Katie Hopkins: Fica Furiosa e Contra-Ataca

Fonte/Source: Katie Hopkins: Get Furious and Fight Back


Katie Hopkins:
Fica Furiosa e Contra-Ataca

“Este é o nosso tempo. Não se torne como o Reino Unido”.

Nota do Editor: Seguem abaixo o vídeo e a transcrição dos comentários feitos pela Katie Hopkins no David Horowitz Freedom Center, na Semana da Restauração, 2017. Este evento foi realizado entre os dias 16 e 19 de Novembro no Breakers Hotel em Palm Beach, Florida.
Hopkins é uma colunista incendiária, provocadora e uma locutora que despreza o politicamente correto e prol da verdade sobre a migração Muçulmana, política e mais.

Nota do tradutor: ‘Londonistan’ significa um nome informal para Londres, considerada por alguns como uma base para Islamitas radicais; diferente de ‘Londoner’ que significa Londrino, um nativo ou habitante de Londres.

A transcrição original deste discurso dificultou a tradução e por vezes ficou difícil de organizar. Provavelmente pela alta voltagem emocional da Katie durante o discurso. A Katie tem um jeito especial de se expressar. De qualquer forma, leia com calma, é um texto muito informativo. Peço desculpas por eventuais erros de tradução e comentários a respeito serão bem-vindos.

Inseri um vídeo no final do artigo, — divulgado hoje no Twitter (em Inglês), — para mostrar o protesto que a extrema-esquerda fez  contra outro discurso da Katie Hopkins numa igreja em Londres. Grato pela atenção e espero que gostem.

Katie Hopkins: Olá. Muito obrigado por me receber. É um prazer estar aqui — não sei se — entre pessoas que estão preparadas para lutar pelo seu país, e eu realmente aprecio a oportunidade de estar aqui. Gostaria de esclarecer algumas coisas, antes de começar. Primeiro, eu não sou o Milo (Yiannopoulos), e nem menos ofensiva, eu sou a mãe do Milo, e também, para que fique registrado, algumas pessoas do lado democrático das coisas dizem que eu sou uma Ellen DeGeneres de merda. Eu também não sou ela. Na verdade, nem sou gay. Eu apenas uso cabelos curtos. São duas coisas diferentes. Eu sou uma mulher heterossexual, branca e conservadora, com um marido e três crianças com menos de 13 anos, e de onde venho, lá de Blighty, praticamente me torna uma espécie ameaçada de extinção. Estou na lista de extinções, na lista de animais que estão na iminência de serem extintos. Estou lá com o rinoceronte-negro, e ele tem uma vantagem porque é negro. A vida do negro é importante, pessoas.

(nota: para que não haja dúvida sobre a última frase, muito menos sobre a tradução, eis aqui o texto original: ‘Black lives matter, people.’ Referindo-se ao movimento ativista internacional Black Lives Matter.

Na verdade, a ameaça contra mim tornou-se recentemente um pouco mais real. Eu mesma fui atacada, suponho, como muitos de nós temos. Só na semana passada, uma encantadora senhora me chamou de Madihah ****(sic); se eu entendi errado, não pedirei desculpas, — ela e seu parceiro são Britânicos, é claro — **** (sic); eles estavam no tribunal e foram considerados culpados por conspiração, por cometerem atos de terrorismo contra cidadãos do Reino Unido, um dos quais era para me decapitar. Sim. Sim, senhoras e senhores, a Miss Extremista Islâmica 2017 estava namorando um jihadi, e para presente de casamento, queriam a minha cabeça num prato. Eu estava no topo da lista porque sou a maior cachorra da Grã-Bretanha. Sim, eu sou. Ela comprou uma faca de caça. Ela comprou um manequim de plástico para praticar suas habilidades nas punhaladas, e conversaram sobre o glorioso dia no WhatsUp, e num exemplo raro, a polícia Britânica realmente fez o trabalho pelo qual são pagos para realizar, em vez de ficar apaziguando a maior parte da máfia ou a polícia no meu Twitter, ela foi declarada culpada e detida. Tudo bem. Ela está presa e é melhor se acostumar com a prisão para o qual ela foi enviada.

Eu vivo lutando por mais um dia, e então aqui estou, e minha mensagem para você ressoa com o que os meus meninos estavam falando. Eu estava pensando que eles são um pouco parecidos, como os três macacos sábios, não são? Exceto que eles ouvem, eles veem, e eles dizem isso, então, agradeço a Deus por eles; mas minha mensagem é simples. Não permita que este grande país se torne o Reino Unido. Não permita que os Estados Unidos desmoronem como a Europa. Olhe para nós, permita que sejamos um alerta; seja melhor do que nós. Eu assisti meu país desmoronar e eu quero avisar aos outros antes que eles deixem seu país fazer o mesmo, e acredite em mim, eu amo o meu país. Não sou rápida para discutir sobre isso. Fui patrocinada durante a universidade pelo Corpo de Inteligência. Eu passei pela Real Academia Militar de Sandhurst para servir meu país como uma oficial do exército. Nós éramos como uma tropa de 32 meninas; saímos como 8 homens mais ou menos. Isso! Ainda está lá, mas não funciona muito bem, e eu queria ser a primeira mulher general, mas minha epilepsia acabou impedindo. É por isso que também uso cabelos curtos, mas isso me levou à mídia, e minha luta continua, e essa luta é real.

O Reino Unido hoje é um lugar que poucos de nós reconhecemos. Recebo cartas e e-mails — realmente perturbadores — de pessoas com 60 até 70 anos de idade que lutam para entender o país que amam. Como minha mãe e meu pai; eles me perguntam: “O mundo ficou louco? Como isso tudo vai acabar? Onde isso parar?” Alguns deles me enviam e-mails para dizer que estão felizes por estarem velhos, porque partirão em breve, e não terão que esperar pelo dia que seu país irá desmoronar de vez. Essas são mensagens difíceis de ler, e são mensagens muito difíceis para responder, e acredite em mim, eu estou cautelosa para não pintar uma imagem depressiva. Eu não vim aqui para fazer parte do medo. Eu não vim aqui para falar mal do meu país ou para evitar de mostrar o melhor da Grã-Bretanha, mas existem algumas verdades nuas e cruas, e creio que é o meu dever contar. É mais provável que você seja estuprado em Londres do que em Nova Iorque. É mais provável que seja atacado com ácido na cara por um motociclista no leste de Londres do que em Islamabad, e quando se trata de terror, o chefe do MI5 UK (Serviço de Segurança Britânico) disse que agora o risco está impossível de conter ou controlar. [Meu Deus!]

Sete policiais em áreas controladas por Muçulmanos no Reino Unido me enviaram e-mails e alegaram que o ímã local da mesquita é responsável pela seleção de policiais que ele permitirá policiar em seu bairro.
Além do programa implacável de apaziguamento por parte do establishment, eles continuamente parecem colocar a vida do jihadista e da máfia Muçulmana à frente da vida de nossas próprias filhas; no último concurso de recrutamento para ingressar na polícia, machos Britânicos brancos foram excluídos do treinamento de preparação para o dia do recrutamento. Se você for branco e masculino, será impedido de comparecer. Se você for gay ou étnico ou negro ou qualquer outra minoria, então você poderá se candidatar, e eu não tenho nada contra essas pessoas, mas no Reino Unido, a discriminação contra os brancos é institucionalizada e sistêmica. Solicitei um lugar para o meu marido apenas para ver se ele seria chamado. Ele é um homem e é branco, e eles disseram não; entretanto, sem um crachá de minoria para apresentar ou um crachá de raça, você fica sem motivo para solicitar uma reparação neste país.

O Reino Unido agora é formado por dois territórios distintos. Existe o Londonistan e o resto do Reino Unido, Londres e o resto do Reino Unido. Se você pegar a Grã-Bretanha e colocá-la de lado, fica muito parecida com um bebê Americano. Londres é Clinton. Londres é a Califórnia, as partes ruins e todas as partes boas que vejo estão aqui hoje. Londres é a Nova Iorque de Bill de Blasio, e ele é um completo babaca, se é que alguma vez conheci um. Ele pode ser alto, mas ele é o homem mais baixo que eu conheço. E então, há um lugar melhor; Há um lugar chamado o resto do Reino Unido. Há um lugar onde os Britânicos que trabalham duro querem ter um bom dia de trabalho para pagar um dia justo. Eles querem cuidar de suas famílias. Eles querem amar o seu país. Eles vão lutar pelo seu país. Eles apoiam o Trump. Eles votaram no Brexit. Ocasionalmente, queremos ter um churrasco com nossas famílias, mas não podemos porque nunca para de chover. É um bom lugar e é o lugar de onde venho. É o lugar onde vivo com o meu adorável marido, é o lugar onde vivo com meus filhos, e é o lugar onde moro. Moro em um lugar chamado o resto do Reino Unido, e aqui as pessoas ficaram cansadas de falar porque simplesmente não vale a pena o aborrecimento.

Existe uma massa silenciando os pensamentos dos que apoiam o Brexit, nos consideram como deploráveis, racistas ou estúpidos ou errados. Estamos presos, intimidados para calar, mas eles ainda estão lá, e há um estridente rumor de descontentamento no estado de Londonistan, e essa guerra silenciosa das gangues está ficando cada vez mais barulhenta. Nossa vitória com o Brexit foi exatamente como a vitória do Trump, na ocasião fui entrevistada na CNN e disse, com uma semana de antecedência, que ele iria ganhar, e isso foi muito bom; quando estamos juntos, nossas vozes são baixos rumores que se tornam um trovão onipotente e nossas vozes são ouvidas. Os rumores silenciosos se transformam em rugido, e não estamos sozinhos. Em toda a Polônia, Itália, Áustria, Alemanha, as vozes dos descontentes estão subindo para rejeitar a agenda globalista das pessoas que estão gerenciando o declínio da Europa e nos deixando cair.

Sebastian Kurz, (Líder do Partido PopularAustríaco), e ele ainda tem uma aparência melhor que a do Canadense Justin Trudeau, segura essa, seu bunda-mole de merda (se referindo a Justin Trudeau). A AFD (Alternativa para a Alemanha), a enorme passeata de patriotas na Polônia recentemente em apoio ao orgulho nacional; você pode sentir a determinação das pessoas com quem falo. Eu posso sentir as possibilidades. Há esperança. Nós não precisamos assistir o nosso país desmoronar e existem coisas que todos podemos realizar. Há três coisas que eu gostaria rapidamente de mencionar, se me permite.

Em primeiro lugar, muito importante, repetindo o que os rapazes estavam falando, devemos rejeitar a narrativa, resistir à narrativa. Só porque alguém disse isso e está de uniforme ou tem um crachá não significa que isso seja verdade. Quando estamos assustados, uma narrativa forte pode ser reconfortante, como quando somos pequenos e coisas ruins acontecem e você corre e conta ao seu professor, é a mesma coisa depois do terror. Buscamos alguém de uniforme para nos dizer o que fazer. Esses dias no Reino Unido, disseram para correr, se esconder, e divulgar. Meu avô lutou na guerra. Essas não foram ordens que ele pudesse reconhecer, e nas nossas tranquilas e calmas ruas, quando a ameaça é neutralizada e outro terrorista é derrubado, a máquina da mídia entra em ação e é aterrorizante observar. “Estamos unidos; não seremos intimidados; os terroristas nunca vencerão” — repetidas constantemente pelo Prefeito Muçulmano, pelo Primeiro-Ministro, pelo Chefe da Polícia — o mantra da aceitação multicultural, o mesmo roteiro, a mesma coisa o tempo todo, a cada momento. “Estamos unidos; não seremos intimidados; estamos de pé, ombro a ombro”, e a mídia corre ao redor com suas câmeras mostrando pessoas bebendo chá, como se isso fosse resolver o problema.

A verdade dos fatos difere dessa fabricação. Não estamos unidos. Nossas filhas foram largadas esmagadas na calçada. Algumas foram desmembradas, algumas sob um caminhão, como as imagens que você viram das bicicletas dos Argentinos espalhadas pela ciclovia em Nova Iorque. Nós não estamos caminhando normalmente. Mães e pais estão enterrando suas filhas. Um menino que conheci escreveu — ele está aprendendo a usar suas pernas novamente, depois que elas foram quebradas no ataque a Manchester. Ele não tem mais uma vida normal. Outros parecem continuar normalmente, existe outra alternativa? O quê? Se escondendo em sua casa? Está derrotado? Não é normal construir paredes em pontes de anéis de aço ao redor dos mercados de Natal. Se isso significa medo de perder, eu odiaria ver o terror ganhar. [Ah, sim!] Chega de luzes de velas. Chega de hashtags. Chega de gestos em forma de coração no céu. Chega de ligar e desligar as luzes da Torre Eiffel. Sou epilética, luzes piscando não me fazem nenhum favor. Eu escrevi tudo isso, você sabe, na minha coluna online. Eu escrevo para o Dailymail.com e fui no programa do Tucker Carlson. Ele fez a sua melhor cara confusa, e eu sou como Tucker, para com isso. Tucker, você é meu amigo, você não precisa fazer cara confusa apenas porque estamos na televisão; e pelo crime naquela coluna, por aquela **** (sic) que eu disse, fui denunciada à Polícia Metropolitana Britânica por crimes de ódio e incitação à violência contra os Muçulmanos. Podemos rejeitar a narrativa.

Dois, podemos nos comprometer a nos armar, não apenas com a ajuda da NRA (National Rifle Association). Infelizmente, no Reino Unido, não temos o luxo da Segunda Emenda. Nossa polícia em nossas ruas está armada com a equivalência de um spray Clorox e um Band-Aid. Alguns até têm uma carta de sua mãe os desculpando pelos jogos. Mas podemos armar-nos com informações, informações que encontramos mais próximas da fonte — e não informações alimentadas através dos filtros liberais do Google ou nos California Fruit Loops do Facebook. Devemos procurar nossas próprias verdades. Passei 48 horas no campo de migrantes em Calais, na França — chamado de selva, e me parece bastante apropriado — onde migrantes Africanos se escondem como crianças e requerentes de asilo lutam contra gás lacrimogêneo e cercas de aço, para entrar nos caminhões que atravessam da França para Dover, para penetrar no Reino Unido. Meu fotógrafo foi linchado. Sua câmera foi roubada, sua carteira foi roubada. Ele foi muito espancado e depois foi para casa, porque estava muito machucado. Eu tive um braço deslocado. Eles vieram contra nós com barras de aço. Fomos colocados na parte de trás de uma van e removidos do acampamento por segurança

Voltei no dia seguinte. As pessoas envolvidas com os trabalhos de caridade pediram para eu me cobrir, os faça-o-bem, os democratas, esse tipo de gente. Eles me disseram para cobrir meus ombros porque era ofensivo aos Muçulmanos. Então eu retirei, e eles também não gostaram muito dos meus seios pequenos. Conheci uma senhora com um garotinho, eu estava tentando encontrar uma história mais calma, mulheres reais, problemas reais, e assim seu garotinho — era o primeiro filho que eu tinha visto no acampamento, e ela me convidou para o seu pequeno alojamento na caravana, quando eu percebi que o garotinho era, de fato, uma pequena menina, exceto que ela se vestia como um menino, de modo que, durante a noite, os homens migrantes não viessem e tentassem roubá-la, e eu aprendi uma grande lição com isso. Eu era ingênua. Os migrantes não estão em busca de uma nova vida e nem abandonam a sua vida antiga; eles a trazem consigo. Sim, todos os velhos conflitos da antiga casa. Os Eritreus odeiam os Somalis, que odeiam os Afegãos, que não falam com os Líbios e ainda estão em guerra. Eles estão chegando e não iniciarão uma nova vida, trazem consigo os conflitos, os mesmos conflitos de casa.

Passei 48 horas na cabine de um grande caminhão de transporte porque queria entender os perigos que as pessoas sofrem fazendo a travessia. Eu sempre disse que um dia alguém morreria fazendo essa travessia porque nossos caminhoneiros estão em risco. A vida dos caminhoneiros Britânicos está em risco e, de fato, um já morreu e eu abri meus olhos novamente. Todas essas paradas de caminhão são comandadas por mafias, movimentos de migrantes etiquetados, organizados, controlados, lucrativos. Funcionários do porto são pagos para fechar os olhos diante da travessia de migrantes. É muito mais sistemático do que imaginamos. Eu viajei para a Líbia, fui à costa sul da Itália para me juntar aos migrantes que atravessam pelo Mediterrâneo. Você descobrirá que há barcos voluntários, Save the Children (Salve as Crianças); só porque eles se chamam Save the Children não significa que estejam salvando. É praticamente um serviço de travessia, e para ser completamente honesta com você, para ser ainda mais transparente, eu preferiria que fosse um serviço normal de passageiros. Centenas de milhares de homens migrantes, plenamente conscientes de seus direitos, contratando hospedagem em hotéis locais, pagando 35 euros por dia, uma soma que os habitantes locais não ganham, e quando viajei e conversei com esses homens nesses hotéis, eles estavam bloqueando a estrada na aldeia local no sul da Itália, porque o seu Wi-Fi estava muito lento. O arroz que foi servido estava muito pastoso, e eles protestaram pelos seus direitos. Essas são as pessoas que estão chegando.

Eu encontrei com uma mulher no asfalto, na beira da calçada, no calor, e ela parecia doente. Ela disse que estava mal. Ela estava lá para atender os motoristas à medida que passavam. Ela foi traficada para essa vida, e essas pessoas do faça-o-bem, lembre-se disso, pensam que estão salvando vidas. Eles não estão salvando vidas, estão destruindo vidas enquanto fingem fazer o bem, e andei pelos subúrbios, em áreas no-go zones (área controlada por Muçulmanos/Sharia) da Suécia, porque o Trump disse que a Suécia já era, e a mídia o crucificou por isso. Zombaram dele implacavelmente. Posso confirmar, em primeira mão, a Suécia acabou. Uma mulher idosa me agarrou. Ela só tinha como linguagem o Árabe. Ela me agarrou por ambos os braços: “cabelo errado, rosto errado, rosto errado, lugar errado”, ela estava preocupada comigo. Ela é uma senhora gentil. Eu era a única mulher branca, a única mulher, a única branca em toda a área da Suécia em que eu estava, onde as pessoas já não iam, e ela estava preocupada com minha segurança. No-go zone, a Suécia caiu nãos mãos dos migrantes, e os Somalis ainda lutam contra os Eritreus, que ainda lutam contra os Afegãos, como fizeram no campo de Calais, e enquanto eu estava lá, duas granadas de mão foram encontradas apenas numa lixeira perto da delegacia de polícia, e uma semana depois, um Muçulmano pegou um caminhão e o jogou em cima dos pedestres de um shopping center comercial, como você deve lembrar. Uma das vítimas era uma garota de 11 anos. É curioso, sabe, como os corpos das nossas filhas mortas pelo terrorismo Islâmico nunca entram nas primeiras páginas da mídia.

Entrevistei uma garota que morava num subúrbio esquecido porque era tudo que ela podia pagar. Ela não pode sair à noite. Ela não saía de casa. Ela foi roubada, mas a polícia não pode vir porque seus carros foram saqueados e incendiados. Ela disse que já não tinha permissão para transportar spray de pimenta para se defender porque uma menina, que foi atacada por uma gangue de Muçulmanos, acidentalmente lançou o spray de pimenta no cara errado e foi processada pela GBH. Sentada num local escuro em sua casa, ela nem me permitiu tirar uma foto de seu rosto com a câmera por medo de represálias pelas feministas Suecas, que apoiam os homens migrantes a todo custo. No jogo de Top Trumps (um jogo grátis online), na edição da vítima, se você for um migrante, você ganha sempre.

As feministas Suecas — na verdade, as feministas como um todo — nunca foram tão decepcionantes. Eu não entendo como elas apoiam as mulheres, e eu conheci o chefe da estação de bombeiros mais forte da Suécia, o qual era excepcionalmente bonito — vou te dizer uma coisa —, mas antes de falar sobre isso, ele estava nesse momento colocando uma cerca maior em torno da estação para impedir que os migrantes vandalizassem o motor, os motores de incêndio, e para impedir que entrem e roubem o equipamento de ponta que eles gostam de roubar. Perguntei-lhe se paredes como esta representam o nosso futuro, e ele me olhou de um jeito realmente estranho. Ele ficou surpreendido. Ele disse que “não, é tarde demais para isso. Já não construímos paredes para manter as pessoas afastadas.” E foi mais longe ainda, “construímos paredes para manter as pessoas que amamos”, e isso — ainda me dá arrepios até hoje, de verdade — e essas são as minhas verdades. Elas vêm diretamente da boca de homens e mulheres que vivem essas coisas todos os dias, sem filtro, sem lente, sem censura, sem ranking do Google, sem New York Times. A minha próxima parada? Vou me juntar aos fazendeiros brancos da África do Sul que estão sistematicamente desaparecendo do país por conta dos negros de lá, e dessa forma, encontramos nossas próprias verdades.

Se pudermos resistir à narrativa, se pudermos, apenas falando com pessoas que conhecemos, médicos, enfermeiros, professores, pessoas na rua, pessoas que têm problemas, podemos encontrar nossas próprias verdades. Conheceremos a história das pessoas que terão o poder e, finalmente, o terceiro braço dessa coisa é que temos que ter coragem moral para lutar. De alguma forma, temos que encontrar forças para resistir aos ataques constantes que enfrentamos, e Trump é o mestre Jedi nesse jogo. Eu o amo. Sabemos o que é ser condenado ao ostracismo por amigos que não gostam de nossas opiniões. As pessoas podem ser indecentes. A mídia pode ser implacável, mas todos precisamos encontrar a coragem moral para se manter forte.

Eu tenho minhas próprias batalhas, é claro. Tenho a Sra. ****, que vê minha cabeça como um prêmio. Eu tenho o prefeito Muçulmano baixinho de Londonistan, que é tão útil como um bule de chocolate. Há uma versão mais rude dele, que envolve um pirulito em forma de pênis, mas isso não seria correto para esta ocasião. Eu tenho um prefeito Muçulmano que não suporto. Ele gastou 1,7 milhões de libras em força policial online contra o ódio para policiar a minha atividade no Twitter. Fui presa por conta do que escrevo. Fui entrevistada sob cautela pelo comando de grandes crimes e homicídio por conta de uma coluna num jornal, e fui encaminhada ao Crown Prosecution Service pelo meu comentário sobre a vida, porque uma denúncia foi feita pela Sociedade para Advogados Negros. Estou ansiosa para conhecer um dia a Sociedade para Advogados Brancos.

Minha família se retrata ao Serviço Social de forma bastante regular. As pessoas acreditam que irão tirar os meus filhos de mim e que com isso irão calar a minha boca. A última vez que o Serviço Social ligou e disse que tinha uma queixa, eu disse que os meus filhos estavam em casa e que meu marido acabou de fazer uma salada de camarão porque os camarões são considerados chiques na minha família e aí o cara disse ****(sic) isso não ajuda nem um pouco. Não, não ajuda, e é um processo vexatório, é claro, nunca fica longe da minha porta, mas não estou reclamando. Não tenho autopiedade. Eu me coloquei lá fora; Eu tenho que chupar isso. Se eu não gostar, eu posso chegar em casa, sentar no meu sofá, calar a boca e me tornar vegetariana, e isso não vai acontecer.

Mas a resistência é a chave, e quando atacamos, precisamos ser como uma flecha e sentir a crítica caindo ao redor de si. Você sabe que recebo muitos e-mails de jovens de 16, 17 anos de idade que sentem que já não têm voz na escola. Eles não podem dizer se são partidários do Brexit ou se são um dos membros do Gays apoiando o Trump. Eles não podem falar, e eu digo para eles fazerem como se estivessem mergulhando numa piscina. Sinta a água passando por você. Imagine que é a crítica que passa ao seu redor e continue avançando. Podemos continuar avançando. Os liberais que rejeitam o Brexit ou tentam desacreditar o Trump, iluminaram a nossa determinação de ter sucesso. Eles são Frankensteins e nós somos o seu monstro, e nós somos grandes e nós somos maus e estamos chegando neles. Eles têm razão de ter medo.

Nós podemos fazer isso. Sim, nós podemos. Se eu fosse negra, isso funcionaria muito melhor. Podemos nos comprometer a recusar a narrativa. Podemos nos comprometer a nos armar com nossas verdades, sem o filtro liberal, e podemos nos comprometer de ter coragem moral sob ataque para continuar avançando. Essa é a nossa hora. Não se torne como o Reino Unido. Fique furioso e lute, contra-ataque. Muito obrigado.


Protesto realizado pela extrema-esquerda contra outro discurso da Katie Hopkins numa igreja em Londres.

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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