Cristãos “Abatidos Como Frangos”

Fonte/Source: Christians ‘Slaughtered Like Chicken’: Muslim Persecution of Christians, July 2017 – Raymond Ibrahim


Cristãos “Abatidos Como Frangos”: Perseguição Muçulmana aos Cristãos

Por Raymond Ibrahim

18 de Dezembro de 2017

Gatestone Institute

Luc Ravel, o Arcebispo Católico Romano de Estrasburgo “foi contra o caráter dos líderes da Igreja na França, que permaneceram em grande parte politicamente corretos”, diz um relatório, porque criticou “a mudança demográfica na França, dizendo que os Muçulmanos estão tendo muito mais filhos que os nativos Franceses e criticou a “promoção” generalizada do aborto.” E disse mais: “Os fiéis Muçulmanos sabem muito bem que a sua natalidade é tal que hoje em dia, chamam isso de… a Grande Reposição, e falam de uma maneira muito calma e muito positiva, “um dia tudo isso, será nosso”.

Outro líder Cristão, enquanto discutia sobre o Sudão em particular, mencionou o que os Cristãos em todo o mundo Muçulmano estão enfrentando, e o motivo. “O governo no Sudão quer Islamizar toda a população e quer acabar com o Cristianismo e outras religiões no Sudão”, diz o Pastor Strong. “Nós temos que pressionar o governo para que os direitos das pessoas de praticarem a sua fé abertamente sejam dados a eles.” Para conseguir isso, precisam do apoio da “Igreja global”, acrescentou, porque “estão envolvidos em provações, perseguição, fome — um monte de problemas. E, no entanto, no meio de tudo isso, eles se alegram. Estão sempre prontos para morrer, e testemunhar sua fé em todas as circunstâncias. Estão dispostos a servir, não importa o que tenham ou possam vir a perder.”

A reunião de Julho sobre a perseguição Muçulmana aos Cristãos em todo o mundo inclui, mas não se limita às seguintes informações:

Massacre Muçulmano de Cristãos

Paquistão: Em dia 24 de Julho, um homem-bomba Islâmico se explodiu numa área fortemente povoada por Cristãos. Pelo menos 26 pessoas foram mortas. De acordo com Bruce Allen, um ativista de direitos humanos, “O que a mainstream mídia não relata é que essa é a segunda maior colônia Cristã no Paquistão, onde a explosão ocorreu”, apenas dois quilômetros e meio aproximadamente de onde os “pastores do Paquistão se reúnem mensalmente, onde recebem apoio financeiro mensal, onde se reúnem para compartilhar os pedidos de oração, onde tem alguns centros de treinamento contínuos e coisas assim. “Depois de explicar quantos ataques terroristas suicidas atingem os Cristãos, contou como essa atividade constante de terror “coloca os Cristãos nesse estado de alerta elevado, e já vem acontecendo há algum tempo. Nós lembramos da última Páscoa, uma época de grande celebração, e aí acontece um ataque contra os Cristãos nos parques. E é com isso que vivem constantemente… Nós conversamos sobre o transtorno de estresse pós-traumático com pessoas em combate. Bem, aqui você tem uma população inteira de pessoas que tem a sua vida constituída disso: combate. E assim você tem o desgaste psicológico, espiritual e emocional.”

Separadamente, um “mestre” Muçulmano atormentou e depois matou seu “escravo” Cristão. Javed Masih, 32, o Cristão estava, de acordo com o relatório, “reembolsando uma dívida que sua família havia contraído há três anos…” Na realidade, ele era um escravo. “Depois que foi acusado de roubar uma bicicleta motorizada”, o Cristão foi repetidamente espancado com bastões e outros objetos. Ele foi levado ao hospital e morreu por conta da tortura. “A família procurou a justiça abriu um processo na polícia, mas como de costume, a polícia se recusou a aceitar o caso e o culpado e seus aliados ameaçaram a família Cristã para retirar a acusação. Como o irmão mais velho do morto explica: “Queremos justiça. Somos pobres e, portanto a polícia se recusa a nos ouvir e a registrar a queixa. Os grandes proprietários de terras estão ameaçando sérias consequências porque nos opomos a qualquer compromisso. Tudo isso é porque somos Cristãos e pobres. “O assassino disse que o morto cometeu suicídio, uma reivindicação que a família rejeita fortemente.

Egito: outro soldado Cristão foi morto por soldados (Muçulmanos) quando souberam que ele era Cristão. Joseph Reda Helmy acabara de completar seu treinamento militar quando foi transferido para Al-Salaam (“paz”), uma unidade de forças especiais, onde três oficiais o mataram. Ele é pelo menos o sexto soldado Cristão morto por sua fé nos últimos anos. De acordo com o pai do morto, “seu grande e forte filho chegou ao acampamento às 14 horas e às 20 horas já estava morto. “Seu primo, que buscou o corpo, disse que seu primo morto” tinha hematomas na cabeça, ombros, pescoço, costas e genitais, com as piores feridas ocorrendo em suas costas.” Ele também aprendeu com as testemunhas oculares que “os três oficiais começaram a assediar Helmy por causa de sua fé Cristã e que as marcas em seu corpo indicam que o chutaram com as botas e o bateram com instrumentos pesados.” Como em todos os casos anteriores em que soldados Cristãos foram mortos por seus colegas Islâmicos, o exército Egípcio disse aos parentes que os mortos haviam morrido de outra coisa, neste caso, de “ataque epiléptico”. Mas mesmo o “médico que examinou o corpo recusou-se a se curvar à pressão daqueles que o trouxeram e relataram que o a causa mortis não era natural.”

Além disso, sobre a matança jihadista de Cristãos viajando para um mosteiro do deserto no final de Maio de 2017, surgiram mais detalhes. Falando da cama do hospital, um dos sobreviventes do massacre, Mariam Adel, uma jovem mãe cujo marido e nove de seus parentes foram mortos no ataque, disseram que depois que os jihadistas abriram fogo no ônibus, foram a bordo e “ordenaram que saíssem do ônibus e disseram a todos para se converterem ao Islã.” “Renunciar a nossa fé? Claro que não”, Mariam falou sobre a reação coletiva das mulheres. “Se tivéssemos, poderiam ter nos deixado fora do ônibus e nos tratado bem. Mas nós só queremos Jesus e estamos confiantes de que ele não nos deixará.” Os militantes responderam roubando as mulheres da posse deles, o que justificaram como “espólios de guerra” devidamente recebido. Um menino de 10 anos cujo pai foi assassinado disse que “eles pediram ao meu pai para se identificar e depois lhe pediram que recitasse a profissão de fé Muçulmana. Ele recusou, disse que era Cristão. Eles atiraram nele e em todos os outros que estavam no carro. Toda vez que atiravam em alguém, gritavam: “Deus é grande”, ou mais, literalmente, “Alá é maior.”


Para mais informações (em Inglês) sobre os países envolvidos com a perseguição Muçulmana aos Cristãos acesse este link: Raymond Ibrahim.  O site disponibiliza um relatório sobre os casos de perseguição mundial desde Julho de 2011.

A perseguição aos Cristãos no mundo Islâmico tornou-se endêmica. Por conseguinte, o relatório sobre a “perseguição Muçulmana aos Cristãos” foi desenvolvido para reunir alguns — de modo algum todos — os casos de perseguição que se emergem a cada mês, cem dois propósitos:

  1. Documentar o que a grande mídia não faz: a perseguição habitual, senão crônica, aos Cristãos.
  2. Mostrar que tal perseguição não é “aleatória”, mas sistemática e inter-relacionada — e  que está enraizada em uma visão de mundo inspirada na Sharia Islâmica.

Para mais informações (em Inglês) sobre os países envolvidos com a perseguição Muçulmana aos Cristãos acesse este link: Raymond Ibrahim.  O site disponibiliza um relatório sobre os casos de perseguição mundial desde Julho de 2011.

A perseguição aos Cristãos no mundo Islâmico tornou-se endêmica. Por conseguinte, o relatório sobre a “perseguição Muçulmana aos Cristãos” foi desenvolvido para reunir alguns — de modo algum todos — os casos de perseguição que se emergem a cada mês, cem dois propósitos:

  1. Documentar o que a grande mídia não faz: a perseguição habitual, senão crônica, aos Cristãos.
  2. Mostrar que tal perseguição não é “aleatória”, mas sistemática e inter-relacionada — e  que está enraizada em uma visão de mundo inspirada na Sharia Islâmica.

    Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

 

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