Trump, Jayda Fransen e o Britain First

Trump, Jayda Fransen e o Britain First

Por Tião Cazeiro

2 de Dezembro de 2017

“Nesta semana, o Presidente dos Estados Unidos transmitiu mensagens maliciosas de um grupo racista e ultranacionalista diretamente a quase 44 milhões de pessoas. Esses 44 milhões o seguem no Twitter e podem ter compartilhado essas mensagens antimuçulmanas para milhões de pessoas a mais.

O presidente retuitou três vídeos postados por um líder do grupo Britain First. Todos os vídeos culpam Muçulmanos por crimes ou ofensas, mas em poucas horas, as afirmações foram ditas como falsas ou fora de contexto. O gabinete da primeira-ministra Teresa May disse que o Britain First “busca dividir as comunidades através do uso de narrativas odiosas que provocam tensões”. É como se o primeiro-ministro Britânico tivesse compartilhado um tuite de David Duke (“ex-líder de uma filial da Ku Klux Klan (KKK) foi um dos vários supremacistas brancos que inundaram no fim de semana passado as ruas de Charlottesville” – El País)— que, por sinal, viu os vídeos da Grã-Bretanha e retuitou: “Graças a Deus por Trump! É por isso que o amamos!” — Scott Simon

Esse texto pertence a um idiota chamado Scott Simon, a quem o Washington Post elogia como “o programa de notícias mais alfabetizado, espirituoso, emocionante e simplesmente interessante…”, e por Brett Martin do Time-Out New York “as duas horas mais ecléticas e inteligentes da radiodifusão”.

Entender como o outro pensa ajuda você a compreender o fato em si, a realidade. Morei um bom tempo em Londres, trabalhei com os ingleses o suficiente para saber que quando explodem, de fato, é porque a coisa está insuportável.

O mundo está lotado de gente como Scott Simon, gente sem noção, que desconhece a História do Islã ao longo de 1400 anos. Pessoas que acreditam nesse empreendimento paramilitar totalitário, sem perceber que serão vítimas do mesmo, caso não se convertam.

Em suma, venho acompanhando Jayda Fransen e ela explodiu há muito tempo, mas agora a luz que ela emana está incontrolável, a ponto de receber explicitamente o apoio do Trump, o ‘líder do mundo livre’.

Jayda pede o fechamento de todas as mesquitas e a expulsão de todos os Muçulmanos radicais, que estão se apropriando e aterrorizando a população Inglesa. E mais, ela é inteligente e se expressa extraordinariamente bem.

Credibilidade não falta a ela e é capaz, como o video mostra, de protestar em frente a uma mesquita de Londres , suportando cuspes, ofensas etc.. Dizer que ela é uma louca fará de você um idiota. Ela agora é a voz sufocada de milhões de Ingleses, humilhados pelo Islã em seu próprio país. Acompanho isso no Twitter todos os dias e afirmo que o governo fará tudo para tirar a Jayda de circulação.

A pressão Islâmica mundial movida a petrodólar vai acelerar o banimento do Islã no mundo, e consequentemente, levará à guerra, esta já declara pelo Islã faz tempo.

Isso se deve a impossibilidade de haver uma reforma no Islã, como aconteceu em outras religiões. A Arábia Saudita está levantando algumas questões atualmente, mas o tempo dirá. A crescente opinião pública mundial aponta para essa direção. Se você não acredita no que estou dizendo é porque você está muito mal informado.

Existem padrões Muçulmanos que remontam a 1400 anos. Esses padrões se repetem e não serão reformados. Aqueles que apostam numa reforma irão se decepcionar.

Consequentemente, sendo o Islã incompatível com o Ocidente por ter como missão subjugar o infiel, pela persuasão ou pela força, e isto está escrito, e é PRESCRITO nos textos sagrados do Islã, podemos concluir que o segundo maior país Católico do mundo, o Brasil, enfraquecido pelos partidos de esquerda, não escapará do conflito armado, quando o Islã se tornar mais expressivo populacionalmente. Este é um padrão inexorável do Islã. O Islã não veio para assimilar ou compartilhar, veio para eliminar tudo aquilo que não reflete o Alcorão. É totalitário por natureza.

Jayda Fransen, a ‘estrela brilhante’ do ativismo anti-Islã, tem a coragem de um grande guerreiro, que luta para resgatar o seu país, para salvar o seu país de um desastre total. Trump acertou em cheio, acordando a Grã-Bretanha com um choque de realidade.

O Scott Simon, esse globalista idiota e a sua turminha, acreditam que criticar o Islã é racismo, ultranacionalismo, Islamofobia etc. O Islã não é uma raça, chamar alguém de racista porque critica o Islã é pura ignorância. Defender a sua própria casa é uma obrigação de todo ser humano lúcido. Islamofobia é uma estratégia para você não interromper o avanço Islâmico global, para não criticar o Islã.


 A Grã-Bretanha agora é submissa à Sharia.
Jayda Fransen

Chegou a hora de fechar as fronteiras da Europa! Basta!” — Jayda Fransen

Vítimas de migrantes Muçulmanos.

Bem-vindos ao Mundo Ocidental. Este é o nosso futuro! — Jayda Fransen

Assista a estes vídeos. Não se preocupe com o Inglês, apenas assista, as imagens falam por si mesmas.  A Jayda é Cristã, por isso protesta com uma cruz nas mãos, e para mostrar que a Grã-Bretanha é Cristã.


 

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