GOOGLE É PARCEIRO DE GRUPO MUÇULMANO ANTISSEMITA E PRÓ-HAMAS

Fonte/source: Google partners with anti-Semitic, pro-Hamas Muslim group


Nota: Traduzi apenas uma parte porque o texto é muito longo. O restante será publicado em um outro artigo.


GOOGLE É PARCEIRO DE GRUPO MUÇULMANO ANTISSEMITA E PRÓ-HAMAS

POR ROBERT SPENCER

31 de Janeiro de 2018

Enquanto persegue e censura aqueles que divergem da extrema-esquerda.

Google, YouTube e o resto não são de forma alguma plataformas neutras. Essa hegemonia deve ser encerrada, ou a liberdade de expressão será uma carta morta.

“GOOGLE SE ASSOCIA COM ISLAMITAS ANTISSEMITAS”, por Steven Emerson, IPT News, 30 de Janeiro de 2018:

Por que o Google e o YouTube patrocinam um simpósio de um dia contendo uma lista de palestrantes incluindo antissemitas Islâmicos conhecidos, bem como militantes Islâmicos conhecidos, que há muito tempo são inimigos de Israel e partidários do Hamas? E por que o Google e o YouTube fornecem um fórum aos Islamitas que aprovam a “morte por apedrejamento” imposta pela Sharia?

A conferência online desta Quarta-feira, pelo Britânico Imams Online apresenta uma galeria de bandidos Islâmicos e virulentamente antissemitas e anti-Israel — e tudo está sendo feito “em parceria oficial com o Google e o YouTube.

Um dos três principais objetivos da conferência é “enfrentar a Islamofobia crescente e a ameaça da extrema direita.”

“Os valentões politicamente corretos chamam de Islamofóbicos pessoas como você e eu, quando acusamos o Islã radical daquilo que ele é”, diz o reformista Muçulmana Raheel Raza. “… eles realmente me chamam, uma mulher Muçulmana praticante, de Islamofóbica. Por quê? Porque eu falo contra o Islamismo radical.”

Mas a divulgação da falsa reivindicação do aumento de Islamofobia pode ser vista como uma ameaça à segurança nacional. Isso porque esse conceito baseia-se na falsa noção de que existe uma conspiração Ocidental contra o Islã — e essa é a principal reivindicação e motivação que induz os ataques terroristas jihadistas em alvos Ocidentais.

“Islâmicos esperam se isolar da acusação de que apoiam a violência jihadista quando disparam acusações de “Islamofobia”, “O presidente do Fórum do Oriente Médio, Daniel Pipes, ele mesmo criticado como “Islamofóbico”, disse ao Projeto de Investigação sobre o Terrorismo (IPT).  “Infelizmente, muitos indivíduos de boa vontade, mas não tão brilhantes, são ludibriados e caem nessa armadilha, mas no processo, essa manobra se torna uma ameaça à segurança nacional, confirmando a paranóia jihadista de que o mundo quer destruir o Islã.”

“Para o Google e o YouTube fornecerem um fórum mundial a um grupo que inclui antissemitas e fanáticos conhecidos é irresponsável e para além dos limites”, disse o Rabino Marvin Hier, fundador e decano do Centro Simon Wiesenthal. “Em vez de promoverem a tolerância e a dignidade humana, isso lhes proporciona uma enorme plataforma para promover seu antissemitismo e ódio! Pedimos ao Google e ao YouTube para cancelarem imediatamente o evento!”


Tradução: Tiao Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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