Antissemitismo Desenfreado Na Alemanha

Fonte/Source: Study finds anti-Semitism rampant among Muslim migrants in Germany


Estudo Considera o Antissemitismo Desenfreado Entre Migrantes Muçulmanos Na Alemanha

Por ROBERT SPENCER

14 de Dezembro de 2017

“As dimensões do problema são muito maiores do que o esperado”.

As expectativas eram ingênuas. O Alcorão retrata os Judeus como inveteradamente doentios e inclinados a destruir o bem-estar dos Muçulmanos. De acordo com o Alcorão, de todas as pessoas, os Judeus são…

os mais fortes em inimizade para com os Muçulmanos (5:82); fabricam coisas e atribuem falsamente a Alá (2:79; 3:75, 3: 181); afirmam que o poder de Alá é limitado (5:64); adoram ouvir mentiras (5:41); desobedecem a Alá e nunca observam seus comandos (5:13); estão discutindo e brigando (2: 247); escondendo a verdade e enganando as pessoas (3:78); organizam rebelião contra os profetas e rejeitando sua orientação (2:55); sendo hipócrita (2:14, 2:44); dando preferência aos seus próprios interesses sobre os ensinamentos de Muhammad (2:87); desejando o mal as pessoas e tentando induzi-las (2: 109); sentindo dor quando outros são felizes ou afortunados (3:120); sendo arrogante sobre ser o povo amado de Alá (5:18); devorando a riqueza das pessoas por subterfúgio (4: 161); caluniando a verdadeira religião e sendo amaldiçoados por Alá (4:46); matando os profetas (2:61); sendo implacável e sem coração (2:74); nunca cumprindo suas promessas ou cumprindo suas palavras (2: 100); sendo irrestritos ao cometerem pecados (5:79); sendo covardes (59: 13-14); sendo miseráveis (4:53); sendo transformados em macacos e porcos por profanarem o Sábado (2: 63-65; 5: 59-60; 7: 166); e mais. Eles estão sob a maldição de Alá (9:30), e os Muçulmanos devem fazer guerra contra eles e subjugá-los sob a hegemonia Islâmica (9:29).

Antissemitismo desenfreado entre os refugiados Muçulmanos na Alemanha, diz o estudo,” JTA, 14 de Dezembro de 2017:

BERLIM (JTA) — O antissemitismo entre os refugiados Muçulmanos está desenfreado e requer atenção urgente, sugere um novo estudo.

Mas o estudo encomendado pelo Instituto Ramer para as Relações Judaico-Alemãs do Comitê Judaico Americano em Berlim também sugere que os refugiados das comunidades minoritárias perseguidas estão mais propensos a assumirem uma posição contra o antissemitismo e a favor de Israel.

Intitulado “Atitudes dos refugiados da Síria e do Iraque com relação à integração, identidade, Judeus e Shoah (Holocausto)”, o historiador e sociólogo Günther Jikeli, da Universidade de Indiana e da Universidade de Potsdam, na Alemanha, prepararam esse relatório de pesquisa com a ajuda de Lars Breuer e Matthias Becker.

O relatório, baseado em entrevistas com 68 refugiados, vem em meio a uma série de manifestações violentas anti-Israel e antiamericana na capital Alemã, denunciando o reconhecimento dos EUA de Jerusalém como capital de Israel. Milhares de manifestantes queimaram bandeiras Israelenses caseiras e as estações de metrô da cidade ficaram lotadas com manifestantes cantando slogans anti-Israel e antiamericano no caminho para os comícios. O número de refugiados entre os manifestantes é desconhecido.

Ao mesmo tempo, num show de solidariedade com as comunidades Judaicas na Alemanha, os Imãs locais se juntaram com líderes Cristãos e Judeus nas celebrações públicas de Chanucá, incluindo a cerimônia anual de iluminação de velas no Portão de Brandemburgo, onde o Rabino Yehuda Teichtal de Berlim se juntou numa plataforma elevatória ao lado do prefeito Michael Mueller. A segurança foi reforçada em toda a Alemanha e em locais Judaicos.

As tensões são profundas, indica o novo estudo. As atitudes antissemitas e a rejeição à Israel são generalizadas entre os recém-chegados, disse o chefe do Instituto Ramer, Deidre Berger, num comunicado.

Embora muitos entrevistados tenham impressões positivas da Alemanha, eles também tendem a acreditar em teorias de conspiração, tais como, são os Judeus ou Israel que controla o mundo.

“O pensamento e os estereótipos antissemitas são muito comuns… mesmo entre aqueles que enfatizam que ‘respeitam’ o Judaísmo ou que não há problema em viverem juntos entre Muçulmanos, Cristãos e Judeus em seus países de origem e na Alemanha”, disse Jikeli numa declaração.

Berger disse que, dada a profundidade da hostilidade anti-Judáica nos países Árabes, isso não surpreende com base nos estereótipos que são implantados nas escolas, mesquitas e na propaganda do governo em alguns países.

“No entanto”, ela disse, “as dimensões do problema são muito maiores do que o esperado”.


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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