HUNGRIA: Migrantes Na Europa Não São Refugiados, São Invasores Muçulmanos

Fonte/Source:Orbán: Europe’s Migrants Aren’t Muslim Refugees, They’re ‘Muslim Invaders’


HUNGRIA: Migrantes Na Europa Não São Refugiados, São Invasores Muçulmanos

Por Victoria Friedman

9 de Janeiro de 2018

Orbán
Viktor Orbán, Primeiro Ministro Húngaro

Chamando o multiculturalismo de “ilusão”, Viktor Orbán, Primeiro Ministro Húngaro, bateu forte na política de migração do governo Angela Merkel, que gerou um fluxo de “invasores Muçulmanos” para dentro da União Europeia.

Respondendo à sugestão de que a Hungria não estava mostrando “solidariedade” suficiente para com a União Europeia porque a Alemanha aceitou 2 milhões de migrantes enquanto a Hungria não irá aceitará 2.000, o Primeiro Ministro Orbán disse ao tablóide Alemão BILD no Domingo: “Esta é a diferença: “Eles querem os migrantes, mas nós não.”

“Nós fazemos o nosso trabalho protegendo a fronteira externa de Schengen com a Sérbia. Isso nos custa um extra de um bilhão de euros desde 2015 e Bruxelas não irá nos reembolsar um centavo disso,” acrescentou Orbán.

Indagado por que os Húngaros estão resistindo à imposição do bloco com relação à política de redistribuição de migrantes, Orbán respondeu assim, “Nós não consideramos essas pessoas como refugiados Muçulmanos,” mas como “invasores Muçulmanos”. Chamando a atenção ao fato de que migrantes tinham viajado através de países seguros antes de irem aos países mais prósperos da Europa, o primeiro ministro adicionou que muitos são “migrantes econômicos” e não genuinamente necessitados de asilo.

“Isso não foi uma onda de refugiados, isso foi uma invasão,” disse Orbán ao BILD, criticando a Alemanha, “que consideramos o melhor exemplo de disciplina e estado de direito”, por se rebaixar ao “caos e a anarquia” em Setembro de 2015 sob a chancelaria de Angela Merkel permitindo o “cruzamento ilegal de fronteiras” em massa.

Orbán também levantou o novo “problema sociológico” da Alemanha, os crimes de migrantes e o terror, os quais as nações da Europa Central querem evitar.

“Acreditamos que um número grande de Muçulmanos necessariamente levarão a uma sociedade paralela, porque as sociedades Cristãs e Muçulmanas jamais se unirão,” disse o Primeiro Ministro Húngaro ao jornal, adicionando que, “Multiculturalismo é apenas uma ilusão. Não queremos isso. E não permitiremos que forcem nada sobre nós.”

No Domingo, o colega líder da Europa Central e oponente à abertura das fronteiras, o Tcheco Presidente Miloš Zeman disse à mídia que a cultura dos migrantes do terceiro mundo “não é compatível com a cultura Europeia”, e alertou que “Se a União Europeia não tiver coragem de reforçar as suas fronteiras… Nós teremos 10 milhões de Africanos no decorrer de vários anos.”

O líder do Fidesz esteve na Alemanha na semana passada para falar em uma conferência contra a abertura de fronteiras realizada pelo partido Conservador da Baviera — uma coalizão tradicional e parceira da União Democrática Cristã (CDU) da Chanceler Angela Merkel — dizendo aos representantes e ao líder da CSU Horst Seehofer que 2018 pode vir a ser o ano em que o desejo das pessoas poderá ser restaurado na Europa.

Quatro meses após a realização das eleições federais e após a primeira rodada das negociações com o Partido Democrata Livre (FDP) e o colapso dos Verdes em Novembro, Merkel espera ressuscitar a “Grande Coalizão” do CDU/CSU com a esquerda social-democrata; os social-democratas e a CSU da Baviera estão susceptíveis a entrar em conflito sobre o imposto corporativo, benefícios dos migrantes e o reagrupamento familiar.

A Alemanha não conseguiu formar um governo depois de 1949.


Tradução: Tião Cazeiro – Muhammad e os Sufis

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