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GEERT WILDERS: LIÇÕES DO ORIENTE PARA O OCIDENTE

Fonte/Source: GEERT WILDERS: Lessons from the East for the West


GEERT WILDERS: LIÇÕES DO ORIENTE PARA O OCIDENTE

Por GEERT WILDERS

Via Breitbart London

2 de Fevereiro de 2018

Wilders
Vit Simanek/CTK via AP

No último fim de semana estive na Hungria apresentando a tradução Húngara do meu livro Marked for Death: Islam’s War Against the West and Me [trad., ‘Marcado para Morrer; A Guerra do Islã Contra Mim e o Ocidente’]. Falei em salas de reuniões  e centros de conferências totalmente lotados em Budapeste, Nyíregyháza, Debrecen, Gyór e Sopron. Dei dezenas de entrevistas. Almocei com o Primeiro-Ministro Húngaro, Viktor Orbán.

Visitar a Hungria é uma experiência fantástica para qualquer político Ocidental que resista à invasão Islâmica do Ocidente. Na Hungria, quase não há sinais de Islamização. Os Húngaros não fazem nenhum segredo de sua determinação para mantê-la assim. A atitude na Hungria e, nesse sentido, na Europa Central em geral, é inteiramente diferente da do Ocidente. Na Europa Central, as pessoas não hesitam em expressar seu apego à sua própria identidade nacional, enraizada nos princípios Judaico-Cristãos da civilização Ocidental. Eles também deixam bem claro que estão dispostos a defender seu patrimônio.

Também tive uma sensação estranha ao ver meu livro, que adverte contra os perigos do Islã, expostos tão abertamente nas livrarias Húngaras. Originalmente publiquei meu livro em Inglês nos Estados Unidos. Fiz isso porque a América tem uma Primeira Emenda, que permite que as pessoas falem, mesmo quando uma mensagem é politicamente incorreta. A tradução Húngara é a primeira tradução do livro. No meu país, nenhum editor tem a coragem de publicá-lo.

Do tuite acima: “A Batalha pelo Ocidente: Viktor Orbán da Hungria acredita que a “maioria silenciosa” — que valoriza a identidade familiar, nacional e o país — prevalecerá sobre os globalistas do “Império Soros”, que procuram transformar os Ocidentais em consumidores de massa multiculturais e sem raízes.”


Uma editora Alemã, que estava interessada, recuou quando se tornou impossível traduzi-lo para o Alemão sem transgredir as rígidas leis do discurso na Alemanha. Por isso, a editora me pediu para que o termo “Islã” fosse substituído sistematicamente pelo termo Weasel que significa “Islamismo”. Recusei porque a mensagem do meu livro é exatamente a de que o próprio Islã é o problema.

O Islã — não o Islamismo, mas o próprio Islã — prega a submissão política do mundo inteiro a Alá. Muhammad não deixou dúvidas sobre isso: “Fui ordenado a lutar contra todos os homens até dizerem: “Não há deus senão Alá“, disse Wilders.

O Alcorão é igualmente inequívoco sobre isso. “Combatei-os até terminar a intriga, e prevalecer totalmente a religião de Alá.” diz o versículo 8:39. O Alcorão também contém a permissão para matar Judeus e Cristãos no versículo 9:29, o comando para aterrorizar os não-Muçulmanos no versículo 8:12, a obrigação de fazer guerra aos infiéis no versículo 9: 123 e a ordem para subjugar o mundo inteiro a Alá no versículo 9:33.

Do tuite acima: “O Primeiro-Ministro da Hungria adverte que os “conspiradores dos Estados Unidos da Europa” estão usando a imigração em massa para construir um superestado “pós-nacional, pós-Cristão”.”


Na Hungria e na Europa Central em geral, pode-se falar muito mais livremente sobre o Islã do que na Europa Ocidental. Lá, as pessoas percebem muito mais sobre o que está em jogo. A Hungria até construiu uma cerca de fronteira para impedir o fluxo de imigrantes de países predominantemente Islâmicos. Viktor Orbán está sozinho e fazendo muito mais pela segurança de todo o continente Europeu do que a Chanceler Alemã Merkel, o Presidente Francês Macron, a Primeira-Ministra Britânica May, meu próprio Primeiro-Ministro Holandês, Mark Rutte, e todos os outros líderes da Europa Ocidental combinados.

Como os líderes Poloneses, Checos e Eslovacos, Orbán repete constantemente que seu país é Cristão e que ele quer que assim permaneça. Ele não quer repetir o erro que a Europa Ocidental fez, abrindo suas portas à imigração Islâmica massiva. Recentemente, o Pew Research Center advertiu que, se as tendências atuais continuarem, a França, Alemanha, Bélgica e Áustria, serão quase 20% Islâmicas até 2050. A Grã-Bretanha e os Países Baixos estão muito atrás, enquanto a Suécia será até mais de 30% Islâmica na virada do século.

Isto é extremamente perigoso. Porque, embora a maioria dos Muçulmanos seja moderada e não violenta, a ideologia Islâmica não é. E dessa forma vem doutrinando muitos dos seguidores do Islã, que levam muito a sério os comandos beligerantes de Muhammad e do Alcorão. Apenas no mês passado, foi revelado na Alemanha que 30% dos estudantes Muçulmanos no Estado da Baixa Saxônia podem imaginar-se lutando e morrendo por causa do Islã. No meu país, a Holanda, pesquisas da Universidade de Amsterdã mostraram que 11% dos Muçulmanos acham aceitável usar a violência em nome do Islamismo. São mais de 100 mil pessoas, o que representa o dobro do número de soldados do nosso exército.

Do tuite acima: “Novos números do Office for National Statistics (NOS) mostram que as mães nascidas fora do Reino Unido representaram 28,2% dos nascidos vivos na Inglaterra e no País de Gales em 2016.”


Por que razão podemos falar muito mais livremente sobre os perigos do Islã na Hungria e em os outros países de Visegrad do que no Ocidente? Por que nossas elites na política, na academia e nos meios de comunicação se comportam de uma forma tão covarde e apaziguadora para com o Islã?

Talvez tenha a ver com a mentalidade de refém, que permeou o Ocidente. Devido à presença já significativa do Islã em seus países, muitos cidadãos da Europa Ocidental parecem ter medo de expressar o desejo de que esses países permaneçam enraizados em sua herança Judeu-Cristã. Nossas elites são certamente muito covardes para insistir nisso. Mas também há outra grande diferença entre a metade Ocidental e Oriental do continente Europeu.

Há cinquenta anos, em todos os lugares do Ocidente, a mentalidade dos “Protestos Contra o Ocidente” dos autoproclamados “progressistas” tomou forma. Isto levou à violência nas ruas via revoltas estudantis em Berkeley, Paris e outros lugares. O auto-ódio Ocidental tornou-se a nova moda. Não fomos autorizados a dizer que a nossa civilização foi a melhor, disseram-nos que foi a pior. O relativismo cultural tornou-se a tendência dominante entre as classes dominantes no Ocidente.

Do tuite acima: Orbán: “Nossa maior ameaça é o silêncio indiferente de uma elite Europeia que renuncia às raízes Cristãs”


Essas classes foram os facilitadores do processo de Islamização. Em primeiro lugar, negando que os imigrantes deveriam assimilar, uma vez que isso defenderia a cultura Europeia sobre as culturas nativas dos imigrantes. Em segundo lugar, atacando as críticas ao Islã e os defensores do Ocidente. E, em terceiro lugar, pela chamada “lawfare” — um processo no qual os simpatizantes Islâmicos, Muçulmanos e não-Muçulmanos, exploram a lei Ocidental e os sistemas legais para suprimir e silenciar seus críticos.

Nota: Lawfare” é uma palavra inglesa que representa o uso indevido dos recursos jurídicos para fins de perseguição política.”

Nenhuma dessas coisas aconteceu em países como a Hungria, a Polônia ou a República Tcheca. Seus cidadãos não são doutrinados dia após dia com a mensagem de que são culpados de todas as injustiças do mundo. Sua herança cultural não está sendo sistematicamente subvertida pelas elites. Seu passado não é caluniado por ativistas profissionais. Eles ainda podem se orgulhar de sua nação. Enquanto nós, no Ocidente, somos informados de que devemos ter vergonha disso.

Essa vergonha e auto-ódio nos sufoca. É hora de acabar com isso. Quanto mais nossas elites criticam países como a Hungria, a Polônia e a República Tcheca, mais devemos apoiá-los e seguir seu exemplo. Se nós, no Ocidente, queremos sobreviver, se queremos superar a crise existencial que enfrentamos, precisamos desislamizar nossas sociedades. Isso só seremos capazes de fazer se começarmos a orgulhar-nos de nós mesmos, da nossa cultura, do nosso passado e da nossa herança nacional. Essa é a lição mais importante que a Europa Central pode nos ensinar. Um povo que tem vergonha do passado não tem futuro. O futuro pertence ao povo orgulhoso, consciente da sua identidade cultural e nacional e disposto a defendê-lo.

Geert Wilders is leader of the Party for Freedom in the Netherlands and author of Marked for Death; Islam’s War Against the West and Me (Regnery)


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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Geert Wilders: “Estamos Lutando Pela Sobrevivência Da Nossa Cultura”

Fonte/Source: Geert Wilders in Hungary: “We are fighting for the survival of our culture.”


Geert Wilders: “Estamos Lutando Pela Sobrevivência Da Nossa Cultura”

Por Voice of Europe

29 de Janeiro de 2018

Geert Wilders com Primeiro-ministro Húngaro Viktor Orbán – © Geert Wilders / Twitter

Hungary Journal

O presidente do Partido Holandês para a Liberdade (PVV), Geert Wilders, esteve na Hungria neste fim de semana para apresentar a edição Húngara de seu livro, ‘Marcado Para Morrer’ (Halállistán). Em Budapeste, deu várias entrevistas e se reuniu com o Primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán.

“Estamos lutando pela sobrevivência da nossa cultura, enquanto existem relativistas culturais no poder.”

Falando para o canal liberal-esquerdista ATV, Wilders disse que considera a cultura Judaico-Cristã superior ao Islamismo, e também levantou a questão sobre os países do Golfo que não estão aceitando os requerentes de asilo da mesma região. Disse ainda que há neste momento “um enorme caos” na Europa, — entre outros — o Holandês Mark Rutte e a Chanceler Alemã Angela Merkel, querem fronteiras abertas para “que todos entrem”, apesar do fato de que “os Europeus rejeitam isso”.

Geert Wilders apresenta seu livro sobre Islamização – © Geert Wilders / Twitter

Wilders destacou que a maioria dos requerentes de asilo são imigrantes econômicos, e que devem voltar para suas casas. “Eu acho que devemos parar a imigração proveniente de países Islâmicos,” acrescentou. O presidente da PVV também disse que quer que os Países Baixos deixem a União Europeia.

“Espero que a política de imigração da Hungria não mude porque também é de interesse da Europa”, disse Wilders ao jornal pró-governo Magyar Idok.

“Estamos lutando pela sobrevivência de nossa cultura, enquanto existem relativistas culturais no poder. Precisamos de políticos que não tenham medo da tarefa diante deles. Não há Viktor Orbáns na Europa Ocidental”, disse Wilders.

Com relação às próximas eleições Húngaras, disse que “é um segredo aberto, que a elite de Bruxelas adoraria ver uma mudança de governo aqui. Você pode imaginar o que penso sobre isso.”

Falando ao site de notícias pró-governo Pesti Sracok, Wilders disse que está alinhado com Viktor Orbán, porque “ele está resistindo à pressão de Bruxelas.” “Outros países do Visegrado estão fazendo a mesma coisa, por diferentes motivos. Poloneses e Tchecos também se destacaram em Bruxelas. Orbán também se opõe e mostra que lidera o seu próprio país, e eu gosto muito disso, espero que tenhamos um líder com pelo menos 10% da coragem de Orbán.”

Wilders acrescentou que cabe aos Húngaros decidirem em quem votar, mas o resultado das eleições também será importante para o resto da Europa.

Em uma longa entrevista com o site de notícias pró-governo 888, Wilders expressou sua opinião sobre o Islã, Israel, no-go zones e a falta de liberdade de expressão na Europa Ocidental. Elogiou a política de migração de Viktor Orbán e disse que a Europa precisa de mais políticos como ele.

Sobre o seu encontro na Segunda-feira com o Primeiro-ministro da Hungria Viktor Orbán, Wilders disse: “Excelente” e “ainda existe liderança!”


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

GEERT WILDERS DISCURSA EM PRAGA

Fonte/Source: GEERT WILDERS DISCURSA EM PRAGA


GEERT WILDERS DISCURSA EM PRAGA

16 de Dezembro de 2017

Caros amigos, estou muito feliz por estar aqui em Praga, uma das cidades mais bonitas da Europa.

Agradeço ao Tomio Okamura e ao SPD por me convidarem.

Sua grande vitória eleitoral em Outubro passado, na República Tcheca, encorajou a todos.

Parabéns Tomio! Parabéns SPD! Vida longa aos Patriotas Tchecos!

Estou especialmente honrado por ter sido convidado a dirigir tantos patriotas Tchecos aqui esta noite.

Deixe-me contar-lhe um pequeno segredo: os Tchecos são uma das minhas pessoas favoritas na Europa.

Vocês são uma nação de heróis!

Basta pensar em Jan Komensky, o grande filósofo que também morou na Holanda. Era um grande Europeu, e onde quer que fosse, continuava escrevendo em Tcheco e permanecia um Tcheco acima de tudo.

Nunca esqueçamos de sua grande lição: somente ao permanecer o que somos, podemos ser verdadeiros Europeus!

Quando penso nos Tchecos, também penso em Thomas Masaryk, o libertador da sua terra, o seu próprio George Washington.

Ele zombou das nossas chamadas elites intelectuais, que estão ansiosas para mudar o mundo, mas também arrogantes para ver a sabedoria nas tradições e valores conservadores.

Sua grande lição é a seguinte: Respeite a sabedoria das pessoas. Respeite a sabedoria de nossos antepassados.

Nossos valores nacionais, nossas tradições, nossa identidade, nos fazem quem somos.

E nunca vamos desistir deles!

Quando penso nos Tchecos, penso em Jan Palach, herói da Primavera de Praga de 1968.

Jan Palach recusou-se a viver sob uma ditadura totalitária.

Em vez de viver sob o jugo do totalitarismo, preferia morrer pela liberdade.

Esse legado, nós apoiamos! Todos nós!

Palach transformou a palavra “Tcheco” em sinônimo de bravura.

Ele não está morto, o espírito dele vive! Nós nunca vamos trair isso!

Nós também queremos viver em liberdade e permaneceremos quem somos.

Meu partido quer retirar os Países Baixos da União Europeia. Nosso lema é o Nexit!

Defendemos os estados-nação soberanos e independentes porque o estado-nação é o lar de nossa democracia e somente os estados-nação podem proteger a nossa identidade nacional.

E não temos medo de deixar isso bem claro: a União Europeia é um monstro! Queremos um futuro sem ela!

É claro que países individuais podem cooperar bilateralmente ou mesmo multilateralmente se considerarem que isso é benéfico.

Mas rejeitamos todo o supranacionalismo. Porque prejudica nossa soberania nacional, nossa identidade nacional, nossa democracia e liberdade, nossos valores.

Hoje, Bruxelas quer nos inundar com imigrantes do Terceiro Mundo. Principalmente de países Islâmicos.

Quer distribuir esses imigrantes em todos os estados-membros da União Europeia. O resultado será um desastre.

Diluirá a identidade Judaico-Cristã e humanista de nossas nações.

A República Tcheca e os outros países de Visegrad rejeitam esse plano maléfico da União Europeia.

Eles — você — defendem a Europa e sua civilização.

E nós o apoiamos em sua corajosa resistência contra a União Europeia!

Porque, como você, queremos permanecer o que somos: Livre, independente, soberano!

Nações orgulhosas com uma civilização Judaico-Cristã e humanista.

Para sempre livre, para sempre civilizado.

Meus amigos,

Juntos, devemos nos opor às elites cosmopolitas.

Porque essas elites não representam as pessoas e estão vendendo o estado-nação.

Juntos, devemos nos opor ao totalitarismo Islâmico. Porque a nossa civilização não é Islâmica.

Está enraizada no legado de Jerusalém, Atenas e Roma! E não, jamais, em Meca!

Bruxelas está processando você. As elites cosmopolitas estão processando a República Tcheca, a Polônia e a Hungria porque querem que seu país seja Islamizado da mesma forma que a Europa Ocidental.

Isso é um escândalo! Porém você não está sozinho!

Eu estou com você.

Todos os nossos amigos aqui estão com você.

Queremos o mesmo que você:

Queremos permanecer donos da nossa própria casa.

Juntos, simbolizamos a chama da liberdade que não pode ser extinguida.

Aqui estamos, unidos na luta pela liberdade! Nós somos a vanguarda da nova Europa!

Você não quer na República Tcheca o que acontece hoje na Europa Ocidental.

O que está acontecendo é terrível. Novos números sobre a crescente população Muçulmana na União Europeia acabam de ser publicados pelo renomado Pew Research Center.

A menos que haja mudanças radicais nas políticas atuais em relação à imigração, mais de 30% da Suécia será Islâmica em meados deste século, e quase 20% na Alemanha e França.

Você tem razão em não querer isso aqui.

Nós, na Europa Ocidental, cometemos um erro terrível. Nas últimas quatro décadas, permitimos a entrada de milhões de imigrantes, muitos deles de países Islâmicos.

E, embora nem todos os imigrantes sejam culpados, a imigração em massa levou a um desastre:

A criminalidade cresceu, a violência contra as mulheres se multiplicou, o antissemitismo aumentou, e ataques terroristas ocorreram em todos os lugares.

Você não quer isso aqui! Você diz: não! Nunca! Ne! Nikdy!

Você não quer bairros governados pela Sharia, onde os Tchecos já não se sentem seguros! Não queremos mesquitas, imãs, alimentos halal, desigualdade de homens e mulheres, não queremos a lei da Sharia Islâmica bárbara em nossa terra.

O Islamismo não é uma religião, mas uma ideologia totalitária.

Se você deixar o Islã, você será morto. O Islamismo quer dominar a nossa sociedade e é como uma ideologia incapaz e avessa à assimilação. O Islã significa dominação, violência e terror para Cristãos, Judeus, mulheres, apóstatas e, na verdade, todos que não são Islâmicos. A lei Islâmica da Sharia e a liberdade são 100% incompatíveis. Em nenhum outro lugar do mundo, em nenhum país onde o Islamismo é dominante, existe liberdade.

Então, minha proposta é: chega!

Chega de violência, Chega de ódio, Chega de terror e chega de Islã. Se você gosta do Islã e quer mais mesquitas ou imãs ou alimentos halal e se você quiser viver de acordo com a lei total da Sharia, você pode ter isso. Mas não aqui, melhor se mudar para a Arábia Saudita ou o Irã. Aqui não. Este é o nosso país. Você concorda comigo?

No passado, os Tchecos desempenharam um papel importante na proteção da Europa contra o Islã.

Foi o seu Rei, Ludvik, o Rei da Boêmia e a Hungria, que morreram lutando contra os Otomanos em Mohacs.

Os Boêmios também estiveram proeminentemente presente no cerco de Viena.

Você era um baluarte do Ocidente contra os Otomanos. E nós, no Ocidente, devemos a nossa liberdade!

E hoje você mais uma vez resiste à política de asilo da União Europeia e à Islamização da Europa. E eu lhes digo isto: Obrigado, meus amigos Tchecos, obrigado Visegrad! Sua resistência nos inspira!

Infelizmente, se nada acontecer, o pior ainda está por vir.

A população Africana deve crescer de seus atuais 1 bilhão para 4 bilhões até o final do século. Um terço dos Africanos quer se mudar para o exterior e muitos querem vir para a Europa.

Não pararmos isso, milhões estarão em nosso caminho, nos tornaremos uma província da África, seremos Islamizados, nosso povo se tornará uma minoria e nossa população será substituída.

Mas a nossa resposta é clara: não! Nunca! Ne! Nikdy!

Portanto, nossos países devem adotar uma estratégia totalmente nova.

Devemos ter a coragem de introduzir proibições de viagem, como o Presidente Trump fez nos EUA.

Devemos ter a coragem de enviar todos os barcos com migrantes ilegais de volta, como a Austrália está fazendo.

Devemos ter a coragem de restringir a imigração legal em vez de expandi-la, mesmo que algumas vezes tenhamos que construir um muro, como fizeram os corajosos Húngaros.

Devemos ter a coragem de repatriar imigrantes ilegais. E a coragem de desislamizar e não ser útil à ideologia do Islamismo.

Em vez de ser suave, a Europa deve endurecer.

Não há outra alternativa. Se falharmos, deixaremos de existir.

Se não tivermos a coragem de fazer as coisas que acabei de mencionar, vamos perecer.

Porque enfrentamos uma crise existencial.

Meus amigos, o grande conflito de nossa época, o grande confronto à nossa frente é o conflito entre globalismo e patriotismo, entre supranacionalismo e identidade.

E neste conflito, “Liberdade” é o nosso slogan! Svoboda !! (trad., Liberdade)

Viva a República Tcheca!

No espírito de nossos heróis nacionais, defenderemos o alto castelo da liberdade e da democracia.

E nós vamos vencer!

Porque somos patriotas!

Juntos, somos o vento da mudança que agitará a velha ordem!

E restaurar a Europa para os Europeus!!

Obrigado.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

GEERT WILDERS: O ISLÃ É CULPADO POR MANCHESTER

Fonte/Source: Geert Wilders: Islam Is To Blame for Manchester | Gates of Vienna


GEERT WILDERS: O ISLÃ É CULPADO POR MANCHESTER
Por Geert Wilders

24 de maio de 2017

Estou escrevendo este artigo hoje depois que nós, membros do Parlamento Holandês, com a presença do Embaixador Britânico, prestamos homenagem às vítimas de Manchester com um breve discurso do nosso Primeiro-Ministro e um minuto de silêncio.

Dois meses atrás, fizemos o mesmo para as vítimas em Estocolmo. Em Dezembro passado, para aqueles em Berlim. E, anteriormente, para aqueles em Nice, Bruxelas, Paris, Copenhague… A lista se torna interminável, enquanto o número de embaixadores Ocidentais, que não visitaram o nosso Parlamento em uma dessas tristes ocasiões, torna-se cada vez menor.

E, cada vez, ouvimos as mesmas palavras ocas de choque e dor e quão incompreensível é tudo. Mas nunca ouvimos nosso Primeiro-Ministro, nem os líderes de outros países Ocidentais, nos dizerem a verdade: A causa de todo esse derramamento de sangue, toda essa miséria, toda essa dor e tristeza, é o Islã.

Em vez da verdade, temos lágrimas de crocodilo. Nós temos que escutar platitudes, nós temos o ar quente do politicamente correto soprando sobre nós, repetidas vezes. Mas a verdade é que nenhuma árvore má traz bons frutos.

O que estamos testemunhando é pura prática Islâmica. É o Alcorão com sua advertência para “lançar terror no coração dos não-Muçulmanos” (Surah 8:12). É o assim chamado profeta Muhammad (Maomé), que se vangloriou para os seus seguidores: “Eu fui feito vitorioso por meio do terror.” (Bukhari, 4.52.220).

Vítimas do ataque em Manchester, Reino Unido.

O Islã não é uma religião amante da paz, mas uma ideologia totalitária do mal. O Islã quer que todos os não-Muçulmanos se submetam. É totalmente incompatível com a liberdade e a decência humana. Prega o ódio, propaga a violência, e é bárbaro e violento por natureza.

E também abusa da nossa própria independência e liberdade democrática para subverter nossa democracia e  roubar as nossas liberdades. O Islã constrói mesquitas e escolas Islâmicas, muitas vezes com dinheiro Saudita, onde o ódio contra o Ocidente é divulgado. Abusa do nosso sistema jurídico para assediar seus críticos. O Islã se comporta como uma quinta coluna em nosso meio. Não é o aquecimento global que está ameaçando o mundo; é o Islã global.

Ataque após ataque, pessoas inocentes estão sendo assassinadas. Todo mundo é alvo. É absolutamente inaceitável que ainda hajam líderes políticos e meios de comunicação ignorando o problema. Querem que os cidadãos acreditem que o Islã é uma religião que ama a paz e que há apenas alguns extremistas Islâmicos que estão arruinando tudo e atingindo a todos. Mas não se deixe enganar.

Pesquisas de opinião mostram que nada menos que dois terços dos Muçulmanos nos Países Baixos consideram as regras Islâmicas mais importantes do que nossas leis democráticas seculares. Pesquisas da Universidade de Amsterdã mostram que cerca de 11% dos Muçulmanos Holandeses acham aceitável usar violência em nome do Islã. Isso significa mais de 100.000 Muçulmanos na Holanda. Duas vezes o número de soldados no nosso exército Holandês.

É impossível para a ideologia Islâmica assimilar uma sociedade livre. As pessoas podem assimilar; uma ideologia não pode. Não devemos mais importá-la para a nossa sociedade. Não porque odiamos as pessoas, mas porque temos um problema com uma ideologia totalmente incompatível com a liberdade. Aqueles que semeiam o Islã precisam realizar que não irão colher nada além do terrorismo e da barbárie da lei Sharia, com sua opressão contra as mulheres, Cristãos, Judeus, apóstatas e os críticos do Islã.

Vítimas do ataque às Igrejas Cristãs Coptas no Egito.

No mês passado, a Pew Forum revelou algo verdadeiramente chocante. O mundo está se tornando cada vez mais Islâmico. Entre hoje e 2060, o número de Muçulmanos crescerá em 70%. Isto representa mais de duas vezes mais rápido que os Cristãos, três vezes mais rápido que os Hindus e quase cinco vezes mais rápido que os Judeus. Em 2060, o Islã terá quase tantos adeptos quanto o Cristianismo. E portanto, poderá se tornar o maior sistema de crenças na terra.

Em muitos países da Europa Ocidental, as populações estão crescendo apenas por causa dos imigrantes. E muitos destes são Islâmicos. Muhammad já é o nome mais popular entre meninos recém-nascidos nas principais cidades da Grã-Bretanha, França, Holanda, Bélgica entre outros lugares. O Islã utiliza todas as ferramentas em mãos. Pistolas e bombas, facas e carros e aviões. Mas também demografia e imigração.

No ano passado, mais de 180.000 pessoas atravessaram, usando embarcações precárias, da Líbia para a Europa. E este é apenas o começo. As Nações Unidas esperam que a população da África se quadruplique até o final do século. De 1 bilhão hoje para 4 bilhões. Um terço dos Africanos querem deixar seus próprios países. Muitos deles são Islâmicos. E muitos querem se mudar para o norte. Se a Europa Ocidental continuar com suas atuais políticas de portas abertas, a população do continente Europeu corre o risco de ser substituída e suas nações colonizadas e Islamizadas. Não serão mais Europeus, mas uma província da África.

A fim de nos salvar de atrocidades como a que acabou de ser cometida em Manchester, e para estancar o processo de substituição da população na Europa, estas são as três coisas mais importantes que devemos fazer:

  1. Perceber que o Islã é o problema e começar a desislamizar nossas sociedades. Não há mais escolas Islâmicas, nem pregação de ódio. Estamos diante de uma ameaça existencial e devemos tratá-la como tal.

  2. Acabar com toda a imigração dos países Islâmicos. Basta! Aqueles imigrantes que já estão em nossas nações são bem-vindos para ficar, mas somente se aderirem totalmente aos nossos valores, à nossa constituição, e às nossas leis. Se cometerem crimes ou começarem a agir de acordo com a Sharia, devemos expulsá-los imediatamente. Se necessário, os Muçulmanos radicais também devem ser detidos administrativamente.

  3. Livrar-nos do politicamente correto. Não devemos deixar que o Islã abuse das nossas liberdades e dos nossos direitos constitucionais apenas para os abolir. É ingênuo e perigoso conceder direitos a uma ideologia totalitária que, se conseguir, roubará os nossos direitos. Devemos perceber que o Islã declarou guerra contra nós, mas que nunca vamos permitir que ela vença!

O Islã nos odeia e nos mata. E ninguém nos protege. Nossos líderes nos traem.

Vamos começar a agir com bravura, cumprindo o nosso dever, e desislamizar as nossas nações a fim de nos proteger e permanecer como um povo livre.


Geert Wilders MP é membro do Parlamento Holandês e líder do Partido pela Liberdade (PVV) na Holanda


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

GEERT WILDERS

GEERT WILDERS

Por Tião Cazeiro

15 de Março de 2017

O G1-Mundo da Globo.com publicou um artigo intitulado “Líder da Ultradireita da Holanda chama Maomé de “senhor da guerra”‘ e “pedófilo”; por Agencia EFE.

Um título no mínimo curioso. Perceba o jogo de palavras, ‘Ultradireita’ com a primeira letra maiúscula e ‘senhor da guerra e pedófilo’ com a primeira letra minúscula. Dois pesos e duas medidas.

Ultradireita, extrema direita, Hitler, radical etc. Vemos isso o tempo todo na ‘grande mídia’ a respeitos de vários políticos que não se alinham com a esquerda. E o pior, não condiz com a realidade. Dizer que Geert Wilders é “Ultradireita” porque critica o Islã é sacanagem pura. Entretanto, não dizem que ele é um homem inteligente, muito corajoso, que diz a verdade e está tentando ajudar o seu país. Um homem honesto consigo mesmo e realista. Um homem que não rejeita os Muçulmanos e sim o Islã, o Islã Político.

Geert Wilders está sendo tratado pelo G1 (Agencia EFE) da mesma forma que Donald Trump foi por alguns colunistas Brasileiros quando o compararam a Hitler. Resultado, Trump ganhou as eleições e está fazendo um grande trabalho, completamente distante do Obozo e sua gangue. E a mídia ficou pra trás como fábrica de “fakenews” assistindo apavorada a audiência despencar dia após dia.

Supondo que Geert Wilders tenha realmente dito isso, ou seja, “senhor da guerra e pedófilo”, vamos ver se ele tem ou não razão:

O livro “Sobre o Islã” escrito pelo jornalista e sociólogo Ali kamel — Diretor Geral de Jornalismo e Esportes da TV Globo e colunista do jornal O Globo diz o seguinte:

Aliás, esse livro conta com o polêmico jornalista Reinaldo Azevedo na contracapa, dando uma ‘forcinha’ ao colega com o seguinte texto:

Ali Kamel é um jornalista ousado, dos mais competentes que conheço, dono de um texto primoroso e de um desassombro intelectual invulgar

Muito bem, mas vamos ver o que o “desassombro intelectual invulgar” apresenta em seu livro:

Um muçulmano não tem nenhuma nacionalidade senão a sua crença” —Pagina 183

Corretíssimo! E confirma o que Tamimi, um Muçulmano “radical” estacionado na Inglaterra disse: “Somos Muçulmanos na Europa e não Muçulmanos Europeus”. Assim, logicamente, podemos dizer que: “Não existem Muçulmanos Brasileiros e sim Muçulmanos no Brasil”. Correto?

Parece bobagem, coisa de bêbado, mas implica na não assimilação ou convivência Muçulmana com a sociedade Brasileira. A imposição ou a troca da Constituição Brasileira pela lei Sharia é um objetivo real e —não se engane — faz parte da agenda Islâmica no Brasil, o qual a esquerda e alguns veículos de comunicação estão empenhados em abrir caminho para que isso aconteça. Isso já é conhecido, não é uma informação extraterrestre.

Outro trecho desse livro que me surpreende muito é o fato do “desassombro intelectual invulgar” ter mencionado na página 88 que:

Maomé se casara com Ayishah quando ela ainda tinha seis anos de idade, mas o casamento, claro, só se consumou quando ela atingiu a maturidade.” [Ênfase adicionada].

Pois este é um dos pontos ou talvez o principal, que constrange sérios scholars ao redor do mundo e que até hoje gera polêmica de alta voltagem e desconfiança sobre profeta do Islã.

Muhammad na verdade casou-se com Aisha (ou Ayishah) quando ela era uma menina de 6 anos e consumou o casamento quando ela completou 9 anos de idade.  Há quem diga que antes. Isso é pedofilia? Questão de contexto, coisa da época? Uma menina de 9 anos com um homem de 50 e poucos? Isso não abala a reputação de um profeta? E por que o autor omitiu a verdade, inclusive com um afirmativo e sonoro “claro”? Têm tanta certeza assim? Isso constrange o autor? Ou não sabia? Maturidade aos 9 anos de idade?

É fato também de que o crescimento vertiginoso do Islã no mundo é devido as altíssimas taxas de natalidade e por isso é permitido o casamento infantil; poligamia; estupros em massa, o qual é dito pelos próprios como “isso faz parte da nossa cultura“.

Portanto, o que dizer de Geert Wilders, o “Ultradireita” que chamou Muhammad de ‘senhor da guerra’ e ‘pedófilo’ quando vemos que um diretor da Globo omite a idade de Aisha, um fato escrito nos ahadith e relatado pelo famosíssimo Muçulmano Bukhari (Tabari), quando a própria menina Aisha diz assim: “O Mensageiro de Deus (sic) casou comigo quando eu tinha sete anos; Meu casamento foi consumado quando eu tinha nove anos.” (P.170).

Nota: A maioria falam em 6 entretanto a menina Aisha diz que foi aos 7 anos. Outra coisa, isto não é desrespeito a tradição Islâmica, é a própria história do Islã e discutido mundialmente por todos os scholars além de estar escrito nos ahadith, os quais podem ser lidos por todos os interessados.

Com relação ao ‘senhor da guerra’, o próprio Muhammd disse: “Eu fui feito vitorioso pelo terror.” — Muhammad/Maomé — (Bukhari, 52:220)

Veja também…

“Sira, p. 463-4: Em seguida, renderam {a tribo de Quraiza}, e o Apóstolo (Muhammad) limitou-os em Medina, no bairro de d. al-Harith, uma mulher de Bani al-Najjar. Depois disso o Apóstolo saiu para o mercado de Medina e cavou trincheiras nele. Então ele os enviou e decapitou as suas cabeças nas trincheiras que foram trazidas para fora diante dele em lotes. Entre eles estava o inimigo de Alá Huyayy bin Akhtab e Kab bin Asad, chefe deles. Havia 600 ou 700 ao todo, embora alguns registram de 800 a 900. Como eles estavam sendo levados para fora em lotes para o Apóstolo (Muhammad) perguntaram a Kab o que ele pensou que seria feito com eles. Ele respondeu “Você não percebe? Não vê que a soma nunca para e aqueles que são levados jamais retornam? Por Alá isso é a morte!” E continuou até que o Apóstolo (Muhammad) fizesse um sinal a eles. — Islã 101 — A Guerra do Islã Contra o Mundo

Muhammad é visto sim como o ‘senhor da guerra’. Isto é dito por todos os estudiosos. Basta assistir a este maravilhoso trabalho elaborado pelo Dr. Bill Warner, Diretor e Fundador do Political Islam onde mostra as batalhas inspiradas em Muhammad, o senhor da guerra,  que quase liquidou com a civilização Clássica. Assista, você vai se surpreender.

Vídeo legendado em Português e traduzido pelo excelente blog Lei Islâmica em Ação

E por último, eis aqui mais um texto interessante do livro Sobre o Islã do jornalista Ali Kamel:

Num mundo como o de hoje, cada vez mais gente deseja agir como Jehoshua e Tarfon, Abraão e Jó e Muhammad (Maomé). E eu tenho para mim que, quanto mais gente assim o fizer, mais harmonia haverá. Isso de modo algum afasta o mundo da religião“. Página 171.

Estou impressionado com o “desassombro intelectual invulgar” de Ali Kamel. O polêmico Jornalista Reynaldo Azevedo devia estar iluminadíssimo quando escreveu para a contracapa do livro.

Estou impressionado também com o que fazem com os leitores, com a desinformação por conta de uma agenda Islâmica para o Brasil. É uma vergonha tratar um político, um homem de bem, que está ameaçado de morte, com fatwas entre outras coisas bárbaras sobre seus ombros, que vive escoltado, que teve que dormir em quartéis com sua esposa para não ser estraçalhado por selvagens que não sabem o que é liberdade de expressão e de pensamento crítico.

Geert Wilders é um homem corajoso e o Brasil deveria ouvir o que ele tem a dizer.


AUSTRÁLIA: PARTIDO PROMETENDO “REDUZIR O ISLÔ CRESCE EM POPULARIDADE

Fonte/Source: Australia: Party vowing to “reduce Islam” soaring in popularity —JIHAD WATCH

AUSTRÁLIA: PARTIDO PROMETENDO “REDUZIR O ISLÔ CRESCE EM POPULARIDADE

POR CHRISTINE WILLIAMS

7 DE JANEIRO DE 2017

A Q Society  (da qual Robert Spencer, diretor da Jihad Watch, é o “Primeiro Membro Vitalício”) é descrita no artigo abaixo como “anti-Islã” e marcada como uma entidade reacionária que reage exageradamente aos ataques terroristas da jihad. Mas o desafio do Islamismo político é muito maior que a ameaça sempre presente de ataques terroristas da jihad. A incursão dos supremacistas Islâmicos nos países Ocidentais tem sido alarmante, para dizer o mínimo, e a Q Society está tentando alertar as pessoas para isso.

É desconcertante ver que as sociedades Ocidentais continuam tolerando os crimes desenfreados cometidos por imigrantes Muçulmanos; bem como as chocantes agressões sexuais; ameaças à liberdade de expressão; ameaças de violência jihadista; o ódio vomitado contra o Ocidente por muitas Mesquitas; o poderoso lobby mainstream co-conspirador não incriminado que grita “islamofobia” a cada oportunidade; os comícios da Al Quds Day cheios de ódio — realizados abertamente sem consequências; as campanhas de ódio do BDS (Boycott, Divestment, Sanctions)  —organizada e coordenada pela Palestinian BDS National Committee) —em campos universitários e impulsionados por grupos do Hamas.

O Ocidente está paralisado por uma negação coletiva da realidade, fomentada por muitos líderes corruptos que se fixam na contagem de votos em detrimento de uma liderança responsável. No entanto, a crise migratória Muçulmana é um mero prenúncio das coisas que virão, a menos que os Ocidentais acordem.

civilização jihad para dominar o Ocidente, que a Irmandade Muçulmana e outros grupos estão persistentemente construindo, está em pleno andamento. “‘O novo manifesto do partido político Australiano afirma que’ o Islã não é meramente uma religião, é uma ideologia totalitária com aspirações globais”. Há Muçulmanos no Ocidente que desejam praticar sua fé em privado, como as pessoas de outras religiões, mas o Islã político se espalhou sem controle e as autoridades Ocidentais não se atrevem a falar sobre ele ou criar estratégias contra ele, por medo de serem agredidas como “racistas” e “islamofóbicas”. Em contrapartida, a Q Society declara:

“Com o Islã, o problema cresce exponencialmente… o principal é reduzir os números, não deixá-lo crescer mais e tirar o status dele da nossa chamada sociedade multicultural”.

Se essas palavras não forem atendidas no que diz respeito ao Islamismo político, a Austrália acabará por deixar de ser uma sociedade multicultural em tudo ou culturas não-Muçulmanas irão subsistir apenas se estiverem subjugadas à lei Islâmica.

Geert Wilders palestrando na Sociedade Q, Austrália.

“‘Não é apenas uma religião’ Partido secreto prometendo reduzir o Islã ‘sobe em popularidade'”, por Rebecca Perring, Express, 6 de janeiro de 2017:

A misteriosa Q Society está ganhando terreno e apoio para o “Movimento Islâmico-Crítico” em toda a Austrália e agora decidiu abraçar a publicidade.

Bem diferente dos dias em que o grupo insistia que os membros assinassem um acordo de não-divulgação caso quisessem assistir a uma de suas reuniões.

Mas agora o partido anti-Islã está promovendo publicamente um jantar para arrecadar $150 por cabeça (£ 89), em Sydney e Melbourne, que contará com discursos de conselheiros locais bem conhecidos.

Líderes dizem que o grupo secreto está recebendo apoio da oposição, na esteira de vários ataques terroristas islâmicos…

“Se você olhar para 10 anos atrás, não encontrará um aritgo escrito sobre essas questões. Tudo era fantástico, todos queriam um falabel ou um kebab.

“Com o Islã, o problema cresce exponencialmente. Estamos provavelmente 10 anos atrás da Grã-Bretanha e da Europa, mas chegaremos lá rapidamente.”

“O principal é reduzir os números, não deixá-lo crescer mais e retirar o status dele da nossa chamada sociedade multicultural”.

O novo manifesto do partido político Australiano afirma que “o Islã não é meramente uma religião, é uma ideologia totalitária com aspirações globais”.

O partido é afiliado à Aliança de Liberdade Australiana e a organização global Pare a Islamização das Nações (SION), que trouxe o político Holandês de direita Geert Wilders para falar na Austrália.

A Q Society tem 1.000 membros registrados em toda a Austrália que doam somas de US$ 5 (£ 3) a US$ 5.000 (£ 3.000).

Mas, a popularidade da organização não está imune às críticas.

Keysar Trad, da Associação Islâmica de Amizade da Austrália, disse que a Q Society dissemina “a perturbadora islamofobia sem fundamento”, mas disse que alguns subscreveram essa mensagem por causa da falta de boas informações sobre o Islã.

No entanto, Schumann argumenta que a “islamofobia” é um conceito falso.

Ele disse ao news.com.au: “É calúnia básica, material usual para calar as pessoas.”

“Chame-os de Nazistas ou fanáticos. Eu não acho que isso seja racismo. É preocupação com uma ideologia específica .”

“Você provavelmente não lembra como era quando embarcava num avião, era como entrar num trem ou bonde. A mudança certamente não é por causa de alguns Hindus malucos ou Judeus. Terror funciona.”


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis