Hamas Pede o Fim Do Processo De Paz Com Israel

Fonte/Source: Hamas chief calls for end to peace process with Israel – World Bulletin


Por Tião Cazeiro 

Compare os excertos a seguir com o artigo sobre o Hamas no final. Depois observe como foi importante Donald Trump reconhecer Jerusalém como a capital de Israel.


Excertos do Islã 101 — A Guerra do Islã Contra o Mundo


“A perseguição do Islam aos não-Muçulmanos é de forma alguma limitada à Jihad, apesar de ser a relação básica entre o mundo Muçulmano e não-Muçulmano. Depois de uma Jihad ser concluída numa determinada área, com a conquista do território do infiel, a “dhimma” ou Tratado de Proteção, pode ser concedida ao conquistado, o “Povo do Livro” — historicamente, Judeus, Cristãos e Zoroastrianos.

A dhimma estabelece que a vida e a propriedade do infiel estarão isentos da Jihad enquanto os  governantes Muçulmanos assim entenderem, o que geralmente significa que o submetido “não-Muçulmano” — o dhimmi — assim ficará enquanto economicamente for útil ao estado Islâmico.

O Alcorão enuncia que o pagamento da Jizya (Imposto; Taxa de proteção (Head-Tax); Sura 09:29), é o meio mais conspícuo através do qual os senhores Muçulmanos devem explorar o dhimmi. Mas, a Jizya não é meramente um assunto econômico em si; ela existe também para humilhar o dhimmi e impressioná-lo com a superioridade do Islã. Al-Maghili, um teólogo Muçulmano do século XV, explica:

“No dia do pagamento {da Jizya} eles {os dhimmis} devem ser postos num lugar como o Suq {Centro Comercial}. Devem esperar no lugar mais baixo e mais sujo. Os funcionários interinos, que representam a lei, devem ser colocados acima deles e adotarem uma atitude ameaçadora para que fique bem claro para eles, bem como para os outros, que nosso objetivo é senão degradá-los, fingindo tomar suas posses. Eles vão perceber que estamos fazendo-lhes um favor, aceitando a Jizya para deixá-los livres.

(Al-Maghili, citado por Bat Ye’or, (O Declínio do Cristianismo Oriental sob o Islã, 361).

“Em 1928, Hasan Al-Banna fundou a Irmandade Muçulmana, que hoje é a mais poderosa organização no Egito depois do próprio governo.

“Todos os Muçulmanos devem fazer a “Jihad”, é uma obrigação ordenada por Alá, para todos os Muçulmanos e não pode ser ignorada, nem contornada. Alá tem atribuído grande importância à Jihad e têm dado a recompensa aos mártires e aos lutadores em seu caminho esplêndido. Somente aqueles que agirem da mesma forma, e que tem se modelado nos mártires, e em seu desempenho na Jihad podem unir-se em recompensa. Além disso, Alá honrou especificamente os Mujahideen {aqueles que  lutam e levantam a Jihad} com certas qualidades excepcionais, espirituais e práticas, para beneficiá-los neste mundo e no próximo. Seu sangue puro é um símbolo da vitória neste mundo e a marca do sucesso e felicidade do mundo que há por vir.

…….

“Todos estão sempre prontos e preparados. Por exemplo, Abdullah ibn al Mubarak, um homem muito sábio e piedoso, foi voluntário da Jihad na maior parte de sua vida, e Abdulwahid bin Zayd, um Sufi e um homem devoto, fez o mesmo. E em seu tempo, Shaqiq al Balkhi, o Sheik dos Sufis incentivou seus alunos à Jihad.”


Essa é a razão primordial da impossibilidade de um acordo de paz. Você pode até falar em petróleo etc., mas não irá escapar do que foi dito acima.

Claro, nada a ver com o Islam, a religião de paz, o povo das necessidades especiais.


Hamas Pede o Fim Do Processo De Paz Com Israel

World Bulletin / News Desk

3 de Janeiro de 2018


Declarações por causa da aprovação pelo Parlamento de Israel de um projeto de lei tornando mais difícil alterar o status de Jerusalém.

Chefe do Hamas, Ismail Haniyeh, convocou para Terça-feira uma nova Intifada Palestina e o fim formal do processo de paz com Israel como consequência da decisão dos EUA sobre Jerusalém (Qudus).

As observações de Haniyeh vieram após o Parlamento de Israel, ou o Knesset, aprovar uma lei no final da Segunda-feira que torna mais difícil alterar o status de Jerusalém.

De acordo com o projeto de lei, qualquer tentativa de mudar o status oficial de Jerusalém ou as fronteiras municipais requer a aprovação de 80 dos 120 membros da assembléia em vez de uma maioria simples.

O movimento ocorre a menos de um mês após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar sua decisão de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel, levando a condenação generalizada em todo o mundo Árabe e Muçulmano.

Haniyeh enfatizou que serão necessárias mais medidas para evitar que os EUA alcancem seus objetivos, incluindo a formulação de “um plano Árabe-Islâmico unido em coordenação com organismos internacionais que apoiem os direitos dos Palestinos”, que sentem que sofreram com a política Americana na região.

Haniyeh disse que “as decisões de Israel e dos EUA tornam necessário agir em dois níveis políticos”.

“O primeiro é não confiar no processo de paz ou mesmo acabar com ele. O segundo é encerrar o processo de normalização com Israel”.

“Contra a estratégia de Israel, chamamos a atenção para uma estratégia abrangente que invalidará as decisões Israelenses e Norte-Americanas [em Jerusalém] e permitirá rever a causa da Palestina como um projeto nacional de salvação”, afirmou.

Ele enfatizou que um programa que inclua Árabes, Muçulmanos e Palestinos deve ser levado a cabo para invalidar a decisão dos EUA e Israel sobre Jerusalém.


Tradutor: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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