O ISLAM TEM PRIVILÉGIOS ESPECIAIS NO REINO UNIDO

Fonte/Source: Islam has special privileges in the UK: Muslims have been bullying Britain and the leftists are their helpers


O Islam Tem Privilégios Especiais No Reino Unido: Britânicos Sofrem Bullying Por Parte Dos Muçulmanos E A Esquerda É Cúmplice

POR SHAZIA HOBBS

19 de Dezembro de 2017

Javaria Saeed, ex-agente de contraterrorismo da Polícia Metropolitana de Londres e Muçulmana praticante.
"ISLAMOFOBIA" 
UMA PALAVRA CRIADA POR FASCISTAS 
E USADA POR COVARDES 
PARA MANIPULAR IDIOTAS 
— Andrew Cummins —

Eu não fico mais chocada ou surpresa ao ouvir histórias de homens e mulheres da polícia, que enfrentam ações disciplinares por criticarem o Islã. Homens e mulheres que têm um registro de trabalho impecável, mas que de repente se veem perdendo tudo por dizerem que carne halal é incorreto, por dizerem que os tribunais da Sharia devem ser fechados. Isso deveria ser uma notícia chocante e deveria ser uma notícia importante, quando pessoas que supostamente deveriam  no servir e proteger, arriscam perder seus empregos por “insultarem o Islã”. Suponho que devemos voltar ao início para descobrir como chegamos aqui.

Quando meu pai chegou ao Reino Unido no final dos anos 60, ele não teve interesse em receber tratamento especial, estava feliz por ter chegado à terra livre. Onde o dinheiro realmente crescia em árvores e as mulheres eram mais acessíveis do que quando estava no Paquistão. Aquilo que ele não amava em sua nova casa, além do frio, era melhor do que a pobreza que ele havia deixado para trás. Será que ele queria que a sua nova casa fosse governada pela Sharia? Não! Isso foi no final da década de 60, lembre-se, foi o Irã e o Afeganistão que foram lentamente controlados pelo Islã. Foi no Irã e no Afeganistão que as mulheres protestaram contra a imposição do véu (hijab) e todas as outras restrições que as forças Islâmicas exercem sobre mulheres e homens.

Voltando rapidamente para o Reino Unido, é óbvio que a Sharia está se aproximando da vida cotidiana. A Comissão dos Assuntos Internos lançou um inquérito sobre os tribunais da Sharia que operam no Reino Unido; alguns dizem que existem 80 tribunais da Sharia, embora devido à sua natureza secreta, o número verdadeiro é desconhecido. O fato de que há um inquérito mostra que existe um problema; embora os Muçulmanos encarregados do inquérito o tornem inútil, pois sem dúvida não encontrarão nada de errado com a Sharia, se aplicado no “contexto” e algo a ver com “nuance”.

Ouço muitas pessoas falarem que estão com muito medo de revelar sua identidade nas mídias sociais, usam contas anônimas por medo de perder o emprego por criticar o Islã, e ouço muitas pessoas que pensam que as mesmas estão exagerando e por isso as chamam de racistas e islamofóbicas. Li histórias em jornais, histórias como a da Javaria Saeed, uma ex-oficial antiterrorista da Polícia Metropolitana e Muçulmana praticante, que reclamou com os seus chefes sobre alguns de seus colegas oficiais Muçulmanos. Esses oficiais Muçulmanos não viram nada de errado com a MGF (mutilação genital feminina) e também aconselhavam as mulheres Muçulmanas que sofrem de violência doméstica a irem aos tribunais da Sharia em vez de denunciar à Polícia. A menos que o abuso fosse realmente violento, e como eles determinam se o abuso é “realmente violento” não ficou claro.

Em Agosto do ano passado, fui convidada, juntamente com muitos outros, a falar num evento organizado pela Anne Marie Waters, da Sharia Watch UK. Um evento em que falei sobre como o Islam mata mulheres — matam não apenas fisicamente, mas mental e emocionalmente. Isso não é uma mentira, e só precisamos olhar para os países Muçulmanos para ver como as mulheres são punidas. Sabemos no Reino Unido que as mulheres Muçulmanas também são punidas, nós temos leis para protegê-las do casamento forçado, da MGF, VHB (hepatite B), e já existe comentários a respeito do breast ironing  para criminalizá-lo também. A única coisa que esses atos malignos tem em comum é a religião, alguns argumentam e dizem que é cultural, e eu digo que é religião.

Nota: breast ironing —(algo como passar os seios a ferro, em Inglês) uma prática abusiva de “achatamento” dos seios de meninas, com o corpo em desenvolvimento, para “protegê-las” do estupro e do assédio sexual.

Africanos, Egípcios, índios, Paquistaneses e Indonésios, para citar alguns, realizam a MGF, são culturas completamente diferentes, mas a religião é o denominador comum.

Anne Marie teve problemas com a polícia. Ela não conseguiu manter o evento fora de Westminster, informaram, então ela escolheu outro local, o qual também não era adequado, pois precisaria de uma permissão. Parecia que não havia nada além de obstáculos em seu caminho, com os responsáveis esperando que ela cancelasse o evento. Anne Marie é uma mulher forte e se recusou a recuar e, eventualmente, desistiram e permitiram que ela realizasse o evento fora de Westminster, sua primeira escolha de local.

Se você quiser marchar em prol da Sharia e do Califado no Reino Unido, não haverá nenhum obstáculo em seu caminho. Em vez disso, a polícia irá caminhar ao seu lado para protegê-lo contra qualquer reação. Durante a marcha, você poderá acenar a bandeira do Estado Islâmico (ISIS), e isso também não será controlado. Proteste contra a Sharia e zombe do Islã e você poderá ser preso.

Você também poderá carregar banners e segurar cartazes pedindo pela “Morte dos Soldados Britânicos”. Isto também é permitido e irão conceder-lhe um passe gratuito. Proteste contra os rituais diabólicos e bárbaros, com os quais o Islam mata mulheres, apedreja, chicoteia, decapita, e você será acusado de “crime de ódio”.

Será que sou a única que consegue ver a estupidez nisso tudo? Será que sou a única que consegue ver os padrões duplos que existem na sociedade Britânica? Lute pela cultura Britânica e pelas leis Britânicas, e você será difamado como Islamofóbico, racista e fascista. Marche para que o Reino Unido se torne um Califado e que a Sharia governe e deixarão você livre para fazê-lo todos os dias, se quiser, sem problema algum e sem ser molestado.

Mas quando temos um Primeiro-Ministro que usa o véu (hijab) quando se encontra com líderes Muçulmanos eu pergunto, seria de se admirar que o país esteja no estado em que se encontra? Que mensagem isso passa?

O Islam tem privilégios especiais no Reino Unido, e qualquer pessoa que discorda ou desafia é acusada de racismo. O racismo contra uma ideia, uma religião não é possível, mas como eu disse, o Islamismo tem privilégios especiais, então você pode ser racista em relação a isso, e se você argumenta que não é possível, então você é um islamofóbico.

Será que o Judaísmo recebe esse mesmo tratamento especial, por exemplo? Prendemos aqueles que falam contra o povo Judeu? Não! Todas as outras religiões têm que aturar e lidar com isso; o Cristianismo é ridicularizado e com razão, assim como a Igreja Católica e o escândalo do abuso sexual infantil. Muitos Católicos abandonaram a sua fé, recusaram-se a ir à capela e a missa depois do escândalo que abalou sua religião, estão enojadas pelo estupro de crianças e encobrimento do caso.

As mesquitas não estão imunes desse abuso, e ouvimos falar de molvis (Muçulmano doutor em lei) e imams que abusaram e estupraram crianças deixadas à sua disposição, confiadas ​​pelos pais para ensinar-lhes o Alcorão e não abusar dessa confiança explorando sexualmente e violando seus filhos. Falamos sobre isso tão livremente quanto o abuso do sacerdote Católico? Não, não falamos, porque apenas uma religião tem privilégios especiais, o resto não.

Nós temos o Partido Trabalhista, com um bando de membros que flagrantemente odeiam os Judeus, e tudo o que precisam fazer é pedir desculpas e seguir em frente. Imagine se o partido Tory odiasse abertamente os Muçulmanos. Poderiam pedir desculpas e seguir em frente? Você nunca ouvirá o fim disso.

Alguns riem e dizem que o medo não é racional e que os Muçulmanos não querem que o Islã ocupe o Reino Unido. Esses são os esquerdistas Islâmicos amorosos e apaziguadores de votos e os iludidos.

A Grã-Bretanha está se tornando como o Irã e o Afeganistão nos anos 60, quando os Islamistas estavam assumindo o controle. A Sharia está crescendo de forma imperceptível na vida cotidiana e há muitos agentes para silenciar rapidamente aqueles que falam sobre isso.

Temos um conselheiro trabalhista que exige que uma escola mude sua política uniforme para permitir que uma criança de 4 anos use um hijab; nós prendemos aqueles que colocam bacon nas alças das portas das mesquitas e damos a eles sentenças mais longas do que para aqueles que mutilam a vagina de suas filhas, e nem mesmo prendermos aqueles que forçam a MGF em suas filhas.

Recentemente, teve um artigo nos jornais sobre a polícia ter medo de fazer qualquer coisa sobre a MGF por medo de ser chamada de racista. Permitir que as vaginas de meninas sejam mutiladas por medo de serem chamados por um nome? Não proteger essas pequenas meninas de um sofrimento para a vida toda, por medo de ser chamados por um nome?

Os pregadores do ódio que são banidos do Paquistão recebem vistos para viajar para o Reino Unido e espalhar o ódio nas mesquitas. Essas visitas são anunciadas pelo Facebook e outras plataformas de redes sociais. Nessas mesquitas, eles podem pregar aos seus companheiros o ódio contra os kaffirs (infiéis), os Judeus e o Ocidente. Durante todo o tempo devem estar rindo da estupidez do nosso governo.

Não há absolutamente nada de errado em ter medo de uma religião que exige a sua morte por ousar deixá-la, que o pendura num guindaste por ser gay, que apedreja até a morte por ser estuprada.

Me chame de islamofóbica o quanto quiser, não me impedirá de falar sobre como o governo está sendo intimidado pelos Muçulmanos, eu não quero ser governada pela Sharia e eu sei que existem milhões de outros como eu, Muçulmanos e não-Muçulmanos, que concordam. Eles não podem silenciar a todos.


Shazia Hobbs cresceu em Glasgow com sua mãe Escocesa branca, seu pai Paquistanês, sua primeira esposa Paquistanesa e oito das 11 crianças das duas mulheres. A novela de estréia de Shazia Hobbs, The Gori’s Daughter, já está disponível na Amazon.

A novela biográfica de Shazia, The Gori’s Daughter at Amazon (Kindle & Paperback)

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

 

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