram a carga de trabalho dos tribunais no campo do terrorismo — por exemplo, 91% dos 48% de aumento casos de estupro na Bavária foi atribuído aos migrantes em Setembro de 2017.

Mas os custos para expandir a capacidade do sistema judicial para absorver o aumento dos casos de terrorismo não são as únicas despesas que podem cair sobre a Alemanha como consequência da migração em massa.

O custo das recentes migrações ao país deverá chegar a algo em torno de 100 bilhões de euros até 2020 — com essa estimativa provavelmente acrescida.

A Alemanha também enfrenta outros problemas de longa data com a imigração: entre 43 e 48 por cento da população são de etnia Turca — que cresceu de forma constante desde a introdução do programa especial “trabalhador convidado” na década de 1960 e agora está na casa dos milhões — e são “economicamente inativos”, com a mídia Alemã informando que a “grande maioria… declara que — pelo menos por enquanto — não estão interessados em trabalho.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Presidente Tcheco: “…Israel É Um “Modelo Heróico Para Nós”

Fonte/Source: Czech Prez: Europe Is ‘Jeopardised by a Culture of Hatred Incompatible with Ours’, Israel a ‘Heroic Model for Us’


Presidente Tcheco: A Europa Está “Prejudicada Por Uma Cultura De Ódio Incompatível Com A Nossa”, Israel É Um “Modelo Heróico Para Nós”

POR JACK MONTGOMERY

19 de Dezembro de 2017

Czech

O Presidente da República Tcheca advertiu que os valores da Europa estão sendo “comprometidos por uma cultura de ódio incompatível com a nossa” e afirmou que “Israel e seu heroísmo são um modelo e um encorajamento para nós”.

Miloš Zeman é um ex-líder do Partido Social Democrata da República Tcheca e considerado um populista de esquerda, mas manteve uma posição sólida contra a imigração em massa e o multiculturalismo ao longo de seu tempo no cargo.

“A União Europeia já experimentou muitas crises”, explicou  Miloš Zeman aos 73 anos de idade, em entrevista ao Israel Hayom transcrito pelo portal de notícias ParlamentníListy.cz.

“Estamos lidando agora com uma crise de imigração em larga escala relacionada  ao terrorismo, que coloca a UE numa situação tal que precisa urgentemente tomar medidas muito específicas e muito eficazes.

“É uma situação séria em que os valores Judaico-Cristãos fundamentais da cultura Europeia estão comprometidos por uma cultura de ódio incompatível com a nossa. Como já observei, Israel e seu heroísmo são um modelo e um encorajamento para nós”, afirmou.

Presidente Tcheco: “É impossível integrar os Muçulmanos na Europa Ocidental”.

O Presidente Zeman, um forte defensor de Israel e um dos poucos líderes Europeus que apoia a decisão do Presidente dos EUA, Donald Trump, de reconhecer oficialmente Jerusalém como a capital de Israel — repreende severamente “a covarde União Europeia” pela sua decisão em apoio a “um movimento terrorista pro-Palestino” — disse que iria pedir ao novo Primeiro-Ministro, Andrej Babiš, para seguir a liderança do premier dos EUA, transferindo a embaixada Tcheca de Tel Aviv para Jerusalém.

Zeman também foi um forte defensor das manobras do parlamento Tcheco para introduzir uma espécie de Segunda Emenda aos seus cidadãos — sob a oposição feroz do establishment da UE — observando que “o nível do crime internacional está crescendo por causa do terrorismo Islâmico” disse em seu discurso no Conselho Intergovernamental da Europa.

“O que podemos fazer contra a criminalidade internacional? Investir na polícia, investir no exército e ter a coragem de investir em nossas próprias armas.

“Minha esposa tem uma pistola. Claro, ela passou todos os testes necessários, mas agora estou protegido pela minha esposa e não apenas por guarda-costas”, disse à escandalizada audiência Europeia, que tende a ter uma visão fraca do direito dos cidadãos comuns de manter as armas para defesa pessoal — com a notável exceção da Suíça.

Presidente Tcheco Milos Zeman Chama A Onda Migratória Na Europa De Invasão Organizada.

O Presidente Zeman tem sido um feroz crítico da posição institucional da União Europeia sobre a migração em massa, descrevendo a crise dos migrantes como “uma invasão organizada e não um movimento espontâneo de refugiados”.

A República Tcheca provavelmente se tornará o país mais Eurocéptico da União Europeia após a saída do Reino Unido, deixando os mandarins de Bruxelas preocupados com o “Tchecout” que poderá ser a próxima maior dor de cabeça depois que o Brexit for concluído.

Oficialmente, o Presidente Zeman e o Primeiro-Ministro Babiš dizem que preferem reformar o bloco a partir de dentro, com Zeman dizendo a Israel Hayom que “os quatro estados de Visegrad que tiveram experiências infelizes com regimes totalitários no passado” — República Tcheca, Hungria, Polônia e a Eslováquia — “podem ​​e devem ser o verdadeiro motor de mudança dentro da UE”.

Essa aliança de migração anti-massa e pró-soberania foi recentemente apoiada pela ascensão do governo de coalizão conservador-populista na Áustria, que terá um forte foco na luta contra a imigração ilegal e o Islamismo radical.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

‘Ken e Barbie’ do Globalismo

Fonte/Source: LISTEN: Bannon Mocks Macron and Merkel as the ‘Ken and Barbie’ of Globalism


‘Ken e Barbie’ do Globalismo

Por Jack Montgomery

25 de Novembro de 2017

O presidente executivo da Breitbart News, Stephen K Bannon, humilhou o Francês Emmanuel Macron e a Alemã Angela Merkel como "Ken e Barbie" do globalismo.

Falando ao editor-chefe da Breitbart em Londres, Raheem Kassam, na Breitbart News Saturday, o ex-estrategista chefe da Casa Branca contrastou a visão globalista dos dois Europeus com o nacionalismo econômico defendido pelo Presidente Trump.

“Eu penso que o nacionalismo econômico é o que nos uni”, explicou Bannon. “Não importa a sua raça, não importa a sua etnia, não importa a sua religião, não importa a sua cor da pele, não importa o seu gênero, não importa a sua preferência sexual — o que importa é, você é cidadão da República Americana? Se você for, você terá preferência”.

Bannon observou que os cidadãos têm “muitas obrigações e deveres” para com seus países e, consequentemente, líderes nacionais têm a obrigação de colocá-los primeiro lugar.

“Quando se trata de empregos, nós vamos proteger nossas fronteiras, vamos parar com essa quantidade ilegal de imigrantes vindo para o país… Aliás, vamos criar mais oportunidades para os cidadãos Americanos”, afirmou.

“Quando o Presidente Trump fala sobre isso em todo o mundo, ele também enfatiza que outros países deveriam fazer com que seus líderes coloquem os seus respectivos países em primeiro lugar, então eu penso que o nacionalismo econômico é algo muito positivo em todo o mundo.”

Bannon e Kassam esculhambaram a narrativa da grande mídia de que o público se voltou a favor do globalismo após a vitória de Trump nos Estados Unidos e a campanha do Brexit no Reino Unido.

“Vamos examinar o Macron, e a Merkel, que são considerados como titãs do globalismo, e são vistos como Ken e Barbie do partido de Davos”, disse Bannon.

“Ambos são extremamente impopulares. Merkel acabou de sair de uma eleição horrível”, lembrou aos ouvintes — prevendo que a alternativa contra a migração em massa da Alternativa para a Amanhã (AFD) teria tido um resultado muito melhor se tivessem expurgado completamente de si as reminiscências Neonazistas.

“Merkel não pode nem sequer montar um governo, e está realmente balançando neste fim-de-semana… Talvez tenham que ter uma outra eleição”.

A Chanceler Angela Merkel foi nomeada como a nova líder do mundo livre por Hillary Clinton, depois do seu próprio fracasso na campanha à Casa Branca, entre outros políticos da esquerda-liberal e comentaristas, e seu desastre eleitoral deixou muitos deles com ovos na cara.

Getty Images

A eleição do novo menino Emmanuel Macron, entretanto, deveria representar uma virada contra os movimentos conservadores superando o establishment —, mas a fraqueza sobre o terrorismo e o Islamismo radical, juntamente com pronunciamentos bizarros com a intenção de governar como um deus Romano rapidamente alienou os eleitores.

Bannon foi contundente, avaliando o Francês como “incrivelmente insípido” e ressaltando o fato de que seus índices de aprovação caíram para “vinte e poucos”.

Para os versados em Inglês, eis aqui a entrevista:


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

BRUXELAS TENTA “PRESSIONAR” A HUNGRIA…

Fonte/Source: Brussels Trying to ‘Pressure’ Hungary into Accepting Migrant Quotas, Relaxing Border Controls


Por Tião Cazeiro

Se Bruxelas tem a arrogância de pressionar a Hungria, o que deve estar acontecendo em Brasília para que a nova Lei de Migração seja implementada? Uma lei que chegou exatamente como uma avalanche, inclusive com o ex-ministro da Justiça Alexandre de Moraes em vídeo anunciando que “o Brasil não limita quantidades“…..

O ativista e empresário Luiz Philippe de Orleans e Bragança está coberto de razão, e é por isso que o apoio ao seu excelente trabalho contra essa nefasta Lei de Migração está crescendo vertiginosamente.

O Brasil precisa seguir os passos da Hungria ou irá perder o seu território. Não substime o inimigo. 


Excerto do brilhante artigo escrito por Raymond Ibrahim: Por que Victor Orbán da Hungria tem razão sobre o Islã :

“O crime de Orbán é querer defender a sua nação contra os Muçulmanos e preservar a sua identidade Cristã. De acordo com o primeiro Ministro da Hungria:

Victor Orbán
Victor Orbán: Um dos poucos líderes da Europa disposto a romper com o politicamente correto do Ocidente no interesse de sua nação.

Aqueles que chegam foram criados em outra religião, e representam uma cultura radicalmente diferente. A maioria deles não é Cristã, e sim Muçulmana. Essa é uma pergunta importante, porque a Europa e a identidade Europeia estão enraizadas no Cristianismo… Nós não queremos criticar a França, a Bélgica, ou qualquer outro país, mas entendemos que todos os países têm o direito de decidir se querem ou não um grande número de Muçulmanos em seu território. Se querem viver juntos, tudo bem. Nós não queremos e entendo que temos o direito de decidir que não queremos um grande número de pessoas Muçulmanas no nosso país. Nós não desejamos as consequências de ter um grande número de comunidades Muçulmanas como vemos em outros países, e não vejo nenhuma razão para alguém nos forçar a criar condições para vivermos juntos em uma Hungria que nós não queremos ver…

O primeiro ministro passou a citar a história — e não de forma politicamente correta, para condenar Cristãos, e acobertar Muçulmanos, mas de acordo com a realidade:

Tenho que dizer que quando se trata de viver junto com comunidades Muçulmanas, nós somos os únicos que possuem experiência porque tivemos a possibilidade de passar por essa experiência durante 150 anos.

Orbán se refere à conquista Muçulmana, e a ocupação da Hungria de 1541 a 1699. Naquela época, a jihad Islâmica, o terrorismo, e a perseguição aos Cristãos eram incontroláveis. [Ênfase adicionada].”


BRUXELAS TENTA “PRESSIONAR” A HUNGRIA A ACEITAR COTAS DE MIGRANTES, RELAXANDO O CONTROLE DAS FRONTEIRAS

Por JACK MONTGOMERY 

14 de Abril de 2017

Brussels
AP Photo/Ronald Zak

O executivo não eleito da União Europeia está tentando “pressionar” a Hungria para aceitar cotas obrigatórias de migrantes e relaxar suas duras medidas de controle das fronteiras, de acordo com o governo.

“A Hungria está pronta para os debates, mas não vamos dar um passo em relação à questão da imigração”, disse uma declaração citada pelo The Times.

O Vice-Presidente da Comissão Europeia, Frans Timmermans, apresentou nas últimas semanas uma série de acusações na Hungria, principalmente em relação à sua resistência às quotas compulsórias de migrantes, à detenção automática de requerentes de asilo e à remoção de privilégios especiais da Universidade Central Europeia fundada pelo bilionário e veterano/ativista pelas fronteiras abertas, George Soros.

As quotas de migrantes, impostas apesar da oposição de vários países da Europa Central, foram rejeitadas de forma esmagadora pelo povo Húngaro num referendo em 2016. A detenção de requerentes de asilo até que seus pedidos sejam processados é uma medida de segurança; falsos requerentes de asilo deixados em liberdade pelas autoridades realizaram ataques terroristas em massa recentemente em Berlim e Estocolmo.

Budapeste nega que esteja tentando fechar a universidade de Soros, com a nova legislação apenas visando assegurar a sua atuação em pé de igualdade com as universidades locais.

Respondendo ao Vice-Presidente Timmermans, o ministro das Relações Exteriores, Péter Szijjártó, denunciou o que descreveu como “acusações patéticas”.

Repreendendo de forma impressionante o burocrata, Szijjártó declarou: “O primeiro Vice-Presidente da Comissão Europeia atacou a Hungria nos últimos dois anos porque, apesar da posição pessoal da Comissão, nós fomos capazes de dar uma resposta bem sucedida à Imigração ilegal”.

A Hungria introduziu controles de fronteira robustos e altamente eficazes numa velocidade vertiginosa depois que a Chanceler Alemã Angela Merkel declarou que não haveria “limite” sobre o número de migrantes que aceitaria, o que fez com que milhões de pessoas entrassem pelo sul e sudeste da UE.

As medidas da Hungria reduziram o número de imigrantes que entram na Hungria através da rota Sérvia de 200.000 em 2015 para apenas 25.000 em 2016 — ações pelas quais o governo Húngaro é parabenizado em particular, de acordo com o Primeiro-Ministro Orbán.

“Se não estivéssemos protegendo as fronteiras externas da Europa, os Austríacos e os Alemães estariam em grandes dificuldades”, disse o líder da Fidesz a Kossuth Rádió.

“Quando a Hungria foi incapaz de proteger as fronteiras externas da Europa … milhões de migrantes marcharam através da Hungria para a Áustria e a Alemanha. Nós acabamos com isso, e todos na Áustria e na Alemanha estão felizes com isso — embora a política de dupla negociação não lhes permita dizer isso, ou escrever sobre isso”, revelou.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis