FELIZ NATAL !

FELIZ NATAL !

Por Robert Spencer

24 de Dezembro de 2011


Nota: Traduzido e publicado em 24 de Dezembro de 2013 pelo site LEI ISLÂMICA EM AÇÃO. (Agradecimento à José Atento).


Sudário (Lamentação de Cristo) no Monastério de Stavronikita, Monte Atos — Theophanis Strelitzas, também chamado Theophanes, o Cretense, ou “de Creta” ou “Theophanes Bathas”, foi um importante pintor de ícones da Escola Cretense na primeira metade do século XVI.

Este artigo é uma tradução da mensagem de “Feliz Natal!” escrito por Robert Spencer, diretor e fundador da Jihad Watch. O artigo é muito interessante pois retrata bem como a “versão islâmica dos fatos” implica na negação dos nossos valores, e em muitas vezes, na negação da própria História. E mais, estamos sendo forçados a aceitar esta “versão islâmica” sob o risco de sermos chamados de “racistas” ou “Islamofóbicos.”

Tudo em nome da tolerância, afinal, segundo a narrativa multicultural em vigor (na Europa, EUA e Canadá) — ABRE O OLHO BRASIL! — a culpa de qualquer ato de muçulmanos mais “religiosos” é sempre dos outros. Segundo esta narrativa, o motivo que leva o Islão a agir de modo tão violento e assertivo é resultado do colonialismo europeu, do imperialismo americano, da existência de Israel, ou até mesmo das cruzadas, e todas as evidências que indiquem que a origem destes atos advém dos “livros sagrados” do Islão e da lei islâmica devem ser ignoradas. Livros como o Jihad Islâmica: um legado de conversão forçada, imperialismo e escravidão, por exporem a verdade, devem ser banidos.

Este ícone bizantino é o trabalho do iconógrafo do século 16, Theophanes de Creta.

Hoje em dia, muitos muçulmanos em todo o mundo o considerariam ofensivo e insultuoso ao Islão. Muçulmanos nos Bálcãs, poucos anos atrás, entraram e destruíram igrejas e ícones, como essa pintura do artista Theophanes de Creta, justamente por essa razão.

De que forma esse ícone insulta o Islão? De várias formas incluindo estas:

1. Ele retrata seres humanos, o que viola a proibição islâmica tradicional de imagens, sendo por isso considerado idolatria e blasfêmia.

2. O ícone não retrata Jesus como um profeta muçulmano. Em vez disso, ele mostra Jesus na forma tradicional cristã, como o Filho encarnado de Deus: em sua auréola está secrito ων, Aquele que é, um título de divindade derivado do nome de Deus, que Deus deu a Moisés (em Êxodo 3:14), em violação à imposição frequentemente repetida no Alcorão de que Alá não tem filho. —(4:171; 09:30; 25:2; 39:4; 72:3; etc.).

3. Em consonância com o item 2 acima, que retrata o que os muçulmanos consideram ser idolatria, o ícone mostra a sua santa mãe se ajoelhando à frente da criança para adorá-la.

4. O feixe de luz ou lança, vindo do céu até a criança no berço, retrata a atividade do Divino no mundo, assumindo a doutrina da Trindade, que é rejeitada um tanto imprecisamente pelo Alcorão 4:171 e 5:116.

5. O berço se assemelha a um caixão, prenunciando o núcleo e o coração do cristianismo, a morte redentora de Cristo, que é negada no Alcorão 4:157.

Agora, se você é um cristão ou não, e se você acredita ou não todas ou qualquer uma dessas coisas, a pergunta que está diante de nós com este Natal, como em todos os Natais nestes tempos, é se as pessoas devem ser autorizados a acreditar nessas coisas livremente, sem serem brutalizada ou discriminadas, se eles vivem no Iraque, no Egito ou no Paquistão, ou na Nigéria, ou na Indonésia — e se as pessoas, livres de todos os credos e perspectivas, devem defender seu direito de fazê-lo.

Nesses países, os cristãos de hoje estão sendo sequestrados, presos injustamente, espancados e assassinados — não por causa de qualquer coisa que fizeram, mas porque se atreveram a acreditar em algumas das coisas que tenho esboçado acima, crenças que são consideradas blasfêmia pelo Islã oficial. E isto não é muito melhor em qualquer outro lugar no mundo islâmico: em nenhum país de maioria muçulmana hoje em dia, as pessoas que acreditam nessas coisas desfrutam de plena igualdade de direitos com os muçulmanos.

Vemos isso no site Jihad Watch todos os dias.
Vemos jihadistas atacando cristãos com fúria crescente. Também vemos o mundo em grande parte bocejante e indiferente como tudo isso que se passa. O cristianismo é uma coisa grande e multifacetada, com tantas manifestações diferentes e diversas, mas na mente dos formadores de opinião do Ocidente é o próprio ocidente, branco, suburbano, rico, confortável, quem oprime. Os cristãos são, nos dramas diários divulgados pela mídia todos os dias, relatados como ligeiramente sinistros, perigosos, egoístas, e inclusive às vezes fanaticamente xenófobos. Os cristãos nunca são vítimas. Os muçulmanos, por outro lado, são retratados diariamente na mídia ocidental como não-ocidentais, não-brancos, pobres, sábios, serenos, e oprimidos.

E assim, quando se trata de assombração não-ocidental, cristãos não brancos sendo perseguidos por muçulmanos, os circuitos da grande da mídia entram em curto. Eles não podem lidar com isso. Eles não têm paradigmas para tal. Esses acontecimentos violam todas as regras. Por conseguinte, ignoram ou mascaram a identidade ou o motivos dos autores, e tentam pôr o foco em outro lugar.

E assim, lembre-se neste Natal: se você é um ser humano livre, independentemente de ser ou não cristão, os cristãos que são perseguidos no Iraque, nas Filipinas, na Nigéria, no Egito, no Paquistão, e em outras partes do mundo islâmico, estão ocupando o seu lugar. Os jihadistas logo o atacarão também, e farão quando tiverem uma chance. Lembre-se que você está na lista do programa da supremacia islâmica. Você pode não ser um cristão. Você pode não ser um judeu. Você pode não ser um hindu. Você talvez não queira prestar atenção à jihad, mas a jihad é universal e implacável. E você está na lista.

Então, que neste Natal, todos nós, cuja conversão, subjugação, ou morte é vislumbrada pelos adeptos da Sharia, fiquemos juntos. Vamos ficar juntos, como judeus, cristãos, hindus, budistas, ateus, secularistas, o que você seja, e nos levantar contra aqueles que nos matariam ou nos sujeitariam a discriminação institucionalizada porque consideram nossas crenças ofensivas.

Para ter certeza: se não estivermos juntos, eles irão prevalecer.
E se prevalecerem, então todas as mais ricas manifestações do espírito livre humano, desde — Theophanes de Creta até os Budas de Bamiyan, desde Hagia Sophia ao templo de Keshava Rai em Mathura, desde as obras de Sócrates e Aristóteles aos escritos de Moisés Maimônides e Dante Alighieri e Winston Churchill e Oriana Fallaci,  —serão pisadas na lama, destruídas, explodidas, arruinadas, apagadas. Todos nós ficaremos empobrecidos. Nossos filhos serão os mais pobres.

É hora de lutar por nossa vida.

Feliz Natal a todos os cristãos leitores da Jihad Watch que celebram esta festa de Natal.


 

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2 comentários em “FELIZ NATAL !”

  1. Paz longa vida e prosperidade neste ano vindouro para vc e toda sua família!

    Enviado do meu smartphone Samsung Galaxy.

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