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Julgamento Revela Que Facebook Reabriu Conta De Extremista Muçulmano Nove Vezes

Fonte/Source: Trial Reveals Facebook Reinstated Muslim Extremist’s Account Nine Times After Suspensions – Breitbart


Excerto do artigo Facebook E Twitter Censuram Jihad Watch, Bloqueam Milhares De Leitores escrito por Robert Spencer e traduzido por este blog:

“E apesar da plataforma cada vez mais menor para aqueles que discordam da agenda socialista, globalista e internacionalista dessas elites sinistras e autoritárias, existe uma razão para estar confiante. Eles têm todo o dinheiro, todo o poder e todas as plataformas, e mesmo assim, Brexit foi votado, Trump foi eleito, e muito, muito mais está por vir. Afinal, existe uma arma que eles não têm do seu lado, e é por isso que, apesar de todo o seu sucesso intermediário, estão condenados ao fracasso: essa arma é, é claro, a verdade.” — Robert Spencer – Jihad Watch


Julgamento Revela Que Facebook Reabriu Conta De Extremista Muçulmano Nove Vezes

Por CHARLIE NASH

29 de Janeiro de 2018

facebook

Facebook suspendeu, mas reabriu nove vezes a conta de um extremista Islâmico, depois dele ter avisado que a empresa teria que responder a “Alá, o todo Misericordioso”, de acordo com um relatório.

O The Telegraph relatou na semana passada que o Facebook suspendeu a conta de Abdulrahman Alcharbati nove vezes “depois que ele publicou alguns vídeos repugnantes de propaganda do Estado Islâmico (ISIL), mas reabriu cada vez que ele se queixou”, até que finalmente foi encerrada permanentemente em Março passado.

“Seguindo uma série de e-mails irritados dirigidos ao Facebook — incluindo um em que ele diz: ‘Você ficará na frente do Criador Alá, o Todo Misericordioso e terá que responder por sua ação’ — a empresa cedeu e ele conseguiu continuar publicando vídeos glorificando o Estado Islâmico no Iraque e Levant (ISIL)”, explicaram.

“Entre os clipes que supostamente publicou, tinha um mostrando três soldados Sírios que foram espancados por uma multidão uivante e arrastados por motocicletas até a morte, na cidade de Raqqa. Outros mostraram crianças-soldados submetidas ao treinamento do ISIL e filmagens de um suicida que detonava um carro cheio de explosivos.”

Em apenas um dia em 2017, Alcharbati também compartilhou seis vídeos produzidos pelo ISIS (ou ISIL).

Depois de ser suspenso e reintegrado em várias ocasiões, Alcharbati advertiu: “Alá o responsabilizará por suas ações.”

Seguindo um mandato de busca, os policiais encontraram instruções sobre fabricação de bombas em seu telefone celular e Alcharbati está atualmente sendo acusado no Reino Unido com “seis acusações por disseminação de material terrorista e uma acusação por possuir um documento contendo informações que possam ser úteis para uma pessoa que prepara ou comete um ato de terrorismo.”

O Facebook recentemente parece estar mais interessado em lutar contra “falsas notícias” do que contra o terrorismo, embora seu recente programa de ‘verificação de fatos’ tenha sido encerrado depois de não conseguir dissuadir os usuários a clicarem em histórias com as quais os verificadores não concordam. O Facebook também está enfrentando a pressão da mídia convencional para limitar a ameaça da mídia alternativa.


Charlie Nash é repórter da Breitbart Tech. Você pode segui-lo no Twitter @MrNashington, ou em sua página no Facebook.


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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Exército Britânico Foca No Islam, Diversidade Sexual E Bane Imagem Machista

Fonte/Source: British Army Recruitment Campaign Focuses on Islam, Sexual Diversity, Banishes Macho Image


A Campanha De Recrutamento Do Exército Britânico Foca No Islam, Diversidade Sexual E Bane Imagem Machista

Por Liam Deacon

10 de Janeiro de 2018

YouTube/British Army

O Exército Britânico tem sido severamente criticado por se curvar ao “politicamente correto” depois de gastar £1.6 milhão numa campanha de recrutamento baseada em política de identidade racial e gênero, encorajando a tropa a ser mais emocional.

Representantes das forças armadas dizem que querem encorajar a diversidade religiosa, gênero, sexualidade e etnia em sua campanha ‘Army Belonging 2018”, bem como dizendo aos recrutas que está tudo bem, que podem chorar.

Em vídeos promocionais, narrado por soldados em serviço, recrutas questionam: “Posso ser gay no exército?”, “Preciso ser um super-herói?”, e ainda “O que acontece se eu me emocionar no Exército?”

Em outro vídeo, um soldado Muçulmano explica por que o Exército permite que ele pratique o Islam, porém os soldados Cristãos não recebem o mesmo tratamento na campanha.

No tuite acima: “Fórum LGBT do Exército” — Posso ser gay no Exército? Sim. O Exército oferece um trabalho em equipe e apoio mútuo, e precisa de uma ampla gama de pessoas com talento para ‘ser o melhor’.

Respondendo aos vídeos, o Coronel Richard Kemp CBE, um ex-comandante Britânico de operações no Afeganistão, disse que a campanha não deveria mencionar os problemas do recrutamento.

“O exército, como o resto do governo, está sendo rebaixado pelo politicamente correto,” disse à BBC Breakfast. “O mais importante é que o exército esteja repleto de soldados. Refletir a composição da sociedade é de importância secundária.”

Disse ainda que o que atrai os recrutas é a oportunidade de trabalho — lutar e defender o reino — em vez de política de identidade.

“A maioria dos grupos de pessoas interessadas no alistamento não estão muito preocupadas se irão ou não ser ouvidas… elas são atraídas pelas imagens de combates.

“É claro que quanto mais pessoas provenientes de todas as partes da sociedade se alistarem melhor, mas o importante mesmo é encher o exército com pessoas que querem lutar e querem ser soldados e dessa forma não acredito que conseguirão.”

No entanto, o General Sir Nick Carter, chefe do Exército, disse que tentar apelar para grupos minoritários foi uma boa idéia, visto que a expectativa é de que poucos homens brancos se alistem.

Disse o General ao programa Today da BBC Radio 4: “Nossa sociedade está mudando e penso que é inteiramente apropriado para nós, portanto, tentar alcançar uma base muito mais ampla para obter o talento que precisamos para sustentar a eficácia do combate.”

Isso aconteceu depois que o Secretário de Defesa, Gavin Williamson, interferiu no mês passado para impedir que os chefes do Exército excluíssem o slogan “Be The Best” (trad., “Seja o Melhor”) depois que os críticos alegaram que era “antiquado, elitista e não inclusivo”.


Tradução: TIAO CAZEIRO — MUHAMMAD E OS SUFIS

HUNGRIA: Migrantes Na Europa Não São Refugiados, São Invasores Muçulmanos

Fonte/Source:Orbán: Europe’s Migrants Aren’t Muslim Refugees, They’re ‘Muslim Invaders’


HUNGRIA: Migrantes Na Europa Não São Refugiados, São Invasores Muçulmanos

Por Victoria Friedman

9 de Janeiro de 2018

Orbán
Viktor Orbán, Primeiro Ministro Húngaro

Chamando o multiculturalismo de “ilusão”, Viktor Orbán, Primeiro Ministro Húngaro, bateu forte na política de migração do governo Angela Merkel, que gerou um fluxo de “invasores Muçulmanos” para dentro da União Europeia.

Respondendo à sugestão de que a Hungria não estava mostrando “solidariedade” suficiente para com a União Europeia porque a Alemanha aceitou 2 milhões de migrantes enquanto a Hungria não irá aceitará 2.000, o Primeiro Ministro Orbán disse ao tablóide Alemão BILD no Domingo: “Esta é a diferença: “Eles querem os migrantes, mas nós não.”

“Nós fazemos o nosso trabalho protegendo a fronteira externa de Schengen com a Sérbia. Isso nos custa um extra de um bilhão de euros desde 2015 e Bruxelas não irá nos reembolsar um centavo disso,” acrescentou Orbán.

Indagado por que os Húngaros estão resistindo à imposição do bloco com relação à política de redistribuição de migrantes, Orbán respondeu assim, “Nós não consideramos essas pessoas como refugiados Muçulmanos,” mas como “invasores Muçulmanos”. Chamando a atenção ao fato de que migrantes tinham viajado através de países seguros antes de irem aos países mais prósperos da Europa, o primeiro ministro adicionou que muitos são “migrantes econômicos” e não genuinamente necessitados de asilo.

“Isso não foi uma onda de refugiados, isso foi uma invasão,” disse Orbán ao BILD, criticando a Alemanha, “que consideramos o melhor exemplo de disciplina e estado de direito”, por se rebaixar ao “caos e a anarquia” em Setembro de 2015 sob a chancelaria de Angela Merkel permitindo o “cruzamento ilegal de fronteiras” em massa.

Orbán também levantou o novo “problema sociológico” da Alemanha, os crimes de migrantes e o terror, os quais as nações da Europa Central querem evitar.

“Acreditamos que um número grande de Muçulmanos necessariamente levarão a uma sociedade paralela, porque as sociedades Cristãs e Muçulmanas jamais se unirão,” disse o Primeiro Ministro Húngaro ao jornal, adicionando que, “Multiculturalismo é apenas uma ilusão. Não queremos isso. E não permitiremos que forcem nada sobre nós.”

No Domingo, o colega líder da Europa Central e oponente à abertura das fronteiras, o Tcheco Presidente Miloš Zeman disse à mídia que a cultura dos migrantes do terceiro mundo “não é compatível com a cultura Europeia”, e alertou que “Se a União Europeia não tiver coragem de reforçar as suas fronteiras… Nós teremos 10 milhões de Africanos no decorrer de vários anos.”

O líder do Fidesz esteve na Alemanha na semana passada para falar em uma conferência contra a abertura de fronteiras realizada pelo partido Conservador da Baviera — uma coalizão tradicional e parceira da União Democrática Cristã (CDU) da Chanceler Angela Merkel — dizendo aos representantes e ao líder da CSU Horst Seehofer que 2018 pode vir a ser o ano em que o desejo das pessoas poderá ser restaurado na Europa.

Quatro meses após a realização das eleições federais e após a primeira rodada das negociações com o Partido Democrata Livre (FDP) e o colapso dos Verdes em Novembro, Merkel espera ressuscitar a “Grande Coalizão” do CDU/CSU com a esquerda social-democrata; os social-democratas e a CSU da Baviera estão susceptíveis a entrar em conflito sobre o imposto corporativo, benefícios dos migrantes e o reagrupamento familiar.

A Alemanha não conseguiu formar um governo depois de 1949.


Tradução: Tião Cazeiro – Muhammad e os Sufis

Presidente Tcheco: “…Israel É Um “Modelo Heróico Para Nós”

Fonte/Source: Czech Prez: Europe Is ‘Jeopardised by a Culture of Hatred Incompatible with Ours’, Israel a ‘Heroic Model for Us’


Presidente Tcheco: A Europa Está “Prejudicada Por Uma Cultura De Ódio Incompatível Com A Nossa”, Israel É Um “Modelo Heróico Para Nós”

POR JACK MONTGOMERY

19 de Dezembro de 2017

Czech

O Presidente da República Tcheca advertiu que os valores da Europa estão sendo “comprometidos por uma cultura de ódio incompatível com a nossa” e afirmou que “Israel e seu heroísmo são um modelo e um encorajamento para nós”.

Miloš Zeman é um ex-líder do Partido Social Democrata da República Tcheca e considerado um populista de esquerda, mas manteve uma posição sólida contra a imigração em massa e o multiculturalismo ao longo de seu tempo no cargo.

“A União Europeia já experimentou muitas crises”, explicou  Miloš Zeman aos 73 anos de idade, em entrevista ao Israel Hayom transcrito pelo portal de notícias ParlamentníListy.cz.

“Estamos lidando agora com uma crise de imigração em larga escala relacionada  ao terrorismo, que coloca a UE numa situação tal que precisa urgentemente tomar medidas muito específicas e muito eficazes.

“É uma situação séria em que os valores Judaico-Cristãos fundamentais da cultura Europeia estão comprometidos por uma cultura de ódio incompatível com a nossa. Como já observei, Israel e seu heroísmo são um modelo e um encorajamento para nós”, afirmou.

Presidente Tcheco: “É impossível integrar os Muçulmanos na Europa Ocidental”.

O Presidente Zeman, um forte defensor de Israel e um dos poucos líderes Europeus que apoia a decisão do Presidente dos EUA, Donald Trump, de reconhecer oficialmente Jerusalém como a capital de Israel — repreende severamente “a covarde União Europeia” pela sua decisão em apoio a “um movimento terrorista pro-Palestino” — disse que iria pedir ao novo Primeiro-Ministro, Andrej Babiš, para seguir a liderança do premier dos EUA, transferindo a embaixada Tcheca de Tel Aviv para Jerusalém.

Zeman também foi um forte defensor das manobras do parlamento Tcheco para introduzir uma espécie de Segunda Emenda aos seus cidadãos — sob a oposição feroz do establishment da UE — observando que “o nível do crime internacional está crescendo por causa do terrorismo Islâmico” disse em seu discurso no Conselho Intergovernamental da Europa.

“O que podemos fazer contra a criminalidade internacional? Investir na polícia, investir no exército e ter a coragem de investir em nossas próprias armas.

“Minha esposa tem uma pistola. Claro, ela passou todos os testes necessários, mas agora estou protegido pela minha esposa e não apenas por guarda-costas”, disse à escandalizada audiência Europeia, que tende a ter uma visão fraca do direito dos cidadãos comuns de manter as armas para defesa pessoal — com a notável exceção da Suíça.

Presidente Tcheco Milos Zeman Chama A Onda Migratória Na Europa De Invasão Organizada.

O Presidente Zeman tem sido um feroz crítico da posição institucional da União Europeia sobre a migração em massa, descrevendo a crise dos migrantes como “uma invasão organizada e não um movimento espontâneo de refugiados”.

A República Tcheca provavelmente se tornará o país mais Eurocéptico da União Europeia após a saída do Reino Unido, deixando os mandarins de Bruxelas preocupados com o “Tchecout” que poderá ser a próxima maior dor de cabeça depois que o Brexit for concluído.

Oficialmente, o Presidente Zeman e o Primeiro-Ministro Babiš dizem que preferem reformar o bloco a partir de dentro, com Zeman dizendo a Israel Hayom que “os quatro estados de Visegrad que tiveram experiências infelizes com regimes totalitários no passado” — República Tcheca, Hungria, Polônia e a Eslováquia — “podem ​​e devem ser o verdadeiro motor de mudança dentro da UE”.

Essa aliança de migração anti-massa e pró-soberania foi recentemente apoiada pela ascensão do governo de coalizão conservador-populista na Áustria, que terá um forte foco na luta contra a imigração ilegal e o Islamismo radical.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

OIC: Europeus Precisam De Milhões De Migrantes Muçulmanos

Fonte/Source: Islamic Org Claims Europeans Need Millions of Muslim Migrants to Pay Their Pensions


Por Tião Cazeiro

A Europa continua paralisada, como foi dito em ‘O PESADELO’ – A EUROPA E O ÍNCUBO’. O resultado não será outro senão o desastre.

Quando uma sociedade, por mais inteligente que seja, não consegue enxergar que está diante de uma guerra religiosa, para não ser chamada de racista, — e o Islã não é uma raça, — apesar de todos os alertas heróicos, e se perde em um emaranhado migratório, o desastre é eminente.

Quando uma sociedade como a Brasileira, atordoada por uma esquerda globalista empenhada em abrir as portas para o Califado global a todo custo, gerando laços com os Emirados Árabes etc. o desastre é só uma questão de tempo.

O mais surpreendente é que não somos os únicos alertando sobre isso, mas o próprio Alcorão e os próprios líderes Muçulmanos, a ponto de um deles estipular uma meta para o Islã se tornar a terceira maior religião do Brasil num curto espaço de tempo, ou seja, em 20 anos.

Esse tipo de meta não faz sentido quando se trata de religião, mas sim a um empreendimento paramilitar totalitário.


Requisitos Da Organização Islâmica: 
Europeus Precisam De Milhões De Migrantes Muçulmanos Para Pagar Suas Pensões

Por VIRGINIA HALE

14 de Dezembro 2017

Africans

A Organização de Cooperação Islâmica (OIC) — um órgão intergovernamental composto por 57 estados — declarou que os Europeus precisam da migração massiva Muçulmana para pagar suas pensões.

Além de descrever a “crescente” migração do mundo Muçulmano como “vantajosa para ambos”, a diretora de informação e comunicação da organização, Maha Akeel, disse que a Europa tem a obrigação de “se rejuvenescer” através da abertura de suas portas para os pobres do mundo, porque o continente foi nomeado em homenagem a “uma mãe Síria” [sic].

Escrevendo para o Euractiv, Akeel — cuja organização declara ser “a voz coletiva do mundo Muçulmano” — proclama oposição à migração em massa de fora do continente para ser “completamente estranha à Europa”.

Ela acrescenta: “A imigração para os grandes centros e o interior da Europa é mais antiga que a própria Europa. Na mitologia Grega, a mulher a quem o continente foi nomeado, Europa, era originalmente da Fenícia, uma civilização antiga que abrange o que é agora a Síria e o Líbano modernos.”

“O continente nomeado em homenagem à uma mãe Síria pode rejuvenescer aceitando seus descendentes (e outros) que estão famintos por proteção, segurança e prosperidade”.

Tuite acima: Migrantes constituem metade dos beneficiários da previdência social Norueguesa

Akeel continua a acusar os partidos de direita de “mentir para suas próprias populações” quando advertem contra a migração em massa do terceiro mundo, afirmando que “estudos em vários países” mostram que o fenômeno é um grande sucesso.

“O sucesso da Europa na segunda metade do século 20 se tornou possível aos imigrantes, e o século 21 não será diferente”, argumenta, alegando que a migração em massa é “a única maneira possível” de “sustentar a população nativa envelhecida [da Europa]”.

Destacando as projeções democráticas que mostram o envelhecimento do continente — um fenômeno que ela diz que levará a uma “queda colossal do PIB” — Akeel escreve que “a ambição da extrema direita de erguer uma “Fortaleza Europeia” para interromper a migração condenaria o crescimento das economias continentais a um lento crescimento, estagnação, baixa produtividade e baixo emprego nas próximas décadas.

Tuite acima: 96%  de imigrantes desempregados no distrito de Salzlandkreis.

Os migrantes podem ser um ativo fundamental para apoiar o envelhecimento da população do Reino Unido”, citando o Centro International de Longevidade sobre migração.

“Longe de ser um dreno sobre o previdência social, entre 2001 e 2011, os migrantes da Área Econômica Europeia pagaram £22,1 bilhões a mais em impostos do que tomaram do governo Britânico”.

No entanto, a pesquisa indica que, quando a imigração de fora do EEA entre 1995 e 2011 também é levada em consideração, os migrantes são de fato um dreno líquido para a Grã-Bretanha — na ordem de entre £115 e £160 bilhões.

Tuite acima: Políticos admitem que os migrantes custam à Alemanha mais de 30 bilhões de euros por ano

A visão de Akeel sobre a migração em massa como “vantajosa” para a Europa contrasta vivamente com uma análise sobre o ‘potencial de contribuição dos migrantes’ realizada pelo professor de psicologia da University College London, Dr. James Thompson, em 2015.

Citando pesquisas sobre a realização educacional de migrantes da primeira e segunda geração em comparação com nativos de um país acolhido, Thompson criticou os líderes da UE por usarem as contribuições dos Judeus na Europa como “exemplos apropriados de competências e realizações de migrantes”, quando se fala sobre o influxo atual de migrantes dos países mais pobres do mundo.

Tuite acima: Quase todos os crimes graves são cometidos por migrantes.

“A análise das conquistas escolares com imigrantes de primeira e segunda geração mostra que o Golfo ganhou com imigrantes e a Europa perdeu”, ele escreve, explicando que “isso é porque aqueles que emigram para o Golfo têm habilidades mais altas do que os locais, aqueles que emigram para A Europa tem menor habilidade do que os habitantes locais”.

Isso é prejudicial para as sociedades Europeias, de acordo com Thompson, porque “a menor capacidade leva a um status mais baixo, salários mais baixos e maior ressentimento nas diferenças percebidas”.

Ele adverte que “se o Ocidente não suporta mencionar as diferenças em competência, então as diferenças no resultado serão consideradas como devidas apenas ao preconceito”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Cruz Vermelha Exige Remoção De Crucifixos…

Fonte/Source:Red Cross Demands Branches Remove Crucifixes to Be More Secular


Por Tião Cazeiro

A Cruz Vermelha, — assim como a Solidaris, um fundo de seguro saúde socialista da Valônia, Bélgica, que retirou a cruz da mitra de São Nicolau, — e muitas outras organizações na Europa, estão facilitando o trabalho dos supremacistas Islâmicos.
Muçulmanos odeiam a cruz, de acordo com o Alcorão, que nega a morte de Jesus na cruz (4: 157), e no momento em que tomarem o poder na Bélgica, os dhimmis  já terão removido preventivamente todas as cruzes por precaução, para não irritá-los.

Alcorão 4:157
"E por dizerem: 
Matamos o Messias, 
Jesus, filho de Maria, o Mensageiro de Deus, 
embora não sendo, na realidade, 
certo que o mataram, nem o crucificaram, 
senão que isso lhes foi simulado. 
E aqueles que discordam, quanto a isso, 
estão na dúvida, 
porque não possuem conhecimento algum, 
abstraindo-se tão-somente em conjecturas; 
porém, o fato é que não o mataram."

 Cruz Vermelha Exige Remoção De Crucifixos Para Ser Mais Secular

Por Chris Tomlinson

4 Dezembro de 2017 

Voluntários criticaram a beneficente Cruz Vermelha depois de receberem um comunicado pedindo para removerem os crucifixos das paredes das filiais, porque a organização quer se tornar mais secular.

As filias da organização de ajuda internacional da Bélgica receberam um e-mail do Comitê Provincial da Cruz Vermelha em Liège para remover todos os crucifixos. André Rouffart, presidente da Cruz Vermelha em Verviers, disse: “Nos pediram para respeitar os princípios da Cruz Vermelha”, e não distinguir entre raça ou crença religiosa, como reporta 7sur7.

Rouffart disse que voluntários e outros membros reclamaram sobre a decisão, mas minimizou o problema, dizendo: “Acho que é uma tempestade numa xícara de chá”.

Vários voluntários conversaram com a emissora Belga RTL e expressaram hostilidade ao movimento, com um deles dizendo: “Deixe as coisas permanecerem como estão. Costumamos dizer “Feriados de Natal”, agora são “Feriados de inverno”. O mercado de Natal em Bruxelas tornou-se “Prazer de Inverno”.

“Para uma certa parte da população — por causa dos Muçulmanos — as cruzes foram removidas das casas da Cruz Vermelha e, mais particularmente, na de Verviers,” acrescentou o voluntário.

Tradução do Twitter acima: “A Cruz Vermelha que sempre foi tão respeitada está agora reforçando a tirania do Politamente Correto.”

A ordem segue uma sugestão de remoção de uma cruz na França que estava localizada acima de uma estátua de São João Paulo II em Ploërmel, Bretanha. O movimento provocou indignação entre muitos o que levou o governo Polonês e Húngaro a se oferecerem para ficar com a cruz.

“Tais medidas devem ser consideradas como tentativas de acabar com a civilização e a cultura do continente”, comentou o ministro das Relações Exteriores da Hungria, Péter Szijjártó.

Tradução do Twitter acima: Depois que a França ordenou a remoção da cruzes, a Hungria perguntou: “Será que qualquer um tem o direito de liberdade de expressão exceto os Cristãos?”

Na Irlanda, o sacerdote Católico Padre Desmond O’Donnell pediu aos Cristãos para abandonar completamente a palavra “Natal”, dizendo que a comercialização do feriado substituiu o significado Cristão original.

Enquanto as velhas tradições de Natal estão sendo substituídas, outros emergem — incluindo barreiras antiterrorismo envoltas em papel de embrulho de Natal e arcos vermelhos brilhantes na cidade de Bochum, na Alemanha, para evitar ataques terroristas Islâmicos radicais como o massacre na Feira de Natal de Berlim em Dezembro de 2016.


Tradução; Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

Suécia: Populistas Suecos Detonam Liberais E Social-Democratas

Fonte/Source: WATCH: Swedish Populists Slam Liberals and Social Democrats, Tell Migration Agency to Focus on Deportations


Populistas Suecos Detonam Liberais E Social-Democratas, Pedem À Agência De Migração Para Concentrar Nas Deportações

Por Chris Tomlinson

O líder dos Democratas populistas da Suécia acusou o Conselho de Migração Sueco de “ativismo” e disse que a agência deveria se reorientar para deportar migrantes ilegais e requerentes de asilo inaptos.

“É talvez a medida de política de integração mais importante no momento, que qualquer pessoa que não precise de proteção, que não deveria estar aqui, será devolvida o mais rápido possível”, disse Jimmie Åkesson no programa da televisão Agenda.

Åkesson acusou o Conselho de Migração de “ativismo” e disse que faz “avaliações muito generosas” sobre se um migrante deveria ou não ter direito à proteção do asilo, não muito tempo depois de lançar um poderoso vídeo detonando os políticos liberais e social-democratas pelo tratamento da crise de migração.

“Eu disse ontem no meu discurso que não precisamos de mais asilos para migrantes, precisamos é de um retorno líquido. Ou seja, muitos desses que chegaram aqui e não precisam de proteção, que não têm motivos óbvios para ficar aqui e viver às custas dos impostos Suecos, retornarão para o país de onde vieram”, disse ele.

Åkesson e os Democratas da Suécia vêm criticando a migração em massa há anos e se tornaram uma força real na próxima eleição nacional em Setembro. Durante o verão, o partido experimentou um enorme crescimento em popularidade, tornando-se o terceiro maior partido entre os próprios migrantes.
Pesquisas mais recentes mostram o partido com 22 por cento dos votos e em segundo lugar atrás dos Socialistas, quatro pontos acima dos Moderados.

Nota do tradutor:  Esse gráfico de 15 de Novembro de 2017 permite uma visão geral da criminalidade na Suécia por conta da migração em massa a partir de 2013.  Ameaça e assédio sexual lideram na pesquisa com fraude em terceiro.

Com as eleições nacionais programadas para daqui a um ano, o filme da campanha do partido mencionado acima, que inclui legendas em Inglês, mostra Åkesson atacando os meios de comunicação e os principais políticos pelo apoio à migração em massa. Åkesson também menciona que há uma “guerra civil” em certas regiões devido a rivalidade entre gangues.

A situação em alguns subúrbios sem lei, também conhecida como No Go Zones, tornou-se tão violenta que os moderados ainda propuseram a presença de militares para ajudar os policiais que estão sendo atacados rotineiramente.

Outros serviços de emergência, como a brigada de bombeiros e paramédicos, também são atacados nas no go zones. Na semana passada, os bombeiros foram forçados a aguardar horas para apagar uma grande incêndio envolvendo 50 carros em uma garagem, porque tiveram que aguardar a recuperação da polícia devido ao medo de serem atacados.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

“Professores advertem para não dizer “Meninos” ou “Meninas”

Fonte/Souce: Teachers Warned Not to Say ‘Boys’ or ‘Girls’ as It ‘Reminds Pupils of Gender’


"Professores advertem para não dizer 
"Meninos" ou "Meninas"

Por Tião Cazeiro

23 de Novembro de 2017

Tommy Robinson sendo agredido por Muçulmanos em Luton, sua cidade natal, Reino Unido.

Repetição é um saco, mas sinto-me na obrigação de repetir ad nauseam o excerto abaixo.

“Existe uma correlação direta entre a ignorância Ocidental da história e a ignorância Ocidental das doutrinas “problemáticas” do Islã. É essa conexão que permite aos apologistas do Islã escaparem com tantas distorções e mentiras definitivas destinadas a proteger o Islã.” — Raymond Ibrahim em UMA ‘FOBIA’ DE 1.389 ANOS DE IDADE?

Tenho assistido a vários vídeos/debates/comentários de pessoas inteligentíssimas como o Olavo de Carvalho, Nigel Farage, Douglas Murray, Milo Yiannopoulos, Robert Spencer, Pamela Geller, David Wood, Jamie Glazov, David Horrowitz, Raymond Ibrahim, Roger Scruton, Geert Wilders entre outros sobre o Islamismo.

O ponto de convergência é a própria cultura Ocidental como bem descreve Ralph Sidway em ‘O PESADELO’ – A EUROPA E O ÍNCUBO’

“Será que estamos nos estágios iniciais de uma longa derrota, levando à morte uma outrora grande civilização?

A menos que a paralisada e catatônica Europa e suas irmãs possam sacudir o sono para derrubar o Íncubo, acorrentando-o, a noite será longa e o futuro, de fato, escuro.”

Eis aqui a razão:

“Que o globalismo é um processo revolucionário, não há como negar. E é o processo mais vasto e ambicioso de todos. Ele abrange a mutação radical não só das estruturas de poder, mas da sociedade, da educação, da moral, e até das reações mais íntimas da alma humana. É um projeto civilizacional completo e sua demanda de poder é a mais alta e voraz que já se viu. Tantos são os aspectos que o compõem, tal a multiplicidade de movimentos que ele abrange, que sua própria unidade escapa ao horizonte de visão de muitos liberais e conservadores, levando-os a tomar decisões desastradas e suicidas no momento mesmo em que se esforçam para deter o avanço da “esquerda”.” — (Olavo de Carvalho). A revolução globalista

Enquanto os Ingleses debatem com toda aquela fleuma Britânica e paixão pela própria língua, (um jeito de ser que eu aprecio, nada contra) os Muçulmanos explodem literalmente, e dominam cidades como Luton, situada no sul da Inglaterra, cidade natal do ativista anti-Islã Tommy Robinson.

E o que dizer do prefeitinho de Londres, um tal de Sadiq Khan? Um triunfo do multiculturalismo, filiado ao Partido dos Trabalhadores e que quer “assegurar-se de que a percepção do Islã não seja contaminada por aqueles com visões extremistas”. Entretanto, o prefeitinho defende o líder Muçulmano Azzam Tamimi, que pediu a destruição de Israel e sua substituição por um estado Islâmico, e mais, “Quando o Dr. Tamimi disse à multidão que a publicação de caricaturas do Profeta Muhammad “faria o mundo tremer” e previu “Fogo … em todo o mundo se não pararem”, Khan, que compartilhou uma plataforma com Tamimi descartou as ameaças como “linguagem florida”.

Em Londres, e não é novidade, Muçulmanos com a maior cara de pau  pedem a instituição da Sharia de imediato. Não tenho dúvidas a respeito, o nome disso é guerra civil ou bye-bye Reino Unido.


Veja este exemplo que aconteceu na Alemanha.

Refugiado Sírio com 4 esposas e 22 filhos reivindica o equivalente a 320 mil libras esterlinas per ano em benefícios ao governo Alemão da Mama Merkel. Como a Alemanha não aceita poligamia, apenas uma será oficial, as outras ficarão como amigas. Esse caso, de acordo com o artigo, é uma exceção. Mas… entendeu? rsrs — Syrian refugee with FOUR WIVES and 23 CHILDREN ‘claims £320,000 a year in benefits’

Esse é o modus operandi Islâmico. Enquanto fazem milhares de filhos para avançar a causa do Islã, — o califado global, — criam seus filhos de acordo com o Alcorão.

Vamos ao artigo publicado hoje pela Breitbart e depois você tira as suas próprias conclusões. Traduzi apenas uma parte do artigo.


Professores advertem para não dizer “Meninos” ou “Meninas”, para não lembrar o gênero aos alunos“, por Lian Deacon

Professores devem evitar de chamar as alunas de “meninas” ou “senhoritas”, porque isso significa que elas estão “constantemente sendo lembradas do seu gênero”, disse um ex-czar do departamento de saúde mental do governo. [ênfase adicionada]

Natasha Devon, que foi nomeada MBE em 2015 por “serviços prestados aos jovens”, disse que o movimento ajudaria as crianças transgêneras, bem como incentivaria os estudantes do sexo feminino e masculino a desafiar as noções tradicionais de gênero, que afetam o “bem-estar”.

Ela disse à conferência anual da Girls’ School Association em Manchester que “nunca entraria numa sala de aula só de meninas” e diria  “meninas” ou “senhoritas” porque isso é “paternalismo”.

Os professores devem, em vez disso, dirigir-se aos jovens como “alunos”, “estudantes”, ou mesmo apenas “pessoas”, ela insistiu, de acordo com The Telegraph.

“Não penso que seja útil lembrar constantemente o seu gênero e todos os estereótipos que o acompanham”.

A palavra “menina” pode “criar muita ansiedade” em crianças e adolescentes do sexo feminino, afirmou, enquanto a palavra “meninos” carrega conotações “machistas, não falando sobre seus sentimentos, ensinado a ser (valente/corajoso)”. [ênfase adicionada].

Em seguida: “Se a sua narrativa está dizendo que meninas não se irritam, ou que meninos não choram, ou que meninas não têm permissão para fazer isso, ou que meninos não têm permissão para fazer isso, então isso potencialmente terá um impacto no seu bem-estar..

“Então espero que, ao tirar os estereótipos negativos associados ao gênero, podemos em última análise melhorar sua saúde mental “.


Reino Unido: Mãe Convertida Ao Islã, É Assassinada Pelo Marido Muçulmano Por Usar Roupas Ocidentais

Fonte/Source: UK: Mother converts to Islam, is murdered by her Muslim husband for wearing Western clothes

Photo Cover Credit: Pamela Geller Report


Reino Unido: Mãe Convertida Ao Islã, É Assassinada Pelo Marido Muçulmano Por Usar Roupas Ocidentais

 Por Robert Spencer

17 de Novembro de 2017

Reino Unido: vítimas do crescente crime contra a honra.

Esse é o resultado da cultura de violência criada pelos ensinamentos religiosos, que dizem aos homens para espancar as mulheres por quem “temem a desobediência” (Alcorão 4:34). É também um resultado de uma cultura que aceita o crime contra a honra. Muçulmanos cometem 91% dos crimes contra a honra no mundo.

A Autoridade Palestina concede perdões ou suspende sentenças aos assassinatos em nome da honra. Mulheres Iraquianas pediram sentenças mais duras aos assassinatos Islâmicos em nome da honra, das quais se livram com muita facilidade. A Síria em 2009 descartou uma lei que limitava a duração das sentenças por homicídios em nome da honra, mas “a nova lei diz que um homem ainda pode se beneficiar das circunstâncias atenuantes em crimes de paixão ou contra a honra”, desde que tenha pena de prisão de pelo menos dois anos em caso de assassinato”.

Em 2003, o Parlamento Jordano rejeitou por motivos Islâmicos uma disposição destinada a endurecer as penas por homicídios contra a honra. Al-Jazeera informou que “Islamistas e conservadores disseram que as leis violavam tradições religiosas e poderiam destruir famílias e valores”.

Enquanto o encorajamento fornecido pela lei Islâmica ao crime contra a honra não for reconhecido e confrontado, mais mulheres sofrerão.

“Jovem Mãe Convertida ao Islã Assassinada a Marteladas por Voltar ao Estilo de Vida Ocidental”, de Virginia Hale, Breitbart, 17 de Novembro de 2017 (Agradecimentos à Ken):

Uma jovem mãe convertida ao Islã foi brutalmente assassinada pelo marido, que a impediu de ver familiares e amigos depois de começar a usar novamente suas roupas Ocidentais, um tribunal Britânico ouviu.

Akshar Ali atingiu Sinead Wooding com um martelo e a esfaqueou repetidamente, antes de despejar e incendiar o corpo da mãe de quatro crianças numa floresta, disse o promotor Nicholas Campbell QC à Leeds Crown Court.

A Sra. Wooding estava em processo de conversão ao Islã e havia mudado seu nome para Zakirah quando conheceu o Sr. Ali, de 27 anos, que trabalhava numa tenda de alimentação no mercado interno de Leeds, de acordo com o Times.

Casaram-se numa cerimônia Islâmica no início de 2015, mas o júri ouviu que seu relacionamento era “volátil” e às vezes violento, com argumentos sobre a constante visita de Wooding, de 26 anos aos familiares e amigos de quem seu marido a “proibia” de ver.

O Sr. Campbell disse que a Sra. Wooding tinha começado a usar roupas Ocidentais, do dia-a-dia, antes de ser assassinada em 11 de Maio numa festa realizada na casa do amigo do marido, Yasmin Ahmed, que junto com o Sr. Ali, negam o assassinato.

Depois que o casal teve uma discussão, os convidados ouviram um estrondo da cozinha, momento em que a Sra. Ahmed foi verificar.

Ela voltou e disse que a Sra. Wooding havia esbarrado contra uma porta, mas que estava tudo bem, e pouco tempo depois relatou aos convidados que a jovem mãe tinha deixado a casa.
“Na verdade, Sinead Wooding não saiu da propriedade com vida”, disse Campbell, dizendo ao tribunal que ela primeiro estava incapacitada — sofrendo de uma fraturada craniana após repetidos golpes na cabeça por um martelo de unha — e em seguida assassinada após ter sido “apunhalada várias vezes”.

“Se ela estivesse consciente naquele momento, teria sido impedida de chorar”, disse Campbell ao júri, que o sangue encontrado nas paredes e chão da adega da Sra. Ahmed correspondia ao DNA da Sra. Wooding.

“Ela foi apunhalada várias vezes com pelo menos um instrumento afiado, quase definitivamente uma faca”.

Seu corpo foi supostamente mantido na adega por dois dias, e depois “embrulhado [e] amarrado com fio” antes que duas pessoas fossem vistas, por um vizinho, transportando um corpo durante a noite… “.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

XIITA VERSUS SUNITA

Fonte/Source: Shia vs. Sunni: The Schism Western Politicians Don’t Understand and Won’t Discuss


Arte final da batalha de Chaldiran (1514)
XIITA VERSUS SUNITA:
O CISMA QUE OS POLÍTICOS OCIDENTAIS
NÃO COMPREENDEM E NÃO DISCUTIRÃO

Por JOHN HAYWARD

Publicado originalmente pela Breitbart News em 25 Maio 2017


Os políticos Ocidentais raramente reconhecem o cisma entre o Islamismo Xiita e Sunita. Não há nada remotamente comparável a este cisma em qualquer outra religião no mundo moderno.

O conflito Sunita-Xiita define a estrutura política do Oriente Médio, da rivalidade internacional entre o Irã e a Arábia Saudita à política interna das nações Muçulmanas. No entanto, os políticos Ocidentais, ansiosos por retratar o Islã como uma “religião de paz”, falam dos Muçulmanos como homogêneos.

No cerne do politicamente correto, o Islã é tratado mais como uma raça do que uma religião, um bloco étnico monolítico como “Hispânicos” ou “Asiáticos”. Ambos os grupos são, por sua vez, populações diversas absurdamente espremidas em monólitos para a conveniência dos estrategistas políticos de esquerda.

Na verdade, existem Muçulmanos Xiitas que pensam que os Sunitas não contam como Muçulmanos, e vice-versa. Adeptos das seitas mais extremas dentro das escolas Sunitas e Xiitas consideram os seguidores moderados da mesma tradição basica como apóstatas.

A divisão Sunita-Xiita

Poucos políticos Ocidentais sabem alguma coisa sobre o conflito Sunita-Xiita, que brota de uma disputa doutrinária que pode parecer trivial aos alienígenas modernos. Quando Muhammad morreu, no Século 7, houve um profundo desacordo entre os primeiros seguidores do Islã sobre quem deveria suceder-lhe como líder.

O coração do conflito Sunita-Xiita revela que os Sunitas pensavam que o novo líder ou “califa”, Abu Bakr, deveria ser eleito e escolhido por ter sido amigo íntimo de Muhammad (Maomé). O líder do Estado Islâmico (ISIS), que se intitula “califa” ou governante de todos os verdadeiros Muçulmanos, chama-se “Abu Bakr al-Baghdadi” em homenagem ao primeiro califa. Seu nome verdadeiro é Ibrahim Awwad Ibrahim al-Badri.

O grupo dissidente que agora conhecemos como Xiitas insistiu que apenas um parente de sangue de Muhammad estava apto a liderar, apoiando assim Ali bin Abu Talib, que era primo de Muhammad e genro. Ali realmente assumiu como califa depois que Abu Bakr morreu, logo seria mais exato dizer que a rixa duradoura dentro de Islã foi causada pela aprovação da liderança de Ali e o argumento sobre seu sucessor.

Uma grande parte da política tribal do século VII girou em torno deste conflito, tornando-o mais complexo que qualquer breve resumo pudesse capturar. Entre outros fatores, houve o desenvolvimento do Islã numa religião guerreira, levando à rivalidade de clãs e argumentos viciosos sobre espoliação. As lealdades pessoais a Ali ou a seus rivais também desempenharam um papel.

Mas isso é um cisma religioso, não uma questão para estimular o debate entre historiadores. Os Xiitas acreditam que roubar a liderança dos descendentes de Muhammad/Maomé configurou apostasia, um pecado contra a verdadeira fé.

Ali foi assassinado, esfaqueado na testa com uma espada venenosa enquanto rezava. Os Xiitas modernos ainda fazem uma peregrinação à mesquita onde acreditam que ele morreu e está enterrado, localizado no que é agora o Iraque. A cidade onde está localizado, Najaf, tem sido palco de muito derramamento de sangue sectário. O governo Sunita do ditador Iraquiano Saddam Hussein enfureceu uma geração de Xiitas por abusar da mesquita Imam Ali.

Ali sequer ganhou o título de “califa” numa eleição. Abu Bakr só reinou por alguns anos antes de morrer. Ali conseguiu o cargo depois que o segundo sucessor de Abu Bakr, o califa Uthman, foi morto por suas próprias tropas na cidade sagrada Muçulmana de Medina. Uma razão pela qual a divisão Sunita-Xiita é tão amarga deve-se ao fato de que os Sunitas da época estavam furiosos com Ali por aceitar o título de califa em vez de punir os assassinos de Uthman.

Seguidores de Uthman pensaram que Ali cometeu atos de blasfêmia e arrogância contra o verdadeiro Islã, e os seguidores de Ali sentiram o mesmo sobre a elite Sunita. Um ponto importante da disputa, e permanece, era se Ali jurou e quebrou o juramento obrigatório de lealdade à hierarquia Sunita e aos califas que vieram antes dele.

Não se trata aqui de uma pequena disputa sobre a vida e os tempos de um personagem histórico morto há muito tempo, mas uma questão profunda de legitimidade religiosa.

O Irã ainda acredita que sua teocracia tem autoridade legítima sobre o Islã de linhagem Xiita que descende de Muhammad/Maomé, por exemplo. Um dos candidatos na recente eleição presidencial Iraniana, o clérigo Ebrahim Raisi, usa um turbante preto para significar que ele é um sayed, um descendente de Muhammad. Raisi escolheu o verde como a cor da campanha porque queria trazer de volta a cor dos manifestantes seculares do “Movimento Verde” e restaurar seu “verdadeiro significado” como a cor dos “netos revolucionários do Profeta”. Estes netos tentaram uma revolução contra o Primeiros califas Sunitas. Eles não morreram de velhice.

Sunitas e Xiitas compartilham muitas crenças essenciais, mas mesmo suas crenças compartilhadas podem ser fontes de tensão. Tanto Sunitas como Xiitas fazem peregrinações às cidades santas da Arábia Saudita. O Irã frequentemente castiga os Sunitas Sauditas pela gestão da peregrinação anual a Meca (Hajj), alegando discriminação contra os Xiitas além do pobre gerenciamento do evento.

A família real da Jordânia é vista por alguns analistas como chave para unir a divisão Sunita-Xiita, porque a dinastia reinante Hachemita da Jordânia Sunita reivindica a descendência direta da família de Muhammad, satisfazendo o critério Xiita para a liderança autêntica do Islã. Infelizmente, isso também significa que o regime Jordaniano consegue desfrutar do ódio violento de extremistas Sunitas e Xiitas. O Estado Islâmico Sunita infamemente queimou vivo numa gaiola um piloto Jordaniano capturado e espalhou a imagem através da Internet como um de seus vídeos favoritos de propaganda. Funcionários Jordanianos, no entanto, disseram que consideram a República Islâmica do Irã como uma ameaça maior à sua segurança do que ISIS ou outros extremistas Sunitas.

Minorias não-Sunitas

O ditador da Síria, Bashar Assad, é membro da minoria Alauíta, uma subseção do Islã Xiita. Os Alauítas só representam cerca de dez por cento da população da Síria, mas o regime de Assad, sob o governo de Bashar e seu pai Hafez, consolidou o poder ao nomear Alauítas para altos cargos governamentais. A grande maioria da população Síria não é Alauíta, nem mesmo Xiita, mas Sunita. Bashar Assad responde frequentemente à crítica por sua brutalidade, apontando para sua história de proteção às minorias religiosas Sírias, incluindo Cristãos, e observando que ele pertence a uma minoria.

Qual é a diferença entre um Alauíta e um Xiita? Há muitas diferenças pequenas no costume e na tradição, mas a diferença principal diz respeito ao Imam Ali. Lembre-se que os Xiitas reverenciam Ali como o líder legítimo do Islã que deveria ter sucedido Muhammad/Maomé, e foi divinamente martirizado na morte, enquanto os Sunitas o consideram como um traidor. Os Alauítas acreditam que ele era Deus encarnado. Alguns líderes religiosos Sunitas os consideram “piores infiéis do que Cristãos e Judeus”, como disse um proeminente clérigo da Irmandade Muçulmana Sunita em 2013 quando pedia uma jihad Sunita contra eles.

Outra ramificação do Islã que muitas vezes sofre discriminação e violência de outros Muçulmanos é a seita Sufi. Os Sufis não são Sunitas nem Xiitas — ou podem dizer que são ambos, uma vez que tanto o Islã Sunita quanto o Xiita possuem ramificações Sufis. Isso os torna uma minoria maltratada em ambas as nações Xiitas como o Irã e países Sunitas como o Egito.

O Sufismo é mais definido por sua abordagem do que por doutrinas específicas, ao contrário do modo como os Sunitas e Xiitas ou Xiitas e Alauítas são distinguidos. Os Sufi modernos têm uma reputação de mansidão e moderação, embora fossem uma força militar formidável no passado. Os famosos “dervixes dançantes”, espadachins da antiguidade, foram uma invenção Sufi. Dervishes continuam girando, mas agora a prática é vista como performance art ou uma forma de meditação em movimento, como o tai chi.

Os Sufis são geralmente menos interessados em interpretações estritas do Alcorão e Sharia, a lei Islâmica, o que os torna desprezados pelas seitas hardcore Islâmicas. Às vezes são acusados de diluir o puro Islã com mumbo-jumbo místico, (Nota do tradutor: palavras ou atividades que parecem complicadas ou misteriosas, mas que não têm significado místico real), ou de servir como agentes para as potências Ocidentais, buscando subverter e “domesticar” o verdadeiro Islã como parte de uma agenda imperialista Ocidental.

Nenhuma dessas ramificações do Islã são em si homogêneas. Existem dezenas de diferentes ordens Sufis, por exemplo. Algumas delas são de natureza militante ou política, contrariamente à impressão geral dos Sufis como místicos pacíficos.

Minorias Sunitas

Uma escola do Islã Sunita que se tornou cada vez mais importante para a política Americana e Européia é o Hizmet, um grupo altamente organizado fundado e liderado por um Imam chamado Fethullah Gulen. O governo da Turquia vê Hizmet como algo muito organizado, processando-o (literalmente) como uma vasta conspiração criminosa que tentou derrubar o presidente Recep Tayyip Erdogan no ano passado. O governo Turco refere-se ao Hizmet como “FETO”, uma acrônimo para “Fethullah Terrorist Organization”. As relações diplomáticas da Turquia com a Europa e os Estados Unidos foram abaladas pela perseguição ao Hizmet e Gulen, que vive na Pensilvânia.

O Islã Sunita também inclui um movimento conhecido como Salafi, os fundamentalistas Islâmicos. Os Salafistas acreditam que Muhammad/Maomé e, em menor grau, suas duas primeiras gerações de descendentes, eram seres humanos perfeitos que deveriam ser imitados em todos os aspectos, incluindo roupagem e  higiene pessoal. O Salafismo inclui suas próprias subseções, ainda mais primitivas e regressivas, incluindo o Islamismo Wahabbi promovido pela Arábia Saudita e o sistema de crenças apocalípticas do Estado Islâmico (ISIS).

“Primitivo” não é um termo pejorativo — os Muçulmanos Wahabbi literalmente abraçam o estilo de vida primitivo do sétimo século, época em que Maomé viveu. Sua hostilidade à modernidade é um de seus atributos determinantes. Outra é a sua hostilidade a todas as outras variações do Islã, incluindo definitivamente os Xiitas.

A rápida disseminação das crenças Salafistas por meio de redes bem financiadas, abertas e secretas  — madrassas Salafistas e agentes de influência enviados para se infiltrarem nas escolas Islâmicas mais moderadas — é uma das principais preocupações de segurança da nossa era, para aqueles analistas e oficiais que não ficaram intimidados com a discussão.

O Islã e o Ocidente

Isso nos leva de volta ao problema de esterilizar o Islã tratando-o como homogêneo. A Irmandade Muçulmana Sunita foi considerada como uma organização terrorista pelo governo dos EUA, mas seus defensores dizem que nem mesmo a Irmandade é uma entidade única. Eles insistem que existem muitas ramificações, muitas das quais não podem ser consideradas como extremistas ou terroristas.

Com certeza, nem todos os Muçulmanos sentem essa animosidade doutrinária. Seria um jogo de tolo dizer que “a maioria faz” ou “a maioria não”, dado o tamanho da população Muçulmana global, as diferenças entre Muçulmanos de diferentes nacionalidades e origens étnicas e os efeitos da emigração e assimilação.

Em seu discurso na Arábia Saudita, o presidente Trump observou que os Muçulmanos são muitas vezes vítimas do terrorismo Islâmico:

Em números absolutos,  o maior número de vítimas foi exigido das pessoas inocentes das nações Árabes, Muçulmanas e do Oriente Médio. Eles têm suportado o peso das mortes e o pior da destruição dessa onda de violência fanática. Algumas estimativas sustentam que mais de 95% das vítimas do terrorismo são Muçulmanas.

Isso é verdade, mas também uma imagem incompleta do problema. Os Muçulmanos abusam e se matam uns aos outros por causa de conflitos doutrinários numa escala horrível. A maior parte dessa violência e opressão não é “terrorismo”. Ela vem de conflitos militares e de medidas de repressão do governo contra minorias religiosas.

As contendas sectárias são uma das razões pelas quais tantos grupos rebeldes Sírios vistos favoravelmente pelo Ocidente estão dispostos a se aliarem com a Al-Qaeda e outras organizações terroristas. No Iraque, há Sunitas que vivem em território capturado pelo ISIS que abertamente acolheu seus macabros conquistadores, ou pelo menos estavam relutantes de trabalhar com o governo Iraquiano, porque desconfiavam do mesmo, — agora dominado por Xiitas, — e estavam aterrorizados com as milícias Xiitas apoiadas pelo Irã operando na região.

No Bahrein, o governo está sob fogo para reprimir a maioria Xiita de sua população, com cinco mortos numa recente investida policial contra uma comunidade Xiita. A monarquia Bahreinita, por sua vez, acusa com razão o Irã de tentar desestabilizar o país exacerbando tensões Sunitas-Xiitas. Os Sunitas do Bahrein temem ser brutalizados numa escala épica caso os Xiitas derrubem o governo.

Tudo isso se reverte em problema para os Estados Unidos porque nossos interesses nacionais no Oriente Médio estão emaranhados inexoravelmente com o cisma Sunita-Xiita. Bahrein, por exemplo, é a casa estrategicamente vital para a 5 ª frota dos EUA. Os Xiitas se ressentem da América por apoiarem a monarquia Sunita. Os estrategistas militares Americanos estão compreensivelmente nervosos com a perspectiva de alugar uma base para a 5ª Frota de um Bahrein pós-revolucionário que seria um satélite Xiita do Irã, para não falar do efeito em cascata que uma guerra religiosa teria sobre outros aliados Sunitas na região.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis