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PARIS: Zona de Recrutamento Para o Estado Islâmico (ISIS) 

Fonte/Source: Paris suburb becomes jihadi breeding ground and recruitment zone for the Islamic State


Por Tiao Cazeiro

Em Julho de 2015, Robert Spencer publicou o artigo “ESTADO ISLÂMICO (ISIS) PROMETE “ENCHER AS RUAS DE PARIS COM CADÁVERES” dizendo o seguinte:

“Eles amam a morte “como você ama a vida.” Eles são os inimigos da vida, da criação e da criatividade, do amor, da arte e da civilização. Tudo o que eles adoram é a morte, a dor e destruição. Eles são a quintessência da força do mal.”

Os violentíssimos ataques que sucederam em seguida na França  deixaram claro que o ISIS cumpre o que promete.

Agora, vemos em Trappes, uma comuna Francesa na região administrativa da Île-de-France, no departamento de Yvelines, a existência de “no-go zones” Islâmicas, utilizadas pelo ISIS para recrutamento e criação de ações jihadistas.

Claro, nada a ver com o “povo das necessidades especiais,” só um Islamofóbico, racista, fanático de extrema-direita poderia imaginar esse tipo de coisa.

Alcorão 8.12  
"E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: 
Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!"
Subúrbio De Paris Virou Terreno De Criação De Jihad E Zona De Recrutamento Para O Estado Islâmico 

POR CHRISTINE DOUGLASS-WILLIAMS

16 de Fevereiro de 2018

“Marcada como “no-go zone” pelas autoridades”, Trappes, um subúrbio de Paris, foi além e se tornou “um terreno de recrutamento para o Estado Islâmico (ISIS)…  terreno fértil para os jihadistas… imensamente imune às leis Francesas… onde a linha dura do Salafismo e do Wahhabismo são amplamente praticados.”

A integração é um empreendimento inútil para os supremacistas Islâmicos que vêem a França (e outras nações Ocidentais) como uma Casa da Guerra para ser subvertida em Casa do Islã. Isso tornou-se mais evidente quando o líder Francês, Emmanuel Macron, afirmou que “tentaria definir as relações entre o Islã e o Estado.” Suas palavras foram confrontadas com espantoso desrespeito e repreensão por parte do líder representante dos Muçulmanos na França, Ahmet Ogras, presidente do Conselho Francês da Fé Muçulmana. Com plena insolência supremacista Islâmica, ordenou ao líder Francês para “não se intrometer na organização do Islã.”

O Islamismo certamente “interferiu na organização da França”, aterrorizando sua população com ataques jihadistas e ameaças por mais.

Como um homem que rendeu continuamente aos Muçulmanos, Macron aceitou a repreensão humilhante de Ogras; declarou em Outubro de 2016 que “nenhuma religião é hoje um problema na França”. A fraqueza e o apaziguamento diante dos supremacistas Islâmicos apenas os encoraja, como Macron está descobrindo.

Agora, a situação no subúrbio de Trappes é sombria. As condições irão se deteriorar ainda mais e a ameaça jihadista se espalhará, a menos que as autoridades reprimam rapidamente, apesar das ameaças jihadistas e das repreensões da supremacia Islâmica.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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Canadá: Relatório M-103 Promete Ação Do Governo Contra “Islamofobia”

Fonte/Source: Canada: M-103 Heritage Committee report promises government action against “Islamophobia”


Canadá: Relatório M-103 Promete Ação Do Governo Contra “Islamofobia”

 Por CHRISTINE DOUGLASS-WILLIAMS

2 de Fevereiro de 2018

Primeiro-ministro do Canadá Justin Trudeau

O Comitê Permanente do Governo Canadense no Patrimônio do Canadá, completou o relatório preliminar sobre a Moção-103 “anti-Islamofobia”, e está pronto para “tomar medidas.”

A Moção M-103, apresentado pelo Deputado Liberal Iqra Khalid há pouco mais de um ano, reconheceu

“A necessidade de reprimir o crescente clima público de ódio e medo… condenar a Islamofobia e todas as formas de racismo sistêmico e discriminação religiosa, tomar nota da petição e-411 da Câmara dos Comuns e as questões levantadas por ela… e solicitar que o Comitê Permanente do Patrimônio Canadense empreenda um estudo.”

Após a aprovação da M-103 no Parlamento, o Comitê Permanente do Patrimônio Canadense prosseguiu com seu estudo, conduzindo várias audiências com grupos selecionados e membros do público, tanto a favor como contra a moção.

O custo desse extenso projeto, de quase um ano de duração, do Comitê do Patrimônio foi pago pelos contribuintes. O objetivo real e a metodologia do estudo ficaram indefinidos.

Agora que se tornou público de que o governo está se preparando para “tomar medidas” contra aqueles considerados “Islamofóbicos”, os Canadenses estão no escuro quanto à natureza das ações que serão tomadas (ou o alcance das mesmas), pelos padrões de quem e a definição do que é considerado “Islamofóbico.”

“O Comitê Permanente do Patrimônio do Canadá tem o prazer de disponibilizar o relatório intitulado “‘Adotando medidas‘ contra o racismo sistêmico e a discriminação religiosa, incluindo a Islamofobia.”

No relatório do Comitê de Patrimônio, a seção sobre “Islamofobia” é estranhamente curta: menos de duas páginas. A definição da Comissão de Direitos Humanos do Ontário (CCRD) do termo “Islamofobia” foi incluída, da seguinte forma:

“A Islamofobia pode ser descrita como estereótipos, preconceitos ou atos de hostilidade em relação aos Muçulmanos ou seguidores do Islamismo em geral. Além dos atos individuais de intolerância e perfil racial, a Islamofobia induz a enxergar os Muçulmanos como a maior ameaça em relação à segurança institucional, sistêmica e social.

A definição de “Islamofobia” fornecida pela Comissão de Direitos Humanos de Ontário (OHRC) é nebulosa. Perguntas para reflexão: o que significa a jihad global e qual é a doutrina por trás disso?

Se o relatório de abusos globais cometidos em nome do Islã induz inadvertidamente a “enxergar os Muçulmanos como a maior ameaça à segurança”, então estaria a OHRC afirmando que não se deve informar sobre esses abusos (como perseguição Cristã, ataques jihadistas, ataques às mulheres na Europa, crime de honra, apedrejamentos, mutilação genital feminina (MGF), assassinatos de apóstatas e gays, as rigorosas leis de blasfêmia do Paquistão, etc.), uma vez que tais relatórios podem potencialmente afetar a forma como os Muçulmanos são vistos?

O relatório do Comitê do Patrimônio emitiu um documento passivo-agressivo que ameaça com “medidas” todos os que praticarem “Islamofobia”, enquanto não fornece uma definição concisa do que significa a “Islamofobia”. Também não apresenta conclusões minuciosas, apesar das exaustivas audiências, e fracassa ao não compreender a importância da Petição e-411, que constituiu a base da M-103 e estabeleceu: “Nós, que assinamos, cidadãos e residentes do Canadá, pedimos que a Câmara dos Comuns se junte a nós reconhecendo que indivíduos extremistas não representam a religião do Islamismo, e condenando todas as formas de Islamofobia.

Indivíduos e grupos ligados à Irmandade Muçulmana estiveram no comando de uma campanha extremista em todo o Canadá para impulsionar a “Islamofobia”, uma agenda sobre “vitimologia”, que tenta proibir qualquer crítica ao Islã — colocando assim uma única religião sobre todas as outras, como todas as outras doutrinas religiosas estão e devem estar sujeitas ao escrutínio.

Numerosas sugestões dos Canadenses para substituir a palavra “Islamofobia” por “fanatismo anti-Muçulmano” foram rejeitadas.

Apesar das muitas acusações da mídia de que a direita alternativa ou “alt-right” tinha gerado paranóia sobre a palavra “Islamofobia” como sendo uma ameaça à liberdade de expressão e a implementação de leis tácitas de blasfêmia da Sharia, a ameaça representada pela palavra foi exibida em público quando o termo “Islamofobia” foi definido concretamente por escrito no  curriculum “Guide Book” do Conselho Escolar Distrital de Toronto. “A Islamofobia” foi definida como “medo, preconceito, ódio ou antipatia dirigido contra o Islã ou Muçulmanos, ou contra a política ou a cultura Islâmica“, sustentando preocupações generalizadas de que o Islã político está de fato em jogo no uso da palavra “Islamofobia”, e que existe um esforço concertado para excluir quaisquer discussões sobre isso. (As seções do Guide Book foram alteradas após as reclamações.)

É significativo que a Organização de Cooperação Islâmica (OIC) tenha estabelecido um “Observatório” que se dedica a combater a “Islamofobia” global e tenha deixado claro que a “Islamofobia” engloba não só o fanatismo anti-Muçulmano, mas também a crítica ao Islamismo e qualquer discurso que seja considerado ofensivo aos Muçulmanos; daí a existência de leis de blasfêmia nos estados Islâmicos.

O que os Canadenses pensam sobre a direção do Canadá não preocupa Justin Trudeau e seus acólitos. O Canadá não pode mais ser considerado um país diverso e livre, quando meramente ofender o Islã tornou-se uma ofensa punível, enquanto o governo desconta a pregação de ódio de rotina no Dia de Al Quds, nos campi e nas mesquitas, inclusive o ódio e incitamento contra a comunidade LGBTQ, que Justin Trudeau afirma defender. A imprecisão do Relatório do Comitê do Patrimônio deve aumentar nível de alarme. Um serviço básico que as audiências exaustivas proporcionaram foi uma oportunidade para calcular o fervor e a força da oposição ao M-103, o que dá uma clara visão sobre até que ponto o governo Trudeau consegue empurrar o envelope com os Canadenses.

Alguns pontos sobre o sentimento Canadense em relação às questões impostas por Trudeau:

Trudeau também é o primeiro líder a quebrar a lei federal de ética, já que passou férias com sua família numa ilha das Bahamas, pertencente à Aga Khan. Ele também, convenientemente, doou US$ 15 milhões, dinheiro suado do contribuinte, para o fundo de doação de Aga Khan. Troca de favores?

Alguns outros problemas com Trudeau:

  • Acusou o partido conservador de “Islamofóbico” por perguntar sobre o terrorismo jihadista;
  • Encontrou-se em particular com Joshua Boyle, um suspeito ex-membro do grupo terrorista Talibã e envolvido em 15 acusações criminais;
  • Seu governo tem tentado reabrir as relações com o regime Islâmico Iraniano, depois que o governo conservador anterior encerrou a embaixada Iraniana em Ottawa por causa de suas operações clandestinas — incluindo espionagem e infiltração. O deputado Liberal Iraniano, Majid Jowhari, iniciou uma petição para restabelecer os laços diplomáticos com o Irã.
  • O deputado que apoia a Sharia, Omar Alghabra, representou o Canadá na 44ª sessão do Conselho de Ministros dos Negócios Estrangeiros da Organização de Cooperação Islâmica. Desde quando o Canadá é um estado da OIC?
  • Documentos de inteligência vazados agora revelam uma ameaça muito maior de terrorismo Islâmico do que o governo Trudeau admitirá.

Enquanto Trudeau continua gastando dinheiro dos contribuintes em políticas e projetos indesejáveis ​​à maioria dos Canadenses, os mesmos podem esperar por mais surpresas. O governo Trudeau considerou oportuno considerar os Canadenses como “fóbicos” em relação aos Muçulmanos e agirá contra os cidadãos por conta dessa tal “fobia”. Um em cada três países do mundo possui leis de blasfêmia que “criminalizam o sentimento anti-religioso” e o Canadá está nesse caminho. Apesar da natureza longa e aparentemente benigna do relatório do Comitê do Patrimônio, promete ação contra a “Islamofobia”, um termo que não conseguiu definir adequadamente, dando ao governo muita margem de manobra.

“O Relatório Preliminar anti-Islamofobia está pronto”, de Robert Tuomi, Windsor Square, 1 de Fevereiro de 2018:

(OTTAWA, ON) — O Comitê permanente do governo federal, um membro do Patrimônio Canadense completou o relatório preliminar sobre o racismo sistêmico e a discriminação religiosa, incluindo a Islamofobia, no Canadá. Embora sua última reunião, na Quarta-feira, estivesse na câmera, o comitê, liderado pela deputada liberal Hedy Fry, divulgou suas atas.

De acordo com as atas, o comitê, com membros dos três principais partidos políticos, concordou em adotar um relatório preliminar para ser intitulado “Adotando Medidas” contra o racismo sistêmico e a discriminação religiosa, incluindo a Islamofobia.

O documento será agora revisto por Fry e pelos funcionários públicos cujo papel será fazer “mudanças gramaticais e editoriais que sejam necessárias sem alterar o conteúdo do relatório.” Foi acordado pelo comitê que o governo apresentasse uma resposta abrangente seguindo a apresentação de Fry à Câmara dos Comuns.

Uma vez que Fry apresente as descobertas da comissão, numa data ainda a ser anunciada, os funcionários públicos que trabalham no documento divulgarão e colocarão as informações relacionadas no site do comitê.

O comitê teve a tarefa de examinar a Islamofobia e a discriminação religiosa na sequência da aprovação do Motion-103 em Abril do ano passado. Como parte de seu trabalho, o comitê realizou 93 reuniões e contou com 78 testemunhas.

Apresentado ao Parlamento por Iqra Khalid, deputado liberal que representa Mississauga-Erin Mills, a então moção não vinculativa pediu ao Governo que condene a Islamofobia no Canadá…..


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Áustria Apoia Grupo De Visegrad Contra Influxo De Migrantes Muçulmanos     

Fonte/Source: Austria stands with Visegrad group against Muslim migrant influx

Áustria Apoia Grupo De Visegrad Contra Influxo De Migrantes Muçulmanos   

POR CHRISTINE DOUGLASS-WILLIAMS

1 de Fevereiro de 2018

“O Chanceler Austríaco Sebastian Kurz diz que está posicionando seu país como uma ponte entre o “Grupo de Visegrad” das nações da Europa Oriental e seus homólogos Ocidentais.”

Isto causa mais problemas para a União Europeia (UE), após o anúncio no início desta semana de que a República Tcheca estava considerando um referendo “Tchexit” para deixar a União Europeia. A Áustria e o grupo de Visegrad se dedicaram à segurança pública em face de ataques jihadistas, violações em massa, no-go zones e crimes crescentes que varreram a Europa desde o influxo de migrantes Muçulmanos. O Estado Islâmico (ISIS) também cumpriu sua promessa e se infiltrou no fluxo de “refugiados”.

“Kurz disse que concordou com os países de Visegrad, — República Tcheca, Hungria, Polônia e Eslováquia — que um sistema de quotas para migrantes era impraticável e sobre a necessidade de fortalecer as fronteiras externas.” O grupo Visegrad resistiu resolutamente contra a intromissão da UE que impõe suas políticas suicidas de imigração, além de ameaças com sanções. Em meados de Janeiro, o governo Austríaco pediu “uma política restritiva de asilo” devido à escalada do crime. Os crimes cometidos por “estrangeiros” na Áustria representaram 40% do total em 2016, sendo a maioria dos agressores Afegãos Muçulmanos, Chechenos e Norte-Africanos.

Apesar de tudo isso, logo antes do Natal, a Comissão Europeia iniciou os procedimentos do Artigo 7 contra a Polônia (aka opção nuclear) para suspender a mesma dos seus direitos de voto nas instituições da UE. O líder Húngaro Viktor Orbán prometeu manter-se forte com a Polônia e não apoiar tal movimento. Orbán e Kurz também comprometeram-se mutuamente.

Vamos torcer para que mais nações Europeias tenham mais juízo como a Áustria e o grupo Visegrad; de outra forma, a UE enfrentará um colapso iminente devido à sua própria imprudência e à falta de apreciação por sua própria história, cultura e instituições.

O Novo Chanceler De Direita Da Áustria Apoia Hungria E Polônia Sobre Quotas De Migrantes“, Breitbart, 30 de Janeiro de 2018:

VIENNA (AP) – O Chanceler Austríaco Sebastian Kurz diz que está posicionando seu país como uma ponte entre o “Grupo de Visegrad” das nações da Europa Oriental e seus homólogos Ocidentais.

Kurz disse que concordou com os países de Visegrad, — República Tcheca, Hungria, Polônia e Eslováquia — que um sistema de quotas para migrantes era impraticável e a necessidade de fortalecer as fronteiras externas.

Falando ao lado do Primeiro-Ministro Húngaro, Viktor Orbán, na Terça-feira, Kurz disse que “é do interesse de todos que trabalhemos juntos.”

Orbán disse que um espaço sem fronteiras e com livre circulação de pessoas na Europa, só pode funcionar com proteções de fronteira externa “radicais” como a cerca que construiu…


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis