Reductio Ad Absurdum

Reductio Ad Absurdum

Por Tião Cazeiro

31 de Dezembro de 2017

Encontrei este tuite ainda há pouco no Twitter… 

O tuite menciona uma entrevista realizada nas “Páginas Amarelas” da Veja, onde o sheik Rodrigo Jalloul, principal líder xiita do Brasil faz um alerta sobre a “existência de muçulmanos brasileiros que foram radicalizados…. ou seja, começaram a pregar os ensinamentos literais do Alcorão. Isso inclui defender o fim de “judeus e cristãos”.

Esse sheik é craque em taqiyya e aprendeu com os melhores no Irã.

Radicado há seis anos no santuário de Qom, no Irã, o paulistano Rodrigo Jalloul, 27, tornou-se o primeiro brasileiro nato a ser oficialmente reconhecido como clérigo xiita” – Radicado no Irã, Rodrigo Jalloul é o 1º brasileiro nato a se tornar clérigo xiita

Em outras palavras, um radical acusando outros radicais…

E que segundo o Conselho Superior de Teólogos e Assuntos Islâmicos do Brasil (CSTAIB), existem cerca de 120 mesquitas e comunidades Islâmicas no Brasil. Veja bem, “Conselho Superior…”

Caso ainda não tenha lido este artigo, sugiro que leia para entender o que estou dizendo:  Xeque Xiita Rodrigo Jalloul: “Sim, O Irã Está Divulgando O Xiismo No Brasil, E Daí?”

Um excerto desse artigo…

“Este xeque (ou sheik) xiita cria uma “miragem” muito perigosa quando diz que:

“Muita gente fala mal do Irã. Algo como o apedrejamento é, para nós, brasileiros, algo cruel. É uma regra dura, sim, mas o mundo precisa disso. O Brasil tem assassinatos, estupros etc. No Irã a segurança é total, já que as leis são temidas. Além disso, ninguém fala que nos EUA existe pena de morte com tortura.” — Sim, o Irã está divulgando o xiismo no Brasil, e daí?”  em depoimento a Samy Adghirni, da Folha. — [Ênfase adicionada].”

Sempre a mesma conversinha, os outros são radicais (os Sunitas) e o Estado Islâmico (Sunitas)…

“De fato existem ramificações religiosas no Brasil que apoiam o Estado Islâmico. Não posso afirmar que sejam ramificações terroristas, mas são integradas por pessoas com pensamentos extremistas….” — sheik Rodrigo Jalloul

Quando diz que “pessoas com pensamentos extremistas” afirma isto porque são sunitas? E o xiitas no Irã? Uma revolução está a caminho no Irã e não tem retorno.

Isso nada mais é do que a eterna guerra entre sunitas versus xiitas, Irã versus Arábia Saudita, um problema que o Brasil — como um país livre de problemas e tranquilo — importou e agora está regando as raízes desse problema, com o auxílio luxuoso da esquerda.

A cultura Judaico-Cristã é um lixo, não é mesmo? Precisamos aprender com xiitas e sunitas, assim a esquerda vai ficar feliz e alcançará enfim o seu grande objetivo, claro, no futuro, lá na frente, na terra do nunca, com o sacrifício do povo Brasileiro que será massacrado por um padrão de 1400 anos se a população não acordar. Claro, nada a ver com o Islam, a religião de paz.

Isso tudo me parece um “Reductio ad absurdum”  e o país já está comprometido.

Quando a mídia divulga que “muçulmanos radicais pregam o fim de judeus e cristãos no Brasil” dando voz a um radical xiita acusando os sunitas, duas opções me parecem lógicas:

  1. Desconhecem a história do Islam, que massacrou mais de 60 milhões de Cristãos entre outros — Tears of Jihad – Political Islam
  2. Ou, são cúmplices  e querem a destruição da cultura Judaico-Cristã, por conseguinte, permitindo esse tipo de matéria onde o sheik Rodrigo Jalloul se apresenta como ‘mocinho‘ e o Islam… claro, nada a ver com o Islam.

O segundo maior país Cristão do mundo está à beira de um desastre, em meio à paralisia do sono, seguindo os passos da Europa — ‘O Pesadelo’ – a Europa e o Íncubo


 

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